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Crianças Especiais

Autismo
Deficiência mental Este termo é muito genérico, abrange as
Obesidade Infantil mais diferentes síndromes infantis . Todas
Sindrome de Down as crianças são muito especiais, mas
algumas precisam de um apoio, de um
Síndrome do Usher
olhar, de uma atenção especial, de um
Síndrome de acompanhamento e acima de tudo muito
Williams carinho.
Esclerose tuberosa
Deficiência auditiva É sobre estas crianças que vamos tentar
Deficiência visual falar um pouco e chamar sua atenção. A
criança portadora de necessidades
Depressão na Infância
especiais, além do direito, tem a
e Adolescência necessidade de cursar uma escola normal,
Transtorno Obsessivo de ser tratada com muito carinho e respeito
Compulsivo Infantil por todos nós.
Síndrome de
Rubinstein-Taybi
Síndrome de
Angelman
Síndrome de Prader-
Willi
Síndrome de West
Síndrome de
Hutchinson-Gilford
Deficiência em X-
Frágil
Eplepsias

c
x ndrome de Rubinstein-Taybi
Doença rara, pouco conhecida pela sociedade. A anomalia pode ocorrer em meninos e
meninas, das raças branca e amarela. Algumas crianças, quando nascem já apresentam
algumas das características específicas da doença, que são:

c 6aixa estatura.
c ëariz pontiagudo.
c Orelhas ligeiramente deformadas.
c Palato curvado.
c Cabeça pequena.
c Sobrancelhas grossas ou curvadas.
c Polegares largos e as vezes angulados
c Dedão dos pés grandes e largos.
c Olhos inclinados para baixo com fendas
antimongolóides.
c §arca de nascença vermelha na testa.
c Articulações hiperextensíveis.
c Pelve pequena e inclinada.
c Excesso de cabelos
c ëos meninos normalmente os testículos não descem.
c Comportamento estereotipado: batem palmas ou
balançam o corpo quando nervosas ou ansiosas.

Esta doença não é possível ser diagnosticada durante a gestação, já que o diagnóstico,
geralmente, só pode ser feito a partir dos 15 meses de idade. Entre 0 e 2 anos, a criança
costuma engasgar muito com líquidos, têm vômitos constantes , fica resfriada
freqüentemente e tem paradas repetidas e temporárias da respiração durante o sono.

O desenvolvimento de cada criança com esta síndrome será peculiar a cada uma,
embora elas apresentem semelhanças nas características físicas, comportamentais e
personalidade, cada uma terá o seu tempo de desenvolver seu potencial.

Segundo o site Entre Amigos, a criança portadora da síndrome tem normalmente um


caráter amigável e alegre, são muito felizes e bastante socializadas. Costumam ter um
sorriso como se estivesse fazendo careta, mas na realidade, é um sorriso irradiando
amor, carinho e aceitação que estas crianças têm por todos ao seu redor. Tem o
costume de tocar qualquer coisa e gostam de manipular instrumentos e eletrônicos.
Gostam de livros, água, pessoas e são muito sensíveis a qualquer forma de música.

Como o retardo mental está presente nesta síndrome a sua extensão varia em cada
paciente.A intensidade de comprometimento dependerá de cada um, uns mais afetados
que os outros.

A criança com esta síndrome deve ser estimulada e para isso, um diagnóstico e
tratamento precoce ajudaria muito em seu desenvolvimento. Sendo a fala a área de
desenvolvimento mais lento da criança afetada por esta síndrome se indica o
tratamento através da fonaudiologia para que se tivesse uma abordagem de
comunicação total e começando o mais cedo possível. A fisioterapia e terapia
ocupacional também são grandes aliadas no tratamento destas crianças levando-as a
alcançar altos níveis do desenvolvimento motor.

É necessária educação especial para a maioria das crianças com Síndrome de


Rubinstein-Taybi. As crianças com Síndrome de Rubinstein-Taybi costumam se
adaptar bem a rotina não gostam de atividades em grupos com agitação e barulho.

Existe também a necessidade de auxílio e orientação profissional para os pais da


criança com a síndrome Rubinstein-Taybi no que diz respeito a:

c Problemas de alimentação.
c Refluxo e vômitos.
c Cuidado de repouso.
c Treinamento respiratório.
c Terapias familiar.
c Ajuda financeira para despesas
médicas.
c §odificação de
comportamentos.
c Infeccções respiratórias.

Alguns estudos já comprovam a origem genética da Síndrome de Rubinstein-Taybi.


Um pedaço da informação hereditária (do cromossomo 16) pode ter sido apagado ou
ter mudado de lugar resultando nas características da síndrome.

6ibliografia:

c §ARTIëS, R. H. G; 6UEëO, E. C; FIORAVAëTI, §. P; x ndrome de


Rubinstein-Taybi: anomalias f sicas manifestações cl nicas e avaliação
auditiva. ë 

 
. vol.69 no.3 São Paulo §ay/June 2003.
c 6ALLOëE G.J; x ndromes das Deficiências Mentais, in. 0   Internet,
disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005, acessado em 27 de
outubro de 2005.
c Site consultado: ARTS - www.artsbrasil.org.br, acessado em 27 de outubro de
2005.

Texto de Ivana xilva


c

c
9utismo
Definições:

c O autismo é uma deficiência no desenvolvimento que se manifesta de maneira


grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros
anos de vida. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes
mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o
mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. ëão se
conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas
crianças, que possa causar a doença.
c ( Autism Society of American Associação Americana de Autismo-ASA).
c Transtorno global do desenvolvimento caracterizado por: um desenvolvimento
anormal ou alterado, manifestado antes da idade de três anos, e apresentando
uma perturbação característica do funcionamento em cada um dos três domínios
seguintes: interações sociais, comunicação, comportamento focalizado e
repetitivo. Além disso, o transtorno se acompanha comumente de numerosas
outras manifestações inespecíficas, por exemplo: fobias, perturbações de sono
ou da alimentação, crises de birra ou agressividade. (CID-10 ± 2000)

Causas:

ëão se conhece a causa do autismo, mas, estudos de gêmeos idênticos indicam que a
desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos
se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia,
alguns podem estar relacionados a uma infecção viral, fenilcetonúria que é uma
deficiência herdada de enzima, ou a síndrome do X frágil. Além disso, pode-se admitir
que tenha relação com fatos ocorrido durante a gestação ou parto.

xintomas:

Os sintomas do autista, geralmente persistem ao longo


de toda a vida e são verificados através de muita
observação, tais como:

c Usa as pessoas como ferramenta, isto é, aponta


objetos para que as pessoas peguem para eles
sem manifestarem esforço para faze-lo.
c Resiste a mudanças de rotina.
c Isola-se e não se mistura a outras crianças.
c ëão mantêm contato visual com outra pessoa.
c Age como se fosse surdo, não atendendo a
chamados.
c Resiste ao aprendizado.
c Apresenta apego a determinados objetos.
c ëão apresenta medo de perigos.
c Gira objetos de maneira estranho e peculiar.
c Apresenta risos e movimentos com relação a
nada.
c Resiste extremamente ao contato físico.
c Acentuada hiperatividade física.
c Xs vezes torna-se agressivo, destrói objetos,
ataca e fere pessoas aparentemente sem motivo.
c Apresenta certos gestos imotivados como
balançar as mãos ou ficar balançando-se.
c Apresenta comportamento indiferente e arredio.
c Cheira ou lambe os brinquedos.
c Etc...

Diagnóstico

ëão existem exames laboratoriais ou de


imagem que diagnostiquem o autismo.
Os pais são os primeiros a notar algo
diferente nas crianças autistas. Quando
bebê mostra-se indiferente à estimulação
por pessoas ou brinquedos, focando sua
atenção por longos períodos em
determinados itens. Outras crianças
começam com um desenvolvimento
normal nos primeiros meses para mais
tarde tornar-se isolado a tudo e a todos.
ëormalmente, o diagnóstico é feito
clinicamente através de entrevista e
histórico do paciente. ëo entanto, tem
famílias que levam anos para perceber
algo anormal na criança, causando atraso
para o início de uma educação especial,
pois quanto antes se inicia o tratamento,
melhor é o resultado.

Tratamento

O tratamento deve ser feito por uma equipe multi e interdisciplinar:

c Tratamento médico - formado por pediatra, neurologista, psiquiatra e dentista.


c Tratamento não-médico - formado por psicólogo, fonoaudiólogo, pedagogo,
terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e orientador familiar.

Contudo, a família e a base do tratamento com envolvimento total ao mesmo, estes


devem procurar uma fonte de apoio que pode ser um terapeuta, um amigo, uma religião
e lembrar-se sempre que o autismo é para sempre, mas não é uma sentença de morte e
todos os familiares devem procurar se informar ao máximo sobre o autismo, para poder
auxiliar no tratamento.

Os medicamentos continuam sendo componentes importante para o tratamento, porém


nem todos os pacientes deverão utilizá-lo.
O sucesso do tratamento depende exclusivamente da dedicação qualificação dos
profissionais que se dedicam ao atendimento, bem como a dedicação e empenho dos
familiares.

6ibliografia:

c §ELLO, A. §. S. R, Autismo: Guia prático, 3ª Edição, São Paulo: A§A;


6rasília: CORDE, 2004, 93p.
c CAVALCAëTE, A. E. C., ROCHA, P. S; Autismo, 2ª Edição, São Paulo ±

0 

, 2002, 150p.
c http://www.autismo.com.br/ Endereço eletrônico acessado em 04 de outubro de
2005.

