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FSL 0201 | SOCIOLOGIA III

1º Semestre 2020

Carga horária: 4 horas semanais Créditos: 4

Horário: Segundas-feiras, das 19:30 às 23:00 (sala 100) / Terças-feiras, das 14:00 às 18:00 (sala 102)

Docente responsável: Prof. André Vereta-Nahoum (andre.nahoum@usp.br)

Local de atendimento: Conjunto Didático das Ciências Sociais e Filosofia, Sala 2133 (agendar por e-mail
com antecedência)

Monitora PAE: Me. Doutoranda Letícia Simões Gomes (leticia.pereira.gomes@usp.br)

PAINEL DE NAVEGAÇÃO

I. OBJETIVOS 2

II. CONTEÚDO 2

III. MÉTODOS UTILIZADOS E ATIVIDADES DISCENTES 3

IV. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3

V. RECUPERAÇÃO 5

VI. BIBLIOGRAFIA E CRONOGRAMA 6

VII. DATAS IMPORTANTES 18

1
I. OBJETIVOS

Este curso pretende introduzir os conceitos, esquemas teóricos e concepções de sociologia elaborados
pelas principais correntes do pensamento sociológico norte-americano nos três primeiros quarteis do
século XX. Introduzindo e discutindo elementos centrais do conhecimento sociológico, o curso
corresponde a uma etapa formacional fundamental para futuros pesquisadores e professores que
atuarão no Ensino Médio e Superior.

O curso está dividido em uma introdução histórica e quatro núcleos temáticos. Na introdução, apresenta
os debates sociais, políticos e filosóficos que embasaram o desenvolvimento e consolidação da
sociologia nos Estados Unidos nas primeiras décadas do século XX. São introduzidos os três principais
centros produtores de sociologia que resultaram dessas disputas (Chicago, Harvard e Columbia) e seus
desdobramentos. Os quatros núcleos temáticos debruçam-se sobre desenvolvimentos teóricos,
metodológicos e empíricos selecionados por sua relevância, abordando os principais objetos sobre os
quais se debruçaram por meio de estudos paradigmáticos. O primeiro cobre o esquema conceitual do
estrutural-funcionalismo, que estabelece as coordenadas para a discussão teórica posterior. Os dois
núcleos seguintes debruçam-se sobre concepções alternativas sobre a dinâmica social e o fazer
sociológico, respectivamente o interacionismo simbólico desenvolvido em Chicago, a sociologia
interpretativa de Schütz e a abordagem dramatúrgica de Goffman, em uma tentativa de reconectar a
interação com a ordem social, com grande atenção à expressão corporal. O último núcleo introduz uma
das “viradas” da sociologia estadunidense do pós-guerra: a sociologia histórica e seu interesse no
confronto político. Com eles, serão apresentadas diferentes formas de produzir teorias e abordar
sociologicamente questões sociológicas relevantes.

II. CONTEÚDO

0. A sociologia nos Estados Unidos: uma introdução histórica

1. Sistema e ação

2. Interpretação e sentido

3. Interação e ordem social

4. História e conflito

2
III. MÉTODOS UTILIZADOS E ATIVIDADES DISCENTES

Aulas expositivas introduzirão os principais conceitos, os debates e seu contexto, com o apoio de leituras
obrigatórias. A leitura do material obrigatório é a principal atividade discente na qual se funda o
aprendizado: espera-se que você leia os textos designados como obrigatórios antes das aulas e participe
de modo qualificado nas discussões. As aulas cobrirão a produção de autores destacados e pressupõem,
como requisito fundamental, a leitura do material obrigatório, além da ativa participação em seus
debates. Todo o material de leitura obrigatória está disponível na página do curso no Edisciplinas.

A página do Edisciplinas constitui o principal canal de comunicação extraclasse. Avisos serão enviados
unicamente para a página. Recomenda-se checar frequentemente a página e manter o endereço de e-
mail atualizado para receber notificações.

As aulas situarão os textos obrigatórios e avançarão além deles, não se obrigando a cobrir todos os
pontos. Por outro lado, elas constituem a ocasião para a apresentação de dúvidas de leitura. Logo, você
deve chegar nas aulas tendo buscado identificar as principais questões levantadas e argumentos dos
textos, bem como com questões de esclarecimento. Dificuldades de qualquer natureza com as leituras
podem ser dirigidas ao professor e/ou monitor(a) antes das aulas.

A fim de consolidar o aprendizado e fomentar o engajamento dos alunos com o conteúdo, serão
realizadas também discussões de estudos monográficos paradigmáticos, exercícios de fixação e
aplicação dos conceitos a questões cotidianas, leituras dirigidas em língua inglesa com o auxílio de
monitores, visando a cobrir parte fundamental dos debates que não se encontra traduzido. Grupos de
alunos desenvolverão, ao longo do semestre, atividades conjuntas, incluindo uma prova e um trabalho
de aplicação de conceitos e instrumentais teóricos para a compreensão sociológica de um objeto de
interesse do grupo.

