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Manual de Diagnóstico

de Falhas e Reparos de
Motores Série B

Quatro Cilindros Seis Cilindros

Cummins Brasil Ltda. Boletim 3653187


Rua Jati, 266
07180-900 - Guarulhos - SP
Prefácio
Este manual apresenta instruções para o diagnóstico de falhas e reparos dos Motores da Série B no próprio chassi. Os
procedimentos de recondicionamento e montagem de componentes são apresentados no Manual de Oficina de Motores
Série B. Consulte a página i-2 na introdução para obter instruções sobre como usar este manual. Os procedimentos
fornecidos neste manual aplicam-se a motores da série “B” produzidos em 1991 e aos atuais. Consulte o Boletim
N° 3810207 para obter os procedimentos aplicáveis aos motores da Série “B” anteriores a 1991.

Este manual foi estruturado e organizado de forma a orientar o técnico de serviços, passo a passo, na identificação lógica e
na correção dos problemas relacionados ao motor.

Este manual não abrange problemas de equipamentos e veículos. Consulte o fabricante de veículos ou equipamentos para
obter os procedimentos de reparos.

Uma série de manuais de serviços específicos (Oficina, Especificações, Reparos Alternativos e outros) estão disponíveis e
podem ser solicitados à Cummins Brasil Ltda.

Os procedimentos de reparos fornecidos neste manual são recomendados pela Cummins Brasil Ltda. Alguns dos serviços
de reparos descritos implicam no emprego de ferramentas especiais. Recomenda-se que sejam usadas as ferramentas
corretas, conforme descrito.

Encorajamos o usuário a reportar erros, omissões e recomendações para aperfeiçoamento desta publicação. Favor usar o
Formulário de Atualização/Correção de Literatura, já endereçado e com porte pago via correio, localizado no verso deste
manual, informando seus comentários.

As especificações e informações estabelecidas neste manual foram baseadas em informações válidas na data da sua
publicação. A Cummins Brasil Ltda. reserva-se o direito de fazer qualquer alteração no produto sem aviso prévio e sem com
isso incorrer em qualquer tipo de obrigação. Se forem encontradas diferenças entre seu motor e as informações contidas
neste manual, contate um Posto de Reparos Autorizado Cummins, o Escritório Central da Cummins ou a Fábrica.

A última tecnologia e a mais alta qualidade em componentes são usadas na fabricação dos Motores Cummins. Quando a
reposição de peças for necessária, recomendamos o uso de peças de reposição Cummins ou ReCon® originais. Essas
peças podem ser identificadas pelas seguintes marcas registradas:
CONTEÚDO

Seção

Introdução .............................................................................................................................................. i

Dados Gerais do Motor ........................................................................................................................ E

Diagnóstico de Falhas ......................................................................................................................... T

Reparo do Sistema de Arrefecimento .................................................................................................. 1

Reparo do Sistema de Lubrificação ..................................................................................................... 2

Reparo do Sistema de Combustão a Ar .............................................................................................. 3

Reparo do Sistema Compressor de Ar ................................................................................................ 4

Reparo do Sistema de Combustível ..................................................................................................... 5

Reparo do Sistema Elétrico ................................................................................................................. 6

Reparo de Componentes Básicos do Motor ........................................................................................ 7

Teste do Motor e Amaciamento ........................................................................................................... 8

Remoção e Instalação do Motor .......................................................................................................... 9

Especificações e Valores de Torque .................................................................................................... V

Literaturas de Serviços ........................................................................................................................ L

Índice Geral ......................................................................................................................................... X


Anotações
Página 4

ANOTAÇÕES

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Seção i - Introdução
Série B Pagina i-1

Seção i - Introdução
Conteúdo da Seção i
Página
Como Usar este Manual. ............................................................................................................................................. i-2
Definição dos Termos. ................................................................................................................................................. i-5
Ilustrações. ................................................................................................................................................................... i-4
Instruções Gerais de Limpeza. .................................................................................................................................... i-7
Instruções Gerais de Reparo. ..................................................................................................................................... i-8
Instruções Gerais de Segurança. ............................................................................................................................... i-6
Limpeza através de Contas de Vidro ou de Plástico. ............................................................................................... i-7
Limpeza através de Solventes ou Ácidos. .............................................................................................................. i-7
Limpeza com Jato de Vapor. .................................................................................................................................. i-7
Notas Importantes de Segurança. .......................................................................................................................... i-6
Símbolos. ..................................................................................................................................................................... i-3

Sobre Este Manual. ..................................................................................................................................................... i-2


Sobre Este Manual Seção i - Introdução
Pagina i-2 Série B

Sobre Este Manual


Este Manual de Diagnóstico de Falhas e Reparos dos motores da Série “B” tem como objetivo ajudar e determinar a causa
dos problemas relacionados ao motor e apresentar procedimentos recomendados de reparos. Este manual está dividido em
seções por sistema do motor. Cada seção contém informações gerais, especificações, diagramas e uma lista de ferramen-
tas especiais de serviço, quando for o caso.
Os procedimentos específicos de reparos estão referenciados nas Listas de Passos Lógicos de Diagnósticos de Falhas. Os
procedimentos contidos neste manual foram desenvolvidos tendo como ambiente de trabalho, o próprio chassis do veículo
ou equipamento.

Como Usar Este Manual


Este manual está organizado de forma a proporcionar um fluxo fácil desde a identificação até a correção do problema. Uma
lista dos problemas mais comuns em motores pode ser encontrada na página T-2, na Seção de Diagnóstico de Falha. Siga
os passos abaixo para localizar e corrigir o problema:

(PASSO 1.) Localizar o sintoma na lista de passos lógicos.


É feita uma referência ao número do procedimento onde a “Lista Lógica de Diagnóstico de Falhas” está
localizada.

(PASSO 2.) A coluna esquerda da Lista Lógica de Diagnóstico de Falhas indica a causa provável, começando com a mais
simples e fácil de reparar, até a mais difícil.
A coluna direita fornece uma breve descrição da ação corretiva com o número de referência do reparo.

(PASSO 3.) Localizar a causa provável na coluna esquerda e refira ao número de procedimento na coluna direita para obter
a ação corretiva.
Os procedimentos de reparos são listados por sistema (Arrefecimento, Lubrificação, Ar Comprimido, Com-
bustível, Elétrico e Componentes Básicos do Motor).

(PASSO 4.) As Listas Lógicas de Diagnóstico de Falhas baseiam-se nas seguintes suposições:
1. O motor foi instalado de acordo com as especificações do fabricante.
2. Primeiramente são realizados os reparos mais fáceis .
3. Soluções “genéricas” para abranger problemas com as aplicações mais comuns e Fabricantes do Equi-
pamento Original (OEM).
Seção i - Introdução Símbolos
Série B Pagina i-3

Símbolos
Um grupo de símbolos genéricos, ilustrado abaixo, foi criado visando transmitir visualmente o significado de cada instrução.

ADVERTÊNCIA - Possibilidades de graves danos pessoais e materias, caso as instruções sobre medidas de
segurança fornecidas não sejam obedecidas.

PRECAUÇÃO - Podem ocorrer danos pessoais ou materiais de menor gravidade aos componentes, conjuntos ou
todo o motor, se as instruções não forem seguidas.

Indica um passo de REMOÇÃO ou DESMONTAGEM.

Indica um passo de INSTALAÇÃO ou MONTAGEM.

É necessária uma INSPEÇÃO VISUAL.

LIMPAR a peça ou conjunto.

EXECUTAR uma MEDIÇÃO mecânica ou cronométrica.

LUBRIFICAR a peça ou conjunto.

Indica a MEDIDA DA CHAVE ou TIPO de FERRAMENTA necessária para executar o serviço.

APERTAR a um torque específico.

Efetuar uma MEDIÇÃO ELÉTRICA.

Consultar outra seção deste manual, ou outra publicação, para obter informações adicionais.

O componente pesa mais de 23 Kg (50 lb). Para evitar danos pessoais, use uma talha ou solicite ajuda de outra
pessoa para erguer ou mover o componente.
Ilustrações Seção i - Introdução
Pagina i-4 Série B

Ilustrações
As ilustrações usadas nas “Seções de Reparos” deste manual
têm a intenção de fornecer um exemplo de problema e de mostrar
o que procurar e onde o problema pode ser encontrado. Algumas
das ilustrações são “comuns” e podem não reproduzir fielmente
a configuração do seu motor ou de certos componentes usados
em sua aplicação. As ilustrações contêm símbolos cuja finalidade
é indicar uma ação necessária ou indicar uma condição aceitável
(OK) ou NÃO aceitável (NÃO OK).

As ilustrações têm como finalidade mostrar procedimentos de


reparo ou substituição com o motor instalado “no chassis”.
Estas ilustrações podem diferir da configuração encontrada em
sua aplicação, porém os procedimentos descritos serão os
mesmos.
Seção i - Introdução Definição de Termos
Série B Pagina i-5

Definição dos Termos

AFC Controle de Balanço Ar/Combustível lb-pol Libra Polegada


API Instituto Americano do Petróleo Kg Quilograma
ASA Atenuador do Sinal de Ar Km Quilômetro
ASTM Sociedade Americana de Testes e Materiais Km/l Quilômetro por Litro
C Graus Celsius Kpa Quilopascal
CARB Junta de Recursos de Ar Limpo da Califórnia l Litro
C.I.D. Polegada Cúbica de Deslocamento m Metro
cm Centímetro mm Milímetro
CPL Lista das Peças de Desempenho Mpa Mega Pascal
cSt Centistokes MPH Milhas por Hora
DCA Aditivo do Refrigerante para Motor Diesel MPQ Milhas por Quarto de Galão
ECM Módulo de Controle Eletrônico N•m Newton-metro
E.C.S Sistema de Controle de Emissões OEM Fabricante do Equipamento Original
EPA Agencia de Proteção Ambiental ppm Partes Por Milhão
EPS Sensor de Proteção do Motor PSI Libras por Polegada Quadrada
F Graus Fahrenheit PTO Tomada de Força
lb-pé Libra Pé RPM Revolução Por Minuto
GVW Peso Bruto do Veículo S.A.E Sociedade dos Engenheiros Automotivos
Hg Mercúrio STC Avanço do Ponto de Injeção
HP Cavalo de força (Sistema inglês) VS Velocidade Variável
H2O Água VSS Sensor de Velocidade do Veículo
Instruções Gerais de Segurança Seção i - Introdução
Pagina i-6 Série B

Instruções Gerais de Segurança


Notas Importantes de Segurança

ADVERTÊNCIA
Leia e procure entender todas as seguintes advertências e precauções de segurança antes de iniciar qualquer serviço de
reparo. A lista abaixo relaciona todas as precauções gerais de segurança que devem ser seguidas para segurança pessoal.
Precauções especiais foram incluídas nos procedimentos quando necessárias. Certifique-se de que as áreas adjacentes ao
equipamento sendo reparado estejam desimpedidas e seguras. Mantenha-se sempre alerta para qualquer condição que
possa significar insegurança.

• Sempre use óculos protetores e botas de segurança ao efetuar qualquer tipo de reparo. Nunca use roupas excessivamente
folgadas, com mangas e bolsos descosturados. Remova anéis, aliança e relógios de pulso durante o trabalho.

• Desligue a bateria e aterre qualquer capacitor antes de inciar o trabalho de reparo. Desligue a mangueira de suprimento
de ar ao motor de partida pneumático, para evitar a partida acidental do motor. Coloque uma etiqueta ou tabuleta de
advertência com os dizeres: “Em Reparo - Não Operar”, na cabine do operador ou na alavanca de comando de aceleração
ou partida do motor.

• Use SOMENTE as técnicas recomendadas para o giro manual do motor. Não tente girar o motor pressionando as
correias e usando as pás do ventilador como alavancas. Esta prática pode causar sérios danos pessoais, além de
materiais, e pode ainda danificar a(s) pá(s) do ventilador o que resultará em falha prematura do ventilador.

• Se o motor esteve recentemente em operação e ainda está quente, espere algum tempo antes de abrir (devagar) a tampa
de abastecimento de água ao radiador, permitindo assim o alivio da pressão remanescente no sistema de arrefecimento.

• Não faça qualquer tipo de serviço em equipamento que esteja apoiado APENAS em um macaco ou alçados em talha ou
guincho. Sempre calce o equipamento com blocos de madeira ou coloque-o sobre suporte ou cavaletes apropriados
antes de iniciar os serviços de reparo.

• Libere toda e qualquer pressão residual nos sistemas de combustível, arrefecimento, lubrificação e ar condicionado
antes de desconectar qualquer dispositivo que normalmente opera sob pressão. Não procure vazamentos de pressão
usando as mãos. Óleo ou combustíveis a alta pressão podem penetrar na pele e causar sérios danos pessoais.

• Para evitar sufocamento ou congelamento dos membros, sempre use roupas protetoras apropriadas. Desconecte linhas
de gases refrigerantes (freon, amônia, etc) SOMENTE em áreas bem ventiladas.

• Para evitar danos pessoais, solicite a ajuda de outra pessoa ou use um guincho móvel ou uma empilhadeira cada vez
que tiver de alçar componentes que pesem mais do que 23 Kg (50 lbs). Certifique-se de que as correntes, cabos,
ganchos, ligadas, etc., estejam adequadamente dimensionadas e corretamente posicionadas antes de alçar qualquer
tipo de equipamento. Ganchos de alçamentos não devem ser submetidos a cargas laterais.

• Os inibidores de corrosão contêm alcalinos. Mantenha sempre esses produtos longe dos olhos. Evite seu contato
prolongado com a pele e nunca os ingira. No caso de contato, lave bem a pele com bastante água e sabão. No caso de
contato com os olhos, lave-os abundantemente com água, no mínimo por cerca de 15 minutos. CHAME UM MÉDICO
IMEDIATAMENTE. MANTENHA ESSES PRODUTOS FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.

• Nafta e Metil Ketone (MEK) são materiais inflamáveis e devem ser usados com todo o cuidado. Siga sempre à risca as
instruções de uso fornecidas pelo fabricante para garantir completa segurança durante a manipulação destes produtos.
MANTENHA ESTES PRODUTOS FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

• Para evitar queimaduras, cuidado com as partes quentes do motor que foram recentemente desligadas, além de fluidos
quentes em linhas, tubos e compartimentos.

• Sempre use ferramentas que estejam em boas condições. No caso do uso de ferramentas especiais, certifique-se de
que sabe como usá-las corretamente antes de aplicá-las em um serviço de reparo. USE SOMENTE PEÇAS GENUÍNAS
CUMMINS ou CUMMINS RECON.

• Sempre use ou reinstale parafusos e porcas com o mesmo número de código de dureza das peças originais, ou
equivalentes. NUNCA empregue um parafuso ou uma porca com classificação inferior à do componente original, caso
seja necessário substituição.
Seção i - Introdução Instruções Gerais de Limpeza
Série B Pagina i-7

Instruções Gerais de Limpeza


Limpeza através de Solventes ou Ácidos
Vários tipos de solventes ou agentes de limpeza do tipo ácido podem ser empregados na limpeza de peças ou
componentes de um motor. A Cummins Brasil Ltda. não recomenda qualquer tipo específico de produtos
de limpeza. Siga sempre as instruções fornecidas pelo fabricante do produto.
A experiência tem demonstrado que os melhores resultados podem ser obtidos usando-se um agente limpador
que possa ser aquecido até 90 - 95 graus Celsius (180 a 200 graus Fahrenheit).Um tanque de limpeza que
incorpora um sistema de agitação constante e filtragem da solução limpadora proporcionará os melhores resultados.
Remova todo material remanescente de juntas, anéis “O” de vedação e depósitos de sedimentos, carvão, etc.,
com uma escova de cerdas de aço, rasquete ou espátula, antes de depositar as peças dentro do tanque de
limpeza. Tome todo o cuidado para não danificar qualquer face de montagem de junta. Quando for possível, limpe
previamente as peças com jato de vapor antes de depositá-las no tanque de limpeza.
Advertência: O uso de ácido pode ser extremamente perigoso para as pessoas e poderá danificar o
maquinário. Sempre tenha a mão um recipiente contendo uma solução forte de água com barrilha para
usar eventualmente como agente neutralizador.
Depois da limpeza, lave abundantemente as peças com água quente. Seque-as completamente com jatos de ar
comprimido. Elimine completamente a água remanescente dos orifícios de montagem dos parafusos e galerias e
passagem de óleo.
Se não precisar usar as peças imediatamente depois da limpeza, mergulhe-as em um composto oleoso inibidor
de ferrugem. Este composto anti-ferrugem deve ser removido das peças antes de sua instalação no motor.
Limpeza com jato de vapor
A limpeza a vapor pode ser empregada para remover todo tipo de sujeira que pode contaminar o tanque de limpeza.
É um excelente meio para limpar as passagens de óleo lubrificante.
Advertência: Use roupas protetoras para evitar danos pessoais decorrentes da alta pressão e temperatura
excessiva.
Não limpe a vapor os seguintes componentes:
1. Componentes elétricos
2. Fiação elétrica
3. Injetores
4. Bomba de combustível
5. Correias e mangueiras
6. Rolamentos de esferas ou roletes.
Limpeza através de contas de vidro ou plástico
A limpeza por meio de jato de contas de vidro ou plástico pode ser empregada em vários componentes do motor
para remover depósitos de carvão. O processo de limpeza é controlado pela dimensão das contas de vidro ou
plástico, a pressão operacional, e o tempo de limpeza.
Precaução: Não faça a limpeza com contas de vidro ou plástico em saias de pistões de alumínio. Não
aplicar a limpeza com contas de vidros ou plástico em canaletas de anéis de segmento de alumínio.
Pequenas partículas de vidro ou plástico ficarão incrustadas no alumínio e resultarão em desgaste
prematuro da peça. Válvulas, eixos de turbocompressores, etc., também podem ser danificados. Siga
as instruções de limpeza relacionadas nos procedimentos.
NOTA: Material plástico para jatear, P/Número 3822735, pode ser usado na limpeza de canaletas de anéis de
segmentos de alumínio. Não use contas de qualquer material para jatear nos alojamentos do pino ou saias de
pistões de alumínio.
Siga sempre as instruções de limpeza fornecidas pelo fabricante do equipamento. As diretrizes abaixo podem ser usadas
para adaptação às instruções do fabricante.

1. Bitola das contas: - Use granalha U.S. Número 16-20 para limpeza de pistões com contas de plástico,
PN 3822735.
- Use granalha U.S. Número 70 para limpeza de cabeças de pistão com contas de vidro.
- Use granalha U.S. Número 60 para limpeza geral com contas de vidro.
2. Pressão operacional: - Contas de vidro: Use 620 kPa (90 psi) para limpeza em geral de peças diversas.
- Contas de plástico: Use 270 kPa (40 psi) para limpeza de pistões.
3. Depois do jateamento, limpe com jato ou rinse as peças com solvente para remover contas de vidro ou de
plástico e material remanescente. Em seguida, lave com água quente. Seque com jatos de ar comprimido.
4. Não contamine o tanque de limpeza com contas de vidro ou de plástico.
Instruções Gerais de Reparo Seção i - Introdução
Pagina i-8 Série B

Instruções Gerais de Reparo


Os motores da Série “B” incorporam a mais recente tecnologia de ciclo Diesel. Entretanto, eles foram projetados para serem
reparados usando-se práticas normais de acordo com os padrões de qualidade estabelecidos.

• A Cummins Brasil Ltda. não recomenda ou autoriza qualquer tipo de modificações ou reparos em motores ou componentes,
exceto aqueles detalhados nas informações fornecidas pelo Departamento de Serviços Cummins. Particularmente, os
reparos não autorizados em componentes relacionados com segurança podem causar danos pessoais. Veja abaixo uma
lista parcial de componentes classificados como relacionados com a segurança:
Compressor de Ar
Controles Pneumáticos
Conjuntos Pneumáticos de Corte do Motor
Pesos de Balanceamento
Ventilador de Arrefecimento
Conjunto do Cubo do Ventilador
Suporte(s) de Montagem de Ventilador
Parafusos de Montagem do Ventilador
Haste do Cubo do Ventilador
Volante
Adaptador do Volante à Árvore de Manivelas
Parafusos de Montagem do Volante
Conjuntos de Corte do Combustível
Tubos de Suprimento de Combustível
Suporte de Alçamento do Motor
Controles de Aceleração
Carcaça do Compressor do Turbocompressor
Linha(s) de Dreno de Óleo do Turbocompressor
Linha(s) de Suprimento de Óleo ao Turbocompressor
Carcaça da Turbina do Turbocompressor
Parafusos de Montagem do Amortecedor de Vibrações

• Siga Todas as Instruções de Segurança Anotadas nos Procedimentos.


Siga as recomendações do fabricante de solventes de limpeza e outras substâncias usadas durante o reparo de um
motor. Sempre use boas práticas de segurança quando trabalhar com ferramentas e equipamentos.

• Use um Ambiente de Trabalho Limpo e Siga as Instruções de Limpeza Especificadas nos Procedimentos.
O motor e seus componentes devem ser mantidos limpos durante qualquer tipo de reparo. A contaminação do motor
e seus componentes resultará em desgaste prematuro.

• Faça as Inspeções Específicas nos Procedimentos.

• Substituir Todos os Componentes ou Conjuntos que Estiverem Danificados ou Gastos Além das Especificações.

• Use Somente Peças de Serviço ou Conjuntos Genuínos Cummins ou Recon.


As instruções de montagem foram escritas com a finalidade de voltar a usar novamente peças e conjuntos sempre
que possível. Quando é necessário substituir um componente ou conjunto, o procedimento está baseado no uso de
componentes novos genuínos Cummins ou Recon. Todos os serviços de reparo descritos neste manual são disponíveis
em todos os distribuidores Cummins e em grande parte dos revendedores e ponto de serviço autorizado Cummins.

• Siga os Procedimentos Especificados de Desmontagem e Montagem, a Fim de Evitar Danos aos Componentes.
Instruções completas de recondicionamento estão disponíveis no Manual de Oficina, o qual pode ser solicitado ou adquirido
em um Centro de Serviço Autorizado Cummins.
Instruções Gerais de Reparo Seção i - Introdução
Pagina i-9 Série B

ANOTAÇÕES

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Seção E - Identificação do Motor
Série B Pagina E-1

Seção E - Identificação do Motor


Conteúdo da Seção

Página
Diagramas do Motor. . ................................................................................................................................................. E-8
Bomba Injetora de Combustível - Vista Lateral ................................................................................................... E-8
Turbocompressor - Vista Lateral ........................................................................................................................ E-9
Vista Frontal ...................................................................................................................................................... E-9
Vista Traseira .................................................................................................................................................... E-8
Especificações de Motor Automotivo. ....................................................................................................................... E-4
Especificações de Motores não Automotivos. .......................................................................................................... E-7
Identificação do Motor. .............................................................................................................................................. E-2
Nomenclatura do Motor ..................................................................................................................................... E-2
Plaqueta de Identificação do Motor .................................................................................................................... E-2
Plaqueta de Identificação da Bomba Injetora de Combustível. ............................................................................ E-3
Seção E - Identificação do Motor Seção E - Identificação do Motor
Pagina E- 2 Série B

Identificação do Motor

Plaqueta de Dados do Motor

A plaqueta de identificação do motor exibe informações específi-


cas sobre seu motor em particular. O número de série do motor
(1) e a lista de Controle de Peças (CPL) (2) proporcionam infor-
mação valiosa para o pedido de peças e solicitação de assistên-
cia técnica.

2
1

Cummins Engine Company, Inc. Motor C.I.D./L. Séries CPL Nº de Série do Motor FEL EPA CARB
Columbus, Indiana
Cert. I.D. Catalisador nº NOX
470202-3005
Made in U.S.A. 3925422
Distribuição - T.D.C. Motor nº
Advertência: Danos pessoais podem ocor-
rer e a garantia será invalidada se o débito de Folga válv (frio). Adm ...Escape Ref. nº
combustível RPM ou altitude de operação ex-
cederem os valores máximos publicados para Ordem de Fogo Deb. de Combustível à pot. indicada mm3
este modelo e aplicação.
Marcha lenta RPM E.C.S. Potência Indicada HP a rpm
Data Fabricação

Nomenclatura do Motor
O nome do modelo para motores em aplicações automotivas fornece os dados na forma do seguinte exemplo:
Exemplo:

B 3.9 105
Potência Nominal
Deslocamento (Cilindrada) em Litros
Série do Motor
O exemplo abaixo mostra um nome de modelo de motor para aplicação não-automotiva:

Exemplo:
4 B T A 3.9

Deslocamento (Cilindrada) em Litros


Pós Arrefecimento
Turbo-alimentado
Série do Motor
Número de Cilindros
Seção E - Identificação do Motor Seção E - Plaqueta de Dados da Bomba Injetora
Série B Pagina E-3

Plaqueta de Identificação da Bomba


Injetora de Combustível

A plaqueta de identificação está localizada na lateral da bomba


de combustível e contém todas as informações necessárias para
a sua calibração.

Esta ilustração mostra a localização da plaqueta na bomba


injetora rotativa Bosch .

Esta ilustração mostra a localização da plaqueta e a bomba


injetora rotativa Lucas CAV.

Esta ilustração mostra a localização da plaqueta na bomba


injetora em linha Bosch. A plaqueta Nippondenso EP-9 está lo-
calizada aproximadamente no mesmo local como ilustrada a
plaqueta Bosch.

O número de peça Cummins da bomba em linha e da combinação


do regulador está localizado na plaqueta do regulador.
Seção E - Especificações Gerais do Motor Seção E - Identificação do Motor
Pagina E- 4 Série B

Especificações de Motores Automotivos


Dados Gerais do Motor B3.9 B5.9
Diâmetro dos Cilindros - mm [pol.] .......................... ---------------------------------102 [4.02]----------------------------------------------------
Curso - mm [pol.] .................................................... ---------------------------------120 [4.72]----------------------------------------------------
Deslocamento - litro [pol.3] ...................................... 3.9 [239] 5.9 [359]
Peso do Motor (SECO) Sem Volante
e Componentes Elétricos-kg [lbs] ........................... 308-329 [680-725] 388-411 [855-905]
Ordem de Ignição .................................................... 1.3.4.2. 1.5.3.6.2.4.
Folga das Válvulas
Admissão - mm [pol] ....................................... -------------------------------0,25 [0.010]---------------------------------------------------
Escapamento - mm [pol.] ................................ -------------------------------0,51 [0.020]---------------------------------------------------
Relação de Compressão ......................................... (Bomba Rotativa)17.6:1 (Bomba em Linha)17.9:1
Sentido de rotação, visto pela frente do motor ......... -----------------------------------Horário------------------------------------------------------
Aspiração
Turbo-alimentado ............................................. X X
Arrefecimento por Ariete de Ar ......................... X X
Sistema de Lubrificação
Pressão do Óleo na Marcha Lenta
(Mínima Permitida) kPa [psi] ........................... ----------------------------------69 (10)--------------------------------------------------------
Pressão do Óleo na Rotação Indicada
(Mínima Permitida) kPa [psi] ........................... ---------------------------------207 (30)-------------------------------------------------------
Abertura da Válvula Reguladora
Pressão kPa [psi] ............................................ ---------------------------------449 (65)-------------------------------------------------------
Pressão Diferencial Necessária Para Abrir
a Válvula de Desvio kPa [psi] .......................... ---------------------------------138 (20)-------------------------------------------------------
Capacidade de Óleo no Cárter
Apenas o Cárter Padrão
Litros [U.S Quarts] ......................................... 9.5 [10] 14.2 [15]
Sistema Total - Litro
[U.S Quarts] ................................................... 11 [11.6] 16.4 [17.3]
Número de Litros [U.S.Quarts]
do Baixo a Alto ............................................... 0.9 [1] 1.9 [2]
Sistema de Arrefecimento
Capacidade de Refrigerante (Motor Somente)
Litros [U.S Qts.] ............................................ 7 [7.4] 10.5 [11.1]
Modulação Padrão
Termostato - Padrão - ºC [ºF] ........................ ------------------Início 83 [181]--------------Totalmente Aberto 95 [203]--------
Pressão da Tampa (kPa [psi])
Sistemas 104ºC [220o F] .............................. ------------------------------------103 [15]----------------------------------------------------
Sistemas 99ºC [210o F] ................................ -------------------------------------48 [7]-----------------------------------------------------
Seção E - Identificação do Motor Seção E - Especificações Gerais do Motor
Série B Pagina E-5

Sistema de Admissão de Ar B3.9 B5.9


Restrição Máxima Permissível de Admissão
na Rotação e Carga Máxima Indicadas
(com elemento do filtro de ar sujo)
(mm H2O) [pol. H2O] ............................................... 635 635
[25] [25]
Sistema de Escapamento
Restrição Máxima Permitida de Escape na Rotação
e Carga Máxima Indicadas - mm Hg [pol. Hg] ........ ----------------------------------------76.2 [3]----------------------------------
..................................................................... ---------------------------------------152.4 [6] com catalisador---------
Sistema de Combustível
(Bomba de Injeção de Combustível Tipo Distribuidora)
A Restrição Máxima na Entrada da Bomba de
Transferência de Combustível Não Deve Exceder -
mm Hg [pol Hg] ....................................................... -----------------------------------------100 [4]----------------------------------
Restrição Máxima Permitida na Linha de Retorno
mm Hg [pol Hg] ....................................................... ---------------------------------------518 [20.4]-------------------------------

Queda de Pressão Máxima Admissível Através


do Filtro de Combustível - kPa [psi] ......................... ------------------------------------------35 [5]----------------------------------
A Pressão Máxima de Entrada na Bomba Injetora
Não Deve Exceder - kPa [psi] ................................. ---------------------------------------- 70 [10]--------------------------------
(Bomba Injetora de Combustível Tipo em Linha)
A Restrição Máxima na Entrada da Bomba de
Transferência de Combustível Não Deve Exceder -
mm Hg [pol Hg] ....................................................... -----------------------------------------100 [4]----------------------------------
Pressão Mínima de Saída na Bomba de Transferência
de Combustível na Rotação Indicada - kPa [psi] ...... -----------------------------------------172 [25]--------------------------------
Restrição do Filtro de Combustível (Queda Máxima de
Pressão Através dos Filtros) - kPa [psi] .................. ----------------------------------------- 35 [5]----------------------------------
Pressão na Galeria da Bomba de Combustível -
kPa [psi] Mínima @ RPM Indicada ....................... ----------------------------------------140 [20]---------------------------------
Restrição Máxima na Linha de Retorno do
Combustível - mm Hg [pol Hg] ................................. ----------------------------------------518 [20.4]------------------------------
Sistema Elétrico
Capacidade Mínima Recomendada Para as Baterias
Com Acessórios Leves *
- Motor de Partida de 12 V .................................. 625CCA 800CCA
- Motor de Partida de 24 V .................................. 400CCA 475CCA
Com Acessórios Pesados **
- Motor de Partida de 12 V .................................. 800CCA 950CCA
- Motor de Partida de 24 V .................................. 400CCA 475CCA
Resistência Máxima Permitida no Circuito do
Motor de Partida
- Com Motor de Partida de 12 V - Ohms ............. -----------------------------------------0,0012----------------------------------
- Com Motor de Partida de 24 V - Ohms ............. -----------------------------------------0,0020----------------------------------
* Acessórios leves incluem (alternador, pequena bomba de direção hidráulica e embreagem desengatada).
** Acessórios pesados incluem (bomba hidráulica e conversor de torque).
Seção E - Especificações Gerais do Motor Seção E - Identificação do Motor
Página E-6 Série B

Especificações de Motores Não Automotivos


Dados Gerais do Motor 4B3.9 4BT3.9 4BTA3.9 6B5.9 6BT5.9 6BTA5.9
Diâmetro dos Cilindros-mm [pol.] ... --------------------------------------------------------102 (4.02)-----------------------------------------------------
Curso - mm (pol.) ........................... --------------------------------------------------------120 (4.72)-----------------------------------------------------
Deslocamento - litro [pol.3] ............. --------------------------3.9 (239)-----------------------------------------------5.88 (359)-----------------------
Peso do Motor (SECO) Sem
Volante e Componentes
Elétricos-kg [lbs] ............................ 308 (680) 320 (705) 329 (725) 388 (855) 399 (880) 411 (905)
Ordem de Ignição ........................... 1.3.4.2. 1.5.3.6.2.4
Folga de Válvulas
Admissão mm [pol]................... ------------------------------------------------------------ .25 (.010)-------------------------------------------------
Escapamento mm [pol] ............. ------------------------------------------------------------ .51 (.020)-------------------------------------------------
Relação de Compressão ................ 18.5:1 17,5:1 16,5:1 18.5:1 17.5:1 16.5:1
Sentido de Rotação, Visto pela
Frente do Motor ............................. -------------------------------------------------------------Horário----------------------------------------------------
Aspiração
- Natural ...................................... X X
- Turbo-alimentado ...................... X X X X
- Pós-Arrefecimento de Ar ........... X X
Sistema de Lubrificação
Pressão do Óleo na Marcha Lenta
(Mínima Permissível) kPa [psi] ... ---------------------------------------------------------------69 (10)---------------------------------------------------
Pressão do Óleo na Rotação Indicada
(Mínima Permissível) .................. ---------------------------------------------------------------207(30)--------------------------------------------------
Abertura de Válvula Reguladora
Pressão kPA [psi] ...................... ---------------------------------------------------------------449 (65)-------------------------------------------------
Pressão Diferencial Necessária Para Abrir
a Válvula de Desvio .................... ---------------------------------------------------------------138 (20)-------------------------------------------------
Capacidade de Óleo
Apenas o Cárter Padrão
Litros [U.S. Qts] ........................ 9.5 (10) 9.5 (10) 9.5 (10) 14.2 (15) 14.2 (15) 14.2 (15)
Sistema Total - Litros
[U.S. Qts] .................................. 10.9 (11.5) 11 (11.6) 11 (11.6) 16.3 (17.2) 16.4 (17.3) 16.4 (17.3)
Número de Litros
[U.S. Qts] Baixo a Alto .............. 0.9 (1) 0.9 (1) 0.9 (1) 1.9 (2) 1.9 (2) 1.9 (2)
Sistema de Arrefecimento
Capacidade de Refrigerante (Motor Somente)
Litros - [U.S. Qts] ..................... 7 (7.4) 7 (7.4) 9.7 (10.3) 10.5 (11.1) 10.5 (11.1) 14.5 (15.3)
Modulação Padrão
Termostato ºC[ºF] .................... -------------------------Ínício 83 (180)-------------------Totalmente Aberto 95 (203)---------------------
Pressão da Tampa (kPA [psi])
Sistemas p/ 104ºC [220ºF] ....... ---------------------------------------------------------------103 (15)-------------------------------------------------
Sistemas p/ 99ºC [210ºF] ......... ----------------------------------------------------------------48 (7)--------------------------------------------------
Seção E - Identificação do Motor Seção E - Especificações do Motor Não-Automotivo
Série B Pagina E-7

Sistema de Admissão de Ar 4B3.9 4BT3.9 4BTA3.9 6B5.9 6BT5.9 6BTA5.9


Restrição Máxima Permissível de Admissão
na Rotação e Carga Máxima Indicadas
(com elemento do filtro de ar sujo)
(mm H2O) [pol. H2O]) ..................... 508 635 635 508 635 635
(20) (25) (25) (20) (25) (25)
Sistema de Escapamento
Restrição Máxima Permitida de Escape na Rotação
e Carga Máxima Indicadas
mm Hg [pol. Hg] ............................. ----------------------------------------------------------76.2 (3.0)----------------------------------------------------
Sistema de Combustível
(Bomba de Injeção de Combustível Tipo Distribuidora)
A Restrição Máxima na Entrada da Bomba de
Transferência de Combustível Não Deve Exceder
mm Hg [pol Hg] ----------------------------------------------------------------------------------100 (4)------------------------------------------------------
Restrição Máxima Permitida na Linha de Retorno
mm Hg [pol Hg] --------------------------------------------------------------------------------------518 (20.4)---------------------------------------------------
Queda de Pressão Máxima Admissível Através
do Filtro de Combustível - kPa [psi] ----------------------------------------------------------35 (5)---------------------------------------------------------
A Pressão Máxima de Entrada na Bomba Injetora
Não Deve Exceder - kPa [psi] ------------------------------------------------------------------70 (10)------------------------------------------------------
(Bomba Injetora de Combustível Tipo em Linha)
A Restrição Máxima na Entrada da Bomba de
Transferência de Combustível Não Deve Exceder
mm Hg [pol Hg] -------------------------------------------------------------------------100 (4)-----------------------------------------------------
Pressão Mínima de Saída na Bomba de Transferência
de Combustível na Rotação Indicada - kPa [psi] -----------------------------------172 (25)-----------------------------------------------------
Restrição do Filtro de Combustível (Queda
Máxima de Pressão Através dos Filtros) - kPa (psi) -------------------------------35 (5)-----------------------------------------------------
Pressão na Galeria da Bomba de
Combustível - kPa [psi]
Mínimo @ RPM Indicada ------------------------------------------------------------140 (20)--------------------------------------------------
Restrição Máxima na Linha de
Retorno do Combustível mm Hg [pol Hg] ---------------------------------------------------518 (20.4)--------------------------------------------------
Sistema Elétrico
Capacidade Mínima Recomendada para as Baterias
Com Acessórios Leves *
- Motor de Partida de 12 V .......... 625CCA 625CCA 625CCA 800CCA 800CCA 800CCA
- Motor de Partida de 24 V .......... 312CCA 400CCA 400CCA 475CCA 475CCA 475CCA
.Com Acessórios Pesados **
- Motor de Partida de 12 V .......... 800CCA 800CCA 800CCA 950CCA 950CCA 950CCA
- Motor de Partida de 24 V .......... 400CCA 400CCA 400CCA 475CCA 475CCA 475CCA
Resistência Máxima Permitida no Circuito do Motor de Partida
- Com Motor de Partida de 12 V - Ohms--------------------------------------------------0.0012--------------------------------------------------------
- Com Motor de Partida de 24 V - Ohms--------------------------------------------------0.0020--------------------------------------------------------
* Acessórios leves incluem (alternador, pequena bomba de direção hidráulica e embreagem desengatada).
** Acessórios pesados incluem (bomba hidráulica e conversor de torque).
Diagramas do Motor Seção E - Identificação do Motor
Pagina E-8 Série B

Diagramas do Motor

As ilustrações a seguir mostram onde estão localizados os componentes principais do motor, os filtros e os pontos de
manutenção. Dependendo do modelo e da aplicação do motor, alguns destes componentes poderão estar localizados em
pontos diferentes dos indicados nas ilustrações.

Nota: Estas ilustrações servem apenas como referencia, mostrando um motor típico

Entrada de Ar do Motor
Admissão Pré-
Linhas de Alta Pressão Aquecimento de Ar
de Combustível (Opcional)
Filtro de Combustível/
Bomba de Injeção de Separador de Água
Combustível em Linha
3/4 NPTF
Entrada de Ar Água (Aquecedor)
do Compressor 1/4 NPTF
Conexão de Entrada de
Combustível

Local para Sensor


Magnético

Compressor de Ar Bomba de Transferência


de Combustível

Plaqueta de Vareta Indicadora do


Dados do Motor Nível de Óleo

1/8 NPTF
Pressão do Óleo

Vista do Lado da Bomba de Combustível

Olhal Traseiro de
Içamento do Motor
Saída de Escape do
Linha de Retorno de Turbo
Combustível

Orifícios para Parafusos


Volante de Fixação da Placa

Carcaça do Volante

Vista Traseira
Seção E - Identificação do Motor Seção E - Identificação do Motor
Série B Pagina E-9

Comporta de Passagem do
Bocal do Injetor
Turbo
de Combustível
Abastecimento de Óleo
Olhal Dianteiro de Içamento do
Motor

Saída de Água

Filtro de Óleo Lubrificante

Resfriador de Óleo
Lubrificante

Tubo de Entrada de Água


Motor de Partida e
Solenóide 1/2 NPTF Água
(Retorno do Aquecedor)
Provisão para Aquecimento
de Óleo de Imersão
Dreno do Óleo

Vista do Lado do Turbocompressor

Entrada de Ar no Turbo
Saída de Ar do Turbo

TensionadorAutomático Entrada de Ar do Motor


de Correia

Polia do Ventilador
Tampa de Acionamento
Alternador
da Bomba de Combustível

Bomba de Água

Saída de Ar do
Entrada de Água
Compressor
Amortecedor
Amortecedor Tampa das Engrenagens
de Vibrações
Correia do Ventilador

Vista Dianteira
Diagramas do Motor Seção E - Identificação do Motor
Página E-10 Série B

ANOTAÇÕES

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Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas
Série B Pág. T-1

Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas


Conteúdo da Seção

Página

Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas. .................................................................................................. T-2


Batidas de Compressão ...................................................................................................................................... T-41
Consumo Excessivo de Combustível .................................................................................................................... T-42
Consumo Excessivo de Óleo Lubrificante ............................................................................................................. T-36
Contaminação de Refrigerante ............................................................................................................................. T-38
Contaminação do Óleo Lubrificante ...................................................................................................................... T-39
Excesso de Emissão de Fumaça Branca pelo Escapamento ............................................................................... T-23
Excesso de Emissão de Fumaça Negra pelo Escapamento ................................................................................. T-21
Falta de Potência ................................................................................................................................................ T-17
Marcha Lenta Áspera (Combustão Irregular ou Motor Oscilando) ........................................................................... T-11
Motor com Vibração Excessiva ........................................................................................................................... T-45
Motor Gira na Partida mas Não “Pega” - Não Há Fumaça no Escapamento ............................................................ T-4
Motor Tem Dificuldade em “Pegar” ou Não “Pega” - Há Fumaça no Escapamento ................................................... T-6
O Alternador Não Carrega ou Apresenta Regime de Carga Insuficiente ................................................................. T-48
O Motor “Pega” porém Não se Mantém Funcionando ............................................................................................. T-9
O Motor Não Alcança a Rotação Máxima Indicada ............................................................................................... T-15
O Motor Não Gira na Partida ou Gira Muito Lentamente ......................................................................................... T-3
O Motor Não Pára Quando Desligado .................................................................................................................. T-44
O Motor Opera com Aspereza ou Falhando ......................................................................................................... T-13
Oscilação ou Rotação Irregular do Motor (Mudança de Velocidade) ....................................................................... T-10
Perda de Refrigerante .......................................................................................................................................... T-31
Pressão Baixa do Óleo Lubrificante ..................................................................................................................... T-33
Pressão Excessiva do Óleo Lubrificante .............................................................................................................. T-35
Ruídos Excessivos no Motor ............................................................................................................................... T-47
Temperatura do Refrigerante Abaixo do Normal .................................................................................................... T-30
Temperatura do Refrigerante Acima do Normal - Aquecimento Gradual ................................................................. T-25
Temperatura do Refrigerante Acima do Normal - Aquecimento Repentino .............................................................. T-28
Vazamento de Óleo Lubrificante ou Combustível pelo Coletor de Escapamento ..................................................... T-40
Seção T - Diagnóstico de Falhas. ............................................................................................................................... T-2
Procedimentos e Técnicas .................................................................................................................................... T-2
Seção T- Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Pág. T-2 Série B

Seção T - Diagnóstico de Falhas

Procedimentos e Técnicas

Uma análise profunda dos problemas apontados por consumidores tornou-se a chave do diagnóstico de falhas bem sucedido.
Quanto mais sugestões nos forem enviadas, mais fácil e rapidamente os problemas poderão ser resolvidos.

Os diagramas contendo os Sintomas de Diagnóstico de Falhas têm início na Página T-3, e estão organizados de maneira que
um problema possa ser localizado facilmente e corrigido fazendo-se primeiro o mais fácil e lógico. Complete todos os passos
na seqüência apresentada desde o início até o final.

Não é possível incluir as soluções de todos os problemas que possam ocorrer. Entretanto, estes diagramas deverão estimular
um processo de pensamento que levará à causa e à correção do problema.

Siga estes passos básicos de diagnóstico de falhas:

• Estudar todos os fatos relativos às reclamações.


• Analisar o problema com profundidade
• Relacionar os sintomas básicos apresentados dos componentes e dos sistemas do motor
• Considerar toda ação de manutenção ou reparo que esteja relacionada a um problema.
• Verificar tudo novamente antes de iniciar a desmontagem
• Tentar solucionar o problema por dedução, começando pelas coisas mais simples.
• Determinar a causa do problema e fazer um reparo completo e definitivo.
• Depois de fazer as devidas correções, opere o motor em condições normais para certificar-se de que o problema foi
real e definitivamente corrigido.

Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas

Usar os diagramas apresentados nas próximas páginas desta seção para ajudá-lo a diagnosticar e reparar um problema com
seu motor. Leia cada linha dos diagramas, do começo ao fim. Siga as setas através dos diagramas para identificar a solução.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Pág.T-3

Motor Não Gira na Partida ou Gira Muito Lentamente

Causa Correção
Remover o motor de partida e examinar se há
O motor de partida opera, porém não gira o dentes quebrados na cremalheira, ou se a mola
motor diesel. do pinhão impulsor está quebrada. Consultar o
Procedimento 6-10.
OK

Conexões do circuito de partida soltas ou


Limpar e reapertar as conexões.
corroídas.

OK

Bateria com pouca carga. Verificar a voltagem da bateria. Consultar o


Procedimento 6-01.

OK

Não há presença de voltagem no solenóide do Verificar a voltagem para o solenóide. Consultar


motor de partida. o Procedimento 6-03.

OK

Girar manualmente o motor para avaliar a


Rotação restrita da árvore de manivelas. resistência ao giro.

OK

Solenóide ou motor de partida defeituosos. Substituir o solenóide ou o motor de partida.


Consultar o Procedimento 6-10.
Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-4 Série B

Motor Gira na Partida mas Não Pega - Não Há Emissão de Fumaça pelo Escapamento

Causa Correção

Tanque de combustível vazio. Verificar/encher o tanque de combustível.

OK

Verificar se há fios soltos e se a válvula está operando.


Válvula de corte do combustível, elétrica ou Certificar-se de que a alavanca de válvula de corte de
manual, não abre. combustível manual está em “RUN” (Operação).
Consultar os Procedimentos 5-05 ou 5-11.
OK

Verificar procedimento de partida apropriado.


Procedimento de partida impróprio. Consultar o Manual de Operação e
Manutenção.
OK

Drenar o separador de combustível/água ou


Inspecionar a operação da bomba de
substituir o filtro de combustível. Consultar o
transferência de combustível.
Procedimento 5-04.
OK

Inspecionar a operação da bomba de


Consultar o Procedimento 5-02.
transferência de combustível.

OK

Bomba injetora de combustível não recebe Verificar o fluxo de combustível. Purgar o ar do


combustível ou existe ar no sistema de sistema de combustível. Consultar os
combustível. Procedimentos 5-03 e 5-15.
OK

A restrição máxima de admissão da


Inspecionar restrição à entrada de combustível. transferência da bomba de combustível não
pode exceder a 100 mm Hg [4 pol Hg].
OK

Verificar visualmente e remover a obstrução.


Admissão de ar ou sistema de escape entupido. Verificar se existe obstrução no sistema de
escapamento.

(Continua)
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-5

Motor Gira na Partida Mas Não Pega - Não Há Emissão de Fumaça pelo Escapamento (Cont.)

Causa Correção

Verificar se a linha de retorno do combustível


Drenagem no retorno do combustível está sendo bombeada para o fundo do tanque
de combustível.
OK

Funcionamento inadequado da válvula de


excesso de retorno de combustível (somente Verificar/trocar a válvula. Consultar o
em bombas em linha). Procedimento 5-27.

OK

Examinar visualmente o débito de combustível aos


Bomba Injetora com desgaste excessivo ou não injetores, conectando um injetor externamente a uma
funcionando corretamente. das válvulas de descarga da bomba injetora. Substituir
a bomba injetora de combustível. Checar a calibração.
OK

Verificar/sincronizar a bomba injetora. Consultar


Bomba injetora fora de sincronismo.
o Procedimento 5-36.

OK

Checar/corrigir o sincronismo do alinhamento do


Comando de válvulas fora de sincronismo.
trem de engrenagem. Consultar o Procedimento
7-19.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-6 Série B

Motor Tem Dificuldade de Pegar ou Não Pega - Há Emissão de Fumaça pelo Escapamento

Causa Correção

Procedimentos incorretos de partida. Consultar o Manual de Operação e


Manutenção.

OK

Rotação de partida muito baixa (Rotação de Verificar se os acessórios acionados não estão
partida mínima = 150 (RPM). engatados.

OK

Verificar a bateria, o motor de partida, e verificar


se não existem conexões de fios soltos ou
corroídos. Consultar o Procedimento 6-02.

Girar manualmente o motor e verificar se há


resistência interna ao giro.

Dispositivo auxiliar de partida a frio inoperante, Verificar se o dispositivo está operando.


ou necessário. Consultar o manual do fabricante para obter
recomendações.
OK

Inspecionar ou substituir o filtro de ar e verificar


Ar de admissão insuficiente.
se há obstruções na tubulação de admissão de
ar.
OK

Verificar o fluxo de combustível através do filtro e


Ar no sistema de combustível, ou suprimento purgar o sistema. Localizar e corrigir a entrada de
de combustível inadequado. ar no sistema. Consultar os Procedimentos 5-03
e 5-15.
OK

Verificar a possibilidade de operar o motor com


Combustível contaminado ou combustível diesel combustível limpo contido em um reservatório temporário
nº 2 de combustível diesel. Consultar o item “Combustível
graduação nº 1 usada abaixo de 0 ºC [32 ºF]. - Recomendações/Especificações” no Manual de
Operação e Manutenção, Boletim Nº 3810205-10.
OK

(Continua)
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-7

Motor Tem Dificuldade de Pegar ou Não Pega - Há Emissão de Fumaça pelo Escapamento (Cont.)

Causa Correção
Verificar se a linha de retorno do combustível
Drenagem no retorno do combustível. está sendo bombeada para o fundo do tanque
de combustível.
OK

Inspecionar a operação da bomba de


Consultar o Procedimento 5-02.
transferência de combustível.

OK

Funcionamento inadequado da válvula de Verificar/trocar a válvula. Consultar o


excesso de retorno de combustível. Procedimento 5-27.

OK

Máxima restrição de admissão da transferência


Verificar restrição na admissão de combustível. da bomba de combustível não pode exceder a
100 mm Hg [4 pol. Hg).
OK
Verificar o ponto morto superior (PMS). Consultar
o Procedimento 7-21. Verificar/ajustar o
sincronismo da bomba injetora. Consultar o
Bomba injetora fora de sincronismo. Procedimento 5-36. Verificar/ajustar o
sincronismo da bomba injetora no pré-curso se
houver equipamento.
OK

Ajustar as válvulas. Consultar o Procedimento


Ajuste incorreto das folgas das válvulas. 7-04.

OK

Verificar/substituir os injetores. Consultar os


Um ou mais injetores com desgaste excessivo
Procedimentos 5-13 e 5-40.
ou não operando corretamente.

OK
(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-8 Série B

Motor Tem Dificuldade de Pegar ou Não Pega - Há Emissão de Fumaça pelo Escapamento (Cont.)

Causa Correção

Motor com baixa compressão. Fazer a verificação da compressão para


identificar o problema. Consultar o Procedimento
7-01.
OK

Operação inadequada da Bomba Injetora de Remover bomba injetora de combustível. Checar


combustível/operação inadequada das válvulas. a calibração.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-9

Motor Pega, Porém Não se Mantém Funcionando

Causa Correção

Nível de combustível baixo. Verificar/abastecer o tanque de combustível.

OK

Motor sendo colocado em marcha com carga Desengatar as unidades acionadas.


já aplicada.
OK

Marcha lenta regulada muito baixa para suportar Ajustar a marcha lenta. Consultar os
os acessórios acionados. Procedimentos 5-38 e 5-39.

OK

Verificar visualmente se existem restrições no


Sistemas de admissão de ar ou de sistema de escapamento e inspecionar o
escapamento com restrições. sistema de admissão de ar. Consultar os
Procedimentos 3-11 e 3-23.
OK

Verificar o fluxo de combustível através do filtro e


Presença de ar no combustível, ou suprimento purgar o sistema. Localizar e corrigir a fonte de
inadequado de combustível. entrada de ar. Consultar os Procedimentos 5-03
e 5-15.
OK

Verificar e inspecionar filtro de combustível.


Formação de parafina no combustível devido a
Limpar o sistema e usar combustível climatizado
condições climáticas extremamente frias.
ou aquecedores.
OK

Tentar operar o motor com combustível limpo ou


Combustível contaminado. a partir de um reservatório temporário. Drenar e
rinsar os acessórios do tanque de combustível.
OK

Verificar/substituir o filtro. Consultar os


Filtro de combustível obstruído. Procedimentos 5-04 e 5-16.

OK

Restrições na galeria ou na linha de retorno do Verificar/corrigir as restrições. Consultar o


combustível (versão Lucas CAV somente). Procedimento 5-14.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-10 Série B

Oscilação ou Rotação Irregular do Motor (Mudança de Velocidade)

Causa Correção

Verificar/abastecer o tanque de combustível.


Nível do combustível baixo.

OK

Se esta condição ocorre em marcha lenta, é


provavelmente uma indicação de marcha lenta Ajustar a marcha lenta. Consultar os
regulada a uma velocidade muito baixa, ou Procedimentos 5-38 e 5-39.
insuficiente para suportar a carga dos acessórios.
OK

Sistema de alavanca do acelerador desajustado Reparar o sistema de alavanca do acelerador.


ou quebrado. Consultar os Procedimentos 5-05 e 5-10.

OK
Inspecionar/corrigir os vazamentos nas linhas
de alta pressão, conexões, porcas, arruelas de
Vazamento de combustível nas linhas de alta
vedação do injetores e válvulas de descarga da
pressão.
bomba injetora. Consultar o Procedimento
5-12.
OK

Fazer uma sangria no sistema de combustível


Combustível aerado. e corrigir a origem do vazamento. Consultar os
Procedimentos 5-03 e 5-15.
OK

Um ou mais injetores com desgaste ou não Verificar/substituir os injetores defeituosos.


operando corretamente. Consultar os Procedimentos 5-13 e 5-40.

OK

Operação incorreta de uma ou mais válvulas Remover bomba injetora de combustível. Checar
de descarga de alta pressão da bomba injetora. a calibração.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-11

Marcha Lenta Áspera (Combustão Irregular ou Motor Oscilando)

Causa Correção
Deixar o motor esquentar, caso não alcance a
Motor operando muito frio. temperatura de operação.Consultar o mapa de
diagnóstico de falhas para temperatura de
operação abaixo do normal.
OK

Marcha lenta ajustada muito baixa para suportar Verificar/ajustar o parafuso batente da marcha
a carga dos acessórios. lenta. Consultar os Procedimentos 5-38 e
5-39.
OK

Coxins de apoio do motor muito apertados, Verificar as condições dos coxins. Consultar
danificados ou soltos. as instruções de serviços do fabricante.

OK

Inspecionar/corrigir os vazamentos nas linhas de


Vazamento de combustível nas linhas de alta alta pressão, conexões, porcas, arruelas de
vedação dos injetores ou arruelas de vedação das
pressão. válvulas de descarga de alta pressão da bomba
injetora. Consultar os Procedimentos 5-12 e 5-33.
OK

Purgar o sistema de combustível e corrigir a


Presença de ar no combustível. fonte de entrada de ar. Consultar os
Procedimentos 5-03 e 5-15.
OK

Verificar/substituir válvula de descarga de alta


Válvula de descarga de alta pressão não pressão do retorno do combustível. Consultar
operando corretamente. o Procedimento 5-27.
OK

Operação inadequada na bomba de Verificar/substituir bomba de transferência de


transferência de combustível. combustível.

OK

Limpar os pré-filtros e telas e checar a linha de


Restrição no suprimento de combustível. combustível quanto a restrições. Consultar o
Procedimento 5-04.
OK

(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-12 Série B

Marcha Lenta Áspera (Combustão Irregular ou Motor Oscilando) (Cont.)

Causa Correção

Agulha agarrada ou engripada em um dos Verificar/substituir o injetor. Consultar o


injetores. Procedimento 5-40.

OK

Bomba injetora de combustível ou válvula de Remover bomba injetora de combustível. Checar


recalque não operando corretamente. a calibração.

OK

As válvulas não estão vedando. Ajustar as válvulas. Consultar o Procedimento


7-04.
OK

Conduzir um teste de compressão e fazer os


Perda de compressão em um ou mais cilindros.
reparos necessários. Consultar o Procedimento
7-01.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-13

Motor Opera com Aspereza ou Falhando

Causa Correção

Consultar a lógica de diagnóstico de falhas


Condição que só ocorre na marcha lenta.
referente a marcha lenta áspera.

OK

Deixar aquecer o motor até a temperatura de


Motor está frio.
operação.

OK

Inspecionar/corrigir os vazamentos nas linhas


Vazamento nas linhas de combustível. de combustível, conexões, porcas, arruelas de
vedação dos injetores e arruelas de vedação das
válvulas de descarga da bomba injetora.
OK Consultar o Procedimento 5-12.

Verificar o fluxo do combustível através do filtro e


Ar no combustível ou suprimento de purgar o ar do sistema. Localizar e corrigir a fonte
combustível inadequado. de entrada de ar. Consultar os Procedimentos
5-03 e 5-15.
OK

Válvula de descarga de alta pressão não Verificar/substituir a válvula de descarga.


operando corretamente. Consultar o Procedimento 5-27.

OK

Operação inadequada da bomba de Verificar/substituir bomba de transferência de


transferência de combustível. combustível. Consultar o Procedimento 5-02.

OK

Limpar os pré-filtros e telas e checar restrições


Suprimento de combustível restrito. na linha combustível. Substituir o filtro de
combustível. Consultar o Procedimento 5-04.
OK

Verificar, operando o motor com combustível


Combustível contaminado. limpo a partir de um reservatório temporário
externo.
OK

(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-14 Série B

Motor Opera com Aspereza ou Falhando (cont.)

Causa Correção
Verificar se existem tubos impulsores
Ajuste incorreto da folga das válvulas. empenados e ajustar a folga das válvulas.
Consultar os Procedimentos 7-03 e 7-04.
OK
Verificar o ponto morto superior (PMS). Consultar o
Procedimento 7-21. Verificar/ajustar o sincronismo
Sincronização incorreta da bomba injetora. da bomba injetora. Consultar o Procedimento 5-36.
Verificar/ajustar o sincronismo da bomba injetora
no pré-curso se houver equipamento. Consultar o
Procedimento 5-36.
OK

Baixa compressão em um ou mais cilindros. Conduzir um teste de compressão, verificar e


reparar conforme necessidade. Consultar o
Procedimento 7-01.
OK

Verificar/substituir injetores. Consultar os


Operação inadequada dos injetores.
Procedimentos 5-13 e 5-40.

OK

Bomba injetora defeituosa (Válvulas de Remover bomba injetora de combustível. Checar


descarga de alta pressão). a calibração.

OK

Árvore de comando fora de sincronização. Verificar/corrigir sincronismo do alinhamento do


trem da engrenagem. Consultar o Procedimento
5-36.
OK

Árvore de comando ou tuchos danificados. Inspecionar a árvore de comando e tuchos.


Consultar o Procedimento 7-19.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-15

O Motor Não Alcança a Rotação Máxima Indicada

Causa Correção

Verificar a rotação do motor com a ajuda de


Tacômetro não operando corretamente. um tacômetro manual. Corrigir conforme
necessário.
OK

Verificar a rotação máxima indicada sem carga.


Motor sobrecarregado. Investigar a operação para certificar-se do uso
da transmissão correta.
OK

Ajustar a articulação do curso da alavanca de


Folga, desgaste excessivo ou ajuste incorreto
controle de combustível de batente a batente.
nas articulações de comando de aceleração.
Consultar os Procedimentos 5-05 e 5-10.
OK

Verificar/recolocar a alavanca de corte de


Alavanca de corte de combustível parcialmente
combustível na posição (“RUN”). Consultar os
atuada.
Procedimentos 5-05 e 5-11.
OK

Verificar operando o motor com um reservatório


Combustível de má qualidade ou graduação do temporário de combustível diesel nº 2. Consultar
combustível diesel nº 1, usar acima de 0 ºC “Combustível: Recomendações/Especificações”,
[32 ºF]. do Manual de Operação e Manutenção - Série B,
Boletim Nº 3810565.
OK

Verificar o fluxo do combustível através do filtro


Suprimento de combustível inadequado. para localizar a fonte de restrição. Consultar
os Procedimentos 5-01 e 5-02.
OK

Retorno de combustível da válvula de descarga Verificar/substituir retorno do combustível na


não operando corretamente. válvula de descarga de alta pressão.

