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Manual de criação de frango de corte

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Modelo Revisão 03 - 18/09/2006

Manual do Frango de

CORTE

Introdução
A linhagem de pintos de corte Cobb Avian 48, desenvolvida pela equipe de geneticistas da Cobb Vantress, apresenta-se com excelentes resultados em viabilidade e conversão alimentar, aliados ao peso corporal e uniformidade. O produto manifesta-se no campo com bastante docilidade e rusticidade, com um ótimo desempenho. Procuramos enfocar os principais aspectos de manejo e mostrar o desempenho que o frango Cobb Avian 48 pode obter em condições normais de criação. Serão feitas algumas interpretações sobre possíveis erros de manejo, observados com freqüência no campo, de forma simples, de tal maneira que sirva tanto para supervisores, como para granjeiros que trabalham diretamente com as aves. O objetivo da Granja Planalto, por meio de seu Departamento de Assistência Técnica, é de sempre contribuir no apoio e nas informações às áreas de manejo, sanidade e nutrição a serviço da produção econômica do frango de corte. Este manual não é uma garantia de obtenção dos índices produtivos indicados, mas um guia, e, como tal deve ser interpretado. Manual do Frango de Corte

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alojamento e ampliação de espaço 3.1 Programa básico de manejo sanitário .biossegurança 3.2 Como melhorar a conversão alimentar em frangos 6.3 Ampliação de espaço para os pintos / frangos 4 Metas para 0 a 14 dias de idade 5 Aquecimento 6 Espaços de comedouros e bebedouros nas diferentes fases de criação 05 07 09 09 13 17 19 21 25 26 27 28 33 35 37 39 41 43 45 49 51 Manual do Frango de Corte 6.recepção 3.1 Altura ideal do comedouro 6.Índice 1 Particularidades do frango Cobb Avian 48 2 O fator humano e a operação avícola 3 Preparação.2 Alojamento .3 Bebedouros e água 7 8 9 10 11 12 13 Padrões de qualidade de água para aves Iluminação Manejo de cortinas Densidade de alojamento Pontos importantes para um plano de vacinação de frangos Exemplo de reações pós-vacinais Observações relacionadas com pesos e com a conversão dos frangos de corte 14 Indicações gerais para avaliação de resultados de frango 15 Tabelas 03 .

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sendo possível observar aumentos semanais de mais de 500 gramas no peso corporal. o que no final da criação lhe confere um índice de conversão baixo tornando-o um produto muito competitivo quando avaliamos o fator econômico da criação.1 Particularidades do frango Cobb Avian 48 A Linhagem Cobb Avian 48 possui características genéticas compatíveis com as peculiaridades que o Brasil possui. o frango Cobb Avian 48 apresenta aceleração acentuada em seu crescimento. tais como clima. Manual do Frango de Corte 05 . Como características primárias o frango Cobb Avian 48 apresenta boa voracidade à ração nas primeiras semanas de vida. acompanhado de sua docilidade em toda as fases de criação. problemas de pernas e morte súbita. Após 35 dias. O frango Cobb Avian 48 foi geneticamente desenvolvido para obter uma maior viabilidade. com uma curva de crescimento (0 . que reduz ocorrências de ascites. rusticidade às condições de manejo e nutrição normais e também excelente rendimento de cortes nobres. altitude e instalações.35 dias). tornando-o competitivo entre as outras linhagens existentes no mercado.

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Com a mecanização/automação na criação de frangos. Manual do Frango de Corte 07 . são fatores decisivos para a obtenção de bons resultados. dedicação e comprometimento. uma pessoa pode cuidar cada vez mais de um número maior de frangos.2 O fator humano e a operação avícola Qualquer negócio é bem sucedido quando existe conhecimento. Com isso. a troca de informações e principalmente o reconhecimento. O incentivo. o conhecimento. cresce a importância de educar e treinar o pessoal.

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c) Executar desinfecção de todos os veículos ou utensílios que entrarem na granja. Manual do Frango de Corte 3. tais como: a) Envolver as pessoas da empresa no programa de biossegurança de maneira racional e motivadora. tudo fora (idade única). 09 . deve ser praticado para alcançar resultados consistentes ao longo do tempo. alojamento e ampliação de espaço Durante o período de preparação é de fundamental importância manter o intervalo entre lotes de no mínimo 20 dias e dentro deste um vazio sanitário de 10 dias para reduzir a carga microbiana. As granjas de frango de corte devem se manter com as aves de idade semelhante. fábricas de rações e indústrias de processamento de alimentos de origem animal. devem-se observar alguns pontos de biossegurança. sempre que possível.3 Preparação. b) Instalar a granja em locais afastados. dos centros urbanos. desta forma.1 Programa básico de manejo sanitário biossegurança Para obter bons resultados em um plantel de frangos de corte. de outras granjas. incubatórios. o conceito tudo dentro.

j) Entre um lote e outro é imprescindível a limpeza completa do galpão. h) Estabelecer um eficiente programa de monitoria laboratorial durante toda a vida do plantel para controle de doenças emergentes. pois eliminarão os microorganismos promotores da fermentação Manual do Frango de Corte 10 . e) Evitar o trânsito de veículos. dos equipamentos e cortinas. Destino das aves mortas: A presença de aves mortas nas imediações do galpão representa risco de contaminação para a granja. Deve ser construída em alvenaria. Esse tipo de fossa deve ser construída à distância de 30 metros dos aviários e em local onde não ocorra contaminação do lençol freático. Uma maneira eficiente de eliminá-las é a fossa séptica. seguida de cuidadosa desinfecção. e mais ainda aos galpões de produção. ideal seria tornar obrigatório o banho e o uso de roupas e calçados limpos e desinfetados fornecidos pelo criador. pessoas ou animais próximos aos núcleos.d) Combater a presença de insetos e roedores. prevenir contra a aproximação de animais. principalmente aves silvestres. i) Definir um programa de vacinação de acordo com as necessidades de cada região. Não jogar desinfetantes dentro das fossas. f) Cercar os núcleos com árvores não frutíferas. A vegetação servirá de filtro natural para reduzir o risco de contaminação das aves. controlando o perfil de soroconversão das aves alojadas. g) Restringir ao máximo visitas à granja/pinteiro. coberta por laje de concreto e com abertura central móvel para introdução das aves mortas. Quando permitir a entrada de visitantes nos galpões.

