Linguagem Jurídica

“...condeno-o, mas poderá recorrer em liberdade em vez de ir para o ergástulo público.”

1. Português jurídico 1.1 Linguagem jurídica e língua portuguesa 1.2 O “juridiquês” e outras falas 2. Vocabulário jurídico 2.1 O sentido das palavras na linguagem jurídica 2.2 Usos da linguagem jurídica e suas dificuldades 2.3 O verbo jurídico: conjugação de verbos 2.4 Arcaísmos, neologismos, estrangeirismos e latinismos na linguagem jurídica

3. O texto jurídico 3.1 Leitura, análise e interpretação de textos, discussão e debate sobre temas ligados à área jurídica. 3.2 Coerência e coesão textual no texto jurídico 4. Argumentação jurídica 4.1 Linguagem e persuasão 4.2 Tipos de argumento 4.3 Falácias na argumentação

5. O parágrafo e a redação jurídica 5.1 O parágrafo descritivo na redação jurídica 5.2 O parágrafo narrativo na redação jurídica 5.3 O parágrafo dissertativo na redação jurídica 5.4 Produção de textos dissertativos argumentativos
6. A estrutura e a linguagem nas peças jurídicas 6.1 Procuração ad negotia e procuração ad judicia: aspectos estruturais e lingüísticos 6.2 Requerimento simples e complexo: aspectos estruturais e lingüísticos

.7. brocardos jurídicos e locuções latinas. Apêndice: 7.1 Lembretes gramaticais.

O JUDICIÁRIO AO ALCANCE DE TODOS O Juridiquês Acesso popular à Linguagem Jurídica .

divorcia-se de qualquer iniciativa legiferante (produção de leis). ao inverso da almejada simplicidade teleológica (finalidade). Viceja (tem viço) na diáletica (arte do diálogo) meditabunda (meditação profunda). A solvência (solução). .Diagnosticada a mazela (ferida). põe-se a querela (discussão) a avocar (chamar) o poliglotismo (uso de muitas línguas). semiótica (estudo dos signos lingüísticos) e sintática. transfigurada em plurilingüismo (utilização de várias formas lingüísticas) ululante (grito de aflição e dor) indecifrável. a nosso sentir. a rabulegência (cultura limitada) tautológica (dizer a mesma coisa por várias formas).

espalmados com o latinismo vituperante (vergonhoso. hipótese em que a incompreensão reina. infame). • À oitiva dos litigantes e das vestigiais (que trazem vestígios) por eles arroladas acarreta intransponível óbice (embaraço) à efetiva saga (história rica de incidentes) da obtenção da verdade real. especialmente por ocasião de solenidades presenciais. .• Na esteira trilhada. somam-se aberrantes neologismos insculpidos por arremedos do insigne Guimarães Rosa. • Afigura-se até mesmo ignominioso (repulsivo) o emprego da liturgia (ritual) instrumental.

o ínclito Parquet (Ministério Público). os corpos discentes e docentes do magistério das ciências jurídicas. • Portanto. aleatório) que as imputações (atribuir a alguém a responsabilidade) e defesas se escudem de forma ininteligível. gestando (gerando) obstáculo à hermenêutica (interpretação do sentido das palavras). os pleitos (demandas) inaugurados pela Justiça pública.• Ad argumentandum tantum (só para argumentar). preceituando a estocástica (probabilidade. . o hercúleo (que tem força extraordinária) despendimento de esforços para o desaforamento (deslocar de um foro para outro) do „juridiquês‟ deve contemplar igualmente a magistratura. os doutos patronos das partes.

JURIDIQUÊS EM (BOM PORTUGUÊS). . porém o muro. • Aberratio delicti – desvio do delito Erro do agente quanto ao bem jurídico que desejaria ofender. Aberratio Ictus . C.erro na execução do delito – resultado diverso do pretendido . erra o alvo e acerta. fere o transeunte C.A deseja atirar em B. involuntariamente. ao ruir. Aberratio personae . pensando tratar-se de C. um erro de representação: A golpeia B. Exemplo: A pretende apenas destruir o muro da residência de B.falsa interpretação da realidade.

