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SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA

CURSO DE LETRAS

SULAMICKE OLIVEIRA SANTANA

A CONTRIBUIÇÃO DA LITERATURA DE CORDEL NO


ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Vitória da Conquista
2019
SULAMICKE OLIVEIRA SANTANA

A CONTRIBUIÇÃO DA LITERATURA DE CORDEL NO


ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Projeto de Ensino apresentado à Unopar, como


requisito parcial à conclusão do Curso de
Letras.

Docentes supervisores: Prof. Juliana Fogaça


Sanches Simm e Lucas Toledo de Andrade

Vitória da Conquista
2019
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 3

1 TEMA DO PROJETO........................................................................................... 4
2 JUSTIFICATIVA .................................................................................................. 4
3 SÉRIE/ANO A QUE O PROJETO SE DESTINA ................................................. 7
4 OBJETIVOS......................................................................................................... 7
5 PROBLEMATIZAÇÃO ......................................................................................... 8
6 CONTEÚDOS CURRICULARES ......................................................................... 9
7 O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO (METODOLOGIA) ............................ 9
8 TEMPO PARA A REALIZAÇÃO DO PROJETO ............................................... 11
9 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS ........................................................... 11
10 AVALIAÇÃO ...................................................................................................... 11

CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................................... 12

REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 12
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INTRODUÇÃO

Os cordéis foram trazidos para o Brasil pelos portugueses, desde o início da


colonização. Seu nome está relacionado à forma como eram comercializados em
Portugal. Os folhetos eram pendurados em cordões denominados cordéis. Estes
textos apresentam uma estrutura em versos e podem contar fatos do cotidiano,
lendas, episódios religiosos, fatos históricos e muitos outros assuntos. Como nos
anos finais do Ensino Médio os alunos já apresentam maior segurança para produzir
textos, os cordéis podem ser uma boa alternativa para o trabalho com a linguagem
poética e também uma excelente alternativa para o incentivo a escrita de autoria
deles. Com isso vimos a necessidade de abranger mais ainda nos alunos do 3ª série
médio na Colégio Estadual Orlando Leite, para eles se familiarizarem os essa nova
roupagem que o cordel está tendo no mundo de hoje, com o avanço na tecnologia
vimos quem como os autores estão tendo muita visualização na plataforma internet,
com isso entrarem em um mundo literário que possui toda essa riqueza expressiva,
além de articulações verbais, orais, musicalidade, uma escrita própria, fazendo com
que os alunos conheçam, valorizem e principalmente demostrem interesse a uma
nova modalidade literária rica em detalhes e significados.
A utilização da literatura de cordel traz entusiasmo às turmas, é necessário
fornecer um suporte teórico acerca da Literatura de Cordel, possibilitando um
contato prazeroso com a leitura e a literatura de forma mais lúdica no espaço
escolar, além da valorização e difusão dessa arte encantadora.
A presença do cordel em sala de aula traz a percepção da riqueza desta
produção cultural e reflexão sobre o problema do preconceito disseminado na
sociedade em relação às falas regionais o qual deve ser enfrentado na escola, como
parte do objetivo educacional mais amplo de educação para o respeito às
diferenças.Com isso o projeto irá trabalhar com duas formas: o texto escrito e o em
vídeo, com a turma vai ser dividida em grupos para apresentação da melhor forma
que eles acharem melhor ou em declamar, ou fazer peça de teatro, ou interpretar, dá
melhor que eles esse encontrar como restante do grupo, que eles se aproximem da
melhor forma entre eles,
A literatura do cordel dá margem para ser trabalhado em todos os níveis de
educação e na maioria das disciplinas. Justamente por poder promover a
interdisciplinaridade entre elas. Deste modo, ela proporciona a criação e a
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valorização da cultura, tanto local quanto regional por buscar um novo olhar para se
trabalhar a leitura e a produção textual, incrementando assim a natureza literária.
Entende-se que o cordel traz consigo traços de realidade, de humor e de
fatos que vem acontecendo, instigando, dentre os alunos, a criatividade de
maneira menos enfadonha e mais prazerosa.

1 TEMA DO PROJETO

O tema do projeto é Literatura de cordel do poeta, escritor Braúlio Bessa.