(processo fundamental na decomposição das carcaças). Manual do Frango de Corte Foto 01 Cama forrada com jornal Diferentes materiais são usados para cama. e de 4 a 8 cm no inverno. É importante analisar a cama para evitar problemas com fungos (cama úmida). Sobre o papel deve-se colocar de 2 a 4 gramas de ração por ave alojada em pequenos amontoados estimulando o processo de alimentação e também facilitando o reconhecimento da ração pelas aves como sua fonte de alimento. Uso da cama e forração do pinteiro: Recomenda-se o uso de material para cama com uma altura de 2 . Assim evita-se que as aves comam partículas da cama que irão comprometer a mucosa do trato digestivo e conseqüentemente interferir na conversão alimentar. Na área inicial do alojamento deve-se utilizar nas primeiras vinte e quatro horas uma cobertura de papel (bobina e/ou jornal) para evitar contato direto dos pintos com a cama. insetos e outros contaminantes.4 cm no verão. Outros destinos para as aves mortas são a incineração e o enterramento. evitando o consumo de cama após a retirada do papel de forração. 11 .

Manual do Frango de Corte 12 .É recomendável acompanhar. os pintos na primeira semana. e especialmente em galpões sem automatização. durante as 24 horas do dia. principalmente nos primeiros 3 dias.

3. bem como a maneira e eficiência da capacidade de renovação do ar em seu interior (ventilação mínima). fontes de calor (fornalhas a lenha ou campânulas a gás). época do ano. colocando de 65 a 85 pintos por metro quadrado no primeiro dia de alojamento.2 Alojamento . temperatura e umidade ambiente. 13 . qualidade da vedação do galpão.recepção Nos primeiros 7 dias. manter os pintinhos no ambiente com temperatura confortável. visando sempre a preservação da qualidade da cama e melhora diária na relação de equipamentos para as aves. com disponibilidade adequada de água e alimento. Manual do Frango de Corte Foto 02 Ponto de entrada do ar no sistema de ventilação mínima para renovação do ar interno do galpão Foto 03 Ponto de exaustão do ar saturado do interior do galpão A abertura de espaço deverá ser feita quando completadas as primeiras vinte e quatro horas do alojamento e passando a ser diária e gradativa. sempre levando em consideração os seguintes fatores: região. tipos de equipamentos utilizados (nipples ou bebedouros infantis).

Para este manejo em questão. Forma B . o que fatalmente levaria as aves a passarem frio ou calor em excesso.000 pintos cada. cortinas internas. visamos a manutenção da temperatura em toda a área de alojamento. sendo necessário para isto fontes adequadas de calor. cortinas transversais e forro no galpão. usado principalmente quando se aquece somente sob a campânula ou em um ambiente bem delimitado.000 aves. estes devem ser montados para alojar no mínimo 1. cortinas e sobre cortinas externas. Trata-se da formação de uma grande área com todas as aves e.Formas para receber os pintos de 1 dia: Forma A . Após as primeiras vinte e quatro horas de alojamento. tendo divisões internas contendo aproximadamente 3. precavendo-se assim contra possíveis falhas no funcionamento de campânula. Desenho das formas de recepção e ampliação do pinteiro 3 Manual do Frango de Corte 2 1 3 2 1 Forma A Forma B1 Forma B2 14 . principalmente quando utiliza-se campânulas com capacidade para até 500 pintos.aquecimento do ambiente: O alojamento coletivo com subdivisões é uma maneira muito adequada de alojamento.aquecimento por área: Dentro de um círculo de proteção ou circunferência. No caso de círculos. o espaço deve começar a ser ampliado de maneira gradativa.

gases oriundos da queima do gás das campânulas e da respiração das aves.fornecer ar puro para as aves sem provocar correntes de ar dentro do mesmo. Esquema de ventilação mínima Retirada do AR interno formando pressão negativa Manual do Frango de Corte Saída de AR saturado cortinas transversais forro piso cortina externa cortinas externas cortinas internas sobre cortina Entrada de AR novo pequena entrada para o AR externo cortinas transversais grupo de ventiladores ou exaustores cortina externa 15 . .No caso de galpão forrado faz-se necessário a utilização do sistema de ventilação mínima que tem por finalidade: .retirada de partículas em suspensão de poeira.controle da temperatura evitando excesso de calor. . .retirada do excesso de umidade do ar e da cama evitando assim condensações internas e empastamento da cama.

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3 Ampliação de espaço para os pintos / frangos Guia Geral Inverno Até 8 dias Até 14 dias Até 18 dias 1/3 3/4 todo galpão Manual do Frango de Corte Verão ½ todo galpão todo galpão Em lotes com crescimento mais rápido. ampliar mais cedo. Foto 04 Abertura e distribuição das aves e equipamentos Foto 05 Abertura e distribuição das aves e equipamentos 17 . um dispositivo de contenção de 50 cm de altura que impeça a migração das aves ao longo do galpão. Colocar a cada 30 metros. principalmente em períodos de muito calor.3.

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19 .Qualidade da matéria-prima dos alimentos e/ou alimento inadequado para a idade (ração e água). falta d'água ou inadequada regulagem dos equipamentos. . variações bruscas na temperatura.4 Metas para 0 a 14 dias de idade O bom desempenho das aves de 0-14 dias de criação indicam grande possibilidade de êxito no final da criação dos lotes.1% (máximo) Os fatores que mais comprometem o desempenho das aves na fase inicial da criação são: . Manual do Frango de Corte Indicadores de normalidade: O peso inicial deverá no mínimo quadruplicar-se nos primeiros 7 dias. Maiores causas de mortalidade inicial: qualidade dos pintos de um dia.Ambiência inadequada principalmente quando estão prejudicados os fatores. .Reações pós-vacinais.7 dias -----------------------------. 0 . Exemplo: 40 gr ------------------------160 gr A mortalidade nas primeiras duas semanas.1.0.7% (máximo) 0 .14 dias ---------------------------. temperatura e qualidade do ar interno do pinteiro.

