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Relatório

Extracção do ADN Do Morango Discentes: Carolina Rato N.º1889 Inês Alves N.º 1908 Soraia Marques
Extracção do ADN
Do Morango
Discentes:
Carolina Rato N.º1889
Inês Alves N.º 1908
Soraia Marques N.º1893
Dirce Cunha N.º 1888
João Loureiro N.º 1882
Docente:
Bárbara Chagas

Escola Superior de Técnologia do Barreiro Curso de Especialização Tecnológica Técnicas de Laboratório

Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

Resumo

Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango Resumo A realização desta actividade experimental teve como

A realização desta actividade experimental teve como objectivo a extracção e observação de DNA de uma amostra de morango.

Começou-se por triturar a amostra de morango, num almofariz, juntando duas espátulas de sal e 200mL de água fria, durante cerca de um minuto.

Em seguida colocou-se, num Erlenmeyer, um funil com um filtro de gaze previamente preparado, através do qual se verteu a mistura resultante da trituração, obtendo um filtrado avermelhado. Mediu-se 40mL do filtrado, com uma proveta, para um novo balão Erlenmeyer.

Após a filtração da mistura, adicionou-se 2 mL de detergente concentrado e misturou-se lentamente, de forma a não criar espuma. Em seguida foram transferidos 5 ml para um tubo de ensaio, ao qual foi adicionado 5 ml de álcool frio. Foi possível distinguir um sobrenadante, o álcool, da camada aquosa.

Após um tempo de espera de 5 minutos foi possível a observação de filamentos brancos que precipitaram para a camada de álcool, e com uma vareta retirar os filamentos observados.

De forma a melhor poder observar os filamentos, e como havia amostra suficiente, foi possível repetir a experiência mas mudando o solvente. Em vez do álcool a 70%, foram utilizados o metanol a 99,8% e o etanol 96%.

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

Índice

Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango Índice Introdução 5 Descrição Experimental 6

Introdução

5

Descrição Experimental

6

Materiais e Equipamentos

6

Reagentes e Amostras

6

Procedimento Experimental

7

Resultados Experimentais

7

Resultados Obtidos/Observações

7

Importância do ADN

8

Localização do ADN

8

Função do ADN

8

Funções dos Reagentes

8

Sal

8

Detergente

9

Etanol 96 %

9

Desempenho da Trituração

9

Desempenho da Filtração

9

Ascensão do ADN na Suspensão

9

Conclusão

10

Referências Bibliográficas

11

Anexos

12

Anexo I Frases de Risco e Segurança

13

Anexo II Esquema de Extracção Caseira do ADN do Morango

20

Anexo III Ilustração e Esquematização da Extracção de ADN

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

Introdução

Bioquímicas Extracção de ADN do Morango Introdução O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: ácido

O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português:

ácido desoxirribonucleico; ou DNA, em inglês:

deoxyribonucleic acid) é um composto orgânico

cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus, e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo.

Figura 1 Cadeia de DNA

hereditárias de cada ser vivo. Figura 1 – Cadeia de DNA O seu principal papel é

O seu principal papel é armazenar as informações necessárias para a construção das proteínas e ARNs. Os segmentos de ADN que contêm a informação genética são denominados genes. O restante da sequência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética.

As bases púricas encontradas no DNA são adenina e guanina; e as bases pirimídicas são citosina e timina, sendo que a adenina liga-se à timina e a guanina liga-se à citosina através de pontes de hidrogénio. A partir da extracção do DNA, será possível verificar o aspecto do DNA, observar que o DNA pode ser encontrado em diversos tipos de células e debater e aprofundar questões científicas relacionadas à genética.

As técnicas de manipulação do DNA têm influenciado directa ou indirectamente a sociedade, através da cura e diagnóstico precoce de doenças, dos testes de paternidade, através das aplicações na medicina forense, na prevenção de espécies ameaçadas, na agricultura e na busca pela cura de diversas doenças.

Uma das razões de se trabalhar com morangos é que a extração do seu DNA é muito fácil, porque são muito macios e fáceis de homogeneizar. Morangos maduros também, produzem pectinases e celulares, que são enzimas que degradam a pectina e a celulose (respectivamente), presentes nas paredes celulares das células vegetais. Além disso, os morangos possuem muito DNA: eles possuem 8 (oito) cópias de cada conjunto de cromossomos (são octoplóides).

