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FACULDADE ATENAS MARANHENSE - FAMA

Gestão da Qualidade
- TPM -
Total Productivity Maintenance
GERISVAL ALVES PESSOA
• Mestre em Gestão Empresarial
• Especialista em Engenharia da Qualidade
• Auditor Líder ISO 9000 e ISO 14000
• Auditor OHSAS 18001
• Instrutor Internacional de TPM
• Examinador Prêmio Nacional da Qualidade - Ciclos 2000, 2001 e 2002
 Gerisval Pessoa
Introdução ao

 Gerisval Pessoa
TPM
MANUTENÇÃO DA PRODUTIVIDADE TOTAL

Manutenção de um sistema de
produção de forma produtiva e
confiável, contando com a
participação de todos, ou seja, do
máximo Gerente ao empregado do
menor nível de execução.

 Gerisval Pessoa
Significado do TPM
M - MANUTENÇÃO
• Sentido amplo
• Conservar os equipamentos na condição de novo
• Conservar o nível máximo de produção
• Conservar o nível máximo de produtividade
• Conservar o ritmo das melhorias
P - PRODUTIVIDADE
• Limite máximo da eficiência do sistema de produção
• Zero acidente
• Zero defeito
• Zero Quebra / falha

T - TOTAL
• Eficiência global
• Rendimento total dos equipamentos
• Abrangência de todo o ciclo de vida dos equipamentos
• Participação de todos
 Gerisval Pessoa
Histórico do TPM

O TPM é um sistema japonês, desenvolvido a partir do


conceito PM (manutenção Produtiva), originária dos
Estados Unidos.

1º - (1951) Manutenção Preventiva - “medicina


preventiva” aplicada as máquinas, um acompanhamento
das condições físicas do equipamento;

2º - (1957) Manutenção por Melhoria - amplia o conceito


de prevenção, busca o aperfeiçoamento da confiabilidade
e da capacidade de manutenção;

 Gerisval Pessoa
Histórico do TPM

3º - (1960) Prevenção da Manutenção - projetar


equipamentos isentos da necessidade de manutenção.

4º - Manutenção Produtiva (PM) - atividade de


aperfeiçoamento da produtividade dos equipamentos
com a aplicação da Prevenção da Manutenção,
Manutenção Preventiva e por Melhoria;

 Gerisval Pessoa
Histórico do TPM

- Criada e desenvolvida nos EUA, a PM foi


introduzida no Japão pelo grupo Toyota em 1971;

- Apresentada ao Brasil na forma de seminário em


1986;

- Atualmente difundida em todo mundo e no Brasil


experimentada por mais de 300 empresas.

 Gerisval Pessoa
Características do TPM
Estabelece um programa de
prevenção
dos equipamentos desenvolvido pelo
próprio operador;

 Gerisval Pessoa
Características do TPM

Envolve todo sistema de produção e


requer a participação de todos;

 Gerisval Pessoa
Características do TPM

Busca resultados base zero:


zero defeito, zero falha, etc.

 Gerisval Pessoa
Objetivos do TPM

Melhoria da
Qualidade do
Pessoal
Melhores
Resultados
Melhoria da
Qualidade do
Equipamento

Maximização da performance operacional dos equipamentos

 Gerisval Pessoa Eliminação das perdas


Estrutura das Perdas

As 8 principais perdas na Indústria


de Processo

1 - Perda por paradas programadas


2 - Perdas por ajustes na produção
3- Perda por falhas em equipamentos
4 - Perdas por falha no processo
5 - Perda regular durante a produção
6 - Perdas irregulares durante a produção
7 - Perda por defeitos
7 - Perda por reprocessamento
 Gerisval Pessoa
Estrutura das Perdas

As 6 principais perdas do Equipamento

1- Perda por quebras


2- Perdas por preparação e ajustes
3- Perda por falhas e pequenas paradas
4- Perdas por velocidade reduzida
5- Perda por início de produção
6- Perdas defeito e retrabalho

 Gerisval Pessoa
Estrutura das Perdas

As 5 principais perdas dos Recursos Humanos

1 - Perda por controle.