Deficiência Mental

Segundo a AA§R (Associação Americana de Deficiência §ental) e DS§-IV (§anual


Diagnóstico e Estatístico de Transtornos §entais), pode-se definir deficiência mental
como o estado de redução notável do funcionamento intelectual inferior à média,
associado a limitações pelo menos em dois aspectos do funcionamento adaptativo:
comunicação, cuidados pessoais, competência domésticas, habilidades sociais,
utilização dos recursos comunitários, autonomia, saúde e segurança, aptidões escolares,
lazer e trabalho.

Segundo critérios das classificações internacionais, o início da Deficiência §ental deve


ocorrer antes dos 18 anos, caracterizando assim um transtorno do desenvolvimento e
não uma alteração cognitiva como é a Demência.

É preciso que haja vários sinais para que se suspeite de deficiência mental. Um único
aspecto não pode ser considerado como indicativo de qualquer deficiência.

A deficiência mental pode ser caracterizada por um quociente de inteligência (QI)


inferior a 70, média apresentada pela população, conforme padronizado em testes
psicométricos ou por uma defasagem cognitiva em relação às respostas esperadas para a
idade e realidade sociocultural, segundo provas, roteiros e escalas, baseados nas teorias
psicogenéticas.

Classificação da O§S (Organização §undial


Coeficiente intelectual DenominaçãoN vel cogniti
segundo Piaget
§enor de 20 Profundo Período Sensório-§otriz 0
Entre 20 e 35 Agudo grave Período Sensório-§otriz 0
Entre 36 e 51 §oderado Período Pré-operativo 2
Entre 52 e 67 Leve Período das Operações Concretas 7

Todos os aspectos citados anteriormente devem ocorrer durante o desenvolvimento


infantil para que um indivíduo seja diagnosticado como sendo portador de deficiência
mental.

Intensidade dos 9poios

Intermitente:

Apoio 'quando necessário'. Se caracteriza por sua natureza de episódios. Assim, a


pessoa não precisa sempre de apoio ou requer apoio de curta duração durante momentos
de transição em determinados ciclos da vida (por exemplo, perda do emprego ou fase
aguda de uma doença). Este apoio pode ser de alta ou de baixa intensidade.

Limitado:

Apoios intensivos caracterizados por sua duração, por tempo limitado, mas não
intermitente. Podem requerer um menor número de profissionais e menor custo que
outros níveis de apoio mais intensivos (por exemplo, treinamento para o trabalho por
tempo limitado ou apoios transitórios durante o período entre a escola e a vida adulta).

Extenso:

Apoios caracterizados por sua regularidade (por exemplo, diária) em pelo menos em
algumas áreas (tais como na vida familiar ou na profissional) e sem limitação temporal
(por exemplo, apoio a longo prazo e apoio familiar a longo prazo)

Generalizado:

Apoios caracterizados por sua constância e elevada intensidade, proporcionados em


diferentes áreas, para proporcionar a vida. Estes apoios generalizados exigem mais
pessoal e maior intromissão que os apoios extensivos ou os de tempo limitado. "

Dados Estat sticos

Segundo a Organização §undial de Saúde, 10% da população em países em


desenvolvimento, são portadores de algum tipo de deficiência, sendo que metade destes
são portadores de deficiência mental.

Causas e Fatores de Risco

As causas e os fatores de risco que podem levar à instalação da deficiência mental são
inúmeros e muitas vezes não se chega a definir a causa da deficiência mental. Citaremos
alguns fatores de risco que podem levar a deficiência mental:
Fatores de Risco e Causas Pré Natais.

Incidem desde a concepção até o início do trabalho de parto como:

c desnutrição materna;
c má assistência à gestante;
c doenças infecciosas: sífilis, rubéola, toxoplasmose;
c tóxicos: alcoolismo, consumo de drogas, efeitos colaterais de medicamentos
(medicamentos teratogênicos), poluição ambiental, tabagismo;
c genéticos: alterações cromossômicas (numéricas ou estruturais), ex. : Síndrome
de Down, Síndrome de §atin 6ell; alterações gênicas, ex.: erros inatos do
metabolismo (fenilcetonúria), Síndrome de Williams, esclerose tuberosa, etc.

Fatores de Risco e Causas Periantos.

Incidem do início do trabalho de parto até o 30º dia de vida do


bebê como:

c má assistência ao parto e traumas de parto;


c oxigenação cerebral insuficiente;
c Prematuridade e baixo peso;
c Icterícia grave do recém nascido.

Fatores de Risco e Causas Pós Natais.

Incidem do 30º dia de vida até o final da adolescência e podem


ser:

c Desnutrição, desidratação grave, carência de


estimulação global;
c Infecções: meningoencefalites, sarampo, etc. ;
c Intoxicações exógenas (envenenamento): remédios,
inseticidas, produtos químicos (chumbo, mercúrio,
etc.);
c Acidentes: trânsito, afogamento, choque elétrico,
asfixia, quedas, etc.
c Infestações: neurocisticircose (larva da d 
).

Como Identificar:

c Atraso no desenvolvimento neuro-psicomotor (a criança demora para firmar a


cabeça, sentar, andar, falar.
c Dificuldade no aprendizado (dificuldade de compreensão de normas e ordens,
dificuldade no aprendizado escolar).

Diagnóstico:
O diagnóstico, sempre que possível, deve ser feito por uma equipe multiprofissional,
composta pelo menos de um assistente social, um médico e um psicólogo que atuando
em equipe possuem condições de avaliar o indivíduo em sua totalidade.
c assistente social - analisará os aspectos sócio culturais
c médico - analisará os aspectos biológicos

c psicólogo - avaliará os aspectos psicológicos e nível de deficiência mental.

Após as avaliações, em reunião, todos os aspectos devem ser discutido em conjunto


pelos profissionais que atenderem o caso, para as conclusões finais e diagnóstico,
definindo as condutas a serem tomadas.

Acreditamos que com essa sistemática de trabalho em equipe, é bem mais fácil a
orientação da família que, entendendo as potencialidades do filho e suas necessidades
poderá participar e cooperar no tratamento proposto. A participação da família é
fundamental no processo de atendimento à pessoa com deficiência mental.

6ibliografia

c LUCKASSOë, R  . §ental retardion: definition, classification and systems


of supports. 9ª ed. Washington, AA§R, c1992, 1997.
c §AëUAL DIAGë STICO E ESTATÍSTICO DE TRAëSTORëOS
§EëTAIS. DS§-IV. Trad. De Dayse 6atista. 4.ed. Porto Alegre, Artes
§édicas, 1995.
c KRYëSKI, S.  . ëovos rumos da deficiência mental, São Paulo, Sarvier,
1983
c FEDERAÇÃO DAS APAES DO ESTADO DE SÃO PAULO, Prevenção - a
única solução, São Paulo, APAE, 1991.
c VERDUGO, §. A. El cambio de paradigma en la concepcion del retraso mental:
la nueva definicion de la AA§R. Ciclo Cero, Vol. 25(3). Pág.5-25, 1994.
c §ATOS, C. J. 6. de; Gorla, J. I.; Gonçalves, H. R. Crescimento e
desenvolvimento físico de portadores de deficiência mental da APAE de
Umuarama ± PR. Endereço eletrônico:
http://www.efdeportes.com/efd51/apae.htm, acessado em 15/09/2005.
c TE§6E, F. §. A Criança portadora da deficiência mental e a educação.
  
 , Volumen ëo. 12 Enero-§arzo 2002. Endereço eletrônico:
http://www.disabilityworld.org/01-03_02/spanish/ninos/educationport.shtml,
acessado em 15/09/2005
c

Jbesidade Infantil e na 9dolescência

A obesidade não é mais apenas um problema estético, que


incomoda por causa da ³zoação´ dos colegas. O excesso
de peso pode provocar o surgimento de vários problemas
de saúde como diabetes, problemas cardíacos e a má
formação do esqueleto.

Cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem


de problemas de obesidade, e oito em cada dez
adolescentes continuam obesos na fase adulta.

As crianças em geral ganham peso com facilidade devido


a fatores tais como: hábitos alimentares errados,
inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios
psicológicos, problemas na convivência familiar entre
outros.

As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande


quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre é
verdadeira, pois em geral as crianças obesas usam
alimentos de alto valor calórico que não precisa ser em
grande quantidade para causar o aumento de peso.
Consumo demasiado de alimentos gordurosos
Como exemplo podemos citar os famosos sanduíches
(hambúrguer, misto-quente, cheesburguer etc.) que as
mamães adoram preparar para o lanche dos seus filhos,
as batatas fritas, os bife passados na manteiga são os
verdadeiros vilãs da alimentação infantil, vindo de
encontro ao pessoal da equipe de saúde que condenam
estes alimentos expondo os perigos da má alimentação
aos pais onde alguns ainda pensam que criança saudável
é criança gorda. As crianças costumam também a imitar
os pais em tudo que eles fazem, assim sendo se os pais
tem hábitos alimentares errados, acaba induzindo seus
filhos a se alimentarem do mesmo jeito.
Falta de atividades f sicas
A vida sedentária facilitada pelos avanços tecnológicos
(computadores, televisão, videogames, etc.), fazem com
que as crianças não precisem se esforçar fisicamente a
nada. Hoje em dia, ao contrário de alguns anos atrás, as
crianças devido a violência urbana a pedido de seus pais,
ficam dentro de casa com atividades que não as
estimulam fazer atividades físicas como correr, jogar
bola, brincar de pique etc., levando-as a passarem horas
paradas enfrente a uma tv ou outro equipamento
eletrônico e quase sempre com um pacote de biscoito ou
um sanduíche regados a refrigerantes. Isto é um fator
preocupante para o desenvolvimento da obesidade.
9nsiedade
ëão são apenas os adultos que sofrem de ansiedade
provocados pelo stress do dia a dia. Os jovens também
são alvos deste sintoma, causados, por exemplo, por
preocupações em semanas de prova na escola ou pela
tensão do vestibular, entre outros. A ansiedade os faz
comer mais.É como se fosse uma comilança compulsiva,
sem fome.