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Materiais e Equipamentos

Almofariz e Mão (Pilão);

Varetas;

Erlenmeyer;

Funil;

Pipeta de 2 mL;

Filtro de gaze;

Reagentes e Amostras

Sal;

Gelo;

Água Fria;

Detergente,

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Descrição Experimental

Pipeta de 5 mL;

Proveta de 50 mL;

Proveta de 250 mL;

Espátulas.

Álcool Etílico Frio 70 %;

Metanol 99,8 %;

Etanol 96 %;

Morangos.

Tabela 1 Rotulagem dos Reagentes

96 %; Morangos. Tabela 1 – Rotulagem dos Reagentes     Massa       Grau
   

Massa

     

Grau de

 

Reagentes

Fórmula

Molar

(g/mol)

Classificação

Marca

Densidade

g/cm 3

Pureza

%

Frases R e S 1

             

R:11

Etanol

C

2 H 6 O

46,06

Inflamável

Aga

0,789

96

S:2-7-16

             

R:11 R:23/24/25

Metanol

CH 3 OH

32,04

Inflamável

Tóxico

Panreac

0,79

99,8

R:39/23/24/25;

S: 1/2-7-16- 36/37-45

Álcool

           

R: 11

Etílico

C

2 H 6 O

46,06

Inflamável

Continente

0,789

70

S:2-7-16

Esta tabela é relativa à rotulagem dos reagentes usados, as informações prestadas na

mesma é referente aos rótulos reais dos reagentes utilizados neste procedimento

experimental.

1 Frases de Risco e Segurança no Anexo I.

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Procedimento Experimental

Extracção de ADN do Morango Procedimento Experimental  Introduziu-se no almofariz morango, 2 espátulas de

Introduziu-se no almofariz morango, 2 espátulas de sal, 200 ml de água fria, cubos de gelo.

Triturou-se durante 1 minuto

Colocou-se num balão de Erlenmayer um funil grande com gaze.

Verteu-se a mistura resultante da trituração no funil.

Mediu-se 40 ml de filtrado, com uma proveta, para um novo balão Erlenmayer.

Adicionou-se ao filtrado 2 ml de detergente.

Misturou-se lentamente, sem fazer espuma.

Retirou-se 5 ml do preparado anterior e transferiu-se para um tubo de ensaio.

Adicionou-se, muito lentamente e sem agitar, 5 mL de álcool frio.

Foi possível distinguir uma fase alcoólica, o sobrenadante, e uma fase aquosa (inferior).

Deixou-se repousar cerca de 5 min

Observou-se os filamentos de cor branca que se precipitaram no limite da camada de álcool.

Com uma vareta, retiraram-se os filamentos observados.

Resultados Experimentais

Resultados Obtidos/Observações

Figura 2 Esquema dos Resultados Obtidos

Figura 2 – Esquema dos Resultados Obtidos Sobrenadante (Álcool) Filamento de ADN Amostra com Sal 7
Figura 2 – Esquema dos Resultados Obtidos Sobrenadante (Álcool) Filamento de ADN Amostra com Sal 7

Sobrenadante (Álcool)

Filamento de ADN

Amostra com Sal

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango No esquema representado na página anterior,

Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

No esquema representado na página anterior, pode se observar claramente o sobrenadante, a fase aquosa (amostra com sal) e menos nitidamente o filamento de ADN. Isto pode ter ocorrido devido por a temperatura do álcool não estar nas temperaturas ideiais, sendo estas o mais frio possivel aconselhando-se a usar um álcool que tenha sido armazenado no frio.

Importância do ADN

ADN (ácido desoxirribonucléico), é um conjunto de moléculas que contêm, o material genético que controla toda a actividade celular, e contêm toda a informação genética para a produção de proteínas e para a formação de ser vivo.

O ADN também contém genes relacionados com doenças genéticas, que são transmitidas

hereditariamente.

Esta molécula também é importante para os investigadores que determinam o papel que os genes exercem em doenças complexas, como cancro, diabetes e doenças cardíacas.

Localização do ADN

O DNA das células eucarioticas localiza-se no núcleo e uma pequena porção nas mitocondrias e cloroplasto.

Função do ADN

Tem como função armazenar as informações necessárias para a formação das proteínas e RNA, coorderam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus.

