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Curso de Pedagogia

Disciplina de Alfabetização, letramento e formação do leitor


Profa. Dra. Luana Porto

EXERCÍCIOS

PARTE DISCURSIVA
Leia o texto a seguir:
Corujinha
Vinicius de Moraes

Corujinha, corujinha Quando a noite vem chegando


Que peninha de você Chega o teu amanhecer
Fica toda encolhidinha
Sempre olhando não sei quê E se o sol vem despontando
Vais voando te esconder
O seu canto de repente Hoje em dia andas vaidosa
Faz a gente estremecer Orgulhosa como quê
Corujinha, pobrezinha
Todo mundo que te vê Toda noite tua carinha
Aparece na TV
Diz assim, ah, coitadinha Corujinha, coitadinha
Que feinha que é você Que feinha que é você

Assista a os vídeos a seguir:


a) https://www.youtube.com/watch?v=SpIQnAG5kOc
b) https://www.youtube.com/watch?v=Iy6XiOt8E-0
c) https://www.youtube.com/watch?v=Lf7aU4ATnlw

1) Na sua avaliação, qual dos vídeos pode despertar mais interesse de uma turma
de primeiro ano do Ensino fundamental para práticas de alfabetização e
letramento? Justifique.

2) Das atividades listadas a seguir, indique quais são próprias de Alfabetização e de


Letramento.
Atividades 01
Atividades 02
Atividades 03
Atividades 04
3) Leia o texto a seguir para responder às questões a, b e c.
Alfabetização além da disputa
A proposta é deixar de lado a polêmica entre enfoques e discutir o que
realmente funciona no ensino da leitura e da escrita
POR:
Rodrigo Ratier, Wellington Soares e Alice Vasconcellos
A controvérsia é velha. Você deve conhecê-la: na hora de alfabetizar os alunos, qual
caminho seguir? Há pelo menos 100 anos essa é uma das mais fortes polêmicas da
Educação. Não só aqui: vários países registram versões mais ou menos estridentes da
disputa entre formas de ensinar a ler e escrever. Começou nas primeiras décadas do século
passado, com a briga em torno do melhor método. Ganhou novos contornos a partir dos
anos 1980, quando as investigações de Emilia Ferreiro trouxeram valiosas informações
sobre como as crianças refletem sobre a escrita. O marco é o lançamento de Psicogênese da
Língua Escrita (Ana Teberosky e Emilia Ferreiro, 300 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-
3444, 79 reais). "O debate deixa de ser sobre atividades externas ao aluno e passa a
considerar como ele pensa", diz Ana Paula Dini, doutoranda em Educação e Linguagem
pela Universidade de São Paulo (USP) e professora da rede particular da capital paulista.
 

A era dos métodos rígidos fracassou.  Só 8% dos brasileiros


são plenamente capazes de se expressar com  letras e números.
 

Ao longo dos anos, os métodos rígidos, com apenas um caminho, foram superados entre os
especialistas. Porém, eles continuam vivos em várias salas de aula. Muitas vezes de forma
escondida, um pouco envergonhada, professores ensinam como aprenderam, recorrendo a
atividades como a caligrafia e o uso de cartilhas. Num certo sentido, é algo esperado. "Para
o professor não interessa a polêmica. Ele precisa ensinar e, para isso, recorre aos
conhecimentos que possui e aos recursos que estão disponíveis", explica Valdir Barzotto,
professor da Universidade de São Paulo (USP).
Mesmo as contribuições de Ferreiro - terreno comum para perspectivas mais modernas, que
embasam programas de formação continuada e propostas curriculares Brasil afora - acabam
chegando à escola de maneiras distintas. Vem daí a discussão que opõe dois enfoques, que
ficaram conhecidos como construtivista e letramento.

Em meio à disputa, perde a aprendizagem.  Apenas oito em cada 100 brasileiros de 15 a 64


anos são plenamente capazes de se expressar com letras e números, segundo o Indicador de
Alfabetismo Funcional, Inaf.  