Psiquiatras afirmam que por trás de um obeso sempre


poderá existir um problema psicológico, agravando-se
devido a nossa cultura onde a sociedade exclui os
gordinhos de várias brincadeiras devido a sua situação.
Isso só leva a criança ou adolescente a piorar porque
quase sempre são tímidas e sentem-se envergonhadas,
acabam se isolando e fazendo da alimentação uma
³fuga´ da realidade, isto é, quanto mais rejeitado, mais
ansiosos mais comem.
Depressão

Pessoas com sintomas de depressão, sofrem alterações


no apetite podendo emagrecer ou engordar. Algumas
pesquisas comprovaram que a pessoa deprimida,
geralmente não pratica atividades físicas e come mais
doces, principalmente, o chocolate.

Fatores hormonais

A obesidade pode ainda ter correlação com variações


hormonais tais como: excesso de insulina; deficiência do
hormônio de crescimento; excesso de hidrocortizona, os
estrógenos etc.

Fatores Genéticos

Algumas pesquisas já revelaram que se um dos pais é


obeso, o filho tem 50% de chances de se tornar gordinho,
e se os dois pais estão acima do peso, o risco aumenta
para 100%. A criança que tem pais obesos corre o risco
de se tornar obesa também porque a obesidade pode ser
adquirida geneticamente.

Você já prestou atenção e que tem sempre alguém gordinho na sua turma ou entre os
seus amigos do bairro?

Isso indica que a obesidade é um risco cada vez mais presente na vida dos jovens de
hoje em dia, o que é muito preocupante. Você sabia que nos anos 70, a relação de
brasileiros obesos entre 6 e 18 anos em condições acima do peso eram apenas 3%?

E o pior que nos últimos 30 anos o contingente de gordos aumentou 5 vezes, ou seja,
aproximadamente 6,5 milhões de crianças e adolescentes são obesos.

revenção é a palavra chave para evitar a obesidade. Aqui vão algumas dicas
recomendadas por médicos e nutricionistas para que você se previna contra esse mal e
tenha uma vida sempre saudável:

c Seguir uma alimentação balanceada, rica em


frutas, legumes e verduras.

c Respeitar os horários das refeições e não beliscar


guloseimas entre um intervalo e outro.

c Evitar alimentos gordurosos, como doces, frituras


e refrigerantes

c Praticar atividades físicas, sejam esportes no


colégio ou academia, desde que seja
orientado por um profissional. Caminhar é a
melhor pedida, pois qualquer pessoa pode

c 6eba bastante água, pelo menos 2 litros por dia.


A água é importantíssima
no bom desempenho das funções do
organismo.Principalmente para quem pratica
atividades físicas, pois mantém o corpo sempre
hidratado.
A obesidade é um problema grave e deve ser encarado com cuidado. Se você está ou
conhece alguém que esteja acima do peso, deve procurar ajuda médica, pois as causas
da obesidade podem ter diversas origens desde hábitos irregulares até fatores genéticos
e hormonais. Quanto mais cedo for tratado, maiores são as chances de cura. §as não se
esqueça que o mais importante é estarmos de bem com nós mesmos. Ter um corpo legal
depende do equilíbrio emocional e uma mente consciente.

Ivana xilva e Cássia Nunes


xindrome de Down

Para entender melhor o termo vamos tentar explicar por


partes começando pela origem do nome da síndrome.

x ndrome ± Conjunto de características que prejudicam de


algum modo o desenvolvimento do indivíduo.

Down ± Sobrenome do médico que descreveu esta


síndrome John Langdon Down .

A Síndrome de Down também pode ser chamada de


trissomia do 21 e as pessoas que a possuem de trissômicos .
Freqüentemente, a Síndrome de Down é chamada de
"mongolismo" e as pessoas que a apresentam de
"mongolóides". Todavia, estes termos são totalmente
inadequados preconceituosos, criados a partir de descrições
incorretas realizadas no passado e, por isso, devem ser
evitados .

A síndrome de down é um atraso no desenvolvimento, das


funções motoras do corpo e das funções mentais, o bebê é
pouco ativo e ³molinho´ (hipotonia).

Causas

Dentro de cada célula do nosso corpo, estão os cromossomos, responsáveis pela cor dos
olhos, altura, sexo e também por todo o funcionamento e forma de cada órgão do corpo
interno, como o coração, estômago, cérebro, etc. Cada uma das células possui 46
cromossomos, que são iguais, dois a dois, quer dizer, existem 23 pares ou duplas de
cromossomos dentro de cada célula. Um desses cromossomos, chamado de nº21 é que
está alterado na Síndrome de Down. A criança que possui a Síndrome de Down, tem um
cromossomo 21 a mais, ou seja, ela tem três cromossomos 21 em todas as suas células,
ao invés de ter dois. É a trissomia 21. Portanto a causa da Síndrome de Down é a
trissomia do cromossomo 21. Podemos dizer que é um acidente genético. Esse erro não
está no controle de ninguém.

Conseqüências

Em face de hipotonia do bebê, este é mais quieto, apresenta dificuldade para sugar,
engolir, sustentar a cabeça e os membros.

A abertura das pálpebras é inclinada como parte externa mais elevada, e a prega, no
canto interno dos olhos é como nas pessoas da raça amarela. Tem a língua protusa (para
fora da boca). Em 40% dos casos são encontradas cardiopatias. Sua estatura é baixa.
Apresenta um rebaixamento intelectual.

ëão há cura para esta síndrome, ela é uma anomalia das próprias células, por isso não
exite meio algum de cura até o momento.

Como forma de tratamento pode-se iniciar a partir do 15º dia do nascimento programas
de estimulação precoce que propiciem ao bebê seu desenvolvimento motor e intelectual.

6ibliografia

PUECHEL, S. ± Síndrome de Down Guia Para Pais e Educadores. 4º ed. Campinas:


Papitus, 1993.

§AëTOAë, E. T. §. Essas Crianças Tão Especiais. ± §anual para Solicitação do


Desenvolvimento de Crianças Portadoras da Síndrome de Down, Corde (Coordenação
ëacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência) ± 6rasília, 1993.

TELFORD, C. W., Sawrey, J. §. O indivíduo Excepcional - 5ª Edição

Texto de Ivana xilva, revisado por Cássia Nunes


x ndrome do Usher

A comunicação com o tato facilita a vida dos portadores da


doença, que afeta a audição e a visão.

De origem genética, a síndrome tem graus variáveis se


associando a surdez, presente já no nascimento, com a perda
gradual da visão, que se inicia na infância ou na adolescência. A
cegueira, parcial ou total, é causada pela retinose pigmentar, mal
que pode atingir até não-portadores.

A doença afeta primeiro a visão noturna e depois a periférica,


das laterais, preservando por mais tempo a central. Causa
também sensibilidade a excesso de luminosidade.

EXIxTEM QU9TRJ TIPJx DE xNDRJME DE UxER


USHER TIPO I Provoca surdez profunda de nascime
pigmentar, cegueira noturna com per
equilíbrio.
USHER TIPO II Provoca surdez leve a moderada, não
com retinose pigmentar no início na
cegueira noturna e com perda de equ
maioria dos casos na fase adulta.
USHER TIPO III Provoca surdez neuro-sensorial cong
progressiva, isto é, nascem com uma
com ligeira perda, que aos poucos va
Apresentam também retinose pigmen
noturna que aparece na infância, com
equilíbrio.
USHER TIPO IV É um tipo mais raro , afeta apenas 10
população acometida pela Síndrome

Embora esta síndrome seja incurável, é possível suavizar ou espaçar alguns de seus
efeitos. ëos casos de surdez parcial pode-se atenuar com cirurgias e aparelhos auditivos.
Os óculos também podem ser mais adequados, incluindo os de visão subnormal. A
retinose pigmentar costuma ainda ter problemas associados, como catarata e edema
macular, que podem ser operados, permitindo que a pessoa enxergue melhor por mais
tempo.

O importante é diagnosticar precocemente esta síndrome para que se possa tomar


medidas no sentido de amenizar ou mesmo retardar as seqüelas desta doença. ëos casos
de qualquer sintoma relacionado à surdez e a visão na infância, precisa-se estar atento ,
para identificar a presença da Síndrome de Usher.

