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FACULDADE INTEGRAL DIFERENCIAL

CURSO DE PSICOLOGIA

DANNI MILANA GOMES DE LIMA

JÚLIA MOURA DE OLIVEIRA

MARIA EDILENE DO REGO

INFLUÊNCIAS DA MÍDIA SOBRE O CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS: UM


ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA CONEXIDADE DOS PROGRAMAS DE TV

TERESINA
2017

DANNI MILANA GOMES DE LIMA

JÚLIA MOURA DE OLIVEIRA


MARIA EDILENE DO REGO

INFLUÊNCIAS DA MÍDIA SOBRE O CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS: UM


ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA CONEXIDADE DOS PROGRAMAS DE TV

Oficina de projeto de pesquisa.


Orientador: Prof. Me. Carlos Antônio
Santos

TERESINA
2017
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................. 05
1.1. Problema da Pesquisa ............................................................................. 06
1.2. Questões norteadoras .............................................................................. 06
1.3. Objetivos ................................................................................................... 06
1.3.1 Objetivo Geral ......................................................................................... 06
1.3.2 Objetivos Específicos .............................................................................. 06
1.4. Justificativa ............................................................................................... 07
2 REFERENCIAL TEÓRICO ............................................................................08
2.1 Imagem corporal ........................................................................................ 08
2.2 Trabalho, Emprego e Subjetividade ........................................................... 11
2.3 O Lugar da Mulher na Sociedade Moderna ............................................... 14
3 METODOLOGIA ........................................................................................... 18
3.1 Procedimentos éticos ................................................................................. 18
3.2 Método de Pesquisa .................................................................................. 18
3.3 Cenário e Participantes do Estudo ............................................................ 18
3.4 Coleta de Dados ........................................................................................ 19
3.5 Organização e Análise de Dados .............................................................. 19
4 RESULTADOS ESPERADOS ...................................................................... 20
5 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES .............................................................. 20
REFERÊNCIAS................................................................................................ 21
APÊNDICES .................................................................................................... 23
APÊNDICE A ................................................................................................... 24
APÊNDICE B.....................................................................................................25
APÊNDICE C.....................................................................................................27

1 INTRODUÇÃO

Em 2004 o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) detectou,


em um levantamento, que o início do consumo de álcool acontece, em média, aos 12,5 anos. Essa
iniciação se deve a diversos fatores, tanto individuais quanto sociais e ambientais, dentre os quais
podemos considerar, inclusive, a publicidade de bebidas alcoólicas, cuja influência já é estudada
no mundo há mais de 30 anos (VENDRAME at al., 2010).
O Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (CONAR) é responsável pela
regulamentação das propagandas de bebidas alcoólicas no Brasil, e subdivide o álcool em 3
categorias: destilados, bebidas ice e cervejas e vinhos (Ilana Pinsky, Sami A R J El Jundi, 2008).
Dentre as bebidas alcoólicas consumidas no Brasil, a cerveja possui um papel de destaque, sendo
responsável por 85% do consumo (PINSKY, 2013). Em 2001 os gastos com propagandas de
álcool chegaram a U$ 106,000,000, sendo que 80% dele foi só em cerveja. Já em 2006, a indústria
cervejeira gastou, em publicidade, mais de R$ 700 milhões e fatura anualmente cerca de R$ 20
bilhões (Ilana Pinsky, Sami A R J El Jundi, 2008).
O Brasil adotou o modelo de autorregulação da CONAR, cujas regras dizem respeito apenas à
relação entre o conteúdo das propagandas e sua exposição a menores. Em 2008, tendo em vista a
questionabilidade dessa autorregulação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o
Ministério da Saúde procuraram restringir as propagandas de cerveja na televisão, mas obtiveram
insucesso frente à força das industrias cervejeiras e dos meios de comunicação (VENDRAME at
al., 2010).
Se observarmos as propagandas de bebidas alcoólicas, percebemos que a estratégia do
marketing é ligar a bebida a características tipicamente brasileiras, como o futebol, o samba e a
sexualidade, para que, assim, se forme um clima normatizador ao redor do álcool. Ao fazer essa
associação das bebidas alcoólicas a símbolos nacionais, esquecem das suas contribuições
negativas, tais quais morbidade, mortalidade e prejuízos sociais. Diante disso, faz-se necessário
entendermos como ocorre essa relação (conexidade) entre a influência das propagandas e o
consumo de bebidas alcoólicas por parte do telespectador (PINSKY, 2013).

1.1 Problema de Pesquisa


Qual a influência da conexidade dos programas de TV sobre o consumo de bebidas
alcoólicas?

1.2 QUESTÕES NORTEADORAS:

a) De que forma os programas de TV influenciam no consumo de bebidas alcoólicas?

b) De que maneira ocorre a influência da conexidade dos programas de TV sobre o consumo de


bebidas alcoólicas?

c) Como mensurar o impacto da influência dos programas de TV sobre o consumo de bebidas


alcoólicas?