IV. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

A nota final será composta das seguintes pela soma das seguintes atividades:

(1) 30% pelo conjunto de informes individuais de leitura versando sobre a literatura obrigatória
no formato de posts (com até cinco linhas), postados no fórum da aula/turma no Edisciplinas
até doze horas antes da aula respectiva (7:30 a.m. das segundas-feiras para o noturno; 2 a.m,
das terças-feiras para o vespertino). Esses posts devem versar sobre um ou mais das seguintes
questões:
a) Qual o cerne ou argumento principal do texto?

3
b) Quais aspectos do texto não ficaram claros, após a leitura?
c) Qual conceito do texto é surpreendente e por que?
d) Uma resposta a uma questão ou correção a uma leitura realizada por um/a colega em
post anterior.
Há 13 oportunidades de informes ao longo do semestre. A nota será proporcional aos informes
efetivamente realizados.
Alguns posts serão selecionados para discussão e comentários gerais sobre os informes serão
feitos pelo docente em sala de aula.

(2) 20% por uma prova realizada pelo grupo de trabalho (trios), versando sobre as partes 0 e 1 da
disciplina, facultando-se a consulta a materiais bibliográficos e digitais devidamente citados e
referenciados. A prova será distribuída na sétima aula do curso (13/04 para o noturno e 14/04
para o vespertino) em sala de aula e no Edisciplinas da disciplina. As provas deverão ser
respondidas em até 1500 palavras (com a contagem de palavras no cabeçalho) e entregues em
versão impressa na Secretaria do Departamento de Sociologia até o dia 22/04. Não serão
aceitas provas após o prazo.

Sobre a formação de grupos: no início do curso, a/os aluna/os devem formar trios, que serão
informados ao docente até a segunda aula. Esses grupos desenvolverão o conjunto das atividades
avaliativas ao longo do semestre. Recomenda-se que os grupos sejam formados em virtude de
afinidades de interesses de pesquisa e que sejam imaginados como uma equipe de pesquisa.

Não há prova substitutiva, em razão da natureza da avaliação planejada. Será permitida a entrega
extemporânea da prova apenas em caso de moléstia grave de saúde que incapacite a/o aluna/o pelo
período destinado à realização da avaliação, comprovada por meio de atestado médico do Hospital
Universitário da Universidade de São Paulo no prazo máximo de 05 dias após o prazo de entrega da
prova.

(3) 50% por um trabalho pelo grupo (trios) de aplicação teórica de conceitos e instrumentais teóricos
a um objeto empírico sociologicamente relevante de interesse do grupo, que será desenvolvido
ao longo do semestre com a supervisão do docente. O trabalho poderá ser entregue em versão
escrita (até 3000 palavras), como um documentário visual ou sonoro (com roteiro de extensão
equivalente). Sugiro que não se atenham aos tópicos já cobertos quando da proposta,
explorando tópicos e teorias futuras.
O trabalho consiste nas seguintes etapas, algumas avaliadas:

4
a) Proposta de trabalho, definindo o objeto que o grupo pretende estudar e justificando sua
escolha. Procurem responder as seguintes perguntas: O que queremos investigar? Por que esse
objeto é relevante para a sociologia? Essa proposta não ultrapassará uma página (em fonte
12, espaçamento 1,5) e deverá ser entregue na aula 5 (5%);
b) Uma descrição analítica do objeto, em que o grupo descreve o objeto, sua problemática e
contornos da análise, preparando a aplicação do arsenal sociológico para seu enfrentamento,
acompanhada de uma lista comentada de referências bibliográficas e bases de dados agrupados
para analisar o objeto escolhido (procurem apontar qual a relevância dessas referências). A
descrição de até cinco páginas (em fonte 12, espaçamento 1,5, excluídas as referências)
deverá ser entregue na aula 8 (5%);
c) Uma aplicação teórica na análise do tema tentativa, mobilizando as obras cobertas no curso,
além da literatura secundária agrupada na fase anterior, em uma tentativa de compreender o
tema. Essa proposta, de até 3000 palavras, deverá ser entregue na aula 12. Essa versão
será enviada, também, a fórum específico no Edisciplinas (5%);
d) Um comentário breve (de não mais que duas páginas, em fonte 12 e espaçamento 1,5) com
sugestões e críticas à proposta de outro grupo designada por meio de sorteio pelo docente. O
comentário deverá ser feito no fórum do Edisciplinas até a aula 14 (10%);
e) Trabalho final de aplicação teórica ao objeto escolhido, incorporando sugestões e críticas
recebidas, entregue em 22/06 por e-mail (para verificação de plágio). O trabalho poderá ser
entregue em versão escrita, hipótese em que não ultrapassará 3000 palavras (excluindo
referências e anexos), como um documentário visual ou sonoro (com roteiro de extensão
equivalente) (25%).

Não serão aceitas atividades em entregues fora do prazo em nenhuma das etapas.

Todas as atividades devem observar as boas práticas acadêmicas e as convenções de


apresentação científicas (citações e referências em formato consistente), mesmo que o grupo decida
pelo formato sonoro ou audiovisual (na forma de créditos ou um anexo escrito). Sugiro a utilização de
um dos muitos softwares de administração de referências. As bibliotecas da USP dispõem das regras da
ABNT para trabalhos acadêmicos.