Para mudar essa estatística no futuro, é preciso agir agora. Quais são, afinal, as práticas mais
adequadas para alfabetizar? Nas próximas páginas, explicamos o que funciona, o que
comprovadamente não dá certo e o que ainda está sendo discutido. As diferenças entre as
duas concepções modernas realmente existem, mas a prática de sala pode até se enriquecer
contemplando atividades de ambas. Bandeira branca para que todos possam aprender a ler e
escrever.
 Para ficar no passado 

"Até a metade do século 19, todas as pessoas foram alfabetizadas do mesmo jeito", diz
Isabel Frade, diretora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Universidade Federal
de Minas Gerais (UFMG) e coordenadora da equipe de especialistas da Base Nacional
Comum Curricular (BNCC). Primeiro, ensinavam-se as letras, depois juntavam-se as letras
para formar sílabas e, só depois, a turma entendia que a junção de todos esses elementos
poderia formar palavras. "Essas atividades eram sem sentido, porque demorava-se a chegar
ao significado", afirma Isabel.
Na virada para o século 20, novas propostas se dividiam em dois grandes grupos. O
primeiro, dos métodos sintéticos, desenhava um caminho de ensino da parte para o todo,
começando com a compreensão de unidades como a letra (método alfabético), fonema
(método fônico) ou sílaba (método silábico). Um segundo grupo, o dos métodos analíticos,
propunha a trajetória inversa: do todo para a parte, iniciando com o estudo de palavras
(palavração), frases (sentenciação) ou do texto inteiro (método global).

Muitos métodos tradicionais se apoiavam em práticas


mecânicas, como exercícios de coordenação, caligrafia e
leitura de textos de cartilhas. A repetição - e não o raciocínio -
era o foco do ensino.
Essas teorias chegavam aos professores de forma inflexível e fechada, o que trouxe
problemas. Entre os métodos sintéticos, privilegiava-se a decifração, com os alunos
memorizando sílabas (ba-be-bi-bo-bu) para depois tentar formar palavras ou frases
descontextualizadas ("eu vejo a barriga do bebê"). Boa parte deles se focava em exercícios
mecânicos e práticas hoje reconhecidas como ineficientes. Em comum: todas elas tratam o
processo de alfabetização como a aquisição de uma técnica, relacionada apenas às relações
entre sons e letras (veja o quadro abaixo). "São procedimentos lineares, sequências de
atividades que não preveem a participação ativa do aluno", diz Regina Scarpa, diretora
pedagógica da Escola Vera Cruz, na capital paulista. "A tarefa de escrita não é mecânica",
destaca Telma Weisz, pesquisadora do tema e idealizadora de diversos programas de
formação de professores alfabetizadores.
Já entre os métodos analíticos, a crítica era a falta de reflexão sobre o funcionamento do
sistema alfabético. Na busca exclusiva pelo significado do que estava escrito, dedicava-se
pouco tempo ao estudo das relações grafofônicas - a ligação entre os sons da fala e suas
possíveis grafias.
Para os especialistas, cresce o consenso de que é preciso trabalhar, ao mesmo tempo, tanto
as unidades menores (investigar com quantas e quais letras se escreve uma palavra, e onde
elas devem estar posicionadas) quanto os processos de compreensão e produção de textos
(estudar as características de cada gênero - marcas de estilo, intenção de escrita e
destinatário -, possibilitando à turma ler e escrever antes de dominar convencionalmente
esses processos). É assim no Brasil e em outros países. Na França, o relatório Goigoux, uma
enorme pesquisa com 2.800 alunos publicada no ano passado, ficou conhecido por propor o
fim da "guerra dos métodos" ao comprovar a eficácia da combinação entre análise da língua
e compreensão. E, nos Estados Unidos, a iniciativa Common Core State Standards, que
detalha expectativas de aprendizagem para a Educação Básica, estabelece que alunos da
primeira série devem saber reconhecer diferentes tipos de sílabas, mas também compreender
a estrutura de uma frase e estar familiarizados com a organização de gêneros impressos para
ler com fluência. 

 Propor exercícios de apresentação

A ideia de exercícios de coordenação motora do tipo ligue os pontos ou caligrafia caiu por
terra. O domínio da coordenação para escrever letras  e números deve  se dar no ato de
escrever esses sinais gráficos e não ao cobrir tracejados ou desenhar palitinhos. 

Apresentar alfabeto e famílias de sílabas

Primeiro, o ba-be-bi-bo-bu. Depois, o caco-cu. Essas unidades não precisam ser ensinadas
numa ordem específica, supostamente mais fácil. O desejável é apresentá-las de acordo com
a necessidade dos pequenos, como ao observar seus nomes ou títulos de livros.

