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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES.


CURSO DE PEDAGOGIA EAD- LICENCIATURA PLENA

PAULA ROGÉRIA PIO CHOSTAK

LUDICIDADE E O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO


INFANTIL

MARINGÁ
2018
PAULA ROGÉRIA PIO CHOSTAK

LUDICIDADE E O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO


INFANTIL

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)


apresentado como requisito parcial para
aprovação na disciplina “Trabalho de
Conclusão de Curso” (TCC), do curso de
Pedagogia EAD – Licenciatura Plena, da
Universidade Estadual de Maringá.
Orientação: Profa. Dra. Ruth Izumi
Setoguti
Orientação: Tutora Dra. Ligiane Aparecida
da Silva.

MARINGÁ
2018
Sumário

RESUMO.......................................................................................................................4
I INTRODUÇÃO............................................................................................................5
II DESENVOLVIMENTO...............................................................................................8
2.1 Referenciais teóricos........................................................................................8
2.2 Material e métodos ou metodologia..............................................................10
2.3Revisão bibliográfica.......................................................................................10
2.4 Análise e resultado..........................................................................................11
III CONCLUSÃO.........................................................................................................11
REFERÊNCIAS...........................................................................................................12
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RESUMO

Brincadeiras, brinquedos e jogos fazem parte do universo infantil, pois estão


presentes desde o início da história da humanidade. Este artigo aborda o resgate do
lúdico como metodologia educativa, evidenciando que ao trabalhar ludicamente não
está desistindo da perspicácia e da importância dos conteúdos, a ser proporcionada
a criança, uma vez que as atividades lúdicas são imprescindíveis para seu
desenvolvimento hígido e para os anseios dos seus conhecimentos, uma vez que
permitem a ampliação da inteligência, da reflexão, da fantasia e das suas vontades.
Além disso, através das atividades lúdicas, a criança comunica-se consigo própria e
com o universo a que a cerca. Com isso, passa a aceitar a vivência com outras
pessoas, estabelecendo relações sociais, edifica conhecimentos e passa a se
desenvolver inteiramente. Reconhecer o valor da Ludicidade para as crianças na
Educação Infantil, através das brincadeiras, brinquedos e os jogos tem como forma
de contribuição para a formação afetiva, cognitiva e social. A metodologia para a
realização dessa atividade foi à pesquisa documental e bibliográfica. Concluiu-se
que através das atividades lúdicas, os pequenos se comunicam entre si e também
com o mundo onde estão implantados, de modo que, passa a respeitar o outro,
obedecer a comandos, instituir relações sociais, edificar conhecimentos, ampliando-
se integralmente.

Palavras-chave: Educação infantil. Ludicidade. Ensino-Aprendizagem


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I INTRODUÇÃO

Este estudo discute a importância do brincar para crianças na educação


infantil e de que forma o brincar contribui no processo cognitivo e no
desenvolvimento infantil. Parte-se do pressuposto que os brinquedos não são vistos
exclusivamente como diversão, mas sim como um instrumento que intervém na
formação dos processos cognitivos e sociais. Ao brincar o imaginário da criança fica
mais aguçado, ela vive suas mais intensas imaginações, pois as crianças têm
criatividade ao vivenciar certas situações e tudo o que aprendem através das
brincadeiras permanece com os pequenos por toda a vida. Portanto, o brincar para o
desenvolvimento da criança é de suma importância, visto que estimula as funções
psicomotoras, as cognitivas, linguística e afetiva. Em relação ao desenvolvimento
cognitivo, o brincar colabora para o desenvolvimento intelectual.
É na educação infantil em que a criança fixa os jogos de faz-de-conta, inventa
situação imaginária, propiciando grande aumento do pensamento abstrato, que por
sua vez é a ocasião para que ela construa seu próprio mundo fantasioso. Nesta
construção do imaginário é que o educador tem a probabilidade de incluir elementos
que possam despertá-las. O presente trabalho tem como principal objetivo investigar
a importância do brincar para crianças na idade da educação infantil.
Compreende-se neste estudo a importância de se incentivar os pais e
professores sobre a importância do brincar para as crianças nessa etapa da vida,
considerando que certos pais olham para a educação infantil como um parque de
diversão e, por sua vez, argumentam que seus filhos só vão para a escola para
brincar e que o custo de material escolar é muito puxado e que as crianças não
aprendem coisa nenhuma. (MAGNANI 2012).
Portanto, o ponto fundamental do tema escolhido é evidenciar a importância
do brincar em crianças na educação infantil, pois muitas deixaram de brincar por
causa das tecnologias que vieram avassaladoras, tomando todo o espaço das
brincadeiras de anos atrás.
A hipótese deste estudo é que uma adequada informação por parte do
educador sobre a inserção de brinquedos e brincadeiras na educação infantil pode
vir a interferir positivamente na solução de partes dos processos de aprendizagem.
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Muitos professores, por desconhecimento e dificuldades para romper com a ideia de