Em qualquer uma das avaliações, a prática de plágio (a utilização de escritos de terceiros sem a
devida indicação da autoria por meio de aspas e citação, bem como sua inclusão na bibliografia)
será penalizada com a reprovação sumária no curso.

V. RECUPERAÇÃO

5
A recuperação é destinada aos alunos que alcançarem a frequência (70%) e a nota (3,0) mínimas
obrigatórias. A nota da recuperação será somada à nota final do período regular e dividida por 2 para a
obtenção da média final.

VI. BIBLIOGRAFIA E CRONOGRAMA

PARTE 0: A SOCIOLOGIA NOS ESTADOS UNIDOS: UMA INTRODUÇÃO

AULA 1 (17 e 18/02): Apresentação da disciplina

Explicação da sistemática e regras de funcionamento, formas e critérios de avaliação e bibliografia;


Contextualização.

AULA 2 (02 e 03/03): A Sociologia norte-americana do Século XX: uma introdução histórica

Um conto de três universidades: Chicago, Harvard e Columbia e seus desdobramentos

Leitura obrigatória:

Lallement, Michel. Sociologias e Sociólogos americanos no século XX (cap. 1). In: ______. História das
Ideias Sociológicas. Vol. 2: De Parsons aos Contemporâneos. Tradução de Ephraim Alves. 3ª. ed.
Petrópolis: Vozes, 2008, p. 15-41.

Leitura recomendada:

Calhoun, Craig. Sociology in America: an introduction (cap. 1). In: ______. (ed.). Sociology in America: a
history. Chicago/Londres: Chicago University Press, 2007, p.1-38.

Camic, Charles. “Three departments in search of a discipline: localism and interdisciplinary interaction in
American sociology, 1890-1940”. Social Research, 62 (4): 1003-1033,1996.

Martins, Carlos Benedito. Passado e Presente da Sociologia Norte-Americana (Resenha de Stephen


Turner. American sociology: from pre-disciplinary to post-normal. Londres, Palgrave, 2014. 137 páginas).
Revista Brasileira de Ciências Sociais, 30 (87): 163-9, 2015

Leitura complementar:

Coser, Lewis. Sociological Theory from the Chicago Dominance to 1965. Annual Review of Sociology, 2
(1):145-160, 1976.

Martindale, Don. American Sociology Before World War II. Annual Review of Sociology, 2 (1): 121-143,
1976.

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Steinmetz, George. American Sociology before and after World War II: The (Temporary) Settling of a
Disciplinary Field. In: Calhoun, Craig (ed). Sociology in America: a history. Chicago/Londres: Chicago
University Press, 2007, p. 314-366.

PARTE 1: AÇÃO E SISTEMA

AULA 3 (09 e 10/03): Talcott Parsons e o estrutural-funcionalismo 1: da ação social...

O que é a concepção voluntarista de ação em Parsons; o papel como unidade (de análise e ação) do
sistema social

Leitura obrigatória:

Se você compreende inglês:

Parsons, Talcott et. al. Some Fundamental Categories of the Theory of Action: A General Statement. In:
Parsons, Talcott; Shils, Edward (eds.). Toward a General Theory of Action. Cambridge, MA: Harvard
University Press, 1962, p. 3-27.

Parsons, Talcott. “The Action Frame of Reference and the General Theory of Action Systems: Culture,
Personality and the Place of Social Systems”. In: ______. The Social System. Londres: Routledge, 1991
[1951], p. 1-13.

Alternativamente, leia:

Parsons, Talcott. “O Conceito de Sistema Social”; “Os componentes dos Sistemas Sociais”. In: Cardoso,
Fernando Henrique & Ianni, Octavio (orgs.). Homem e Sociedade. São Paulo, Editora Nacional, 1965,
pp. 47-59.

Parsons, Talcott et. al. “Papel e Sistema Social” [1951]. In: Cardoso, Fernando Henrique & Ianni, Octavio
(orgs.). Homem e Sociedade. São Paulo, Editora Nacional, 1965, pp. 63-68.

Leitura complementar:

Coser, Lewis. “Tendências americanas”. In: Bottomore, Tom & Nisbet, Robert (orgs.). História da Análise
Sociológica. Trad. W. Dutra. Rio de Janeiro, Zahar, 1980 [orig. ingl. 1978], pp. 379-420.

Domingues, José Maurício. A Sociologia de Talcott Parsons. 2ª ed. São Paulo, Annablume, 2008.

Rocher, Guy. “O ‘incurável teórico’ da sociologia americana”. In: ______. Talcott Parsons e a Sociologia
Americana. Trad. O. L. da Cruz. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1972, pp. 11-35.

7
Parsons, Talcott; Shils, Edward (eds.). Toward a General Theory of Action. Cambridge, MA: Harvard
University Press, 1962.

Parsons, Talcott. A Estrutura da Ação Social. 2 vols. Trad. V. Joscelyne. Petrópolis: Vozes, 2010.

AULA 4 (16 e 17/03): Talcott Parsons e o estrutural-funcionalismo 2: ...ao sistema social, seus
componentes e requisitos

O sistema social, seus subsistemas, funções primárias e pré-requisitos.

