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PORTUGUÊS 12.

O ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO

ESCOLA________________________________________________ DATA ___/ ___/ 20__


NOME________________________________________________ N.O____ TURMA_____

GRUPO I

Apresente as suas respostas de forma bem estruturada.


A
Leia o poema seguinte.

BICARBONATO DE SODA1

Súbita, uma angústia...


Ah, que angústia, que náusea do estômago à alma!
Que amigos que tenho tido!
Que vazias de tudo as cidades que tenho percorrido!
5 Que esterco metafísico os meus propósitos todos!

Uma angústia,
Uma desconsolação da epiderme da alma,
Um deixar cair os braços ao sol-pôr do esforço...
Renego.
10 Renego tudo.
Renego mais do que tudo.
Renego a gládio e fim todos os Deuses e a negação deles.

Mas o que é que me falta, que o sinto faltar-me no estômago e na circulação do sangue?
Que atordoamento vazio me esfalfa no cérebro?

15 Devo tomar qualquer coisa ou suicidar-me?


Não: vou existir. Arre! Vou existir.
E-xis-tir...
E − xis − tir...
Meu Deus! Que budismo me esfria no sangue!
20 Renunciar de portas todas abertas,
Perante a paisagem todas as paisagens,
Sem esperança, em liberdade,
Sem nexo,
Acidente da inconsequência da superfície das coisas,
25 Monótono mas dorminhoco,
E que brisas quando as portas e as janelas estão todas abertas!
Que verão agradável dos outros!

Deem-me de beber, que não tenho sede!


20/6/1930
Fernando Pessoa, Poesia de Álvaro de Campos (ed. Teresa Rita Lopes), Lisboa, Assírio & Alvim, 2013.

1 Solução farmacológica usada para tratar a acidez do estômago.

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1. Justifique a angústia e o desconsolo que se apossam do sujeito poético e comprove o


contraste que se estabelece entre ele e os outros.

2. Indique as soluções apontadas pelo “eu” com vista a enfrentar a situação em que se
encontra, confirmando a sua resposta com elementos textuais pertinentes.

3. Explique o verso final, identificando o recurso expressivo aí presente.

Leia o excerto do poema “Num bairro moderno”.

Dez horas da manhã; os transparentes


Matizam uma casa apalaçada;
Pelos jardins estancam-se as nascentes,
E fere a vista, com brancuras quentes,
5 A larga rua macadamizada.

[…]
E rota, pequenina, azafamada,
Notei de costas uma rapariga,
Que no xadrez marmóreo d’uma escada,
Como um retalho da horta aglomerada
10 Pousara, ajoelhando, a sua giga.

E eu, apesar do sol, examinei-a.


Pôs-se de pé, ressoam-lhe os tamancos;
E abre-se-lhe o algodão azul da meia,
Se ela se curva, esgadelhada, feia,
15 E pendurando os seus bracinhos brancos.

Do patamar responde-lhe um criado:


“Se te convém, despacha; não converses.
Eu não dou mais.” E muito descansado,
Atira um cobre ignóbil, oxidado,
20 Que vem bater nas faces d’uns alperces.
[…]
Boiam aromas, fumos de cozinha;
Com o cabaz às costas, e vergando,
Sobem padeiros, claros de farinha;
E às portas, uma ou outra campainha
25 Toca, frenética, de vez em quando.
Cesário Verde, Cânticos do Realismo. O livro de Cesário Verde (coord. Carlos Reis), Lisboa, INCM, 2015.

4. Situe a nível espacial e temporal, com exemplos textuais, os acontecimentos descritos.

5. Descreva, justificando, os tipos humanos destacados.

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GRUPO II

Responda às questões. Nas respostas aos itens de escolha múltipla, selecione a opção correta.

Leia o texto.

Tragédia em Alcântara

Junto das esplanadas lisboetas das Docas continua submerso o navio que há 130 anos
naufragou no Tejo, arrastando 32 pessoas para a morte.