. de um advogado ad hoc para o réu sem procurador. pelo juiz. para a salvaguarda dos direitos deste. . ex. a nomeação. p.• Ad hoc Locução latina empregada na nomeação de alguém para a realização de determinado ato.

• Erro: “ad juditia”. • Pronúncia .•Ad judicia – âmbito forense • Atenção: letra "c" antes do "ia". . que vem de "negotiari" (= negociar. • "Negotia" vem de "negotium" (= profissão.ao uso comercial. ocupação). comerciar). • "Judicia" vem de "judicium" (= juízo) . conservando sempre a letra "t" no seu radical. enquanto a expressão "ad negotia" tem a letra "t" antes do ia. Um documento "ad negotia" ."judicare" (= julgar).a letra "t" antes da vogal "i" tem som de "s".

– Ministros – art. 84 CF. • Síndico: destituído ad nutum pela Assembléia dos condôminos. Administração Pública: cargos de confiança.morte.• Ad nutum – pronúncia: ad nútum • Imperadores . “O direito de uma das partes da relação jurídica de desfazê-la: independe da vontade da outra”. demissíveis ad nutum (sem procedimento). Testamentos: revogáveis ad nutum.aceno de cabeça . .

º do Código das Expropriações. Interesse ao julgamento do processo. . • Fixação dos elementos de fato possíveis de desaparecimento. • A vistoria “Ad Perpetuam Rei Memoriam”. está consagrada no Artigo 21. conforme o interesse em preservar a prova para o futuro.• Ad perpetuam rei memoriam • Com referência à prova futura – ad perpetuam rei memoriam – que tanto pode ser requerida pelo autor ou pelo réu.

Animus? Local da lesão. Animus laedendi Animus necandi Animus laedendi – ex. (Art.Pode responder pelo animus laedendi? SIM – pode ter ocorrido desistência voluntária ou arrependimento eficaz. etc. profundo corte. 15 do CP) – atos anteriores. • O sujeito ativo atira com “animus necandi” atingindo a vítima.: lesão corporal. arma. Animus necandi – ex: tentativa ou homicídio.• • • • • • • Animus furandi – ânimo de furtar. Dúvida entre os animus: tentativa de homicídio (na denúncia vigora o “in dubio pro societate”). . .

• Mínima: perdia a família. adoção e emancipação. • No Direito Romano a capitis diminutio se dividia em três: Máxima: da liberdade (também a cidadania e a família). • Média: cidadania (ex.• Capitis diminutio é a alteração do estado de personalidade jurídica pela perda do status libertatis civitatis ou familiai.: tornava-se um peregrino). .

• Outras condições significativas ou causas contribuintes .é a doença ou afecção que deu início à morte ou circunstâncias do acidente ou violência que produziu a lesão fatal.condições co ou pré existentes que não são do elenco das causas básicas. • Causa imediata da morte: é a doença.a doença ou complicação que ocorreu em algum momento entre as duas causas anteriores. afecção ou complicação última imediatamente anterior à morte. . • A causa intermediária da morte .• Causa mortis – declaração das causas da morte • Causa básica da morte .

• Causa de Pedir: no que se funda o seu pedido. Causa de Pedir (Razões de fato) ou Causa Petendi.• Causa petendi – O fundamento do pedido. . é defeso ao autor modificar o pedido ou a causa de pedir. • Feita a citação. • Na petição inicial: a fundamentação está na causa de pedir.

: hematomas. • A substitui a expressão alemã Tatbestand: Em que consiste o fato ou o delito (Alemanha séc. • Corpo de delito .o fato criminal que exige exame de corpo de delito (perícia): determina a autoria. • Exame direto: Médicos legistas ou peritos oficiais. a temporalidade.ex. XVIII). • Vestígios Permanentes . .: perfuração a bala. a extensão de danos. • Vestígios Transeuntes – ex.• Corpus delicti • Conjunto dos requisitos indispensáveis para a punibilidade de uma conduta. etc. • Exame indireto: Médicos ou dentistas não oficiais.