2 - Perda por movimento;
3 - Perda por desorganização de linha;
4 - Perda por falha logística;
5 - Perda por medição e ajuste.

• Outras Perdas

• Perdas de material
• Perdas de energia
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Eficiência Operacional do Equipamento OEE

“ Eficiência Operacional Máxima em


Equipamentos ” significa a utilização plena
de suas respectivas funções e
capacidades”.

 Gerisval Pessoa
Estrutura das Perdas
no Equipamento/Instalação

Hora Calendário

Paradas Legais

Paradas por Quebra

Parada para set-up

Perdas por retrabalho

OEE

 Gerisval Pessoa
Perdas que tem Relação Direta
com a Eficiência
Com relação aos equipamentos, identificamos as principais perdas
que interagem com a eficiência dos equipamentos:
Perdas oriundas 1 - Perda por quebra/falha
de paradas dos
equipamentos 2 - Perda por set up e ajuste

Perdas oriundas 3 - Perda por pequenas paradas


Perdas que tem do desempenho
relação direta com do equipamento 4 - Perda de velocidade
a Eficiência Global
Perdas oriundas 5 - Perda por defeito e
dos Equipamentos
de defeitos retrabalho

Perdas oriundas 6 - Perda por desligamento


de carregamento
e desacionamento 7 - Perda por acionamento
inicial
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Correlação entre as Perdas
Eficiência Equipamento

• Perdas por quebras


Disponibilidade
• Perdas por set up

• Pequenas paradas
(Operação em vazio) Taxa de desempenho
• Redução de velocidade

• Defeitos gerados no
Processo Taxa de qualidade
• Início da produção

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Definição de Quebra Falha

“A perda da função definida do equipamento” .

A quebra/Falha pode ser do tipo:

• Parada de função
(Quando o equipamento pára repentinamente)

• Redução de função
(Quando o equipamento está em funcionamento,
mas ocorrem falhas no processo produtivo e outras
perdas)

 Gerisval Pessoa
Deterioração

Desgaste ao longo do tempo


Deterioração Natural
sob condições favoráveis.

Desgaste do equipamento
Deterioração Provocada
sob condições desfavoráveis

 Gerisval Pessoa
Raciocínio Básico “Quebra/Falha
Zero”

• “ A quebra/falha é • Se o raciocínio e o
provocada conscientemente comportamento do homem
pelo homem” mudarem, é possível fazer
com que a quebra/falha do
• O homem é causador da equipamento seja “zero”.
quebra/ falha dos
equipamentos

Mudar o conceito de “o equipamento é algo que quebra/falha” para


“não permitiremos que o equipamento quebre/falhe”, é possível
chegar à quebra/falha ZERO.

 Gerisval Pessoa
Regras Básicas para se Atingir
“Quebra/Falha Zero”

Registro A Quebra é apenas uma


ponta do iceberg
Análise Indícios/ QUEBRAS/FALHAS ( Promover um bom registro)
Evidências

Falhas latentes
(Sinal de falha/anomalia)
(Operador)
• Detritos, sujeiras, aderência de matérias-primas;
• Atritos, desgastes, folgas e vazamentos;
• Corrosão, deformação, estragos e rachaduras;
• anormalidade em termos de temperatura, vibração, ruído, etc.

