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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE Bom pessoal, vamos à luta?! Sou o

Bom pessoal, vamos à luta?! Sou o professor Leandro Ravyelle e vamos embarcar

nesse mundo que é a nossa disciplina de Administração Financeira e Orçamentária -AFO. Cursei bacharelado em matemática na Universidade Federal do Ceará (UFC)

e atualmente sou servidor público no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia,

lotado na Diretoria de Programação e Orçamento, ou seja, estou diariamente trabalhando com o nosso objeto de estudo: orçamento público. Leciono nossa matéria desde 2016 e farei o máximo para trazer todo o meu conhecimento sobre

o conteúdo para facilitar o seu aprendizado. Este é material gratuito com dicas

rápidas para esta reta final (e também apostas minhas para a prova). Ressalto que este material não o exime de fazer uma revisão geral de todos os assuntos: são dicas finais e apostas minhas (apostas, lembrando rs rs)! Então, não sejam tendenciosos e deem atenção a todos os conteúdos e não somente aos que trarei aqui. Sou concurseiro, assim como vocês, e prometo trazer todas as dicas e macetes que aprendi ao longo dos meus anos de luta para facilitar o nosso estudo. Já fui aprovado em alguns concursos, dentre eles:

SEDUC-CE (Professor do Estado) - 2013

Banco do Brasil (Escriturário) - 3º Lugar - 2015 (Assumi e trabalhei por 1 ano e 9 meses.

Tribunal de Justiça do Estado da Bahia - 2015 - 22º lugar (Técnico Judiciário) - Atual cargo

Tribunal Regional Federal 1ª Região - Analista Judiciário (Área Administrativa) - 34º lugar

Tribunal Regional Federal 5ª Região - 2017 - Analista Judiciário (Área Administrativa) - 6º lugar

Tribunal Regional Federal 5º Região - 2017 - Técnico Judiciário (Área Administrativa) - 92º lugar

Quer adquirir os meus materiais, PDFs e provas comentadas na íntegra? Manda um email pra mim: leandro.ravyelle@gmail.com ou direct nas minhas redes sociais! Agora, meu querido (a), é bunda na cadeira e correr para o abraço! Avante!

sociais! Agora, meu querido (a), é bunda na cadeira e correr para o abraço! Avante! @profleandroravyelle
sociais! Agora, meu querido (a), é bunda na cadeira e correr para o abraço! Avante! @profleandroravyelle

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 1 TÓPICOS DO EDITAL: 1. ORÇAMENTO

DICA 1

TÓPICOS DO EDITAL:

1. ORÇAMENTO PÚBLICO. 1.1 CONCEITO 1.2 TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS.

   

O

Orçamento Público tem caráter e

JURÍDICA

FORÇA DE LEI, e a elaboração e a aprovação do Orçamento Público seguem o PROCESSO LEGISLATIVO de discussão, emenda, votação e sanção presidencial como qualquer outra lei.

 

O

Orçamento Público é basicamente

o

INSTRUMENTO POR MEIO DO

ÇAMENTO

ECONÔMICA

QUAL O GOVERNO EXTRAI RECURSOS DA SOCIEDADE E OS

INJETA

EM ÁREAS

SELECIONADAS.

DO ORDIMENSÕES

POLÍTICA

É corolário da dimensão econômica. Se o Orçamento Público tem um inequívoco caráter redistributivo, o processo de elaboração, aprovação e gestão do orçamento embute, necessariamente, PERSPECTIVAS E INTERESSES CONFLITANTES QUE SE RESOLVEM EM ÚLTIMA INSTÂNCIA NO ÂMBITO DA AÇÃO POLÍTICA DOS AGENTES PÚBLICOS e dos inúmeros segmentos sociais.

FINANCEIRA

Representa o FLUXO FINANCEIRO GERADO PELAS ENTRADAS DE RECURSOS OBTIDOS COM A ARRECADAÇÃO DE RECEITAS E OS DISPÊNDIOS COM AS SAÍDAS DE RECURSOS PROPORCIONADO PELAS DESPESAS, evidenciando a execução orçamentária.

DE RECURSOS PROPORCIONADO PELAS DESPESAS , evidenciando a execução orçamentária. @profleandroravyelle Página 2
DE RECURSOS PROPORCIONADO PELAS DESPESAS , evidenciando a execução orçamentária. @profleandroravyelle Página 2

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 2 TÓPICOS DO EDITAL: 1. ORÇAMENTO

DICA 2

TÓPICOS DO EDITAL:

1. ORÇAMENTO PÚBLICO. 1.1 CONCEITO 1.2 TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS.

NATUREZA JURÍDICA DO ORÇAMENTO

A Lei Orçamentária Anual é uma lei formal ou material? NÃO HÁ CONSENSO entre os doutrinadores com relação à natureza jurídica do orçamento. Segundo Paludo (2017), o ORÇAMENTO É UMA LEI NO QUE SE REFERE AO ASPECTO FORMAL, visto que passa por todo o processo legislativo (discussão, votação, aprovação, publicação), MAS NÃO O É EM SENTIDO MATERIAL. Esse posicionamento é coerente com a maioria dos autores e com o ENTENDIMENTO DO PRÓPRIO STF, assim resumido: "o orçamento é lei formal que apenas prevê receitas e autoriza gastos, sem criar direitos subjetivos e sem modificar as leis tributárias e financeiras". Contudo, na ADI 2925, vislumbrou-se a existência de NORMAS ABSTRATAS inseridas na lei orçamentária de 2003, o que abriu, assim, espaço para controle de constitucionalidade. Registre-se que, atualmente, o STF admite o controle de constitucionalidade de lei, independentemente de ser apenas lei em sentido formal - ADI 4048 e ADI 4049. (VER TAMBÉM A ADI 5449-MC DE 10.03.2016). Conforme Teori Zavascki, “leis orçamentárias que materializem atos de aplicação primária da Constituição Federal podem ser submetidas a controle de constitucionalidade em processos objetivos.” Segundo a decisão da ministra Rosa Weber nos dois mandados de segurança, o Executivo somente está autorizado a promover ajustes nas propostas enviadas pelos demais poderes quando as despesas estiverem em desacordo com os limites estipulados pela lei de diretrizes orçamentárias. Inexistindo incompatibilidade, não há amparo no ordenamento jurídico para a sua alteração, ainda que sob o pretexto de promover o equilíbrio orçamentário ou obtenção de superávit primário. Ainda segundo a ministra, concluída a fase de apreciação legislativa e submetido o projeto de lei orçamentária anual à Presidência da República há possibilidade de veto total ou parcial. Em suma, o Executivo somente está autorizado a promover ajustes nas propostas enviadas pelos demais poderes quando as despesas estiverem em desacordo com os limites estipulados pela lei de diretrizes orçamentárias.

estiverem em desacordo com os limites estipulados pela lei de diretrizes orçamentárias. @profleandroravyelle Página 3
estiverem em desacordo com os limites estipulados pela lei de diretrizes orçamentárias. @profleandroravyelle Página 3

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 3 TÓPICOS DO EDITAL: 1. ORÇAMENTO

DICA 3

TÓPICOS DO EDITAL:

1. ORÇAMENTO PÚBLICO. 1.1 CONCEITO 1.2 TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS.

ORÇAMENTO EXECUTIVO X LEGISLATIVO X MISTO

ORÇAMENTO

a

elaboração, a votação e o controle do orçamento são

LEGISLATIVO

competências do Poder Legislativo. Normalmente ocorre em países parlamentaristas. Ao Executivo cabe apenas a execução. Exemplo: Constituição Federal de 1891

ORÇAMENTO

a

elaboração,

a

votação,

o

controle

e

a

execução

são

EXECUTIVO

competências do Poder Executivo. É típico de regimes

autoritários. Exemplo: Constituição Federal de 1937

 

ORÇAMENTO

a elaboração e a execução são de competência do Executivo, cabendo ao Legislativo a votação e o controle. Exemplo: a atual Constituição Federal de 1988

MISTO

a votação e o controle. Exemplo: a atual Constituição Federal de 1988 MISTO @profleandroravyelle Página 4
a votação e o controle. Exemplo: a atual Constituição Federal de 1988 MISTO @profleandroravyelle Página 4

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 4 TÓPICOS DO EDITAL: 1. ORÇAMENTO

DICA 4

TÓPICOS DO EDITAL:

1. ORÇAMENTO PÚBLICO. 1.1 CONCEITO 1.2 TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS.

FUNÇÕES DO ORÇAMENTO PÚBLICO

ALOCATIVA

DISTRIBUTIVA

ESTABILIZADORA

Está ligada à alocação de recursos por parte do Governo, que oferece bens e serviços públicos puros (ex.: rodovias, segurança, justiça), os quais não seriam oferecidos pelo mercado, ou o seriam em condições ineficientes. Oferece também bens meritórios ou semipúblicos (ex.: educação e saúde). E ainda cria condições para que bens privados sejam oferecidos no mercado pelos produtores. Além disso, esta função diz respeito a promover ajustamentos na alocação de recursos e se justifica quando o funcionamento do mecanismo de mercado (sistema de ação privada) não garante a necessária eficiência na utilização desses recursos.

Objetiva promover ajustamentos na distribuição de renda devido às falhas de mercado (desigualdades sociais, monopólios empresariais, etc.). É uma função que busca tornar a sociedade menos desigual em termos de renda e riqueza, por meio da tributação e de transferências financeiras, subsídios, incentivos fiscais, alocação de recursos em camadas mais pobres da população etc.

trata da aplicação das diversas políticas econômico-financeiras a fim de ajustar o nível geral de preços, melhorar o nível de emprego, estabilizar a moeda e promover o crescimento econômico, mediante instrumentos de política monetária, cambial e fiscal, ou outras medidas de intervenção econômica (controles por leis, limitação etc.). É uma função associada à manutenção da estabilidade econômica, justificada como meio de atenuar o impacto social e econômico na presença de inflação ou depressão.

meio de atenuar o impacto social e econômico na presença de inflação ou depressão. @profleandroravyelle Página
meio de atenuar o impacto social e econômico na presença de inflação ou depressão. @profleandroravyelle Página

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 5 TÓPICOS DO EDITAL: 1. ORÇAMENTO

DICA 5

TÓPICOS DO EDITAL:

1. ORÇAMENTO PÚBLICO. 1.1 CONCEITO 1.2 TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS.

 

TRADICIONAL

OU CLÁSSICO

 

Era um documento de previsão de receitas e autorização de despesas com ênfase no gasto, o objeto de gasto. Sua finalidade era ser um instrumento de controle

político do Legislativo sobre o Executivo, sem preocupação com o planejamento.

