EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ____ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE ....

XXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXX XX XXXXX, brasileiro, solteiro, profissão, portador da Carteira de Identidade RG n.º XX.XXX.XXX/XX, e do CPF n.o XXX.XXX.XXX-XX, residente e domiciliado na Rua XXXXXXX XXXXXX XXXXXXX, n.º XXXX, ap. XX, CEP XX.XXX.XXX, XXXXXXXX, XXXXXXX através de sua advogadX e bastante procuradorX, que esta subscreve, com escritório na XXXXXXXX XXXXXXX, n.º XX, conj. XX, XXXXXX, nesta Capital vem, propor a presente: AÇÃO DE REVISÃO DE CONTRATO COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA Em face de XXXXXX XXXXXXXXX, pessoa jurídica de direito privado, CNPJ n.º XX.XXX.XXXlXXXX-XX, com sede na Rua XXXXXXXX XXXXXXX, n.º XXX, XXXXXX, CEP XX.XXX-XXX, XXXXXXXX, XXXXXX, pelas razoes de fato e de direito que passa a expor:

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DOS FATOS 1.1 Em XX/XX/XXXX, o requerente firmou com o requerido Contrato de Abertura de Crédito Bancário, sob n.º XXXXXXXX (em anexo), para financiamento de um veiculo XXXXXXXXXX XXX, ano XXXX/XXXX, cor XXXXX, Chassi, XXXXXXXXXXXXXXXXX, no valor total de R$ XXXXX,XX, tendo dado uma entrada e financiado o valor de R$ X.XXX,00 (XXXXXXXXX Exxxx XXXXX XXXX), para pagamento em XX parcelas iguais de R$ XXX,XX, com o vencimento da 1.ª parcela em XX/XX/XXXX e as demais sucessivamente. 1.2 Ocorre que, a partir da XX.ª parcela (inclusive) o autor passou a ter dificuldade em quitar as parcelas do financiamento junto ao Banco XXXXXXXXXX, sendo que, quando tentou negociar a divida com a requerida encontrou valores totalmente abusivos, o que tornou impraticável qualquer negociação . 1.3 Analisando melhor o contrato de adesão firmado entre as partes, verificou-se a existência de cláusulas leoninas e totalmente abusivas, não restando ao autor, alternativa, senão, propor a presente Ação de Revisão de Contrato, com pedido de tutela antecipada, evitando assim, que se estabeleça verdadeiro abuso de direito com serias conseqüências para o consumidor. II DAS CLÁUSULAS ABUSIVAS CONSTANTES NO CONTRATO

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cabe ao judiciário examinar os contratos firmados pelas partes. ilegais e contrários ao entendimento consubstanciado em farta jurisprudência dos tribunais pátrios.3 Cumpre inicialmente ressaltar a Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça.XX%! 2. do Código de Defesa do Consumidor. uma vez que embasado na retrógrada concepção patrimonialista/civilista das obrigações.5 3 . e totalmente NULO o item constante no Contrato de Crédito. inciso IV. nos termos do artigo 51. pois colocam o consumidor em desvantagem exagerada. em anexo. expurgando os excessos existentes e adaptando-os aos parâmetros legais vigentes.2. 2.4 Neste sentido.1 Verifica-se pelas cláusulas constantes no contrato. portanto. 2. e.2 Dada à índole pública da matéria. são nulas de pleno direito. O princípio do pacta sunt servanda não pode obstar as revisões contratuais. que no pacta firmado entre as partes houve estipulação de encargos abusivos. a qual se opõe a Constituição Federal e ao Código de Defesa do Consumidor. 2. que fixa os encargos correspondentes a taxa de juros efetiva anual no percentual de XX. a qual dispõe que se aplica o Código de Defesa do Consumidor as instituições financeiras.

ou seja. limitada ao percentual contratado. as seguintes penalidades: a.6 É ilegal a previsão de juros remuneratórios as taxas de mercado vigentes. 115 do Código Civil revogado e o artigo 51. incisos IV e X. sabre os valores corrigidos. ENUNCIADO DO VERBETE 296/STJ 296 – 0s juros remuneratórios.Cite-se ainda como abusivo o item 15 do Contrato que assim dispõem: "15 . a taxa média de mercado estipulada pelo Banco Central do Brasil. pois traduz uma condição potestativa. 4 .) juro de mora de 1% (um par cento) ao mês." 2. especialmente honorários de advogados a razão de 10% (dez par cento) sobre o valor de vida na cobrança extrajudicial. e. não cumuláveis com a comissão de permanência são devidos no período de inadimplência. c.) multa moratória de 2% (dois por cento) sobre o valor do saldo devedor da(s) prestações atrasada(s).) despesas efetivas com procedimento de cobrança. se na esfera judicia 20% (vinte par cento) sabre a saldo devedor. d. aquelas efetivamente havidas com tal procedimento. corrigido e atualizado monetariamente. b. do Código consumerista.o não cumprimento de qualquer das obrigações contratadas pelo creditado. o que afronta o disposto no art.) comissão de permanência nas mesmas taxas cobradas pelas instituições financeiras nas mesmas operações de crédito na época. acarretara ao mesmo.