2 JUSTIFICATIVA

Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, literatura


popular em verso, ou simplesmente cordel, é um gênero literário popular escrito
frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em
folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão
de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem
origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda,
pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil o
nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro
pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com
xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez,
oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma
melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou
declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis
compradores. O estudo da Literatura nos leva a mostrar pontos sobre a
literatura de cordel de margem para trabalhamos em todos os níveis de educação e
na maioria das disciplinas ,justamente por poder promover a interdisciplinaridade
sobre elas. Deste modo , ela proporciona criação e a valorização da cultura, tanto
local quanto regional por buscar um novo olhar para se trabalhar a leitura e a
produção textual,
Entende-se que o cordel traz consigo traços de realidade, de humor e de
fatos que vem acontecendo, instigando, dentre os alunos, a criatividade de
maneira menos enfadonha e mais prazerosa.
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Seguindo as orientações dos PCN, o avanço das comunicações foi exigindo


mudanças nos métodos de ensino, porque os que até então eram utilizados
tornaram-se ultrapassados, contribuindo com os altos índices de evasão e
repetência escolar.
Muitas pesquisas, feitas por estudiosos da área com objetivo de
reverter essa situação, mostraram que era fundamental que se fizessem mudanças
na forma de ensinar, principalmente, no quesito do domínio da leitura e escrita
pelos alunos. De certa forma percebe-se que estes novos elementos que surgiram
na sociedade atual tiveram como ponto positivo a ampliação do localismo artístico
brasileiro, ou seja, pessoas da região sul do Brasil poderiam ter acesso ao Cordel,
sem precisar visitar as regiões do nordeste. No caso das escolas é muito difícil
encontrar Folhetos de Literatura de Cordel, é possível encontrar em alguns livros,
porém resumidamente. Por isso na área educacional, é impossível não reconhecer a
contribuição que a informatização exercida pelo surgimento da Indústria Cultural
para as salas de aulas. Estas tecnologias vieram auxiliar o trabalho docente,
Grinspun (1999, p.49) fala da origem e da função da palavra tecnologia: Conforme
suas origens na Grécia antiga, a tecnologia é o conhecimento cientifico
Através do surgimento da Indústria Cultural existe um questionamento se isto
é benéfico ou não para os seres humanos? A resposta seria muito relativa,
dependendo do ponto de vista do indivíduo que a avalia. A questão é que os termos
“meios de comunicação”, “comunicação em massa” e Indústria Cultura estão cada
vez mais presentes no dia a dia dos seres humanos. Conforme a citação acima se
percebe que com o surgimento da Indústria Cultural o Cordel começou a perder
parte de seu espaço no cenário cultural. Através da Indústria Cultural e a inserção de
novas tecnologias o cordel perde parte de seu prestígio, pois o trabalho lento,
minucioso e detalhista feito pelos cordelistas nordestinos passam a ser substituído
por tecnologias cada vez mais sofisticadas e que muitas vezes são mais rápidas e
praticas de manusear, muitas vezes desvalorizando a Arte Popular propriamente
dita. Destaca-se que esta “perca” do Cordel está relacionada à confecção do
mesmo, porém com isso, surgem novas formas de reprodução da arte que de certa
forma auxiliaram também para sua propagação, Com toda esta evolução no campo
tecnológico surge o chamado “Cordel eletrônico” através da utilização da internet,
entretanto o Cordel que primeiramente sentiu-se ameaçado com o surgimento
desses novos elementos passa a perceber as contribuições que eles podem trazer
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ao Cordel. Um dos elementos tecnológicos mais utilizados pela população é a