O

critério utilizado para a classificação dos gastos era a Unidade

Administrativa (classificação institucional) e o elemento de despesa (objeto do

gasto).

ORÇAMENTÁRIAS / TIPOS DE ORÇAMENTOTÉCNICAS

-

PORZERO

OU

 

Cada despesa é tratada como uma nova iniciativa de despesa, e a cada ano é necessário provar as necessidades de orçamento, competindo com outras prioridades e projetos. Inicia-se todo ano, partindo do "zero" - daí o nome Orçamento Base-Zero. Memorizem que no orçamento Base Zero toda despesa é considerada uma despesa nova, independentemente de tratar-se de despesa continuada oriunda de período passado ou de uma despesa inédita/nova. Sua filosofia é romper com o passado, sua elaboração é trabalhosa, demorada e mais cara, além de desprezar a experiência acumulada pela organização (DESVANTAGEM) e é incompatível com qualquer planejamento de médio ou longo prazos.

BASEORÇAMENTO

ESTRATÉGIA

 

O

Orçamento de Desempenho representou uma evolução do Orçamento

ORÇAMENTO DE DESEMPENHO/ FUNCIONAL

Tradicional; buscava saber o que o Governo fazia (ações orçamentárias) e não apenas o que comprava (elemento de despesa). Havia também forte preocupação com os custos dos programas. A ênfase era no desempenho organizacional, e avaliavam-se os resultados (em termos de eficácia, não de efetividade). Procurava- se medir o desempenho por meio do resultado obtido, tornando o orçamento um instrumento de gerenciamento para a Administração Pública. Era um processo orçamentário que se caracterizava por apresentar duas dimensões do orçamento: o objeto do gasto e um programa de trabalho, contendo as ações a serem desenvolvidas. Ainda não havia, no entanto, a estreita vinculação com o planejamento, e o critério de classificação foi alterado para incorporar o

programa de trabalho e a classificação por funções.

 

ORÇAMENTO PROGRAMA

Esse orçamento foi determinado pela Lei nº 4.320/1964, reforçado pelo Decreto-lei nº 200/1967, e teve a primeira classificação funcional-programática em 1974, mas

foi

apenas com a edição do Decreto nº 2.829/1998 e com o primeiro PPA 2000-

2003 que se tornou realidade. O Orçamento Programa é o atual e mais moderno Orçamento Público. Está intimamente ligado ao planejamento, e representa o maior nível de classificação das ações governamentais. É a única técnica que integra planejamento e orçamento e, como o planejamento começa pela definição de objetivos, não há Orçamento Programa sem definição clara de objetivos. Essa integração é feita através dos "programas", que são os ''elos de união" entre planejamento e orçamento. Levem para a prova que, atualmente diz-se que o Orçamento Programa é o elo entre planejamento, orçamento e gestão, portanto, no

 

Orçamento Programa a ênfase é no que se realiza e não no que se gasta.

  Orçamento Programa a ênfase é no que se realiza e não no que se gasta.
  Orçamento Programa a ênfase é no que se realiza e não no que se gasta.

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

INCREMENTAL

ORÇAMENTO

PPBS

ORÇAMENTO RESULTADOS (OpR)POR

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE Orçamento Participativo é uma técnica orçamentária em

Orçamento Participativo é uma técnica orçamentária em que a alocação de alguns recursos contidos no Orçamento Público é decidida com a participação direta da população, ou por meio de grupos organizados da sociedade civil, como a associação de moradores. Até o momento, sua aplicação restringe-se ao âmbito municipal, e, excepcionalmente, estadual. O principal benefício do Orçamento Participativo é a democratização da relação do Estado -sociedade com fortalecimento da democracia. orçamento participativo é uma técnica orçamentária caracterizada pela participação da sociedade, mas não caia na pegadinha de achar que isso se dá em substituição ao poder público, como agente elaborador da proposta orçamentária que é posteriormente enviada ao Poder Legislativo, pois isso está equivocado. Há, na verdade, uma participação popular no processo de elaboração dos orçamentos e não uma substituição à atribuição devida pelo poder público.

O Orçamento Incremental é o orçamento feito por meio de ajustes marginais nos seus itens de receita e despesa. O Orçamento Incremental é aquele que, a partir dos gastos atuais, propõe um aumento percentual para o ano seguinte, considerando apenas o aumento ou diminuição dos gastos, sem análise de alternativas possíveis. É possível identificar algumas características desse tipo de orçamento: as ações não são revisadas anualmente, logo não se compara com alternativas possíveis; é baseado no orçamento do último ano, contendo praticamente os mesmos itens de despesa, com aumentos e diminuições de valores; o incremento de valores ocorre mediante negociação política; é uma técnica rudimentar que foca itens de despesas em vez de objetivos de programas.

Como o orçamento de desempenho ainda era falho, faltando-lhe a vinculação com o planejamento governamental, partiu-se para uma técnica mais elaborada, que foi o orçamento-programa, introduzido nos Estados Unidos da América, no final da década de 50, sob a denominação de PPBS (PLANNING PROGRAMNING BUDGETING SYSTEM). Este orçamento foi introduzido no Brasil através da Lei 4320/64 e do Decreto-Lei 200/67. A concepção fundamental do PPBS consiste na introdução da análise custo/benefício e da análise entre as prioridades conflitantes.

O orçamento por resultados é um método para elaboração, execução e avaliação de programas governamentais com o objetivo de contribuir para que o estado implemente políticas públicas que atendam, a cada dia, mais e melhor, aos interesses e às expectativas dos cidadãos, criando valor público. O orçamento por resultados melhora a aceitação dos governos, reforça a confiança nas instituições públicas estabelecidas e contribui para o desenvolvimento socioeconômico, bem como para a eficiência, a eficácia e a efetividade da gestão pública. O ponto de partida do orçamento por resultados é desenhar e planejar os programas do plano plurianual e dos orçamentos anuais a partir de uma metodologia baseada em resultados. Coloca em destaque os resultados, de interesse da sociedade, que um órgão ou entidade busca atingir por meio de sua atuação, torna explícito o vínculo entre os recursos orçamentários a serem alocados nos programas e esses resultados e utiliza indicadores para acompanhamento dos programas, com vistas a aprimorá-los e a subsidiar o processo orçamentário.

dos programas, com vistas a aprimorá-los e a subsidiar o processo orçamentário. @profleandroravyelle Página 7
dos programas, com vistas a aprimorá-los e a subsidiar o processo orçamentário. @profleandroravyelle Página 7

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 6 TÓPICOS DO EDITAL: 1. ORÇAMENTO

DICA 6

TÓPICOS DO EDITAL:

1. ORÇAMENTO PÚBLICO. 1.1 CONCEITO 1.2 TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS.

São características do Orçamento Programa:

O

ORÇAMENTO É O ELO ENTRE O PLANEJAMENTO E O ORÇAMENTO

 

A

ALOCAÇÃO

DE

RECURSOS

VISA

À

CONSECUÇÃO

DE

OBJETIVOS

E

METAS

 

AS DECISÕES ORÇAMENTÁRIAS SÃO TOMADAS COM BASE EM AVALIAÇÕES E ANÁLISES TÉCNICAS DE ALTERNATIVAS POSSÍVEIS

NA ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS TODOS OS CUSTOS DOS PROGRAMAS, INCLUSIVE OS QUE EXTRAPOLAM O

EXERCÍCIO

 

A ESTRUTURA DO ORÇAMENTO ESTÁ VOLTADA PARA OS ASPECTOS ADMINISTRATIVOS E DE PLANEJAMENTO

O

PRINCIPAL

CRITÉRIO

DE

CLASSIFICAÇÃO

É

O

FUNCIONAL-

PROGRAMÁTICO

 

UTILIZAÇÃO SISTEMÁTICA DE INDICADORES E PADRÕES DE MEDIÇÃO

DO

TRABALHO E DE RESULTADOS

 

O

CONTROLE VISA AVALIAR A EFICIÊNCIA, A EFICÁCIA E A EFETIVIDADE

DAS AÇÕES GOVERNAMENTAIS

 
A EFICIÊNCIA, A EFICÁCIA E A EFETIVIDADE DAS AÇÕES GOVERNAMENTAIS   @profleandroravyelle Página 8
A EFICIÊNCIA, A EFICÁCIA E A EFETIVIDADE DAS AÇÕES GOVERNAMENTAIS   @profleandroravyelle Página 8

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DICAS FINAIS PARA O MPE-PI

E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 9
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 9
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 9
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 9

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 7 TÓPICOS DO EDITAL: 2. O

DICA 7

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

A LDO PODE também ser instrumento de autorização de despesas, se constar no seu texto a possibilidade de liberação de duodécimos dos créditos orçamentários, E se o orçamento anual não for aprovado até 31 de dezembro. Ou seja, a LDO pode ser instrumento de autorização de despesas somente se preenchidas as duas condições anteriores.