OK

Bomba de transferência de combustível não Verificar/substituir bomba de transferência de


operando corretamente. combustível. Consultar o Procedimento 5-04.

OK
(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-16 Série B

O Motor Não Alcança a Rotação Máxima Indicada (cont.)

Causa Correção

Controle de ar-combustível (AFC) - Vazamento/ Verificar/reparar o vazamento. Verificar/limpar


Obstrução. a tubulação e conexões do AFC à procura de
pontos de obstrução.
OK

Se a condição é intermitente - restrição na linha Verificar/remover restrições. Consultar o


da galeria de retorno de combustível (LUCAS Procedimento 5-14.
CAV DPA somente).
OK

Diafragma do atuador da comporta de Reparar o turbo-compressor.


passagem do turbo-compressor rompido.

OK

Bomba injetora de combustível não operando Remoção da bomba injetora de combustível.


corretamente. Checar a calibração.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-17

Falta de Potência

Causa Correção
Verificar se há sobrecarga adicional causada por
acessórios ou unidades acionadas operando
Motor sobrecarregado.
inadequadamente, sapatas de freio presas ou
outras alterações na carga do veículo.
OK

Alavanca de controle de combustível, Verificar/corrigir o curso de batente-a-batente.


desajustada. Consultar os Procedimentos 5-05 e 05-10.

OK

Verificar/substituir alavanca de corte de


Alavanca de comando mecânico de corte de combustível na posição (RUN). Consultar os
combustível do motor parcialmente atuada. Procedimentos 5-05, 5-11 e 5-31.
OK

Verificar operando o motor com um reservatório


Combustível de qualidade inferior ou combustível temporário de combustível diesel nº 2. Consultar
diesel graduação nº 1, usado acima de 0ºC [32 ºF]. “Combustível: Recomendações/Especificações”
no Manual de Operação e Manutenção dos Motores
Série B Nº 3810205.
OK

Se a condição é de baixa resposta da válvula Reapertar todas as conexões, reparar


reguladora, vazamento no tubo de ar do combustível,
tubulações ou reparar diafragma da comporta
ruptura no diafragma da comporta de passagem,
bombeamento danificado na comporta de passagem. de passagem.
OK

Verificar a tubulação e conexões do AFC entre


Tubulação do AFC obstruída.
o coletor de admissão e a bomba injetora de
combustível.
OK

Inspecionar/corrigir vazamentos nas linhas de alta


Vazamento de combustível na linha de alta pressão, conexões, porcas, arruelas de vedação
pressão. dos injetores e das válvulas de descarga da
bomba injetora.
OK

Verificar o fluxo de combustível através do filtro,


Suprimento de combustível inadequado. para localizar a fonte da restrição. Consultar
os Procedimentos 5-01 e 5-02.
OK

Ar no sistema de combustível. Purgar o sistema de combustível e verificar os


vazamentos por sucção. Consultar os
Procedimentos 5-03 e 5-15.
OK
(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-18 Série B

Falta de Potência (Cont.)

Causa Correção

Verificar/substituir bomba de transferência de


Bomba de transferência de combustível não
combustível. Consultar os Procedimentos 5-01,
operando corretamente.
5-02, 5-21 e 5-22.
OK

Retorno de combustível na válvula de descarga Verificar/substituir retorno da válvula de


não operando corretamente. descarga. Consultar o Procedimento 5-27.

OK

Nível do óleo incorreto. Verificar/corrigir nível do óleo.

OK

Admissão de ar inadequada ou Inspecionar/substituir o elemento do filtro de ar.


superaquecimento. Procurar por outras restrições. Consultar o
Procedimento 3-11.
OK

Se o veículo está equipado com válvula seletora


para admitir o ar de indução de dentro do
compartimento do motor ou de fora, posicionar esta
válvula de acordo com a estação ou clima local.

Passagem do refrigerante conectada no pós-


arrefecedor.

Verificar o trocador de calor quanto à restrição


interna. Substituir o trocador de calor com
restrição.

Verificar/limpar detritos da parte dianteira do


trocador de calor.

(Continua)
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-19

Falta de Potência (Cont.)

Causa Correção
Verificar/corrigir vazamentos de ar no tubo de
Vazamento de ar entre o turbo-compressor e o transferencia, mangueiras, ou através de
coletor de admissão. perfurações ou porosidades na tampa do
coletor. Consultar o Procedimento 3-08.
OK

Verificar/corrigir o sistema de escapamento.


Restrição excessiva na tubulação de
Checar o catalisador quanto a restrições.
escapamento.
Consultar o Procedimento 3-23.
OK

Em operação durante clima quente, verificar se


Temperatura excessiva do combustível maior o aquecedor do combustível foi desligado.
que 71.ºC [160 ºF]. Verificar se a linha de retorno de combustível
está com restrição.
OK

Verificar/corrigir vazamentos de gases nas jun-


Vazamento de gases de escapamento no
tas do coletor ou do turbo-compressor. Verificar
coletor ou turbo-compressor.
se o coletor de escapamento não está trincado.
OK

Anel de vedação extra instalado debaixo de um Remover anel de vedação extra do injetor.
injetor.

OK

Operação inadequada dos injetores. Verificar injetores.

OK

(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-20 Série B

Falta de Potência (Cont.)

Causa Correção

Verificar a pressão elevada específica.


Turbo-compressor não operando corretamente. Consultar as especificações de pressão
elevada no turbo-compressor, Seção 3.
OK

Inspecionar/substituir o turbo-compressor.
Consultar os Procedimentos 7-05, 3-01 e 3-13.

Verificar/ajustar as válvulas. Consultar o


Folga incorreta das válvulas.
Procedimento 7-04.

OK

Sincronização da bomba injetora de Verificar a sincronização da bomba injetora.


combustível incorreta. Consultar o Procedimento 5-36.

OK

Operação inadequada da bomba injetora de


Remover a bomba injetora. Checar a calibração.
combustível.

OK

Conduzir um teste de compressão no motor


Baixa compressão do motor. para identificar a disfunção. Reparar conforme
necessário.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T- 21

Excesso de Emissão de Fumaça Negra pelo Escapamento

Causa Correção

Motor arrastando. Usar marcha mais baixa.

OK

Inspecionar/substituir o filtro de ar. Verifique


Insuficiência de ar de admissão.
outras restrições. Consultar o Procedimento
3-11.
OK

Restrição no escapamento. Verificar restrição no escapamento. Consultar


o Procedimento 3-23.

OK

Verificar/corrigir vazamentos no tubo de


Vazamento de ar entre o turbo-compressor e o transferencia de ar, mangueiras ou através de
coletor de admissão. perfurações ou porosidades na tampa do coletor
de admissão. Consultar os Procedimentos
3-10 e 3-11.
OK

Verificar se o trocador de calor está obstruído,


Operação inadequada do trocador de calor.
se há restrição interna ou vazamento.

OK

Verificar/corrigir vazamentos nas juntas do


Vazamento de ar entre o turbo-compressor e o coletor de escapamento e do turbo-compres-
coletor de admissão. sor. Verificar pela possibilidade de trincas no
coletor de escapamento.
OK

Operação inadequada da comporta de Reparar ou substituir a comporta de passagem.


passagem do turbo-compressor. Consultar o Procedimento 3-02.

OK

Inspecionar/substituir turbo-compressor.
Operação inadequada do turbo-compressor.
Consultar o Procedimento 3-13.

OK

(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-22 Série B

Excesso de Emissão de Fumaça Negra pelo Escapamento (Cont.)

Causa Correção

Injetor instalado com mais de uma arruela de Remover arruela extra. Consultar o
vedação. Procedimento 5-40.

OK

Instalação de um injetor de 7mm com um anel Remover o injetor e instalar o anel de vedação
de vedação de 9mm. apropriado. Consultar o Procedimento 5-40.

OK

Substituir injetores. Consultar o Procedimento


Operação inadequada dos injetores. 5-40.

OK

Bomba injetora não operando corretamente ou Remover a bomba injetora. Checar a calibração.
encharcada.

OK

Conduzir um teste de compressão do motor.


Vedação inadequada dos anéis de segmento.
Corrigir conforme necessário. Consultar o
(fumaça azul).
Procedimento 7-01.
OK

Sincronização da bomba injetora de


Verificar a sincronização da bomba injetora.
combustível incorreta.
Consultar os Procedimentos 7-20 e 5-36.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T- 23

Excesso de Emissão de Fumaça Branca pelo Escapamento

Causa Correção
Verificar procedimento apropriado de partida.
Procedimento incorretos de partida. Consultar o Procedimento de partida no Manual
de Operação e Manutenção.
OK

Consultar a Lista de Passos Lógicos de


Temperatura do refrigerante muito baixa. Diagnóstico de Falhas “Temperatura do
Refrigerante Abaixo do Normal”.
OK

Consultar o Manual de Operação do veículo.


Temperatura da admissão de ar muito baixa.

OK

Comprovar operando o motor com combustível


limpo e de qualidade comprovada, a partir de um
Combustível de qualidade inferior. reservatório externo temporário. Limpar e lavar
por pressão os tanques de abastecimento. Usar
combustível diesel com valor de cetona 42-50.
OK

Verificar o ponto morto superior (PMS). Consultar o


Sincronização da bomba injetora ajustado Procedimento 7-21. Verificar/ajustar o sincronismo da
incorretamente. bomba injetora. Consultar o Procedimento 5-36.
Verificar/ajustar o sincronismo da bomba injetora
OK no pré-curso se houver equipamento. Consultar o
Procedimento 5-36.

Diagnosticando problemas no KSB (Bomba


Consultar os Procedimentos 5-07, 5-08 e 5-09.
Bosch VE somente).

OK

Injetor instalado com mais de uma arruela de Remover arruela extra. Consultar o
vedação. Procedimento 5-40.

OK

Verificar/substituir injetores. Consultar os


Injetores operando incorretamente.
Procedimentos 5-13 e 5-40.

OK
(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-24 Série B

Excesso de Emissão de Fumaça Branca pelo Escapamento (Cont.)

Causa Correção
Consultar a Lista de Passos Lógicos de
Vazamento do refrigerante na câmara de Diagnóstico de Falhas em “Perda de
combustão. Refrigerante”.
OK

Bomba injetora de combustível não operando Remover a bomba injetora de combustível.


corretamente. Checar a calibração.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T- 25

Temperatura do Refrigerante Acima do Normal - Aquecimento Gradual

Causa Correção

Nível baixo do refrigerante. Verificar/completar o nível do refrigerante.


Consultar o Procedimento 1-06.

OK

Localizar e corrigir a origem do vazamento ou


perda do refrigerante. Consultar a Lista de
Passos Lógicos de Diagnóstico de Falhas em
“Perda de Refrigerante”.

Aletas do trocador de calor/radiador obstruídas Soprar com compressor de ar os detritos das


(somente automotivo). aletas.

OK

Verificar/reparar os defletores e venezianas


moduladoras do ventilador, sensores de
Fluxo de ar inadequado ou restrito no radiador. temperatura e embreagem do ventilador. Consultar
os Procedimentos de equipamentos do fabricante.
OK

Correias da bomba de água ou de acionamento Verificar/corrigir a tensão da correia.


do ventilador soltas.

OK

Mangueiras do radiador esmagadas com Verificar/substituir mangueira.


restrição ou vazamento.

OK

Nível alto do óleo lubrificante. Verificar/drenar o óleo para corrigir o nível.

OK

Defletor do ventilador danificado ou não Inspecionar defletor, reparar/substituir ou


instalado. instalar.

OK

(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-26 Série B

Temperatura do Refrigerante Acima do Normal - Aquecimento Gradual (Cont.)

Causa Correção

Operação inadequada da tampa de pressão de Substituir a tampa, com pressão adequada para
abastecimento ou tampa incorreta. o sistema. Consultar o Procedimento 1-01.

OK

Super concentração do anticongelante. Remover parte do refrigerante do sistema de


arrefecimento e substituir com água.

OK

Verificar se o sensor e o indicador de


Operação inadequada do sensor ou do temperatura estão aferidos e operando
indicador de temperatura. adequadamente. Consultar o Procedimento
1-01.
OK

Operação inadequada, falta de termostato ou Verificar/substituir o termostato . Consultar o


termostato com escala de temperatura Procedimento 1-08.
incorreta.
OK

Venezianas do radiador não abrem Inspecionar as venezianas e reparar ou


completamente ou tampa do radiador fechada. substituir, se necessário. Abrir tampa do
radiador.
OK

Certificar-se de que o regime de enchimento não


Ar ou gases de combustão no sistema de está sendo excedido e que o termostato instalado
arrefecimento. é do tipo correto. Consultar o Procedimento
1-01.
OK

Se a aeração persistir, verificar a compressão


do vazamento através da junta do cabeçote.
Consultar o Procedimento 7-01.

(Continua)
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-27

Temperatura do Refrigerante Acima do Normal - Aquecimento Gradual (Cont.)

Causa Correção

Verificar/substituir a bomba de água. Consultar


Bomba de água não operando corretamente. o Procedimento 1-07.

OK

Passagens de refrigerante obstruídas no Jatear o sistema com compressor de ar e


radiador, cabeçote, junta do cabeçote ou bloco encher com refrigerante limpo.
de cilindros.
OK

Contatar o fabricante do veículo para confirmar


Projeto do sistema de arrefecimento do veículo. o ventilador correto, radiador e outros
componentes do sistema de arrefecimento.
OK

Verificar se as marcas de sincronização da


Sincronização da bomba injetora de
bomba injetora de combustível estão alinhadas.
combustível incorreta.
Consultar o Procedimento 5-36.
OK

Remover bomba injetora de combustível. Checar


Bomba injetora de combustível sobrecarregada.
a calibração.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-28 Série B

Temperatura do Refrigerante Acima do Normal - Aquecimento Repentino

Causa Correção

Nível baixo do refrigerante. Adicionar refrigerante. Consultar o Procedimento


1-06.

OK

Operação inadequada do sensor ou do Verificar se o sensor e o indicador de


indicador de temperatura. temperatura estão aferidos. Consultar o
Procedimento 1-01.
OK

Correias de acionamento do ventilador folgadas. Verificar tensão da correia.

OK

Mangueira do radiador esmagada, com Inspecionar as mangueiras.


restrição ou vazamento.

OK

Tampa do Radiador incorreta ou funcionamento Verificar a pressão da tampa do radiador.


não satisfatório. Pressão da tampa muito baixa. Consultar o Procedimento 1-01.

OK

Operação inadequada ou termostato incorreto. Verificar termostato. Consultar o Procedimento


1-01.

OK

Venezianas do radiador não abrem Inspecionar as venezianas. Reparar ou


completamente ou a cobertura do radiador para substituir caso se faça necessário. Abrir a capa
operação em climas frios está fechada. Ajuste do radiador. Checar o ajuste das venezianas
das venezianas moduladoras não satisfatório. moduladoras. Consultar o Procedimento 1-01.
OK

Presença de ar ou gases de combustão no Verificar: ar e os gases de combustão no


sistema de arrefecimento. sistema de arrefecimento. Consultar o
Procedimento 7-01.
OK
(Continua)
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-29

Temperatura do Refrigerante Acima do Normal - Aquecimento Repentino (Cont.)

Causa Correção

Linha de ventilação do motor e/ou radiador Verificar o curso e a operação da linha de


obstruído ou curso incorreto. ventilação.

OK

Verificar operação da bomba de água. Substituir


Operação inadequada da bomba de água. a bomba de água. Consultar os Procedimentos
1-09 e 1-07.
OK

Vazamento entre o tanque principal e o tanque Verificar vazamento do refrigerante entre os


auxiliar. tanques.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-30 Série B

Temperatura do Refrigerante Abaixo do Normal

Causa Correção
Verificar/reparar venezianas moduladoras,
Fluxo de ar excessivo através do radiador. embreagem do ventilador, ventilador viscoso,
conforme necessário. Consultar os
Procedimentos de equipamentos do fabricante.
OK

Termostato quebrado, danificado, contaminado Verificar/substituir termostato. Consultar os


ou com vedação inadequada. Procedimentos 1-01 e 1-08.

OK

Operação inadequada do sensor do indicador Verificar se o sensor e o indicador de temperatura


de temperatura. estão aferidos . Consultar o Procedimento
1-01.
OK

O refrigerante não está fluindo em volta do sen- Verificar/limpar passagens do refrigerante.


sor de temperatura.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-31

Perda de Refrigerante

Causa Correção

Inspecionar visualmente o radiador, o aquecedor


Vazamento no radiador ou no sistema de
e as mangueiras e conexões à procura de
aquecimento da cabine do operador.
vazamentos.
OK

Se houver presença de óleo no refrigerante,


verificar se há vazamentos nos arrefecedores
do óleo lubrificante ou da transmissão.

Inspecionar visualmente o motor e os


Vazamentos externos no motor. componentes à procura de vazamentos nas
juntas, vedações e torneira de dreno.
OK

Superaquecimento do motor ou vazamento de Consultar as operações para sobreaquecimento


e falta de potência. Consultar a Lista de Passos
gases de combustão, resultando em perda do Lógicos de Diagnóstico de Falhas em
refrigerante pelo ladrão do radiador. “Temperatura do Refrigerante Acima do Normal”.
OK

Vazamento no arrefecedor de óleo da Verificar se há mistura de óleo da transmissão


transmissão, se assim equipado. com o refrigerante. Consultar o Procedimento
2-03.
OK

Se o motor estiver equipado com compressor Verificar se há presença de refrigerante no óleo.


de ar arrefecido a água, vazamento pelo Verificar/substituir o cabeçote ou a junta. Consultar
cabeçote ou cabeçote do compressor. os Procedimentos do fabricante do equipamento.
OK

Verificar/substituir o pós-arrefecedor de ar.


Vazamento no pós-arrefecedor de ar, em
Verificar se há presença de água no coletor de
motores assim equipados.
admissão e no óleo lubrificante.
OK

Verificar/substituir o radiador de óleo. Verificar


Vazamento no arrefecedor de óleo do motor. se há presença de refrigerante no óleo do motor.
Consultar o Procedimento 2-05.
OK
(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-32 Série B

Perda de Refrigerante (Cont.)

Causa Correção

Vazamento na junta do cabeçote. Verificar/substituir a junta do cabeçote.


Consultar o Procedimento 7-07.

OK

Verificar/substituir o cabeçote. Consultar o


Cabeçote trincado ou com porosidades.
Procedimento 7-07.

OK

Vazamento interno ou externo nas passagens Verificar/substituir o bloco de cilindros.


de água do bloco de cilindros.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-33

Pressão Baixa do Óleo Lubrificante

Causa Correção

Verificar/completar o nível do óleo. Consultar o


Nível baixo do óleo lubrificante.
Procedimento 2-08.

OK

Verificar a presença de vazamentos externos


severos de óleo lubrificante que poderiam
causar queda na pressão do óleo.

Verificar se o óleo usado é do tipo recomendado.


Baixa viscosidade do óleo lubrificante, diluído Verificar se há indícios de diluição. Consultar a
ou não atende às especificações. Lista Lógica do Diagnóstico de Falhas em
“Contaminação do Óleo Lubrificante”.
OK

Temperatura do motor alta.(Acima de 95 ºC Consultar Lista de Passos Lógicos de


[203 ºF]). Diagnóstico de Falhas em “Temperatura do
Refrigerante Acima do Normal”.
OK

Operação inadequada do sensor ou do Verificar se o indicador da pressão está


indicador da pressão do óleo. funcionando corretamente.

OK

Válvula de alívio engripada na posição aberta. Verificar/substituir a válvula. Consultar o


Procedimento 2-04.

OK

Trocar o filtro de óleo, verificar os intervalos de


Filtro de óleo entupido.
troca.

OK

Trocar o radiador de óleo lubrificante. Consultar


Radiador de óleo entupido.
o Procedimento 2-05.

OK
(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-34 Série B

Pressão Baixa do Óleo Lubrificante (Cont.)

Causa Correção
No caso do arrefecedor de óleo ter sido
Verificar/remover tampões de proteção para
substituído, não foram retirados os tampões de
transporte.
vedação para transporte.
OK

Se substituída, foi instalada uma bomba de óleo Verificar se a bomba correta está instalada.
de 4 cilindros em um motor de 6 cilindros. Consultar o Procedimento 2-07.

OK

Se substituída, foi instalada uma bomba de óleo Verificar se a bomba correta está instalada.
antes de 1991 em um motor após 1991. Consultar o Procedimento 2-07.

OK

Bujões do bloco dos cilindros ou do cabeçote Verificar/substituir os bujões de expansão.


soltos ou não instalados. Consultar o Procedimento 2-08.

OK

Tubo de sucção de óleo solto ou vazamento Verificar/substituir selo. Consultar o


pela junta do mesmo. Procedimento 2-06.

OK

Bomba de óleo com desgaste excessivo. Verificar/substituir a bomba de óleo. Consultar


o Procedimento 2-07.

OK

Verificar/instalar as novas bronzinas e reapertar


Capa do mancal principal solta.
a capa do mancal. Consultar o Procedimento
7-13.
OK

Inspecionar/substituir as bronzinas. Checar/


Bronzinas com desgaste excessivo. substituir também os bicos de arrefecimento
do pistão. Consultar o Procedimento 7-13.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-35

Pressão Excessiva do Óleo Lubrificante

Causa Correção

Operação inadequada do sensor ou do Verificar se o sensor e o indicador estão aferidos


indicador de pressão. e operando corretamente.

OK

Consultar a Lista de Passos Lógicos de


Motor operando demasiado frio. Diagnóstico de Falhas em “Temperatura do
Refrigerante Abaixo do Normal”.
OK

Certificar-se de que está sendo usado o óleo


Viscosidade do óleo muito alta. recomendado. Consultar o manual de operação
do fabricante.
OK

Válvula de alívio de pressão engripada na Verificar/substituir a válvula. Consultar o


posição fechada. Procedimento 2-04.

OK

Se recentemente substituída, o uso de uma Verificar se a bomba instalada é do tipo correto.


bomba de óleo de motor de 6 cilindros em motor Consultar o Procedimento 2-07.
de 4 cilindros.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-36 Série B

Consumo Excessivo de Óleo Lubrificante

Causa Correção

Inspecionar visualmente pela existência de


Vazamentos externos.
vazamentos de óleo.

OK

Cárter sendo enchido com óleo acima do nível Verificar se a vareta indicadora de nível está
normal (vareta indicadora de nível calibrada corretamente marcada.
incorretamente).
OK

Óleo do tipo incorreto sendo usado Certificar-se de que o óleo correto recomendado
(Especificação ou viscosidade). está sendo usado.

OK
Verificar a possibilidade de redução de viscosidade
em decorrência de diluição com combustível.
Diluição de combustível em óleo lubrificante terá
origem na bomba injetora de combustível do selo
do eixo da engrenagem de transmissão ou bomba
de transferência de combustível.

Inspecionar/reduzir os intervalos de troca de


óleo.

Verificar a área em volta do tubo de descarga


Altos níveis de sopro no cárter, insuflando o do respiro pela evidência de perda de óleo. Medir
óleo para fora do respiro. o sopro no cárter e efetuar os reparos
necessários. Consultar o Procedimento 8-05.
OK

Verificar se existe de óleo no refrigerante.


Vazamento no radiador do óleo.
Consultar o Procedimento 2-03.

OK

Se estiver equipado com bomba de óleo Verificar/substituir compressor de ar. Consultar


lubrificante e compressor de ar. o Procedimento 4-06.

OK
(Continua)
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-37

Consumo Excessivo de Óleo Lubrificante (Cont.)

Causa Correção
Inspecionar internamente o tubo de
Passagem de óleo do turbo-compressor para
transferência de ar pela evidência de passagem
o coletor de admissão ou escape.
de óleo.
OK

Inspecionar/substituir os retentores de válvulas.


Retentores das hastes de válvulas com
Consultar o Procedimento 7-01.
desgaste excessivo.
OK

Fazer um teste de compressão dos cilindros.


Anéis de segmento não vedando corretamente. Efetuar os reparos necessários. Consultar o
Óleo sendo consumido pelo motor. Procedimento 7-01.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-38 Série B

Contaminação do Refrigerante

Causa Correção
Presença de ferrugem no refrigerante. Operação Drenar e lavar o sistema de arrefecimento.
sem mistura correta de água e aditivo anti- Encher o sistema com uma mistura correta de
congelante. água e anti-congelante.
OK

Verificar os intervalos de trocas do refrigerante.


Consultar o Manual de Operação e
Manutenção.

Verificar/substituir o radiador de óleo da


Vazamento interno no radiador de óleo da transmissão. Consultar as recomendações e
transmissão, em motor assim equipado. procedimentos estipulados pelo fabricante do
equipamento.
OK

Vazamentos internos de óleo no radiador de Consultar a Lista de Passos Lógicos de


óleo, junta do cabeçote e galerias do bloco de Diagnóstico de Falhas em “Perda de Óleo
cilindros. Lubrificante”.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-39

Contaminação do Óleo Lubrificante

Causa Correção

Consultar a Lista de Passos Lógicos de


Presença de refrigerante no óleo. Vazamentos
Diagnóstico de Falhas em “Perda de
nos componentes internos do motor.
Refrigerante”.
OK

Verificar os intervalos de trocas de óleo e dos


Presença excessiva de borra e lodo no óleo. filtros de óleo.

OK

Verificar se o tipo correto de óleo está sendo


usado.

Presença de combustível no óleo, motor Verificar operação em marcha por longos


operando demasiado frio. períodos, resultando em motor operando abaixo
da temperatura normal.
OK

Vazamento no retentor da bomba na Reparar ou substituir a bomba injetora.


transferência de combustível. Consultar os Procedimentos 5-03 e 5-21.

OK

Retentor de óleo da bomba injetora vazando. Remover bomba injetora de combustível e fazer
(Bomba rotativa). reparos. Consultar o Procedimento 5-35.

OK

Vazamento do êmbolo interno do retentor Remover a bomba injetora de combustível e


(Bomba em linha). fazer os reparos. Consultar o Procedimento
5-37.
OK

Válvulas agulha dos injetores não vedando Localizar e substituir os injetores defeituosos.
corretamente. Consultar os Procedimentos 5-13 e 5-40.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-40 Série B

Vazamento de Óleo Lubrificante ou Combustível pelo Coletor de Escapamento

Causa Correção

Operando por longos períodos sob condições Verificar procedimento de operação junto ao
leves ou sem carga. operador.

OK

Verificar se o motor está sendo operado em


Restrição na admissão de ar.
marcha lenta por períodos prolongados.

OK

Verificar/substituir o elemento do filtro.


Consultar os Procedimentos 5-05 e 5-16.

Injetor com válvula agulha engripada na posição


Localizar e substituir injetor defeituoso.
aberta.
Consultar os Procedimentos 5-13 e 5-40.
OK

Linha de drenagem de óleo do turbocompressor Verificar/limpar a linha.


obstruída.

OK

Retentores do turbocompressor vazando óleo. Verificar/substituir turbo-compressor. Consultar


o Procedimento 3-13.

OK

Altos níveis de sopro. Verificar excesso de altos níveis de sopro.


Consultar o Procedimento 8-05.

OK

Sincronização da bomba injetora de Verificar/sincronizar a bomba injetora. Consultar


combustível incorreta. o Procedimento 5-36.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-41

Batidas de Compressão

Causa Correção

Funcionamento inadequado da batida auxiliar Reparar ou substituir a partida auxiliar.


de éter, se equipado.

OK

Purgar o sistema de combustível. Consultar os


Presença de ar no combustível.
Procedimentos 5-03 e 5-15.

OK

Verificar e confirmar operando o motor com


Combustível de qualidade inferior. combustível de qualidade comprovada, a partir
de um reservatório externo temporário. Limpar
e lavar sob pressão o tanque de combustível.
OK

Motor sobrecarregado. Verificar se a capacidade da potência indicada


do motor não está sendo ultrapassada.

OK

Sincronização da bomba injetora de Verificar/sincronizar corretamente a bomba


combustível incorreta. injetora. Consultar o Procedimento 5-36.

OK

Injetores com funcionamento inadequado. Substituir os injetores. Consultar os


Procedimentos 5-13 e 5-40.

OK

Consultar a Lista de Passos Lógicos de


Temperatura de operação do refrigerante Diagnóstico de Falhas em “Temperatura do
incorreta. Refrigerante Baixa”.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-42 Série B

Consumo Excessivo de Combustível

Causa Correção

Carga adicional imposta ao motor por Verificar/reparar os acessórios e os componentes


acessórios ou equipamentos acionados, não do veículo que apresentam falhas. Consultar os
operando adequadamente. Procedimentos estipulados pelo fabricante.
OK

Verificar a técnica operacional, no que se refere


Técnica operacional incorreta. à troca de marchas, desaceleração e operação
em marcha lenta.
OK

Vazamento de combustível. Verificar vazamento externo e diluição do óleo


lubrificante do motor.

OK

Para diluição do combustível, verificar


vazamentos internos na bomba de transferência
de combustível e bomba injetora.

Certificar-se de que o combustível de qualidade


Combustível de qualidade inferior ou utilização
nº 2 está sendo usado.
de combustível nº 1.
OK

Consultar a Lista de Passos Lógicos de


Restrições nos sistemas de admissão de ar e
Diagnóstico de Falhas em “Excesso de
de escapamento.
Emissão de Fumaça pelo Escapamento”.
OK

Operação inadequada ou desgaste excessivo Verificar/substituir os injetores. Consultar os


dos injetores. Procedimentos 5-13 e 5-40.

OK
(Continua)
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-43

Consumo Excessivo de Combustível (Cont.)

Causa Correção

Sincronização inadequada da bomba injetora. Verificar/sincronizar a bomba injetora de


combustível. Consultar o Procedimento 5-36.

OK

Verificar se há vedações de ajuste quebradas na


Ajustes da bomba injetora de combustível bomba injetora de combustível. Se as vedações
incorreto. estão quebradas, remover e recalibrar a bomba
injetora de combustível. Consultar os
OK Procedimentos 5-35 e 5-37.

Válvulas não vedando corretamente. Verificar/ajustar a folga das válvulas. Consultar


o Procedimento 7-04.

OK

Funções de potência não operando Verificar/reparar as funções de potência.


adequadamente.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-44 Série B

Motor Não Pára Quando Desligado

Causa Correção
Parar o motor mecanicamente com a alavanca
Válvula de corte de combustível inoperante. de corte de combustível na bomba injetora.
Verificar a operação correta do solenóide.
Consultar os Procedimentos 5-05, 5-11 e 5-31.
OK

Remover a bomba injetora de combustível e


Bomba injetora de combustível não operando
verificar/reparar. Consultar os Procedimentos
corretamente.
5-35 e 5-37.
OK

Motor continua operando alimentado pelos Verificar todos os dutos do sistema de


vapores de combustível aspirados pelo sistema admissão de ar para localizar a origem da
de admissão de ar. admissão dos vapores.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-45

Motor com Vibração Excessiva

Causa Correção

Consultar a Lista de Passos Lógicos de


Motor não opera “suave”. Diagnóstico de Falhas em “Motor Opera Com
Aspereza ou Falhando”.
OK

Ajustar a marcha lenta baixa do motor.


Rotação da marcha lenta baixa demais.
Consultar os Procedimentos 5-38 e 5-39.

OK

Verificar/substituir os componentes
Ventilador danificado ou acessórios operando
responsáveis pela vibração do motor. Consultar
inadequadamente.
as instruções de serviço emitidas pelo fabricante
do equipamento.
OK

Operação inadequada do cubo do ventilador. Inspecionar/substituir o cubo do ventilador.


Consultar o Procedimento 1-05.

OK

Rolamento de apoio do rotor do alternador Verificar/substituir o alternador. Consultar o


danificado ou excessivamente gasto. Procedimento 6-11.

OK

Amortecedor de vibrações operando


Inspecionar/substituir o amortecedor de
inadequadamente. (Motores de 6 cilindros
vibrações. Consultar o Procedimento 7-15.
somente).
OK

Sincronismo incorreto do contador do


Sincronizar o contador do compensador.
compensador do motor. (Motores de 4 cilindros
Consultar o Manual de Oficina 3810206.
somente).
OK

Verificar/corrigir o alinhamento da carcaça do


Carcaça do volante desalinhada.
volante. Consultar o Procedimento 7-24.

OK
(Continua)
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-46 Série B

Vibração Excessiva do Motor (Cont.)

Causa Correção
Inspecionar a árvore de manivelas e as bielas em
Componentes de potência soltos ou quebrados. busca de danos que poderiam causar condição
de desequilíbrio. Consultar o Procedimento 7-11.

OK

Verificar/substituir suportes de montagem do


Suportes de montagem do motor soltos ou
motor. Consultar as instruções de serviço
quebrados.
emitidas pelo fabricante do equipamento.
OK

Verificar/reparar de acordo com os


Desgaste excessivo ou desequilíbrio dos
procedimentos recomendados pelo fabricante
componentes da linha de transmissão.
do equipamento.
Seção T - Lógica de Diagnóstico de Falhas Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas
Série B Página T-47

Ruídos Excessivos no Motor

Causa Correção
Verificar a ação do tensor e inspecionar o estado
Chiado da correia de acionamento, tensão da correia. Certificar-se de que as polias
insuficiente ou carga excessiva. tensoras da bomba de água, do ventilador e do
alternador giram livremente.
OK

Verificar se há tinta/óleo ou outro material nas


polias.

Verificar a tensão das correias acionadoras de


acessórios. Consultar as práticas e procedimentos
emitidos pelo fabricante do equipamento. Certificar-
se de que todos os acessórios giram livremente.

Consultar a Lista de Passos Lógicos de


Vazamentos de ar de admissão ou de gases Diagnóstico de Falhas em “Excesso de
de escapamento. Emissão de Fumaça Pelo Escapamento”.

OK

Ajustar a folga das válvulas. Certificar-se de que


os tubos impulsores não estão empenados e
Ajuste das válvulas com folga excessiva. que os balanceiros não apresentam desgaste
excessivo. Consultar o Procedimento 7-04.
OK

Verificar folga radial dos rotores do compres-


Ruídos no turbo-compressor. sor e da turbina para determinar se há contato
dos mesmos com as respectivas carcaças.
Consultar o Procedimento 3-01.
OK

Inspecionar visualmente e medir a folga entre dentes


Ruídos no trem de engrenagens. das engrenagens. Substituir as engrenagens
conforme necessário. Consultar o Procedimento
7-05.
OK

Verificar/substituir as bronzinas dos mancais


Pancadas nos componentes de potência. principais e das bielas. Consultar os
Procedimentos 7-11 e 7-13.
Seção T- Diagramas de Sintomas de Diagnóstico de Falhas Lógica de Diagnóstico de Falhas
Página T-48 Série B

Alternador Não Carrega ou Apresenta Regime de Carga Insuficiente

Causa Correção

Verificar/reapertar as conexões da bateria.


Conexões à bateria soltas ou corroídas. Consultar o Procedimento 6-02.

OK

Testar a carga da bateria. Se a carga da bateria


Condições da bateria. estiver baixa, recarregar a bateria e testar a
carga novamente.
OK

Correia de acionamento do alternador Verificar/substituir o tensionador da correia.


deslizando. Consultar o Procedimento 1-03.

OK

Polia do alternador solta no eixo. Reparar/reapertar polia.

OK

Fios do alternador soltos ou rompidos. Reparar fiação.

OK

Consultar as instruções do fabricante do veículo


Operação inadequada do alternador. referente ao diagnóstico de falhas do alternador
e carga do circuito.

Substituir o alternador. Consultar o


Procedimento 6-11.
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Série B Página 1-1

Seção 1 - Sistema de Arrefecimento


Conteúdo da Seção
Página

Bomba de Água - Substituição. ........................................................................................................................... 1-15


Bujões de Expansão - Substituição. .................................................................................................................... 1-18
Componentes e Fluxo do Sistema de Arrefecimento. ......................................................................................... 1-2
Correia de Acionamento - Substituição. ............................................................................................................. 1-12
Cubo do Ventilador - Substituição. ...................................................................................................................... 1-13
Especificações do Sistema de Arrefecimento. ..................................................................................................... 1-3
Falhas do Sistema de Arrefecimento - Diagnóstico de Falhas. .......................................................................... 1-4
Bomba (refrigerante) de Água ............................................................................................................................. 1-7
Diagnóstico de Falhas ........................................................................................................................................ 1-4
Indicadores, Excesso de Débito de Combustível e de Carga .............................................................................. 1-11
Polia do Ventilador - Substituição. ...................................................................................................................... 1-13
Radiador, Ventiladores e Venezianas Moduladoras .............................................................................................. 1-8
Tampa Pressão .................................................................................................................................................. 1-6
Termostato....................................................................................................................................................... 1-10
Tensionador da Correia - Substituição . .............................................................................................................. 1-12
Enchimento ..................................................................................................................................................... 1-15
Drenagem ........................................................................................................................................................ 1-14
Refrigerante ..................................................................................................................................................... 1-14
Termostato - Substituição. ................................................................................................................................... 1-17
Componentes e Fluxo do Sistema de Arrefecimento Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-2 Série B

Componentes e Fluxo do Sistema de Arrefecimento


As ilustrações a seguir identificam e destacam as particularidades importantes do sistema de arrefecimento:

A. O refrigerante é sugado do radiador pela bomba d’água integralmente montada no bloco de cilindros. A bomba
descarrega o refrigerante dentro da cavidade do arrefecedor do óleo, no bloco de cilindros.

B. O refrigerante então circula em volta de cada cilindro e atravessa o bloco para o lado da bomba injetora no motor.

C. A partir deste ponto, o refrigerante sobe para o cabeçote, cruza as cavidades das válvulas, descendo em seguida
pelo lado do coletor de escapamento no motor, para a câmara do termostato, integralmente localizada dentro do
bloco.

D. Enquanto o refrigerante flui através do cabeçote em direção ao alojamento do termostato, ele proporciona também
arrefecimento aos injetores. Quando o motor está a uma temperatura abaixo da temperatura operacional, o
termostato permanece fechado e o fluxo do refrigerante é desviado do radiador, voltando ao lado da sucção da
bomba d’água, através de passagens usinadas no próprio bloco e no cabeçote.

Quando a temperatura operacional é alcançada, o termostato se abre, bloqueando simultaneamente a passagem direta para
a bomba d’água e abrindo a passagem para o radiador.

Precaução:Nunca operar o motor sem o termostato. Com o termostato removido, o refrigerante não será
integralmente direcionado para o radiador, provocando sobreaquecimento do motor.

Sistema de Arrefecimento

A Bloco de Cilindros
B
1. Entrada do refrigerante
2. Rotor da bomba d'água
3. Fluxo do refrigerante pelo
arrefecedor de óleo
4. Fluxo do refrigerante em
pelos cilindros
5. Refrigerante para o
cabeçote Cabeçote
1. Fluxo do refrigerante proveniente do bloco de cilindros.
2. Fluxo do refrigerante em direção ao alojamento do
termostato.
1. Fluxo do refrigerante em volta dos 5. Passagem de desvio
C D injetores
2. Termostato
fechada
6. Fluxo do refrigerante
3. Passagem do desvio do refrigeran- de volta para o
te radiador
4. Fluxo do refrigerante em direção ao
lado de admissão da bomba
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Especificações do Sistema de Arrefecimento
Série B Página 1-3

Especificações do Sistema de Arrefecimento


Especificações do Sistema
de Arrefecimento B3.9, 4B3.9 4BT3.9 4BTA3.9 6B5.9, 6BT5.9, B5.9 6BTA5.9

Capacidade de
refrigerante (Somente
motor) Lts. [Quartos.US]...... 7 [7.4] 7 [7.4] 9.7 [10.3] 10.5 [11.1] 14.5 [15.3]

Termostato Padrão
Escala de Modulação ºC [ºF].... ...................inicia abertura a 83 [181]....................... totalmente aberta 95 [203]................................

Tampa de pressão( kPa [psi])


Sistema de 104º C [220º F]... 103 [15] 103 [15] 103 [15] 103 [15] 103 [15]

Tampa de pressão( kPa [psi])


Sistema de 99º C [210º F].... 48 [7] 48 [7] 48 [7] 48 [7] 48 [7]
Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-4 Série B

Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01)


Diagnóstico de Falhas
A função do sistema de arrefecimento é de manter o motor a
uma temperatura operacional específica. Parte do calor gerado
pelo motor em funcionamento é absorvida pelo refrigerante fluindo
constantemente através das passagens para este fim
incorporadas no bloco de cilindros e no cabeçote. Em seguida,
o calor é removido do refrigerante à medida que flui através do
radiador. Quando estiver diagnosticando um caso de
sobreaquecimento, lembre-se de que nível excessivo de óleo no
cárter pode causar geração adicional de calor, como resultado
do atrito provocado pela passagem das bielas submersas no
óleo.

O excesso de óleo no cárter faz com que a temperatura deste


suba, a qual é transferida para o sistema de arrefecimento através
do arrefecedor de óleo.

óleo água

O sistema é projetado e dimensionado para conter uma


quantidade específica de refrigerante. Se o nível do refrigerante
estiver baixo, o motor operará com temperatura excessiva.

Nota: Quando o motor ou o sistema necessitar constantemente


de reposição de água, é indício seguro de que existe um
vazamento. Localizar e reparar o vazamento.

Precaução: Todas as passagens do refrigerante dentro do


motor devem estar completamente cheias.

Durante a operação do motor, algum ar que tenha ficado retido e


embolsado dentro do sistema se misturará com água, o que
resultará em cavitação, corrosão e transferência deficiente do
calor. Um refrigerante altamente aerado pode provocar pontos de
sobreaquecimento localizados no cabeçote e no bloco de cilindros
podendo resultar em trincas no cabeçote, riscamento dos
cilindros e ruptura da junta de cabeçote.
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01)
Série B Página 1-5

Durante o enchimento do sistema, o ar deve ser totalmente


purgado das passagens de água do motor. Este ar é purgado
através do orifício e do guizo localizados no “cogumelo” do
termostato, para a mangueira superior do radiador, e finalmente
para a atmosfera, através do gargalo de enchimento. Motores
equipados com pós-arrefecedor de ar são equipados com meios
adicionais de purga de ar. Abrir a torneirinha de purga localizada
na tampa do pós-arrefecedor de ar durante o enchimento do
sistema.

Nota: Os meios de purga de ar instalados no motor proporcionam


uma capacidade de enchimento a um regime de 14 litros/minuto
[3.5.galões U.S por minuto].

Nota: Uma mistura de 50% de anti-congelante e água deve ser


feita antes de abastecer o sistema. A habilidade do anti- 50% 50%
ÁGUA ÁGUA
congelante de remover o calor do motor não é tão boa quanto a
50% 50%
água. Colocando o anti-congelante no motor, em primeiro lugar, ANTICONGELANTE ANTICONGELANTE
contribui para uma condição de sobreaquecimento antes de os
líquidos serem completamente misturados.
ANT ÁGUA
ICO
NGE
LAN
Uma mistura de 50% de anti-congelante à base de Glicol-Etileno TE

é necessária para operação do motor em temperaturas ambientes


superiores a -37 ºC [-34 ºF]. Uma mistura de 40% de água e
60% de anti-congelante é recomendada para operação em
temperaturas inferiores a -37 ºC [-34 ºF]. Nunca usar mais do
que 60% de anti-congelante.

Precaução: Nunca usar somente água pura como


refrigerante para o motor. Água pura no sistema causará a
formação de ferrugem. Os pequenos orifícios de passagem
na junta de cabeçote são susceptíveis a entupimento. Estas
passagens restritas são na realidade orifícios calibrados,
sendo que seu diâmetro é crítico. Nunca tentar alargar o
diâmetro destes orifícios. Ao fazê-lo, será perturbado o fluxo
do refrigerante, o que em contrapartida não solucionará
um problema de sobreaquecimento.

Água pura no sistema causará a formação de ferrugem, o que


reduzirá o fluxo do refrigerante através das passagens de diâmetro
menor.

Além disso, água pura usada como refrigerante, mesmo que


seja por um período de tempo relativamente pequeno poderá
resultar na corrosão dos bujões de expansão. Permitindo
vazamentos do refrigerante.

Nota: Uma perda repentina de refrigerante em um motor operando


com plena carga poderá resultar em danos severos aos pistões
e às paredes dos cilindros.
Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-6 Série B

Tampa de Pressão

O sistema de arrefecimento foi projetado e dimensionado para


operar em conjunto com uma tampa de pressão, para evitar a
ebulição do refrigerante.

Existem tampas diferentes especificadas para operarem com


os dois sistemas de arrefecimento recomendados:
Sistema Tampa
A.(Atividade Normal) 104 ºC [220 ºF] 103 kPa [15 psi]

B.(Atividade Leve) 99 ºC [210 ºF] 48 kPa [7 psi]

Uma tampa do tipo incorreto ou operando inadequadamente pode


resultar em perda de refrigerante e sobreaquecimento do motor.

A presença de ar dentro do sistema pode representar uma perda


de refrigerante em decorrência do transbordamento quando o
refrigerante aerado está quente. O ar aquecido se expande,
aumentando a pressão dentro do sistema e forçando a tampa de
pressão a abrir.

Similarmente, o refrigerante pode ser expulso através do ladrão


se houver um vazamento de gases de compressão pela junta de
cabeçote para dentro do sistema de arrefecimento.

A pressão operacional do sistema de arrefecimento e do sistema


de lubrificação pode resultar na mistura dos dois fluidos se houver
um vazamento entre os dois sistemas ou seja, na junta de
cabeçote, arrefecedor do óleo, etc. (Consultar à seção do sistema
de lubrificação).

Nota: O fluido de transmissão também pode migrar para dentro


do sistema de arrefecimento nos arrefecedores de óleo instalados
no tanque inferior do radiador.
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01)
Série B Página 1-7

Bomba de (Refrigerante) Água

A bomba d’água suga refrigerante do tanque inferior do radiador


e o bombeia através do motor, e de volta para o tanque superior
do radiador, para ser novamente arrefecido. A redução ou
interrupção deste fluxo provocará sobreaquecimento do motor.

A correia que aciona a bomba d’água é propelida pela polia da


árvore de manivelas. Um tensor automático de correia é usado
para evitar que a mesma deslize sobre a polia da bomba. Um
funcionamento inadequado do tensor fará com que a tensão da
correia seja reduzida, fazendo com que a polia da bomba d’água
gire mais devagar, devido ao deslizamento da correia, e
conseqüentemente, reduzindo o fluxo do refrigerante através do
sistema.

O fluxo do refrigerante também pode sofrer uma redução se a


mangueira de sucção de água ficar estrangulada. Uma mangueira
geralmente não ficará estrangulada enquanto o motor estiver em
rotação reduzida. Verificar a mangueira com o motor girando à
rotação máxima indicada.

Nota: Ao fazer este teste, certificar-se de que o motor está na quente


sua temperatura operacional normal, no mínimo a 95 ºC[203 ºF],
de forma que o termostato esteja todo aberto, proporcionando
fluxo máximo do refrigerante.

Uma bomba d’água gasta ou operando inadequadamente não


produzirá um fluxo suficiente de refrigerante para prevenir o
sobreaquecimento do motor. No entanto, não esquecer de verificar
as outras probabilidades descritas no diagnóstico de falhas, an-
tes de verificar o fluxo ou substituir a bomba.
Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-8 Série B

Conforme já exposto, uma obstrução nas passagens internas


do refrigerante pode interromper o fluxo.

Radiadores, Ventiladores e Venezianas Moduladoras

O ar sendo forçado através das aletas e tubos da colmeia do


radiador pelo ventilador arrefece o refrigerante bombeado através
dos tubos do radiador. Detritos ambientes (papel, palha, fiapos,
pó, etc.) podem obstruir as passagens entre as aletas da colmeia
e reduzir, e até interromper, o fluxo de ar, o que reduzirá a
capacidade de arrefecimento do radiador.

Se o ventilador for do tipo acionado por correia, um deslizamento


da correia resultará em uma velocidade mais baixa do ventilador
e conseqüente redução do arrefecimento. Este problema pode
ser causado por um tensor automático de correia funcionando
inadequadamente.

Nota: Verificar os rolamentos do cubo do ventilador, assim como


das outras polias para certificar-se de que não estejam causando
vibração excessiva da correia e deslizamento.

Uma interrupção nos cabos que levam a corrente para um


ventilador acionado por motor elétrico pode resultar em fluxo
insuficiente de ar através do radiador, determinando
sobreaquecimento do motor.

Nota: Sempre certificar-se de que o sensor de temperatura está


funcionando corretamente.
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01)
Série B Página 1-9

Algumas aplicações usam ventiladores termáticos. Estes


ventiladores somente entram em operação quando há
necessidade de manter o refrigerante dentro da temperatura
correta. Se o ventilador falhar ao entrar em operação quando a
temperatura do refrigerante subir acima de determinado valor, o
motor começará a sobreaquecer. Caso o ventilador não desativar
quando a temperatura do refrigerante tiver baixado para um
determinado valor, o motor passará a operar demasiado frio.

Nota: Sempre certificar-se de que o sensor de temperatura está


funcionando corretamente.

As venezianas moduladoras foram desenvolvidas e aplicadas em


frente ao radiador com a finalidade de controlar o fluxo de ar
através do radiador. Se as venezianas falharem em abrir quando
necessário, o motor também sobreaquecerá. Em contrapartida,
se as venezianas falharem em fechar, o motor poderá operar
demasiado frio.

Protetores frontais de inverno podem ser usados em radiador do


motor com carga, contanto que o motor seja projetado para cobrir
parcialmente a área frontal do sistema de refrigeração. Uma
abertura de no mínimo 120 polegadas quadradas deverá
permanecer na área frontal do radiador do motor com carga, para
o fluxo do ar.

Uma saia de ventilador incorreta ou mal posicionada, assim como


obstruções causadas por acessórios mal posicionados, podem
reduzir drasticamente o fluxo de ar através do radiador e causar
sobreaquecimento do motor.

Nota: Certificar-se de que o ar está circulando pelo radiador.


Verificar se estão faltando os anteparos divisórios.
Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-10 Série B

Termostato

A função do termostato é controlar a temperatura do refrigerante.


Quando a temperatura do refrigerante está abaixo da escala
operacional, o termostato permanece fechado e o refrigerante é
desviado diretamente para o lado de sucção da bomba, sem
passar pelo radiador. Quando o refrigerante alcança a escala de
temperatura operacional, o termostato começa a abrir-se e
restringe parcialmente o desvio para a bomba. Isto faz com que
parte da água flua através do radiador, enquanto a outra parte
continue sendo desviada. Quando a temperatura do refrigerante
alcança um determinado valor, o termostato abre totalmente a
passagem da água para o radiador e fecha totalmente a passagem
de desvio para a bomba. Isto faz com que a totalidade do
refrigerante seja obrigada a passar através do radiador.

Precaução: Nunca operar o motor sem termostato. Sem o


termostato instalado, o refrigerante seguirá naturalmente
a rota de menor resistência, que neste caso é a passagem
de desvio direto para o lado de sucção da bomba. Desta
forma, a maior parte do refrigerante fluirá em um circuito
fechado dentro do motor, sem passar pelo radiador,
resultando em sobreaquecimento do motor.

Um termostato de escala de temperatura incorreta, ou funcionando


inadequadamente poderá resultar em um motor operando
demasiado quente ou demasiado frio.

Como já descrito nas discussões sobre arrefecimento, um guizo


ajustado dentro de um orifício no “cogumelo” do termostato tem
por finalidade purgar o ar durante o enchimento do sistema de
arrefecimento.
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Falhas do Sistema de Arrefecimento (1-01)
Série B Página 1-11

Depois de o motor ter sido enchido e purgado, o guizo atua como


uma válvula de retenção para bloquear o fluxo de água através do
orifício durante a operação do motor e evitando que o fluxo de
água através do orifício possa interferir na operação do termostato.

Nota: A falta do guizo no orifício poderá determinar que o motor


opera demasiado frio.

Com o guizo vedando o orifício, quase todo o fluxo do refrigerante


para o radiador será positivamente controlado pelo termostato,
proporcionando uma resposta melhor no controle da temperatura
do refrigerante. Temperatura Temperatura
da Água da Água

Indicadores, Excesso de Débito de Combustível e de Carga


São usados indicadores e sensores no sistema com a finalidade
de medir a temperatura do refrigerante. Estes componentes estão
sujeitos a disfunções ou falhas, o que proporcionará uma
indicação incorreta da temperatura real na qual o motor está
operando.

Precaução: O excesso de débito de combustível pela


bomba injetora pode causar sobreaquecimento do
motor. Sempre certificar-se de que a bomba injetora está
corretamente calibrada.
Correia de Acionamento - Substituição (1-02) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-12 Série B

Precaução: Operar o motor constantemente sobrecarregado,


seja com excesso de carga útil, ou provocando “arrasto”
através de operação em baixas rotações pode determinar
seu sobreaquecimento.

Correia de Acionamento - Substituição (1-02)


Cabo de Força de 3/8 polegadas

Alçar o tensor para remover e instalar a correia

NOTA: O tensor da correia está sob carga de mola e precisa ser


articulado para fora da correia acionadora. Articulando na direção
errada poderá causar danos ao tensor da correia.

Tensionador da Correia - Substituição (1-03)


Procedimento Preparatório:

• Remover a correia acionadora.

15 mm

Remover o parafuso de fixação e instalar novo tensor.

Valor de Torque: 43 N•m [32 lb-pé]


Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Polia do Ventilador - Substituição (1-04)
Série B Página 1-13

Polia do Ventilador - Substituição (1-04)


Procedimento Preparatório:

• Remover a correia acionadora

13 mm

Remover os 4 parafusos de fixação, ventilador e o espaçador.


Substituir a polia.

Valor do torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Cubo do Ventilador - Substituição (1-05)


Procedimentos Preparatórios:

• Remover a correia acionadora


• Remover a polia do ventilador.

10 mm

Remover os 4 parafusos de fixação e substituir o cubo do


ventilador.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]


Refrigerante (1-06) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-14 Série B

Refrigerante (1-06)
Drenagem

Precaução: Aguarde até que a temperatura esteja abaixo


de 50 ºC [122 ºF], antes de remover a tampa do sistema de
arrefecimento. A ação incorreta ocasionará descarga de
um jato quente do refrigerante, causando sérios danos
pessoais.

Drenar o sistema de arrefecimento abrindo a válvula de drenagem


no radiador e removendo a tampa abaixo da admissão de entrada
de água. Um recipiente com capacidade para 20 litros [4 galões
US], será suficiente para conter todo o refrigerante na maioria
das aplicações.

Verificar as mangueiras danificadas e soltas ou braçadeiras das


mangueiras danificadas. Substituir se necessário. Verificar
vazamentos no radiador, danos ou carcaça suja. Limpar e fazer
os reparos necessários.
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Bomba de Água- Substituição (1-04)
Série B Página 1-15

Enchimento
Precaução: Nunca use somente água pura como refrigerante
para o motor. Além disso, água pura usada como refrigerante
poderá resultar na formação de ferrugem.
NOTA: Uma mistura de 50% de anti-congelante e água deve
ser feita antes de abastecer o sistema. A habilidade do anti-
congelante de remover o calor do motor não é tão boa quanto a
água. Colocando o anti-congelante no motor, em primeiro lugar,
contribui para uma condição de sobreaquecimento antes dos
líquidos serem completamente misturados.
Fechar todas as válvulas de drenagem e encher o sistema. Use
uma mistura de 50% de água e 50% de anti-congelante à base
de Glicol-Etileno para proteger contra o congelamento em
temperaturas inferiores a -36 ºC [-34 ºF].
Capacidade Litro
do Refrigerante [Quartos U.S]
B3.9 B5.9
4B3.9 6B5.9
4BT3.9 4BTA3.9 6BTA5.9 6BTA5.9
7.0 [7.4] 9.7 [10.3] 10.5 [11.1] 14.5 [15.3]
Colocar a tampa de pressão. Operar o motor até que a temperatura
alcance 80 ºC [180 ºF], e verificar se há vazamento do refrigerante.

Verificar o nível do refrigerante novamente para certificar-se de


que o sistema está cheio de refrigerante.

Precaução: Aguarde até que a temperatura esteja abaixo


de 50 ºC [122 ºF], antes de remover a tampa do sistema de
arrefecimento. A ação incorreta ocasionará a descarga de
um jato quente do refrigerante, causando sérios danos
pessoais.

Bomba de Água - Substituição (1-07)


Procedimentos Preparatórios:

• Drenar o refrigerante
• Remover a correia acionadora
Bomba de Água - Substituição (1-07) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-16 Série B

13 mm

Remover os 2 parafusos de fixação e a bomba d’água. Em seguida


completar os passos seguintes.

Limpar a face de montagem e vedação no bloco de cilindros.

Instalar um novo anel “O” de vedação na canaleta circular da


bomba d’água.

13 mm

Instalar a bomba d’água.

Valor do Torque: 24 N•m [18 lb-pé]


Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Termostato - Substituição (1-08)
Série B Página 1-17

Termostato - Substituição (1-08)


Procedimentos Preparatórios:

• Drenar o refrigerante.

• Remover a correia acionadora.


• Desconectar o cabo negativo da bateria.

• Desconectar a mangueira superior do radiador.

13 mm, 16 mm

Remover o parafuso de tensionamento do alternador no tirante,


bascular o alternador para baixo, remover o parafuso basculante
e retirar o alternador do motor.

10 mm

Remover o conjunto da carcaça do termostato, termostato e olhal


de alçamento do motor.

Limpar as faces correspondentes.


Bujões de Copo - Substituição (1-09) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-18 Série B

Posicionar o selo de borracha conforme ilustrado para a


montagem.

10 mm

Instalar todas as peças e componentes na ordem inversa da


remoção.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

13 mm, 16 mm

Instalar o alternador

Valor de Torque: (A) 24 N·m [18 lb-pé]


(B) 43 N·m [32 lb-pé]

Bujões de Expansão - Substituição


(1-09)
Remover os bujões de expansão das passagens do refrigerante
conforme ilustrado.
Seção 1 - Sistema de Arrefecimento Bujões de Copo - Substituição (1-09)
Série B Página 1-19

Aplicar um cordão de Loctite 277 nas bordas de pressão dos


bujões de expansão.

Fixar os bujões dentro dos alojamentos até que a borda externa


esteja no mesmo nível do fundo do chanfro do alojamento no
bloco.
Bujões de Copo - Substituição (1-09) Seção 1 - Sistema de Arrefecimento
Página 1-20 Série B

ANOTAÇÕES
Sistema de Lubrificação - Seção 02
Série B Página - 2-1

Sistema de Lubrificação - Seção 02


Conteúdo
Página

Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição. ....................................................................................................... 2-24


Bomba de Óleo Lubrificante - Instalação ........................................................................................................... 2-28
Bomba de Óleo Lubrificante - Remoção ............................................................................................................ 2-24
Limpeza e Inspeção ......................................................................................................................................... 2-25
Bujões de Expansão - Substituição. .................................................................................................................... 2-31
Cárter, Tubo de Sucção de Óleo e/ou Juntas - Substituição. ............................................................................. 2-21
Diagnóstico das Falhas do Sistema de Lubrificação. .......................................................................................... 2-8
Elemento do Arrefecedor de Óleo Lubrificante e/ou Junta - Substituição. ....................................................... 2-18
Vazamentos Externos de Óleo Lubrificante ....................................................................................................... 2-15
Fluxo do Sistema de Lubrificação. ...................................................................................................................... 2-3
Arrefecedores de Óleo Lubrificante ..................................................................................................................... 2-4
Filtros de Óleo Lubrificante ................................................................................................................................. 2-4
Informações Gerais. .............................................................................................................................................. 2-8
Informações Gerais - Sistema de Lubrificação. ................................................................................................... 2-2
Lubrificação do Turbocompressor. ....................................................................................................................... 2-5
Lubrificação para os Componentes de Potência. ................................................................................................ 2-6
Pressão do Óleo Lubrificante Muito Alta. ............................................................................................................ 2-8
Válvula Reguladora de Pressão do Óleo Lubrificante ........................................................................................... 2-8
Pressão do Óleo Lubrificante Muito Baixa. ......................................................................................................... 2-8
Bomba de Óleo Incorreta .................................................................................................................................. 2-10
Bronzinas e Bombas de Óleo Lubrificante ......................................................................................................... 2-10
Diluição do Óleo Lubrificante ............................................................................................................................ 2-10
Filtro de Óleo Lubrificante ................................................................................................................................... 2-9
Manômetro Indicador da Pressão do Óleo Lubrificante ........................................................................................ 2-9
Nível do Óleo Lubrificante ................................................................................................................................... 2-9
Óleo Lubrificante Diluído com Combustível ........................................................................................................ 2-12
Óleo Lubrificante Diluído com Refrigerante ........................................................................................................ 2-11
Tubo de Sucção do Óleo Lubrificante ................................................................................................................ 2-10
Sistema de Lubrificação - Especificações. ........................................................................................................... 2-7
Tampa da Carcaça das Engrenagens - Instalação ............................................................................................. 2-29
Válvula Reguladora da Pressão do Óleo Lubrificante e/ou Mola - Substituição. ............................................. 2-17
Desmontagem ................................................................................................................................................. 2-17
Inspeção e Limpeza ......................................................................................................................................... 2-17
Montagem ....................................................................................................................................................... 2-18
Informações Gerais - Sistema de Lubrificação Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-2 Série B

Informações Gerais- Sistema de Lubrificação


A Cummins Brasil Ltda. recomenda o uso de óleo lubrificante de
motor de alta qualidade para serviço pesado, tipo SAE 15W-40
(equivalente ao Cummins Premium Blue), de acordo com a
classificação de desempenho CE/SG do Instituto Americano de
Petróleo lubrificante (API).