Leitura obrigatória:

Parsons, Talcott. Orientações Teóricas. In: O Sistema das Sociedades Modernas. Trad. Dante Moreira
Leite. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. 1974, p. 15-42.

Se você compreende inglês, leia também:

Parsons, Talcott. “The Functional Prerequisites of Social Systems.”. In: ______. The Social System. New
York: The Free Press, 1951, p. 15-44.

Leitura recomendada:

Parsons, Talcott. 1959. “The School Class as a Social System: Some of Its Functions in American
Society.” Harvard Educational Review, 29 (4): 297-318.

Leitura complementar:

Moore, Wilbert E. “O funcionalismo”. In: Bottomore, Tom & Nisbet, Robert (orgs.). História da Análise
Sociológica. Trad. W. Dutra. Rio de Janeiro: Zahar, 1980, pp. 450-474.

Parsons, Talcott. The Professions and Social Structure. In: _______. Essays in Sociological Theory.
Glencoe, Il: Free Press, 1954, p. 34-49.

Parsons, Talcott. The Social System. Londres: Routledge, 1991 [original de 1951].

Parsons, Talcott; Shils, Edward (eds.). Toward a General Theory of Action. Cambridge, MA: Harvard
University Press, 1962.

AULA 5 (23 e 24/03): O funcionalismo de Robert Merton

As funções manifestas e latentes; consequências não-antecipadas;

Leitura obrigatória:

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Merton, Robert K. “Funções Manifestas e latentes”. In: _______. Sociologia: Teoria e Estrutura. Trad. M.
Maillet. São Paulo, Editora Mestre Jou, 1970, p. 85-152. Original: _______. Manifest and Latent
Functions. In: Social Theory and Social Structure. Enlarged version. Nova York: Free Press, 1968, p. 73-
138.

Leitura complementar:

Calhoun, Craig. On Merton's Legacy and Contemporary Sociology. In: _______. (ed.). Robert K. Merton:
Sociology of Science and Sociology as Science. Nova York: Columbia University Press/SSRC, 2010, p.
1-31.

Merton, Robert K. “Estrutura Social e Anomia”. In: _______. Sociologia: Teoria e Estrutura. Trad. M.
Maillet. São Paulo, Editora Mestre Jou, 1970, p. 203-234. Original: Merton, Robert K. “Social Structure
and Anomie.” American Sociological Review, 3 (5): 672-682, 1938.

Merton, Robert K. Ensaios de Sociologia da Ciência. Org. Marcovich, Anne; Shinn, Terry. São Paulo: Ed.
34, 2013.

Merton, Robert K. Some Preliminaries to a Sociology of Medical Education. In: Merton, Robert K; Reader,
George; Kendall, Patricia (eds.). The Student-Physician. Introductory Studies in the Sociology of Medical
Education. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1957.

AULA 6 (30 e 31/03): Lewis Coser: a teoria funcionalista do conflito

As funções do conflito; conflito, desvio e mudança social; as funções da violência – o desvio para os
funcionalistas

Leitura obrigatória (infelizmente, não há tradução, mas a monitoria estará preparada para dar suporte a
dúvidas. Recomendo que planejem para enfrentar a leitura com mais tempo):

Coser, Lewis. “I- Introductory”, “II-Conflict and Group Boundaries”, “III-Hostility and Tensions in Conflict
Relationships” (Proposition 2) e “Conclusion”. In: ______. The Functions of Social Conflict. Oxford:
Routledge, 2011 [1956], p. 15-48 e 151-8.

Leitura recomendada:

Coser, Lewis. Some Social Functions of Violence. The Annals of the American Academy of Political and
Social Science, 364 (Patterns of Violence): 8-18, 1966.

Leitura complementar:

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Coser, Lewis. Social Conflict and the Theory of Social Change. The British Journal of Sociology, 8 (3):
197-207, 1957.

Coser, Lewis. Some Functions of Deviant Behavior and Normative Flexibility. American Journal of
Sociology, 68 (2): 172-181.

Aula 7 (13 e 14/04): Entrega da questão da prova

As provas, realizadas pelos grupos de trabalho, obedecendo os requisitos formais, deverão ser entregues
na secretaria do Departamento de Sociologia, até o dia 22/04. Não serão aceitas provas após o prazo.

PARTE 2: INTERPRETAÇÃO E SENTIDO

Aula 8 (27 e 28/04): A ecologia humana da “Primeira Escola” de Chicago

Ecologia Humana; os problemas da comunidade; a cidade como laboratório; assimilação; sua fortuna no
Brasil

Literatura obrigatória:

Park, Robert E. Ecologia Humana. In: Pierson, Donald. (org.). Estudos de Ecologia Humana. Tomo 1.
São Paulo: Martins, 1970, p. 21-37.

McKenzie, Roderick D. Matéria-objeto da Ecologia Humana. In: Pierson, Donald. (org.). Estudos de
Ecologia Humana. Tomo 1. São Paulo: Martins, 1970, p. 38-52.

