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A lepra

Índice:
• O que é a
lepra??...............................................1
• MYCOBACTERIUM LEPRAE………………...…2
• Origem……………………………………..........…3
• Sintomas…………………………………..........…4
• Tipos de Lepra……………………………........…5
• Diagnóstico da Lepra……………………........….6
• Prevenção e tratamento……………………….....7
• Conclusão……………………………............……8
• Trabalho realizado por………………………….10
Introdução:
• Neste trabalhos vamos falar sobre uma
doença, a lepra.
• É um tema pouco conhecido por isso
decidimos falar sobre ele….
• Esperemos que gostem…..
O que é a lepra??
• A lepra é uma doença infecciosa causada pelo
Mycobacterium leprae que afecta os nervos e a pele e que
provoca danos severos.

• Os doentes são chamados leprosos, apesar de que este


termo tenda a desaparecer com a diminuição do número de
casos e dada a conotação pejorativa a ele associada.
MYCOBACTERIUM LEPRAE
• Bactéria em forma de bacilo rectilíneo e de extremidades
arredondadas, é resistente ao álcool e ao ácido e é identificável
apenas por uma única técnica, especialmente agressiva, a
técnica de Ziehl-Wilsen.
• Esta bactéria é a única que invade os nervos periféricos.
O facto de diminuir a capacidade de sentir, o tacto, o frio e o
calor, os doentes podem queimar-se, cortar-se ou ferir-se sem
darem por isso.
Origem …….
• A lepra surgiu no Egipto. Na idade média os leprosos
eram obrigados a usar um sino para anunciar a sua
presença ou a ficarem mesmo isolados.
• Estendeu-se depois pelo sudeste asiático e nas ilhas do
pacífico.
• O nome lepra, provem de Gerhand Hasesen, pois esta
também é conhecida por Hansíase.
Sintomas:
• Devido ao facto de as bactérias causadoras da lepra se
multiplicarem muito lentamente, os sintomas não
começam habitualmente antes de um ano.

• Os sinais e sintomas da lepra dependem da resposta


imunológica do doente.

• O tipo de lepra determina o prognóstico a longo prazo,


as possibilidades de complicações e a necessidade de
um tratamento com antibióticos.
Tipos de Lepra…
• Na lepra tuberculóide, aparece uma erupção cutânea
formada por uma ou várias zonas esbranquiçadas e
achatadas. Estas áreas são insensíveis ao tacto porque as
micobactérias lesaram os nervos.

• Na lepra lepromatosa, aparecem sobre a pele pequenos


nódulos ou erupções cutâneas salientes, de tamanho e forma
variáveis. O revestimento piloso do corpo, incluindo as
sobrancelhas e as pestanas, desaparecem.

• A lepra limítrofe é uma situação instável que partilha


características de ambas as formas. Nas pessoas com este
tipo de lepra, a doença tanto pode melhorar, caso em que
acaba por se parecer com a forma tuberculóide, como piorar,
circunstância que resulta mais parecida com a forma
lepromatosa.
Diagnóstico da Lepra
• Certos sintomas, como as erupções cutâneas
características que não desaparecem, a perda do
sentido do tacto e as deformações particulares
derivadas da debilidade muscular, constituem as chaves
que permitem diagnosticar a lepra.

• O exame ao microscópio de uma amostra de tecido


infectado confirma o diagnóstico. As análises de sangue
e as culturas não se mostram úteis para estabelecer o
diagnóstico.
Prevenção e
tratamento…
• No passado, as deformações causadas pela lepra conduziam
ao ostracismo e os doentes infectados costumavam ser
isolados em instituições e colónias.

• Em alguns países esta prática continua a ser frequente.


Apesar de o tratamento precoce poder evitar ou corrigir a
maioria das deformações mais importantes, as pessoas com
lepra estão propensas a sofrer de problemas psicológicos e
sociais.

• O isolamento, contudo, é desnecessário.


Prevenção e
tratamento…
• A lepra só é contagiosa na forma lepromatosa quando não
recebe tratamento, e mesmo nesses casos não se transmite
facilmente. Além disso, a maioria das pessoas tem uma
imunidade natural face à lepra e só aquelas que vivem
próximo de um leproso durante muito tempo correm o risco
de contrair a infecção.

• Os médicos e as enfermeiras que tratam dos doentes com


lepra não parecem estar mais expostos do que as restantes
pessoas.
Conclusão:
• Gostamos muito de falar sobre este tema…
Aprendemos coisas novas que não
sabíamos e esperamos que também tenham
ficado a perceber mais sobre este tema.
Trabalho elaborado
por:
• Liliana Caridade Nº22
• Miguel Arantes Nº17

8ºF