Você está na página 1de 7

A GESTÃO ESCOLAR E OS QUATRO PILARES DA

EDUCAÇÃO

RESUMO

A Gestão Escolar, juntamente com a Orientação e Supervisão, são fundamentais para o


desenvolvimento de uma escola, este conjunto de profissionais é responsável pelo
sucesso ou fracasso de um ambiente escolar. O presente estudo trata sobre reflexões a
cerca da importância desta equipe de gestores para uma educação de qualidade. Devem
realizar um trabalho em conjunto, se empenhando para a realização de planejamentos,
metas e avaliação constante de suas práticas. É analisado o papel de cada um,
reconhecendo-nos como integrantes colaboradores desta equipe, em prol de uma
educação transformadora. Relaciona-se este tema, à proposta de uma educação integral
presente na obra de Jacques Delors que estabelece Os Quatro Pilares da Educação,
fazendo com que a abordagem escolar receba a partir dessa influência fundamentos para
desenvolver uma educação de qualidade para seus alunos.

Palavras-chave: Gestão Escolar; Pilares da Educação; Escola.

1 INTRODUÇÃO

O presente artigo refere-se à Gestão Escolar e os Pilares da Educação. Essa área


foi escolhida para refletir sobre os métodos e práticas educativas, bem como ter uma nova
visão sobre a importância da equipe gestores para o andamento de uma educação mais
participativa e eficaz.
Os pilares da educação consistem no estudo de Jacques Delors que estabelece
uma prática educacional centrada não no conteúdo mas sim, no aluno. Os Quatro Pilares
da Educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e
aprender a ser; fundamentam um fazer educacional que deve ser estabelecido em toda a
escola a começar da equipe diretiva. Pois a gestão escolar não deve ser enxergada
somente como um conjunto de práticas burocráticas voltadas à escola, mas sim, precisa
ser vista como um viés de promoção do fazer democrático e da cidadania.
Manter o clima organizacional e harmonioso é de competência da gestor escolar e
seus auxiliares (Orientador e Supervisor) são o elo para que tudo funcione o mais próximo
possível da demanda escolar. O supervisor escolar e o orientador educacional, no
contexto atual, precisam fazer uma análise e buscar novas propostas de melhoramento e
inovação do papel da escola, tendo como objetivo, ações pedagógicas, com resultados
positivos na qualidade de ensino que a instituição oferece de forma coletiva e
democrática.
Para desenvolvimento deste trabalho, foi realizada uma pesquisa bibligráfica sobre
o tema, tendo como objetivo: relacionar a Gestão Escolar e os pilares da educaçao como
forma de um fazer democrático em prol de uma educação de qualidade.
2

2 A GESTÃO ESCOLAR E OS QUATRO PILARES DA EDUAÇÃO

Jacques Lucien Jean Delors foi autor do relatório “Educação, um Tesouro a


descobrir”, em que se exploram os Quatro Pilares da Educação. No relatório elaborado
para a UNESCO em 1996, Delors enfatiza a necessidade de relacionar o conhecimento
técnico e prático obtido na trajetória estudantil, seja qual for o nível, “com a perspectiva de
uma vida social, respeitosa, impulsionadora de relações harmônicas e balizadora de uma
sociedade fraterna” (SOUZA, 2017, p.2).
Com o estudo de Delors (1998) evidenciou-se que é preciso continuar a aprender,
que a educação está para o aprendiz por uma vida toda. Para tanto, é necessário tornar
prazeroso o ato de compreender, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento para
que não seja efêmero, que se mantenha através do tempo, que valorize a curiosidade, a
autonomia e a atenção, permanentemente. É preciso também pensar o novo, reconstruir
o velho, reinventar o pensar.
Neste sentido Delors (1998), refere-se que a prática pedagógica deve preocupar-se
em desenvolver quatro aprendizagens conhecidas como pilares do conhecimento:

