P. 1
Rotinas Gerais de Enfermagem

Rotinas Gerais de Enfermagem

|Views: 245|Likes:
Publicado porMaria Regina Gomes

More info:

Published by: Maria Regina Gomes on Nov 14, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

04/14/2015

pdf

text

original

ROTINAS DE ENFERMAGEM SCMG

Diretoria Executiva: Profa. Helenisa Maria G. de O. Neto – Diretora Geral Dr. Marcelo do Carmo Netto – Diretor Técnico Prof. Sergio Machado – Diretor Administrativa Dr. Roberto Pedrosa – Diretor Clínico

Elaboração: Enf. Mara Helena J. B. H. Borges – Gerência de Enfermagem e Supervisão de Enfermagem Aprovação: Enf. Sorreylla Paula S. Vasconcelos – Coordenadora SCIH/CCIH

2010
1

APRESENTAÇÃO
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado”. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto abrange mais que um momento de atenção, de zelo e desvelo. “Representa uma atitude de ocupação, preocupação de responsabilização e envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem são compostas por um conjunto de ações administrativas e técnicas que tem como objetivo qualificar a assistência prestada ao cliente. A fim de que se obtenham resultados positivos em todo o processo que envolve o atendimento ao cliente por parte da equipe de enfermagem é necessário que haja uma rotina de trabalho que agilize e facilite o cumprimento das atividades de forma ordenada, e propicie a presença de uma equipe bem treinada e tecnicamente habilitada.

2

SUMÁRIO:

I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII

Admissão de pacientes Solicitação de exames Transferência de pacientes Alta hospitalar Óbito Sinais vitais Administração de medicamentos Técnica para mensuração de glicemia capilar Administração de sangue ou hemoderivados Movimentação e transporte de pacientes Promoção de controle segurança do paciente Higienização do paciente Drenagem torácica Cuidados com ostomias Sondagem nasogástrica Sondagem nasoenteral Atendimento a parada cardiorespiratoria (PCR) Preparo de material para intracath Montagem de pressão venosa central (PVC) Aspiração oronasotraqueal Cuidados com pacientes traqueostomizados Atribuições dos enfermeiros supervisores
3

05 06 07 09 10 13 25 43 44 45 51 57 64 66 68 70 72 79 81 83 85 87

Nefrologia e Ortopedia XXVIII Rotina Operacional Posto 2C – Unidade de Hematologia/ 110 Oncologia XXIX XXX XXXI XXXII XXXIII Rotina Operacional Posto 2D .Urologia 118 123 139 141 144 146 XXXIV Rotina Operacional Posto 3D – Clínica Cirúrgica XXXV Rotina Operacional Posto 3F – Apartamentos de Convênios 147 e Particulares XXXVI Rotina Operacional do Plantão Noturno XXXVII Bibliografia 147 148 4 .Pediatria Rotina Operacional Posto 2E .Cardiologia Rotina Operacional Posto 3A – Clínica Médica Rotina Operacional Posto 3B .UTR.XXIII XXIV XXV Atribuições Ideais dos Enfermeiros Atribuições dos Técnicos de enfermagem 89 90 Rotina Operacional Posto 1A – Enfermarias de Convênios e 92 Particular XXVI XXVII Rotina Operacional Posto 2A – Obstetrícia e Berçário 94 Rotina Operacional Posto 2B – Unidade de Transplante 99 Renal .Neurologia Rotina Operacional Posto 3C .

I. número do leito e registro hospitalar.  Procedimento: Receber o paciente na unidade de internação. Verificar prescrição ou necessidade de isolamento. Não admitir pacientes cirúrgicos com pacientes portadores de feridas infectadas. O leito deverá passar por limpeza e desinfecção conforme recomendações básicas para limpeza. Encaminha-lo ao banho de aspersão ou realizar banho no leito. 1. Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente. 5 . Recomendações importantes: Não admitir paciente clínico com paciente cirúrgico. Observar higiene do paciente. Caso o paciente necessite de isolamento seguir recomendações da Rotina de Biossegurança da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Não admitir pacientes com ferida operatória infectada com pacientes cirúrgicos não infectados ou em pós-operatório imediato (POI). ADMISSÃO DE PACIENTES: A admissão de pacientes somente será realizada mediante a liberação do leito por parte do (a) enfermeiro (a) supervisor (a) do setor. artigos e roupas da CCIH. se necessário. desinfecção de ambiente.

Oferecer pijama ou camisola da instituição. Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos. 6 . quando solicitado. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a internação informando o nome. Verificar sinais vitais. II. Em caso de paciente cirúrgico fazer o preparo pré-operatório indicado a cada procedimento. Orientar o paciente quanto as normas da instituição. Observar e orientar o paciente quando necessário jejum ou outros preparos para o exame. encaminhá-los aos setores competentes. SOLICITAÇÕES DE EXAMES: Conferir a solicitação no pedido de exames devidamente preenchido e carimbado pela equipe médica. seguindo recomendações da Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH.  Se houverem pedidos de exames. Agendar os exames conforme solicitação e anotar data e hora no pedido. Fazer admissão do paciente no prontuário com: horário da admissão. motivo da internação. Organizar o prontuário para facilitar o manuseio pela própria enfermagem. Encaminhar o paciente ao setor de exames. sinais vitais. estado do paciente. acompanhado pelo maqueiro. leito e tipo de dieta.

juntamente com relatório médico justificando a necessidade da realização deste.  Confirmar data e horário do exame e necessidade de preparo do paciente. Observações:  Para realização de exames a serem feitos em outra instituição de pacientes do SUS. Em caso de exames laboratoriais solicitar a coleta ao setor de laboratório. o pedido médico deve ser encaminhado ao serviço social para agendamento. Encaminhamento de pacientes do SUS para exames externos:  Procedimento:  Conferir se o pedido médico está preenchido corretamente.  Solicitar relatório médico justificando o exame.  Anotar na solicitação de transporte orientações sobre precauções adicionais para o paciente que será transportado.  O paciente deverá ser acompanhado por um técnico de enfermagem.  Exames de alto custo deverão ser autorizados pelo auditor do SUS. orientando o paciente sobre os cuidados para coleta.  Solicitar o maqueiro e encaminhar o paciente. na noite anterior ao exame.  Encaminhar o pedido ao Serviço Social para agendamento.Em caso de coleta de amostras de urina.  Preencher solicitação de transporte via internet. fezes e/ou escarro. 7 . fornecer o pote coletor. devidamente identificado. 2. e preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente . 1.

Conferir se o novo leito já está pronto (limpo. Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Fazer a transferência do paciente no sistema da MV. Acionar o maqueiro e encaminhar o paciente para a outra unidade. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. III. exames e checagem de medicações anteriores. observando que roupas e qualquer artigo utilizado na assistência ao paciente deverão ser recolhidos pela equipe da enfermagem. 2. Observar orientações da Rotina de Biossegurança para Ambulância da CCIH. desinfetado e forrado). TRANSFERÊNCIAS DE PACIENTES 1. as anotações de enfermagem. Conferir o prontuário. Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura a transferência de leito. Informar à enfermeira da unidade solicitada as condições do paciente. Transferência Interna:  Procedimento: Entrar em contato com o (a) enfermeiro (a) da unidade de internação para solicitar a vaga. Comunicar ao serviço de nutrição e dietética sobre a transferência informando o nome e o número do novo leito. Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza (SHL). Transferência para outras instituições: 8 .

Observar Fechar cuidados de Biossegurança durante o transporte. com assinatura do médico assistente e confirmação do contato de vagas entre os médicos de ambas as instituições. Solicitar o preenchimento de termo de responsabilidade médica autorizando a remoção do paciente. IV. Solicitar à central de vagas a transferência para que ela faça os devidos contatos e aguardar o retorno. Anotar no prontuário do paciente: hora. a limpeza terminal do leito. o paciente na ambulância na presença de um familiar e de Transportar um profissional da enfermagem. ALTA HOSPITALAR  Procedimento:  Conferir se a alta hospitalar está assinada pelo médico assistente. para internação o formulário próprio para lançar no sistema Encaminhar MV e na Prefeitura a alta hospitalar por transferência. juntamente com o encaminhamento médico. condições do paciente e acompanhamento familiar e de enfermagem. o prontuário do paciente verificando se está completo. Procedimento: Verificar a solicitação de transferência no prontuário do paciente. de acordo com a gravidade do paciente. As vagas somente são negociadas entre médicos. Preencher solicitação de transporte via internet. Providenciar Anotar no livro de enfermagem a transferência do paciente. Arquivar na chefia de enfermagem o formulário com o recebido da internação. 9 .

 Realizar evolução de enfermagem referente à alta do paciente.  Retirar a roupa do paciente.  Solicitar que o familiar ou responsável assine o aviso de alta.  Encaminhar roupas e artigos usados na assistência ao paciente ao expurgo e hampers.  Colocar biombos se necessário.  Fazer tamponamento apenas dos orifícios que estiverem drenando secreções. deixar a 2º via com o mesmo e anexar a 1º via ao prontuário.  Solicitar a desinfecção terminal do leito ao Serviço de Higienização e Limpeza.  Solicitar que o funcionário do atendimento assine o aviso de alta e lance no sistema.  Preencher o aviso de alta em duas vias.  Acompanhar o paciente até a saída. 10 .  Recolher e anotar no livro de enfermagem a alta do paciente.  Solicitar cobertura para óbitos na farmácia. ÓBITO  Procedimento:  Providenciar declaração de óbito para ser preenchida pelo médico que assistiu ao óbito em 03 vias  Comunicar aos familiares. V.  Avisar aos familiares e/ou responsável sobre a alta e aguarda o seu comparecimento para liberar o paciente.  Retirar sondas e cateteres se houver.

Marcar o óbito no censo de controle e registro de enfermagem. 11 . data e hora do óbito.  Alinhar o corpo do paciente.  Anotar o óbito no prontuário do paciente.  Colocar o corpo na cobertura para óbitos e colocar nova etiqueta. e fixar a mandíbula com atadura se necessário.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Solicitar a desinfecção terminal do leito. Trocar curativos se necessário. leito.  Colocar etiqueta na pele do paciente com: nome completo. junto com o formulário da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC) para a pessoa responsável pelo corpo.  Orientar a família sobre os procedimentos para sepultamento.      Solicitar maqueiro para transporte do corpo para o necrotério.  Arquivar a via branca na chefia de enfermagem para posteriormente ser encaminhadas para Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Anotar o óbito no prontuário do paciente. conforme orientações do “folder de óbitos”. Lançar o óbito no sistema MV.  Lançar o óbito no livro de declaração de óbito.  Arquivar a via rosa dentro do prontuário do paciente para ser arquivada. unir as mãos e conter com ataduras.  Encaminhar para internação o formulário próprio para lançar no sistema da Prefeitura e/ou Convênios a alta hospitalar por óbito. Organizar os pertences do paciente e entregar à família. médico responsável.  O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar a via amarela.

sendo: a ficha rosa da declaração de óbito. a ficha de identificação do cadáver e a ficha da funerária. nestes casos o médico deverá preencher o encaminhamento ao IML ou SVO. Instituto Médico Legal – IML ou Serviço de Verificação de Óbito SVO  Em caso de IML ou SVO  Solicitar que o médico preencha o encaminhamento no formulário próprio do IML/SVO.  A secretária da enfermagem deverá conferir os papeis do óbito e arquivar no prontuário. em caso de Feto Morto acima de 500gr e paciente sem diagnostico fechado (ex: menos de 24 horas de internação). O (a) enfermeiro (a) do setor deverá entregar o corpo no necrotério para a funerária. caso não estejam no mesmo. 12 . encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML).  A ficha de identificação e a via da funerária deverão ser arquivadas no prontuário do paciente. encaminhar o corpo ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).  O responsável pela funerária assina a ficha de identificação do cadáver e o enfermeiro assina e recebe uma via da ficha da funerária. Recomendações importantes:  Em caso de morte violenta.  O óbito deverá ser lançado na estatística da Comissão de Óbito pela secretária da enfermagem. 1.

não sendo necessário entregar nenhuma via do formulário para a família. após a devida identificação do mesmo.  Solicitar à família que leve uma das vias ao IML para recolhimento do corpo.  Preencher a ficha de identificação de cadáver.  Entregar o corpo ao IML. e comunicar o óbito e solicitar a remoção do corpo.  Preencher a ficha de identificação de cadáver. após a devida identificação do mesmo. Em caso de SVO.  Entregar o corpo ao SVO juntamente com a via branca do formulário. Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem.  Encaminhar a família ao distrito policial mais próximo à instituição juntamente com o encaminhamento médico para registrar a ocorrência.  Registrar o óbito no livro de declaração de óbito da enfermagem. a enfermeira deverá ligar no Serviço de Verificação de Obito – telefone 3524-1970. A secretária de enfermagem deverá conferir e anexar no prontuário a ficha de identificação de cadáver e encaminhamento do IML/SVO e lançar o óbito na estatística da Comissão de Óbitos.  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. Observação: 13 .  Solicitar que o responsável pela coleta do corpo assine a ficha de identificação de cadáver. Entregar o encaminhamento médico (via branca) à família em caso de IML.

por evaporação do suor. 14 . O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos. SINAIS VITAIS 1. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. Há alguns fatores que alteram a temperatura:  Fatores fisiológicos.  Processos inflamatórios e infecciosos. 24h00min. VI. ou conforme prescrição médica. 06h00min e sempre que necessário. O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele.  Idade. 14h00min. durante o processo de respiração. Horas de verificação: 08h00min.  Fatores patológicos. 18h00min. pela urina. solicitar a desinfecção terminal do necrotério ao funcionário do SHL. pelas fezes e pela saliva. Temperatura A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. por evaporação pulmonar.  Se observada a necessidade. Não está autorizada a visita de familiares ao necrotério.

2.  Retirar as luvas imediatamente após o uso e lavar as mãos em seguida e entre um paciente e outro.1.1.0º C  Febre – 38. exceto para pacientes em precauções de contato. Classificação da febre: 15 . desidratação ou tóxica.  Usar um par de luvas de procedimentos para cada paciente. neurogênica.5º a 38.3. Variação de temperatura:  Hipotermia – menor ou igual a 35ºC  Temperatura Fisiológica – 35. 1.5º a 37ºC  Estado febril. Definição de febre: A febre é a modificação patológica da temperatura.0º a 40ºC  Hiperpirexia.  Observar orientações da Rotina de Biossegurança da CCIH.0º a 39ºC  Pirexia-39.0º a 41º C 1.40. esfigmomanômetro e termômetro. Observação:  Não é necessário o uso rotineiro de luvas de procedimentos para verificação de sinais vitais. É uma reação do organismo diante de determinada agressão que pode ser de origem infecciosa.37. quando indicado  Para pacientes em precauções de contato individualizar estetoscópio.

4.  01 recipiente com álcool a 70%.1 Axilar Esta técnica é contra-indicada nas queimaduras de tórax.alterna períodos de febre e sem febre. Procedimento:  Orientar o paciente sobre o procedimento.  01 termômetro. Contínua.5. pacientes muito magros e lesões axilares. 1.há oscilação diária.manifesta-se geralmente às mesmas horas aparecendo e desaparecendo com intervalo de dias e semanas. 16 . fraturas de membros superiores.  Caneta e papel para anotações.  01 recipiente para o algodão usado.  Intermitente.  Ondulante.não há grandes oscilações diárias.  Colocar o termômetro na axila de forma que fique o bulbo em contato com a pele. Material necessário para verificação da temperatura: Bandeja contendo:  01 recipiente com algodão seco.  Enxugar a axila do paciente ou orienta-lo fazer.  Remitente. 1. Esses períodos variam de dois a três dias. permanece em um mesmo nível.  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais.

2.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Fazer a leitura.5.  Após cinco minutos retirar o termômetro. como: intervenções cirúrgicas na boca.  Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. Pedir para que o paciente comprima o braço de encontro ao corpo.  Desprezar o algodão sujo.  Anotar o valor da temperatura.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. pacientes inconscientes.  Pedir para que o paciente cerre os lábios. 17 . Procedimento:  Verificar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º em caso de termômetros não digitais. firmando o termômetro no canto da boca.  Fazer a leitura.  Desinfetar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%. 1.  Abaixar a coluna de mercúrio para 35ºC. crianças.  Desprezar o algodão sujo.  Anotar o valor da temperatura. de preferência colocando a mão no ombro oposto. Oral ou bucal Esta técnica somente é indicada quando os termômetros são individuais e quando não houver contra-indicação.  Colocar o termômetro embaixo da língua do paciente. inflamações na boca.

perineal e inflamações no reto e ânus.  Lavar o termômetro com água e sabão. Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina. 1.  Após cinco minutos retirar o termômetro.  Passar álcool a 70% e guarda-lo junto aos artigos do paciente. Retal É o mais eficiente entre os métodos de verificação de temperatura. Usado nos casos de impossibilidade de utilizar a técnica bucal e axilar. 18 .5. O termômetro deve ser de uso individual.  Lubrificar a ponta do termômetro (ex: óleo mineral). É contra indicado em pacientes que sofreram cirurgia retal. Obs.sob o queixo e o joelho.  Introduzir a ponta do termômetro no reto.  Desprezar o algodão sujo.3. caso haja contra indicação nas regiões citadas anteriormente.: a temperatura também pode ser verificada na região inguinal. Procedimento:  Colocar o paciente na posição de Sims – decúbito lateral esquerdo com perna direita flexionada.  Registrar no prontuário os resultados conforme os horários de rotina.  Fazer a leitura.  Anotar o valor da temperatura.

Patológicos. radial. carótida.2. Fisiológicos. umeral. pediosa e tibial posterior. Pulso O pulso é verificado na artéria radial. lipotimia que aumentam ou diminuem a freqüência cardíaca. como. exercícios físicos.1. Taquiarritmia . femural. inguinal. poplítea.febre.pulso rápido com mais de 120 batimentos por minuto 19 . pediosa. As artérias mais comuns para verificar o pulso são a temporal facial. 2.emoções. braquial. cubital. Basta tocar nos pontos anatômicos corretos para verificar o pulso do paciente.2. temporal e carótida. Alterações na freqüência cardíaca Bradiarritmia . Há fatores que afetam o pulso normal.pulso lento com menos de 60 batimentos por minuto. Tabela de freqüência cardíaca Homem 60 a 70 batimentos por minuto Mulher 65 a 80 batimentos por minuto Criança 120 a 125 batimentos por minuto Lactentes 125 a 130 batimentos por minuto 2.

É caracterizado de acordo com a intensidade das contrações cardíacas. difícil de ser comprimida. Procedimento:  Manter o paciente em posição confortável.4. Irregular – os batimentos cardíacos não uniformes.  Contar o número de batimentos do pulso em um minuto.3. Quando há alterações. deitado ou sentado. Não usar o dedo polegar. 2. 2. Tensão das artérias No pulso de tensão alta a artéria é dura.  Apoiar o braço. ocorrem as arritmias cardíacas.5.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração no ritmo cardíaco. 20 .2. No pulso de tensão baixa a artéria é mole. se o pulso verificado for radial. fácil de ser comprimida. Ritmo cardíaco Ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais. O ritmo do pulso pode ser: Regular – os batimentos cardíacos são uniformes. pois sua pulsação poderá ser confundida com a do paciente.  Anotar a freqüência. ritmo e volume de acordo com os horários indicados.  Colocar o dedo indicador e anelar no local e pressionar levemente. Volume do pulso O volume do pulso pode variar entre amplo e cheio ou pequeno e vazio. sem comprimir o local.

Espanopnéia – freqüência respiratória lenta e profunda. A respiração pode ser costal superior (mulher). 3.1. através da expiração que permite a saída do ar contido nos pulmões. .freqüência respiratória rápida e superficial. Alteração na freqüência respiratória Taquipneia. Tabela de freqüência respiratória Homem 15 a 20 movimentos por minuto Mulher 18 a 20 movimentos por minuto Criança 20 a 25 movimentos por minuto Lactentes 30 a 40 movimentos por minuto 3. Polipnéia – freqüência respiratória aumentada e superficial.3. Bradpnéia – freqüência respiratória lenta e com profundidade normal. 3.3. e a eliminação de gás carbônico. Hiperpinéia – freqüência respiratória aumentada e profunda. Ritmo 21 . Oligopnéia ou hipopnéia – freqüência respiratória lenta e superficial. pela inspiração que permite a entrada de oxigênio nos pulmões. costal inferior (homem) e abdominal ou diafragmática (criança).2. Respiração É a troca de gazes entre o organismo e o meio ambiente que consiste basicamente na absorção de oxigênio.

nos casos de indivíduos sadios. 22 .  Anotar o número de movimentos respiratórios por minuto. Kusmaul – é a respiração profunda e ruidosa. pois pode causar-lhe ansiedade. Cheyne-stoke – respiração que apresenta períodos de dispnéia.O ritmo pode ser normal e uniforme. O paciente apresenta-se cianótico. chamado eupnéia. como descrito a seguir: Apnéia – parada respiratória. seguida de pausa. com a pele em tom de cinza-azulado que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para as extremidades de mãos e pés.  Comunicar ao enfermeiro ou médico qualquer alteração na freqüência e ritmo respiratório. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem. o que pode alterar a freqüência. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. e após uma pausa o ciclo reinicia. ou os movimentos do abdômen e contar durante um minuto. depois uma breve e queixosa expiração. As fases de taquipnéia duram cerca de 30 segundos. Procedimento  Manter o paciente sentado ou deitado no leito.  Observar quando o tórax sobe e desce. bradpnéia e apnéia.  Ser natural. Biot – respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apnéia de duração variável de até 30 segundos. ou pode ser anormal. não deixando que o paciente perceba que sua respiração está sendo contada. Dispnéia – dificuldade de respirar. seguida de nova pausa.