Esperar para produzir textos

No passado, as crianças só eram convidadas a tentar  ler e escrever depois que já


dominassem, em alguma medida,  o sistema alfabético de escrita. As pesquisas indicam o
contrário: é ao tentar ler e escrever - e ao pensar sobre essas ações - que os pequenos
avançam.

Usar materiais não autênticos

Cartilhas e pré-livros, criados apenas para o uso em sala, distorcem a forma como a
linguagem escrita  é usada. Textos com frases desconexas e sem sentido ("Ivo viu a uva",
"O dado é de Didi") pouco ajudam a criança a compreender as práticas culturais de leitura e
escrita.

Relacionar letras com desenhos

O A é desenhado com os contornos de uma abelha. O B, na forma de duas bolas. Quando


forçamos relações desse tipo, ignoramos a primeira descoberta que as crianças fazem sobre
a lingua escrita: a de que letras não são desenhos. É um tipo de prática que não considera o
que os pequenos sabem.
 
Para usar na sala de aula

Com a psicogênese da língua escrita, o aluno passou a ser visto


como um participante ativo da aprendizagem. Todas as
práticas partem dessa ideia.
 

Garantir acesso a diversos gêneros

Pesquisas recentes mostram que crianças  aprendem sobre gêneros textuais e suas marcas
(onde fica o título, possíveis relações do escrito com as ilustrações etc.) mesmo antes  de se
tornarem leitores proficentes. Ler e escrever, então, precisa fazer parte  do cotidiano da sala
em situações diversas, com a ajuda ou  não do professor.
Utilizar o repertório dos alunos

Usando o que já sabem para buscar novos conhecimentos, os alunos avançam melhor. Uma
possibilidade é recorrer a palavras conhecidas pela turma para descobrir a grafia de novas. O
exemplo clássico é o da lista  de nomes da classe.  O "ca" de Carolina, por exemplo,  pode
ajudar a  escrever casa,  camelo e cachorro. 

Realizar diagnósticos

Com sondagens,  o professor identifica os níveis de escrita de cada um de seus alunos.


Assim, consegue planejar quais as melhores intervenções para fazer com que as crianças
aprendam. As ações podem ser de variados tipos ao mesmo tempo, já que os alunos
costumam passar por trajetos diferentes  de aprendizagem.

Iniciar o ensino pelas letras bastão

Também chamadas de letras de fôrma maiúsculas, elas são ideais para os alunos que estão
começando a se questionar com quantas e quais letras se escreve uma palavra. Elas são mais
simples e isoladas - ao contrário das cursivas, emendadas umas às outras. Quando não se
preocupam com a caligrafia, os alunos refletem sobre o que realmente interessa.

 Emilia Ferreiro é uma unanimidade. "Sua psicogênese da língua escrita deve influenciar o
trabalho de qualquer um que se volte para a alfabetização", afirma Magda Soares,
professora emérita da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma lição é confiar
na capacidade das crianças, dizem Ferreiro e Ana Teberosky no livro Reflexões sobre a
Alfabetização (104 págs., Ed. Cortez, tel. 11/3611-9616, 29 reais). Por exemplo: desde os 4
anos, antes de serem capazes de ler textos, elas possuem critérios para admitir se uma marca
gráfica pode ou não ser lida - ou seja, distinguem letras e números de simples grafismos.

Todo esse aprendizado, explicam as autoras, começa antes mesmo da escolarização. Os


pequenos aprendem interagindo com textos nas mais diferentes situações: em celulares e
tablets, na televisão, ao observar livros existentes em casa e em outros momentos, como em
agendas telefônicas ou observando placas com o nome de ruas. Novamente essa constatação
tem espaço no ensino de muitos países. Para o Conselho Nacional de Educação da
Finlândia, uma das razões de o país figurar no topo do ranking de avaliações internacionais
como o Pisa é o fato de sua população ler muito (veja reportagem sobre a importância da
leitura na comunidade na página 51). Os finlandeses contam com uma excelente rede de
bibliotecas públicas, a maioria das famílias assina ao menos um jornal e ler histórias para as
crianças antes de dormir é uma tradição.

