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Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal

Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde


Escola Superior de Ciências da Saúde
Programa de Residência em Enfermagem Obstétrica

Nome: Camila Nágila dos Santos Sousa.


Data: 01/10/2018

Estudo Dirigido – respostas

Caso 1:

R=A evolução do TP, foi distorcico em virtude da apresentação occipto direito


tranverso, o que caracteriza uma demora para o giro fisiológico do feto, tornando o
parto difícil e com necessidade de possíveis manobras. A desaceleração é fisiológica,
uma vez que se trata se um período expulsivo. Já o mecônio no líquido amniótico
constitui-se apenas em um sinal de alerta para a possibilidade de sofrimento fetal, o
qual nem sempre estará presente, de vez que em situações de normalidade o feto
também poderá esvaziar o conteúdo intestinal ainda na vida intrauterina.

Caso 2:

R=Evolução do TP, foi limítrofe, pelo uso da ocitocina 20 gts , que proporciou um tp
taquitócico e cansativo para a parturiente. Faltou orientação sobre a possível
indução e sua durabilidade para a mulher e seu acompanhante, afim de
proporcionar tranqüilidade no tp e consequentemente menos ansiedade. Com
relação à bossa, Não apresenta significado clínico na saúde do neonato,
desaparecendo dentro de 24 a 48h após o parto.

DIP II:Compressão do pólo cefálico pela contração uterina – Aumento da pressão


intracraniana redução do fluxo sanguineo cerebral hipóxia local estimulação do
centro vagal diminuição da FCF e queda parcial de O2 (pO2) • Coincide com a
contração uterina ou decalagem até 15” •Neste caso ocorreu no Período expulsivo,
bolsa rota • Pode significar Quadro de hipóxia e acidose fetal: parto imediato é a
conduta.

DESACELERAÇÕES TARDIAS OU VARIÁVEIS = REANIMAÇÃO FETAL

1) DLE/DLD POR 15MIN OU BUSCAR MELHOR POSIÇÃO MATERNA 2) REDUZIR AS


CONTRAÇÕES: ABOLIR OCITOCINA E TOCÓLISE (TERBUTALINA 0,25MG SC) 3)
EXPANSORES PLASMÁTICOS 4) AMNIOINFUSÃO 5) O2 100%: 6-10L/MIN/20’ 6)
PUXOS CURTOS NO EXPULSIVO: 2X/10” 7) TOQUE VAGINAL : PROLAPSO DE
CORDÃO? 8) GASOMETRIA DO SANGUE CAPILAR FETAL: PADRÃO OURO PARA
DEFINIR A DEPRESSÃO FETAL 9) PREPARAR O NASCIMENTO RÁPIDO CASO AS
MEDIDAS FALHEM

Caso 3:

R= Risco absoluto para o TP, por se tratar de um feto de aparente sofrimento, o que
é demonstrado pela mínima variabilidade e líquido mecônial espesso. A cesária
anterior não é um fator preditivo de uma próxima cesária, a não ser o tempo de
interação entre uma e outra, o que não é explicitado no contexto. Porém o AFU >IG
pode indicar possíveis morbidades na gestação, tais como polihidrâmnio , DMG e
etc, uma vez que a parturiente possui um pré-natal incompleto.

Caso 4:

R=Evolução do TP fisiológica e parturiente de risco habitual. Porém pode apresentar


um distorcia de descida (feto alto) e com bolsa rota. O que é aconselhável fazer é
sugerir verticalização para essa parturiente, afim de facilitar a descida do feto,
fornecer O2 em virtude da Dip 3 e continuar monitorizando o bem estar materno e
fetal.