a taxa média de mercado estipulada pelo Banco Central do Brasil. 5 . calculada pela taxa média de mercado apurada pelo banco Central do Brasil. 2. recentemente pela Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça: "Agravo regimental. 30 . ademais é vedada ainda a cumulação com correção monetária e com os juros remuneratórios. ENUNCIADO DO VERBETE 296l5T J 296 .º 30. Ação de cobrança.Os juros remuneratórios.A comissão de permanência e a correção monetária são inacumuláveis.Assim também.º 294 e n. é vedada a cobrança de comissão de permanência cumulada com os juros moratórios e com a multa contratual. não cumuláveis com a comissão de permanência. ENUNCIADO DO VERBETE 294/STJ 294 . a teor das súmulas n.Não é potestativa a cláusula contratual que prevê a comissão de permanência. a seguir transcritos: ENUNCIADO DO VERBETE 30/STJ.8 A esses enunciados acrescenta-se ainda o seguinte julgado proferido.º 296 do Colendo Superior Tribunal de Justiça. limitada ao percentual contratado. são devidos no período de inadimplência. Contrato de abertura de crédito em conta corrente cumulação da comissão de permanência com juros moratórios e multa contratual. n. Recurso especial. limita a taxa do contrato. Precedentes da Corte.

1 . por interpretação analógica do Código Civil e do Decreto 22. passível a declaração de oficio da nulidade das cláusulas eivadas de abusividade.º 30.626/33.XX relativo a Taxa de Emissão de Carne . vez que a cobrança de tais tarifas e nitidamente abusiva. n. por corresponder a ônus da sua atividade econômica. É de ser declarada a nulidade da previsão contratual acerca dos juros. 3°. a teor das Súmulas n. devendo ser suportada pela instituição financeira. Juros remuneratórios.9 Não bastasse a abusividade das cláusulas acima citadas. Índice 6 . por caracterizar a excessiva onerosidade do contrato. onerando indevidamente a financiamento. 1700412292 .Confirma-se a jurisprudência da Corte que veda a cobrança da comissão de permanência com os juros moratórios e com a multa contratual. da Lei n. Possibilidade de conhecimento de oficio.TEC (item 2.CODIGO DE DEFESADO CONSUMIDOR . o requerido ainda incluiu na parcela o valor.º 294 e n° 296 da Corte.APELACAO CÍVEL . ademais de vedada a sua cumulação com a correção monetária e com os juros remuneratórios.078l90. Índice reduzido para 12% ao ano.As atividades bancárias e financeira estão sujeitas as regras do Código de Defesa do Consumidor.APLICABILIDADE . o que é totalmente vedado pelo Código de Defesa do Consumidor.º 8. permitindo que o consumidor ocupe posição nítida e exageradamente desvantajosa.ACOES REVISIONAL DE CONTRATO DE FINANCIAMENTO DE VEICULO E DE BUSCA E APREENSÃO . como expresso no art. 2. Apelo provido. § 2°. Nulidade de cláusulas abusivas. Por serem de ordem pública e interesse social as normas de proteção e defesa do consumidor.2). de R$ X.ALIENACÃO FIDUCIARIA .

3 JCDC. nos termos da Instrução Normativa n. Apelo não conhecido.APC 70013204615 -14a C.de atualização monetária. Já pactuada a multa no percentual de 2%.10 Alem disso. Disposição de oficio. que eventualmente incidam sobre o valor financiado acarretando a dobra destes valores. carece a recorrente de interesse recursal. A capitalização dos juros. Multa contratual. e vedada nos contratos da espécie em discussão. Os valores foram embutidos no valor total do financiamento. também para o período da normalidade contratual.3. para melhor refletir a desvalorização da moeda. Reduzidos os juros remuneratórios e ausente qualquer fator de atualização monetária no contrato sub judice. adota-se o IGP-m. no particular.Rela Desa Isabel de Borba Lucas . em qualquer periodicidade.J. . Disposição de oficio. Tarifas de emissão de boleto e de operações ativas. o item XX. devendo ser suportada pela instituição financeira.TAC.2005) JCDC.2 2. Disposição de oficio.11 A cobrança de Taxa de Abertura de Crédito . 15. entendida essa como senda a incidência de juros sobre juros. acrescidos de juros remuneratórios. moratórios e tributários. Capitalização dos juros (anatocismo). Mora descaracterizada. de 12 de 7 . Improcedência da Ação de busca e apreensão. é vedada. (TJRS .Civ. 2.º 05. A cobrança de tais tarifas e nitidamente abusiva. Os juros moratórios devem respeitar a percentual máximo de 1 % ao ano. dispõe sobre a cobrança indevida da Taxa de Abertura de Crédito . não se tratando de serviço prestado em prol do mutuário consumidor.12. por corresponder a ônus da sua atividade econômica. Provimento de oficio.TAC. Juros moratórios.

