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Definições:

• Língua: Conjunto de vocabulário de um certo


idioma, contém regras gramaticais próprias.

• Língua de Sinais: Próprio das comunidades


surdas, portanto, línguas utilizadas com
característica próprias, visual-espacial e oral-
auditivo. A língua de sinais capta as
experiências visuais. Trata-se de uma língua
organizada, não apenas gestos aleatórios.
Linguagem: Envolve a capacidade do homem e
de alguns animais para comunicar e expressar
seus pensamentos.

Surdez: Termo genérico que designa a perda


auditiva. Essa ausência da percepção auditiva
provoca a dificuldade dos surdos na
apropriação da linguagem oral natural.
Diferença: Surdo e D.A.
Surdos: São indivíduos que compreendem o
mundo por meio das experiências visuais.
Possuem o direito de apropriar-se da língua
de sinais do seu país, podem assim usufruir
os mais variados contextos sociais e
culturais.
Ex.:
Brasil: LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
EUA: ASL – American Sign Language
Surdos: Fazem uso da língua de sinais, necessitam
de um intérprete como canal de comunicação.
Causas possíveis:
 Rubéola Materna.
 Fator R.H. (Rhesus)
 Otite
 Genética
 Mais de 40% são causas desconhecidas
• Deficiente Auditivo (D.A.): Faz uso de
aparelho e da voz humana, não necessita
de interprete, não usa a língua de sinais.
- A.A.S.I. – Aparelho de Amplificação
Sonora Individual.
Surdos – Fator Clínico:
Perdas: Severa e Profunda
 Severa: 71db a 90db
 Profunda: Acima de 91db
Audiometria.
Censo 2012: 9,4 milhões brasileiros
com problemas auditivos.
Deficiente Auditivo (D.A.) Fator Clínico:
Perda: Leve e Moderada
 Leve: 26db a 40db
 Moderada: 41db a 70db
A Convivência entre Surdos e Ouvintes

Mito: Para que é que eu lhe falo se ele não me ouve?


Realidade: O indivíduo precisa sempre viver num clima de comunicação,
tanto oral como não oral, o mais natural e feliz.
Mito: A pessoa surda é uma pessoa sem linguagem.
Realidade: Ter uma linguagem diferente não é o mesmo que não ter
linguagem. A linguagem está na natureza do homem. A pessoa surda, de
uma maneira que lhe é própria, comunica. Importa que nos ponhamos à
escuta.
Mito: A criança surda que usa aparelho auditivo ouve tão bem como
qualquer pessoa ouvinte.
Realidade: A criança surda quando usa aparelho ouve melhor a linguagem
oral mas, não significa que assim passe a ter uma audição perfeita.
Mito: Um surdo quando fala (oraliza), entende e satisfaz assim as suas
necessidades de pessoa que comunica.
Realidade: Quando um surdo fala nem sempre manipula totalmente o
processo da palavra e não é só através dela que se expressará da forma
mais completa e satisfará as suas necessidades de comunicação.
Mito: A criança surda é fisicamente agressiva.
Realidade: A forma gestual, mímica e corporal de comunicação pode levar a
exprimir que se está em desacordo, aborrecido ou zangado de uma
forma, para nós, mais agressiva, porque tem que ser expressa rápida e
fisicamente. Isto não quer dizer que a criança seja mais agressiva. Outras
crianças utilizam palavrões cuja agressividade pode ser idêntica ou
maior.
Mito: O surdo é desconfiado.
Realidade: Se o interlocutor não for claro e não a esclarecer sobre o que se
está a passar à sua volta, é difícil para a pessoa surda estar confiante.
Mito: As crianças surdas que falam mal (ou não fala,) são intelectualmente
menos desenvolvidas que as crianças ouvintes.
Realidade: Não se deve confundir domínio da linguagem oral com domínio
de pensamento. A criança surda não é obrigatoriamente uma criança
com desenvolvimento intelectual afetado.
Mito: Todos os surdos fazem facilmente a leitura labial.
Realidade: Não é fácil fazer leitura labial. É necessário fazer-se uma
aprendizagem e a pessoa que fala tem de ser muito clara e sem exageros
de adição.
Mito: " o gesto é tudo"- portanto é fácil entender a linguagem gestual sem
aprendizagem.
Realidade: Os gestos não são" transparentes". A relação entre o gesto e o
seu significado é muitas vezes lógica mas não é imediata.
Mito: A comunicação gestual entre os surdos não é uma língua.
Realidade: A comunicação gestual estabelecida entre surdos tem todos os
critérios que definem uma língua.