1.3 OBJETIVOS:

1.3.1 OBJETIVO GERAL:


Analisar a influência da conexidade dos programas de TV sobre o consumo de bebidas alcoólicas.

1.3.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS

a) Averiguar se os programas de TV influenciam no consumo de bebidas alcoólicas ;

b) Observar como ocorre a influência da conexidade dos programas de TV sobre o consumo de


bebidas alcoólicas;

c) Mensurar o impacto da influência dos programas de TV sobre o consumo de bebidas alcoólicas.

1.4 JUSTIFICATIVA:

Frente às constantes exposições na mídia e dos questionamentos da sociedade quanto ao


envolvimento dos jovens com a bebida alcoólica cada vez mais cedo, o interesse pelo tema se deu
por causa da enorme quantidade de jovens que diariamente fazem o uso de bebidas alcoólicas,
muitas vezes de forma abusiva o que acaba despertando grande preocupação entre os profissionais
de saúde. O uso precoce dessa substancia (álcool), acaba se associando com uma enorme
exposição de risco e a uma série de complicações, cada vez aumentando a quantidade de jovens
que de alguma forma são influenciados ao uso do mesmo, uma dessas formas é as propagandas
comerciais que tem como objetivo vender e estimular o consumo, e acaba mostrando apenas as
vantagens de determinando produto e isso faz com que o uso do mesmo aumente. Sendo assim a
discussão desse tema é de grande importância para a sociedade assim somando conhecimento, e
requer atenção de pais, educadores, autoridades e profissionais da saúde.

2. REFERENCIAL TEÓRICO:

2.1 A influência da mídia no comportamento dos cosumidores

O Instituto Datafolha (1991) concebeu um estudo demonstrando em uma participação de


pesquisa que 93% das crianças/pré-adolescentes costumam assistir TV como fonte de
entretenimento. Ou seja, a maioria das crianças participantes da pesquisa efetuada estão expostas
aos efeitos da mídia, que com seu alto poder de convencimento estará lhes influenciando, pelo fato
de os integrantes dessa pesquisa estarem em uma fase de desenvolvimento
cognitivo/aprendizagem.

É sustentado por Vygotsky apud Andrade (2006), que as características do indivíduo não
estão presentes desde o seu nascimento e também não é fruto das pressões do ambiente, e sim
resultado da interação dialética do homem e seu meio sócio-cultural. Desse modo, pelo fato de
passarem muito tempo em frente a mídias, sendo que grande parte dos pais não interferem no
tempo que passam assistindo, e por elas estarem em processo de desenvolvimento intelectual e
social, elas acabam sendo assim influenciadas. De acordo com Belloni:
A televisão, ao pretender reproduzir o universo real em sua complexidade,
constrói um simulacro do mundo em que o indivíduo acaba se encontrando,
assumindo imagens produzidas como se fossem sua vida real. E estas
imagens penetram a realidade, transformando-a, dando-lhe forma.
(BELLONI,2001, P.57)
É notável que a mídia é a maior fonte que a população possui de informação e
entretenimento. Além disso, a mídia atua como agente formadora de opiniões, assim ela é capaz de
estabelecer mudanças comportamentais e de atitudes, exercendo um controle social com o seu
poder de manipulação interferindo, formando e transformando os modos de agir e pensar do
homem. Martinez (1999) assegura que é fundamental uma formação para conviver com os meios
de comunicação.

Diante disso, se vê importante preparar os professores para essa nova realidade, assim um
profissional capacitado, ciente da interferência da mídia no desenvolvimento do aluno, utilizará de
uma prática denominada de Educomunicação. Ela é definida por Soares apud Sartori(2005) como :

O conjunto das ações inerentes ao planejamento, implementação e avaliação


de processos, programas e produtos destinados a criar e fortalecer
ecossistemas comunicativos em espaços educativos presenciais ou virtuais,
assim como a melhorar o coeficiente comunicativo das ações educativas,
incluindo as relacionadas ao uso dos recursos da informação no processo de
aprendizagem. (SOARES apud SARTORI,2005)
Assim essa prática na sala de aula irá fazer com que seja analisado como esses meios de
comunicação agem na sociedade, proporcionando uma convivência benéfica dos alunos com esses
meios. Entretanto, a Educomunicação não foi criada com a finalidade de pôr fim aos efeitos da
mídia sobre a criança/pré adolescente, seu intuito é ao menos reduzir essa influência. Assim, se a
Educomunicação for constante na vida dos indivíduos já nessa fase de sua vida, ele irá passar a ser
um agente ativo e não mais um sujeito passivo, pois suas relações de comunicação com o meio
mudam, e ele crescerá dessa maneira, mais atento ao que está sendo veiculado.

