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Factores de Aprendizagem Psicologia Da Aprendizagem

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Este é um trabalho de factores que influenciam a aprendizagem que foi elaborado pelo melhor aluno de psicologia do imne marista cristorei de luanda chamado herlander da 11c
Este é um trabalho de factores que influenciam a aprendizagem que foi elaborado pelo melhor aluno de psicologia do imne marista cristorei de luanda chamado herlander da 11c

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Published by: Herlander-2010 on Jun 23, 2010
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Factores de Aprendizagem

INTRODUÇÃO

Neste trabalho abordando sobre os factores que influênciam o processo de aprendizagem procurei detalhar explicitamente cada um dos factores, memória, motivação, idade, inteligência, desenvolvimento, conhecimentos anteriores, factores sociais e a participação ou cooperação mostrando a relação entre os respectivos factores com a aprendizagem, porque a influência de cada um destes factores durante o desenvolvimento de um individuo, irão determinar o modo de como as pessoas aprendem e as condições necessárias para a sua aprendizagem.

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Aprendizagem é a aquisição ou mudança relativamente estável e duradoura do comportamento ou do conhecimento, devido à experiência, ao treino ou ao estudo, com uma função adaptativa relativamente ao meio e às suas mudanças". A palavra aprendizagem deriva da palavra latina "apprehendere" que significa adquirir o conhecimento de uma arte, ofício ou outra coisa através do estudo ou da experiência. A aprendizagem implica em geral uma mudança de comportamento através de experiências práticas. Só consideramos que houve uma aprendizagem, se as mudanças provocadas pela mesma forem relativamente permanentes. Para que possam ocorrer processos de aprendizagem , é necessário que o organismo tenha atingido um grau desenvolvimento adequado. FACTORES DE APRENDIZAGEM - Motivação - Inteligência e Desenvolvimento - Idade - Percepção - Memória - Os conhecimentos anteriores - Factores sociais Motivação A motivação designa um conjunto de forças internas ou impulsos que orientam o comportamento de um indivíduo para determinado objectivo. (A motivação é um conjunto de forças internas que mobilizam e orientam a acção de um organismo em direcção a determinados objectivos como resposta a um estado de necessidade, carência ou desequilíbrio.) Ciclo motivacional O motivo é a razão que leva o organismo a agir; é o estado do organismo pelo qual a energia é mobilizada e dirigida a determinados elementos do meio. No ciclo motivacional existem geralmente três etapas: necessidade, impulso e resposta (meta). É a necessidade (estado de falta fisiológica ou psicológica) que origina o impulso ou pulsão. O impulso é a força que impele a pessoa à acção, ao conjunto de comportamentos que permitem atingir o objectivo. O impulso termina quando a meta, o objectivo, é alcançada. Se a meta é atingida, a necessidade é satisfeita e o impulso é reduzido.
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O comportamento motivado está intimamente ligado ao funcionamento do sistema endócrino e a diferentes estruturas do sistema nervoso. TIPOS DE MOTIVAÇÃO Motivações fisiológicas (primárias, inatas, básicas ou biogénicas): As motivações fisiológicas são inerentes à estrutura biológica do organismo, tendo por função garantir o equilíbrio orgânico – homeostasia (é um processo dinâmico de auto-regulação que assegura a sobrevivência do organismo. Exemplos de motivações fisiológicas são: o sono, a dor, a fome, a sede. O sono é um impulso que tem um papel fundamental no equilíbrio orgânico. O desejo de dormir é um dos impulsos mais fortes. É o hipotálamo que regula o sono. O impulso da dor tem por função a defesa do organismo, conduzindo-o a evitar o estímulo doloroso para manter o equilíbrio orgânico. A sensação de fome é provocada pelas contracções do estômago, que desencadeiam estímulos internos que nos levam a procurar alimento. O hipotálamo detecta situações de carência orgânica: sentimos fome. É este estado que nos leva a orientar acções com o objectivo de satisfazer a necessidade. A aprendizagem tem um papel importante na satisfação do impulso da fome nos seres humanos: o que comemos, quando e como comemos são determinados pela cultura a que pertencemos. FRUSTRAÇÃO E CONFLITO A frustração é o bloqueio do comportamento motivado, isto é, um obstáculo impede que o desejo, o objectivo, seja alcançado. (Frustração primária é a que resulta da ausência do objecto de satisfação da motivação; frustração secundária é a que resulta da interposição de um obstáculo.) A tolerância à frustração, isto é, a capacidade de suportar a frustração, depende de vários factores como a idade (por exemplo, uma criança pequena com fome suporta a situação de não comer com menos tolerância do que um adulto) e a aprendizagem, nomeadamente a socialização (que ensina o modo como o sujeito reage à frustração). As reacções à frustração podem ir da agressão (directa ou deslocada) à apatia (indiferença). A agressão directa acontece quando o indivíduo agride a causa que provocou a frustração; na agressão deslocada, o sujeito desloca a sua agressão para elementos não responsáveis pela frustração. A auto-agressão é uma forma de agressão deslocada em que o sujeito se agride a si próprio.
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Um sujeito vive um conflito quando está numa situação em que diferentes motivações se opõem. O conflito designa a oposição de forças com nível semelhante. O conflito surge quando as motivações são incompatíveis. Existêm três tipos de conflito Conflito aproximação/aproximação – o indivíduo está perante duas ou mais forças positivas. O conflito surge porque só é possível escolher uma resposta. Conflito afastamento/afastamento – o indivíduo está perante duas alternativas desagradáveis, hesitando qual delas evitar. Conflito aproximação/afastamento – o indivíduo está perante uma situação que é positiva e negativa ao mesmo tempo. TEORIAS DA MOTIVAÇÃO Segundo Maslow, as necessidades humanas estão organizadas numa hierarquia, isto é, não têm todas a mesma importância. Maslow apresenta a sua teoria através de uma pirâmide em que, na base, estão as necessidades fisiológicas, e, no cume, as necessidades de auto-realização. As necessidades humanas começam pelas mais baixas/básicas: as fisiológicas e as de segurança. Só depois de estas estarem satisfeitas se ascende na hierarquia para satisfação de outras necessidades mais complexas. Se não houver ostáculos, o ser humano progride na hierarquia até ao topo. Necessidades fisiológicas – estas podem ser a fome, o sono, o evitar da dor, o desejo sexual, etc. A satisfação destas necessidades domina o comportamento humano. As necessidades de segurança só surgem se estas forem satisfeitas. Necessidades de segurança – estas manifestam-se na procura de protecção ao meio (abrigo e vestuário) e na busca de um ambiente estável. Necessidades de afecto e de pertença – estas manifestam o desejo de associação, participação e aceitação por parte dos outros. Necessidades de estima – o indivíduo manifesta o desejo de ser reconhecido pela sua competência, isto é, ele procura a aceitação dos outros através da sua prática, da sua actuação. A satisfação da necessidade de estima desenvolve nas pessoas sentimentos de autoconfiança; a sua frustração gera sentimentos de inferioridade. Necessidades de auto-realização – se todas as necessidades estão satisfeitas, manifesta-se a necessidade de auto-realização, isto é, a concretização das capacidades pessoais. O indivíduo procura a aceitação dos outros através da sua prática, da sua actuação.

