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Relatório do Estágio Supervisionado II - Curso Letras

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englobando secretários e auxiliares. Uma escola democrática. coordenação. buscando novos caminhos para a educação. 11 2.3 CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ADOTADA PELA ESCOLA De acordo com informações da Direção.5 REGÊNCIA – MARIA DE JESUS BARROS Minha regência foi realizada no dia 01 de Dezembro de 2009. almoxarifado) amplo refeitório. Projeto político pedagógico. moram em casas pequenas. 04 funcionários de manutenção e limpeza (serventes) e 04 vigias. 2. a escola usa de todos os meios que dispõe. desatenção e desinteresse. ou mesmo na falta de perspectiva para o futuro. tendo como base Dermeval Savianni que diz: Entendo. Estão em fase final de elaboração os seguintes documentos: Regimento Interno. de todos e com todos. as salas são amplas. os problemas são comuns como em todas as escolas. Existem várias dependências para realização de atividades tais como: laboratório de ciências. Estatuto do Conselho. Portanto. com mesas e carteiras apropriadas. Entretanto. A direção da Escola desenvolve um trabalho partido da observação dos problemas sociais como um todo. A avaliação da aprendizagem dos alunos da Escola Padre Paolino Maria Baldassari dar-se de forma é quantitativa e qualitativa. é uma escola identificada com o processo de construção de uma sociedade mais justa. Conselho escolar. A escola possui atualmente 115 alunos. com um espaço em que a prática pedagógica é entendida como uma prática de vida. A maioria dos alunos é oriunda de famílias de baixa renda. Nos turno matutino e vespertino a escola funciona apenas com o curso técnico de saúde do Instituto Dom Moacir e atendimento na biblioteca e no laboratório de informática. pois geralmente os problemas começam na família. teve início às 18h30min.básica. na maioria das vezes com poucos resultados positivos. a direção da escola procura sempre suprir as necessidades materiais da escola. na perspectiva de formar cidadãos e cidadãs que integrem e contribuam para sua comunidade. 07 funcionários administrativos. laboratório de informática equipado com vários computadores. A professora titular que deveria acompanhar o estágio era a Professora Joelma Patrícia. Quanto às atitudes em sala de aula. Regimento interno do conselho escolar. tem renda familiar em média de um a três salários mínimos. disse que estávamos ali para a realização do Estágio Supervisionado II.2 ESTRUTURA FÍSICA E ORGANIZACIONAL DA ESCOLA A estrutura física da escola é excelente. 2. cozinha com todos os equipamentos e utensílios necessários. matriculados no turno da noite. filhos de pais com pouca escolaridade e empregos de mão-de-obra não qualificada. percebe-se que alguns alunos estão desmotivados. sala de educadores. 100% utilizam-se do sistema público de saúde. pois que o processo educativo é a passagem da desigualdade à igualdade. para tentar resolver estes problemas. disse que o tema que havia sorteado para nossa dupla era período. inicialmente apresentei-me a turma. competente e comprometida com a aprendizagem significativa do aluno. É formada em Psicologia e atua a 01 ano na área. só é possível o processo educativo em seu conjunto como democrático sob a condição de se distinguir a democracia como possibilidade no ponto de partida e a democracia como realidade do nosso ponto de chegada. como meio de comunicação tem acesso a internet pública (GESAC) e a televisão. sala da direção. e que teríamos como observadora a professora Fátima Barroso. através de uma atividade reflexiva.4CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA DO ESTÁGIO A clientela atendida pela escola é bastante diversificada. 12 pois parte dos alunos vivem em um meio onde não há participação efetiva dos pais no desenvolvimento escolar dos filhos. talvez reflexos do ensino transmitido por alguns professores que estão preocupados apenas em cumprir cronogramas e repassar conteúdos. funcionando com 06 professores. com uma administração escolar voltada para as necessidades básicas e a realização do ser humano. ampla biblioteca. ventiladores e quadro verde. porém por motivos particulares encontrava-se viajando e não houve a possibilidade de acompanharmos a sua regência. principalmente na idade que começa com 15 anos até aproximadamente 65 anos (alunos provenientes da EJA). salas administrativas (secretaria. orientação. Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE). . pois a cidade não possui emprego para atender a grande demanda de jovens que se formam todos os anos. buscando transformar informações em saberes necessários à vida dos alunos. 2. O material necessário para o andamento das aulas parece ser suficiente e adequado.