Repostas

Exercício 1

DR = risco relativo

CO = CONTRAÇÕES 1/ 10 MIN,

NI(NÍVEL DA LB)= 170 bpm - taquicardia

V: VARIABILIDADE =10 bpm

A: ACELERAÇÕES =ausentes

D: DESACELERAÇÕES = presentes. Desaceleraçao tardia

O: OPNIÃO= Patológico. Padrão hiporreativo – PERFIL BIOFÍSICO FETAL –


DOPPLER Avaliar Prematuridade

INTERROMPER A GESTAÇÃO TÃO LOGO AS CONDIÇÕES DE


MATURIDADE PULMONAR PERMITAM
Conduta: 1) DLE/DLD POR 15MIN OU BUSCAR MELHOR POSIÇÃO
MATERNA 2) REDUZIR AS CONTRAÇÕES: ABOLIR OCITOCINA E
TOCÓLISE (TERBUTALINA 0,25MG SC) 3) EXPANSORES PLASMÁTICOS 4)
AMNIOINFUSÃO 5) O2 100%: 6-10L/MIN/20’ 6) PUXOS CURTOS NO
EXPULSIVO: 2X/10” 7) TOQUE VAGINAL : PROLAPSO DE CORDÃO? 8)
GASOMETRIA DO SANGUE CAPILAR FETAL: PADRÃO OURO PARA
DEFINIR A DEPRESSÃO FETAL 9) PREPARAR O NASCIMENTO RÁPIDO
CASO AS MEDIDAS FALHEM.

Exercício 2

DR : Risco habitual

CO = CONTRAÇÕES 4/ 10 MIN,

NI(NÍVEL DA LB)= 150 bpm

V: VARIABILIDADE =10bpm

A: ACELERAÇÕES =ausentes

D: DESACELERAÇÕES = presentes. Desaceleraçao precoce

O: OPNIÃO= subnormal. Padrão ativo e reativo: Capacidade de adaptar-se a


hipoxemia Prosseguir a gestação e repetir o exame

Exercício 3

DR : risco haabitual

CO = CONTRAÇÕES 3/ 10 MIN,

NI(NÍVEL DA LB)= 130 bpm

V: VARIABILIDADE =mínima (<5)

A: ACELERAÇÕES =ausentes

D: DESACELERAÇÕES = presentes. Desaceleraçao precoce

O: OPNIÃO= subnormal.Padrão hipoativo Realizar novamente o exame em 40-45’


Exercício 4

DR : risco absoluto

CO = CONTRAÇÕES 2/ 10 MIN,

NI(NÍVEL DA LB)= 150 bpm

V: VARIABILIDADE =mínima (<5)

A: ACELERAÇÕES =ausentes

D: DESACELERAÇÕES = presentes. Desaceleraçao tardia

O: OPNIÃO= Patologico. Não reativos. Interromper a gravidez pela melhor via

Exercício 5

DR : risco habitual

CO = CONTRAÇÕES 2/ 10 MIN,

NI(NÍVEL DA LB)= 135-140 bpm

V: VARIABILIDADE =12 bpm

A: ACELERAÇÕES =presente

D: DESACELERAÇÕES = ausentes

O: OPNIÃO= Tranquilizador/normal.Padrão ativo e reativo: Capacidade de adaptar-


se a hipoxemia Prosseguir a gestação e repetir o exame

Exercício 6

DR :

CO = CONTRAÇÕES 5/ 10 MIN, (taquistolia)

NI(NÍVEL DA LB)= 155-160 bpm

V: VARIABILIDADE =10 bpm

A: ACELERAÇÕES =ausentes

D: DESACELERAÇÕES = variável. Não reativo/patológico.

Não reativos e inativos: Interromper a gravidez pela melhor via


• condutas:

DESACELERAÇÕES TARDIAS OU VARIÁVEIS = REANIMAÇÃO FETAL

1) DLE/DLD POR 15MIN OU BUSCAR MELHOR POSIÇÃO MATERNA 2) REDUZIR AS CONTRAÇÕES: ABOLIR
OCITOCINA E TOCÓLISE (TERBUTALINA 0,25MG SC) 3) EXPANSORES PLASMÁTICOS 4) AMNIOINFUSÃO 5) O2
100%: 6-10L/MIN/20’ 6) PUXOS CURTOS NO EXPULSIVO: 2X/10” 7) TOQUE VAGINAL : PROLAPSO DE
CORDÃO? 8) GASOMETRIA DO SANGUE CAPILAR FETAL: PADRÃO OURO PARA DEFINIR A DEPRESSÃO FETAL
9) PREPARAR O NASCIMENTO RÁPIDO CASO AS MEDIDAS FALHEM