DICA 8

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

A vigência da Lei de Diretrizes Orçamentárias, se considerados os meses, é de dezoito meses, e se considerarmos os anos, de dois anos; desde a sua aprovação, que deve ocorrer até o final do primeiro período da sessão legislativa (17/7), até o final do exercício financeiro seguinte (31/12). Atente para o fato de que, embora durante seis meses de cada ano haja vigência simultânea de duas LDOs, elas não incidem sobre o mesmo PL e LOA, mas sobre PLs e LOAs diferentes: cada LDO incide sobre um único PL-LOA e sobre a LOA oriunda desse PL-LOA aprovada pelo Congresso Nacional.

um único PL-LOA e sobre a LOA oriunda desse PL-LOA aprovada pelo Congresso Nacional. @profleandroravyelle Página
um único PL-LOA e sobre a LOA oriunda desse PL-LOA aprovada pelo Congresso Nacional. @profleandroravyelle Página

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 9 TÓPICOS DO EDITAL: 2. O

DICA 9

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

Ainda, são atribuições da LDO, consoante a LRF:

CONTER AUTORIZAÇÃO PARA QUE OS MUNICÍPIOS CONTRIBUAM PARA O CUSTEIO DE DESPESAS DE COMPETÊNCIA DE OUTROS ENTES DA FEDERAÇÃO

ESTABELECER

EXIGÊNCIAS

PARA

A

REALIZAÇÃO

DE

TRANSFERÊNCIA

VOLUNTÁRIA

ESTABELECER CONDIÇÕES PARA A DESTINAÇÃO DE RECURSOS PARA, DIRETA OU INDIRETAMENTE, COBRIR NECESSIDADES DE PESSOAS FÍSICAS OU DÉFICITS DE PESSOAS JURÍDICAS

DISPOR SOBRE O IMPACTO E O CUSTO FISCAL DAS OPERAÇÕES REALIZADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL, O QUAL SERÃO DEMONSTRADOS TRIMESTRALMENTE

DISPOR SOBRE PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA E O CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO MENSAL DE DESEMBOLSO ESTABELECIDO PELO PODER EXECUTIVO ATÉ TRINTA DIAS APÓS A PUBLICAÇÃO DOS ORÇAMENTOS

ESTABELECER PARA OS PODERES E O MINISTÉRIO PÚBLICO CRITÉRIOS DE LIMITAÇÃO DE EMPENHO E MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA SE VERIFICADO, AO FINAL DE UM BIMESTRE, QUE A REALIZAÇÃO DA RECEITA PODERÁ NÃO COMPORTAR O CUMPRIMENTO DAS METAS DE RESULTADO PRIMÁRIO OU NOMINAL ESTABELECIDAS NO ANEXO DE METAS FISCAIS

RESSALVAR AS DESPESAS QUE NÃO SERÃO SUBMETIDAS À LIMITAÇÃO DE EMPENHO

DISPOR SOBRE A CONCESSÃO OU AMPLIAÇÃO DE INCENTIVO OU BENEFÍCIO DE NATUREZA TRIBUTÁRIA DA QUAL DECORRA RENÚNCIA DE RECEITA

DISPOR SOBRE DESPESA CONSIDERADA IRRELEVANTE, PARA EFEITOS DE GERAÇÃO DE DESPESA

DISPOR SOBRE A INCLUSÃO DE NOVOS PROJETOS NA LOA OU NAS LEIS DE CRÉDITOS ADICIONAIS, APÓS ADEQUADAMENTE ATENDIDOS OS EM ANDAMENTO E CONTEMPLADAS AS DESPESAS DE CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

EXCEPCIONALIZAR A CONTRATAÇÃO DE HORA EXTRA, QUANDO FOR ALCANÇADO O LIMITE PRUDENCIAL DAS DESPESAS COM PESSOAL, O QUAL É DE 95% DO LIMITE PREVISTO NA LRF

O LIMITE PRUDENCIAL DAS DESPESAS COM PESSOAL, O QUAL É DE 95% DO LIMITE PREVISTO NA
O LIMITE PRUDENCIAL DAS DESPESAS COM PESSOAL, O QUAL É DE 95% DO LIMITE PREVISTO NA

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 10 TÓPICOS DO EDITAL: 2. O

DICA 10

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

O PPA 2016-2019 aproximou a orientação estratégica dos Programas Temáticos, demonstrando como a estratégia geral do governo se conecta com os objetivos e metas e permitindo ver as principais diretrizes de governo e sua relação com os Objetivos dos Programas Temáticos. Nesse PPA são os Eixos e as Diretrizes Estratégicas que norteiam a implantação das políticas e a construção dos Programas Temáticos. Com essas inovações iniciadas em 2012, o PPA tornou- se mais estratégico. Assim, o PPA representa o Planejamento Estratégico do Governo Federal, logo, cabe ao PPA declarar as escolhas do governo e indicar os meios para a implementação das políticas públicas e, ainda, orientar a ação do Estado para o alcance dos objetivos pretendidos.Com o intuito de alcançar os objetivos constitucionais estabelecidos no art. 3." da CF /1988, o critério utilizado para o estabelecimento de diretrizes, objetivos e metas é a regionalização (não é por estado nem por municípios) e o critério populacional. Essa regionalização não se refere apenas ao PPA, mas a todos os demais planos que, conforme o art. 165, § 4.º, devem ser elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional. As regiões às quais o PPA se refere são as macrorregiões brasileiras: Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul. A essas macrorregiões é necessário acrescentar uma outra possibilidade: a nacional - visto que existem diretrizes, objetivos e metas de caráter nacional, pois todos os brasileiros serão beneficiados, independentemente da Região ou do Estado em que residam. Atente para isso, pois a CESPE ama cobrar este tópico em provas.

em que residam. Atente para isso, pois a CESPE ama cobrar este tópico em provas .
em que residam. Atente para isso, pois a CESPE ama cobrar este tópico em provas .

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 11 TÓPICOS DO EDITAL: 2. O

DICA 11

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

O PPA 2016-2019 mantém as dimensões estratégica, tática e operacional, assim

descritas:

A DIMENSÃO ESTRATÉGICA é a orientação estratégica do plano, composta pela Visão de Futuro, Eixos e Diretrizes Estratégicas; precede e orienta a elaboração dos Programas Temáticos.

A DIMENSÃO TÁTICA define caminhos exequíveis para as transformações da realidade anunciadas nas Diretrizes Estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública e reforçando a apropriação, pelo PPA, das principais agendas de governo e dos planos setoriais para os próximos quatro anos. É expressa nos Programas e reflete as entregas de bens e serviços pelo Estado à sociedade.

A DIMENSÃO OPERACIONAL relaciona-se com a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues, sendo especialmente tratada no Orçamento.

O

novo modelo de gestão (adotado a partir de 2012) pauta-se pela flexibilidade,

criatividade e informação, pela ampliação da comunicação e da coordenação entre os Órgãos Centrais de Governo e os órgãos executores, pelo respeito à diversidade política e suas relações de complementaridade, pelo diálogo, pelo fortalecimento

do pacto federativo e pela transparência.

pelo diálogo, pelo fortalecimento do pacto federativo e pela transparência. @profleandroravyelle Página 13
pelo diálogo, pelo fortalecimento do pacto federativo e pela transparência. @profleandroravyelle Página 13

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 12 TÓPICOS DO EDITAL: 2. O

DICA 12

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

O PPA pode ser revisado periodicamente. A revisão do PPA não é obrigatória, para que ela ocorra é necessário que haja interesse e autorização do Poder Executivo, e aprovação da lei de revisão pelo Congresso Nacional. A revisão do PPA inclui:

inclusão, alteração e exclusão de Programas e de Ações Plurianuais. Outro ponto importante que quero que você leve para a prova da banca CESPE é o seguinte:

NÃO DEPENDE DE LEI E PODEM SER FEITAS DIRETAMENTE PELO PODER EXECUTIVO AS ALTERAÇÕES:

VALOR GLOBAL DO PROGRAMA

ADEQUAR VINCULAÇÃO ENTRE AÇÃO X OBJETIVO

ALTERAR/REVISAR METAS E ALTERAR ATRIBUTOS (INDICADOR, ÓRGÃO RESPONSÁVEL POR OBJETIVO E META, INICIATIVAS, VALOR GLOBAL

alterar o Anexo II - Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado, em decorrência de criação, extinção, transformação, transferência, incorporação ou desmembramento de órgãos.

Atente para o fato de que quaisquer modificações realizadas com fulcro na autorização prevista no caput deverão ser informadas à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional e publicadas em portal eletrônico do governo federal.

do Congresso Nacional e publicadas em portal eletrônico do governo federal. @profleandroravyelle Página 14
do Congresso Nacional e publicadas em portal eletrônico do governo federal. @profleandroravyelle Página 14

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 13 TÓPICOS DO EDITAL: 2. O

DICA 13

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

Conforme

prioridades da administração pública federal para o período 2016- 2019:

a

Lei

13.249/2016

(Lei

que

instituiu

o

PPA

2016-2019),

são

AS

METAS INSCRITAS NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (LEI NO 13.005,

DE

25 DE JUNHO DE 2014);

 

O

PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO - PAC, IDENTIFICADO NAS

LEIS ORÇAMENTÁRIAS ANUAIS POR MEIO DE ATRIBUTO ESPECÍFICO; E

 

- ORÇAMENTÁRIAS ANUAIS POR MEIO DE ATRIBUTO ESPECÍFICO.

O

PLANO

BRASIL

SEM

MISÉRIA

PBSM,

IDENTIFICADO

NAS

LEIS

Para o período 2016-2019, o PPA terá como diretrizes:

O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ORIENTADO PELA INCLUSÃO SOCIAL

A MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

A GARANTIA DOS DIREITOS HUMANOS COM REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES

SOCIAIS, REGIONAIS, ÉTNICO-RACIAIS, GERACIONAIS E DE GÊNERO

O ESTÍMULO E A VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE

A

PARTICIPAÇÃO SOCIAL COMO DIREITO DO CIDADÃO

A

VALORIZAÇÃO E O RESPEITO À DIVERSIDADE CULTURAL

O

APERFEIÇOAMENTO DA GESTÃO PÚBLICA COM FOCO NO CIDADÃO, NA

EFICIÊNCIA DO GASTO PÚBLICO, NA TRANSPARÊNCIA, E NO

ENFRENTAMENTO À CORRUPÇÃO

A

GARANTIA DO EQUILÍBRIO DAS CONTAS PÚBLICAS

ENFRENTAMENTO À CORRUPÇÃO A GARANTIA DO EQUILÍBRIO DAS CONTAS PÚBLICAS @profleandroravyelle Página 15
ENFRENTAMENTO À CORRUPÇÃO A GARANTIA DO EQUILÍBRIO DAS CONTAS PÚBLICAS @profleandroravyelle Página 15

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 14 TÓPICOS DO EDITAL: 2. O

DICA 14

TÓPICOS DO EDITAL:

2. O ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL & 2.2 PLANO PLURIANUAL. 2.3 DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2.4 ORÇAMENTO ANUAL.