2.1.1 Conexidade nos programas de TV

Tem ocorrido uma movimentação nos estudos sobre a associação criada entre telespectador
e os programas televisivos, com o intuito de compreender o quanto os programas de TV afetam o
comportamento humano. Conforme Mackie, Devos e Smith (2000), há uma busca constante dos
indivíduos a conexidade, na qual é considerada um dos fundamentos básicos motivacionais
existente no comportamento social. Sendo assim, é criada pela comunicação, essa sensação de
conexidade.

Russel et al. (2004), em um estudo definiu o termo conexidade de forma clara:

“[...] definimos conexidade como o nível de intensidade da(s)


relação(ões) que o espectador desenvolve com os personagens e com as
configurações contextuais de um programa no ambiente televisivo
parassocial. (RUSSEL ET AL. 2004, p.152)”
Nessa relação entre telespectador e a mensagem da publicidade, a intensidade varia, do não
envolvimento ao fanatismo. Assim, ter conexidade com programas de TV consiste em ter uma
fissura extrema pela programação oferecida, em que apartir da sua escolha de programa
televisivo,o sujeito em frente a televisão recebe a mensagem, e assim vai se deixando incorporar
por fenômenos que envolvem a programação, fazendo desse modo, com que a mídia comande seu
telespectador pelo seu poder de dominio e controle social.

2.2 O consumo de bebidas alcoólicas

Segundo Savater (2000), a história da humanidade é paralela à história das drogas, visto que
todas as sociedades fizeram uso de substâncias ou exercícios físicos que alteram a percepção da
realidade, a quantidade e a qualidade da consciência. O álcool é a droga mais consumida em todo
o mundo, dentre todas as culturas e, a fim de evitar excessos e de proteger o individual e o
coletivo, cada sociedade criou suas próprias normas, sendo que a aceitação do uso veio sendo
construída ao longo dos séculos (ACSELRAD et al., 2012).,

A partir de estudos sobre o consumo do álcool ao longo da história, vemos que, na


Antiguidade Clássica, gregos e romanos consumiam vinho após as refeições para estimular
sociabilidade, sendo um hábito misturá-lo à água. Entre os romanos, se a proporção de vinho fosse
maior que a de agua, a bebida poderia causar efeito contrario, além de poder trazer prejuízos
físicos e mentais (VILLARD,1998). Na Grécia, as mulheres eram excluídas dos banquetes dos
homens, mas podiam beber de vez em quando, desde que em locais próprios, enquanto que em
Roma, o consumo de álcool era estritamente proibido, pelo medo à sexualidade desabrida
(VILLARD apud ACSELRAD et al., 2012).

Ainda sobre o consumo de vinho em Roma, observamos que ele era permitido aos escravos,
desde que vigiado, pois estes não possuíam autocontrole; as crianças eram estritamente proibidas
do consumo (embora existam registros de alcoolismo infantil), e o uso de bebidas alcoólicas por
parte dos povos bárbaros era associado a embriaguez violenta, por não terem acesso à educação
dos homens livres (VILLARD, 1998).

No Brasil colonial, tanto a sociedade mais alta quanto as classes mais baixas e os índios
faziam uso de bebidas alcoólicas, sendo que cada grupo tinha acesso a um tipo de bebida em
especial. A sociedade mais alta consumia, em seus salões, o vinho trazido de Portugal, enquanto as
classes menos favorecidas faziam o uso diário do aguardente de cana (subproduto da indústria do
açúcar) como complemento alimentar. Os índios, por sua vez, tinham sua produção particular de
bebidas nativas, feitas a partir de frutas e raízes (ACSELRAD et al., 2012).

Entre essas populações indígenas do Brasil colonial, o consumo da bebida nativa era uma
experiência coletiva em certos momentos de puro prazer ou em rituais religiosos, rituais de cura e
de passagem. Os indígenas consideravam que o uso de bebidas facilitava a sociabilidade e que a
embriaguez tivesse um caráter sagrado, sendo vista de forma negativa apenas se atrapalhasse as
relações sociais (DIAS, 2008).

2.2.2 A produção e a oferta de bebidas alcoólicas

Segundo estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS 2014), o Brasil possui um


uso per capita de álcool puro em torno de 8,2l, o que significa dizer que cada brasileiro acima dos
15 anos ingere em média 8,2l de álcool puro por ano. Esse “consumo per capta de álcool” é
definido como a quantidade per capita de álcool consumido em litros de álcool puro em certa
população (OMS, 2014) e permite uma comparação mais precisa e direta entre dados sobre o
consumo de álcool nos países ao redor do mundo, além de permitir o cálculo da média global do
consumo per capita de álcool, que é de 6,2l.