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As pessoas que procuram a auto-realização são independentes, criadoras, resistem ao conformismo, aceitam-se a si próprias e aos outros. As pessoas que não concretizam a necessidade de auto-realização são as que manifestam reacções de apatia e indiferença. Teoria psicanalítica Segundo Freud, o comportamento humano é fundamentalmente motivado por razões de carácter inconsciente e orientado por pulsões. A pulsão é uma força ou impulso energético que leva o organismo em direcção a um fim. A pulsão visa reduzir a tensão proveniente de uma excitação corporal. O comportamento é orientado pela tendência do organismo em reduzir a tensão e ao reduzir a excitação/tensão obtém-se prazer (e desprazer pelo aumento da excitação). As pulsões têm uma origem (fonte), uma finalidade (alvo), uma força e um objecto. Fonte da pulsão – zona do corpo que gera a tensão/excitação. Alvo da pulsão – a finalidade da pulsão é reduzir o estado de excitação orgânica. Força da pulsão – a pulsão tem uma energia e um carácter orgânico. Objecto da pulsão – é o meio que permite a satisfação da pulsão, a descarga da tensão que produz prazer. Freud distingue a líbido nascísica da líbido objectal. O objecto da líbido nascísica é o próprio ego, isto é, é o ego que reduz ou suprime a excitação. Na líbido objectal, a satisfação da pulsão obtém-se a partir de um objecto (pessoa, instrumento) exterior ao organismo. Mecanismos de defesa do ego: são mecanismos que visam evitar a angústia resultante dos conflitos intrapsíquicos. (As pessoas usam esses mecanismos para tentar reduzir a tensão e ansiedade resultantes dos conflitos entre o id, o ego e o superego). Entre estes mecanismos, destacam-se: Recalcamento – o sujeito envia para o id as pulsões, desejos e sentimentos que não pode admitir no seu ego. Regressão – é o retorno a uma forma de comportamento característica de uma fase de desenvolvimento anterior. Racionalização – o sujeito utiliza justificações ilusórias para um comportamento inaceitável. Por exemplo: um aluno é apanhado a copiar e acusa o professor por ter deixado a sala por um momento.
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Projecção – o sujeito atribui a outros (à sociedade, a pessoas, a objectos) desejos, ideias, características que não consegue admitir em si próprio. Deslocamento – o sujeito transfere pulsões e emoções de objectos ameaçadores para objectos menos ameaçadores. Por exemplo: o funcionário que sofre conflitos no emprego e é agressivo ao chegar a casa. Formação reactiva (inversão dos aspectos) – o sujeito manifesta comportamentos opostos às verdadeiras pulsões. Por exemplo: um sujeito afasta-se de quem gosta. Sublimação – o sujeito substitui o fim ou o objecto das pulsões de modo a que estas se possam manifestar em modalidades socialmente aceites. Inteligência Existe uma relação entre inteligência e aprendizagem, sendo frequentemente difícil separar uma actividade intelectual de uma actividade de aprendizagem. Os sujeitos com capacidades intelectuais mais significativas normalmente fazem raciocínios mais adequados, manipulam melhor os objectos, resolvem os problemas num ritmo mais acelerado. Durante muito tempo, foi atribuída à inteligência a principal razão para justificar a facilidade ou dificuldade em aprender. Idade A idade é um factor que interfere na aprendizagem. De acordo com a perspectiva cognitiva de Piaget, são necessárias determinadas estruturas intelectuais para que se possam concretizar certas aprendizagens. A cada estádio correspondem capacidades específicas, daí que os conteúdos e as metodologias educativas têm que estar de acordo com o nível etário e de desenvolvimento dos indivíduos. Percepção Em psicologia, neurociência e ciências cognitivas, percepção é a função cerebral que atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de histórico de vivências passadas. Através da percepção um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais para atribuir significado ao seu meio. Consiste na aquisição, interpretação, seleção e organização das informações obtidas pelos sentidos. A percepção pode ser estudada do ponto de vista estritamente biológico ou fisiológico, envolvendo estímulos elétricos evocados pelos estímulos nos órgãos dos sentidos. Do ponto de vista psicológico ou cognitivo, a percepção envolve também os processos mentais, a memória e outros aspectos que podem influenciar na interpretação dos dados percebidos.