5 mínima se aproximam) 23 mmHg . Os fatores que determinam o grau de tensão sobre os vasos são: Força de contração do músculo cardíaco. Patológicos – convulsões. vascular periférica. Tabela de variação da pressão Pressão arterial normal ou 140 a 110 fisiológica sistólica Pressão arterial normal mmHg ou 90 a 70 fisiológica diastólica Pressão (hipertensão) Pressão (hipotensão) arterial arterial mmHg elevada 150X110 mmHg baixa 100X60 mmHg Pressão convergente (máxima e 120X90.1. Pressão arterial Definida como a pressão exercida nas paredes dos vasos sanguíneos pela força de contratibilidade do músculo cardíaco que bombeia o sangue. hemorragias. das paredes arteriais. 4. Elasticidade Resistência Quantidade Viscosidade Alguns fatores podem modificar a pressão arterial: Fisiológicos – idade. digestão. do sangue circulante. sanguínea. sexo. arteriosclerose. postura.4. aumento da pressão intracraniana. drogas.

Álcool a 70%.2. Perna – artéria pediosa. deitado em posição confortável ou de acordo com orientação médica. Algodão embebido em álcool a 70%.Pressão divergente (máxima e 120X40 mínima se distanciam) mmHg 4. Preparar o aparelho. Coxa – artéria poplítea. Esfigmomanômetro.    Apoiar sempre o braço aproximadamente na altura do coração. Ajustar o manguito ao braço acima do cotovelo. 24 . Procedimento:     Orientar o paciente quanto ao procedimento. Sentir a pulsação da artéria braquial com as pontas dos dedos na parte anterior da articulação do cotovelo do paciente. Locais para a verificação da pressão arterial: Braço – artéria braquial. Colocar o paciente sentado.  Desinfetar as olivas do estetoscópio com algodão embebido no álcool antes de colocar nos ouvidos.  Material: Estetoscópio. Testar o aparelho de PA.

Durante a fase de preparo o profissional de enfermagem deve ter muita atenção para evitar erros. e o segundo ruído – pressão diástole mínima.  Fechar a válvula de ar e insuflá-la rapidamente até que o movimento indique no manômetro 200mmHg aproximadamente. verificar novamente. INTRODUÇÃO A administração de medicamentos é um processo que envolve uma seqüência de ações a serem desenvolvidas pelo profissional de enfermagem. o manguito.  Abrir lentamente a válvula e observar no manômetro o número correspondente ao primeiro ruído – pressão sistólica máxima. assegurando ao máximo que o paciente receba a medicação corretamente. verificar os sinais vitais informar o paciente sobre os valores e deixá-lo confortável. Desinfetar o diafragma com algodão embebido no álcool antes e após colocar no paciente.  Nos casos de dúvidas. VII. RECOMENDAÇÕES GERAIS: 25 . Desprender Anotar Após os valores pressóricos verificados. a fim de obter os melhores resultados junto ao paciente. 1. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 1. 1.  Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial do paciente. sem desperdício de recursos.  Comunicar ao enfermeiro ou ao médico qualquer alteração na avaliação fisiológica da pressão arterial.

e ao colocar o recipiente na prateleira ou desprezar o invólucro.  Fazer desinfecção das ampolas e ou dos frascos antes de quebrar e ou aspirar à medicação. aceitável faze-lo baseado apenas em orientação verbal. em casos de emergência.  Utilizar bandeja devidamente limpa. podendo ser usado o próprio invólucro se não contaminado. dosagem e via de administração. nome da medicação. antes de colocar o medicamento no recipiente próprio para administração.  Preparar somente quando tiver certeza do medicamento prescrito. quando a situação estiver sob controle.  Identificar o medicamento preparado com o nome do paciente. sendo. via de administração e horário. evitando atividades paralelas. Nesse caso.  Proteger a seringa ou frasco com medicamento para evitar contaminação. número do leito.  As medicações devem ser administradas sob prescrição médica.  Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação. todas as medicações usadas devem ser prescritas pelo médico posteriormente. administração e logo após o procedimento. distrações e interrupções.  Ler e conferir o rótulo da medicação três vezes – quando pegar o medicamento. que podem aumentar a chance de cometer erros. Lavar sempre as mãos antes do preparo. e antes de administrá-la.  Concentrar a atenção no trabalho.  Observar o aspecto e as características da medicação antes de prepará-la. 26 .

 Deixar o local de preparo de medicação sempre em ordem e limpo. o profissional de enfermagem deve relatar imediatamente o fato ao (a) enfermeiro (a) e/ou médico e anotá-la no prontuário.  Devolver no final do plantão os medicamentos não utilizados e em hipótese alguma acumular “sobras”. o horário correspondente é circundado.  Antes de administrar o medicamento.  As luvas de procedimentos e o algodão devem ser desprezados na lixeira com saco branco leitoso. Convencionalmente em nosso meio. via retal e parenteral.  Nunca reencapar agulhas ou concitá-las da seringa para desprezar. conforme Programa de Gerenciamento de Resíduos da CCIH.  A administração do medicamento deve ser feita pelo profissional que o preparou.  Permanecer junto ao paciente até que tome o medicamento.  Manter a bandeja sempre a vista durante a administração. para lixo infectante. conferir cuidadosamente a identidade do paciente.  Não se deve nunca esquecer de registrar o medicamento que o paciente tenha recebido (checar a medicação). “bolado” à caneta e a justificativa anotada no prontuário do paciente. utilizando álcool a 70% para desinfetar a bancada.  Em caso de recusa do medicamento. dentro da enfermaria do paciente. 27 . nunca deixando-a sozinha junto ao paciente.  Utilizar luvas de procedimentos para medicações via sonda gástrica ou nasogástrica. quando o medicamento não foi administrado por algum motivo.

nome da medicação. via de administração e dose.1. 2. tornando difícil a leitura.  Diluir o medicamento se necessário.  Levar a bandeja de medicação junto ao leito do paciente. Cuidados importantes:  Agitar o frasco de medicamento líquido antes de entorná-lo pelo lado oposto ao do rótulo. 1.2. horário e número do leito. hora. 01 copinho.  Lavar as mãos. 28 .  Observar se o paciente ingeriu a medicação.  Checar na prescrição médica. paciente. que o líquido escorra sobre ele. Medicamento prescrito.  Oferecer o medicamento. evitando assim. Identificar os copinhos com o nome do paciente.VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 2.1.Oral  Material:    01 bandeja. Procedimento: Conferir a prescrição médica e medicação a ser administrada.  Conferir novamente a medicação e prescrição médica verificando data.  Perguntar o nome do paciente sem sugestionar.  Lavar as mãos.

a prática mais segura é a de usar recipientes separados. facilitando desse modo a colocação precisa do medicamento. como sonda nasogástrica. além de fatores que influenciam a administração.  Observar se o paciente não está com indicação de jejum. até ser totalmente dissolvido.  Se um paciente recebe vários medicamentos simultaneamente.  O frascos multi-doses deverão ser diluídos quando abertos: Frascos multi-doses que ficam “estocados” no posto. Devolva-o à farmácia e solicite outro medicamento com identificação legível. controle hídrico. será possível registrar adequadamente o ocorrido e ou repor a medicação perdida. possibilitando a identificação segura dos medicamentos que efetivamente o paciente recebeu.  Colocar comprimidos. sem mastigá-lo ou engoli-lo. observar a colocação do medicamento sob a língua do paciente e orientá-lo para que deixe ali.  Segurar o recipiente graduado (copinho) e vidro ao nível dos olhos para despejar o líquido até a altura correspondente à dose. não administrá-lo. verificar sempre a data de validade e condições de armazenamento antes de administrálo ao paciente. condições relativas à deglutição.  Se houver dificuldade na identificação do medicamento. 29 . náuseas. Se necessário trocar o frasco na farmácia. não se devem oferecer líquidos com a medicação sublingual. Em casos de aceitação parcial ou perdas acidentais de uma parte deles.  No caso de administração de medicação sublingual. entre outros. vômitos. drágeas ou cápsulas no recipiente sem tocá-las diretamente com a mão.

 Formulações sólidas – denominada supositório – possuem formato e consistência que facilita sua aplicação.  Formulação líquida – pode ser em grande quantidade. preparo para procedimentos cirúrgicos ou exames (ex: colonoscopia).  01 par de luvas de procedimento. a fim de evitar obstrução da mesma. 30 . Material:  1 frasco de Clister ou Fleet Enema (conforme prescrição médica)  Papel higiênico.  Procedimento:  Explicar ao paciente o procedimento. mas podem tardar até uma hora. No uso de medicação via SNE ou SNGLavar( 10 a 20ml de água pela seringa sob pressão) logo após a administração da medicação.  01 comadre. Dissolve-se em contato com a temperatura corporal e é indicado principalmente para a estimulação da peristalse para facilitar a defecação. não devendo ser partido. Geralmente são usadas na lavagem intestinal para a remoção das fezes em caso de fecaloma. Via retal As formulações destinadas para uso retal podem ser sólidas ou líquidas.2. os resultados manifestam-se dentro de 15 a 30 minutos. 2. denominada lavagem intestinal (de 1000 a 2000ml) ou em pequena quantidade.  01 sonda retal. chamada de clister (150 a 500ml). Quando efetivo.

 Preparar o material.  Lavar as mãos.  Introduzir a sonda retal lubrificada (ex: xilocaína gel ou óleo mineral) no ânus do paciente. ou encaminha-lo ao banheiro. quando não há possibilidade de administração por via oral. calçar luvas de procedimentos.  Retirar o material usado.  Afastar a prega interglútea e instilar o líquido. Observação: No caso de irrigação gota a gota acrescentar um equipo ao material.  Lavar as mãos.  Colocar biombo.  Fazer a higiene intima. deixando o papel higiênico à mão.  Colocar o paciente em posição de Sims.  Fazer anotação de enfermagem no prontuário.  Colocar o paciente na comadre. (decúbito lateral esquerdo e perna direita fletida). nos casos de pacientes dependentes. procedendo a mesma forma de instalação. 2. ou quando há interferência na assimilação 31 da droga pelo trato .  Retirar as luvas de procedimentos. para não expor o paciente.Via Parenteral A via parenteral é utilizada quando se deseja uma ação imediata da droga. deixando o sistema instalado até o final da solução.  Mornar quando for solução glicerinada ou soro fisiológico.3.  Limpar e organizar o material.

gastrointestinal. A enfermagem utiliza comumente as seguintes formas de administração parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa.

Observação: Observar recomendações de rotina de controle de infecção decorrente sanguínea de CCIH.

2.3.1.Preparo da Medicação:   Observar o prazo de validade, o aspecto da solução, bem como a integridade do frasco; Certificar que todo o medicamento está contido no corpo da ampola, pois o estreitamento do gargalo faz com que uma parte do medicamento muitas vezes , fique na sua parte superior;     O mesmo cuidado deve ser observado com o pó liofilizado no frasco ampola; Lavar as mãos com água e sabão; Observar a integridade dos invólucros que protegem a seringa e a agulha; Monte a seringa com a agulha respeitando a técnica asséptica; Desinfetar toda a ampola com algodão embebido em álcool a 70% destacando o gargalo, no caso do frasco ampola, levantar a tampa metálica e desinfetar a borracha;   Proteger o gargalo da ampola com algodão na hora de quebrá-lo; Aspirar ao diluente (no caso de frasco ampola) introduzi-lo dentro do frasco e deixe que a força da pressão interna do frasco, desloque o ar para o interior da seringa;  Homogeneizar o diluente com o pó liofilizado sem sacudir;

32

Introduzir o ar da seringa para o interior do frasco. Este procedimento visa aumentar a pressão dentro do frasco, facilitando a retirada do medicamento, visto que os líquidos movem-se de uma área de maior pressão para a de menor pressão;

  

Manter o frasco invertido para baixo, enquanto aspira ao medicamento; Proteger a agulha com o protetor e o êmbolo da seringa com o próprio invólucro; Identificar o material com fita adesiva com o nome do paciente, número do leito, medicamento, horário, dose e via de administração;

2.4..Intradérmica É a introdução do medicamento na derme. É raramente usada para tratamento, porém incide na disseminação de vacinas.

2.4.1 Volumes máximos administrados – 0,1 a 1,0ml.

2.4.2. Locais de aplicação :  Face interna ou ventral do antebraço;  Região escapular (parte superior das costas);  Parte inferior do deltóide direito (exclusivamente para a vacina BCG);

Material:  01 bandeja;  01 seringa de 3ml ou 5ml;  01 agulha para injeção 03X07;
33

 01 bola de algodão;  05ml de álcool;  Luvas de Procedimentos;  Medicamento prescrito;

Procedimento:
Lavar

as mãos; a medicação fazendo a desinfecção da ampola e, após a

Preparar

aspiração do medicamento, colocar o protetor na agulha;
Orientar Calçar

o paciente quanto ao procedimento;

luvas de procedimentos a agulha em ângulo de 15º em relação à superfície da pele;

Posicionar Introduzir Checar

a agulha com o bisel para cima para formar uma pápula;

na prescrição médica;

OBS.: Não fazer a anti-sepsia da região, o que causaria o desenvolvimento de reações falso-positivas em testes de

hipersensibilidade e a redução da atividade das vacinas administradas.

2.5. Via subcutânea É a introdução do medicamento na região subcutânea. É utilizada para drogas que não necessitem de absorção imediata e sim quando se deseja uma absorção continua. Podem ocorrer lesões inflamatórias locais, sendo de grande importância o rodízio da aplicação como um método profilático.

2.5.1. Volume máximo administrável – 3 ml.
34

após a aspiração do medicamento. 35 . de procedimentos. agulha 13X25. seringa de 1ml.5. Regiões supra-escapular e infra-escapular. Luvas 02 bolas de algodão. Regiões glúteas. Faces externas. Orientar o paciente quanto ao procedimento. Material: 01 01 01 bandeja. prescrito. direita e esquerda. 05ml Medicamento Procedimento: Lavar as mãos. colocar o protetor na agulha.2. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. do álcool a 70%. Calçar luvas de procedimentos. exceto a região periumbilical.Locais de aplicação: Parte superior externa dos braços. Face lateral externa e frontal das coxas. anterior e posterior dos braços.2. Região intermediária lateral das costas (próxima ao quadril direito e esquerdo). Região abdominal – hipocôndrios direito e esquerdo.

escolher o local de aplicação. Checar na prescrição medica. Checar na prescrição médica. O desconforto da aplicação desse medicamento pode ser minimizado com os seguintes cuidados: Manter Ao a técnica asséptica durante todo o procedimento.6. Injetar Fazer para auxiliar na absorção da droga. sem expô-lo desnecessariamente. Introduzir a agulha com bisel para baixo.tendo a desvantagem de ser dolorosa pela introdução da agulha e absorção do medicamento. dorsoglútea. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. lentamente as soluções. 36 .Via intramuscular É aplicada no tecido muscular através da pele. uma pressão no local administrado com a extremidade dos dedos. 2. Não friccionar o local após a aplicação. Assegure Não hesitar em aplicar a injeção. 2. ventroglútea. Retirar luvas e lavar mãos.6.Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. a privacidade do paciente.Volume máximo administrável – 3 ml.6.Locais para aplicação : Regiões Região Região deltoideanas.2.1. 2. observe a condição do músculo.

após a aspiração do medicamento. 01 seringa de 3ml ou 5ml. em qualquer idade. Escolher a seringa de acordo com o volume a ser injetado. 30X07 ou 30X08. colocar o protetor na agulha. Luvas de procedimentos. adultos excessivamente magros ou com mais de 60 anos. Nessas medicações só usar agulhas 30x8.  Material :        01 bandeja. 2.  Procedimento: Lavar as mãos. 05ml do álcool a 70%. administrar diclofenaco de sódio e penicilina benzatina na região deltóide.Recomendações importantes: Não administrar medicamentos por via intramuscular na região dorsoglútea em crianças de 0 a 2 anos. Medicamento prescrito.Região anterolateral da coxa (músculo vastolateral). Priorizar Não a região vastolateral da coxa em crianças menores de 1 ano. Rodiziar o local de aplicação. 37 . 02 bolas de algodão.3. Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. 01 agulha 30X06.6.

anti-sepsia inadequada no local da punção e material contaminado. Checar na prescrição médica. Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo. Retirar luvas e lavar as mãos. Introduzir a agulha com bisel para baixo. Alguns acidentes podem acorrer na administração de medicamentos endovenosos: Esclerose da veia – aplicação sucessiva no mesmo local. Via endovenosa: A via endovenosa é usada quando se deseja uma ação rápida do medicamento ou porque outras vias não são propícias. considerando-se que a medicação entra direto na corrente sanguínea. 38 . verificando se algum vaso foi atingido.extravasamento de sangue da veia no espaço intersticial por transfixação da veia. As soluções administradas por essa via devem ser cristalinas. caso as recomendações preconizadas não sejam observadas. Aspirar antes de injetar o medicamento. Sua administração deve ser feita com muito cuidado. Calçar luvas de procedimentos.7.Orientar o paciente quanto ao procedimento. Hematoma. não oleosas e sem flocos em suspensão. 2. Injetar lentamente o líquido. Posicionar a agulha em ângulo de 90º em relação à superfície da pele. podendo ocasionar sérias complicações ao paciente. Fazer uma leve compressão no local após a administração. Abscessos.administração de medicamentos fora da veia.

produzindo reações como febre e alergias.passagem do líquido para o tecido subcutâneo. vertigem. cianose.quando se aplica determinado medicamento.  Ulnar  Mão: rede do dorso da mão.Volume máximo administrável – não há limite. pode ocorrer o estado de choque.Locais de aplicação:  Região cefálica (crianças). Êmbolos – deslocamento de resíduos de medicamentos mal diluídos ou coágulos de sangue podem agir como êmbolos. Choque .7. substância produzida por bactéria. antebraço (intermediária cefálica. pé (rede do dorso do pé).  Região dos membros inferiores: perna (face posterior do joelho). ou seja. agitação. Ocorre por deslocamento da agulha ou pela sua penetração na parede do vaso. mediana e radial).Flebite.  Região dos membros superiores: braço (cefálica e basílica).1.2. 39 .7.longa permanência de dispositivos endovenosos ou drogas irritantes. Infiltração. choque anafilático devido à hipersensibilidade do paciente ao medicamento. palidez. exceto nos casos em que a patologia contra-indique volumes elevados. vasodilatação geral. Pode se tratar do choque pirogênico que ocorre quando existe pirogênio no medicamento. safena magna e tibial anterior.  Região temporossuperficial e regiões epicranianas. 2. tremores. 2. intermediária basílica. ansiedade.

40 .Obs: Observar orientações adicionais na Rotina de Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH.  Inspecionar as condições da veia e selecionar a mais apropriada.  Posicionar o paciente deitado ou sentado.  Orientar o paciente quanto ao procedimento. Procedimento:  Lavar as mãos.  Luvas de Procedimentos. Material: Mesmo da injeção intramuscular.  Preparar a medicação fazendo a desinfecção da ampola e. colocar o protetor na agulha.  30 cm de esparadrapo ou micropore. após a aspiração do medicamento.  Garrotear o braço aproximadamente 10 cm acima da veia escolhida.  Fazer anti-sepsia da pele de cima para baixo.  01 cateter intravenoso (abocath ou jelco).  Medicamento.  Fixar a veia e fazer a punção.  Calçar luvas de procedimentos. convém o paciente cerrar o punho durante a inspeção e a punção venosa. acrescentando em caso de grande volume de medicação:  01 bandeja  01 Equipo.  01 pacote de gaze. Para facilitar a visualização d veia na mão e braço.

 Administrar lentamente o medicamento. paresia.  Retirar o cateter ou agulha e comprimir o local. facilitando a introdução.  Checar na prescrição médica. 2.  Evitar “tapinha” sobre o local a ser puncionado.  Retirar luvas e lavar as mãos. Inserir o cateter ou agulha em um ângulo de 15º a 30º graus mantendo a pele esticada com o bisel voltado para cima.  Evitar punção venosa de membros inferiores em pacientes adultos.  Retirar o garrote. já que muitos medicamentos podem produzir efeitos indesejáveis de imediato. para ser infundido num 41 . paralisia ou membro do mesmo lado em que foi feita uma mastectomia. evitando assim reações adversas. de fácil acesso.  O seguimento escolhido deve ser mais longo que a agulha.Venóclise: Venóclise é a administração endovenosa de regular quantidade de líquido através de gotejamento controlado.7. 2. pois permitem o rompimento da veia no momento da punção.8. interrompa a aplicação e comunique o fato o(a) enfermeiro(a) ou médico.2. Nesses casos. confortável ao paciente.  Não puncionar membros com fístula arterio-venosa para hemodiálise. Recomendações importantes:  Seguir Rotina de Controle de Infecção para acesso vascular para a manutenção da punção.  O local escolhido deve ser seguro.

 Estabelecer a punção venosa em local longe de articulações e de fácil acesso.  Realizar a punção com técnica asséptica. a fim de detectar precocemente a infiltração nos tecidos adjacentes. É indicada principalmente para repor perdas de líquidos do organismo e administrar medicamentos.  Retirar o dispositivo da punção e providenciar outra via de acesso venoso. para facilitar manutenção da via e oferecer conforto ao paciente. registrando no rótulo: o nome do paciente.período de tempo pré-determinado. data e assinatura. na presença de sinais de flebite (edema e hiperemia local).8. número de gotas por minuto. contaminação. mantendo todo o conjunto de punção limpo. a solução a ser injetada.  Manter a observação constante no local. Recomendações importantes:  Atentar para a identificação. As soluções mais utilizadas são a glicosada 5%. fisiológica 0.  Não puncionar veias esclerosadas (são veias com paredes espessas e endurecidas). os medicamentos e seus complementos do soro.9% e ringer simples.1. início e término. caso houver. devido a deficiência circulatória. 2. inclusive sua fixação. 42 . Comunicar o caso o(a) enfermeiro(a). prevenindo infecção. tempo em que a solução deverá ser infundida. refluxo sanguíneo e entrada de ar.  Manter as conexões do sistema bem adaptadas evitando extravasamento de solução.

