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Revisao Economia Política - DIREITO OPET - 1

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QUESTÕES PARA ESTUDO DA PROVA DE ECONOMIA POLÍTICA - 1º BIMESTRE
QUESTÕES PARA ESTUDO DA PROVA DE ECONOMIA POLÍTICA - 1º BIMESTRE

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Published by: cesarcosta_opet on Sep 17, 2009
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ECONOMIA POLÍTICA

1) Por que os problemas econômicos fundamentais originam-se da escassez de recursos de produção? - Porque em qualquer sociedade, os recursos ou fatores de produção são escassos; contudo, as necessidades humanas são ilimitadas, e sempre se renovam. 2) O que é um sistema econômico e como eles podem ser classificados? - Um sistema econômico pode ser definido como sendo a forma política, social e econômica pela qual está organizada uma sociedade. È um sistema de organização da produção, distribuição e consumo de todos os bens e serviços que as pessoas utilizam buscando uma melhoria no padrão de vida e bem – estar. Os elementos básicos de um sistema econômico são: - Estoque de recursos produtivos ou fatores de produção: aqui se incluem os recursos humanos (trabalho e capacidade empresarial), o capital, a terra, as reservas naturais e a tecnologia. - Complexo de unidades de produção: constituído pelas empresas. - Conjunto de instituições políticas, jurídicas, econômicas e sociais: que são a base da organização da sociedade. Os sistemas econômicos podem ser classificados em: SISTEMA CAPITALISTA OU ECONOMIA DE MERCADO É aquele regido pelas forças de mercado, predominando a livre iniciativa e a propriedade privada dos fatores de produção. Pelo menos até o inicio do século XX, prevalecia nas economias ocidentais o sistema de concorrência pura, onde não havia a intervenção do Estado na atividade econômica. Principalmente a partir de 1930, passaram a predominar os sistemas de economia mista, onde ainda prevalecem as forças de mercado, mas com a atuação do estado, tanto na alocação e distribuição de recursos como na própria produção de bens e serviços, nas áreas de infra - estrutura, energia, saneamento e telecomunicações.

SISTEMA SOCIALISTA, OU ECONOMIA CENTRALIZADA, Caracteriza-se por forte intervenção, regulamentação e planificação por parte do Estado na economia. Ou ainda economia planificada, é aquele em que as questões econômicas fundamentais são resolvidas por um órgão central de planejamento, predominando a propriedade pública dos fatores de produção, chamados nessas economias de meios de produção, englobando os bens de capital, terra, prédios, bancos. matérias - primas. Da escassez dos recursos ou fatores de produção, associada às necessidades ilimitadas do homem, originam-se os chamados problemas econômicos fundamentais: O que e quanto produzir? Como produzir? Para quem produzir? O QUE E QUANTO PRODUZIR? Dada a escassez de recursos de produção, a sociedade terá de escolher, dentro do leque de possibilidades de produção, quais produtos serão produzidos as respectivas quantidades a serem fabricadas. COMO PRODUZIR? A sociedade terá de escolher ainda quais recursos de produção serão utilizados para a produção de bens e serviços, dado o nível tecnológico existente. A concorrência entre os diferentes produtores acaba decidindo como vão ser produzidos os bens e serviços. Os produtores escolherão, dentre os métodos mais eficientes, aquele que tiver o menor custo de produção possível. PARA QUEM PRODUZIR? A sociedade terá também de decidir como seus membros participarão da distribuição dos resultados de sua produção. A distribuição da renda dependerá não só da oferta e da demanda nos mercados de serviços produtivos, ou seja, da determinação dos salários, das rendas da terra, dos juros e dos benefícios do capital, mas, também, da repartição inicial da propriedade e da maneira como ela se transmite por herança. Em economia de mercado, esses problemas são resolvidos predominantemente pelo mecanismo de preços atuando por meio de oferta e da demanda. Nas economias centralizadas, essas questões são decididas por um órgão central de planejamento, a partir de um levantamento de recursos de produção disponíveis e das necessidades do país.

