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BOLETIM TÉCNICO SOBRE MILITEC-1 NA LUBRIFICAÇÃO DE SETE

ÔNIBUS USADOS EM TRANSITOS FLEXIVEIS

7 de fevereiro de 1996

A MTA -Administração de Trânsito de Massa de Maryland, USA, ( Estado localizado na


metade da costa leste – vide relatório posterior ), testou MILITEC-1 em 7 ônibus utilizados
em trânsitos flexíveis e produziram o seguinte relatório:

Resumo: A MTA testou o produto chamado MILITEC-1, para o tratamento da parte


metálica interna do mot or. O produto mostrou uma redução do desgaste de 63%. O custo
anual de sua aplicação é de US$ 22.400,00, menor do que o custo de substituição de 2
motores.

Antecedentes: Em fevereiro de 1995, o MTA se interessou pelo produto chamado


MILITEC-1, cujo objetivo proposto era o tratamento das superfícies metálicas dentro do
motor. Este tratamento resulta em redução do desgaste e aumento da vida útil do motor. A
informação incluía nomes e números de telefones dos usuários e alguns resultados de
analises de óleos. Diversos usuários foram contatados e confirmaram as qualidades do
MILITEC-1. Em decorrência, o MTA providenciou um pequeno teste.

O produto é adicionado ao óleo lubrificante como forma de atingir as superfícies internas


do motor. Ele não é um aditivo. De acordo com o fornecedor, o produto atua nas superfícies
metálicas e reduz o grau de desgaste. Isso é medido pelos níveis de partículas de metal
encontradas na análise do óleo lubrificante. Assim que as superfícies tratadas voltam a
desgastar, torna-se necessário nova aplicação do MILITEC-1. Isso deve ocorrer a cada
15.000 milhas ( 24.000 km ) rodadas.

A exata aplicação do produto após a rodagem acima não é imprescindível. Se a superfície


tratada passa a se desgastar antes da re-aplicação do produto, o motor vai estar como era,
isto é, não há resultado negativo. Se, por outro lado, o motor é re-tratado poucas milhas
antes do que é indicado, haverá um pequeno desperdício do produto mas o motor não será
prejudicado.

O MTA utilizou, em junho de 1995, oito ônibus da Divisão Bush, números


8810, 8812, 9063, 9067, 9071, 9072, 9423 e 9431. O ônibus nº 9067 foi retirado do
teste, devido a problemas mecânicos, em novembro de 1995.

Resultados: Anexo “A” mostra que houve uma redução de desgaste metálico em todos os
motores. O nível de desgaste aumentou à medida que a ação do produto diminuía e o
desgaste voltava a ser reduzido quando os ônibus eram novamente tratados com o produto,
Os testes de campo confirmaram todas as propostas do MILITEC-1.

O custo anual de US$ 22.400,00 consta do anexo “B”. Ele é menor do que o custo de
substituição de dois motores. Se 63% de redução em desgaste corresponde a 63% de
redução de motores substituídos, isso significaria uma economia de 180 motores por ano.
Na realidade, muitos motores são desativados por outras causas além do desgaste gradual.
Se assumirmos uma vida útil de 6 anos, 72 motores estarão desgastados em cada ano.
Conseqüentemente, 63% de 72 são 45 motores que serão salvos e somente o custo de 2
deles será suficiente para cobrir o custo do MILITEC-1 aplicado.

Recomendações:

O Departamento de Garantia de Qualidade recomenda que MILITEC-1 seja usado em toda a


frota de ônibus.

Também, que sejam testadas outras aplicações, tais como instalações de compressores de ar e
de refrigeração.
DEPARTAMENTO DE TRANSPORTE DE MARYLAND

ADMINISTRAÇÃO DE TRÂNSITO DE MASSA – RELATÓRIO MILITEC

2 de Junho de 2000

(OBS: Phil George era um gerente de projeto para esse estudo do MILITEC-1 em sua
repartição, uma administração de trânsito de Massa na Costa Leste dos EUA. Ele estipulou
que o relatório não fosse mencionado como da repartição, pois era destinado a uso interno).
De: Phil George, especialista em segurança de qualidade.

Assunto: MILITEC-1 relatório – Conclusão


1. O produto:
MILITEC é adicionado ao óleo lubrificante mas não é considerado um aditivo ao óleo. O
óleo é utilizado como veículo do produto através o equipamento em que está sendo
utilizado. Não existem partículas ou resíduos que possam avariar seriamente motores e
outros equipamentos. Diferentemente de produtos com teflon como revestimento que
podem descascar e entupir os filtros, MILITEC trata as superfícies metálicas do motor com
vínculo molecular que não se separam das superfícies metálicas. Esta integração permanece
efetiva até 15.000 milhas rodadas e não altera as características do óleo lubrificante.

O M.S.D.S. foi submetido ao nosso Departamento de Segurança e aprovado para uso.


O pessoal operacional de uma repartição para cumprimento da lei federal (repartição cujo
nome não pode ser revelado) descobriu que MILITEC é indicado para a operação contínua
de suas armas em ambientes desfavoráveis e que reduz consideravelmente o emperramento.
MILITEC é agora o principal lubrificante das armas.
O setor operacional das companhias particulares e públicas (General Motors, Dupont,
McDonnell Douglas, Alcoa, Allied SignalAerospace, Amoco) testaram e avaliaram
MILITEC que satisfez os requisitos de qualificação e é certificado e aprovado pela Marinha
Norte-Americana. Informações e resultados estão disponíveis se solicitados.

2. Testando e avaliando:
Houve 2 testes e avaliação já completadas aqui no M.T.A. (Mass Transportation
Administration). O primeiro foi em 1995, tendo sido controlado e monitorado para garantia
de qualidade. A primeira amostra após adição de MILITEC indicou uma redução geral no
desgaste de 63% de ferro e 79% de cobre. O segundo teste indicou uma queda adicional de
desgaste em ferro de 13% e em seguida de 28%.O cobre teve uma redução de 56,9% e em
seguida de 79,8%.
A divisão de ônibus também completou e ampliou os testes, monitorado pela segurança de
qualidade, constatando redução de ferro e cobre nas quatro divisões de ônibus.

3. Preocupação ou Riscos:
Houve algumas alterações de motores e semi-reparações após MILITEC ter sido
adicionado, para verificar se adicionando MILITEC poderia ser prejudicial aos motores ou
causar falhas prematuras. Revisando os valores gerais das alterações e reparações, é de
minha opinião que a adição de MILITEC nada provoca em detrimento dos motores. Há,
entretanto, a forte possibilidade que a adição de MILITEC tenha muito bem evitado falhas
em alguns motores.
Houve 6 grupos de ônibus que apresentaram falhas no mínimo 20% ou mais, do que os que
usaram MILITEC. Dos 302 ônibus existentes, 94 usaram MILITEC e 208 não usaram
durante os testes realizados pela divisão de ônibus.