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O estudo da percepção Na psicologia, o estudo da percepção é de extrema importância porque o comportamento das pessoas é baseado na interpretação que fazem da realidade e não na realidade em si. Por este motivo, a percepção do mundo é diferente para cada um de nós, cada pessoa percebe um objeto ou uma situação de acordo com os aspectos que têm especial importância para si própria. Muitos psicólogos cognitivos e filósofos de diversas escolas, sustentam a tese de que, ao transitar pelo mundo, as pessoas criam um modelo mental de como o mundo funciona (paradigma. Ou seja, elas sentem o mundo real, mas o mapa sensorial que isso provoca na mente é provisório, da mesma forma que uma hipótese científica é provisória até ser comprovada ou refutada ou novas informações serem acrescentadas ao modelo (v. Método científico). À medida que adquirimos novas informações, nossa percepção se altera. Diversos experimentos com percepção visual demonstram que é possível notar a mudança na percepção ao adquirir novas informações. As ilusões de óptica e alguns jogos, como o dos sete erros se baseiam nesse fato. Algumas imagens ambíguas são exemplares ao permitir ver objetos diferentes de acordo com a interpretação que se faz. Em uma "imagem mútável", não é o estímulo visual que muda, mas apenas a interpretação que se faz desse estímulo. Assim como um objeto pode dar margem a múltiplas percepções, também pode ocorrer de um objeto não gerar percepção nenhuma: Se o objeto percebido não tem embasamento na realidade de uma pessoa, ela pode, literalmente, não percebê-lo. Os primeiros relatos dos colonizadores da América relataram que os índios da América Central não viram a frota naval dos colonizadores que se aproximavam em sua primeira chegada. Como os navios não faziam parte da realidade desses povos, eles simplesmente não eram capazes de percebê-los no horizonte e eles se misturavam à paisagem sem que isso fosse interpretado como uma informação a considerar. Somente quando as frotas estavam mais próximas é que passaram a ser visíveis. Qualquer pessoa nos dias atuais, de pé em uma praia espera encontrar barcos no mar. Eles se tornam, portanto, imediatamente visíveis, mesmo que sejam apenas pontos no horizonte. Passa-se a considerar cada vez mais a importância da pessoa que percebe, durante o ato da percepção. A presença e a condição do observador modificam o fenômeno. As percepções são normais se realmente correspondem àquilo que o observando vê, ouve e sente. Contudo, podem ser deficientes, se houver ilusões dos sentidos ou mesmo alucinações. Esta ambiguidade da percepção é explorada em tecnologias humanas como a camuflagem, mas também no mimetismo apresentado em diversas espécies animais e vegetais, como algumas borboletas que apresentam desenhos que se assemelham a olhos de pássaros, que assustam os predadores potenciais. Algumas flores também possuem seus órgão sexuais em formatos atraentes para os insetos polinizadores.