Nem sempre é durante a violência das tempestades ou no fervor das batalhas que os
naufrágios sucedem. Por vezes, é nas águas de um porto de abrigo que se dá a tragédia.
5 A prová-lo está o vapor francês Ville de Victoire, que na véspera de Natal de 1886 se afundou
na doca de Alcântara, em Lisboa, devido à colisão com um couraçado inglês que lhe rasgou o
casco. O rombo provocou o seu naufrágio em menos de dez minutos, arrastando para a morte
passageiros e tripulantes. O drama que tanto impressionou Lisboa foi notícia até do outro lado
do mundo, onde alguns jornais australianos relataram o naufrágio.
10 O Ville de Victoire fora construído em 1883 em St. Nazaire. Tinha 95 metros de comprimento
e deslocava cerca de 2500 toneladas. Era propriedade da companhia Chargeurs Réunis, de
Paris, que se tornou conhecida pelas rotas de transporte de mercadorias e passageiros para a
América do Sul.
A 17 de dezembro levantou ferro do Havre, com destino a Santos, no Brasil, com uma carga
15 composta essencialmente por barris de vinho de Bordéus e champanhe, manteiga, batatas e
até um cavalo. Entre os passageiros, na sua maioria emigrantes, viajavam um médico e
mecânicos franceses, negociantes brasileiros e alemães, além de agricultores e jornaleiros
ingleses, suíços, italianos e belgas. Lisboa era uma escala habitual onde, além de passageiros
portugueses, embarcou barris de vinho.
20 Ancorado em Alcântara desde a manhã de 22 de dezembro, assiste no dia seguinte à
chegada ao Tejo de uma esquadra inglesa que larga ferro a estibordo.
É na madrugada de 24 de dezembro que se dá a tragédia. Pelas 5 horas, o couraçado inglês
Sultan, um navio de cem metros e 9300 toneladas, é arrastado pela força da maré vazante do
Tejo e colide com o Ville de Victoire, furando-lhe o casco abaixo da linha de flutuação com o
25 seu esporão.
As águas do Tejo encarregam-se de agravar o acidente e, continuando a arrastar o Sultan rio
abaixo, fazem que o seu esporão termine de rasgar completamente o casco do Ville de
Victoire. Assim que se apercebeu do sucedido, o comandante Joseph Simonet mandou tocar o
sino a rebate e acionar a sirene do vapor, mas a dimensão do rombo não permitiu qualquer
30 reação. O navio afundou-se em menos de dez minutos.
Os poucos tripulantes que, despertos pelo choque de colisão, conseguiram abandonar os
camarotes onde dormiam, salvaram-se como puderam, alguns deles recolhidos pelas fragatas
do Tejo. Outros náufragos não resistiram e, esgotadas as forças, afogaram-se antes que
alguém os socorresse. O comandante Simonet permaneceu na ponte até ao fim, pedindo
35 socorro que “não recebeu de ninguém”. Seria recolhido por um escaler do vapor inglês Neo.

Paulo Costa, in Visão História, n.o 37, setembro de 2016, p. 90.

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1. De acordo com o autor do texto, os naufrágios


(A) sucedem sempre que há grandes tempestades.
(B) ocorrem devido às más condições dos portos.
(C) decorrem da fragilidade das embarcações.
(D) podem ocorrer em locais supostamente seguros.

2. Com a referência à Austrália


(A) evidencia-se a origem do vapor Ville de Victoire e dos seus tripulantes.
(B) comprova-se o eco mundial da tragédia em Alcântara.
(C) salienta-se o particular relevo dado pelos australianos à tragédia.
(D) justifica-se a importância dada aos naufrágios no século XIX.

3. A tragédia de Alcântara teve maior dimensão porque


(A) ocorreu quando os tripulantes dormiam.
(B) sucedeu no Tejo, um espaço limitador.
(C) a carga do vapor era excessiva.
(D) nenhum tripulante conseguiu escapar.

4. A frase “O drama que tanto impressionou Lisboa foi notícia até do outro lado do
mundo” (ll. 8-9) integra
(A) uma oração subordinada adverbial consecutiva.
(B) duas orações subordinadas adjetivas relativas.
(C) uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva.
(D) uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa.

5. O segmento sublinhado em “viajavam um médico e mecânicos franceses, negociantes


brasileiros e alemães, além de agricultores e jornaleiros ingleses, suíços, italianos e
belgas” (ll. 16-18) corresponde ao
(A) complemento direto.
(B) predicativo do sujeito.
(C) complemento oblíquo.
(D) sujeito.

