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Cancioneiro

Da

In’vinus Tuna
ADEGA
O meu nome é Joaquim e tenho só pra mim uma adega secular
Com 4 pipas de vinho uma só de verdinho uma cuba a rebentar
Em 10 de colheita já sabia a receita era sempre a destilar

Ai minha rica videira que dás tanta trabalheira para de ti eu cuidar.

Refrão
O vinho é bom da pipa ainda é melhor

Tenho esse dom de beber um bom tintol


Se o branco é bom o tinto ainda é melhor
dá-me do bom minha adega meu amor
(2x)

Aí sem ti eu não sou nada minha rica e bela amada adega do coração
Pois só tu tens o puder de por este homem a beber em constante destilação
Esse teu jeito sedutor minha adega meu amor deixa-me a desesperar
É por causa do teu vinho que não vejo o caminho e estou sempre a divagar

Refrão
O vinho é bom da pipa ainda é melhor
Tenho esse dom de beber um bom tintol
Se o branco é bom o tinto ainda é melhor
dá-me do bom minha adega meu amor
Raparigas
Lá na aldeia de onde eu sou
Não perdoo às raparigas
Se uma, um olho me piscou

Mete-me logo em intrigas.


Dou-lhe dois ou três beijinhos,
E vai de bater o pé,
Eu não quero mexericos

E assim mesmo é que é.


Eu não quero mexericos
E assim mesmo é que é!

Refrão

Ai rapariga, se fores ao monte


Vai p´lo carreiro
Que chegas lá mais depressa,
Toma cuidado com os rapazes
Ouve o que eu digo e assim mesmo é que é!

No outro dia a Rosinha


Que é baixinha e trigueira,
Foi ao baile com o António
E entraram na brincadeira,

E agora já namoram
É tão bom de viver ai é
Qualquer dia hão-de casar
E assim mesmo é que é,

Qualquer dia hão-de casar


E assim mesmo é que é!
Refrão
Ai rapariga, se fores ao monte
Vai p´lo carreiro

Que chegas lá mais depressa,


Toma cuidado com os rapazes
Ouve o que eu digo e assim mesmo é que é!

Esta vida são dois dias


Diz o povo e tem razão
E se é tão pouco tempo
Vou gozá-la até mais não,

E se encontrar a minha amada


Sorridente chapeleta
Vou levá-la ao altar
E assim mesmo é que é,
Vou levá-la ao altar

E assim mesmo é que é!


*pum pum pum*
Numa bela tarde
De sol a brilhar

Foi a nossa tuna


Para a rua tocar
Tudo ia bem
Quando de repente

Uma garotinha se pós a nossa frente


E a certa altura ela nos olhou
Muito admirada ela assim falou (HEY)
Mas que grande pau tem o vosso estandarte
Mas que grande pau tem o vosso estandarte

Só se vê o pau só se vê o pau

Vocês a tocar e eu a ver o pau no ar


Só se vê o pau só se vê o pau
Só se vê o pau
E o estandarte a dar a dar

*Pum pum pum pum*

Ai rapariga, rapariga
Ai rapariga, rapariga
Ai rapariga, rapariga
Ai tem cuidado!

Ai rapariga, rapariga
Ai rapariga, rapariga
Ai rapariga
E assim mesmo é que é!
Mirandela
Esta tuna vai cantar
Esta cidade vai mostrar
Rio Tua de àgua brilhante

És toda a lagrima de um estudante

Refrão
Mirandela Cidade jardim
És a mais bela do meu país

És a mais bela dentro de mim

O teu verde o teu calor


A tua calma é o meu fulgor
E quem passa na velha ponte
Sente a alma de trás-os-montes

Refrão
Mirandela Cidade jardim
És a mais bela do meu país
És a mais bela dentro de mim

(2x)

És a mais bela dentro do mim (4x)


Vejam Bem
Vejam bem
Que não há só gaivotas em terra
Quando um homem se põe a pensar