internet, sendo capaz de atingir os mais diferentes públicos, a necessidade de
encontrar aliados digitais. As rimas agora são escritas em computadores, impressas
em grande escala e têm nas redes sociais ferramentas de divulgação gratuitas “O
que as pessoas acham que são os vilões, na verdade, são nossos aliados. Hoje, a
pessoa que publica um cordel, bota na internet e se torna popular”,
Onde nasceu vários poetas onde se trabalha cordéis nas suas regiões, dentre
eles e essencialmente popular, o estilo ficou marcado por narrar histórias do
cotidiano do nordestino e muitos autores importantes foram esquecidos pela falta de
registro de suas obras. Alguns deles, no entanto, conseguiram perpetuar suas obras
e hoje são considerados mestre do gênero. Conheça alguns deles:
Apolonio Alves dos Santos, Autor do folheto “Maria Cara de Pau e O Príncipe
Gregoriano”, lançado em 1949, foi pedreiro e participou da construção de Brasília
antes de viver de sua poesia. Natural de Guarabira (PB), escreveu cerca de 120
folhetos, incluindo o célebre “Discussão do Carioca com o Pau-de-arara”., Cego
Aderaldo.
O poeta popular, nascido em Crato, no Ceará, era inspiradíssimo pela vida no
sertão nordestino. Ao perder a visão em um acidente, descobriu que tinha talento
para rimar, tornou-se cantor conhecido na região e ganhou até um monumento em
sua homenagem, localizado em Quixadá, cidade cearense. Firmino Teixeira do
Amaral
Célebre poeta piauiense, Amaral foi um dos principais autores da Editora
Guajarina e um dos criadores de um estilo peculiar da literatura de cordel, o trava-
língua. Foi autor de “Peleja de Cego Aderaldo com Zé Pretinho do Tucum”, letra que
mais tarde foi gravada por Nara Leão e João do Vale. João Martins de Athayde
Foi o principal editor da literatura brasileira de cordel. Nascido em 1880, em
Cachoeira da Cebola, Paraíba, Athayde foi mascate e pai de 25 filhos. Em Recife,
fez um curso de enfermagem e depois comprou o projeto que viria a ser sua editora.
Mais tarde, passou a escrever suas próprias obras, como “Serrador e Carneiro”.
Como vamos trabalhar com o autor Braúlio Bessa, muito conhecido em Alto
Santo, no Vale do Jaguaribe, Ceará, no ano de 1985. Ficou famoso após apostar na
internet para resgatar a tradicional literatura de cordel. Foi desta forma que seus
vídeos com declamações já ultrapassaram 200 milhões de visualizações, tendo
como marcas registradas o sotaque e o inseparável chapéu. Ele também é o criador
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do projeto ‘Nação Nordestina’, que divulga a cultura do Nordeste na internet e que


tem mais de um milhão de fãs/seguidores, o que o consagrou como ativista. tudo
isso, Bráulio ganhou a alcunha de "embaixador do Nordeste".
Com isso, ele sempre passa de forma atrativa e divertida assuntos
importantes, como no cordel “A Força do Professor”, onde ele fala do professor de
uma maneira singela e cheio de força para lidar com a força do professor, entre
outros cordéis de Braúlio, é bom ressaltar as principais características da poesia
cordelística ( versos , estrofes, metro, rima, ritmo, linguagem...), bem como os
assuntos abordados no discurso poético do cordel ( informação de acontecimentos
passados os recentes, trazer ensinamentos no que diz respeito ao comportamento
humano, fazer crítica social ( com humor ou lamento), retratar o perfil de uma pessoa
ilustre) e, ainda a questão da interdiscursividade ( influência dessa manifestação
cultural em outros gêneros artísticos (música, filme, novela), recurso marcante dessa
arte popular,
Com estilo – até pelas suas origens e influência – calcado na literatura de
cordel, os poemas de Bráulio falam fundo no coração e mente das pessoas. Um
ingrediente poderoso que salta aos olhos do leitor é a sinceridade e pureza da
narrativa do poeta, que tem o dom de falar não o que as pessoas querem ouvir, mas
o que precisam ouvir. São orações do cotidiano enfeitadas de palavras de incentivo,
como aquele que o autor chama de seu “clássico”, Recomece.

3 SÉRIE/ANO A QUE O PROJETO SE DESTINA

Nesta parte do trabalho, você deve especificar a série ou ano da Educação


Básica a que o projeto se destina (Ensino Fundamental: 6º, 7º, 8º ou 9º ano; ou
Ensino Médio: 1º, 2º ou 3º ano). ** Apague essas informações após incluir o seu
texto **

4 OBJETIVOS

 Possibilitar ao aluno o entendimento aos demais textos literários partindo do texto


e vídeo de Braúlio Bessa de maneira que possam compreender inúmeros
conceitos;
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 Passar novos métodos para o ensino de Literatura valendo-se do Letramento


como base;
 Elaborar especificidades da Língua Portuguesa como a área de conhecimento;
 Fazer com que a análise critica sobre textos literários se tornem construtivos;
 Ampliar os repertórios textuais dos alunos no que se refere ao Cordel;
 Desenvolver habilidades de interpretação e elaboração de textos;
 Desenvolver o senso crítico;
 Desenvolver as habilidades com atenção e interesse da obra lida em voz alta
pelos alunos;
 Desenvolver a habilidade de ler e transformar o texto em Cordel de maneira
expressiva;
 Pesquisar a literatura de Cordel que faz parte do conhecimento local da
comunidade;
 Adquirir habilidade de escrita para a produção de texto.