6. O referente do pronome pessoal “lhe”, em “furando-lhe” (l. 24) é


(A) “o Ville de Victoire”.
(B) “o couraçado inglês Sultan”.
(C) “um navio de cem metros e 9300 toneladas”.
(D) “força da maré vazante do Tejo”.

7. A locução “Assim que” (l. 28) tem valor


(A) consecutivo.
(B) concessivo.
(C) condicional.
(D) temporal.

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8. Identifique a função sintática do constituinte sublinhado em “assiste no dia seguinte à


chegada ao Tejo de uma esquadra inglesa que larga ferro a estibordo.” (ll. 20-21)

9. Classifique a oração “onde dormiam”. (l. 32)

10. Indique o tipo de modalidade presente na afirmação “O comandante Simonet


permaneceu na ponte até ao fim”. (l. 34)

GRUPO III

Infelizmente, ao longo da história, são vários os episódios de acidentes dos diferentes


meios de transporte (marítimos, terrestres ou aéreos). Contudo, graças à evolução da ciência e
da tecnologia, nunca foi tão seguro viajar como na atualidade.

Num texto bem estruturado, com um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas


palavras, apresente uma reflexão sobre a evolução dos meios de transporte e o impacto dessa
evolução no modo de viajar e na economia mundial.

Fundamente o seu ponto de vista recorrendo, no mínimo, a dois argumentos. Ilustre cada
um deles com, pelo menos, um exemplo significativo.

Observações:

1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco,
mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma
única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2016/).
2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados – entre duzentas e trezentas palavras –, há que
atender ao seguinte:
 um desvio dos limites de extensão indicados implica uma desvalorização parcial (até 5 pontos) do texto
produzido;
 um texto com extensão inferior a oitenta palavras é classificado com zero pontos.

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MATRIZ DO TESTE

GRUPOS

I II III

Domínios LEITURA
e e LEITURA EXPRESSÃO
Conteúdos COMPREENSÃO ESCRITA
GRAMÁTICA
COTAÇÕES
Item A
Funções sintáticas
Heterónimos Texto
Valor lógico dos conectores
Álvaro de Campos argumentativo
Orações subordinadas
Referentes
Item B
Modalidade
Cesário Verde
Tipologia de
(excerto de “Num bairro
itens
moderno”)

Escolha múltipla 1 a 7 (7 itens x 5 pontos) 35

Resposta curta 8, 9 e 10 (3 itens x 5 pontos) 15

Resposta restrita Item A

1 a 3 (3 itens x 20 pontos) 100

Item B

4 e 5 (2 itens x 20 pontos)

Resposta extensa 30 + 20 pontos 50

COTAÇÃO 100 50 50 200

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PROPOSTA DE COTAÇÃO

GRUPO I

A
1. ……………………………………………….…………………….……………….. 20 pontos
Conteúdo (C) (12 pontos)
Forma (E+CL) (Estrutura − 4 pontos + Correção linguística − 4 pontos)

2. …………………………………………………………………..……................ 20 pontos
Conteúdo (C) (12 pontos)
Forma (E+CL) (Estrutura − 4 pontos + Correção linguística − 4 pontos)

3. ………………………………………………………………………………….…… 20 pontos
Conteúdo (C) (12 pontos)
Forma (E+CL) (Estrutura − 4 pontos + Correção linguística − 4 pontos)

B
4. …………………………………………………………………………………....... 20 pontos
Conteúdo (C) (12 pontos)
Forma (E+CL) (Estrutura − 4 pontos + Correção linguística − 4 pontos)

5. ……………………………………………………………………………………..… 20 pontos
Conteúdo (C) (12 pontos)
Forma (E+CL) (Estrutura − 4 pontos + Correção linguística − 4 pontos)