TÉCNICA PARA MENSURAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR É a verificação. evitando refluxo. da quantidade de glicose presente na corrente sangüínea. para evitar a sobrecarga cardíaca. coagulação sanguínea e obstrução do cateter. Para isto.  Não injetar medicamentos perfurando o frasco de soro ou deixar agulhar tipo “suspiro” para evitar contaminação do sistema.  Orientar o paciente não abrir ou fechar o gotejamento. que não deve ser alterado em casos de atraso.  Orientar aos pacientes que deambulam manterem o frasco elevado para promover gotejamento contínuo.  Administração de medicações de horário pela “borrachinha” do equipo: fazer desinfecção do local antes da introdução da agulha.  Material. hora e assinatura do profissional responsável.  01 unidade de fita de glicoteste. VIII.  Aparelho de HGT. deve-se controlar constantemente o gotejamento.  Evitar excesso de polifix ou tree-wall. Registrar no local da punção data. 43 . por meio de amostra de sangue capilar. Garantir a infusão do volume e dosagem dentro do tempo estabelecido.

 Orientar o paciente quanto ao procedimento.  Lavar as mãos. 01 bola de algodão.  01 pacote de gaze.  Aguardar por 30 segundos aproximadamente.  Lavar as mãos.  Fazer um pequeno furo com agulha de insulina no dedo.  Procedimento:  Preparar o material.  01 unidade de agulha 13x4.  Comprimir o dedo acima do local a ser puncionado. Observação: 44 .  Posicionar um dos dedos em que será realizado o teste.  Esperar a gota de sangue pingar sobre a fita – não esfregar o dedo na fita .  Realizar anti-sepsia do dedo com álcool 70%.  Organizar o material.  Anotar o resultado no prontuário.  Fazer a leitura.  Retirar as luvas.  Limpar o dedo do paciente.  Calçar luvas de procedimentos.5(agulha de insulina)  Luvas de procedimentos. de maneira que a gota de sangue pingue na fita reagente conectada ao aparelho.

 Caso haja Intercorrências durante a transfusão. ADMINISTRAÇÃO DE SANGUE OU HEMODERIVADOS 1 Procedimentos de Enfermagem:  Avisar ao banco de sangue sobre a prescrição e anotar no pedido o horário e o nome do funcionário que o atendeu. não sendo permitido usar a mesma via do soro e medicações.  Observar anormalidades. IX.  Pacientes com difícil acesso venoso deverão ser avaliados pelo enfermeiro responsável e suspender as medicações. OBS.  Seguir orientações da Rotina de Controle de Infecção de Corrente Sanguínea da CCIH. se for o caso.  Observar o posicionamento da agulha.  Encaminhar o pedido de administração de sangue ou hemoderivados para o setor .Qualquer alteração. evitando a infiltração nos tecidos. comunicar a enfermeira ou medico do paciente e medicar conforme prescrição médica e de acordo com o resultado do HGT. solicitar o responsável técnico do banco de sangue e avisar ao médico.  O técnico do Banco de Sangue deverá instalar punção venosa exclusiva para administração do sangue ou hemoderivados. 45 .  Manter o gotejamento de acordo com a prescrição médica.: A instalação e a troca das bolsas de sangue ou hemoderivados é de responsabilidade do Banco de Sangue.

 Aliviar a pressão de determinada área (evitar escaras).  Administrar medicamento conforme prescrição.SINTOMAS  Calafrios súbitos e febre.OBJETIVOS:  Proporcionar conforto e segurança ao paciente.  Verificar a temperatura meia hora após o início dos calafrios. e levantar ou transportar o paciente para um determinado local através da utilização de movimentos planejados.Reações Pirogênicas: 2.CONDUTAS  Interromper a transfusão e avisar ao médico.2.3. 2.  Evitar esforços desnecessários e lesões corporais.2.  Vermelhidão e taquicardia.  1. 46 .  Preencher notificação para Corisca.  Cefaléia.  X.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE CONCEITO: É mover.

O primeiro fator importante ao se mover ou levantar o paciente, é o emprego de uma boa mecânica corporal por parte da enfermagem e de outra pessoa que ajude. Devem-se evitar esforços desnecessários, prevenindo danos para si e para o paciente. Os movimentos devem ser planejados. É bom fazer uma pequena contagem para todos agirem juntos, somando forças, empregando princípios de ergonomia. Por exemplo, contar 1 – 2 – 3 – já!

Procedimentos comuns:  Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;  Calçar luvas de procedimentos;  Orientar o paciente sobre o procedimento;  Registrar no prontuário todos os procedimentos realizados com o paciente;  Deixar a unidade em ordem;

DECÚBITO DORSAL PARA LATERAL DIREITO OU ESQUERDO

1.1.1-DUAS PESSOAS  Procedimento:  Dobrar em leque o sobrelençol até a altura dos pés;  As duas pessoas executantes devem colocar-se à esquerda do paciente;  1ª pessoa: colocar o braço direito sob o ombro do paciente, apoiando a cabeça. Em seguida colocar o braço esquerdo sob a região lombar;

47

 2ª pessoa: colocar o braço direito sob a região lombar e o esquerdo sob o terço superior da coxa;  Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, o direito semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e um terceiro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo do paciente de modo que não pressione o tórax;  Cobrir o paciente;  Deixar a unidade em ordem.

OBS: Para as mudanças de decúbito inverso seguir os mesmos passos, mudando o posicionamento dos executantes e do paciente.

1.1.2-DUAS PESSOAS COM LENÇOL  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e o sobre lençol;  Ficar uma pessoa de cada lado do paciente;  Soltar o lençol móvel;  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximo do paciente;  Executar a técnica da seguinte maneira: ambos seguram o lençol na altura do ombro e do terço superior da coxa;  Colocar o paciente para o lado esquerdo com movimentos

sincronizados;

48

 Colocar o braço esquerdo do paciente sobre o tórax, deixando o outro semiflexionado e abduzido sobre o leito e flexionar o joelho esquerdo;  Colocar uma das mãos sobre o ombro e a outra sobre o quadril do paciente e virá-lo delicadamente para o lado direito;  Colocar um travesseiro apoiando a cabeça, pescoço e ombro, outro amparando as costas e outro entre os membros inferiores;  Colocar o braço esquerdo de modo que não pressione o tórax;  Prender o lençol;  Cobrir o paciente.

OBS: Para movimentar o paciente do decúbito dorsal para a lateral esquerda, seguir as mesmas regras, mudando o posicionamento do paciente;

2.MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE PARA A CABECEIRA

2.1- QUANDO O PACIENTE AUXILIA  Procedimento:  Dobrar em leque a colcha e sobre lençol até altura dos pés;  Proteger as grades de cabeceira com travesseiros;  Solicitar ao paciente, que flexione os joelhos, apoiando firmemente as pernas e pés no colchão;  Apoiar o ombro e a coxa do paciente com as mãos;  Orientar o paciente solicitando-o para dar um impulso com os pés no sentido da cabeceira;  Colocar o travesseiro e arrumar a cama;  Cobrir o paciente.
49

 No caso SVD.2.  Em quatro pessoas. Deslocar o paciente para a cabeceira da cama com movimentos sincronizados. e SNG. SNE ou SVD.  Dobrar em leque o lençol e o cobertor até os pés. Colocar o travesseiro e arrumar a cama. Ficar uma pessoa de cada lado do paciente. Cobrir o paciente e deixar a unidade em ordem. Soltar o lençol móvel ou lençol.TRANSPORTE DO PACIENTE DA CAMA PARA A MACA (QUATRO PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Antes do procedimento.  Desprender as roupas de cama. Proteger as grades da cabeceira com o travesseiro. Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximos do paciente.2-QUANDO O PACIENTE NÃO AUXILIA (DUAS PESSOAS COM LENÇOL MÓVEL OU LENÇOL)  Procedimento: Dobrar em leque o sobrençol até a altura dos pés. exames demorados abrir sonda enquanto aguarda. Ambas as pessoas devem segurar o lençol na altura do ombro e na região coxofemoral. 50 . devem portar-se duas pessoas á direita e duas pessoas á esquerda do paciente.  Enrolar as extremidades laterais do lençol bem próximas ao paciente. fechar infusões venosas. 3.

drenos. Passar o paciente para a beira da cama com movimentos simultâneos. 4. sondas. Cuidados com infusões. etc. 5.  Transportar o paciente da cama para a maca num só movimento. palidez. próxima do pacientes.  Colocar o lençol sobre o paciente. Deixar travada.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 51 .. arrumar as roupas e levantar as grades laterais. Transportar com movimentos sincronizados para a cadeira de rodas. Agasalhar o paciente nos dias frios. DA CAMA PARA A CADEIRA DE RODAS (DUAS PESSOAS COM LENÇOL)  Procedimento:  Colocar a cadeira de rodas próximas aos pés da cama. dietas.  Afastar a maca da cama.  Colocar a maca paralela ao leito. etc. CUIDADOS IMPORTANTES: Fazer a desinfecção concorrente da maca e da cadeira de rodas após cada transporte. Puxar a cadeira de rodas pelas costas ao descer a rampa. Deixar a unidade em ordem.. Utilizar corretamente a mecânica corporal a fim de evitar lesões corporais e desgastes desnecessários. Enrolar as bordas laterais do lençol próximos do paciente. Levantar a cabeceira e sentar o paciente na borda da cama observando sinais de vertigem.

calcâneos. 52 .POSIÇÕES DO CORPO FINALIDADES:  Proporcionar conforto. 1.1.  De acordo com a região a ser examinada.3. dor ou inquietação.   ROLO .CONFORTO: Bem-estar físico e mental.2. com travesseiro ou cobertor.MÉTODOS PARA PROPORCIONAR CONFORTO FÍSICO. físico. estado isento de ansiedade.  Realizar exames físicos. 1.TIPOS DE CONFORTO: Espiritual. 1.XI. como cotovelos. de modo a facilitar a observação ao examinador e manter o conforto e a privacidade do paciente.  Tratamentos e cirurgias. joelhos e região occipital). a enfermagem deve ajudar o paciente a adotar posições específicas. psicológico. PROMOÇÃO DE CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE 1. ARGOLAS DE ALGODÃO (diminuir a pressão de regiões com proeminências ósseas.

 Recomenda-se usar: lençóis, campos, perneiras. E isolar o paciente com biombo se necessário.  O funcionário deverá lavar as mãos antes e pós o procedimento e calçar as luvas de procedimentos.

1.3.1.Decúbito Horizontal- ou decúbito dorsal  O paciente se deita de costas, com as extremidades inferiores em extensão ou ligeiramente flexionadas para permitir o relaxamento dos músculos abdominais.  Sob a cabeça colocam-se travesseiros (1 ou 2)  Os braços cruzam sobre o tórax ou estendidos.  Cobrir o paciente com lençol (solto do colchão).

Procedimento:

 Lavar as mãos;Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente;  Colocar a mesa de exame ou o leito na posição horizontal;  Deitar o paciente horizontalmente de costas;  Manter os membros superiores ao longo do corpo em posição anatômica e os inferiores alinhados;  Manter o paciente protegido com o lençol, expondo apenas a área a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame;  Lavar as mãos;  Proceder às anotações no prontuário.

1.3.2.Posição de fowler.

53

O paciente fica semi-sentado, com apoio nos joelhos e nos pés.

Indicada:  Descanso e conforto;  Exames;  Melhorar respiração (paciente cardíacos e pulmonares);  Evitar aspiração em pacientes com dietas por SNG ou SNE.

Existem duas variações da posição de fowler que podem ser classificadas como:

Semi – fowler: é uma elevação da cabeça de aproximadamente 30º, posição confortável para o paciente que deve ficar com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados;

Posição usada em caso de pacientes com SNG ou SNE, para prevenir pneumonias aspirativas;

Fowler alta - É a posição totalmente sentada, ou seja, com a cabeceira da cama elevada a um ângulo de 90º.

Procedimento:

 Lavar as mãos;  Explicar ao paciente a finalidade e o procedimento;  Colocar o paciente em decúbito dorsal;  Elevar os pés da cama;  Elevar a cabeça e o tórax do paciente até formar um ângulo de 45º em relação ao nível normal do leito;  Proteger o paciente com lençol expondo a região a ser examinada;  Deitar o paciente em posição confortável após exame ou tratamento;
54

 Lavar as mãos;  Fazer anotações no prontuário.

1.3.3.Decúbito Ventral ou Prona Paciente deitado sobre o abdome, com a cabeça voltada para o lado.

Indicação:  Exames da coluna vertebral.  Exames da região cervical.

Para conforto pode ser de: Curta duração: mãos pendentes, cabeça voltada para o lado, sem travesseiros, e os pés sobre a cama. Longa duração: os braços fletidos, voltados para cima ou ao longo do corpo. Os pés elevados com travesseiros, à cabeça para o lado com pequeno travesseiro em baixo.

1.3.4.Decúbito lateral ou SIMS Pode ser “direita” ou “esquerda” conforme deitado sobre o lado direito ou esquerdo.

Indicação: Lavagem intestinal, aplicação de medicamentos por via retal, verificação de temperatura retal e repouso.

Procedimento:

 Colocar biombo;  Lavar as mãos;
55

6.3.  Procedimento:  Colocar biombo.  Procedimento:  Colocar biombo.  Lavar as mãos.3. Indicação: exames ginecológicos.5. colocar travesseiro pequeno para servir de apoio.Ginecológica. 1.  Deitar o paciente sobre o lado.  Posicionar o paciente ajoelhado e com o peito apoiado na cama.Genupeitoral.  Flexionar as pernas: a direita em ângulo agudo (perto do paciente) e a esquerda menos flexionada. Indicação: exames vaginais e retais.  Cobrir o paciente com dois lençóis ou campo fenestrado.  Calçar as luvas de procedimentos. 56 . Calçar as luvas de procedimentos. 1.  Colocar travesseiro sobre o tórax e cabeça do paciente.  Os braços flexionados nos cotovelos.  Colocar braço esquerdo para trás do corpo e o braço direito em qualquer posição.

choque). Indicações:  Facilitar drenagem de secreções brônquicas. com os ombros e a cabeça ligeiramente elevados As coxas bem afastadas são flexionadas sobre o abdome.  Operação ou exame de períneo.  O Paciente é colocado em decúbito dorsal.  As nádegas devem ficar um pouco fora do colchão.3. Lavar as mãos. 57 . a planta dos pés sobre o colchão e os joelhos bem afastados um do outro.3.8.  Melhorar retorno venoso (varizes.  Calçar as luvas de procedimentos. 1.  Procedimento:  Colocar biombo.Tredelemburg.Litotômica.  Calçar as luvas de procedimentos. hipotensão. 1. vagina e bexiga. Indicação:  Parto.  Lavar as mãos. É considerada uma modificação da ginecológica. hemorragias.7.  Posicionar o paciente deitado de costas. com as pernas flexionadas sobre as coxas.

com dependência parcial ou total da enfermagem.  Limpar e proteger a pele. para descolar o intestino para o abdome. XII.  Jarro.  Procedimento: Posicionar o Paciente com o corpo inclinado.  Estimular a circulação. para facilitar o procedimento.  Material:  Bandeja contendo:  Bacia.  Sabonete.  Cuba rim.  Proporcionar conforto e bem estar físico e mental. com declive de 30 a 45º. Finalidades  Favorecer a manutenção das funções da pele. Cirurgia de órgão pélvico.HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE 1.  Cinco bolas de algodão ou pacotes de gases. com a cabeça em plano mais baixo que o resto do corpo.BANHO DO PACIENTE ACAMADO Conceito É a higiene corporal do paciente acamado. 58 .

 Hidratante corporal ou óleo mineral. pijama ou camisola. Par de luvas de procedimento.  Pente.  Comadre forrada.  Saco plástico pequeno  Uma pinça. o álcool a 70% e o saco de lixo pequeno.  Observar as condições do paciente.  Álcool a 70%.  Pano de limpeza.  Balde.  Hamper.  Calçar as luvas de procedimentos. 59 .  Papel toalha.  Reunir o material.  Biombo.  Trazer o hamper. a cuba com a solução. toalha de rosto e de banho.  Procedimento:  Conversar com o paciente sobre o procedimento. se necessário.  Preparar o ambiente:  Fechar a janela  Proteger o leito com biombo  Desocupar a mesa de cabeceira  Lavar as mãos. os panos de limpeza. iniciando pela parte interna.  Limpar a mesa de cabeceira.  Roupa de cama.

as roupas nos pés do leito e o balde sobre a toalha de papel no chão. aos pés do leito. a camisola do paciente e travesseiros extras. encaminhando o material ao expurgo.  Lavar os pés na bacia. iniciando pelo lado oposto. deixando os pés por último.  Organizar a unidade.  Virar o paciente em decúbito lateral. descobrindo um lado de cada vez. se houverem.  Dobrar a roupa e colocar no espaldar da cadeira. lavar.  Lavar e enxaguar o rosto do paciente. iniciando pela parte mais distal.  Retirar a colcha. separadamente e enxugar bem. iniciando pela parte distal do braço oposto.  Desprezar as roupas usadas diretamente no hamper. dando especial atenção à base dos seios e axilas.  Levar o material para a unidade: colocar a bandeja na mesa de cabeceira. enxugar.  Lavar as mãos do paciente na bacia.  Colocar a toalha sobre os membros inferiores e lavá-los separadamente.  Soltar a roupa do leito.  Deixar o paciente confortável. Passar a bandeja para a mesa de cabeceira.  Lavar e pentear os cabelos.  Trocar as luvas de procedimentos. massagear a região dorsal com a solução indicada (óleo glicerinado ou hidratante corporal). iniciando pelo oposto. nunca no chão. se tiver condições.  Trocar a roupa de cama procedendo à limpeza diária. a comadre na cadeira.  Lavar e enxugar o tronco anterior.  Colocar a toalha de rosto protegendo o tórax e descer o lençol protetor do paciente até a região pubiana. 60 .  Lavar e enxugar os membros superiores.

quando houver necessidade.  Em caso de paciente masculino fazer a barba. Higienização Oral A promoção e manutenção de boas condições de higiene da boca e dos dentes são fundamentais para saúde e conforto do paciente. após as refeições e antes de se deitar (no mínimo 4 vezes ao dia).  Organizar e realizar o corte de cabelos.  Lavar as mãos. bem como qualquer alteração observada na pele do paciente. hidratar e massagear estas regiões a fim de evitar úlceras de decúbitos. evitando a proliferação de bactérias.  Retirar as luvas. atentando para não deixar a sujidade dos fios de cabelos nos enxovais.  Expor o paciente estritamente o necessário.Observações:  Retirar bem o sabonete da pele a fim de evitar irritação.1.  Registrar no prontuário o procedimento. referente à pacientes de longa permanência na unidade. 1. Cuidar do material.  Durante o banho observar rigorosamente as condições físicas e mentais do paciente.  Evitar cansar o paciente. registrando-as  Observar as condições da pele e proeminências ósseas. A 61 . É hábito a escovação dos dentes pela manhã.  As unhas devem ser cortadas e limpas sempre que necessário. 2.

língua e lábios. estomatites e outras infecções.  Bandeja.  Conservar a boca livre de resíduos alimentares. Finalidades  Evitar mau hálito. das gengivas.  Espátula com gazes ou escova de dente do paciente em bom aspecto. pois tem risco aumentado para pneumonia.higiene oral compreende: limpeza dos dentes. Observar orientações da Rotina de Prevenção de Pneumonia Hospitalar da CCIH.  Cuba rim. Material  Escova de dentes.  Manter a integridade da mucosa oral Proporcionar conforto e bem estar ao paciente.  Creme dental ou solução dentifrícia. Toalha de rosto ou papel toalha. 62 . Paciente com dieta por SNG ou SNE e TOT necessitam higiene rigorosa. bochechas.  Copo com água . Prevenir a cárie dentária. O paciente que faz uso de prótese dentária (dentadura) também necessita de cuidados de higiene para manter a integridade da mucosa oral e conservar a prótese limpa.  Solução anti-séptica ou solução bicarbonatada.

63 . umedecer a escova ou espátula com gazes com água. 3.Banho de Aspersão É o banho de chuveiro.  Oferecer água para bochechar várias vezes. tontura e calafrios.  Sentar o paciente ou colocá-lo em Fowler  Proteger o pescoço e tórax com a toalha.  Fazer anotações no prontuário.  Secar a escova e guardá-la ou desprezar espátula com gazes.  Lavar as mãos. lavar e guardar o material. não só orientando-o numa boa higienização. lipotímia. cansaço.  Levar a bandeja e colocá-la sobre a mesa de cabeceira.  Recolher a bandeja. como também identificando anormalidades como dispnéia. o pessoal da enfermagem deve acompanhá-lo e supervisioná-lo.  Em pacientes totalmente dependentes realizar a higiene oral por ele. Quando o paciente tem condição de tomar banho de aspersão. escovando todos os dentes. Procedimento:  Lavar as mãos.  Explicar para o paciente sobre o que vai ser feito.  Orientar e auxiliar o paciente sobre a maneira correta de fazer a escovação. gengivas e língua (usar sonda de guedel se necessário).  Colocar cuba-rim sob o queixo do paciente.  Retirar a cuba-rim e secar os lábios com a toalha. colocar o dentifrício e entregá-la. aproximando a cuba-rim para escoar o líquido da boca.

DRENAGEM TORAXICA 64 . aliviando fadiga e cansaço.  Lavar as mãos. fazendo a desinfecção concorrente.  Trocar o enxoval do leito do paciente. favorecimento do bem estar. enquanto o paciente está no banho.  Fazer anotações no prontuário das reações apresentadas durante o banho Observações: As técnicas de limpeza e desinfecção concorrente da unidade do paciente estão descritas nas “ Recomendações Básicas para Limpeza Desinfecção e Esterilização de Artigos. Roupas e Ambientes” da CCIH. verificando as condições do banheiro. se necessário.  Proteger o paciente após o banho evitando que se resfrie. evitando acontecimentos desagradáveis como quedas.O banho tem várias finalidades como: limpeza da pele. estimulação da circulação. ferimentos e mesmo fraturas de membros. XIII. A pessoa que acompanhar o paciente deve observar as reações que ele pode apresentar durante o banho.  Fechar a porta sem trancar. promoção do relaxamento muscular.  Colocar uma cadeira para o paciente sentar.  Procedimento:  Providenciar o material necessário.  Auxiliar o paciente no que for necessário.