NOTA: CC/CD ou CD/SF óleo lubrificantes para motores podem


ser usados em áreas onde óleo lubrificante tipo CE ainda não
está disponível, sendo que o intervalo de troca do óleo lubrificante
deverá ser reduzido à metade do intervalo fornecido pelo manual
de manutenção.

Precaução: O uso limitado de óleo lubrificantes tipo 10W-


30 podem ajudar na partida do motor e fornecer um fluxo
de óleo lubrificante suficiente em temperaturas abaixo de
-5 ºC [23 ºF]. Entretanto, o uso contínuo de óleo lubrificantes
Todas as Estações com baixa viscosidade podem encurtar a vida útil do motor.
Consultar o quadro de acompanhamento.
Condições no Inverno

Condições Árticas
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Sistema de Lubrificação - Fluxo
Série B Página 2-3

Fluxo do Sistema de Lubrificação

Válvula
do Filtro
de Desvio

Para o Filtro

Do Filtro
Resfriador de Óleo
Lubrificante (3);
Filtro de Fluxo Total (4)
Fechada
Galeria Principal
Fechada Aberta de Óleo
Para o
Cárter
Da
Bomba

Bomba de Óleo Lubrificante Aberta


Para o Arrefecedor Tipo Trocoidal (1)

Válvula do Filtro
Válvula Reguladora de Pressão (2) de Desvio (5)

Bombas de Óleo Lubrificante

Os motores da Série “B” usam bombas de óleo lubrificante do tipo trocoidal (1). A cavidade de alojamento da bomba usinada
no bloco é idêntica em todos os motores. Uma bomba trocoidal mais alta é usada nos motores de 6 cilindros para aumentar
a capacidade de bombeamento. Conseqüentemente, as bombas dos motores de 6 cilindros não são intercambiáveis com
as bombas dos motores de 4 cilindros.

Válvula Reguladora da Pressão do Óleo Lubrificante

A válvula reguladora de pressão (2) tem a finalidade de evitar que a pressão do óleo lubrificante ultrapasse os 449 kPa [65
psi]. Quando a pressão do óleo lubrificante oriunda da bomba é superior a 449 kPa [65 psi], a válvula se abre, expondo o
orifício de descarga, por onde parte do óleo lubrificante é encaminhada de volta para o cárter. Os limites máximos e mínimos
de pressão do óleo lubrificante é idêntica nos motores de 4 cilindros e de 6 cilindros. Devido às tolerâncias de manufatura
dos diversos componentes e da usinagem das passagens de óleo lubrificante, a pressão do óleo lubrificante pode diferir em
até 69 kPa [10 psi] entre um motor e outro.
Sistema de Lubrificação - Fluxo Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-4 Série B

Arrefecedores de Óleo Lubrificante

Os motores da Série “B” usam arrefecedores de óleo lubrificante


(3) de fluxo integral, do tipo de placas múltiplas. O óleo lubrificante
flui através de uma passagem usinada na tampa do arrefecedor
para o elemento, onde é arrefecido pelo refrigerante do motor ao
passar pelas placas do elemento. O motor de 4 cilindros usa um
elemento com 5 placas (A), enquanto o motor de 6 cilindros usa
um elemento de 7 placas (B). Devido às diferenças na restrição
das placas e da capacidade das bombas de óleo lubrificante, os
componentes do arrefecedor de óleo lubrificante não são
intercambiáveis entre os motores de 4 cilindros e de 6 cilindros.
A instalação de um componente incorreto poderá resultar em
uma temperatura do óleo lubrificante muito alta ou muito baixa
com acúmulo de verniz e lodo em caso extremo.

NOTA: Os motores de 6 cilindros fabricados antes de 21/10/


1986 vinham equipados com elementos de 9 placas.

Filtros de Óleo Lubrificante

Depois do óleo lubrificante ter sido arrefecido, ele flui através do filtro de fluxo integral (4). O filtro para o motor de 6 cilindros
é mais longo do que o filtro instalado no motor de 4 cilindros.

Precaução: Nunca instalar um filtro de motor de 6 cilindros em um motor de 4 cilindros, com a intenção de
estender os intervalos de troca do mesmo. Nuca use um filtro de um motor de 4 cilindros em um motor de
6 cilindros.

A tampa do arrefecedor do óleo lubrificante incorpora uma válvula de desvio (5), a qual proporcionará passagem direta para
o óleo lubrificante, caso o filtro esteja entupido. A válvula é desenhada e ajustada para abrir quando a queda de pressão
através do filtro ultrapassar os 138 kPa [20 psi], como no caso de um filtro severamente obstruído por impurezas, deixando
que o óleo lubrificante siga para o motor sem passar pelo filtro, garantindo a lubrificação. Quando um filtro fica obstruído e a
válvula de desvio se abre pode-se notar uma queda de pressão de aproximadamente 6 kPa [10 psi] abaixo da pressão
operacional no manômetro indicador da pressão na cabine do veículo. Para evitar a passagem de óleo lubrificante sem
filtragem dentro do motor, trocar o filtro a cada troca de óleo lubrificante, conforme descrito no Manual de Operação e
Manutenção, Boletim Nº 3810205-10.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Lubrificação para o Turbocompressor
Série B Página 2-5

Lubrificação do Turbocompressor

Suprimento
de Óleo

Dreno de
Óleo

O turbocompressor recebe óleo lubrificante filtrado, arrefecido e pressurizado através da linha de suprimento, diretamente
conectada no cabeçote do filtro de óleo lubrificante. Uma linha de dreno, conectada na parte inferior da carcaça central do
turbocompressor retorna o óleo lubrificante para o cárter através de uma conexão fixada na altura do compartimento da
árvore de manivelas no bloco de cilindros.
Lubrificação para os Componentes de Potência Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-6 Série B

Lubrificação para os Componentes de Potência

Para o Trem
das Da Galeria
Válvulas Principal de Óleo

Galeria Principal
de Óleo
Para a
Árvore de
Comando

Para o Bico
Pulverizador

Do Arrefecedor
de Óleo

Para o Mancal
da Biela

Moente
da Biela
Macais de Centro
da Árvore de
Manivelas

Suporte dos
Rasgo de Balanceiros
Transferências

Junta de
Cabeçote

Passagem
Eixo da Balanceiro
Alavanca do
Balanceiro

Furo da
Alavanca
do Eixo
do Balanceiro
Galeria Principal de Óleo
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Sistema de Lubrificação-Especificações
Série B Página 2-7

Os mancais de centro e o trem das válvulas são lubrificados por óleo lubrificante sob pressão, suprido diretamente da galeria
principal de óleo lubrificante. Os outros componentes de potência, bielas, pistões e árvore de comando, também são
lubrificados por óleo lubrificante sob pressão diretamente da galeria principal.

As passagens perfuradas na árvore de manivelas levam óleo lubrificante aos mancais das bielas. O óleo lubrificante para a
lubrificação da árvore de comando é fornecido através de passagens perfuradas a partir dos cavaletes dos mancais de
centro. Passagens de diâmetro menor levam óleo lubrificante sob pressão para os bicos pulverizadores de óleo lubrificante
de arrefecimento dos pistões e lubrificação dos pinos do pistão.
O cavalete do mancal de centro Nº 1 não tem bico pulverizador de óleo lubrificante para arrefecimento do pistão.

O cilindro Nº 1 recebe o jato de óleo lubrificante de arrefecimento e lubrificação do cavalete Nº 2. O cilindro Nº 2 recebe por
sua vez óleo lubrificante do cavalete do mancal Nº 3, etc.

A lubrificação para o trem das válvulas é obtida através de passagens separadas no bloco de cilindros. O óleo lubrificante flui
através das passagens e através de um entalhe de transferência na junta de cabeçote. A partir deste entalhe de transferência,
o óleo lubrificante flui em volta do diâmetro externo do parafuso do cabeçote, através de outro entalhe na base do suporte
dos balanceiros, e para cima através de uma passagem vertical no próprio suporte. A partir destas passagens, o óleo
lubrificante flui através de passagens no eixo dos balanceiros, para lubrificar estes últimos. O óleo lubrificante flui por um
orifício nos balanceiros, inundando uma calha incorporada na parte superior do próprio balanceiro. O óleo lubrificante flui por
gravidade nesta calha, indo lubrificar os parafusos de ajuste dos balanceiros, as bielas das válvulas e os tubos impulsores.

Sistema de Lubrificação - Especificações


*(Operando em uma temperatura normal)
Especificações do B3.9, B5.9,
Sistema de Lubrificação 4B3.9 4BT3.9 4BTA3.9 6B5.9 6BT5.9 6BTA5.9
Pressão mínima permissível
do óleo lubrificante na marcha lenta:
kPa - (psi]................................ 69 [10] 69 [10] 69 [10] 69 [10] 69 [10] 69 [10]

Pressão mínima permissível


do óleo lubrificante na potência
máxima indicada kPa - (psi]....... 207 [30] 207 [30] 207 [30] 207 [30] 207 [30] 207 [30]

Pressão de abertura
da válvula reguladora:
kPa [psi].................................. 449 [65] 449 [65] 449 [65] 449 [65] 449 [65] 449 [65]

Pressão de abertura da
válvula de desvio do filtro:
kPa [psi].................................. 138 [20] 138 [20] 138 [20] 138 [20] 138 [20 138 [20]

Capacidade do cárter
Nível alto/baixo: 9.5 [10] 9.5 [10] 9.5 [10] 14.2 [15] 14.2 [15] 14.2 [15]
Litros (Quartos U.S.).................. 8.5 [9] 8.5 [9] 8.5 [9] 12.4 [13] 12.4 [13] 12.4 [13]

Total do Sistema........................ 10.9 [11.5] 11 [11.6] 11 [11.6] 16.3 [17.2] 16.4 [17.3] 16.4 [17.3]

* Temperatura do óleo lubrificante em operação normal é típica de 110 ºC [230 ºF], medida no cárter.
Diagnóstico das Falhas do Sistema de Lubrificação Sistema de Lubrificação-Seção 02
Página 2-8 Série B

Diagnóstico de Falhas do Sistema de


Lubrificação (2-01)
Informações Gerais
Nunca esquecer de verificar os itens relacionados com a pressão
do óleo lubrificante, ou seja, manômetros indicadores, nível alto
ou baixo do óleo lubrificante, contaminação excessiva do óleo
lubrificante, viscosidade do óleo lubrificante, etc.

Pressão do Óleo Lubrificante Muito Alta


(2-02)
A pressão alta do óleo lubrificante normalmente ocorre na partida
do motor a baixa temperatura. Para partidas a frio a pressão do
óleo lubrificante será tipicamente aproximada em 552-689 kPa
[80-100 psi]. Se o êmbolo da válvula reguladora de pressão do
óleo lubrificante está operando apropriadamente, a pressão do
óleo lubrificante deverá voltar em aproximadamente 449 kPa
[65 psi], quando a operação normal da temperatura é alcançada.

Válvula Reguladora da Pressão do Óleo Lubrificante

O motor poderá apresentar pressão excessiva de óleo lubrificante


no caso da válvula reguladora engripar na posição fechada.
Verificar a válvula reguladora e assegurar-se da liberdade de
movimento do seu êmbolo.

Consultar ao Procedimento de Reposição na página 2-17 referente


a Válvula Reguladora da Pressão do Óleo Lubrificante /Mola.

Pressão do Óleo Lubrificante Muito


Baixa (2-03)
A pressão baixa do óleo lubrificante pode ser causada por várias
disfunções relacionada com o sistema de lubrificação. Como
passo inicial da investigação, procurar saber e determinar quais
eram as condições operacionais do motor na época em que a
baixa pressão foi notada pela primeira vez. Ex., seguir ficha de
intervalo de serviço, apenas na lenta, quando em operação em
aclive acentuado, etc.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Pressão do Óleo Lubrificante Muito Baixa (2-03)
Série B Página 2-9

Nível do Óleo Lubrificante

Baixo nível de óleo lubrificante no cárter é uma das causas que


podem provocar baixa pressão do óleo lubrificante. Se o nível do
óleo lubrificante está baixo demais para cobrir as bielas durante
a operação, o óleo lubrificante torna-se aerado, resultando na
pressão muito baixa do óleo lubrificante.

O nível de óleo lubrificante muito baixo não aparece normalmente


como baixa pressão de óleo lubrificante. Tipicamente aparecerá
como uma perda intermitente da pressão do óleo lubrificante, no
caso de uma curva ou com o motor operando em aclive
acentuado. Esta condição existe quando o nível de óleo
lubrificante está extremamente baixo e o tubo de sucção não
consegue sugar o óleo lubrificante durante os diversos tipos de
operação.

Filtro de Óleo Lubrificante

Um filtro obstruído causará uma queda gradual da pressão do


óleo lubrificante de até 69 kPa [10 psi]. A pressão retornará ao
normal quando a válvula de desvio se abrir. Se não houver correção,
resultará em um severo desgaste do motor, situação semelhante
quando o motor está funcionando com óleo lubrificante não filtrado,
quando a válvula de desvio está aberta.

Indicador do Óleo Lubrificante


Verificar o indicador do óleo lubrificante e a unidade sensora para
certificar-se que estão operando corretamente através da
verificação da pressão com um indicador manual.
Pressão do Óleo Lubrificante Muito Baixa Sistema de Lubrificação-Seção 02
Página 2-10 Série - B

Tubo de Sucção do Óleo Lubrificante

Um tubo de sucção solto, trincado, ou com a junta danificada


poderá causar uma perda de escorva para a bomba. Este tipo de
falha é geralmente caracterizado por quedas temporárias de
pressão durante a operação, assim como uma pressão muito
baixa ou nenhuma pressão, durante um certo tempo após a partida
do motor.

Bronzinas e Bomba de Óleo Lubrificante

Uma queda progressiva e regular da pressão do óleo lubrificante


ao longo de um extenso período de tempo pode ser uma indicação
de desgaste das bronzinas e/ou dos componentes da bomba de
óleo lubrificante.

Bomba de Óleo Lubrificante Incorreta


A capacidade da bomba do motor de 6 cilindros é superior a
capacidade da bomba do motor de 4 cilindros. No caso de ocorrer
uma pressão demasiadamente alta ou demasiadamente baixa,
logo após ter sido substituída a bomba de óleo lubrificante, verificar
se foi instalada a bomba correta. Verificar a referência para
substituição da bomba de óleo na página 2-24.

A - 4 Cilindros
• 12,947 mm [0,516 pol]

B - 6 Cilindros
• 17,947 mm [0,715 pol]
NOTA: O recente modelo de motor da Série “B” usou bombas de
baixa capacidade. Verificar, certificando-se do correto modelo de
bomba a ser usada.
Diluição do Óleo Lubrificante

Precaução: A diluição do óleo lubrificante pode ser responsável


por danos severos ao motor.

Verificar as condições do óleo lubrificante:

• Óleo lubrificante fino (baixa viscosidade) e de forte


coloração preta, é uma indicação da presença de
combustível no mesmo.

• Óleo lubrificante espesso e com coloração leitosa indica


a presença de água no mesmo.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Pressão Óleo Lubrificante Muito Baixa (2-03)
Série B Página 2-11

Refrigerante no óleo lubrificante pode ser causado por:

• Vazamentos pelos bujões de expansão


• Vazamento pelo elemento do arrefecedor de óleo
lubrificante
• Cabeçote do cilindro ou junta danificados
• Bloco do motor trincado
• Porosidade de Fundição

Óleo Lubrificante Diluído com Refrigerante

Uma vez que o desenho do arrefecedor não inclui juntas ou selos


para manter o óleo lubrificante e a água separados, é necessário
que o elemento em si apresente vazamento para permitir a mistura
dos dois fluidos. (Consultar a página 2-18 referente a Substituição
e Teste do Arrefecedor de Óleo Lubrificante).

Durante a operação do motor a pressão do óleo lubrificante será


superior à pressão do refrigerante. Um vazamento no arrefecedor
de óleo lubrificante se apresentará como a presença de óleo
lubrificante no refrigerante.

No entanto, após o motor ter sido desligado, a pressão residual


mantida por certo tempo dentro do sistema de arrefecimento,
fará com que o refrigerante vaze pela mesma trilha de vazamento
para dentro do sistema de lubrificação.

Para verificar e constatar vazamentos, pressurizar o sistema de


arrefecimento para 140 kPa [20 psi].

Com o sistema pressurizado remover os seguintes componentes


e inspecionar os vazamentos:

• Tampa da válvula (vazamentos indicando rachaduras no


cabeçote)
• Bujões de expansão de óleo lubrificante (vazamento indica
defeitos no arrefecedor de óleo lubrificante, juntas
de cabeçote, trincas no cabeçote ou no bloco).
• Tampa dos tuchos (vazamento nos bujões de expansão)
Pressão do Óleo Lubrificante Muito Baixa (2-03) Sistema de Lubrificação-Seção 02
Página 2-12 Série - B

Refrigerante no óleo lubrificante pode ser o resultado de uma


junta de cabeçote danificada ou cabeçote do cilindro ou bloco
trincados.

Remover o cabeçote dos cilindros e a junta e verificar se


existem trincas ou danos.

Óleo Lubrificante Diluído por Combustível

A diluição do óleo lubrificante por combustível se limita a cinco


fontes:
1. Retentor do eixo da bomba injetora
2. Combustível vazando pelo anéis de segmento

3. Bomba alimentadora de combustível


4. Uma trinca no cabeçote, localizada entre a cabeça do
filtro de combustível e o coletor de admissão.

5. Vazamento do injetor.

Usar a lógica seguinte para determinar a fonte ou origem da diluição do óleo lubrificante por combustível:

Falta de potência - aumento


Falta de potência - aumento Potência normal
de fumaça branca durante a
de fumaça.
partida do motor.
ê
Verificar pela presença de
ê ê vazamentos na bomba
alimentadora
Verificar o estado de
Verificar/substituir os vedação dos anéis de ê
injetores. segmento, através de um Substituir a bomba
teste de compressão. alimentadora de combustível

Um retentor do eixo da bomba injetora gasto ou danificado


permitirá que combustível passe para dentro do compartimento
das engrenagens de distribuição, e daí para o cárter.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Pressão Óleo Lubrificante Muito Baixa (2-03)
Série B Página 2-13

O retentor é projetado e orientado de forma que o aumento de


pressão dentro do corpo da bomba injetora aumenta a sua
capacidade vedadora. Esta pressão força adicionalmente o lábio
(1) do retentor contra o eixo.

Um retentor gasto está mais apto a vazar durante a partida e


parada do motor, quando a pressão dentro do corpo da bomba é
baixa. Um retentor gasto não pode ser detectado através da
pressurização da bomba injetora.

A bucha (2) do eixo da Bosch VE pode ser responsável pelo


vazamento de combustível pelo retentor. Se esta bucha (2) estiver
solta, ela se moverá para a frente, fazendo pressão contra o
lábio do retentor (1) erguendo-o, fazendo com que perca contato
com o eixo, resultando em passagem de combustível para o
sistema de lubrificação.

Para verificar a existência deste tipo de vazamento (Bosch VE


somente), remover a conexão da galeria de dreno do combustível
(1), na bomba, e instalar um bujão (2) no seu lugar.

Remover a tampa circular de inspeção na tampa da carcaça das


engrenagens e girar o motor até que um dos orifícios vazados no
espelho da engrenagem acionadora da bomba fique em uma
posição que permita ver o fundo da carcaça das engrenagens,
na área anexa ao piloto da carcaça da bomba.
Pressão do Óleo Lubrificante Muito Baixa (2-03) Sistema de Lubrificação-Seção 02
Página 2-14 Série - B

Ativar a válvula solenóide de corte de combustível, posicionando


a chave de contato em “ON” (Ligado).

Atuar a bomba alimentadora de combustível com a alavanca


manual, e ao mesmo tempo, com a ajuda de um pequeno
espelho, verificar se há vazamento de combustível em volta do
eixo da bomba injetora. Caso positivo, substituir a bomba injetora.
O retentor e a bucha podem ser substituídos em um posto de
serviço autorizado BOSCH.

Combustão incompleta em um ou mais cilindros poderá resultar


em combustível não queimado a drenar para o cárter, através
dos anéis de segmento.

Esta condição pode ser causada por um ou mais injetores


vazando ou por redução da compressão, devida à vedação
incorreta oferecida pelos anéis de segmento.

Aumento significativo de emissão de fumaça branca pelo


escapamento durante a primeira partida do motor no dia é um
forte indício de injetores vazando.

O vazamento de um ou mais injetores causará operação áspera


do motor, com a incidência de batidas de combustão, e perda de
potência do motor.

Localizar, remover e substituir os injetores defeituosos. Para obter


instruções sobre reparação e teste dos injetores, consultar o
Manual de Oficina, Boletim Nº 3653189.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Vazamentos Externos de Óleo Lubrificante (2-04)
Série B Página 2-15

Aplicar um teste de compressão dos cilindros para determinar


se os anéis de segmento estão vedando corretamente. (Consultar
a Seção dos Componentes Básicos do Motor).

Existe a remota possibilidade da drenagem de combustível dentro


do óleo lubrificante oriundo do diafragma da bomba alimentadora
de combustível.

Para que isto ocorra, seria necessário que o diafragma da bomba


estivesse perfurado e além disso o orifício de dreno estivesse
obstruído.

Outra remota possibilidade seria a existência de uma trinca ou


porosidade localizada na área entre o cabeçote do filtro de
combustível e a cavidade do coletor de admissão, onde o
combustível poderia passar para o interior dos cilindros e
subseqüentemente drenar para o cárter.

Vazamentos Externos de Óleo Lubrificante

Várias juntas, retentores, selos e bujões são usados para conter


o óleo lubrificante dentro do motor. A maioria dos vazamentos
externos resultantes da falha de um ou mais destes componentes
pode ser identificada e localizada durante uma inspeção de rotina
do motor e do veículo.
Vazamentos Externos de Óleo Lubrificante (2-04) Sistema de Lubrificação-Seção 02
Página 2-16 Série - B

A expulsão de certos bujões de expansão podem permitir que


uma quantidade relativamente grande de óleo lubrificante vaze
para fora, o que resultará em uma súbita queda da pressão do
óleo lubrificante.

Ao verificar este tipo de vazamento, não esquecer de examinar o


bujão localizado atrás da coberta dos tuchos, assim como bujões
que possam estar escondidos atrás de componentes do veículo.

Óleo Lubrificante soprando pelo respiro do cárter pode ser uma


boa indicação de um bujão expulso em algum lugar. Isto é mais
comum nos motores de 4 cilindros.

No caso de uma ruptura no elemento do arrefecedor de óleo


lubrificante, a pressão no sistema de lubrificação fará com que o
óleo lubrificante seja forçado para dentro do sistema de
arrefecimento. A presença de óleo lubrificante no refrigerante pode
ser detectada visualmente quando a tampa de abastecimento
do radiador é removida.

Consultar a página 2-18 referente aos Componentes do


Refrigerante de Óleo Lubrificante - Substituição e Teste.

Anéis de vedação do turbocompressor danificados podem também


permitir a passagem de óleo lubrificante pela carcaça do
compressor, tubo de transferência de ar, e ser finalmente
queimado nos cilindros do motor.

Esta condição pode ser verificada removendo-se o tubo de


transferência de ar e examinando seu interior pela presença de
óleo lubrificante.

Uma vedação imperfeita oferecida por anéis de segmento gastos


ou danificados pode também ser responsável pela expulsão de
óleo lubrificante pelo respiro do cárter ou ser queimado pelo motor.
Consultar a seção de Componentes Básicos do Motor para obter
instruções sobre os procedimentos de medição do volume de
sopro no cárter ("Blowby").
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Válvula Reguladora da Pressão do Óleo Lubrificante e/ou Mola - Substituição (2-04)
Série - B Página 2-17

Perdas de óleo lubrificante podem também ocorrer através de


um compressor de ar gasto ou não operando adequadamente.
Verificar a existência de formações de carbonização no tubo de
descarga de ar para o reservatório. Também um cabeçote do
compressor de ar ou juntas do cabeçote defeituosos, permitem
o vazamento de óleo lubrificante dentro do refrigerante ou o
vazamento do refrigerante dentro do óleo lubrificante durante o
corte do motor quente.

Válvula Reguladora da Pressão do Óleo


Lubrificante e/ou Mola - Substituição (2-
04)
Desmontagem

Limpar totalmente a área ao redor do bujão regulador de pressão


para prevenção de fragmentos que porventura caírem no
alojamento do êmbolo, enquanto o bujão é removido.

19 mm

Remover o bujão rosqueado, mola e o êmbolo.

Dica de Serviço: O êmbolo normalmente pode ser removido


inserindo um dedo no alojamento do êmbolo, segurando e
puxando para cima. Caso o êmbolo não possa ser removido desta
maneira, provavelmente esteja emperrado, sendo necessário re-
mover o alojamento do mesmo e limpá-lo.

Inspeção e Limpeza

Limpar totalmente os componentes com solvente de limpeza.


Limpar com jato e secar com compressor de ar.

NOTA: Se for necessária a limpeza do alojamento do êmbolo,


remover a carcaça para não espalhar fragmentos dentro do motor.
Válvula Reguladora da Pressão do Óleo Lubrificante e/ou Mola - Substituição (2-05) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-18 Série - B

Inspecionar o êmbolo da válvula e sua carcaça. É aceitável polir


as áreas da carcaça e do êmbolo.

Verificar se o êmbolo move-se livremente dentro do sua carcaça.

Montagem

19 mm

Instalar um novo anel de vedação no bujão rosqueado e lubrificar


com óleo lubrificante limpo. Instalar o regulador de pressão
montado.

Valor de Torque: 80 N•m [60 lb-pé].

Elemento do Arrefecedor de Óleo


Lubrificante e/ou Junta - Substituição (2-
05)
Procedimento Preparatório:

• Drenar o refrigerante do sistema de arrefecimento.


Sistema de Lubrificação - Seção 02 Elemento do Arrefecedor de Óleo Lubrificante e/ou Junta - Substituição (2-05)
Série B Página 2-19

Cinta para Filtros, 90 - 95 mm

Remover o filtro de óleo lubrificante.

Limpar a área ao redor da tampa do arrefecedor de óleo lubrificante.

16 mm, 19 mm

Desconectar a linha de suprimento de óleo lubrificante ao


turbocompressor.

10 mm

Remover a tampa do arrefecedor de óleo lubrificante, juntas e


elemento.
Elemento do Arrefecedor de Óleo Lubrificante e/ou Junta - Substituição (2-05) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-20 Série B

Limpar todas as faces de vedação.

Kit Teste de Vazamento 3823876

Imergir o elemento dentro de uma cuba cheia de água quente de


preferência, e pressurizar o mesmo com ar comprimido a uma
pressão de 518 kPa [75 psi] (máx) / 449 kPa [65 psi] (mín), para
detectar qualquer vazamento. Se for detectado algum vazamento,
substituir o elemento.

10 mm

Montar as juntas, o elemento e a tampa do arrefecedor de óleo


lubrificante.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

NOTA: Não esquecer de remover os bujões de proteção do


elemento.

16 mm, 19 mm

Conectar a linha de suprimento de óleo lubrificante ao


turbocompressor.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Cárter, Tubo de Sucção de Óleo Lubrificante e/ou Junta-Substituição (2-06)
Série B Página 2-21

PN 3823494

Encher o filtro com óleo lubrificante de motor limpo, do tipo usado


no cárter, e untar com uma película de óleo lubrificante a face de
contato do anel de vedação.

Instalar o filtro de óleo lubrificante.

Encher o sistema de arrefecimento e operar o motor por algum


tempo para verificar se há vazamento.

Parar o motor e verificar novamente os níveis de óleo lubrificante


e refrigerante.

Cárter, Tubo de Sucção de Óleo


Lubrificante e/ou Junta - Substituição (2-
06)
17 mm

Drenar o óleo lubrificante.

NOTA: Usar um recipiente de 20 litros [15 Quartos U.S.] para o


óleo lubrificante.

10 mm

Remover o cárter e a junta.


\Cárter, Tubo de Sucção de Óleo Lubrificante e/ou Junta Substituição (2-06) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-22 Série B

10 mm

Remover o tubo de sucção de óleo lubrificante.

Inspecionar trincas no tubo de sucção.

Limpar as faces de vedação.

10 mm

Instalar o tubo de sucção de óleo lubrificante e uma junta nova.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]


Sistema de Lubrificação - Seção 02 Cárter, Tubo de Sucção de Óleo Lubrificante e/ou Junta-Substituição (2-06)
Série B Página 2-23

Usar selador “Three Bond 1207-C®”. Não esquecer de


encher com selador as junções entre a tala do cárter e a
carcaça das engrenagens e carcaça traseira de alojamento do
retentor.

10 mm

Instalar o cárter e a junta.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

17 mm

Instalar o bujão de drenagem.

Valor de Torque: 80 N•m [60 lb-pé]

Encher o cárter com óleo lubrificante. Operar o motor e verificar


se existem vazamentos.

Parar o motor e verificar novamente o nível do óleo lubrificante


com a vareta indicadora. Completar se necessário.
Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição (2-07) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-24 Série B

Bomba de Óleo Lubrificante -


Substituição (2-07)
Procedimento Preparatório:

• Remover a correia do motor

NOTA: A remoção da correia torna-se mais fácil se a polia da


árvore de manivelas é previamente afrouxada.

15 mm

Remover a polia da árvore de manivelas

10 mm

Remover a tampa dianteira da carcaça das engrenagens.

Bomba de Óleo Lubrificante - Remoção

13 mm

Remover os 4 parafusos de retenção da bomba.

Retirar a bomba de óleo lubrificante de dentro da sua cavidade


no bloco de cilindros.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição (2-07)
Série B Página 2-25

Limpeza e Inspeção

Se a bomba se destina a ser inspecionada para determinar a


possibilidade de seu reaproveitamento, seguir este procedimento:

Inspecionar visualmente as engrenagens da bomba verificando


se existem rebarbas, trincas e desgaste excessivo.

Remover a tampa de respaldo traseira.

Com caneta especial, escrever a palavra “TOP” na face exposta


da engrenagem planetária do conjunto de engrenagens trocoidais.

Remover a engrenagem planetária.

Verificar se a mesma apresenta sinais de desgaste excessivo


ou de danos.
Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição (2-07) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-26 Série B

Limpar todas as peças em solvente mineral e secar com ar


comprimido.

Inspecionar a cavidade da bomba e a engrenagem “solar” do


conjunto trocoidal em busca de sinais de desgaste excessivo ou
de danos.

Precaução: Certificar-se de instalar a engrenagem


“planetária” na sua posição original.

Instalar a engrenagem “planetária” do conjunto de engrenagens


trocoidais.

Medir a folga entre os ápices das engrenagens “planetária” e


“solar”.

Limite
Folga máxima permitida: 0,1778 mm [0,007 pol]
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição (2-07)
Série B Página 2-27

Medir a folga entre as faces das engrenagens “planetária” e “so-


lar” do conjunto trocoidal com a face interna da placa de respaldo
traseira, conforme ilustrado.

Limite
Folga máxima permitida: 0,127 mm [0,005 pol]

Medir a folga entre a engrenagem “planetária” e o diâmetro interno


da cavidade.

Limite
Folga máxima permitida: 0,381 mm [0,015 pol]

Medir a folga entre dentes das engrenagens acionadora e


intermediária.

Limite (Bomba Usada)


0,076 mm Mín [0,003 pol]
0,330 mm Máx [0,013 pol]

Instalar a placa de respaldo traseira.


Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição (2-07) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-28 Série B

Bomba de Óleo Lubrificante - Instalação

Precaução: Não esquecer de encher a bomba com óleo


lubrificante de motor limpo, durante a instalação. O
enchimento interno da bomba com óleo lubrificante
durante a instalação ajudará na escorva da bomba durante
a partida do motor. O não enchimento com óleo lubrificante
resultará em séria avaria ao motor.

Lubrificar a bomba de óleo lubrificante internamente com óleo


de motor, limpo.

Precaução: Certificar-se de que a extensão do eixo da


engrenagem intermediária esteja corretamente instalada
dentro do orifício localizador, no bloco de cilindros.

Instalar a bomba no bloco.

13 mm

Apertar os parafusos de fixação na seqüência indicada na


ilustração ao lado.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

NOTA: A placa de respaldo traseira da bomba se apoia contra o


fundo da cavidade no bloco de cilindros. Quando a bomba está
corretamente instalada, o flange de montagem da bomba não
deve tocar o bloco de cilindros, daí a importância de apertar os
parafusos na seqüência indicada e não ultrapassar o torque
recomendado.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição (2-07)
Série B Página 2-29

NOTA: Ao instalar uma bomba nova, certificar-se de que a folga


entre dentes está correta.
Medir a folga entre dentes.

Limites da Folga Entre Dentes


A B
0,076 a 0,330 mm 0.076 a 0,330 mm
[0,003 a 0,013 pol] [0,003 a 0,013 pol]

NOTA: Ao medir a folga entre dentes de uma engrenagem, manter


imobilizada a engrenagem adjacente para fazer com que a leitura
seja correta, se a engrenagem adjacente se mover durante a
medição, a leitura será incorreta e não confiável.

Tampa da Carcaça das Engrenagens - Instalação

Lubrificar todo o trem das engrenagens com óleo lubrificante de


motor limpo.

Precaução: O lábio do retentor dianteiro, assim como a


área de vedação no nariz da árvore de manivelas, devem
estar totalmente isentas de óleo lubrificante, e totalmente
secas antes da montagem, a fim de evitar vazamento de
óleo lubrificante após um curto período de tempo.

Limpe totalmente a área de vedação da árvore de manivelas.

NOTA: Substituir sempre a junta de vedação dianteira quando


remover ou instalar a tampa das engrenagens.

10 mm

Aplicar um filete de “Three Bond” na junta somente no lado de


contato com a tampa.

NOTA: Não remover por enquanto a ferramenta de alinhamento


plástica do retentor. Usar a ferramenta de alinhamento plástica
para alinhar a tampa concentricamente com a árvore de manivelas.

Instalar a junta e tampa dianteira no motor.


Bomba de Óleo Lubrificante - Substituição (2-07) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-30 Série B

Apertar a tampa dianteira colocando os parafusos.

Remover a ferramenta de alinhamento plástica da árvore de


manivelas.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Instalar o tampão de acesso da tampa dianteira e vedar.

15 mm

Instalar a polia da árvore de manivelas ou amortecedor de


vibrações. Não apertar, por enquanto, os parafusos de fixação
com seu torque final.

Cabo de Força com encaixe de 1/2 pol

Com o cabo de força, erguer o tensionador da correia e instalá-


la.
Sistema de Lubrificação - Seção 02 Bujões de Expansão - Substituição (2-08)
Série B Página 2-31

15 mm

Apertar a polia da árvore de manivelas ao seu torque final.

Valor de Torque: 125 N•m [92 lb-pé]

Bujões de Expansão - Substituição


(2-08)
Remover os bujões de expansão das passagens de óleo
lubrificante.

Instalação dos Bujões de Expansão

Aplicar um filete de Loctite 277 no diâmetro externo dos bujões


de expansão das passagens de óleo lubrificante.

Empurrar os bujões de expansão para dentro dos seus respectivos


alojamentos até que toquem o fundo.
Bujões de Expansão - Substituição (2-08) Sistema de Lubrificação - Seção 02
Página 2-32 Série B

Encher o cárter com óleo lubrificante. Operar o motor por alguns


minutos para verificar se há vazamentos.

Parar o motor e verificar novamente o nível do óleo lubrificante.


Completar se necessário.
Seção 3 - Sistema de Combustão de Ar
Série B Página 3-1

Seção 3 - Sistema de Combustão de Ar

Conteúdo
Página

Acionador da Válvula de Descarga do Turbocompressor. ................................................................................. 3-22


Calibração ....................................................................................................................................................... 3-22
Arrefecedor de Ar - Diagnóstico de Falhas. ........................................................................................................ 3-23
Pressão do Coletor de Admissão - Verificação .................................................................................................. 3-23
Temperatura do Coletor de Admissão - Verificação ............................................................................................ 3-24
Arrefecedor de Ar - Limpeza e Inspeção. ........................................................................................................... 3-25
Cápsula Acionadora de Pressão Auxiliar da Válvula
de Descarga do Turbocompressor. .............................................................................................................. 3-20
Substituição ................................................................................................................................................... .3-20
Cápsula da Válvula de Descarga do Turbocompressor. ..................................................................................... 3-19
Verificação ....................................................................................................................................................... 3-19
Conjunto de Válvulas de Descarga do Turbocompressor. .................................................................................. 3-18
Verificação ....................................................................................................................................................... 3-18
Diagnóstico de Falhas do Sistema de Admissão de Ar. ..................................................................................... 3-12
Ar Limpo.. ........................................................................................................................................................ 3-12
Consumo de Óleo Lubrificante e Vazamentos ................................................................................................... 3-15
Danos Causados por Ar Não Filtrado ................................................................................................................ 3-13
Funcionamento Inadequado do Turbocompressor. ............................................................................................. 3-15
Motores Turboalimentados - Vazamentos de Ar, Lado da Pressão ..................................................................... 3-13
Motores Turboalimentados - Vazamentos de Gases do Escapamento ............................................................... 3-14
Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Medição ............................................................................................... 3-14
Restrição no Ar de Admissão - Verificação ...................................................................................................... .3-12
Ruídos no Turbocompressor ............................................................................................................................. 3-16
Coletor de Escapamento e/ou Juntas. ................................................................................................................. 3-33
Substituição .................................................................................................................................................... 3-33
Fluxo de Ar do Sistema de Combustão - Informações Gerais. ........................................................................... 3-2
Pós-arrefecedor de Ar e Junta. ............................................................................................................................ 3-27
Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações. ..................................................................................... 3-4
Restrição no Escapamento - Medição. ................................................................................................................ 3-23
Sistema de Admissão de Ar e Escapamento - Especificações. ........................................................................... 3-4
Sistema de Combustão de Ar - Ferramentas de Serviço. .................................................................................. 3-11
Sistema de Fluxo e Ar - Diagramas. ..................................................................................................................... 3-3
Tampa do Coletor do Admissão e Junta. ............................................................................................................ 3-26
Substituição .................................................................................................................................................... 3-26
Tubo de Transferência de Ar - Substituição. ....................................................................................................... 3-26
Remoção e Instalação ...................................................................................................................................... 3-26
Turbocompressor - Testes. ................................................................................................................................... 3-17
Turbocompressor. ................................................................................................................................................. 3-29
Substituição .................................................................................................................................................... 3-29
Válvula de Descarga Funcional do Turbocompressor. ....................................................................................... 3-19
Verificação ....................................................................................................................................................... 3-19
Fluxo de Ar do Sistema de Combustão - Informações Gerais Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão
Página 3-2 Série B

Fluxo de Ar do Sistema de Combustão - Informações Gerais


O motor foi projetado como um motor turboalimentado, mas a versão de motores naturalmente aspirados da Série B está
disponível para aplicações industriais.
O ar é aspirado para dentro do motor através do filtro de ar. O ar limpo é fator de máxima importância para a vida útil do motor.
A ingestão de pó e outros detritos pode danificar os cilindros com muita rapidez.
Precaução: Ter certeza de sempre instalar um filtro de ar de reconhecida qualidade, e que o mesmo seja
periodicamente substituído de acordo com as instruções do fabricante.
O ar de admissão, nos motores de aspiração natural, flui diretamente do filtro de ar para o coletor de admissão. Do coletor
de admissão, o ar é sugado diretamente para dentro dos cilindros e usado para a combustão. Depois da combustão, os
gases residuais são removidos do motor.
Nos motores turboalimentados, o ar flui do filtro de ar para a seção fria do turbocompressor, e através do tubo de transferência
de ar, para o coletor de admissão. A partir do coletor de admissão o ar em vez de ser sugado é forçado para dentro dos
cilindros para ser usado na combustão. A parte não consumida do ar, em conjunto com os gases oriundos da combustão
são levados através do coletor de escapamento para o lado quente do turbocompressor, acionando o rotor da turbina, o qual
por sua vez, por estar montado sobre o eixo comum com o rotor do compressor, gira este na mesma velocidade, sendo que
este último comprime o ar de admissão antes de ser introduzido nos cilindros, utilizando para isto a energia fornecida pelos
gases de escapamento, que nos motores de aspiração natural é desperdiçada e descarregada na atmosfera. Esta quantidade
de ar adicional proporcionada pelo turbocompressor, permite que uma quantidade maior de combustível seja injetada nos
cilindros, o que aumenta a potência do motor com nominalmente a mesma cilindrada e dimensionamento físico do mesmo.
Nos motores turboalimentados e com pós-arrefecimento de ar, o ar de admissão já comprimido proveniente do compressor
do turbo, passa pelo pós-arrefecedor de ar antes de entrar no coletor de admissão. O ar ao ser comprimido no compressor
do turbo sobre um aquecimento o que por sua vez, provoca um aumento do seu volume, neutralizando parte dos benefícios
obtidos com a compressão. A finalidade do pós-arrefecedor é de novamente condensar o volume do ar, sem agitar adversamente
a sua pressão. O ar mais denso contém mais oxigênio por unidade de volume, permitindo que mais combustível seja
injetado na câmara, aumentando ainda mais a relação peso/potência.
Os motores automotivos de 1991 a 1994 usam um chassis montado alimentado com arrefecedor de ar ao invés de um motor
montado com pós-arrefecedor de ar ,para fornecer um refrigerante alimentado a ar no motor e desenvolver o desempenho do
motor e reduzir emissões. Este sistema também usa um largo diâmetro de dutos para transferência do ar para o
turbocompressor alimentando o arrefecedor de ar, quando então retorna o ar do arrefecedor de ar alimentado para o coletor
de admissão do motor.
NOTA: A longo prazo, a integridade do sistema de alimentação do arrefecedor de ar é de responsabilidade do fabricante de
veículos e componentes.
Alguns motores turboalimentados usam turbocompressores com válvula de descarga limitando ao máximo a alta pressão
que o turbo possa desenvolver. A operação da válvula de descarga é controlada por um acionador que dá sentido à pressão
do compressor e equilibra o pré-ajuste da carga da mola. A válvula de descarga esta localizada na passagem de admissão
da turbina. Quando aberta, ela diverge uma porção do gás do escapamento para a turbina rotativa controlando o eixo de
velocidade e descarga elevada.
Precaução: O turbocompressor é um componente de desempenho e não pode ser adulterado. O suporte
da válvula de descarga é uma peça integrante do turbocompressor. A adulteração dos componentes
da válvula de descarga pode reduzir a durabilidade do turbocompressor. Isto se deve a um aumento da
pressão no cilindro e a uma carga térmica provocada pela admissão e pressão no coletor de escape
incorretas. Isto pode resultar em baixa economia de combustível e não observância às leis de emissões.
Aumentar o desempenho do turbocompressor não aumentará a potência do motor.
A turbina, o rotor e o eixo do turbocompressor são sustentados por dois rolamentos rotativos na carcaça do rolamento.
Passagens dentro da carcaça do rolamento fornecem óleo pressurizado diretamente do motor para o eixo dos rolamentos e
aos rolamentos. O óleo é usado para lubrificar e refrigerar os componentes rotativos permitindo uma operação suave. O óleo
é drenado da carcaça do rolamento para o reservatório através da linha de dreno do óleo. Uma linha de dreno de óleo restrita
ou danificada pode causar um vazamento de óleo através dos selos.
NOTA: Adequado suprimento de bom óleo filtrado é muito importante na vida do turbocompressor. Certifique-se que uma
excelente qualidade de óleo é usada, e o filtro de óleo seja trocado de acordo com as recomendações de manutenção.
Precaução: Um catalisador é instalado em todo EPA e CARB , aprovados pelas aplicações automotivas.
Óleo lubrificante misturado não é permitido. Causará entupimento e eventuais danos ao catalisador.
Combustível com alta dosagem de enxofre não deverá ser usado com o catalisador. Soldagem ou
modificações no catalisador não serão permitidas sem a permissão do fabricante do mesmo.
Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão Sistema de Fluxo de Ar - Diagramas
Série B Página 3-3

Sistema de Fluxo de Ar - Diagramas


Sistema de Ar - Admissão de Ar

Naturalmente Aspirado Turbo-alimentado

Sistema de Admissão Sistema de Admissão

1. Entrada de admissão de ar 1. Ar de admissão


2. Coletor de Admissão de ar para o
3. Válvula de Admissão turbocompressor
2. Ar para o Coletor
de Admissão
3. Coletor de Admissão
4. Válvula de Admissão

Turbo-Alimentado Turbo-Alimentado com


Pós-arrefecido por Pós-Arrefecedor de Ar
Jaqueta d'Água arrefecido por Ariete
de Ar.
Sistema de Admissão

Sistema de Admissão de Ar 1. Entrada de Admissão


de ar para o
1. Entrada de Ar de Admissão turbocompressor
para o Turbocompressor 2. Ar do
2. Ar do Turbocompressor para Turbocompressor para
o Pós-Arrefecedor de Ar o Trocador de Calor
3. Pós-Arrefecedor de Ar 3. Trocador de Calor
4. Coletor de Admissão 4. Coletor de Admissão
5. Válvula de Admissão 5. Válvula de Admissão

Sistema de Ar - Escape de Ar

Naturalmente Aspirado Turbo-Alimentado com Comporta de Alívio

Sistema de Escape

1. Válvula de Escape
2. Coletor de Escape

Turbo-Alimentado

Sistema de Escape

1. Válvula de Escape
2. Coletor de Escape Válvula de Descarga Válvula de Descarga
3. Entrada do Aberta Fechada
Turbocompressor
4. Saída de Escape do
Turbocompressor
Sistema de Escape e Admissão de Ar Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão
Página 3-4 Série B

Sistema de Admissão de Ar e Sistema de Escapamento - Especificações


• Restrição de admissão máxima
permitida (entrada do compressor)
(com elemento do filtro de ar sujo) Não Turbo ................................................................ 20 pol/H2O [50,8 cm/H2O]
Turbo ........................................................................ 25 pol/H2O[65,5 cm/H2O]
• Restrição máxima permitida no
escapamento à rotação e carga
máximas indicadas Não Automotivo ......................................................................... 3 pol/Hg [76,2 mm/Hg]
91 EPA Cert .......................................................................... 4,5 pol/Hg [114,3 mm/Hg]
94 EPA Cert. c/oxidação do catalisador .................................... 6 pol/Hg [152,6 mm/Hg)

Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações


Consultar as seguintes tabelas de lista de peças criticas (CPL), modelo de motor, potência máxima do motor e correspondente
pressão auxiliar do turbocompressor.

NOTA: Medições de pressão auxiliar não são um atalho para o diagnóstico lógico de falhas. Baixa potência pode ser
causada pelo combustível usado, manutenção do filtro e muitos outros componentes do motor. Seguir os quadro de lógica
referente a “Potência do Motor Rendimento Muito Baixo” e medir a pressão auxiliar como indicada. Consultar a página 3-13
para instruções de medidas.

Estas pressões são válidas apenas em condições aproximadas (potência e velocidade indicadas). Qualquer tentativa de
usar os valores de velocidade e carga do motor que não sejam os especificados podem resultar em diagnósticos incorretos.

Modelo Potência do Motor PressãoAuxiliar


CPL do Motor [HP @ RPM] Nominal [pol Hg]

0592 4BT3.9 100 @ 2500 22 a 28


96 @ 2300 19 a 25
94 @ 2200 18 a 24
93 @ 2200 18 a 24
92 @ 2100 16 a 22
80 @ 2200 14 a 20
71 @ 2200 12 a 18
70 @ 2100 11 a 17

0594 4BTA3.9 91 @ 2200 17 a 23


95 @ 2200 18 a 24
107 @ 2100 21 a 27
109 @ 2200 23 a 29
112 @ 2300 24 a 30
116 @ 2500 27 a 35
125 @ 2200 27 a 33

0595 4BTA3.9 120 @ 2500 32 a 40


120 @ 2800 34 a 42
Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações
Série B Página 3-5

CPL Modelo Potência do Motor Pressão Auxiliar


do Motor [HP @ RPM] Nominal [pol Hg]

0597 6BT5.9 88 @ 2000 10 a 16


89 @ 2000 10 a 16
99 @ 2200 13 a 19
100 @ 2200 14 a 20
120 @ 2100 18 a 24
122 @ 2200 18 a 24
124 @ 2400 20 a 26
124 @ 2500 21 a 27
126 @ 2100 19 a 25
130 @ 2100 21 a 27
130 @ 2500 23 a 29
135 @ 2200 22 a 28
137 @ 2000 18 a 24
140 @ 2200 24 a 30
142 @ 2100 24 a 30
143 @ 2200 25 a 31
145 @ 2200 25 a 31
148 @ 2300 27 a 33
152 @ 2500 28 a 36

0598 6BT5.9 160 @ 2500 28 a 36


160 @ 2800 31 a 39

0599 6BTA5.9 141 @ 2200 27 a 35


152 @ 2500 33 a 41
157 @ 2200 33 a 41
160 @ 2200 34 a 42
167 @ 2000 35 a 43
169 @ 2100 36 a 44
174 @ 2200 39 a 47
176 @ 2300 40 a 48
177 @ 2400 30 a 38
177 @ 2500 41 a 49

0600 6BTA5.9 180 @ 2500 39 a 47

0646 4BT3.9 82 @ 1800 11 a 17


71 @ 1500 09 a 15

0692 6BT5.9 160 @ 2500 30 a 38


160 @ 2600 31 a 39

0696 4BT3.9 102 @ 1800 19 a 25


87 @ 1500 15 a 21

0697 6BT5.9 113 @ 1500 15 a 21


134 @ 1800 21 a 27

0698 6BT5.9 143 @ 1500 25 a 31


166 @ 1800 32 a 40

0710 4BT3.9 75 @ 2200 13 a 19


100 @ 2500 22 a 28

0711 4BT3.9 71 @ 1500 09 a 15


82 @ 1800 11 a 17
Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão
Página 3-6 Série B

Modelo Potência do Motor Pressão Auxiliar


CPL do Motor [HP @ RPM] Nominal [pol Hg]

0712 6BT5.9 88 @ 2000 10 a 16


99 @ 2200 13 a 19
100 @ 2200 13 a 19
120 @ 2100 18 a 24
122 @ 2200 18 a 24
124 @ 2400 20 a 26
130 @ 2100 20 a 26
130 @ 2500 23 a 29
135 @ 2200 22 a 28

0713 6BT5.9 113 @ 1500 15 a 21


134 @ 1800 21 a 27

0715 6BTA5.9 143 @ 2100 26 a 32

0716 6BT5.9 156 @ 2500 45 a 53

0727 4BT3.9 105 @ 2500 46 a 54

0728 6BT5.9 128 @ 2800 19 a 25


130 @ 2650 19 a 25

0729 6BT5.9 134 @ 2200 23 a 29


0730 4BT3.9 70 @ 2100 10 a 16
75 @ 2200 13 a 19
77 @ 2200 13 a 19
79 @ 2350 14 a 20
80 @ 2200 14 a 20
84 @ 2200 15 a 21
85 @ 2500 17 a 23
90 @ 2000 16 a 22
91 @ 2200 17 a 23
92 @ 2100 16 a 22
93 @ 2200 18 a 24
96 @ 2300 19 a 25
100 @ 2500 22 a 28

0741 4BT3.9-M 130 @ 2500 18 a 24


150 @ 2800 25 a 31

0742 6BT-M 180 @ 2500 39 a 47


210 @ 2600 47 a 55

0761 6BT5.9 160 @ 2800 29 a 37

0762 4BT3.9 105 @ 2500 28 a 36


105 @ 2800 31 a 39

0763 4BT3.9 67 @ 2200 10 a 16


71 @ 2200 10 a 16

0766 6BT5.9 160 @ 2500 28 a 36


160 @ 2800 31 a 39

0767 4BT3.9 105 @ 2500 24 a 31


105 @ 2800 27 a 33
Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações
Série B Página 3-7

CPL Modelo Potência do Motor Pressão Auxiliar


do Motor [HP @ RPM] Nominal [pol Hg]

0792 6BT5.9 115 @ 1500 16 a 22


132 @ 1800 22 a 28

0793 4BT3.9 74 @ 1500 10 a 16


86 @ 1800 12 a 18

0804 6BT5.9 145 @ 2600 39 a 47


160 @ 2500 44 a 52

0807 6BT5.9 99 @ 2200 13 a 19

0826 4BT3.9 87 @ 1500 15 a 21


102 @ 1800 19 a 25

0834 6BTA5.9 180 @ 2500 32 a 40

0856 6BTA5.9 180 @ 2500 46 a 54

0857 4BT3.9 120 @ 2500 40 a 48

0858 4BT3.9 105 @ 2500 35 a 43

0912 6BTA5.9 190 @ 2600 34 a 42


192 @ 2800 37 a 45

0937 4BT3.9 74 @ 1500 10 a 16


86 @ 1800 12 a 18

0938 6BT5.9 88 @ 2000 10 a 16


100 @ 2200 14 a 20
110 @ 2000 15 a 21
113 @ 2100 16 a 22
121 @ 2200 18 a 24
124 @ 2400 21 a 27
124 @ 2500 21 a 27
125 @ 2200 20 a 26
126 @ 2100 19 a 25
130 @ 2100 21 a 27
130 @ 2500 23 a 29
134 @ 2100 22 a 28
137 @ 2000 18 a 24
140 @ 2200 24 a 30
142 @ 2100 24 a 30
145 @ 2200 25 a 31
148 @ 2300 27 a 33
152 @ 2500 28 a 36

0940 6BTA5.9 190 @ 2500 42 a 50

0943 6BT5.9 120 @ 2100 18 a 24

0947 6BT5.9 145 @ 2600 24 a 30


160 @ 2500 29 a 37
160 @ 2600 31 a 39
130 @ 2500 20 a 26

0948 6BT5.9 145 @ 2600 24 a 30


Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão
Página 3-8 Série B

Modelo Potência do Motor Pressão Auxiliar


CPL do Motor [HP @ RPM] Nominal [pol Hg]

0949 6BT5.9 88 @ 2000 10 a 16


121 @ 2200 14 a 20
124 @ 2400 21 a 27
126 @ 2100 19 a 25
130 @ 2500 23 a 29
140 @ 2200 24 a 30
142 @ 2100 24 a 30
145 @ 2200 25 a 31
148 @ 2300 27 a 33
152 @ 2500 28 a 36

0950 6BT5.9 120 @ 2100 18 a 24

0953 6BTA5.9 220 @ 2500 23 a 29


250 @ 2600 44 a 52

0961 6BT5.9 115 @ 1500 16 a 22


135 @ 1800 22 a 28

0962 6BT5.9 143 @ 1500 25 a 31


166 @ 1800 32 a 40

0970 6BTA-M2 300 @ 2800 46 a 54

0971 4BT3.9 96 @ 2200 19 a 25


100 @ 2500 22 a 28

0983 6BTA5.9 157 @ 2500 35 a 43


177 @ 2500 38 a 46

*0986 B3.9-120 120 @ 2500 27 a 35

*0987 B5.9230 230 @ 2500 39 a 48

0998 6BTA5.9 200 @ 2500 45 a 53

1160 6BT5.9 160 @ 2500 29 a 37

1165 6BTA5.9 227 @ 1760 37 a 45


255 @ 2100 46 a 54

1168 6BT5.9 148 @ 2300 25 a 31


152 @ 2500 27 a 35

12101 4BT3.9 80 @ 2500 19 a 25

1202 4BT3.9 74 @ 2500 18 a 24

1207 6BT 145 @ 2600 23 a 29

1209 6BTA5.9 176 @ 2300 30 a 36

1247 6BTA5.9 220 @ 2500 30 a 36


250 @ 2600 39 a 47

1266 6BT5.9 142 @ 2500 27 a 35


Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações
Série B Página 3-9

CPL Modelo Potência do Motor Pressão Auxiliar


do Motor [HP @ RPM] Nominal [pol Hg]

1247 6BTA5.9 220 @ 2500 23 a 29


250 @ 2600 44 a 52

*1260 B3.9-105 105 @ 2500 20 a 28

*1261 B5.9-190 190 @ 2500 37 a 45

1268 4BT3.9 105 @ 2500 28 a 36


105 @ 2800 31 a 39

1288 6BT 152 @ 2500 28 a 36

1322 6BT-M1 250 @ 2600 42 a 50

*1351 B5.9-160 160 @ 2500 31 a 39

1419 6BT 250 @ 2200 38 a 46


*1422 B5.9-210 210 @ 2500 38 a 46

1518 6BT-G2 143 @ 1500 20 a 26


166 @ 1800 25 a 33

1519 6BT-G1 115 @ 1500 12 a 18


6BT-G2 135 @ 1800 20 a 26

1520 4BT-G2 102 @ 1800 18 a 26


87 @ 1500 15 a 21

1521 4BT-G1 74 @ 1500 3.4 a 9.4


86 @ 1800 5.8 a 12

1523 6BT-G2 143 @ 1500 16 a 22


166 @ 1800 25 a 33

1524 6BT-G1 115 @ 1500 13 a 19


135 @ 1800 20 a 26

1525 4BT-G2 102 @ 1800 11 a 17


74 @ 1500 6 a 12

1526 4BT-G1 68 a 1500 6 a 12


86 a 1800 12 a 18

1527 6BTA 175 @ 2500 38 a 46

**1549 6BTA5.9 160 @ 2500 30 a 38

**1550 6BTA5.9 175 @ 2500 30 a 38

**1551 6BTA5.9 190 @ 2300 44 a 52

**1552 6BTA5.9 210 @ 2300 45 a 53


210 @ 2500 45 a 53
Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Especificações Seção 3 - Ar do Sistema de Combustão
Página 3-10 Série B

Modelo Potência do Motor Pressão Auxiliar


CPL do Motor [HP @ RPM] Nominal [pol Hg]

**1553 6BTA5.9 230 @ 2300 47 a 57

1570 6BT-M1 220 @ 2500 36 a 44

1577 6BTA 210 @ 2500 35 a 43

*1579 6BTA 160 @ 2500 31 a 39

1613 6BTA-M2 250 @ 2600 36 a 44

'*' indica potência do arrefecedor de ar para motores fabricados em 1991, '**' indica potência do arrefecedor de ar para
motores fabricados em 1994. As leituras de medidas auxiliares na saída da compressão do turbocompressor serão de 4-6
pol Hg mais elevadas que os valores mostrados nas tabelas anteriores devido a uma queda de pressão normal pelo arrefecedor
de ar. Certificar-se que a potência dos componentes relacionados ao arrefecedor de ar não são a causa da baixa pressão
obtida.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Ar no Sistema de Combustão - Ferramentas de Serviço
Série B Página 3-11

Sistema de Combustão de Ar - Ferramentas de Serviço

As seguintes ferramentas especiais foram recomendadas para desenvolver os procedimentos na Seção 3. O uso destas
ferramentas é mostrado nos procedimentos apropriados. Estas ferramentas podem ser compradas nas concessionárias
autorizadas Cummins.

