Qual a diferença teológica entre os Batistas Independentes e o pentecostalismo clássico Recebemos, todos os dias, muitas questões dos nossos

usuários do site da CIBI e essa é uma delas. Um amado irmão me fez a seguinte pergunta: "Quais as diferenças entre os Batistas Independentes, os Batistas da Convenção Brasileira e os Pentecostais clássisos?". Com as minhas limitações e aberto a aprender mais, dos nossos teólogos batistas Independentes, os pastores Lima, Pedro Mendes, Paulo Mendes, e outros, arrisco-me a uma resposta, após um tempo de estudo e reflexão, à luz dos Princípios da Nossa Fé. 1 - Os batistas independentes também são batistas. A declaração de fé batista independente é parecida com a declaração de fé dos batistas brasileiros. Ambas as denominações fazem parte das maiores entidades de representação dos batistas no mundo. Os princípios batistas são os mesmos para ambas as denominações quanto temos em foco a autoridade de Cristo e das Escrituras, o valor do ser humano como criatura criada à imagem e semelhança de Deus, a condição pecaminosa do homem, a salvação pela graça de Deus, o sacerdócio universal dos crentes, a igreja como povo de Deus com expressão em igrejas locais, o batismo e a ceia como ordenanças, o governo congregacional sob o senhorio de Cristo, a igreja com autonomia e separação do Estado, o culto como a expressão mais elevada da fé e devoção cristã coletiva e individual, o ministério como expressão de serviço a Cristo e ao próximo, Missões como extensão do propósito de Deus aos não alcançados, mordomia como partilha em consagração a Deus, a fé e a razão como aliados do verdadeiro conhecimento. Ou seja, a herança histórica, espiritual e doutrinária que os batistas independentes dos demais batistas históricos é interligada. 2- O que nos diferencia dos batistas brasileiros e dos pentecostais clássicos (Assembléia de Deus) é única e exclusivamente o ponto doutrinário que trata do Espírito Santo. Nós pregamos, nos Princípios da Nossa Fé - ponto 8 - "que o batismo no Espírito Santo é uma experiência definida, como revestimento de poder e necessária habilitação para o testemunho cristão, é uma experiência pessoal, recebido pela fé, por ocasião da conversão da pessoa ou posterior a ela, e que aquele que recebe sabe se recebeu ou não. Dessa forma, posso concluir que esta experiência pode ou não ser acompanhada de um dom espiritual, ou sinais exteriores, como o dom de falar em línguas. Nisso, divergimos da teologia pentecostal clássica que se apoia na teologia de Charles Parham (batismo no Espírito Santo somente com evidência do dons de línguas). A teologia adotadada pelos batistas pentecostais brasileiros (Batista Independente e Batistas Nacionais) é a teologia produzida por William H. Durham, que advoga que a santificação é um processo gradual iniciado logo após a conversão e que o batismo no Espírito Santo é a 2ª Bênção. Mas, mesmo entre os pastores batistas independentes, observar-se-á que há alguns que defendem e pregam que o batismo no Espírito Santo deve ser acompanhado com os sinais evidentes (dons de falar em línguas). Por outro lado, os batistas históricos, adotam uma teologia em que reforçam que a experiência do pentecostes foi um ato isolado e necessário à igreja nascente em Jerusalém, porém um fato irrepetivel, e que o crente recebe o Espírito Santo no momento da sua conversão, sem sinais exteriores evidentes, mas unicamente pela fé.

com ordem e decência e se o Espírito Santo. . interpretar. ficamos numa posição intermediária. da plena comunhão com Deus em sua essência. revelar. para a edificação dos santos... ministrar. da santidade das vidas presentes. da adoração e da ministração da Palavra.Particularmente. profetizar. para mim. ousadia e poder. o batismo no Espírito tem como principal evidência o poder para testificar as boas novas de Cristo com autoridade. quiser.Quanto à manifestação dos dons no culto. No culto a manifestação não deve ser forçada. mas estimulada através busca. pode usar a vida de qualquer pessoa com os dons de falar em línguas. Nem tão racionais como os batistas gerais. nem tão emocionais como os pentecostais clássicos. etc. em outras palavras os principais sinais não são os dons e sim o fruto do Espírito agindo na pessoa 3 . O culto deve ser dirigido pelo Espírito Santo.