Quando um homem se põe a pensar

Quem lá vem
Dorme à noite ao relento na areia

Dorme à noite ao relento do mar


Dorme à noite ao relento do mar

E se houver

Uma praça de gente madura


E uma estátua
E uma estátua de febre a arder

Anda alguém

Pela noite de breu à procura


E não há quem lhe queira valer
E não há quem lhe queira valer

Vejam bem
Daquele homem a fraca figura
Desbravando os caminhos do pão
Desbravando os caminhos do pão
E se houver
Uma praça de gente madura
Ninguém vai levantá-lo do chão

Ninguém vai levantá-lo do chão

Vejam bem
Que não há só gaivotas em terra

Quando um homem se põe a pensar


Quando um homem se põe a pensar

Quem lá vem

Dorme à noite ao relento na areia


Dorme à noite ao relento do mar
Dorme à noite ao relento do mar
(2x ambas as quadras)

E se houver
Uma praça de gente madura
E uma estátua
E uma estátua de febre a arder

Anda alguém
Pela noite de breu à procura
E não há quem lhe queira valer

E não há quem lhe queira valer


Tu és o Sol
Tu és o Sol que há para mim

Tu és o amor que eu conheci,

Rosa vermelha do meu jardim,

Que mal viver a vida sem ti.

E não te esqueças nem um segundo

Que eu tenho o amor maior do mundo,

Coisas tão lindas para te dar

Sempre a cantar

Deixa-me os teus olhos,

Agora que partes,

E o calor da tua mão

Deixa-me ser só uma saudade

No teu coração

E quando olhares as águas do rio

Lembra-te de mim.

És a andorinha duma Primavera

Que chegou ao fim.

Tu és o Sol que há para mim

Tu és o amor que eu conheci,

Rosa vermelha do meu jardim,

Que mal viver a vida sem ti.

E não te esqueças nem um segundo

Que eu tenho o amor maior do mundo,

Coisas tão lindas para te dar

Sempre a cantar
Quando a noite já ia serena
Tinha uma história que nunca contava,

trazia um quarto fechado no olhar,

E uma viagem que planeava,

mas não começava para nunca acabar.

Tinha um sorriso guardado em segredo,

mas não sorria para não o contar,

tinha uma chave que fechava o medo,

nalgum arvoredo onde não queria entrar.

Refrão

E quando a noite já ia serena,

disse-me a frase mais terna que ouvi:

Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.

E quando a noite já ia serena

disse-me a frase mais terna que ouvi:

Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.

Tinha uma nuvem da cor do mistério,

tinha palavras da cor do saber,

tinha vontades de brincar a sério,

mudar de hemisfério para não se perder.

Tinha lembrança da cor do poente,

tinha o poente inteiro no falar,

guardava o sol no esconderijo ardente,

tão quente, tão quente, já quase queimar.


Refrão

E quando a noite já ia serena

disse-me a frase mais terna que ouvi:

Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.

E quando a noite já ia serena

disse-me a frase mais terna que ouvi:

Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.

Trazia a paz de uma dor que se apaga,

e um calor que se quer apagar,

como quem grita do alto da fraga,

que a vida nos traga distância para andar.

Deixou correr o licor dos sentidos,

até que o dia nos veio acordar,

de mãos trocadas, de braços caídos,

achados perdidos.

Veio a manhã levezinha e serena,

cantar-me a frase mais terna que ouvi:

Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.

Veio a manhã levezinha e serena,

cantar-me a frase mais terna que ouvi:

Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.

Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.


