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Entender todos os níveis de

prevenção (primária, secundária e


terciária);
Assistência de Enfermagem ao Proporcionar ambiente terapêutico
adequado aos pacientes;
paciente em tratamento clínico
Manter um padrão de assistência
Clínica Médica – Setor hospitalar prestada aos pacientes, o que
onde acontece o atendimento exige um plano de cuidados para a
integral do indivíduo acima de 12 patologia de cada paciente.
anos que se encontra em estado
semi-crítico a não-crítico. Inter-relação
Processo saúde/doença – Quando Por ser um setor onde temos
o corpo é ameaçado ou sofre uma pacientes com doenças diversas,
lesão, sua resposta pode envolver este setor tem uma ligação direta
alterações funcionais e estruturais, com a maioria dos setores do
podendo ser adaptativas (efeito hospital:
positivo) ou de má adaptação
(efeito negativo). - Unidade de Terapia Intensiva

Doença aguda – Curso acelerado, - Unidade de Hemodiálise


terminando em convalescença ou
- Banco de sangue
morte em 3 meses.
- Ponto – socorro
Doença crônica – não é resolvida
em um tempo curto, não coloca em
risco a vida do paciente em um
curto prazo, mas podem ter
episódios agudos perigosos.

Objetivo da enfermagem:
Conhecer os sinais e sintomas;
Trabalhar para levar ao paciente os
cuidados necessários;
das narinas, cianose, sibilos e
tosse);

Doenças pulmonares restritivas – Manter a cabeceira da cama em 45


Patologias em que o maior (Fowler);
problema é a limitação da Manter um programa de atividade e
expansão dos pulmões. Pode repouso;
ocorrer uma alteração do tecido
pulmonar levando a graves Identificar as primeiras
infecções do trato respiratório. manifestações da infecção
(dispneia, fadiga, alteração na cor,
Objetivos – conhecer os aspectos na quantidade e tipo de escarro,
fisiopatológicos da pneumonia e as hipertermia, etc);
alterações provocadas por ela e
promover a assistência de Administrar oxigenoterapia e
enfermagem. antibióticos prescritos, respeitando
horários estabelecidos para
Diagnóstico de Enfermagem controlar infecções bacterianas.

Padrão respiratório ineficaz, A identificação leva a um


evidenciado por dispneia, tosse e diagnóstico e tratamento precoce,
presença de secreções; aumentando os prognósticos
positivos de seus portadores,
Distúrbio de sono relacionado a estimulando sua autonomia, bem
dificuldade respiratória estar e prevenindo complicações.
Risco de infecção relacionada ao
comprometimento da função
pulmonar dos mecanismos de
defesa;

Intervenções de enfermagem
Monitorar o estado respiratório
(frequência, uso da musculatura
acessória, retrações e oscilação
Olhos – Cegueira
Coração – Infarto, insuficiência
É uma condição clínica multifatorial cardíaca
caracterizada por elevação Rins – Insuficiência renal
sustentada dos níveis pressóricos
(+ 140 e/ou 90 mmHg) Artérias – Entupimento arterial