595/64. financiamentos e arredamentos mercantis. que estabelece procedimentos quanta a consignação retenção de descontos para pagamentos de empréstimos.1. 3.2. de forma que a taxa de juros passe a expressar o custo efetivo do empréstimo. salvo nas hipóteses de legislação especifica. constantes na cédula de crédito.2 8 . de 1° de julho de 2005. relativamente aos itens 2. não se aplicam as limitações fixadas pelo Decreto 22.maio de 2006 que alterou a redação da Instrução Normativa n. nos termos da fundamentação supra.TAC. 15 e 17. ficando com a seguinte redação: Art. 13. devem ser revisadas as cláusulas abusivas. firmou entendimento no sentido de que com a edição da Lei 4.1 O Superior Tribunal de Justiça. e demais taxas administrativas que incidam sobre as operações de empréstimos.12 Diante do exposto. financiamentos ou arrendamento mercantil pelo beneficiário na renda dos benefícios. III DA TAXA DE JUROS ABUSIVA 3. no que se refere aos juros remuneratórios. a fim de evitar o enriquecimento ilícito e verdadeiro abuso de direito com serias conseqüências para o consumidor. 2. Fica vedada a cobrança da Taxa de Abertura de Crédito .626/33 de 12% ao ano. 2.º 121 INSS LDC. aos contratos celebrados com instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (Súmula 596 do STF).

onerosidade excessiva ou outras distorções na composição contratual da taxa de juros.3 O preceito veiculado pelo art. proclamou que a alteração da taxa de juros pactuada depende da demonstração cabal da sua abusividade. o pacto referente a taxa de juros remuneratórios pode ser alterado se reconhecida sua abusividade em cada situação. 3. no RESP 407.5 Assim.09. todas elas. 3. 192 da Constituição do Brasil consubstancia norma objetiva que estabelece os fins a serem perseguidos pelo Sistema Financeiro Nacional. de eventual abusividade.4 Quanto a limitação dos juros remuneratórios. alcançadas pela incidência das norm as veiculadas pelo Código de Defesa do Consumidor. nos termos do disposto no Código Civil. a segunda seção do Superior Tribunal de Justiça. em cada caso.Outrossim. cabendo ao Poder Judiciário o controle e revisão. 3. previstos em Lei.097/RS.6 9 . conforme enunciado da Súmula 93/STJ. em relação a taxa média de no mercado.2003. publicado no DJ 29. entretanto. as instituições financeiras estão. a taxa média do mercado não é considerada excessivamente onerosa. 3. O entendimento prevalecente no STJ era no sentido de que somente seria admitida em casos específicos. a promoção do desenvolvimento equilibrado do país e a realização dos interesses da coletividade.

e fixo . que no contrato firmado entre as partes litigantes o valor mensal .7 Com efeito. caracteriza a abusividade dos juros remuneratórios pactuados de forma a comprometer gravemente o equilíbrio contratual pelo lucro exorbitante auferido pelo ente financeiro. o percentual estabelecido demonstra cabalmente a excessividade do lucro da intermediação financeira. da média do mercado na praça do empréstimo. os enunciados dos verbetes sumulados pelo Superior Tribunal de Justiça.8 Pelo que.da parcela 10 . cumpre indagar qual o valor que poderia ser cobrado do consumidor. encontramos a taxa de juros remuneratórios fixados no percentual de XX.XX%!!! Ou seja. 3. o que. garantindo o equilíbrio contratual. reduzida em 50%. no particular.1 Assentadas tais premissas. o autor considera o percentual de XX. não justificada pelo risco da operação. Tenha-se em mente. comprovadamente discrepe de modo substancial.No presente caso. aplica-se o Código de Defesa do Consumidor. IV DO VALOR A SER PAGO PELO CONSUMIDOR 4. presentes. no caso concreto. Ou seja.XX% ao ano. uma vez demonstrada a abusividade no caso concreto. em primeiro plano. declarando nula a cláusula contratual pactuada e substituindo-a pela taxa média de juros praticados pelo mercado. mais próximo das taxas de juros praticadas pelo mercado. acima citados. 3.