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Teorias cognitivas da percepção assumem que há uma pobreza de estímulos. Isto significa (em referência à percepção) que as sensações, sozinhas, não são capazes de prover uma descrição única do mundo. As sensações necessitam de enriquecimento, que é papel do modelo mental. Um tipo diferente de teoria é a ecologia perceptual, abordagem de James J. Gibson. Gibson rejeita a tese da pobreza de estímulos ao mesmo tempo que rejeita que a percepção seja o resultado das sensações. Ao invés disso, ele investigou quais informações são efetivamente apresentadas aos sistemas perceptivos. Ele e outros psicólogos que trabalham com esse paradigma explicam como o mundo pode ser explicado como um organismo móvel através de leis de projeção da informação sobre o mundo em matrizes de energia. A especificação é um mapeamento 1:1 de alguns aspectos do mundo em uma matriz de percepção; dado um mapa deste tipo, nenhum enriquecimento é necessário e a percepção é direta. Fatores que influênciam a percepção Os olhos são os órgãos responsáveis pela visão, um dos sentidos que fazem parte da percepção do mundo. O processo de percepção tem início com a atenção que não é mais do que um processo de observação seletiva, ou seja, das observações por nós efetuadas. Este processo faz com que nós percebamos alguns elementos em desfavor de outros. Deste modo, são vários os fatores que influenciam a atenção e que se encontram agrupados em duas categorias: a dos fatores externos (próprios do meio ambiente) e a dos fatores internos (próprios do nosso organismo). Fatores externos Os fatores externos mais importantes da atenção são a intensidade (pois a nossa atenção é particularmente despertada por estímulos que se apresentam com grande intensidade e, é por isso, que as sirenes das ambulâncias possuem um som insistente e alto); o contraste (a atenção será muito mais despertada quanto mais contraste existir entre os estímulos, tal como acontece com os sinais de trânsito pintados em cores vivas e contrastantes); o movimento que constitui um elemento principal no despertar da atenção (por exemplo, as crianças e os gatos reagem mais facilmente a brinquedos que se movem do que estando parados); e a incongruência, ou seja, prestamos muito mais atenção às coisas absurdas e bizarras do que ao que é normal (por exemplo, na praia num dia verão prestamos mais atenção a uma pessoa que apanhe sol usando um cachecol do que a uma pessoa usando um traje de banho normal). Fatores internos Os fatores internos que mais influenciam a atenção são a motivação (prestamos muito mais atenção a tudo que nos motiva e nos dá prazer do que às coisas que não nos interessam); a experiência anterior ou, por outras palavras, a força do hábito faz com que prestemos mais atenção ao que já conhecemos e entendemos; e o fenómeno social que explica que a nossa natureza social faz com que pessoas de contextos sociais diferentes não prestem igual atenção aos mesmos