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Medidas Contra Quebra/Falha

Estruturação das condições básicas

Cumprimento das condições de uso

Quebra/Falha
Zero
Restauração periódica da deterioração

Incremento da Capacitação Técnica

Melhoria dos pontos deficientes do projeto

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Resultados Mais Significativos do TPM

• Aumento da Produtividade em termos de valor agregado ------ 150%


• Diminuição das paradas imprevistas -------------------- de 1/10 a 1/250
• Rendimento operacional adicional ---------------------- 50% (ou mais)
• Redução de defeitos no processo de produção para menos de ---- 1/10
• Diminuição de reclamações para menos de ---------------------------- 1/4
• Redução nos custos de produção ---------------------------------------- 30%
• Redução do estoque de produtos acabados --------------- 50% (ou mais)
• Perda de produção ------------------------------------------------------ 0 (zero)
• Poluição e meio ambiente ---------------------------- 0 Não Conformidade

 Gerisval Pessoa
Eficácia do TPM - Indicadores

O TPM tem duas metas:

Quebra Zero & Zero defeito

Quando a quebra e defeito são eliminados, melhora a


disponibilidade do equipamento, se reduzem os custos,
pode-se minimizar os inventários, e como
conseqüência, aumenta a produtividade das Pessoas

 Gerisval Pessoa
Eficácia do TPM - Indicadores

PRODUTIVIDADE
- Incremento da produtividade de pessoal
- Incremento do valor agregado por empregado
- Incremento da taxa de operação
- Redução de quebras
QUALIDADE
Redução de defeitos em processo
Redução de defeitos
Redução das reclamações dos clientes
CUSTO
Redução de custo de manutenção
Conservação de energia

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Eficácia do TPM - Indicadores

ENTREGA
Redução de estoques (em dias)
Incremento da rotação de inventários

SEGURANÇA
Zero acidentes
Zero poluição

MORAL
Aumento do número de sugestões de melhorias
Aumento das reuniões de pequenos grupos

 Gerisval Pessoa
 Gerisval Pessoa
MELHORIAS
ESPECÍFICAS

MANUTENÇÃO
PLANEJADA

MANUTENÇÃO
AUTÔNOMA

EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO

MANUTENÇÃO
TPM

DA QUALIDADE

CONTROLE
P Q C E M S

INICIAL

TPM OFFICE
Os Oito Pilares do TPM

SEGURANÇA, SAÚDE
E MEIO AMBIENTE
Os Oito Pilares do TPM

• Melhorias Específicas
Busca alcançar a eficiência máxima do sistema produtivo pela
identificação das dezesseis maiores perdas, análise de todos os
fatores associados e dos fenômenos envolvidos e o estabeleci-
mento de ações para a sua eliminação.

• Manutenção Planejada
Busca o estabelecimento de um sistema de gerenciamento da
disponibilidade e manutenibilidade dos equipamentos, tornan-
do possível a eliminação das oito maiores perdas. Sua imple-
mentação é feita passo a passo, paralelamente à manutenção
autônoma.

 Gerisval Pessoa
Os Oito Pilares do TPM

• Manutenção Autônoma
Busca a capacitação dos operadores de forma a torná-los aptos
a promover em seu ambiente de trabalho mudanças que garan-
tam altos níveis de produtividade.

A Manutenção Autônoma é implementada em sete passos e deve


ser vista como linha base para o desenvolvimento das atividades
de TPM nos setores produtivos. Isso significa que os demais pila-
res devem basear suas atividades no desenvolvimento da Manu-
tenção Autônoma.

 Gerisval Pessoa
Os Oito Pilares do TPM

• Educação e Treinamento
Tem como objetivo capacitar as pessoas ao novo papel proposto
pelo TPM, pelo estabelecimento e desenvolvimento de suas com-
petências.

• Manutenção da Qualidade
Estabelecer os padrões de qualidade desejados e garantir o con-
trole do sistema da qualidade de forma a alcançar defeito zero.

 Gerisval Pessoa
Os Oito Pilares do TPM

• Controle Inicial
Estabelecer um sistema de gerenciamento da fase inicial dos
produtos e equipamentos, avaliar o ciclo de vida dos equipa-
mentos individualmente e no processo onde estão inseridos,
de forma a minimizar e até eliminar as perdas decorrentes
de cada fase.
• TPM Office
Eliminar as perdas administrativas pelo aumento da eficiência.
Dar suporte às atividades de produção.