a morte civil. afastando a caracterização da mora. a mora debitoris.º 163. extorsivos e ilegais exigidos pelo fornecedor.3 Havendo exigência de parcelas exageradas. com os efeitos dela decorrentes. ao pretender na cobrança mais do que tem direito. decorrente dos encargos financeiros abusivos. por todos. É firme o entendimento desta Corte no sentido de que o credor. 4.XX% ao ano. a recusa do pagamento pode ser um procedimento lícito.884/RS. fatalmente. 4. limitada ao percentual do contrato.º 296/STJ estabelece que os juros remuneratórios. no particular. as Embargos de Divergência no Recurso Especial n. nãocumuláveis com a comissão de permanência. à taxa média de mercado estipulada pelo Banco Central do Brasil. 4.2 No caso ora em analise. a descaracterizar a mora e afastar os efeitos que dela decorrem. podendose falar em inadimplemento justificado do consumidor. Ver. são devidos no período de inadimplência. restou desconfigurada a mora creditoris. 4.4 Como inexistiu. a conduzirem. pois o enunciado Sumulado sob n.contratualmente estabelecida já incluía a taxa de juros reais antecipada e contratualmente estabelecida no percentual de XX. dificulta o pagamento a ser realizado pelo devedor. nem mesmo os juros remuneratórios poderiam ser cobrados na fase de inadimplemento.5 11 . julgados pela Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça. diante da abusividade das cláusulas contratuais acima apontadas. no caso.

ao fornecedor. muito acima dos praticados pelo mercado.AÇAO MONITORIA .Poderia ser cobrada depois do vencimento das prestações.APELAÇOES CIVEIS . prefixado sobre as parcelas. a taxa de juros reais fixada no contrato em questão.62% ao ano. são não-cumuláveis com a correção monetária e. tem-se que apenas a taxa de juros reais estabelecida no contrato . portanto.7 Dentro desse específico contexto.CONTRATO DE ABERTUAA DE CRÉDITO FIXO – 12 . 4. existir. quando muito.adredemente incluída no valor inicial das parcelas . considerando. no particular.XX% ao ano. segue a farta jurisprudência a seguir transcrita: 186058652 . também é extremamente abusiva. 4. tendo presente. os precedentes oriundos do Superior Tribunal de Justiça. do Código do Consumidor. substancialmente que os juros remuneratórios. conforme precedentemente enfatizado. 4. portanto. tal como evidenciam. cabe somente a possibilidade de cobrar do consumidor o valor de 25. no percentual de XX. inciso IV. o "inadimplemento justificado". em atenção ao disposto no artigo 51. a mais não poder.8 Em favor da tese defendida pelo autor. visto que. ainda.6 Entretanto. devendo ser expurgados da relação contratual mesmo quando se trate de contratos bancários. porquanto vêm a gerar prejuízos às classes produtoras e enriquecimento ilícito aos concedentes de empréstimos. corrigido monetariamente por indexador oficial.Na espécie.

do Código do consumidor. e devem ser expurgados da relação contratual. que e presumida. A litigância de má-fé exsurge quando existentes provas ou indícios de dolo na utilização de atos que tendam a criar óbices ao normal desenvolvimento da quizila.JUROS REMUNERATÓRIOS – LIMITAÇÃO EM 12% AO ANO – LITIGANCIA DE MA-FE – NÃO CONFIGURACAO – EXAME JUDICIAL DOS ENCARGOS NOS CONTRATOS – CONTROLE EX OFFICIO – COMISSÃO DE PERMANÊNCIA – SUBSTITUICAO PELO INPC/IBGE – MULTA CONTRATUAL E JUROS DE MORA – INEXISTENCIA DE CULPA PELO INADIMPLEMENTO MORA INEXISTENTE ANTE A COBRANCA DE ENCARGOS ABUSIVOS EXCLUSÃO PROCEDIDA – CORRECÃO MONETÁRIA . mesmo quando se trate de contratos bancários. INCISO XII. porquanto vêm a gerar prejuízos as classes produtoras e enriquecimento ilícito aos concedentes de empréstimos.ILEGITIMIDADE PASSIVA DOS AVALISTAS – TEMATICA RECHAÇADA – CODIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR INCIDENCIA – CAPITALlZAÇÃO DOS JUROS – FALTA DE INTERESSE RECURSAL . O avalista de titulo de crédito vinculado a contrato de mutuo também responde pelas obrigações pactuadas. quando no contrato figurar como devedor solidário (Súmula 26 do STJ). IV. em atenção ao disposto no art. conforme a Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça. prevalece a boa-fé. aplica-se o Código de Defesa do Consumidor as instituições financeiras. 51. No mais. DO CODIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR – RECURSOS PARCIALMENTE PROVIDO E DESPROVIDO 0 DO BANCO. Os juros remuneratórios avençados acima de 12% (doze por cento) ao ano são considerados ilegais e abusivos. Dada a índole 13 .UTILIZACAO DO INPC IBGE – CLÁUSULA QUE ESTIPULA A COBRANCA DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS A CARGO DO CONSUMIDOR – NULIDADE RECONHECIDA INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 51.