Ferramenta Nº Descrição da Ferramenta Ilustração


Medidor com indicador de profundidade
Medida do movimento axial do turbocompressor

ST-537

Medidor de pressão (0-75 pol Hg)


Usado para medir a pressão do coletor de admissão e a restrição de
escape
ST-1273

Kit com peças de válvula de pressão do turbocompressor


Usada para medir a pressão das válvulas

3823799
Diagnosticando Falhas no Sistema de Indução de Ar Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-12 Série B

Diagnóstico de Falhas do Sistema de Admissão de


Ar

Ar Limpo

É exigida uma certa quantidade de ar limpo dentro dos cilindros


para garantir um bom desempenho do motor. Como já abordado
anteriormente na seção "Sistema do Fluxo de Ar", a presença
de pó e outras impurezas danificarão rapidamente os cilindros e
os anéis de segmento do motor. Pó e outras impurezas podem
também danificar as bielas e as guias das válvulas. Detritos de
dimensões maiores podem danificar as aletas do rotor da turbina
do turbocompressor.

Restrição na Admissão de Ar Resulta em Emissão Excessiva


de Fumaça pelo Escapamento e Queda de Potência do Motor.

É normal que a restrição aumente gradativamente conforme o


elemento do filtro de ar vai retendo impurezas contidas no ar de
admissão. A restrição resultante inicia um processo de
desequilíbrio da relação ar/combustível, reduzindo a potência e
aumentando a emissão de fumaça pelo escapamento. Sempre
verificar se o filtro de ar está recebendo manutenção correta.

Restrições No Ar de Admissão - Verificação

Substituir o elemento do filtro de ar quando a restrição alcançar


os limites máximos recomendados à rotação máxima indicada
50,8 cm 63,5 cm nos motores de aspiração natural e à rotação e carga máxima
H2O H2O indicadas nos motores turboalimentados.
[20 pol. [25,0 pol.
H2O] Max H2O] Max
Aspiração Natural Turbo-Alimentado

50,8 cm H2O 63,5 cm H2O


[20 pol H2O] [25 pol H2O]

Medir a restrição a uns 30 centímetros do bocal de admissão da


turbina, nos motores turboalimentados. Medir imediatamente
antes do coletor de admissão nos motores de aspiração natural.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Diagnosticando Falhas no Sistema de Indução de Ar
Série B Página 3-13

Danos Causados por Ar Não Filtrado

Conexões soltas ou trincas na tubulação de sucção de ar, entre


o filtro e o motor podem permitir a entrada de pó e outros detritos
particulados no sistema, os quais serão ingeridos pelo motor,
resultando em rápido desgaste das paredes dos cilindros.

Vazamentos na junta da tampa do coletor de admissão ou através


das roscas não seladas dos seus parafusos de fixação permitirão
a entrada de pó e outras impurezas no sistema, em motores de
aspiração natural.

Conexões soltas ou trincas na tubulação de admissão de ar


entre o filtro e o turbocompressor, nos motores turboalimentados,
poderão permitir a entrada de detritos, sugados e forçados para
dentro do motor, pelo turbocompressor.

Estes mesmos detritos sugados pelo compressor do turbo podem


danificar as aletas do rotor frio, provocando desequilíbrio em seu
balanceamento, o que poderá resultar na falha do mancal do
turbo decorrente da vibração resultante do desbalanceamento.

Para verificar uma falha do mancal ou danos aos rotores do


turbocompressor, remover as tubulações de entrada de ar e de
saída do escapamento, para verificar se há indícios de contato
dos rotores com as respectivas carcaças (caracóis). O conjunto
do rotor do turbo deve girar livremente. Os procedimentos para a
medição da folga axial e radial do rotor são descritos mais adiante
nesta seção.

Motores Turbo-Alimentados - Vazamentos de Ar, Lado da


Pressão

Excesso de emissão de fumaça e queda de potência em um


motor turboalimentado podem ser causados por vazamento de
ar no lado do sistema de pressão (entre o turbo e o coletor de
admissão), resultante de um vazamento de ar no tubo de
transferência de ar e/ou na tampa do coletor de admissão, assim
como nas mangueiras de conexão. Isto também poderá causar
ruídos.
Diagnosticando Falhas no Sistema de Indução de Ar Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Série B Página 3-14

Além da inspeção visual em busca de trincas ou conexões soltas


pode-se aplicar sabão líquido em todos os pontos de conexão
entre o turbocompressor e o coletor de admissão, ou seja, pontos
de junção das mangueiras entre o tubo de transferência de ar e
o turbo e a tampa do coletor de admissão, ou pós-arrefecedor de
ar, se assim equipado o motor. A medição da pressão do coletor
está descrita nesta seção.

Motores Turbo-Alimentados - Vazamentos de


Gases de Escapamento
Verificar se há vazamentos de gases de escapamento no coletor
de escapamento e na base do turbocompressor, pelas juntas,
ou ainda, pela existência de restrições na tubulação de
escapamento. Vazamentos de gases ou restrições farão com
que o rotor da turbina gire mais devagar o que simultaneamente
reduzirá a quantidade de ar fornecida aos cilindros. Mais uma
vez, os sintomas serão excesso de emissão de fumaça, baixa
pressão de ar no coletor de admissão e queda de potência do
motor.

Pressão Auxiliar do Turbocompressor - Medição

Medição da pressão auxiliar no coletor de admissão num dos


orifícios de acesso do bujão de admissão ou derivação, mostrados
na ilustração. Consultar às especificações nesta seção.

NOTA: Se o motor tem carga no sistema de arrefecimento, o


teste precisa ser feito para assegurar que o sistema de
arrefecimento não está vazando ou está com restrições na
pressão auxiliar do turbo. Consultar o Procedimento 3-08, "Teste
de Carga do Sistema de Arrefecimento".

Vazamentos de gases de escapamento podem normalmente ser


detectados audivelmente ou visualmente através de uma
descoloração local causada pela passagem dos gases quentes.

Não descartar a possibilidade da queda de potência do motor


ser causada por restrição no sistema de escapamento. Se os
gases de escapamento não podem fluir livremente, a rotação do
rotor da turbina será reduzida, determinando operação inadequada
do turbocompressor.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Diagnosticando Falhas no Sistema de Indução de Ar
Série B Página 3-15

Funcionamento Inadequado do Turbocompressor

Falhas nos componentes internos do turbocompressor podem


reduzir a sua eficiência e também causar excesso de fumaça e
queda de potência do motor. A falha de uma bucha do mancal
pode produzir fricção e atrito entre o conjunto do rotor e os
componentes fixos do turbocompressor, o que causará a queda
da velocidade do conjunto do rotor. A falha das buchas do mancal
pode também causar o atrito entre as aletas dos rotores com as
respectivas carcaças, reduzindo a velocidade dos rotores.
O funcionamento inadequado da válvula de descarga do
turbocompressor como falhas ou erro de calibração podem
resultar em pressões auxiliares excessivamente altas ou baixas.
Baixas pressões auxiliares podem causar excesso de fumaça e
perda de potência. Altas pressões auxiliares podem causar danos
em quase todo o motor.
Consumo de Óleo Lubrificante e Vazamentos

Óleo lubrificante é usado para lubrificar as buchas do mancal e


também proporcionar um certo arrefecimento do turbocompressor.
Óleo lubrificante é fornecido ao turbocompressor através da
tubulação de suprimento, quando o motor está em funcionamento.
Uma linha de retorno conectada à parte inferior do turbo drena
este óleo de volta para o cárter.

Anéis de segmento de vedação são usados em ambas as


extremidades do eixo do conjunto dos rotores. A função primor-
dial destes selos é impedir a entrada dos gases de escapamento
e do ar comprimido dentro do compartimento central do
turbocompressor, onde estão localizadas as buchas do mancal.
Vazamento de óleo em sentido contrário pelos selos é raro, porém
pode acontecer.
NOTA: Um tubo de dreno amassado ou restrito por formações
de carvão ou lodo pode causar a pressurização e o represamento
de óleo na carcaça central do turbocompressor, causando
migração de óleo pelo selos.
Se ocorrer vazamento na vedação da turbina direto no
escapamento em motores com catalisadores, verificar restrições
no escapamento durante o reparo.

Uma linha de retorno de óleo lubrificante com pressurização na


carcaça do turbocompressor restrita ou danificada causará um a
migração do óleo que passará pelos selos.
Diagnosticando Falhas no Sistema de Indução de Ar Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Série B Página 3-16

Além disso, altas restrições na admissão ou no escapamento


podem resultar em depressão entre a carcaça do compressor e
o compartimento central do turbo, o que provocará vazamento
de óleo pelo selo.

Para verificar vazamento de óleo pelos selos, remover o tubo de


saída do escapamento e o tubo de transferência de ar, e verificar
pela presença de óleo ou umidade no caracol da turbina ou dentro
do tubo de transferência de ar. Localizar e corrigir o vazamento,
como já discutido anteriormente.

Ruídos no Turbocompressor

É normal a emissão de um leve “assobio” pelo turbocompressor,


o qual varia de intensidade, despendendo da velocidade e carga
aplicada no motor. Este ruído é causado pelas altas velocidades
rotativas impostas ao conjunto dos rotores. Conseqüentemente,
este ruído será mais audível com o motor à rotação máxima.

NOTA: Se possível, operar o motor a toda velocidade para verificar


o nível de ruídos.

Vazamentos nos sistemas de admissão de ar e de escapamento


podem produzir ruídos adicionais.

Verificar pela presença de vazamentos na tubulação de admissão


de ar e no tubo de transferência de ar.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Turbocompressor - Teste (3-01)
Série B Página 3-17

NOTA: Antes de remover um turbocompressor do motor,


certificar-se de que a queixa de ruídos não tenha sido
causada por vazamentos de ar nos componentes no sistema
de admissão de ar.

Verificar pela possibilidade do turbocompressor estar solto sobre


o coletor de escapamento, vazamentos pela junta da base do
turbo, juntas do coletor de escapamento ou trincas no próprio
coletor de escapamento.

Ruídos de menor freqüência ou matraqueados a velocidades


reduzidas do motor podem indicar a presença de detritos no
sistema ou contato do conjunto dos rotores com os caracóis.

Turbocompressor - Teste (3-01)


Folga no Conjunto de Rotores - Medição
Medir a folga axial do eixo

Folga Axial (A)


mm Pol.
*0,10 Min [0,004]
0,16 Max [0,006]

**0,03 Min [0,001]


0,08 Max [0,003]

* Aplicável a turbocompressor com número de série anterior


a 840638

** Aplicável a turbocompressor com número de série


posterior a 840638
Conjunto de Válvula de Descarga do Turbocompressor (3-02) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Série B Página 3-18

Medir a folga radial do eixo.

Folga Radial (B)


mm Pol
0,30 Min [0,012]
0,46 Max [0,018]

O turbocompressor deve ser removido para substituição ou


recondicionamento, se as folgas forem encontradas além destes
limites. (Para instruções de recondicionamento, reportar-se ao
Manual de Oficina, Boletim Nº 3810321).

Conjunto de Válvula de Descarga do


Turbocompressor (3-02)
Verificação
Inspecionar o pino de alavanca.

Substituir o conjunto da carcaça da turbina se houver excesso


de desgaste.

Consultar ao Manual de Oficina do Turbocompressor, Boletim


Nº 3810321.

Inspecionar a válvula e seu assento quanto a trincas ou erosão.

Substituir o conjunto da carcaça da turbina se houver excesso


de desgaste.

Consultar ao Manual de Oficina do Turbocompressor, Boletim


Nº 3810321.

Mover a alavanca com a mão assegurando-se de que o eixo roda


livremente e não está emperrado.

Verificar o movimento excessivo entre o eixo e a bucha.

Substituir a carcaça da turbina se o eixo e a bucha estiverem


danificadas ou emperradas.

Consultar ao Manual de Oficina do Turbocompressor, Boletim


Nº 3810321.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Cápsula da Válvula de Descarga do Turbocompressor - Teste (3-03)
Série B Página 3-19

Cápsula da Válvula de Descarga do


Turbocompressor (3-03)
Verificação

Inspecionar visualmente a mangueira do acionador da válvula de


descarga quanto a trincas ou orifícios. Substituir a mangueira
se danificada.

Inspecionar visualmente o suporte de montagem, biela do


acionador, e alavanca da válvula de descarga.

Se danificados ou entortados causam uma operação imprópria.


Caso os mesmos estejam nestas condições, devem ser
substituídos. Consultar a página 3-05.

Válvula de Descarga Funcional do


Turbocompressor (3-04)
Verificação

Anexar o instrumento de medição (1) como mostrado, para verificar


se o eixo está alinhado com a biela do acionador. Zerar o indicador
sem aplicar a pressão de ar na cápsula da válvula de descarga.

Conectar um medidor de pressão de ar regulado e limpo e um


manômetro na cápsula (2). Aplicar 200 kPa [29 psi], para ter
certeza que a válvula de descarga esteja funcionando
apropriadamente.

A biela deverá mover-se aproximadamente 5mm [0,20 pol] sem


qualquer aderência ou vazamento de ar.

NOTA: Nenhum som de vazamento de ar deverá ser ouvido através


da cápsula funcional da válvula de descarga.

NOTA: Um pequeno avanço é normal logo que o ar é aplicado, a


tolerância começa a ser removida do sistema.
Cápsula do Acionador de Potência Auxiliar da Válvula de Descarga doTurbocompressor (3-05) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-20 Série B

Substituir o acionador, se não for detectado movimento na biela


do acionador e alavanca. Consultar a página 3-05.

Cápsula Acionadora de Pressão Auxiliar da


Válvula de Descarga do Turbocompressor (3-05)
Substituição

NOTA: Antes da remoção, anotar a distância entre o tirante de


controle e a carcaça da cápsula de pressão auxiliar e a orientação
do conector da mangueira da cápsula de pressão auxiliar em
relação ao suporte de montagem.

Regulador de Ar com Manômetro

Remover o anel de retenção da alavanca de controle.

Desconectar a extremidade do tirante da cápsula de pressão


auxiliar da alavanca da válvula de descarga do turbocompressor.
Isto pode ser feito aplicando-se pressão de ar regulada na cápsula
de pressão auxiliar numa quantidade suficiente para ativar o
movimento do tirante de controle.
Desconectar a tirante de controle do pino da alavanca da válvula
de descarga do turbocompressor
Precaução: Cuidado para não entortar a alavanca de controle.
NOTA: Se o material do diafragma da cápsula da válvula de descarga
estiver trincado e não retém a pressão do ar, puxar o tirante de
controle para vencer a tensão da mola da cápsula de pressão
auxiliar para removê-lo do pino da alavanca da válvula de descarga
do turbocompressor.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Cápsula do Acionador de Potência Auxiliar da Válvula de Descarga do Turbocompressor (3-05)
Página 3-21 Série B

Afrouxar os parafusos de apoio da cápsula de pressão auxiliar,


desconectar a mangueira de suprimento de ar e remover o conjunto
do suporte de montagem.

Remover a extremidade do tirante de ajuste da cápsula


acionadora de pressão auxiliar.

Instalar a extremidade do tirante de ajuste no novo lugar da cápsula


de pressão auxiliar do conjunto acionador, aproximadamente na
mesma posição em que originalmente foi removido.

Encaixar a nova cápsula do conjunto acionador de pressão auxiliar


no suporte de montagem e instalar os parafusos de apoio.

Valor de Torque: 4,5 N•m [40 lb-pol]


Acionador da Válvula de Descarga do Turbocompressor (3-06) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-22 Série B

Acionador da Válvula de Descarga do


Turbocompressor (3-06)
Calibração
NOTA: A válvula de descarga vem da fábrica precisamente
montada. Ajustes não serão necessários enquanto a cápsula
não for removida.
Conectar pressão regulada de ar limpo a cápsula de pressão
auxiliar (2)
Regular a pressão do ar para a cápsula de válvula de descarga
de acordo com a seguinte tabela:
Modelo Nominal Pressão Pressão
Ano (HP) Aplicação (kPa) (psi)
91 190-230 Automotiva 153 22,2
94 160-175 Automotiva 133 19,3
94 190-230 Automotiva 198 28,7
94 todas Industrial 191 27,7
Medir o acionador de curso (1). As medidas especificadas da
válvula de descarga são 0,33 a 1,033 mm [0,013 a 0,050 pol].

Precaução: Não puxar, empurrar ou forçar o alinhamento


do pino forquilha.
Ajustar a válvula de descarga, se necessário, para alcançar o
curso especificado.
• Puxar a alavanca da válvula de descarga para a posição de
fechamento inicial (alavanca em direção da cápsula de
pressão auxiliar).
• Ajustar o comprimento da extremidade da forquilha do tirante
de controle até onde o orifício do pino da forquilha alinhar
com a alavanca da válvula de descarga.
• Instalar o anel de ajuste e colocar o anel de retenção.
• Completar o ajuste apertando a porca do tirante do acionador.

Desconectar a linha de pressão de ar regulada da cápsula de


pressão auxiliar.

Conectar a linha de pressão auxiliar do turbo à cápsula de pressão


auxiliar e fixar a braçadeira na mangueira.

Se possível, um método mais preciso de ajuste da válvula de


descarga é verificar a pressão do coletor na RPM de potência
máxima conforme as especificações de pressão auxiliar do
turbocompressor nas páginas 3-4 a 3-11, desta seção.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Restrição no Escapamento - Medição (3-07)
Série B Página 3-23

Restrição no Escapamento - Medição (3-07)


Instalar o manômetro de pressão, PN ST-1273 no bocal de
pressão da cabeça do tubo do escapamento ou na admissão do
catalisador/conjunto do silenciador.

Operar o motor na velocidade de potência nominal. Registrar a


restrição do escapamento.

Se a restrição exceder à especificação, inspecionar a oxidação


do catalisador e/ou silenciador e substituir conforme instruções
do fabricante de veículos.

Industrial ................................................. 76 mm Hg [3 pol Hg]


91 Certificação EPA ........................... 114 mm Hg [4.5 pol Hg]
94 Certificação EPA com
oxidação do catalisador ................... 152 mm Hg [6 pol Hg]

Arrefecedor de Ar - Diagnóstico de Falhas


(3-08)
NOTA: O prazo de duração e integridade do sistema de
arrefecimento de ar do veículo e de seus componentes é de
responsabilidade do fabricante. Entretanto, os seguintes sintomas
podem ser verificados por qualquer Concessionária Autorizada
Cummins.

Pressão do Coletor de Admissão - Verificação

Instalar o manômetro de pressão, PN ST-1273, no bocal de saída


do turbocompressor.

Instalar outro manômetro , PN ST-1273, no coletor de admissão.


Operar o motor na RPM de potência nominal. Registrar as leituras
dos dois manômetros.

Se a pressão diferencial for maior do que 21 kPa [3 psi], verificar


a carga do arrefecedor de ar quanto a obstruções. Limpar ou
substituir se necessário. Consultar o Procedimento 3-09.
Carga do Arrefecedor de Ar - Diagnóstico de Falhas (3-08) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Série B Página 3-24

Temperatura do Coletor de Admissão - Verificação

Instalar o medidor de temperatura no coletor de admissão.

Travar o ventilador de acionamento no módulo “ON” para evitar


erros no resultado do teste. Isto pode ser feito instalando-se um
"jumper" através do interruptor de temperatura ou suprimento de
ar da oficina até o ventilador. Consultar os procedimentos do
fabricante para travar o ventilador.

NOTA: Alguns caminhões têm um comando manual de trava do


ventilador.

Operar a motor a uma RPM e carga nominal. Registrar a


temperatura do coletor de admissão

Medir a temperatura ambiente a uma distância não inferior a 2


pés da frente do veículo.

A temperatura máxima diferencial não poderá ser maior que


25 ºC [45 ºF].

Se a temperatura diferencial é maior que 25 ºC [45 ºF], verificar


se o arrefecedor de ar está sujo ou com detritos, e limpar se
necessário. Se o problema persistir, verificar se o arrefecedor
está contaminado internamente ou obstruído.

Para verificar se o arrefecedor de ar possui trincas nos tubos ou


junções, remover as suas mangueiras de entrada e saída.

Remover o arrefecedor de ar.

Instalar a tampa sobre a saída no lado do arrefecedor. Instalar


um medidor de pressão e uma linha de ar comprimido no lado de
admissão do arrefecedor.

Aplicar 207 kPa [30 psi] de ar comprimido ao refrigerante. Se a


queda de pressão for de 48 kPa [7 psi] ou menor em 15 segundos,
o refrigerante está OK.

Se a queda de pressão for maior que 48 kPa [7 psi] em 15


segundos, a carga do arrefecedor de ar precisa ser reparada ou
substituída. Consultar a CAA (Carga do Arrefecedor de Ar) do
fabricante para obter instruções de reparo.

NOTA: Um tanque vazado pode ser usado para localizar um


vazamento de ar.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Carga do Arrefecedor de Ar - Limpeza e Inspeção (3-09)
Série B Página 3-25

Arrefecedor de Ar - Limpeza e Inspeção


(3-09)
Se o motor apresentar uma falha no funcionamento do
turbocompressor ou em qualquer outra situação onde óleo e
detritos estão dentro do arrefecedor de ar, o mesmo deverá ser
limpo.

Remover o arrefecedor do veículo. Consultar às instruções do


fabricante do veículo.

Limpar o arrefecedor internamente com solvente na direção oposta


ao fluxo normal do ar. Chacoalhar o arrefecedor e bater
suavemente com um martelo de borracha no bocal do tanque
para deslocar os detritos alojados. Continuar com o processo
até que todos os detritos ou óleo sejam removidos.

Usar uma lanterna ou espelho e inspecionar visualmente o


arrefecedor quanto a detritos internos.

Precaução: Se os detritos internos não puderem ser


removidos, raspar o arrefecedor.

Precaução: Não usar produtos cáusticos de limpeza no


arrefecedor. Sérios danos podem ser causados ao mesmo.

Após o arrefecedor ser totalmente limpo de todo óleo e detritos


com solvente, lavá-lo internamente com água e sabão quente
para remover todo o solvente. Enxágüe bem com água limpa.

Soprar ar comprimido no arrefecedor na direção oposta ao fluxo


normal de ar para secá-lo internamente.

Inspecionar visualmente o arrefecedor para verificar se existem


trincas, orifícios ou danos.

Inspecionar os tubos, aletas e soldas rompidas, fendas ou outros


danos. Se qualquer dano ao arrefecedor causar vazamento de
ar, checar o tópico anterior e substituir o arrefecedor. Instalar o
arrefecedor no veículo. Consultar às instruções do fabricante do
veículo.
Tubo de Transferência de Ar (3-10) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-26 Série B

Tubo de Transferência de Ar (3-10) -


Substituição
Remoção e Instalação
Chave de Boca de 8 mm ou Chave de Fenda
Afrouxar as braçadeiras das mangueiras e remover o tubo de
transferência.
Usar braçadeiras e mangueiras novas, conforme necessário, para
instalar o tubo de transferência de ar no motor.

Valor de Torque: 8 N•m [72 lb-pol]

Tampa do Coletor de Admissão e Junta


(3-11)
Substituição
Procedimentos Preparatórios:
• Desligar o dispositivo auxiliar de partida a frio, se usado.
• Remover o tubo de transferência de ar, se usado.
• Desconectar mangueira do arrefecedor de ar, se usado.
• Remover os tubos de alta pressão de combustível.

Remoção

10 mm

Remover a tampa do coletor e a junta do aquecedor.

Limpeza

Limpar as faces de vedação.

NOTA: Não deixar restos de material da junta ou qualquer outro


material, dentro do coletor de admissão.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Pós-Arrefecedor de Ar e Junta (3-12)
Série B Página 3-27

Instalação

10 mm

Instalar a tampa do coletor e uma junta nova.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Montar a tubulação de admissão de ar e ligar o dispositivo auxiliar


de partida a frio, se usado.

Torque das braçadeiras: 8 N•m [75 lb-pol]

Pós-Arrefecedor de Ar e Junta -
Substituição (3-12)
Procedimentos Preparatórios:

• Desligar o dispositivo auxiliar de partida a frio, se usado.


• Remover o tubo de transferência de ar.

• Drenar 2 litros de refrigerante [2.1 U.S. Quartos]

Remoção

8 mm

Remover o tubo de suprimento de refrigerante (1) e o tubo de


retorno (2).
Pós-Arrefecedor de Ar e Junta (3-12) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-28 Série B

10 mm

Remover a carcaça do pós-arrefecedor de ar e a junta.

Limpeza

Limpar as faces de vedação.

NOTA: Não deixar restos de material da junta ou qualquer outro


material, dentro do coletor de admissão.

Instalação

10 mm

NOTA: Alguns dos orifícios dos parafusos de fixação são


passantes e devem ser selados. Aplicar uma película de Teflon
líquido nas roscas dos parafusos antes da montagem.
Instalar uma junta nova e a carcaça do pós-arrefecedor de ar.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

8 mm

Instalar o tubo de suprimento do refrigerante (1) e o tubo de retorno


(2), bem como o tubo de transferência de ar (3).

Valor de Torque: 8 N•m [75 lb-pol]


Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Turbocompressor (3-13)
Série B Página 3-29

Precaução: Eliminar o ar pelo respiro do motor e do pós-


arrefecedor para evitar a retenção de ar, enquanto o
sistema é completado.

Completar o sistema com refrigerante com uma pré-mistura de


50% de água e 50% de Etileno-Glicol tipo anticongelante.

Turbocompressor (3-13)
Substituição
Procedimentos Preparatórios:
• Remover o tubo de transferência de ar, se usado.
• Desconectar a mangueira do arrefecedor de ar.
• Desconectar a mangueira da cápsula acionadora de
pressão auxiliar.
• Desconectar a tubulação de admissão de ar e de
escapamento.

Remoção

10 mm

Remover os parafusos do dreno de óleo do turbo.

16 mm

Desconectar a linha de suprimento de óleo.

NOTA: Os motores fabricados após o mês de Junho de 1993


usam arruela de cobre em ambas as extremidades da linha de
suprimento de óleo do turbocompressor. A arruela deverá ser
substituída sempre que a linha for removida.
Turbocompressor (3-13) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-30 Série B

Remover a linha de suprimento de pressão do coletor de admissão


da cápsula de pressão auxiliar.

15 mm e 7/16 pol

Remover a braçadeira do escapamento, o turbocompressor e a


junta.

Limpeza e Inspeção

Limpar e verificar se há danos nas faces de vedação e nos


prisioneiros de fixação.

NOTA: No caso de o turbocompressor não ser reinstalado


imediatamente, cobrir a abertura no coletor de escapamento com
fita adesiva impermeável para evitar a entrada de materiais
estranhos dentro do coletor.

Inspecionar as articulações das válvula de descarga do


turbocompressor, retentor de válvula, módulo e sinal de pressão
de linha.

Verificar e calibrar a válvula de descarga.

Consultar ao Manual de Oficina do Turbocompressor, Boletim


Nº 3810321, para obter procedimentos de calibração.
Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Turbocompressor (3-13)
Série B Página 3-31

Instalação

Instalar uma junta nova e aplicar um composto anti-engripante


nos prisioneiros de fixação do turbocompressor.

15 mm

Instalar o turbocompressor.

Valor de Torque: 45 N•m [33 lb-pé]

10 mm e 7/16 pol.

Usar uma nova junta e instalar o tubo de dreno de óleo.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

NOTA: Turbocompressores novos devem ser pré-lubrificados


antes de dar partida no motor.

Despejar de 50 a 60 cc (2 a 3 onças) de óleo de motor limpo


dentro do tubo de suprimento de óleo. Girar manualmente o rotor
da turbina para permitir que o óleo entre e se espalhe sobre toda
a carcaça dos rolamentos.
Turbocompressor (3-13) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-32 Série B

16 mm

Instalar a linha de suprimento de óleo.

Valor de Torque: 35 N•m [26 lb-pé]

7/16 pol.

Se necessário, solte a braçadeira (banda em V) da carcaça do


compressor e posicione a carcaça para alinhar com o tubo de
saída de ar do turbocompressor.

7/16 pol, Martelo de Plástico

Aperte a banda da braçadeira. Bata ao redor da braçadeira com


o martelo de plástico e aperte novamente.

Valor de Torque: 8.5 N•m [75 lb-pol]

NOTA: A partir de 1º de Outubro de 1990, todo turbocompressor


da Holset usa porcas revestidas com prata com a braçadeira de
banda em V. Essas porcas requerem um torque menor do que
as porcas de aço.

Instalar a mangueira da cápsula acionadora de pressão auxiliar.


Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão Coletor de Escapamento e Juntas (3-14)
Série B Página 3-33

Instalar as tubulações de admissão de ar e escapamento.

Operar o motor e verificar se existem vazamentos.

Valor de Torque: 8 N•m [72 lb-pol]

Coletor de Escapamento e/ou Junta (3-14)


Substituição
Procedimentos Preparatórios:
• Remover o tubo de transferência de ar, se usado.
• Desconectar a mangueira do arrefecedor de ar
(motores automotivos apenas).
• Desconectar as tubulações de admissão de ar e de
escapamento.
• Remover o turbocompressor.

Remoção

15 mm

Remover o coletor de escapamento e as juntas.

Limpeza e Inspeção

Limpar as faces de vedação e inspecionar o coletor de


escapamento quanto a trincas, queimaduras e roscas danificadas.
Coletor de Escapamento e Juntas (3-14) Seção 3 - Ar no Sistema de Combustão
Página 3-34 Série B

Instalação

15 mm

Instalar o coletor de escapamento e as novas juntas.

Valor de Torque: 43 N•m [32 lb-pé]

Seguir a seqüência de aperto mostrada na ilustração ao lado.

Instalar as peças removidas previamente. Operar o motor e


verificar se existem vazamentos.
Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Série B Página 4-1

Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido


Conteúdo

Página

Compressor de Ar - Remoção. ............................................................................................................................. 4-22


Inspeção .......................................................................................................................................................... 4-23
Instalação ........................................................................................................................................................ 4-25
Sincronização do Compressor de Ar (Somente para Compressores de Ar de Um Cilindro).................................4-24
Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote dos Cilindros. ............................................................ 4-9
Cabeçote ......................................................................................................................................................... 4-15
Limpeza .......................................................................................................................................................... 4-11
Montagem ....................................................................................................................................................... 4-15
Diagramas de Fluxo - Sistema de Ar Comprimido. ............................................................................................. 4-4
Especificações - Sistema de Compressor de Ar. .................................................................................................. 4-6
Formação de Carbono no Compressor de Ar - Verificação. ................................................................................ 4-8
Regulador de Ar - Verificação. ............................................................................................................................ 4-20
Regulador de Ar e Válvula de Alçamento do Compressor - Verificação. .......................................................... 4-18
Sistema de Ar Comprimido - Informações Gerais. .............................................................................................. 4-2
Sistema de Compressor de Ar - Ferramentas.. .................................................................................................... 4-7
Vazamento da Junta, Compressor de Ar - Verificação. ...................................................................................... 4-18
Sistema de Ar Comprimido - Informações Gerais Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-2 Série B

Sistema de Ar Comprimido - Informações


Gerais
O sistema de ar comprimido normalmente consiste de um com-
pressor de ar acionado por engrenagem, um regulador de ar,
tanques de ar e toda a tubulação necessária.

O compressor de ar Holset SS191B é um compressor acionado pelo motor, do tipo pistão, que fornece ar comprimido para operar
dispositivos ativados a ar. O compressor opera continuamente contendo, porém, um modo de operação de “Carga” e “Descarga”. O
modo de operação é controlado por um regulador ativado por pressão e o conjunto da válvula de alçamento do compressor. Quando
o sistema de ar alcança uma pressão predeterminada, o regulador aplica um sinal de ar ao conjunto da válvula de alçamento do
compressor fazendo com que a da válvula de alçamento mantenha a da válvula de admissão do compressor aberta e o ar comprimido
pare de fluir para o sistema de ar. À medida que o ar é usado no sistema de ar, a pressão diminui. A uma pressão predeterminada o
regulador envia o sinal de ar para o conjunto da válvula de alçamento do compressor permitindo que o compressor bombeie
novamente ar comprimido para dentro do sistema.

Este compressor de ar está disponível nas versões com arrefecimento a ar ou a água, tendo como única diferença as mudanças no
cabeçote para incorporar a passagem da água.

Este compressor de ar está também disponível com ou sem a carcaça da bomba da direção hidráulica.

Outras marcas de compressores podem ser usadas nos motores da Série B. Os procedimentos de diagnóstico de falhas são muito
similares nestes compressores de ar comparados ao Holset SS191B. Consultar o manual específico do fabricante de compressor
de ar para obter mais informações de reparos incluindo os valores de torque.

NOTA: O cabeçote e os componentes da válvula de alçamento do compressor de ar Holset SS191B podem ser mantidos sem a
remoção do compressor de ar em muitas aplicações do motor. O manual de diagnóstico de falhas cobrirá todos os serviços dos
componentes da válvula de alçamento do compressor de ar, enquanto o compressor ainda estiver no motor. Todos os outros serviços
de manutenção dos componentes internos do compressor de ar deverão ser realizados depois de o compressor ter sido removido do
motor. Consultar o Manual de Oficina, Boletim Nº 3810433, para obter informações detalhadas sobre a montagem e a desmontagem
do compressor de ar.

O compressor de ar Holset SS296 de um cilindro é um compressor do tipo pistão acionado pelo motor que supre ar comprimido para
operar dispositivos ativados a ar. O compressor funciona continuamente, mas tem um modo de operação de carga e descarga. O
modo de operação é controlado por um regulador ativado por pressão e o conjunto da válvula de alçamento do compressor.

O compressor de ar SS296 usado em motores da Série B usa uma válvula de alçamento Tipo E. O sistema da válvula de alçamento
Economy (Tipo E) foi projetado para reduzir as perdas de bombeamento e as perdas de pressão auxiliar do motor através da válvula
de admissão do compressor enquanto estiver operando no modo descarregado.

Quando o sistema de ar alcança uma pressão predeterminada, o regulador aplica um sinal de ar ao conjunto da válvula de alçamento
do compressor de ar fazendo com que a tampa da válvula de alçamento feche a entrada de ar na válvula de admissão, impedindo o
fluxo de ar comprimido para dentro do sistema de ar.

NOTA: O sistema de pressão deve estar no lado de saída da válvula de alçamento para mantê-la fechada.

À medida que o ar é usado no sistema de ar, a pressão diminui. A uma pressão predeterminada, o regulador emite um sinal de ar para
o conjunto da válvula de alçamento do compressor permitindo ao compressor novamente bombear ar comprimido ao sistema de ar.

Precaução: Veículos equipados com secadores de ar abertos para a atmosfera durante a operação de descarga do
compressor, que usam o compressor de ar Holset (Tipo E), exigem a instalação de uma válvula Econ para evitar o
consumo excessivo de óleo.

Se a pressão do sistema de ar não for mantida na válvula de alçamento durante a operação de descarga, o ar será bombeado para
fora do cilindro do compressor causando uma condição de baixa pressão (vácuo) formada no cilindro. Com a da válvula de admissão
vedada pela tampa da válvula de alçamento, e a da válvula de escape sendo uma válvula de uma via atuada por pressão, não será
permitida a
Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido Sistema de Ar Comprimido - Informações Gerais
Série B Página 4-3

entrada de ar no cilindro. Quando a pressão do cilindro do compressor fica abaixo da pressão do cárter, o óleo passará pelos
anéis do pistão e será bombeado para dentro do sistema de ar.

Outras marcas de compressores podem ser usadas nos motores da Série B. Os procedimentos de diagnóstico de falhas
são muito similares nesses compressores se comparados ao Holset SS296. Consultar o manual específico do fabricante de
compressores de ar para obter detalhes sobre reparos e especificações de torque.
Diagramas de Fluxo - Sistema de Ar Comprimido Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-4 Série B

Diagramas de Fluxo - Sistema de Ar Comprimido

Com Secador de Ar

Com Secador de Ar
Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido Diagramas de Fluxo - Sistema de Ar Comprimido
Série B Página 4-5

Diagramas de Fluxo - Sistema de Ar Comprimido (Continuação)

Com Secador de Ar

Sistema Holset SS296BE Tipo "E" Com Secador de Ar


Sistema de Compressor de Ar Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-6 Série B

Especificações - Sistema de Compressor de Ar


Compressor de Ar Holset SS191B de Um Cilindro

Compressor Swept Volume @ 1250 RPM ............................................................................................................ 8,5 cfm


Deslocamento do Pistão ............................................................................................................... 191,5 cc [11,69 C.I.D.]
Cavidade............................................................................................................................................... 80 mm [3,15 pol]
Curso ............................................................................................................................................ 38,1 mm [1,50 pol]
Velocidade ....................................................................................................................... 98 vezes a velocidade do motor
Arrefecedor .................................................................................................... Refrigerante de Motor ou Arrefecedor de Ar
Lubrificação ............................................................................................................................ Óleo Lubrificante de Motor
Tamanhos de Linha de Tubulação
Admissão do Refrigerante e Saída (Acessórios do Tubo) .............................................................. [1/2 pol NPTF]
Admissão de Ar (Diâmetro Interno) ........................................................................................................ [1/2 pol]
Saída do Ar (Diâmetro Mínimo Interno) .................................................................................................. [1/2 pol]
Altura, Total (Aproximado) ...................................................................................................................... 269 mm [11 pol]
Largura, Total (Aproximado) ...................................................................................................................... 125 mm [5 pol]
Comprimento, Total (Aproximado) ........................................................................................................ 186 mm [7,32 pol]
Peso (Aproximado) ................................................................................................................................. 13,6 kg [30 lbs]

Compressor de Ar Holset SS296 de Um Cilindro


Compressor Swept Volume @ 1250 RPM ............................................................................... 6,2 L por seg. [13,20 CFM]
Deslocamento do Pistão ................................................................................................................. 296 cc [18,06 C.I.D.]
Diâmetro......................................................................................................................................... 92,08 mm [3,625 pol]
Curso 44,45 mm [1,750 pol]
Velocidade .................................................................................................. 1.135 vezes maior que a velocidade do motor
Arrefecedor .................................................................................................................................... Refrigerante de Motor
Lubrificação ............................................................................................................................ Óleo Lubrificante de Motor
Tamanho da Linha de Tubulação
Admissão do Refrigerante e Saída (Acessórios do Tubo) ................................................................ 3/8 pol NPTF
Admissão de Ar (Diâmetro Interno) ......................................................................................... 19 mm [0,750 pol]
Saída de Ar (Diâmetro Mínimo Interno) ........................................................................................... 1/2 pol NPTF
Altura, Total (Aproximado) ..................................................................................................... 23,5 mm [9,25 pol]
Largura, Total (Aproximado) ................................................................................................... 14,6 cm [5,75 pol]
Comprimento, Total (Aproximado) ........................................................................................... 26,7 cm [10,5 pol]
Peso (Aproximado) .................................................................................................................... 20 kg [44,0 lbs]
Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido Sistema de Compressor de Ar - Ferramentas
Série B Página 4-7

Sistema de Compressor de Ar - Ferramentas

As seguintes ferramentas especiais são recomendadas para execução dos procedimentos da Seção 4. O uso destas
ferramentas é mostrado nos procedimentos apropriados. Estas ferramentas podem ser adquiridas em Distribuidores
Autorizados Cummins.

Ferramenta Nº Descrição da Ferramenta Ilustração


Dispositivo para Testar a Mola da Válvula

3375182 Usado para verificar a tensão da mola

Soquete de Base do Compressor de Ar

3823528 Usado para remover o selo da válvula de descarga e o


retentor da válvula de admissão
Formação de Carbono - Compressor de Ar - Verificação (4-01) Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar
Página 4-8 Série B

Formação de Carbono no Compressor


de Ar - Verificação (4-01)
Desligar o motor.

Abrir a torneira de dreno no tanque úmido para saída do ar


comprimido do sistema.

Usar vapor de ar quente para limpeza do compressor.

Usar ar comprimido para secar.

Remover as conexões de admissão e saída de ar do compressor


de ar.

Medir a largura total de depósito de carbono do interior da linha


de descarga, como mostra na figura ao lado.

NOTA: A largura do depósito de carbono não poderá exceder a


1,6 mm [1/16 pol]
Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02)
Série B Página 4-9

Precaução: A linha de descarga de ar deve resistir a altas


temperaturas e pressão para evitar danos pessoais e
materiais. Consultar as especificações do seu fabricante.

NOTA: Se a espessura total do depósito de carbono exceder as


especificações:

• Remover e limpar (ou substituir) a linha de descarga de


ar. Consultar as especificações de materiais de seu
fabricante.

• Remover e inspecionar os componentes da válvula de


alçamento e cabeçote completo.

Desmontagem da Válvula de Alçamento


e do Cabeçote do Cilindro (4-02)
1-1/4 pol
Remover as seguintes peças:
• Tampa da válvula de alçamento (1)
• Arruela de Cobre (2)
• Pino da válvula de alçamento (4)
• Mola (5)
Descartar a arruela de cobre.

Remover e descartar o anel “O” (3).

9/16 pol

Remover os 4 parafusos do cabeçote de cilindros (6).

Remover o cabeçote de cilindros (7).

Remover e descartar a junta do cabeçote de cilindros (8).

Dica de Serviço: Faça uma marca para mostrar a posição correta


do cabeçote antes de removê-lo.
Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02) Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar
Página 4-10 Série B

P/N 3823528 - Soquete de Base do Compressor de Ar ou


Chave Allen de 3/4 pol

Instalar o cabeçote com a base voltada para cima na morsa


paralela.

Remover a base da válvula de escape (9).

Remover as seguintes peças:

• Disco da válvula de escape (10).


• Mola (11)
• Arruela de cobre (2).
Descartar a arruela de cobre.

NOTA: O retentor da válvula de escape está posicionado no local


e não deve ser removido.

P/N 3823528 - Soquete de Base do Compressor de Ar

Remover a caixa da válvula de admissão (12).

Remover as seguintes peças:

• Mola (11)
• Disco da válvula de escape (10)
• Base de válvula de admissão (13)

• Arruela de cobre (2)


Descartar a arruela de cobre.
Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02)
Série B Página 4-11

Limpeza

Advertência: Quando usar solventes, ácidos ou material


alcalino para limpeza, seguir as recomendações de uso
de seu fabricante. Usar óculos e roupas de proteção.

Imergir as peças numa solução limpadora à base de querosene


para remover carbono. A solução deve ter um pH de 9,5 ou
menos para evitar que as peças de alumínio não se tornem pretas.
Solicitar ao fabricante ou distribuidor da solução informações
sobre a concentração, temperatura ou tempo de imersão.

Precaução: Não usar espátula para remover o carbono ou


revestimento, pois isto poderá causar danos às faces de
vedação.

Usar uma escova (não metálica) de cerdas rígidas para esfregar


as peças.

Limpeza

Disco da Válvula

Inspecionar e substituir se trincada, com fendas ou ranhuras


além de 0,13 mm [0,005 pol].

Base da Válvula de Admissão

Medir a distância entre a superfície da base da válvula e a


superfície de contato da caixa da válvula.

Base de Válvula de Admissão


mm pol
0,597 Min. 0,0235
0,673 Máx. 0,0265

Substituir a base da válvula de admissão, caso não esteja nos


limites, ou trincada ou danificada.
Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02) Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar
Página 4-12 Série B

Base da Válvula de Alçamento

Inspecionar a base e verificar se há danos ou desgaste.

Medir o diâmetro de guia da válvula.

Diâmetro de Guia da Válvula


mm pol
25,53 Min. 1,005
25,65 Máx. 1,010

Substituir a base da válvula de alçamento, caso não esteja nos


limites.

Medir a distância entre o topo e a superfície da base da válvula.

Altura da Base
mm pol
4,01 Min. 0,158
4,11 Máx. 0,162

Substituir a base da válvula de alçamento, caso não esteja nos


limites.

Caixa da Válvula de Admissão

Verificar se há danos ou desgaste na caixa da válvula de


admissão.
Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02)
Série B Página 4-13

Medir o diâmetro de guia da válvula.

Diâmetro de Guia da Válvula


mm pol
25,53 Min. 1,005
25,65 Máx. 1,010

Substituir a caixa da válvula de admissão, caso não esteja nos


limites.

Medir o topo da caixa do retentor da válvula.

Profundidade do Retentor
mm pol
3,63 Min. 0,143
3,78 Máx. 0,149

Retentor da Válvula de Alçamento

Inspecionar o retentor da válvula de alçamento. Substituir o


conjunto do cabeçote se o retentor estiver solto ou danificado.

Medir a distância entre o fim do retentor da válvula e face ou


superfície do cabeçote.

Altura do Retentor
mm pol
4,42 Min. 0,175
4,70 Máx. 0,185

Substituir o cabeçote, caso não esteja nos limites.


Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02) Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar
Página 4-14 Série B

Pino da Válvula de Alçamento

Inspecionar se há escoriações ou ranhuras.

Medir o comprimento do pino.

Comprimento do Pino
mm pol
40,51 Min. 1,595
40,72 Máx. 1,603

Substituir o pino, caso não esteja nos limites.

Molas da Válvula

Usar o testador de molas da válvula, P/N 3375182, para verificar


as molas.

Substituir, caso não esteja nos limites da Tabela 1, mostrada


abaixo:

NOTA: A Cummins Brasil Ltda. recomenda que a nova mola


seja instalada durante a remontagem.

Tabela 1 - Dados da Mola


Carga Requerida para Compressão do Comprimento da Mola
Comprimento Mínimo Máximo
mm Kg Kg
[pol] [lb] [lb]
Válvula de Admissão 5,08 0,272 0,340
[0.20] [0.60] [0,75]
Válvula de Alçamento 10,0330 1,53 1,90
[0.395] [3.38] [4,18]
Válvula de Alçamento 5,08 0,272 0,340
[0.20] [0.60] [0.75]
Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02)
Série B Página 4-15

Cabeçote

Inspecionar e substituir se forem encontradas trincas, cortes,


ranhuras ou filetes de rosca danificados.

Verificar se há escoriações ou ranhuras na cavidade da base da


válvula de alçamento.

Substituir o cabeçote, se danificado.

Montagem

Inverter a posição do cabeçote e instalar numa morsa paralela.


Instalar as seguintes peças:

a. Arruela nova

b. Base da válvula de admissão

c. Válvula de admissão

d. Mola da válvula de admissão

Soquete de Base do Compressor de Ar, P/N 3823528 e Chave


de Torque

Apertar a caixa.

Valor de Torque: 108 N•m [80 lb-pé]


Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02) Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar
Página 4-16 Série B

Instalar as seguintes peças:

a. Arruela nova

b. Mola da válvula de alçamento

c. Disco da válvula de alçamento

Chave Allen de 3/4 pol. ou Soquete da Base do Compressor


de Ar, P/N 3823528 e Chave de Torque

Apertar a base.

Valor de Torque: 108 N•m [80 lb-pé]

Instalar uma nova junta e o cabeçote no bloco do cilindro, alinhado


nas marcas de orientação.

Instalar os quatro parafusos.

9/16 pol e Chave de Torque

Apertar os parafusos.

Valor de Torque: 30 N•m [22 lb-pé]

Apertar os parafusos novamente, na seqüência mostrada ao lado.

Valor de Torque: 41 N•m [30 lb-pé]


Seção 4 - Sistema de Compressor de Ar Desmontagem da Válvula de Alçamento e do Cabeçote do Cilindro (4-02)
Série B Página 4-17

Instalar um novo anel “O” no pino da válvula de alçamento.

1-1/4 pol e Chave de Torque

Instar as seguintes peças:


a. Mola
b. Pino da válvula de alçamento
c. Nova Arruela

d. Tampa da válvula de alçamento


Apertar a tampa.

Valor de Torque: 41 N•m [30 lb-pé]

Precaução: A linha de descarga de ar deve suportar altas


temperaturas e pressão para evitar danos pessoais e
materiais. Consultar as especificações de seu fabricante.

Continuar verificando se há formação de carbono nas conexões


da linha de descarga de ar até o primeiro tanque úmido.

Limpar ou substituir qualquer linha ou conexão com depósitos


de carbono maiores do que 1,6mm [0.06 (1/6 pol)]. Consultar as
especificações de seu fabricante para obter instruções de limpeza
ou substituição.

Instalar e apertar a admissão de ar e as conexões de saída.

Valor de Torque:
Admissão 5 N•m [48 lb-pé]
* Saída 24 N•m [18 lb-pé]

* Conexão 1/2 NPT no cabeçote

NOTA: O torque da linha de descarga depende do tamanho ou


tipo da linha. Consultar o fabricante do veículo para obter o valor
correto de torque.
Vazamentos na Junta, Compressor de Ar, Verificação (4-03) Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-18 Série B

Fechar a torneira de dreno do tanque úmido

Operar o motor e verificar se existem vazamentos de ar.

Vazamentos da Junta, Compressor de Ar -


Verificação (4-03)
Desligar o motor.

Abrir a torneira de dreno no tanque úmido para soltar o ar do


sistema. Fechar a torneira de dreno após a saída de toda a
pressão.

Operar o motor para ativar o Compressor de Ar

Com o compressor de ar bombeando entre 550 a 690 kPa [80 a


100 psi], usar uma solução de água e sabão para verificar se
existem vazamentos de ar nas seguintes áreas:

• Junta da tampa da válvula de alçamento


• Anel “O” do pino da válvula de alçamento
• Junta do cabeçote do compressor de ar
Se existir vazamento, consultar o Procedimento 4-02 para reparo
destes componentes.

Regulador de Ar e Válvula de Alçamento


do Compressor - Verificação (4-04)
Não há Bombeamento do Compressor de Ar

Remover a mangueira do regulador de ar do corpo da válvula de


alçamento do compressor de ar.

Se o regulador de ar estiver montado diretamente no compressor


de ar, remover o regulador de ar do compressor.
Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido Regulador de Ar e válvula de alçamento do Compressor - Verificação (4-40)
Série B Página 4-19

Precaução: Durante este teste, não exceder a pressão máxima


do sistema de ar do veículo ou 1035 kPa [150 psi], o que ocorrer
primeiro. Consultar as especificações de seu fabricante.

Operar o motor para ativar o compressor de ar.

Se o compressor de ar não está bombeando, a falha está no


compressor de ar.

Remover e inspecionar o cabeçote e os componentes da válvula


de alçamento. Consultar o Procedimento 4-02. Se os problemas
forem encontrados durante a desmontagem ou inspeção do
cabeçote ou componentes da válvula de alçamento, então o
compressor deverá ser removido e desmontado para determinar
a causa do problema.

Consultar o Procedimento 4-09 e o Manual de Oficina, Boletim


Nº 3810433.

Precaução: Durante este teste, não exceder a pressão máxima


do sistema de ar do veículo ou 1035 kPa [150 psi], o que ocorrer
primeiro. Consultar as especificações de seu fabricante.

Operar o motor e verificar a operação do compressor de ar com


o regulador de ar removido.

Instalar a linha do regulador de ar ao corpo da válvula de alçamento


e apertar.
Regulador de Ar - Verificação (4-05) Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-20 Série B

Regulador de Ar - Verificação (4-05)


Compressor de Ar Bombeamento Contínuo

Remover as linhas de ar acessórias do regulador de ar pelo orifício


de entrada da válvula de alçamento.

NOTA: Não desconectar a linha da válvula de alçamento do


compressor de ar. Não desconectar a linha de ar do reservatório
do regulador de ar. Se o regulador estiver montado no compressor,
não removê-lo.

Instalar o tubo do bujão no regulador de ar pelo orifício de entrada


da válvula de alçamento onde as linhas de ar acessórias foram
removidos.

Operar o motor para ativar o compressor de ar.

Se o compressor de ar parar de bombear (a pressão do ar parar


de aumentar) na pressão de ar regulada, existe um vazamento
no acessório ou na linha de ar acessória. Consultar as instruções
do fabricante do equipamento quanto ao diagnóstico de falhas e
reparos.

Se o compressor de ar não parar de bombear (a pressão do ar


aumenta) na pressão de ar regulada, conectar uma linha de
pressão de ar regulada da oficina no orifício de entrada da válvula
de alçamento do compressor de ar.

NOTA: Se o regulador estiver montado no compressor de ar, o


regulador deverá ser removido.

NOTA: Certificar-se de que o medidor de pressão de ar é preciso


e que as linhas de alimentação e conexões estão em boas
condições antes de fazer qualquer verificação na pressão do ar.

Usar um manômetro mestre de precisão conhecida para verificar


a pressão do medidor.
Seção 4 - Sistema do Compressor de Ar Regulador de Ar - Verificação (4-05)
Série B Página 4-21

Aplicar 690 kPa [100 psi] de pressão de ar no orifício de entrada


da válvula de alçamento.

Se o compressor de ar parar de bombear (a pressão do ar pára


de aumentar), o regulador de ar está defeituoso e precisa ser
reparado ou substituído. Consultar as instruções de seu
fabricante.

Se o compressor de ar continua a bombear (a pressão do ar


aumenta), a válvula de alçamento está com defeito e precisa ser
reparada ou substituída. Consultar o Procedimento 4-02.

Remover os bujões dos orifícios de entrada da válvula de


alçamento usados para as linhas de ar acessórias.

Instalar e apertar as linhas de ar acessórias

Conectar a linha na válvula de alçamento.

Operar o motor e verificar se existem vazamentos de ar.


Compressor de Ar - Remoção (4-06) Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-22 Série B

Compressor de Ar - Remoção (4-06)


Passos Preparatórios:
• Limpar com vapor o compressor de ar e secar com ar
comprimido.
• Drenar o refrigerante do motor se o compressor de ar
tiver um cabeçote com refrigerante líquido. Se o
compressor for arrefecido por ar, então o refrigerante
do motor não precisa ser drenado.
• Abrir a torneira de dreno do tanque úmido para soltar
o ar do sistema. Fechar a torneira após toda a pressão
ter sido liberada.

Remover as conexões de ar do compressor de ar.

15/16 pol, 7/8 pol

Remover as linhas de refrigerante do compressor de ar (não se


aplica aos compressores arrefecidos a ar).

9/16 pol

Remover a linha de alimentação de óleo.


Compressor de Ar - Remoção (4-06) Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Série B Página 4-23

15/16 pol

Remover a linha de retorno de óleo parte inferior do compressor


de ar.

18 mm, 14 mm, 10 mm

Remover o braço de suporte do compressor de ar e os parafusos.

Remover as porcas de montagem do compressor de ar.


Remover o compressor de ar.

Inspeção

Inspecionar visualmente a carcaça do compressor e verificar se


há trincas ou se está danificada.

Inspecionar visualmente a engrenagem acionadora e verificar se


há trincas ou danos.

Certificar-se de que as superfícies das juntas da carcaça de


engrenagem e o compressor de ar estão limpos e não danificados.
Compressor de Ar - Remoção (4-06) Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-24 Série B

Acoplamento da Direção Hidráulica (Se aplicável)

Inspecionar o acoplamento e verificar se há desgaste ou trincas.

Substituir o acoplamento se danificado.

Adaptador da Direção Hidráulica

Inspecionar e substituir o adaptador se danificado.

Sincronização do Compressor de Ar (Somente


para Compressores de Ar de Um Cilindro)
Localizar o PMS na árvore de manivelas do compressor de ar,
removendo a válvula de alçamento ou cabeçote, (consultar o
(respectivo) manual do compressor de ar). O PMS não precisa
ser exato. O sistema tolera algum desalinhamento.

Usar tinta para marcar a face da engrenagem do compressor de


ar no PMS (na posição 12:00 horas do relógio, visto de frente).
Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido Compressor de Ar - Remoção (4-05)
Série B Página 4-25

Certificar-se de desacoplar o pino de sincronização depois de


localizar o PMS.

Localizar o PMS para o cilindro Nº 1, alavancando a árvore de


manivela bem devagar enquanto o pino de sincronização é
empurrado.

Girar a marca do PMS do compressor em 60 graus, ou o 6º


dente de uma engrenagem de 36 dentes, antes do PMS. Isto
equivale aproximadamente à posição 10:00 horas quando o
compressor de ar é visto de frente.

NOTA: Os compressores de ar Holset, Séries SS, QE220, 296


e 338 têm uma linha radial gravada na engrenagem representando
o PMS.

Instalação

18mm, 14 mm, 10 mm

Usar uma junta nova. Instalar o compressor de ar na carcaça de


engrenagem.

Instalar o braço de suporte do compressor de ar.

Valores de Torque: Porcas de fixação: 77 N•m [57 lb-pé]


Suporte do Parafuso: 24 N•m [18 lb-pé]

NOTA: Não é necessário a sincronização da engrenagem.

9/16 pol

Instalar a linha de suprimento de óleo.

Valor de Torque: 15 N•m [12 lb-pé]


Compressor de Ar - Remoção (4-06) Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-26 Série B

15 mm

Instalar o dreno de óleo na parte inferior do compressor.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

15/16 pol, 7/8 pol

Precaução: Se forem usadas guarnições de borracha no


arrefecedor ou nas linhas de ar, instalá-las com cuidado evitando
cortes ou rasgos para evitar vazamentos.

Instalar as linhas de refrigerantes.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Instalar as linhas de ar.

Suprir o sistema de arrefecimento do motor (líquido arrefecedor


do compressor de ar).

Operar o motor e verificar se existem vazamentos.


Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido Compressor de Ar - Remoção (4-06)
Série B Página 4-27

Operar o motor para ativar o compressor de ar.