• Segurança, Saúde e Meio Ambiente


Criar um sistema de controle que torne o ambiente e as operações
sadias e seguras, a fim de alcançar zero acidentes.
 Gerisval Pessoa
Desenvolvimento do TPM

Etapa 1 – Declaração da Alta


Administração

Etapa 2 – Educação
introdutória e campanha para
TPM

 Gerisval Pessoa
Desenvolvimento do TPM

Etapa 3 – Estrutura para


organização do TPM e modelo
piloto.

8
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r
e
s

 Gerisval Pessoa
Desenvolvimento do TPM

Etapa 4 – Estabelecimento de políticas

e metas para TPM.

Etapa 5 – Plano piloto para


desenvolvimento de TPM

 Gerisval Pessoa
Desenvolvimento do TPM

Etapa 6 – Partida do Sistema TPM

 Gerisval Pessoa
Desenvolvimento do TPM

Etapa 7 – Melhoria individual


ou específica

Etapa 8 – Sistema de
Manutenção Autônoma

 Gerisval Pessoa
Desenvolvimento do TPM

Etapa 9 – Sistema de
Manutenção da Qualidade

Etapa 10 – TPM Office

 Gerisval Pessoa
Desenvolvimento do TPM

Etapa 11 - Sistema de Segurança,


Higiene e Meio Ambiente.

Etapa 12 – Aplicação plena do TPM

 Gerisval Pessoa
Manutenção Autônoma

É o processo de capacitação dos operadores,


com o propósito de torná-los aptos a promover
no seu ambiente de trabalho mudanças que
garantam altos níveis
de produtividade.

 Gerisval Pessoa
Objetivos da Manutenção Autônoma

- Evitar a deterioração do equipamento através da


operação correta e das inspeções diárias;

- Levar o equipamento a condição ideal pela


restauração e gestão apropriada;

- Estabelecer condições básicas necessárias para ter


o equipamento permanentemente bem mantido.

 Gerisval Pessoa
Principais atividades da
Manutenção Autônoma

1- Evitar a deterioração
operação correta, ajuste correto; ordenação básica;
identificação de anomalias; registro de manutenção.
2- Medir a deterioração
inspeção diária e periódica.
3- Prevenir e restaurar a deterioração
pequenos serviços; relato e reparo imediatos;
atendimento a falhas inesperadas

 Gerisval Pessoa
Manutenção Autônoma

O conceito de “eu opero, você


conserta” está presente no
nosso dia-a-dia e na maioria das
vezes o pessoal de operação
acredita que as falhas são de
responsabilidade do pessoal da
manutenção.

 Gerisval Pessoa
Manutenção Autônoma

Por favor me ajude!


Estou precisando de
manutenção.
O desenvolvimento da
Manutenção Autônoma
implica em mudanças
nos
papéis da Operação e da
Manutenção e,
consequentemente,
mudanças nos
equipamentos.

 Gerisval Pessoa
Manutenção Autônoma

A mudança de papéis implica na


necessidade de um plano de
capacitação da Operação e da
Manutenção

 Gerisval Pessoa
Manutenção Autônoma

A mudança dos equipamentos


implica na implementação de um
sistema de controle de perdas e
suporte às melhorias que
serão implementadas
nos equipamentos.

 Gerisval Pessoa
Papel da Equipe de Manutenção

A orientação e o apoio para tornar a manutenção


autônoma uma parte eficaz do programa de
manutenção.
Tarefas mais importantes:
- instruções em técnicas de inspeção;
- auxiliar na elaboração de padrões;
- capacitação para lubrificação;
- atender imediatamente as solicitações de pequenos

reparos;
- dar assistência as atividades de melhoria;
- organizar as atividades da rotina.
 Gerisval Pessoa
Papel da Equipe de Manutenção

Equipe de manutenção - outras atividades

- investigar e desenvolver novas tecnologias de


manutenção
- criar sistema de registro de manutenção, gerar
dados
- utilizar análise de falha e prevenir repetição de
falha séria

 Gerisval Pessoa
Operador com domínio do
Equipamento

As quatro capacidades necessárias para ter


“um Operador com domínio do equipamento”
• Capacidade para descobrir anomalias
Possuir a visão acurada para distinguir as anormalidades

• Capacidade de tratamento e recuperação


• Conseguir executar com rapidez, as medidas corretas em relação às
anormalidades

• Capacidade para estabelecer condições


Saber definir quantitativamente os critérios de julgamento de uma situação
normal ou anormal.