recolhi as folhas e foram fixadas no mural de recados da própria escola. já era momento do intervalo. Após a leitura começamos a fazer comparações entre o vídeo assistido e os parágrafos do texto lido. além de ter realizado todas as atividades como havia planejado. no mais tudo correu normal. e descobri que sou capaz de assumir uma sala de aula. Após o recolhimento das folhas. então conceituei período simples e composto e pedi para que pudéssemos identificar os tipos de período dentro do texto que havíamos lido. foi passado um vídeo com imagens de crianças abandonadas ou em situações de trabalho infantil em diversos lugares do mundo. Expliquei que o período não caminha sozinho. o momento de minha regência posso pontuar como positivo o fato de não está nervosa. que não tinha sido nós que havíamos escolhidos. foi passado em slide conceitos de frase. Passamos para a leitura do texto “Os direitos da criança”. 2. com alguns alunos participando dos questionamentos e outros calados e quietos como desde o início da aula. houve um momento de questionamento de alguns alunos sobre um período que ficou confuso. além da timidez de alguns. Fiquei com a responsabilidade de distribuir os textos. por um breve período todos participaram.7 CO. Expliquei para os alunos que esses conteúdos haviam sido nos passado pela professora regente Joelma. quando terminamos a leitura começamos a contextualizar o vídeo. aproveitei o momento e fazia perguntas quanto ao texto lido. eu tinha a função de ajudá-la na distribuição e recolhimento das atividades. falta de interesse de alguns alunos. Iniciei a aula dizendo que eles estavam recebendo uma folha com ilustrações. todos tinham uma cópia em mãos e fizemos uma leitura compartilhada. dizendo qual era simples e qual era composta. ajudar os alunos no que fosse possível. Todos se esforçaram muito para fazer essas identificações. quase todos os alunos realizaram pequenos trechos da leitura. todos já estavam mais adaptados. rapidamente fui e recolhi duas e fiz as leituras. quase todos expuseram suas opiniões. e os mais quietos. nesse momento houve uma grande participação dos alunos. está sempre dentro de uma frase ou oração. oração e período. ao receber as folhas percebi que estavam bastante curiosos. com exceção de um aluno que não retornou para a 14 sala de aula após o intervalo. fizeram muitas perguntas quanto aos desenhos e após 10 minutos todos já estavam com suas frases prontas. buscava observar se realmente eles 13 tinham entendido a mensagem do texto que falava sobre os direitos das crianças. calados. Agradeci a todos e encerrei a aula. fiz algumas perguntas e eles respondiam. cada um dos alunos deveria realizar a leitura de pequenos parágrafos.GIOVANNA MARIA DE MATOS SOUZA A fase de co-participação ocorreu dia 01 de Dezembro de 2009 e totalizou 02 horas/aula. porém a grande maioria dos alunos permaneceram calados.sujeito e predicado. já estava conhecendo melhor a turma e já sabia quais os alunos mais participativos. ou melhor. Quanto aos pontos negativos. A estagiária Giovanna apresentou-se aos alunos e disse que trabalharia sujeito e predicado. nesse momento enquanto eu atendia outros alunos a professora Giovanna explicou para esses alunos toda a problemática que havia surgido. manusear os equipamentos . posso dizer que esperava bem mais participação dos alunos. A estagiária Maria de Jesus Barros estava como regente. apesar da dificuldade da leitura porque as letras eram muito pequenas. mas a sineta da escola já batia e indicava que a aula havia terminado. 2. e não houve nenhum contratempo.PARTICIPAÇÃO . Foi um momento calmo.6 – CO-PARTICIPAÇÃO – MARIA DE JESUS BARROS O momento de co-participação veio logo após minha aula. acredito que tudo isso é decorrente da metodologia ou falta de metodologia para trabalhar com alunos provenientes da EJA. Enfim. que tudo só depende de minha força de vontade. nesta folha eles deveriam analisar e escrever frases com período simples e período composto. Quando lembrei-me das frases que os alunos haviam escrito no início da aula. apagar e acender as luzes no momento de apresentação dos slides e lembrar à estagiária Giovanna quanto ao horário e minutos para a realização das atividades. enquanto que o vídeo mostrava o oposto. que eu iria trabalhar período e a professora Giovanna trabalharia sujeito e predicado. descobri que existe um grave problema de participação. Depois de algum tempo conversando sobre o texto.