6ibliografia:

c Swaricz, W. 6.; 6onfim, R. O. do; Dias, S. §. S. Você sabe o que é Síndrome


de USHER? Universidade Tuiuti do Paraná Centro de Reabilitação"Sydnei
Antonio" ± CRESA
c A6REU, §, Chies §A, Abreu G. Síndrome de Usher: novos conceitos. Arq Inst
Penido 6urnier 1997;39:13-21.
c FISH§Aë, G. A .Kumar A, Joseph §E, Torok ë Anderson RJ. Usher¶s
syndrome. Ophthalmic and neuro-otologic findings suggesting genetic
heterogeneity. Arch Ophthalmol 1983;101:1367-74.
c HECKEëLIVELY R.P. Jr. Syndromes. Philadelphia: J 6 Linppincott; 1988.
p.221-38.
c CARR, R.E., Heckenlively RP Jr. Hereditary pigmentary degenerations of the
retina In: Tasman W, Jaeger EA editors. Duaneµs clinical ophthalmology
[monograph on CD-RO§. 4th ed. Philadelphia: Linppincott; 1993. v.3, cap. 24.
c FEDER§Aë, J. L., Gouras P, Schubert H, Slusher §§, Vrabec TR. Hereditary
and primary degenerations In: Retina and vitreous. St. Louis: §osby; 1994.
cap.8. p.8.11-8.16.
c PIAZZA, L, Fishman G.A, Farber §, Derlack D, Anderson RJ. Visual acuity
loss in patients with Usher¶s syndrome. Arch Ophthalmol 1986;104:1336-9.

Texto de Ivana xilva


x ndrome de Williams

J que é?

A Síndrome de Williams também conhecida como


síndrome Williams-6euren é uma desordem genética que,
talvez, por ser rara, freqüentemente não é diagnosticada.
Sua transmissão não é genética. O nome desta síndrome
vem do médico, Dr. J.C.P. Williams que a descreveu em
1961 na ëova Zelândia e pelo Dr. A. J. 6euren da
Alemanha em 1962 .

Acometendo ambos os sexos, na maioria dos casos infantis


(primeiro ano de vida), as crianças têm dificuldade de se
alimentar, ficam irritadas facilmente e choram muito.

A síndrome de Williams é uma doença caracterizada por


"face de gnomo ou fadinha´, nariz pequeno e empinado,
cabelos encaracolados, lábios cheios, dentes pequenos e
sorriso freqüente. Estas crianças normalmente têm
problemas de coordenação e equilíbrio, apresentando um
atraso psicomotor. Seu comportamento é sociável e
comunicativo embora utilizem expressões faciais, contatos
visuais e gestos em sua comunicação.

Embora comecem a falar tarde, por volta dos 18 meses,


demonstram facilidade para aprender rimas e canções,
demonstrando muita sensibilidade musical e
concomitantemente boa memória auditiva.

Seu desenvolvimento motor é mais lento. Demoram a


andar, e tem grande dificuldade em executar tarefas que
necessitem de coordenação motora tais como: cortar papel,
desenhar, andar de bicicleta, amarrar o sapato etc..
Tratamento e Prevenção das Complicações

É muito importante identificar portadores desta síndrome


logo na primeira infância, pois, tem influência em diversas
partes do desenvolvimento cognitivo, comportamental e
motor.

As medidas preventivas devem-se iniciar logo após o


diagnóstico com um estudo minucioso para descarte de
anomalias do coração e rins. É necessário monitorar
freqüentemente a hipertensão arterial, incluindo a avaliação
da tensão arterial nos quatro membros.

A otite crônica exige avaliações auditivas freqüentes e


quando necessário o envio para uma consulta de
otorrinolaringologia. O tratamento de problemas dentários
necessita da profilaxia da endocardite. Face às infecções
urinárias freqüentes torna-se necessário avaliar a função
renal periodicamente e realizar um estudo minucioso na
infância e na adolescência.

ëa adolescência, para além de se manter a vigilância dos


sistemas já descritos, deve-se pesquisar a presença de
escoliose e contratura das articulações. Os problemas
alimentares observados nos mais novos são ultrapassados,
sendo a obesidade encontrada em 29% dos adultos. O
comportamento e aproveitamento escolar, quando
problemáticos carecem de medidas de apoio. A ansiedade
pode estar associada à úlcera péptica e a litíase biliar é um
diagnóstico possível em doentes com dores abdominais.

Personalidade e comportamento

ëas crianças portadoras desta síndrome é grande a


sociabilidade, entusiasmo, grande sensibilidade, tem uma
memória fantástica para pessoas, nomes e local; ansiedade
medo de alturas, preocupação excessiva com determinados
assuntos ou objetos, distúrbios do sono, controle do
esfíncter É normal crianças com esta síndrome serem
amigas de adultos e procurarem a companhia deles ao
mesmo tempo tem dificuldade em fazer amizades outras
crianças da sua idade. §uitas crianças com esta síndrome
demonstram medo ao escutarem ruídos de bater palmas,
liquidificador, avião, etc., por serem hipersensíveis ao som.

Referências 6ibliográficas:

c §ACHADO, §. T.,  . Achados ëeuro-Urológicos da Síndrome de Williams:


Relato de Caso. Arquivos de ëeuro-Psiquiatria, 1998, 56 (3-b): 683-687.
c EWART A.K.;  : A human vascular disorder, supravalvular aortic stenosis,
maps to chromosome 7. 0
   90:3226-30, 1993.
c FRAëGISKAKIS J. §.;   Lim-kinase hemizigosity implicated in impaired
visuospatial constructive cognition. Cell 86:59-69, 1996.
c DUTLY, F , Schnitzel, A: Unequal interchromosomal rearrangements may
result in elastin gene deletions causing Williams 6euren syndrome. Hum §ol
Genet 12:1893-98, 1993.
c ASHKAë LASHKARI, 6.S.,  . Williams- 6euren Syndrome: An update and
review for the primary Physician. Clinical Pediatrics, 1999; 38: 189-208.

Texto de Ivana xilva

ExCLERJxE TU6ERJx9

Doença rara e pouco conhecida de difícil diagnóstico. Em muitos casos de Esclerose


Tuberosa os portadores são tardiamente diagnosticados e a falta de informação dificulta
o tratamento de seus sintomas.

A Esclerose Tuberosa, também conhecida como Síndrome de 6ourneville-Pringle ou


Epilóia, é uma desordem genética e, portanto, uma doença não contagiosa, causada por
anomalias nos genes TSC1 ou TSC2, dos cromossomos 9 e 16, respectivamente.

Inicialmente a Esclerose Tuberosa foi descrita no sistema nervoso central por


6ourneville, em 1880.

É uma doença degenerativa, causadora de tumores benignos, que pode afetar diversos
órgãos, especialmente cérebro, coração, olhos, rins, pele e pulmões.

As manifestações clínicas da doença podem variar dependendo do grau de


acometimento dos órgãos afetados. Podendo surgir lesões na pele, nos ossos, dentes,
rins, pulmões, olhos, coração e sistema nervoso central.

As lesões dermatológicas se apresentam sob a forma de nódulos de cor vermelha ou


cereja geralmente na região facial. As lesões retinianas afetam as camadas superficiais
da retina e as lesões cerebrais podem ser tumores e calcificações na região dos
ventrículos cerebrais.

É uma doença rara, de tendência evolutiva que pode afetar ambos os sexos de todas as
raças e grupos étnicos.

Ao primeiro sinal de depressão, os pais devem acolher a criança e encaminhá-la a um


profissional o mais rápido possível. ëa maioria das vezes, o apoio da família e a
psicoterapia são suficientes. Somente a partir dos 6 anos de idade, é necessário, em
alguns casos, intervir com medicamentos. A depressão infantil desencadeia várias
outras doenças tais como: anorexia, bulimia, etc.
Quadro Cl nico

A Esclerose Tuberosa é caracterizada por Deficiência §ental, epilepsia e erupção


facial tipo adenoma sebáceo. Devido a tais características a doença também foi
chamada de epilóia.

epil = epilepsia

oi = oligofrenia ==> Epiloia

a = adenoma

Os sintomas da Esclerose Tuberosa são o aparecimento de neoplasias benignas em um


ou mais órgãos, sendo o sistema nervoso central e retina, pele, coração e rins os mais
comuns de serem afetados. Tumores cerebrais no Sistema ëervoso Central também
podem ocorrer em casos confirmados da doença, aparecendo até aos 20 anos de idade
do paciente.

Esclerose Tuberosa aparece no sistema nervoso central através de tumores benignos e


nódulos.

As variações de sintomas entre pacientes são muitas, mas, os mais comuns são as crises
epiléticas, incluindo também o Retardo §ental ou a hidrocefalia secundária. A
Deficiência §ental pode estar ausente em cerca de 30% dos casos, mas as convulsões,
de difícil controle, aparecem em cerca de 80%, começando antes dos 5 anos de idade.

Os exames que se pode fazer para constatação e acompanhamentos da Esclerose


Tuberosos são os exames genéticos de Cariótipo, a Tomografia Craniana
Computadorizada, Ressonância §agnética ëuclear e Craniografia.
Tratamento:

Ainda não há cura para essa síndrome, apenas tratamento para seus sintomas, mas há
muito a ser feito para melhorar a qualidade de vida do portador. O tratamento é
sintomático, isto é, procura-se sanar os sintomas que se manifestam, e normalmente é
acompanhado da aplicação de anticonvulsivantes no intuito de se controlar as crises
convulsivas presentes na maioria dos casos.

Além das medicações convencionais, diversas formas de terapias já mostraram


resultados positivos, como o shiatsu, o reiki e as freqüências de brilho que trazem
benefícios que variam de quadro para quadro, mas podem ser sensíveis em alguns
casos. Terapias como a Homeopatia, a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional têm sido
um ganho enorme junto aos pacientes portadores da doença.