pública da matéria. aplica-se o INPC/IBGE para a atualização dos cálculos relativos ao debito. quando aplicada a taxa de mercado. 51. Inexistente pactuação de índice de correção monetária.026161-3 .11. devendo ser substituída pelo INPC/IBGE. do Código de Defesa do Consumidor. o que acarreta a exclusão da multa moratória e dos juros de mora do montante em cobrança.33 CD Com.APELACAO CIVEL – AÇÃO MONITORIA CONTRATOS DE ABERTURA DE CRÉDITO EM CONTA CORRENTE . Fernando Carioni . .CODIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR -INCIDENCIA PACTA SUNT SERVANDA RELATIVIZACAO .2005) JCDC. (T JSC .PERMISSIBILIDADE EM PERIODICIDADE ANUAL .115 186058868 .51. É nula de pleno direito a cláusula contratual que fixa a cobrança dos honorários advocatícios a cargo do consumidor em caso de inadimplemento. nos termos do art. descaracterizando.51. IV e X.X JCDC. A estipulação de encargos abusivos no pacto firmado entre as partes elide a culpa do devedor pelo inadimplemento da obrigação. 03. sem que igual direito lhe seja conferido ao fornecedor. cabe ao judiciário examinar os contratos.ReI.MULTA CONTRATUAL E JUROS DE MORA . XII. a sua mora.JUROS REMUNERA TORIOS – LIMITAÇÃO EM 12% AO ANO – COMISSÃO DE PERMANÊNCIA .SUBSTITUIÇÃO PELO INPC/IBGE CAPITALlZAÇÃO DE JUROS . 51.51 JCDC. A comissão de permanência traduz-se numa afronta ao disposto no art. expurgando os excessos existentes e adaptando-os aos parâmetros legais vigentes.AC 2003.INEXISTENCIA DE CULPA PELO INADIMPLEMENTO . Des.Mafra .1V JCCB. por ser o oficial. ou ao arbítrio do estabelecimento bancário. sem com isso ferir o principio do pacta sunt servanda. por conseqüência.51.MORA INEXISTENTE ANTE A 14 . 115 do antigo Código Civil e no art.J.XII JCDC. do Código consumerista.

ou ao arbítrio do estabelecimento bancário. A principia do pacta sunt servanda não pode obstar as revisões contratuais. DO NOME DO DEVEDOR DOS CADASTROS DE' INADIMPLENTES IMPEDIMENTO DE REGISTRO NOMINAL ENQUANTO PENDENTE A DISCUSSÃO DO DEBITO E EM FACE DA INDEFINICAO DO QUANTUM DEVIDO . a qual se opõe à Constituição Federal e ao Código de Defesa do Consumidor. do Código consumerista quando aplicada a taxa de mercado. do Código do Consumidor. OU EXCLUSÃO. CAPUT. porquanto vêm a gerar prejuízos às classes produtoras e enriquecimento ilícito aos concedentes de empréstimos. aplica-se o Código de Defesa do Consumidor as instituições financeiras.CLÁUSULA QUE ESTIPULA A COBRANÇA DE HONORARIOS ADVOCATICIOS A CARGO DO CONSUMIDOR NULIDADE RECONHECIDA INTELIGENCIA DO ARTIGO 51. DO CODIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR . A comissão de permanência traduz-se numa afronta ao disposto no artigo 115 do Código Civil de 1916 e no artigo 51. devendo ser expurgados da relação contratual mesmo quando se trate de contratos bancários.EXAME JUDICIAL DOS ENCARGOS NOS CONTRA TOS CONTROLE EX OFFICIO . Os juros remuneratórios avençados acima de 12% (doze por cento) ao ano são considerados ilegais e abusivos.COBRANCA DE ENCARGOS ABUSIVOS . DO CODIGO DE PROCESSO CIVIL . incisos IV e X. em atenção ao disposto no artigo 51.VEDACAO DE INSCRIÇÃO.VERBA HONORARIA QUANTUM ADEQUADO .LUZ DO ARTIGO 21. inciso IV. uma vez que embasado na retrógrada concepção patrimonialista civilista das obrigações.Conforme a Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça. devendo ser substituída pelo INPC IBGE e permitida a capitalização anual de juros nos contratos de abertura de crédito em conta 15 .ONUS SUCUMBENCIAIS .RECURSO DESPROVIDO E PARCIALMENTE PROVIDO 0 DO BANCO . INCISO XII.