8 REGÊNCIA – GIOVANNA MARIA DE MATOS SOUZA Logo após o intervalo. pensei comigo mesma “até que em fim alguns alunos estão começando a reagir”. Foi um período muito importante no estágio. como percebi que não localizavam com facilidade. além de observar como estava o nível de leitura dos alunos. confesso que estava nervosa. enquanto isso eu explicava para os alunos que através do texto poderíamos estudar a classificação do sujeito e do predicado. nesse momento tive uma leve sensação de relaxamento. a paródia era intitulada “Sujeito e predicado”. vi que muitos destes não apresentavam pré-requisitos necessários àquela série. disse que colocaria o áudio outra vez e passaria novamente a letra para que todos pudessem cantar. 2. depois que a música terminou convidei-os para cantá-la. . Mesmo com todas as dificuldades. pois já tinha visto como era a participação dos alunos na aula anterior. No segundo momento coloquei o áudio de uma paródia da música “A raposa e as uvas” de Reginaldo Rossi. e tinham graves problemas de leitura. apresentei-me para os alunos. Classificar e reconhecer os tipos de sujeito e tipos de predicado. Logo após o início da aula percebi que não seria tão fácil. Mesmo com todo o silêncio da turma explique que a música falava sobre os tipos de sujeito e tipos de predicados. pelo menos nesse momento houve uma interação da turma. Para iniciar os estudos solicitei a ajuda dos alunos para a realização da leitura do texto e foi aí que realmente constatei a triste situação quanto ao nível de leitura daqueles alunos. após o termino da história houve um momento de contextualização. A professora Maria de Jesus Barros (co-participação) distribuiu folhas com o texto “Sujeito Predicado” de Marcelo Nocelli. logo que os alunos não eram muito participativos. tirá-los do comodismo. a aula seguiu seu ritmo monótono. Reconhecer o sujeito e o predicado de uma oração. porque foi a partir desse momento que percebi uma grande deficiência na aprendizagem dos alunos. muitas vezes tive que expor opiniões tentando estimulá-los a participar da aula. Sobre o olhar atento da professora Maria de Fátima Barroso.informáticos e assessorá-la no que fosse possível para o bom desenrolar de sua aula. os demais ficaram calados. então tive que apressar a passagem dos slides e dar apenas uma leve pincelada sobre os conceitos e exemplos dos tipos de predicados. com exceção de uma atividade em que os alunos receberam folhas ilustradas. porém como alguns leram muito baixo. Reconhecer os princípios de concordância que rege sujeito e predicado. Mesmo com todos os problemas. após muita instigação alguns alunos começaram a dar opiniões. refiz a leitura e comecei a fazer questionamentos sobre o título do texto. apenas um aluno não realizou a leitura. o objetivo 15 principal era despertá-los. falar sobre o que entenderam. avisou-me que acelerasse porque faltavam poucos mais de 20 minutos para o fim da aula. e por mais que solicitasse a participação destes. e que esses seriam os assuntos que iríamos estudar a partir daquele momento. a cada conceito e explicação de um tipo de sujeito solicitava dos alunos a identificação desse sujeito no texto que tinham em mãos. Iniciei a aula contando uma história para que levassem os alunos a reflexão. e desta forma já comecei a preocupar-me como seria o meu momento de regência. mas com exceção de uma jovem que estava ao meu lado e tentou cantarolar uns pedacinhos da música. fiz a leitura do tema a ser trabalhado (sujeito e predicado) realizei ainda a leitura dos objetivos que era: Levar os alunos a identificar os termos essenciais da oração. A razão de solicitar dos alunos a participação na leitura dos textos. e demonstraram bastante interesse na realização da atividade. mas como sempre tinha um grupo que permanecia calado. alguns alunos começaram a participar mais efetivamente. eu mesma fazia a leitura de um parágrafo onde estava localizado o sujeito que desejávamos e esperava que eles me dissessem. foi pela razão de fazer com que estes participassem da aula. permaneciam calados. exatamente as 08h20min teve início a minha regência. porém sem muito entusiasmo. logo que alguns disseram identificar-se com os personagens da história. Estava tão envolvida naquela tentativa de participação dos alunos que não vi que as horas haviam se passado. no restante da aula os alunos estavam lá. nesse momento a colega estagiária Maria 16 de Jesus Barros. Passamos para a leitura dos slides com conceitos e explicações do tema “sujeito e predicado”.