O PPA 2016-2019 reflete as políticas públicas e orienta a atuação governamental por meio de Programas Temáticos e de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado, assim definidos:

PROGRAMA TEMÁTICO

 

ORGANIZADO POR RECORTES SELECIONADOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS, EXPRESSA E ORIENTA A AÇÃO GOVERNAMENTAL PARA A ENTREGA DE BENS E SERVIÇOS À SOCIEDADE

PROGRAMA

DE

GESTÃO,

EXPRESSA E ORIENTA AS AÇÕES DESTINADAS AO APOIO, À GESTÃO E À MANUTENÇÃO DA ATUAÇÃO GOVERNAMENTAL

MANUTENÇÃO

E

SERVIÇOS

AO

ESTADO

NÃO

INTEGRAM

O

PPA

2016-2019

OS

PROGRAMAS

DESTINADOS

EXCLUSIVAMENTE A OPERAÇÕES ESPECIAIS.

 

Os Programas constantes do PPA 2016-2019 estarão expressos nas leis orçamentárias anuais e nas leis de crédito adicional e as ações orçamentárias serão discriminadas exclusivamente nas leis orçamentárias. Nos Programas Temáticos, cada ação orçamentária estará vinculada a um único Objetivo, exceto as ações padronizadas. As vinculações entre ações orçamentárias e Objetivos do PPA constarão das leis orçamentárias anuais. O investimento plurianual, para o período de 2016 a 2019, está incluído no Valor Global dos Programas. A gestão do PPA 2016-2019 observará os princípios da PUBLICIDADE, EFICIÊNCIA, IMPESSOALIDADE, ECONOMICIDADE E EFETIVIDADE e compreenderá a implementação, o monitoramento, a avaliação e a revisão do Plano. Caberá ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão definir os prazos, as diretrizes e as orientações técnicas complementares para a gestão do PPA. O Poder Executivo manterá sistema informatizado de apoio à gestão do Plano e adotará, em conjunto com representantes da sociedade civil, mecanismos de participação social nas etapas do ciclo de gestão do PPA 2016-2019 (ORÇAMENTO PARTICIPATIVO).

social nas etapas do ciclo de gestão do PPA 2016-2019 ( ORÇAMENTO PARTICIPATIVO ). @profleandroravyelle Página
social nas etapas do ciclo de gestão do PPA 2016-2019 ( ORÇAMENTO PARTICIPATIVO ). @profleandroravyelle Página

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 15 TÓPICOS DO EDITAL: 1.3. PRINCÍPIOS

DICA 15

TÓPICOS DO EDITAL:

1.3. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS.

PRINCÍPIO DO EQUILÍBRIO Este princípio está consagrado no art 4º-, inciso I, alínea a, da LRF que determina que a LDO disporá sobre o equilíbrio entre receita e despesa. Ele estabelece que a despesa fixada não pode ser superior à receita prevista, ou seja, deve ser igual à receita prevista. A finalidade desse princípio é deter o crescimento desordenado dos gastos governamentais e impedir o déficit orçamentário. Praticamente em todos os anos esse princípio é apenas formalmente atendido nas LOA's, visto que o "equilíbrio" é mantido com as operações de crédito nele contidas e autorizadas - que são na verdade empréstimos que escondem o déficit existente. O princípio do equilíbrio é aferido no momento da aprovação do orçamento, e não durante sua execução. Durante a execução o equilíbrio será perseguido, mas não será exato porque a execução comporta variações envolvendo receitas e despesas. Esse princípio orçamentário com assento constitucional e comumente indicado pela doutrina é, em uma de suas acepções correntes, conhecido como “regra de ouro”, uma vez que veda a realização de operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta.

PRINCÍPIOS DO PLANEJAMENTO E DA PROGRAMAÇÃO Esses princípios são modernos e recentes. O princípio do planejamento, de acordo com a Constituição Federal de 1988, art. 165, § 1", refere-se à obrigatoriedade de elaboração do Plano Plurianual (PPA), e a obrigatoriedade de todos os planos e programas nacionais, regionais e setoriais serem elaborados em consonância com ele (art. 165, § 4º), reforçado pela LRF, art. 1º, § 1º, que exige a ação planejada: "a responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas". Haja vista a importância do planejamento plurianual para a Administração Pública, ele obrigatoriamente deverá ser aprovado mediante lei, não sendo admitida sua formalização mediante Medida Provisória (CF /1988, art. 62, § 1º, d). O princípio da programação surgiu a partir da instituição do orçamento- programa, e apregoa que o orçamento deve evidenciar os programas de trabalho, servindo como instrumento de administração do Governo, facilitando a fiscalização, gerenciamento e planejamento. Todas as despesas são inseridas no Orçamento sob a forma de programa. Programa é o instrumento que o Governo utiliza para organizar suas ações de maneira lógica e racional, a fim de otimizar a aplicação dos recursos públicos e maximizar os resultados para a sociedade. Como o "programa" é o elo entre planejamento e orçamento, esses princípios são

apresentados

juntos.

é o elo entre planejamento e orçamento, esses princípios são apresentados juntos. @profleandroravyelle Página 17
é o elo entre planejamento e orçamento, esses princípios são apresentados juntos. @profleandroravyelle Página 17

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

DICAS FINAIS PARA O MPE-PI

E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 18
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 18
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 18
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 18

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E ORÇAMENTÁRIA – AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE @profleandroravyelle Página 19
E ORÇAMENTÁRIA – AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE @profleandroravyelle Página 19
E ORÇAMENTÁRIA – AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE @profleandroravyelle Página 19
E ORÇAMENTÁRIA – AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE @profleandroravyelle Página 19

@profleandroravyelle

Página 19

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 16 TÓPICOS DO EDITAL: 1.4. CICLO

DICA 16

TÓPICOS DO EDITAL:

1.4. CICLO ORÇAMENTÁRIO. 1.5 PROCESSO ORÇAMENTÁRIO.

NÃO CONFUNDA PROCESSO (CICLO) COM SISTEMA ORÇAMENTÁRIO. O PROCESSO ORÇAMENTÁRIO compreende as fases de elaboração e execução das leis orçamentárias: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA). Cada uma dessas leis tem ritos próprios de elaboração, aprovação e implementação pelos Poderes Legislativo e Executivo. Entender esses ritos é o primeiro passo para a participação da sociedade no processo decisório, fortalecendo, assim, o exercício do controle social na aplicação dos recursos públicos. Já o SISTEMA ORÇAMENTÁRIO é a estrutura composta pelas organizações, recursos humanos, informações, tecnologia, regras e procedimentos, necessários ao cumprimento das funções definidas no processo orçamentário.

necessários ao cumprimento das funções definidas no processo orçamentário. @profleandroravyelle Página 20
necessários ao cumprimento das funções definidas no processo orçamentário. @profleandroravyelle Página 20
necessários ao cumprimento das funções definidas no processo orçamentário. @profleandroravyelle Página 20

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 17 TÓPICOS DO EDITAL: 1.4. CICLO

DICA 17

TÓPICOS DO EDITAL:

1.4. CICLO ORÇAMENTÁRIO. 1.5 PROCESSO ORÇAMENTÁRIO.

CICLO ORÇAMENTÁRIO AMPLIADO O ciclo orçamentário ampliado ou ciclo de planejamento e orçamento federal corresponde a um período mais amplo que quatro anos. Ele inicia com a elaboração, discussão, votação e aprovação do PPA; continua com a elaboração, discussão, votação e aprovação da LDO; e, por fim, a elaboração, discussão, votação e aprovação, execução, controle e avaliação da LOA. Segundo Sanches, o ciclo orçamentário ampliado desdobrar-se em oito fases, quais sejam:

1

FORMULAÇÃO

DO

PLANEJAMENTO

PLURIANUAL,

PELO

EXECUTIVO

2

APRECIAÇÃO E ADEQUAÇÃO DO PLANO, PELO LEGISLATIVO

3

PROPOSIÇÃO DE METAS E PRIORIDADES PARA A ADMINISTRAÇÃO E DA POLÍTICA DE ALOCAÇÃO DE RECURSOS PELO EXECUTIVO

4

APRECIAÇÃO E ADEQUAÇÃO DA LDO, PELO LEGISLATIVO

 

5

ELABORAÇÃO

DA

PROPOSTA

DE

ORÇAMENTO,

PELO

EXECUTIVO

6

APRECIAÇÃO, ADEQUAÇÃO E AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA

7

EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS APROVADOS

 

8

AVALIAÇÃO DA EXECUÇÃO E JULGAMENTO DAS CONTAS

 
APROVADOS   8 AVALIAÇÃO DA EXECUÇÃO E JULGAMENTO DAS CONTAS   @profleandroravyelle Página 21
APROVADOS   8 AVALIAÇÃO DA EXECUÇÃO E JULGAMENTO DAS CONTAS   @profleandroravyelle Página 21

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 18 TÓPICOS DO EDITAL: 1.4. CICLO

DICA 18

TÓPICOS DO EDITAL:

1.4. CICLO ORÇAMENTÁRIO. 1.5 PROCESSO ORÇAMENTÁRIO.

Funções da Comissão Mista Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização CMO

Funções da Comissão Mista Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização – CMO @profleandroravyelle Página 22
Funções da Comissão Mista Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização – CMO @profleandroravyelle Página 22
Funções da Comissão Mista Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização – CMO @profleandroravyelle Página 22