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24 25 . a temperatura deve ser reduzida rapidamente depois de 16 dias para não afetar o crescimento das aves.35 > 35 > 80% 33 32 31 30 30 29 29 28 27 26 25 24 23 22 21 70% 33 32 31 30 30 29 29 29 28 27 26 25 24 23 22 60% 33 32 31 30 30 29 29 29 28 27 26 26 25 25 24 50% 33 32 31 30 30 29 29 29 29 29 28 27 27 26 25 < 40% 35 34 33 32 32 31 31 31 31 31 30 29 29 28 27 Manual do Frango de Corte 21 .Usar um termômetro digital para verificar a temperatura debaixo das campânulas e nas diferentes áreas do galpão.30 31 .5 Aquecimento . a temperatura pode ser mantida mais alta.Idade RELAÇÃO ENTRE TEMPERATURA ÓTIMA (º C) DO GALPÃO. O comportamento dos pintos continua sendo o melhor indicador na operação correta das campânulas e da temperatura no meio ambiente. UMIDADE RELATIVA E IDADE DOS PINTOS DE CORTE IDADE DIAS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 .20 21 .A temperatura nas diferentes partes do galpão deve ser semelhante à temperatura ideal para a idade dos pintos. sem afetar o crescimento e a conversão alimentícia.12 13 . Tabela 1 .Com alta umidade relativa (80%).Com baixa umidade relativa (40%).Umidade .Temperatura . . .É importante comprar criadoras com termostato. .16 17 . .

Para as empresas que criam pintos sexados. o aquecimento é usado até 21 . Manual do Frango de Corte .Em regiões em que o inverno é rigoroso. 22 .28 dias.Uma renovação apropriada de ar fresco (ventilação) é importante na criação de pintos de corte.. é muito importante que o macho de empenamento lento esteja bem empenado aos 38 dias de idade. o comportamento dos pintos em relação ao ambiente e a campânula . Os pintos necessitam de um bom fornecimento de oxigênio para manterem-se saudáveis. . Manter a temperatura alta retarda a saída de penas de segunda geração.O uso de termohigrômetro é fundamental na avaliação das temperaturas ideais para cada idade das aves nas diferentes regiões do país e estações do ano. A seguir.Deve-se buscar continuamente o equilíbrio entre temperatura e ventilação. .

campânulas de alta pressão de gás. campânulas de baixa pressão. até 14 dias durante o dia e até 21 dias à noite. Existem variados sistemas de aquecimento. segundo as condições ambientais apresentadas. 23 .. Manual do Frango de Corte Foto 06 Lonil (tubo) para distribuição do ar aquecido Em regiões onde o inverno é rigoroso faz-se necessário a suplementação do aquecimento com campânulas a gás onde é usado apenas o aquecimento à lenha principalmente em galpões com o sistema de ventilação mínima já implantado. entre os quais estão os turbo aquecedores. O controle de consumo de gás/pinto é importante para manter o custo do aquecimento o mais baixo possível.12 dias. Para o aquecimento de todo o ambiente recomenda-se usar campânulas do tipo infravermelhos com termostato ou outros tipos de campânulas e NUNCA as campânulas convencionais (chapéu chinês). O aquecimento no verão deve durar 7 . usar o sistema de ventilação mínima para renovar o ar e obter uma resposta adequada à sensação térmica . no inverno. fornalhas a lenha e combinações. É também muito eficaz e econômico o sistema de aquecimento com fornalhas a lenha.No caso de galpões forrados.

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0 c m / av e > 49 dias 7. faz-se necessária adoção de um manejo de arraçoamento constante e em pequenas quantidades para manter a ração sempre limpa de fezes e cama.5 cm de altura) para 100 pintos.: Retirar as bandejas ou tubulares infantis de maneira gradativa e aumentando sempre a disponibilidade dos comedouros definitivos (acima de 12 dias ). evitando assim a fermentação da mesma e conseqüentemente o consumo de um alimento inadequado pelas aves. usar 1 bandeja para 50 pintos .49 dias 4. estes evitam desperdícios e contaminações das rações mantendo-as com melhor qualidade para o consumo das aves. Quando se optar pelo uso parcial ou total das bandejas. Tabela 2 . Sempre que possível.14 dias 2.0 c m / av e T u b u lar M an u al > 21 dias 40 av es / tubular Pr ato s M o d e r n o s T ip o Es p ir al Des de 1 dia pos s ív el > 21 dias máx imo de 50 av es / prato T u b u lar In fan til Manual do Frango de Corte 40 av es / Tubular Tr oc ar gradualmente por c omedouros adultos 25 .2 dias: 1 bandeja (35 x 35 x 3. pois. Período de 3 .6 Espaços de comedouros e bebedouros nas diferentes fases de criação Período de 0 .4 dias: Para conseguir um bom aumento de peso.Relação de Equipamentos ES P AÇO DE CO M EDO URO S P ARA P INTO S T ip o C alh a co m C o r r e n te 5 . Tubular Infantil: 1:50 pintos Obs.5 c m / av e 15 . orientamos a substituição das bandejas por tubulares infantis.

porque obstruem o acesso ao comedouro e podem comprometer a integridade do peito (calos).É importantíssimo manter baixa a altura das rações dentro do comedouro. Observe as recomendações a seguir: . A revisão da cama ao redor dos comedouros deverá ser uma parte integrante na supervisão. uma uniformidade menor em lotes mistos assim como um maior desperdício de rações. . Em lotes mistos.6.A partir dos 35 dias de idade. . comprometendo o índice de eficiência em mais de 10 pontos. Manual do Frango de Corte 26 Foto 07 Altura ideal do comedouro com 35 dias de idade. são as fêmeas que mais sofrem com os comedouros altos. sem que haja consumo de ração por parte dos frangos quando deitados. pesos menores e conversões mais altas. Uma regulagem inadequada da altura dos comedouros pode piorar a conversão alimentar em mais de 5 pontos e pode reduzir o peso em mais de 50 gramas.1 Altura ideal do comedouro Os comedouros altos tem dado como resultado. As fêmeas ficam atrás em peso e não chegam a ter aproximadamente 85% do peso dos machos aos 42 dias de idade. de forma que o excesso de alimento no bico caia de novo no comedouro e não no piso. . manejar o comedouro o mais baixo possível. em muitos casos. para avaliar se está ocorrendo desperdício de ração.A altura da borda do comedouro deve estar abaixo do papo dos frangos. Os resultados de campo demonstram a importância da manipulação dos comedouros para estimular os frangos suficientemente.