Com o compressor de ar bombeando entre 550 a 690 kPa


[80 a 100 psi], usar uma solução de água e sabão para verificar
se existem vazamentos de ar.
Compressor de Ar - Remoção (4-06) Seção 4 - Sistema de Ar Comprimido
Página 4-28 Série B

ANOTAÇÕES
Seção 5 - Sistema de Combustível
Série B Página 5-1

Seção 5 - Sistema de Combustível

Conteúdo
Página

Ar no Sistema de Combustível. ............................................................................................................................ 5-17


Bomba Alimentadora de Combustível - (Estilo Diafragma) Diagnóstico de Falhas ............................................ 5-10
Bomba Alimentadora de Combustível - (Estilo Diafragma) Substituição ............................................................ 5-60
Bomba Alimentadora de Combustível - (Estilo Pistão) - Substituição/Recondicionamento ............................... 5-62
Instalação ........................................................................................................................................................ 5-64
Limpeza .......................................................................................................................................................... 5-63
Montagem ....................................................................................................................................................... 5-63
Remoção ......................................................................................................................................................... 5-62
Bomba Alimentadora de Combustível - Teste ...................................................................................................... 5-10
Bomba Alimentadora de Combustível (Estilo Pistão) - Diagnóstico de Falhas...................................................5-12
Teste 1: Teste de Débito de Pressão (Estilo Diafragma) ..................................................................................... 5-10
Teste 1: Teste de Débito de Pressão (Estilo Pistão) .......................................................................................... 5-13
Teste 2: Teste do Fluxo do Volume (Estilo Diafragma) ....................................................................................... 5-11
Teste 2: Teste de Fluxo do Volume (Estilo Pistão) ............................................................................................. 5-14
Bomba Injetora de Combustível (Em Linha) - Substituição ................................................................................. 5-99
Bosch P7100 ................................................................................................................................................... 5-99
Instalação ...................................................................................................................................................... 5-100
Remoção ......................................................................................................................................................... 5-99
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Diagnóstico de Falhas..................................................5-20
Alavanca de Corte Manual de Combustível (Parada do Motor) ............................................................................ 5-23
Curso e Ajuste da Alavanca de Controle de Combustível ................................................................................... 5-21
Falhas no Regulador ........................................................................................................................................ 5-21
Mecanismo do Avanço do Ponto de Início de Injeção ......................................................................................... 5-23
Parafusos de Ajuste da Bomba Injetora de Combustível Lucas CAV DPA/DPS 5-22
Parafusos de Ajuste da Bomba Injetora de Combustível Robert Bosch VE ......................................................... 5-22
Parafusos de Ajuste da Bomba Injetora de Combustível Stanadyne DB4 ............................................................ 5-21
Válvula de Entrega (Válvula de Vazão - Bombas Lucas CAV)..........................................................................5-26
Válvulas Elétricas de Corte de Combustível ....................................................................................................... 5-24
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição.................................................................5-77
Bosch VE, Lucas CAV DPA e Stanadyne DB4 ................................................................................................ .5-77
Instalação da Bomba ....................................................................................................................................... 5-80
Remoção da Bomba ........................................................................................................................................ 5-77
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Em Linha) - Diagnóstico de Falhas ........................................................ 5-45
Curso e Ajuste da Alavanca de Controle de Combustível ................................................................................... 5-46
Controle Ar/Combustível - Falhas ...................................................................................................................... 5-46
Falhas do Regulador ........................................................................................................................................ 5-46
Parafusos de Ajuste da Marcha Lenta da Bomba Injetora de Combustível. ......................................................... 5-47
Galeria de Dreno do Combustível - Bomba Bosch P7100 - Substituição ............................................................ 5-69
Filtro de Combustível - Substituição .................................................................................................................. 5-54
Galeria de Dreno de Combustível - Bomba Tipo Distribuidora - Substituição......................................................5-67
Passos Preparatórios ....................................................................................................................................... 5-69
Galeria de Dreno do Combustível ........................................................................................................................ 5-51
Injetor - Substituição ........................................................................................................................................... 5-106
Injetores ................................................................................................................................................................. 5-50
Linha de Combustível de Alta Pressão - Bomba Bosch P7100 - Substituição ..................................................5-66
Linha de Combustível de Alta Pressão - Bomba Tipo Distribuidora - Substituição ..........................................5-64
Linha de Combustível de Baixa Pressão - Bombas Distribuidoras ..................................................................... 5-55
Linha de Combustível de Baixa Pressão - Substituição - Bomba Bosch P7100 ...............................................5-56
Linhas de Combustível de Alta Pressão ............................................................................................................... 5-48
Seção 5 - Sistema de Combustível
Página 5-2 Série B

Marcha Lenta - Ajuste - Bombas Distribuidoras .................................................................................................... 5-106


Marcha Lenta - Ajuste - Bosch P7100 ..................................................................................................................... 5-105
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível ................................................................................................ 5-85
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível CAV DPA/DPS ........................................................................ 5-90
Bomba de Combustível em Linha - Calagem do ponto pelo orifício de extravazamento do elemento.....................5-93
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível - Stanadyne DB4 ..................................................................... 5-88
Verificação da Sincronização da Bomba - Bombas Lucas CAV DPA, Stanadyne DB4,
Nippondenso EP-9 e Bosch P-7100 ..................................................................................................................... 5-91
Verificação da Sincronização da Bomba - (Bomba Bosch VE) ............................................................................. 5-90
Sistema de Avanço de Sincronização da Partida a Frio (KSB) - Estilo Solenóide Elétrico..............................5-36
KSB de Solenóide Elétrico - Diagnóstico de Falhas................................................................................................5-41
Fiação do KSB - Inspeção. ....................................................................... ..........................................................5-43
Princípios de Avanço de Sincronização da Bomba VE (com KSB de Solenóide Elétrico instalado).........................5-39
Princípios de Avanço de Sincronização da Bomba VE (sem KSB)......................................................................5-37
Solenóide Elétrico KSB - Inspeção.................................................................................................................5-42
Sistema de Avanço de Sincronização da Partida a Frio (KSB) - Estilo Cera....................................................5-28
Diagnóstico de Falhas KSB Estilo Cera...................................................................................................... 5-33
Hardware do KSB - Definição ............................................................................................................................... 5-31
KSB de Montagem Remota ................................................................................................................................. 5-32
KSBs Montados em Bombas ............................................................................................................................... 5-31
KSB Estilo Cera - Elemento ................................................................................................................................ .5-34
Necessidade do KSB nas Bombas VE 1988 ........................................................................................................ 5-28
Princípios de Avanço de Sincronização da Bomba VE (com KSB Estilo Cera Instalado) 5-30
Princípios de Avanço de Sincronização da Bomba VE (Sem KSB) ...................................................................... 5-29
Substituição da Linha de Suprimento da Bomba Injetora - Bombas Tipo Distribuidora...................................5-58
Sistema de Combustível - Componentes e Fluxo - Bomba Injetora Em Linha....................................................5-4
Sistema de Combustível - Componentes e Fluxo - Bomba Injetora Tipo Distribuidora......................................5-4
Sistema de Combustível - Componentes e Fluxo ..................................................................................................... 5-5
Sistema de Combustível - Especificações ................................................................................................................. 5-8
Bomba Injetora de Combustível - Tipo Distribuidora ................................................................................................ 5-8
Bomba Injetora de Combustível - Tipo Em Linha ..................................................................................................... 5-8
Sistema de Combustível - Ferramentas. ................................................................................................................... 5-9
Sistema de Combustível - Identificação .................................................................................................................... 5-6
Sistema de Combustível - Informações Gerais ......................................................................................................... 5-4
Solenóide de Corte de Combustível (Bomba Injetora Tipo Em Linha) Diagnóstico de Falhas..........................5-47
Fiação - Orientação ............................................................................................................................................. 5-47
Resistência do Solenóide - Verificação................................................................................................................. 5-48
Voltagem do Solenóide - Verificação .................................................................................................................... 5-48
Stanadyne DB4 (Aplicação Gerador) ....................................................................................................................... 5-27
Regulador - Queda de Velocidade - Ajuste ........................................................................................................... 5-27
Sangria/Desaeração dos Sistemas de Combustível ............................................................................................... 5-52
Bomba Injetora - Sangria (Desaeração)..........................................................................................................5-53
Linhas de Alta Pressão - Purga do Ar (Desaeração) ............................................................................................ 5-53
Linhas de Baixa Pressão e Filtro de Combustível - Sangria/Desaeração .............................................................. 5-52
Substituição da Linha de Suprimento da Bomba Injetora - Bosch P7100 ............................................................ 5-59
Substituição/Ajuste do Solenóide de Corte de Combustível - Bosch P7100......................................................5-73
Ajuste .................................................................................................................................................................. 5-73
Tubo de Controle de Ar/Combustível - Bomba Bosch P7100 - Substituição.........................................................5-71
Tubo de Controle de Ar/Combustível - Bomba Bosch VE - Substituição ............................................................... 5-70
Seção 5 - Sistema de Combustível
Série B Página 5-3

Unidade Separadora de Água/Filtro de Combustível ........................................................................................... 5-18


Válvula de Alívio de Pressão - Substituição - Bosch P7100 .................................................................................. 5-69
Válvula de Corte de Combustível - Bosch VE - Substituição ................................................................................ 5-71
Válvula de Corte de Combustível - Stanadyne DB4 - Substituição ...................................................................... 5-74
Instalação ........................................................................................................................................................... 5-75
Remoção ............................................................................................................................................................ 5-74
Válvula de Vazão e Arruela de Vedação (Lucas CAV DPA) - Substituição .......................................................5-75
Vazamento Externo da Bomba (Tipo Distribuidora) - Reparos ............................................................................. 5-77
Sistema de Combustível - Informações Gerais Seção 5 - Sistema de Combustível
Página 5-4 Série B

Informações Gerais - Sistema de Combustível


Componentes e Fluxo do Sistema de Combustível - Bomba Injetora do Tipo Distribuidora

A maioria dos motores é equipada com uma bomba alimentadora de combustível acionada pela árvore de comando. Dois
tipos de bombas de transferência de combustível estão disponíveis para bombas injetoras de combustível rotativas: a)
bomba transferência de combustível de diafragma e 2) bomba alimentadora de combustível de pistão. A bomba alimentadora
de combustível tipo pistão é oferecida como opção, podendo ser desmontada, limpada e remontada usando-se um kit de
montagem de bomba alimentadora de combustível. O fluxo do combustível se inicia no sistema assim que a bomba alimentadora
suga combustível de no tanque de abastecimento através de uma pré-filtragem obrigatória. A bomba fornece combustível sob
baixa pressão (21-35 kPa, [3-5 psi]) para o cabeçote do filtro de combustível, para o filtro e, em seguida, para a bomba
injetora distribuidora.

A bomba injetora distribuidora produz as altas pressões de injeção necessárias para a combustão e direciona o combustível
através de linhas individuais de alta pressão para cada injetor.

Quando o combustível sob alta pressão chega ao injetor, a pressão força a válvula-agulha do injetor contra a tensão exercida
pela mola, permitindo que o combustível penetre na câmara de combustão.

Qualquer vazamento de combustível pela válvula-agulha é direcionado para a galeria de dreno. Um vazamento controlado é
permitido entre a agulha e a luva para fins de lubrificação, sendo que este combustível é encaminhado para a galeria de
dreno. A galeria recebe o combustível drenado dos injetores, assim como combustível expelido pelo orifício de purga permanente
na bomba injetora, e os retorna para o tanque de abastecimento.

Sistema de Combustível - Componentes e Fluxo - Bomba Injetora de Combustível Em Linha

Uma bomba de transferência tipo pistão acionada pela árvore de comando fornece pressão positiva de combustível para a
bomba injetora de combustível. O sistema deve ter um pré-filtro ou tela para remover contaminadores em larga escala
existentes no combustível antes de alcançar a bomba alimentadora de combustível. A bomba alimentadora de combustível
fornece combustível de baixa pressão (172 kPa [25 psi]) através do cabeçote do filtro de combustível e do filtro da bomba
injetora.

A bomba injetora Bosch P7100 é usada nos motores automotivos da Série B/91 e todos os motores automotivos da Série B/94.

A bomba injetora cria as altas pressões de injeção necessárias para a combustão e direciona o combustível através de
linhas de combustível de alta pressão para cada injetor.

Todos os motores da Série B usam injetores do tipo fechados com bico pulverizador multifuro. Quando o combustível sob
alta pressão entra no injetor, a válvula-agulha do injetor é forçada contra a tensão exercida pela mola, permitindo que o
combustível seja pulverizado para na câmara de combustão, finamente atomizado.

Qualquer vazamento de combustível pela da válvula-agulha é direcionado para a galeria de dreno.

Nos motores equipados com a bomba injetora de combustível P7100, a galeria de drenagem direciona o vazamento dos
injetores para o lado da admissão do filtro de combustível. Nos motores equipados com a bomba injetora Nippondenso
EP-9, a galeria de dreno direciona o vazamento dos injetores para o tanque de abastecimento.
Seção 5 - Sistema de Combustível Sistema de Combustível - Componentes e Fluxo
Série B Página 5-5

Sistema de Combustível - Componentes e Fluxo


A ilustração abaixo identifica os componentes do sistema de combustível.

Sistema de Combustível

1. Combustível procedente do Tanque de


Abastecimento
2. Pré-Filtro ou Tela
3. Bomba Alimentadora de Combustível
4. Separador de Água/Combustível
5. Filtro de Combustível
6. Linha de Suprimento de Baixa Pressão
7. Linha de Controle da Pressão Auxiliar do
Turbo
8. Bomba Injetora Robert Bosch P7100
8A. Bomba Injetora Rotativa Robert Bosch
9. Galeria de Dreno de Combustível
10. Linha de Alta Pressão
11. Injetores Robert Bosch, 17 mm, tipo
fechado, com bico pulverizador multifuro
12. Retorno de Combustível ao Tanque de
Abastecimento
Sistema de Combustível - Identificação Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-6 Série B

Sistema de Combustível - Identificação


Com sua produção iniciada em 1991, o motor da Série B usa seis diferentes tipos de bombas injetoras, dependendo da faixa
de potência e aplicação.

Bomba injetora de combustível tipo distribuidora Lucas CAV DPA

• Marítima
• Industrial

Bomba injetora de combustível tipo distribuidora Lucas CAV DPS

• Classificação Automotiva Européia

Bomba Injetora de combustível tipo distribuidora Bosch VE

• Industrial
• 1991 - Classificação Automotiva de Baixa Potência
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Combustível - Identificação
Série B Página 5-7

Bomba Injetora de Combustível Tipo Distribuidora Stanadyne DB4

• Geradores

Bomba Injetora de combustível Em Linha Bosch P7100

• Classificação Automotiva de Alta Potência -1991


• Classificação Automotiva, todas as categorias 6B - 1994

Bomba Injetora de Combustível Em Linha Nippondenso EP-9 com


Regulador RSV

• Classificação Marítima de Alta Potência 1994


Sistema de Combustível - Especificações Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-8 Série B

Sistema de Combustível - Especificações


Bombas Injetoras de Combustível Tipo Distribuidora

4B3.9 4BT3.9 4BTA3.9 6B5.9 6BT5.9 6BTA5.9

A Restrição Máxima Permitida na entrada


da Bomba de Transferência de Combustível
Não Deve Exceder a -mm Hg [pol Hg] ....................................................... 100 [4] .........................................................

Restrição Máxima Permitida na Linha


de Retorno mm Hg [pol Hg] ...................................................................... 518 [20.4] ....................................................

Queda Máxima de Pressão Permitida


através do Filtro de Combustível - kPa [psi] ............................................... 35 [5] ..........................................................

Máxima Pressão de Entrada para a


Bomba Injetora Não Deve Exceder a kPa [psi] .......................................... 70 [10]. .......................................................

Bombas Injetoras de Combustível Tipo Em Linha

Restrição Máxima Permitida para


a Bomba Alimentadora de Combustível
Não Deve Exceder a -mm Hg [pol Hg] ....................................................... 100 [4] .........................................................

Pressão Máxima de Saída da Bomba


Alimentadora de Combustível na Rotação Indicada kPa [psi] @ RPM ........ 172 [25] .......................................................

Restrição do Filtro de Combustível (Queda Máxima


de Pressão Através dos Filtros) kPa [psi] ................................................. 35 [5] ..........................................................

Pressão da Galeria da Bomba de


Combustível - kPa [psi] Mínima Indicada @ RPM ...................................... 140 [20] .......................................................

Restrição Máxima de Retorno de


Combustível mm Hg [pol Hg] .................................................................... 518[20.4] .....................................................
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Combustível - Ferramentas
Série B Página 5-9

Sistema de Combustível - Ferramentas

As ferramentas abaixo são recomendadas para a execução dos procedimentos na Seção 5. O uso destas ferramentas é
mostrado no procedimento apropriado. Estas ferramentas podem ser adquiridas diretamente na Rede de Distribuidores
Cummins.

Ferramenta Nº Descrição da Ferramenta Ilustração


Ferramenta de Sincronização Bosch VE

3377259

Sacador de Injetor

Usado para puxar o injetor


3823276

Escova para Alojamento do Injetor


Usada para limpeza do alojamento do injetor
3822509

Sacador de Engrenagem da Bomba de Combustível


Usado para puxar a engrenagem da bomba de combustível
3824469
Bomba Alimentadora de Combustível (Estilo Diafragma)Diagnosticando Disfunções (5-01) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-10 Série B

Bomba Alimentadora de Combustível (Estilo


Diafragma) Diagnóstico de Falhas (5-01)
Uma bomba alimentadora que não esteja operando adequadamente
pode contribuir para a queda da potência do motor. A bomba estilo
diafragma não pode ser limpa ou recondicionada.
A bomba alimentadora é acionada mecanicamente por um ressalto
na árvore de comando. Desgaste excessivo na alavanca atuadora
ou um ressalto danificado podem reduzir a ação da bomba.
(A) - Não operar o sistema de combustível com uma restrição de
sucção superior a 100 mm [4 pol Hg].
Caso ocorra ruptura no diafragma da bomba, o combustível será
drenado para fora através do orifício bueiro (B) localizado no corpo
da bomba.

A queda de pressão normal do combustível através do filtro é de


21 kPa [3 psi] no máximo.

A queda de pressão aumentará gradativamente à medida que o


filtro remove impurezas do combustível. Desta forma, uma bomba
alimentadora gasta terá reduzida a sua capacidade de forçar
combustível através de um filtro sujo. Isto pode causar queda de
potência do motor.

NOTA: A necessidade de troca freqüente do filtro para assegurar


plena potência do motor poderá indicar uma bomba alimentadora
gasta.

Bomba Alimentadora de Combustível -


Teste (5-02)
O débito da bomba alimentadora pode ser medido de dois modos:

Teste 1: Medindo o débito da pressão usando um medidor de


pressão em linha.

Teste 2: Medindo o volume de fluxo.

Teste 1: Teste de Débito de Pressão (Estilo


Diafragma)
Ligar o motor e medir o débito de pressão da bomba alimentadora
de combustível usando um medidor de pressão em linha.

Pressão Mínima
21 kPa [3 psi]
Seção 5 - Sistema de Combustível Bomba Alimentadora de Combustível - Teste (5-02)
Série B Página 5-11

Teste 2: Teste do Fluxo do Volume (Estilo


Diafragma)
Precaução: Para impedir que o motor seja ligado, desconectar
a fiação de corte de combustível. Combustível residual na
bomba injetora pode acionar a partida do motor.

Precaução: Não persista no giro com a ignição ligada por


mais de 30 segundos de cada vez. Isto poderá causar danos
ao motor de partida.

Desconectar o fio do solenóide de corte de combustível e medir


a velocidade do giro do motor com um tacômetro portátil
(PN 3377462).

Precaução: Deixar o solenóide de corte de combustível


desconectado para as seguintes verificações:

Desconectar a linha de débito de pressão da bomba alimentadora


e deixar escorrer o combustível em um recipiente.

Dar a partida no motor e medir o fluxo de volume de combustível


da bomba alimentadora, enquanto o motor gira com a ignição
ligada por 30 segundos.

Usar o quadro na ilustração ao lado para obter a especificação


do volume de fluxo correto para o diagrama da bomba
alimentadora.
• Desenhar uma linha reta vertical sobre o giro medido em
RPM.
• Desenhar uma linha reta horizontal desde o volume de
fluxo medido até a linha vertical de RPM de giro do motor
para encontrar o ponto de interseção.
• Qualquer ponto de interseção acima da linha de fluxo
requerido indica um fluxo aceitável.
• Qualquer ponto de interseção abaixo da linha de fluxo
requerido indica um fluxo inaceitável e uma bomba
defeituosa ou excesso de restrição da linha.
Exemplo 1 Velocidade de Giro do Motor 230 RPM
Bomba Boa Volume de Fluxo 260 M1[8,8 oz]
Exemplo 2 Velocidade de Giro do Motor 290 RPM
Bomba Ruim Volume de Fluxo 240 M1[8,1 oz]
Bomba Alimentadora de Combustível - Teste (5-02) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-12 Série B

Bomba Alimentadora de Combustível (Estilo Pistão) -


Diagnóstico de Falha

O motor da Série B usa três estilos diferentes para bombas


alimentadoras tipo pistão. Todos os três liberam diferentes fluxos
de volumes.

A bomba alimentadora tipo pistão, PN 3918076, é oferecida como


uma opção para os motores da Série B equipados com bomba
injetora de combustível tipo distribuidora.

NOTA: As PN 3918076 e 3918000 são idênticas na aparência.


O comprimento livre da mola pode ser medido para identificar a
bomba alimentadora.

A bomba alimentadora PN 3918076 tem um comprimento livre


de 53,5 mm [2 7/64 pol].

A bomba alimentadora estilo pistão, PN 3918000, é padrão nos


motores marítimos da Série B com 300 HP.

NOTA: As PN 3918076 e 3918000 são idênticas na aparência.


O comprimento livre da mola pode ser medido para identificar a
bomba alimentadora.

A bomba alimentadora PN 3918000 tem um comprimento livre


de 58 mm [2 9/32 pol].

A bomba alimentadora estilo pistão, PN 3921550, é padrão nos


motores da Série B de 1991 equipados com as bombas injetoras
de combustível em linha Bosch P7100.

A bomba alimentadora estilo pistão, PN 3925709, é padrão nos


motores da Série B de 1994 equipados com as bombas injetoras
de combustível em linha Bosch P7100.
Seção 5 - Sistema de Combustível Bomba Alimentadora de Combustível - Teste (5-02)
Série B Página 5-13

A bomba alimentadora de combustível estilo pistão é


mecanicamente acionada por um êmbolo que corre em direção
a um lóbulo especial na árvore de comando. A bomba alimentadora
contém um pistão de bombeamento e válvulas de alçamento
que controlam o fluxo do combustível e que fazem o combustível
retornar durante o corte do motor.

A queda normal de pressão na passagem de combustível pelo


filtro é de 35 kPa [5 psi], no máximo.

A queda da pressão aumenta à medida que o filtro de combustível


remove impurezas do combustível. Desta forma, uma bomba
alimentadora desgastada reduzirá a capacidade de forçar o
combustível através de um filtro sujo, causando também a baixa
potência do motor.

NOTA: Freqüentes trocas do filtro de combustível para obter


potência total do motor podem indicar uma bomba alimentadora
desgastada.

O débito da bomba alimentadora estilo pistão pode ser verificado


de dois modos:

Teste 1: Medindo o débito de pressão usando um medidor de


pressão em linha.

Teste 2: Medindo o volume do fluxo.

Teste 1 - Teste de Débito de Pressão (Estilo Pistão)


Operar o motor e medir o débito de pressão da bomba
alimentadora usando um medidor de pressão em linha.

Pressão Mínima @ Rotação Máxima Indicada


172 kPa [25 psi]
Bomba Alimentadora de Combustível - Teste (5-02) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-14 Série B

Teste 2 - Teste do Fluxo do Volume (Estilo Pistão)


Precaução: Para impedir a partida do motor, desconectar
a fiação de corte de combustível. O resíduo de combustível
na bomba injetora pode acionar a partida do motor.

Precaução: Não dar a partida por mais de 30 segundos de


cada vez. Isto poderá causar danos ao motor de partida.
Também, alta voltagem durante a partida pode prejudicar
o solenóide de corte de combustível.

Desconectar o solenóide de corte de combustível e medir a


velocidade do giro do motor com um tacômetro portátil,
PN 3377462.

Precaução: Deixar o solenóide de corte de combustível


desconectado para a seguinte verificação.

Desconectar a linha de débito de pressão da bomba alimentadora


e deixar escorrer o combustível em um recipiente.

Dar a partida no motor por 30 segundos e medir o volume de


fluxo de combustível da bomba alimentadora.

Usar o quadro na ilustração ao lado para obter a especificação do


volume de fluxo correto para a bomba alimentadora, PN 3918076.
• Desenhar uma linha reta vertical sobre o giro medido em
RPM.
• Desenhar uma linha reta horizontal desde o volume de
fluxo medido até a linha vertical de RPM do giro do motor
para encontrar o ponto de interseção.
• Qualquer ponto de interseção acima da linha de fluxo
requeirdo indica um fluxo aceitável.
• Qualquer ponto de interseção abaixo da linha de fluxo
requerido indica um fluxo inaceitável e uma bomba
defeituosa ou excesso de restrição da linha.
Exemplo 1 Velocidade de Giro do Motor 240 RPM
Bomba Boa Volume de Fluxo 280 M1[9,5 oz]
Exemplo 2 Velocidade de Giro do Motor 280 RPM
Bomba Ruim Volume de Fluxo 260 M1[8,8 oz]
Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Alimentadora de Combustível (5-02)
Série B Página 5-15

Usar o quadro na ilustração ao lado para obter a especificação do


volume de fluxo correto para a bomba alimentadora,
PN 3918000, usado nos motores marítimos da Série B de 300 HP.
• Desenhar uma linha reta vertical sobre o giro medido
em RPM.
• Desenhar uma linha reta horizontal desde o volume de
fluxo medido até a linha vertical de RPM do giro do
motor para encontrar o ponto de interseção.
• Qualquer ponto de interseção acima da linha de fluxo
requerido indica um fluxo aceitável.
• Qualquer ponto de interseção abaixo da linha de fluxo
requerido indica um fluxo inaceitável e uma bomba
defeituosa ou excesso de restrição da linha.
Exemplo 1 Velocidade de Giro do Motor 240 RPM
Bomba Boa Volume de Fluxo 260 M1[8,8 oz]
Exemplo 2 Velocidade de Giro do Motor 280 RPM
Bomba Ruim Volume de Fluxo 235 M1[7,9 oz]
Usar o quadro na ilustração ao lado para obter a especificação do
volume de fluxo correto para a bomba alimentadora, P/Nº 3917334,
usado na bomba injetora em linha Bosch P7100.
• Desenhar uma linha reta vertical sobre o giro medido
em RPM.
• Desenhar uma linha reta horizontal desde o volume de
fluxo medido até a linha vertical de RPM do giro do motor
para encontrar o ponto de interseção.
• Qualquer ponto de interseção acima da linha de fluxo
requerido indica um fluxo aceitável.
• Qualquer ponto de interseção abaixo da linha de fluxo
requerido indica um fluxo inaceitável e uma bomba
defeituosa ou excesso de restrição da linha.
Exemplo 1 Velocidade de Giro do Motor 240 RPM
Bomba Boa Volume de Fluxo 390 M1[13,2 oz]
Exemplo 2 Velocidade de Giro do Motor 290 RPM
Bomba Ruim Volume de Fluxo 360 M1[12,2 oz]

Se o volume de fluxo medido cair abaixo da linha respectiva no


quadro acima, verificar a restrição de admissão antes da
desmontagem e limpar a bomba alimentadora de combustível.
A restrição de admissão não deve exceder a 100 mm Hg
[4 pol Hg].

Se o combustível estiver aerado ou se o volume for baixo,


isolar a bomba alimentadora conectando na admissão da
bomba alimentadora um suprimento temporário e fazer a
mesma verificação.
Bomba Alimentadora de Combustível - Teste (5-02) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-16 Série B

Se a bomba alimentadora de combustível fornece o volume


requerido de combustível a partir de um suprimento temporário,
verificar se existem restrições ou vazamentos na sucção do
circuito do combustível para a bomba alimentadora.

1. Linha de suprimento
2. Pré-filtro
3. Linha de suprimento
4. Tanque de abastecimento
5. Respiro do tanque.

Verificar primeiro se o respiro do tanque de abastecimento está


entupido.

Substituir ou limpar o pré-filtro.

Em baixas temperaturas, verificar se há formação de “gel” de


combustível obstruindo o pré-filtro.

Verificar as dobras ou torções que possam restringir a passagem


do combustível pelas linhas de suprimento.

Remover e jatear com ar comprimido as linhas de suprimento de


combustível.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Ar no Sistema de Combustível (5-03)
Série B Página 5-17

Ar no Sistema de Combustível (5-03)


A substituição de tubos e mangueiras de suprimento, filtros de
combustível, bomba de combustível, tubos de alta pressão e
injetores sempre farão com que certa quantidade de ar seja
introduzida no sistema de combustível. Seguir as instruções
descritas para purgar este ar do sistema.

Uma vez que a bomba alimentadora fornece uma pressão positiva


através do filtro de combustível e da linha de suprimento para a
bomba injetora, conexões soltas ou vedações defeituosas se
apresentarão na forma de vazamentos de combustível.

O local mais comum para o ar entrar no sistema está entre a


entrada da bomba alimentadora e o tubo de sucção no tanque
de abastecimento. Os tanques de combustível que normalmente
possuem a conexão de saída localizada em sua parte superior
têm um tubo de sucção que se estende até o fundo do tanque.
Este tubo é vulgarmente chamado de “pescador”. Perfurações,
trincas ou corrosão na área de solda do tubo são causas comuns
de entrada de ar no sistema.

A presença de ar no sistema fará com que o motor tenha


dificuldade de funcionamento, opere com aspereza, falhe,
desenvolva pouca potência pode muitas vezes causar emissão
excessiva de fumaça pelo escapamento e pancadas de
combustível nos cilindros.
Unidade Separadora de Água/Filtro de Combustível (5-04) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-18 Série B

O arranjo da válvula de alívio de pressão na bomba injetora de


combustível Bosch P7100 no lado do suprimento do circuito de
combustível cria um sistema de auto-sangria de ar introduzido
durante a substituição no lado do suprimento dos componentes.

Pequenas quantidades de ar podem ser sangrados da bomba


através da operação do escorvador manual da bomba
alimentadora de combustível ou girando-se o motor.

A bomba injetora Bosch P7100 tem um tubo de ligação para


direcionar o combustível de retorno e ar aprisionado procedentes
da válvula de alívio de pressão diretamente para o tanque de
suprimento.

As bombas injetoras em linha Nippondenso EP-9 requerem


ventilação adicional antes da partida inicial, substituição da
bomba ou se o combustível do motor esgotou-se.

Unidade Separadora de Água/Filtro de


Combustível (5-04)
A filtragem e a separação da água do combustível é um fator de
suma importância para assegurar uma operação livre de
problemas e uma vida útil longa ao sistema do combustível e
seus componentes. Algumas das folgas e tolerâncias entre os
diversos componentes internos da bomba injetora e dos injetores
são muito reduzidas. Por este motivo, estas peças podem ser
facilmente danificadas por formação de ferrugem ou pela presença
de contaminantes ou impurezas.

Certificar-se de usar sempre o elemento correto.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Unidade Separador de Água/Filtro de Combustível (5-04)
Série B Página 5-19

O elemento possui uma válvula de dreno que deve ser aberta


regularmente para drenar a água acumulada.

Um adaptador duplo para instalação de um filtro separador de


água fornece capacidade adicional de filtragem. O combustível
flui através do adaptador para um filtro separador maior de água
e em seguida volta ao filtro de combustível para uma filtragem
final.

A manutenção regular, incluindo a drenagem de umidade do filtro


separador de água/combustível e tanques de abastecimento, é
fator essencial para manter o combustível isento de água.

Os motores modelo 1991 e da Série B mais recentes são


equipados com a bomba injetora em linha Bosch P7100 e vêm
com o filtro de combustível montado na parte traseira do coletor
de admissão, como mostrado na figura ao lado.
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) Diagnóstico de Falhas (5-05) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-20 Série B

Bomba Injetora de Combustível (Tipo


Distribuidora)- Diagnóstico de Falhas (5-05)
As bombas injetoras Bosch VE, Lucas CAV DPA, Stanadyne
DB4 e Lucas CAV DPS são bombas distribuidoras rotativas. Estas
bombas desenvolvem as quatro funções básicas de:

1. Produzir alta pressão de combustível necessária para a


injeção.
2. Medir a quantidade exata de combustível para cada ciclo de
injeção.
3. Distribuir a alta pressão, medindo o combustível em cada
cilindro no tempo preciso.
4. Variar a sincronização relativa à velocidade do motor.

Êmbolos individuais são usados pelas bombas injetoras para


desenvolver e distribuir a alta pressão, necessária para a injeção.

O desenho ao lado ilustra uma bomba Robert Bosch VE com


êmbolo para quatro cilindros.

O desenho ao lado ilustra uma bomba Lucas CAV DPA com


rotor para quatro cilindros.

Um rotor ou êmbolo gasto ou danificado pode afetar adversamente


a pressão e a quantidade do combustível injetada nos cilindros,
reduzindo desta forma a potência do motor. Normalmente, se a
bomba injetora distribuidora injetar combustível por uma das suas
conexões de saída, ela injetará também pelas demais.

Um rotor com dois êmbolos é usado pela bomba injetora


Stanadyne DB4 para desenvolver e distribuir a alta pressão
necessária para a injeção de combustível.

Um rotor de quatro cilindros DB4 é mostrado no desenho ao


lado.

Um rotor ou êmbolo gasto ou danificado pode afetar adversamente


a pressão e a quantidade do combustível injetado nos cilindros,
reduzindo desta forma a potência do motor. Normalmente, se a
bomba injetora distribuidora injetar combustível por uma das suas
conexões de saída, injetará também pelas demais.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Diagnóstico de Falhas (5-05)
Série B Página 5-21

Falhas do Regulador

O equilíbrio entre a posição dos contrapesos centrífugos do


regulador e a posição da alavanca de controle de aceleração
determinará a dosagem do combustível a ser injetado.
O desempenho e o ajuste do regulador de velocidade da bomba
podem afetar a potência do motor. Equipamentos especiais e
pessoal qualificado são necessários para verificar e ajustar o
desempenho do regulador. Se os lacres estiverem rompidos no
parafuso externo de ajuste da bomba Robert Bosch VE, o débito
de combustível pode estar fora de ajuste.

A bomba Lucas CAV DPA/DPS emprega uma combinação


codificada de pontos de conexão da mola para alterar o ajuste
do regulador. A conexão incorreta da mola do regulador pode
afetar o desempenho do motor.

Os ajustes e as alterações de potência são descritos nesta


seção.

Curso e Ajuste da Alavanca de Controle de


Combustível
A quantidade de combustível injetado, e conseqüentemente, a
velocidade e potência desenvolvidas pelo motor, é determinada
pela alavanca de controle de aceleração. Um curso restrito da
alavanca pode ser responsável pela baixa potência do motor.
Estabeleça como regra, quando estiver diagnosticando um
problema de falta de potência, sempre verificar em primeiro lugar
se a alavanca de aceleração está sendo acionada em toda sua
amplitude angular.

Parafuso de Ajuste da Bomba Injetora de


Combustível Stanadyne DB4
O parafuso de ajuste de marcha lenta da bomba injetora DB4 é
montado no conjunto da alavanca de controle. O parafuso de
ajuste pode ser usado para aumentar a marcha lenta para
compensar cargas acessórias. O parafuso de ajuste da marcha
lenta deve ser ajustado por pessoal de uma Concessionária de
Serviço Autorizado, onde será novamente lacrado.
NOTA: Nunca soltar o parafuso de ajuste da marcha lenta (redução
da marcha lenta) de uma bomba injetora equipada com regulador
de queda de velocidade; isto pode resultar no desengate da
alavanca da bucha-guia.
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Diagnóstico de Falhas (5-05) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-22 Série B

O parafuso de ajuste de marcha alta livre (A) é lacrado. O parafuso


de ajuste na bomba injetora DB4 é montado no conjunto da
alavanca de controle. O parafuso de ajuste de marcha alta livre
deve ser ajustado por pessoal de uma Concessionária de Serviço
Autorizado.

O parafuso(B) de ajuste de queda de velocidade está localizado


acima do cabeçote de distribuição. O sensor da bomba de
combustível do regulador pode ser ajustado para aumentar ou
diminuir a regulagem do regulador.

Parafusos de Ajuste da Bomba Injetora de


Combustível - Lucas CAV DPA/DPS
O parafuso de ajuste da marcha lenta atua como um batente
limitador da alavanca de aceleração na posição de baixa
velocidade. Este parafuso pode ser usado para ajustar e aumentar
a marcha lenta para assumir cargas de acessórios extras ou, se
necessário, reduzir a velocidade de marcha lenta. O parafuso de
marcha alta livre está lacrado e precisa ser ajustado por uma
oficina autorizada e ser novamente lacrado.

A - Parafuso de ajuste de marcha lenta

B - Parafuso de ajuste da marcha alta livre.

Parafusos de Ajuste da Bomba Injetora de


Combustível Robert Bosch VE
A - Parafuso de ajusta de marcha lenta
B - Parafuso de ajuste da marcha alta livre.
Em ambas as bombas, o parafuso batente de velocidade máxima
fornece um limite para a rotação máxima do motor sem carga.
Em ambos os casos este parafuso batente de velocidade máxima
é lacrado. O ajuste deste parafuso somente pode ser feito por
pessoal especializado dos postos de serviço autorizados, onde
será em seguida novamente lacrado.
O parafuso de ajuste da velocidade máxima pode ser usado para
despotenciar os motores.

Precaução: A alavanca de controle de aceleração da


bomba Robert Bosch VE é indexada ao eixo durante a
calibração. Se por algum motivo a alavanca tiver sido
removida do eixo e novamente instalada incorretamente,
ou seja, fora de indexação, a potência e a velocidade do
motor ficarão afetadas.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Diagnóstico de Falhas (5-05)
Série B Página 5-23

Alavancas Manuais de Corte do Combustível (Parada do Motor)

Ambas as bombas injetoras estão equipadas com uma alavanca


de corte manual do combustível para fins de parada do motor.
Estas alavancas estão carregadas sob pressão de mola que as
mantém automaticamente na posição de operação do motor
(“RUN”). Nem todas as aplicações fazem uso destas alavancas
de corte manual do combustível, sendo que nestes casos não
haverá cabos ou varões conectados às mesmas.

NOTA: A atuação parcial das alavancas de corte manual de


combustível afetará, em ambas as bombas o débito de
combustível aos injetores e a potência do motor.

A falta de potência ou a inabilidade de parar o motor com a


alavanca de corte manual de combustível pode, na maioria dos
casos, ser corrigida ajustando-se o comprimento do cabo ou do
varão de comando de forma a permitir a movimentação angular
da alavanca de “batente a batente”.

A falta de potência ou a inabilidade de parar o motor com a


alavanca de corte manual de combustível pode, na maioria dos
casos, ser corrigida ajustando-se o comprimento do cabo ou do
varão de comando de forma a permitir a movimentação angular
da alavanca de “batente a batente”.

Mecanismo de Avanço do Ponto de Início de Injeção


Uma pressão regulada de combustível produzida em ambas as
bombas injetoras por uma bomba de paletas é usada para avançar
o ponto do início da injeção à medida que a velocidade do motor
aumenta. Uma mola de retorno é usada em oposição à pressão
do combustível para retardar o início de injeção à medida que o
motor reduz sua velocidade. Se uma destas molas se romper, o
ponto do início de injeção se deslocará automaticamente para a
posição de avanço máximo, resultando em perda de torque,
pancadas de combustível (“batida de pinos”) e possívelmente
sobreaquecimento de todo motor.
Um ponto de início de injeção retardado (atrasado) resultará em
perda de torque, alto consumo de combustível e emissão de
fumaça branca ou preta pelo escapamento.
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Diagnóstico de Falhas (5-05) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-24 Série B

O mecanismo de avanço automático de injeção da Lucas CAV


DPA/DPS usa uma esfera de retenção no circuito, a qual, se
omitida durante a montagem, resultará em falta de atuação do
dispositivo de avanço. No caso de a bomba injetora ter sido
substituída ou do mecanismo de avanço ter sido removido para
corrigir um vazamento, a falta de avanço poderá ser resultante
da falta desta esfera.

Válvulas Elétricas de Corte de Combustível

As bombas injetoras estão equipadas com uma da válvula de


corte de combustível de comando elétrico. Estas válvulas
operadas por solenóide interrompem o suprimento de combustível
para o circuito de alta pressão e componentes de distribuição.

Na bomba Robert Bosch VE, esta válvula de corte de combustível


está localizada na parte superior traseira.

Na bomba Lucas CAV DPA/DPS a válvula de corte do combustível


está localizada na parte inferior traseira.

Ambos os solenóides estão disponíveis em 12 e 24 volts, com


operação ativada de abrir e fechar.

Na bomba Stanadyne DB4 o solenóide de corte de combustível


está localizado embaixo da capa do regulador.

Ambos os solenóides estão disponíveis em 12 e 24 volts, com


operação energizada para abrir e fechar.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Diagnóstico de Falhas (5-05)
Série B Página 5-25

Testar o solenóide de corte de combustível na bomba injetora


Stanadyne DB4, aplicando uma corrente elétrica nos terminais
até ouvir um “Click”. Se for emitido um “click” audível, o solenóide
está operando livremente.
Precaução: Não verificar o solenóide energizado para
operação com a tampa do regulador removida da bomba
injetora de combustível.
Usar os seguintes valores para verificar os solenóides energizado
para operação com um multímetro ou ohmmetro:
Solenóide Stanadyne DB4
Volts Volts para Energizar
(Mínimo)
12 8,8
24 17,6
Quando a válvula na bomba Lucas CAV DPA/DPS abre, ouve-se
um “Click”.

Usar os seguintes valores para verificar os solenóides com um


multímetro ou ohmmetro:

Valores das Válvulas Solenóide CAV


Volts Resistência em Ohms Volts para Energizar
(Mínimo)
12 9 @ 22 ºC [71,6 ºF] 9
24 36 @ 22 ºC [71,6 ºF] 18

A válvula Robert Bosch não emite um som audível quando atuada,


mas pode ser testada com um multímetro ou ohmmetro, para os
seguintes valores:

Robert Bosch Resistência Ampéres


Válvulas de Corte Ohms de Pico
12 volts 7,4 + 0.5 2
24 volts 29,5 + 2.5 1

Precaução: Nunca conectar o fio elétrico à válvula solenóide


se seu êmbolo tiver sido removido. Se energizada sem o
êmbolo, a válvula pode ser danificada.

Válvulas operando inadequadamente podem ser diagnosticadas


removendo-se o êmbolo e a mola e reinstalando-se o solenóide.
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Diagnóstico de Falhas (5-05) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-26 Série B

Precaução: Ao fazer este teste, usar a alavanca de corte


manual do combustível para parar o motor.

Se um motor "pega" com a válvula removida, isto será um indício


seguro que a válvula ou a fiação até a válvula não estão
funcionando adequadamente.

Este método de remover o êmbolo da válvula para fazer o motor


pegar pode ser usado para remover o equipamento para um posto
de serviço ou oficina.

Válvulas de Entrega (Válvulas de Vazão, nas Bombas LUCAS


CAV)

Há uma da válvula para cada tubo de alta pressão. A finalidade


desta da válvula é de controlar a pressão residual retida no tubo
de alta pressão entre os ciclos de injeção. A operação inadequada
de uma ou mais válvulas causará uma condição de desequilíbrio
na pressão residual entre os tubos de alta pressão, o que
resultará em operação áspera e falhada do motor ou, em certos
casos, em oscilação e surtos de corrente.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Stanadyne DB4 (Aplicação do Gerador) (5-06)
Série B Página 5-27

Stanadyne DB4 (Aplicação Gerador) (5-06)


Regulador de Queda de Velocidade - Ajuste
A regulagem do regulador de 3% a 5% pode ser obtida com o regulador de queda de velocidade. O controle preciso da
regulagem do regulador é feito aumentando-se ou diminuindo-se o comprimento efetivo da mola de controle do regulador.
Isto também aumenta ou diminui a taxa de controle da mola. A mola de controle do regulador é fixada em um parafuso de
ajuste e é conhecida como conjunto de vareta de ajuste. Girando-se o parafuso de ajuste no sentido horário, visto da
extremidade da bomba alimentadora, o comprimento da mola de controle diminui e esta torna-se menos sensível, aumentando
a regulagem do regulador. Girando-se o parafuso de ajuste no sentido anti-horário, o comprimento da mola e sua sensibilidade
aumentam diminuindo a regulagem.

O parafuso de ajuste de queda de velocidade externo, localizado na parte traseira da carcaça da bomba injetora controla a
sensibilidade do regulador. O parafuso de ajuste de queda varia a regulagem do regulador mudando a taxa de mola efetiva.
O ajuste afetará as posições de freqüência de carga total e sem carga e poderá requerer uma nova posição do parafuso de
parada de alta velocidade.

Os ajustes de queda de velocidade devem ser realizados enquanto o motor está operando. Antes de cada ajuste do parafuso
de queda, o motor deve ser desligado rapidamente para permitir que a mola do regulador seja descarregada e o mecanismo
de ajuste atingir sua posição final da mola. Apertando-se o parafuso encurta a mola de controle, tornando-a menos sensível
e aumenta a queda de velocidade. Desapertando-se o parafuso de ajuste, o efeito será oposto. A queda de velocidade é a
habilidade de a bomba injetora de combustível responder às mudanças de cargas do motor.

Ajustar o regulador como segue:

Ajuste da Queda de Velocidade


1. Operar o motor até que a temperatura normal seja alcançada (195 ºF).

Nota: Caso ocorra séria oscilação durante o período de aquecimento, gire o parafuso de ajuste de queda de velocidade
no sentido horário até que a oscilação pare.

2. Quando o motor atingir a temperatura de operação, posicionar o acelerador para obter a velocidade nominal e aplicar 100
porcento de carga. Ajustar a posição do acelerador conforme a necessidade para obter 100% de desempenho.

3. Remover a carga e verificar a não-carga especificada ou, no caso de um conjunto de geradores, anotar a freqüência. Se
a velocidade de não-carga estiver incorreta, soltar a tampa e ajustar o parafuso de queda de velocidade (sentido horário
para aumento da queda e anti-horário para diminuição da queda). Se ocorrer oscilação quando a carga for removida,
girar a tampa de ajuste no sentido horário para eliminar o surto. Apertar a tampa para prender o parafuso de ajuste.

Nota: Quando são feitos os ajustes de queda de velocidade, é necessário ajustar a posição do acelerador.

4. Verificar o desempenho de 100 porcento da carga e não-carga novamente, e fazer os ajustes necessários.
Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera (5-07) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-28 Série B

Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera (5-07)


O KSB estilo cera é usado nos motores automotivos da Série B anteriores a 1991 que usam a bomba de combustível Bosch
VE.

NOTA: O KSB de solenóide elétrico é usado nos modelos de 1991 mais recentes automotivos Série B que usam a Bomba
injetora Bosch VE. Consultar a página 5-08, Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Solenóide
Elétrico, para obter informações adicionais.

KSB Estilo Cera KSB estilo Solenóide Elétrico

Nota: O interruptor de temperatura está localizado Nota: O interruptor de temperatura está localizado na coletor
na jaqueta do refrigerante de admissão.

Necessidade de KSB nas Bombas VE 1998


Os requisitos de emissão para 1998 estabelecem a necessidade do uso de um sistema de avanço de sincronização de
partida a frio (KSB) para minimizar a emissão de fumaça branca.

Após a partida do motor, o KSB estilo cera avança a sincronização de ignição na marcha lenta durante o aquecimento. O
KSB não funciona depois que o motor alcança a temperatura do refrigerante em 160 ºF.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera (5-07)
Série B Página 5-29

Princípios de Avanço de Sincronização da Bomba VE (Sem KSB)


A pressão da carcaça da bomba atua sobre um pistão interno (1), Figura 1, para avanço parcial da sincronização de injeção
em marcha lenta e avanço total da sincronização quando a RPM do motor alcança aproximadamente 60% da velocidade
nominal. Conforme a pressão da bomba aumenta, o sincronismo avança.

A pressão da carcaça da bomba é controlada por uma válvula reguladora de pressão (2) (uma válvula deslizante carregada
por mola). A válvula é mostrada na posição aberta e fechada.

Quando a pressão da carcaça é baixa, a mola (3) força a válvula deslizante (4) para a posição fechada. Isto permite o
aumento da pressão na carcaça evitando a drenagem do combustível através da passagem de retorno (5).

O aumento da pressão da carcaça força a válvula deslizante (4) a comprimir a mola (3). Esta ação abre a passagem de
retorno (5) aliviando a pressão da carcaça.

A porta de alívio (6), localizada ao lado da mola da válvula deslizante, permite que o combustível que penetra na válvula
deslizante (4) seja drenado. A drenagem pela porta de alívio é necessária para impedir o bloqueio hidráulico na válvula válvula
deslizante, o que poderia tornar inoperante a válvula reguladora de pressão (2). Na verdade, é esta característica que é
usada em conjunto com o KSB para avançar a sincronização durante a operação do motor frio.

* Conjunto de Pistão Avançado


com Rotação de 90º para melhor visualização

Figura 1, Sincronização da Bomba VE regulada por abertura e fechamento da válvula reguladora de pressão.
Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera (5-07) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-30 Série B

Princípios de Avanço de Sincronização da Bomba VE (com KSB Estilo Cera Instalado)

O KSB introduz uma nova linha de combustível (1), Figura 2, a qual direciona o combustível da porta de alívio (2) da válvula
reguladora de pressão (3) para uma da válvula de abertura de pressão (4), desviando da passagem normal de retorno (6),
Figura 1.

A válvula de retenção de pressão (4), Figura 2, permanece fechada quando o motor está frio. Quando é dada a partida no
motor, a válvula reguladora de pressão (3) tenta regular a pressão do combustível como se encontrava antes (sem o KSB),
mas o combustível procedente da porta de alívio (2) encontra agora um “fim da linha” na válvula de retenção de pressão
fechada (4). Esta ação bloqueia (fecha) hidraulicamente a válvula deslizante reguladora de pressão (4), Figura 1.

A pressão da carcaça (5), Figura 2, não é regulada porque a válvula reguladora de pressão (3) está inoperante e, por isso, a
pressão continua a aumentar. Esta ação avança totalmente a sincronização. A sincronização permanece totalmente avançada
enquanto a válvula de retenção de pressão (4) estiver fechada.

A válvula de retenção de pressão (4), Figura 3, é aberta pela expansão de uma esfera de cera interna (6). Quando esfera de
cera expande, ela faz com que o pino (7) se dilate e abra a válvula de retenção de pressão (4). A esfera de cera é expandida
por um elemento de resistência quente. Este elemento é ligado à válvula de solenóide de corte (8) e recebe corrente quando
um interruptor térmico (9) no bloco do motor é fechado. Este interruptor atua a 160 ºF.

O combustível procedente da porta de alívio da válvula reguladora de pressão tem agora um trajeto de dreno (10) através da
válvula de retenção de pressão (4) (que está aberta) para um dreno alternativo. A válvula reguladora de pressão assume a
operação normal e a sincronização de injeção é regulada de acordo.

Figura 2, Operação com motor frio (válvula de retenção de Figura 3, Operação com motor quente (válvula de retenção
pressão fecha, não há regulagem de pressão, sincronização de pressão abre, a válvula reguladora de pressão regula a
avançada). pressão, sincronização normal).
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera (5-07)
Série B Página 5-31

Hardware do KSB - Definição

Atualmente, existem duas versões de KSB's estilo cera para montagem em bombas fornecidas no sistema Cummins e uma
versão montada remotamente. A opção de montagem remota é necessária em aplicações onde o KSB montado na bomba
causa interferência (com o compressor de ar, etc.).

KSB's Montados em Bombas

Os primeiros KSB's montados em bombas têm um desenho diferente usando duas linhas de controle. A versão de duas
linhas foi superada em meados de 1988 por uma versão de uma linha de controle que é a atual usada para produção e
serviço.

KSB de Duas Linhas de Controle KSB com Uma Linha de Controle

1. KSB (uma linha de controle)

2. Fiação
PN 3918364 (4B)
PN 3918431 (6B)

3. Interruptor de Temperatura (160 ºF)


PN 3915945

KSB Estilo Cera Montado na Bomba


Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera (5-07) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-32 Série B

KSB de Montagem Remota


O KSB de montagem remota é usado nos motores automotivos
da Série B que possuem com um compressor de ar.

Precaução: A maioria da bombas tem um calço entre o


KSB e o pistão de sincronização. Este calço pode ser
remontado entre a tampa da carcaça e o pistão de
sincronização. Se o calço for inserido no KSB e instalado
com o equipamento de montagem remota, ele irá bloquear
o curso de drenagem da válvula reguladora e danificar a
bomba. Este dano é geralmente indicado por um
vazamento de combustível.

O motor de 4 cilindros usando a montagem remota requer que o


interruptor de temperatura seja instalado no cabeçote dos
cilindros, como mostra o desenho ao lado.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera (5-07)
Série B Página 5-33

Diagnóstico de Falhas do KSB Estilo Cera

27 mm

Remover a interruptor de temperatura.

Precaução: Os interruptores não são intercambiáveis.


Fumaça branca aparecerá se for usado o interruptor de
temperatura errado.
Notas:
1) O KSB estilo cera (usado nos motores anteriores a 1991)
utiliza um interruptor de temperatura de refrigerante
normalmente aberto de 160 ºF [71 ºC], PN 3915945.

2) O KSB de solenóide elétrico (usado nos modelos de 1991


e mais recentes) utiliza um interruptor de temperatura de
coletor de admissão normalmente fechado de 90 ºF [32 ºC],
PN 3921642.

A operação do interruptor de temperatura para o KSB estilo cera


pode ser verificada conectando-se um ohmmetro ao interruptor,
colocando-se o interruptor na água e aquecendo a 160 ºF
[71 ºC].

Conectar o ohmmetro nos dois pinos do lado esquerdo, visto


com a espiga de plástico para cima.

Verificar a temperatura da água com um termômetro.

O ohmmetro deverá indicar um circuito aberto abaixo de 160 ºF


[71 ºC] e um circuito fechado acima de 160 ºF [71 ºC].

Substituir o interruptor, se necessário.


Fiação do KSB - Inspeção (5-08) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-34 Série B

Elemento do KSB do Motor Encerado


22 mm

Soltar e remover o elemento elétrico KSB da carcaça do KSB

Aplicar 12 volts ao terminal elétrico e fazer aterramento na parte


sextavada do elemento. Observar se existem movimentos de
extensão do êmbolo. Se o êmbolo não se mover em
aproximadamente um minuto, verificar certificando-se de que o
elemento foi corretamente conectado ao solo. Se todas as
conexões estiverem corretas e o êmbolo não se mover, o elemento
esta com defeito e precisa ser substituído.

NOTA: A quantidade de movimento do êmbolo terá variação


dependendo da temperatura do ambiente.

22 mm

Instalar o elemento original ou o substituto na carcaça do KSB.

Valor de Torque: 22 N•m [16 lb-pé]

Fiação do KSB - Inspeção (5-08)


A fiação usada no KSB estilo cera pode ser inspecionada usando-
se um ohmmetro.

NOTA: O pino “C” do conector "metro-pack" é vazio na fiação do


KSB estilo cera.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Fiação do KSB - Inspeção (5-08)
Série B Página 5-35

Usar um ohmmetro para fazer uma verificação de continuidade


entre a entrada ‘A’ do conector "metro-pack" e o conector fêmea
no conector do solenóide de corte da bomba de combustível.

Consertar o fio se estiver com circuito aberto.

Resistência em Ohms - Menor que 10.

Usar um ohmmetro para fazer uma verificação de continuidade


entre a entrada ‘B’ do conector "metro-pack" e o conector fêmea
no conector do KSB estilo cera.

Consertar o fio se estiver com circuito aberto.

Resistência em Ohms - Menor que 10.


Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Solenóide Elétrico(5-09) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-36 Série B

Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Solenóide Elétrico (5-09)
O KSB de solenóide elétrico é usado nos motores automotivos da Série B modelo 1991 e atuais com a bomba de combustível
Bosch VE.

NOTA: O KSB estilo cera é usado nos motores automotivos anteriores a 1991 com a bomba de combustível Bosch
VE. Consultar a Seção (5-07), Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio - Estilo Cera, para
obter informações adicionais.

KSB Estilo Cera KSB de Solenóide Elétrico

Nota: o interruptor de temperatura está localizado Nota: o interruptor de temperatura está localizado no coletor
na jaqueta do refrigerante. de admissão.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09)
Série B Página 5-37

Princípios de Avanço de Sincronização - Bomba VE (Sem KSB)


A pressão da carcaça da bomba atua sobre um pistão interno (1), Figura 1, para avanço parcial da sincronização da injeção
de marcha lenta e avanço total da sincronização quando a RPM do motor alcança aproximadamente 60% da velocidade
nominal. Conforme a pressão da bomba aumenta, o sincronismo avança.

A pressão da carcaça da bomba é controlada por uma válvula reguladora de pressão (2) (uma válvula deslizante carregada
por mola). A válvula é mostrada aberta e fechada.

Quando a pressão da carcaça é baixa, a mola (3) força a válvula deslizante (4) para a posição fechada. Isto permite o
aumento da pressão na carcaça evitando a drenagem do combustível através da passagem de retorno (5).

O aumento da pressão da carcaça força a válvula deslizante (4) a comprimir a mola (3). Esta ação abre a passagem de
retorno (5) aliviando a pressão da carcaça.

A porta de alívio (6), localizada ao lado da mola da válvula deslizante, permite que o combustível que penetra na gaveta (4)
seja drenado. A drenagem pela porta de alívio é necessária para impedir o bloqueio hidráulico na válvula deslizante, o que
pode tornar inoperante a válvula reguladora de pressão (2). Na verdade, é esta característica que é usada em conjunto com
o KSB para avançar a sincronização durante a operação do motor frio.

Figura 1 - Sincronização da Bomba VE regulada por abertura e fechamento da válvula


reguladora de pressão.
Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-38 Série B

Princípios de Avanço de Sincronização - Bomba VE (Com o KSB de Solenóide Elétrico Instalado)

O KSB introduz uma nova linha de combustível (1), Figura 2, que direciona o combustível da porta de alívio (2) da válvula
reguladora de pressão (3) para o solenóide elétrico (4), desviando da passagem normal de retorno (6), Figura 1.

Com a chave interruptora ligada, a corrente flui da linha da chave interruptora para a chave do coletor de admissão 90 ºF
normalmente fechada e para o solenóide elétrico do KSB de 12 V (veja a Figura 2). Quando é dada a partida no motor, a
válvula reguladora de pressão (3) tenta regular a pressão do combustível como se encontrava antes (sem KSB), mas o
combustível da porta de alívio (2) agora encontra um “fim da linha” no êmbolo do solenóide do KSB (6), Figura 3. Com a chave
interruptora ligada, o êmbolo move-se para fora e fecha o trajeto de fluxo do combustível (8), Figura 3. Esta ação bloqueia
(fecha) hidraulicamente a válvula deslizante reguladora da pressão (4), Figura 1.

A pressão da carcaça (5), Figura 2, não é regulada porque a válvula reguladora de pressão (3) é inoperante e assim a pressão
continua a aumentar. Esta ação avança totalmente a sincronização. A sincronização permanece totalmente avançada até
que o êmbolo (6), Figura 3, é aberto permitindo a drenagem do combustível através do trajeto de fluxo de dreno de combustível
(8), Figura 3.

Quando a temperatura do coletor de admissão alcança 90 ºF, o interruptor de temperatura de 90 ºF normalmente fechado,
abre e nenhuma voltagem é aplicada ao solenóide do KSB (10). Sem voltagem aplicada ao solenóide do KSB (13), a pressão
do combustível supera a força do êmbolo e empurra o êmbolo de volta para abrir o trajeto do fluxo de drenagem de combustível
(8).

O combustível da porta de alívio da válvula reguladora de pressão agora tem um trajeto de drenagem (8), Figura 4, que passa
pelo êmbolo do solenóide do KSB (6) Figura 4, (o qual está aberto) para o dreno. A válvula reguladora de pressão retoma à
operação normal e a sincronização de injeção é regulada de acordo.

O KSB de solenóide elétrico é também equipado com a válvula de alívio de pressão (7), Figura 3. Se o motor está funcionando
em alta velocidade com o êmbolo do solenóide do KSB na posição fechada (6), Figura 3, a pressão da carcaça pode
aumentar o suficiente para romper a carcaça da bomba de combustível. Entretanto, a válvula de alívio de pressão (7), Figura
3, será ejetada antes de isto ocorrer. A uma pressão de 4 pressões atmosféricas [60 psi], a válvula de alívio de pressão (7),
Figura 3, abre e permite a drenagem do combustível através de trajeto de fluxo alternativo (9), Figura 3.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09)
Série B Página 5-39

Princípios de Avanço de Sincronização da Bomba VE (Com KSB de Solenóide Elétrico Instalado)

Figura 2 - Bomba de Combustível Bosch VE com KSB de Solenóide Elétrico

Figura 3 - Operação do motor frio (menos de Figura 4 - Operação no motor aquecido (mais de 90 ºF
90 ºF no Interruptor de Temperatura no Coletor de no Interruptor de Temperatura no Coletor de Admissão),
Admissão), Sincronização Avançada Sincronização Retardada
Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-40 Série B

Dois tipos de válvulas de KSB de solenóides elétricos estão


disponíveis.

O primeiro tipo é o KSB montado na bomba, como mostrado ao


lado.

O segundo tipo é o KSB de montagem remota, como mostrado


ao lado.

O KSB de montagem remota é usado nos motores automotivos


da Série B, com compressor de ar.

Precaução: A maioria da bombas tem um calço entre o


KSB e o pistão de sincronização. Este calço deve ser
remontado entre a tampa e o pistão de sincronização. Se
o calço é inserido no KSB e instalado com o equipamento
de montagem remota, ele irá bloquear a válvula reguladora
do curso de drenagem e danificar a bomba. Este dano é
geralmente indicado por um vazamento de combustível.

Ambos os motores de 4 e 6 cilindros têm o interruptor de


temperatura montado no coletor de admissão como mostrado
ao lado.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09)
Série B Página 5-41

KSB de Solenóide Elétrico - Diagnóstico de


Falhas
27 mm

Remover o interruptor de temperatura do coletor de admissão.

Precaução: Os interruptores não são intercambiáveis.


Fumaça branca aparecerá se o interruptor errado for usado.

Verificar o número da peça certificando-se de usar o interruptor


de temperatura correto.

NOTA: O KSB de solenóide elétrico (usado nos modelos de 1991


e mais recentes) utiliza um interruptor de temperatura no coletor
de admissão de 90 ºF [32 ºC] normalmente fechado, PN 3921642.

Embora o KSB de solenóide elétrico utilize um interruptor de


temperatura no coletor de admissão, a operação do interruptor
poderá ser verificada conectando-se um ohmmetro ao interruptor,
colocando-se o interruptor em água gelada e então aquecendo-a
a 90 ºF [32 ºC].

Conectar o ohmmetro aos dois pinos externos do interruptor de


temperatura.

Verificar a temperatura da água com um termômetro.

O ohmmetro deverá indicar um circuito fechado abaixo de 90 ºF


[32 ºC] e um circuito aberto acima de 90 ºF [32 ºC].

Substituir o interruptor, se necessário.


Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-42 Série B

Solenóide Elétrico do KSB - Inspeção


24 mm

Remover o solenóide elétrico do KSB de sua carcaça.

Aplicar 12 volts no terminal elétrico e fazer um aterramento na


parte sextavada do elemento. A bobina magnética do solenóide
deve empurrar o êmbolo para fora.

Se o êmbolo não sair quando a voltagem for aplicada, o solenóide


está com defeito e deve ser substituído.

24 mm

Instalar o solenóide original ou o substituto na carcaça do KSB.

Valor de Torque: 22 N•m [16 lb-pé]

17 mm

Remover a válvula de alívio de pressão.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09)
Série B Página 5-43

Limpar totalmente a válvula de alívio de pressão com solução de


limpeza.