Associa-se frequentemente a Classificação


alterações funcionais e/ou
estruturais dos órgãos alvo Hipertensão arterial primária ou
(coração, cérebro, rins e vasos) essencial ou idiopática – Causa
desconhecia, 90 a 95% dos casos
Sístole – Contração e saída de
sangue para os vasos (PAS) Hipertensão Arterial Secundária
– Decorrente de uma doença
Diástole – Relaxamento e entrada (nefropatias – 5 a 10% dos casos)
de sangue no coração (PAD)
Fatores de risco
Pressão Arterial
Idade, Sexo, Etnia, Sal, Obesidade,
Força exercida pelo sangue na Histórico familiar, Álcool,
parede das artérias (PA = DC x Sedentarismo, Fatores sócio –
RVP) econômicos
Depende:
Diagnóstico
*Quantidade de sangue dentro do
vaso Automedida da pressão arterial –
Realizada por outros ou familiares
*Calibre e elasticidade do vaso
MRPA (Medida Residencial da
*Força de contração do coração Pressão Arterial) – 3 medidas pela
manhã e 3 a noite, orientada pelo
Órgãos mais afetados médico
Cérebro – Derrame cerebral, MAPA (Medida ambulatorial da
demência Pressão Arterial) – Registro direto
e intermitente da PA por 24 hrs
Valores de referência Colesterol total, HDL, triglicérides
plasmáticos;
Normal: abaixo de 120 mmHg e 80
Eletrocardiograma convencional
mmHg
Elevada: 120 – 129 mmHg e Tratamento
abaixo de 80 mmHg
Sem risco adicional: Tratamento
Hipertensão: não medicamentoso isolado
* Estágio 1: 130 – 139 mmHg ou Risco adicional baixo: Tratamento
80 – 89 mmHg não medicamentoso isolado por
seis meses. Se não atingir a meta,
*Estágio 2: igual ou acima de 140
associar tratamento
mmHg ou igual ou acima de 90
medicamentoso
mmHg
Risco adicional médio, alto,
Avaliação Clínica muito alto: Tratamento não
medicamentoso + medicamentoso
Confirmar o diagnóstico de HAS
por medida da pressão arterial; Metas:

Identificar fatores de risco para Hipertensos estágios 1 e 2 com


doenças cardiovasculares; risco cardiovascular baixo e
médio: abaixo de 140/90 mmHg
Pesquisar lesões em órgãos alvo;
Hipertensos e comportamento
Pesquisar presença de outras limítrofe com risco
doenças associadas. cardiovascular alto, muito alto,
ou com três ou mais fatores de
Avaliação Laboratorial risco (DM, SM ou LOA) /
Análise de urina; Hipertensos com insuficiência
renal com proteinúria acima de
Creatinina plasmática e estimativa 1,0 g/l: 130/80 mmHg
do ritmo de filtração glomerular;
Glicemia de jejum;
Objetivo: receptores do SNC, ↓
tônus simpático
Diminuição da morbilidade e
- Metildopa
mortalidade por doenças
cardiovasculares Reações adversas principais:
sonolência, sedação, boca seca,
Classes de anti-hipertensivos
fadiga, hipotensão postural.
para uso clínico:
4. Bloqueadores dos canais
1. Diuréticos: efeito diurético
de Cálcio: Vasodilatador
e natriurético, após 4 a 6
periférico. ↓ RVP por ↓ na
semanas ↓ RVP
concentração de cálcio nas
- Tiazídicos:
células musculares lisas
Hidroclorotiazida
vasculares
- Alça: Furosemida
- Nifedipina e Diltiazem
- Poupadores de K:
Espironolactona Reações adversas principais:
cefaleia, tontura, rubor fácil e
Reações adversas principais:
edema de extremidades
Hipocalemia, as vezes
hipomagnesemia (induz arritmias 5. Vasodilatadores diretos:
cardíacas) promovem relaxamento da
musculatura da parede
2. Betabloqueadores:
vascular (vasodilatação).
Cronotrópico (-) ↓ FC e
↓RVP.
Inotrópico (-) ↓ força de
- Nitroprussiato de Na
contração, ↓VS, ↓DC, ↓PA
- Propanolol, Atenoll, Reações adversar principais:
Caverdilol. Hipotensão, tremores, náuseas e
vômitos.
Reações adversas principais:
Broncoespasmo, bradicardia Cuidados na administração:
excessiva (↓50 bpm),
-Fotossensibilidade (proteção do
vasoconstrição periférica, insônia,
frasco e equipo do soro)
depressão psíquica, astenia
- Após preparo, tempo útil, no
3. Inibidores adrenérgicos de
máximo 4 horas
ação central: estimulam
- Administração em bomba de - Intolerância aos esforços.
infusão
Assistência de enfermagem
- Controle rigoroso da PA
Controlar PA, frequência cardíaca e
Tratamento não medicamentoso ritmo
Controle de peso; Alternar o horário dos anti-
hipertensivos
Padrão alimentar;
Controlar a PA antes da
Redução no consumo de sal;
administração do anti-hipertensivo
Moderação no consumo de bebidas
Controle de diurese
alcoólicas;
Efeitos colaterais dos
Exercício físico;
medicamentos
Abandono do tabagismo;
Sinais de crise hipertensiva
Controle de estresse (KK TO (relacionados a lesão em órgãos
FUDIDA); alvo)