12) Usar cama de boa procedência e manter sua qualidade até a retirada do lote. peletizada.6. 7) Utilização de ração farelada.genética).2 Como melhorar a conversão alimentar em frangos Manual do Frango de Corte 1) Utilizar pintos. 5) Espaço suficiente bebedouro e comedouro. 10) Manejo adequado de ambiência. 6) Estimular o consumo. 8) Uso de réguas para regular a quantidade de ração nos pratos dos comedouros. 3) Preservação do trato gastrointestinal da ave na primeira semana de vida. rações e ou insumos de boa procedência. 9) Manter uma boa integridade sanitária das aves e programas profiláticos adequados. reduzindo o desperdício e a falta de ração. 11) Evitar mortalidade no final (ambiente . 27 .ao nível do bebedouro. 4) Atingir os pesos ideais nas três primeiras semanas.3 a 5 ppm de cloro . segundo a idade do frango. 2) Usar água tratada . peletizada triturada de alta densidade.

Após a liberação das aves em todo galpão: 1) Utilizar um bebedouro pendular para 80 aves e. 3) A água de beber deve estar sempre limpa e fresca. melhorando a disponibilidade do fornecimento de água para as mesmas quando associados aos bebedouros infantis.3 Bebedouro e água Bebedouros . um bebedouro infantil 1/80 aves.6. deve-se ter o máximo de atenção quanto a regulagem da altura do bebedouro e da lâmina d'água. No caso de utilizar somente os bebedouros pendulares para o alojamento. Comprovar a qualidade química e microbiológica da água.5 metros para chegar à água. 3) Manter a altura da água entre o dorso e os olhos do pinto em bebedouros pendulares. e manter como norma 3-5 ppm de cloro livre no bebedouro. O pinto NÃO deve abaixar a cabeça para tomar água. 2 cm lineares de calha por ave. 2) As aves não devem andar mais de 2. evitando que as aves se molhem ou tenham dificuldades ao acesso.(tradicionais de sistema aberto) Manual do Frango de Corte 1) Para pintos de 1 . 2) Desde o primeiro dia do alojamento os bebedouros pendulares já podem ser colocados à disposição das aves. Neste caso a relação inicial deve ser de um bebedouro para cada 150 pintos. no caso de bebedouros tipo calha. 28 .6 dias.

Nipple Em galpões com ambiente controlado.Bebedouros . 4) Em altas temperaturas. 1) Cada fabricante de nipple tem vários modelos de diferentes fluxos ou vazões de água. 6) Durante os dois primeiros dias de idade. é recomendado um fluxo de 30 até 150 cc de água/minuto/nipple conforme tabela 3. os nipple são muito eficazes. o bebedouro com baixo fluxo de água pode causar severo atraso no ganho de peso devido ao baixo consumo da mesma e conseqüentemente das rações. 3) O sistema de nipple reduz a mortalidade nos pintos por manter a água com baixo nível de contaminação. 5) Deve-se calcular uma densidade final de 10 a 13 aves por nipple ou conforme o peso definido para abate.Vazão de água para nipple Idade (dias) cm3/min. 2) Para a criação de pintos de corte. O objetivo do sistema de bebedouros nipple é obter um fluxo de água suficiente para que as aves possam tomá-la com facilidade e rapidez. quando não manejados adequadamente. em galpões abertos com altas temperaturas. É importante estudar cuidadosamente o sistema de nipple necessário para sua operação e visitar granjas com o sistema instalado. Manual do Frango de Corte 1 a 20 21 a 35 36 ao abate 30 60 acima de 90 com ideal de 130 29 . Deve haver um equilíbrio entre a facilidade de ativar o nipple e o fluxo de água. sem se cansar. os bebedouros nipples podem ocasionar sérios problemas. porém. os pintos devem concentrar-se ao Tabela 3 .

e deixar que se forme uma gota na ponta da chupeta. nivelar a cama abaixo das linhas de nipples. Manual do Frango de Corte Foto 08 Nipples Observação: . depois do alojamento dos pintos. antes do alojamento dos pintos. é necessário. é indicação de que o fluxo de água (pressão) ou a linha está muito baixa. Quando a linha do nipple move-se muito. regular a altura dos bebedouros nipple. durante as primeiras duas horas depois da recepção. 7) Devemos manter a altura do nipple de tal maneira que a ponta metálica do nipple (chupeta) fique na altura dos olhos dos pintos.redor da linha de nipples. usando régua base no indicador de idade para o primeiro dia. Deve-se elevar a linha de bebedouros de tal forma que o pinto beba a água em um ângulo de 45 graus. Antes da chegada dos pintos. não ultrapassando neste período a relação de 24 pintos/nipple. 30 . o nipple deverá ficar na altura dos olhos dos pintos. 8) Para um perfeito controle de altura dos bebedouros nipple.Nas primeiras horas.

.Do quarto dia até o abate a ave deve formar um ângulo de 45 graus entre a base do bico e o nipple. segundo e terceiro dia Manual do Frango de Corte Quarto dia até o abate 9) Deve haver 80 a 100cm de distância entre a linha de bebedouros e o comedouro mais próximo.Ao fim do dia. deve-se suspender o nipple para que os pintos possam passar por debaixo sem encostar. Primeiras quatro horas Primeiro.000 de água.. 10) O tubo de água deve ser limpo sempre depois de qualquer tratamento com medicamentos ou vacinas . Pode-se utilizar vinagre diluído na proporção de 1 litro/ 1. permitindo o registro do consumo de água diariamente e descobrir com rapidez 31 . 11) Recomendamos a instalação de um hidrômetro para cada galpão.

no primeiro dia de alojamento. evitando-se assim. 12) Os pintos preferem água um pouco ácida (pH 6.O erro maior e mais comum é manter baixa as linhas dos bebedouros. em períodos de calor. papelão (Foto 9. estimular o consumo de água. 2 . Adicionar 500 ml de ácido acético (vinagre)/ m³ de água continuamente (se o pH permite) para manter o sistema limpo e. Manual do Frango de Corte Foto 09 Distribuição de ração em papel 32 .3-6.9). ajudará os pintos a aprenderem mais rapidamente a tomar água. 13) Colocando papel grosso. a desidratação. distribuição de ração manual) ou tubulares. Notas importantes: 1 .Verificar a altura das linhas diariamente. ao lado da linha do bebedouro.problemas com o fluxo de água por linha.