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DICAS FINAIS PARA O MPE-PI

AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI DICA 19 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 19 TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA. @profleandroravyelle Página 23
PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA. @profleandroravyelle Página 23
PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA. @profleandroravyelle Página 23

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DICAS FINAIS PARA O MPE-PI

E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 24
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E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 24
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 24

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DICAS FINAIS PARA O MPE-PI

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E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 25
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 25
E ORÇAMENTÁRIA – AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI @profleandroravyelle Página 25

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 20 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 20

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

OUTRAS CLASSIFICAÇÕES DA RECEITA

RECEITA ORIGINÁRIA - é a receita efetiva oriunda das rendas produzidas pelos ativos do Poder Público, pela cessão remunerada de bens e valores (aluguéis e ganhos em aplicações financeiras), ou aplicação em atividades econômicas (produção, comércio ou serviços). As receitas originárias são provenientes do patrimônio público (bens e direitos). O Estado obtém essas receitas colocando parte do seu patrimônio à disposição da sociedade, que paga pela sua utilização. São formadas por receitas correntes e também são denominadas receitas de economia privada. Ex.: receitas patrimoniais, receitas agropecuárias, receitas comerciais, receitas de serviço, participações e dividendos, receita de aluguel de imóveis etc. Podem ser subclassificadas em:

I-

PATRIMONIAIS: receitas que provêm das rendas geradas pelo patrimônio do próprio Estado (mobiliário e imobiliário). Exs.:

receitas de aluguéis, receitas decorrentes das vendas de bens e as operações de crédito. Incluem-se também as decorrentes de pagamento de royalties pela exploração do seu patrimônio por concessionários e permissionários de serviços públicos.

II-

EMPRESARIAIS: são aquelas provenientes das atividades realizadas pelo Estado como empresário, seja no âmbito comercial, industrial ou de prestação de serviços.

RECEITA DERIVADA - é a receita efetiva obtida pelo Estado em função de sua soberania, por meio de tributos, penalidades, indenizações e restituições. As receitas derivadas são formadas por receitas correntes, segundo a classificação da receita por categoria econômica. Ex.: receita tributária, receita de contribuições etc. São receitas obtidas pelo Estado mediante sua autoridade coercitiva. O Estado exerce a sua competência, o seu poder, e tributa os rendimentos e o patrimônio das pessoas e das empresas, exigindo compulsoriamente que o particular entregue determinada quantia na forma de tributos. Essa receita é derivada porque deriva do patrimônio dos particulares, da sociedade em geral. Embora utilizada no meio acadêmico, a diferenciação originária X derivada não é utilizada como classificação oficial da receita pelo Poder Público.

derivada não é utilizada como classificação oficial da receita pelo Poder Público. @profleandroravyelle Página 26
derivada não é utilizada como classificação oficial da receita pelo Poder Público. @profleandroravyelle Página 26

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 21 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 21

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

Para fins contábeis, quanto ao impacto na situação patrimonial líquida, a receita pode ser “efetiva” ou “não-efetiva”:

a. RECEITA ORÇAMENTÁRIA EFETIVA aquela em que os ingressos de disponibilidade de recursos não foram precedidos de registro de reconhecimento do direito e não constituem obrigações correspondentes.

b. RECEITA ORÇAMENTÁRIA NÃO EFETIVA é aquela em que os ingressos de disponibilidades de recursos foram precedidos de registro do reconhecimento do direito ou constituem obrigações correspondentes, como é o caso das operações de crédito.

DICA 22

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

RECEITA VINCULADA - é a receita arrecadada com destinação específica estabelecida em dispositivos legais. A vinculação da receita torna a programação financeira menos flexível, reservando parte dos recursos disponíveis para determinada destinação. Receita vinculada é a receita arrecadada que, em função da legislação, tem sua destinação estabelecida. Essas receitas não poderão ser utilizadas para outro objeto, conforme o parágrafo único do art. 8º da LRF: "Os recursos legalmente vinculados à finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação, ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso".

vinculação, ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso". @profleandroravyelle Página 27
vinculação, ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso". @profleandroravyelle Página 27

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 23 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 23

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O MCASP 7ª EDIÇÃO A classificação da receita orçamentária é de utilização obrigatória para todos os entes da Federação, sendo facultado seu desdobramento para atendimento das respectivas peculiaridades. Nesse sentido, as receitas orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios:

NATUREZA DE RECEITA

FONTE/DESTINAÇÃO DE RECURSOS

INDICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO

O detalhamento das classificações orçamentárias da receita, no âmbito da União, é normatizado por meio de portaria da Secretaria de Orçamento Federal (SOF), órgão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG).

OBSERVAÇÃO:

Quero que tenham cuidado redobrado com relação à classificação trazida pelo Manual Técnico Orçamentário MTO 2019, pois temos uma mudança significativa na classificação. Segundo este manual, a classificação da receita orçamentária, a exemplo do que ocorre na despesa, é de utilização obrigatória por todos os entes da Federação, sendo facultado o seu desdobramento para atendimento das respectivas necessidades. Sobre o assunto, as receitas orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios:

NATUREZA DE RECEITA

INDICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO

FONTE/DESTINAÇÃO DE RECURSOS

ESFERA ORÇAMENTÁRIA

Como vemos, há uma mudança, pois no MCASP não temos a classificação por esfera orçamentária. Trataremos desse tema mais adiante.

temos a classificação por esfera orçamentária. Trataremos desse tema mais adiante. @profleandroravyelle Página 28
temos a classificação por esfera orçamentária. Trataremos desse tema mais adiante. @profleandroravyelle Página 28
temos a classificação por esfera orçamentária. Trataremos desse tema mais adiante. @profleandroravyelle Página 28

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 24 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 24

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

RECEITAS DE OPERAÇÕES INTRAORÇAMENTÁRIAS

Operações intraorçamentárias são aquelas realizadas entre órgãos e demais entidades da Administração Pública integrantes do orçamento fiscal e do orçamento da seguridade social do mesmo ente federativo; por isso, não representam novas entradas de recursos nos cofres públicos do ente, mas apenas movimentação de receitas entre seus órgãos. De fato, define-se como intraorçamentárias as operações que resultem de despesas de órgãos, fundos, autarquias, fundações, empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social decorrentes da aquisição de materiais, bens e serviços, pagamento de impostos, taxas e contribuições, quando o recebedor dos recursos também for órgão, fundo, autarquia, fundação, empresa estatal dependente ou outra entidade constante desses orçamentos, no âmbito da mesma esfera de governo. As receitas intra-orçamentárias decorrem da realização de despesas intra-orçamentárias, mas não alteram o saldo da Conta Única do Tesouro no Banco Central, traduzindo-se em meros lançamentos contábeis. As receitas intraorçamentárias são a contrapartida das despesas classificadas na Modalidade de Aplicação “91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos, Fundos e Entidades Integrantes do Orçamento Fiscal e do Orçamento da Seguridade Social” que, devidamente identificadas, possibilitam anulação do efeito da dupla contagem na consolidação das contas governamentais. Dessa forma, a fim de se evitar a dupla contagem dos valores financeiros objeto de operações intraorçamentárias na consolidação das contas públicas, a Portaria Interministerial STN/SOF nº 338/2006, incluiu as “Receitas Correntes Intraorçamentárias” e “Receitas de Capital Intraorçamentárias”, representadas, respectivamente, pelos códigos 7 e 8 em suas categorias econômicas. Essas classificações, segundo disposto pela Portaria que as criou, não constituem novas categorias econômicas de receita, mas apenas especificações das Categorias Econômicas “Receita Corrente” e “Receita de Capital”.

das Categorias Econômicas “Receita Corrente” e “Receita de Capital”. @profleandroravyelle Página 29
das Categorias Econômicas “Receita Corrente” e “Receita de Capital”. @profleandroravyelle Página 29

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 25 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 25

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

ORIGENS DA RECEITA CORRENTE Tomem cuidado com as definições das seguintes origens, pois caem bastante em prova!

TRANSFERÊNCIAS CORRENTES: são provenientes do recebimento de recursos financeiros de outras pessoas de direito público ou privado destinados a atender despesas de manutenção ou funcionamento que não impliquem contraprestação direta em bens e serviços a quem efetuou essa transferência. É o ingresso proveniente de outros entes ou entidades, referente a recursos pertencentes ao ente ou entidade recebedora ou ao ente ou entidade transferidora, efetivado mediante condições preestabelecidas ou mesmo sem qualquer exigência, desde que o objetivo seja a aplicação em despesas correntes. Por outro lado, a utilização dos recursos recebidos vincula-se à determinação constitucional ou legal, ou ao objeto pactuado. Tais transferências ocorrem entre entidades públicas de diferentes esferas ou entre entidades públicas e instituições privadas. O órgão que transfere as receitas executa as três fases da despesa: empenha, liquida e paga a despesa, transferindo somente o valor financeiro. Quem recebe classifica como receita sua, no momento em que o repassador liquida a despesa.

OUTRAS RECEITAS CORRENTES: constituem-se pelas receitas cujas características não permitam o enquadramento nas demais classificações da receita corrente, tais como indenizações, restituições, ressarcimentos, multas previstas em legislações específicas, entre outras. Também se classificam como outras receitas correntes a alienação de móveis e imóveis apreendidos e/ ou caucionados.

receitas correntes a alienação de móveis e imóveis apreendidos e/ ou caucionados. @profleandroravyelle Página 30
receitas correntes a alienação de móveis e imóveis apreendidos e/ ou caucionados. @profleandroravyelle Página 30

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 26 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 26

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

ORIGENS DA RECEITA DE CAPITAL Tomem cuidado com as definições das seguintes origens, pois caem bastante em prova!

TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL: recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado destinados a atender despesas com investimentos ou inversões financeiras, independentemente da contraprestação direta a quem efetuou essa transferência. Por outro lado, a utilização dos recursos recebidos vincula-se ao objeto pactuado. Tais transferências ocorrem entre entidades públicas de diferentes esferas ou entre entidades públicas e instituições privadas. A origem dos recursos não é determinante; pode ser corrente ou de capital. A destinação/aplicação sim é que deve ser obrigatoriamente em despesas de capital. É a única receita de capital classificada como efetiva. As demais são não efetivas.

OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL: registram-se nesta origem receitas cujas características não permitam o enquadramento nas demais classificações da receita de capital, tais como resultado do Banco Central, remuneração das disponibilidades do Tesouro, entre outras. Chamo a atenção de vocês para o seguinte: nem todas as receitas de capital são não efetivas. As transferências de capital são receitas e despesas efetivas, haja vista que não há uma contrapartida em relação ao valor recebido ou transferido. Além disso, O§ 22 do art. 2º da Lei nº 4.320/1964 inclui o "superávit do orçamento corrente" como receita de capital, e, em seguida, no § 3º, diz que esse superávit não constituirá item de receita orçamentária. Esse superávit do orçamento corrente é classificado como receita de capital porque a receita corrente se esgota dentro do exercício financeiro. É EXTRAORÇAMENTÁRIA porque foi arrecadada em um exercício e será utilizada num exercício posterior.

porque foi arrecadada em um exercício e será utilizada num exercício posterior. @profleandroravyelle Página 31
porque foi arrecadada em um exercício e será utilizada num exercício posterior. @profleandroravyelle Página 31

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 27 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 27

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

Importante destacar que a Portaria SOF no 45, de 26 de agosto de 2015, que dispôs sobre o desdobramento da classificação por natureza de receita para aplicação no âmbito da União, publicou apenas as naturezas agregadoras, ficando criadas automaticamente, para todos os fins, as naturezas valorizáveis, terminadas em “1”, “2”, “3” e “4”. Além disso, de acordo com o art. 2o, § 4o, inciso V, alínea “f”, da Portaria Interministerial STN/SOF no 163, de 4 de maio de 2001, os dígitos correspondentes aos tipos “5” a “9” serão utilizados quando se tratar de outros desdobramentos a serem criados, caso a caso, pela Secretaria de Orçamento Federal, mediante Portaria específica.

EXEMPLO

LOA DA UNIÃO DE 2017

LOA

2017:

E

PLOA

2018

ESTADOS,

DF

E

(ESTADOS,

DF

E

MUNICÍPIOS

MUNICÍPIOS)

 

IMPOSTOS

TRIBUTÁRIA

 

TRIBUTÁRIA

MULTAS PELO ATRASO NO PAGAMENTO DE IMPOSTOS

TRIBUTÁRIA

 

OUTRAS RECEITAS CORRENTES

DÍVIDA ATIVA DE IMPOSTOS

TRIBUTÁRIA

 

OUTRAS RECEITAS CORRENTES

ALUGUEIS

PATRIMONIAL

 

PATRIMONIAL

 

MULTAS PELO ATRASO NO PAGAMENTO DE ALUGUEIS

PATRIMONIAL

 

OUTRAS RECEITAS CORRENTES

DÍVIDA ATIVA DE ALUGUEIS

PATRIMONIAL

 

OUTRAS RECEITAS CORRENTES

MULTAS DE TRÂNSITO OU MULTAS PELO ATRASO NA DEVOLUÇÃO DE LIVROS NA BIBLIOTECA PÚBLICA

OUTRAS

RECEITAS

OUTRAS RECEITAS CORRENTES

CORRENTES

 
PÚBLICA OUTRAS RECEITAS OUTRAS RECEITAS CORRENTES CORRENTES   @profleandroravyelle Página 32
PÚBLICA OUTRAS RECEITAS OUTRAS RECEITAS CORRENTES CORRENTES   @profleandroravyelle Página 32

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 28 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 28

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

CLASSIFICAÇÃO POR IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO

Conforme esta classificação, as receitas do Governo Federal podem ser divididas em:

a)

primárias (P), quando seus valores são incluídos no cálculo do resultado primário;

e

b)

financeiras (F), quando não são incluídas no citado cálculo.

As RECEITAS PRIMÁRIAS referem-se, predominantemente, às receitas correntes que advêm dos tributos, das contribuições sociais, das concessões, dos dividendos recebidos pela União, da cota-parte das compensações financeiras, das decorrentes do próprio esforço de arrecadação das UOs, das provenientes de doações e convênios e outras também consideradas primárias.

As RECEITAS FINANCEIRAS são aquelas que não alteram o endividamento líquido do Governo (setor público não financeiro) no exercício financeiro correspondente, uma vez que criam uma obrigação ou extinguem um direito, ambos de natureza financeira, junto ao setor privado interno e/ou externo. São adquiridas junto ao mercado financeiro, decorrentes da emissão de títulos, da contratação de operações de crédito por organismos oficiais, das receitas de aplicações financeiras da União (juros recebidos, por exemplo) e outras.

Resultado primário quer dizer quanto o governo economizará para pagamento do serviço da dívida pública: principal, juros e encargos. Resultado nominal quer dizer quanto vai sobrar após o pagamento dos juros. Portanto, a meta é o resultado primário a ser alcançado, sendo o resultado nominal apenas o saldo. E o Anexo de Metas Fiscais apenas expõe o resultado primário, ou seja, o número a ser alcançado para o pagamento do serviço da dívida pública.

ou seja, o número a ser alcançado para o pagamento do serviço da dívida pública. @profleandroravyelle
ou seja, o número a ser alcançado para o pagamento do serviço da dívida pública. @profleandroravyelle

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 29 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 29

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

CLASSIFICAÇÃO POR FONTE/DESTINAÇÃO DE RECURSOS

O registro da arrecadação dos recursos é efetuado por meio de códigos de natureza

de receita, sendo que cada receita possui normas específicas de aplicação. Essas normas, por sua vez, podem especificar tanto “quem” deverá aplicar a receita quanto “qual” atividade estatal (qual política pública, qual despesa) deverá ser financiada por meio dessa receita. Dessa forma, uma mesma atividade estatal pode ser financiada por recursos de diferentes receitas, tornando necessário, portanto, agrupar e catalogar, sob o mesmo código comum, as diferentes origens de receita que

porventura devam ser aplicadas da mesma forma, no financiamento da mesma atividade estatal. Denomina-se “Fonte/Destinação de Recursos” a cada agrupamento de receitas que possui as mesmas normas de aplicação. A Fonte, nesse contexto, é instrumento de Gestão da Receita e da Despesa ao mesmo tempo, pois tem como objetivo assegurar que determinadas receitas sejam direcionadas para financiar atividades (despesas) do governo em conformidade com Leis que regem o tema. Dessa forma, a Fonte/Destinação de Recursos contribui para o atendimento do parágrafo único do art. 8º, parágrafo único, e do art. 50, inciso I, da LRF:

Art. 8º [ ]

Parágrafo único. Os recursos legalmente vinculados a finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação, ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. [ ]

Enquanto a natureza de receita orçamentária busca identificar a origem do recurso segundo seu fato gerador, a fonte/destinação de recursos possui a finalidade precípua de identificar o destino dos recursos arrecadados. Em linhas gerais, pode-se dizer que há destinações vinculadas e não vinculadas:

a) DESTINAÇÃO VINCULADA: processo de vinculação entre a origem

e a aplicação de recursos, em atendimento às finalidades específicas estabelecidas pela norma.

b) DESTINAÇÃO NÃO VINCULADA (OU ORDINÁRIA): é o processo

de alocação livre entre a origem e a aplicação de recursos, para atender a quaisquer finalidades, desde que dentro do âmbito das competências de atuação do órgão ou entidade.

A vinculação de receitas deve ser pautada em mandamentos legais que regulamentam

a aplicação de recursos e os direcionam para despesas, entes, órgãos, entidades ou fundos.

de recursos e os direcionam para despesas, entes, órgãos, entidades ou fundos. @profleandroravyelle Página 34
de recursos e os direcionam para despesas, entes, órgãos, entidades ou fundos. @profleandroravyelle Página 34

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 30 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 30

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

ETAPAS DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA As etapas da receita seguem a ordem de ocorrência dos fenômenos econômicos, levando-se em consideração o modelo de orçamento existente no País. Dessa forma, a ordem sistemática inicia-se com a etapa de previsão e termina com a de recolhimento.

ETAPAS DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA

PLANEJAMENTO

PREVISÃO

 

LANÇAMENTO

EXECUÇÃO

ARRECADAÇÃO

RECOLHIMENTO

EXCEÇÃO ÀS ETAPAS DA RECEITA Nem todas as etapas citadas ocorrem para todos os tipos de receitas orçamentárias. Pode ocorrer arrecadação de receitas não previstas e também das que não foram lançadas, como é o caso de uma doação em espécie recebida pelos entes públicos.

lançadas, como é o caso de uma doação em espécie recebida pelos entes públicos. @profleandroravyelle Página
lançadas, como é o caso de uma doação em espécie recebida pelos entes públicos. @profleandroravyelle Página

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 31 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 31

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

LANÇAMENTO --> é o procedimento administrativo que verifica a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determina a matéria tributável, calcula o montante do tributo devido, identifica o sujeito passivo e, sendo o caso, propõe a aplicação da penalidade cabível.

TIPOS DE LANÇAMENTO

 

CARACTERÍSTICA

 

EXEMPLO

 

DIRETO OU DE OFÍCIO

SEM

A

PARTICIPAÇÃO

DO

IPTU, IPVA

 

CONTRIBUINTE

   

DECLARAÇÃO OU MISTO

CONTRIBUINTE

PRESTA

ITBI,

II,

IE

E

INFORMAÇÕES

INDISPENSÁVEIS

AO

ITCMD

LANÇAMENTO

 

HOMOLOGAÇÃO

OU

REALIZADO PELO SUJEITO PASSIVO QUE ANTECIPA IMPOSTOS

ICMS, IPI, IR, PIS E Confins.