"Não é a surdez que define o destino das pessoas, mas o


resultado do olhar da sociedade sobre a surdez." Vygotsky
Diferença:
Surdo e D.A.
Deficiente Auditivo (D.A.): Faz uso de
aparelho e da voz humana, não necessita
de interprete, não usa a língua de sinais.
- A.A.S.I. – Aparelho de Amplificação
Sonora Individual.
LIBRAS
Língua Brasileira de Sinais – Lei 10.436 de 24 de
Abril de 2002
LIBRAS: É a nomenclatura dada para a
Língua Brasileira de Sinais, utilizada pelas
pessoas surdas que vivem no Brasil. Sigla
desenvolvida e divulgada pela FENEIS
(Federação Nacional de Educação e
Integração dos Surdos). Não é:
Mímica
Gesto
 Linguagem
Para executar um sinal na Língua Brasileira de
Sinais é necessário observar o uso apropriado
dos 5 parâmetros:
Configuração das Mãos (CM)
Ponto de Articulação (PA)
Movimento (M)
Orientação ou Direcionalidade (O – D)
Expressão Facial e-ou Corporal (EF – C)

Ex.: Feliz, Intervalo, Nome, Sinal, etc.


• Configuração das Mãos (CM)

É a forma como posicionamos as mãos para


executar o sinal.

• Ponto de Articulação (PA)


É o local no corpo ou espaço neutro onde a
mão configurada (o sinal) poderá ser usado.
• Movimento (M)
É a deslocação da mão dentro do espaço na
execução do sinal, entretanto, há sinais
estáticos ou com movimentos.

• Orientação ou Direcionalidade (O-D)


É a direção para execução do sinal.
• Expressão Facial e – ou Corporal (EF-C)
É a expressão transmitida pelo rosto ou corpo
para dar ênfase ao sinal executado.
LIBRAS
• A Importância desta Língua no Contexto Atual
Para um bom andamento educacional, e o
desenvolvimento cognitivo e intelectual.
É essencial para o indivíduo surdo, veículo de
comunicação e instrução.
Interação familiar e social.
É o principal meio da aquisição de
conhecimento da comunidade surda.
 Promove uma inclusão efetiva e de qualidade.
Identificação
Identificação
Identificação
Identificação
Identificação
Identificação
Nome CEP Facebook
Sinal Telefone Data de Nasc.
Endereço Celular Idade
Bairro RG
Cidade CPF
Estado E-mail
País WhatsApp
Números
DDATILOLOGIA
ATILOLOGIA
DATILOLOGIA

• CORAÇÃO • ROXO • BETERRABA


• PORCO • WELLISON • NOVELA
• MELISSA • COLINA • DEDO
• FOTO • RAKEL • ZEBRA
• QUEIJO • MURALHA • FOGUETE
• GIRAFA • FAZENDA • CAFÉ
• PROFESSOR • TEMPO • HELENA
• IRADO • AMOR • SORTE
• FORNALHA • SUCESSO • KELLY
• ALHO • DAYANE • SUCESSO
• OPACO • XÍCARA • FISIOTERAPIA
• TOLDO • ROEDOR • TELEFONE
DATILOLOGIA
1. FRUTAS
DATILOLOGIA
2. ANIMAIS
DATILOLOGIA
OBRIGADA!

BONS ESTUDOS
REFERÊNCIAS
• BERNARDINO, E. L. Absurdo ou Lógica? Os Surdos e Sua Produção Linguística, 2000.
• HONORA M. e FRIZANCO, M. L. E. Livro Ilustrado de Língua Brasileira de Sinais, 2013.
• QUADROS, R. M. O Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua
Portuguesa, 2007.

Referência Midiática:
• A Aprendizagem e sua Dificuldades – Imagem Disponível em:
http://carminatimaricato.blogspot.com.br/

• Arte Blog – Série Libras – Imagem Disponível em:


http://angelraid.arteblog.com.br/750851/Serie-Libras-Sinal-de-Bom-Dia/

• Associação e Clube dos Surdos de Jundiaí – Imagem Disponível em:


http://www.csjonline.web.br.com/alfabeto.htm

• Encontra Ribeirão Preto – Imagem Disponível em:


http://www.encontraribeiraopreto.com.br/ribeirao-preto/centro-universitario-barao-
de-maua-em-ribeirao-preto.shtml
• Especialização a Distância – Imagem Disponível em:
http://coral.ufsm.br/edu.especial.pos/unidadeA_librasII.html

• Libras – Eu Falo com as Mãos – Imagens Disponíveis em:


• http://danianepereira.blogspot.com.br/2014/04/atividades-com-o-alfabeto-em-
libras-ii.html

• Minha Teca - Imagem Disponível em:


http://minhateca.com.br/dinizkdito1/Casc*c3*a3o

• Mundo do Silêncio – Texto Disponível em:


• http://mundodosilencio.blogspot.com.br/2008/10/mitos-e-realidades_23.html

• Revista Bula - Imagem Disponível em:


http://www.revistabula.com/867-xuxa-receber-doutorado-honoris-causa/