Buscamos na medida do possível dar aulas dinâmicas. mais no fim todos fizeram corretamente. agradeci a presença. o autor e os alunos. formar leitor competente é: Uma resposta a um objetivo. Para concluir. e infelizmente pude constatar que esses alunos estão longe de receber essas informações necessárias. Considerando que a leitura deve ser mediada. p. não se responde a perguntas de verificação do entendimento preenchendo fichas exaustivas. não posso deixar de dizer que os objetivos foram alcançados. CONSIDERAÇÕES FINAIS O estágio foi um período em que buscamos vincular aspectos teóricos com aspectos práticos. mas também reflexiva da nossa prática educativa diante da realidade e a partir dela. 3. (Brasil. 69 -70). e passar para os alunos através de conversas informais sobre a importância do estágio e do estagiário Precisamos ter uma postura efetiva de um profissional que se preocupa verdadeiramente com o aprendizado. que é garantido em lei (LDB .Lei n 9394/96). a uma necessidade pessoal. com os textos que circulam no contexto social dos alunos. Isso não significa que na escola não se possa eventualmente responder a perguntas sobre a leitura. encontramos diversas dificuldades. Mesmo com todos os problemas que vislumbrei em sala de aula. Foi um momento em que a teoria e a prática se mesclaram para que fosse possível apresentar um bom resultado. começando pela falta da professora regente na cidade. é necessário interagir com uma diversidade de textos escritos. que deve exercer o papel de um mediador entre a sociedade e a   . senão com a própria leitura. chamo a atenção para a necessidade de se utilizar uma diversidade de textos em sala de aula e. tendo em vista que fizeram todas as atividades corretamente e pude perceber que houve uma compreensão e entendimento quanto ao conteúdo trabalhado.Entreguei uma folha com uma atividade de identificação do sujeito e predicado das orações. com sérios problemas de leitura. tinham uma idéia de que estagiário não ensina. como mediador entre o texto. está lá apenas para adquirir nota. sobretudo. não se faz desenho sobre o que mais gostou e raramente se lê em voz alta. nos impedindo de realizar as observações necessárias para conhecermos as turmas. uma prática constante de leitura não significa a repetição infindável dessas atividades escolares. não se lê só para aprender a ler. pude fazer uma reflexão sobre minha prática pedagógica ao logo dos anos como educadora. afirmam que trabalhar com leitura. porém necessitaram que eu os ajudasse. recebendo incentivo e ajuda de leitores experientes. dificilmente esses alunos conseguiram realizar leituras onde exista confronto de informações. de vez em quando desenhar o que o texto lido sugere. onde os poderão avaliá-las criticamente e tomar decisões cada vez mais acertadas. Para que o ensino de leitura possa acontecer de forma adequada. enquanto que os Parâmetros Curriculares Nacionais. não houve uma preocupação com o que realmente esses alunos proveniente da EJA necessitam. ou ler em voz alta quando necessário. Chamou-me atenção o fato dos 17 alunos portarem-se apenas como ouvintes. paciência e colaboração de todos e encerrei a minha aula. E. Para aprender a ler. 1998. para que possamos buscar uma educação de qualidade. outro problema foi o fato de alguns alunos não acreditar no trabalho dos estagiários. e se nós educadores não repensarmos nossas práticas pedagógicas. mas pude perceber que o grande problema desses alunos é o tipo de ensino que lhes foram transmitido. onde pude ter certeza de todas as dificuldades que aqueles alunos possuem. sobretudo perceber a necessidade em assumir uma postura não só crítica. escrita e interpretação de textos. Como encerramento da aula passei o vídeo motivacional “Nessum Dorma” e mesmo na ânsia de ir embora pude perceber que todos ficaram emocionados. Realmente não foi fácil esse estágio. favorecendo a circulação de informações entre eles. Com base nas dificuldades encontradas nesta regência. por parte do professor. não se lê de uma única forma. negociar o conhecimento que já se tem e o que é apresentado pelo texto. seria interessante o atuar. observei alunos apáticos. e reconhecer que somos responsáveis por tão precários níveis de desenvolvimento escolar. toda a minha frustração por causa desta aula. outros. acredito que não há outra maneira de mediá-la. e rapidamente alguns resolveram a atividade. Quando todos saíram pude expor para a professora orientadora Maria de Fátima Barroso. Fora da escola. No entanto. não se decodifica palavra por palavra. desmotivados.