Aprender a conhecer – É necessário tornar prazeroso o ato de compreender,


descobrir, construir e reconstruir o conhecimento para que não seja efêmero, para
que se mantenha ao longo do tempo e para que valorize a curiosidade, a
autonomia e a atenção permanentemente. É preciso também pensar o novo,
reconstruir o velho e reinventar o pensar.
Aprender a fazer – Não basta preparar-se com cuidados para inserir-se no setor
do trabalho. A rápida evolução por que passam as profissões pede que o indivíduo
esteja apto a enfrentar novas situações de emprego e a trabalhar em equipe,
desenvolvendo espírito cooperativo e de humildade na reelaboração conceitual e
nas trocas, valores necessários ao trabalho coletivo. Ter iniciativa e intuição,
gostar de uma certa dose de risco, saber comunicar-se e resolver conflitos e ser
flexível. Aprender a fazer envolve uma série de técnicas a serem trabalhadas.
Aprender a conviver – No mundo atual, este é um importantíssimo aprendizado
por ser valorizado quem aprende a viver com os outros, a compreendê-los, a
desenvolver a percepção de interdependência, a administrar conflitos, a participar
de projetos comuns, a ter prazer no esforço comum.
Aprender a ser – É importante desenvolver sensibilidade, sentido ético e estético,
responsabilidade pessoal, pensamento autônomo e crítico, imaginação,
criatividade, iniciativa e crescimento integral da pessoa em relação à inteligência.
A aprendizagem precisa ser integral, não negligenciando nenhuma das
potencialidades de cada indivíduo (RODRIGUES, 2014,p.2).

A partir dessa visão dos quatro pilares do conhecimento, pode-se prever grandes
consequências na educação. O ensino-aprendizagem voltado apenas para a absorção de
conhecimento, que tem sido objeto de preocupação constante de quem ensina, deverá
dar lugar ao ensinar a pensar, saber comunicar-se, saber pesquisar, ter raciocínio lógico,
fazer sínteses e elaborações teóricas, ser independente e autônomo, enfim, ser
socialmente competente.
É necessária que haja uma aprendizagem significativa, Zabala (1998, p.28) afirma
que “Educar quer dizer formar cidadãos e cidadãs, que não estão parcelados em
compartimentos e estanques, em capacidades isoladas”, ou seja, aquela aprendizagem
que tem a intenção de propiciar aos alunos condições para os conhecimentos conceituais,
procedimentais e atitudinais, favorecendo o desenvolvimento de competências e
habilidades, valores e princípios éticos para atuarem na sociedade.
É na escola que se constrói, se aprimora e se faz incontáveis descobertas sobre o
mundo, é o local onde as crianças podem socializar-se com outras crianças e com seus
educadores através do conhecimento. A escola tornou-se um meio pelo qual o sujeito
pode ter seus direitos garantidos. Porém apesar de toda essa teoria na prática
constatamos que ainda não é bem assim que as coisas acontecem, assistimos ao longo
3

dos anos uma grande evasão de alunos das escolas. É nesse momento que professores
e gestores devem buscar soluções, para se não solucionar pelo menos reduzir este
problema. Programas do governo tentam aliarem-se as escolas para amenizar estas
situações, porém sem muito sucesso.

2.1 GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

A gestão de sistema implica o ordenamento normativo e jurídico e a vinculação de


instituições sociais por meio de diretrizes comuns. Conforme refere o Ministério de
Educação:

A democratização dos sistemas de ensino e da escola implica aprendizado e


vivência do exercício de participação e de tomadas de decisão. Trata-se de um
processo a ser construído coletivamente, que considera a especificidade e a
possibilidade histórica e cultural de cada sistema de ensino: municipal, distrital,
estadual ou federal de cada escola (BRASIL, 2004, p.25).

