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As Regras da IATF 4ª Edição para Certificação ISO/TS-

16949 - O Que Mudou?


Entre as principais mudanças, que devem ser implementadas até 1 de abril de 2014,
destacando-se:

 Manufacturing Site Extensions – quando extensão de outra planta de manufatura,


podiam fazer parte do mesmo certificado. De acordo com as novas regras cada planta
deve possuir um certificado em separado. Para certificados existentes nesse esquema,
a “separação” deve ocorrer entre 1 de abril de 2014 a 1 de abril de 2015. Esta regra
não vale para sites que tenham função de suporte remoto, como por exemplo: vendas,
engenharia, logística, etc;
 Formulário de não-conformidades – que deve ser utilizado à partir de janeiro de 2014
visando assegurar o atendimento aos novos requisitos. Isto se deve, à preocupação
com a qualidade da análise da investigação e elaboração do plano de ação;

 Alterações no planejamento de auditoria, relatório de auditoria e outros documentos


do processo: Os Organismos de certificação devem realizar uma sessão de pré-
planejamento de auditoria antes do início da reunião de abertura nas instalações da
organização. A organização auditada deve prover documentos chaves e dados de
desempenho relativos aos indicadores de seus clientes, reclamações e KPI´s para
demonstrar a satisfação do cliente, antes do início da auditoria. A não apresentação
dessa documentação ao auditor, antes do início da auditoria, poderá ensejar a
suspensão do certificado;
 Enfatização na performance;

 Melhoria na auditoria do processo de manufatura, inclusive no que se refere aos


turnos;
 Revisão do processo de gestão de não-conformidades (prazos mais rigorosos);
 O cliente – empresa a ser auditada – não pode recusar a presença do IATF, se julgar
necessário acompanhar a auditoria;
 Consultores não poderão participar da auditoria sob qualquer forma e não poderão
estar presente na planta. Não poderão ser consultados por meios como conferência,
email, sms e etc.
 Não comunicar mudanças poderá ser considerado violação do contrato de certificação
e poderá implicar na retirada do certificado;
 Mudanças no processo de auditoria interna por parte do organismo certificador;
 Mudanças no cálculo de número de dias de auditoria visando considerar a variação de
funcionários efetivos, temporários, contratados, etc.
 Padronização na descrição das funções remotas permitidas;
 Revisão das regras para transferência de organismo certificação;
 Há uma crescente ênfase na identificação e desdobramento dos requisitos do cliente
ao longo da cadeia de fornecimento, repousando sobre a organização a
responsabilidade de assegurar que o desdobramento é efetivo. As auditorias, de aqui
por diante, irão testemunhar os auditores focalizando essa área para assegurarem-se de
que esse desdobramento é eficaz;