FREIRE. Miriam Darlete Seade. como a fuga de um aluno na hora do intervalo.PDF. No decorrer das atividades para a realização do estágio. exaustas e chateadas por causa da falta de disposição de alguns alunos em participar dos debates.pdf. 2009. quer com autores.anped. LOMBARDI. a sociedade à sua volta e o mundo em que ele vive. ___. portanto. capacitá-lo ao exercício de uma consciência crítica de 18 si mesmo. In: PIMENTA. São Paulo. Campinas-SP 1999.particularidade do educando. devemos despertar no educando a consciência de que ele não está pronto. do outro e do mundo. sem condições de uma reflexão quer com outros professores. São Paulo: Cortez. Ed.REFERENCIAIS AZZI. Somente após a realização deste estágio conseguimos compreender Sandra Azzi quando diz: (É) muito difícil ao professor. Brasília: MEC/SEF. ANEXOS Relatório do Estágio Supervisionado II .Curso Letras Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documentoInformar sobre este documento?Diga-nos a(s) razão(ões) para denunciar este documento Spam ou lixo eletrônico Conteúdo pornográfico adulto Detestável ou ofensivoIf you are the copyright owner of this document and want to report it. 1997. Saberes pedagógicos e atividade docente. Rio de Janeiro: Dunya/Qualitymark. BRASIL. a falta de participação de alguns alunos. Mas sem dúvida alguma nosso aprendizado foi imenso.S. http://www. mesmo assim. 2005. Para Paulo Freire. mesmo terminando a aula com a cabeça doendo. Informações e classificação Leituras:13. para. através do uso da linguagem.congresso/ed2005. 2009.puc. precisam considerar a linguagem como um fenômeno social. 1995. 1998. a partir do discurso. Disponível em internet. http://www. A. 2009. Disponível em internet. 2004. Mas como fazer isso é o grande desafio que o educador encontra. Disponível em internet. please follow these directions to submit a copyright infringement notice. Roseli Ferreira. http://www. aguçando nele o desejo de se complementar. Trabalho docente: autonomia didática e construção do saber pedagógico. principalmente os de língua materna. NOGUEIRA. É preciso refletir e reavaliar as práticas e os conteúdos. GUERRA. Adriano. 1989. Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. captar a essência de seu trabalho. Selma Garrido (Org. Sandra. Tivemos certeza de uma coisa: a cada dia que passa adquirimos novas formas de ensinar e aprender. no estágio não foi diferente e busquei a cada momento ser mais que professora ser uma educadora.136Carregado:06/10/2010Categoria:Arte e   . Paulo. Supervisão e Sucesso do desempenho do aluno no estágio. seja pelos pontos positivos como. é afetada pelo conhecimento que apresenta sobre este. devem adequar suas metodologias. Acesso em 08 Dez. Escola e Democracia. e PEREIRA. Lei de diretrizes e bases da educação nacional (Lei n 9.br/23/textos/0839t.htm. e também pelos negativos. pela capacidade de usar este conhecimento e pela participação. Ed. por exemplo.Relatório Cancelar Este documento é particular.efdeportes. no processo de produção coletivo do saber pedagógico. Petrópolis RJ: Vozes. 20 8.org. e mais do que nunca tivemos certeza do quanto à troca de informações entre professores é essencial.394/96: nova LDB. Formação Inicial: Uma observação da prática docente por discurso de alunos estagiários do curso de Letra. 19 4. numa análise crítica. construir ou desconstruir a sua realidade. Teoria e prática em educação popular. Acesso em 08 Dez. Reflexões sobre um processo vivido em estágio supervisionado: Dos limites às possibilidades. 2000. C. A percepção que ele tem de seu trabalho. quando um aluno proveniente do Peru diversas vezes nos chamou e fazia questionamentos quanto a como se escreviam determinadas palavras em português. FRANCISCO. consciente ou não. Acesso em 08 Dez. um desafio diário que devemos aproveitá-los e transformá-los em oportunidades e desta forma o faremos. M. SAVIANE. Secretaria de Educação Fundamental. logo que foi através dessa experiência que pudemos sentar conversar e nos questionar sobre nossos objetivos principais enquanto educadora que somos. foi uma experiência inesquecível.c/pdf/ferreira%20lombardi. aprendemos também que os professores.). Que Fazer. muitas vezes superficial.com/efd69/aluno. Demerval.

p. p. realizado na EEM. p. p. p. p. p. p. p. Pe. p. p. p.designClassificação:Copyright:Atribuição não comercialRelatório do Estágio Supervisionado II do Curso de Letras.Mais coisas deste usuário AnteriorPróximo . p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p.AC SeguirTuninhamatosCompartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. Paolino Maria Baldassari em Santa Rosa do Purus . p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p. p.

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