Vieira (2007) cita a LDB, ao explicitar a principal tarefa da gestão escolar: a


elaboração e a execução de uma proposta pedagógica como sendo, a primeira e principal
das atribuições da escola, devendo sua gestão orientar-se para tal finalidade. Refere
ainda a autora, que desta definição dependem muitas outras e é nesse documento que se
preceituam as diretrizes pelas quais a escola vai caminhar, e os pilares da educação,
podem vir descritos nesse documento, delineando o fazer da escola. Segundo Vieira
(2007), a gestão escolar orienta-se para assegurar aquilo que é próprio de sua finalidade
– promover o ensino e a aprendizagem, viabilizando a educação como um direito de
todos, conforme determinam a Constituição e a Lei de Diretrizes e Bases.
Souza (2009) cita que a gestão democrática consiste em um processo político onde
as pessoas que atuam na escola, contribuem de forma a: identificar problemas, discutir
medidas, deliberar e planejar ações, encaminhar, acompanhar, controlar e avaliar o
conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola. Ainda segundo ele,
esse processo, deve ser sustentado no diálogo, no reconhecimento às especificidades
técnicas das diversas funções presentes no espaço escolar.
Para Paulo Freire (1996), as questões e problemas principais da educação não são
questões pedagógicas, ao contrário, são questões políticas. Para ele, a educação e o
sistema de ensino não modifica a sociedade, mas a sociedade é que pode mudar o
sistema instrucional. O sistema educacional pode ter um papel de destaque numa
revolução cultural. Ele chama de revolução a consciente participação do povo. Logo, a
pedagogia crítica, como uma constante, contribui para revelar a ideologia esquecida na
consciência das pessoas.

2.2 O PAPEL DO GESTOR NA ESCOLA

Os gestores escolares, constituídos em uma equipe de gestão, são os profissionais


responsáveis pela organização e orientação administrativa e pedagógica da escola, da
qual resulta a formação da cultura e ambiente escolar, que devem ser mobilizadores e
estimuladores do desenvolvimento, da construção do conhecimento e da aprendizagem
orientada para a cidadania competente. Os mesmos são assessorados por uma equipe
de gestão, responsável maior pelo norteamento do modo de ser e de fazer da escola e
seus resultados. Formada por diretores assistentes ou auxiliares, coordenadores
pedagógicos, supervisores, orientadores educacionais e secretários escolares (LÜCK,
2009).
Aos diretores escolares compete zelar pela realização dos objetivos educacionais,
pelo bom desempenho de todos os participantes da comunidade escolar e atingimento
4

dos padrões de qualidade definidos pelo sistema de ensino e leis nacionais, estaduais e
municipais (LÜCK, 2009). Ainda cabe a esse profissional, educar para diversidade,
sabendo que “Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de
discriminação” (FREIRE, 1996, p.38-9).
Segundo Folberg (1984, p.21) afirma que:

Para o desempenho de seu papel como profissional, é necessário, além do


comportamento pessoal, conhecer as atividades inerentes à sua função, a
legislação em que se apoia, seus direitos e deveres. Quando não há este
conhecimento, podem ocorrer conflitos de papéis, levando a um sentimento de
menos-valia profissional e pessoal.

O diretor escolar é o líder, mentor, coordenador e orientador principal da vida da


escola e todo o seu trabalho educacional. O trabalho de gestão escolar exige, pois, o
exercício de múltiplas competências específicas e dos mais variados matizes. A sua
diversidade é um desafio para os gestores (LÜCK, 2009).

2.3 SUPERVISÃO ESCOLAR

Reconhecendo a origem etimológica da palavra ‘supervisionar’, temos:


’SUPERVISIONAR = SUPERVISAR’ e ‘SUPERVISAR = dirigir ou orientar em plano
superior; superintender, supervisionar’ (FERREIRA, 1993, p. 520).
Com este conceito o supervisor pedagógico é um profissional envolvido com as
atividades, onde favoreçam o crescimento pessoal e profissional, incentivando e
orientando os professores a qualificação ao trabalho pedagógico. Sendo assim, o
supervisor deve estar motivado para que seu trabalho tenha um acompanhamento e
assessoramento das atividades pedagógicas no processo ensino-aprendizagem.
Na escola, o Supervisor é um professor titulado, preferencialmente com habilitação
específica, que tem como função realizar a articulação entre a equipe diretiva, professores
e alunos, acompanhando os processos pedagógicos desenvolvidos na escola e
fomentando ações permanentes para a sua qualificação.
Segundo o regimento da escola, o Supervisor tem como atribuições:
 Realizar as conexões entre os diferentes segmentos da escola;
 Desencadear um processo dialético, interagindo e questionando as práticas
pedagógicas dos professores, com uma visão de horizontalidade;
 Buscar a mudança, o crescimento e o envolvimento do grupo embasado na
Proposta Político-Pedagógica da escola;
 Articular movimentos de ação-reflexão-ação junto com os professores;
 Sendo membro da Equipe Diretiva, buscar democraticamente a concretização
das decisões tomadas e assumidas no coletivo da escola;
 Executar suas ações em parceria com os demais membros da equipe diretiva.