Os níveis inferiores a 6.: O peso corporal aumenta e a conversão alimentar diminui conforme aumenta o magnésio 33 .3 3.04 6.55 110 Obs.: O peso corporal aumenta conforme a dureza aumenta.0 4.03 mg/l 6.1 3. recomendamos enfaticamente.7 Obs.9 37.9 Obs.8 9.24 Obs.52 0.: A viabilidade é melhor quando o cálcio e potássio são baixos. coli (UFC/Ml) Obs.07 mg/l 6. a conversão alimentar e os descartes aumentam conforme o cálcio aumenta Ferro (ppm) 0.16 0.8 0.7 0. O peso corporal. Os níveis de dureza inferiores a 60 são muito baixo.5 1.7 0.7 Padrões de qualidade de água para aves A qualidade da água é muito importante.46 0. efetuar uma análise físico-química e bacteriana da água em cada granja para assegurar sua qualidade.5 20.5 vezes o consumo diário de ração ou o equivalente a 20% do peso do frango vivo.: O peso corporal aumenta conforme o oxigênio aumenta Obs.13 0.21 0.48 0.64 122 6 6.4 32.: Ideal deve ser zero Pseudomonas (UFC/ml) Obs.9 Obs.3 Obs.: Ideal deve ser zero Oxigênio dissolvido Nitratos (ppm) Nitratos ( ppm) PH Dureza total (ppm) NÍVEL ALTO (MÉDIA) Nível Médios nas Granjas mais produtivas Manual do Frango de Corte 0 0 5.8 30.9 19.: A conversão alimentar diminui conforme aumentam os níveis de sulfato Manganês (ppm) 0.: O peso corporal aumenta conforme o bicarbonato aumenta Cálcio (ppm) 9.8 Obs. Um PH inferior a 6.3 podem afetar o rendimento Obs.0 não é desejável.0 Obs.: Níveis superiores a 50 mg/l podem afetar o rendimento se o nível de sulfatos ou cloretos é alto Sulfato (ppm) 19.: A conversão alimentar diminui conforme aumenta o manganês Magnésio (ppm) 8. Aqueles superiores a 180 são bastante altos Carbono (ppm) 0. Isto pode estar correlacionado com algum efeito negativo sobre as vacinas administradas na água de beber.: O peso corporal diminui conforme aumentam os níveis de ferro Sódio(ppm) 7.: O peso corporal diminui e os descartes aumentam conforme os nitratos aumentam Obs.5 9. Contaminante ou NÍVEL BAIXO (MÉDIA) Característica E.: A conversão alimentar piora conforme aumenta o carbonato Bicarbonato (ppm) 103 143 136 Obs.36 96 9 4 6. A média de consumo de água por frangos é 2.

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sua utilização deve ser muito bem planejada para que não se descaracterize a curva de crescimento normal da ave pois. Indica-se porém que. nos primeiros três dias de alojamento. Uma coisa é fundamental com o programa de luz. portanto deve ser programada caso a caso para atingir os benefícios de que seu uso pode trazer. níveis nutricionais médios de cada fase das rações utilizadas. caso isto ocorra pode-se ter elevação da mortalidade final com conseqüente elevação da conversão alimentar. altitude e principalmente a curva de crescimento apresentada por cada lote. curva de mortalidade. Manual do Frango de Corte 35 . * Intensidade de luz: 22 Lúmens/m². Podemos assim. determinar a quantidade de horas necessárias e em que períodos da vida da ave devem ser utilizadas. época do ano. Para se determinar o manejo de luz a ser utilizado é necessário observar diversos fatores tais como: Peso de abate planejado. tipo de ração (farelada ou peletizada). É sempre bom ter em mente que o uso de luz é uma ferramenta a mais que se dispõe para obter melhores resultados. o uso de luz seja integral (24 hs).8 Iluminação Os programas de luz utilizados na criação de frangos de corte têm como finalidade regular o consumo de alimento.

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o manejo das cortinas é fundamental para manter o lote sadio e vigoroso durante todo o período de criação. em galpões abertos.9 Manejo de cortinas Em galpões abertos. Manual do Frango de Corte 37 . Uma boa ventilação significa também evitar mudanças bruscas na temperatura interna do galpão evitando assim desconforto térmico para as aves. Devemos ter em conta a direção dos ventos. Deve-se ter consciência de que as diferentes partes do galpão podem estar com diferentes temperaturas. abrindo primeiro o lado oposto ao vento predominante. O manejo de cortinas durante todo o dia é importante para evitar reações respiratórias e até ascites no inverno.

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Densidade de alojamento
Manual do Frango de Corte Na atualidade, trocou-se o conceito de número de aves por metro quadro de área total do galpão no alojamento, por capacidade de quilograma de peso vivo que o galpão suportará na época de retirada do frango para o abate. Para isso leva-se em consideração as condições ambientais, época do ano, disponibilidade de equipamentos, objetivos de produção e racionalização de mão de obra. DENSIDADE= Nº Aves Alojadas Área do Galpão (m2)

CAPACIDADE (Kg/m2)= Exemplo:

Peso Total (Kg) 2 Área do Galpão (m )

Um galpão com capacidade de 35 Kg/m2, com o objetivo de peso ao abate de 2,0 Kg por ave, pode-se alojar até 17,5 Ave/m2 Quanto maior densidade, pior a conversão alimentar e o peso final, com maior densidade, é sumamente importante reduzir o calor ao nível dos frangos. Em criação com alta densidade faz-se necessário o dimensionamento adequado de equipamentos e um controle adequado de ambiência.