As descobertas sobre como as crianças aprendem também impactaram profundamente o


trabalho em aula, tornando indispensável uma série de práticas (veja o quadro ao lado). Em
geral, elas estão relacionadas à importância de fazer com que os pequenos reflitam sobre o
sistema alfabético enquanto se inserem no mundo da cultura escrita - justamente a mescla de
perspectivas que os especialistas defendem hoje.
Os estudiosos também concordam quanto à importância de se observar, durante todo o
trabalho, como as crianças estão avançando em suas hipóteses de escrita: pré-silábica (o
aluno conhece as letras, mas elas não correspondem ao que se fala), silábica (cada letra ou
símbolo corresponde a uma sílaba falada), silábica-alfabética (ora se escreve atribuindo a
cada sílaba uma letra, ora representando todo o fonema) e alfabética (o aluno entende que
cada caracterer corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba). "O trabalho consiste
em garantir que o aluno avance progressivamente de um nível para o seguinte", defende
Magda Soares, da UFMG.
 Para seguir investigando 

Apesar de unidos pela referência à psicogênese da língua, o enfoque de inspiração


construtivista e a perspectiva do letramento divergem quanto a um aspecto fundamental: a
relação entre fala e escrita. Para os construtivistas, a língua escrita constitui um sistema de
representação independente da fala. O ensino, então, não pode se basear apenas na relação
entre os sons e as letras. "As crianças tomam consciência dessa relação como uma
consequência do processo de compreensão da escrita", diz Andrea Luize, coordenadora da
pós-graduação em alfabetização do Instituto Superior de Educação Vera Cruz, em São
Paulo.

Já para os adeptos do letramento, é necessário um ensino sistemático dessas relações. "Para


que a criança avance, devemos orientá-la a prestar atenção na palavra como som, e como
som que pode ser segmentado em sílabas, e sílabas que podem ser segmentadas em
fonemas, estes, finalmente, representados por letras", diz Magda Soares. "Talvez a principal
diferença esteja no fato da ênfase que se dá à tentativa de leitura, no letramento, e a ênfase
que se dá à tentativa de escrita, no outro enfoque", diz Ana Paula Dini.

Para um professor competente, enfoques diferentes não


aprisionam. Ao contrário, eles aumentam o leque de
opções para ensinar.
Se do ponto de vista teórico uma conciliação total parece distante - seria preciso questionar
os princípios que fundamentam cada um dos enfoques -, a situação é bem menos radical em
sala de aula. É verdade que, por causa de seus fundamentos, as propostas para cada caminho
divergem: para os construtivistas, muitos aspectos da língua escrita - como a orientação do
texto, a sua organização em linhas, a diferença entre letras e outros sinais - são aprendidos
pela criança por meio de seu contato com os materiais escritos. Já para a perspectiva do
letramento, é importante reservar momentos em que as crianças os observem por meio de
exercícios de identificação de sílabas em palavras, por exemplo.

Nesse momento, ainda não há pesquisas que indiquem uma clara vantagem de um dos lados.
Os dois têm bons resultados, por exemplo, no 5º ano na Prova Brasil - os construtivistas em
São Paulo, com o programa Ler e Escrever, e os defensores do letramento no Ceará, com o
Programa Alfabetização na Idade Certa (Paic). Para você, professor, o avanço é que nenhum
dos enfoques nega o outro: embora a ênfase varie, os dois combinam atividades de reflexão
sobre o sistema de escrita com outras que privilegiam a compreensão de textos em seu uso
social. Em vez de aprisionar, eles aumentam o leque de opções para ensinar.

Conhecer profundamente as diferentes linhas de alfabetização é essencial. Primeiro para


separar o que está ultrapassado do que funciona. Segundo, para escolher as práticas mais
eficientes para cada aluno e cada ocasião. Na sua aula, o direito de aprender deve estar
acima das disputas.

 Devemos buscar a alfabetização ou o letramento? 

Uma parte da polêmica é puramente semântica. Para os construtivistas, um leitor e escritor


proficiente é um sujeito alfabetizado, condição que se aprimora ao longo da vida. A
alfabetização inicial é o momento em que a criança se debruça sobre o sistema alfabético de
escrita. Não há separação entre esses dois processos. Na outra perspectiva, a proficiência é
chamada de letramento, e a alfabetização é o começo da aprendizagem. A intenção é a
mesma: formar pessoas capazes de atuar ativamente num mundo em que a escrita é tão
importante. O letramento defende uma ênfase no ensino do sistema, mas sem abandonar as
práticas culturais. No enfoque construtivista, a reflexão sobre o sistema ocorre quando os
alunos pensam sobre as práticas culturais - via contato constante com textos em uso real.