Park, Robert E. A comunidade urbana como configuração espacial e ordem moral. In: Pierson, Donald.
(org.). Estudos de Ecologia Humana. Tomo 1. São Paulo: Martins, 1970, p. 127-142.

Burgess, Ernest W. O crescimento da cidade: Introdução a um projeto de pesquisa. In: Pierson, Donald
(org.). Estudos de Ecologia Humana. Tomo 1. São Paulo: Martins, 1970, p. 353-368.

Leitura recomendada:

Pierson, Donald. “Relações raciais”. In: ________. Cruz das Almas. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1966
[1948].

Thomas, William I. & Znaniecki, Florian. “Preface” In: _______. The Polish Peasant in Europe and
America, Vol. 1. (Primary Group Organization). Boston: Gorham Press, 1918-1920.

Wirth, Louis. “Foreword” (de Park) e “The Sociological Significance of the Ghetto” (cap. 14). In:
_______.The Ghetto. Chicago: The University of Chicago Press, 1928, p. vii-ix. 282-291.

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Whyte, William Foote. Introdução: Cornerville e sua gente. In: ________. A sociedade da esquina. Trad.
Maria Lúcia de Oliveira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005, p. 19-26.

Leitura complementar:

Abbott, Andrew. Of Time and Space: The Contemporary Relevance of the Chicago School. Social Forces
75: 1149-1182, 1997. (esp. pp. 1149-1165).

Becker, Howard. The Chicago School, So-Called. Qualitative Sociology, 22 (1): 3-12, 1999.

Bulmer, Martin (1984). The Chicago School of Sociology: Institutionalization, Diversity, and the Rise of
Sociological Research. Chicago: University of Chicago Press.

MacDonald, Dennis W. "Beyond the Group: The Implications of Roderick D. McKenzie's Human
Ecology for Reconceptualizing Society and the Social". Nature and Culture 6 (3): 263–284, 2011.

Park, Robert E. A Cidade: Sugestões para a Investigação do Comportamento Humano no Meio Ambiente
Urbano" (Cap. 2) In: Velho, Octávio Guilherme. O fenômeno urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1967, p. 29-
72 (tradução do primeiro capítulo de Park, Burgess & Mckenzie, The City).

Park, Robert E. & Burgess, Ernest W. Introduction to the Science of Sociology. Chicago: University of
Chicago Press, 1921.

Park, Robert E., Burgess, Ernest W & McKenzie, Roderick D. The City. Chicago: The University of
Chicago Press, 1925.

Pierson, Donald. (org.). Estudos de Ecologia Humana. Tomo 1. São Paulo: Martins, 1970.

Valladares, Licia do Prado (org.). A Escola de Chicago - Impacto de uma tradição no Brasil e na França.
Rio de Janeiro: IUPERJ, 2005.

AULA 9 (04 e 05/05): O interacionismo simbólico I: das origens no pragmatismo ao


desenvolvimento em Chicago

A filosofia pragmática, a psicologia social e a “socialização” do self em Mead; o interacionismo simbólico


da Segunda Escola de Chicago, com destaque para Herbert Blumer, criador da expressão

Leitura obrigatória:

Blumer, Herbert. Sociedade como interação simbólica. Trad. Caio Moraes Reis. Plural. Revista do
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP, 25 (2): 282-293, 2018.

11
Blumer, Herbert. A natureza do interacionismo simbólico. In: MORTENSEN, C. D. Teoria da
comunicação: textos básicos. São Paulo: Mosaico, 1980, pp. 119-137.

Leitura recomendada:

Mead, George Herbert. Mind, Self & Society. Chicago: University of Press, 1972. [Caps. 19, 20, 22, 26,
27 e 35].

Leitura complementar:

Blumer, Herbert. Symbolic Interacionism: Perspective and Method. Berkeley: University of California
Press, 1969.

Collins, Randall. A tradição microinteracionista (Cap. 4). In: _______. Quatro tradições sociológicas.
Trad. Raquel Weiss. Petrópolis: Vozes, 2009, p. 205-243.

Cooley, Charles Horton. Human nature and the social order. Nabu, 2010 [1902], p. 96.

Fine, Gary Alan (1995). A Second Chicago School: The Development of a Postwar American Sociology.
Chicago: University of Chicago Press.

Fisher, Berenice M. & Strauss, Anselm. “Interacionismo”. In: Bottomore, Tom & Nisbet, Robert (orgs.).
História da Análise Sociológica. Trad. W. Dutra. Rio de Janeiro: Zahar, 1980, p. 596-649.

Gross, Neil. Pragmatism, Phenomenology, and Twentieth Century American Sociology. In: Calhoun,
Craig (ed.). ed.). Sociology in America: a history. Chicago/Londres: Chicago University Press, 2007, p.
183-225.

James, William. “The Empirical Self or me”, “Its constituents”, “The Material Self”, “The Social Self”, “The
Spiritual Self” [cap. X: The Consciousness of Self]. The Principles of Psychology. Nova York: Henry Holt
& Company, 1890, p. 291-299.

Joas Hans. Interacionismo Simbólico. In: GIDDENS, Anthony e TURNER, Jonathan. Teoria Social Hoje.
São Paulo: Ed. UNESP, 1987, p. 127-174.