100 pontos

GRUPO II

1 a 10 10 itens x 5 pontos cada

50 pontos

GRUPO III

Estruturação temática e discursiva (ETD) ……………………………………… 30 pontos


Correção linguística (CL) ………………………………………………………………. 20 pontos
50 pontos

TOTAL 200 pontos

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PROPOSTA DE CORREÇÃO

GRUPO I
A
1. O “eu” lírico sente-se dominado por uma terrível angústia que o corrói física e emocionalmente, “do
estômago à alma”(v.2), fruto do vazio que sente apossar-se de si, em virtude da constatação das
falsas amizades − “que amigos que tenho tido”, (v. 3) – e do deserto que afinal são as cidades que
tem percorrido (v. 4), isto é, as suas vivências. Acrescem ainda a insatisfação, o desânimo e o
abatimento que nascem “da epiderme da alma” (v. 7) e que lhe provocam um estado de abulia. Ao
contrário, os outros parecem-lhe viver num estado de felicidade – “que verão agradável dos
outros!” (v. 27) –, o que talvez explique o facto de não se aperceberem da sua dor e, portanto, não
lhe prestarem a devida atenção.

2. Como se verifica ao longo de todo o texto, o sujeito poético hesita entre diversas soluções: a
primeira, é a renúncia de tudo – “Renego mais do que tudo.” (v. 11); a segunda, é a dúvida sobre se a
melhor solução será uma qualquer terapia ou o suicídio – “Devo tomar qualquer coisa ou suicidar-
me?” (v. 15). A decisão final, porém, é a de “retomar” a sua existência, resolução que repete para si
mesmo de modo a convencer-se da inevitabilidade e obrigatoriedade dessa solução, “E-xis-tir… / E
− xis − tir...” (vv. 17-18).

3. O verso final encerra um paradoxo. Apesar de afirmar que não tem sede, o “eu” poético pede para
lhe darem de beber. Atendendo ao título, “Bicarbonato de soda” (antiácido usado para tratar da
acidez do estômago) será esta a bebida desejada considerando o seu efeito: regulando a acidez do
estômago, o sujeito lírico poderá ver-se livre não só da náusea física como também da náusea da
alma – “náusea do estômago à alma” (v. 2) –, que o agonia e lhe provoca o estado de angústia.

4. Os acontecimentos decorrem num início da manhã, “Dez horas da manhã” (v. 1), numa rua burguesa,
de um bairro moderno – “A larga rua macadamizada” (v.5), de onde sobressai uma casa
“apalaçada”, com escadas de mármore, onde os vidros refletem as cores dos raios de sol.

5. Os tipos humanos são vários, mas todos de uma classe operária desfavorecida. Destaca-se uma
vendedeira, “rota, pequenina, azafamada” (v. 6), que procura vender os seus legumes. Esta rapariga
tem um aspeto pobre e desleixado, a avaliar pelo modo como se veste – “ressoam-lhe os tamancos;
/ E abre-se-lhe o algodão azul da meia” (vv. 12-13) – e pela sua compleição física, destacando-se a
magreza e a cor doentia – “esgadelhada, feia / […] bracinhos brancos” (vv. 14-15). O criado, ao
contrário, ostenta desprezo, altivez e orgulho, avaliando pelo modo como trata a hortaliceira e
como lhe entrega o pagamento – “despacha; não converses” (v. 17), “Atira um cobre ignóbil” (v. 19).
Por último, são referenciados os padeiros, que sobressaem pelo esforço físico que têm de
despender no exercício das suas tarefas – “Com o cabaz às costas, e vergando” (v. 22).

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GRUPO II

1. – (D)
2. – (B)
3. – (A)
4. – (C)
5. – (D)
6. – (A)
7. – (D)
8. Complemento do nome.
9. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva.
10. Modalidade epistémica com valor de certeza.

GRUPO III

Resposta de caráter pessoal, mas que deverá ser classificada de acordo com os critérios de
correção dos exames nacionais.

Propõe-se a planificação seguinte:

Introdução – Revolução ao nível dos transportes graças à evolução da tecnologia e da ciência:

(segurança, rapidez e facilidade de deslocação)

1º argumento – As dificuldades das viagens na época dos Descobrimentos por


desconhecimento, escassez e insegurança dos meios de
transporte.
Exemplo – os sucessivos naufrágios e ataques às embarcações.
Desenvolvimento

2º argumento – A segurança, facilidade, diversidade e comodidade dos


transportes na atualidade.
Exemplo – a rapidez no acesso a qualquer país europeu/mundial e o conforto nas
viagens longas.

Conclusão – A evolução da ciência e da tecnologia poderão levar o ser humano ainda mais longe.

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