O ar ou líquido (sangue. ou seja.  Pneumotórax – presença de ar na cavidade. água ou sangue da cavidade.  Empiema – presença de secreção purulenta.O mecanismo normal da respiração opera sob o principio da pressão negativa. Cuidados de Enfermagem:  O dreno poderá ficar fora do selo d´água. restringindo a expansão pulmonar e reduzindo a troca gasosa. fazendo com que o ar se desloque para dentro dos pulmões durante a inspiração. Para realização desta drenagem é necessária a implantação de um dreno no tórax do paciente que estará ligado ao sistema de drenagem. pus. 65 . a pressão da cavidade torácica é inferior á pressão atmosférica. Também conhecido como drenagem em selo d’ água. Sempre que o tórax é aberto. Utilizado quando há:  Hemotórax – presença de sangue na cavidade. existe uma perda da pressão negativa o que resulta em colabamento do pulmão.  Evitar compressão do tubo e extensão para não impedir a drenagem. O dreno torácico implantado no sistema pleural é capaz de remover qualquer coisa do espaço pleural. líquido seroso. para que não entre ar nos pulmões. é uma técnica de evacuação de ar. suco gástrico) formam coleção no espaço interpleural. Observação: Este procedimento só deve ser realizado no Centro Cirúrgico.

 Colocar rótulo no frasco informando data da troca selo d’agua assinatura de quem realizou o procedimento.  Observar o selo d´água que deve ser: . sinais vitais. sintomas de hemorragia. Ordenhar o dreno a cada 24h.Adulto: 500 ml . respiração rápida e superficial. cor e odor) e presença de sinais flogísticos e edema subcutâneo ao redor do dreno.Infantil: 250 ml 66 . conforme orientações do Manual de Curativo da CCIH.  Observar a flutuação do nível de líquido. enxaguar o frasco com SF 0.  Incentivar o paciente a inspirar profundamente e a tossir.9% ou água destilada conforme o paciente (adulto ou criança).  Colocar SF 0.  Se trocar ótimo  Se desprezar.  Durante a troca do vidro trocar o vidro ou desprezar o conteúdo de drenagem pinçar o dreno.9% ou água destilada. pois aumenta a pressão intrapleural favorecendo a drenagem e fazendo o pulmão expandir. pressão no tórax.  Observar as condições do paciente: cianose.  Para transportar o paciente manter o vidro de drenagem abaixo do nível do pulmão.  Realizar curativo no local de inserção do dreno uma vez ao dia. mudança na ausculta pulmonar.  Observar o aspecto da drenagem (volume. enfisema subcutâneo.

ou impossibilidade de restaurar a evacuação trans-retal. se necessário.  Após avaliação. Tipos : Terminal : possui somente um estoma realizado em caráter definitivo. lavar com água e sabão. transverso ou descendente. Em alça: realizado em íleo ascendente.9%. CUIDADOS COM OSTOMIAS CONCEITO Colostomias: São realizadas para promover o restabelecimento ou a cicatrização da parte do intestino afetada pela doença. ou o seu tratamento. Em dupla boca que pode ser: Próximas: Quando realizados em uma única colostomia ( as duas bocas) Afastadas : Quando duas bocas são realizadas em alça terminal em nível de flanco esquerdo.  01 Gaze estéril. 1.Limpeza Material  250 ml Soro fisiológico a 0. 67 .XIV.  01 bolsa para colostomia (se necessário troca). Definitiva ou permanentes: são realizados após a retirada da parte doente do intestino por amputação completa do órgão. inexistindo a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal.

 Recortar o orifício marcado. em movimentos circulares. 68 .9%. a partir da parte inferior da bolsa plástica até que esteja segura. ou grande demais facilitando o contato da secreção direta com a pele lesando-a. para confirmar se ela se encontra devidamente encaixada. de acordo com o diâmetro da fístula. 1.  Puxar suavemente a bolsa para baixo.  Retirar o protetor que recobre a face superior da placa.2.  Exercer uma leve pressão à roda.  Retirar o adesivo.Cuidados diários com Colostomia: Esvaziar a bolsa (no mínimo uma vez por plantão e sempre que necessário).  Observar para que o orifício não fique apertado demais garrotando a ostomia. Marcar na bolsa o círculo com um guia de corte.  Aplicar a placa com o aro sobre a região. solicitando ao paciente que enrijeça a região.  Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro na placa. soltando apenas o clamp que a fecha na parte inferior.  Secar a área ao redor com gaze estéril. do dreno ou da ostomia. em posição cefalocaudal. Procedimento:  Limpar a região da colostomia com soro fisiológico a 0. Lavá-la com soro fisiológico a cada vez que se desprezar o conteúdo no vaso sanitário.

 Deixar a solução correr vagarosamente. cor. Fixar nova bolsa de colostomia com placa protetora.  Retirar a bolsa de colostomia e desprezá-la.  Retirá-la. infusão de alimentos. XV.  Deixar fluir o material fecal de 15 a 20 minutos. 69 .O clamp poderá ser reutilizado nas trocas do mesmo paciente.  Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0.9%. 2. Registrar no prontuário: característica do débito de colostomia.  Após o efeito desejado proceder à limpeza ao redor da colostomia e secar a área com gaze. medicamentos e hidratação de pacientes impossibilitados de deglutir.  Fechar a sonda quando terminar a solução evitando a entrada de ar. Observação: Em caso de dois estomas. odor. observar na prescrição médica qual deles será irrigado.. clampeando-a e puxando-a..Lavagem intestinal pela colostomia  Procedimento:  Lubrificar a sonda. SONDAGEM NASOGÁSTRICA E a introdução de uma sonda via nasal ou oral no estômago do paciente com a finalidade de drenagem de líquidos. etc. volume.  Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda no estoma a ser irrigado.

 01 unidade de sonda nasogástrica.  01 par de luvas de procedimento.  01 seringa de 10 ml ou 20ml.  01 pacote de gaze.  100 ml de água filtrada.  01 toalha.  20 cm de esparadrapo.  01 estetoscópio.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  Xilocaína gel.  01 unidade de bolsa coletora descartável ( em caso de drenagem).  Lubrificar a sonda com xilocaína gel. 70 .  Proteger o paciente com a toalha.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  01 equipo para dieta.Material  01 bandeja. OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  Preparar o material.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até o estômago.

71 . preferir sempre as SNE por menor risco de bronco aspiração.  Retirar luvas de procedimentos.  Oferecer água ao paciente se necessário. reações do paciente durante o procedimento.  Organizar o material. para facilitar a introdução da sonda. pedindo para que o paciente degluta a sonda. aspecto da drenagem. para evitar muito atrito e lesões nesta área . e fixar a sonda sobre o material.  Instalar dieta se for o caso. Em paciente com terapia nutricional por sonda. testar com copo com água observando borbulhas na água e auscultar infusão de ar com seringa de 20 ml colocando o esteto na região gástrica. respirando pela boca. permitindo a infusão de dietas e medicamentos aos pacientes impossibilitados de deglutir. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Lavar as mãos.  Fixar a sonda em “T”.  Verificar se a sonda está no estômago: aspirar com seringa o conteúdo gástrico.  Conectar bolsa coletora (em caso de NSG aberta). Introduzir pela boca ou narina.SONDAGEM NASOENTERAL É a introdução de uma sonda via nasal ou oral que passa pelo estomago e fica introduzida até o duodeno. XVI.  Manter cabeceira elevada enquanto o paciente estiver sondado. ou seja.

OBS: Verificar rotina da CCIH para Prevenção de Pneumonia Hospitalar. lubrifica-lo com xilocaina gel e introduzi-lo novamente. com a cabeça ligeiramente inclinada para frente.  Lavar as mãos e calçar as luvas de procedimentos.  01 equipo para dieta.  20 cm de esparadrapo. 72 .  01 toalha.  01 par de luvas de procedimento.  Preparar o material.  01 seringa de 20 ml.  Retirar o fio guia da sonda. Material  01 bandeja.  01 estetoscópio.  Xilocaína gel.  01 unidade de sonda nasoenterica com fio guia.  100 ml de água filtrada.  Proteger o paciente com a toalha.  Colocar o paciente em posição de fowler ou sentado.  Procedimento:  Explicar o procedimento para o paciente.  01 pacote de gaze.  Medir a sonda da boca ao lobo inferior da orelha e deste até a região hipogástrica.

 Fazer Rx confirmatório. Lubrificar a sonda com xilocaína gel. ou seja.  Verificar se a sonda está corretamente posicionada.  Retirar luvas de procedimentos. reações do paciente durante o procedimento.  Manter a cabeceira sempre elevada do paciente a fim de evitar bronco aspiração. para evitar muito atrito e lesões nesta área. proteger a base até a ponta do nariz com micropore ou outro material adesivo mais suave.  Introduzir a sonda pela narina com fio guia. injetando ar com a seringa e auscultando com o auxilio de um estetoscópio a região hipogástrica. aspecto da drenagem.  Fixar a sonda em “T”.  Retirar o fio guia. pedindo que degluta a sonda e respire pela boca. ATENDIMENTO A PARADA CARDIORESPIRATORIA (PCR): Conceito de PCR: É a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e da respiração.  Anotar no prontuário tipo e número da sonda.  Aguardar 03 horas para infundir a dieta. se o paciente estiver consciente solicitar a sua colaboração. e fixar a sonda sobre o material.  Lavar as mãos. 73 .  Organizar o material. XVII.

3.Medidas iniciais:  Verificar nível de consciência do paciente e confirmar se o paciente está em PCR    Solicitar ajuda. assim como o reconhecimento da gravidade da situação é de fundamental importância.Sinais e sintomas que precedem PCR  Dor torácica  Sudorese  Tontura  Escurecimento visual  Perda de consciência  Alterações neurológicas 2.Sinais clínicos de PCR  Inconsciência  Ausência de movimentos respiratórios  Ausência de pulsos em grandes artérias ou ausência de sinais de circulação. antes mesmo da chegada de outras pessoas ou equipamentos adequados. Qualquer profissional que constata uma PCR tem por obrigação iniciar as manobras de atendimento e solicitar ajuda 1. pois permite iniciar prontamente as manobras de reanimação. realizando: 74 .A constatação imediata da PCR. Verificar a respiração ( olhe/ ouça/sinta) Promover abertura das vias aéreas.

I. 1 enfermeiro.  Orienta os técnicos de enfermagem na monitorização do paciente e obtenção do acesso venoso.  Solicita serviço de apoio. promover com rotina descrita.  Auxilia o médico na intubação. MOV (Monitor. ventilação e transferência do paciente.  Em caso de óbito. providencia ventilação com ambu com O2. 2 técnicos de enfermagem. o Tração anterior da mandíbula. aspirar vias aéreas superiores). o Extensão do pescoço.Técnica para reanimação cardiovascular Equipe 1 médico.  Providencia vaga na U. .T. 4. Enfermeira:  Avalia responsividade. se necessário.  Checa pulso e avalia ritmo.  Solicita médico. 75 do paciente e solicitar acompanhamento médico do plantonista. e auxilia transferência. carro de emergência e desfibrilador.  Posiciona junto à cabeça do paciente (retirando prótese se houver. Oxigênio e veia).o Alinhamento da cabeça com tronco.   Solicitar carro emergência.  A enfermeira deverá acompanhar a transferência  Registra dados do atendimento no prontuário. avalia via aérea. mantém via aérea aberta.

Paciente grave.  Ocorrendo melhora ou estabilidade do quadro. proceder com rotina de óbito.     Organiza aparelhagem usada.     Se não houver acesso venoso.  Caso evolua para óbito. Em caso de óbito. reanimado deve ser transferido acompanhado pelo maqueiro.  Intuba o paciente.Médico:  Reavalia rapidamente paciente. preencher a declaração de óbito e ou fazer relatório de encaminhamento para SVO. Aspira vias aéreas. providencia. enfermeiro e médico. fazer a transferência e prescrever as medicações utilizadas. Repõem carinho de emergência. checa a intubação. 5.  Solicita verbalmente as medicações a serem administradas. Aspira e administra medicações solicitadas pelo médico.  Monitoriza com as pás e realiza o choque se indicado. Requisita medicações e materiais usados.COMPOSIÇAO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA PRODUTO 76 QTDE .  Inicia as compressões torácicas.  Reavalia periodicamente o paciente. Técnico de enfermagem:  Abaixa a cabeceira posicionando o paciente. se necessário. anotando no prontuário a ocorrência.

5 Ambú adulto Eletrodos Fio guia Óculos Látex Umidificador Abocath n 18 Abocath n 20 Abocath n 22 Abocath n 24 Cânulas de guedel Lâmina de bisturi n 11 Fio mononylon 3.0 Luva estéril n 8.5 Luva estéril n 8.0 Laringo com laminas Vidro de aspirador Equipo para bomba Equipo macrogotas Frasco de gel Tábua Bird Conexão do Bird 02 02 01 02 10 02 02 03 02 02 02 02 02 02 02 02 01 02 03 02 01 01 01 02 PRODUTO Polifix SNG n 18 77 QTDE 02 01 .Luva estéril n 7.

9 % 500 ml Seringa 20 ml Seringa 10 ml Seringa 5ml Seringa 1 ml Agulha 40x12 Agulha 25x7 78 02 01 02 05 03 03 03 10 05 QTDE . De sódio Dormonid (midazolan) Fenergan Diazepan Flebocortid 500 mg Sulfato de mag. Gluconato de cálcio Amiodarona Xilocaína sem vaso 2 % Glicose 50% 20 ml Lasix Dopamina Noradrenalina Fentanil 30 ml Xilocaína gel dobutamina 20 20 10 03 03 02 02 02 02 05 02 05 10 05 02 01 01 02 PRODUTO Soro Ringer 500 ml Soro glicosado 5 % 500 ml SF 0.Medicações Adrenalina Atropina Bic.

0 Tubo orotraqueal n 7. 79 .5 Luva estéril n 7.  Conferir data de validade dos materiais estéreis (realizar troca quando necessário)  Conferir validade dos internos descartáveis (incluindo validade da esterilização)  Após atendimento de paciente em PCR: realizar desinfecção dos equipamentos utilizados com água e sabão e ficção de álcool a 70%. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.5 Sonda uretral n 8 Sonda uretral n 10 Sonda uretral n 12 Sonda uretral n 14 SNG n 18 Luva estéril n 6.5 Tubo orotraqueal n 8.  O carro de urgência deverá ser prioridade.0 05 01 01 01 02 02 01 02 02 04 02 02 01 01 6.0 Tubo orotraqueal n 6.  A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.ORIENTAÇÕES GERAIS  O carrinho de emergência deverá ser revisado e completado pelos funcionários da enfermagem da unidade.0 Tubo orotraqueal n 8.Agulha 25x8 Tubo orotraqueal n 6.5 Tubo orotraqueal n 7. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência por não ter sido checado com antecedência.

 01 agulha 30x7 ou 13x4.  01 lamina de 11 ou 15.0 com agulha 2cm cortante.PREPARO DE MATERIAL PARA INTRACATH Para cateterização venosa central utiliza-se um dispositivo venoso profundo que é introduzido pela veia jugular interna ou subclávia.  01 seringa de 20ml. OBS: Verificar orientações de Rotina Prevenção de Infecção de Corrente de Sanguínea Material  01 bandeja de pequena cirurgia.XVIII. Essa via de acesso é viabilizada nos momentos em que o paciente não apresenta mais acesso venoso periférico.  01 fio de sutura mononylon 3.  01 par de luvas estéril. desembocando na veia cava superior para infusão de medicamentos e nutrição parenteral.5.  01 intracath(Kit) para Subclávia nº16x12 adulto.  10 ml de xilocaína a 2% sem vasoconstritor.  01 polifix (se não houver torneirinha de 3 vias). infusão rápida de drogas ou controle de pressão venosa central. nos casos de pacientes que necessitem de um grande volume de soluções injetáveis. 80 .

Fazer curativo local. máscara.9% 250 ml.  01 pacote de gaze.Abaixar a cabeceira do leito se necessário. 12.Tirar as luvas. 2.Organizar o material.  01 campo estéril  Procedimento 1. 16.Orientar o paciente quanto ao procedimento. 14. 81 .Abrir o soro.  01 capote estéril. 11. 7.Lavar as mãos.Aguardar a punção.9% no equipo e polifix e retirar o ar do sistema. 13. lavar as mãos. 4. 01 equipo para infusão. avental e luvas. 9.  50 ml PVPI 10%. calçar luvas de procedimento. 8. 3. conforme manual de curativos da CCIH.Organizar o material. gorro.Levantar a cabeceira do leito.Aguardar o termino do procedimento (fixação do cateter). 6. 5.  01 frasco de solução fisiológica 0.Pedir ao paciente que vire a cabeça para o lado para realização da punção. 15. 10.Oferecer ao médico máscara. álcool 70% ou clorexidina  50 cm de micropore ou esparadrapo.Oferecer solução anti-séptica. conectar a solução fisiológica 0.Posicionar o paciente no leito em decúbito dorsal-horizontal.Entregar o equipo ao medico para conexão com cateter.

 Procedimento:  Organizar o material  Colocar o material à beira do leito do paciente. sem nenhuma inclinação para cima ou para baixo.  Promover ambiente limpo e protegido com biombo se necessário. Observação Já instalado cateter venoso central. MONTAGEM DE PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) Material  01 equipo com fita graduada para PVC.Anotar gastos/ repor o material se necessário. 82 . XIX. reto com cabeceira e pés do leito na mesma direção. 18.  Colocar o paciente em decúbito dorsal.  01 suporte de soro.  40 cm de fita adesiva.Fazer anotações de enfermagem.17.  01 frasco de soro de 500 ml.  01 régua de medida de PVC. Observação:  Preferir salas de procedimentos.

para ser conectada ao cateter central. indicando precisão na medida.  Abrir o acesso de passagem de solução do equipo de PVC para o paciente.  Circular com uma caneta vermelha.a tampa da via dupla para medida e aguardar a descida da solução no equipo. 1. e a via única ( mais comprida).  Fixar a fita graduada no suporte de soro com o zero da medida da linha entre o paciente e o suporte.  Fechar as vias de infusão de outras soluções.  Direcionar a outra extremidade ao suporte de soluções posicionado ao lado. apêndice xifóide. mantendo-a em linha reta de modo que a ampola com água da régua de PVC se mantenha alinhada. de acordo como determinado pela medida da régua . sendo removido todo o ar. com a bolha de ar centralizada.  Marcar no suporte de soro com a fita adesiva o ponto zero para medida de PVC. 83 . para baixo. ou na linha axilar media. pois ele já estará preenchido com o soro fisiológico.Passos para realizar a medida:  Pinçar a solução do equipo de PVC. fique posicionada para cima. para destaque. (uma via ficará para instalação do soro fisiológico e a outra para a medida). Posicionar uma das extremidades da régua de PVC na linha do tórax anterior.  Retirar todo o ar do equipo de PVC com o soro fisiológico.  Fixar o equipo no suporte de modo que a via dupla.  Instalar a via única do equipo (a mais comprida) no cateter central do paciente. o ponto zero da fita.

 Cateter de aspiração estéril com furos (sonda de aspiração ou sonda uretral). 1.  Fechar a via do equipo de PVC para o paciente e abrir a das outras soluções.  Gorro e avental.  Vidro aspirador.9%.  Trocar o equipo a cada 24 horas. Datar e assinar o dia da troca.  Colocar máscara.  Pinçar o equipo.  Borracha látex. 84 .  Preencher novamente o equipo de PVC com o soro.  Soro fisiológico 0.  Marcar o ponto de oscilação o qual determina a medida do PVC.  Óculos. Observar em qual ponto da fita graduada há oscilação da solução.  Valores normais: 7 a 12 cm de água OBS. APIRAÇAO ORONASOTRAQUEAL: 1.  Trocar equipo sempre que apresentar sangue em sua parede interna.  Máscara.  Tampar a ponta do equipo usada para a realização da medida. XX. seringa de 20 ml estéril.  Anotar na ficha de controle do paciente. Material:  Luva estéril. A técnica: Utilizar técnica asséptica na aspiração endotraqueal:  Lavar as mãos com água e sabão antes e após o procedimento.1. Verificar outras orientações da rotina de prevenção de infecção de corrente sanguínea da CCIH.

 Não introduzir o cateter sem antes dobrar o látex para evitar lesão de mucosa pela sucção. óculos e capote. Calçar luvas.  Segurar o látex e ligar o aspirador com mão esquerda.  Após o procedimento retirar as luvas. mantendo a mão direita sem contaminação.vem).  Durante a aspiração realizar movimentos circulares com cateter (nunca em movimentos de vai . 85 . dentro de um saco coletor estéril.  Aspirar na seguinte seqüência: traqueostomia ou cânula orotraqueal.  Se o paciente estiver sob ventilação mecânica. pois é de uso único. o procedimento deve ser rápido oxigenando o paciente a cada aspiração com O2 a 100% com auxílio de Ambu.e . O cateter deverá ser desprezado.  Deixar o látex devidamente protegido. no expurgo.  Retirar a máscara.  Após o procedimento. irrigar ponta do cateter com soro fisiológico mantendo o aspirador ligado fazendo assim a limpeza do látex e também do cateter.  Desprezar a secreção do frasco coletor no final de cada aspiração no vaso sanitário.  Pegar o cateter com a mão direita enluvada.  Lavar as mãos.  Conectar o látex tendo cuidado para não contaminar a luva e o cateter.  Durante a aspiração instilar soro fisiológico em pequena quantidade para facilitar o desprendimento de secreções espessas. gorro. nariz e boca.

Referindo a esquerda que deverá ficar de luva.  A traqueostomia deve ser realizada com técnica asséptica. Observação:  Quando se refere em manter a mão direita sem contaminação é. lavar as mãos e usar luvas estéreis.. 86 .O.  Manter a região da traqueostomia sempre limpa. trocando as gazes todas as vezes que acumular secreção. Enxaguar o frasco.  Aspiração traqueal de 2/2h e S. manter a que você tem maior destreza.2 Rotina de aspiração:  Aspiração oral – sempre que necessário.O. Trocar cadarço de fixação da cânula de traqueostomia diariamente. XXI.  Usar um cateter para cada aspiração. 1.  A cada aspiração.S. para sua proteção.  Trocar o látex e o vidro de aspiração a cada 24 horas. de acordo com a prescrição da enfermagem. ou S. CUIDADOS COM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS:  O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média).S. O paciente com traqueostomia apresenta um risco de aquisição de Infecção Hospitalar entre 5 a 35% (em média).

