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CENTRO UNIVERSITÁRIO FEI

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

EXPERIMENTO 02: CONDICIONADOR DE AR SELF-CONTAINED

Relatório apresentado ao departamento


de Engenharia Mecânica do Centro
Universitário FEI, como parte dos
requisitos de avaliação da disciplina
NMA520 –Sistemas de Ventilação e Ar
Condicionado. Solicitado pelo Prof.
Rodrigo Bernadello Unzueta.

Nomes e registros acadêmicos dos autores: (Grupo: D) – 04/11/2020

1. Adriano Marto Barros -12.120.047-1


2. Douglas Soares do Nascimento -12.115.137-3
3. Gabriela Constantino Votre -12.217.050-9
4. Lucas Mascarenhas Callegare -12.217.268-7
5. Nicholas Vilas Boas Cirillo -12.218.329-6
6. Rafael Patricio dos Santos -12.114.453-9

São Bernardo do Campo


2020
SUMÁRIO

1. Introdução teórica.....................................................................................................3

2. Objetivos ....................................................................................................................4

3. Métodos e Instrumentos utilizados..........................................................................4

4. Equipamento..............................................................................................................5

5. Procedimento Experimental....................................................................................5

6. Dados Obtidos ...........................................................................................................6

6.1 Temperaturas do Laboratório ............................................................................6

6.2 Temperaturas na saída do Self-Conteined ........................................................6

6.3 Velocidades na entrada do evaporador e dimensões da entrada.....................6

7. Cálculos.......................................................................................................................7

7.1 Área da entrada do evaporador:.........................................................................7

7.2 Cálculo da velocidade Média (Vm) ...................................................................7

7.3 Cálculo da vazão volumétrica na entrada do equipamento (V).......................7

7.4 Localização dos pontos de entrada e saída no diagrama..................................8

7.5 Cálculo da vazão em massa de ar (mas)...............................................................9

7.6 Cálculo dos calores sensível(qS) e do calor latente de processo(qL)..................9

7.6.1 Calor sensível (qS)....................................................................................9

7.6.2 Calor Latente (qL)....................................................................................9

7.6.3 Calor total (qT)........................................................................................10

7.7 Cálculo de multipilicador do processo (M):.....................................................10

7.8Comparação do multiplicador calculado com o obtido experimentalmente:. 11

7.9 Cálculo da massa de água condensada no equipamento (mcond):....................11

9. Referências Bibliográficas.......................................................................................11
1. Introdução teórica

O ar-condicionado Self-contained é um equipamento mais robusto que um


condicionador comum. Ele possui dois gabinetes que separam os ciclos de ventilação e
o de refrigeração em um único equipamento.
Apesar de possuírem dimensões maiores em comparação aos condicionadores de
ar comuns encontrados em casas, apartamentos etc decorrente dessa maior casa de
máquinas, estes equipamentos têm eficácia superior. Portanto, são utilizados em
instalações de maior volume como prédios comerciais de médio e grande porte como
bancos e hospitais, refrigerando sozinho um andar inteiro, sendo dutado ou por
insuflação direta (saída de ar aberta ao ambiente que se deseja refrigerar).
2. Objetivos

O objetivo do experimento é a obtenção de dados como capacidade frigorífica de


um equipamento Self-Contained, os calores sensível e latente utilizando cálculos
referentes à teoria apresentada nas aulas.

3. Métodos e Instrumentos utilizados

Para a realização do experimento, é importante obter dados na entrada e na saída


do self-contained como a temperatura de bulbo seco (TBS), temperaturade bulbo úmido
(TBU) e as velocidade de ar medidas pelo psicômetro, um anemômetro e uma trena para
dimensões do evaporador para que possibilite o cálculo, assim, da vazão de ar no
equipamento.
Antes de mais nada, é importante dizer que para diminuir o erro nos cálculos, o
evaporador teve suas dimensões divididas em 8 áreas iguais, possibilitando a obtenção
de oito velocidades diferentes que possibilitou uma velocidade média que será discutida
a seguir.
4. Equipamento

O Equipamento utilizado no experimento é do tipo Self-Contained com


condensação a ar como visto na figura 1.

Figura 1 – Vista externa do Self-Contained utilizado

Fonte: Experimento Self_Contained. AVA, São Bernardo do Campo 21 outro de 2020 .


Disponível em : https://www.youtube.com/watch?v=h_az0jYZTH0&feature=youtu.be
Acesso em 04 de maio de 2020 .
5. Procedimento Experimental

Com o psicômetro em mãos, realiza-se a medição da temperatura de bulbo seco e


úmido a partir da imposição de uma vazão de ar nos bulbos com a rotação de uma
manivela no final deste equipamento.
Com os dados de bulbo seco e úmido, são medidas as dimensões do evaporador
para que se possibilite o cálculo da vazão de ar na entrada do self-contained.
Em seguida, liga-se o compressor do equipamento dando início ao ciclo de
refrigeração do equipamento. Assim, após estabilização, mede-se as temperaturas de
bulbo seco e úmido na saída da máquina.