História de um Baraço
Esta é a história

de um estudante

que para a tuna

quis entrar

Ser boémio ou ser amante

das donzelas que encontrar

Numa noite de luar

soba janela foi cantar

uma bela serenata

Oh minha linda donzela

abre lá essa janela

p´ra te dar o meu amor

Descendo, esta calçada

numa noite de luar

vamos de capa traçada

serenatas a cantar

vamos de capa traçada

serenatas a cantar

Ás nossas lindas donzelas

vamos todos dedicar

para à noite ir ter com elas

seus corações encantar

para à noite ir ter com elas

seus corações encantar


Esta é a história

de um baraço

que para a tuna

quis entrar

Ser boémio ou ser amante

das donzelas que encontrar

Numa noite de luar

soba janela foi cantar

uma bela serenata

Oh minha linda donzela

abre lá essa janela

p´ra te dar o meu amor

Desta tuna faço parte

tanto tenho para dar

tantas noites sem dormir

e copos para destilar

tantas noites sem dormir

e copos para destilar

As nossas longas noitadas

que nos temos p´ra viver

não podemos abusar

temos um curso p´ra fazer

não podemos abusar

temos um curso p´ra fazer


Guitarra de Ilusões
Sim eras tu

Guardavas na capa segredos

Que sempre quis desvendar

Abrir os teus medos.

Eu não sei se choro por ti

Se por esta balada.

Sim, eras tu.

Sem, sempre tu.

Meu amor.

Vem desvendar o choro de uma guitarra

Se não chora por ti não chora por nada,

Sempre a mesma ilusão.

Vem traçar a capa na serenata

Deixa os teus medos, os teus segredos,

Esta guitarra chora por ti.

Sim, eras tu

Abrias-me os olhos de encanto,

Acendias em mim a paixão

E por vezes aquele pranto

Eu não sei se choro por ti, se por esta canção. (x2)

Sim, eras tu.

Sem, sempre tu.

Meu amor.

Vem desvendar o choro de uma guitarra

Se não chora por ti não chora por nada,

Sempre a mesma ilusão.

Vem traçar a capa na serenata

Deixa os teus medos, os teus segredos,

Esta guitarra chora por ti.


Besame / Madalena
Besame, besame mucho,

Como si fuera esta noche la última vez,

Besame, besame mucho,

Que tengo miedo a perderte,

eperderte despues

Quiero tenerte muy cerca

mirarme en tus ojos estar junto a tí

Piensa que tal vez mañana estare muy lejos,

muy lejos de ti

Chorar, como eu chorava

Ninguém pode chorar

E amar, como eu amava

Ninguém pode amar.

Chorava que dava pena,

Por amor a Madalena

Mas ela, me abandonou

E assim murchou em meu jardim

Essa linda flor.

E Madalena foi

Como um anjo salvador

Que eu adorava com fé.

Um barco sem timão

Perdido em alto mar,

Sou Madalena

Sem ti amor.
Aqui há Truque
A minha irmã arranjou um namorado

E o meu pai mandou-me para junto dela


Para eu apreciar a conversa
E de vez em quando lhe dar uma espreitadela
Mas o pior é que eu não oiço nada

Digo ao meu pai que estão sempre calados


Porque o rapaz é muito meu amigo
Dá me dinheiro para ir aos rebuçados

Refrão
Aqui há truque
Diz o meu pai
Aqui há truque
Repara bem no que eles estão a fazer

Aqui há truque
Diz o meu pai
Aqui há truque
Estão calados, mas lá estão a mexer
Foi então que me pus mais à tabela
E reparei que se estavam a encostar
Ele então pôs a mão no ombro dela

E a minha começou a suspirar


E cada vez se encostavam mais
Estas aflita meu amor diz ele então
E com jeitinho deitou-lhe a mão no peito

Só para ver se lhe saltava o coração

Refrão
Aqui há truque

Diz o meu pai


Aqui há truque
Repara bem no que eles estão a fazer
Aqui há truque
Diz o meu pai

Aqui há truque
Estão calados, mas lá estão a mexer
Despedida
Instrumental

Quando é tarde e o sol já dorme


Fica a noite escura e fria
Há em mim uma saudade
Que eu há muito já sentia

Saudade da capa negra


Serenata ao luar
Que fazia às donzelas
Até a manhã chegar

Refrão
Foi sonho p’rá ‘qui vir estudar
Era o curso o meu desejo
Por partir estou a chorar
Partir de ti Trás-os-Montes