Manifestações Clínicas Estratégias para facilitar a adesão


ao tratamento:
Doença silenciosa - Educação em saúde
Sintomas que podem surgir na - Adoção de medicamentos com
crise hipertensiva: menos efeitos indesejáveis
- Cefaléia; - Identificação de pacientes que
- Taquicardia; abandonaram o tratamento

- Visão turva; - Abordagem multidisciplinar

- Edema de MMII;
- Epistaxe;
- Agitação e insônia;
Ingestão dos alimentos → Eleva
o nível de glicose no sangue →
Pâncreas é estimulado a
aumentar a secreção da insulina.
Insulina:
Consiste em um distúrbio
metabólico caracterizado por - Permite que a glicose entre na
hiperglicemia persistente, célula;
decorrente de deficiência na
- Estimula o armazenamento do
produção de insulina ou na sua
excesso de glicose pelos músculos
ação, ocasionando complicações
e fígado na forma de glicogênio;
em longo prazo.
- Impede que haja a transformação
Classificação do glicogênio armazenado no
fígado em glicose;
Diabetes Mellitus tipo 1: Destruição
das células beta pancreáticas – - Como resultado há diminuição do
responsáveis pela produção da nível de glicose no sangue.
insulina. Autoimune (grande
Glucagon:
maioria), Idiopática (não sabe a
causa). - Hormônio contrarregulador da
insulina, é produzido pelas Células
Diabetes Mellitus tipo 2: 90% dos
Alfa do pâncreas;
casos. Defeitos na ação e secreção
da insulina, e na regulação da - Usado durante os períodos de
produção hepática de glicose. jejum ou quando aumenta a
demanda da glicose nos tecidos;
Diabetes Mellitus Gestacional:
Hiperglicemia que é reconhecida - O fígado transforma o glicogênio
pela primeira vez na gravidez. em moléculas de glicose que são
Ocorre em aproximadamente 4% liberadas na corrente sanguínea
das gestações. pelo processo de glicogenólise;

Fisiopatologia - O fígado também produz glicose


por meio do processo de
gliconeogênese através de
moléculas não glicídicas, como o Indicativa de acúmulo de gordura
lactato dos músculos. (Lipolise) visceral;

Diabetes tipo 1 – estresse da Tecido hipertrofiado → Citocinas


pró-inflamatórias → resistência a
célula beta pancreática propõe que
insulina.
diversos fatores ambientais
inespecíficos em combinação, Complicações
poderiam produzir exaustão das
células beta pancreáticas e, Doença macrovascular:
eventualmente, falência por
destruição autoimune secundária; Doenças isquêmicas
cardiovasculares:
Diabetes tipo 2 – Idade, - Doença coronariana, doença
inatividade física, obesidade (80%), cerebrovascular e doença vascular
hipertensão arterial e dislipidemia. periférica.