5 PROBLEMATIZAÇÃO

Vivemos em uma sociedade de constantes mudanças, sejam elas boas,


trazendo consequências positivas ou ruins trazendo consequências negativas. No
caso do Cordel as mudanças ocorridas trouxeram impactos tanto para um lado como
do outro. Do decorrer da história do Cordel surgiram fatos que causaram certo
esquecimento, entretanto ao mesmo tempo trouxeram contribuições principalmente
no campo educacional. Um dos primeiros fatores é do que chamamos de Indústria
Cultural. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais de Arte (2008 p.59):
Através do surgimento da Indústria Cultural existe um questionamento se isto
é benéfico ou não para os seres humanos? A resposta seria muito relativa,
dependendo do ponto de vista do indivíduo que a avalia. A questão é que os termos
“meios de comunicação”, “comunicação em massa” e Indústria Cultura estão cada
vez mais presentes no dia a dia dos seres humanos. Conforme a citação acima se
percebe que com o surgimento da Indústria Cultural o Cordel começou a perder
parte de seu espaço no cenário cultural. Através da Indústria Cultural e a inserção de
novas tecnologias o cordel perde parte de seu prestígio, pois o trabalho lento,
minucioso e detalhista feito pelos cordelistas nordestinos passam a ser substituído
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por tecnologias cada vez mais sofisticadas e que muitas vezes são mais rápidas e
praticas de manusear, muitas vezes desvalorizando a Arte Popular propriamente
dita. Destaca-se que esta “perca” do Cordel está relacionada à confecção do
mesmo, porém com isso, surgem novas formas de reprodução da arte que de certa
forma auxiliaram também para sua propagação, por isso trabalhar com Braúlio
Bessa onde ele se encontra em programa de TV bastante assistida pela sociedade
onde encanta suas lindas poesias em forma cordel, trazer isso para os alunos é na
forma de interagir com ele sobre as normas formas de interpretação do cordel.
Voltamos a ressaltar que projeto do cordel em sala de aula não pode ser
resumido a uma simples leitura dos textos ou até mesmo a uma produção de cordel.
Esse trabalho deve ir mais longe, procurando sempre estabelecer relações entre o
que está escrito e a realidade de nosso país, levando o aluno a pensar o seu lugar
no mundo e o daqueles que produzem, consomem e apreciam a Literatura de
Cordel. Isso significa dizer que devemos parar de fingir uma prática sócio
interacionista para começarmos a vivê-la em sua essência

6 CONTEÚDOS CURRICULARES

 Língua Portuguesa
 Literatura: escrita , oral e vídeo
Elencar os conteúdos curriculares de Língua Portuguesa e/ou Literatura que
serão contemplados com o desenvolvimento do projeto. Lembre-se de que os
conteúdos selecionados devem, essencialmente, ter relação com a temática e o
ano/série escolhidos. ** Apague essas informações após incluir o seu texto **

7 O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO (METODOLOGIA)

A metodologia de trabalho envolverá o desenvolvimento de Sequências


Didáticas que propiciariam o uso das novas tecnologias (dos laboratórios de
informática presentes nas escolas publicas), a fim de propiciar aos alunos de Ensino
Médio a possibilidade de pesquisarem, nos meios de circulação virtuais, informações
acerca da Literatura de Cordel.
 Identificar a forma de escrita do texto de cordel e descobrir que os cordéis
contam história em forma de versos;
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 Conhecer a obra do cordelistas Braúlio Bessa e a biografia para entender seus


poetas;
 Conhecer por meio da leitura e da escrita , as características textuais da
literatura de cordel;
 Conhecer seus vídeos do Poesia com rapadura

1ª aula: texto cordel: “Aforça do Professor”, de Braúlio Bessa.


 O primeiro texto apresentado à turma será: “A força do Professor ” de Braúlio
Bessa através dessa aula trabalhando com alunos , eles iram identificar a 1ª
impressão;
 Trabalhar conceito de cordel O que é cordel; Estrutura do texto;
 Contexto: Socioeconômico e cultural representado pelo texto. (Variação
linguística);
 Apresentar a biografia do autor: Bráulio Bessa;
 Associar a realidade representada texto com a realidade local dos alunos em
questão.

