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Memorial do convento (1982)

Tempo da história
e tempo da ação
TEMPO HISTÓRICO
SUCESSÃO CRONOLÓGICA
REPRESENTA O PASSADO
DOS ACONTECIMENTOS
HISTÓRICO DO PAÍS (SÉCULO XVIII)
NARRADOS NO ROMANCE

TEMPO DO DISCURSO
O MODO COMO O TEMPO
A ORDEM CRONOLÓGICA
HISTÓRICO É TRATADO
PODE SER ALTERADA
NA NARRATIVA
TEMPO HISTÓRICO
1711 1717 1729 1730 1739
D. João V governa e «ainda A infanta Maria
não fez vinte e dois anos» Bênção da primeira
Bárbara casa-se
pedra do Convento Sagração do
com o príncipe D.
D. Maria Ana está no quinto de Mafra Convento de
Fernando Morte de
mês de gravidez Mafra; Baltasar
Baltasar e Blimunda
O príncipe D. José casa- quadragésimo
Blimunda e Baltasar regressam a Lisboa e
-se com a infanta aniversário de
conhecem-se num auto de fé; continuam a construir a
Mariana Vitória D. João V
a mãe de Blimunda Passarola «Naquele
(Sebastiana de Jesus) é extremo
açoitada e condenada ao arde um
degredo homem a
quem
falta a
mão
esquerda»

Arquivo da Torre do Tombo


Convento de Mafra.
Litografia de 1853
Mariana Vitória.
Auto de Fé. Pedro Berruguete
Pintura de Nicolas de Largillierre
TEMPO DO DISCURSO
A ORDEM CRONOLÓGICA
PRENDE-SE COM O MODO COMO PODE SER MANTIDA
O TEMPO HISTÓRICO É
REPRESENTADO NA NARRATIVA
A ORDEM PODE SER ALTERADA

Elipse Sumário Analepse Prolepse

Supressão de Resumo, com narração de acontecimentos narração de acontecimentos


lapsos aumento da anteriores ao presente da ação posteriores ao presente da ação
temporais velocidade
narrativa referência à morte do infante
referência aos acontecimentos que explicam o D. Pedro e do filho mais novo
dias que passam interesse dos Franciscanos na
referência aos anos de Inês Antónia e de Álvaro
enquanto promessa real, devido ao
da procura de Diogo; alusões aos cravos.
Blimunda e desejo de possuírem um
Baltasar e à
Baltasar estão convento
experiência de
na quinta
Blimunda