Fatores de risco: Doença macrovascular e


neuropática:
Idade ≥ 45 anos;
Inflamação crônica e a disfunção
Parentes de primeiro grau com DM endotelial:
IMC ≥ 25kg/m2 - Aterosclerose
Obesidade Central - Retinopatia, nefropatia e pé
diabético
Sedentarismo
Hipertensão
Hipertensos
Portadores de Doença Quadro Clínico
Cardiovascular Manifesta
Na maioria das vezes é
Mulheres que tiveram DMG assintomática ou oligossintomática
por longo período;
Nascidos com mais de 4kg
Sintomas clássicos:
Obesidade
- Poliúria (micção excessiva)
- Polidipsia (sede excessiva) Alto: ≥ 200mg/dL
- Polifagia (fome excessiva) - Hemoglonina glicada (HbA1c)
(FAMIGERADO DEDO DURO)
- Perda de peso
Percentual de hemoglobina ligada
Diagnóstico á glicose
Baseia-se na detecção da Reflete níveis glicêmicos dos
hiperglicemia últimos 3 a 4 meses
- Glicemia casual Utilizada como exame de
acompanhamento e controle
- Glicemia de jejum
Independe do estado de jejum
Sangue periférico após jejum
calórico de 8 horas Medida indireta da glicemia →
Sofre interferência com anemias,
Ideal: <100mg/dL
hemoglobinopatias e uremia
Moderado: 100-125mg/dL
Ideal: <5,7%
Alto: ≥126mg/dL
Moderado: 5,7-6,4%
- Teste de tolerância á glicose
Alto: ≥6,5%
com sobrecarga de 75g em duas
horas (TOTG) Tratamento
Sangue em jejum → Ingestão de
Biguanidas:
75g de glicose dissolvida em água
→ Nova amostra após 2 horas - Metformina: 500/850mg,
comprimido, 3x ao dia
Dieta deve ser a habitual e sem
restrição de carboidratos Derivados da ureia,
sulfonamidas:
Pode ser a única alteração
detectável no ínicio da DM - Glibenclamida: 5mg, comprimido,
2-3x
Ideal: <140mg/dL
Moderado: 140-199mg/dL
- Gliclazida: 30/60/80mg,
comprimido ou comprimido de
liberação controlada, 1-2x
Insulinas Exógenas:
Ultrarrápidas: Lispo/Aspart, 5-
15min de início, pico em 0,5-1,5h,
duração 4-6h.
Definição
Rápida: Regular, 0,5-1h de início,
pico em 2-3h, duração 5-8h. É a incapacidade cardíaca de
bombear sangue suficiente para
Intermediária: NPH, 2-4h de início, suprir as necessidades de oxigênio
pico em 4-8h, duração 10-16h. e nutrientes dos tecidos e órgãos
Prolongadas: Detemir, 4-6h de ou de fazê-lo utilizando pressões
início, sem pico, duração de 23h ou volumes diastólicos
anormalmente aumentados. Pode
Glargina, 2-4h de início, sem pico, ser aguda ou crônica.
duração de 24h.
O termo é usado quando refere-se
Metas a falência das câmaras cardíacas
direita e esquerda
Glicemia em jejum:
Ideal: <110mg/dL
Causas e fatores precipitantes
Tolerável: <130mg/dL Pode se instalar de forma aguda e
súbita ou insidiosamente como
Glicemia Pós-Prandial: progressão de uma doença base;
Ideal: <160mg/dL Anormalidades metabólicas
(ácido/base);
Tolerável: <180mg/dL
Anormalidades eletrolíticas;
HbA1c:
Arritmias cardíacas;
Ideal: <7%
Problemas primários
Tolerável: <7,5-8,5%
(miocardiopatias, cardiopatia
pulmonar, endocardite infecciosa, pré-carga, contratilidade e pós-
doenças valvares, lesões carga
isquêmicas, etc);
Insuficiência Cardíaca Esquerda
Doença aterosclerótica
Ocorre uma falha no ventrículo
Fisiopatologia esquerdo que o torna incapaz de
bombear todo seu conteúdo para a
O mecanismo subjacente á
rede arterial periférica.
insuficiência cardíaca envolve o
comprometimento das ↑ Pressão no VE
propriedades contráteis do
↓ Fluxo de sangue do AE
coração, diminuindo o débito
cardíaco ↑ Pressão no AE
DC = FC x VS ↓ Fluxo de sangue dos vasos
A FC é uma função do sistema pulmonares
nervoso autônomo. Quando o DC ↑ Pressão na circulação pulmonar
diminui, o sistema nervoso
simpático acelera a frequência do Extravasamento de líquido para
coração, a fim de manter um débito dentro dos tecidos pulmonares e
adequado alvéolos