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objetos (por exemplo, os livros e os filmes a que se dá mais importância em Portugal não despertam a mesma atenção no Japão). princípios da percepção Princípio da figura e fundo. Percebemos um vaso ou duas faces se entreolhando, dependendo da escolha do que é figura (o tema da imagem) e o que é fundo. Na percepção das formas, as teorias da percepção reconhecem quatro princípios básicos que a influenciam:

a tendência à estruturação ou princípio do fechamento - tendemos a organizar elementos que se encontram próximos uns dos outros ou que sejam semelhantes; segregação figura-fundo - explica que percebemos mais facilmente as figuras bem definidas e salientes que se inscrevem em fundos indefinidos e mal contornados (por exemplo, um cálice branco pintado num fundo preto); pregnância das formas ou boa forma - qualidade que determina a facilidade com que percebemos figuras bem formadas. Percebemos mais facilmente as formas simples, regulares, simétricas e equilibradas; constância perceptiva - se traduz na estabilidade da percepção (os seres humanos possuem uma resistência acentuada à mudança). Tipos de Percepção

O estudo da percepção distingue alguns tipos principais de percepção. Nos seres humanos, as formas mais desenvolvidas são a percepção visual e auditiva, pois durante muito tempo foram fundamentais à sobrevivência da espécie (A visão e a audição eram os sentidos mais utilizados na caça e na proteção contra predadores). Também é por essa razão que as artes plásticas e a música foram as primeiras formas de arte a serem desenvolvidas por todas as civilizações, antes mesmo da invenção da escrita. As demais formas de percepção, como a olfativa, gustativa e tátil, embora não associadas às necessidades básicas, têm importante papel na afetividade e na reprodução. Além da percepção ligada aos cinco sentidos, os humanos também possuem capacidade de percepção temporal e espacial. Percepção visual O triângulo de Kaniza demonstra o princípio do fechamento. Tendemos a ver um triângulo branco sobreposto à figura, como uma figura completa e fechada, embora ele só seja sugerido por falhas nas demais formas que compõem a figura. A visão é a percepção de raios luminosos pelo sistema visual. Esta é a forma de percepção mais estudada pela psicologia da percepção. A maioria dos princípios gerais da percepção foram desenvolvidos a partir de teorias especificamente elaboradas para a percepção visual. Todos os princípios da percepção citados
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acima, embora possam ser extrapolados a outras formas de percepção, fazem muito mais sentido em relação à percepção visual. Por exemplo, o princípio do fechamento (ver figura ao lado) é melhor compreendido em relação a imagens do que a outras formas de percepção. A percepção visual compreende, entre outras coisas: -Percepção de formas; -Percepção de relações percepção espacial; -Percepção de cores; -Percepção de intensidade luminosa. -Percepção de movimentos Outros tipos de percepções -Percepção auditiva -Percepção olfactiva -Percepção gustativa -Percepção tátil -Percepção temporal -Percepção espacial Memória A memória é a capacidade de adquirir (aquisição), armazenar (consolidação) e recuperar (evocar) informações disponíveis, seja internamente, no cérebro (memória biológica), seja externamente, em dispositivos artificiais (memória artificial). A memória focaliza coisas específicas, requer grande quantidade de energia mental e deteriora-se com a idade. É um processo que conecta pedaços de memória e conhecimentos a fim de gerar novas idéias, ajudando a tomar decisões diárias. Os neurocientistas (psiquiatras, psicólogos e neurologistas) distinguem memória declarativa de memória não-declarativa. A memória declarativa, grosso modo, armazena o saber que algo se deu, e a memória não-declarativa o como isto se deu. A memória declarativa, como o nome sugere, é aquela que pode ser declarada (fatos, nomes, acontecimentos, etc.) e é mais facilmente adquirida, mas
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espaciais,

como

profundidade.