 Aspirar o paciente pela técnica preconizada.  Aspirar a cânula externa enquanto a cânula interna esta em solução. mantendo a cânula fixa. 87 . 1.  Preparar o material  Desconectar o circuito de umidificação.  Realizar aspiração sempre que necessário para evitar obstrução e diminuição da luz na cânula.  Calçar as luvas.  Registrar o procedimento no prontuário.1 Material :  Cuba pequena estéril  Soro fisiológico  Gase  Luva estéril A.  Remover suavemente a cânula. remover qualquer resíduo de secreção da mesma .  Secar com compressa estéril  Fazer a limpeza em volta da cânula com soro fisiológico. Orientações para a limpeza da cânula: 1.  Reinserir a endocânula fixando-a no ponto indicado. como linhas de fibra de gazes. Cânula interna (macho):  Lavar as mãos. usando técnica asséptica.  Se necessário trocar o cadarço. instilar soro para auxiliar a retirada de resíduos e crostas de sua parede.  Imergir a cânula em solução filológica. Verificar que não tenham permanecido partículas estranhas. tendo-se o cuidado de seguir a curva da mesma. pois a manobra pode desencadear forte acesso de tosse. secando com gaze.  Retirar a cânula da solução. caso o paciente esteja recebendo oxigênio. deverá ser substituída por outra esterilizada. Se necessário. Quando a cânula externa de traqueostomia necessitar ser trocada.

propondo soluções. Para que haja efetivo desenvolvimento das pessoas. circulares e outras instituições. ATRIBUIÇÕES DOS ENFERMEIROS SUPERVISORES  O ENFERMEIRO SUPERVISOR A supervisão de enfermagem é uma das atividades desenvolvidas no cotidiano hospitalar. rotinas. Utiliza técnicas psicológicas. priorizando-os. Cânula externa:  A troca deve ser realizada pelo medico.  Receber o plantão na chefia de enfermagem observando as principais ocorrências e pendências para serem concluídas. portarias.  Prever e solicitar materiais necessários para o funcionamento do serviço.  Planejar. bem como instrumentalizar suas próprias ações.  Cumprir e fazer cumprir regulamentos da instituição. A supervisão é compreendida como um instrumento que contribui para a identificação de problemas.B. participar e estimular a equipe a participar de cursos trabalhos e pesquisas realizadas na própria clínica ou em outras instituições. estimulação. para realização de diagnósticos e intervenção na realidade. sendo orientações. em geral pelo profissional enfermeiro que responde pela organização técnico-administrativo do trabalho. 88 . Observação: Seguir demais orientações quanto a prevenção de pneumonia Hospitalar. para avaliação dos mesmos.  Distribuir os funcionários de acordo com a necessidade do serviço. compreender as necessidades dos outros. em presença de secreção ressecada com risco de obstrução da mesma.  Determinar a escala diária dos leitos. de ensino (acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. orientação e treinamento) e de controle (conferencia. seguindo técnica asséptica. retificação. e participação para intervenção na realidade). é imprescindível que o supervisor possua capacidade de ouvir. aconselhamento e motivação. XXII.

89 . solicitar manutenção quando detectado algum problema.  Passar sonda Nasoenterica.  Puncionar jugular se necessário. acompanhar transferência do paciente até a UTI.  Observar o funcionamento dos equipamentos e materiais existentes na unidade. Liderar. além de captar as necessidades de sua equipe de trabalho.  Passar Sonda Vesical de Alivio.  Puncionar Port-a-Cath.  Passar sonda Nasogástrica. exames e preparo do paciente para cirurgias e exames. supervisionar e executar.  Avaliar as infusões de medicações em pacientes mais graves e monitorar sua infusão nos casos de quimioterapias e drogas vasoativas.  Definir tipos de isolamentos.  Evoluir pacientes graves. na ficha de equipe multidisciplinar.  Instalar PVC.  Avaliar os pacientes graves e solicitar a avaliação do plantonista geral quando necessário. sendo revisado periodicamente.  Passar Sonda Vesical de Demora.  Encaminhar materiais hospitalares danificados para manutenção.  Realizar visitas aos pacientes. rotinas e procedimentos do seu setor e deixar disponível a toda equipe no local de trabalho.  Emitir parecer técnico na compra ou locação de materiais ou equipamentos.  Fazer escala de serviço dos técnicos de enfermagem.  Realizar Curativos de grande porte de CDL ou Intracth.  Verificar prontuários.  Elaborar manual de normas.  Zelar pela conservação de equipamentos hospitalares.  Prescrever cuidados de enfermagem.  Desobstruir sondas vesicais de demora com irrigação.  Estabelecer sistemas e fazer orientação contínua quanto à prevenção de riscos ocupacionais.  Encaminhar pacientes graves a UTI.  Prestar assistência a Parada Cardiorrespiratória junto com a equipe médica.

 Implementar programas de educação continua e aperfeiçoamento para os técnicos de enfermagem. quando possível.  Entregar o corpo a funerária.  Avaliar resultados de exames e comunicar o plantonista ou ao médico assistente. parecer de serviço social.  Acompanhar e assistir o plantonista nos casos de óbitos.  Providenciar transporte e solicitar o técnico de enfermagem para acompanhar nos exames extras hospitalares.  Avaliar o desempenho da equipe.  Avaliar a necessidade de acompanhamento para pacientes e autorizar sua permanência no hospital. parecer da nutrição. mamadeiras ou outros alimentos.  Esclarecer duvida de pacientes sobre cuidados após cirurgias e altas.  Orientar a mãe quanto à importância de amamentar o recémnascido para não oferecer chupetas. esclarecer as duvida dos técnicos de enfermagem.  Realizar treinamento periódico dos funcionários sob sua supervisão. repondo corretamente. detectar problemas e oferecer soluções para o bom andamento do serviço.  Encaminhar o paciente para exames fora quando não são realizados na Instituição.  Checar o carrinho de emergência e solicitar novos materiais. entregar a declaração de óbito.  Comunicar parecer médico a outras especialidades.  Elaborar projetos científicos.  Orientar acompanhante quanto às normas do hospital. e orientar quanto ao registro do mesmo.  Realizar eletrocardiograma. como parecer psicológicos.  Lançar alta por óbito no sistema de imediato no horário correto e encaminhar para setor de internação o memorando comunicando o óbito para ser lançado no sistema na Prefeitura e Convênios.  Orientar a mãe sobre o perigo da amamentação cruzada.  Supervisionar.  Receber o familiar no horário de visita orientar e se necessário permitir a entrada de mais de duas pessoas ou o deslocamento do paciente para contato com filhos e netos menores. IML ou SVO.  Avaliar as necessidades do paciente não observada pelo médico e interceder por ele junto à equipe. 90 .

 Prevenção de situações problemáticas.  Planejamento.  Previsão e provimento de recursos humanos. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM 91 . Atua na promoção.  Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem segundo os critérios e as prioridades definidas.  Identificação das necessidades de assistência de enfermagem. execução e avaliação de programas de desenvolvimento de pessoal. recuperação da saúde e reabilitação das pessoas.  Atender e anotar as solicitações da Gerência.  Manutenção de um sistema de informações eficientes.  Orientação com avaliação dos funcionários durante a execução das atividades. Atuar junto aos residentes orientandos e auxiliando nos procedimentos e protocolos. respeitando os preceitos éticos e legais. ATRIBUIÇÕES IDEAIS DO ENFERMEIRO A enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade. transferência interna e externa de pacientes. físicos e orçamentários necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem.  Promoção de integração do pessoal de enfermagem e manutenção de estratégias para sua motivação.  Elaboração. XXIII.  Estabelecimento.  Caracterização da clientela atendida. proteção. solicitação de vaga extra-hospitalar e transporte.  Avaliação da qualidade da assistência de enfermagem prestada. XXIV. procedimentos. materiais. o elemento supervisor desenvolve junto aos funcionários atividades diversificado como:  Discussão dos valores e objetivos de serviços de enfermagem. rotinas e manual dos serviços de enfermagem. Na enfermagem. como exames não rotineiros.  Identificação das necessidades de orientação e treinamento dos funcionários. implantação e avaliação de normas. utilização e avaliação de métodos de trabalho.

com SSVV e intercorrências.  Realizar enteróclise e pequenos curativos. etc.. nasogástrica.  Promover organização do posto.  Marcar exames como EDA.  Medir débito da sonda Vesical de Demora e dreno de tórax. ECG. 92 .  Realizar o relatório de enfermagem completo e coerente com o estado geral do paciente.  Receber o material permanente do posto e zelar pelas suas perfeitas condições de uso.  Observar e puncionar acesso venoso para administrar soro e medicamentos.  Instalar oxigênio para o paciente conforme prescrição médica.  Atender a equipe médica quando solicitada. realizar banho no leito nos mais graves e acamados. e materiais estéreis.  Fazer previsão e requisitar material de consumo dos postos como luvas.  Comunicar ao banco de sangue as hemotransfusão. EEG. horários de visitas.  Aferir e anotar SSVV no prontuário e em caso de alteração comunicar a supervisora.  Solicitar coleta de gasometria. álcool.  Chamar plantonista da Instituição em caso de parada Cardio Respiratória e intercorrências. Receber o plantão dos colegas nas enfermarias para estar ciente do estado de cada paciente.  Comunicar com o laboratório exames de rotina e de urgências.. exames e pacientes graves. USG.  Receber o paciente no momento da admissão.  Trocar o selo d´agua do dreno tórax. TC. ECO.  Verificar prescrição médica e buscar os medicamentos na farmácia quantas vezes for necessário.  Preparar e administrar as medicações.  Entrar em contato com a supervisão em caso de dúvida em relação a medicações. comunicar a chefia caso necessite de manutenção ou substituição..  Proporcionar e zelar pelo conforto e organização do posto e das enfermarias deixando ambiente limpo e tranqüilo.  Retirar sonda vesical de demora.  Realizar trocas de leitos encaminhando os pacientes ao banho. nasoenteral e drenos conforme prescrição medica. levando-o até seu leito e apresentando-o para os demais da enfermarias. máscaras. orientar quanto as normas do hospital. anotando aspecto e volume. etc.

1. não denegrir sua imagem. nos casos graves chamar a chefia. RECURSOS HUMANOS POSTO 1A Equipe composta de: 93 . esta unidade possui 13 enfermarias de 02 leitos e 01 enfermaria de 03 leitos. medicação. procedimentos e cirurgias.  Entregar uma via do papel da alta para a internação lançar no sistema da MV e da Prefeitura e ou Convênios.  Ouvir o paciente nas solicitações.  Perceber complicações em pacientes graves e comunicar a chefia. no livro de admissão e na lista de pacientes do posto.  Registrar a alta do paciente no prontuário e no livro do posto de enfermagem.  Manter-se informado do quadro clínico. respeitar o paciente e suas limitações.  Preparar material e auxiliar nos procedimentos médicos e de enfermagem. preparar e encaminhar o paciente no horário correto para exames.  Chamar maqueiro e auxiliar o mesmo em todas as remoções de pacientes.  Arquivar a via assinada pela internação no prontuário do paciente. exames e procedimentos dos pacientes sob seus cuidados.  Orientar. ROTINA OPERACIONAL POSTO 1A – ENFERMARIAS DE CONVÊNIOS E PARTICULAR O Posto I-A ou Enfermarias de Convênios e Particular está localizado no 1º andar desta Instituição e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. procurando transmitir segurança durante o tratamento.  Comunicar a chefia em casos de exames e pareceres avisados ou não.  Ser ético. XXV. Fazer admissão no prontuário.  Orientar o paciente na alta hospitalar e comunicar a família.  Acompanhar o paciente até a portaria com a chegada da família e pegar a assinatura dos responsável no papel da alta.

 04 supervisoras de Enfermagem. aguardar rotina. Eletroencefalograma e Tomografia Computadorizada: Avisar nos respectivos setores assim que solicitados e já agendar data e horário. Cateterismo Arterial : Atentar para guias autorizadas(se convênio) e avisar funcionário da hemodinâmica. CARACTERÍSTICAS. Endoscopia: Avisar na sala de endoscopia no período vespertino e aguardar resposta da secretária do setor. 2. 04 em cada plantão fazendo 12x36hs. escarros. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para coleta de exames efetuados pela enfermagem: EAS. sendo 03 no plantão diurno e 04 no outro plantão fazendo 12x36hs. ESPECIFICAÇÕES NECESSÁRIAS SOBRE O SETOR: Rotina para exames: Devem ser agendados pelo funcionário do setor Tipos:  Exames laboratoriais: Devem ser colocados na caixa de exames do posto de enfermagem. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 1A 01 Posto de Enfermagem  Uma copa  01 Banheiro para os funcionários 3.  Exames de imagem: Ultra-sonografia e Ecocardiograma: Avisar no setor USG quando solicitado o exame e aguardar marcação no período vespertino pela secretária do setor. urocultura. swab e etc. proteinúria 24h. caso não sejam. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. Avisar imediatamente o laboratório quando os exames forem de urgência. 94  E INFORMAÇÕES . fezes. 08 técnicos de Enfermagem no período noturno. 07 técnicos de Enfermagem no período diurno.

salvo emergências (em pacientes acamados e graves esses exames são feitos no leito.G enfermeiros). RX e Eletrocardiograma: seguem rotina própria dos setores de origem e são recolhidos e encaminhados pelos maqueiros. CARACTERÍSTICA DA CLÍNICA O posto da obstetrícia e Berçário da Santa Casa de Goiânia localiza-se no 2º andar.Para todos: Anotar no prontuário data. obstetrícia e otorrinolaringologia. se E. conhecida com Ala Madre Paulina e admite pacientes do SUS. Os leitos dispõem-se da seguinte maneira: ENF 2A 01 – 2000 A 2004 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 02 – 2005 A 2009 – 5 leitos / obstetrícia ENF 2A 03 – 2010 A 2014 . *OBS: Em casos de exames não realizados na instituição o enfermeiro deverá tomar todas as providências relacionadas ao mesmo: agendamento e transporte (para sair da instituição o médico responsável pelo paciente tem que preencher termo de autorização liberando-o sair do hospital e descrever qual tipo de transporte o paciente pode utilizar. sendo 13 de 02 leitos e 01 de 03 leitos. A enfermaria de Convênios e Particulares possui 14 enfermarias. horário.5 leitos / obstetrícia ENF 2A 04 – 2015 A 2017 . ROTINA OPERACIONAL POSTO 2A – OBSTETRÍCIA E BERÇARIO 1.3 leitos / ginecologia 95 .C. O setor dispõe-se de 25 leitos dos quais admitem pacientes cirurgiados da ginecologia. se RX técnico em radiologia. preparo se necessário e nome do funcionário que agendou. se o paciente precisar de ambulância o hospital disponibiliza de acordo com a rotina do setor de serviços (via Intranet ) e um técnico de enfermagem tem que acompanhá-lo).3 leitos / obstetrícia ENF 2A 05 – 2018 A 2020 . XXVI.

CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO (Especifico para pacientes da Ginecologia Obstetrícia)  Orientar o paciente a permanecer em decúbito dorsal. sondas. várias vezes ao dia. nas primeiras horas após o parto. após micção e evacuação. mantendo-os secos e protegidos.  Proporcionar sono e repouso adequado. em caso de cesariana. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. episiorrafia. RECURSOS HUMANOS DA OBSTETRÍCIA POSTO 2A Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno.  Orientar higiene das mamas e mamilos antes e após as mamadas. incisão cirúrgica e involução uterina.ENF 2A 06 – 2021 A 2024 .4 leitos / ginecologia 2.  Observar sangramentos. tipos de dieta. 96 . sem interrupção. usando água morna e sabão. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  04 supervisoras de Enfermagem.  02 técnicos de Enfermagem no período noturno. das unhas. 01 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Observar aspecto da ferida operatória.  Estar atento com drenos. 4. após 06 horas para parto normal e após 24 horas para parto cesariana.  Orientar a realização da higiene corporal e íntima. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs.  Observar a micção. jejum e outros. E trocar os absorventes quantas vezes forem necessário. RECURSOS HUMANOS DO BERÇÁRIO  02 técnicos de Enfermagem no período diurno. 04 técnicos de Enfermagem no período noturno. pois pode haver retenção urinária. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. pois a mãe geralmente está exausta após o parto. 3.  Estimular a deambulação precoce.

lembrando que sua coloração normal é verde-escura e pastosa. OBS.  Manter o RN aquecido e em decúbito lateral.  Checar o preenchimento correto dos papéis. durante a manipulação do RN.  Anotar corretamente os procedimentos executados e as alterações observadas. e comunicar a supervisora. Verificar demais orientações na Rotina para controle de Infecção em Recém Nascidos: Berçário e Alojamento Conjunto. Orientar a puérpera para que quando as mamas estiverem ingurgitadas fazer aplicações de compressas quentes. 6. se em barra.  Aferir e anotar temperatura.  Usar sabonete de glicerina para dar banho no RN e retirar o vermix cavernoso das dobras da pele delicadamente. sabonete individual. quantidade e freqüência.  Usar Máscara desvartáveis. RN NO BERÇÁRIO  Devem-se usar luvas de procedimentos nos primeiros 12h e se sangue ou secreção e aventa ( devem ser trocados entre o cuidado de um RN e outro).  Observar aspecto das fezes. ALOJAMENTO CONJUNTO Alojamento conjunto é o sistema hospitalar em que o recémnascido sadio permanece com a mãe 24 horas por dia. para evitar riscos de hipotermia e bronco aspiração. Seguir orientações da Rotina de Prevenção do Sítio Cirúrgico da CCIH.  Registrar no relatório todas as intercorrências. 7.  Lavar as mãos antes e depois de tocar no RN.  Observar atentamente o nível de oxigenação do RN. OBS.  Manter Alcool gel glicerinado para anti-sepsia das mãos após lavagem. até a alta 97 .  Observar eliminação urinaria e anotar seu aspecto.  Aspirar secreções das vias aéreas superiores se necessário.

 Esclarecer cuidados específicos. incentivando a mãe a participar deste acompanhamento com o objetivo de que ela se sinta capaz de conhecer e avaliar seu filho.  Supervisionar os cuidados prestados pela mãe. ou em uma incubadora. medidas de higiene com o coto umbilical e avaliação de temperatura.  Curativo do Cordão Umbilical com álcool a 70% descoberto.  Realizar os primeiros cuidados com o RN. OBS.  Esclarecer sobre as rotinas gerais da unidade de modo a situá-la melhor no ambiente. de modo que haja integração de suas experiências anteriores e expectativas. Observar rotina para parto na Rotina da CCIH e Rotina para Controle de Infecção em Recém Nascidos. Este sistema possibilita à prestação de todos os cuidados assistenciais a mãe e ao filho. fornecendo a mãe informações precisas sobre as condições de seu filho no momento de sua admissão na unidade. também situações que necessitem ajuda de outros profissionais da saúde. associando sempre estas orientações com hábitos da mãe. higiene. dependendo de suas condições.  Registrar nos prontuários da mãe e do RN as condições evidenciadas e condutas tomadas de modo a fornecer informações necessárias para ações de outros profissionais da equipe.  Dar oportunidade ao pai participar nos encontros com a mãe nas enfermarias.  Preparar alta da mãe e do RN. e orientar a mãe. deambulações. medicações. incentivando o cuidar do filho.  Trazer o RN para junto da mãe. Colocam-se em 98 . berço aquecido. mostrando-se disponível para auxiliá-la na amamentação ou situações que lhe pareçam difícil.  Proporcionar condições para que a mãe possa reconhecer seu filho. RN EM INCUBADORA O RN poderá ser colocado em berço comum. como troca de roupa.hospitalar. reconhecendo assim.  Avaliar as condições físicas e emocionais do RN. fornecendo todas as orientações necessárias. com dietas.  Acompanhar a evolução diária do RN. 8.

