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Conjunto

Conjunto 18
18
PROPOSTA DE REDAÇÃO
2017
2018

Simulados Enem
APRENDER PARA VENCER

Instruções
• O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
• O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
• A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de
Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:
• tiver até 7 linhas escritas, sendo considerada “insuficiente”.
• fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
• apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.
• apresentar parte do texto deliberadamente desconectada com o tema proposto.

CRITÉRIOS DE
CORREÇÃO
Pontos
Competências (Enem) avaliadas Satisf. Bom Reg. Fraco

(200) (150) (100) (50)

Competência 1: Demonstrar domínio da norma-padrão da língua escrita.

Competência 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos


das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos
limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Competência 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar


informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de
vista.
Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos
necessários à construção da argumentação.

Competência 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema


abordado, respeitando os direitos humanos.

TOTAL
PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua
formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema
“Existem limites para o investimento na educação dos filhos?”, apresentando proposta de intervenção que respeite
os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de
seu ponto de vista.

TEXTO I

Especialistas alertam que excesso de atividades pode ser prejudicial para a saúde das crianças

Às vésperas do novo ano e já no período de matrícula nas tarefas extracurriculares, os pais estão montando a
agenda dos filhos para 2016. Do balé ao futebol, passando pelo inglês e aulas de música, as crianças têm energia de
sobra, mas é preciso equilíbrio para ocupar o tempo livre.
Duas vezes por semana, a fisioterapeuta Vanessa Moura, de 40 anos, leva os filhos de 11, 8 e 6 anos para fazer
uma atividade física. Bernardo, o mais velho, e Eduardo, o do meio, fazem futebol na areia, mas o caçula Lucas desco-
briu que o esporte dos irmãos não era para ele: conversou com a mãe e foi parar na natação. — Tentei descobrir junto
com eles o que mais agradava e deixei três manhãs livres, para brincarem ou ficarem em casa — explica Vanessa.
Para a psicóloga clínica Mariza Póvoas, especializada em psicodiagnóstico infantil, antes de matricular a
criança, é preciso descobrir com ela suas aptidões e vontades. A participação dos responsáveis é fundamental para
aprovar a decisão do filho. — Nada que é imposto, sem diálogo, é um bom caminho — explica a profissional: — Não
pode faltar uma atividade física, que ajuda no processo de aprendizado e memorização da criança, além de ser essencial
para a saúde.
A educadora e diretora do ensino fundamental I do colégio Pensi, Márcia Gioffi, diz que as atividades
extracurriculares não podem impedir o tempo livre das crianças. — A preocupação é que os pais atribuam excesso de
compromissos às crianças e elas não tenham tempo para viver a infância — diz Márcia, que aconselha atividades, no
máximo, três vezes por semana.
Disponível em: http://goo.gl/TaJWnv. Acesso em: 10 maio de 2016 (fragmento).

TEXTO II

Disponível em: http://goo.gl/qFAVop. Acesso em: 10 maio 2016.


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