3) Conceitue: Bens de Capital, Bens de Consumo, Bens Intermediários e Fatores de produção. Bens e Serviços

Bem é tudo aquilo que permite satisfazer uma ou várias necessidades humanas. Bens livres: são aqueles que existem em quantidade ilimitada, não tem preço, não exigem esforço humano e sua utilização não implica uma relação econômica. Ex.: ar, luz do sol, mar. Bens econômicos: são relativamente escassos, tem preço e exigem um esforço humano na sua obtenção. Divide-se em bens materiais e bens imateriais (ou serviços). Ex.: automóveis, alimentos, vestuário. Bens materiais: são os bens propriamente ditos, tangíveis. Quanto ao destino dividem-se em bens de consumo e capital. Bens imateriais (serviços): são intangíveis, não podem ser estocados, acabam no mesmo momento da sua produção. Bens Privados: são produzidos e possuídos privadamente. Bens Públicos: refere-se ao conjunto de bens fornecidos pelo setor público. Bens de Capital: são aqueles utilizados na fabricação de outros bens, mas que não se desgastam totalmente no processo produtivo. È o caso, por exemplo, de máquinas, equipamentos e instalações. São usualmente classificados no ativo fixo das empresas, e uma de suas características é contribuir para as melhorias da produtividade da mão-de-obra. Bens de Consumo: destinam-se diretamente ao atendimento das necessidades humanas. De acordo com sua durabilidade, podem ser classificados como duráveis (geladeiras, fogões, automóveis) ou como não-duráveis (alimentos, produtos de limpeza, ) Bens Intermediários: são aqueles que são transformados ou agregados na produção de outros bens e que são consumidos totalmente no processo produtivo (insumos, matérias-primas e componentes). Diferenciam-se dos bens finais, que são vendidos para consumo ou utilização final. Os bens de capital, como não são consumidos no processo produtivo, são também bens finais.

Fatores de produção: chamados recursos de produção da economia são constituídos pelos recursos humanos (trabalho e capacidade empresarial), terra, capital e tecnologia. A cada fator de produção corresponde uma remuneração, a saber: FATOR DE PRODUÇÃO TRABALHO CAPITAL TERRA TECNOLOGIA CAPACIDADE EMPRESARIAL TIPO DE REMUNERAÇÃO SALÁRIO JURO ALUGUEL ROYALTY LUCRO

4) O que diz o princípio da RACIONALIDADE? A análise tradicional supõe o princípio da racionalidade, segundo o qual o empresário sempre busca a maximização do lucro total, otimizando a utilização dos recursos de que dispõe. Enquanto, os consumidores procuram maximizar sua satisfação(ou utilidade) no consumo de bens e serviços e lazer (limitados por sua renda e pelos preços das mercadorias). 5) O que vem a ser argumentos positivos e normativos? A Economia pode subdividir-se em Economia positiva, que utiliza argumentos positivos, e em Economia normativa, que emprega argumentos normativos. O argumento positivo diz respeito ao que é, enquanto o argumento normativo referese ao que deve ser. Este último diz respeito a juízos de valor, a aspectos morais ou religiosos. A Economia positiva refere-se à descrição da realidade, ao passo que a Economia normativa liga-se à política econômica. Neste caso, os condutores da política econômica governamental, com base em valores próprios, ou nos postulados de seu partido político, decidem o que julgam ser melhor para a sociedade. Constituem exemplos de argumentos normativos a opção por “mais desemprego em troca de menos inflação”, ou "mais inflação contra menos desemprego". O argumento de que o governo deve combater o desemprego (ou a inflação), embora implique maior inflação (ou desemprego) envolve um julgamento de valor, enquanto a constatação de que “o aumento do déficit público reduz o desemprego e aumenta a inflação” constitui um argumento positivo, porque resulta da experiência empírica e dos postulados da teoria econômica. De argumentos normativos, não se podem inferir argumentos positivos, assim como destes últimos não se pode chegar aos primeiros. Isso se explica porque uma verdade (aspecto positivo) só pode decorrer de uma ou mais verdades e não daquilo que deve ser (aspecto normativo). Por exemplo, dos postulados normativos de que “a caridade é um princípio moral” e de que “todos devem ajudar

os seres humanos” só pode seguir um postulado normativo: “então, os países ricos devem ajudar os países pobres”. Da mesma forma, dos argumentos positivos “maior renda gera maior consumo” e “a redução da renda leva a uma redução do consumo”, chega-se ao argumento positivo de que “o consumo depende do nível de renda”. Assim, dos argumentos positivos são deduzidas as teorias científicas empregadas na Economia. ARGUMENTOS POSITIVOS: procuram econômicos como eles realmente são. entender e explicar fenômenos

ARGUMENTOS NORMATIVOS: dizem respeito ao que deveria ser. São pontos de vista influenciados por fatores filosóficos sociais e culturais envolvendo juízo de valor.