Aula 2- vídeo : sobre cordel de Braúlio Bessa


 Os grupos de alunos escolher um vídeo de braúlio Bessa;
 E cada grupo vai escolher o vídeo que mais interessar ao outro;
 Debater sobre ele o cordel do outro (visando cultura, poesia na sua sociedade)

Aula 3- Atividade
 Entre os grupos eles vão ver a melhor forma de apresentar para a turma
 produzir um texto literário que se enquadre nas características cordelistas
(regionalismo, narrativa com rimas, humor e metáforas.
 Ou apresentação em forma de teatro
 Todos os alunos devem entregar um texto sobre cordel: feito por eles ,baseados
no texto da primeiro aula.
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8 TEMPO PARA A REALIZAÇÃO DO PROJETO

Colégio Estadual Orlando Leite


Data Série Horário Tempo
05/04/19 3ª (Apresentação do 5º e 6º horário 2 horas
cordel)
06/04/19 3ª (video de Braúlio 1º e 2 º horário 2 horas
Bessa)
07/04/19 3ª (Atividade) 1º horário 1 hora

9 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS


 Texto impresso
 Caneta
 Caderno
 Data show
 Borracha

10 AVALIAÇÃO
A avaliação será feita da seguinte forma: Os alunos serão divididos grupos
de no máximo cinco pessoas. No qual será passado para o professor formas de
apresentação, no qual eles sendo estipulado tempo para cada apresentação, onde
será feito para a sala toda.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS

A falta de metodologias alternativas de leitura de elementos textuais nas


escolas constituem entraves para o processo de ensino em aprendizagem,
principalmente quando esses elementos são de histórias vividas.
Os conhecimentos literários são de suma importância para a aprendizagem,
pois consiste no próprio saber científico, resultante de experiências humanas
ao longo dos anos e que são produzidas e transmitidas sistematicamente para
a sociedade através das gerações, não se prendendo tanto aos livros didáticos, que
muitas vezes não trazem as representações de áreas locais e nem da região onde o
mesmo está inserido, constituindo, assim, em entraves no ato da leitura.
As questões relacionadas com a linguagem em versos e seu uso no dia-a-dia
na escola passam necessariamente pelos procedimentos metodológicos adotados
professores na sala de aula, a medida que o uso dos versos possibilita a leitura e a
compreensão mais rápida de temas amplamente utilizado pelos docentes e que
fazem parte do cotidiano do educando.
Na atualidade, grande parte das atividades profissionais e intelectuais
necessita da escrita, dominá-la é essencial e fundamental para o desenvolvimento
do ser humano e as escolas ainda enfrentam sérios problemas por reconhecer que o
projeto que desenvolvem não conseguem atender os objetivos anteriormente
propostos, bem como não prendem a atenção dos alunos , pois estes não tiveram
base para adquirir o hábito de ler.
A Literatura de Cordel, em suas múltiplas manifestações temáticas, desperta
a curiosidade e também o desejo de adentrar em um mundo de versos rimados com
estrofes que instigam a imaginação de quem o escuta. Além disso, ao longo dos
anos, tem sido instrumento de estímulo à prática da leitura. O cordel tem exercido
grande influência no acesso à leitura por parte dos brasileiros. No passado,
se concentrava principalmente no Nordeste, nas classes sociais menos
favorecidas.
Atualmente tem se expandido para todas as regiões do país e sido utilizado
como suporte paradidático nas escolas. Um exemplo disso é a proposta de trabalhar
o cordel na biblioteca escolar a partir do projeto “A Contribuição da Literatura de
Cordel no Ensino de Língua Portuguesa”, o qual faz exaltação da cultura nordestina
e busca proporcionar a aproximação entre o aluno e a leitura.
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São vários os tipos de leitura. Cada uma com um atrativo diferenciado para
conquistar o leitor e fazê-lo se apaixonar pelas histórias contidas nos livros, pois este
suporte oportuniza estes momentos.
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REFERÊNCIAS

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua Portuguesa. Secretaria de


Educação. Brasília: MEC/SEF, 2001.

BRASIL. PCN+: Ensino Médio – orientações educacionais complementares


aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Secretaria de Educação. Brasília:
MEC/SEF, 2002.

BRASIL. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: linguagens, códigos e


suas tecnologias. Secretaria de Educação. Brasília: MEC, 2008.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: Lei nº 9.394/96 – 24 de dez.


1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 1998

BESSA, Braúlio. Disponível em:< https://www.brauliobessa.com/> Acesso em:14 de


Março de 2019