• Tradução literal seria. portanto. • “data” . numa audiência. • Intensificar a expressão: “maxima”: “data maxima venia”.verbo "dare" ("dar". – com a devida vênia – com o devido • Utilizada para introduzir uma objeção. • Errado: “datissima máxima venia”.advogado. em Latim). • Fórmula de cortesia obrigatória ao discordar de quem exerce atividade pública . juiz. por exemplo. promotor. "dada a licença".• Data venia respeito. .

herdar.• De jure et de facto • Se uma pessoa tem capacidade de direito e de fato. • De lege ferenda – comentários de lei a ser criada. fala-se em CAPACIDADE CIVIL PLENA. ex. . mas.A eficácia “erga omnes” destinase para todas as situações. para todos. não tem capacidade de fato. • Erga omnes . p. podendo. • Os recém-nascidos e os amentais possuem apenas a capacidade de direito.

. No Habeas corpus o magistrado pode julgar extra petita aos outros que se encontram presos ilegalmente.• Extra petita Quando se julga pedido não formulado. Ultra-petita – quando se julga com maior extensão que a pretendida por quem o formulou.

ainda que tenha ocorrido a violação do direito. Parágrafo único .da existência ou da inexistência de relação jurídica.É admissível a ação declaratória.O interesse do autor pode limitar-se à declaração: I . . 4º CPC . II .• Ex tunc – ex nunc Art.da autenticidade ou falsidade de documento.

• Eficácia constitutiva e condenatória. Efeitos ex nunc e ex tunc. • Efeito é ex-nunc.extinção de um contrato de locação existente. . e efeitos ex nunc e ex tunc. • Investigação de paternidade cumulada com alimentos. Eficácia declaratória e condenatória. produzindo efeito a partir da sentença (despejo).• SENTENÇA DECLARATÓRIA • Ação de despejo .

• Habeas corpus seria uma comunicação. . • Com formalismos – através de advogado. • Juiz não se vincula à causa de pedir e ao pedido formulado: pode julgar ultra petita. não um pedido? • Sem formalismos – qualquer do povo.• Habeas corpus • Decisão judicial: não faz coisa julgada.

.HABEAS CORPUS • Impetrante – quem impetra a ordem. • Paciente – a favor de quem é impetrada a ordem. • Habeas corpus – não é postulação. mas exercício estrito da cidadania. • Autoridade coatora ou impetrado – o que comete a ilegalidade ou abuso de poder.

malícia ou emulação. por ambição.O juiz ou tribunal. condenará o litigante de má-fé a pagar multa não excedente a um por cento sobre o valor da causa e a indenizar a parte contrária dos prejuízos que esta sofreu. O que entra em demanda sem direito. de ofício ou a requerimento.• Improbus litigator: Litigante desonesto. mais os honorários advocatícios e todas as despesas que efetuou. . 18 do CPC . Art.

que se utiliza de procedimentos escusos com o objetivo de vencer ou que. sabendo ser difícil ou impossível vencer. no processo. NELSON NERY JÚNIOR conceitua o litigante de má-fé como: • “. • É o improbus litigator. age de forma maldosa.• Improbus litigator Na doutrina.a parte ou interveniente que... como dolo ou culpa. prolonga deliberadamente o andamento do processo procrastinando o feito. causando dano processual à parte contrária.” .

35/36). .• In absentia . a separação nítida de papéis entre o acusador e o julgador" de forma a garantir o delicado equilíbrio entre a liberdade individual e a necessidade de repressão criminal (in Garantias constitucionais na investigação criminal. entre outros pontos de importância. pp. • In dubio pro reo Fauzi Hassan Choukr – sobre o in dubio pro societate: • “Colocar em prática este princípio significa. Diz-se do julgamento a que o réu não está presente. São Paulo: RT.na ausência. 1995.