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Mg. Manual do Frango de Corte 41 . . .Enfermidades complicantes (Coli. . calefação.). 6) Causas de reações vacinais fortes: . .Má qualidade dos pintos. 2) Realizar perfil sorológico periódico e qualificar o desafio para cada enfermidade. . Trabalhar com idade única para cada unidade de produção. de acordo com os resultados sorológicos. . ventiladores etc.).Manejo ruim da temperatura. campânulas.Vacinas excessivas. Manter um programa simples e revisá-lo regularmente. adotar no mínimo 21 dias de vazio sanitário. . 3) Reduzir o número de vacinações no frango ao mínimo possível. etc. Em caso de problemas sanitários. 4) Um bom período de descanso para os galpões é o melhor controle para enfermidades. Gumboro. 5) Manter temperaturas estáveis dia e noite por meio de um bom sistema de ambiência (cortinas.Técnica de vacinação inadequada.Espaço de tempo entre vacinas inadequado..11 Pontos importantes para um plano de vacinação de frangos 1) Determinar qual enfermidade é mais problemática nas diferentes épocas do ano.Uso de cepa vacinal e/ou de aplicação inadequada. Em média deve-se manter um intervalo entre lotes de 20 dias e vazio sanitário no mínimo de 10 dias.Imunossupressão. .Qualidade da água.

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proteger adequadamente os frangos sem o uso de medicamentos.períodos * Bronquite Infecciosa .Tempo observado na preparação da vacina. consegue-se uma melhor eficiência produtiva. . assim. deve-se revisar os seguintes aspectos de manejo: .Limpeza e higiene do equipamento de vacinação. do desafio de campo e do grau de cobertura que se queira alcançar para cada vacina. Vias e formas de vacinação É possível usar diferentes vias de vacinação para cada vacina.aproximadamente de 5 . Quando a causa tenha sido descuido na forma de vacinação. Em muitas empresas.12 Exemplo de reações pós-vacinais Reações pós vacinais .7 dias. Uma vez eleita a via de vacinação. em muitos casos. Desta forma.reação aproximadamente de 3 . A escolha da via dependerá do manejo. O conceito central é conseguir um ajuste no programa de vacinação para evitar complicações respiratórias pós-vacinais e.Óculo-nasal: individual com gota / aspersão com gota grossa. Há pontos críticos na forma de vacinação que. .Oral: água de bebida / individual com gota. * Newcastle . As mais freqüentes são: . podem ser a razão de êxito ou fracasso da proteção da vacina. Manual do Frango de Corte 43 .5 dias. o uso de medicamentos é freqüente para controlar problemas respiratórios nas diversas fases da cria. devemos observar a forma como se vacinam as aves.

.. Manual do Frango de Corte 44 . bem como durante a aplicação da mesma. . .Manter tempo adequado entre vacinações.Tempo máximo na aplicação da vacina. .Suspender a cloração da água 24:00H antes da aplicação e/ou adicionar leite em pó desnatado na razão de 2 a 3g por litro d'água.Tempo máximo entre preparação da vacina e vacinação do último frango.Higiene durante a vacinação.Executar os programas de vacinação sempre tomando em conta a condição geral de saúde do lote.Manutenção da temperatura da vacina e diluentes antes e durante a preparação. . .Seguir as orientações da assistência técnica do fornecedor de vacinas.Seguir as indicações do fabricante. . .

No dia do carregamento. que conseqüentemente condenarão total ou parcialmente o produto a nível de abate. a ração deve ser retirada 6 a 8 horas antes do início do embarque.0. . podendo provocar lesões na musculatura. . Se o carregamento for à noite. a conversão será sempre mais alta. estima-se entre 0. rompimento de asas. Isto facilita a digestão do alimento.2% de peso é esperada entre o peso na granja e o peso no abatedouro com um tempo de descanso adequado.Em galpões abertos onde a amplitude térmica ultrapassa 10ºC ou mais. Em média. Deve ser retirada o mais rápido possível. Saída dos frangos da granja: . entre o dia e a noite. a restrição deve ser feita com luz para que os frangos tenham acesso à água.A diminuição de 1 .É a última etapa do processo de criação: O carregamento e a própria apanha do frango podem afetar a qualidade se feitos sem os devidos cuidados. entre outras. esvaziando mais rápido o trato digestivo.20 pontos mais alta que os resultados anotados nas tabelas. 45 . .Deve-se calcular criteriosamente a quantidade de ração que será necessária até o dia de saída.13 Observações relacionadas com pesos e com a conversão dos frangos de corte Manual do Frango de Corte . Ração que sobra perde qualidade e aumenta a conversão.15 .

Recomendações para apanha e carregamento: 1) Levantar ou retirar os equipamentos. Caso contrário. 2) Conduzir as aves lentamente e com cuidado. 5) Segurar os frangos com as duas mãos pelo dorso durante o dia. colocar o caminhão na área de recepção com sombra e ventiladores. em lugar de 8 frangos se carregam 9 por caixa) para que se esvazie o galpão por completo. 4) Cercar as aves com as caixas. Manual do Frango de Corte Foto 9 Instalação de tubos de PVC 46 . 7) Usar tubos de PVC para facilitar a condução das caixas até o caminhão. 6) Colocar rigorosamente o mesmo número de aves por caixa. 3) Evitar movimentos bruscos e não permitir que as aves se amontoem. 8) Nos dias quentes. e colocá-los com cuidado nas caixas. e à noite pode-se contê-los também pelo pescoço. É importante processar os frangos o mais rápido possível ao chegar no frigorífico. porém levar em conta quantas caixas serão carregadas ao final (por exemplo. fazer o carregamento com os nebulizadores funcionando e molhar bem os frangos em cima do caminhão antes da saída da granja para evitar mortalidade pelo calor.

Manual do Frango de Corte Foto 10 Condução de caixas com frangos até o caminhão Foto 11 Utilizar as próprias caixas para cercar de 100 a 150 frangos por vez Foto 12 Conduzir as aves com cuidado 47 .

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bebedouro etc.1% mais de carne de peito * 200g mais de peso -------. .Cada prova deve ser repetida pelo menos uma vez.Usar pelo menos quatro repetições por sexo.0. usar aves que estão no peso médio do lote..Repetições de 50 aves ou mais por divisão.. com o mesmo sistema de manejo e pesos médios iguais por ocasião do alojamento Ex: (42 g).Aves devem ser alojadas com a mesma densidade por sexo. calculando. corrigindo de 0.14 Indicações gerais para avaliação de resultados de frango . .Corrigir o resultado final por peso e/ou conversão alimentar. Manual do Frango de Corte Foto 13 Granja experimental 49 . .A procedência dos pintos deve ser de lotes de reprodutoras de idade semelhantes (entre 40 e 45 semanas de idade). Maior quantidade.01 ponto em C. .Um maior peso corporal dará um melhor rendimento: * 45g mais de peso ---------. alojar o mesmo número de fêmeas e machos por divisão e aumentar as repetições para 8.Em caso de efetuar uma prova com aves mistas. .Manejar cada linha genética segundo orientações da empresa fornecedora da linhagem. por linha genética. para cada 30g de peso vivo . . . . mesmo espaço de comedouro. utilizando um mesmo tipo de equipamento.1% mais de cocha e perna.Distribuir as linhas genéticas (ao acaso) em todo galpão da prova.A. mais significativos os valores obtidos.0.0. .1% mais de rendimento * 70g mais de peso --------. mantendo um mínimo de 50 aves x 4 repetições. .Quando se fazem provas de rendimento em carne.