6ibliografia:

c 6ALLOëE G.J. - Esclerose Tuberosa - in. 0  , Internet, disponível em


http://sites.uol.com.br/gballone/infantil/dm2.html acessado em 13 de outubro de
2005.

c KATO, §.; WICHERT-AëA, L.; GARZOë, E.; TERRA, V.C.; VELASCO,


T.R.; FERëAëDES, R.§.F.; IASIGI, ë.; SAëTOS, A.C.; §ACHADO, H.R.;
SAKA§OTO, A.C.  Esclerose Tuberosa: Sensibilidade do Spect Ictal na
Avaliação do Foco Epileptogênico in u u  
 
 
  Serviço de §edicina ëuclear, Departamento do ëeurologia,
Psiquiatria e Psicologia §édica & Centro de Cirurgia de Epilepsia & CIREP
Hospital das Clínicas da Faculdade de §edicina, de Ribeirão Preto ± USP;

Deficiência 9uditiva
Deficiência auditiva é considerada como a diferença
existente entre a desempenho do indivíduo e a habilidade
normal para a detecção sonora de acordo com padrões
estabelecidos pela American ëational Standards Institute
(AëSI - 1989).

Considera-se, em geral, que a audição normal


corresponde à habilidade para detecção de sons até 20 d6
ë.A (decibéis, nível de audição).

A audição desempenha um papel principal e decisivo no


desenvolvimento e na manutenção da comunicação por
meio da linguagem falada, além de funcionar como um
mecanismo de defesa e alerta contra o perigo que
funciona 24 horas por dia, pois nossos ouvidos não
descansam nem quando dormimos.
Tipos de Deficiência 9uditiva:

1.c Condutiva :

Quando ocorre qualquer interferência na


transmissão do som desde o conduto
auditivo externo até a orelha interna. A
grande maioria das deficiências auditivas
condutivas pode ser corrigida através de
tratamento clínico ou cirúrgico. Esta
deficiência pode ter várias causa, entre
elas pode-se citar: C orpos estranhos no
conduto auditivo externo, tampões de
cera , otite externa e média, mal
formação congênita do conduto auditivo,
inflamação da membrana timpânica,
perfuração do tímpano, obstrução da
tuba auditiva, etc.

c xensório-Neural :

Quando há uma impossibilidade de


recepção do som por lesão das células
ciliadas da orelha interna ou do nervo
auditivo. Este tipo de deficiência
auditiva é irreversível. A deficiência
auditiva sensório-neural pode ser de
origem hereditária como problemas da
mãe no pré-natal tais como a rubéola,
sífilis, herpes, toxoplasmose, alcoolismo,
toxemia, diabetes etc. Também podem
ser causadas por traumas físicos,
prematuridade, baixo peso ao
nascimento, trauma de parto, meningite,
encefalite, caxumba, sarampo etc.

c Mista :

Quando há uma alteração na condução


do som até o órgão terminal sensorial
associada à lesão do órgão sensorial ou
do nervo auditivo. O audiograma mostra
geralmente limiares de condução óssea
abaixo dos níveis normais, embora com
comprometimento menos intenso do que
nos limiares de condução aérea.

4. Central ou xurdez Central :

Este tipo de deficiência auditiva não é,


necessariamente, acompanhado de
diminuição da sensitividade auditiva,
mas manifesta-se por diferentes graus de
dificuldade na compreensão das
informações sonoras. Decorre de
alterações nos mecanismos de
processamento da informação sonora no
tronco cerebral (Sistema ëervoso
Central).

Em 1966 Davis e Silverman, os níveis de


limiares utilizados para caracterizar os
graus de severidade da deficiência
auditiva são:

c Audição ëormal ± Limiares entre


0 a 24 d6 nível de audição.
c Deficiência Auditiva Leve ±
Limiares entre 25 a 40 d6 nível
de audição.
c Deficiência Auditiva §oderna ±
Limiares entre 41 e 70 d6 nível
de audição.
c Deficiência Auditiva Severa ±
Limiares entre 71 e 90 d6 nível
de audição.
c Deficiência Auditiva Profunda ±
Limiares acima de 90 d6.

Entre os muitos instrumentos usados


para comunicação não oral, figura a
linguagem dos sinais, criada por um
monge beneditino francês, morador de
um mosteiro onde imperava a lei do
silêncio. Adotada há mais de cem anos,
no 6rasil é chamada de Libras.

Segundo a Federação ëacional de


Educação e Integração de Surdos ±
Feneis, um indivíduo que já tenha
nascido com deficiência auditiva pode
levar um ano para aprender a linguagem.
Já alguém que ouve bem ou que perdeu a
capacidade auditiva depois de adulto,
pode levar um pouco mais de tempo para
aprender, por ter se habituado à
linguagem oral.

6ibliografia:

c 6ESS, F. H. E HU§ES, L. E.; 1995 Audiology: The Fundamentals. 6altimore


Williams & Wilkins

c Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Coordenadoria de Estudos a


ëormas Pedagógicas, J Que Você xabe xobre Deficiência 9uditiva; Guia de
Jrientação aos Pais, São Paulo, SE/ CEëP, 1985.

c MJNDELLI, M. F. C. G. , 6EVIL9CQU, M. C.; Estudo da deficiência


auditiva das crianças do HRAC-USP, 6auru-SP: subsídios para uma política de
intervenção. x  

V.8, ë.3 Ed. §oreira Jr; Outubro de 2002

Deficiência Visual
É uma situação irreversível de diminuição da
resposta visual, em virtude de causas congênitas ou
hereditárias, mesmo após tratamento clínico e/ ou
cirúrgico e uso de óculos convencionais. A
deficiência visual inclui dois grupos: cegueira, visão
subnormal.

Cegueira

Têm somente a percepção da luz ou que não têm


nenhuma visão e precisam aprender através do
método 6raille e de meios de comunicação que não
estejam relacionados com o uso da visão. Deverá, no
entanto, ser incentivado a usar seu resíduo visual nas
atividades de vida diária sempre que possível.

Visão xubnormal ou 6aixa Visão

É considerado portador de baixa visão aquele que


apresenta desde a capacidade de perceber
luminosidade até o grau em que a deficiência visual
interfira ou limite seu desempenho. Sua
aprendizagem se dará através dos meios visuais,
mesmo que sejam necessários recursos especiais.

Tanto a cegueira total quanto a visão subnormal pode


afetar a pessoas em qualquer idade. 6ebês podem
nascer sem visão e outras pessoas podem tornar-se
deficientes visuais em qualquer fase da vida.

Ela também ocorre independentemente de sexo,


religião, crenças, grupo étnico, raça, ancestrais,
educação, cultura, saúde, posição social, condições
de residência ou qualquer outra condição específica.

A deficiência visual interfere em habilidades e


capacidades e afeta não somente a vida da pessoa que
perdeu a visão, mas também dos membros da família,
amigos, colegas, professores, empregadores e outros.
O mais importante é criar o ambiente propício para a
criança com deficiência visual conseguir alcançar um
desenvolvimento compatível com o estágio de vida
que se encontrar até que possa ter a capacidade de se
tornar independente e ativa socialmente. Para tanto é
extremamente importante que pais, amigos,
professores e profissionais de saúde formem uma
"equipe humana" onde cada um terá seu papel na
estimulação precoce da criança, inserindo-a
verdadeiramente na circunstância social em que se
encontre.

c Causas:

Através de acidentes com ferimentos,


envenenamento, ou doenças tais como: tracoma,
oftalmia neonatorum, xerofatalmia e fibroplasia
retrolental.

c Tratamento:

Deverá ser precoce com atendimento educacional


adequado e programas especializados para que a
criança tenha uma vida independente, completa e
produtiva.
6ibliografia:

HADDAD, §. A. O.; SEI, §.; 6RAGA, A. P.; Perfil da Deficiência Visual em


Crianças e dolescentes disponível em:
http://www.icevi.org/publications/icevix/wshops/0348.html 6RUëO, §. §. G.; 
  
 
  
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Depressão Infantil
Ao contrário do que muitos pensam, criança também sofre de depressão. A depressão
que sempre pareceu um mal exclusivo dos adultos hoje em dia afeta cerca de 2% das
crianças e 5% dos adolescentes do mundo.

Diagnósticar depressão é mais difícil nas crianças, pois os sintomas podem ser
confundidos com malcriação, pirraça ou birra, mau humor, tristeza e agressividade. O
que diferencia a depressão das tristezas do dia-a-dia é a intensidade, a persistência e as
mudanças em hábitos normais das atividades da criança.

Costuma manifestar-se a partir de uma situação traumática, tais como: separação dos
pais, mudança de colégio, morte de uma pessoa querida ou animal de estimação.

xintomas:

c Sentimentos de desesperança.
c Dificuldade de concentração, memória ou
raciocínio.
c Angústia.
c Pessimismo.
c Agressividade.
c Falta de apetite.
c Tronco arqueado.
c Falta de prazer em executar atividades.
c Isolamento.
c Apatia.
c Insônia ou sono excessivo que não satisfaz
c Desatenção em tudo que tenta fazer.
c Queixas de dores.
c 6aixa auto-estima e sentimento de inferioridade
c Idéia de suicídio ou pensamento de tragédias ou
morte.
c Sensação freqüente de cansaço ou perda de
energia
c Sentimentos de culpa.
c Dificuldade de se afastar da mãe.

Medos e aflições de abandono e rejeição.