Wrong, Dennis H. The Oversocialized Conception of Man in Modern Sociology. American Sociological
Review, 26 (2): 183-193.

AULA 10 (11 e 12/05): O interacionismo simbólico II: de Herbert Blumer a Howard Becker

O interacionismo em ação: o desvio e mais; consequências metodológicas do interacionismo

Leitura obrigatória:

12
Becker, Howard. “Prefácio”, “Outsiders” (Cap. 1), “Tipos de Desvio” (Cap. 2). In: _______. Outsiders.
Trad. M. L. X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2009, p. 9-49.

Leitura recomendada:

Becker, Howard. “Tornando-se um usuário de maconha” (Cap. 3). In: _______. Outsiders. Trad. M. L. X.
de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2009, p. 51-68.

Becker, Howard; Geer, Blanche; Hughes, Everett; Strauss, Anselm. Boys in White: Student Culture in
Medical School. New Brunswick, NJ: Transaction Publishers, 1977 [1961], p. 3-16.

Literatura complementar:

Becker, Howard; Geer, Blanche; Hughes, Everett; Strauss, Anselm. Boys in White: Student Culture in
Medical School. New Brunswick, NJ: Transaction Publishers, 1977 [1961].

Becker Howard. Art Worlds. Berkeley: University of California Press, 1982 (esp. cap. 1).

Blumer, Herbert. Fashion: From Class Differentiation to Collective Selection. The Sociological Quarterly,
10 (3): 275-291, 1969 (esp. 287-290).

Blumer, Herbert. Sociological Analysis and the “Variable”. American Sociological Review, 21 (6): 683-
690.

Glaser, Barry & Strauss, Anselm. The Discovery of Grounded Theory. New Brunswick/London: Aldine
Transaction, 2008.

Strauss, Anselm. Espelhos e Máscaras. São Paulo: Edusp, 1999 (esp. 29-98).

AULA 11 (18 e 19/05): A fenomenologia sociológica de Alfred Schütz

O amálgama da fenomenologia de Husserl e a sociologia interpretativa de Weber na obra de Schütz; a


meta-sociologia: a produção de conceitos; a sociologia da vida cotidiana; a aplicação da sociologia
fenomenológica

Literatura obrigatória:

Schütz, Alfred. “A província da sociologia” e “Investigações Sociológicas”. In: Wagner, Helmut R. (org.).
Fenomenologia e Relações Sociais. Textos escolhidos de Alfred Schütz. Trad. A. Melin. Rio de Janeiro,
Zahar Editores, 1979, p. 261-302. Atenção ao glossário de páginas 310-7. Use como suporte para a
leitura, com especial atenção aos termos “intersubjetividade”, “mundo”, “mundo da vida”.

Leitura recomendada:

13
Wagner, Helmut R. Introdução. In: Wagner, Helmut R. (org.). Fenomenologia e Relações Sociais. Textos
escolhidos de Alfred Schütz. Trad. A. Melin. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1979, p. 3-52.

Schütz, Alfred. “Bases da Fenomenologia” e “Mundo da Vida”. In: Wagner, Helmut R. (org.).
Fenomenologia e Relações Sociais. Textos escolhidos de Alfred Schütz. Trad. A. Melin. Rio de Janeiro,
Zahar Editores, 1979, p. 56-76, esp. 72-76.

Leitura complementar:

Schütz, Alfred. A Construção Significativa do Mundo Social: uma introdução à sociologia compreensiva.
Trad. Tomas da Costa. Petrópolis: Vozes, 2013. Em inglês: The Phenomenology of Social Life. Evanston,
IL: Northwestern University Press, 1967.

Schütz, Alfred. Making Music Together: A Study in Social Relationships. Social Research, 18 (1): 76-97,
1957.

Schütz, Alfred. Some Leading Concepts of Phenomenology. Social Research, 12(1): 77-97, 1945.

Schütz, Alfred. On Multiple Realities. Philosophy and Phenomenological Research, 5(4): 533-576, 1945.

Schütz, Alfred. The Well-Informed Citizen: An Essay on the Social Distribution of Knowledge. Social
Research, 13(4): 463-478, 1946.

“Alfred Schütz” In: Stanford Encyclopedia of Philosophy. Disponível em:


<https://plato.stanford.edu/entries/schutz/#App>. Acesso em 13.02.2020.

Wolff, Kurt H. “Fenomenologia e sociologia”. In: Bottomore, Tom & Nisbet, Robert (orgs.). História da
Análise Sociológica. Trad. W. Dutra. Rio de Janeiro, Zahar, 1980 [orig. ingl. 1978], pp. 650-726.

Berger, P.L. and Luckmann, T., 1967, The Social Construction of Reality, Garden City, New York:
Doubleday Anchor.

AULA 12 (25 e 26/05): A etnometodologia de Harold Garfinkel

O programa da etnometodologia; o estudo da reflexividade e das narrativas dos atores em situações de


escolha no cotidiano; entendimentos e lugares-comuns

Leitura obrigatória:

Garfinkel, Harold. “O que é etnometodologia?”; “Estudos dos fundamentos rotineiros das atividades
cotidianas”. In: _______. Estudos de Etnometodologia. Petrópolis, Vozes, 2018, p. 93-156.