• Capacidade de controle para manutenção da situação


Cumprir rigorosamente as regras definidas
 Gerisval Pessoa
As quatro etapas para se tornar um operador
com domínio do equipamento e a Manutenção
Autônoma
4 Etapas para Domínio do 7 Etapas da Manutenção
Equipamento Autônoma
1 - Ter em mente o raciocínio e o 1 - Limpeza inicial e inspeção
método de melhoria no 2 - Medidas contra fontes de sujeira
equipamento. e locais de difícil acesso.
2 - Conhecer as funções e a 3 - Elaboração dos padrões
estrutura dos equipamentos. provisórios para limpeza, inspeção
e lubrificação.
4 - Inspeção geral do equipamento
3 - Conhecer a precisão do 5 - Inspeção autônoma
equipamento e a qualidade
do produto. 6 - Padronização

4 - Conseguir efetuar consertos


nos equipamentos. 7 - Controle por iniciativa própria

 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma

1ª Etapa - Limpeza Inicial

Atividades
- Remover toda sujeira e contaminação do equipamento.

- Retirar peças desnecessárias.

Objetivo
- Eliminar causas de deterioração como poeira, sujeira
antiga.
- Prevenir a deterioração acelerada. Melhorar a qualidade
da inspeção e reparo, reduzindo o tempo requerido.
Descobrir e tratar defeitos escondidos.

 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma

2ª Etapa - Eliminar fontes de sujeira e Locais de


difícil acesso

Atividades
- Eliminar as fontes de poeira e sujeira dos locais difícil de
limpar e lubrificar; Reduzir o tempo exigido para a
Lubrificação e Limpeza.

Objetivo
-Melhorar a confiabilidade inerente do equipamento evitando
que a poeira e outras contaminações se acumulem; Melhorar
a manutenabilidade melhorando a Limpeza e a Lubrificação.

 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma

3ª Etapa - Estabelecer padrões (Limpeza,


Lubrificação e Reaperto)
Atividades
-Estabelecer padrões de trabalho que ajudem a manter a
Limpeza, lubrificação e aperto de parafusos em nível
adequado, com o menor tempo e esforço possível. Melhorar
atividade de inspeção
introduzindo controles visuais.

Objetivo
- Manter as três condições básicas para conservação
adequada do equipamento e prevenir a sua deterioração.
(Limpeza, Lubrificação e reaperto)
- Realizar inspeções precisas através de controles visuais.
 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma

Processo de Implantação

Etapas 1,2,3 Etapas 4,5 Etapas 6,7

ETAPAS ETAPAS ETAPAS


1, 2, 3 4, 5 6, 7
MELHORIA MELHORIA MELHORIA
EQUIPAMENTOS PESSOAS EMPRESA

 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma

4ª Etapa - Inspeção Geral


Atividades
- Capacitar em técnicas de inspeção baseada em manuais.
Elevar a condição ótima os elementos individuais do
equipamento mediante inspeção geral Modificar o equipamento
para facilitar a inspeção ; Fazer uso intenso dos controles
visuais; Encontrar e corrigir defeitos menores

Objetivo
-inspecionar as partes principais do equipamento, restaurar a
deterioração, melhorar confiabilidade. Facilitar inspeção
através de métodos inovadores tais como indicadores
térmicos, placa de especificação de correias em V, placas de
tipos e quantidades de lubrificantes, etiquetas de instrução de
cores, indicadores "on-off" de válvulas, etc.
 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma
5ª Etapa - Inspeção Autônoma (Inspeção geral dos processos)
Atividades
- Desenvolver e utilizar toda verificação de manutenção autônoma.
(Padrão de limpeza, reaperto, lubrificação e inspeção para fácil aplicação)