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00 0.00 65.15 Tabelas Tabela 6 Recomendações nutricionais básicas para frango de corte FASES NUTRIENTES PRÉ-INICIAL INICIAL ENGORDA ACABAMENTO Manual do Frango de Corte 0 a 3 semanas 3 a 5 semanas Kcal .(g) 100.00 22.(g) 0.61 2.18 1.50 0.60 1.00 11.(g) 30.00 72.20 0.00 1.81 1.80 540.52 18.25 Magnésio .24 6.85 0.50 0.(g) Ácido Fólico .75 0.00 18.46 0.40 2.40 0.72 0.40 5.00 20.50 Selênio .00 600.24 0.00 58.56 35.03 0.20 1.00 7.15 8.00 24.00 22.00 0.(g) Ácido Pantoténico .21 2.20 0.18 0.08 1.UI (mil) Vitamina K3 .00 1.30 0.47 0.00 19.00 1.45 0. % Proteína Pura % Cálcio % Fósforo Disponível % Sódio % Cloro % Arginina % Lisina % Metionina % Metionina + Cistina % Triptofano % Treonina Vitamina A .00 21.45 0.13 0.30 1.(g) Biotina .(g) Tiamina .00 0.33 7.65 14.30 0.00 Zinco . / Kg.27 Usar minerais em forma de sulfato em luxo de óxido.25 0.90 0.00 2.45 0.14 7.00 2.(g) Colina .00 1.(g) Piridoxina .66 Vitaminas Adicionadas por Tonelada Métrica 8.00 20.00 0.(g) 0.13 1.80 0.25 0.43 0.E.(g) 80.24 16.80 0.00 1.91 0.21 660.68 Cobre .20 8.11 0.30 0.20 0.25 0.00 0.00 0.17 0.53 81.00 1.20 0.UI (milhões) Vitamina E .20 0.00 2.M.94 1.20 2.42 0.46 24.20 0.20 0.25 0.00 1.00 1.42 0.(mg) Riboflavina .98 1.80 72.45 0.22 Minerais Adicionados por Tonelada Métrica Iodo .50 13.60 480.51 12.00 90.81 0.70 6.20 10.90 0.73 Ferro .30 0.69 0.80 20.00 27.20 0.72 48.82 3.UI (milhões) Vitamina D3 .(g) 3.90 2.95 0.00 0.30 39.(g) Niacina .60 9.72 1.00 0.(g) Vitamina B12 .00 44.00 1.54 2.80 1.00 2.(g) 5 a 7 semanas 7 semanas + Mínimo Máximo Mínimo Máximo Mínimo Máximo Mínimo Máximo 2980 2990 3120 3160 3180 3230 3250 3290 22.30 1. 51 .23 0.12 1.20 0.18 21.35 11.00 0.

3 59.0 49.0 66.9 55.8 54.2 66.4 22.2 22.9 74.201 1.881 1.3 26.7 23.8 68.5 42.7 66.246 1.6 12 14 17 20 24 28 33 39 44 47 52 55 61 67 77 82 84 86 88 90 94 97 102 104 108 112 116 120 124 129 134 138 142 147 152 156 162 167 169 171 173 175 174 173 172 171 170 169 169 148 187 231 278 330 385 446 513 590 672 756 842 930 1020 1114 1211 1313 1417 1525 1637 1753 1873 1997 2126 2260 2398 2540 2687 2839 2995 3157 3324 3493 3664 3837 4012 4186 4359 4531 4702 4872 5041 5210 0.8 66.2 50.9 52.3 46.844 1.549 1.0 52.1 74.4 52.5 74.4 66.0 10.4 56.698 1.7 29.460 1.4 76.7 50.863 1.9 66.4 30.053 1.9 32. FÊMEA AVIAN 48 IDADE PESO GANHO PESO DIA GANHO CONSUMO PESO MÉDIO DIÁRIO DIA CONSUMO ACUMULADO CONVERSÃO ALIMENTAR Manual do Frango de Corte 52 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 48 58 73 91 113 139 168 198 230 264 300 339 382 427 474 522 573 626 679 734 790 850 912 976 1045 1117 1192 1268 1344 1419 1493 1567 1640 1711 1782 1852 1922 1991 2058 2125 2191 2258 2325 2391 2458 2524 2590 2656 2722 6.4 72.7 25.914 .465 1.8 36.6 26.168 1.5 70.369 1.0 28.3 76.1 72.7 34.5 66.6 38.593 1.3 48.8 53.346 1.642 1.725 1.3 29.1 24.881 0.3 68.530 1.945 1.1 53.3 46.440 1.4 64.1 55.390 1.6 54.8 53.288 1.Ração Farelada Obs.617 1.6 33.8 35.451 1.4 18.6 71.6 32.0 24.3 69.5 67.0 44.3 47.2 33.7 62.898 1.102 1.7 45.320 1.777 1.471 1.751 1.3 54.823 1.5 31.7 40.6 66.3 50.3 66.477 1.425 1.: Os valores aqui mencionados são sugestões dos potenciais possíveis de serem obtidos com a linhagem quando conduzida dentro dos padrões normais de nutrição e manejo.6 39.Tabela 7 Padrões de peso.2 14.0 29.8 22.5 52.7 70.3 55.6 39.410 1. consumo e conversão alimentar .1 66.1 54.9 51.4 27.2 49.6 48.2 28.136 1.8 35.8 54.801 1.004 1.7 41.7 37.2 24.1 45.498 1.8 43.486 1.670 1.570 1.514 1.4 53.2 74.