Usar uma chave de fenda bem pequena para verificar que a esfera
de alçamento não está presa.

NOTA: Uma da válvula de alívio de pressão presa ou não


funcionando satisfatoriamente resultará em fumaça branca ou
ruptura da carcaça da bomba de combustível.

Substituir o conjunto da válvula de alívio de pressão, se


necessário.

17 mm

Instalar a válvula de alívio de pressão original ou a substituta


dentro da carcaça do KSB.

Valor de Torque: 13 N•m [10 lb-pé]

Fiação do KSB - Inspeção


Motores com CPL 1579 não têm um resistor na fiação.
Sistema de Avanço de Sincronização (KSB) de Partida a Frio Estilo Solenóide Elétrico (5-09) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-44 Série B

Motores com CPL 1351 devem ser ligados por fios com o resis-
tor no chicote.

A fiação usada no KSB de solenóide elétrico pode ser


inspecionada usando-se um ohmmetro.

NOTA: O pino “B” do conector "metro-pack" é vazio na fiação do


KSB de solenóide elétrico.

O chicote do KSB de solenóide elétrico contém um resistor de 3


ohms na fiação entre a entrada “C” do conector "metro-pack" e o
conector do KSB de solenóide elétrico.

O resistor de 3 ohms é montado num suporte usado como


dissipador de calor absorvendo o calor gerado pelo resistor.

Usar um voltímetro ou ohmmetro para fazer uma verificação de


continuidade entre a entrada “C “do conector "metro-pack" e o
conector do KSB de solenóide elétrico.

Reparar a fiação se houver um circuito aberto.

(Especificação = menos de 10 ohms)


Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível (Tipo Em Linha) - Diagnóstico de Falhas (5-10)
Série B Página 5-45

Usar um voltímetro ou ohmmetro para fazer uma verificação de


continuidade entre a entrada “A” do conector "metro-pack" e do
conector do
solenóide da bomba de corte de combustível.

Reparar a fiação se houver um circuito aberto.

(Especificação = menos que 10 ohms)

Bomba Injetora de Combustível (Tipo


Em Linha) - Diagnóstico de Falhas (5-10)
Construídos a partir de 1991, os motores da Série B usavam a
bomba injetora de combustível em linha Bosch P7100 para
aplicações automotivas de alta potência. Em 1994, todos os
motores automotivos da Série 6B passaram a usar a bomba
injetora de combustível em linha Bosch P-7100.

Os motores da Série B também usam a bomba Nippondenso


EP-9 com regulador RSV em aplicações marítimas com potências
de 250 e 300 HP.

Consultar o Manual de Operação e Manutenção dos Motores


Marítimos Série B, Boletim PN 3810466, para obter informações
adicionais.

A bomba injetora de combustível desenvolve três funções


básicas de:

1. Produzir a alta pressão do combustível requerida para a injeção.

2. Calcular a quantidade exata de combustível para cada ciclo


de injeção.

3. Enviar a alta pressão calculada de combustível para cada


cilindro em tempo preciso.
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Em Linha) - Diagnóstico de Falhas (5-10) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-46 Série B

São usados êmbolos individuais nas bombas para desenvolver e


distribuir a alta pressão requerida para a injeção.

Um êmbolo gasto ou danificado na bomba afetará somente um


cilindro.

Falhas do Regulador

O equilíbrio entre o contra-peso do regulador e a posição da


alavanca de aceleração controla a dosagem da quantidade do
combustível a ser injetado.

O desempenho e o ajuste do regulador da bomba injetora podem


afetar a potência do motor. São necessários equipamentos
especiais e pessoal qualificado para verificar o desempenho do
regulador. Se os lacres estiverem rompidos na parte externa do
parafuso de ajuste, a taxa de combustível poderá estar fora de
ajuste.

Controle de Ar/Combustível (AFC) - Falhas

Os reguladores RQVK estão equipados com um dispositivo de


controle de ar/combustível (AFC) para ajudar a controlar as
emissões. O AFC regula a mistura de combustível e ar através
da sensorização da pressão do ar no coletor de admissão. Uma
falha do AFC pode causar baixa potência ou excesso de emissão
de fumaça pelo escapamento. Vazamentos nas conexões ou
uma restrição no tubo do coletor de admissão para o AFC também
podem causar baixa potência.

Curso e Ajuste da Alavanca de Controle de Combustível

A quantidade de combustível injetado e, conseqüentemente a


velocidade e potência do motor, são controladas pela posição da
alavanca de controle de combustível. Uma alavanca com curso
restrito pode causar baixa potência. Verificar sempre se a alavanca
de controle opera ao longo de seu curso total quando diagnosticar
um problema de baixa potência.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Solenóide de Corte (Bomba Injetora Tipo Em Linha) - Diagnóstico de Falhas (5-11)
Série B Página 5-47

Parafuso de Ajuste da Marcha Lenta da Bomba Injetora de


Combustível
O parafuso de ajuste da marcha lenta fornece uma limitação do
curso da alavanca em baixa velocidade. O parafuso de ajuste
pode ser usado para aumentar a marcha lenta visando compensar
a carga imposta por acessórios ou, se necessário, diminuir a
marcha lenta.
O parafuso batente de ajuste da marcha alta livre é ajustado na
fábrica e somente pode ser ajustado em um posto de serviço
autorizado.
A - Parafuso da marcha lenta
B - Parafuso batente da marcha alta livre

Solenóide de Corte de Combustível


(Bomba Injetora Tipo Em Linha) -
Diagnóstico de Falhas (5-11)
Os motores que usam a bomba injetora de combustível Bosch
P7100 com o regulador RQVK são equipados com um solenóide
de corte de combustível de partida sincronizada (synchro-start),
atuando na alavanca de corte de combustível. Os solenóides
estão disponíveis para sistemas de 12 volts CC e 24 volts CC.

NOTA: Consultar o Procedimento (5-31), Solenóide de Corte de


Combustível Bosch P7100 - Ajuste/Substituição, para obter
instruções sobre substituição e ajuste do solenóide synchro-start.

O solenóide synchro-start tem um conector "metro-pack"com


três fios.

Cor Descrição Entrada no Conector


Preto Fio-Terra “C”
Branco "Pull-in" “B”
Vermelho "Hold-in" “A”

Fiação - Orientação:
Consultar o quadro abaixo para obter a bitola e comprimento
corretos de fio para o fio branco, que se conecta à fiação do
solenóide.
Comprimento do Fio
1372 mm 2134 mm 3353 mm pés
Bitola 14 12 10

NOTA: É necessário um fio de bitola 14 para o fio vermelho, que


se conecta ao terminal “Run” na chave de ignição.
NOTA: O fio preto (fio-terra) deve ter o mesmo tamanho do fio
branco.
Linhas de Combustível de Alta Pressão (5-12) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-48 Série B

Resistência do Solenóide - Verificação


O solenóide synchro-start pode ser verificado usando-se um
voltímetro/ohmmetro. Desconectar a fiação do chicote e verificar
a resistência do solenóide.
Resistência
Voltagem do Min Ohms
Solenóide "Pull-in" "Hold-in"
12 0,22 11,1
24 0,82 41,3

Voltagem do Solenóide - Verificação


Se o solenóide synchro-start estiver em boas condições, o
problema estárá no circuito da fiação do solenóide.
Para realizar a verificação da voltagem do solenóide, conectar a
fiação do conector "metro-pack" e aplicar voltagem ao solenóide
com a chave de ignição, como segue:
1. Com a chave na posição “run” verificar a voltagem de ‘hold-in’.
2. Com a alavanca de corte na posição de corte, mover a chave
para a posição ‘partida’ e verificar a voltagem de ‘pull-in’.

Voltagem Voltagem Mínima


da Bateria "Pull-in" "Hold-in"
12 6,5 4,0
24 13,0 8,0

Linhas de Combustível de Alta Pressão


(5-12)
Precaução: As linhas de alta pressão devem ser fixadas e
direcionadas com segurança, tendo o cuidado para que
as mesmas não encostem uma nas outras ou em outros
componentes.
As linhas de alta pressão foram projetadas e fabricadas para
enviar combustível na pressão de injeção para os injetores. Os
pulsos de alta pressão podem causar uma expansão e contração
das linhas durante o ciclo de injeção.
A ilustração mostra as linhas de alta pressão de combustível
para a bomba injetora tipo distribuidora.

A ilustração mostra as linhas de alta pressão de combustível


para a bomba injetora em linha Bosch P7100.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Linhas de Combustível de Alta Pressão (5-12)
Série B Página 5-49

Não soldar ou substituir as linhas; usar somente a peça


especificada para o motor.

O comprimento, o diâmetro interno e o grau de rigidez destes


tubos são fatores críticos para assegurar uma operação suave
do motor. Todos os tubos trazem uma pequena etiqueta metálica
presa aos mesmos, onde consta o seu número de peça, o que
possibilita determinar o modelo do motor ao qual pertencem e a
sua posição.

Precaução: A pressão do combustível na linha é suficiente


para penetrar na pele causando sérios danos corporais.

Para verificar a existência de vazamentos ou trincas, sempre


usar um pedaço de papelão. Com o motor em funcionamento,
mover o pedaço de papelão sobre os tubos, especialmente nos
arredores das porcas, e verificar se há borrifos de combustível
sobre o papelão. Vazamentos de combustível nos tubos de alta
pressão, mesmo quando quase imperceptíveis, podem determinar
a queda de desempenho do motor.

É normal que certas quantidades de ar fiquem retidas nos tubos


de alta pressão após terem sido substituídos os injetores, os
tubos ou a própria bomba injetora. O ar retido nestes tubos tornará
muitas vezes impossível a partida do motor ou fará com que o
motor tenha um funcionamento áspero e produza pancadas de
combustão (batidas de pino).

Sangrar o ar da linha de alta pressão soltando a porca de conexão


com o injetor. Sangrar uma linha de cada vez até que o motor
funcione suavemente.

Se o ar não puder ser removido, verificar se existem entradas de


ar na bomba e nas linhas de suprimento.
Injetores (5-13) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-50 Série B

Injetores (5-13)
Nº da Peça Precaução: Usar somente os injetores corretos,
especificados para cada modelo de motor.

Todos os motores usam injetores do tipo fechado e com bico


pulverizador do tipo multi-furos. Entretanto, os injetores diferem
internamente e possuem números de peças diferentes para cada
modelo de motor. Os últimos 4 dígitos do número de peça
Cummins são usados para identificar os injetores.

Durante o ciclo de injeção, a pressão do combustível debitado


pela bomba injetora aumenta até alcançar a pressão operacional
(POP), pressão esta que força a válvula-agulha do injetor para
cima, fora do seu assento. O combustível é então injetado e
finamente pulverizado para o cilindro. Uma mola, cuja tensão é
ajustada por meio de calços, força a válvula-agulha novamente
para baixo, contra seu assento, assim que a pressão do
combustível cai abaixo da pressão de abertura (POP), mantendo
assim o injetor isolado do sistema até a próxima injeção.

A falha da válvula-agulha em alçar e fechar no tempo correto, ou


se a válvula-agulha permanecer engripada fora do seu assento,
poderá causar falhas na operação do motor, batidas de
combustão, emissão de fumaça preta pelo escapamento,
consumo excessivo de combustível e falta de desempenho.

Para determinar qual é o cilindro que está falhando, operar o


motor e soltar a porca de um dos tubos e prestar atenção se
houve alguma alteração na operação e na velocidade do motor.

Uma queda na velocidade do motor indica que este injetor está


operando normalmente.

Verificar um cilindro de cada vez até localizar o injetor defeituoso.


Certificar-se de apertar as porcas das linhas de combustível an-
tes de seguir para o próximo injetor.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Galeria de Dreno do Combustível (5-14)
Série B Página 5-51

Remover o injetor defeituoso para teste ou substituição.

Se o motor continuar a falhar após a substituição do injetor,


verificar se existem vazamentos na linha de alta pressão. Verificar
também se existe alguma válvula que permite que o combustível
drenado volte para a bomba injetora.

O acúmulo de carvão nos orifícios do bico pulverizador pode causar


baixa potência do motor. Remover os injetores e verificar o padrão
de pulverização ou substitui-los.

Galeria de Dreno do Combustível (5-14)


O sistema de combustível é projetado para usar combustível para
arrefecer e lubrificar a bomba injetora e os injetores. O combustível
é continuamente ventilado a partir da bomba injetora e uma
pequena quantidade de combustível vaza pelo injetor da válvula-
agulha durante a injeção. Este combustível retorna ao tanque de
abastecimento por uma galeria de dreno de combustível.

No caso da bomba Lucas CAV DPA/DPS, uma restrição na


galeria de dreno do combustível pode afetar os controles de
dosagem de combustível na bomba e a operação dos injetores.
Uma restrição na galeria de dreno do combustível faz com que a
pressão interna do combustível no corpo da bomba injetora
aumente e interrompa a injeção.

Se o motor for ligado novamente depois de um período de espera


após uma parada inexplicável, verificar se há alguma restrição
na galeria de dreno ou nas linhas de retorno do combustível.

NOTA: Uma restrição pode também determinar o aumento de


temperatura do combustível e subseqüente redução da potência
do motor.
Sangria/desaeração dos Sistemas de Combustível (5-15) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-52 Série B

Sangria/Desaeração dos Sistemas de


Combustível (5-15)
Um sistema de desaeração é incorporado à bomba injetora
através da galeria de dreno de combustível. Pequenas
quantidades de ar que penetram no sistema quando se troca o
filtro de combustível ou uma linha de suprimento da bomba serão
automaticamente expulsas do sistema, se a troca for feita
segundo as instruções.

Entretanto, será necessário realizar a Sangria Manual quando:

• O filtro de combustível não é completado antes da


instalação.

• A bomba injetora é substituída.


• As conexões das linhas de alta pressão são
afrouxadas ou as linhas são substituídas.

• Primeira partida do motor após reforma ou partida do


motor após longo período de inatividade.

Linhas de Baixa Pressão e Filtro de Combustível


Sangria/Desaeração

10 mm

Abrir o parafuso de sangria.

Acionar a alavanca manual até que o combustível que sai das


conexões esteja totalmente livre de bolhas de ar.

Apertar o parafuso de sangria.

Valor de Torque: 9 N•m [7 lb-pé]


Seção 5 - Sistemas de Combustível Sangria/desaeração dos Sistemas de Combustível (5-15)
Série B Página 5-53

Bomba Injetora - Sangria (Desaeração)

Ar/Combustível podem ser desaerados dos locais mostrados nos


desenhos ao lado, nas bombas injetoras Nippondenso EP-9 e
Lucas CAV. A bomba injetora de combustível Lucas CAV
necessita que a válvula solenóide de combustível seja energizada
antes da desaeração.

Soltar o parafuso de sangria e operar a alavanca de escorva na


bomba de transferência de combustível até que a bomba injetora
de combustível esteja escorvada. Apertar o parafuso de sangria.

Precaução: É preciso colocar a chave de partida na posição


“ON” (ligada). Visto que o motor pode “pegar”, tomar todas
as precauções de segurança. Seguir os procedimentos
normais de partida do motor.

Precaução: Ao acionar o motor de partida para sangrar o


sistema, não o faça por período superior a 30 segundos de
uma só vez. Espere pelo menos 2 minutos entre cada
tentativa.

É possível também sangrar o ar através da linha da galeria de


dreno de combustível acionado-se o motor de partida.

Linhas (Tubos) de Alta Pressão - Purga do Ar (Desaeração)

17 mm, 19 mm

Precaução: A pressão do combustível dentro dos tubos é


suficiente para penetrar a pele, podendo causar sérios
danos corporais.

Soltar a porca de conexão com o injetor, girar o motor e permitir


que todo o ar seja expulso do tubo. Reapertar a porca.

Precaução: Não purgar o sistema de combustível em um


motor ainda quente, pois algum combustível poderá
derramar sobre o coletor de escapamento superaquecido
e representar um risco de fogo.

Dar a partida ao motor e purgar todos os tubos de alta pressão,


um de cada vez, até que o motor esteja operando suavemente e
regularmente.
Filtro de Combustível - Substituição (5-16) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-54 Série B

Filtro de Combustível - Substituição (5-16)


Cinta para filtro de 80 a 95 mm

Remover o conjunto separador de água/filtro de combustível.

Cinta para filtro de 80 a 95 mm

Caso sejam usados, remover os dois elementos do adaptador


duplo de filtros.

Chave de fenda de lâmina de 24 mm

No caso de ter sido localizado um vazamento, remover o


adaptador de filtros duplos e substituir o anel “O” de vedação.

Valor de Torque: 32 N•m [24 lb-pé]

Encher o(s) filtro(s) novo(s) com combustível limpo.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Linhas de Combustível de Baixa Pressão - Substituição - Bombas Distribuidoras (5-17)
Série B Página 5-55

Lubrificar o anel de vedação do elemento com óleo de motor


limpo.

Precaução: Aperto mecânico poderá danificar as roscas, o


selo do elemento ou a caneca do filtro.

Instalar o filtro conforme as especificações do fabricante.

Os modelos 1991 e os motores automotivos da Série B mais


recentes estão equipados com a bomba injetora de combustível
em linha Bosch P7100 e têm um filtro de combustível montado
na traseira do coletor de admissão, como mostra a figura.

Linha de Combustível de Baixa Pressão -


Substituição - Bombas Distribuidoras (5-17)
14 mm e 17 mm

Remover a linha da bomba de transferência de combustível e o


cabeçote do filtro de combustível.
Linhas de Combustível de Baixa Pressão - Bomba Injetora de Combustível Bosch P7100 (5-18) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-56 Série B

Quando substituir as linhas de combustível, substituir as


arruelas de vedação (1) dos conectores tipo “banjo” sempre
que forem removidas.

Instalar a linha de combustível e apertar firmemente as porcas e


conexões.

10 mm

Purgar o ar da linha, afrouxando o parafuso “banjo” no bujão de


purga.

10 mm

Operar a alavanca manual da bomba alimentadora até que o


combustível fluindo pela conexão do bujão de purga esteja isento
de ar.

Apertar o parafuso de sangria.

Linhas de Combustível de Baixa Pressão


Substituição da Bomba Bosch P7100 (5-18)
14mm, 20 mm

Remover a linha de combustível da bomba de transferência de


combustível estilo pistão.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Linhas de Combustível de Baixa Pressão - Bomba Injetora de Combustível Bosch P7100 (5-18)
Série B Página 5-57

12 mm

Remover a linha da galeria de dreno de combustível no


cabeçote do filtro.

17 mm

Remover a linha de combustível do cabeçote do filtro.

17 mm, 12 mm, 14 mm, 20 mm

Quando reinstalar as linhas de combustível, sempre


substituir as arruelas de vedação (1) dos conectores tipo
“banjo” sempre que forem removidas.

Instalar a linha de combustível na ordem inversa à da remoção.

10 mm, 17 mm

Purgar a linha de combustível abrindo o parafuso banjo de


sangria.
Linha de Suprimento da Bomba Injetora de Combustível - Bomba Tipo Distribuidora (5-19) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-58 Série B

10 mm, 17 mm

Operar manualmente o botão de escorva da bomba de


transferência de combustível até que o combustível fluindo das
conexões esteja livre de ar.

Apertar o parafuso de sangria.

Linha de Suprimento da Bomba Injetora de


Combustível - Tipo Distribuidora (5-19) -
Substituição
17 mm

Remover as conexões banjo e o parafuso de sangria e completar


os passos abaixo.

14 mm e 17 mm

Remover a linha de combustível da conexão da bomba injetora


de combustível Bosch.

NOTA: Para evitar soltar as conexões de admissão da bomba


injetora de combustível, usar duas chaves quando remover a linha
de suprimento de combustível.

14 mm, 16 mm, 19 mm e 24 mm.

Remover o conjunto da linha de suprimento de combustível das


duas conexões da bomba injetora de combustível Lucas CAV.

NOTA: Substituir os selos das conexões se a linha estiver


desmontada.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Linha de Suprimento da Bomba Injetora de Combustível Bosch P7100 - Substituição (5-20)
Série B Página 5-59

17 mm

Instalar a linha de suprimento de combustível na ordem inversa à


da remoção. Apertar a linha de combustível com segurança nas
conexões da bomba injetora de combustível.

Valor de Torque do Parafuso da Conexão Banjo:


32 N•m 24 [lb-pé]

Operar a alavanca manual da bomba alimentadora de 10 a 20


vezes para encher as linhas de suprimento.

Linha de Suprimento da Bomba Injetora de


Combustível Bosch P7100 - Substituição
(5-20)
17 mm

Remover o parafuso banjo e as arruelas de vedação do cabeçote


do filtro.

19 mm

Remover o parafuso banjo e as arruelas de vedação de cobre na


entrada da bomba injetora de combustível.
Bomba de Transferência de Combustível Estilo Diafragma - Substituição (5-21) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-60 Série B

17 mm, 19 mm

Instalar na ordem inversa à da remoção.

Bomba de Transferência de Combustível


Estilo Diafragma - Substituição (5-21)
Passo Preparatório:

• Desconectar as linhas de baixa pressão de combustível.

10 mm

Remover a bomba de transferência de combustível e completar


os seguintes passos:

Limpar a superfície de montagem no bloco de cilindros.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba de Transferência de Combustível Estilo Diafragma - Substituição (5-21)
Série B Página 5-61

10 mm

Instalar a bomba de transferência de combustível com uma nova


junta.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

14 mm e 17 mm

Instalar as linhas de baixa pressão de combustível.

10 mm

Abrir o parafuso banjo de sangria e sangrar a linha de baixa


pressão de combustível.

10 mm

Operar a alavanca manual até que o combustível isento de ar


flua pelas conexões.

Apertar o parafuso de sangria.


Bomba de Transferência de Combustível Estilo Pistão - Substituição/Recondicionamento (5-22) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-62 Série B

Bomba de Transferência de
Combustível Estilo Pistão -
Substituição/Recondicionamento (5-22)
Passo Preparatório:

• Limpar os detritos das conexões da linha de combustível


e da bomba de transferência de combustível.

Remoção

Chaves de 14 mm, 17 mm, 20 mm

Desconectar a linha de combustível da bomba de transferência


de combustível e o cabeçote do filtro de combustível.

Usar duas chaves para desconectar a linha de combustível da


bomba de transferência de combustível.

Chave de 10 mm

Remover a bomba de transferência de combustível.

Limpar as superfícies de montagem do bloco de cilindros.

Chave de 20 mm, 26 mm

Precaução: A conexão de escorva manual e a conexão de


entrada são molas com carga. A remoção súbita destas
duas conexões podem causar sérios danos pessoais.

Prender a bomba de transferência de combustível em uma morsa,


tomando o cuidado para não danificar a carcaça da bomba.

Remover a coifa de borracha da guarnição de escorva.

Remover as três conexões mostradas na ilustração.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba de Transferência de Combustível Estilo Pistão - Substituição/Recondicionamento (5-22)
Série B Página 5-63

Remover todos os componentes internos da bomba de


transferência de combustível.

NOTA: Certificar-se de que as juntas da válvula de retenção foram


removidas da conexão de entrada de combustível.

(A) Conexão de Saída


(B) Conexão de Entrada
(C) Conexão de Escorva Manual

Limpeza

Lavar totalmente a bomba de transferência de combustível com


uma solução de limpeza para remover todos os detritos.

Montagem

Chave de 20 mm, 26 mm

Montar a bomba de transferência de combustível com os novos


componentes equipados no kit de reparos.

1. Válvulas de retenção
2. Juntas das válvulas de retenção
3. Anel “O“ de vedação
4. Conexão de saída/válvula de retenção
5. *Anel “O” de vedação (25 mm)
6. *Anel “O” de vedação (30 mm) ou (25 mm)
* O anel de vedação requerido é determinado pelo tamanho da
conexão de entrada. Descartar o anel “O” não usado.
NOTA: Deve-se ter extremo cuidado para certificar-se de que as
válvulas de retenção estão instaladas para abrir na direção do
fluxo do combustível.

A instalação incorreta da válvulas de retenção resultará em baixa


potência do motor.
Linha de Combustível de Alta Pressão de Bombas Tipo Distribuidora - Substituição (5-23) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-64 Série B

Colocar a bomba de transferência de combustível e uma morsa


e apertar as conexões com os seguintes valores de torque:

(A) Conexão de Saída 30 N•m [22 lb-pé]


(B) Conexão de Escorva Manual 30 N•m [22 lb-pé]
(C) Conexão de Entrada 30 N•m [22 lb-pé]

Instalação

10 mm

Precaução: Apertar alternadamente os parafusos de


montagem. À medida que os parafusos são apertados, o
êmbolo da bomba de transferência de combustível é
empurrado para a bomba. A falha no aperto uniforme dos
parafusos pode resultar na dobra ou quebra do êmbolo.

Instalar a bomba

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Chaves de 14 mm, 17mm, 20 mm

Instalar a linha de combustível na bomba de transferência de


combustível e o cabeçote do filtro. Usar duas chaves para apertar
a conexão na bomba.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Consultar o Procedimento 5-15 referente a Linhas de Combustível


de Baixa Pressão - Sangria/Desaeração.

Linhas de Combustível de Alta Pressão de


Bombas Tipo Distribuidora - Substituição
(5-23)
17 mm

Desconectar as linhas de alta pressão dos injetores e completar


os passos a seguir.

NOTA: Limpar totalmente a área em redor das linhas antes de


removê-las
Seção 5 - Sistemas de Combustível Linha de Combustível de Alta Pressão de Bombas Tipo Distribuidora - Substituição (5-23)
Série B Página 5-65

10 mm

Remover os parafusos das braçadeiras da linha de combustível


da tampa de admissão.

14 mm e 17 mm

Remover as linhas de combustível da bomba injetora de


combustível.

NOTA: Usar duas chaves para esta operação.

10 mm

Montar as linhas de combustível na ordem inversa à da remoção.

Valor de Torque: 30 N•m [22 lb-pé]

Precaução: Nunca purgar o ar do sistema com o motor quente.


Combustível derramado sobre o coletor de escapamento
aquecido pode apresentar um risco de fogo.

Operar o motor e purgar uma linha de cada vez até que o motor
funcione normalmente.
Linha de Combustível de Alta Pressão da Bomba Bosch P7100 - Substituição (5-24) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-66 Série B

Linha de Combustível de Alta Pressão


Bomba Bosch P7100 - Substituição (5-24)
Passo Preparatório:

• Limpar os detritos

19 mm

NOTA: Se forem substituídas linhas individuais de combustível,


remover o isolador de vibrações do jogo de tubos contendo a
linha a ser substituída.

Desconectar a(s) linha(s) de combustível dos injetores.

10 mm

Remover os parafusos das braçadeiras da linha de combustível


da tampa de admissão.

19 mm

Desconectar a(s) linha(s) de combustível da bomba injetora de


combustível.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Galeria de Dreno de Combustível da Bomba Tipo Distribuidora - Substituição (5-25)
Série B Página 5-67

Se removido, reinstalar o suporte na posição original e certificar-


se de que as linhas não estão em contato entre si ou com outro
componente.

Soltar os parafusos do isolador de vibrações para que as linhas de


combustível possam ser facilmente movimentadas.

NOTA: Para evitar rompimentos nas linhas de combustível, as mesmas


devem ser conectadas ao injetor e à bomba injetora de combustível
em “estado livre”, sem forçar as porcas de conexão. Uma vez que as
linhas de combustível são dimensionadas para aplicações
específicas, não serão necessárias operações de dobra.

Instalar as linhas de combustível na ordem inversa à da remoção.


Valores de Torque:
(Conexões da linhas) 30 N•m [22 lb-pé]
(Suporte da braçadeira) 6 N•m [ 4 lb-pé]
(Suporte do braço) 24 N•m [18 lb-pé]
NOTA: Os furos internos do coletor de admissão são passantes e
devem ser selados com teflon líquido.
Galeria de Dreno de Combustível da
Bomba Tipo Distribuidora - Substituição
(5-25)
10 mm

Remover os parafusos do grampo de suporte e completar os


passos a seguir.

10 mm

Remover os parafusos e arruelas das conexões banjo.


Galeria de Dreno de Combustível da Bomba Tipo Distribuidora - Substituição (5-25) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-68 Série B

17 mm

Desconectar as conexões da linha de dreno de combustível.

Instalar a linha e a galeria de dreno na ordem inversa à da remoção.

NOTA: Sempre usar novas arruelas de vedação nas conexões


banjo.

O torque de instalação para aperto do parafuso da conexão banjo


é de 9 N•m [7 lb-pé].

NOTA: Usar novas arruelas de vedação para a galeria de dreno


de combustível.

O torque de instalação para aperto dos parafusos de fixação dos


grampos é de 24 N•m [18 lb-pé].
Seção 5 - Sistemas de Combustível Galeria de Dreno de Combustível da Bomba Bosch P7100 - Substituição (5-26)
Série B Página 5-69

Galeria de Dreno de Combustível da


Bomba Bosch P7100 - Substituição (5-26)
Passos Preparatórios:

• Limpar os detritos.

10 mm, 12 mm

Remover os parafusos banjo e arruelas de vedação de cobre do


cabeçote do filtro de combustível.

Remover o parafuso do braço do suporte do coletor de admissão.

10 mm

Remover os parafusos banjo e as arruelas de vedação de cobre


dos injetores.

Instalar a galeria de dreno de combustível na ordem inversa à da


remoção.

Valores de Torque:

• Banjo do Injetor 9 N•m [ 7 lb-pé]


• Cabeçote do Filtro 13 N•m [10 lb-pé]

NOTA: O parafuso do braço do suporte da linha de combustível no


coletor de admissão deve ser selado com teflon líquido.

Válvula de Alívio de Pressão da Bosch


P7100 - Substituição (5-27)
19 mm

Remover a válvula de alívio de pressão e a arruela de vedação de


cobre.
Tubo de Controle de Ar/Combustível da Bomba Bosch VE - Substituição (5-28) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-70 Série B

Usar uma pequena chave de fenda para verificar se a esfera de


retenção não está engripada no conjunto da válvula de alívio de
pressão.

Precaução: Uma esfera de retenção engripada resultará


em baixa potência do motor.

Lavar completamente a válvula de alívio de pressão com uma


solução detergente.

10 mm, 19 mm

Instalar o conjunto da válvula de alívio de pressão na ordem inversa


à de remoção.

Tubo de Controle de Ar/Combustível da


Bomba Bosch VE - Substituição (5-28)
12 mm, 1/2 pol

Remover o tubo de combustível da conexão do coletor e da


bomba.

NOTA: Usar novas arruelas de vedação quando instalar o tubo.

Instalar na ordem inversa à da remoção.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Tubo de Controle de Ar/Combustível da Bomba Bosch P7100 - Substituição (5-29)
Série B Página 5-71

Tubo de Controle de Ar/Combustível da


Bomba Bosch P7100 - Substituição (5-29)
13 mm

Remover o tubo AFC (Controle de Ar/Combustível).

Inspecionar as arruelas de vedação de borracha e substituí-las


se necessário.

Instalar o tubo AFC na ordem inversa à da remoção

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Válvula de Corte de Combustível da


Bomba Bosch VE - Substituição (5-30)
8 mm

Remover o cabo elétrico e completar os passos a seguir.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Válvula de Corte de Combustível da Bomba Bosch VE - Substituição (5-30)
Série B Página 5-72

Limpar bem a área ao redor da válvula.

24 mm

Remover a válvula.

NOTA: A válvula mostrada da figura ao lado é a da Bosch VE. A


válvula para a Lucas CAV está localizada no fundo da bomba.

Precaução: Quando remover a válvula, cuidado para não


deixar cair o êmbolo e a mola.

Encaixar o solenóide, o anel ”O”, a mola e o êmbolo.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Solenóide de Corte de Combustível da Bomba Bosch P7100 - Ajuste/Substituição (5-31)
Série B Página 5-73

24 mm

Apertar o solenóide com segurança.

Conectar o cabo elétrico.

Valor de Torque: 43 N•m [32 lb-pé]

Solenóide de Corte de Combustível da


Bomba Bosch P7100 - Ajuste/Substituição
(5-31)
Passos Preparatórios:

• Etiquetar e desconectar a fiação.

10 mm

Remover os parafusos de fixação e o clipe do pino.

Remover e substituir o solenóide de corte de combustível.

Valor de Torque: 9 N•m [7 lb-pé]

Ajuste
Consultar o Procedimento 5-11, referente ao Solenóide de Corte
de Combustível (Bomba Injetora Tipo Em Linha) - Diagnóstico de
Falhas, para diagnosticar falhas no solenóide.
Virar a chave para a posição Ligada (“ON)”. Isto energizará o fio
vermelho e o fio preto.

Esta é a baixa corrente da bobina de retenção e precisa ser


energizada continuamente durante o ajuste.

NOTA: Não virar a chave para a posição “RUN” (motor em


funcionamento) neste momento. Isto energizará o fio branco.
Válvula de Corte de Combustível da Bomba Stanadyne DB4 - Substituição (5-32) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-74 Série B

Mover a alavanca de corte manualmente para a posição de


operação.

10 mm, 16 mm

Verificar o curso do êmbolo.

A = 66,9 mm [2.64 pol] no máximo.

NOTA: A dimensão A é medida do fim do suporte de montagem


até o início do pino pivô.

Ajustar a articulação do solenóide, se necessário, ficando o


êmbolo magneticamente seguro no momento com a alavanca
de corte na posição de operação. Gire o sextavado na
extremidade do êmbolo para fazer os ajustes.

Válvula de Corte de Combustível


Stanadyne DB4 - Substituição (5-32)
Remoção
• Remover a fiação elétrica.
• Remover a linha de dreno de combustível.
• Remover a articulação.
• Remover a tampa superior da bomba injetora de
combustível.
• Desmontar a tampa superior da bomba injetora de
combustível.

5/16 pol

Instalar os novos tubos isolantes nos terminais dos prisioneiros


do novo solenóide.

Instalar a válvula na tampa.

Valor de Torque: 14 N•m [12 lb-pé]


Seção 5 - Sistemas de Combustível Válvula de Retenção (Lucas CAV DPA) e Arruela de Vedação - Substituição (5-33)
Série B Página 5-75

Instalação
5/16”
Instalar a tampa e a junta na bomba injetora.

Com a ferramenta instalada como mostra a ilustração, colocar a


tampa em posição na carcaça da bomba. Girar a ferramenta
para soltá-la e deslizá-la para fora entre a tampa e a carcaça.

NOTA: Tomar extremo cuidado na montagem da tampa na bomba


injetora de combustível, tendo a certeza de que o braço de corte
esteja em contato adequado com a aba da alça do gancho.

No caso de a ferramenta de serviço não está disponível, a tampa


do regulador deve ser instalada como segue:

Mover a alavanca de corte para a posição de parada.

Instalar a tampa da bomba em ângulo descendente a partir da


extremidade do eixo de acionamento da bomba injetora de
combustível, deslizando a tampa horizontalmente até a posição.

Valor de Torque: 4.6 N•m [41 lb-pé]

Válvula de Retenção (Lucas CAV DPA) e


Arruela de Vedação - Substituição (5-33)
17 mm

Desconectar a linha de alta pressão.

NOTA: Como as válvulas são instaladas a 90º do eixo da bomba,


a bomba precisa ser removida para mover as válvulas próximo ao
bloco de cilindros.

16 mm

Remover a válvula.
Válvula de Retenção (Lucas CAV DPA) e Arruela de Vedação - Substituição (5-33) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-76 Série B

Inspecionar a válvula para certificar-se de ela que não está


engripada.

Inspecionar as faces de vedação para verificar se há possíveis


trilhas de vazamento.

16 mm

Precaução: O torque de instalação é muito crítico. Excesso


de aperto pode entortar o bocal no cabeçote da bomba
hidráulica fazendo com que o rotor fique preso ao bocal.
Nunca apertar a válvula com o motor em funcionamento.

Montar a válvula de retenção e as arruelas novas.

Apertar a válvula em 30 N•m [23 lb-pé]

17 mm

Conectar a linha de alta pressão.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Vazamentos Externos na Bomba Injetora (Tipo Distribuidora) - Reparo (5-34)
Série B Página 5-77

Dar a partida ao motor e purgar os tubos de alta pressão, um de


cada vez, até que o motor opere suavemente e regularmente.

Vazamentos Externos na Bomba Injetora


(Tipo Distribuidora) - Reparo (5-34)
Certificar-se de que a bomba e a área adjacente tenham sido
rigorosamente limpas antes de remover a peça com vazamento.

NOTA: As arruelas de vedação e as juntas acessíveis podem


ser removidas sem a necessidade de remover a bomba.

Consultar o Manual de Oficina, Boletim 3810206, para obter


informações adicionais.

Bomba Injetora de Combustível (Tipo


Distribuidora) - Substituição (5-35)
Bosch VE, Lucas CAV DPA e Stanadyne DB4
Passos Preparatórios:

• Desconectar a galeria de dreno de combustível.


• Remover a linha de suprimento da bomba injetora.
• Remover as linhas de alta pressão.
• Desconectar o cabo elétrico do terminal da válvula de
corte de combustível.
• Remover o tubo de controle de ar/combustível, se
instalado.

Remoção da Bomba
Precaução: Não remover a alavanca de controle. Na bomba
Bosch VE a alavanca é indexada ao eixo durante a calibração.

Desconectar todas as articulações de controle.


Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição (5-35) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-78 Série B

13 mm

Remover o suporte da bomba.

22 mm

Remover a tampa de acesso dianteiro, a porca de retenção da


engrenagem e a arruela.

Certificar-se de desconectar o pino de sincronização após


ter localizado o PMS do cilindro nº 1.

Localizar o PMS do cilindro nº 1 girando lenta e manualmente o


motor, pressionando ao mesmo tempo o pino de sincronização
para dentro, até que se encaixe no orifício traseiro da engrenagem
da árvore de comando.

9/16 pol

Soltar o parafuso de travamento do eixo da bomba injetora Lucas


CAV e posicionar a arruela especial para a posição de travamento.
Apertar novamente o parafuso, travando o eixo da bomba.

Valor de Torque: 7 N•m [5 lb-pé]


Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição (5-35)
Série B Página 5-79

3/8 pol

Soltar o parafuso-trava da bomba injetora de combustível


Stanadyne DB4 e posicionar a arruela especial. Apertar novamente
o parafuso até que seja feito o contato com o eixo de acionamento
da bomba injetora.

Valor de Torque: 12 N•m [9 lb-pé]

Chave Allen de 8 mm ou Sextavada de 10 mm

A arruela especial da bomba Bosch deve ser removida para


permitir que o parafuso-trava possa ser apertado contra o eixo
de acionamento.

Valor de Torque: 30 N•m [22 lb-pé]

NOTA: Prender a arruela removida à bomba com um pedaço de


arame para evitar que se extravie.

Sacador “T” de 75 mm

Sacar e liberar a engrenagem de acionamento do eixo da bomba


injetora.

13 mm

Ao remover a engrenagem do eixo, tomar cuidado para


que a chaveta não caia do eixo.

Remover as 3 porcas de fixação e retirar a bomba do motor.


Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição (5-35) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-80 Série B

Remover a junta e limpar a face de montagem e vedação.

Instalação da Bomba

Verificar se o cilindro nº 1 está no PMS girando o motor lentamente


e ao mesmo tempo exercendo pressão manual sobre o pino de
sincronização.

Instalar uma nova junta.

Precaução: O eixo do acionamento deve ser limpo e livre de


todo o óleo antes da instalação. Se isto não for verificado, a
engrenagem de acionamento poderá deslizar sobre o eixo.

NOTA: Uma bomba nova ou recondicionada já traz o seu eixo


travado, de forma que a chaveta no eixo está alinhada com a
canaleta na engrenagem da árvore de comando quando o cilindro
nº 1 está no PMS, no fim do ciclo de compressão.

Instalar a bomba. Cuidado para não deixar a chaveta cair na


caixa das engrenagens.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição (5-35)
Série B Página 5-81

Apertar manualmente as três porcas de fixação. A bomba deve


ficar livre para se mover angularmente, dentro dos limites dos
rasgos existentes no flange.

22 mm

Precaução: Não apertar em excesso; este não é o torque


de aperto final.

Instalar a arruela de pressão e a porca de fixação da engrenagem


de acionamento da bomba. A bomba girará suavemente devido
aos dentes helicoidais da engrenagem e à folga entre eles. Esta
condição é aceitável, contanto que a bomba possa ser movida
angularmente, de ambos os lados, nos rasgos do flange e que a
árvore de manivelas não se mova.

Valor de Torque: 15 a 20 N•m [11 a 15 lb-pé]

13 mm

Se a bomba sendo instalada for a bomba original, girar a bomba


até alinhar as marcas no flange com a marca na caixa das
engrenagens.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Se a bomba sendo instalada for nova ou recondicionada, sem


marcas de tempo no flange, eliminar todas as folgas entre dentes
girando a bomba com a mão no sentido oposto ao da rotação
normal. Apertar as porcas de montagem do flange.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]


Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição (5-35) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-82 Série B

Marcar permanentemente o flange da bomba, igualando esta


marca com a marca na caixa de engrenagens.

9/16 pol

Soltar o parafuso de travamento do eixo, na bomba Lucas CAV,


e posicionar a abertura menor da arruela especial atrás da cabeça
do parafuso. Reapertar o parafuso.

Valor de Torque: 20 N•m [15 lb-pé]

3/8 pol

Soltar o parafuso de travamento da bomba injetora Stanadyne


DB4 e posicionar a arruela especial atrás da cabeça do parafuso.

Apertar o parafuso de travamento.

Chave Allen de 8 mm ou Sextavada de 10 mm

Na bomba Bosch VE, soltar o parafuso de travamento, remover


a arruela especial que está presa à bomba com arame, instalá-
la debaixo do parafuso de travamento e apertar este último
novamente.

Valor de Torque: 13 N•m [10 lb-pé]


Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição (5-35)
Série B Página 5-83

Retrair para fora o pino de sincronização antes de girar a


árvore de manivelas.

10 mm

Instalar o suporte traseiro da bomba injetora. Apertar com os


dedos todos os parafusos antes de dar o aperto final com a
chave.

NOTA: Apertar os parafusos de montagem do suporte ao bloco


em primeiro lugar ates de apertar os parafusos do suporte na
bomba.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

22 mm

Apertar a porca de fixação da engrenagem de acionamento da


bomba.

Valores de Torque: Bosch 65 N•m [48 lb-pé]


Stanadyne 65 N•m [48 lb-pé]
Bomba Injetora de Combustível (Tipo Distribuidora) - Substituição (5-35) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-84 Série B

Instalar a tampa de acesso dianteiro.

8 mm

Instalar todas as linhas de combustível e o cabo elétrico no


terminal do solenóide da válvula elétrica de corte do combustível

12 mm e 1/2 pol

Se necessário, instalar o tubo de controle de ar/combustível


(AFC).

Ao conectar o varão/cabo de controle de aceleração à alavanca


de controle da bomba, ajustar o comprimento de forma a permitir
uma movimentação angular da alavanca da bomba de batente a
batente.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36)
Série B Página 5-85

Ajustar o comprimento do varão/cabo de comando à alavanca de


corte manual de combustível para que esta tenha uma liberdade
de movimento angular de batente a batente.

Purgar o ar de todo o sistema de combustível.

Consultar o Procedimento 5-15.

Se necessário, ajustar a marcha lenta.

Sincronização da Bomba Injetora de


Combustível (5-36)
A sincronização da bomba é vital para o motor. A sincronização
da bomba que está deslocada a apenas alguns graus da árvore
de manivelas, causará:

1. Baixo desempenho - partida e potência.


2. Excesso de emissões e fumaça.
3. Baixa economia de combustível.
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-86 Série B

A sincronização da bomba do motor começa com a sincronização


da engrenagem de acionamento da bomba injetora de combustível
com a engrenagem da árvore de comando.

O primeiro passo é a localização do PMS do curso de


compressão para o cilindro nº 1.

Em seguida, dependendo da configuração do motor, uma letra


na engrenagem poderá precisar ser alinhada com a marca na
engrenagem da árvore de comando.

Esta tabela deverá ser usada para assegurar a sincronização


apropriada entre o motor e a bomba injetora de combustível. A Lista
de Peças Criticas (CPL) na plaqueta de dados do motor e do Manual
de Lista de Peças de Controle, Boletim Nº 33779133-20, devem ser
usados para se determinar se o motor é certificado e, neste caso,
qual o ano e agência certificcadora (EPA ou CARB).

Dada esta informação, usar a seguinte tabela para determinar


qual letra na engrenagem de acionamento da bomba injetora
deve ser alinhada com a engrenagem da árvore de comando.

NOTA: O alinhamento da marca de sincronização não é exigido


para as engrenagens de acionamento da Nippondenso EP-9 ou
da Bosch P7100.

Para verificar se a bomba injetora de combustível está


sincronizada corretamente, verificar em primeiro lugar as marcas
de alinhamento no flange da bomba e na carcaça da engrenagem.

NOTA: Uma diferença de 1 mm de rotação depois da marca de


sincronização adiantará ou atrasará o sincronismo da bomba
em 1 grau (dependendo do sentido da rotação).

As bombas Lucas CAV DPA, DPS, Stanadyne DB4 e a Bosch


VE possuem um recurso para travar o eixo da bomba numa
posição correspondente ao ponto morto superior para o cilindro
nº 1. Bombas injetoras novas ou recondicionadas devem ser
fornecidas com os eixos localizados nesta posição.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36)
Série B Página 5-87

No ponto de injeção, o rasgo da chaveta no eixo se alinhará com


a válvula de entrega recebendo a injeção, e com a ranhura no
selo da carcaça (veja a ilustração ao lado).

NOTA: A marca da ilustração serve apenas como referência e


não deve ser usada para ajustar a sincronização da bomba injetora.

A válvula de entrega do cilindro nº 1 é marcada conforme ilustrado.

4 Cilindros = A
6 Cilindros = D

Seqüência de Ignição:
4 Cilindros 6 Cilindros
A=1 D=1
B=3 E=5
C=4 F=3
D=2 A=6
B=2
C=4

O motor é equipado com um pino de sincronização do motor


para localizar o PMS para o cilindro nº 1.

Precaução: Se o pino de sincronização está incorretamente


localizado na carcaça da engrenagem, o procedimento de
sincronização não assegurará que a bomba esteja
corretamente sincronizada.
Depois de localizar corretamente o PMS para o cilindro nº 1, a
fábrica posiciona o conjunto do pino de sincronização para a
carcaça da engrenagem usando o pino de sincronização e o furo
na engrenagem da árvore de comando. Se forem removidos a
carcaça da engrenagem ou o conjunto do pino de sincronização,
a mesma precisão será necessária para relocalizá-los. Consultar
o Procedimento 7-20.
Se o conjunto do pino de sincronização estiver incorretamente
localizado, reposicionar o pino de sincronização. Consultar o
Procedimento 7-20.
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-88 Série B

O flange de uma bomba substituída precisa ser marcado


para alinhar com a marca da carcaça das engrenagens
após a instalação.

Durante a produção, depois que a bomba travada é encaixada


no motor com o cilindro nº 1 no PMS, uma marca é estampada
na carcaça da engrenagem e no flange da bomba. Depois disto,
quando estas marcas são alinhadas, a bomba é sincronizada
corretamente com o motor.

NOTA: As marcas na carcaça das engrenagens e no flange da


bomba são únicas para cada motor.

Um indicador especial pode ser usado para medir a posição do


êmbolo da bomba injetora Robert Bosch VE para verificar a
PMS sincronização da bomba.

Consultar a Verificação da Sincronização (Bomba Bosch VE),


Procedimento 5-36.

Sincronização da Bomba Injetora de Combustível -


Stanadyne DB4

Limpar todos os detritos ao redor da tampa da janela da


sincronização da bomba injetora.

Remover a tampa de sincronização da bomba injetora de


combustível.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36)
Série B Página 5-89

Girar o eixo de acionamento da bomba injetora no sentido da


rotação da bomba para alinhar a linha de sincronização do cubo
retentor do peso com a linha no anel do came.

Posicionar a placa de trava do eixo de acionamento da bomba


na posição travada. Girar o parafuso de trava até fazer contato
com o eixo de acionamento.

Valor de Torque: 11.9 N•m [105 lb-pé]

Verificar se as marcas de sincronização estão alinhadas após o


travamento.

Instalar a tampa de sincronismo da bomba injetora de combustível.


Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-90 Série B

Sincronização da Bomba Injetora de Combustível - CAV


DPA/DPS
A sincronização correta da bomba injetora de combustível Lucas
CAV DPA/DPS pode ser verificada removendo-se a placa de
inspeção.
NOTA: É necessário equipamento especial em oficina autorizada
para sincronizar com precisão a bomba injetora Lucas CAV DPA.
Entretanto, para diagnóstico de falhas e situações de emergência,
o alinhamento visual da marca de sincronização é suficiente para
o funcionamento do motor .
Ambas as verificações são descritas no tópico sobre substituição
da bomba injetora de combustível. A instalação da carcaça do
pino de sincronização está descrita na Seção Componentes
Básicos do Motor.

Verificação da Sincronização - (Bomba Bosch VE)

Girar a árvore de manivelas até o PMS.

12 mm

Remover o bujão localizado na parte traseira da bomba.

Indicador de Sincronização, P/N 3377259

Precaução: Não dobrar as linhas de combustível.

Instalar o indicador de sincronização. Certificar-se de deixar curso


suficiente para o indicador.

Para instalar o indicador de sincronização é necessário


desconectar uma ou mais linhas de combustível da bomba de
combustível.

NOTA: O indicador é apresentado em incrementos de 0,01 mm.


Uma revolução completa do ponteiro maior corresponde a 0,50 mm.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36)
Série B Página 5-91

Girar manualmente o motor no sentido oposto ao da rotação


normal, até que o ponteiro do indicador pare de girar. Ajustar o
mostrador para indicar zero.

Girar o motor de volta para o PMS e contar o número de


revoluções do ponteiro do indicador. A leitura mostrada quando o PMS
pino de sincronização encaixar na engrenagem do eixo e
comando corresponderá ao curso total do êmbolo que a bomba
tem neste ponto.

13 mm

Girar a bomba nos prisioneiros de montagem até o mostrador


indicar o valor correto do curso do êmbolo. A ilustração ao lado
mostra os valores dos vários cursos dos êmbolos existentes.

Apertar as porcas de montagem do flange.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

12 mm

Remover o indicador de sincronização. Instalar o bujão.

Valor de Torque: 10 N•m [7,5 lb-pé]

Verificação da Sincronização das Bombas


Lucas CAV DPA, Stanadyne DB4, Nippondenso
EP-9 e Bosch P-7100
Girar o motor até o PMS.
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-92 Série B

A sincronização correta das bombas injetoras Lucas CAV DPA e


Stanadyne DB4 pode ser verificada removendo-se a tampa da janela
de sincronização.

As bombas injetoras Nippondenso EP-9 e Bosch P-7100 são


verificadas removendo-se o pino de sincronização do bujão de
acesso e verificando se a abertura no pino encaixa sobre o dente de
sincronismo na bomba injetora.

NOTA: É necessário equipamento especial em oficina autorizada


para sincronizar com precisão a bomba injetora Lucas CAV DPA.
Entretanto, para diagnóstico de falhas e situações de emergência,
o alinhamento visual da marca de sincronização é suficiente para o
funcionamento do motor.

Para sincronizar corretamente a Bomba Bosch P-7100 e


Nippondenso EP-9, consultar o procedimento de substituição para
a respectiva bomba.

Na bomba injetora Stanadyne DB4 são usadas duas marcas de


sincronização para a sincronização da injeção de combustível
no cilindro Nº 1. Uma marca está localizada no cubo do retentor
de peso do regulador. A outra está localizada no anel interno do
came. Estas duas marcas devem ser alinhadas no ponto morto
superior do cilindro Nº 1.

Na bomba injetora Lucas CAV DPA, a letra da sincronização


correta pode ser localizada na placa de dados do motor, como
mostrada na figura ao lado.

A letra G indicada refere-se à letra da sincronização correta de


alinhamento como mostra a figura anterior.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36)
Série B Página 5-93

Bomba Injetora em Linha - Calagem do Ponto


pelo Orifício de Extravasamento do Elemento
Usar a válvula de admissão Nº 1 e certificar-se de que o motor
está no ponto morto superior (PMS) com o curso de compressão
do cilindro Nº 1. Consultar a página 7-141.

Confeccionar um ponteiro de marca de sincronização na frente


do motor. Isto pode ser feito com um pedaço de arame apertado
em volta do parafuso da tampa da engrenagem. Afiar o arame na
extremidade do amortecedor de vibrações de modo a torná-lo
um ponto para maior precisão.

Anexar uma roda ou fita graduada na frente do amortecedor de


vibrações.

Alinhe a marca “PMS” com o ponteiro.

A precisão da roda/fita de graduação deverá ser pelo menos de


1 grau.

Instalar a bomba injetora de acordo com os procedimentos de


instalação para uma bomba injetora nova. Se a bomba injetora já
estiver instalada, continuar com os procedimentos.
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-94 Série B

Remover a linha de alta pressão Nº 1 da bomba injetora de


combustível.

NOTA: As linhas de 2 a 6 não devem ser removidas ou soltas.

Precaução: Quando conectar o tubo fabricado, não entortar


a linha de alta pressão Nº 1. Isto poderá flocular a parte
interna das linhas de combustível causando falhas no
injetor.

Uma linha de alta pressão de curto comprimento que seja


compatível com as linhas de combustível usadas no motor deve
ser dobrada em “U” e instalada diretamente na conexão da válvula
de entrega da bomba injetora. Esta linha é usada para observar
quando o combustível está ou não fluindo através da conexão do
conjunto da válvula de entrega. Colocar um recipiente debaixo
do tubo para conter o combustível ou drenar o combustível de
volta para a bomba do orifício de injeção.

Remover a válvula de extravasamento da bomba injetora de


combustível. Instalar um bujão roscado de 14 mm e arruela de
vedação na entrada de retorno do combustível da bomba injetora.

NOTA: A entrada de retorno de combustível está localizada na


parte interna frontal da bomba injetora para aplicação em motores
automotivos em linha e na parte externa frontal para a maioria
das aplicações industriais.

Remover a linha de suprimento do cabeçote do filtro de


combustível na bomba injetora de combustível.

Instalar a mangueira de saída de alta pressão do orifício de injeção


da entrada de suprimento da bomba injetora.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36)
Série B Página 5-95

Antes de continuar, certificar-se de que o pino de trava de


sincronização da bomba injetora está solto.

Girar a árvore de manivelas no sentido anti-horário, visto de frente


do motor, em aproximadamente 40 graus antes do PMS.

Posicionamento da Alavanca do Regulador

Precaução: A alavanca do regulador deverá ser


posicionada antes da pressurização da bomba injetora.

A alavanca de aceleração do regulador RQV deverá estar na


posição de marcha lenta baixa.

A alavanca de aceleração do regulador RQV-K deverá estar na


posição de aceleração máxima.

Ambos os reguladores RQV e RQV-K requerem a alavanca de


corte na posição "Run" (Operação).
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-96 Série B

A alavanca de aceleração do regulador RVS deve ser mantida na


posição de marcha lenta e a alavanca de corte de combustível
deve ser mantida a 1/2 curso através de um pedaço de arame ou
qualquer outro meio.

Ligar a bomba de alimentação para determinação do ponto pelo


orifício de extravasamento do elemento da bomba injetora.

Verificar a pressão do combustível.

A pressão deverá situar-se entre 300 psi e 370 psi.

O combustível deve fluir para fora do tubo conectado ao cilindro


Nº 1 da bomba injetora. Se o combustível não estiver fluindo,
verificar novamente os procedimentos com atenção.

Girar lentamente a árvore de manivelas no sentido horário, visto


da parte frontal do motor, até que o fluxo de combustível do cilindro
Nº 1 tenha início.

O elemento Nº 1 se aproxima agora da posição de “fechamento


do orifício de extravasamento” e início da injeção. Continuar a
girar lentamente a árvore de manivelas até que o fluxo de
combustível seja reduzido a um gotejamento (mais de uma gota
por segundo). Neste ponto, onde o fluxo de combustível se
transforma em um gotejamento, parar de girar a árvore de
manivelas. Este é o ponto estático de início de injeção e o ponto
de calagem da bomba injetora.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36)
Série B Página 5-97

Se o fluxo não diminuir para um gotejamento, verificar a posição


do regulador. Certificar-se também de que o motor esteja antes
do PMS no curso de compressão.

Desligar a bomba alimentadora.

Verificar a roda (ou a fita) graduada no amortecedor de vibrações


para ver qual o grau angular indicado pelo ponteiro. Este é o
ponto estático de sincronização pelo processo de fechamento
do orifício de extravasamento do elemento da bomba injetora.
Comparar este número com o número especificado para a sua
aplicação em particular.

Se o ponto estático da bomba injetora obtido pelo método acima


não coincidir com as especificações fornecidas, remover a porca
de retenção da engrenagem acionadora da bomba injetora. Se a
árvore de manivelas girou, ligar a bomba alimentadora e girar a
árvore de manivelas para localizar o ponto de fechamento do
orifício de extravasamento.

Desligar a bomba alimentadora.

Utilizar um sacador de engrenagens e puxar a engrenagem


acionadora da bomba injetora da extremidade cônica do eixo da
bomba injetora.
Sincronização da Bomba Injetora de Combustível (5-36) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-98 Série B

Girar lentamente a árvore de manivelas no sentido anti-horário


até aproximadamente 40 graus angulares antes do ponto estático
desejado. Neste ponto, girar lentamente a árvore de manivelas
no sentido horário até que o ponteiro esteja indicando o ponto
estático de injeção desejado.

Apertar a porca do acionamento da bomba injetora.

Certificar-se de que o ponto estático não tenha sofrido alteração


após a porca do acionamento da bomba injetora ter sido apertada
no torque especificado.

Valores de Torque:
Bomba Injetora de Combustível PES6A 92 N•m [68 lb-pés]
Bomba Injetora de Combustível PES6MW 104 N•m [77 lb-pés]
Bomba Injetora de Combustível PES6P 165 N•m [122 lb-pés]

Repetir este procedimento conforme necessário até que a


sincronização esteja de acordo com a especificação.

O pino de trava da sincronização da bomba injetora deve encaixar-


se sobre o dente de sincronização da bomba injetora quando o
motor estiver no PMS ou no curso de compressão para o cilindro
Nº 1. Se não estiver, a bomba injetora deverá ser ajustada por
uma oficina autorizada de bombas injetoras ou então a bomba
injetora foi instalada incorretamente.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível Em Linha - Substituição (5-37)
Série B Página 5-99

Bomba Injetora de Combustível Em Linha -


Substituição (5-37)
Bosch P7100

Passos Preparatórios:
• Limpar os detritos.
• Desconectar todas as linhas de combustível da bomba.
• Remover a articulação de controle.
• Desconectar o tubo do AFC
• Desconectar a linha de controle da válvula waste-gate.

Remoção

9/16 pol

Desconectar a tubulação externa de abastecimento de óleo no


lado interno da bomba injetora e a galeria principal de óleo.

Localizar o PMS para o cilindro Nº 1. Empurrar o pino do PMS


para o furo na engrenagem da árvore de comando enquanto o
motor é girado lentamente.

NOTA: Certificar-se de desengrenar o pino de sincronização após


localizar o PMS.

10 mm

Remover o suporte de montagem da bomba injetora.


Bomba Injetora de Combustível Em Linha - Substituição (5-37) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-100 Série B

30 mm

Remover a capa de acesso da tampa das engrenagens.

Remover a porca e arruela do eixo da bomba injetora.

Sacador “T”

Sacar a engrenagem acionadora da bomba injetora soltando-a


do eixo.

15 mm

Remover as quatro porcas de montagem.

Remover a bomba injetora de combustível.

Instalação

Certificar-se que o motor está com o cilindro Nº 1 no PMS.


Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível Em Linha - Substituição (5-37)
Série B Página 5-101

A bomba injetora de combustível também tem um pino de


sincronização (1), localizado na carcaça do regulador, para
posicionar o eixo da bomba com o PMS no cilindro Nº 1. O pino
deve ser revertido e travado no seu alojamento (2) após a instalação
da bomba.

A partida no motor sem a execução desta operação resultará


em danos internos na bomba.

24 mm

Remover o bujão de acesso.

Remover o pino de sincronização.

Se o dente de sincronização não estiver alinhado com o entalhe


do pino de sincronização, girar o eixo da bomba injetora até que
o dente de sincronização fique alinhado.
Bomba Injetora de Combustível Em Linha - Substituição (5-37) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-102 Série B

Inverter a posição do pino de sincronização de modo que o entalhe


do pino de sincronização encaixe sobre o dente de sincronização
na bomba.