Ao primeiro sinal de depressão, os pais devem acolher a criança e encaminhá-la a um


profissional o mais rápido possível. ëa maioria das vezes, o apoio da família e a
psicoterapia são suficientes. Somente a partir dos 6 anos de idade, é necessário, em
alguns casos, intervir com medicamentos. A depressão infantil desencadeia várias
outras doenças tais como: anorexia, bulimia, etc.

6ibliografia:

c ASSU§PÇÃO, F. 6. Jr.  % '


  (  . Pediatria Moderna. 28 (4), p.
323 ± 328, 1992.
c 6AëDIë, J. §.; et al.  % '
   )* +  
&  



  Jornal 6rasileiro de Psiquiatria. 44 (1), p. 27 ± 32, 1995.
c CHESS, S. e HASSI6I, §0 +%
 %& %      .Porto
Alegre: 9rtes Médicas, 1982.
c 6allone GJ,      %   , in. PsiqWeb, Internet, disponível
em http://www.psiqweb.med.br/, revisto em 2005.

Depressão na Adolescência
Durante tempos acreditou-se que os adolescentes, assim
como as crianças, não eram afetadas pela Depressão, já
que se supunha que esta faixa etária não tinha problemas
existenciais, pois, acreditava-se que a Depressão era uma
resposta emocional à problemática da vida, sendo assim
quem não tinha problemas não tinha Depressão.

Hoje em dia sabe-se que os adolescentes estão tão


vulneráveis à Depressão quanto os adultos e ela é um
distúrbio que deve ser encarado seriamente em todas as
faixas etárias e classes sociais. A Depressão interfere de
maneira extremamente significativa na vida, nas relações
sociais e no bem-estar geral do adolescente, e podem
levar ao suicídio se não for tratada. Todos nós
experimentamos sentimentos transitórios de tristeza em
alguma fase de nossa sobrevivência. Atualmente
confundem-se muito estes sentimentos que se achegam
em nossas vida e desaparecem sem tratamento algum,
isto não se trata da depressão.

Depressão é uma doença como tantas outras com


sintomas próprios, com duração e importância suficiente
para afetar e comprometer a vida de um adolescente em
todos os sentidos para se ter uma vida normal. Os
deprimidos não devem ser julgados como loucos ou
psicopatas.

O depressivo pode ter vários episódios de depressão no


decorrer de sua vida. §uitas pessoas apresentam sua
primeira crise depressiva durante a adolescência (entre os
13 e 18 anos).

Os adolescentes deparam-se com novas situações e várias


pressões sociais que favorecem os mais sensíveis e
sentimentais, a desenvolver quadros de depressão
demonstrando sintomas de confusão, solidão, rebeldia,
descontentamento, angústia etc.

As mudanças na fase da puberdade também são fatores


que podem ser responsáveis pelo desencadeamento da
depressão na adolescência, visto que há um certo
descontentamento quanto ao quadro físico nesta fase,
pois as meninas sonham com seios fartos, pernas bem
torneadas e grossas pele de bebê, por outro lado os
meninos sonham em ter barba, serem musculosos. Esse
desencontro com o que se é com o que se esperava ser,
podem desencadear dificuldades de adaptação, baixa
auto-estima, falta de aceitação pessoal causando também
problemas depressivos.

As novas relações sociais do adolescente, notadamente


com os pais e com seu grupo de amigos também podem
ser uma forte fonte de ansiedade e confusão ao sentir que
ninguém o entende. Os adolescentes em geral sempre se
acham injustiçados por tudo e por todos. Isto se agrava se
este adolescente estiver dentro de uma família mal
estruturada, ou que estaja passando por problemas tais
como separação dos pais, problemas econômicos,
violência doméstica, doença ou morte.

ëormalmente o adolescente comunica-se mais através da


ação, do que utilizando palavras, como por exemplo se
ele é cobrado para que estude e suas notas estiverem na
média ele se sente injustiçado e provavelmente terá uma
diminuição nas notas por conta de mostrar que suas notas
estavam dentro da média, o que seria bem mais fácil
dialogar. Sendo assim, na busca de uma soluções para
seus conflitos, os jovens podem recorrer às drogas, ao
álcool, à prostituição ou a agressividade na tentativa de
aliviar a ansiedade e encontrar tranqüilidade de vida.

A depressão pode também ser mascarada por doenças tais


como a anorexia nervosa, a bulimia.

ëormalmente os adolescentes deprimidos sentem-se


cansados, sonolentos, exaustos e tendem a dormir horas a
fio. Durante a crise depressiva o jovem tende a irritar-se
com facilidade, isola-se de todos, tem dificuldade de
concentração, perde o interesse por tudo, perde o prazer
de viver, de realizar atividade que antes eram de seu
interesse.

Tratamento

A primeira coisa a fazer é procurar ajuda de um


profissional capacitado para que o mesmo possa
diagnosticar a doença e então entrar com aconselhamento
e tratamento. O adolescente, os familiares e o médico
devem chegar a uma decisão sobre o tipo mais adequado
de tratamento para o paciente. Para alguns adolescentes,
o aconselhamento pode ser a única terapia necessária mas
para outros não é o suficiente sendo necessário o uso de
medicamentos juntamente com o aconselhamento que
envolve o adolescente e sua família sendo bastante
benéfico.

6ibliografia:

c WELLER, E. 6. e WELLER, R. A. Transtornos


depressivos em crianças e adolescentes. In:
Transtornos psiquiátricos na infância e
adolescência. Porto Alegre: Artes §édicas, 1992.
c 6AëDIë, J. §.; et al.  % '
   )*
 +  
&  


  .
Jornal 6rasileiro de Psiquiatria. 44 (1), p. 27 ± 32,
1995.
c 6AR6OSA, A. 6.; GAIÃO, A. de A.     
 % '
 
,- *  

.
Pediatria Moderna35 (2), p. 46-56, 1999.
c 6allone GJ,      %   , in.
PsiqWeb, Internet, disponível em
http://www.psiqweb.med.br/, revisto em 2005.

Transtorno Jbsessivo Compulsivo na Infância


O Transtorno obsessivo-compulsivo é a combinação
de obsessões e compulsões que nada mais é do que
a repetição de atos, rituais, atividades e pensamentos
recorrentes e insistentes que se caracterizam por
serem desagradáveis, repulsivos e contrários à
índole do paciente.

O quadro clínico do transtorno obsessivo-


compulsivo na infância ou na adolescência é
bastante semelhante ao do adulto, contudo existem
algumas características que diferem do infantil
valendo a pena fazer um estudo em separado do
assunto.

Inciando-se geralmente na infância crianças tentam


ocultar seus sintomas, assim como os adultos. É
diagnosticado através de um diálogo entre a criança
e alguém em quem ela confie e assim não será
difícil fazer o diagnóstico. O tratamento precoce
minimiza muito o prejuízo causado pelo ³TOC´
(Transtorno Obsessivo-compulsivo) que prejudica
principalmente na educação e na área de
relacionamentos.

Este transtorno leva o indivíduo a realizar atos,


rituais, pensamentos e atividades que não consegue
evitar realizar e quando não realizados, o paciente
passa por sintomas físicos tais como, palpitações,
tremores, suor excessivo e uma aflição brutal
achando que poderá acontecer algo de ruim para si
ou para outras pessoas podendo levá-lo a um quadro
de depressão.

ëa infância o quadro clínico do transtorno é bem


semelhante ao do adulto e assim como o adulto, as
crianças tentam ocultar os sintomas. Além de
prejudicar a educação e o relacionamento das
amizades pode se tornar uma doença crônica e
limitante.

A criança portadora deste transtorno é presa à seus


próprios pensamentos que chamamos de obsessão e
repetições de gestos que são as compulsões. Estes
pensamentos continuados geram angústia e
ansiedade e as ações compulsivas são uma tentativa
de controlá-los. Olhar-se no espelho repetidas vezes,
por exemplo, tem o objetivo trazido pelo
pensamento obsessivo de estar sempre gordo ou
magro demais. O paciente quando se olha no
espelho passa a angustia temporariamente e logo
surge o pensamento novamente, desencadeando
novamente as compulsões.

xintomas:

c Qualquer ritual diário de higiene,


repetitivo e exagerado.
•c Lavar as mãos
•c Escovar dentes
•c Tomar banho
c Repetição de ações.
•c Escrever a mesma palavra ou
texto.
•c Ler a mesma revista, jornal
ou livro.
c Checagens compulsivas.
•c Tarefa escolar.
•c Arrumação de brinquedos.
c Contagem
•c Contar as lâminas de uma
persiana várias vezes.
c Simetria
•c ëa arrumação de armários.
•c ëa arrumação de brinquedos.

ëormalmente, essas manias obsessivas consomem muito tempo, gerando angústia e


ansiedade tanto para a criança quanto para seus familiares.

Tratamento

Ao observar os sintomas citados acima se deve procurar a orientação de profissionais


qualificados, que trabalham com crianças, para fazer o diagnóstico, pois na maioria das
vezes, a criança não tomará iniciativa de queixar-se dos sintomas obsessivos
compulsivos. O profissional deverá recomendar psicoterapia acompanhada ou não de
uso de medicamentos.