 Veja Cuidados com incubadora na Rotina de Prevenção de Infecção em RN da CCIH. para o mesmo não resfriar. para evitar queimadura.  Manter as lâmpadas a 50 cm do RN. devido à ação do calor.  Lavar as mãos e antebraço com água e sabão e álcool a 70% glicerinado toda vez que manusear o RN. sendo fundamental o uso de fraldas para proteção do períneo e das gônadas.  A incubadora deverá ser mantida ligada.  Cuidado ao administrar oxigênio ao RN.  Observar atentamente prescrição médica.  Estar atento a punção venosa pra prevenir flebites. hipotérmico. A fototerapia é usada nos casos de icterícia neonatal.  O RN poderá estar em berço ou em incubadora. o que necessitará atenção constante da equipe de enfermagem para observar suas condições. para evitar infecção cruzada.incubadora os recém-nascidos com problemas respiratórios.  Orientar a mãe a lavar as mãos antes de tocar o RN.  O RN deverá estar despido. prematuro ou com qualquer outra alteração. CUIDADOS COM RN EM FOTOTERAPIA Fototerapia é o tratamento a base de luz visando à retirada da bilirrubina impregnada na pele do RN.  Abrir as janelas da incubadora somente quando for manusear o RN.  A temperatura ideal da incubadora é de 36 a 37° graus.  Manter a higiene rigorosa da incubadora. 9.  Lembrar que o RN não será ouvido quando estiver dentro da incubadora. 99 . Cuidados de enfermagem  Controlar o tempo de permanência da lâmpada fluorescente ligado com anotação da data e números de horas/dia. pouco peso. mesmo em desuso para receber urgências. observando posição correta do Hood.

evitando assim lesões graves por ação da luz. levando a uremia (Barros. Manfro. Proteção ocular para impedir o ressecamento da córnea. com diminuição na filtração glomerular.  Limpeza freqüente do berço. CONCEITO Insuficiência Renal Crônica (IRC) se caracteriza pela a perda progressiva e irreversível da função renal. Gonçalves. NEFROLOGIA E ORTOPEDIA 1. desinfecção semanal e quando tiver alta com álcool a 70%. 1994 pg. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2B – UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL – UTR. possibilitaram uma nova alternativa terapêutica a estes pacientes. 2. mesmo que a prescrição médica seja continua.  Controlar o estado de hidratação do RN.e a aplicação das diferentes formas de diálise (peritoneal (CAPD. Thomé. XXVII. com restrições de proteínas.  Proporcionar mudança de decúbito para que a desempregnação seja uniforme.  A fototerapia pode ser intermediaria ou contínua de acordo com a prescrição medica. substancia rica em potássio e líquidos. essa doença era fatal. melhorando a qualidade no atendimento com o transplantado renal.científico para equipe de enfermagem. DPA) e hemodiálise). pois pode ocorrer desidratação devida a sudorese pela ação do calor.  Retirada do RN da fototerapia para a amamentação.84).  Retirar o RN da fototerapia 15 minutos antes do banho para que seu corpo não sinta diferença de temperatura. 100 .  Controlar rigorosamente a temperatura corporal. antes da introdução da diálise. Na ausência de material próprio manter os óculos com papel escuro e gazes. OBJETIVO GERAL Esta rotina visa proporcionar conhecimento técnico. porém restritiva ao paciente. delimitando seu espaço à sua região. permitindo uma sobrevida maior. A IRC é um estado clínico que requer controle dietético rigoroso. pois pode ocorrer um hiper aquecimento pela ação do calor da lâmpada. aos hospitais e médicos.

o transplante renal é o mais efetivo para reabilitação socioeconômica do paciente urêmico (Pereira et al. recuperando a função renal e permitindo a reintegração social total do paciente. para um receptor com a doença renal. hematúria. penetrando no rim através do hilo renal. visando à substituição do órgão doente. Artéria renal é um ramo da aorta abdominal. são reto peritoneais. 3. 2003). com a introdução do esquema clássico de imunossupressão. A fisiopatologia da IRC o rim quase sempre está atrofiado havendo perda da função filtrativa dos glomérulos causando proteinúria.BREVE HISTÓRICO Dos vários programas substitutivos da função renal no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC). onde há sua irrigação. envolvendo o rim de um doador vivo ou cadáver humano. que é a associação de azatioprina e prednisona ( Manual Pratico de Diagnóstico e Tratamento – Atualização Terapêutica.O transplante renal é um método terapêutico para o paciente com IRC. oligúria. 2006). passando pela pelve renal e ureter até a bexiga. A urina é drenada para os cálices menores e destes os cálices maiores. ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE 101 . ANATOMIA Os rins são órgãos pares situados em cada lado da coluna vertebral. 5. Foi estabelecida como terapêutica adequada para a insuficiência renal crônica no início da década de 60. anúria. 4. TRANSPLANTE RENAL .

fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  Pacientes com insuficiência renal aguda e crônica. 6.  01 expurgo. CUIDADOS PRÉ. cada leito com entrada canalizada de O2. CARACTERÍSTICA DA INTERNAÇÃO  Pacientes para transplante renal. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2B Diurno:  04 funcionários no plantão impar.OPERATÓRIOS 102 .  01 isolamento com 02 leitos que constituem a Unidade Fechada do Transplante Renal. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. TIPOS DE PACIENTE  Transplantados  Renal Crônico  Renal Agudo  Ortopédicos Cirúrgicos  Buco-maxilo 8. (UTR)  Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par. 08 enfermarias com 03 leitos cada sendo o total de 25 leitos. 9. ar comprimido e vácuo. 7.  Complicações de transplante realizados na SCMG. pacientes com fratura.  01 banheiro para funcionários.  Falta de imunossupressores. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.

checar a administração dos mesmos e caso ocorra qualquer intercorrências ou falta de medicações ( principalmente imunossupressores e antibióticos). 4-Preparo pré-operatório como: jejum. 14. sinais vitais ( P.Manter dieta zero de 8 a 12 horas antes da cirurgia. 17.Quando necessário. através de orientações sobre o que vem a ser o transplante renal e a melhora da qualidade de vida. para encaminhar o paciente. providenciar local adequado para realizar as trocas. 13.Encaminhar paciente para hemodiálise um dia antes da cirurgia e solicitar que traga seu capilar para o hospital no final da sessão e o paciente que realizar diálise peritonial. 11.Aguardar chamada do centro cirúrgico. laboratório). 5. 16. 1. eliminações. 10. realizar a medicação já prescrita pelo médico nefrologista. 12. hemodiálise. solicitar laboratório para coletar exames e fazer reserva no banco de sangue.Averiguar e anotar diurese ( se presente).Comunicar os setores da instituição envolvidos no processo do transplante ( banco de sangue. ao qual o paciente será submetido. juntamente com todos os exames. 15. a avaliação física e continuidade do tratamento.Checar acesso dialítico (se FAV presença de frêmito e CDL se limpo). reunir pertences e entregar a família. centro cirúrgico.Encaminhá-lo ao banho. comunicar ao médico nefrologista e à enfermeira responsável do horário. 7. retirada de prótese dentária. 2.Receber o paciente na unidade do transplante. PA. 9.Avaliar presença de infecção. bijuterias. 18. preparo da pele (higiene corporal). R) no prontuário.Comunicar a supervisora qualquer intercorrência e relatar no prontuário. minimizando ansiedade.Assim que paciente internar em seu leito. oferecendo a roupa do hospital.Preparar e aguardar para encaminhar paciente para hemodiálise. 103 . retirada de esmalte.É o preparo bio-psico-sócio-espiritual e emocional do paciente e familiares para enfrentar o trauma anestésico/cirúrgico. 8.Internar paciente se for doador vivo 1 dias antes do transplante para exames complementares e se for doador cadáver aguardar o mesmo chegar.Preparar psicologicamente o paciente e sua família. 3. T.Realizar relatório de encaminhamento ao centro cirúrgico. 6. CME.Pesar o paciente.

OBS. controle da dor. P.OPERATÓRIOS A avaliação da enfermagem neste período. testar os equipamentos necessários para o recebimento do paciente. cuidados na prevenção de infecções.Preparar o ambiente da Unidade Fechada do transplante renal (UTR). montar kit para oxigenoterapia. soroterapia para reposição volêmica e bandeja para sinais vitais). aspiração de vias aéreas superiores. Os cuidados pré-operatórios são similares aos realizados com os pacientes cirúrgicos de médio porte. enfocando a ocorrência de complicações no intra-operatório. reposição de líquidos. visa detectar e intervir precocemente nas possíveis complicações pós-operatórias do Transplante Renal. O período das primeiras 24h do pós-operatório do transplante renal está associado à instabilidade hemodinâmica e a necessidade de reposição parenteral de grande quantidade de líquidos. Pós Operatório Imediato.POI 1. reposição volêmica. 2. alterações na recuperação pós-operatória.: A monitorização das complicações pós-transplante renal é prioritária e depende de uma grande parcela dos cuidados e observações da enfermagem. 10. Por isso.Ter conhecimento de como foi o procedimento cirúrgico.Conferir limpeza terminal da unidade e providenciar desinfecção do mobiliário da UTR. 104 . manutenção e estímulo da deambulação precoce. conforme prescrição médica. temos que ter uma equipe bem treinada e comprometida com o serviço e com o paciente transplantado renal. limpeza geral do ambiente. medicações utilizadas no ato cirúrgico.Avaliar estado de hidratação do paciente: condições clínicas. a equipe de enfermagem deve ter conhecimento prévio da história do paciente. CUIDADOS PÓS. 4.Conferir e providenciar material necessário para receber o paciente no POI ( preparar cama de operado.Avaliar paciente ao recebê-lo na UTR quanto aos sinais vitais (PA. T. 3. R) e verificação dos mesmos de hora em hora.Trocar lençóis e roupas do paciente provindo do centro cirúrgico. com ênfase na monitorização do balanço hidro eletrolítico.19.Instalar oxigênio quando necessário. Portanto. 5. 20. 6.

terá acesso à mesma.Aferir SSVV de 1/1 hora. 15. 12.Realizar banho no leito.Observar manutenção e funcionamento da sonda vesical de demora (principalmente obstrução). o mesmo deverá utilizar máscara de proteção. Pós Operatório Mediato. 8. evitando prevenção de complicações vasculares. 25. 24. pulmonares. 19. 105 .Administrar medicação conforme prescrição médica. 9. 18. 23. 13. evitando infecções. 22. 4-Realizar curativo se houver dreno manter oclusivo. conforme prescrição médica.7.Medir diurese de 1/1 hora e realizar reposição hídrica. drenos.Manter curativo oclusivo no 1º PO somente em local do dreno. 2-Aferir sinais vitais de 2/2 horas. trocando sempre que necessário. incisão cirúrgica aberta (só manter oclusivo quando houver sangramento). 3-Medir diurese de 1/1 hora. conforme prescrição médica. 21. se funcionante. lavando com água e sabão.Registrar em prontuário todas intercorrências. sondas.Avaliar função renal: controle de diurese de hora em hora.Agendar exames. e o doador (a) quando na sua alta.Avaliar Ferida Operatória (FO) com relação a presença de hemorragias e hematomas ( solicitar enfermeira ou equipe médica quanto a qualquer anormalidade). utilizando técnica asséptica. data e horário.POM 1-Encaminhar paciente ao banho de aspersão após liberação médica.Observar acesso venoso. úlceras de decúbito (dentro da UTR). 14. 11. 16. 20.Troca do curativo sempre que necessário pela enfermeira responsável. 10.Cuidados com acessos vasculares (FAV).Estimular deambulação o mais precoce possível (conforme orientação médica).Manejo do controle da dor. só a equipe multidisciplinar.Durante o período na UTR (até 5º PO). 17. Em caso de incisão cirúrgica manter aberta no 1º PO.Realizar balanço hídrico rigoroso.Quando o paciente necessitar de realização de exames ou hemodiálise (fora da UTR). realizando reposição hídrica conforme prescrição médica.Manter paciente em decúbito dorsal.

A demora no funcionamento do enxerto é definida como a necessidade de diálise durante os primeiros sete dias após o transplante. 7-Estimular a deambulação. entre outros). viroses. vômitos. com enfoque nas alterações de suas características (volume. se necessário. presença de sedimentos. investigar queixas de mal-estar. calor na ferida operatória.: Os funcionários que trabalham na unidade de Transplante Renal deverão se afastar se apresentarem qualquer reação infecciosa como gripe.ao aparecimento de sinais de infecção: observar condições clínicas do receptor e doador. 8-Encaminhar paciente para hemodiálise. COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM 1 – Disfunção Precoce do Enxerto:  Cuidados de Enfermagem – Realizar balanço hídrico rigoroso e avaliar o resultado. avaliar condições das inserções de cateteres e drenos. cor. Ver outras Orientações na Rotina de Controle de Infecção de Sítio Cirúrgico da CCIH. diarréia. tosse dificuldade respiratória e diarréia. realizar controle de diurese. enquanto ocorre a regeneração das células tubulares. 9-Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares. OBS. quando necessária com prescrição médica. hematúria. técnica cirúrgica). observar presença de rubor. realizar higiene oral adequada e avaliação da cavidade oral (monilíase oral). 6-Administrar medicação de urgência.5-Administrar medicação imunossupressora de horário conforme prescrição médica. OBS. alterações da defesa imunológica (utilização de imunossupressores. Devido à terapêutica 106 . presença de doenças sistêmicas. 11. resfriados. Justificativa do cuidado . densidade. avaliar a evolução da cicatrização.  Justificativa do cuidado – a função renal no período pós-operatório imediato está relacionada com a formação de urina (24-48hs) e normalização da creatinina e uréia sérica. ardência ao urinar. odor. edema. 2 – Infecção: Cuidados de Enfermagem – monitorar a evolução da temperatura. etc.

 Justificativa do cuidado – a obstrução pode ocorrer devido presença de coágulos e torção das vias urinárias. odor. retenção urinária. cor. Este paciente fará uso de várias medicações. 4 – Linfocele:  Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. odor. por este motivo esta não pode ser o único parâmetro de avaliação. e outros). Se a obstrução persistir. presença de sedimentos. Se não fizer uso. medicamentosa. densidade. 3 – Obstrução do trato-urinário: Cuidados de enfermagem – realizar controle de diurese com enfoque nas alterações de suas características (volume. hematoma ou linfa. portanto a rejeição (o organismo reagirá contra o rim tentando destruí-lo). A negligência em tomar estas drogas pode causar rejeição ao rim ou torná-lo doente. a dose irá diminuindo. depois. 12. realizar lavagem da sonda conforme orientação médica. a febre poderá ser mascarada. hematúria. manter sonda vesical pérvia observar a ocorrência de dobras na extensão. monitorar presença de secreção purulenta ou sinais de infecção em incisão . densidade. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS DROGAS MAIS UTILIZADAS O transplantado renal terá que fazer uso dos medicamentos par toda à vida. avaliar presença de edema ou abaulamentos próximos à incisão cirúrgica. compressão externa por edema. extravasamentos de urina. Se a obstrução ocorrer. e o paciente poderá referir desconforto abdominal. o rim será rejeitado pelo organismo e o paciente retornará à diálise. Prednisona e Ciclosporina. rejeição aguda ou ureter. 107 . hematúria. entre outros). cor. avaliar presença de evolução de edema. trações ou obstruções por coágulos. avaliar a presença de dor na FO. E estas drogas deverão ser ministradas conforme prescrição médica e em horários determinados rigorosamente. presença de sedimentos. as mais importantes são: Azatioprina. evitando. ao longo do tempo. principalmente de membros inferiores e peri-incisão cirúrgica. o volume urinário diminui. a bexiga pode tornarse hiperestendida e ocorrer um rompimento da anastomose ureterovesical. Nas primeiras semanas em doses mais altas.

Avaliar indícios de infecção. Iniciar antibioticoterapia criteriosamente e horário.Azatioprina – Geralmente ingerida a noite. Efeitos Colaterais: Pode causar problemas no fígado (icterícia) e diminuição dos leucócitos. 4-Cellcecpt ou Micofenolato de Mofetil – Poderá provocar diarréia ou vômitos e também ocasionar a queda de leucócitos e anemia.Estas drogas têm doses variadas de acordo com o peso e suas condições clínicas. aumento do colesterol e às vezes desencadeando diabetes. Caso suspeita ou comprovação da infecção. podendo levar a hipertensão e desencadear diabetes. geralmente em cápsula Efeitos Colaterais: Pode associar-se a hipertensão dependendo da dose. 5-Prograf ou Tacrolins – Geralmente a administração é pela manhã. Efeitos Colaterais: Aumento do apetite. acne. encaminhar o paciente para o isolamento. 4. 3. As drogas mais utilizadas são: 1-Prednisona ou meticorten – É um corticóide. e da quantidade de gordura no rosto e nas costas. aumento das gengivas. 108 . 2. crescimento de pêlos. REINTERNAÇÃO POR INTERCORRÊNCIA Se o paciente necessitar reinternar por alguma complicação ou infecção. com uma anamnese rigorosa 2. Efeitos Colaterais: Poderá associar. 13.se ao aumento de gorduras no sangue ( colesterol e triglicérides).se a hipertensão. administrado pela manhã. 6-Rapamune ou Rapamicina – Pode associar. 3-Ciclosporina ou Sadimun – É ingerida 02 vezes ao dia a cada 12 horas. com associação de três tipos de medicamentos. conforme prescrição médica. Realizar admissão do paciente. é necessário uma avaliação minuciosa: 1.

5. ECO. Agulha 25/ 7. 5. 10. Bandeja de pequena cirurgia. 2.) devem ser agendados pela supervisão e quando não realizados na Instituição. Quando exame de alto custo encaminhar relatório médico com justificativa para o Serviço Social e aguardar resposta data. Rotina para Biópsia Renal Percutânea Preparar o material necessário: 1. 11. Seguir técnica de coleta descrita pelo laboratório para exames colhidos pela enfermagem (EAS. Exames de imagem (USG. 12. Anotar data. encaminhar para o serviço social para ser autorizado junto à diretoria. Peso (saco de areia). fezes. 3. 7. Lâmina de bisturi nº 11 ou 15. Procedimentos: 109 . TC. Agulha 40/ 12. Polvidine tópico. 01 pacote de compressa. Avisar imediatamente o laboratório quando o exame for de urgência. escarro.. preparo prescrito pelo médico. ROTINA PARA ENCAMINHAMENTO DE EXAMES E BIÓPSIA RENAL Rotina para exames Quando exames Laboratoriais: 1. Devem ser colocados na caixa de exames do setor. 9. 4. horário. aguarde sua passagem nos postos. 6.. 02 agulhas semi-automáticas para biópsia renal. Seringa 20 ml.14. material necessário e nome do funcionário que agendou o exame. Recipiente com formol. Xilocaína injetável sem vasoconstricção. 2. Esparadrapo. 3. 2pacotes de gazes. .) 4. caso não seja. 6. 13. 8. local e horário da realização do exame.

.Auxiliar médico assistente durante o procedimento. .Encaminhar material ao laboratório de anatomia patológica. TOXICIDADE GASTRINTESTINAL Os efeitos colaterais mais comumente encontrados na maioria dos pacientes sob quimioterapia são as náuseas e os vômitos. quantidade e anota. aferir P. sendo que a enfermagem deverá solicitar o serviço do laboratório para realização do mesmo. como hemocultura e hemograma. . Dispõem de equipe qualificada sendo uma enfermeira especialista em oncologia e técnicos em enfermagem capacitados para manipulação e administração de fármacos.Orientar o paciente quanto ao repouso absoluto por 4 horas e manutenção do peso sobre o local da punção. .Promover a desinfecção do leito para biópsia e arrumá-lo.Deixar preenchido o formulário da sala.Recolher material utilizado.Após o término arrumar o quarto. . Os clientes ao serem admitidos na unidade deverão ser verificados os sinais vitais e observados a solicitação de exames. . CUIDADOS GERAIS PARA PACIENTES DA UNIDADE DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA 1. A comunicar se alteração.Aferir SSVV de 15 em 15 minutos na 1ª hora. . XXVIII. sendo seis enfermarias com três leitos e um isolamento.1.. para clientes da oncologia e hematologia. após verificar de 30 em 30 minutos até completar 4 horas. 1. Alguns fatores 110 . .Observar aspecto da diurese. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2C – UNIDADE DE HEMATOLOGIA/ONCOLOGIA A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia oferece assistência humanizada a clientes que necessitam de tratamento oncológico e hematológico. Na instituição são destinados dezenove leitos.Preparar o paciente. . . .Anotar e comunicar intercorrências.la.Transportar o paciente para o leito em maca.

MUCOSITE (ESTOMATITE) É o termo genérico usado para designar a inflamação da mucosa. Estomatite refere-se especificamente a mucosa oral. manteiga de cacau).2. hemorragia e infecção secundária. sensação de fraqueza. 1.3. Aplicar lubrificante labial (ex.3. sudorese. 1. dor. a via de administração . 1.1.1.influem na ocorrência de náuseas e vômitos.1SINAIS CLÍNICOS DA MUCOSITE Hiperemia. Orientar a escovação dos dentes com escova macia. alimentos muitos salgados ou com odores fortes. a dose . INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 111 . perspiração.2. dor na região da garganta e epigástrio. Bochechos com solução salina (SF 0. tontura.1. ANOREXIA É a perda do apetite ocorrendo principalmente em pacientes em usos de quimioterapia. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM     Inspecionar cavidade oral. edema. a velocidade de aplicação e a combinação dos fármacos. sialorréia. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Administrar o antieméticos antes das refeições. salivação excessiva. 1. taquicardia.1.2.  Estimular a ingestão de pequenas porções de alimentos a intervalos menores. SINAIS CLÍNICOS  Palidez cutânea. 1.  Encorajar o paciente a evitar gorduras. 1.9%). condimentos. 1. em decorrência da alteração do paladar.2.2. ulceração.