Instalar e prender o pino de sincronização com o bujão de acesso.

Usar uma mistura de 50/50 de um óleo limpo de motor e STP, ou


equivalente, para lubrificar a tampa da carcaça da engrenagem
para assegurar que a bomba injetora deslizará facilmente para a
tampa da carcaça da engrenagem.

Também lubrificar o flange de montagem da bomba injetora de


combustível.

NOTA: O eixo de comando da bomba injetora de combustível


P7100 tem uma provisão para uma chaveta Woodruff, porém esta
não é necessária. A marca de alinhamento de sincronização
não é necessária para a engrenagem de comando da bomba
P7100.

Precaução: O diâmetro interno da engrenagem do eixo


de acionamento da bomba injetora e o diâmetro externo
do eixo devem ser limpos e secos antes da instalação da
engrenagem.

Deslizar o eixo da bomba através da engrenagem de comando e


posicionar o flange da bomba diretamente nos prisioneiros de
montagem.

Empurrar a bomba para frente até que o flange de


montagem e o anel “O” sejam encaixados adequadamente
no alojamento da carcaça da engrenagem.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Bomba Injetora de Combustível Em Linha - Substituição (5-37)
Série B Página 5-103

Não tente puxar o flange da bomba na carcaça da engrenagem


com as porcas de montagem pois isto causará danos à carcaça.

15 mm

Instalar as porcas de montagem.

Valor de Torque: 43 N•m [32 lb-pé]

30 mm

Instalar a porca retentora e arruela.

Valor de Torque: 10 a 15 N•m [ 7 a 11 lb-pé]

Para evitar danos aos pinos de sincronização, não exceder o


valor de torque fornecido. Este não é o valor de torque final para
a porca retentora.

Retrair o pino de sincronização do motor.


Bomba Injetora de Combustível Em Linha - Substituição (5-37) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-104 Série B

24 mm

Remover o bujão do pino de sincronização da bomba injetora.


Reverter a posição do pino de sincronização e instalar o pino, o
bujão e a arruela de vedação.

Valor de Torque: 15 N•m [11 lb-pé]

30 mm

Apertar a porca de acionamento da bomba injetora de combustível.

Valor de Torque: 165 N•m [122 lb-pé]


Instalar a tampa de acesso e apertar manualmente.

10 mm

Instalar os parafusos de suporte da bomba injetora.


Apertar todos os parafusos manualmente assegurando um
alinhamento adequado.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Instalar as linhas de combustível, linha AFC, articulação de


controle e a linha da válvula wastegate do turbocompressor.

Valores de Torque:

Linhas de alta pressão de combustível 30 N•m [22 lb-pé]


Conexões da linha de suprimento de baixa
pressão de combustível 15 N•m [11 lb-pé]
Seção 5 - Sistemas de Combustível Ajuste da Marcha Lenta - Bosch P7100 (5-38)
Série B Página 5-105

9/16 pol

Instalar a linha externa de abastecimento de óleo no lado interno


da bomba injetora e na galeria principal de óleo.

19 mm

Precaução: A pressão do combustível na linha de alta


pressão é suficiente para penetrar na pele e causar sérios
danos corporais.

Purgar as linhas de combustível de alta pressão. Soltar a conexão


do injetor Nº 1. Colocar o controle de combustível na posição
“Run" (operação). Movimente o motor para que o ar possa sangrar
das linhas de combustível. Apertar as conexões.

Valor de Torque: 30 N•m [22 lb-pé]

Purgar cada linha de alta pressão separadamente até que o motor


funcione suavemente.

Ajuste da Marcha Lenta - Bosch P7100


(5-38)
O ajuste da marcha lenta na bomba Bosch P7100 pode ser feito
soltando-se a porca de trava do parafuso da marcha lenta (1) e
girando o parafuso de marcha lenta (2) para alcançar a marcha
lenta desejada.
Ajuste da Marcha Lenta - Bombas Distribuidor (5-39) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-106 Série B

Girar o parafuso para baixo (sentido horário, visto de cima) para


diminuir a marcha lenta.

Girar o parafuso para cima (sentido anti-horário, visto de cima)


para aumentar a marcha lenta.

Depois de obtida a marcha lenta desejada, apertar a porca de


trava.

Ajuste da Marcha Lenta - Bombas


Distribuidoras (5-39)
10 mm

Soltar a porca de trava do parafuso de ajuste e ajustar a marcha


lenta conforme desejado.

Precaução: Não reduzir a marcha lenta ajustada de fábrica


na bomba injetora Stanadyne DB4, pois isto poderá causar
danos internos.

Injetor - Substituição (5-40)


Passos Preparatórios:

• Limpar bem ao redor dos injetores.


• Desconectar as linhas de suprimento de alta pressão.
• Desconectar a galeria de dreno de combustível.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Injetor - Substituição (5-40)
Série B Página 5-107

Solvente Penetrante contra Oxidação

Precaução: Quando houver formação de ferrugem na porca


de fixação do injetor, o mesmo poderá girar no seu
alojamento ao se soltar a porca. Isto poderá causar sérios
danos ao cabeçote, pois a esfera localizadora do injetor
cortará uma ranhura profunda na parede interna do
alojamento ao ser girada junto com o injetor.

Pulverizar abundantemente a porca de retenção com um solvente


penetrante contra ferrugem e deixar agir durante um mínimo de 3
minutos.

Espiga de Bronze, Martelo

Golpear o injetor lateralmente com a espiga de bronze e o martelo


para soltar a ferrugem.

Chave Estriada de 24 mm, Chave Ajustável (Chave Inglesa)

Imobilizar o corpo do injetor com a chave inglesa e soltar a porca


de fixação do injetor com a chave estriada de 24 mm.

Sacador de Injetor 3823276

Remover os injetores. O sacador de injetores pode ser usado no


caso de dificuldade de remoção de injetores.
Injetor - Substituição (5-40) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-108 Série B

Pode ser necessário golpear o injetor com o sacador de injetor


com movimentos para cima e para baixo para removê-lo.

Escova Cilíndrica de Limpeza do Alojamento do Injetor


3822509

Limpar o alojamento do injetor.

Instalar o injetor no seu alojamento usando uma nova arruela de


vedação de cobre.

Usar apenas uma arruela de cobre.

Dica de Serviço: Aplicar uma película de óleo de motor limpo


15W40 entre a arruela e o injetor para ajudar a manter a arruela
presa, impedindo-a de cair durante a instalação.

Advertência: Os primeiros modelos de injetores (anteriores


a 1991) têm um bico de 9mm que não pode ser usado em
motores fabricados a partir de 1991 porque esses motores
usam injetores com bico de 7 mm.
Seção 5 - Sistemas de Combustível Injetor - Substituição (5-40)
Série B Página 5-109

Os injetores de 7 mm podem ser usados nos alojamentos dos


modelos anteriores (nos de 9 mm), se provisionados com uma
luva adaptadora especial instalada nos bicos dos injetores de
7 mm.

Aplicar uma película de um composto anti-engripante nas roscas


da porca de fixação e entre a parte superior da porca e o corpo
do injetor.

Soquete extra longo de 24 mm

Precaução: Alinhar a esfera localizadora do injetor como


entalhe correspondente no alojamento.

Valor de Torque: 60 N•m [44 lb-pé]

NOTA: O injetor Bosch atual tem um anel “O“ de vedação


localizado acima da porca de fixação. Depois de apertada a porca
de retenção do injetor, não esquecer de empurrar o anel ”O” na
canaleta circular acima da porca.

Instalar a galeria de dreno do combustível e os tubos de alta


pressão. Não apertar as porcas de fixação dos tubos nos injetores.
Injetor - Substituição (5-40) Seção 5 - Sistemas de Combustível
Página 5-110 Série B

17 mm, 19 mm

Precaução: É necessário posicionar a chave de contato na


posição “RUN” (Operação). Como nesta posição o motor
pode pegar inadvertidamente, aconselha-se tomar todas
as precauções relativas à segurança. Usar os procedimentos
normais de partida do motor.

Girar o motor para permitir que todo o ar seja expulso dos tubos
de alta pressão. Apertar as conexões.
Sistema Elétrico - Seção 6
Série B Página 6-1

Sistema Elétrico - Seção 6


Conteúdo
Página
Alternador - Verificação. ...................................................................................................................................... 6-16
Operação Anormal do Sistema de Carga .......................................................................................................... 6-18
Operação Irregular da Lâmpada Piloto .............................................................................................................. 6-16
Alternador - Substituição. .................................................................................................................................... 6-25
Aquecedor de Ar no Coletor de Admissão - Verificação. ................................................................................... 6-22
Aquecedor do Óleo no Cárter - Substituição. ..................................................................................................... 6-30
Aquecedor do Refrigerante no Bloco - Substituição. ......................................................................................... 6-28
Aquecedores do Refrigerante no Bloco e do Óleo Lubrificante no Cárter - Verificação..................................6-20
Bateria - Verificação. ............................................................................................................................................ 6-9
Ciclo de Pré-Aquecimento - Verificação ............................................................................................................ 6-23
Circuito do Motor de Partida - Verificação. ......................................................................................................... 6-10
Interruptor do Motor de Partida - Verificação ..................................................................................................... .6-11
Interruptor Magnético - Verificação .................................................................................................................... 6-10
Solenóide do Motor de Partida e Motor de Partida - Verificação ......................................................................... 6-13
Velocidade de Partida Muito Baixa ................................................................................................................... 6-15
Conexões dos Terminais da Bateria - Verificação. ............................................................................................. 6-10
Diagramas de Fluxo - Sistema Elétrico . .............................................................................................................. 6-3
Circuito Básico de Fiação (com interruptor magnético auxiliar). ......................................................................... 6-4
Circuito do Sistema de Carga - Bosch K1 - Típico ............................................................................................. .6-5
Circuito do Sistema de Carga Delco - Típico. ...................................................................................................... 6-5
Motor de Partida - Modelo-Delco Remy 27MT/28MT ............................................................................................ 6-3
Motor de Partida - Nippondenso Tipo “R” ............................................................................................................. 6-4
Sistema Elétrico - Informações Gerais. ................................................................................................................ 6-2
Fumaça Branca - Verificação. ............................................................................................................................. 6-21
Interruptor da Pressão do Óleo Lubrificante - Substituição. .............................................................................. 6-26
Interruptor da Pressão do Óleo Lubrificante - Verificação. ................................................................................ 6-19
Interruptor da Pressão do Óleo Lubrificante e Sensor de Temperatura - Verificação......................................6-19
Motor de Partida - Substituição ........................................................................................................................ 6-24
Operação Normal do Sistema de Aquecimento do Coletor de Admissão ............................................................ 6-21
Sensor de Temperatura - Substituição. ............................................................................................................... 6-27
Sensor de Temperatura - Verificação. ................................................................................................................. 6-19
Sistema Elétrico - Especificações. ........................................................................................................................ 6-6
Cabo da Bateria - Especificações ....................................................................................................................... 6-6
Capacidade da Bateria ....................................................................................................................................... 6-6
Recomendações de Bitolas para Fiação - Solenóide de Partida e Combustível 6-7
Resistência do Circuito de Partida ...................................................................................................................... 6-6
Sistema Elétrico - Ferramentas de Serviço. ......................................................................................................... 6-8
Sistema Elétrico do Motor - Procedimentos de Substituição. ............................................................................ 6-24
Sistema Elétrico - Informações Gerais Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-2 Série B

Sistema Elétrico - Informações Gerais


O sistema elétrico consiste basicamente do motor de partida e do alternador.

A bomba injetora rotativa utiliza uma válvula elétrica de corte do combustível. A bomba injetora em linha usa um sistema de
solenóide de corte eletricamente ativado. A função desta válvula é discutida na seção do sistema de combustível.

O motor dever ter sensores de temperatura e de pressão conectados a indicadores ou ligados a dispositivos para parada
automática do motor. O motor também pode estar equipado com um aquecedor do refrigerante no bloco dos cilindros, um
aquecedor do óleo lubrificante no cárter ou um aquecedor de ar no coletor de admissão.

NOTA: Ao conduzir um diagnóstico de falhas em um grupo de geradores da Série B, consultar o Manual de Operação e
Manutenção, Boletim N º 3810208.
Sistema Elétrico - Seção 06 Diagramas de Fluxo - Sistema Elétrico
Série B Página 6-3

Diagramas de Fluxo - Sistema Elétrico


MOTOR DE PARTIDA DELCO-REMY MODELO 27MT/28MT
Diagramas de Fluxo - Sistema Elétrico Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-4 Série B

Motor de Partida - Nippondenso Tipo “R”

Circuito Básico de Fiação (Com Interruptor Magnético Auxiliar)


Sistema Elétrico - Seção 06 Diagramas de Fluxo - Sistema Elétrico
Série B Página 6-5

Circuito do Sistema de Carga Bosch K1 Típico

Circuito do Sistema de Carga Delco Típico


Sistema Elétrico - Especificações Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-6 Série B

Sistema Elétrico - Especificações


Capacidade da Bateria
4B3.9 4BT3.9 4BTA3.9 6B5.9
Capacidade mínima recomendada
para baterias com acessórios leves*
- Motor de Partida de 12 Volts...... ............ ..625CCA 625CCA 625CCA 800CCA
- Motor de Partida de 24 Volts .................. ..312CCA 312CCA 312CCA 400CCA
Com acessórios Pesados**
- Motor de Partida de Partida de 12 Volts .. ..800CCA 800CCA 800CCA 950CCA
- Motor de Partida de Partida de 24 Volts .. ..400CCA 400CCA 400CCA 475CA

* Acessórios ‘Leves’ típicos incluem: alternador, pequena bomba de direção e embreagem desengatada.
**Acessórios ‘Pesados’ típicos incluem: bomba hidráulica e conversor de torque.

Resistência do Circuito de Partida


Resistência Máxima Permitida do
Circuito de Partida
- Com Motor de Partida de 12 Volts - Ohms ........ Carga média 0,0012 Carga pesada 0,00075
- Com Motor de Partida de 24 Volts - Ohms ........ Carga média 0,004 Carga pesada 0,0020

Cabo da Bateria - Especificações


Tamanho Resistência Nominal Comprimento Total Máximo
do Cabo em Ohms (soma dos dois os cabos)
12 Volts 24 Volts
Bitola Por Metro Por Pé Metro Pé Metro Pé
4 0,000984 0,00030 NR* NR* 2,03 6,7
2 0,000615 0,000188 1,63 5,3 3,26 10,6
1 0,000492 0,000150 2,03 6,7 4,06 13,4
0 0,000386 0,000118 2,59 8,5 5,18 17,0
00 0,000292 0,000090 3,43 11,3 6,86 22,6
000 0,000232 0,000071 4,32 14,2 8,64 28,4

* Não recomendado
Sistema Elétrico - Seção 06 Sistema Elétrico - Especificações
Série B Página 6-7

Recomendações de Bitolas para Fiação - Solenóide de Partida e Combustível

BITOLA DA FIAÇÃO RECOMENDADA:

Os valores na tabela são Bitola AWG para sistemas de 12/24 Volts

Comprimento da Bateria até A A até B A até C


Fiação no circuito:
0,9 m (3 Pés) 10/14 12/14 14/16
1,2 m (4 Pés) 10/12 10/14 14/16
1,5 m (5 Pés) 8/10 10/12 14/16
2,7 m (9 Pés) 6/8 8/10 12/14
5,5 m (18 Pés) 4/6 6/8 8/10

O comprimento do fio no circuito significa o comprimento total em cada circuito


individual, p. ex.,
Bateria até A = Um circuito.

Em um circuito de 12 volts, por exemplo:


Bateria até A = 1,5 m (5 pés); bitola requerida = 8g.
A até B = 1,5 m (5 pés); bitola requerida = 10 g.
A até C = 2,7 m (9 pés); bitola requerida = 12 g.

Caso o sistema seja de fiação bipolar (sem massa no chassis), o comprimento dos
circuitos dos solenóides de partida e de corte de combustível incluirão os cabos de
retorno para o negativo da bateria.
Sistema Elétrico - Ferramentas Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-8 Série B

Sistema Elétrico - Ferramentas de Serviço

As seguintes ferramentas especiais são recomendadas para cumprimento dos procedimentos da Seção 6. O uso destas
ferramentas é mostrado no procedimento apropriado. Estas ferramentas podem ser adquiridas diretamente nos Revendedores
e Postos de Serviço Autorizados Cummins.

Ferramenta Nº Descrição da Ferramenta Ilustração


Multímetro digital

Usado para medição de voltagem (volts) e resistência (ohms) em um


3376898 circuito.
Sistema Elétrico - Seção 06 Bateria - Verificação
Série B Página 6-9

Bateria - Verificação (6-01)


Encher cada célula da bateria com água destilada. Consultar as
especificações do fabricante.

NOTA: As baterias livres de manutenção são seladas e não


necessitam de adição de água.

Se forem usadas baterias convencionais (que requerem


manutenção), verificar a gravidade específica do eletrolítico da
bateria em cada célula.

Todas as baterias, incluindo as livres de manutenção, podem


ser verificadas pela medição da voltagem entre o cabo positivo
da bateria e o bloco do motor (terra). Anotar a voltagem.

Usando uma conexão remota de partida, certificar-se de engatar


o dispositivo de partida (terminal) enquanto observa a voltagem.

Se a leitura da voltagem for menor do que 10 volts CC, recarregar


a bateria.

Se a leitura da voltagem cair rapidamente mais de 2 volts CC,


substituir a bateria.
Conexões dos Terminais da Bateria - Verificação (6-02) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-10 Série B

Conexões dos Terminais da Bateria -


Verificação (6-02)
Inspecionar visualmente se os terminais da bateria estão soltos,
quebrados ou se as conexões estão corroídas.

Reparar ou substituir os cabos ou terminais quebrados.

Se as conexões estiverem corroídas, remover os cabos e usar


uma escova de bateria para limpar os cabos e os terminais.

Instalar e apertar os cabos da bateria.

Aplicar graxa aos terminais da bateria para evitar sua corrosão.

Circuito do Motor de Partida - Verificação


(6-03)
Interruptor Magnético - Verificação
Precaução: Certificar-se de que o interruptor do motor de partida
está desligado, posição “OFF”, para evitar choque elétrico e danos
corporais.
Remover do terminal da chave magnética o cabo que conecta a
chave magnética ao solenóide do motor de partida.
Conectar as pontas de prova do Multímetro Digital, PN 3376898
ou equivalente, nos dois terminais mais grossos da chave
magnética.

Ajustar o multímetro para medir a resistência (Ohms).

Com o interruptor do motor de partida na posição desligado,


“OFF”, o multímetro deve indicar uma resistência infinita.

Girar a chave do motor de partida para a posição “START” (Partida).

O multímetro deve indicar zero (“0”) ou uma resistência muito


pequena.
Sistema Elétrico - Seção 06 Circuito do Motor de Partida - Verificação (6-03)
Série B Página 6-11

Se o multímetro indicar resistência infinita com a chave do motor


de partida na posição “START” (Partida):

• Girar a chave do motor de partida na posição “OFF”


(desligado).

• Ajustar o multímetro para a escala de voltagem CC.

• Conectar uma ponta de prova do multímetro ao terminal


do interruptor magnético marcado com “S” e a outra
ponta de prova à massa (respeitar a polaridade).

• Girar a chave do motor de partida para a posição


“START” (partida).

• Se o multímetro não indicar voltagem, o interruptor


magnético não é a causa do problema. Consultar
“Interruptor do Motor de Partida - Verificação”, neste
procedimento.

• Girar a chave do motor de partida para a posição “OFF”


(desligado).

• Remover as pontas de prova do multímetro e conectar o


interruptor magnético ao fio do solenóide do motor de
partida.

Interruptor do Motor de Partida - Verificação

Precaução: Certificar-se de que a chave do motor de partida


esteja na posição “OFF” (desligada) para evitar choque
elétrico e danos pessoais.

Remover do terminal da chave do motor de partida o fio que


conecta a chave do motor de partida ao interruptor magnético
(marcado com “S” ou “START”).

Conectar a ponta de prova positiva do Multímetro Digital,


PN 3376898, ou equivalente, ao terminal da chave do motor de
partida, e a ponta de prova negativa ao chassis ou à massa do
motor.
Circuito do Motor de Partida - Verificação (6-03) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-12 Série B

NOTA: Com a chave do motor de partida na posição “OFF”


(desligada), não deverá haver voltagem no terminal da chave do
motor de partida. Se o multímetro indicar voltagem, a chave do
motor de partida está com defeito e deve ser substituída.

Girar a chave do motor de partida para a posição “START” (partida).

O multímetro deverá indicar voltagem no sistema.

Caso não houver voltagem:

• Girar a chave do motor de partida para a posição "OFF"


(desligada).

• Conectar a ponta de prova positiva do multímetro ao


terminal da chave do motor de partida que possui um fio
conectando a chave do motor de partida ao terminal “B”
do solenóide do motor de partida.

Se o multímetro indicar voltagem no terminal de entrada da chave


do motor de partida, a chave do motor de partida está com defeito
e deve ser substituída.
Sistema Elétrico - Seção 06 Circuito do Motor de Partida - Verificação (6-03)
Série B Página 6-13

Se o multímetro não indicar voltagem, a chave não é a causa do


problema.

Verificar se há fios partidos ou danificados na fiação elétrica da


chave de partida ao terminal “B” do solenóide do motor e do
solenóide do motor de partida à bateria.

Solenóide do Motor de Partida e Motor de


Partida - Verificação
Antes de iniciar o diagnóstico de falhas do motor de partida,
certificar-se de que os terminais da bateria não estão soltos ou
corroídos.

Solenóide do Motor de Partida

No caso de o solenóide não emitir um som (clique), examinar se


há fios soltos ou mal conectados.

Usar um Multímetro Digital, PN 3377161, ou equivalente, para


ajustar a escala de voltagem.

Verificar se existe voltagem no terminal da bateria do solenóide


do motor de partida.
Circuito do Motor de Partida - Verificação (6-03) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-14 Série B

Se o multímetro indicar voltagem no terminal da bateria no motor


de partida, verificar a voltagem no terminal “S” do solenóide do
motor de partida, enquanto a chave de partida está energizada.

Se o multímetro indicar voltagem no terminal “S”, porém o motor


de partida não engrenar, o solenóide do motor de partida não
está funcionando corretamente e o motor de partida deve ser
substituído.

Se o multímetro não indicar voltagem no terminal “S” do solenóide,


verificar:

• Fusíveis
• Voltagem no interruptor de partida e no interruptor
magnético. Consultar “Chave do Motor de Partida e
Interruptor Magnético - Verificação”, nesta seção.

• Sistemas de parada automática do motor na aplicação


específica.

Motor de Partida

Verificar se há voltagem do sistema no terminal “M” do motor de


partida, enquanto a chave de partida é energizada.

• Voltagem no sistema: o motor de partida está com defeito


ou não está adequadamente aterrado e precisa ser
reparado ou substituído.

• Não há voltagem: o solenóide do motor de partida não


está funcionando corretamente e precisa ser
substituído.

Se o solenóide do motor de partida emitir um som audível, desligar


a chave e tentar girar manualmente o motor em ambos os
sentidos.
Sistema Elétrico - Seção 06 Circuito do Motor de Partida - Verificação (6-03)
Série B Página 6-15

Girar a árvore de manivelas da seguinte forma:

1. No sentido normal da rotação do motor.

2. No sentido oposto à rotação normal do motor.

3. Novamente no sentido normal da rotação do motor.

Se a árvore de manivelas girar no passo Nº 3, tentar novamente


dar partida ao motor. Se o motor de partida girar o motor , verificar
se há danos no pinhão do motor de partida e na cremalheira do
volante.

Velocidade de Partida do Motor Muito Baixa


Certificar-se de que todas as conexões da fiação estão limpas,
apertadas e não estão danificadas.

Verificar a voltagem da bateria. Consultar “Baterias - Verificação”.

Se a árvore de manivelas não foi girada para verificar a atuação


do motor de partida, girá-la no sentido normal da rotação do
motor para certificar-se de que o mesmo gira livremente e não
apresenta nenhum problema interno.

Se o motor girar livremente, verificar a voltagem no motor de


partida durante o arranque. Se a voltagem cair em mais de 2,4
volts, verificar se todas as conexões dos cabos estão bem
apertadas.

O limite de queda de voltagem permitido em um sistema de 24


volts é de 4,8 volts.

Se todos os cabos estão corretos e a queda de voltagem exceder


os limites acima, substituir o motor de partida.
Alternador - Verificação (6-04) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-16 Série B

Por outro lado, se a árvore de manivelas exigir um esforço acima


do normal para ser girada, verificar se há carga excessiva,
resultante de unidades de acionamento e acessórios.

Alternador - Verificação (6-04)


Os terminais existentes no alternador são mostrados na
ilustração ao lado. O terminal “R” (Delco) e o terminal “W” (Bosch)
fornecem uma voltagem equivalente à metade da voltagem nor-
mal do sistema, e é usada para operar acessórios como
tacômetros, em grupos geradores.

Problemas com o sistema de carga das baterias são normalmente


indicados pela lâmpada piloto indicadora, ou pelo amperímetro.

Operação Anormal da Lâmpada Piloto

Verificar se a operação da lâmpada piloto é normal conforme


descrito abaixo:

Motor Chave de Contato Lâmpada Amperímetro


Parado “OFF”(desligado) Apagada 0
Parado “ON “ (ligado) Acesa -
Funcionando “ON “ (ligado) Acesa +
Sistema Elétrico - Seção 06 Alternador - Verificação (6-04)
Série B Página 6-17

Chave de Contato Desligada, Lâmpada Acesa, Motor Parado

Desligar o fio da lâmpada na chave de contato. Se a lâmpada


continuar acesa, há um curto-circuito com um fio positivo no
lado de contato da lâmpada.

Se a lâmpada se apagar, há um curto-circuito interno na chave


de contato.

Chave de Contato Ligada, Lâmpada Apagada, Motor Parado

Esta condição pode ser causada por um circuito aberto. Para


localizar onde está o circuito aberto, verificar se há fusível
queimado, a própria lâmpada queimada, o soquete da lâmpada
defeituoso, ou um circuito aberto no fio Nº 1 ou D+ do circuito
entre o alternador e a chave de contato.

Chave de Contato Ligada, Lâmpada Acesa, Motor


Funcionando

Verificar a correia de acionamento e a polia do alternador para


certificar-se de que o alternador está girando.
Alternador - Verificação (6-04) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-18 Série B

Desconectar os fios dos terminais Nº 1 e Nº 2 no alternador


Delco ou D+ no alternador Bosch K1. Se a lâmpada continuar
acesa, há um curto-circuito à terra no lado do alternador da
lâmpada.

Se a lâmpada apagar, substituir o alternador.

Operação Anormal do Sistema de Carga

Verificar a bateria e todas as conexões elétricas do sistema.

Inspecionar se há fios defeituosos. Verificar se todas as conexões


estão limpas e bem apertadas incluindo os conectores de engate
no alternador e no anteparo da cabine, bem como as conexões
na bateria.

Com a chave de contato ligada e todas as conexões da rede


elétrica corretamente apertadas nos seus respectivos terminais,
conectar um voltímetro do:
A. Terminal do alternador “BAT” (Delco 15SI) “B+” (Bosch K1) à
massa.
B. Terminal Nº 1 do alternador (Delco 15SI) à massa.
C. Terminal Nº 2 do alternador (Delco 15SI) à massa.
D. Terminal do alternador D+ (Bosch K1) à massa.
Uma leitura de Zero Volts (0) indica um circuito aberto entre as
conexões do alternador e a bateria.
Localizar e reparar o circuito aberto.
Sistema Elétrico - Seção 06 Interruptor da Pressão do Óleo Lubrificante e Sensor de Temperatura - Verificação (6-05)
Série B Página 6-19

Com todos os acessórios elétricos desligados, conectar um


voltímetro entre os bornes da bateria. Operar o motor em
velocidade moderada.

Se a leitura for igual ou superior a 15,5 volts num sistema de 12


volts, remover o alternador para reparo. O limite para um sistema
de 24 volts é de 28 volts.

Interruptor da Pressão do Óleo


Lubrificante e Sensor de Temperatura -
Verificação (6-05)
Ao diagnosticar falhas com o interruptor ou o sensor de
temperatura, verificar em primeiro lugar se não há conexões
elétricas soltas ou corroídas, ou fios quebrados (interrompidos).

Interruptor da Pressão do Óleo


Lubrificante - Verificação (6-06)
Remover o interruptor de pressão de óleo lubrificante, instalar no
seu lugar um manômetro. Funcionar o motor e medir a pressão
do óleo. Pressão mínima do óleo lubrificante:
Marcha Lenta (675 a 725 RPM).......................69 kPa [10 psi]

Rotação Máxima Indicada ............................. 207 kPa [30 psi]

NOTA: O interruptor de pressão é calibrado na fábrica para atuar


quando a pressão do óleo cair para 55 kPa [8 psi].

Sensor de Temperatura - Verificação (6-07)


Verificar a continuidade do circuito. O sensor apresentará
continuidade elétrica somente quando a temperatura do
refrigerante ultrapassar os 107 ºC [225 ºF].
Refrigerante ou Aquecedor do Óleo no Cárter - Verificação (6-08) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-20 Série B

Aquecedores do Refrigerante no Bloco


e do Óleo no Cárter - Verificação (6-08)
Quando em operação, os aquecedores do refrigerante no bloco
ou do óleo lubrificante no cárter devem emitir um som audível, e
a área adjacente aos mesmos deve se apresentar quente ao
toque.

Aquecedor Aquecedor
no Bloco no Cárter

Alguns aquecedores operarão continuamente quando ligados à


voltagem correta em uma tomada da rede elétrica. Operar os
aquecedores quando a temperatura ambiente for inferior a 0 ºC
[32 ºF].
Sistema Elétrico - Seção 6 Fumaça Branca - Verificação
Série B Página 6-21

Fumaça Branca - Verificação


Fumaça branca significa combustível não queimado, isto é, não há queima do combustível durante a operação do motor frio.

O sistema de aquecimento do coletor de admissão não está diretamente conectado ao sistema de combustível, mas
monitora a temperatura do ar para o motor. O termistor envia valores de resistências variadas ao Módulo de Controle
Eletrônico ou equivalente. O ECM controla a luz de “Esperar para Ligar” e os solenóides aquecedores.

Os elementos do aquecedor do coletor de admissão operam em ambos os modos: tanto no pré-aquecimento quanto no pós-
aquecimento.

• No modo pré-aquecimento, a chave de ignição está ligada mas o motor não está funcionando.
• No modo pós-aquecimento, o motor está funcionando.
A operação adequada do sistema de aquecimento do coletor de admissão e os procedimentos de partida impedirão o uso
excessivo do motor de partida, minimizando a descarga de fumaça branca logo que o motor começa a funcionar.

Operação Normal do Sistema de Aquecimento do Coletor de Admissão

Ciclo de Tempo de Pré- Ciclo de Pós-Aquecimento


Temperatura do Aquecimento Chave de Ignição Ocorre - Chave de
Coletor de Admissão “ON” (Ligada) Antes do Ciclo “ON”(Ligada) Após
do Motor de Rotação do Motor Rotação do Motor
Acima de 15 ºC [59 ºF] 0 - Segundos Não

-9 ºC a 15 ºC
[15 ºF a 59 ºF] *10 - Segundos Sim

-18 ºC a -9 ºC
[0 ºF a 15 ºF] 15 - Segundos Sim

-26 ºC a 18 ºC
[-15 ºF a 0 ºF] 17 - Segundos Sim

Abaixo de -26 ºC [15 ºF] 20 - Segundos Sim

* Módulos de Controle de Aquecimento/Módulos de Controle Eletrônico com os números de série abaixo de 0080000A não
têm um Ciclo de Pré-Aquecimento durante este ciclo.
Aquecedor do Ar no Coletor de Admissão - Verificação (6-09) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-22 Série B

Aquecedor do Ar no Coletor de
Admissão - Verificação (6-09)
Verificar a voltagem da bateria.

Mínimo: 6,5 Volts

Verificar o termistor

Desconectar o termistor

Girar a chave de ignição para a posição “ON” (ligada).

NOTA: A luz de “Esperar para Ligar” deve estar acesa.

Os solenóides devem “Clicar”, ao serem acionados.

Esperar 20 segundos.

Os solenóides devem “Clicar” novamente ao serem desligados.

A luz de “Esperar para Ligar” piscará indicando um circuito aberto


na fiação do termistor. Desconectar o termistor simulando esta
condição.
Sistema Elétrico - Seção 06 Aquecedor da Galeria de Admissão - Verificação (6-09)
Série B Página 6-23

Girar a chave de ignição para a posição “OFF” (desligado).

Conectar a fiação do termistor.

Ciclo de Pré-Aquecimento - Verificação


Girar a chave de ignição para a posição “ON” (ligado).

Não colocar o motor em funcionamento.

Os solenóides (2) devem “Clicar” na posição “ON” (ligado).

NOTA: Se o motor estiver em funcionamento, a temperatura


provavelmente estará acima de 15 ºC [59 ºF].

Após o período de pré-aquecimento, a luz de “Esperar para Ligar”


apagará sem piscar.

Ajustar a escala do multímetro para ler voltagem CC.

Conectar a ponta de prova do multímetro nos terminais do


aquecedor do coletor de admissão. Verificar cada terminal
individualmente.
Sistema Elétrico do Motor - Procedimentos de Substituição (6-10) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-24 Série B

Se há voltagem, verificar as bobinas de tração dos solenóides.

Verificar a voltagem nas bobinas de tração do solenóide.

1. Se houver voltagem na bobina de tração, substituir o modulo


de controle eletrônico.

2. Se não houver voltagem na bobina de tração, substituir o


solenóide.

Colocar o motor em funcionamento.

Não segurar a chave de ignição na posição de funcionamento do


motor “START” por mais de 10 segundos.

Se o motor não funcionar, girar a chave para a posição “OFF”


(desligado).

Retornar a chave de ignição na posição “ON” (ligado) e iniciar


novamente o ciclo normal de partida.

Sistema Elétrico do Motor - Procedimentos


de Substituição (6-10)
Motor de Partida - Substituição

Passos Preparatórios:

• Desconectar o cabo terra do terminal da bateria.

• Identificar cada cabo e condutor sendo retirado com uma


etiqueta, identificando sua localização.
Sistema Elétrico - Seção 06 Alternador - Substituição (6-11)
Série B Página 6-25

17 mm

Remover o cabo da bateria do solenóide.

10 mm

Remover o motor de partida.

Instalar o motor de partida na ordem inversa da remoção.

Valor de Torque: 43 N•m [32 lb-pé]

Alternador - Substituição (6-11)


Passos Preparatórios:

• Desconectar o cabo terra do terminal da bateria.


• Remover a correia da polia do alternador.

11 mm

Remover e etiquetar todos os fios à medida que são desligados,


e completar os passos a seguir:
Interruptor da Pressão do Óleo Lubrificante - Substituição (6-12) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-26 Série B

13 mm

Remover o parafuso do tirante do alternador

16 mm

Remover o parafuso da montagem basculante do alternador.

Para montagem do alternador, os componentes de montagem


devem ser soltos e bem apertados na seguinte seqüência:

1. Parafuso de suporte do alternador para o alternador.


2. Parafuso do braço inferior para o alternador.
3. Parafuso do alternador para a conexão de entrada d'água.
4. Parafusos da conexão de entrada d'água ao bloco.

NOTA: O tamanho da chave e o valor de torque é determinado


pelo fabricante e modelo do alternador. Consultar os Valores de
Torque dos Componentes do Motor.

Interruptor da Pressão do Óleo


Lubrificante (6-12)
Desconectar o fio da unidade sensora.

NOTA: As unidades sensoras ilustradas podem diferir das


instaladas pelo fabricante do equipamento.
Sistema Elétrico - Seção 06 Temperatura do Sensor - Substituição (6-13)
Série B Página 6-27

Reconectar o fio à unidade sensora.

Valores de Torque:
(Instalada em ferro fundido) 16 N•m [12 lb-pé]
(Instalada em alumínio) 10 N•m [ 7 lb-pé]

Sensor de Temperatura - Substituição


(6-13)
Passos Preparatórios:

• Drenar o refrigerante.

10 mm ou chave de fenda

Desconectar a fiação do sensor de temperatura.

22 mm

Remover o sensor de temperatura.


Aquecedor do Refrigerante no Bloco - Substituição (6-14) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-28 Série B

22 mm

Aplicar teflon líquido nas roscas antes de instalar o sensor de


temperatura.

Reconectar a fiação.

Valores de Toque:
(Instalado em ferro fundido) 50 N•m [37 lb-pé]
(Instalado em alumínio) 30 N•m [22 lb-pé]

Aquecedor do Refrigerante no Bloco -


Substituição (6-14)
Passos Preparatórios:

• Drenar pelo menos 19 litros [5 galões US] de refrigerante.


Desconectar o chicote elétrico do aquecedor do bloco.

10 mm

Soltar a porca de retenção do aquecedor do bloco.

Remover o aquecedor do bloco de cilindros.

Limpar totalmente o orifício do bujão no bloco. Certificar-se de


que não existem rebarbas ou cantos vivos que possam cortar o
anel “O”.
Sistema Elétrico - Seção 06 Aquecedor do Refrigerante no Bloco - Substituição (6-14)
Série B Página 6-29

Lubrificar o novo anel “O” do aquecedor com um óleo lubrificante


limpo.

O canal de trava (barra T) deve ser deslocado para a extremidade


do parafuso. Se estiver equipado, não remover o fio retentor usado
para posicionar o canal (barra T).

Prender o elemento e uma perna do canal (barra T) dentro do


orifício, conforme ilustrado.

Prender a outra perna do canal no orifício e empurrar o aquecedor


para dentro do orifício, o mais que puder com a mão.
Aquecedor do Óleo no Cárter - Substituição (6-15) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-30 Série B

Martelo de Plástico

Precaução: Não empurrar o aquecedor para dentro do local


com o parafuso de trava, pois o canal (barra T) poderá
entortar ou espanar a rosca.

Se necessário, usar um martelo plástico para bater no aquecedor


até que o rebordo faça contato com o bloco.

Soquete de 10 mm, Chave de Torque: Libras-Pés

Apertar o parafuso de trava com:

Mínimo: 1,3 N•m [12 lb-pol]

Máximo: 2,8 N•m [25 lb-pol]

Não apertar demais.

Inserir o chicote elétrico dentro do soquete, tendo o cuidado de


alinhar os pinos com os soquetes do chicote. Apertar a porca de
retenção manualmente.

Não ligar até que o sistema de arrefecimento esteja abastecido


e operar o tempo suficiente para que os termostatos abram e
assegurar que todo o ar tenha escapado.

Aquecedor do Óleo no Cárter -


Substituição (6-15)
Passos Preparatórios:

• Drenar o óleo do motor.


Sistema Elétrico - Seção 06 Aquecedor do Óleo no Cárter - Substituição (6-15)
Série B Página 6-31

Desconectar o chicote elétrico do aquecedor. Remover o elemento


do aquecedor.

Catraca, Soquete de 1 pol profundo, Chave Torsimétrica

Substituir o elemento do aquecedor. Encher novamente o cárter


com óleo ao nível correto.

Valor de Torque: 120 N•m [88 lb-pé]


Aquecedor do Óleo no Cárter - Substituição (6-15) Sistema Elétrico - Seção 06
Página 6-32 Série B

ANOTAÇÕES
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor
Série B Página 7-1

Sistema de Componentes Básicos do Motor - Seção 7


Conteúdo da Seção
Página
Amortecedor de Vibrações/ Polia de Manivela - Substituição. ........................................................................ 7-104
Amortecedor de Vibrações - Elemento de Borracha - Inspeção (No Chassis) ................................................... 7-105
Amortecedor de Vibrações - Viscosidade - Inspeção ....................................................................................... 7-105
Instalação ...................................................................................................................................................... 7-105
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-104
Árvore de Comando e Tuchos - Substituição. ................................................................................................... 7-116
Árvore de Comando - Instalação ..................................................................................................................... 7-129
Árvore de Comando e Engrenagem - Inspeção ................................................................................................ 7-120
Bucha de Comando - Substituição .................................................................................................................. 7-125
Critério de (Avaria) da Deterioração das Bordas ............................................................................................... 7-122
Critério de Reutilização da Corrosão ............................................................................................................... 7-121
Remoção da Árvore de Comando .................................................................................................................... 7-116
Tuchos - Inspeção .......................................................................................................................................... 7-119
Tuchos - Instalação ........................................................................................................................................ 7-126
Tuchos - Remoção ......................................................................................................................................... 7-117
Biela Completa - Substituição. ............................................................................................................................ 7-83
Instalação ........................................................................................................................................................ 7-86
Limpeza e Inspeção ......................................................................................................................................... 7-84
Remoção ......................................................................................................................................................... 7-83
Bujão - Substituição. .......................................................................................................................................... 7-161
Instalação ...................................................................................................................................................... 7-162
Limpeza e Inspeção ....................................................................................................................................... 7-162
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-161
Bujão de Expansão - Substituição. .................................................................................................................... 7-163
Instalação ...................................................................................................................................................... 7-164
Limpeza ........................................................................................................................................................ 7-163
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-163
Cabeçote dos Cilindros - Substituição. ................................................................................................................ 7-47
Cabeçote dos Cilindros - Desmontagem ........................................................................................................... 7-51
Cabeçote dos Cilindros - Guia de Reutilização .................................................................................................. 7-56
Cabeçote dos Cilindros - Instalação .................................................................................................................. 7-58
Cabeçote dos Cilindros - Limpeza .................................................................................................................... 7-52
Cabeçote dos Cilindros - Montagem ................................................................................................................. 7-57
Cabeçote dos Cilindros - Verificação Antes da Montagem ................................................................................. 7-50
Guia de Válvula - Inspeção ............................................................................................................................... 7-55
Mola de Válvula - Inspeção ............................................................................................................................... 7-57
Piso do Cabeçote dos Cilindros - Inspeção ....................................................................................................... 7-55
Remoção ......................................................................................................................................................... 7-47
Sede de Válvula - Inspeção .............................................................................................................................. 7-56
Válvulas - Inspeção .......................................................................................................................................... 7-54
Carcaça da Engrenagem ou Junta - Substituição. ........................................................................................... 7-136
Instalação ...................................................................................................................................................... 7-138
Junta do Cárter - Reparo................................................................................................................................. 7-137
Limpeza e Inspeção ....................................................................................................................................... 7-137
Substituição do Pino de Sincronização ........................................................................................................... 7-136
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-136
Carcaça do Volante - Substituição. ................................................................................................................... 7-153
Alinhamento da Cavidade da Carcaça do Volante - Verificação......................................................................... 7-156
Alinhamento da Face da Carcaça do Volante - Verificação............................................................................... 7-158
Instalação (Aplicação da Embreagem Molhada) ............................................................................................. 7-160
Instalação (Aplicação da Embreagem Seca) ................................................................................................... 7-155
Limpeza e Inspeção ....................................................................................................................................... 7-155
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-153
Carcaça dos Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição. ............................................................................ 7-31
Carcaça dos Balanceiros - Desmontagem ........................................................................................................ 7-32
Carcaça dos Balanceiros - Inspeção ................................................................................................................. 7-33
Carcaça dos Balanceiros - Limpeza .................................................................................................................. 7-33
Carcaça dos Balanceiros - Montagem .............................................................................................................. 7-34
Conjunto da Carcaça dos Balanceiros - Instalação ............................................................................................ 7-37
Remoção ......................................................................................................................................................... 7-31
Tubos Impulsores - Inspeção ............................................................................................................................ 7-36
Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-2 Série B

Tubos Impulsores - Instalação .......................................................................................................................... 7-36


Tubos Impulsores - Limpeza ............................................................................................................................. 7-36
Cavidade do Cilindro - Desvitrificação. ............................................................................................................... 7-98
Desmontagem ................................................................................................................................................. 7-98
Desvitrificação .................................................................................................................................................. 7-99
Inspeção .......................................................................................................................................................... 7-99
Limpeza ........................................................................................................................................................ 7-102
Montagem ..................................................................................................................................................... 7-103
Coletor de Escape - Substituição. ........................................................................................................................ 7-45
Instalação ........................................................................................................................................................ 7-46
Limpeza .......................................................................................................................................................... 7-46
Remoção ......................................................................................................................................................... 7-45
Componentes Básicos do Motor - Diagnóstico de Falhas. .................................................................................. 7-14
Ajuste das Válvulas - Verificação ...................................................................................................................... 7-16
Amortecedor de Vibração ................................................................................................................................. 7-20
Árvore de Manivelas e Mancais de Centro ......................................................................................................... 7-24
Bloco de Cilindros ............................................................................................................................................ 7-25
Carcaça da Engrenagem Dianteira e Trem de Engrenagem ............................................................................... 7-20
Carcaça do Volante e Volante ........................................................................................................................... 7-25
Carcaça dos Balanceiros, Haste da Válvula, Tubos Impulsores Tuchos e Árvore de Comando 7-21
Compressão - Verificação ................................................................................................................................. 7-16
Jogo de Válvulas e Conjunto do Cabeçote ......................................................................................................... 7-14
Pistão e Conjunto de Biela ............................................................................................................................... 7-22
Protrusão do Injetor .......................................................................................................................................... 7-19
Sistemas de Ar e Combustível - Verificação ...................................................................................................... 7-15
Válvula Retentora - Desgaste ........................................................................................................................... 7-18
Componentes Básicos do Motor - Especificações..............................................................................................7-26
Árvore de Comando .......................................................................................................................................... 7-28
Alojamento do Cilindro ..................................................................................................................................... 7-31
Árvore de Manivelas ......................................................................................................................................... 7-29
Biela Completa ................................................................................................................................................ 7-29
Bloco de Cilindros ............................................................................................................................................ 7-30
Pistões ............................................................................................................................................................ 7-28
Trem de Engrenagem ....................................................................................................................................... 7-27
Trem de Válvula ............................................................................................................................................... 7-26
Tuchos ............................................................................................................................................................ 7-28
Componentes Básicos do Motor - Ferramentas. ................................................................................................... 7-4
Componentes Básicos do Motor - Informação Geral. ........................................................................................... 7-6
Definição ........................................................................................................................................................... 7-6
Conexões do Rolamento da Biela - Substituição. .............................................................................................. 7-87
Instalação ........................................................................................................................................................ 7-90
Limpeza e Inspeção ................................................................................................................................................................... 7-89
Remoção ......................................................................................................................................................... 7-87
Conjunto do Pino de Sincronização - Substituição. ......................................................................................... 7-135
Engrenagem da Árvore de Comando - Substituição. ....................................................................................... 7-131
Instalação da Engrenagem da Árvore de Comando .................................. .....................................................7-133
Limpeza e Inspeção ....................................................................................................................................... 7-132
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-131
Engrenagem da Árvore de Manivelas - Substituição. ...................................................................................... 7-146
Luva de Desgaste, Retentor traseiro da Árvore de Manivelas - Substituição. ................................................. 7-148
Instalação ...................................................................................................................................................... 7-151
Limpeza e Inspeção ....................................................................................................................................... 7-150
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-148
Mancais de Centro - Substituição. ....................................................................................................................... 7-93
Mancais de Centro - Inspeção Preliminar .......................................................................................................... 7-93
Mancais de Centro - Substituição ..................................................................................................................... 7-94
Operação e Descrição. ........................................................................................................................................... 7-7
Árvore de Comando, Tuchos e Tubos Impulsores ................................................................................................ 7-8
Árvore de Manivelas e Mancais de Centro ......................................................................................................... 7-12
Bloco de Cilindros ............................................................................................................................................ 7-13
Cabeçote dos Cilindros e Trem de Válvula .......................................................................................................... 7-7
Carcaça do Volante e Volante ............................................................................................................................. 7-9
Engrenagem dianteira e Trem de Engrenagem .................................................................................................... 7-8
Óleo Lubrificante do Cárter ............................................................................................................................... 7-14
Pistão e Conjunto de Biela Completo ................................................................................................................ 7-10
Retentor dianteiro da Árvore de Manivelas ........................................................................................................... 7-8
Retentor Traseiro da Árvore de Manivelas .......................................................................................................... 7-14
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor
Série B Página 7-3

Pino do Pistão - Inspeção. ................................................................................................................................... 7-71


Pistão - Anéis - Instalação ............................................................................................................................... 7-77
Pistão - Folga do Anel - Verificação .................................................................................................................. 7-77
Pistão - Nivelamento para 1994, Apenas para Aplicações Automotivas .............................................................. 7-72
Pistão e Biela - Montagem ............................................................................................................................... 7-71
Pistão e Conjuntos de Bielas - Instalação ......................................................................................................... 7-79
Superfícies de Vedação do Cárter - Selantes ..................................................................................................... 7-82
Pistão - Inspeção. ................................................................................................................................................. 7-70
Pistão e Anéis - Substituição. .............................................................................................................................. 7-65
Pistão e Biela - Desmontagem ......................................................................................................................... 7-68
Pistão e Conjuntos de Bielas - Remoção .......................................................................................................... 7-66
Pistão, Pino e Biela - Limpeza ......................................................................................................................... 7-69
Retentor Dianteiro - Substituição. ..................................................................................................................... 7-107
Instalação ...................................................................................................................................................... 7-108
Limpeza e Inspeção ....................................................................................................................................... 7-108
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-107
Tampa da Caixa de Engrenagens - Substituição. ............................................................................................. 7-112
Instalação ...................................................................................................................................................... 7-114
Limpeza e Inspeção ....................................................................................................................................... 7-113
Remoção ....................................................................................................................................................... 7-112
Turbo-Compressor - Substituição. ........................................................................................................................ 7-41
Instalação ........................................................................................................................................................ 7-43
Remoção ......................................................................................................................................................... 7-41
Válvulas - Ajuste. .................................................................................................................................................. 7-38
Motor de 4 Cilindros - Ajuste ............................................................................................................................ 7-39
Motor de 6 Cilindros - Ajuste ............................................................................................................................ 7-40
Vedação Traseira - Substituição. ....................................................................................................................... 7-110
Volante/Anel de Engrenagem - Substituição. ................................................................................................... 7-147
Anel de Engrenagem - Substituição ................................................................................................................ 7-147
Volante - Instalação ........................................................................................................................................ 7-148
Componentes Básicos do Motor - Ferramentas Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-4 Série B

Componentes Básicos do Motor - Ferramentas

As ferramentas especiais seguintes são recomendadas para cumprimento dos procedimentos na Seção 7. O uso destas
ferramentas é mostrado nos procedimentos apropriados. Estas ferramentas podem ser adquiridas em sua oficina local
autorizada Cummins.

Ferramenta Nº Descrição da Ferramenta Ilustração


Barrador da Engrenagem do Motor

Usado para engatar o anel da engrenagem do volante para girar


3377371 a árvore de manivelas.

Escova Cilíndrica de Limpeza de Cavidade

Usada para limpeza do carvão nas cavidades


dos injetores.
3822509

Jogo de Ferramentas para Remoção de Tuchos

Usado para remover e instalar as válvulas tuchos


3822513

Expansor do Anel do Pistão

Usado para instalar os anéis do pistão direto nos pistões sem danificar
3823137 ou distorcer os anéis.

Ferramenta de Embuchamento da Árvore de Comando

Usada para remover os embuchamentos da Árvore de Comando.


3823509

Instalação da Engrenagem da Árvore de Comando/

Ferramenta de Remoção usada para instalar/remover a engrenagem


3823589 da árvore de comando sem remover a árvore de comando do motor.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor - Ferramentas
Série B Página 7-5

Circuito do Sistema de Carga Bosch K1 Típico

Ferramenta Nº Descrição da Ferramenta Ilustração


Medidor Comprimento Parafuso

Usado para medir o comprimento livre do parafuso.


3823921

Luva de Desgaste - Ferramenta de Instalação

Usada para instalar a luva de desgaste de retenção de óleo na traseira


3824078 da árvore de manivelas.

Ferramenta de Instalação do Retentor de Óleo

Usada para instalar o retentor de óleo na árvore de manivelas dianteira,


3824498 na tampa dianteira para profundidade especificada
Componentes Básicos do Motor - Informações Gerais Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-6 Série B

Componentes Básicos do Motor - Informações Gerais


Esta seção do manual define os componentes básicos do motor, descreve a operação de cada um destes componentes e
estabelece diretrizes para o diagnóstico de disfunções, ou falhas, e descreve os procedimentos para a substituição dos
componentes e o seu recondicionamento “no chassis”.

Definição

Tendo em vista a finalidade deste manual, os componentes básicos do motor são definidos na forma de funções mecânicas,
não incluídas nos outros sistemas básicos do motor. Os componentes incluem:

• Trem das válvulas e cabeçote


• Carcaça dianteira das engrenagens e trem das engrenagens.
• Árvore de comando, tuchos e tubos impulsores.
• Conjunto dos pistões e bielas.
• Árvore de manivelas e Mancais de Centro
• Bloco de Cilindros
• Carcaça do Volante.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Operação e Descrição
Série B Página 7-7

Operação e Descrição
Cabeçote dos Cilindros e Trem de Válvulas
O cabeçote consiste de uma só peça , de desenho de “fluxo
cruzado”, com duas válvulas por cilindro. O cabeçote incorpora
guias de válvulas integralmente fundidas com o mesmo e sedes
de válvulas com superfícies endurecidas termicamente, as quais
podem ser recuperadas em uma oficina mecânica, empregando-
se as peças de serviço apropriadas.

O cabeçote dos cilindros incorpora um coletor de admissão, o


cabeçote do filtro de combustível, o alojamento do termostato e
o desvio interno do refrigerante, integralmente fundidos com o
mesmo. Os injetores são montados no cabeçote para injeção
direta dentro das câmaras de combustão dos cilindros. O
cabeçote do filtro de combustível é remoto para motores com
bomba injetora de combustível em linha.

Pedestais separados para cada cilindro são usados para suportar


os balanceiros e encaminhar óleo lubrificante para os mesmos.

A junta do cabeçote tem um formato laminado com anéis em


ambos os lados, ao redor dos furos de passagem de água.
Ressaltos na junta permitem a vedação das cavidades dos
cilindros. Conforme discutido na seção "Sistema de
Arrefecimento", a junta também possui orifícios para controlar o
fluxo do refrigerante.
Operação e Descrição Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-8 Série B

Carcaça Dianteira das Engrenagens e Trem das Engrenagens

O trem das engrenagens consiste em: engrenagem da árvore de


manivelas (1), engrenagem de acionamento e intermediária da
bomba de óleo lubrificante (2), engrenagem da marcha lenta (3),
engrenagem da árvore de comando (4), engrenagem da bomba
injetora de combustível (5) e engrenagem de acionamento dos
acessórios (6), se utilizada.

A carcaça das engrenagens também atua como um suporte de


montagem para a bomba injetora, o pino de sincronização do
motor e a engrenagem de acionamento dos acessórios, se
utilizada.

Retentor Dianteiro da Árvore de Manivelas

O retentor dianteiro da árvore de manivelas está montado na


tampa dianteira das engrenagens de distribuição. O retentor é
do tipo de lábio de Teflon. A superfície de vedação na árvore de
manivelas deve estar limpa e isenta de rebarbas, sulcos e óleo
lubrificante durante a montagem do retentor.

Árvore de Comando, Tuchos e Tubos Impulsores

A engrenagem da árvore de comando é acionada pela


engrenagem da árvore de manivelas. O alojamento dianteiro de
comando, no bloco de cilindros, é equipado com uma bucha de
apoio para a árvore, para suportar a carga lateral imposta pela
engrenagem de acionamento dos acessórios. O restante dos
munhões da árvore de comando operam dentro de alojamentos
fundidos diretamente no bloco de cilindros. No entanto, estes
alojamentos podem ser recuperados em uma oficina mecânica
com a instalação de buchas de serviço.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Operação e Descrição
Série B Página 7-9

A árvore de comando incorpora os ressaltos convencionais para


atuar as válvulas de admissão e escapamento, possuindo também
um ressalto especial para operar a bomba alimentadora de
combustível. Os ressaltos das válvulas estão em contato
constante com os tuchos do tipo “cogumelo”, os quais por sua
vez impulsionam os tuchos impulsores dos balanceiros. A
alavanca atuadora da bomba alimentadora de combustível cavalga
diretamente e constantemente o ressalto especial na árvore de
comando. O perfil dos ressaltos da árvore de comando é idêntico
para todos os motores da Série B, exceto os motores automotivos
de 1994, que usam uma nova válvula de admissão abrindo um
ressalto na admissão.

Como já mencionado acima, os tuchos são do tipo “cogumelo”.


A face inferior dos mesmos a qual está em contato com o ressalto
da árvore, tem um acabamento convexo, o que faz com que o
mesmo gire constantemente conforme vai erguendo o varão
impulsor.

A extremidade esférica inferior do tubo impulsor se encaixa em


um receptáculo, hemisférico “Fêmea” na extremidade superior
do tucho. A outra extremidade do tubo impulsor possui um
receptáculo “fêmea” o qual se encaixa na extremidade “macho”
do parafuso de ajuste do balanceiro.

Carcaça do Volante e Volante

Várias opções de carcaças de volantes e volantes são disponíveis,


dependendo da aplicação. São utilizadas espigas-guia para
posicionar e manter a carcaça dentro de uma concentricidade
de 0,20 mm [0,008 pol] TIR, em relação à linha de centro da
árvore de manivelas.

NOTA: As carcaças de serviço já são fornecidas de fábrica com


os orifícios para as espigas-guia. Não é necessária a instalação
de novas espigas.
Operação e Descrição Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-10 Série B

Algumas carcaças são usinadas de forma a proporcionar um


alojamento para a instalação de um pinhão de giro manual do
motor.

Montagem do Pistão e Bielas


Os pistões incorporam as seguintes características: corpo de
alumínio com câmara de combustão toroidal de alta turbulência,
e três canaletas para anéis de segmento. Os pistões destinados
a motores turbo-alimentados e turbo-alimentados pós-arrefecidos
incorporam uma canaleta superior de material “Ni Resist”, com
perfil para acomodar um anel do tipo “Keystone”, como 1 º anel
de compressão. Durante a substituição de pistões sempre
certificar-se de estar instalando peças com o número de peça
correto.

Além da inserção do “Ni-Resist”, os motores automotivos turbo-


alimentados também incorporam pistões com uma superfície de
combustão de “anodizado-duro”.

Os jogos de anéis de segmento também diferem entre eles.


Embora ambos os jogos consistam de 3 anéis, o primeiro anel
nos jogos para motores turbo-alimentados/pós-arrefecidos tem
um perfil “Keystone”, e opera dentro de uma canaleta inserida na
cabeça do pistão, a qual é feita de material resistente, conhecido
por “Ni-Resist”. O 1º anel de compressão dos motores de
aspiração natural tem seção quadrada e opera dentro de uma
canaleta usinada diretamente na cabeça do pistão.

Os pistões utilizados em motores automotivos de 1994 utilizam


diferentes alojamentos dos anéis. Os de 160 HP a 175 HP, usam
pistões com uma área de anel de coroa de 8 mm e os de
190 HP, 210 HP e 230 HP usam 10 mm. Os pistões industriais
de 1994 continuam com anel de 14 mm.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Operação e Descrição
Série B Página 7-11

Um pino de pistão do tipo tubular, totalmente flutuante, é usado


para conectar o pistão à biela. A lubrificação do pino e da bucha,
na cabeça da biela, assim como entre o pino e seus alojamentos
no pistão, é efetuada pelo borrifo residual do jato do óleo de
arrefecimento da cabeça do pistão.

A cabeça da biela tem configuração trapezoidal com a finalidade


de proporcionar apoio adicional ao pino do pistão. O alojamento
da cabeça da biela incorpora uma bucha de bronze, para apoio
do pino.

As bronzinas de biela de produção são do tipo de revestimento


de fricção de alumínio e respaldo de aço, para motores de
aspiração natural. Para motores turbo-alimentados/pós-
arrefecidos, as bronzinas são do tipo de respaldo de aço e duas
camadas sucessivas de material anti-frição de alta resistência
superficial (“Trimetal”), para suportar a carga adicional imposta,
resultante da turbo-alimentação e pós-arrefecimento do ar de
admissão.

Tendo em vista evitar a mistura dos dois tipos de bronzina durante


o recondicionamento de um motor, somente bronzinas do tipo
“Trimetal” são disponíveis para substituição em serviço.
Operação e Descrição Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-12 Série B

Bronzinas de serviço sobre-medida estão disponíveis para


aplicação em serviço, nas árvores de manivelas retificadas.