AUTO-LANÇAMENTO

DICA 32

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

Se a receita arrecadada possuir parcelas destinadas a outros entes (repartição tributária), a transferência poderá ser registrada como dedução de receita ou como despesa orçamentária, de acordo com a legislação em vigor. Se houver parcelas a serem restituídas, em regra, esses fatos não devem ser tratados como despesa orçamentária, mas como dedução de receita orçamentária, pois correspondem a recursos arrecadados que não pertencem à entidade pública e não são aplicáveis em programas e ações governamentais sob a responsabilidade do ente arrecadador, não necessitando, portanto, de autorização orçamentária para a sua execução.

não necessitando, portanto, de autorização orçamentária para a sua execução. @profleandroravyelle Página 36
não necessitando, portanto, de autorização orçamentária para a sua execução. @profleandroravyelle Página 36

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 33 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 33

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA.

DÍVIDA ATIVA A Dívida Ativa, regulamentada a partir da legislação pertinente, abrange os créditos a favor da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido efetivamente recebidos nas datas aprazadas. É, portanto, uma fonte potencial de fluxos de caixa, com impacto positivo pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber, sendo contabilmente alocada no Ativo. Em observância aos dispositivos legais pertinentes, mais uma vez repito, os créditos classificáveis em Dívida Ativa devem ser inicialmente registrados no Ativo de Longo Prazo, considerando a incerteza intrínseca de sua condição. A definição de CURTO ou LONGO prazo dependerá da expectativa de recebimento. Se a expectativa de recebimento for até o término do exercício seguinte, constituirá curto prazo; caso contrário, integrará os direitos de longo prazo. Tenham atenção também para o que traz o MCASP 7ª edição, Parte III:

A inscrição do crédito em dívida ativa configura fato contábil permutativo, pois não altera o valor do patrimônio líquido do ente público. No órgão ou entidade de origem é baixado o crédito a receber contra uma variação patrimonial diminutiva (VPD) e no órgão ou entidade competente para inscrição é reconhecido um crédito de dívida ativa contra uma variação patrimonial aumentativa (VPA). Dessa forma, considerando-se o ente como um todo, há apenas a troca do crédito a receber não inscrito pelo crédito inscrito em dívida ativa, sem alteração do valor do patrimônio líquido. QUANTO À EXPECTATIVA DE REALIZAÇÃO, HÁ TROCA DO CRÉDITO A RECEBER NO ATIVO CIRCULANTE (REGISTRADO NO ÓRGÃO OU ENTIDADE DE ORIGEM DO CRÉDITO) PELO CRÉDITO DE DÍVIDA ATIVA NO ATIVO NÃO CIRCULANTE (REGISTRADO NO ÓRGÃO OU ENTIDADE COMPETENTE PARA INSCRIÇÃO DO CRÉDITO EM DÍVIDA ATIVA), TENDO EM VISTA QUE O INADIMPLEMENTO TORNA INCERTO O PRAZO PARA REALIZAÇÃO DO CRÉDITO.” CONFORME O MTO/19, CRÉDITOS EM DÍVIDA ATIVA DEVERÃO SER REGISTRADOS NO ATIVO NÃO CIRCULANTE, E CASO O ÓRGÃO TENHA CONDIÇÕES DE ESTIMAR COM RAZOÁVEL CERTEZA O SEU MONTANTE COM EXPECTATIVA DE RECEBIMENTO EM ATÉ 12 (DOZE) MESES, O REGISTRO PODERÁ SER ALTERADO DE ATIVO NÃO CIRCULANTE PARA ATIVO CIRCULANTE.

O recebimento de dívida ativa corresponde a uma receita, pela ótica orçamentária, com simultânea baixa contábil do crédito registrado anteriormente no ativo, sob a ótica patrimonial. O recebimento da dívida ativa não altera o Patrimônio Líquido (PL) do Estado, mas altera as contas, pois há uma mutação, um fato permutativo, NAS CONTAS.

Estado, mas altera as contas, pois há uma mutação, um fato permutativo, NAS CONTAS. @profleandroravyelle Página
Estado, mas altera as contas, pois há uma mutação, um fato permutativo, NAS CONTAS. @profleandroravyelle Página

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DICAS FINAIS PARA O MPE-PI

AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI DICA 34 TÓPICOS DO EDITAL: 4 RECEITA

DICA 34

TÓPICOS DO EDITAL:

4 RECEITA PÚBLICA. 4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA. FUNDOS

4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA. FUNDOS @profleandroravyelle Página 38
4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA. FUNDOS @profleandroravyelle Página 38
4.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 4.2 ESTÁGIOS. 4.3 FONTES. 4.4 DÍVIDA ATIVA. FUNDOS @profleandroravyelle Página 38

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 35 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 35

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

Os dispêndios, assim como os ingressos, são tipificados em orçamentários e extraorçamentários. Segundo o art. 35 da Lei nº 4.320/1964:

Pertencem ao exercício financeiro:

I - as receitas nele arrecadadas;

II - as despesas nele legalmente empenhadas.

Dessa forma, despesa orçamentária é toda transação que depende de autorização legislativa, na forma de consignação de dotação orçamentária, para ser efetivada. Dispêndio extraorçamentário é aquele que não consta na lei orçamentária anual, compreendendo determinadas saídas de numerários decorrentes de depósitos, pagamentos de restos a pagar, resgate de operações de crédito por antecipação de receita e recursos transitórios. Para fins contábeis, a despesa orçamentária pode ser classificada quanto ao impacto na situação patrimonial líquida em:

DESPESA

AQUELA QUE, EM GERAL, O COMPROMETIMENTO DO ORÇAMENTO (EMPENHO) NÃO CONSTITUI O RECONHECIMENTO DE UM BEM, UM DIREITO OU UMA OBRIGAÇÃO CORRESPONDENTE

ORÇAMENTÁRIA

EFETIVA

DESPESA ORÇAMENTÁRIA NÃO EFETIVA

AQUELA QUE, EM GERAL, O COMPROMETIMENTO DO ORÇAMENTO (EMPENHO) CONSTITUI O RECONHECIMENTO DE UM BEM, UM DIREITO OU UMA OBRIGAÇÃO CORRESPONDENTE

CONSTITUI O RECONHECIMENTO DE UM BEM, UM DIREITO OU UMA OBRIGAÇÃO CORRESPONDENTE @profleandroravyelle Página 39
CONSTITUI O RECONHECIMENTO DE UM BEM, UM DIREITO OU UMA OBRIGAÇÃO CORRESPONDENTE @profleandroravyelle Página 39

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 36 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 36

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

Em geral, a despesa orçamentária efetiva é despesa corrente. Entretanto, pode haver despesa corrente não efetiva como, por exemplo, a despesa com a aquisição de materiais para estoque e a despesa com adiantamentos, que representam fatos permutativos. A despesa não efetiva normalmente se enquadra como despesa de capital. Entretanto, há despesa de capital que é efetiva como, por exemplo, as transferências de capital, que causam variação patrimonial diminutiva e, por isso, classificam-se como despesa efetiva.

DICA 37

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 40
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 40
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 40

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 38 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 38

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 41
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 41
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 41

@profleandroravyelle

Página 41

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 39 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 39

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

AÇÃO As ações são operações das quais resultam produtos (bens ou serviços), que contribuem para atender ao objetivo de um programa. Incluem-se também no conceito de ação as transferências obrigatórias ou voluntárias a outros entes da Federação e a pessoas físicas e jurídicas, na forma de subsídios, subvenções, auxílios, contribuições e financiamentos, dentre outros. As ações, conforme suas características podem ser classificadas como atividades, projetos ou operações especiais.

a. ATIVIDADE

É um instrumento de programação utilizado para alcançar o

objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, das quais resulta um produto ou serviço necessário à manutenção da ação de Governo. Exemplo: “Fiscalização e Monitoramento das Operadoras de Planos e Seguros Privados de Assistência à Saúde”.

b. PROJETO

É um instrumento de programação utilizado para alcançar o

objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para

a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de Governo. Exemplo:

“Implantação da rede nacional de bancos de leite humano”.

c. OPERAÇÃO ESPECIAL Despesas que não contribuem para a manutenção, expansão ou aperfeiçoamento das ações de governo, das quais não resulta um produto, e não gera contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços. Em grande medida, as operações especiais estão associadas aos programas do tipo Operações Especiais, os quais constarão apenas do orçamento, NÃO INTEGRANDO O PPA.

Especiais , os quais constarão apenas do orçamento, NÃO INTEGRANDO O PPA. @profleandroravyelle Página 42
Especiais , os quais constarão apenas do orçamento, NÃO INTEGRANDO O PPA. @profleandroravyelle Página 42

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 40 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 40

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

SUBTÍTULO / LOCALIZADOR DE GASTO A Portaria MOG nº 42/1999 não estabelece critérios para a indicação da localização física das ações, todavia, considerando a dimensão do orçamento da União, a Lei de Diretrizes Orçamentárias tem determinado a identificação da localização do gasto, o que se faz por intermédio do Subtítulo. O subtítulo permite maior controle governamental e social sobre a implantação das políticas públicasadotadas, além de evidenciar a focalização, os custos e os impactos da ação governamental. No caso da União, as atividades, projetos e operações especiais são detalhadas em subtítulos, utilizados especialmente para especificar a localização física da ação, não podendo haver, por conseguinte, alteração da finalidade da ação, do produto e das metas estabelecidas. Vale ressaltar que o critério para priorização da localização física da ação em território é o da localização dos beneficiados pela ação. A localização do gasto poderá ser de abrangência nacional, no exterior, por Região (NO, NE, CO, SD, SL), por estado ou município ou, excepcionalmente, por um critério específico, quando necessário. A LDO da União veda que na especificação do subtítulo haja referência a mais de uma localidade, área geográfica ou beneficiário, se determinados. Na União, o subtítulo representa o menor nível de categoria de programação e será detalhado por esfera orçamentária (fiscal, seguridade e investimento), grupo de natureza de despesa, modalidade de aplicação, identificador de resultado primário, identificador de uso e fonte de recursos, sendo o produto e a unidade de medida os mesmos da ação orçamentária.

de recursos, sendo o produto e a unidade de medida os mesmos da ação orçamentária. @profleandroravyelle
de recursos, sendo o produto e a unidade de medida os mesmos da ação orçamentária. @profleandroravyelle