homogeneidade em que foram formados, acham cômodos inserir atividades formais,
deixando as novas metodologias pedagógicas de lado, sendo que a ludicidade como
forma de ensinar o aluno interessa ao ritmo do professor.
O ato de brincar nas escolas nos últimos anos passou a ser imprescindível,
pois é nessa pequena ocasião em que a criança que tem dificuldades possa digerir o
que lhe é ensinado, de forma que acaba se sentindo atraído, chegando, assim, a
alcançar de forma prazerosa e pedagógica o aprendizado. O lúdico nas instituições
de ensino deve ser planejado, pois é traçando estratégias diferenciadas que o
professor passa a despertar a curiosidade da criança, oferecendo brincadeiras
direcionadas a ela e proporcionando um desenvolvimento no aprendizado e
contribuindo para sua convivência no meio-social. Segundo Vygotsky (2002 pag.
99).
Numa brincadeira, a criança faz uso espontâneo de sua habilidade
de separar significado de um objeto sem saber que está fazendo
isso, exatamente como não sabe estar falando em prosa, mas fala
sem prestar atenção nas palavras. [...]. Assim de conceitos ou
objetos, as palavras se tornam partes de uma coisa. Em certo
sentido uma criança brincando está livre para determinar suas
próprias ações, mas em outro, esta é uma liberdade ilusória, pois
suas ações estão de fato subordinadas aos significados das coisas, e
ela age de acordo com eles.

Nesse caso, ao brincar a criança transforma e produz muitos sentidos, o que


passa a propagar sua personalidade. A ação de brincar é um direito alcançado da
criança, pois de acordo ao Estatuto da Criança e Adolescente (BRASIL, 1991, art.
4°),

É dever da família, comunidade, poder público, assegurar com


absoluta prioridade a efetivação dos direitos referentes à vida, a
saúde, a alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização,
cultura, a dignidade, ao respeito, liberdade e a convivência familiar e
comunitária.

Direitos esses que deixam a desejar, pois começam em casa, e vão se


expandindo para a escola, de modo que as crianças necessitam de um
acompanhamento, pois o professor não pode apenas depositar os jogos e
brincadeiras dentro da sala de aula, mas sim em ambientes propícios, monitorados
com disponibilidade para o acesso dos pequenos (CARVALHO e RUBIATO, 2012).
7

Para Kishimoto (1997. p. 36), “[...] o uso do brinquedo, do jogo educativo com
fins pedagógicos remete-nos para a relevância desse instrumento para situações de
ensino-aprendizagem e de 25 desenvolvimentos infantil”. O brincar é uma forma de
desenvolvimento para crianças, que origina o crescimento e enriquecimento infantil,
pois cria as zonas de desenvolvimento próximas e que estas acertam saltos
qualitativos no desenvolvimento e na aprendizagem dos pequenos.
O emprego das brincadeiras como um tipo de recurso agradável para a
motivação escolar torna-se um atrativo para a aprendizagem entre as crianças, o
que acaba prendendo sua atenção (CORDAZZO, 2003). O brinquedo excita a
representação, é um objeto pelo qual as crianças estreitam relações com o mundo.
Conforme Kishimoto (2003, p. 3):

Ao assumir a função lúdica e educativa, o brinquedo educativo


merece algumas considerações: função lúdica: quando propicia
diversão, prouver e até desprazer, quando escolhido voluntariamente
e função educativa: o brinquedo ensina qualquer coisa que complete
o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do
mundo.

Na perspectiva de Góes (2008, p. 37),

[...] a atividade lúdica, o jogo, o brinquedo, a brincadeira, precisam


ser melhorados, compreendidos e encontrar maior espaço para ser
atendido como educação. Na medida em que os professores
compreenderem toda a sua capacidade potencial de contribuir no
desenvolvimento infantil, grandes mudanças irão acontecer na
educação e nos sujeitos que inseridos nesse processo.