• In dubio pro reo • É ponto pacífico (?) que. que dá origem ao in dubio pro reo. o que o operador deve ter em mente ao propor ou não a suspensão é a defesa social (?). Assim. tal como na pronúncia nos feitos do tribunal do júri. na fase da denúncia. vigora o princípio in dubio pro societate. . • Não tem aplicação o princípio do favor inocentiae.

5 da CF .• In dubio pro reo • Provas apenas com indícios ensejam denúncia – sacrifício do princípio in dubio pro reo. • Outros doutrinadores: A adoção do princípio in dubio pro societate. após a CF/88 é posição inconstitucional: • Adoção do art. para o princípio do in dubio pro societate (Mirabete). .Direitos fundamentais da pessoa humana.

• À concessionária a execução do serviço concedido a título personalíssimo. . Intuitu personae – em consideração à pessoa. em nome do interesse público e delega a um terceiro a responsabilidade originária. ao contratante. Somente ela pode exercer determinado serviço público. da obrigação. de prestação pessoal do serviço. com efeito atual e irrevogável. • O caráter intuitu personae deriva. Inter vivos – doação em vida. decisão final. Este é um dos elos da confiança. • A Administração Pública autoriza tal expediente. In terminis – no fim. Trata-se de uma relação intuitu personae (com um novo sujeito).• • • • In fraudem legis – em fraude da lei.

• ADOÇÃO INTUITU PERSONAE • Insiste que adotando é foco do dever de zelo e prevenção por parte de quem atua na área da Infância e Juventude. mas sim deferir o direito da criança ter uma família. • Alerta que o importante não é adotar uma criança. que exerce a título personalíssimo. . com o caráter intuitu personae.

• Juris tantum – De direito somente. • É o „dever-ser‟ da hipótese jurídica que se materializou num caso concreto. de acordo com o direito Juris et de jure – de direito e por direito • A saída do estado de presunção (hipótese). O que resulta do próprio direito e somente a ele pertence. pelo próprio direito. é de ser indeferida a inclusão de quesito formulada pelas partes.• Ipso jure – “Ipso jure”.algo que deve ser. . • Trata-se de uma situação hipotética . Tanto no aspecto formal quanto no aspecto material. Associa-se à „presunção juris tantum’. com base nesse raciocínio. mas ainda não foi confrontado ou comprovado por fatos concretos – se encontra no estágio apenas conceitual. para o fato concreto.

• Requisitos do exercício de ação: ◄ O interesse de agir ◄ A legitimidade ◄ A possibilidade jurídica do pedido. de proceder em juízo.• Jus agendi – direito de agir. . • Jus agendi – revestido pelo direito de ação: todos os indivíduos podem acessar a jurisdição a fim de tutelar seus direitos próprios. • Direito Penal: o direito de agir está em conexão a uma pretensão punitiva correspondente a um processo de caráter condenatório.

“... Princípio que só reconhece como nacionais os filhos de pais nascidos no país.Direito do solo. • Legem habemus – temos lei. ao contrário de passado recente. Nós temos nossos costumes. • “O que não se pode negar é que a CLT não é omissa quanto ao tema dos embargos à execução. Nós temos nossas regras..”. • Jus soli . legem habemus – a CF consagrou-a como direito legítimo.Direito de sangue.• Jus sanguinis . legem habemus.” • Nos legem habemus.até porque. . Portanto. Princípio pelo qual a pessoa tem a cidadania no país onde nasceu..

não mais dependente de seu autor.• Manu militari . o SENTIDO contido em seus termos. Busca-se. Mens legis .após a edição da norma jurídica ela desliga-se do seu elaborador e passa a ter existência objetiva. Ela passa a ser uma VONTADE com palavras. • • Mens legis – o espírito da lei. Diz-se da execução de ordem da autoridade. Os defensores da mens legis colocam a vontade do intérprete acima da vontade do legislador – mens legislatoris. • • .Pela mão militar. nela. com o emprego da força armada.