Lágrima perdida no rosto


Ou noite sem ter um luar
- São expressão deste meu desgosto
De Mirandela deixar -

Instrumental
Adormeço com a ideia
Presa naquela ansiedade
Começo logo sonhando

Tempos de Universidade
Os amigos, que lá fiz
Vêm ao meu pensamento
- Epoca em que eu fui feliz

E se vai perder no tempo -


Rica Filha
Serenatas ao luar

Noite ao sol se pôr


Em Mirandela quando nasce
O sol é doutor
Doutor seria eu também

De fita amarela
Se soubesse como o sol entra no quarto dela
Mas a lua professora
De fita encarnada

Entrarei no quarto dela


Em noite cerrada
Em noite cerrada entrei
Como um trovador
E a cantar baladas foi

Pra sempre o seu amor


Mas que rica filha tem
Aquela rica mãe
Quanto não daria ela

Para me ter também


Cantaria para a filha
E encantava a mãe
Quanto não daria ela

Para me ter também


Nestas pedras da calçada
Quantas vezes eu passei
Só deus sabe meu amor

O que por ti chorei


Choro e choro e chorarei
Nas sombras da lua
Afogando as minhas mágoas
Nas águas do tua

Serenatas ao luar
Noite ao sol se pôr
Em Mirandela quando nasce
O sol é doutor

Doutor seria eu também


De fita amarela
Se soubesse como o sol entra no quarto dela
Mas que rica filha tem

Aquela rica mãe


Quanto não daria ela
Para me ter também
Cantaria para a filha
E encantava a mãe

Quanto não daria ela


Para me ter também
Tuno
Eu quero, marcar um T dentro do teu decote

ser o teu tuno de guitarra e capote


Pra te conquistar à beirinha do fim
Depois, não é fácil vestir os calções
evitar as marcas de chupões

e esperar que a noite não tenha fim


Eu quero, ser para ti mais do que vês
não ser as miúdas todas, mas invés
Tocar bem fundo no teu coração

Se assim, faltar a festa na tua bancada


eu faço a minha última jogada
Uma serenata de joelho no chão
Madredeus (acordes)

Inicio/primeira parte

Lá- Lá- Ré- Mi


Segunda parte/ final
Lá- Mi Lá- Mi Ré- Mi Ré- Sol
Águas do Dão

Quando Deus criou o mundo


Por vontade ou brincadeira
[Fez o céu e depois a Terra

E a seguir a parreira] (2x)

É a alegria da vida
Que a gente sente melhor
[O vinho é coisa santa
Não o bebesse o prior] (2x)

Refrão
Ai amor
Onde é que isto vai parar
[Foram as águas do Dão

Fiquei de pernas para o ar] (2x)

E quando nos falta a coragem


Para a garota conquistar
[Há sempre uns copos à espera
Que nos podem ajudar] (2x)
Em tempos de marração
Quando tudo corre mal

[Uma noitada nas águas


Levanta logo a moral] (2x)

Refrão
Ai amor

Onde é que isto vai parar


[Foram as águas do Dão
Fiquei de pernas para o ar] (2x)
Bad Trip Parva
Fomos um dia todos nice
A cheirar o pó de rice
Estávamos mesmo beautifull
Nem os lábios tu molhaste

Nem o fígado encharcas-te


Ficamos a RedBull (2x)
Garrafão you are all mine
Tintol you are so fine

My love is all for you


I like wine ao quadrado
It makes me mocado
Je t'aime, i love you too (2x)
instrumental

I belive na colheita
Je te queria a receita
You are sweet com'ó mel
Tão cheinho e saboroso

Crazy, crazy e poderoso


You're just like an Actimel (2x)
Ao terminar a actuação
Acabamos o garrafão

Tintol is all for me


Meu fígado ficou à rasca
Fui parar a outra tasca
A Bad Trip chegou ao fim (2x)
Borriqueno
Canta mi pueblo, canta mi gente,
canta en Enero, canta en Diciembre,
canta mi pueblo, canta mi gente,
son borinqueño.

bis
Suenan tamboriles y bongo,
suenan las maracas y el tambor.
Ya va a empezar la fiesta,

toco, toco, la trompeta


y María la pandereta,
todo el mundo baila conga
cuando Julio toca conga.
Canta mi pueblo, canta mi gente,

canta en Enero, canta en Diciembre,


canta mi pueblo, canta mi gente,
son borinqueño.
bis

Oye, que la fiesta ya empezó.