Original: Garfinkel, Harold. Studies in Ethnomethodology. Upper Saddle River, Prentice-Hall, 1967.

14
Leitura recomendada:

Garfinkel, Harold. “Boas” razões organizacionais para “maus” registros clínicos. In: _______. Estudos de
Etnometodologia. Petrópolis, Vozes, 2018, p. 254-272.

Leitura complementar:

Cicourel, Aaron. V. The social organization of juvenile justice. New York, Wiley, 1974.

Coulon, Alain. “Os conceitos-chave da etnometodologia” In: Coulon, Alan. Etnometodologia. Trad. E. F.
Alves. Petrópolis: Vozes, 1995, p. 29-48.

Garfinkel, Harold. Estudos de Etnometodologia. Petrópolis, Vozes, 2018.

Garfinkel, Harold. “Ethnomethodology’s Program”. Social Psychology Quarterly, 59(1), 1996, pp. 5-21.

Heritage, John C. “Etnometodologia”. In: Giddens, Anthony & Turner, Jonathan (orgs.). Teoria Social
Hoje. Trad. G. C. C. de Sousa. São Paulo, Editora Unesp, 1999, p. 321-392.

Miceli, Sérgio et al. Entrevista com Aaron V. Cicourel. Tempo Social, 19(1): 131-168.

PARTE 3: ENTRE A INTERAÇÃO E A ORDEM SOCIAL

AULA 13 (01 e 02/06): A abordagem dramatúrgica de Erving Goffman

A administração das impressões pelo controle expressivo: o trabalho de face; aplicações

Leitura obrigatória:

Goffman, Erving. “Introdução”, “Representações”, “A arte de manipular a impressão”, “Conclusão”. In:


_______. A Representação do Eu na Vida Cotidiana. Trad. M. C. S. Raposo. Petrópolis: Vozes, 2002
[1959], pp. 11-75, 191-233.

BBC Radio 4. Erving Goffman and the Performed Self. Vídeo curto para internet. Narração Stephen Fry.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=6Z0XS-QLDWM>.

Leitura recomendada:

Goffman, Erving. “Sobre a Preservação da Fachada” (cap. 1) In: _______. Ritual de interação: ensaios
sobre o comportamento face a face. Trad. Fábio R. R. da Silva. Petrópolis: Vozes, 2011, pp. 13-21 e 47-
50.

Hochschild, Arlie R. Exploring the Managed Heart. In: ______. The Managed Heart. Commercialization
of Human Feeling. University of California Press, 2002, p. 3-23.

15
Leitura complementar:

Goffman, Erving. Comportamento em Lugares Públicos. Trad. F. R. R. da Silva. Petrópolis: Vozes, 2010.

Goffman, Erving. Estigma: Notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de Janeiro: LTC,
1988.

Goffman, Erving. Manicômios, Prisões e Conventos. Trad. D. M. Leite. São Paulo: Perspectiva, 1974.

Goffman, Erving. Os quadros da experiência social. Petrópolis: Vozes, 2010.

Goffman, Erving. A Reply to Denzin and Keller. Contemporary Sociology, 10 (1): 60-68, 1981.

Goffman, Erving. The Interaction Order. American Sociological Review, 48 (1): 1-17, 1983.

Nunes, João Arriscado. Erving Goffman, a análise de quadros e a sociologia da vida cotidiana. Revista
Crítica de Ciências Sociais, 37, 1993, p. 33-49.

PARTE 4: HISTÓRIA E CONFLITO

AULA 14 (08 e 09/06): A sociologia histórica nos Estados Unidos: uma introdução

A explicação histórica processual; a comparação histórica; métodos indutivos

Leitura obrigatória:

Skocpol, Theda. A Imaginação Histórica da Sociologia. Estudos de Sociologia, 9(16): 7-29, 2004.

Original: SKOCPOL, Theda. Sociology’s Historical Imagination. In: _______. (ed.). Vision and method in
historical sociology. Cambridge: Cambridge University Press, 1984, p. 1-21.

A depender de seu grupo, leia um dos seguintes:

Moore Jr., Barrington. As origens sociais da ditadura e da democracia. São Paulo: Martins Fontes, 1983,
p. 477-521.

Skocpol, Theda. States and Social Revolutions: A Comparative Analysis of France, Russia, and China.
New York and Cambridge: Cambridge University Press, 1979, p. 284-293.

Wallerstein, Immanuel. Recapitulação Teórica. In: ________. O moderno sistema mundial. Vol. 1: A
agricultura capitalista e as origens da economia-mundo europeia no século XVI. Lisboa: Afrontamento,
1990, p. 335-347.

Leitura recomendada:

16
Mahoney, James; Rueschemeyer, Dietrich. Comparative Historical Analysis: Achievements and
Agendas. In: _______. (eds.). Comparative Historical Analysis in the Social Sciences. Nova York:
Cambridge University Press, 2003, p. 1-27.

Leitura complementar:

Abrams, Phillip. Historical Sociology. Ithaca: Cornell University Press, 1982.