ou ser duplamente punido pelo mesmo delito. Modus vivendi . sobre o mesmo fato já julgado. feito quase sempre por meio de permuta de notas diplomáticas. pela segunda vez. Axioma jurídico em virtude do qual ninguém pode responder. • Expressa a premissa de ser inaceitável a dupla punição pelo mesmo fato. • Non bis in idem – Não duas vezes pela mesma coisa. no caso. baseada no mesmo processo em que se fundou a primeira”. .• • Meta optata . A Súmula 19 do STF é categórica: “É inadmissível segunda punição de servidor público. Convênio provisório entre nações. pela inserção do nomen juris do crime da qual derivam ("homicídio culposo" e "lesão corporal culposa"). • Nomen juris – denominação legal • Aplicação: “A referência se constata. O fim alcançado pelo agente do delito.Fim colimado.Modo de viver.

• Somente a cominação do mal pela lei é que fundamenta o CONCEITO e a POSSIBILIDADE JURÍDICA de uma pena. • Art. detido ou preso.” .• Nulla poena sine lege • Toda imposição de pena pressupõe uma lei penal (nullum poena sine lege). da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789: “Ninguém pode ser acusado. 70. senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por ela prescritas.

deve prová-lo. .• Onus probandi – encargo de provar. • A regra que impera. é a de que. • O autor deve provar os fatos que constituem o direito que alega. na distribuição do ônus da prova. aquele que alega o fato. no processo civil. • Exceção: inversão do ônus da prova – o HIPOSSUFICIENTE que alega dano moral no exercício da advocacia por parte de advogado.

Motivo que o hermeneuta encontra no direito vigente para justificar a interpretação ou solução que dá a uma regra jurídica ou a certo caso concreto. Razão do direito.razão de existir a norma. • “Para a apreensão do significado da norma. ◄ O occasio legis .” Damásio Evangelista de Jesus • A interpretação jurídica desdobra-se em: ◄ A ratio legis . .o grau de vigor da norma. ◄ A vis legis . é necessário indagar qual a sua finalidade: a ratio legis.• Ratio juris – razão do direito 1. histórica e cultural na edição da norma. 2.a realidade social.

da Lei de Introdução ao Código Civil. respeitados o ato jurídico perfeito. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. • Ao cidadão é assegurado o princípio da irretroatividade da lei que agravar ou criar encargos. deveres ou obrigações na ofensa ao direito adquirido. • “Art.A Lei em vigor terá efeito imediato e geral. caput. • Previsão: Art. o direito adquirido e a coisa julgada.• Res judicata pro veritate habetur lat – A coisa julgada é tida por verdade. 6º.” . Aquilo que foi objeto de julgamento definitivo não pode ser novamente submetido a discussão. 6º .

• O mar é patrimônio comum da humanidade – os elementos que compõe o patrimônio marinho: solo e subsolo oceânicos. o res nullius. Sob o juízo. • Não se aplica ao mar. Diz-se da causa sobre a qual o juiz ainda não se pronunciou. • Sub judice . pela impossibilidade de apropriação por um único ente e a possibilidade de sua exploração. .• Res nullius – coisa de ninguém .que a ninguém pertence. 2.1.

quando correspondente com as demais provas. • Vigia antigamente: uma só testemunha não valia como prova.• Testis unus. testemunha nula. em determinadas circunstâncias. . testis nullus . Aforismo antigo. recusado pelo Direito brasileiro.Testemunha única. • Hoje se admite até uma condenação com base em um único testemunho. a validade do depoimento de uma só pessoa. o qual admite.

concede algo a mais do que foi pretendido.• Ultra petita – além do pedido. em outra cidade. • Extra petita – fora do pedido. • A sentença vai além do pedido . Exemplo: • João pede indenização no valor “X”. • "A" pede ao juiz para que "B" seja condenado a entregar-lhe 30 pares de sapato e o juiz o condena a entregar 300 garrafas de refrigerante. . O juiz indeniza no valor “2X”. • Juiz concede a ordem e determina à Polícia levar a paciente em sua residência.

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