Você está na página 1de 23

Flexão composta

Hasta ahora en la asignatura habíamos estudiado estados de


solicitación aislados como Cargas Axiales, Cortante, Torsión,
Flexión Pura, analizando solamente el caso de Flexión plana
transversal como un caso donde se combinaban los esfuerzos
normales y tangenciales en el mismo elemento. En este último
caso vimos que al determinar la respuesta en fuerzas y
desplazamientos como resultado de la etapa de modelación y
análisis del elemento, utilizábamos el principio de superposición el
cual nos permitía determinar los diagramas de momentos y
cortantes que en ese caso actuaban en el plano que contenía a la
carga y posteriormente determinar los esfuerzos normales y
cortantes y los desplazamientos derivados de la acción de las
cargas.

Docente: Prof. Dra. Nereyda Pupo Sintras


Torsão

 Por área de influência toda a


carga da laje vai à viga (

  𝑏
A
  Plaje gera um momento que é a 𝑃 𝑙𝑎𝑗𝑒 ∙
chamada torção. (
2
𝑀𝑇=
𝑎

Trata-se então de uma torção simples em um tramo linear

Por superposição se pode combinar as forças interiores relacionadas com o Mf


com as forças relacionadas com o MT
Outros sistemas onde se apresenta Torção

Esquema de Cálculo Flexão (Momentos) Torção (Momentos)

Os elementos submetidos a torção se dão com muita freqüência na


prática ingenieril em todos os elementos que suportam membros
perpendiculares a eles no mesmo plano horizontal, como
marquises, lajes ou vigas em voladizos que coletam a vigas
principais e se unem rigidamente a elas.
Outros sistemas onde se apresenta Torção

O sistema resistente são nervos que são vigas em duas direções e somente
entre nervos se coloca uma laje de pequena espessura trabalhando em duas
direções. Aqui se observa o efecto da flexo- torcao.
Torção

No caso da torção, a diferença da flexão e axial, tem influência o tipo de


seção: circular, retangular, perfis abertos e perfis fechados

Ao igual a na flexão vamos abordar: solicitações, tensões e deslocamentos ,


tanto em estruturas isostáticas como hiperestáticas, que permitirá
posteriormente chegar à revisão estrutural da seção
Torsão em seção circular

Em eixos de máquinas ferramentas

Os aspectos mais generais deste estado de solicitação estudassem-se hoje


iniciando-se com a torção simples em elementos de seção circular e
mais especificamente, os esforços e deformações quando estes elementos
são submetidos a pares de torção ou torques, T e T'. Estes pares têm igual
magnitude e sentidos opostos. São vetores que podem representar-se por
meio de flechas curvas, ou por vetores pares, o adiante empregaremos a
nomenclatura da MT e M't para os pares de torção.
Pares de torção, Mt e Mt‘ en torsào simples

Mt y M't Momentos torsores contidos no plano da seção transversal

Antes de passar ao procedimento para a determinacion das tensões e


deformações geradas pela torção é necessário indicar primeiro como se
calculam as forças interiores e seus correspondentes graficos. Neste caso
como já se habia mencionado somente aparecem momentos torsores em cada
uma das seções transversais do elemento.
Analisis das forças interiores em torção

Procedimento:
Ao igual a no cálculo do axial , o momento flector e o cortante se
procede com o metodo das seções e a colocação das equações de
equilíbrio por tratar-se de um sistema isostatico, tambien se
estabelece um convênio de signos com o qual se deve ser
conseqüente.
Exemplo 1:
Na seguinte barra determinar o gráfico de momento torsor.

Convenio de signos
Dados: Mo = 4 kN-m L= 2m
Analisis das forças interiores em torção

Exemplo 2:
Na barra anterior adicione um momento torsor distribuído
equivalente a 2M0/L uniformemente desde do encastramiento
até L/2.

No caso do momento torsor distribuído deve


expor-se que: L
Mz   m( z )dz
0
Caracteristicas geométricas relativas a torção

Antes de passar a tensão devemos se devera relembrar as


caracteristicas geometricas, aspectos da disciplina mecânica da
construção.
 Momento polar de inercia na secção circular (Ip).
 O momento polar de inércia é a característica geométrica que está associada
à torção, como o são os momentos de inércia cartesianos (IX, Iy) à flexão.
Desta forma se:
então: =

 Relacao inercia polar e cartesiana

  𝐼 𝑃 𝜋∙𝑑4
𝐼 𝑥 =𝐼 𝑌 = =
2 64
Caracteristicas geométricas relativas a torção

 Modulo polar de inercia e sua relação com os módulos de inercia


cartesianos (ωp , ωx, ωy).

  -

 
Se:   𝐼𝑃
então: 𝑊 𝑃=
𝑟

Seguindo o mesmo orden logico de estudo do esforco axial e flexào


pura o primeiro a fazer é expor as equações de equilíbrio para
calcular ζ.
Torção simples em seções circulares e anular

 Qual será a equaçõe de equilíbrio?.