J. (TJSC . nos termos do artigo 51. É nula de pleno direito a cláusula contratual que fixa a cobrança dos hononários advocatícios a cargo do consumidor em caso de inadimplemento. embasado apenas na discussão do debito.51 JCDC.2 16 . Des. expurgando os excessos existentes e adaptando-os aos parâmetros legais vigentes. 17.Rei. o que acarreta a exclusão da multa moratória e dos juros de mora do montante em cobrança deve ser obstado o registro nominal do devedor nos cadastros de proteção ao crédito. a mesma passa a demonstrar as diferenças. por conseqüência. estando total mente vedada a cobrança na forma mensal ou semestral. consubstanciada na farta jurisprudência acima citada. a estipulação de encargos abusivos no pacto firmado entre as partes elide a culpa do devedor pelo inadimplemento da obrigação.51. Fernando Carioni .51. independentemente de depósito dos valores incontroversos.XII JCDC.21 JCDC. haja vista não ser passível a delimitação do saldo devedor em conta corrente.115 V DAS DIFERENCAS APURADAS 5.AC 2004. do CODECON. abusivamente cobradas pela Financeira.33 CDCom. cabe ao judiciário examinar os contratos. . XII. sem com isso ferir o princípio do pacta sunt servanda.2005) JCPC. a mora.Blumenau .corrente.11. conforme a seguir: 5. sem que igual direito Ihe seja conferido ao fornecedor. descaracterizando.IV JCCB.1 Considerando a tese defendida pelo requerente.010731-5 . Dada a índole pública da matéria.

5. c) Havendo exigência de parcelas exageradas. por corresponder a ônus da sua atividade econômica. vez que o valor deve ser suportado pela instituição financeira. o valor total do empréstimo e de R$ XX.TEC. e) Dentro desse especifico contexto.XX (XXXXX XXX XXXX.XX (XXXXX XXX XXXX. corrigido monetariamente por indexador oficial.Considerando os termos da fundamentação supra.XX% ao ano). prefixado sobre as parcelas. ao fornecedor. conforme demonstrativo abaixo: (AQUI ANEXAR PLANILHA DE CÁLCULO). concluímos que: a) A taxa anual de juros não pode ser superior a XX.XX% ao ano (metade dos juros cobrados pela requerida).XX% ao ano. portanto ilidindo a incidência da multa de 2%. b) Os juros remuneratórios estão limitados ao percentual contratado (que no caso não pode ser superior a XX. d) Não pode ser cobrada Taxa de Emissão de Carne . cabe somente a possibilidade de cobrar do consumidor o valor de XX.XXX. XXXXXXX).3 Assim. o valor apontado pelo autor e bem inferior ao cobrado pelo requerido. ο VI DA TUTELA ANTECIPADA 17 . a recusa do pagamento pode ser um procedimento lícito. ou seja. XXXXXXX) e da parcela mensal de R$ XXX.

se convença da verossimilhança da alegação:”.1 Dispõe o art. 6. existindo prova inequívoca.haja fundado receio de dano irreparável ou de dificil reparação. já que a efetividade da prestação jurisdicional restaria gravemente comprometida. bem como. antecipar total ou parcialmente. justifica-se a antecipação de tutela a partir da constatação de que a espera pela sentença de mérito importaria em sérios danos financeiros ao requerente. mas de um direito subjetivo processual que a parte tem o poder de exigir da justiça. 273 do CPC: "O juiz poderá. a requerimento da parte. comporta interpretação a partir de uma perspectiva menos rigorosa. a prova constante nos autos retrata a existência da situação jurídica exposta na 18 . verdadeira denegação de justiça. no presente caso. desde que.3 No presente caso. 6. como parcela da tutela jurisdicional a que a Estado se obrigou.6. I .4 Encontram-se ainda presentes as pressupostos genéricos.2 Não se trata de simples faculdade ou de mero poder discricionário do juiz. os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial. 273. 6. caput. mencionada no art. a saber: A prova inequívoca.

6. 6.TAC que e vedada por lei.5 Também. c) a cobrança da Taxa de Abertura de Crédito . d) a cobrança das despesas bancárias entre outros atos abusivos. encontram-se presentes. possa comprometer irreversivelmente o cumprimento do contrato. ou seja: o fundado receio de dano irreparável ou de dificil reparação se mostra presente.inicial.6 Conforme adverte Oviolo A. BAPTISTA DA SILVA . b) a cobrança da comissão de permanência cumulada com os juros moratórios e com a multa contratual. como simples aparência."se o índice de plausibilidade do direito for suficientemente consistente aos olhos do julgador. tais como: a) a previsão de juros remuneratórios fixados a taxa de mercado vigente. esta ultima solução torna-se perfeitamente legitima" ("A A 19 . verossimilhança da alegação poderá ser verificada através de diversos elementos idôneos de convicção. os pressupostos genéricos de natureza probatória. entre permitir sua irremediável destruição ou tutelá-lo. considerando que a espera pela prestação jurisdicional adequada. vez que restou demonstrada a abusividade das cláusulas pactuadas. constantes no contrato firmado entre as partes.