Funções dos Reagentes

Sal

O sal contêm iões positivos que ao adicionar-se após se ter triturado o morango, este

neutraliza a carga negativa do DNA, estabilizando-o. As moléculas de DNA agregam-se, formando filamentos espessos, compridos e mais visíveis.

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Detergente

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de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango O detergente rompe a camada da membrana que

O detergente rompe a camada da membrana que é constituída pelos lípidos. Ao romper a

camada lipídica, as proteínas e o DNA, soltam-se e dispersam na solução. A função das

proteínas é manter o DNA enrolado.

Etanol 96 %

O etanol desidrata o DNA, não ficando dissolvido no meio aquoso, então as suas as moléculas agrupam-se. O com a adição do etanol, o DNA precipita e separa-se da solução tornando possível a sua visualização.

Desempenho da Trituração

A trituração do morango serve para romper a parede celular, libertando o conteúdo

celular e também para que os reagentes utilizados na extração atinjam mais facilmente a

todas as células.

Desempenho da Filtração

A filtração tem como objetivo separar a membrana celular e as

membranas citoplasmática do restante conteúdo celular.

Ascensão do ADN na Suspensão

Figura 3 - Filtração

Ascensão do ADN na Suspensão Figura 3 - Filtração Figura 4 - Ascensão do DNA O

Figura 4 - Ascensão do DNA

Figura 3 - Filtração Figura 4 - Ascensão do DNA O etanol é menos denso que

O etanol é menos denso que a água por este motivo este flutua numa camada acima. O DNA tem menor densidade que os outros constituintes celulares deste modo surge na superfície do etanol.

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Conclusão

Bioquímicas Extracção de ADN do Morango Conclusão Neste trabalho experimental foi possivel extrair o ADN do

Neste trabalho experimental foi possivel extrair o ADN do morango, considerando este um método simples e eficaz na extracção desta molécula, e no anexo II apresentou-se um esquema caseiro e simples de se conseguir praticar este procedimento em qualquer lugar.

que é a estrutura

extracelular que envolve e protege a célula vegetal e colocou-se o sal que ajuda a manter

Inicialmente triturou-se o morango e ocorreu a quebra da parede celular,

as proteínas dissolvidas no líquido extraído, impedindo que elas precipitem com o ADN.

De seguida realizou-se a adição do detergente que foi responsável pelo rompimento da membrana citoplasmática e da liberação do ADN.

Assim, com a adição do álcool, foi possível separar a molécula de ADN do resto da amostra.

Apesar se ter conseguido visualizar os filamentos de ADN, e realizado a experiência com sucesso esperava-se uma maior aglomeração dos filamentos de ADN do morango, visto que o morango é um dos alimentos com maior abundância de ADN e este processo simples costuma apresentar melhores resultados.

No anexo III apresentou-se um esquema com uma ilustração e um esquema com uma maior aglomeração de ADN do morango, com este esquema consegue-se ter uma maior visualização do ADN e das diferentes fases do processo.

Ocorreu pouca formação de ADN devido ao álcool utilizado não se encontrar dentro da temperatura ideial, concluiu-se isto porque se efectou esta análise com 3 tipos de álcoois e os resultados observados não se encontram muito diferentes uns dos outros, apesar que com o etanol a 96 % conseguiu-se uma melhor visualização da molécula de ADN do morango.

Os outros álcoois, álcool etílico a 70 % e o metanol a 99,8 %, também obtiveram os resultados pretendidos, mas em menor quantidade e com o tempo observou-se o desaparecimento dessa molécula, tornando assim o etanol a 96 % mais eficaz que os anteriores.

Para se conseguir melhorar este resultado poderia-se ter colocado o tudo de ensaio com a amostra e com o etanol no frigorifico e a quantidade de ADN observável aumentaria significativamente.

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango Anexos 12

Anexos

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Anexo I Frases de Risco e Segurança

Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango Frases de Risco e Segurança, também conhecidas como

Frases de Risco e Segurança, também conhecidas como frases R/S, é um sistema de códigos de risco e frases para descrição de compostos químicos perigosos. As frases R/S consistem de frases indicadoras de riscos específicos (frases R), indicado pela letra R, e frases de recomendações de prudência (frases S) indicadas pela letra S. Essas letras são seguidas de um número, cuja combinação indica uma única frase que possui o mesmo significado em diferentes idiomas.