Árvore de Manivelas e Mancais de Centro

A árvore de manivelas é uma unidade inteiriça de aço forjado,


estática e dinamicamente balanceada. Os motores de 4 cilindros
possuem 5 mancais de centro, enquanto os motores de 6 cilindros
possuem 7 mancais de centro. As bronzinas inferiores dos
mancais de centro são todas iguais. Todas as bronzinas
superiores são também iguais, com exceção da bronzina
adjacente ao mancal traseiro. O mancal adjacente ao mancal
traseiro está usinado para acomodar uma bronzina superior
flangeada. Os flanges desta bronzina têm por finalidade limitar a
folga axial da árvore de manivelas.

Os mancais e bronzinas superiores apresentam três orifícios na


sua configuração. O orifício central recebe óleo lubrificante sob
pressão da galeria principal de distribuição. Um dos orifícios
adjacentes está indexado com uma passagem de óleo para a
lubrificação e para a árvore de comando, sendo também um orifício
calibrado para controlar o fluxo do lubrificante para os mancais.
O outro orifício adjacente fornece óleo para o arrefecimento dos
pistões. Este orifício não está perfeitamente alinhado com o bico
borrifador de óleo de arrefecimento dos pistões. O orifício é
deslocado, para mantê-lo desviado da área de mancal altamente
carregada.

Nota: Bronzinas de serviço sobremedida estão disponíveis para


uso em conjunto com árvore de manivelas retificada.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Operação e Descrição
Série B Página 7-13

Bloco de Cilindros
Nós temos discutido sobre o bloco de cilindros com relação ao arrefecimento e lubrificação nestes respectivos sistemas.
Nós também temos discutido sobre as interfaces de alguns dos abaixo citados, com relação às funções de potência com
o bloco. Estas discussões abordaram as interfaces deixadas, incluindo as cavidades do cilindro.

Os cilindros são usinados diretamente no bloco durante a


produção. O dimensionamento e o estado físico do cilindro são
críticos no que diz respeito ao desempenho e vida útil do motor.
Durante uma reparação, não se esquecer de inspecionar o
diâmetro interno e o estado físico superficial do cilindro com toda
a atenção. Será também necessário desvitrificar as paredes
internas do cilindro antes da montagem do seu pistão no seu
interior. Aconselha-se que o padrão deixado pela espelhadeira
apresente um desenho entre-cruzado a 30º, para permitir um
assentamento rápido e eficiente dos novos anéis de segmento.

O diâmetro interno dos cilindros podem ser retificados em uma


oficina mecânica, e equipados com pistões sobre-medida de
serviço. O cilindro também pode ser retificado para acomodar
uma camisa de serviço e um pistão standard. Consultar o Manual
de Reparos Alternativos da Série B, Boletim Nº 3810234, para
procedimentos de retificação.

NOTA: A face superior do bloco de cilindros também tem uma


responsabilidade crítica na função de vedar os cilindros.
Inspecionar esta superfície com muita atenção durante a
reparação e antes de proceder com a montagem. A face supe-
rior do bloco pode ser retificada e desempenada em uma oficina
mecânica, e em seguida, uma junta de cabeçote especial mais
grossa instalada, para manter inalterada a distância entre a
cabeça do pistão e o cabeçote.
Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-14 Série B

Depois de usinada a face superior, o bloco de cilindros passará


a ser identificado da seguinte forma:

Usinagem Marcação
A - Padrão Nenhuma
B - 25 mm [.010 pol] usinado para X
a 1a. junta sobre medida.
C - 25 mm [.010 pol] usinado [.50 mm XX
(.020 pol) total], para a 2a. junta sobre
medida.

Cárter do Óleo Lubrificante

Os motores podem ser equipados com cárter com poço dianteiro,


traseiro ou central, dependendo da aplicação. O posicionamento
e configuração do tubo de sucção de óleo variam de acordo com
o cárter adotado.

Retentor Traseiro da Árvore de Manivelas

O retentor traseiro da árvore de manivelas vem instalado em


suporte próprio, o qual é fixado com parafusos na face traseira
do bloco. Os retentores são do tipo de lábio duplo de Teflon. A
superfície de vedação da árvore de manivelas “deve estar limpa,
sem rebarbas e sulcos, e isenta de óleo”, durante a instalação
do retentor.

Componentes Básicos do Motor


(Disfunções)-Diagnóstico de Falhas (7-01)
Conjunto do Trem de Válvulas e Cabeçote
O ruído excessivo ou pancadas emitidas na parte superior do
motor podem indicar um problema com o trem das válvulas.
Balanceiros soltos apresentarão uma operação estrepitosa e
martelamento. Um rangido ou um chiado podem significar falta
de lubrificação entre as extremidades esféricas dos parafusos
de ajuste dos balanceiros e os respectivos soquetes na parte
superior dos tubos impulsores.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01)
Série B Página 7-15

Precaução: Se durante uma inspeção ou reparação for


removido um pedestal de apoio dos balanceiros, nem que
seja apenas um, todos os parafusos de fixação do cabeçote
devem ser reapertados, seguindo a seqüência de aperto
recomendada, e ilustrada ao lado. Consultar o Procedimento
7-07.

Sistemas de Ar de Combustível - Verificação

Ao investigar um problema de falta de potência, diagnosticar em


primeiro lugar os sistemas de combustível e de admissão de ar,
para certificar-se, antes de mais nada, se o motor está recebendo
quantidades adequadas de ar e de combustível.

Inspecionar o sistema de admissão de ar e verificar se há


vazamentos de ar. Certificar-se de que um composto selante
seja usado nos orifícios dos parafusos de fixação da tampa do
coletor de admissão ao cabeçote.

Verificar se o turbocompressor está operando adequadamente.

Consultar a Seção 3 para verificação adicional do sistema de ar.

Verificar no sistema de combustível se a bomba injetora está


sincronizada corretamente ao motor e se o débito de combustível
aos injetores está correto.

Consultar a Seção 5 para obter informações sobre o diagnóstico


de falhas do sistema de combustível.
Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-16 Série B

Ajuste das Válvulas - Verificação

Verificar se as válvulas estão ajustadas corretamente. Consultar


o Procedimento 7-04.

Compressão - Verificação

Uma vez determinado que os sistemas de admissão de ar e de


combustível estão operando corretamente, fazer uma verificação
da compressão dos cilindros, para determinar se o problema se
deve a:

• Falta de vedação dos anéis de segmento.


• Falta de vedação das válvulas.
• Falta de vedação da junta do cabeçote dos cilindros ou
cabeçote trincado.

Vedação dos Anéis de Segmento

Se a compressão se apresentar baixa, pode ser aumentada


significativamente injetando uma certa quantidade de óleo
lubrificante dentro das câmaras, a causa da baixa compressão
será sem dúvida à vedação inadequada entre os anéis de
segmento e as paredes dos cilindros.

Vedação das Válvulas

Se a compressão se apresentar baixa em um ou mais cilindros


Não Adjacentes, e que a compressão não pode ser aumentada
injetando-se óleo nas câmaras, deve-se suspeitar de uma vedação
inadequada das válvulas nesse(s) cilindro(s).
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01)
Série B Página 7-17

Uma vedação inadequada das válvulas é freqüentemente audível


através dos coletores de admissão e de escapamento.

Os assentos da válvula no cabeçote podem ser retificados até


uma profundidade de 0,254 mm [0,010 pol]. Assentos retificados
no cabeçote de cilindros devem ser identificados com uma marca
estampada na face de combustão do cabeçote de cilindros,
conforme ilustrado. Válvulas de serviço devem ser instaladas em
assentos previamente retificados no cabeçote de cilindros.

Vedação da Junta do Cabeçote

Se a compressão tiver sido encontrada baixa em cilindros


adjacentes e a mesma não puder ser aumentada injetando-se
óleo nas câmaras, é bastante provável que exista uma passagem
de compressão no septo da junta que separa os dois cilindros
(junta estourada).

A baixa compressão em um só cilindro pode ser causada por


um vazamento para a parte externa ou para um orifício de
passagem de refrigerante.
Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-18 Série B

Um vazamento de compressão para o refrigerante será


normalmente detectado por uma perda de refrigerante, devido ao
fato de ser expulso do sistema pelos gases de combustão que
entram no mesmo.

Vazamentos da junta do cabeçote dos cilindros para a parte


externa do motor podem ser facilmente detectados visualmente.
O uso de sabão líquido pode ajudar bastante na localização de
tais vazamentos.

Selos da Guia de Válvula - Desgaste

Selos de guia de válvula gastos são tipicamente detectados


através da emissão excessiva de fumaça em marcha lenta, ou
quando o veículo está descendo, usando o motor como freio.
Verificar as condições dos selos, removendo as molas das
válvulas e examinando visualmente o estado das mesmas.

O endurecimento e a calcinação do material, o desgaste ou os


danos na superfície de vedação, causarão o vazamento dos selos.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01)
Série B Página 7-19

Protrusão dos Injetores

A protrusão dos injetores pode afetar a potência desenvolvida


pelo motor. Além de uma única arruela de vedação (A) no injetor,
a espessura da junta do cabeçote (B) controla a protrusão do
injetor.

Juntas de cabeçote de serviço mais espessas são empregadas


quando a face superior do bloco tiver sido retificada.

Depois de usinada a face superior, o bloco de cilindros passará


a ser identificado da seguinte forma:

Usinagem Marcação
A - Padrão Nenhuma
B - 25 mm [0,010 pol] usinado para X
a junta sobremedida Nº 1.
C - 25 mm [0,010 pol] usinado [0,50 mm XX
(0,020 pol) total], para a junta
sobremedida Nº 2.

Depois de determinar a quantidade usinada executada no bloco,


reportar-se ao catálogo para a sobre medida apropriada na junta
do cabeçote.
Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-20 Série B

Carcaça Dianteira das Engrenagens e Trem das


Engrenagens de Distribuição

O diagnóstico de falhas relativas à carcaça dianteira das


engrenagens consiste de verificação de vazamentos nas juntas
(conjunto do pino de sincronização e bomba injetora), retentor
dianteiro da árvore de manivelas, inspeção das engrenagens e
medição das folgas entre dentes, se necessário.

Consultar o Procedimento 7-16, para substituição da vedação


do óleo da árvore de manivelas dianteira.

Ruídos emitidos a partir da tampa da carcaça das engrenagens


podem indicar desgaste dos dentes das engrenagens.

NOTA: Folgas entre dentes excessivas podem afetar a


sincronização e o desempenho do motor.

Amortecedor de Vibrações

NOTA: Existem dois diferentes tipos de amortecedores de


vibrações, usados:

• Amortecedor Viscoso (A) para certos motores marítimos


e para algumas aplicações automotivas.

• Amortecedor de Elemento de Borracha (B) para todas


as aplicações.

Conforme já discutido anteriormente na seção Sistema de


Combustível, a substituição do conjunto do pino de sincronização
ou da carcaça das engrenagens, implica na necessidade de
reposicionar o conjunto do pino na carcaça, para que corresponda
precisamente ao PMS do cilindro Nº 1. Consultar o Procedimento
7-20, referente às instruções de substituição.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01)
Série B Página 7-21

Balanceiro, Haste da Válvula, Vareta, Tucho e


Árvore de Comando
Folga excessiva na válvula pode ser indicação de desgaste da
haste da válvula ou do balanceiro.

Balanceiros soltos, e a necessidade de reajustes freqüentes da


folga de válvulas, podem ser sinal de desgaste dos ressaltos do
comando ou desgaste dos tuchos. Se uma inspeção dos
balanceiros, haste de válvulas e varetas não revelar desgaste
apreciável, então deve-se suspeitar de desgaste dos tuchos ou
dos ressaltos do comando.

Precaução: Sempre que for instalado um comando de


válvulas novo, será necessário instalar também tuchos
novos.

Os ressaltos do comando de válvulas podem ser inspecionados


visualmente com a remoção do cárter. Da mesma forma, pode-
se inspecionar as faces de contato dos tuchos removendo-se as
varetas impulsoras e levantando-se os tuchos.

Uma árvore de comando severamente danificada pode desprender


muitos cavacos metálicos, que vão se alojar no cárter e no filtro
de óleo. Ao aumentar o desgaste nos mancais do comando,
pode-se notar uma diminuição leve na pressão do óleo lubrificante
do motor.
Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-22 Série B

Conjunto do Pistão e Biela


Existe um grande número de problemas relacionados com
potência, incluindo consumo excessivo de óleo lubrificante,
emissão de fumaça, sopro no cárter, e baixo desempenho, que
podem ser causados por uma vedação inadequada doa anéis de
segmento com as paredes dos cilindros. Uma medição do sopro
no cárter ("blowby") pode ajudar a detectar o problema.

A verificação dos componentes danificados ou gastos envolve


inspeção visual e dimensional dos anéis de segmento, pistões e
diâmetro dos cilindros, assim como o estado superficial das
paredes.

A causa do desgaste dos anéis pode variar desde um desgaste


normal devido a um longo período de serviço à uma ingestão
pelo motor de uma quantidade anormal de pó em um curto período
de tempo, resultado de manutenção inadequada do sistema de
admissão de ar. Consultar a Seção 3 para obter informações
sobre o Diagnóstico de Falhas no Sistema de Ar.

Durante uma reparação é absolutamente essencial que as


paredes dos cilindros sejam submetidas a um processo de
desvitrificação, para permitir um assentamento rápido e adequado
dos novos anéis. Um contato inadequado entre os anéis e as
paredes dos cilindros podem resultar em sopro excessivo no
cárter e consumo excessivo de óleo lubrificante.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01)
Série B Página 7-23

No entanto, é também muito crítico que as paredes dos cilindros


sejam rigorosamente limpas após a operação de desvitrificação.
Partículas de ferro ou de abrasivo da espelhadeira deixadas nas
paredes dos cilindros podem causar um rápido desgaste dos
novos anéis, levando em pouco tempo aos problemas de falta de
potência já anteriormente discutidos.

Um sobreaquecimento do motor, resultante de uma perda de


refrigerante, pode causar o sobreaquecimento dos cilindros e
subsequente engripamento dos pistões. Paralelamente, a
interrupção do arrefecimento interno dos pistões pelo óleo
lubrificante, pode também levar a engripamento dos mesmos.

A manutenção inadequada do sistema de lubrificação é o fator


predominante da redução da vida útil dos mancais de centro.

Normalmente, um desgaste pronunciado das bronzinas dos


mancais pode ser diagnosticado através da redução da pressão
do óleo lubrificante. Se este desgaste porém continuar não sendo
detectado, a folga excessiva resultará no martelamento da biela
contra o moente da árvore de manivela, emitindo uma pancada
distinta e perfeitamente audível.
Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-24 Série B

As pancadas de bielas normalmente são mais audíveis quando


o motor opera sem carga ou no momento exato em que a carga
é retirada. Verificar aplicando primeiramente uma carga no mo-
tor e removendo-a em seguida, prestando atenção para ouvir a
pancada naquele exato momento da alteração da carga.

Árvore de Manivelas e Mancais de Centro

A manutenção inadequada do sistema de lubrificação também é


a causa primária da redução da vida útil das bronzinas dos
mancais de centro.
Uma falha ou folga excessiva entre os munhões da árvore de
manivelas e as bronzinas dos mancais de centro é normalmente
detectada através da redução da pressão do óleo lubrificante.
Similarmente com o que ocorre com as bronzinas das bielas, a
operação continuada do motor com pressão baixa do óleo levará
a uma deterioração rápida das bronzinas, e eventualmente
produzirá pancadas e vibração da árvore de manivelas ao ser
posto o motor em movimento no início do dia de trabalho.

A pancada de um mancal de centro será normalmente ouvida


quando o motor está com carga.

Flanges desgastados na bronzina de centro superior, podem ser


detectados medindo-se o jogo axial da árvore de manivelas.

Dimensão (A) Limite da Folga Axial


Mínimo Máximo
0,127 mm 0,431 mm
[0.005 pol] [0.017 pol]
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor (Disfunções) - Diagnóstico de Falhas (7-01)
Série B Página 7-25

Falhas ou instalações incorretas de unidades acionadas, na


extremidade traseira ou dianteira da árvore de manivelas, as quais
aumentam a carga axial na mesma, podem danificar a bronzina
de encosto axial.

Bloco de Cilindros
Diagnóstico de falhas no bloco de cilindros, relativas a
arrefecimento e lubrificação já foram discutidas ao longo das
seções sobre estes respectivos sistemas. Os problemas
potenciais com cilindros, alojamento da árvore de comando e
dos mancais de centro da árvore de manivelas também foram
discutidos nesta seção.

Disfunções no bloco de cilindros, ou seja, vazamentos, desgaste


dos alojamentos dos tuchos, etc. exigem uma inspeção visual
ou dimensional para isolar o problema.

Carcaça do Volante e Volante


O diagnóstico de falhas na carcaça do volante e no volante está
normalmente limitado à inspeção visual das peças, em busca
de danos ou desgaste.
Componentes Básicos do Motor - Especificações (7-02) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-26 Série B

A falha ocasional do pinhão do motor de partida não engrenar


pode ser causada por dentes danificados ou arrancados da
cremalheira. Cremalheiras de serviço são disponíveis para a
reparação e recuperação de volantes. Consultar o Procedimento
7-23.

Ao diagnosticar um problema de vibração na linha de transmissão,


será às vezes necessário medir a concentricidade da carcaça
do volante em relação à linha de centro da árvore de manivelas.

Consultar o Procedimento 7-24.

Componentes Básicos do Motor -


Especificações (7-02)
Trem de Válvulas

Folga das válvulas:

• Admissão 0,25 mm [0.010 pol]

• Escape 0,51mm [0.020 pol]

• Diâmetro interno da guia da válvula (Máximo)


8,090 mm [0,3185 pol] Máximo
8,019 mm [0,3157 pol] Mínimo
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor - Especificações (7-02)
Série B Página 7-27

• Diâmetro externo da haste da válvula (Mínimo)

7,94 mm [0.3126 pol] Mínimo


7,98 mm [0.3142 pol] Máximo

• Angulo do assento da válvula

Admissão.................30 graus
Escape.....................45 graus

• Profundidade da face da válvula (instalada)


0,99 a 1,52 mm [0,039 a 0,060 pol]

• Planicidade da face de combustão do cabeçote:


Usar uma travessa reta e um calibrador de lâmina para
medir a planicidade total do cabeçote dos cilindros.
A planicidade total não poderá exceder:
Lado a Lado .......................... 0,076 mm [0,003 pol]
Ponta a Ponta - 4B .............. 0,203 mm [0,008 pol]
- 6B .............. 0,305 mm [0,012 pol]
Inspecionar visualmente para verificar se há qualquer depressão
ou imperfeição. Se houver, o cabeçote dos cilindros precisará ser
retificado.
Consultar o Manual de Reparos Alternativos, Boletim Nº 3810234,
para procedimentos de nova retificação/fresagem e limites.

Trem das Engrenagens

• Folga entre dentes (todas as engrenagens)

0,08 a 0,33 mm [0,003 a 0,013 pol]


Componentes Básicos do Motor - Especificações (7-02) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-28 Série B

Árvore de Comando
• Diâmetro do munhão (Mínimo):
53.962 mm [2.1245 pol]

• Ressaltos da Válvulas (diâmetro mínimo no ápice da


rampa)
Admissão........................47.040 mm [1.852 pol]
Escape..........................46.770 mm [1.841 pol]

• Ressalto da bomba alimentadora de combustível


(diâmetro mínimo no ápice da rampa):
35.5 mm [1.398 pol]

Tuchos
• Diâmetro do piloto (mínimo a 28 mm de altura):
15.925 mm [0.627 pol]

Pistões
• Diâmetro da saia:
101.823 mm mínimo [4.0088 pol]
101.887 mm máximo [4.0107 pol]

• Diâmetro interno do alojamento do pino:

40.006 mm mínimo [1.5750 pol]


40.025 mm máximo [1.5758 pol]

NOTA: Medir o diâmetro somente no eixo vertical.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Componentes Básicos do Motor - Especificações (7-02)
Série B Página 7-29

• Folga lateral da canaleta dos anéis (máxima)


Canaleta superior
Usar o calibrador “Keystone”
Canaleta intermediária
0.150 mm [0.006 pol]
Canaleta do anel de controle de óleo
0.130 mm [0.005 pol]

• Diâmetro do pino do pistão (mínimo)

39.990 mm [1.5744 pol]

Bielas
• Diâmetro do alojamento do pino com a bucha instalada
(máximo)

40.019 mínimo 1.5755


40.042 máximo 1.5765

Árvore de Manivelas
• Diâmetro do munhão de centro
Mínimo
Padrão 68.962 mm [2.7150 pol]
Retificado a 0.25 mm 68.712 mm [2.7052 pol]
Retificado a 0.50 mm 68.462 mm [2.6954 pol]
Retificado a 0.75 mm 68.212 mm [2.6855 pol]
Retificado a 1.00 mm 67.962 mm [2.6757 pol]
• Ovalização do moente (máxima)
0.050 mm [0.002 pol]
• Conicidade do moente (máxima)
0.013 mm [0.005 pol]
Componentes Básicos do Motor - Especificações (7-02) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-30 Série B

Bloco de Cilindros
Usar uma travessa reta e um calibrador de lâminas para medir a
planicidade total do cabeçote dos cilindros. A planicidade total
não poderá exceder 0,076 mm [0,003 pol] de ponta a ponta e
0,051 mm [0,002 pol] de lado a lado.

Inspecionar visualmente para verificar se há qualquer depressão


ou imperfeição. Se houver, o cabeçote dos cilindros precisará
ser retificado.

Consultar o Manual de Reparos Alternativos, Boletim Nº 3810234,


para obter procedimentos de retificação/nova fresagem e limites.

Diâmetro interno do alojamento do munhão da árvore de comando


de manivelas, com bronzinas instaladas e capa do mancal
apertada ao torque recomendado (máximo).

83.106 mm [3.272 pol] (com a bronzina instalada)

Diâmetro interno do alojamento da árvore de comando (máximo):

57.258 mm [2.2543 pol] (sem bucha) Nº 1 somente

54.146 mm [2.1317 pol] Nº 1 (com bucha instalada)

54.164 mm [2.1324 pol] Nº 2 ao Nº 7

Diâmetro interno do alojamento do tucho (máximo)

16.055 mm [0.632 pol]


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição (7-03)
Série B Página 7-31

Alojamento do Cilindro

• Diâmetro interno do cilindro


Máximo
102.116 mm [4.0203 pol]
• Ovalização (máxima)
0.035 mm [0.0014 pol]
• Conicidade (máxima)
0.076 mm [0.003 pol]

Balanceiros e Tubos Impulsores -


Substituição (7-03)
Remoção
15 mm

Remover as tampas dos balanceiros.

14 mm

Afrouxar as porcas dos parafusos de ajuste. Soltar e retroceder


os parafusos de ajuste até que parem.

13 mm, 18 mm

Remover os parafusos dos pedestais dos balanceiros.


Remover os conjuntos dos pedestais e balanceiros.
Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição (7-03) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-32 Série B

Remover os tubos impulsores.

Balanceiros - Desmontagem
Se os balanceiros e os tubos impulsores necessitam ser
inspecionados para serem novamente usados, executar os
passos seguintes:

Remover os anéis de trava e as arruelas lisas de encosto axial.

Remover os balanceiros do eixo.

Precaução: Não tentar desmontar o conjunto do eixo e


pedestal. O conjunto do eixo e pedestal deve ser substituído
como um conjunto.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição (7-03)
Série B Página 7-33

Remover a contra-porca de trava e o parafuso de ajuste.

Balanceiros - Limpeza
Lavar todas as peças em uma solução forte de água quente e
sabão em pó de lavanderia.

Secar as peças com jato de ar comprimido após terem sido


rinsadas em água pura.

NOTA: Os pedestais são confeccionados com material


sinterizado e continuarão a se apresentar úmidos mesmo após
terem sido secados com ar.

Balanceiros - Inspeção
Inspecionar se existem trincas ou se há desgaste excessivo no
alojamento do eixo e na tecla de contato com a haste da válvula.
Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição (7-03) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-34 Série B

Medir o diâmetro interno do alojamento do eixo do balanceiro.

Limites
Diâmetro (máximo): 19.05 [0.75 pol]

Inspecionar o pedestal e o eixo.

Medir o diâmetro do eixo.

Limites
Diâmetro ((mínimo): 18.94 mm [0.746 pol]

Balanceiros - Montagem
Instalar o parafuso de ajuste e a contra-porca de trava.

Precaução: Assegurar-se de estar instalando os balanceiros


de admissão e de escapamento corretamente, em suas
respectivas posições.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição (7-03)
Série B Página 7-35

Lubrificar o eixo com óleo de motor limpo.

Posicionar os balanceiros no eixo.

Instalar as arruelas planas de encosto axial.

Instalar os anéis de trava de retenção.


Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição (7-03) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-36 Série B

Tubos Impulsores - Limpeza


Lavar os tubos impulsores em água e sabão.

Tubos Impulsores - Inspeção


Inspecionar a extremidade hemisférica e o soquete dos tubos
impulsores para detectar qualquer trinca ou sinais de atrito
excessivo. Examinar se há trincas nas áreas onde as
extremidades hemisféricas e côncavas são prensadas no tubo.

Verificar a cilindricidade e o desempenho dos tubos impulsores.

Tubos Impulsores - Instalação


Instalar os tubos impulsores nos soquetes na parte superior dos
tuchos.

Lubrificar os soquetes dos tubos impulsores com óleo de motor


limpo
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Balanceiros e Tubos Impulsores - Substituição (7-03)
Série B Página 7-37

Precaução: Certificar-se de que todos os parafusos de ajuste


dos balanceiros estejam totalmente retrocedidos.

Conjunto dos Balanceiros - Instalação


Precaução: Certificar-se de que as espigas tubulares dos
pedestais estejam corretamente inseridas nos respectivos
alojamentos no cabeçote.

Inspecionar todos os parafusos do cabeçote dos cilindros para


verificar se seu tamanho é apropriado, usando a Ferramenta de
Serviço PN 3823921.

Usar óleo de motor limpo e lubrificar as roscas e as cabeças dos


parafusos.

Instalar os parafusos nos pedestais.

18 mm

Passo 1 - Todos

Apertar todos os parafusos do cabeçote em 90 N•m [66 lb-pé]

Passo 2: (Somente parafusos longos do cabeçote). Apertar os


parafusos em 120 N•m [90 lb-pé].
Válvulas - Ajuste (7-04) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-38 Série B

18 mm

Passo 3:

Após o parafuso longo do cabeçote ter sido apertado a 120 N•m


[90 lb-pé], girar todos os parafusos um adicional de 90º.

13 mm

Apertar os parafusos de 8 mm dos pedestais.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Válvulas - Ajuste (7-04)


15 mm

Remover a tampa da válvula.

Chave de 1/2 pol - Engrenagem de Giro do Motor, 3377371

Localizar o ponto morto superior (PMS) para o cilindro Nº 1,


girando a árvore de manivelas devagar enquanto pressiona o pino
de sincronização do motor.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Válvulas - Ajuste (7-04)
Série B Página 7-39

Quando o pino de sincronização é acionado no orifício da


engrenagem da árvore comando, o cilindro Nº 1 está no ponto
morto superior (PMS) para o percurso da compressão

NOTA: Para evitar danos ao pino de sincronização do motor,


certifique-se de desengatar o pino de sincronização após localizar
o PMS.

Calibrador de Lâminas
Folga na Admissão: 0.254 mm [0.010 pol]
Folga de Escape: 0.508 mm [0.020 pol]
Verificar/ajustar as válvulas com o motor frio - abaixo de 60 ºC
[140 ºF]
NOTA: A folga é correta quando alguma resistência é “sentida”,
ou quando o calibrador de lâminas está resvalando entre a haste
da válvula e o balanceiro.
NOTA:. É necessário muito cuidado quando ajustar a folga da
válvula de descarga nos cabeçotes dos cilindros marítimos com
rotores. O topo da haste da válvula está ligeiramente recuado
abaixo do topo do rotor da válvula.

Motores de 4 Cilindros - Ajuste


14 mm, Chave de Fenda de Lâmina plana

Localizar o ponto morto superior (PMS) para o cilindro Nº 1.

Verificar/ajustar as válvulas como indicado na ilustração


(A = Admissão, E = Escape)

Apertar a porca de trava e medir a folga da válvula novamente.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]


Válvulas - Ajuste (7-04) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-40 Série B

Marcar a polia com um pedaço de giz e girar a árvore de manivelas


em 360º.

Precaução: Não esquecer de retrair (puxar para fora) o


pino de sincronização antes de girar a árvore de manivelas.

14 mm, Chave de fenda de lâmina plana

Ajustar a folga da válvulas indicadas na ilustração ao lado.

Apertar a porca de trava e medir a folga da válvula novamente.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Motores de 6 Cilindros - Ajuste


14 mm, Chave de fenda de lâmina plana

Localizar o (PMS) para o cilindro Nº 1.

Verificar/ajustar as válvulas como indicado na ilustração


(A = Admissão, E = Escape)

Apertar a porca de trava e medir a folga da válvula novamente.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Marcar a polia e girar a árvore de manivelas em 360º.

Precaução: Para evitar danos ao motor ou pino, certificar-


se de que o pino de sincronização está desengatado.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Turbocompressor - Substituição (7-05)
Série B Página 7-41

Ajustar as válvulas como indicado na ilustração.

Apertar as porcas de trava e medir a folga da válvula novamente.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

15 mm

Instalar a tampa da válvula e apertar os parafusos.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Turbocompressor - Substituição (7-05)


Remoção

Remover o escapamento e o tubo de admissão de ar.

16 mm e 19 mm

Remover a linha de suprimento de óleo lubrificante do


turbocompressor e do cabeçote do filtro de óleo.
Turbocompressor - Substituição (7-05) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-42 Série B

Chave de fenda ou 7/16 pol

Remover o tubo de cruzamento ou o tubo de carga do arrefecedor


de ar do turbocompressor.

10 mm

Desconectar o tubo de dreno do óleo lubrificante da parte inferior


do turbocompressor.

Chave de fenda

Desconectar a mangueira da válvula de descarga do


turbocompressor.

15 mm

Remover as porcas de montagem do turbocompressor, o


turbocompressor e a junta.

NOTA: A inspeção do turbocompressor é descrita na Seção 3,


"Componentes".
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Turbocompressor - Substituição (7-05)
Série B Página 7-43

Instalação
Instalar a junta do turbocompressor e aplicar um composto de
anti-engripante nos prisioneiros de fixação.

15 mm

Instalar o turbocompressor.

Valor de Torque: 45 N•m [33 lb-pé]

13 mm, 7/16 pol

Se requerida, soltar os parafusos da carcaça da turbina e as


braçadeiras da carcaça do compressor para localizar a carcaça
da bronzina para instalação do tubo de dreno do turbocompressor.

10 mm

Instalar o tubo de dreno de óleo do turbocompressor e a junta.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]


Turbocompressor - Substituição (7-05) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-44 Série B

13 mm

Se soltos, apertar os parafusos da carcaça da turbina do


turbocompressor.

Valor de Torque: 20 N•m[15 lb-pé]

7/16 pol

Se requerido, soltar a braçadeira da carcaça do compressor e


localizar a carcaça para alinhamento com o tubo de cruzamento
de ar.

Apertar a braçadeira.

Valor de Torque: 8 N•m [72 lb-pé]

Chave de fenda ou 7/16 pol

Instalar o tubo de cruzamento de ar ou encanamento de carga


de ar. Apertar as braçadeiras.

Valor de Torque: 8 N•m [72 lb-pé]

Precaução: O turbocompressor precisa ser pré-lubrificado.

Colocar de 50 a 60 cc [2 a 3 onças] de um óleo lubrificante limpo


dentro da conexão de entrada de óleo no topo do
turbocompressor, enquanto o rotor do turbocompressor é girado
manualmente para melhor distribuição do óleo lubrificante na
bronzina.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Coletor de Escapamento - Substituição (7-06)
Série B Página 7-45

16 mm e 19 mm

Instalar a linha de óleo lubrificante.

Apertar os acessórios com segurança.

Valor de Torque: 35 N•m [26 lb-pé]

Chave de fenda
Conectar a mangueira na válvula de descarga do turbocompressor.

Coletor de Escapamento - Substituição


(7-06)
Remoção

Passos Preparatórios:

• Remover os parafusos de montagem, o coletor


de escapamento e as juntas.
Coletor de Escapamento - Substituição (7-06) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-46 Série B

Limpeza
Limpar as superfícies vedadas por juntas.

Instalação
“Encobrir” os parafusos do coletor de escapamento e juntas no
coletor com uma aplicação de um composto anti-engripante.

O rebordo da junta do coletor de escapamento pode ser


instalado em ambas as direções.

13 mm

Instalar o coletor de escapamento e as juntas.

Valor de Torque: 43 N•m [32 lb-pé]

Seguir a seqüência mostrada.

Instalar o turbocompressor. Consultar o Procedimento 7-05.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-47

Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-


07)
Remoção
Passos Preparatórios:

• Drenar o refrigerante.

• Remover todo o refrigerante e as mangueiras


aquecedoras.

Remover o turbocompressor e coletor de escapamento. Consultar


os Procedimentos 7-05 e 7-06.

Remover os injetores e as linhas de combustível.

Remover os balanceiros e tubos impulsores. Consultar o


Procedimento 7-03.
Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-48 Série B

10 mm

Remover a tampa do coletor de admissão e aquecedor de


admissão (se equipado).

Anotar a orientação da tampa do coletor para possibilitar a direção


apropriado durante a instalação.

Chave quadrada de 3/8 pol

Remover a correia de acionamento.

13 mm

Remover o tensionador da correia.

Chave Allen de 5 mm

Remover o suporte do tensionador da correia.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-49

10 mm

Remover o conjunto do cubo do ventilador.

NOTA: Omitir este passo se o suporte do ventilador não estiver


acoplado no cabeçote dos cilindros.

10 mm

Soltar o anel do alternador, a cavilha de montagem e os parafusos


de conexão da admissão de água.

Remover os parafusos do suporte de montagem do alternador e


pivô do alternador para fora do motor.

10 mm

Remover o conjunto da carcaça do termostato.

18 mm

Remover os parafusos do cabeçote dos cilindros, na seqüência


mostrada na ilustração.
Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-50 Série B

Remover o cabeçote dos cilindros e a junta do bloco do cilindro.

Peso do Cabeçote dos Cilindros:

4 Cilindros - 36 Kg [80 lbs]


6 Cilindros - 51.3 [114 lbs]

NOTA: Inspecionar as passagens de arrefecedor. Uma grande


formação de limo e ferrugem tornará necessária a remoção do
bloco de cilindros para limpeza num tanque quente.

Travessa Reta e Calibrador de Lâminas

Usar uma travessa reta e um calibrador de lâminas para medir a


planicidade total do bloco de cilindros. A planicidade total de
ponta a ponta e lado a lado não poderá exceder a 0.075 mm
[0.003 pol].

Inspecionar visualmente o piso de combustão para verificar se


existem depressões ou imperfeições. Em caso afirmativo, o piso
do cabeçote do bloco de cilindros precisará ser retificado.

Consultar o Manual de Reparos Alternativos para procedimentos


de nova retificação/fresagem e limites.

Cabeçote dos Cilindros - Verificação Antes da


Desmontagem
Limpar o cabeçote dos cilindros com solvente.

Inspecionar visualmente o cabeçote e verificar se existem danos


óbvios que possam proibir a reutilização. Verificar se existem
rachaduras e danos na face do piso que possam resultar em
perda de vedação.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-51

Cabeçote dos Cilindros - Desmontagem


Os procedimentos seguintes de montagem e desmontagem são
fornecidos apenas com o propósito de inspeção. Consultar o
Manual de Oficina, Boletim Nº 3653189, para as instruções
completas de recondicionamento.

Marcar as válvulas identificando sua localização.

Comprimir a mola da válvula e remover as travas da haste da


válvula.

Soltar a mola da válvula e o retentor da mola.

Remover as travas restantes, retentores, molas e válvulas.

Manter as válvulas em uma prateleira, devidamente


identificadas, para obter um encaixe perfeito com os
respectivos assentos, durante a medição.
Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-52 Série B

Remover o selo da haste da válvula.

Cabeçote dos Cilindros - Limpeza


Escova Cilíndrica, PN 3822509, para Limpeza do Injetor

Limpar o carvão do bocal de assento do injetor.

Raspar o material da junta em toda a superfície da junta.

Limpar a formação de depósitos das passagens do refrigerante.


Depósitos excessivos podem ser limpos em tanque com ácido,
mas os bujões de expansão devem primeiro ser removidos.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-53

Limpar o piso de combustão do cabeçote dos cilindros com uma


esponja Scotch-Brite® ou uma esponja equivalente de limpeza
com diesel ou solvente.

Advertência: Usar um óculos protetores.

Limpar os depósitos de carbono dos bolsos das válvulas com


uma escova de aço rotativa de alta qualidade instalada em uma
furadeira ou em um esmeril.

NOTA: Uma escova de aço de qualidade inferior poderá soltar os


fios durante a operação, causando uma contaminação adicional.

Lavar o cabeçote dos cilindros numa solução de água com sabão.

Após a lavagem, usar um compressor de ar para secar o cabeçote.

Advertência: Usar óculos protetores.

Limpar as cabeças das válvulas com uma lixa macia em um


esmeril.

Manter as válvulas em uma prateleira, devidamente


identificadas, para evitar a mistura das mesmas antes das
medições.
Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-54 Série B

Polir a haste da válvula com a esponja Scotch-Brite® ou


equivalente, com diesel ou solvente.

Válvula - Inspeção
Inspecionar e verificar se há desgaste anormal nas cabeças ou
hastes.

Medir o diâmetro da haste da válvula.

Diâmetro da Haste da Válvula


mm pol
7.94 MIN 0.3126
7.98 MAX 0.3142

Verificar a planicidade da haste da válvula.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-55

Inspecionar visualmente e verificar se há válvulas curvas.

Medir a espessura da borda para determinar se há suprimento


suficiente de desgaste da válvula.

Limites
Mínimo: (T): 0.79 mm [0.031 pol]

Se as válvulas estão determinadas para uma nova planicidade,


consultar o Manual de Oficina da Série B, Boletim Nº 3653189.

Guia de Válvula - Inspeção


Inspecionar as guias de válvula para verificar se há entalhes ou
desgastes.

Medir a cavidade da guia de válvula.

Diâmetro da Cavidade da Guia de Válvula


mm pol
8.019 MIN 0.3157
8.090 MAX 0.3185

Piso do Cabeçote dos Cilindros - Inspeção


Usar uma travessa reta e um calibrador de lâminas para medir a
planicidade total do piso do cabeçote dos cilindros. A planicidade
total de lado a lado não deve exceder 0.075 mm [0.003 pol]. A
planicidade total de ponta a ponta não deve exceder 0.203mm
[0.008 pol] para os motores 4B e 0.305 mm [0.012 pol] para os
motores 6B.
Inspecionar visualmente e verificar se existem depressões ou
imperfeições. Em caso afirmativo, o piso do bloco de cilindros
deverá ser retificado.
Consultar o Manual de Reparos Alternativos, Boletim Nº 3810234,
para procedimentos de nova retificação/fresagem e limites.
Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-56 Série B

Assento das Sedes das Válvulas - Inspeção


Inspecionar os assentamentos da válvula para verificar se há
trincas ou pontos queimados.

Consultar as diretrizes de reutilização para verificar se existem


trincas. Assentos de válvula de serviço estão disponíveis para
assentos com pontos queimados que requerem mais de 0.254
mm [0.010 pol] de retificação para limpá-lo. Consultar o Manual
de Reparos Alternativos, Boletim Nº 3810234, para procedimentos
de instalação dos assentos da válvula.

Trincas no Cabeçote dos Cilindros - Diretrizes de


Reutilização

Estas diretrizes são aplicadas apenas para trincas que se


estendem desde a cavidade do injetor nos assentos da válvula
admissão. Substituir o cabeçote dos cilindros que mostrar uma
ponte de trinca na válvula em outra qualquer localização.

As diretrizes de reutilização para o cabeçote dos cilindros com


trincas que se estendem desde a cavidade do injetor até os
assentos da válvula de admissão, são as seguintes:

Se a trinca não se estende até o assento da válvula, o cabeçote


dos cilindros pode ser reaproveitado.

Se a extensão da trinca segue através do assento da válvula, o


cabeçote dos cilindros precisa ser reparado, para instalação e
inserção do assento da válvula. Consultar o Manual de Reparos
Alternativos, Boletim Nº 3810234.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-57

Mola de Válvula - Inspeção


Inspecionar as molas da válvula.

Medir a mola da válvula.

Limites
Distância Livre Aproximada (D): (1991) 55.63 mm [2.190 pol]
Inclinação Máxima: 1.00 mm [0.039 pol]
Distância Livre Aproximada (D): (1994) 60.00 mm [2.362 pol]
Inclinação Máxima: 1.00 mm [0.039 pol]

Uma carga de 289.13 a 321.16 N. [65.0 a 72.2 lb] (1991) e 359 a


397 N. [80.7 a 89.2 lb] (1994) é requerida para compressão da
mola a uma altura de 49.25 mm [1.94 pol].

Cabeçote dos Cilindros - Montagem


NOTA: Limpar todos os componentes do cabeçote dos cilindros
antes da montagem.
Instalar os selos da haste da válvula.

Os selos de admissão e escapamento são os mesmos.

Lubrificar as hastes com óleo de motor SAE 90W antes da


instalação da válvulas.
Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-58 Série B

Compressor da Mola da Válvula


Comprimir a mola da válvula após a montagem da mola no
retentor.

Instalar novas travas de válvula e liberar a tensão da mola.

Martelo Plástico
Precaução: Usar óculos de proteção. Se as cupilhas não
forem corretamente instaladas, elas poderão voar enquanto
as molas forem batidas com o martelo.

Após a montagem, bater na mola da válvula com um martelo de


plástico para certificar-se de que as travas estejam fixas.

Cabeçote dos Cilindros - Instalação


Precaução: Certificar-se de que a junta está corretamente
alinhada com as cavidades do bloco de cilindros.

Posicionar a junta do cabeçote dos cilindros sobre os pinos de


encaixe.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-59

Cuidadosamente colocar o cabeçote dos cilindros no bloco de


cilindros e assentá-lo dentro dos pinos-guia.

Cabeçote dos Cilindros - Peso:

4 Cilindros - 36 Kg [80 lb]


6 Cilindros - 51.3 Kg [114 lb].

Tubos Impulsores - Instalação

Posicionar os tubos impulsores dentro dos tuchos das válvulas.

Lubrificar os soquetes dos tubos impulsores com óleo lubrificante


de motor.

Balanceiros - Instalação

Lubrificar a haste da válvula com óleo lubrificante de motor.


Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-60 Série B

14 mm, Chave de fenda de lâmina plana

Soltar completamente os parafusos de ajuste dos balanceiros.

NOTA: Os pedestais dos balanceiros são alinhados com os


pinos de encaixe.

Instalar os pedestais.

Inspecionar o comprimento adequado de todos os parafusos do


cabeçote dos cilindros utilizando a Ferramenta de Serviço
PN 3823921.

Lubrificar as roscas dos parafusos de 8 mm dos pedestais e a


parte inferior dos parafusos com óleo de motor.

Instalar os parafusos e apertar manualmente.

Lubrificar as roscas de 12 mm dos pedestais e dos parafusos e


a parte inferior das cabeças do parafuso com óleo de motor.

Instalar os parafusos e apertá-los manualmente.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-61

Lubrificar as roscas e a parte inferior das cabeças dos parafusos


restantes com óleo lubrificante de motor

Instalar os parafusos e apertar manualmente.

Usar a seqüência ilustrada para aperto dos parafusos do cabeçote


dos cilindros.

18 mm

Passo Valor de Torque


1. Apertar Todos os Parafusos 90 N•m [66 lb-pé]
2. Verificar para 90 N•m [66 lb-pé]
3. Apenas Parafusos Longos 120 N•m [89 lb-pé]
4. Verificar para Parafusos Longos 120 N•m [89 lb-pé]
5. Avançar todos em 90 graus

13 mm

Apertar os parafusos de 8 mm dos pedestais.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]


Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-62 Série B

Folga das Válvulas - Ajuste

Ajustar a folga da válvula. Consultar o Procedimento 7-04.

10 mm

Instalar a tampa do coletor, cabeçote do filtro do combustível e


aquecedor de admissão.

Usar os parafusos ilustrados para segurar a tampa do prato. Os


furos remanescentes são usados para segurar os suportes das
linhas de combustível.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Instalar os injetores e as linhas de combustível.

Instalar o coletor de escapamento e o turbocompressor. Consultar


os Procedimentos 7-05 e 7-06.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07)
Série B Página 7-63

Termostato - Instalação

Posicionar o termostato como mostrado na ilustração.

“Montar” o suporte de içamento e a junta do termostato no


termostato e na carcaça do termostato.

Certificar-se de que a junta está alinhada com os furos dos


parafusos. Instalar os parafusos e usar os dedos para apertar.

A extremidade entalhada do selo de borracha do termostato


aponta para fora do cabeçote dos cilindros.

10 mm

Instalar o “pacote”.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Cubo do Ventilador - Instalação

10 mm

Instalar o cubo do ventilador.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

10 mm ou 13 mm

Instalar a polia do cubo do ventilador.

Valor de Torque
Parafuso de 8 mm 24 N•m [18 lb-pé]
Parafuso de 10 mm 43 N•m [32 lb-pé]
Cabeçote dos Cilindros - Substituição (7-07) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-64 Série B

Tensionador da Correia - Instalação

Chave Allen de 5 mm

Instalar o suporte do tensionador no cabeçote dos cilindros.

Apertar os parafusos.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

13 mm

Posicionar o tensionador da correia no suporte e prendê-lo com


o parafuso.

Valor de Torque: 43 N•m [32 lb-pé]

NOTA: Alguns tensionadores podem ser encaixados em dois


locais diferentes do suporte. Instalar dentro do local determinado
conforme sua necessidade.

Alternador - Instalação

10 mm

Montar o suporte do alternador à carcaça do termostato.

Valor de Torque: 24 N•m [18 lb-pé]

Verificar a polia do alternador visualmente ou com uma travessa


reta, certificando-se de que está alinhada com a outra polia e
está paralela a face dianteira do bloco.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pistão e Anéis - Substituição (7-08)
Série B Página 7-65

Apertar todos os parafusos na seguinte seqüência:

1. Parafuso do Suporte de Alternador para o Alternador


2. Parafuso do braço inferior para o alternador
3. Parafuso do alternador à conexão de entrada d'água
4. Parafusos da conexão de entrada d'água ao bloco.

NOTA: O tamanho da chave e o valor de torque é determinado


pela fabricação e modelo do alternador. Consultar os Valores de
Torques dos Componentes do Motor.

Correia de Acionamento - Instalação


Chave Quadrada de 3/8 pol

Levantar o tensionador e instalar a correia.

Dica de Serviço: Se houver dificuldades durante a instalação


da correia de acionamento (a correia parece menor), posicione
primeiro a correia sobre as polias encaixadas e depois, enquanto
segurar o tensionador para cima, deslizar a correia sobre a polia
da bomba de água.

Pistão e Anéis - Substituição (7-08)


Passos Preparatórios:

• Drenar o refrigerante.
• Remover o cabeçote dos cilindros. Consultar o
Procedimento 7-07.

17 mm

Drenar o óleo lubrificante.

Depois de drenado o óleo lubrificante, instalar o bujão de dreno e


uma nova arruela de vedação.

Valor de Torque: 80 N•m [60 lb-pé]


Pistão e Anéis - Substituição (7-08) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-66 Série B

Remover a vareta medidora de óleo.

10 mm

Remover o cárter de óleo lubrificante.

Pistão e Conjuntos de Bielas - Remoção


Marcar cada capa de biela de acordo com o cilindro.

Girar a árvore de manivelas até que os pistões fiquem abaixo


dos depósitos de carbono que são encontrados acima da área
de curso do anel.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pistão e Anéis - Substituição (7-08)
Série B Página 7-67

Usar uma espátula ou um gume cego para soltar os depósitos


de carbono. Não danificar o cilindro com o raspador.

Remover o carbono remanescente com uma esponja de limpeza


Scotch-Brite® ou equivalente.

Precaução: Para prevenção de sérios danos aos olhos, use


óculos durante a operação.

Um método alternativo para remover o acúmulo de carbono é


usar uma escova de aço rotativa de alta qualidade numa furadeira
ou esmeril.

NOTA: Uma escova de aço rotativa de qualidade inferior soltará


fios causando contaminação adicional.

Não usar a escova rotativa de aço na área de curso do


pistão. Operar a escova rotativa com movimentos circulares
para remover os depósitos.

Marcar cada pistão de acordo com o cilindro.

NOTA: Nos pistões com camadas anodizadas, não marcar nas


camadas anodizadas na borda externa.
Pistão e Anéis - Substituição (7-08) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-68 Série B

12 mm

Remover os parafusos, as tampas das bielas e bronzinas das


bielas.

Empurrar as bielas e o conjunto de pistão para fora da cavidade


do cilindro. Cuidado deve ser tomado para não mutilar as bielas
ou bronzinas.

Pistão e Biela - Desmontagem


Remover os anéis de retenção

Remover o pino do pistão

Não é necessário aquecer o pistão para remover o pino.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pistão e Anéis - Substituição (7-08)
Série B Página 7-69

Expansor de Anel de Pistão, PN 3823137

Remover os anéis do pistão.

Pistão, Pino e Biela - Limpeza


Precaução: Não limpar os pistões por meio de jateamento
com contas de vidro, e muito menos com jato de areia. O
pistão será danificado pelo jateamento do material
embebido em alumínio.

Deixar os pistões de molho em solvente frio.

Deixar os pistões de molho por toda uma noite será normalmente


suficiente para soltar todos os depósitos de carbono nos mesmos.

Precaução: Nunca limpar os pistões e a bielas em um tanque


contendo solução ácida.

Lavar os pistões e as bielas com detergente e com água quente.

Precaução: Não usar uma ferramenta limpadora de


canaletas de pistão e tomar cuidado para não riscar as
faces de contato dos anéis nas canaletas.

Remover os depósitos remanescentes de carvão nas canaletas


com a extremidade de um segmento de anel quebrado.
Pistão - Inspeção (7-09) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-70 Série B

Lavar os pistões novamente com uma solução detergente ou em


um solvente mineral.

Enxaguar os pistões e secar com jatos de ar comprimido.

Pistão - Inspeção (7-09)


Inspecionar o pistão para verificar se há danos ou desgaste
excessivo. Verificar a cabeça de fogo, as canaletas dos anéis, a
saia e o alojamento do pino.

NOTA: Se ocorrer severos danos no pistão, verificar no


turbocompressor e em outros componentes do escapamento se
existem danos causados por detritos.

Medir o diâmetro da saia do pistão como ilustrado.

Diâmetro
mm pol
101.823 MIN [4.0088]
101.887 MAX [4.0107]

Usar um novo anel de pistão para medir a folga na canaleta do


anel.
Folga do Anel
mm pol
Topo
• (Turbo-alimentado) Não há necessidade de verificação
• (Naturalmente Aspirado 0.075 MIN [0.003]
0.150 MAX [0.0059]
Intermediário 0.075 MIN [0.003]
0.150 MAX [0.0059]
Controle de Óleo 0.040 MIN [0.0016]
0.130 MAX [0.0051]
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pino do Pistão - Inspeção (7-10)
Série B Página 7-71

Medir a cavidade do pino.

Diâmetro
mm pol
40.006 MIN [1.5750]
40.025 MAX [1.5758]

Pino do Pistão - Inspeção (7-10)


Inspecionar o pino do pistão para verificar se existem
deslocamentos, depressões ou desgaste excessivo.

Medir o diâmetro do pino.

Diâmetro
mm pol
39.990 MIN [1.5744]
40.003 MAX [1.5749]

Pistão e Biela - Montagem


Certificar-se de que a palavra “Front” na cabeça do pistão e a
numeração no pé da biela estejam alinhadas, uma em relação à
outra, na forma ilustrada ao lado.

Instalar o anel de retenção na canaleta circular do alojamento do


pino voltado para a frente (“front”) na cabeça do pistão.
Pino do Pistão - Inspeção (7-10) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-72 Série B

Lubrificar o pino e a cavidade do pino com óleo lubrificante de


motor.

Instalar o pino.

NOTA: Os pistões não precisam ser aquecidos para a instalação


dos pinos. No entanto, os pistões precisam estar à temperatura
ambiente interna, ou acima.

Instalar o segundo anel de retenção.

Nivelação do Pistão Somente para Aplicações


Automotivas de 1994
Quando da montagem de um motor com o bloco de cilindros
original, árvore de manivelas e pistões, certificar-se de que os
pistões são instalados no cilindro original. Se for substituído o
pistão (ou pistões), certificar-se de que os pistões a serem
substituídos têm a mesma nivelação que o pistão original. Se for
usado um novo bloco de cilindros ou árvore de manivelas, deverá
ser fornecido o procedimento para a nivelação do pistão para
determinar a nivelação própria do pistão para cada cilindro.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pino do Pistão - Inspeção (7-10)
Série B Página 7-73

Instalar o conjunto de biela/pistão dentro da cavidade do cilindro


Nº 1, sem os anéis.

NOTA: Os alojamentos das bronzinas e das bielas devem estar


instalados na capa e biela original.

Instalar no alojamento da bronzina superior a biela com a espiga


da bronzina na fenda da biela.

Usar um óleo lubrificante limpo para cobrir o diâmetro interno da


biela e alojamento da bronzina.

Instalar no alojamento da bronzina a capa da biela com a espiga


da bronzina na fenda da capa.

Usar um óleo lubrificante limpo para cobrir o diâmetro interno da


biela e alojamento da bronzina.

Os números de quatro dígitos estampados na biela e na capa,


perto de junção das duas peças, devem ser montados no mesmo
lado, e ambos voltados para o lado do arrefecedor de óleo do
motor.

Instalar a capa da biela e seus parafusos de fixação.


Pino do Pistão - Inspeção (7-10) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-74 Série B

Chave de Torção - soquete de 12 mm

Apertar os dois parafusos

Valor de Torque: 35 N•m [26 lb-pé]

Indicador de Profundidade Nº 3823495

Usar uma fina camada de pó de pedra para remover qualquer


rebarba do piso do cabeçote do bloco de cilindros.

Zerar o indicador no piso do cabeçote do bloco de cilindros.

Mover o indicador sobre o pistão diretamente sobre o pino do


pistão para eliminar qualquer movimento lado a lado. Não colocar
a ponta do indicador na área anodizada.

Girar a árvore de manivelas ao ponto morto superior (PMS). Girar


a árvore de manivelas no sentido horário e anti-horário para obter
a leitura máxima no indicador.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pino do Pistão - Inspeção (7-10)
Série B Página 7-75

Remover o conjunto pistão/biela do cilindro Nº 1 e instalar o


conjunto no cilindro Nº 2. Repetir este procedimento para cada
cilindro usando o mesmo conjunto de pistão/biela.

Determinar a graduação do pistão usado para referência no


quadro.

Os quatro dígitos no topo do pistão correspondem aos últimos


quatro dígitos do número da peça.
Pino do Pistão - Inspeção (7-10) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-76 Série B

PROTRUSÃO DO PISTÃO
MEDIDA PROTRUSÃO USAR PEÇA Nº
PISTÃO GRAU 160/175 190/230
A .024-.028 (.609mm-.711mm) A 3922571 3922577
A .020-.024 (.508mm-.609mm) B 3922572 3922578
A .016-.020 (.406mm-.508mm) C 3922573 3922579

B .028-.032 (.711mm-.813mm) A 3922571 3922577


B .024-.028 (.609mm-.711mm) B 3922572 3922578
B .020-.024 (.508mm-.609mm) C 3922573 3922579

C .032-.036 (.813mm-.914mm) A 3922571 3922577


C .028-.032 (.711mm-.813mm) B 3922572 3922578
C .024-.028 (.609mm-.711mm) C 3922573 3922579

A especificação para a protrusão do pistão é de 0,024 a 0,028 pol.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pino do Pistão - Inspeção (7-10)
Série B Página 7-77

Folga Entre Pontas dos Anéis - Verificação


O anel superior de compressão de um motor turbo-
alimentado não é o mesmo anel superior de compressão
de um motor de aspiração natural.

Posicionar um anel de cada vez dentro do cilindro e usar um


pistão para colocá-lo no esquadro dentro do mesmo, na
profundidade indicada na ilustração, e medir a folga entre as
pontas.

A = 89 mm [3.5 pol]

Usar um calibrador de lâminas para medir a folga entre pontas.

Folga Entre as Pontas dos Anéis


mm pol
Anel Superior 0.40 MIN [0.0160]
(Turbo-alimentado) 0.70 MAX [0.0275]
Anel Superior 0.25 MIN [0.0100]
(Naturalmente Aspirado) 0.55 MAX [0.0215]
Intermediário 0.25 MIN [0.0100]
0.55 MAX [0.0215]
Controle do Óleo 0.25 MIN [0.0100]
0.55 MAX [0.0215]

Anéis de Segmento - Instalação


Precaução: Se uma ferramenta expansora do anel for
usada, tomar cuidado para não expandir demais o anel.

A face superior de todos os anéis é identificada. Instalar os


anéis nas canaletas com a palavra “TOP”, ou marca
particular do fabricante, voltada para cima.

O anel de controle do óleo poderá ser montado com ambos os


lados para cima.
Pino do Pistão - Inspeção (7-10) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-78 Série B

Instalar em primeiro lugar a mola expansora do anel na canaleta


do anel de controle de óleo.

Instalar o anel de controle do óleo por cima, posicionando a


abertura do mesmo em 180º no sentido oposto à abertura da
mola expansora.

Expansor de Anéis do Pistão, PN 3823137

Instalar o anel intermediário.

Expansor de Anéis do Pistão, PN 3823137

O anel superior de compressão de um motor turbo-


alimentado não é o mesmo anel superior de compressão
de um motor naturalmente aspirado.

Instalar o anel superior.


Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pino do Pistão - Inspeção (7-10)
Série B Página 7-79

Conjunto de Pistão e Biela - Instalação


Instalar nos alojamentos das bronzinas a biela e a capa da biela.
Certificar-se de que o tanque dos alojamentos das bronzinas
estejam na fenda da capa da biela na biela.

Lubrificar as bronzinas na biela com uma película de Lubriplate


105®.

Lubrificar os anéis e as saias do pistão com óleo lubrificante de


motor limpo.

Posicionar os anéis.
Pino do Pistão - Inspeção (7-10) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-80 Série B

75 a 125 mm [3-5 pol]

Precaução: Quando usar uma cinta compressora, certificar-


se de que a extremidade interna não esteja presa na
extremidade de um anel, o que poderá resultar na quebra
do mesmo durante a instalação.

Comprimir os anéis com a cinta.

Lubrificar as paredes internas do cilindro com óleo de motor limpo.

Girar a árvore de manivelas de forma que o moente da biela a ser


instalada esteja no seu Ponto Morto Inferior (PMI).

Precaução: Ao introduzir o conjunto do pistão e da biela,


tomar cuidado para não riscar ou danificar as paredes do
cilindro.

Posicionar o conjunto do pistão e da biela com a palavra “FRONT”


estampada no pistão, voltada para a frente do bloco de cilindros.
Seção 7 - Sistemas de Componentes Básicos do Motor Pino do Pistão - Inspeção (7-10)
Série B Página 7-81

Cuidadosamente puxar o pé da biela por baixo com as mãos,


até que a bronzina encoste no moente da árvore de manivelas.

Lubrificar as roscas e abaixo das cabeças dos parafusos da


biela com óleo de motor limpo.

Precaução: Os números de quatro dígitos estampados tanto


no pé da biela, quanto na capa, perto da linha de junção das
duas peças, devem estar montados no mesmo lado, e ambos
voltados para o lado do arrefecedor de óleo do motor.

Instalar a capa da biela e os parafusos de fixação.

Soquete de 12 mm, Chave de Torção

Alternadamente apertar os dois parafusos.

Passo Nº Valor de Torque


1 35 N•m [26 lb-pé]
2 70 N•m [51 lb-pé]
3 100 N•m [73 lb-pé]
Pino do Pistão - Inspeção (7-10) Seção 7 - Sistema de Componentes Básicos do Motor
Página 7-82 Série B

Medir a folga lateral da biela entre o pé da biela e o virabrequim.

Não medir a folga lateral da biela entre a capa da biela e


o virabrequim da árvore de manivelas.

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