Unos invitados y otros no.
Oye ya la algarabía,
y la gente no se cansa,

un tipo pidió una danza,


una señora un danzón,
y mi amigo una cancion.
¡ Por éso !
Canta mi pueblo, canta mi gente,

canta en Enero, canta en Diciembre,


canta mi pueblo, canta mi gente,
soy borinqueño.
Si yo no hubiera nacido

en la tierra en que nací,


estaría arrepentido de no haber nacido aquí.
Si yo no hubiera nacido
en la tierra en que nací,

estaría arrepentido de no haber nacido aquí.


¡ Por éso !
Canta mi pueblo, canta mi gente,
canta en Enero, canta en Diciembre,
canta mi pueblo, canta mi gente,

soy borinqueño.
bis
soy borinqueño, soy borinqueño,
soooooooy bo-rin-que-ñoooooo.
Capa ao Ombro
Vamos contar uma história

De uma tuna aventureira

Que salta de terra em terra

Levando a sua bandeira

Capa ao ombro e com coragem

Sai a tuna para a rua

Traz saudade na bagagem

Canta sempre à luz da lua

Alegrias e vivências

Desta tuna bem-amada

Por qualquer terra que passe

Será sempre acarinhada

Capa ao ombro e com coragem

Sai a tuna para a rua

Traz saudade na bagagem

Canta sempre à luz da lua

Se está frio logo aquece

Com uma mais mexidinha

Mas a noite nunca acaba

Sem provar uma pinguinha

Capa ao ombro e com coragem

Sai a tuna para a rua

Traz saudade na bagagem

Canta sempre à luz da lua


Debaixo do Chão
Debaixo do chão

Bem lá no fundo
Com vista pra a lua
Ninguém recua
Há tanta injustiça

Por explicar
Pessoas que amamos
Que não podem mais voltar
E é da guerra que eles vivem

Sem carinho sem amor


Vão gritando vão sofrendo
Sem merecer essa dor
E é da guerra que eles vivem
Sem carinho sem amor

Vão gritando vão sofrendo


Sem merecer essa dor

Nunca me deixes, preciso de ti


O amor é uma loucura e tu precisas de mim

Em qualquer altura em qualquer lugar


Sinto a tua presença até no meu olhar

A noite era calma, a chuva era intensa


Uma fartazana, mas isso é sem ofensa
Sou eu e ela naquele fartote, amor, prazer

E eu mostrava o meu forte com muita calma


Com muito amor, ela na minha alma e eu gritando por favor
Nunca me deixes, preciso de ti
O amor é uma loucura e tu precisas de mim
Em qualquer altura em qualquer lugar

Sinto a tua presença até no meu olhar

Meu amor, minha dor, meu prazer, meu terror


Razão de toda a fé e desgraça no criador, tarde de verão
Noite de inverno, brisa de paraíso ou chama de inferno

És como dois em uma versão concentrada para a minha razão


Angústia da serenata sempre ao meu lado
Sempre longe de mim, sempre mais que suficiente, sempre assim assim

Nunca me deixes preciso de ti


O amor é uma loucura e tu precisas de mim

Em qualquer altura em qualquer lugar


Sinto a tua presença até no meu olhar!