Há ainda a possibilidades de combinações entre frases indicadoras de risco, onde os números (precedidos pela letra R) são separados por um hífen (-), quando se trata de indicações distintas, referentes a riscos (R) específicos, por um traço oblíquo (/), quando se trata de uma indicação combinada, reunindo numa só frase a menção aos riscos específicos.

É previsto, pela directiva actual, que todos os produtos químicos possuam na sua embalagem as frases R e frases S correspondentes à substância química em seu conteúdo.

FRASES DE RISCO (FRASES R)

R1: Explosivo no estado seco. R2: Risco de explosão por choque, fricção, fogo ou outras fontes de ignição. R3: Grande risco de explosão por choque, fricção, fogo ou outras fontes de ignição. R4: Forma compostos metálicos explosivos muito sensíveis. R5: Perigo de explosão sob a acção do calor. R6: Perigo de explosão com ou sem contacto com o ar. R7: Pode provocar incêndio. R8: Favorece a inflamação de matérias combustíveis. R9: Pode explodir quando misturado com matérias combustíveis. R10: Inflamável. R11: Facilmente inflamável. R12: Extremamente inflamável. R14: Reage violentamente em contacto com a água. R15 : Em contacto com a água liberta gases extremamente inflamáveis. R16: Explosivo quando misturado com substâncias comburentes. R17: Espontaneamente inflamável ao ar. R18: Pode formar uma mistura vapor-ar explosiva/inflamável durante a utilização.

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R19: Pode formar peróxidos explosivos. R20: Nocivo por inalação. R21: Nocivo em contacto com a pele. R22: Nocivo por ingestão. R23: Tóxico por inalação. R24: Tóxico em contacto com a pele. R25: Tóxico por ingestão. R26: Muito tóxico por inalação. R27: Muito tóxico em contacto com a pele. R28: Muito tóxico por ingestão. R29: Em contacto com a água liberta gases tóxicos. R30: Pode tornar-se facilmente inflamável durante o uso. R31: Em contacto com ácidos liberta gases tóxicos. R32: Em contacto com ácidos liberta gases muito tóxicos. R33: Perigo de efeitos cumulativos. R34: Provoca queimaduras. R35: Provoca queimaduras graves. R36: Irritante para os olhos. R37: Irritante para as vias respiratórias. R38: Irritante para a pele. R39: Perigo de efeitos irreversíveis muito graves. R40: Possibilidade de efeitos cancerígenos. R41: Risco de lesões oculares graves. R42: Pode causar sensibilização por inalação. R43: Pode causar sensibilização em contacto com a pele. R44: Risco de explosão se aquecido em ambiente fechado. R45: Pode causar cancro. R46: Pode causar alterações genéticas hereditárias. R48: Risco de efeitos graves para a saúde em caso de exposição prolongada. R49: Pode causar cancro por inalação. R50: Muito tóxico para os organismos aquáticos. R51: Tóxico para os organismos aquáticos. R52: Nocivo para os organismos aquáticos. R53: Pode causar efeitos nefastos a longo prazo no ambiente aquático. R54: Tóxico para a flora.

aquáticos. R53: Pode causar efeitos nefastos a longo prazo no ambiente aquático. R54: Tóxico para a

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R55: Tóxico para a fauna. R56: Tóxico para os organismos do solo. R57: Tóxico para as abelhas. R58: Pode causar efeitos nefastos a longo prazo no ambiente. R59: Perigoso para a camada de ozono. R60: Pode comprometer a fertilidade. R61: Risco durante a gravidez com efeitos adversos na descendência. R62: Possíveis riscos de comprometer a fertilidade. R63: Possíveis riscos durante a gravidez com efeitos adversos na descendência. R64: Pode causar danos às crianças alimentadas com leite materno. R65: Nocivo: pode causar danos nos pulmões se ingerido. R66: Pode provocar secura da pele ou fissuras, por exposição repetida. R67: Pode provocar sonolência e vertigens, por inalação dos vapores. R68: Possibilidade de efeitos irreversíveis.

dos vapores. R68: Possibilidade de efeitos irreversíveis. FRASES COMBINADAS (R) R14/15: Reage violentamente com a

FRASES COMBINADAS (R)