6ibliografia

c KAPLAë & SADOCK; Manual de Farmacologia Psiquiátrica, 1993.


c LEVY, Daniela; Transtorno Obsessivo Compulsivo na Infância, in.Clube do
6ebe endereço eletrônico: http://www.clubedobebe.com.br/, acessado em 26 de
outubro de 2005.
c LOTUFO-ëETO, F. Distúrbio obsessivo-compulsivo e Depressão.ü
  
 
 0    , v. 42, n. 1, p. 29-32, 1993.
c §IGUEL, E.C. Transtornos do Espectro Jbsessivo-Compulsivo:
Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro: Editora Guanabara >

 , 1996.
c §ORAES, C. Tratamento do TJC Infantil, in. PsiqWeb, Internet, disponível

Síndrome de Angelman

Relatada pela primeira vez em 1965 pelo neurologista britânico, Dr. Harry Angelman ,
é um distúrbio neurológico causando Retardo §ental, alterações de comportamento e
características físicas próprias.

Por ser uma doença rara e pouco divulgada, esta doença genética compromete
substancialmente o diagnóstico por parte dos profissionais da saúde infantil e mesmo
da neuro-psiquiatria.

Diagnóstico

É feito, geralmente a partir do primeiro ano de vida por um pediatra, geneticista clínico
ou pelo neurologista que se baseiam na história do desenvolvimento motor,
desenvolvimento da fala, em relatos de movimentos atípicos incluindo tremores,
flapping das mãos, andar desequilibrado com as pernas rígidas, abertas e os braços
afastados do corpo na tentativa de melhorar o equilíbrio.

O paciente com esta síndrome tem um comportamento alegre, caracterizado com riso
fácil e freqüente, se comunicando com dificuldade em conseqüência da diminuição de
sua capacidade de expressão oral.
Sintomas:

c Problemas alimentares.
c Atraso em aprender a engatinhar, a sentar e a andar.
c Dificuldade ou ausência de fala.
c Dificuldade de aprendizado.
c Epilepsia.
c Eletroencefalograma anormal.
c §ovimentos anormais.
c ëatureza afetuosa, alegre e com sorriso freqüente.
c Transtornos no sono.
c Andar desequilibrado com as pernas abertas e rígidas.
c Tamanho da cabeça menor do que o normal, freqüentemente com achatamento
posterior.
c Traços faciais característicos (boca grande, queixo proeminente, dentes
espaçados, bochechas acentuadas, lábio superior fino, olhos fundos, tendência a
deixar a língua entre os dentes).
c Tem os cabelos finos, claros e a pele também bastante clara, normalmente são
confundidos com os albinos.
c Redução da pigmentação ocular (normalmente tem olhos claros).
c Estrabismo.
c Desvio de coluna.

Tratamento:

ëão há cura para a Síndrome de Angelman, mas, há alguns tratamentos para os seus
sintomas. A epilepsia pode ser controlada através do uso de medicação, a fisioterapia é
uma aliada importante para estimular as articulações prevenindo sua rigidez. Terapia
ocupacional ajuda a melhorar a motricidade fina e controlar a conduta motoro-bucal.
Terapias de comunicação e fonaudiologia também são essenciais para se trabalhar a
fala. A hidroterapia e musicoterapia também são muito utilizados na melhoria dos
sintomas desta síndrome. §odificação da conduta tanto em casa, quanto no colégio,
podem permitir que a criança possa desenvolver, ela mesma, a capacidade de realizar a
maioria das tarefas relacionadas com o comer, o vestir e realizar inclusive atividades de
casa, neste caso a ajuda, compreensão e paciência dos familiares é essencial para essa
conduta.

6ibliografia

c 6ALLOëE, G. J.Síndrome de Angelman in. PsiqWeb, Internet, disponível em


<http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/dm3.html> revisado em 2003.
Acessado em 10 de novembro de 2005.

c ORGAëIZAÇÃO §UëDIAL DE SAÚDE. Transtornos do desenvolvimento


psicológico.in Classificação dos transtornos mentais e de comportamento da
CID-10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes
§édicas. 1993:227-53

c PEëëER, K.A., et al. Communication, cognition, and social interaction in the


Angelman Syndrome. Am. J. §ed. Genet. 46:34- 9, 1993

c CA§ARGOS W. J; Aguiar, §; Leão, L. Síndrome de Angelman; 1994.

Texto: Ivana silva e Cássia ëunes

x ndrome de Prader Willi


Esta síndrome descrita em 1956 é de origem genética localizada no cromossomo 15
ocorrendo no momento da concepção. Afeta meninos e meninas em um complexo
quadro de sintomas, durante todas suas vidas, estes variando em presença e
intensidade de indivíduo para indivíduo. Um diagnóstico precoce, antes da
manifestação dos sintomas, principalmente a obesidade, tem trazido uma melhora na
qualidade de vida dos portadores nos últimos anos. §as ainda em caso de diagnósticos
tardio, uma série de cuidados pode ser iniciados, retornando na qualidade de vida dos
portadores.

6ebês com Síndrome de Prader Willi (PWS) apresentam baixo Apgar ao nascer,
dificuldade de sugar, choro fraco e são muito pouco ativos, dormindo a maior parte do
tempo. Raramente conseguem ser amamentados. Seu desenvolvimento neuro-motor é
lento, tardam a sentar, engatinhar e caminhar.

Os sintomas da síndrome variam de individuo para individuo e estão também


associados ao ambiente em que este vive, aos estímulos e ao acompanhamento
terapêutico e educacional que recebe, os principais sintomas são:
c Hiperfagia -
constante
sensação de fome
e interesse com
comida, que pode
surgir entre os 2 e
5 anos de idade e
levar a obesidade
ainda na infância.
c Hipotonia - atraso
nas fases típicas
do
desenvolvimento
psicomotor
quando bebês.
§ais tarde fraco
tônus muscular,
dificuldades com
alguns
movimentos,
equilíbrio, escrita,
uso de
instrumentos,
lentidão.
c Dificuldades de
aprendizagem e
fala.
c Instabilidade
emocional e
imaturidade nas
trocas sóciais.
c Alterações
hormonais - atraso
no
desenvolvimento
sexual.
c 6aixa estatura.
c Diminuição da
sensibilidade à
dor.
c §ãos e pés
pequenos.
c Pele mais clara
que os pais.
c 6oca pequena
com o lábio
superior fino e
inclinado para
baixo nos cantos
da boca.
c Fronte estreita.
c Olhos
amendoados e
estrabismo.

A obesidade manifestada por muitos portadores é conseqüência de um consumo


excessivo de calorias, pelo comportamento compulsivo em relação a comida, somado
a fatores metabólicos e pouca atividade física.A fome constante é provavelmente
causada por uma desordem do hipotálamo, no cérebro: durante uma refeição, a
"mensagem" de saciedade não é processada. E se não controlado esse acesso a
quantidade/composição da comida, o ganho de peso é rápido. Portadores desta
síndrome, em geral, necessitam algum nível de assistência ou supervisão em sua
alimentação, mesmo quando bem informados de sua condição de saúde.
Diferentemente por exemplo de portadores de diabetes.

§uitos efeitos relacionados aos sintomas podem ser amenizados com um diagnóstico,
que proporciona a chance de intervenções terapêuticas e educacionais; pelo
conhecimento e compreensão da síndrome pela família que deve buscar estruturar um
ambiente inclusivo, seguro, assistido e estimulador para o individuo se desenvolver;
e por um acompanhamento de saúde e educação adequada.

6ibliografia:

c PWS ASSOCIATIOë UK - 6abies and children with Prader-Willi Syndrome


2001 - IS6ë- 0 9521023 6 6
c 6ALLOëE, G.J. - Trastornos Alimentares, in. 0   , no endereço
eletrônico < http://www.psiqweb.med.br/anorexia.html>, revisto em 2003.
c ASOSIACIOë ESPAëOLA PRADER-WILLI, Guía familiar y profesional del
síndrome de PRADER-WILLI. Cada capitulo esta escrito por um especialista
en el tópico. 400 p.; 2001.

Texto de Ivana Silva revisado por Cássia ëunes


Síndrome de West
Esta síndrome é um tipo raro de epilepsia, chamada de "epilepsia mioclónica". Inicia-
se normalmente no primeiro ano de, sendo o sexo masculino mais afetado.

A síndrome de West é diagnosticada através de sinais clínicos e eletroencefalográficos:


atraso no desenvolvimento, espasmos físicos e traçado eletroencefalográfico com
padrão de hipsarritmia.

As características principais de um registro de EEG com hipsarritmia são:

c Desorganização marcante e constante da atividade basal;


c Elevada amplitude dos potenciais;
c Ondas lentas delta irregulares de voltagem muito elevada;
c Períodos, habitualmente breves, de poli ondas e polipontas-onda;
c Períodos de atenuação da voltagem que, em alguns casos, parece chegar ao
"silêncio" elétrico.

ëo quadro clínico consta-se o atraso no desenvolvimento e espasmos infantis. Os


espasmos são diferentes para cada criança. Podem ser tão leves no início que não são
notados ou pode-se pensar que são cólicas. Estes espasmos são traduzidos com
características de flexão súbita da cabeça, com afastamento dos membros superiores e
flexão da pernas, é comum o paciente soltar um grito por ocasião do espasmo. A crise
dura alguns segundos. ëormalmente estas crise ocorrem durante a vigília, podendo
chegar até a centena ou mais por dia.

6ibliografia

c AJURIAGUERR, J de - §anual de Psiquiatria Infantil . Ed Atheneu, 1992 ± 2ª


edição.
LIPPI, J. R. S.; ëeurologia Infantil. 1987.
c DYëSKI, §. K.; Atlas de Pediatria .
c DUlAC O, ET ALL ; Infantile spasms and West syndrome. London: Saunders.
1994.