FIQUE DE OLHO !!!
A ECONOMIA não é uma ciência normativa, mas a argumentação normativa auxilia a escolha de políticas adequadas para atender objetivos específicos do País: ex, combater a inflação, criar empregos, aumentar salários, etc. O Administrador de política econômica geralmente parte de argumentos normativos como opções para alcançar objetivos perseguidos. A ECONOMIA não é uma ciência normativa porque suas leis são científicas e
não normas de conduta como o Direito. 6) Qual a importância do Direito para a Economia?

Importantes conceitos da teoria econômica estão relacionados ou dependem das normas jurídicas do país As normas jurídicas molduram o campo de análise da teoria econômica O surgimento de novas questões econômicas exige modificações no arcabouço jurídico do país. Ultimamente o Estado se retira cada vez mais da atividade econômica e a transfere a particulares, por meio de contrato de concessões O Estado passa a desempenhar o papel de regulador da ordem econômica O arcabouço jurídico orienta a aplicação dos instrumentos da política econômica O Estado, para alcançar o seu fim último de prestação do bem-estar social, intervém na economia, amparado no Direito.

NORMAS JURÍDICAS - TEORIA DE MERCADOS Quando se analisa a teoria dos mercados, dois enfoques são encontrados. De um lado o comportamento dos produtores e dos consumidores quanto a suas decisões de produzir e consumir, de outro os agentes das relações de consumo consumidor e fornecedor, do ponto de vista do Código de defesa do consumidor colocam-se os direitos do consumidor frente aos deveres do fornecedor de bens e serviços. Leis antitruste, que atuam sobre as estruturas de mercado, assim como sobre a conduta das empresas. A legislação também proíbe acordos de fixação de preços, punindo os infratores . Repressão ao abuso do poder econômico (CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica) Criação de normas constitucionais com vistas à promoção do bem-estar da coletividade, com a criação impostos, taxas de contribuição de melhorias que são, recursos esses canalizados para as camadas economicamente desfavorecidas, bem como para as regiões mais pobres do país. Normas para proteger o meio ambiente; Valores do salário mínimo; Valores a serem pagos pela Previdência Social; Tabelamento de preços;Política penal; Locação de imóveis; mudança de zoneamento da cidade Constituição Federal Art. 170 - ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos a existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os princípios da: I) soberania nacional; II) propriedade privada; III) função social da propriedade; IV) livre concorrência; V) defesa do consumidor; VI) defesa do meio ambiente VII) redução das desigualdades regionais e sociais; VIII) busca do pleno emprego e IX) tratamento favorecido para as empresas brasileiras de capital nacional de pequeno porte". 7) Qual o principal campo de atuação da TEORIA MICROECONÔMICA? Conceito - A MICROECONOMIA (ou teoria dos preços) analisa a formação de preços no mercado. Interação empresa /consumidor relativamente a determinado bem. Estuda o funcionamento da oferta e da demanda na formação do preço no mercado.