R14/15: Reage violentamente com a água libertando gases extremamente inflamáveis. R15/29: Em contacto com a água liberta gases tóxicos e extremamente inflamáveis. R20/21: Nocivo por inalação e em contacto com a pele. R20/22: Nocivo por inalação e ingestão. R20/21/22: Nocivo por inalação, em contacto com a pele e por ingestão. R21/22: Nocivo em contacto com a pele e por ingestão. R23/24: Tóxico por inalação e em contacto com a pele. R23/25: Tóxico por inalação e ingestão. R23/24/25: Tóxico por inalação, em contacto com a pele e por ingestão. R24/25: Tóxico em contacto com a pele e por ingestão. R26/27: Muito tóxico por inalação e em contacto com a pele. R26/28: Muito tóxico por inalação e ingestão. R26/27/28: Muito tóxico por inalação, em contacto com a pele e por ingestão. R27/28: Muito tóxico em contacto com a pele e por ingestão. R36/37: Irritante para os olhos e vias respiratórias. R36/38: Irritante para os olhos e pele. R36/37/38: Irritante para os olhos, vias respiratórias e pele. R37/38: Irritante para as vias respiratórias e pele. R39/23: Tóxico: perigo de efeitos irreversíveis muito graves por inalação.

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R39/24: Tóxico: perigo de efeitos irreversíveis muito graves em contacto com a pele. R39/25: Tóxico: perigo de efeitos irreversíveis muito graves por ingestão.

perigo de efeitos irreversíveis muito graves por ingestão. FRASES DE SEGURANÇA (FRASES S) S1: Conservar bem

FRASES DE SEGURANÇA (FRASES S)

S1: Conservar bem trancado. S2: Manter fora do alcance das crianças. S3: Conservar em lugar fresco. S4: Manter longe de lugares habitados.

S5: Conservar em S6: Conservar em

S7: Manter o recipiente bem fechado. S8: Manter o recipiente ao abrigo da humidade. S9: Manter o recipiente num lugar bem ventilado. S10: Manter o conteúdo húmido. S11: Evitar o contacto com o ar. S12: Não fechar o recipiente hermeticamente.

S13: Manter longe de comida, bebidas incluindo os dos animais.

S14: Manter afastado de

S15: Conservar longe do calor. S16: Conservar longe de fontes de ignição - Não fumar. S17: Manter longe de materiais combustíveis.

S18: Abrir manipular o recipiente com cautela. S20: Não comer nem beber durante a utilização. S21: Não fumar durante a utilização. S22: Não respirar o pó. S23: Não respirar o vapor/gás/fumo/aerossol.

S24: Evitar o contacto com a pele. S25: Evitar o contacto com os olhos. S26: Em caso de contacto com os olhos lavar imediata abundantemente em água e chamar um médico. S27: Retirar imediatamente a roupa contaminada.

(líquido apropriado a especificar pelo fabricante) (1). (gás inerte a especificar pelo fabricante) (2).

(materiais incompatíveis a indicar pelo fabricante).

S28: Em caso de contacto com a pele lavar imediata e abundantemente com adequado a indicar pelo fabricante) (3). S29: Não atirar os resíduos para os esgotos. S30: Nunca adicionar água ao produto.

(produto

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango S33: Evitar a acumulação de cargas

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S33: Evitar a acumulação de cargas electroestáticas.

S34: Evitar choques e fricções. S35: Eliminar os resíduos do produto e os seus recipientes com todas as precauções possíveis. S36: Usar vestuário de protecção adequado. S37: Usar luvas adequadas. S38: Em caso de ventilação insuficiente usar equipamento respiratório adequado. S39: Usar protecção adequada para os olhos/cara.

S40: Para limpar os solos e os objectos contaminados com este produto utilizar especificar pelo fabricante). S41: Em caso de incêndio e/ou explosão não respirar os fumos.

S42: Durante as fumigações/pulverizações, usar equipamento respiratório adequado (denominação(ões) adequada(s) a especificar pelo fabricante.

S43: Em caso de incêndio usar

aumentar os riscos acrescentar "Não utilizar água"). S44: Em caso de indisposição consultar um médico (se possível mostrar-lhe o rótulo do

produto). S45: Em caso de acidente ou indisposição consultar imediatamente um médico (se possível mostrar-lhe o rótulo do produto). S46: Em caso de ingestão consultar imediatamente um médico e mostrar o rótulo ou a embalagem.

S47: Conservar a uma temperatura inferior a

S48: Conservar húmido com

S49: Conservar unicamente no recipiente de origem.