Texto de Ivana Silva revisado por Cássia ëunes

x ndrome de utchinson-Gilford
Progeria ou Envelhecimento Precoce

É uma doença genética extremamente rara que


acelera o processo de envelhecimento em cerca
de sete vezes em relação à taxa normal. Uma
criança com 10 anos se parece com uma pessoa
de 70 anos. A palavra progeria é derivada do
grego e significa "prematuramente velho". A
expectativa média de vida das pessoas é de 14
anos para as meninas e 16 para os meninos.
Desde a sua identificação foram relatados cerca
de 100 casos. As vítimas de progeria nascem
bebês normais mas, por volta dos 18 meses,
começam a desenvolver sintomas de
envelhecimento precoce.

Caracter sticas

As principais características clínicas e


radiológicas incluem a queda do cabelo, perda
de gordura subcutânea, artrose estatura baixa e
magra, clavícula anormal, envelhecimento
prematuro, face estreita, pele fina e enrrugada,
puberdade tardia, sobrancelhas ausente, unhas
dos pés finas, voz anormal, lábios finos ,
osteoporose entre outras. A inteligência não é
afetada. A morte precoce é causada por
aterosclerose.

ëão há cura, e até a conclusão da pesquisa, no


final do ano passado, sua causa era
desconhecida. Agora, cientistas franceses e
norte-americanos descobriram que a doença
está ligada a um gene que controla a estrutura
do núcleo das células. ëeste caso as pesquisas
estão avançando para uma provável cura da
doença.
6ibliografia:

c 6ADA§E A*0
  . 9rch Dermatol 1989; 125: 540-4.
c 6EAUREGARD S, Giechrest 6A.  
 
%    . Dermatol
Clin . 1987;5: 109-21.

Texto de Ivana Silva revisado por Cássia ëunes

Deficiência em X-Frágil
A nome desta síndrome se dá ao fato de o cromossomo X de um indivíduo apresentar
uma falha na porção subterminal de seu braço longo, quando suas células são
cultivadas em condições de deficiência de ácido fólico ou que afetem o metabolismo
das bases nitrogenadas necessárias para a síntese do DëA. A esse cromossomo se dá
o nome de X frágil ± detectando-se essa falha no exame dos cromossomos diz-se que
o indivíduo com retardo mental tem a síndrome e do cromossomo X frágil.

A síndrome afeta tanto o sexo feminino quanto o masculino, sendo de maior


freqüência nos meninos e nas meninas o quadro clínico em geral é menos grave.

Esta síndrome é uma condição genética herdada que estes associados a problemas de
conduta, de aprendizagem e diversos graus de deficiência mental.

xintomas:

Os sintomas da Síndrome do X Frágil são diferentes entre os sexos.


xexo masculino:

c Região frontal algo protuberante.


c Face alongada
c Orelhas grandes e, freqüentemente, de implantação
baixa.
c §andíbula projetada para frente.
c Aumento do tamanho dos testículos.
c Desenvolvimento retardado da linguagem.
c Graves problemas de atenção.
c Conduta instável com momentos de carinho e
momentos de violência.
c Diminuição quanto ao padrão de personalidade,
aparecendo logo na primeira infância.
c Olhar evasivo.
c Comer unhas desde muito cedo.
c Flacidez muscular.
c Retardamento intelectual.
c Convulsões.

xexo feminino:

É freqüente encontrar esta síndrome no sexo feminino sendo que a maioria é


assintomática apresentando um quadro clínico dentro da normalidade. ëormalmente
a causa da procura ao médico seja pela dificuldade de aprendizagem ou desvios de
condutas.

Caracter sticas:

c As crianças portadoras de Síndrome do X Frágil apresentam alterações da fala


e da linguagem não conseguindo elaborar frases curtas.A fala é rápida em
ritmo desordenado, com volume alto e dificuldade na relação semântica.
c O aprendizado das crianças acometidas desta síndrome com retardo mental
dá-se, por estimulação visual e a maioria deles têm dificuldades variáveis para
a solução de problemas. O aprendizado está comprometido na maioria dos
casos.
c Tanto os adultos quanto as crianças portadores da Síndrome do X Frágil
apresentam freqüentemente problemas comportamentais.
c Oscilação do humor e momentos de agressividade são mais comuns em
meninos. Esta agressividade predomina nos pacientes adolescentes e adultos
jovens, incluindo aqui também as meninas.
c A ansiedade é também uma característica comum nos pacientes. Quando estes
se deparam com novas situações a ansiedade se manifesta podendo chegar a
ataques de pânico.

6ibliografia:

c 6ALLOëE, G.J. - + 
 
u.& - in. PsiqWeb, Internet, disponível
em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005. Site acessado em 14 de fevereiro
de 2006.
c YORK A; von Fraunhofer ë; Turk J; Sedgwick P - . ,u 
 

/ 0 
   */  1
/  
 %   

- J Intellect Disabil Res, 1999 Aug, 43 ( Pt 4):, 314-24.
c SCOZ, 6eatriz. Psicopedagogia e realidade escolar: problema de
aprendizagem. Petrópolis/RJ:Vozes, 1994.
c §ORGAëTE, A . V. - A Síndrome do Cromossomo X-Frágil. In: Estudos
9vançados-Coleção Documentos xérie Especial- Ciclo de Conferências
Temáticas - 1.3. Publ. USP On line. Janeiro/1997.
c SHARFEëAKER, S. Características del Habla y del Lenguagje en el
Síndrome X Frágil. In: El Síndrome X Frágil - Material Educativo de la
Fundación Nacional de X Frágil de Estados Unidos, p99 - 113. Publ.
I§SERSO. §adri, 1998.

Epilepsias
Conceito:

Condição caracterizada por espasmos repetitivos, não provocada por nenhuma causa
identificada. Crises múltiplas ocorridas em um período de 24 horas são consideradas
crise única.

As epilepsias afetam muitas pessoas no mundo. Os epiléticos constituem um grupo


heterogêneo de doenças e síndromes entre os quais um grupo importante apresenta o
sintoma de lesão cerebral, um segundo grupo as causas genéticas são dados
importante na patogenia e um terceiro grupo as causas ainda não foram
determinadas.

As crises epilépticas constituem as manifestações clínicas resultantes de uma


descarga anormal e excessiva de neuromas no cérebro. As manifestações clínicas
consistem em fenômenos anormais súbitos e transitórios que podem incluir
alterações da consciência, motoras, sensoriais, autonômicas ou eventos psíquicos,
percebidos pelo paciente ou por um observador.

Existem uma grande variedade de crises epilépticas, variando de paciente para


paciente a constância e forma dos ataques.

Atualmente classifica-se as crises epiléticas em dois grandes tipos:

c Parcial
•c Parcial Simples-
quando determinam
sintomas
elementares e a
c Generalizada
consciência não é
•c Generalizada de ausência-
prejudicada e o
caracteriza-se por lapsos
paciente percebe
de perda de consciência
sensações anormais
por alguns segundos. O
no corpo, tais como:
paciente parece estar
movimentos súbitos
desligado do mundo, os
de uma parte do
olhos podem apresentar
corpo, distorção na
movimentos circulares,
visão e audição, mal
bem como outros sintomas
estar, medo.
psicomotores automáticos.
Após esta crise a atividade
•c Parcial Complexas-
pode ser retomada
caracteriza-se por
imediatamente sendo
uma ação motora
algumas vezes até ignorada
mais complexa e
pelo paciente.
existe a perda da
ëormalmente estas crises
consciência. ëo
ocorrem em crianças e sua
decorrer da crise o
tendência é desaparecer na
paciente fica
adolescência, no entanto o
entorpecido e
paciente poderá
confuso,
desenvolver outros tipos de
apresentando
crises em sua fase adulta.
comportamentos
automáticos tais
Tônico-clônica- compreende-se duas
como: caminhar
fases: na fase tônica há perda de
desorientado,
consciência, o paciente cai, o corpo se
murmurar, rodar a
contrai e enrijece. Já na fase clônica o
cabeça, sentar e
paciente contrai e contorce as
levantar, mexer nas
extremidades do corpo perdendo a
roupas esticando-as,
conciência que após a crise é recobrada
olhar fixo etc. ëeste
gradativamente.
caso o paciente não
lembra desses atos
praticados por ele
mesmo.
A diferença entre as crises parciais e generalizadas é o tipo de descarga elétrica
excessiva no cérebro. Quando a descarga elétrica está limitada só a uma área
cerebral, diz-se que a crise é parcial, se está em todo o cérebro, é generalizada.

Ao todo há em torno de 30 tipos diferentes tipos de crises epilépticas.

Diagnóstico:

Exames como eletroencefalograma e neuroimagem são instrumentos que ajudam no


diagnóstico, mas, o histórico clínico do paciente é muito importante, já que exames
normais não excluem a possibilidade da pessoa ser epiléptica. Se o paciente não se
lembra das crises, a pessoa a presenciou torna-se uma testemunha útil na
investigação do tipo de epilepsia em questão e, conseqüentemente, na busca do
tratamento apropriado.

6ibliografias:

c FEJER§Aë & §EDIëA. 


 
      , 2ª Edição, Editorial
El 9teneo - 6uenos Aires - Argentina
c CASTRO,P; Sacristian,§.; Sanabra,F.R. - + 
 2% 3% 
, Libreria