(2X)
Puta do caralho sua vaca de merda

Lava-me essa boca, fecha-me essas pernas


Não, tu daqui não levas nada
Tás muito batida e eu não curto de carne mastigada

(2X)

Eu quero….
Eu quero…
Eu quero… Yeah
(2X)
Eu quero um orgasmo
Eu quero um orgasmo

Eu quero um orgasmo Yeahhh


So i walk alone down the street
I can’t believe that i can’t resist
It’s only you its only me and my

Bed.
I can do this, i can do that
Cause i’m free and i feel love
It’s only you, it’s only me and my

Bed.
Sorry, sorry
This is me and it’s who i am
Keep dreaming, dreaming
This is me

Sorry, sorry
This is me and it’s who i am
Keep dreaming, dreaming
This is me.

Shalala lalalala
Dreaming
Shalala lalalala
Dreaming!
Glória
as mamas que ela tem

As mamas da gloria
São maiores do que as da tua mãe
Gloria
As mamas que ela tem

Nas mamas da gloria


Mamas tu e mamo eu também

Bebemos das mamas


O leite gelado

Saltamos-lhe as tetas
De pau afiado
Em câmera lenta
Como na televisão
As mamas da gloria dão me um grande tesão

(X2)
Mama gloria (chupa)(x3)
Oh oh oh oh

Oh where, oh where, can my baby be?


Mau da Fita
Solidão nesse caminho

Que tanto, tanto me faz sofrer


Não importa se faz frio

É como uma vela que se apaga

É como uma mágoa que me dói


O que foi tudo e agora é nada
Quero voltar a ser herói

Adolescência não te deixarei assim

Eu vou, vou contigo


Vou contigo até ao fim
Mas a vida maldito sistema
De quem nasce
Já traz o seu lema

Mas a vida maldito sistema


De quem nasce
Já traz o seu lema

Adolescência não é para mim


Adolescência não é para ti
Adolescência para onde vais
Adolescência não é assim

Adolescência não te deixarei assim


Eu vou, vou contigo

Vou contigo até ao fim


Mas a vida maldito sistema
De quem nasce
Já traz o seu lema
Mas a vida maldito sistema

De quem nasce
Já traz o seu lema

Samu
És o cão da malta

Anda cá Samu
Traz o osso ao dono
Meu cão, meu cão,
Meu cão, meu cão

Meu cão Samu (3X)

Oh oh oh oh

(X2)
Wapshiwariwari
Wapshiwariwari

Wapshiwariwari
Oh oh oh oh
Mix do Freixo
Espreito por uma porta encostada
Sigo as pegadas de luz
Peço ao gato "xiu" para não me denunciar

Toca o relógio sem cuco


Dá horas à cusquice das vizinhas e eu
Confesso às paredes de quem gosto
Elas conhecem-te bem

Aconchego-me nesta cumplicidade


Deixo-me ir nos trilhos traçados

Pela saudade de te encontrar


Ainda onde te deixei

Trago-te o beijo prometido


Sei o teu cheiro mergulho no teu tocar

Abraças a guitarra e voas para além da lua

Amarro o beijo que se quer soltar


Espero que me sintas para me entregar
A cadeira, as costas, o cabelo e a cigarrilha

A dança do teu ombro...

E nesse instante em que o silêncio


É o bater do coração
Fecha-se a porta
Pára o relógio
As vizinhas recolhem
Tu olhas-me...

Tu olhas-me...

Hit the road, Jack and don't you come back no more,
no more, no more, no more
Hit the road, Jack and don't you come back no more
What you say?

Hit the road, Jack and don't you come back no more,
no more, no more, no more)
Hit the road, Jack and don't you come back no more

Vou levar-te para casa - tomar conta de ti


Dar-te um bom banho, vestir-te um pijama e…

Fazer-te uma papinha, meter-te na caminha


Ler-te uma historinha e deixar-te bem calminha
Ouve bem: Preciso de alguém do meu lado
Que me dê um bom dia com um sorriso bem rasgado

Amor pela manhã, pela tarde e pelo fim do dia


Mais um pouco quando sonho era o que eu queria
Não é preciso muito, é muito simples na verdade
Só quero amor bom, carinho, solidariedade
Faz-me rir e eu prometo que não te faço chorar
Trata bem de mim e eu bem de ti vou tratar