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também mais rapidamente esquecida. Para abranger os outros animais (que não falam e logo não declaram, mas obviamente lembram), essa memória também é chamada explícita. Memórias explicitas chegam ao nível consciente. Esse sistema de memória está associado com estruturas no lobo temporal medial (ex: hipocampo, amígdala). Psicólogos distinguem dois tipos de memória declarativa, a memória episódica e a memória semântica. São instâncias da memória episódica as lembranças de acontecimentos específicos. São instâncias da memória semântica as lembranças de aspectos gerais. Já a memória não-declarativa, também chamada de implícita ou procedural, inclui procedimentos motores (como andar de bicicleta, desenhar com precisão ou quando nos distraímos e vamos no "piloto automático" quando dirigimos). Essa memória depende dos gânglios basais (incluindo o corpo estriado) e não atinge o nível de consciência. Ela em geral requer mais tempo para ser adquirida, mas é bastante duradoura. Memória, segundo diversos estudiosos, é a base do conhecimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. É através dela que damos significado ao cotidiano e acumulamos experiências para utilizar durante a vida. Existem 3 tipos de memória bastante importantes: Memória Fotográfica, sensorial, sentimental. A fotográfica é quando fechamos os olhos e vemos uma pessoa, a sensorial é quando a visualizamos e conseguimos senti-la, já a sentimental, é quando tudo envolve um grande sentimento. Até meados do século XX, a maioria dos estudos sobre aprendizagem questionava que as funções da memória seriam localizadas em regiões cerebrais específicas, alguns chegando a duvidar de que a memória seria uma função distinta da atenção, da linguagem e da percepção. Acreditava-se que o armazenamento da memória seria distribuído por todo o cérebro. Tipos de memória -Memória declarativa. É a capacidade de verbalizar um fato. Classifica-se por sua vez em: -Memória imediata. É a memória que dura de frações a poucos segundos. Um exemplo é a capacidade de repetir imediatamente um número de telefone que é dito. Estes fatos são após um tempo completamente esquecidos, não deixando "traços". -Memória de curto prazo. É a memória com duração de alguns segundos ou minutos. Neste caso existe a formação de traços de memória. O período para a formação destes traços se chama de Período de consolidação. Um exemplo desta memória é a capacidade de lembrar eventos recentes que aconteceram nos últimos minutos. -Memória de longo prazo. É a memória com duração de dias, meses e anos. Um exemplo são as memórias do nome e idade de alguém quando se reencontra essa pessoa alguns dias depois. Como engloba um tempo muito grande pode ser
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diferenciada em alguns textos como memória de longuíssimo prazo quando envolve memória de muitos anos atrás. -Memória de procedimentos. É a capacidade de reter e processar informações que não podem ser verbalizadas, como tocar um instrumento ou andar de bicicleta. Ela é mais estável, mais difícil de ser perdida. Importância da aprendizagem - A aprendizagem é muito importante porque nos permite adquirir os diversos modos de agir, reagir e de alterar os nossos comportamentos para nos adaptarmos a novas circunstâncias que, inevitavelmente, enfrentamos num mundo em constante mutuação; - O processo cognitivo nos permite adquirir o estatuto de verdadeiros seres humanos; - É atravéz da aprendizagem que nós adquirimos saberes, saber fazer, saber estar, saber ser. - É a aprendizagem que determina o nosso pensamento, a nossa linguagem, as motivações, as atitudes e a nossa personalidade. Aprendizagem anterior e experiência A maioria dos assuntos que se aprendem não são inteiramente novos e tem mais ou menos uma certa relação com aprendizagens anteriores. A experiência passada influencia profundamente a nossa aprendizagem. A transferência de uma situação para outra pode facilitar ou dificultar a nova aprendizagem:

- transferência positiva: quando facilita a futura aprendizagem, isto é, quando as capacidades utilizadas numa aprendizagem anterior nos preparam para uma nova aprendizagem. - transferência negativa: quando inibe as futuras aprendizagens. Factores Sociais A sociedade - com os seus valores, aspirações, interesses, atitudes – marca a educação. A escola, a forma como a aprendizagem é encarada, é influenciada por factores sociais (que efectivamente não promovem a igualdade de oportunidades para todos os alunos). A escola, pelos seus currículos, normas, processos de socialização e linguagem está mais próxima dos alunos dos meios socioculturais favorecidos, podendo-se então afirmar que, em parte, os antecedentes culturais criam diferenças entres os alunos.

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CONCLUSÃO Os factores que influênciam o processo de aprendizagem de um individuo, são muito importantes porque, esses factores: motivação, saúde, idade, inteligência, memória, aprendizagens anteriores e os factores sociais. Afectam o individuo de uma forma para facilitar as aprendizagens que lhe são transmitidas. Um dos factores mais importantes para que se inicie esse processo é o factor motivação que é a força propulsora do comportamento de um individuo e o factor saúde que vai determinar uma grande desposição física no individuo.

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BIBLIOGRAFIA

-

Psicologia geral Psicologia da Aprendizagem Fascículo de Psicologia da 10ª classe (Marista)

BUSCAS À INTERNET

- www.google.com -www.wikipedia.org

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