Cabe ao docente proporcionar subsídios para que o desenvolvimento da


criança através do lúdico tenha êxito, mas em contrapartida não interfira no prazer
em que as crianças têm em brincar. Sendo assim, Campos (1986, p.15) afirma: “A
ludicidade poderia ser a ponte facilitadora da aprendizagem se o professor pudesse
pensar e questionar-se sobre sua forma de ensinar, relacionando a utilização do
lúdico como fator motivou de qualquer tipo de aula”.
É de competência de a educação infantil proporcionar aos seus educandos
um ambiente amplo, lúdico em suas atividades, visto que as crianças muitas vezes
permanecem hoje boa parte da sua infância em centros de educação infantil.
Os brinquedos, as brincadeiras e os jogos contribuem para a melhoria do
processo de ensino e aprendizagem na educação infantil. Assim, conforme,
8

Kishimoto (2000, p. 32), [...] “ao manifestar a conduta lúdica, a criança demonstra o
nível de seus estágios cognitivos e constrói conhecimento.”.
Defende-se, por meio deste trabalho, que o lúdico, através do brincar e jogar,
é ferramenta que coopera no processo de aprendizagem, procurou-se, portanto,
analisar como as atividades lúdicas podem influenciar no desenvolvimento, nas
habilidades motoras e verificar os benefícios do brincar no contexto infantil.
Vale ressaltar que a educação infantil é um novo desafio ao professor, pois
cabe a ele buscar uma forma inovadora metodologicamente para chegar ao êxito da
aprendizagem, de modo que desperte o interesse de aprender das crianças.

II DESENVOLVIMENTO

2.1 Referenciais teóricos

O ato de brincar nas escolas nos últimos anos passou a ser imprescindível,
pois é nessa pequena ocasião em que a criança, que tem dificuldades, possa digerir
o que lhe é ensinado e sinta-se atraída pela escola de forma prazerosa. O lúdico nas
instituições de ensino deve ser algo com planejamento dentro das formas
pedagógicas, pois é traçando estratégias diferenciadas que o professor passa a
despertar a curiosidade da criança. Oferecendo brincadeiras direcionadas as
crianças acabam proporcionando um desenvolvimento no aprendizado dela e
contribui para sua convivência no meio-social.
Levando em conta o que o autor relata, a criança age de acordo com a sua
convivência familiar e social, se espelhando naquilo em que convive. Conforme o
Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (BRASIL, 1998, p. 27) aponta
que:

O principal indicador da brincadeira entre as crianças é o papel que


assumem enquanto brincam. Ao adotar outros papéis na brincadeira
as crianças agem frente à realidade de maneira não lateral,
transferindo e substituindo suas ações cotidianas pelas ações e
características do papel assumido, utilizando-se de objetos
substitutos.
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Nesse caso, ao brincar a criança transforma e produz muitos sentidos, o que


passa a propagar sua personalidade. A ação de brincar é um direito alcançado da
criança, pois de acordo com o artigo 4º do Estatuto da Criança e Adolescente,
(BRASIL, 1991):

É dever da família, comunidade, poder público, assegurar com


absoluta prioridade a efetivação dos direitos referentes à vida, a
saúde, a alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização,
cultura, a dignidade, ao respeito, liberdade e a convivência familiar e
comunitária.

Entretanto, o professor não pode apenas depositar os jogos e brincadeiras


dentro da sala de aula, mas sim em ambientes propícios, monitorados com
disponibilidade para o acesso dos pequenos.
De acordo com Cárdia (2011, p. 4),

Quando se trabalha o lúdico na educação, abre-se um espaço para


que a criança expresse seus sentimentos, oferecendo a ela a
oportunidade para desenvolver a afetividade, para a assimilação de
novos conhecimentos. A partir do lúdico criam-se espaços para a
ação simbólica e a linguagem podendo ser trabalhado com limites e
regras entre a imaginação e o real.

O lúdico nas escolas, como se pode observar, veio para somar, pois brincar é
a essência de uma criança, é dessa forma que brincando a criança aprende e
aprendendo é que se brinca o que possibilita a conhecer seu sentimento, seu
raciocínio, pois é nessa atividade que a criança expõe suas fantasias.
O brincar, para Vygotsky (1991), é uma forma de desenvolvimento para
crianças, que origina o crescimento e enriquecimento infantil, pois cria as zonas de
desenvolvimento próximas e que estas pontuam saltos qualitativos no
desenvolvimento e na aprendizagem dos pequenos.
O emprego das brincadeiras como um tipo de recurso agradável para a
motivação escolar, tornando-se atrativo para a aprendizagem entre as crianças, de
modo que acabam prendendo sua atenção na educação (CORDAZZO, 2003).
Conforme Kishimoto (2003, p. 3),

Ao assumir a função lúdica e educativa, o brinquedo educativo


merece algumas considerações: função lúdica: quando propicia
diversão, prouver e até desprazer, quando escolhido voluntariamente
10

e função educativa: o brinquedo ensina qualquer coisa que complete


o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do
mundo.