O que dizem as pesquisas sobre a relação entre fala e escrita?

 Há estudos que mostram grandes diferenças  entre as duas. Por exemplo: em algumas
regiões  do Brasil, é comum que se diga "andanu"  em vez de "andando". Esse tipo de
irregularidade pode representar um problema ao se encarar  a escrita como transcrição da
fala. Os críticos  dizem que a relação não é direta e tende a ser  mais complexa. Por outro
lado, também há investigações para demonstrar que a compreensão adequada entre letras e
sons pode auxiliar  na aquisição da autonomia de cada aluno diante  da escrita, sobretudo
durante a leitura, ênfase do letramento. Seria uma justificativa para um estudo sistematizado
da relação fala-escrita. De todo modo, ainda não dá para afirmar qual perspectiva leva
vantagem.

 Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/8608/alfabetizacao-alem-da-disputa#

a) Segundo o texto, qual a polêmica sobre alfabetização?


b) De acordo com o texto, por que os métodos tradicionais de alfabetização
podem fracassar?

c) Qual a formação ideal para o professor alfabetizador?

PARTE OBJETIVA
1. MetroCapital Soluções - 2020 - Prefeitura de Amparo - SP - Professor de
Educação Básica I - PEB I
No que tange às Práticas para Alfabetização, é correto afirmar, EXCETO:
(A) desafiar os alunos a ler e a escrever por conta própria textos de complexidade
adequada ao seu estágio de alfabetização.
(B) o professor deve intervir e fornecer informações quando o aluno estiver escrevendo.
(C) para a consolidação do ensino e aprendizagem, a alfabetização e o letramento podem
andar separados.
(D) o professor deve desafiar o aluno a ler.
(E) o professor deve utilizar projetos didáticos para alfabetizar.

2. MetroCapital Soluções - 2020 - Prefeitura de Amparo - SP - Professor de


Educação Básica I - PEB I
No que tange às Práticas de Alfabetização, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a
alternativa correta.
I – alguns jogos e atividades podem ser utilizadas na apropriação do sistema de escrita
alfabética.
II – é importante para o professor ter a mente aberta e valorizar diversos tipos de
aprendizagem, principalmente aquelas que sejam diferentes da tradicional cópia da lousa.
III – é preciso criar espaços de trocas e aprendizagens significativas, interagindo de modo
monótono.
(A) Apenas o item I é verdadeiro.
(B) Apenas o item II é verdadeiro.
(C) Apenas os itens I e II são verdadeiros.
(D) Apenas os itens II e III são verdadeiros.
(E) Todos os itens são verdadeiros.

3. MetroCapital Soluções - 2020 - Prefeitura de Amparo - SP - Professor de


Educação Básica I - PEB I

“Processo pedagógico de aquisição e domínio da capacidade de ler, escrever e interpretar


textos.” Esse é o conceito de:
(A) alfabetização.
(B) aprendizagem.
(C) educação.
(D) letramento.
(E) instrução.

4. CONTEMAX - 2019 - Prefeitura de Orobó - PE - Professor de Ensino Fundamental


Em conformidade com as dimensões da proposta pedagógica para o ensino da linguagem
escrita para crianças, marque a alternativa que complete adequadamente a frase abaixo:
_______ se refere ao processo por meio do qual o sujeito domina o código e as
habilidades de utilizá-lo para ler e escrever. Trata-se do _______ da tecnologia, do
conjunto de técnicas que o capacita a exercer a arte e a ciência_______.

a) Letramento; desenvolvimento; do saber.


b) Alfabetização; domínio; da escrita.
c) Alfabetização; conhecimento; do saber.
d) Letramento; domínio; do saber.
e) Ensino; exercício; moderna.