- Impedir a duplicidade e omissão na inspeção, incorporando na inspeção


periódica de cada equipamento, os padrões provisórios de inspeção,
limpeza e de todo processo.
Objetivo
- Manter condições ótimas do equipamento já restaurada a deterioração
pela inspeção geral. Inovar sistemas de controle visual;tornar mais efetiva
a Limpeza, Lubrificação e inspeção; Revisar equipamento e fatores
humanos; esclarecer condições anormais; implantar melhorias para
facilitar a operação; capacitar empregados para correta operação e
tratamento de anomalias; conscientizar empregados sobre seu papel na
manutenção planejada e estimular a auto-gestão através das inspeções e
reposição periódicas; ajudar os empregados a reconhecer a necessidade
de registrar dados ao longo do tempo.
 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma

6ª Etapa - Manutenção Autônoma Sistemática

Atividades
-Padronizar as normas do local de trabalho; Melhorar a efetividade do trabalho,
qualidade do produto e a segurança do local; Reduzir o tempo de preparação e
ajuste; eliminar trabalho em processo; Padronizar o manuseio de materiais;
Recolher e registrar dados; padronizar; Estabelecer um sistema de auto gestão
para melhorar o fluxo no local de trabalho, reposição de peças, ferramentas
produtos finais, dados, etc Estabelecer a manutenção da qualidade e de
segurança padronizando procedimentos claros.

Objetivo
- Revisar e melhorar o "lay-out" da planta, etc;Sistematizar o controle de trabalho
em processo, produtos defeituosos, utilidades, planilhas, ferramentas
instrumentos de medida, etc implantar sistema de controle visual no lugar de
trabalho Educar e orientar em análises e técnicas de melhoria Melhorar a
compreensão entre equipamento e qualidade e estabelecer um sistema de
manutenção da qualidade
 Gerisval Pessoa
Etapas da Manutenção Autônoma

7ª Etapa - Manutenção Autônoma Plena (Auto-Gestão)


Atividades
-Desenvolver atividades de melhoria e padronizar de acordo
com os objetivos e políticas, reduzir custos eliminando os
desperdícios nos locais de trabalho. Melhorar continuamente os
equipamentos, com base no registro e análise criteriosa MTBF

Objetivo
-Recolher e analisar sistematicamente os dados para melhorar
os equipamentos, elevar a confiabilidade, segurança,
mantenabilidade, qualidade e processo. Priorizar as
melhorias do equipamento, ampliar seu período de vida e os
intervalos de inspeção, usando dados consistentes para
identificar fragilidade.

 Gerisval Pessoa
Utilização do Quadro de Atividades

• Descrever a orientação e a estratégia Falhas


tipos de Falhas Fal has

das atividades 1
2
3
M ecâni ca

E l étr i ca

Oper ç ão

T otal
80
60
40
20
0
Seqüência1

l
...

ta
...
Elé
.
M..

To
Op
4

• Mostrar o Plano de Ações para cada


passo e objetivo de cada um deles
Fal has
Tipos de Falhas Falhas

80 100
60 Mecânica 50 Seqüência1
40
20 Elétrica 0
0 Seqüência1

Elétrica
Mecânica

Operção
Total
Operção
Total

• Descrever todas as atividades que


estão sendo desenvolvidas, os
prazos comprometidos, os
responsáveis e acompanhamento.

• Apresentar exemplos de casos de


melhorias, balanço entre anomalias
levantadas e executadas.

 Gerisval Pessoa
Folha de Lição Ponto-a-Ponto
Objetivos da Lição Ponto-a-Ponto

• Ter a possibilidade de se estudar de forma


prática e descontraída, a qualquer período do dia.