6. Dados obtidos
tbsE= 19,5°C
tbuE= 15°C

6.1 Temperaturas do laboratório


TbsS= 10°C
TbuS= 9°C

6.1 Temperaturas na saída do Self-Conteined

6.1 Velocidades na entrada do evaporador e dimensões de entrada

Como mencionado anteriormente, o evaporador so Self-Contained foi separado


em 8 zonas, resultando em 8 velocidades diferentes que serão reduzidas em uma única
só.
O evaporador, então, pode ser representado como na figura 2.
Figura 2 – Dimensões e pontos de medição de velocidade

As velocidades em cada ponto do evaporador variam. Para que isso seja


contornado, é medida uma velocidade em cada ponto e então estipulada uma média das
velocidades.

Υ1 υ2 υ3 υ4 υ5 υ6 υ7 υ8
(m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m/s)
3,1 4 3,1 3,4 3,4 3,9 3,8 2,9

Tabela 1 – Velocidades obtidas na entrada


7. Cálculos

Com os dados obtidos através do experimento, agora é possível estimar alguns


dados como serão dados a seguir.

7.1 Área da entrada do evaporador:

H=460 mm= 0,46m


B=810mm=0,81m
A = H * B = 0,46 * 0,81 = 0,3726 m2

7.2 Cálculo da velocidade média (Vm)

Vm=
∑ Vn (Fórmula da velocidade média)
1
n
(2,7+ 2,9+ 3+2,9+2,5+2,8+3+ 2,7)
Vm= =2,8125m/s
8

7.3 Cálculo da vazão volumétrica na entrada do equipamento (v)

V = vm.A = 2,812*0,373 =1,05 m3/s

A partir dos dados calculados anteriormente é possível realizar o cálculo da


vazão volumétrica.

7.4 Localização dos pontos de entrada e saída no diagrama


Figura 3 – Localização dos pontos no diagrama psicométrico

Com os dados obtidos a partir da observação do diagrama psicométrico na figura


3, tem-se :

 Volume específico na entrada através do diagrama (v):


 Umidade absoluta na entrada(ωE):
 Umidade absoluta na saída(ωS):
 Entalpia na entrada (hE):
 Entalpia na saída (hS):

7.5 Cálculo da vazão em massa de ar (mas)

Para obtenção da massa de ar seco utilizaremos a fórmula do volume específico


(ν) na entrada do equipamento.

7.6 Cálculo dos calores sensível (qs) e do calor latente do processo (ql)

Cada processo de condicionamento de ar possui dados que são característicos de


cada ponto. No caso deste processo, é possível observar a variação da temperatura e
umidade em função da entrada e saída de ar. Assim, com as temperaturas e bulbo seco e
úmido, é possível estimar uma entalpia de entrada e saída que torna possível os cálculos
das trocas de calor em decorrer do processo.

7.6.1 Calor sensível (qS)

Cpm adotado =

7.6.2 Calor latente (qL)

L adotado =
7.6.3 Calor total (qT)

Obteremos o calor total através das duas expressões abaixo a título de


comparação:

Com isso obtivemos uma diferença de aproximadamente 1%, tal erro pode ser
justificado pelo erro humano. Também é possível estimar a potência do equipamento
pela quantidade de calor que o mesmo conseguiu retirar do ar.

7.7 Cálculo do multiplicador do processo (M):

A partir da razão entre o calor total no processo e o sensível, é possui estabelecer


uma razão que será dada como multiplicador. Este também pode ser obtido a partir do
diagrama psicométrico como mostrado abaixo na figura 4.

Este multiplicador é representado pelo ângulo agudo cujas extremidades são


representadas pelos números de -1 a 3. Estes valores representam o valor resultante
dessa razão e podem ser retirados do diagrama a partir da reta paralela dada pelos
pontos iniciais e finais de um processo de condicionamento de ar.

Abaixo, seta representada uma paralela à resultante do processo cuja origem se


dá no resultado e seu final está apontada na origem.

7.8 Comparação do multiplicador calculado com o obtido experimentalmente:

Gráfico 4 – Comparação dos multiplicadores obtidos


7.9 Cálculo da massa de água condensada no equipamento (mcond):

8. Conclusão

Com os dados levantados no experimento, é possível perceber que através dos


cálculos das diferenças de entalpia e condições de entrada e saída do ar, podemos
estimar um valor da potência do self-cointained que apresenta baixo erro.

9. Referências Bobliográficas

[1] Slides de notas de aula para a disciplina: NMA520 – Sistemas de Ventilação


e Ar Condicionado, disponível em: https://moodle.fei.edu.br/
APÊNDICE A- DETALHAMENTO DO CÓDIGO MATLAB IMPLEMENTADO
PARA OS CÁLCULOS DE RESISTÊNCIA E RIGIDEZ

(APAGAR) Obs. aos alunos: um apêndice é um elemento pós-textual que deve ser
utilizado para inserir conteúdo de autoria dos alunos mas que não se faz necessário no
corpo do relatório. Por exemplo: uma planilha de cálculo detalhada, os códigos de um
programa desenvolvido no MatLab, um desenho de fabricação de uma peça projetada,
etc.
ANEXO A – TABELA DE PROPRIEDADES MECÂNICAS DE MATERAIS
CONSIDERADOS NO TRABALHO

(APAGAR) Obs. aos alunos: um anexo é um elemento pós-textual que deve ser
utilizado para inserir conteúdo de autoria de terceiros mas que não se faz necessário
no corpo do relatório. Por exemplo: uma tabela de materiais obtida de um livro, uma
tabela de um catálogo de fabricante, etc. (não esqueçam de referenciar)