 Avaliar ruídos hidroaéreos. mais ou menos liquida.  Hidratação adequada.5.4. Orientar o paciente sobre a importância de a ingestão alimentar mesmo durante o quadro de inapetência. A não correção do estado obstipativo pode levar a náuseas. Acontece em decorrência da neuro toxicidade.  Avaliar turgor cutâneo e umidade das mucosas.1.  Informar ao médico sobre a evolução da obstipação.  Instruir o paciente da importância da ingestão de fibras. alimentação por sonda.4.5. principalmente dos quimioterápicos do grupo dos alcalóides da vinca. OBSTIPAÇÃO A obstipação consiste na dificuldade e diminuição da evacuação. vômitos e desequilíbrio eletrolítico. 1. acompanhada ou não de cólicas abdominais.  Casos mais graves devem ser avaliados quanto à necessidade de medidas alternativas. 1.1. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Questionar ao paciente sobre sua função intestinal. 1. pelo intestino. DIARRÉIA Definida como liberação anormal e freqüente de matéria fecal.  Promover o contado com o serviço de nutrição sempre que necessário. nutrição parenteral. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Avaliar o padrão intestinal habitual do paciente  Pesar em intervalos regulares  Orientar quanto à importância da manutenção da ingestão hídrica adequada.  Estimular a ingestão de alimentos ricos em proteínas e calorias. 1. 112 . como o uso de suplementos nutritivos que ofereçam complementação dietética de grande valor.

fala pastosa.  Neuropatia periférica: Parestesias em mãos e pés.  Neuropatia craniana: toxicidade. 1. 1.1. cefaléia. bronco-espasmo.  Alertar sobe o perigo da obstipação. paralisias e encefalopatia. 1. tontura e raramente.  Ataxia cerebral: dismetria. vômitos.6. nistagmo e vertigem.1. urticária e hipotensão. 1. vômitos. Orientar na pratica de exercícios físicos diários e da deambulação. TIPOS DE ALTERAÇÃO Alterações mentais confusão. febre. REAÇÕES ALÉRGICAS E ANAFILAXIA É um tipo de reação orgânica imunológica e passageira que se caracteriza por contração da musculatura lisa e vaso dilatação periférica devido à liberação de substancias farmacologicamente ativas iniciadas pela ligação do antígeno ao anticorpo. tosse dispnéia. SINAIS E SINTOMAS Exantema cutâneo maculopapular.6. prurido. neurorretinite óptica. obstipação. sensações de queimação. perda do paladar.7.  Aracnóide e irritação meninge: náuseas.7.2. formigamento e dormência mialgias. sudorese. 113 . 1.6.  Instituir medidas preventivas contra a obstipação. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Orientar o paciente e familiar para ficarem atentos quanto aos sinais e sintomas da neuro toxicidade para pacientes internados. rigidez da nuca. depressão e sonolência. fraqueza muscular. NEUROTOXICIDADE Alguns fármacos quimioterápicos apresentam uma maior incidência no que se refere aos sintomas provocados no SNC.  Informa sobre a transitoriedade da obstipação. cólica abdominal e impotência. dormência nas extremidades dos membros superiores e inferiores. edema periorbitário. ataxia.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS DURANTE A REAÇÃO ALÉRGICA  Comunicar o médico imediatamente.  Interromper imediatamente a infusão. 1. Já a toxicidade sistêmica inclui os seguintes sinais e sintomas: alopecia. 2.  Obter sinais vitais pré-quimioterapia. hiperpigmentação e outras. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM  Manter em mãos agentes farmacológicos e equipamentos de emergências.1. principalmente em casos de hipotensão. 114 . principalmente quando o paciente apresentar cianose. urticária.  Administrar oxigênio 02 l/m por cateter nasal ou máscara aos dispnéicos.2.  Alerta especial quando da administração do medicamento ao primeiro indicio de reação.3.  Realizar a técnica de reanimação cardiopulmonar.1. Extravasamento – é o escape ou infiltração de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos vizinhos.  Aumentar o fluxo de soro. DEFINIÇÕES 2. desconforto respiratório e edema. 2. urticária.7.7.9% ou SG 5%. foto sensibilidade. dor. descoloração venosa e necrose tecidual pos-extravasamento.1.  Ajudar o paciente a controlar a ansiedade.1.  Manter a via venosa com SG 0.  Monitorar sinais vitais e cada 5 minutos. TOXICIDADE DERMATOLÓGICA DAS DROGAS Toxicidade local ocorre quando a droga atinge os tecidos vizinhos ao local primário da inoculação da mesma e apresenta sinais e sintomas variados: flebites. eritema.  Proceder a atendimento de emergência conforme critérios médicos.  Manter acesso venoso permeável.

diabetes.1. podendo necrosar o tecido e comprometer tendões e articulações.  Pacientes que tenham recebido radioterapia na área da punção.2. 2.  Pacientes que estão incapacitados de se comunicar sobre as sensações de dor que ocorrem durante o extravasamento. Com drogas vesicantes a lesão geralmente aparece gradualmente. FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICOS  Pacientes com enfermidades vasculares periféricas. rubor e edema) e não há dificuldade de retorno venoso. PREVENÇÃO DO EXTRAVASAMENTO 115 . 2. 2.2.2. Pode estar presente sinal de inflamação (dor.  Administração dos quimioterápicos por pessoa sem o devido treinamento. Inicialmente o agente tóxico causa dor durante o extravasamento e após 7 a 10 dias aprecem eritemas.2. dor. Drogas irritantes – são aquelas que causam reação cutânea menos intensa quando extravasadas.  Pacientes idosos devido à maior fragilidade capilar. As reações imediatas de extravasamento são: queimação. A ulceração pode aumentar por 02 ou 03 meses.1. Os sintomas são: prurido em ausência de dor e dificuldade do retorno venoso.  Escolha de equipo ou scalps inadequados. CARACTERÍSTICA DA LESÃO TECIDUAL O tempo de duração de lesão tecidual depois do extravasamento de medicamento é variável. Pode haver dor e queimação sem necrose tecidual ou formação de vesículas. desconforto e eritema.2. calor. síndrome de Reynaud.  Localização inadequada da punção. seguidos por uma ulceração progressiva.  Pacientes com infusão contínua durante longo período de tempo. 2.3.2. Drogas vesicantes – são aquelas que causam irritação severa com formação de vesículas e destruição tecidual quando infiltrados fora do vaso sanguíneo.1. calor.

 Puncionar com cuidado a veia escolhida. que cause o menor prejuízo anatômico e funcional e que ofereça melhores condições cirúrgicas caso ocorra extravasamento. moveis e distantes de articulações. 2 . Pois no local existem estruturas importantes (artérias. 3 . menos tortuosa.Observar as queixas do paciente. dor. tendões) que quando lesados. queimação e aguilhadas são os sintomas de extravasamento. correspondentes a mastoidectomia.  Fixar o scalp com adesivo transparente. com lesão ou metástases. Solicitar ao paciente a manutenção da mão ou do membro imóvel durante a aplicação do fármaco. edemaciados. de preferência com scalp. menos susceptível a lesões. Neste sentido. Evitar jelco porque pode retardar a percepção de pequenos extravasamentos. acarretam comprometimento articular.  Evitar o uso de veias puncionadas há mais de 24 horas. portanto. 116 . ocasionando prejuízo funcional do membro (contratura. imobilidade) freqüentemente irreparável. 1. submetidos à irradiação. pois a veia esta mais estável e menos irritada no inicio do tratamento e.  Em geral recomenda-se a aplicação dos quimioterápicos.Observar queixa do edema e hiperemia que indiquem aos sinais de extravasamento. submetidos a cirurgia. com distúrbios motores ou sensoriais e excessivamente puncionados. nervos.  Certifica-se do posicionamento correto do scalp ou Jelco antes de administrar o quimioterápico por meio das seguintes manobras.  A fossa ante cubital deve ser evitada ao máximo. de difícil correção.Testar o retorno venoso. assegurando a imobilização da agulha dentro do vaso e o reconhecimento imediato de reações locais de infiltração do fármaco.  Escolher a via que ofereça à melhor proteção as articulações tendões e nervos. por serem mais calibrosas. e agulha comum. ruptura e espasmo. por ser difícil mobilização e fixação. apesar de ter as veias mais calibrosas e acessíveis. são mais adequadas às veias do antebraço.Administrar inicialmente apenas o soro fisiológico. Não administrar fármaco vesicante em infusão continua prolongado através de veia periférica puncionada com scalp ou jelco. 4. mesmo que apresentem bom retorno venoso.  Evitar punção de membros inferiores. vesicantes antes dos não-vesicantes.

 Conectar uma seringa ao scalp para aspirar a medicação residual existente. 3. sinais e sintomas apresentados. Paciente com contagem maior ou igual a 4. Sempre que possível. lavar a veia com pelo menos 20 ml de soro ou água destilada antes de retirar o scalp. A técnica mais adequada consiste na menos irritante ao endotélio venoso. 2.  O retorno venoso deve ser checado pelo menos a cada 2 ml de fármaco administrado.2.  Remover o scalp e elevar o membro acima do nível do coração. tratamento realizado e assinatura do enfermeiro responsável. concomitante a infusão do soro de manutenção. queimação. prurido ou agulhada. a infusão dos quimioterápicos. sendo importante registrar data e hora. como dor. especialmente dos vesicantes.  Aplicar o antídoto ou compressas frias e/ou quentes. especialmente ao tratar-se de fármaco vesicante.3. local.  Notificar o médico do paciente e registrar a ocorrência em prontuário ou outro impresso específico. conforme recomendado.  Instruir o paciente para relatar imediatamente qualquer anormalidade. NEUTROPENIA Pacientes que recebem quimioterapia devem ser cuidadosamente monitorados para determinar a ocorrência e a duração da mielossupressão.  Após aplicação do fármaco. fármaco administrado e seqüência. A neutropenia é caracterizada por valores de 117 . tipo de agulha e calibre. mas sempre.000/mm podem receber a dose total prevista. MEDIDAS DE ENFERMAGEM IMEDIATAS EM EXTRAVASAMENTOS  Parar imediatamente a infusão e manter a agulha no local. formigamento. deve ser feita em push (em bolus) (administram-se dois ml e esperam-se 15 segundos e assim sucessivamente). O uso do antídoto deve ser prescrito pelo medico assistente e autorizado por protocolo definido pela Instituição.  Manter a área puncionada sob observação constante durante o período de infusão do antineoplásico.  Evitar exercer pressão sobre o local do acidente. quantidade extravasada.000/mm até menor ou igual a 2.

com material de emergência. sendo composta por: 04 enfermarias com 05 leitos cada sendo o total de 20 leitos.500/mm. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 2-D       A pediatria está localizada no 2º andar. cada leito com entrada canalizada de O2. 4.00/mm e 500 /mm definem neutropenia moderada e severa. uma para tratamento cirúrgico. Valores menores ou iguais a 1. três são destinadas para tratamento clínico. A ocorrência de febre na vigência de neutropenia carcteriza uma emergência oncologica. o que dependerá do quadro clinico do paciente. armário com chave para guardar medicamentos. a dose deve ser revista pelo medico antes de ser liberada. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2C Diurno:  03 funcionários no plantão impar. podendo sofrer ajustes ou mesmo suspensão. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. Cada enfermaria é composta por 01 banheiro. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. 01 banheiro para funcionários. possui também uma sala para preparo de medicação. 01 expurgo. Das quatros enfermarias. Conforme idade da criança é colocada em berços ou camas. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2D – PEDIATRIA 1.  A clínica também possui uma sala com maca para procedimento (punção venosa).neutrófilos inferiores a 1. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. Nesses casos. XXIX. respectivamente. 118 . ar comprimido e vácuo. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. banheiro com uso exclusivo dos funcionários. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.

 Observar a pele do bebê. fazendo 12x36hs. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs.pia com bancada e um armário para guardar roupas. 3. 119 .  02 funcionários no plantão par. Noturno:  02 funcionários no plantão impar.  04 supervisoras de Enfermagem.  Orientar a mãe quanto à higienização genitália.  Observar coto umbilical. existem mesas infantis com cadeiras para as crianças. fazendo 12x36hs.  Auxiliar a mãe conforme necessidade.  Oferecer roupa limpa. 01 bebedouro. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2D Diurno:  02 funcionários no plantão impar. 01 televisão com vídeo cassete. fazendo 12x36hs. HIGIENIZAÇÃO  Oferecer bacia estéril quando for RN até 06 meses.  Realizar a troca de lençol do leito. soros e cobertores.  02 funcionários no plantão par.  Encaminhar para higienização corporal no chuveiro quando a criança tiver acima de 1 ano.  Oferecer e orientar quanto ao uso do sabonete neutro.  No espaço comum do posto. 2. nariz e ouvido. fazendo 12x36hs. proceder ao curativo com álcool a 70% conforme recomendado. e um armário para guarda dos brinquedos.

 Solicitar que mãe ou acompanhante realize os banhos das crianças abaixo de 01 ano com observação da enfermagem.  Auxiliar a mãe na alimentação conforme necessidade.  Oferecer recipientes para coleta de exames de fezes e urina. 120 .  Encaminhar o material junto com o pedido do exame para o laboratório. ALIMENTAÇÃO  A alimentação será fornecida pelo serviço de nutrição para criança e a mãe ou acompanhante. PREPARO PARA EXAMES  Orientar a mãe quanto á necessidade do jejum para exames. 6.  Observar a aceitação das dietas. NEBULIZAÇÃO  Preparar a medicação conforme prescrição. 4. 5.  Auxiliar laboratório na coleta de sangue levando a criança e a mãe para a sala de procedimentos.  Orientar o paciente e a mãe quanto ao procedimento e ajustar a máscara nas vias aéreas superiores.  Incentivar aleitamento materno de acordo com a idade da criança.  Aos lactentes serão oferecidas mamadeiras conforme prescrição.  Identificar o material coletado com o nome do paciente e registro.  Oferecer a máscara e aerosol com a medicação para a mãe.  Incentivar a alimentação quando estiver inapetente.

 Manter o leito limpo e seco.  Abrir venóclise e controlar o gotejamento.  Anotar diurese conforme prescrição. CUIDADOS PARA PACIENTES CIRÚRGICO  Receber a criança e passá-la da maca para o leito.  Administrar medicação conforme prescrição.  Encaminhar material para o CME para limpeza e desinfecção.  Orientar a criança e a mãe quanto à importância da deambulação e repouso. Ligar o ar comprimido.  Retirar o material da unidade.  Orientar a mãe quanto à importância do repouso e continuidade de jejum. Seguir rotina conforme Manual do Curativo  Observar cor e aspecto da diurese.  Realizar troca de curativos conforme necessidade e se houver prescrição.  Abrir sondas e drenos se houver.1. na bolsa coletora.  Posicioná-la no leito conforme cirurgia.  Observar nível de consciência da criança. observando cor. POI . 121 . 7. Seguir rotina conforme Manual do Curativo 7.  Observar drenagem de curativos.  Aguardar o tempo da nebulização.CIRURGIAS UROLÓGICAS  Observar curativos e proceder à troca conforme necessidade e prescrição médica. aspecto e odor.

O. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.I. Realizar troca de curativo conforme prescrição. POI . Administrar medicação conforme prescrição. 7. 122 . e observar cianose de extremidades.  Administrar medicação conforme prescrição para dor. Observar eliminações fisiológicas e anotar. P.CIRURGIAS ORTOPÉDICAS   Manter criança de repouso conforme prescrição. Seguir rotina conforme Manual do Curativo. 7. Manter repouso no leito até 1º P.O.CIRURGIAS DA OTORRINO      Receber a criança posicioná-la no leito de acordo com a cirurgia. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário.  Orientar a mãe quanto à necessidade da sonda vesical de demora.2.4. Apalpar artéria pediosa.    Orientar o paciente para não fletir o membro do procedimento. Observar local do curativo.3.    Manter o leito limpo e seco. 7. Aferir sinais vitais e anotar no prontuário. náuseas e vômitos e registrar em prontuário. Realizar troca de curativo conforme prescrição. POI. Manter talas de gesso em posição anatômica de acordo com prescrição médica.ABLAÇÃO  Receber o paciente.

látex. material de emergência (monitor cardíaco. mesinha com gavetas para guardar aparelhos de pressão arterial. implante de marca. No posto ao lado. compadres. CARACTERISTICA DA CLÍNICA No posto de enfermagem e realizado o preparo dos medicamentos e a guarda dos materiais como bandejas. Realizar troca de curativo conforme prescrição. escaninho para papeletas. 2. desfibrilador e um foco portátil). sendo que 16 leitos são destinados a pacientes cirúrgicos. ESTRUTURA FÍSICA O posto da cardiologia está situado no 2º piso. As roupas sujas 123 . estetoscópio. 08 leitos femininos e os restantes destinados aos pacientes clínicos. Administrar medicação conforme prescrição.passo. Revisar o curativo compressivo. enxovais e pijamas para os pacientes. 08 leitos masculinos. ROTINA OPERACIONAL POSTO 2E – CARDIOLOGIA 1. Há também um pequeno expurgo para guardar materiais contaminados como comadres. angioplastia. de acomodações simples. Os atendimentos realizados no setor são: clínicos. é reservado para prescrição médica com balcão formicado e mesa de granito.      Manter a criança de repouso conforme prescrição. estudo eletrofisiológico. Há um pequeno hall com cadeiras e uma TV 29 polegadas que foi doação de um paciente para entretenimento no final da tarde com horários estipulados de ligar e desligar a televisão. desfibrilador. XXX. etc. cateterismo cardíaco. materiais para curativos. Manter o leito limpo e seco. com um total de 09 enfermarias de 03 leitos e 04 enfermarias de 02 leitos. luvas. sendo denominado posto 2E. ablação e cirurgia cardíaca. impressos e a guarda de papeletas de alta hospitalar. Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica. possui 37 leitos.

fazendo 12x36hs Noturno:  04 funcionários no plantão impar. aspecto e odor. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  Oferecer coletor de diurese para aferir e anotar diurese: observando cor.são acondicionadas em hampers que estão localizados entre as enfermarias. fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem.  Administrar medicação prescrita com rigor. RECURSOS HUMANOS DO POSTO 2E Diurno:  04 funcionários no plantão impar. 124 .  Orientar e mantê-lo em repouso no leito: membros inferiores elevados. 4. pele e cabelo. quando o paciente recebe anticoagulantes orais ou parenterais. CUIDADOS COM PACIENTES CLÍNICOS QUANDO ADMITIDOS Após admissão observar conforme rotina:  Edema.  Observar com rigor sangramentos orais. dispnéia. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. hematomas. 3. fazendo 12x36hs  04 funcionários no plantão par.  Cianose de extremidades.  Estado geral do paciente: unhas.

 Proporcionar terapias no leito em estados graves de ICC com uso de drogas vaso ativa em bomba de infusão.  Quando paciente acamado. para passar no paciente.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo.  Ouvir e tentar solucionar queixas. 125 .  Providenciar emolientes / hidratantes para pele. conforme prescrição médica.  Aspirar secreções orais ou pela tranqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (ver rotina de prevenção de Pneumonia da CCCIH). edema MMII. Administrar oxigênio úmido sob cateter nasal ou máscara de macronebulação. proceder à higienização no leito ou chuveiro de acordo com o estado geral do paciente. dersani ou trigliceril.  Liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente. principalmente em proeminências ósseas. nos casos de rachaduras.  Realizar  massagem de conforto.  Manter o paciente limpo e seco.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade. debilitado. Hidratar a pele do paciente com óleo de girassol.  Proceder à mudança de decúbito de 2/2 horas.  Observar nível de consciência. para evitar úlceras por pressão.  Observar funcionamento intestinal.

Proporcionar sono/repouso/ambiente calmo e tranqüilo.  Proporcionar terapias. Observar com rigor temperatura da água quando encaminhado para higienização corporal. 5.     Administrar medicação S.   Restringir número de visitas. Verificar e anotar os sinais vitais de 1/1 hora. Administrar medicação conforme prescrição do médico. CUIDADOS COM O PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:      Mantê-lo em repouso absoluto no leito.O S em caso de precordialgia. CATETERISMO CARDÍACO 126 . 4. atividades manuais. conforme estado geral do paciente.  Orientar familiares quanto à necessidade de visitas regulares. Solicitar dieta livre para nutrição e observar aceitação. Retirá-lo do quarto para o banho de sol e socializá-lo com outros pacientes. livros. Autorizar acompanhante familiar conforme estado do paciente. TV. Observar cianose de extremidades. Colocar o paciente em posição de fawler mais oxigênio terapia conforme prescrição.

 Apalpar artéria pediosa.  Receber o paciente. Sua indicação é para mostrar obstruções das artérias que irrigam a musculatura do coração (coronárias). oferecendo roupa do hospital.1.  Orientá-lo quanto jejum. 5. É feito 127 . orientá-lo para não fletir o membro do procedimento.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.  Aferir a anotar sinais vitais. ANGIOPLASTIA Desobstrução de artérias coronária ou ponte de safena que estejam comprometidas por uma placa de gordura ou um coágulo. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal.  Revisar o curativo compressivo. P.O. principalmente PA e pulso. 4.Exame cardiológico evasivo feito para diagnosticar ou corrigir problemas cardiovasculares.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences. e observar cianose de extremidades.I DE CATETERISMO CARDÍACO  Preparar leito do paciente. como a visualização de um estreitamento geralmente formado por uma placa de gordura na artéria coronária. Preparo para Cateterismo Cardíaco  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.

posicionado e inflado no ponto que está obstruído.X). 6.I DE ANGIOPLASTIA  Preparar leito do paciente. com a finalidade de detectar e avaliar uma arritmia cardíaca.  Aferir a anotar sinais vitais.1.2.O.usando-se um balão que. oferecer roupas (pijamas) do hospital. 6.  Revisar o curativo compressivo. 5. passando-o da maca para leito em decúbito dorsal. 5.  Apalpar artéria pediosa.  Administrar com rigor anticoagulante conforme prescrição médica.  Receber o paciente. principalmente PA e pulso.  Orientá-lo quanto jejum.  Retirar roupa íntima prótese dentária e guardar no armário de pertences.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente com os exames para hemodinâmica.I DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO 128 .1. P. PREPARO PARA ANGIOPLASTIA  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.O. orientá-lo para não fletir o membro do procedimento. P. e observar cianose de extremidades. ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO É um exame realizado por meio de introdução de cateteres que chegam até o coração e são guiados por imagem radiológica (R. restabelece circulação sanguínea local.

jugular e femoral.  Orientar paciente quanto repouso no leito. 6. 7.  Administrar medicação conforme prescrição médica.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.O DE ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO  Verificar Sinais Vitais.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.3.  Oferecer dieta conforme prescrição.1º P. Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.2. ORIENTAÇOES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h. que usa a energia de radiofreqüência aplicada diretamente nos focos das 129 .  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. não dobra o membro do procedimento.  Medicação conforme prescrição médica.  Observar queixas e solicitar avaliação médica.  Verificar e anotar sinais-vitais.  Fazer troca de curativo. 6. mantendo curativo oclusivo.  Encaminhar paciente para higienização corporal e oral.  Observar local da punção. ABLAÇÃO Tratamento utilizado para acabar com as arritmias cardíacas.  Passar da maca para leito.

com índice de cura hoje em torno de 95 a 98%.  Manter ambiente calmo tranqüilo para repouso no leito.  Verificar e anotar sinais-vitais.3.1º P. 7. ORIENTAÇÕES PARA ALTA  Manter repouso em casa por 24h. P. não dobrou o membro do procedimento.  Fazer troca de curativo compressivo conforme prescrição médica.  Orientar paciente quanto repouso no leito.O DE ABLAÇÃO  Verificar Sinais Vitais.  Fazer troca de curativo. 7.arritmias.  Passar da marca para leito.  Retorno ambulatorial conforme orientação médica. jugular e femoral.  Encaminhar paciente par higienização corporal e oral. livrando inclusive o paciente do uso de medicamentos. 130 . mantendo curativo oclusivo.I DE ABLAÇÃO  Receber paciente cordialmente chamando-o pelo nome.  Medicação conforme prescrição médica.O.  Oferecer dieta conforme prescrição.  Observar queixas e medicações.  Observar local da punção. 7.2.1.

com a finalidade de estimular o coração através de eletrodos.2. quando este não funciona de forma adequada.A e Pulso.  Retirar prótese e roupa íntima.  Oferecer camisola ou pijama limpo.O.  Solicitar maqueiro para encaminhar pacientes mais exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas.  Observar sangramento no local. MARCA-PASSO Aparelho implantável no paciente com peso de mais ou menos 14 gramas no tecido subcutâneo. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE MARCA-PASSO  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.1. 8.I DE MARCA-PASSO  Preparar o leito do paciente.8. principalmente P. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal.  Receber o paciente. fazendo o trabalho do marca-passo natural.  Aferir e anotar sinais vitais.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito. P.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória. fios muito finos que transportam estímulo elétrico até o coração. 131 . 8.

F. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE MARCA PASSO  Não usar colchão magnético.8.4. DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL 132 .  Realizar a troca de curativo na ferida operatória.  Uso restrito do celular. 9.  Não passar em porta giratória de banco. observando: o Hiperemia o Exsudado local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S.  Cuidados com a ferida operatória.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar.3. 0.O DE MARCA-PASSO  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.9% o Secar o Ocluir o Manter aberto após 24h 8.1º P.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta.

1.  Receber o paciente.A e Pulso.  Oferecer camisola ou pijama limpo.  Observar sangramento no local.Aparelho implantável com peso de mais ou menos 14 gramas é implantado na altura do tórax.O. principalmente P. 9. 9.  Orientá-lo para não dobrar o membro superior do lado da ferida operatória.2.  Retirar prótese e roupa íntima.  Orientá-lo quanto ao repouso no leito. 133 . que tem como função estimular o coração a bater de forma sincronizada.  Aferir e anotar sinais vitais.I DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Preparar o leito do paciente. passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal. salvando a vida do paciente. P. provocando uma descarga elétrica.  Solicitar acompanhamento familiar de acordo com o estado do paciente.  Solicitar maqueiro para encaminhar paciente e os exames para centro cirúrgico de maca ou cadeira de rodas. e também reverter uma arritmia. PRÉ OPERATÓRIO DE IMPLANTE DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Aferir pulso e encaminhá-lo para higienização corporal com auxílio.

1º P.F.  Orientar o paciente e a família quanto à importância de administrar a medicação correta. observando: o Hiperemia o Exsudato local o Alergia do esparadrapo o Edema Curativo o Lavar com S. 0. 134 .  Oferecer o desjejum e observar aceitação.  Não passar em porta giratória de banco.O DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Encaminhar o paciente para higienização corporal e oral com auxilio.OBS: Caso haja descargas continuas do gerador (choque) comunicar com o cardiologista e colocar imã no local do aparelho.4. ORIENTAÇÕES PARA ALTA DE DESFIBRILADOR IMPLANTÁVEL  Não usar colchão magnético.  Orientar quanto à importância da data e hora do retorno ambulatório.  Realizar a troca de curativo na ferida operatória. 9.9% o Secar o Ocluir o Manter ocluido nas primeiras 24h 9.3.

 Uso restrito do celular. PRÉ-OPERATÓRIA MEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Rever exames já realizados como: o Hemograma Completo o E.G o Bioquímica o Eletrocardiograma o Ecodopler o Cateterismo Cardíaco o Raios-X de Tórax  Orientar paciente quanto a dieta. Neste período que são realizados todos os exames pré-operatórios.  Ouvir a tentar solucionar dúvidas e queixas do paciente. CUIDADOS PARA CIRURGIAS  Orientar o paciente sobre a hora e data ao da cirurgia.  Observar:  Presença de feridas na pele  Estado de conservação dos dentes e mucosa oral.1. 10.  Orientar a família e o paciente caso observe hiperemia e ou drenagem pela ferida operatória retornar. Cuidados com a ferida operatória.C.  Cabelos e couro cabeludo. 135 . 10. vai desde o momento da internação até 24 horas antes da cirurgia.

11.  Encaminhar paciente para higienização corporal com clorexidina e oral.  Aferir e anotar sinais vitais.Ansiolítico leve.  Orientar paciente sobre dieta zero de acordo com horário da cirurgia. 12.  Solicitar maqueiros e encaminhar e encaminhar o paciente com os exames para o centro cirúrgico. camisola/pijama limpos.  Administrar medicação conforme prescrição médica: .  Conferir com o paciente todos o pertences.Antibioticoterapia profilática na indução anestésica . 136 . vai desde o momento da internação até 24h antes da cirurgia. PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO É o período em que o paciente aguarda procedimento cirúrgico.  Informar o horário correto do procedimento cirúrgico.  Retirar próteses / roupas íntimas/ adornos do paciente. oferecendo camisola e pijama limpos. PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES ENCAMINHADOS DA UTI  Preparar o leito do paciente  Receber paciente passando-o da maca para o leito em decúbito dorsal  Observar o nível de consciência e colocá-lo em posição de Fowler  Colocar roupa do hospital.  Aferir e anotar medidas antropométricas. rotular e guardar.

 Entregar todos os pertences.  Aferir e anotar sinais vitais. 13. náuseas e vômitos. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PACIENTE  Observar e comunicar caso tenha drenagem de líquidos pelo orifício dreno.  Solicitar acompanhamento familiar.  Orientar o paciente quanto a importância da deambulação e repouso.D.  Orientar quanto à prevenção de dor.  Orientar quanto à importância da higienização oral e corporal. 14. Observar o paciente quanto: o Cianose de extremidades o Dispnéia o Náuseas/ Vômitos o Aspecto da ferida operatória  Observar a presença de drenos fechados. abrir o dreno.  Ouvir e tentar solucionar queixas. aspecto e volume  Observar a presença de S. abrir a sonda.  Orientar quanto à importância da aceitação das dietas oferecida.  Levar o material até a unidade do paciente. 137 . incluído prótese dentaria. observando cor.  Orientar quanto à importância da deambulação. CURATIVOS CIRÚRGICOS (Conforme manual de Curativos)  Lavar as mãos.V.

 Observar aspecto do curativo se há presença de hiperemia.  Orientar pacientes quanto aos exames externos para controle: ( Raio-X. Solicitar os acompanhamentos para se retirarem do quarto. conforme a técnica asséptica. ORIENTAÇÕES PARA ALTA 15.  Limpar o leito da ferida com S. drenagem e edema local. caso intercorrências procurar sempre orientação do médico assistente. E.  Qualquer intercorrência solicitar avaliação do plantonista. Ecodopler e demais exames).  Abrir pacote de curativo. 138 .  Orientar paciente. 0.  Orientar paciente quanto ao retorno e medicação.  Recolher material de curativo.  Encaminhar o paciente para deambulação assistida.  Retirar pontos de acordo com a cicatrização (10 dias após cirurgia).1. se não tiver presença de secreção deixar aberto após primeiras 24h.G. PACIENTE CIRÚRGICO  Observar ferida operatória.  Proceder ao curativo (Conforme manual de Curativos).  Usar máscara.C.  Retirar curativo sujo conforme a técnica asséptica.  Calçar luvas. F. 15. Bioquímica.  Ocluir ferida operatória se houver drenagem .9% secar com gaze estéril.

então Klinikós era o médico que atendia os doentes acamados. Retornar com urgência ao hospital para avaliação e conduta. Com ele nasceu a observação clínica.Orientar o paciente que se houver deiscência da ferida operatória após alta. nasceu na Ilha de Kós. Foi ele o introdutor da anamnese como etapa inicial do exame médico. há 2.  Solicitar orientação de nutricionista.  Aguardar chegada dos familiares na recepção de internação.  A internação lança alta no sistema. e o exame físico do paciente em 139 . Médico se dizia Iatrós. com Hipócrates. A Clínica Médica. XXXI.500 anos.  Comunicar familiares por telefone sobre a alta do paciente.  Auxiliar o paciente a se vestir se houver necessidade. já agendado.2.  Orientá-lo sobre medicação.  Família assina alta do paciente. compreendendo a história da doença que leva o doente a procurar o médico. que significa leito.  Orientá-lo sobre o retorno. ROTINA OPERACIONAL POSTO 3A – CLÍNICA MÉDICA A palavra Clínica vem do grego klíne. na Grécia. a enfermagem encaminha o paciente de cadeira de rodas até a portaria e entregao para os familiares. tal como a conceituamos hoje. PACIENTES CLÍNICOS  Comunicar ao paciente sobre sua alta.  Quando solicitar paciente de alta na recepção. 15. cama.

seus menores detalhes. especialidades: reumatologia. e 1 enfermaria feminina também com 6 leitos. tendo ainda um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria para atendimento ao paciente grave. em busca de dados para a elaboração do diagnóstico e do prognóstico (REZENDE. 140 . endocrinologia. evoluções e prescrição médica. medicamentos. que vêm somar qualidade e interdisciplinaridade ao cuidado dos pacientes. oxímetro de pulso. soluções. que dentro da proposta de interação entre assistência. psicologia e fisioterapia entre outras. identificada como posto 3 A. Na Clínica o cuidado dos pacientes envolve docentes. nutrição. pesquisa oferecem um cuidar diferenciado. enfermagem. dermatologia e gastroenterologia. bombas de infusão. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. totalizando 21 leitos clínicos. a qual possui um leito equipado com monitor cardíaco. armários para guarda de materiais como enxovais. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. A Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia está situada no 3º andar. materiais estéreis. nas diferentes cardiologia. exames e impressos. discentes. fonoaudiologia. e profissionais das áreas de medicina. pneumologia. suporte para guarda de prontuários. ensino. respirador carrinho de emergência com materiais e mecânico (BIRD MARK 7). A Unidade de Clínica Médica é destinada ao tratamento de patologias eminentemente clínicas nefrologia. 2002). Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações. moléstias infecciosas e parasitárias entre outras. Possui 2 enfermarias masculinas com 6 leitos cada. entre outros. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações.

bioquímico (alteração de uma proteína ou enzima responsável pelas reações químicas que mantêm as funções dos tecidos. as quais devem ser interpretadas (REED.A estrutura organizacional da clínica no que se refere a recursos humanos. 2008). noturno impar. As internações são exclusivamente custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). além da equipe médica composta por Stafs e residentes. conta com: 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. dentre outros profissionais que dão apoio ao atendimento aos pacientes.NEUROLOGIA A Neurologia é a especialidade da Medicina que estuda as doenças estruturais do Sistema Nervoso Central (composto pelo encéfalo e pela medula espinhal) e do Sistema Nervoso Periférico (composto pelos nervos e músculos). XXXII. 141 . Doença estrutural significa que há uma lesão identificável em nível genético-molecular (mutação do material genético DNA). órgão ou sistema). existe uma alteração neuroanatômica ou neurofisiológica que produz manifestações clínicas. diurno par e diurno Impar) e 03 técnicos de enfermagem por plantão. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 B . bem como de seus envoltórios (que são as meninges). Em outras palavras. Os leitos oferecidos pelo setor estão disponibilizados em enfermarias masculinas e femininas. visando atender pacientes clínicos referenciados pelas unidades básicas e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação). órgãos ou sistemas) ou tecidual (alteração da natureza histológica ou morfológica própria de cada tecido.

suporte para guarda de prontuários.1. CARACTERÍSTICAS DA CLÍNICA DA NEUROLOGIA A clínica de neurologia é destinada ao tratamento clínico de pacientes com patologias da especialidade. fisioterapia entre outros. materiais estéreis. TIPOS DE LEITO Leitos masculinos e femininos para pacientes em tratamento de distúrbios neurológicos eminentemente clínicos. entre outros. fonoaudiologia. diurno par e diurno Impar) com 06 leitos cada. contendo um balcão com pia destinado principalmente para o preparo de medicações. O posto de enfermagem da clínica segue a padronização da instituição. além de acadêmicos dos cursos de medicina. 2. enfermagem. armários para guarda de materiais como enxovais. contando ainda com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. O atendimento aos pacientes da clínica de neurologia acontece de forma multidisciplinar. exames e impressos. noturno impar. fisioterapia. ocorrendo assistência por meio de médicos stafs e residentes. soluções. possui ainda um balcão utilizado para realização de relatórios. noturno impar. bem como assistência prestada por equipes de apoio como psicologia. 142 . sendo uma enfermaria masculina e outra feminina. evoluções e prescrição médica. diurno par e diurno Impar) e 02 técnicos de enfermagem por turno. bem como um isolamento com 2 leitos e uma enfermaria com 6 leitos desativada no momento. servindo de repouso para enfermagem. A mesma conta com 04 enfermeiras supervisoras 12x36h uma em cada turno (noturno par. nutrição. Box enumerados de acordo com os leitos para guarda de kits de medicações.

CARACTERÍSTICAS DA INTERNAÇÃO São admitidos pacientes referenciados pelas unidades básicas de saúde e unidades de urgências após a liberação da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) pela central de vagas municipal (controle e avaliação).  Supervisionar a aceitação da alimentação.  Em casos de hemiparesia evitar punções venosas no lado afetado. Cuidados gerais com pacientes neurológicos clínicos  Avaliar o quadro geral do paciente. 4.  Observar nível de consciência.  Administrar medicação prescrita com rigor.  Promover à mudança de decúbito de 2/2 horas e providenciar colchão caixa de ovo para evitar úlceras por pressão.  Avaliar liberar acompanhante familiar de acordo com o estado geral do paciente. 143 . principalmente em proeminências ósseas.  Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo. As internações são exclusivas do Sistema Único de Saúde (SUS).3.  Realizar massagem de conforto.  Realizar cuidados com nutrição enteral. solicitar avaliação da fonoaudiologia. assim como a capacidade de deglutição.  Solicitar atendimento psicológico sempre que detectar necessidade.  Em casos de disfagia.  Promover hidratação corporal do paciente.

Enf. Ala A e compreende Enfermarias do SUS. XXXIII. proceder à higienização no leito ou banho de aspersão de acordo com o estado geral do paciente. Enf. Enf. distribuídas em 20 leitos. CUIDADOS NO PRÉ-OPERATÓRIO 144 . C01: 3041 . sendo: Enf.UROLOGIA O posto da Urologia da Santa Casa de Misericórdia localiza-se no 3º andar.  Estimular o paciente quanto à auto-ajuda para executar as atividades de vida diárias (AVD´s)  Observar funcionamento intestinal. 02 Proctologia e 02 Vasculares. C02: 3042 – Leito Cirúrgico/Vascular. C04: 3049 a 3054 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia.  Ouvir e tentar solucionar queixas. 2. C03: 3043 a 3048 – 06 Leitos Cirúrgicos/Urologia. C05: 3055 a 3060 – 06 Leitos Cirúrgicos/02 Urologia.  Realizar cuidados na incontinência vesical (bexiga neurogênica) (Ver Rotina prevenção de infecção de vias urinárias). ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 C .  Realizar a higiene oral.  Quando pacientes acamado.  Manter o paciente limpo e seco. Aspirar secreções orais ou pela traqueostomia com técnica asséptica conforme necessidade (Rotina Prevenção de Pneumonia). Enf. debilitados.Leito Cirúrgico/Proctologia.

relatando no prontuário o horário e quadro clínico do paciente.  Caso haja obstruções de sondas. queixas do paciente. caso sangue presente. orientando quanto à retirada de próteses e/ou adornos e também quanto ao esvaziamento vesical. ferida operatória. 3.  Encaminhar paciente ao Centro Cirúrgico.  Respeitar o paciente. aspecto da diurese.  Preparar o paciente para procedimento cirúrgico. verificar sinais vitais e relatar no prontuário.  Observar sondas. 145 .  Posicionar paciente de acordo com prescrição médica. Rotular o leito com placa de jejum e orientar o paciente.  Estar ciente do diagnóstico do paciente. bem como exames e procedimentos e se necessário avisar à supervisão de enfermagem. drenos comunicar urgente à supervisão de enfermagem. CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO  Receber o paciente tendo cuidado com drenos.  Verificar sinais vitais e relatar no prontuário. suas limitações e seu estado físico e mental.  Orientar ingesta hídrica de acordo com prescrição.  Encaminhar paciente ao banho de aspersão ou realizar banho no leito se necessário.  Observar irrigação.

02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. sala de procedimento com lavatório com porta sabão e porta papel e 01 isolamento. XXXIV. 146 . fazendo 12x36hs  04 supervisoras de Enfermagem. fazendo 12x36hs Noturno:  03 funcionários no plantão impar. A enfermeira supervisora é responsável pelo posto 3D – clínica cirúrgica e também pelo posto 2C – unidade de Hematologia/Oncologia. RECURSOS HUMANOS Diurno:  03 funcionários no plantão impar. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. Possui 03 enfermarias do SUS com 06 leitos (3061 a 3079) com banheiro e lavatório para profissionais. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 D – CLÍNICA CIRÚRGICA 1. 2. 01 posto de enfermagem. INTRODUÇÃO O posto da Clínica Cirúrgica da Santa Cada de Misericórdia está localizado no 3º piso da Ala Júlia Miranda. fazendo 12x36hs  03 funcionários no plantão par. Comunicar à supervisão de enfermagem caso haja procedimentos a serem realizados por enfermeiros.

sendo que a maior parte das atividades assistenciais é realizada até as 24hs. Unidade de Terapia Intensiva. clínicos e cirúrgicos. esta unidade possui 10 apartamentos de luxo com 02 leitos e 04 apartamentos de luxo com 01 leito e 01 sofá cama. ROTINAS OPERACIONAIS DO POSTO 3 F – APARTAMENTOS DE CONVÊNIOS E PARTICULARES O Posto 3F ou Apartamentos de Convênios e Particulares está localizado no 3º andar do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e atende a todas as especialidades clínicas e cirúrgicas em sistema de convênios e particular. Depois disto. éticos e de humanização a pacientes adultos e pediátricos.  04 técnicos de Enfermagem no período noturno. ESTRUTURA FÍSICA DO POSTO 3F       01 Posto de Enfermagem. semi-crítico.  04 supervisoras de Enfermagem. Centro Cirúrgico. 1. a 147 . em estado crítico. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. 01 Posto para Prescrição Médica. 02 em cada plantão fazendo 12x36hs. XXXVI. 01 DML. 02 diurno sendo que 01 diurno par 12X36 e 01 diurno impar12x36h e 01 em cada noturno fazendo 12x36hs. 2. 01 Banheiro para os funcionários. O plantão noturno tem uma rotina própria. científicos. intermediário e auto-cuidado. encaminhados do Pronto Atendimento. RECURSOS HUMANOS POSTO 3F Equipe composta de:  04 técnicos de Enfermagem no período diurno.XXXV. ROTINAS OPERACIONAIS DO PLANTÃO NOTURNO O trabalho é realizado no período das 19 as 07hs. O enfermeiro exerce assistência de enfermagem dentro de princípios. 01 Copa. 01 Expurgo.

São administradas medicações de rotina as 02. Em situações de urgências/emergências o médico plantonista é acionado e aguardado para tomar as condutas médicas necessárias. Em quanto isso a equipe de enfermagem presta assistência básica de urgência. Em torno das 05 horas. 26 de agosto de 1993. “Portaria MS/GM n° 1. CASANOVA. CAM “ Alojamento Conjunto” In: DINIZ. Edital: Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da área de enfermagem. 13066. são realizadas as avaliações e registros dos pacientes para o término do plantão às 07 horas.1993. Revinter.equipe de enfermagem fica a disposição para atender as solicitações dos pacientes e as intercorrências com os mesmos. SANTORO JR.   XXXVII. 04 e 06 horas.M. 17-19. SEGRE. Brasil: Ministério da Saúde Secretária de Gestão de Investimentos em Saúde. SEGRE. sendo que todos os encaminhamentos são realizados pela equipe de enfermagem da unidade.1993. Quando houver algum problema. MINISTERIO DA SAUDE. 2003. Normas básicas para Alojamento Conjunto. dentro dos limites éticos-legais. CAM. EMA. São coletadas amostras de sangue dos pacientes que estiverem hemodinamicamente instáveis. LD.016. ou se julgar necessário para que se passe o caso para o supervisor tomar as devidas providências. EMA. “ Assistência Hospitalar a RecémNascidos: recomendações para padronização” In: DINIZ. p. Não há serviço de apoio disponível. 1-8. 148 . p. Brasília. deve-se identificar em qual plantão ocorreu o fato e qual o enfermeiro responsável para que se possa esclarecer e solucionar as dúvidas. BIBLIOGRAFIA BRASIL. “Manual de Neonatologia “São Paulo. “ Manual de Neonatologia” São Paulo. A ordem do local reflete o nosso compromisso com o bem estar de todos. em caráter de urgência. Revinter. DOU N° 167 de 1/09/93. Estado do Mato Grosso. seção I.

Editora Rosa. CCIH. Bare. 1994.htm.. Manfro. Ana Letícia Carnevalli. Rev. necessitam de informação especializada. U. PRESOTO. E. Acesso em: 18 de junho de 2008 NEVES. Neurologia: noções básicas sobre a especialidade. Internet: wttp://www.unifesp. Disponível em: http://www.P. 1. Trat. Enfermagem Médica Cirúrgica. Brunner e Suddarth. KURGANT.Barros. Nefrologia: Rotinas. FLÁVIA Hering e Srougi: Urologia. Paulina. 1999. Rotinas do Serviço de Higienização e Limpeza e do setor de internação do Transplante Renal da SCMG. BG. 2003. Neurociências. Ed.8. S.P. Q.com MOTA.br/pdf/neurologia.br/dneuro/neurociencias/vol12_4/avc. p.F.fm. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. J.U. L. Porto Alegre: Artes Médicas. diagnóstico e tratamento. FONTES. Acesso em: 16 de junho de 2008 CAMPUS.. F. Jotacê. Diagnóstico e Tratamento. 149 . que assistem pacientes com Acidente Vascular Cerebral. Normas. Gonçalves. E. S.1028-29. Smeltzer. REED. Administração em Enfermagem.usp.pdf .. . 1998. L.pdf4free. R. M. São Paulo: Iátria. Disponível em: =http://www. Profissionais da saúde..M. FUJIMA. Thomé. 2004. Edição. rotinas e técnicas de enfermagem. ed. C. São Paulo: Ed.C. P.V. et al. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia realizou correção e sugestões da rotina. Bases Doutrinárias da Burocracia na Saúde. H.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->