• Possibilitar a compreensão de maneira fácil


nto
Po
Po
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-a- a qualquer pessoa e num curto espaço de tempo.
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eq to o a faix
a • Possibilitar o auto-aprendizado, por ser
a n r
qu tive arel
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elaborado pela própria pessoa.

• Permitir o desenvolvimento conjunto instrutor


e do treinando, pois através do treinamento o
próprio instrutor se desenvolve.

• Deve ser aplicada principalmente na 1a etapa,


para criar uma visão acurada de detecção de
inconveniências.
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Reuniões e Relatórios

As reuniões de grupo
são fundamentais para o
desenvolvimento da
Manutenção Autônoma
pois as atividades não
serão cumpridas a
menos que cada um
se sinta como parte do grupo.
Grupo de
Manutenção
Autônoma

 Gerisval Pessoa
Uso de Auditorias

Para garantir os resultados


consistentes e desenvolvimento
constante e uniforme do
programa, as atividades
de Manutenção Autônoma
devem ser auditadas
periodicamente.

 Gerisval Pessoa
Identificando Inconveniências

Inconveniências são todas as


condições anormais que podem
apresentar os equipamentos.
Condições estas que podem
levar a ocorrência de perdas
de quaisquer natureza.
Resumindo: são as
famosas anomalias. Toda
anomalia é uma inconveniência
e vice-versa.

 Gerisval Pessoa
Itens de Inconveniência

• Falhas ínfimas
• Condições básicas
• Locais de difícil acesso
• Fontes de sujeira
• Origem de defeitos de qualidade
• Objetos desnecessários
• Locais inseguros

 Gerisval Pessoa
Locais de Inconveniência

• Aparência externa do equipamento


• Corpo do equipamento
• Máquinas, instrumentos e acessórios
• Equipamentos secundários
• Equipamentos de transporte
• Arredores do equipamento

 Gerisval Pessoa
Eliminação

Eliminar as inconveniências significa


restaurar o equipamento, trazendo-o às
suas condições ideais. As inconveniências
devem, sempre que possível, ser eliminadas
pelo próprio operador. Os casos mais
complexos, que necessitam do conhecimento
mais específico, devem ser eliminadas
pelo pessoal da manutenção.

 Gerisval Pessoa
Controle - Requisito Fundamental
do TPM

O êxito do primeiro passo poderá ser sentido no


desempenho do equipamento e dos próprios operadores

No equipamento pela Nos operadores pela


redução do número pronta identificação de
de quebras e falhas, novas inconveniências,
do número de que indica assimilação, o
retrabalhos e aumento do conhecimento
problemas sobre seu equipamento e,
de qualidade. principalmente, elevação
da motivação.

 Gerisval Pessoa
Procure despertar o conceito da
relação causa/efeito. Observe que os
equipamentos
que mais quebravam eram os que
apresentavam maior número de
inconveniências. Veja a reação
do desempenho do equipamento
à medida que as inconveniências
são eliminadas.

 Gerisval Pessoa
Resultados da Manutenção
Autônoma

• Identificar as inconveniências
• Entender as funções dos equipamentos
• Entender a relação do equipamento e
a qualidade
• Realizar pequenos reparos
• Realizar melhorias nos equipamentos
• Segurança, higiene e preservação ambiental

 Gerisval Pessoa
Atividade de Círculos

Como o CCQ, o TPM exige uma


estrutura de trabalho, com líder de
grupo e participação efetiva
de todos os membros.

 Gerisval Pessoa
Princípio na Prática

Está sendo
assimilado com o
exercício,
ao invés de se ater
a teorias.

 Gerisval Pessoa
Execução Rigorosa

Não busque
executar as
atividades da cada
etapa incompletas,
caso contrário, não
haverá assimilação
e nem se manterá.

 Gerisval Pessoa
Efeitos Concretos

Está sendo
obtido o efeito
concreto
correspondente
ao objetivo de
cada etapa?

 Gerisval Pessoa