5. ADM&TEC - 2019 - Prefeitura de Sertânia - PE - Professor - Educação Infantil


Leia as afirmativas a seguir:
I. A alfabetização é um processo que não se limita apenas a ler e escrever os signos do
alfabeto, mas, sim, compreender como funciona a estrutura da língua e a forma como é
utilizada.
II. A prática educativa deve evitar situações de aprendizagens que reproduzam contextos
cotidianos.
Marque a alternativa CORRETA:
a) As duas afirmativas são verdadeiras.
b) A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
c) A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
d) As duas afirmativas são falsas.
6. ADM&TEC - 2019 - Prefeitura de Sertânia - PE - Professor - Educação Infantil
Leia as afirmativas a seguir:
I. A aprendizagem da leitura e da escrita é um processo dinâmico, influenciado por
aspectos técnicos (a alfabetização) e sociais (o letramento).
II. A ludicidade é prejudicial ao desenvolvimento cognitivo das crianças durante a
Educação Infantil.

Marque a alternativa CORRETA:


a) As duas afirmativas são verdadeiras.
b) A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
c) A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
d) As duas afirmativas são falsas.

7. ADM&TEC - 2019 - Prefeitura de Sertânia - PE - Professor - Educação Infantil


Leia as afirmativas a seguir:
I. Por meio de aprendizagens diversificadas, realizadas em situações de interação, o
professor cumpre um papel socializador, impedindo o desenvolvimento da identidade das
crianças.
II. O conceito de alfabetização relaciona-se à aquisição do código da escrita e da leitura.
Marque a alternativa CORRETA:
a) As duas afirmativas são verdadeiras.
b) A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
c) A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
d) As duas afirmativas são falsas.

8. ADM&TEC - 2019 - Prefeitura de Sertânia - PE - Professor - Educação Infantil


Leia as afirmativas a seguir:
I. Para favorecer uma alfabetização de qualidade, é necessário propor atividades de
leitura e escrita que fazem sentido para as crianças, ou seja, atividades significativas.
II. Através da comunicação verbal, a criança passa a relacionar-se melhor socialmente,
pois consegue expressar suas emoções e sentimentos a partir da oralidade.
Marque a alternativa CORRETA:
a) As duas afirmativas são verdadeiras.
b) A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
c) A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
d) As duas afirmativas são falsas.

Leia o poema para resolver as quatro questões seguintes.


Corujinha
Vinicius de Moraes

Corujinha, corujinha
Que peninha de você
Fica toda encolhidinha
Sempre olhando não sei quê
O seu canto de repente
Faz a gente estremecer
Corujinha, pobrezinha
Todo mundo que te vê
Diz assim, ah, coitadinha
Que feinha que é você
Quando a noite vem chegando
Chega o teu amanhecer
E se o sol vem despontando
Vais voando te esconder
Hoje em dia andas vaidosa
Orgulhosa como quê
Toda noite tua carinha
Aparece na TV
Corujinha, coitadinha
Que feinha que é você

Fonte: https://www.letras.mus.br/vinicius-de-moraes/87206. Acessado em novembro de


2019.
9. IBADE - 2019 - Prefeitura de Vitória - ES - Professor de Educação Básica II - PEB II
Uma professora das primeiras séries dos Anos Iniciais propôs, durante o desenvolvimento
de um projeto sobre poetas do Brasil, a análise do poema “A Corujinha”. Considerando ler
e escrever práticas discursivas inseridas nos contextos sociais, essa professora pode:
(A) aguardar até que os estudantes dominem a decodificação de relações
fonema/grafema que envolvam dígrafos para apresentar por escrito o poema.
(B) ler em conjunto o poema, ouvir a canção, cantar, explorar os recursos sonoros, como
a rima, a repetição de sons e de palavras e o sentido do texto.
(C) solicitar que os estudantes mais adiantados transcrevam a letra da canção para a letra
cursiva, enquanto os demais fazem desenhos alusivos ao tema.
(D) treinar a leitura do poema em voz alta, para que a turma possa decorar o texto antes
de cantar, mesmo que alguns ainda não saibam, de fato, ler.
(E) deixar esse poema para as séries finais, porque o vocabulário e a referência à
“Sessão Coruja” não são adequados às turmas de crianças menores.

10. IBADE - 2019 - Prefeitura de Vitória - ES - Professor de Educação Básica II - PEB


II
As palavras acentuadas pela mesma razão que VOCÊ e VÊ são:
(A) víamos, veríamos, verá.
(B) dá, cipó, dominós.
(C) nós, vós e àquela.
(D) tevê, pássaro, hábito.
(E) também, ninguém, hífen.

Gabarito
1C
2C
3D
4B
5B
6B
7C
8A
9B
10 B