Quando o mecanismo Comprometimento das trocas


compensatório não consegue mais gasosas
manter a perfusão tecidual, as Manifestações Clínicas:
propriedades do VS devem ser
ajustadas para manter o DC Dispnéia aos esforços e ortopnéia;

Na insuficiência cardíaca, o VS Tosse e expectoração;


está comprometido, e o débito EAP;
cardíaco normal não pode ser
mantido Cianose;

O VS, ou seja, a quantidade de Fadiga e astenia;


sangue bombeado a cada
Estertores finos em base pulmonar;
contração, depende de três fatores:
Cardiomegalia, taquicardia, Diagnóstico
possíveis arritmias, aparecimento
de B3; História Clínica (com um fator
precipitante);
Confusão, cefaleia, ansiedade
Exame físico detalhado;
Insuficiência Cardíaca Direita
Exames complementares
Ocorre uma falha do ventrículo laboratoriais (controle), RX de
direito que não consegue ejetar o tórax, ECG e ecocardiograma,
sangue para a circulação pulmonar. teste de esforço (ergométrico)
↑ Pressão no VD Tratamento
↓ Fluxo de sangue do AD
Promover repouso no leito para
↑ Pressão no AD reduzir o trabalho imposto ao
coração;
↓ Fluxo de sangue dos vasos
venosos que chegam ao coração Aumentar a força e eficiência da
(veias cavas) contração miocárdica através da
ação dos agentes farmacológicos;
↑ Pressão na circulação venosa
Eliminar a excessiva acumulação
Congestão das vísceras e dos de agua corporal através de
tecidos periféricos tratamento diurético, dieta e
Manifestações Clínicas: repouso.

Ingurgitamento jugular; Uma vez tratados os sintomas


agudos o paciente é encaminhado
Hepatomegalia congestiva; para o acompanhamento
Edema de MMII; As medidas incluem repouso,
Ganho de peso; exercícios moderados sob
orientação médica, dieta sem sal
Ascite; para prevenir edema, perder peso
Anorexia; e evitar consumo de álcool

Náuseas e fraqueza.
Quando o tratamento não á mais Monitorar SSVV
efetivo é recomendado o
Controle rigoroso do BH
transplante.
Avaliar peso do paciente
Tratamento medicamentoso
Avaliar grau de distensão jugular
Digitálicos: Para fortalecer as
Avaliar turgor cutâneo e mucosas
contrações do coração (digoxina)
para sinais de desidratação
Inibidores da enzima conversora da
Avaliar sinais de sobrecarga hídrica
angiotensina (ECA): para dilatar os
e avaliar alterações
vasos sanguíneos, diminuir a
resistência ao fluxo e ajudar na Observar sinais de diminuição da
prevenção da retenção da água perfusão periférica (pele fria,
(captopril, enalapril) palidez cutânea, etc)
Beta-bloqueadores: Melhorar o Administrar terapêutica prescrita e
fluxo de sangue (propranolol, avaliar resposta quanto ao alívio de
carvendilol, metropolol); sintomas
Poupador de Potássio: pode trazer Cuidados gerais.
benefícios significativos em
pacientes selecionados com
insuficiência cardíaca congestiva
crônica (aldactone,
espironolactona);
Diuréticos: Para eliminar líquidos
(furosemida)

Assistência de Enfermagem
Administrar O2
Posição de Fowler para aliviar
congestão pulmonar e melhorar
trocas gasosas