O Supervisor Escolar ocupa um espaço dentro da escola como mediador e


facilitador do processo de ensino-aprendizagem. Tendo como foco a aprendizagem do
aluno e a interação do trabalho do professor, buscando compreender o envolvimento dos
alunos e professores, por isso a observação do grupo é muito importante, um olhar, um
movimento, qualquer atitude pode revelar a situação dentro da sala de aula e até mesmo
fora da sala. Proporcionar uma vivencia lúdica no cotidiano escolar, exerce integração da
equipe, sendo humilde, consciente, responsável, inovador e reflexível.
Em relação a todos os profissionais das instituições de ensino o supervisor é quem
estabelece o posicionamento de fazer, agir, movimentar e envolver-se interagindo na
comunidade dos relacionamentos na escola, em sala de aula nas quais os alunos estão
inseridos. Para Medina (1997), o trabalho do supervisor, centrado na ação do professor
5

não pode ser confundido como assessoria ou consultoria, por ser um trabalho que requer
envolvimento e comprometimento.
Segundo a autora o supervisor escolar tem como objeto de trabalho a produção do
professor – o aprender do aluno – e preocupa-se de modo especial com a qualidade
dessa produção. Portanto, o objeto de trabalho do supervisor é a aprendizagem do aluno
através do professor, onde ambos trabalham como numa equipe um dependendo do
outro. Considera-se o papel fundamental do supervisor: ser o grande conciliador do
ambiente escolar.
Para Alves (1994), o supervisor deve ser o profissional encarregado do controle de
qualquer ação, o supervisor escolar deve ser o encarregado de promover a interação
entre teoria e prática, entre pensamento e ação. 
Dentre suas funções está:
‒ Orienta o grupo de professores;
‒ Desafia;
‒ Instiga;
‒ Questiona;
‒ Motiva;
‒ Desperta o desejo o prazer e o envolvimento com o trabalho desenvolvido;

2.4 ORIENTAÇÃO ESCOLAR

O orientador escolar zela pela formação dos alunos como cidadão ajuda os
professores a compreender os comportamentos das crianças e cuida das relações com a
comunidade. Na escola, o orientador educacional é um dos membros da equipe gestora,
ao lado do diretor e do supervisor pedagógico. Ele é o principal responsável pelo
desenvolvimento pessoal de cada aluno, dando suporte a sua formação como cidadão, à
reflexão sobre valores morais e éticos e à resolução de conflitos.
Ao lado do professor, esse profissional zela pelo processo de aprendizagem e
formação dos estudantes por meio do auxílio ao docente na compreensão dos
comportamentos das crianças. Ou seja: enquanto o professor se ocupa em cumprir o
currículo disciplinar, o orientador educacional se preocupa com os conteúdos atitudinais, o
chamado Currículo Oculto. Nele, entram aspectos que as crianças aprendem na escola
de forma não explícita: valores e a construção de relações interpessoais.

O Orientador Escolar e Profissional é um elemento estratégico sobre


vários pontos de vista. É importante para os indivíduos jovens porque
lhes permitem o melhor conhecimento das oportunidades disponíveis
para assim poderem fazer as suas opções de forma lúcidas e
conscientes; é importante para os potenciais empregadores porque lhes
permite conhecer, a partida, as qualificações e competências de
eventuais e futuros empregados; é importante para os países porque
lhes permite potenciar seus recursos humanos (CHISHOLM, 1994 p.3).