Embora haja uma grande diversidade da brincadeira na educação infantil, é


indispensável que o trabalho pedagógico ganhe estímulos internos e externos para o
emprego desses jogos e que possam adquirir cada vez mais informação.
Segundo Góes (2008, p. 37),

[...] a atividade lúdica, o jogo, o brinquedo, a brincadeira, precisam


ser melhorados, compreendidos e encontrar maior espaço para ser
atendido como educação. Na medida em que os professores
compreenderem toda a sua capacidade potencial de contribuir no
desenvolvimento infantil, grandes mudanças irão acontecer na
educação e nos sujeitos que inseridos nesse processo.

Cabe ao professor proporcionar subsídios para que o desenvolvimento da


criança, através do lúdico, tenha êxito, buscando não interferir no prazer em que as
crianças têm em brincar.
Sendo assim, Campos (1986, p.10) considera que “[...] a ludicidade poderia
ser a ponte facilitadora da aprendizagem se o professor pudesse pensar e
questionar-se sobre sua forma de ensinar, relacionando a utilização do lúdico como
fator motivou de qualquer tipo de aula”.

2.2 Material e métodos ou metodologia

A educação infantil deve gerar, simultaneamente, o desenvolvimento de


conhecimento, de costumes e de habilidades necessárias, que contribuirá para uma
melhoria da qualidade de vida das crianças.
A aprendizagem será mais efetiva, caso seja uma atividade vinculada às
circunstâncias da vida real, do meio em que o aluno habita e da disposição do
educador.

2.3 Revisão bibliográfica


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Vygotsky (1991; 2002) deixa claro que é brincando que os pequenos afloram
seus instintos, sua desenvoltura, uma vez que as palavras também podem contribuir
para o amoldamento das atitudes. Além disso, pontuou que o brincar é uma fonte
propulsora da aprendizagem e também do desenvolvimento físico e psicomotor da
criança. Assim como Vygotsky, Góes (2008) classificou as brincadeiras como
grandes propulsoras do ensino, porém, para o autor, é preciso investir em formação
continuada de professor se quer promover, de fato, no desenvolvimento infantil.

2.4 Análise e resultado

Diante da pesquisa realizada, compreende-se a importância que o lúdico tem


para que haja o aprendizado e pode-se perceber o quão é importante para o
desenvolvimento da criança. No entanto, mesmo sendo propício para a formação
infantil o lúdico é pouco apreciado pelo docente na sala de aula. O brincar
proporciona um desenvolvimento cognitivo, o qual é de forma harmonizado que
contribui para o desenvolvimento psicopedagógico do aluno. Portanto, averiguou-se
que por meio do lúdico a criança tende a apresentar mais facilidade em aprender.

III CONCLUSÃO

O desenvolvimento deste trabalho nos permitiu verificar a importância do


brincar, especialmente para as crianças na educação infantil. A criança, ao brincar,
amplia sua imaginação, seu emocional, seu raciocínio, além de melhorar sua vida
social e seu pensamento, os jogos e brincadeiras e quando planejados, torna-se um
recurso pedagógico ativo para a construção do conhecimento. Os jogos podem ser
aproveitados para contribuir com o aprendizado da criança na fase da educação
infantil, que por sua vez, amadurece conteúdos e prepara o estudante para dominar
os conceitos trabalhados. A brincadeira é uma linguagem natural na vida da criança,
além de um importante aliado na educação infantil, pois é no período da educação
infantil que o aluno passa se colocar e se propagar através de atividades lúdicas –
que por sua vez consideram-se como lúdicas os jogos, brincadeiras, a música, a
arte, a expressão corporal, ou seja, todas as atividades que mantenham a
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espontaneidade dos pequenos. Brincar é fonte de lazer, mas é, ao mesmo tempo,


fonte de conhecimento; é deste modo que se leva a confirmar a ludicidade como
parte complementar da atividade educativa.

REFERÊNCIAS

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