7 No caso vertente. ob. cit.antecipação da tutela na recente reforma processual". a aparência do bom direito esta amplamente demonstrada pelo desrespeito as normas legais aplicáveis.XXX (XXXXX X XXXXX XXXXX XX XXXX 20 . R$ XXX. 6. o "periculum in mora" 6. 6. Destarte. "fumus boni juris"· e. constante na abusividade das cláusulas contratuais pactuadas. no valor que o requerente considera correto. conforme planilha de cálculo em anexo.9 Isto posto.8 O direito do autor em obter desde já a tutela requerida urge como medida de inteira justiça.. requer: DEPÓSITO JUDICIAL DAS PARCELAS VINCENDAS do financiamento. 142). Assim também o "periculum in mora" encontra-se presente e justifica a concessão da tutela antecipada. ou seja. in SALVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA. preenchidos os requisitos da concessão de TUTELA ANTECIPADA. o "fumus boni iuris" resta preenchido na espécie vez que flagrante a excessiva onerosidade. pag.

consoante firme jurisprudência a respeito: “DEFIRO LIMINARMENTE aos Requerentes o direito de efetuarem o depósito judicial das parcelas vencidas do seu financiamento para aquisição de residência. conforme.01.00. determine seja intimado a todas as instituições de protelação ao crédito.Autos 1. para que se abstenha de consignar O nome dos mutuantes no rol dos inadimplentes sob cominação diária de R$ 130. pelo valor da parcela acima apontado pelo requerente.Reu Banco Itau SlA j. ficara sob a responsabilidade direta do autor o depósito do valor atualizado de parcela vincenda. conforme indicado na inicial. e. Considerando ainda a notória situação de desvantagem do autor no contrato pactuado. a ser efetuado ou mesmo dia e mês acordado no contrato. bem como. entendimento dado como devido pelos próprios autores sendo desnecessário oferecer caução em relação a diferença existente para com as valores cobrados pela Instituições Financeira. na data aven9ada no contrato.99 . uma vez deferida a medida liminar. configura-se iminente o risco de o mesmo ter seu nome inscrito nos 21 . A INCORPORAÇÃO AO SALDO OEVEDOR DAS PARCELAS VENCIDAS.571l98 Autores: Julio Augusto Wetzel e Cleuza Oliveira Wetzel .Juiz Benjamim Acacia de Moura e Costa)” Sucessivamente requer seja determinado data para o pagamento das referidas parcelas em juízo. Oportuno acrescentar que. autorizo a incorporação das parcelas ao saldo devedor (“in" Comarca de Curitiba-PR .09. igualmente.XXXXXXXXX. para pagamento ao final do contrato. face a natureza da garantia do bem ora adquirido.

225) Deste modo.98. ou se eventualmente o nome do mesmo estiver inscrito. § 4° do CPC.03. além de todos os dissabores sofridos com a abusividade das cláusulas contratuais. consoante ora exemplifica-se com a reprodução do seguinte julgado do Colendo SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTICA: "CONSUMIDOR .INSCRICAO DO SEU NOME EM CADASTROS DE PROTECAO AO CRÉDITO MONTANTE DA OIVIDA OBJETO DE CONTROVERSIA EM JUIZO INADMISSIBILIDADE.11. 6. O REGISTRO DO NOME 00 CONSUMIDOR EM CADASTROS DE PROTECÃO AO CRÉDITO. como o SPC. com efeito.09. DE 11. É inconcebível que o Autor. o juiz 22 . venha ainda a ter o seu nome inscrito em tais órgãos. e pacifica neste sentido. A jurisprudência. com fundamento no art." (ST J 4a Turma • REsp nO 184221lSC • Recte: Embacon Comercio e Representa~6es Ltda Recdo: SESCj.10 Ainda. a retirada de tais apontamentos. o qual disp6e que na ação que tenha por objeto o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer.90. SERASA e instituições assemelhadas. p.98 .12. CONSTITUI CONSTRANGIMENTO E AMEACA VEDADOS PELA LEI N° 8.denominados organismos de proteção ao crédito. requer a concessão de TUTELA ANTECIPAOA para impedir a inscrição do nome do autor em qualquer instituição de proteção ao crédito até final decisão desta. 461.078. DA DÍVIDA E AINDA OBJETO DE DISCUSSÃO EM JUIZO. suportando inevitáveis danos de ordem material e moral.Rei: Mm. QUANDO 0 MONTANTE. Barros Monteiro DJU-e 14. Recurso Especial conhecido e provido.