S50: Não misturar com

S51: Usar unicamente em locais bem ventilados. S52: Não usar sobre grandes superfícies em lugares habitados. S53: Evitar a exposição obter instruções especiais antes de usar. S54: Obter autorização das autoridades de controlo de contaminação antes de despejar nas estações de tratamento de águas residuais. S55: Utilizar as melhores técnicas de tratamento antes de despejar na rede de esgotos ou no meio aquático. S56: Não despejar na rede de esgotos nem no meio aquático. Utilizar para o efeito um local apropriado para o tratamento dos resíduos. S57: Utilizar um contentor adequado para evitar a contaminação do meio ambiente.

(meios de extinção a especificar pelo fabricante. Se a água

(e

ºC (a especificar pelo fabricante).

(meio apropriado a especificar pelo fabricante) (4).

(a especificar pelo fabricante).

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango S58: Elimina-se como resíduo perigoso. S59:

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S58: Elimina-se como resíduo perigoso. S59: Informar-se junto do fabricante de como reciclar e recuperar o produto. S60: Elimina-se o produto e o recipiente como resíduos perigosos. S61: Evitar a sua libertação para o meio ambiente. Ter em atenção as instruções específicas das fichas de dados de Segurança. S62: Em caso de ingestão não provocar o vómito: consultar imediatamente um médico e mostrar o rótulo ou a embalagem.

FRASES COMBINADAS (S)

S1/2: Conservar bem trancado e manter fora do alcance das crianças. S3/7/9: Conservar o recipiente num lugar fresco, bem ventilado e manter bem encerrado. S3/9: Conservar o recipiente num lugar fresco e bem ventilado.

(materiais incompatíveis

a especificar pelo fabricante).

S3/9/14/49: Conservar unicamente no recipiente original num local fresco, bem ventilado

e longe de

S3/9/49: Conservar unicamente no recipiente original, em lugar fresco e bem ventilado.

(materiais incompatíveis a especificar pelo

fabricante). S7/8: Manter o recipiente bem fechado e num local fresco. S7/9: Manter o recipiente bem fechado e num local ventilado.

S20/21: Não comer, beber ou fumar durante a sua utilização. S24/25: Evitar o contacto com o s olhos e com a pele. S36/37: Usar luvas e vestuário de protecção adequados. S36/37/39: Usar luvas e vestuário de protecção adequados bem como protecção para os olhos/cara. S36/39: Usar vestuário adequado e protecção para os olhos/cara. S37/39: Usar luvas adequadas e protecção para os olhos/cara

ºC (a

S47/49: Conservar unicamente no recipiente original e a temperatura inferior a

S3/14: Conservar em lugar fresco e longe de

S3/9/14: Conservar num local fresco, bem ventilado e longe de

(materiais incompatíveis a especificar pelo fabricante).

especificar pelo fabricante). (1) poderá ser água, parafina líquida, petróleo ou outro, dependendo da substância em causa. (2) poderá ser azoto, árgon, ou outro, dependendo da substância em causa. (3) poderá ser água, solução de sulfato de cobre a 2%, glicol propilénico, polietilenglicol/etanol (1:1), água e sabão ou outro, dependendo da substância em causa.

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango (4) poderá ser água, petróleo, parafina

Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

(4) poderá ser água, petróleo, parafina líquida ou outro, dependendo da substância em causa. (Nota: combinações em que falte o número S indicam frases que foram apagadas ou substituídas por outras).

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

Anexo II Esquema de Extracção Caseira do ADN do Morango

Figura 5 - Esquema da Extracção Caseira de ADN do Morango

II – Esquema de Extracção Caseira do ADN do Morango Figura 5 - Esquema da Extracção
II – Esquema de Extracção Caseira do ADN do Morango Figura 5 - Esquema da Extracção

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Métodos de Análises Bioquímicas Extracção de ADN do Morango

Anexo III Ilustração e Esquematização da Extracção de ADN

– Ilustração e Esquematização da Extracção de ADN Figura 6 - Ilustração e Esquematização da Extracção

Figura 6 - Ilustração e Esquematização da Extracção de ADN

Ilustração e Esquematização da Extracção de ADN Figura 6 - Ilustração e Esquematização da Extracção de
Ilustração e Esquematização da Extracção de ADN Figura 6 - Ilustração e Esquematização da Extracção de

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