Seja dF   .dA

e ρ à distância perpendicular da força dF


ao centro do eixo. Então tem que
cumprir-se:

 M z  0    .dF  Mt    . .dA  Mt (1)


A A
 
Com esta equaçõe é impossível chegar a obter , é necessário ir à
geometria da deformada com o objetivo de encontrar equações
adicionais. Observe como ao não ser suficiente a estática, a seção se
converte em hiperestática.
Deformações em um eixo circular

A determinação da equaçõe geométrica correspondentes ao


fenômeno da torsão libre pura o simples se pode obter a partir das
hipótese seguintes:
1. As seções transversais que eram planas
antes da torção, continuam sendo planas
depois de aplicada a torção, girando umas
em relação às outras ao redor do eixo da
barra (Hipótese do Navier-Bernoulli).
2. Os rádios das seções transversais que eram
retos antes da torção, continuam sendo
retos depois de aplicada a mesma.
3. A distância relativa entre as seções
transversais permanece constante.
Conclui-se que a hipotesis 1 indica a aparição de tensões tangenciais e
as três corroboram que as deformações lineares são zero
Deformações em um eixo circular

 
Agora se determina a distribuição de
deformações cortantes em um eixo
circular de longitude L e rádio que se
submeteu a torção em um Angulo .
Se a deformação cortante em um
elemento dado se mede pela mudança 

nos ãngulos formados pelos lados do


elemento diferencial, esta deformação
deve ser igual ao ângulo entre as linha
AB e A´B.
Se além se observar que, para valores
pequenos de , pode expressá-la
longitude de arco AA' como AA´ =L γ.
Mas, por outra parte, AA´ = ρφ
Deformações em um eixo circular

 Então:

Obtém-se uma relação entre , ρ e φ como segue :

  = (2) Equacão geométrica

Quando ρ = C implica
  = (3)

Isolando φ nas equações 2 y 3 e igualando as duas expressões se


obtém:
  = (4)

Quando ρ = C   =
Tensãos tangenciales en torsão simples

Ja temos:

• Equacoes de equilibrio:

 M z  0    .dF  Mt    . .dA  Mt (1)


A A

• Eq. geometrica:

  = (2)

 Seguindo a mesmo ordem de esforco axial e flexão que equação


esta faltando?
Tensãos tangenciales en torsão simples

Até agora explicitamente não se suposto uma relação esforço-deformacão na


distorção de eixos circulares submetidos a torsion. Considere-se agora um caso
em que o momento torsor é tal que todos os esforços cortantes permanecem
por debaixo do limite de fluência es posible considerar la ley de Hooke:

𝜏  =𝐺 ∙ 𝛾 (5) Ecuacão constitutiva

Se a equação 4   = se multiplica por G ambos membros e tendo em


conta a equação 5 se tem :

  ∙𝛾= 𝜌 ∙𝐺 ∙𝛾  ❑ 𝜏 = 𝜌 ∙𝐺 ∙ 𝛾

𝐺 𝑚𝑎𝑥 𝑚𝑎𝑥 (6)
𝐶 𝐶

 
Quando 𝜏  =𝜏 𝑚𝑎𝑥 ficando a equacao (6) como:

  𝜏
❑ =𝐺 ∙ 𝛾 𝑚𝑎𝑥 (7)
𝑚𝑎𝑥
 Olheando a figura, entao a e igual a:

  𝐶1
𝜏 𝑚𝑖𝑛 = ∙ 𝜏 𝑚𝑎𝑥 (8)
𝐶2

Da expressão 6 se chega a que o esforço cortante no eixo varia


linealmente com a distância ao centro do eixo.
Tensãos tangenciales en torsão simples

Isto e:
Tensãos tangenciales en torsão simples

Embora se conhece a variação linear das tensões tangenciais


entretanto não é comoda para trabalhar portanto se tem que voltar
para a equação de equilíbrio e obter uma expressão muito mais
explicita.

  . .dA
Substituindo-se na equação 1 𝑀 𝑡 =¿
 = 𝜌 ∙𝜏 A
a equação 6: 𝜏 𝑚𝑎𝑥
𝐶
 máx
M t   dA    2 dA
c
Mtc
 E isolando máx se tem:  máx.  (9)
Ip

 máx I p
Mt 
c
Onde: IP é o momento polar de inércia
Modulo polar de inércia ou modulo da seção à torção

Mtc
 máx. 
Ip

Ip
p  Onde ωp e ou modulo da seção à torção
c
Então:

Mt
 máx.  (10)
p
Ângulo de torção
Mtc
Se conhece da equação (3):
  =  
, da equação (9) : máx . I p

e da equação (7) : 𝜏  𝑚𝑎𝑥 =𝐺 ∙ 𝛾 𝑚𝑎𝑥

Combinando-se 3, 7 e 9 se chega a:
Mt L
 (11)
GI p

Onde se obtém uma relação proporcional entre o angulo de torção e o


momento torsor lhe atuem. Se existirem no elementos vários momentos
torsores concentrados e distribuídos débito establecers a sumatoria:
M L L
   ti i ou   
M ti dz
i I p i Gi i I p i Gi
0
Exemplo 3

Na seguinte viga determine:


a) Os graficos de momentos torsores, tensões tangenciais e
angulo de torção.
Nota: A viga possui diametros diferentes.

Dados: G= 8x104MPa d1=30cm d2=20cm