Embora não seja um manual de técnicas para a tomada de decisões do dia-a-dia, mesmo assim ela representa uma ferramenta útil para estabelecer políticas e estratégias, dentro de um horizonte de planejamento, tanto nas empresas quanto na política econômica Nas empresas, a análise microeconômica pode subsidiar várias decisões, como: política de preços da empresa; previsões de demanda e de faturamento; previsões de custos de produção; decisões ótimas de produção; avaliação e elaboração de projetos de investimentos (compra de equipamentos, ampliação da empresa); política de propaganda e publicidade etc Em relação à política econômica pode contribuir na análise e tomada de decisões das seguintes questões: efeitos de impostos sobre mercados específicos; política de subsídios ( nos preços de produtos como trigo e leite, na compra d e insumos como máquinas , fertilizantes, etc); fixação de preços mínimos na agricultura; controle de preços mínimos; política salarial; política de tarifas públicas (água, luz, etc); política de preços públicos (petróleo, aço, etc); leis antitrustes ( controle de lucros de monopólios e oligopólios. CONSUMIDOR – pessoa natural ou jurídica que no mercado adquire bens ou contrata serviços, como destinatário final, visando a atender a uma necessidade própria. EMPRESA Visão econômica – é a combinação realizada pelo empresário dos fatores de produção (capital, trabalho, terra, imóveis, tecnologia, capacidade empresarial), visando obter o maior volume possível de produção, ao menor custo. Visão jurídica – complexo de relações jurídicas que unem o sujeito (empresário) ao objeto da atividade econômica (estabelecimento). PRESSUPOSTOS BÁSICOS DA ANÁLISE MICROECONÔMICA a) A hipótese coeteris paribus (tudo o mais constante) – analisa-se um mercado específico, considerando que tudo o mais permanece constante. Ex. o preço do leite pago pelos laticínios ao produtor rural. b) O papel dos preços relativos – analisa-se o preço de um bem em relação aos demais. c) Objetivos da empresa – (marginalistas) – racionalidade, o empresário busca maximizar os lucros.

8) Conceitue a função demanda, de que variáveis depende a demanda de um produto? É a quantidade de certo bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir em determinado período de tempo. Pode ser influenciada por a. b. c. d. Preço do bem ou serviço Preço de outros bens Renda do consumidor Preferência do consumidor

9) Conceitue a função oferta. De que variáveis depende a oferta de um produto? São as várias quantidades que os produtores desejam disponibilizar ao mercado em determinado período de tempo.

Lei geral da Oferta – há correlação direta entre quantidade ofertada e nível geral de preços. A quantidade de oferta é inversamente proporcional ao custo dos fatores de produção. A quantidade de oferta é diretamente proporcional ao nível de conhecimento tecnológico.

10) Diferencie a LEI GERAL DA OFERTA da LEI GERAL DA DEMANDA LEI GERAL DA DEMANDA: A QUANTIDADE PROCURADA TENDE A SER INVERSAMENTE PROPORCIONAL AO PREÇO DO BEM OU SERVIÇO. LEI GERAL DA OFERTA: A QUANTIDADE OFERTADA MOSTRA UMA CORRELAÇÃO DIRETA AO NÍVEL DE PREÇOS. Lei da oferta e da procura – quanto maior for a procura, maior o preço; quanto menor for a procura, menor o preço (a procura varia no mesmo sentido da oferta). O equilíbrio – A característica essencial do ponto de equilíbrio é que se a economia se situar nele, todo agente (consumidores e produtores) está satisfeita: dadas as circunstâncias, àquele preço eles compram e vendem exatamente o que querem.

11) Por que, quando a demanda é INELÁSTICA, aumentos do preço do produto devem elevar a receita total dos vendedores? Na demanda inelástica: a demanda fica quase inalterada (ligeiramente) quando o preço sobe ou desce. DETERMINANTE: Necessidades versus supérfluos: os bens necessários tendem a ter demandas inelásticas. Quando o preço da consulta medica sobe, as pessoas não alteram drasticamente a freqüência das visitas ao consultório, embora possam espaça-las um pouco. Por outro lado, quando o preço dos veleiros aumenta, a quantidade demandada de veleiros cai substancialmente. A razão é que para a maioria das pessoas consultas médicas são mais necessidade e veleiros, um supérfluo. Cabe ressaltar que a classificação de um bem como supérfluo ou necessário não depende das propriedades intrínsecas do bem, mas das preferências do comprador; • Bens rígidos (inelásticos) – quando a sua quantidade procurada responde de modo mais ligeiro a variações no preço; Quando a uma variação de 1% no preço corresponde uma variação inferior a 1% na quantidade procurada Exemplo: de Bens Inelásticos: bem de primeira necessidade, indispensáveis a subsistência diária da população. Ex. O sal é o mais característico entre os bens de mais característico entre os bens de demanda inelástica, consumido em pequenas quantidades, mas tratando-se de alimento indispensável na alimentação cotidiana, as alterações no preço do sal praticamente em nada afetam sua procura. – e também alguns bens de luxo – mesmo que o preço se eleve a população mais rica continua comprando. 12) Qual a importância do preço mínimo para a Agricultura? Política de Garantia de Preços Mínimos, PGPM, exerce papel relevante na política agrícola brasileira e, conseqüentemente, nas decisões do produtor sobre o plantio, contribuindo para a redução das oscilações de preços, característica do mercado agrícola. Por meio de instrumentos como a Aquisição do Governo Federal (AGF), o Empréstimo do Governo Federal (EGF) e outros mais modernos, o Governo atua comprando o excedente e/ou financiando a estocagem, sempre que o preço de mercado se situa abaixo do preço mínimo. O Preço Mínimo de Garantia é definido pelo Governo para os produtos das safras regionais e de verão e sinalizam o momento adequado para o apoio governamental na comercialização, que pode ocorrer por meio de operações de compra, de equalização de preços ou de financiamento. A atuação governamental é feita quando o preço de mercado está abaixo do mínimo nas regiões produtoras