O Brasil é um dos maiores produtores de bebidas alcoólicas do mundo, atividade de


extrema importância para a economia, uma vez que movimenta milhões de reais todos os anos
(ACSELRAD et al., 2012).. As principais bebidas produzidas no Brasil são: a aguardente de cana
e a cerveja, que colocam o país como produtor de destaque mundial, e o vinho.

3 METODOLOGIA

3.1 Procedimentos Éticos


Será solicitada, inicialmente, autorização para a realização da pesquisa com
pacientes e alunos de duas instituições. Após a autorização pelas instituições, o
projeto será submetido à Plataforma Brasil e, em seguida, ao Comitê de Ética e
Pesquisa (CEP) da Faculdade Integral Diferencial (FACID/DeVry). Depois de o
projeto autorizado pelo CEP, os procedimentos de coleta de dados serão iniciados
mediante o consentimento voluntário dos participantes através da assinatura do
Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) (Anexo A), conforme a
Resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde (BRASIL, 2012), que
regulamenta a pesquisa com seres humanos.

3.2 Método de Pesquisa

A pesquisa será desenvolvida mediante pesquisa qualitativa (MINAYO,


2006), com base em um estudo de campo (CRUZ NETO, 2004), envolvendo
análises empíricas sobre o cotidiano e sobre a construção da realidade social,
enquanto conhecimento mobilizado por pessoas comuns, na comunicação informal
da vida cotidiana, utilizadas na Representação Social do corpo de vítimas de
acidentes de trânsito. Os procedimentos técnicos utilizados serão a pesquisa
bibliográfica (GIL, 2002) e a entrevista semiestruturada (CRUZ NETO, 2004;
MINAYO, 1999).

3.3 Cenário e Participantes do Estudo

A pesquisa será realizada em uma Instituição de Ensino Superior e no setor de


fisioterapia de uma clínica-escola na cidade de Teresina (PI). Após a aprovação do
projeto de pesquisa pela Plataforma Brasil, a pesquisa será realizada com 20
participantes vítimas de acidentes de trânsito, maiores de 18 anos, sem distinção de
gênero e que estejam sob reabilitação há, pelo menos, seis meses e que tenham
sofrido acidentes de transito em quaisquer tipos de veículos automotores.

3.4 Coleta de Dados

Aos sujeitos participantes será explicado o teor da pesquisa; em seguida, os


mesmos serão convidados a participar e, os que aceitarem, assinarão o TCLE,
tomando ciência de que suas identidades serão resguardadas e que o sigilo será
mantido. Os dados serão coletados de forma individual, mediante um questionário
sócio-demográfico (Anexo B) e entrevista semiestruturada (Anexo C), e será
informado aos mesmos que a pesquisa não lhes trará nenhum incomodo ou prejuízo.

3.5 Organização e Análise dos Dados

Após as entrevistas, os dados serão organizados em forma de tabelas e


quadros para melhor visualização, incluindo os dados das perguntas abertas, cujas
gravações serão integralmente transcritas. Após a organização, os dados serão
analisados mediante a técnica de análise de conteúdo, que, conforme Gomes (2004),
atualmente também é utilizada para encontrar respostas para questões formuladas
e/ou descobrir o que está por trás dos conteúdos manifestados pelos sujeitos, indo
além das aparências.

A análise dos dados em pesquisa qualitativa é um processo complexo, um


processo de redução, de organização e de interpretação de dados que inicia ainda na
fase exploratória da pesquisa e acompanha toda a investigação (ALVES-
MAZZOTTI; GEWANDSZNAJDER, 2001).

4 RESULTADOS ESPERADOS
5 RECURSOS

Recursos físicos existentes


Discriminação Quantidade Fonte Custo total (R$)
Sala
Subtotal R$

Material Permanente e Equipamentos


Discriminação Quantidade Fonte Custo total (R$)
Computador
Pen drive
Impressora
Subtotal R$
Material de consumo
Discriminação Quantidade Fonte Custo total (R$)
Resma de papel
Tinta pra impressora
Combustível (litros)
Caneta esferográfica
Diário de campo
Encadernação
Subtotal R$
Recursos humanos
Discriminação Quantidade Fonte Custo total (R$)
Pesquisadora
Subtotal R$
Custo total do projeto R$
6 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

2017/1 2018/2

Novembro
Dezembro
Setembro

Fevereiro
Outubro
Atividades

Janeiro
Agosto

Junho
Março

Maio
Abril
Revisão da literatura
Elaboração do projeto
Apresentação do projeto perante Banca
Examinadora
Submissão à Plataforma Brasil / CEP
Coleta de dados
Organização e análise dos dados
Elaboração e organização do trabalho
de conclusão de curso (TCC)
Entrega do relatório final ao CEP
Apresentação do TCC perante Banca
Examinadora
Entrega do TCC na Coordenação do
Curso
Envio do artigo para publicação