consumo e conversão alimentar .8 12 15 19 24 28 32 36 41 45 49 54 59 64 70 76 81 89 94 100 106 112 119 125 132 137 141 148 152 157 162 167 171 175 179 181 186 189 192 194 197 199 201 202 203 204 205 206 207 208 163 204 249 298 352 411 475 545 621 701 790 883 983 1088 1200 1318 1443 1574 1711 1851 1999 2150 2307 2468 2635 2805 2980 3158 3339 3524 3713 3904 4098 4294 4493 4693 4895 5097 5301 5505 5711 5917 6125 0.3 31.Ração Farelada MACHO AVIAN 48 IDADE PESO GANHO PESO DIA GANHO CONSUMO PESO MÉDIO DIÁRIO DIA CONSUMO ACUMULADO CONVERSÃO ALIMENTAR Manual do Frango de Corte 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 49 61 77 97 121 150 183 218 255 293 333 377 423 471 522 575 629 687 749 814 880 951 1027 1107 1191 1278 1367 1458 1549 1641 1733 1827 1920 2014 2108 2202 2296 2389 2482 2574 2664 2754 2842 2931 3019 3108 3196 3284 3372 7.448 1.5 24.6 52.2 66.0 37.6 15.0 62.8 93.2 59.5 34.2 89.0 38.3 91.4 88.8 86.4 92.4 54.1 47.520 1.9 20.9 43.156 1.2 62.7 93.1 93.1 58.0 87.5 33.787 1.056 1.3 24.2 57.2 65.1 53.816 53 .219 1.188 1.337 1.2 50.9 26.2 28.668 1.9 30.722 1.2 88.4 33.686 1.1 90.7 55.7 49.6 67.9 63.285 1.436 1.423 1.3 30.017 1.2 61.6 66.0 92.4 50.9 57.1 66.634 1.3 28.8 36.254 1.568 1.9 52.386 1.091 1.4 40.489 1.583 1.6 64.3 80.0 11.0 84.363 1.7 41.651 1.4 68.6 93.3 29.8 91.2 75.6 88.5 40.552 1.802 1.3 48.2 92.536 1.8 89.462 1.2 88.2 39.6 46.7 90.2 24.600 1.7 36.2 60.617 1.7 94.123 1.3 71.739 1.8 38.978 1.937 0.9 61.4 32.405 1.2 93.4 46.2 44.7 34.475 1.704 1.Tabela 8 Padrões de peso.8 88.2 24.1 67.6 68.504 1.771 1.0 65.3 65.3 43.9 54.1 27.755 1.9 88.313 1.891 0.3 25.0 68.0 94.

5 60.7 59.991 1.5 195.5 240 288 341 398 460.7 77.0 52.447 1.2 38.6 81.7 46.5 529 605 687 773 863 956 1054 1157 1265 1378 1496 1618 1744 1876 2012 2152 2297 2447 2602 2760 2923 3089 3260 3435 3614 3795 3979 4165 4353 4540 4728 4916 5104 5291 5479 5667 0.286 1.1 60.517 1.5 78.5 77.588 1.112 1.941 0.7 83.716 1.314 1.4 44.1 26.860 .8 50.0 53.8 82.5 23.9 61.4 77.456 1.252 1.3 77.2 59.758 1. consumo e conversão alimentar .886 0.9 54.9 27.215 1.7 60.3 78.0 57.9 15.1 33.4 24.6 56.178 1.5 46.Tabela 9 Padrões de peso.9 51.2 58.404 1.8 28.8 61.6 52.466 1.1 32.385 1.9 42.339 1.5 83.9 79.488 1.8 31.421 1.829 1.4 36.3 65.436 1.0 53.0 41.034 1.4 57.795 1.845 1.5 37.1 25.0 32.2 77.362 1.6 58.2 82.6 61.145 1.737 1.777 1.7 24.3 34.Ração Farelada MISTO AVIAN 48 IDADE PESO GANHO PESO DIA GANHO CONSUMO PESO MÉDIO DIÁRIO DIA CONSUMO ACUMULADO CONVERSÃO ALIMENTAR Manual do Frango de Corte 54 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 49 59 75 94 117 144 176 208 242 278 316 358 402 449 498 549 601 656 714 774 835 900 969 1041 1118 1198 1279 1363 1446 1530 1613 1697 1780 1863 1945 2027 2109 2190 2270 2349 2428 2506 2583 2661 2739 2816 2893 2970 3047 6.569 1.533 1.8 83.7 49.1 47.4 23.629 1.5 44.476 1.8 40.0 77.8 80.1 43.0 81.4 83.6 38.6 83.0 29.5 36.8 72.5 68.3 83.7 39.9 62.2 61.812 1.4 82.672 1.6 55.2 19.4 48.3 27.3 57.501 1.9 79.8 29.9 48.8 55.650 1.6 79.2 34.0 26.5 10.9 23.608 1.2 76.5 59.3 35.4 77.550 1.694 1.2 12 14 18 22 26 30 34 40 45 48 53 57 63 69 76 81 86 90 94 98 103 108 113 118 122 126 132 136 140 145 150 154 158 163 166 171 175 179 181 184 186 188 188 188 188 188 188 188 188 155.2 31.078 1.

= GPD = IEP = X 100 55 . = x 100 C.Tabela 10 Índices de avaliação em frangos de corte Manual do Frango de Corte 1) PESO MÉDIO PESO VIVO DO LOTE NÚMERO DE AVES RETIRADAS 2) VIABILIDADE NÚMERO DE FRANGOS RETIRADOS NÚMERO DE PINTOS RECEBIDO 3) CONVERSÃO ALIMENTAR CONSUMO DE RAÇÃO (KG) PESO VIVO DO LOTE NA RETIRADA(KG) 4) CONSUMO MÉDIO CONSUMO TOTAL NÚMERO DE AVES RETIRADAS 5) GANHO DE PESO DIARIO PESO MÉDIO NA RETIRADA (G) IDADE DE ABATE EM DIAS 6) INDICE DE EFICIÊNCIA PRODUTIVA GPD (KG) X VIABILIDADE (%) CONVERSÃO ALIMENTAR 7) CONVERSÃO CALÓRICA TOTAL Kcal CONSUMDIA Kg FRANGO PM = VIAB. = C.M.A.

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Manual do Frango de Corte 58 .

Manual do Frango de Corte 59 .

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