todas as prestações. b) permitir a incorporação das parcelas vencidas ao saldo devedor OU. para o caso de descumprimento da determinação de retirada do nome do requerente de quaisquer cadastros de restrição de crédito. 2. sucessivamente. em síntese: a) autorizar o depósito em juízo mensalmente das parcelas do financiamento no valor acima apontado (R$ XXX. 15 e 17.o XXXXXXXX.determinara providencias que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento.1 Considerando os fatos apresentados. requer a imposição de multa diária. adotando-se os índices permitidos pelo Código de Defesa do Consumidor. previstas no Contrato de Crédito Bancário. VII REQUERIMENTO FINAL 7. considerando 0 valor da parcela apontado pelo requerente. vez que manifestamente abusivos. c) Que sejam recalculadas. c) impedir a inserção do nome do requerente em cadastro de inadimplentes ou determinar a retirada de tais apontamentos. bem como o contrato firmado entre as partes. a invocada proteção legal dada pelo Código de Defesa do Consumidor e a jurisprudência pátria. sob n. 23 . b) Decretação da nulidade dos itens 2. requer o autor: a) A concessão de Tutela Antecipada nos termos acima expostos para. a fim de evitar que o mesmo sofra o gravame imposto pela falta de crédito.XX).2.1. por perito. determinar data para pagamento.

sua cumulação com a correção monetária e com os juros remuneratórios.TEC. mediante compensação no saldo devedor.º 294 e n. calculando se em valores atualizados as percentuais de juros cobrados excessivamente. a mora creditoris. a tear das Súmulas n.º 30. e) Que seja decretada a ilegalidade da cobrança da comissão de permanência cumulada com os juros moratórios e com a multa contratual. bem como. excluindo-se o valor da multa.º 5. i) A exclusão da cobrança indevida da Taxa de Abertura de Crédito TAC. o que e totalmente vedado pelo Código de Defesa do Consumidor. em dobro. por corresponder a ônus da sua atividade econômica. f) Que seja. devendo ser suportada pela instituição financeira. h) Que seja decretada a ilegalidade da cobrança indevida da Taxa de Emissão de Carnê . j) Requer a condenação da requerida na devolução. dos valores cobrados a maior. de 10 de julho de 2005.º 121 INSS IDC.d) Que seja decretada a ilegalidade da cobrança de juros remuneratórios as taxas de mercado vigentes. sobre o respectivo negócio jurídico. vez que é vedada sua cobrança nos termos da Instrução Normativa n. reduzindo-as a XX. com os efeitos dela decorrentes. a maior pelos mesmos.XX% ao ano. n. vez que a cobrança de tais tarifas e nitidamente abusiva. g) Que seja decretada ilegalidade da cobrança de taxas de juros extorsivas. face o inadimplemento justificado do consumido decorrente dos encargos financeiros abusivos.º 296 do Colendo Superior Tribunal de Justiça. de 12 de maio de 2006 que alterou a redação da Instrução Normativa n. consoante o disposto no artigo 42 do Código de Defesa do 24 .

honorários advocatícios. em querendo. não possuindo condições financeiras para arcar com o pagamento de custas processuais e honorários advocatícios. 25 . produção de prova pericial ou qualquer outro elemento de prova. m) Requer a procedência total da presente ação para que o contrato seja revisado. Para efeito de valores de alçada. para que. p) Requer ainda. k) Requer a imposição de multa dia. decretando-se a nulidade das cláusulas abusivas apontas.XX (XXXX XXl e XXXXXXXXXX XXXXX). 172 e seguintes do CPC. dá-se à presente causa o valor de R$ X. alterando-se os valores do contrato. requer juntada de novos documentos necessários à contraprova. Exa. para funcionar como patrono e advogado. por pessoa pobre. conforme da planilha de cálculo. mediante compensação no saldo devedor. nomeando em conseqüência o profissional que esta subscreve. oferecer resposta nos termos e no prazo de lei. conferindo-se ao meirinho as prerrogativas previstas no art. nos termos da fundamentação supra. em anexo. o) Para prova das alegações. l) A citação da ré XXXXX XXXXXXXX via mandado. n) Requer-se ainda a condenação da requerida no pagamento das custas processuais.º 8004/90. para o caso de descumprimento da determinação de retirada do nome do requerente de quaisquer cadastros de restrição de crédito. sem exceção.Consumidor e do art.XXX. alem dos documentos que acompanham a inicial. oitiva de testemunhas. 23 da lei n. os benefícios da Justiça Gratuita. que conceda V. e demais despesas periciais e encargos provenientes de sua sucumbência.

XXXXXXX XXXXXX XXXXXXXX OAB/PR XX. XX de XXXX de XXXX. Pede e espera deferimento.Nestes termos. XXXXXXXX.XXX 26 .

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