É usada como o propósito de reduzir ou transferir para a sociedade a incerteza de preço com que defrontam os produtores. O preço mínimo quando fixado corretamente, isto é, quando antecipa corretamente o preço do mercado, reduz o nível de incerteza tanto para o produtor quanto para a sociedade, contribuindo para melhor alocação dos recursos produtivos. A política de preços mínimos é um instrumento criado para garantir ao agricultor a remuneração mínima do custo de produção caso haja excesso de oferta no mercado no momento da colheita. Os produtos são adquiridos pelo governo federal para a formação de estoques públicos, evitando quedas acentuadas de preços e, conseqüentemente, a degradação da renda de quem produz. . 13) De que forma o Governo pode interferir no Equilíbrio de mercado? O governo pode interferir através da tributação; subsídios; benefícios fiscais; aquisição por preços mínimos para determinados produtos; tabelamento de preços, etc. 14) Quais as características fundamentais que definem as estruturas de mercado? Quais as diferenças básicas entre Oligopólio, Monopólio e Concorrência perfeita? As várias formas ou estruturas de mercado dependem fundamentalmente de três características a. número de empresas que compõem esse mercado b. tipo do produto (se são idênticos ou diferenciados) c. barreiras ou não quanto ao acesso a esse mercado De acordo com a importância da empresa no mercado e a homogeneidade do produto ofertado, os mercados podem ser classificados em CONCORRÊNCIA PERFEITA: é um mercado em que existe um grande número de empresas oferecendo um mesmo produto, que é igual aos olhos do consumidor. O produto é homogêneo. O mercado é transparente, se existirem lucros extraordinários, isso atrairá novas firmas e com aumento da oferta, os preços tenderão a cair e os lucros extras cairão para lucros normais. Ex: mercado de hortifrutigranjeiros. MONOPÓLIO: é um mercado em que existe apenas uma única empresa oferecendo bens ou serviços, para o qual não existem substitutos, nem concorrentes. Ex: controle de matérias–primas básicas, correios. OLIGOPÓLIO: é caracterizado por um pequeno número de empresas que dominam a oferta de mercado. Essas empresas produzem bens diferenciados, mas substituíveis entre si. Ex: montadoras de veículos, indústrias de cimento.

DIFERENÇAS BÁSICAS ENTRE AS ESTRUTURAS DE MERCADO

CONCORRENCIA PERFEITA QUANTO AO NÚMERO MUITO GRANDE DE EMPRESAS QUANTO AO PRODUTO QUANTO AO CONTROLE SOBRE PREÇOS QUANTO AO MARKETING QUANTO AS CONDIÇÔES DE INGRESSO PADRONIZADO HOMOGENEO NÃO HÁ POSSIBILIDADE NÃO E NECESSARIO NÃO EXISTEM OBSTÁCULOS

CARACTERÍSTICA

MONOPÓLIO UMA EMPRESA

OLIGOPÓLIO PEQUENO Nº DE EMPRESAS PODE SER PADRONIZADO OU DIFERENCIADO DIFICULTADO PELA INTERDEPENDENCIA É VITAL CONSIDERÁVEIS OBSTACULOS

NÃO HÁ SUBSTITUTOS

CONSIDERÁVEL

CAMPANHA INSTITUCIONAL IMPOSSÍVEL

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