Adams, Julia; Clemens, Elisabeth S.; Orloff, Ann Shola. Introduction: social theory, modernity, and the
three waves of historical sociology. In: _______. (org.). Remaking modernity: politics, history and
sociology. Durham, NC: Duke University Press, 2005, p. 1-72.

Bendix, Reinhard. Construção Nacional e Cidadania – estudos de nossa ordem social em mudança. São
Paulo: Edusp, 1996.

Goldstone, Jack. Initial Conditions, General Laws, Path Dependence, and Explanation in Historical
Sociology. American Journal of Sociology, 104 (3): 829–845, 1998.

Moore Jr., Barrington. As origens sociais da ditadura e da democracia. São Paulo: Martins Fontes, 1983.

Mahoney, James, Kimball, Erin & Koivu, Kendra. “The logic of historical explanation in the social
sciences”. Comparative Political Studies, 42(1): 114-46, 2009.

Tilly, Charles. Future history. Theory and Society, 17: 703-712, 1988.

AULA 15 (15 e 16/06): Coerção e conflito

O papel da coerção na formação dos Estados Europeus

Literatura obrigatória:

Tilly, Charles. “A Guerra Induz a Formação e Transformação do Estado”, “As Tendências e as Interações
de Longo Alcance”, “Perspectivas” (cap. 1) e “Como a Guerra Fez os Estados, e Vice-versa” (Cap. 3). In:
_______. Coerção, Capital e Estados Europeus (990-1992). São Paulo: EDUSP, 1996. p. 68-88 e 123-
156.

Alternativamente, leia: Tilly, Charles. War Making and State Making as Organized Crime. In: Evans, Peter;
Rueschemeyer, Dietrich & Skocpol, Theda (Eds.). Bringing the State Back In. Cambridge: Cambridge
University Press, pp. 169-191, 1985.

Leitura recomendada:

17
Tilly, Charles. “Trajetórias Coercivas”, “Trajetórias Capitalistas” e “Trajetórias de Coerção Capitalizada”.
In: ________. Coerção, Capital e Estados Europeus (990-1992). São Paulo: EDUSP, 1996. P. 207-236.

Leitura complementar:

Centeno, Miguel. Blood and Debt: War and Nation-State in Latin America. University Park: Pennsylvania
State University Press, 2002.

Skocpol, Theda. States and Social Revolutions: A Comparative Analysis of France, Russia, and China.
New York and Cambridge: Cambridge University Press, 1979.

Tilly, Charles. From Mobilization to Revolution. Nova Iorque: Random House, 1988 [especialmente, 1-

“Introduction”, pp. 1-11].

Tilly, Charles. Movimentos sociais como política. Revista Brasileira de Ciência Política, 3: 133-160, 2010.

OBRAS GERAIS DE REFERÊNCIA:

Todas estão disponíveis em nossa Biblioteca Florestan Fernandes, se não no sítio edisciplinas.

Bottomore, Tom; Nisbet, Robert. História da Análise Sociológica. Tradução de W. Dutra. Rio de Janeiro:
Zahar, 1980.

Calhoun, Craig (ed.). Sociology in America: a history. Chicago/Londres: Chicago University Press, 2007.

Collins, Randall. Quatro Tradições Sociológicas. Petrópolis: Vozes, 2009 [1994].

Giddens, Anthony; Turner, Jonathan. Teoria Social Hoje. São Paulo: Unesp, 1996 [1987].

Joas, Hans; Knöbl, Wolfgang. Teoria Social. Petrópolis: Vozes, 2017 [2009].

Lallement, Michel. História das Ideias Sociológicas. Vol. 2: De Parsons aos Contemporâneos. Tradução
de Ephraim Alves. 3ª. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.

Sell, Carlos E.; Martins, Carlos B. Teoria Sociológica Contemporânea. São Paulo: Annablume, 2017.

VII. DATAS IMPORTANTES


Semanas sem aulas:

24 e 25 Fev: Carnaval.

06 e 07 Abr: Páscoa.

20 e 21 Abr: Tiradentes.

18
Atividades:

02 e 03 de Mar: Data de entrega dos integrantes dos grupos (trios)

17 Abr: Data máxima para o trancamento de matrícula em disciplinas

23 e 24 Mar: Data de entrega da proposta de trabalho (tema) (Cf. IV (3) a) acima)

13 e 14 Abr: Distribuição da prova (Cf. IV (2) acima)

22 de Abr: Entrega da prova na Secretaria do Departamento de Sociologia (Cf. IV (2) acima)

27 e 28 Abr: Data de entrega de uma descrição analítica do objeto escolhido e a lista comentada de
literatura escolhida para analisá-lo (cf. IV (3) b) acima)

25 e 26 Mai: Data de entrega da aplicação teórica na análise do tema tentativa, em Fórum específico no
Edisciplinas (cf. IV (3) c) acima)

08 e 08 Jun: Data da entrega do comentário com sugestões e críticas à proposta de outro grupo, em
Fórum específico no Edisciplinas (cf. IV (3) d) acima)

22 Jun: Data da entrega do trabalho final.

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