Olá nina, quero tratar de ti


Dar-te este mundo e o outro tenho tudo aqui
Chega só um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim

Gostas de filmes? Podíamos fazer um bem privado…


Eu escrevo, realizo e actuo do teu lado

Podes ser a minha estrela, vou-te dar um bom papel


Pouca palavra, muita acção, acredita que é mel
Nasceste para isto, tá tudo previsto
Por isso insisto e não resisto a dar-te mais um pouco disto

Amor puro, fresco como a brisa do mar


Tenho montes dele guardado, e tá quase a estragar
Envelheço ao teu lado, eu bem gordo tu bem magra
Acabamos com o stock nacional de Viagra

Faz-me rir e eu prometo que não te faço chorar


Trata bem de mim e eu bem de ti vou tratar

Olá, nina quero tratar de ti


Dar-te um mundo e o outro tenho tudo aqui
Chega só um pouco perto de mim

Acredita que nunca me senti assim

Trata-me bem - eu juro que suo sangue por ti


Faz a coisa certa como o Spike Lee
Podes usar e abusar tipo brinquedo favorito
Mas tem cuidado, por favor, não o deixes partido…
Dou-te tudo o que puder, tudo o que tiver
O que não tiver tiro aos deuses para a minha mulher!
Roubamos um foguete, vamos dar uma volta até à Lua
Escrevo um livro no caminho com a alma toda nua
Procriamos como coelhos e quando nos derem pelos joelhos
Procriamos mais um pouco porque eu adoro fedelhos
Escrevo o teu nome no meu corpo para toda a gente ver
Bem piroso e lamechas, como o amor deve ser…verdadeiro!!!

Olá nina, chega (aqui)ao pé de mim


Deixa-me dar-te o que tu mereces
Tu és a resposta para as minhas preces
Senta-te aqui vou-te cantar um som

Doce como tu, como um bombom


Este Fim de Semana
Levo-te p´ra casa

E desfaço a cama
Quero estar contigo
A fazer amor
Este fim de semana

E já no meu quarto
Vais tirando a roupa
Enquanto os meus lábios
Procuram teu corpo

Para te pôr louca

Eu gosto de mamar
Nos peitos da Cabritinha
(3x)

Mamo a hora que eu quero porque a cabrita é minha.

Eu vou comer, eu vou comer até me lambuzar


Porque se eu não comer
Vem outro e come em meu lugar
Eu vou comer, comer até me lambuzar

Porque se eu não comer


Vem outro e come em meu lugar

Dizem que cachaça é água?


Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique

E água vem do ribeirão


Mamãe eu quero (mamar!), mamãe eu quero(mamar!)
mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta

dá a chupeta pro bebê não chorar!

Põe tua mão na mão do meu Senhor


Da Galiléia
Põe tua mão na mão do meu Senhor

Que acalma o mar

Meu Jesus que cuida de mim


Noite e dia sem cessar
Põe tua mão na mão do meu Senhor
Que acalma o mar
Pica dos sete
De manhã cedinho

Eu salto do ninho e vou pra paragem


De bandolete à espera do sete
mas não pela viagem

Eu bem que não queria


mas um certo dia vi-o passar
E o meu peito cético
por um pica de elétrico voltou a sonhar

A cada repique
que soa do clique daquele alicate

Num modo frenético


o peito cético toca a rebate

Se o trem descarrila o povo refila e eu fico num sino


pois um mero trajeto no meu caso concreto é já o destino

Ninguém acredita no estado em que fica o meu coração


Quando o sete me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira

desta vida vão


Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá

Que triste fadário e que itinerário tão infeliz


Cruzar meu horário com o de um funcionário de um trem da carris
Se eu lhe perguntasse
se tem livre passe pró peito de alguém
Vá-se lá saber talvez eu lhe oblitere o peito também

Ninguém acredita no estado em que fica o meu coração


Quando o sete me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira desta vida vão

Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá

Ninguém acredita no estado em que fica o meu coração


Quando o sete me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira desta vida vão

Mas nada me dá a pica que o pica do sete me dá

Mas nada me dá a pica que o pica do sete me dá


O Cheiro da rosa
Ai ai ai aiiiiii

Olha o cheiro que a rosa dá


Ai ai ai aiiiiii
Vem á janela donzela beijar
Dei-lhe beijo na testa,

Na testa do meu amor


E ela disse mais abaixo
Mais abaixo por favor
Ai ai ai aiiiiii

Olha o cheiro que a rosa tem


Ai ai ai aiiiiii
Vem á janela donzela beijar
Então eu fui mais abaixo,
Dei-lhe um beijo no nariz

Ela disse mais abaixo


Mais abaixo e sou Feliz
Ai ai ai aiiiiii
Olha o cheiro que a rosa dá

Ai ai ai aiiiiii
Vem á janela donzela beijar
Então eu fui mais abaixo,
Dei-lhe um beijinho na boca

Ela disse mais abaixo


Mais abaixo ja estou louca
Ai ai ai aiiiiii
Olha o cheiro que a rosa dá

Ai ai ai aiiiiii
Vem á janela donzela beijar
Então eu fui mais abaixo,
Dei-lhe um beijo no seu seio
Ela disse mais abaixo

Mais abaixo sem receio


Ai ai ai aiiiiii
Olha o cheiro que a rosa tem
Ai ai ai aiiiiii

Vem á janela donzela beijar


Então eu fui mais abaixo,
Beijei os dois pés iguais
Ela disse mais acima

Ja foste longe demais


Ai ai ai aiiiiii
Olha o cheiro que a rosa dá
Ai ai ai aiiiiii
Vem á janela donzela beijar

Então eu fui mais acima,


Dei um beijo nos joelhos
Ela disse mais acima
Até ao monte de pintelhos

Ai ai ai aiiiiii
Olha o cheiro que a rosa dá
Ai ai ai aiiiiii
Vem á janela donzela beijar

Então eu fui mais acima


Dei-lhe um beijo na virilha
Ela disse mais ao lado
Mais ao lado, maravilha

Ai ai ai aiiiiii
Olha o cheiro que a rosa dá
Ai ai ai aiiiiii
Vem á janela donzela beijar

Então eu fui mais ao lado


Beijei-lhe a Rosa encarnada
E a Puta do Caralho
Caiu para trás desmaiada!!!
Afonso
Andava tão comprimido

Mal podia respirar


O ano estava perdido
E a raposa a espreitar
O pai escreveu-lhe da terra

Então filho o teu estudo?


Afonso não deu resposta
Pobre rapaz estava mudo
Ó Afonso

Olha a sebenta!!
Olha que o ano rebenta!
Lá começou a estudar
Horas e horas sem fim
Até esqueceu namorar

Afonso, pobre de ti.


O tempo era sempre curto
E o livro tão comprido
Afonso andava louco

"Ai! Mais um ano perdido!" bis


Refrão
E lá regressou a casa
Tão triste quase a chorar.

O Pai fez uma festa


Por o seu filho chegar.
"Meu filho já és Doutor!"
Diz o Pai todo possante

"Ó Pai eu sou Doutor


Eu sou um grande estudante!" bis
Olha o verdinho

Quem quiser que eu cante bem

Dê-me uma pinga de vinho


Que o vinho é coisa boa
Faz o cantar delgadinho
Que o vinho é coisa boa
Faz o cantar delgadinho

Olh’ó verdinho
Ó Sr. Manel
Encha o copinho
Do seu tonel (Bis)

Quem quiser que eu cante bem


Dê-me vinho ou dinheiro (Bis)
Que esta minha gargantinha
Não é fole de ferreiro (Bis)

Para cantar dói-me um dente


Para dançar uma perna (Bis)
Pra beber copos de vinho
Valha-me a santa taberna (Bis)