As funções do orientador escolar referem-se a:


‒ Orienta os alunos em seu desenvolvimento pessoal, preocupando-se com a
formação de seus valores, atitudes, emoções e sentimentos;
‒ Orienta, ouve e dialoga com alunos, professores, gestores e responsáveis e
com a comunidade;
‒ Participa da organização e da realização do projeto político-pedagógico e da
proposta pedagógica da escola;
‒ Ajuda o professor a compreender o comportamento dos alunos e a agir de
maneira adequada em relação a eles;
‒ Ajuda o professor a lidar com as dificuldades de aprendizagem dos alunos;
‒ Medeia conflitos entre alunos, professores e outros membros da comunidade;
6

‒ Conhece a legislação educacional do país;


‒ Circula pela escola e convive com os estudantes.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante desse estudo, comprende-se a relação que deve haver entre a prática
educativa e a proposta estabelecida para gerir a escola. Os Pilares da Educação
propostos por Delors, propoem uma educação centrada no aluno, de forma a ser cidadão,
solidário, conectado com o mundo ao seu redor, dotado de capacidades e habilidades.
Sendo assim, para a equipe gestora vir a atender ao seu público e vir a desenvolver nos
seus alunos um senso crítico e cidadão, necessário é, que as diretrizes sejam conduzidas
por esses profissionais com valorização das suas especificidades, ou seja, cada membro
da equipe gestora deve ter autonomia para desempenhar seu papel.
Conclui-se que uma gestão escolar democrática pode ampliar as possibilidades
aprendizagem do aluno a partir de diferentes propostas didáticas as quais são
organizadas no desenvolvimento das práticas pedagógicas. Para isso é importante refletir
sobre os desafios do cotidiano escolar através de uma gestão eficiente e eficaz, que está
atenta tanto às demandas burocráticas da escola, mas também mantendo um olhar atento
às necessidades pedagógicas da mesma.
A educação brasileira enfrenta o desafio de, no desenvolvimento das práticas
cotidianas, se transformar para ser capaz de garantir a acessibilidade e a permanência de
todos os alunos de modo que elas possam se apropriar dos bens culturais traduzidos
como conhecimentos escolares. Sendo assim, é cada vez mais fundamental que se
estude, analise e perceba as nuances presentes no dia a dia da gestão escolar de forma
a assegurar sua potencialidade na transformação de pessoas sob todos os aspectos.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de


Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Gestão da educação escolar. Brasília: UnB,
CEAD, 2004 vol. 5.

DELORS, Jacques (org.). Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez.

FOLBERG, Maria N. (Org.). Orientação educacional em questão. Porto Alegre:


Movimento, 1994.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São


Paulo: Paz e Terra, 1996.

CHISHOLM, (Org.). Supervisão pedagógica: princípios e práticas. Campinas: Papirus,


1994, p.3

FERREIRA, Naura Syria Carapeto et al. Gestão da educação: impasses, perspectivas e


compromissos. São Paulo: Cortez, 2011.

LÜCK, Heloísa. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Positivo,


2009.
7

SOUZA, Abel Corrêa de. Os Quatro Pilares da Educação e sua influência na


formação do administrador. In: XVII Colóqui Internacional de Gestão Universitária, Mar
Del Plata – Argentina, 22 a 24 de novembro de 2017.

SOUZA, Ângelo Ricardo de. Explorando e construindo um conceito de Gestão


Escolar Democrática. In: Educação em Revista, Belo Horizonte, v.25, n.03, p.123-140,
dez. 2009.

RODRIGUES, Zuleide Blanco. Os quatro pilares de uma educação para o século XXI e
suas implicações na prática pedagógica. In: DELORS, Jacques (Coord.). Os quatro
pilares da educação. In: Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortezo. p. 89-
102. Disponível em:
<http://www.educacional.com.br/articulistas/outrosEducacao_artigo.asp?artigo=artigo005>
Acesso em: 9 nov. 2018.

VIEIRA, Sofia Lerche. Política(s) e Gestão da Educação Básica: revisitando conceitos


simples. In: RBPAE – v.23, n.1, p. 53-69, jan./abr. 2007.

ZABALA, Antoni. A prática educativa. Porto Alegre: Artmed, 1998.