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 41 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 41

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

ATRIBUTOS DO SUBTÍTULO

3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. ATRIBUTOS DO SUBTÍTULO @profleandroravyelle Página 44
3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. ATRIBUTOS DO SUBTÍTULO @profleandroravyelle Página 44
3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. ATRIBUTOS DO SUBTÍTULO @profleandroravyelle Página 44

@profleandroravyelle

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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 42 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 42

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

PLANO ORÇAMENTÁRIO (PO) Plano Orçamentário PO é uma identificação orçamentária, de caráter gerencial (não constante da LOA), vinculada à ação orçamentária, que tem por finalidade permitir que, tanto a elaboração do orçamento quanto o acompanhamento físico e financeiro da execução, ocorram num nível mais detalhado do que o do subtítulo/localizador de gasto. Os POs são vinculados a uma ação orçamentária, entendida esta ação como uma combinação de esfera-unidade orçamentária-função- subfunção-programa-ação. Por conseguinte, variando qualquer um destes classificadores, o conjunto de POs varia também. Em termos quantitativos, no entanto, os POs de uma ação são válidos quando associados aos seus subtítulos/localizadores de gasto. Ou seja, se uma ação possui POs vinculados, a captação da proposta orçamentária física e financeira se dará no nível da associação subtítulo +PO. A proposta de dotação para o subtítulo será, pois, a soma das propostas dos POs associados àquele subtítulo. Já a meta física do subtítulo será captada à parte, pois o produto do PO em geral é diferente do produto da ação, impedindo o somatório.

DICA 43

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 45
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 45
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 45

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 44 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 44

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 46
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 46
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 46

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 45 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 45

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

Segundo a Lei 4320/64:

DESPESAS CORRENTES

DESPESAS DE CAPITAL

DESPESAS DE CUSTEIO

INVESTIMENTOS

INVERSÕES FINANCEIRAS

PESSOA CIVIL

 

OBRAS PÚBLICAS

AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS

PESSOAL MILITAR

 

SERVIÇOS EM REGIME DE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

PARTICIPAÇÃO EM CONSTITUIÇÃO OU AUMENTO DE CAPITAL DE EMPRESAS OU ENTIDADES COMERCIAIS OU FINANCEIRAS

MATERIAL DE CONSUMO

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES

AQUISIÇÃO DE TÍTULOS REPRESENTATIVOS DE CAPITAL DE EMPRESA EM FUNCIONAMENTO

SERVIÇOS

DE

MATERIAL PERMANENTE

CONSTITUIÇÃO DE FUNDOS ROTATIVOS

TERCEIROS

ENCARGOS DIVERSOS

 

PARTICIPAÇÃO EM CONSTITUIÇÃO OU AUMENTO DE CAPITAL DE EMPRESAS OU ENTIDADES INDUSTRIAIS OU AGRÍCOLAS

CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS

   

DIVERSAS INVERSÕES FINANCEIRAS

TRANSFERÊNCIAS

 

TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL

CORRENTES

SUBVENÇÕES SOCIAIS

 

AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA

SUBVENÇÕES

 

AUXÍLIOS PARA OBRAS PÚBLICAS

ECONÔMICAS

AUXÍLIOS PARA EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES

INATIVOS

AUXÍLIOS PARA INVERSÕES FINANCEIRAS

PENSIONISTAS

 

OUTRAS CONTRIBUIÇÕES.

SALÁRIO

FAMÍLIA

E

 

ABONO FAMILIAR

JUROS

DA

DÍVIDA

PÚBLICA

CONTRIBUIÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL

DE

DIVERSAS

TRANSFERÊNCIAS

 

CORRENTES.

PREVIDÊNCIA SOCIAL DE DIVERSAS TRANSFERÊNCIAS   CORRENTES. @profleandroravyelle Página 47
PREVIDÊNCIA SOCIAL DE DIVERSAS TRANSFERÊNCIAS   CORRENTES. @profleandroravyelle Página 47

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 46 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 46

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

Vejamos a dica abaixo para memorização:

‘’ O PESSOAL CONSOME OS ENCARGOS DE TERCEIRO

‘’ O PESSOAL CONSOME OS ENCARGOS DE TERCEIRO ” Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo
‘’ O PESSOAL CONSOME OS ENCARGOS DE TERCEIRO ” Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo

Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo

TERCEIRO ” Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo Encargos diversos Serviços de Terceiro @profleandroravyelle
TERCEIRO ” Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo Encargos diversos Serviços de Terceiro @profleandroravyelle

Encargos diversos Serviços de Terceiro

” Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo Encargos diversos Serviços de Terceiro @profleandroravyelle Página 48
” Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo Encargos diversos Serviços de Terceiro @profleandroravyelle Página 48
” Pessoal: Civil e Militar Material de Consumo Encargos diversos Serviços de Terceiro @profleandroravyelle Página 48

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 47 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 47

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

GRUPO DE NATUREZA DA DESPESA (GND) É um agregador de elementos de despesa orçamentária com as mesmas características quanto ao objeto de gasto, conforme discriminado a seguir:

CÓDIGO

GRUPO DE NATUREZA DA DESPESA

1

PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS

2

JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA

3

OUTRAS DESPESAS CORRENTES

4

INVESTIMENTOS

5

INVERSÕES FINANCEIRAS

6

AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA

4 - INVESTIMENTOS

Despesas orçamentárias com softwares e com o planejamento e a execução de obras, inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas, e com a aquisição de instalações, equipamentos e material permanente.

5 - INVERSÕES FINANCEIRAS

Despesas orçamentárias com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização; aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, já constituídas, quando a operação não importe aumento do capital; e com a constituição ou aumento do capital de empresas, além de outras despesas classificáveis neste grupo.

 

AQUISIÇÃO DE TÍTULOS QUE NÃO IUMPORTEM AUMENTO DE CAPITAL

CONSTITUIÇÃO/AUMENTO DE CAPITAL DE EMPRESAS

COM

CARÁTER

INVERSÃO FINANCEIRA

INVERSÃO FINANCEIRA

COMERCIAL

OU

FINANCEIRO

SEM

CARÁTER

INVERSÃO FINANCEIRA

INVESTIMENTOS

COMERCIAL

OU

FINANCEIRO

CARÁTER INVERSÃO FINANCEIRA INVESTIMENTOS COMERCIAL OU FINANCEIRO @profleandroravyelle Página 49
CARÁTER INVERSÃO FINANCEIRA INVESTIMENTOS COMERCIAL OU FINANCEIRO @profleandroravyelle Página 49

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 48 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 48

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 50
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 50
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 50

@profleandroravyelle

Página 50

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 49 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 49

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 51
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 51
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 51

@profleandroravyelle

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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 50 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 50

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 52
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 52
2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. @profleandroravyelle Página 52

@profleandroravyelle

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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 51 TÓPICOS DO EDITAL: 5 DESPESA

DICA 51

TÓPICOS DO EDITAL:

5 DESPESA PÚBLICA. 5.1 CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES. 5.2 ESTÁGIOS. 2.6 CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. 2.7 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA. 3 PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA.

ETAPAS DA DESPESA ORÇAMENTÁRIA Inicialmente cabe destacar que os termos "etapas" e "estágios", quando relacionados com as despesas públicas, não são tratados como sinônimos. O Manual da Despesa Nacional afirma que as etapas da despesa orçamentária são três. Os estágios, por sua vez, fazem parte da etapa de execução e, conforme a LEI Nº 4.320/64, INCLUEM O EMPENHO, A LIQUIDAÇÃO E O PAGAMENTO. No entanto, JUND (2008) afirma que a doutrina majoritária inclui a Fixação da despesa como sendo um dos estágios. Vejamos o seguinte, para fixar de vez essa pequena diferença que derruba muitos candidatos:

 

PLANEJAMENTO

ETAPAS

EXECUÇÃO

CONTROLE E AVALIAÇÃO

 

FIXAÇÃO (PROGRAMAÇÃO)

DOUTRINA

ESTÁGIOS

EMPENHO

PREVISTAS NA LEI Nº 4320 /64

LIQUIDAÇÃO

PAGAMENTO

 
EMPENHO PREVISTAS NA LEI Nº 4320 /64 LIQUIDAÇÃO PAGAMENTO   @profleandroravyelle Página 53
EMPENHO PREVISTAS NA LEI Nº 4320 /64 LIQUIDAÇÃO PAGAMENTO   @profleandroravyelle Página 53

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

DICAS FINAIS PARA O MPE-PI

AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI ESTÁGIOS PLANEJAMENTO EXECUÇÃO CONTROLE E AVALIAÇÃO
AFO PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI ESTÁGIOS PLANEJAMENTO EXECUÇÃO CONTROLE E AVALIAÇÃO

ESTÁGIOS

PLANEJAMENTO

RAVYELLE DICAS FINAIS PARA O MPE-PI ESTÁGIOS PLANEJAMENTO EXECUÇÃO CONTROLE E AVALIAÇÃO EMPENHO LIQUIDAÇÃO

EXECUÇÃO

DICAS FINAIS PARA O MPE-PI ESTÁGIOS PLANEJAMENTO EXECUÇÃO CONTROLE E AVALIAÇÃO EMPENHO LIQUIDAÇÃO PAGAMENTO

CONTROLE E AVALIAÇÃO

EMPENHO

LIQUIDAÇÃO

PAGAMENTO

PREVISTAS NA LEI Nº 4320 /64 EXECUÇÃO

FIXAÇÃO

(PROGRAMAÇÃO)

PLANEJAMENTO

FIXAÇÃO

DESCENTRALIZAÇÃO/MOVIMENTAÇÃO DE RECURSOS

PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

PROCESSO DE LICITAÇÃO

DOUTRINA

PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA PROCESSO DE LICITAÇÃO DOUTRINA @profleandroravyelle Página 54
PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA PROCESSO DE LICITAÇÃO DOUTRINA @profleandroravyelle Página 54

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 52 TÓPICOS DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS

DICA 52

TÓPICOS DO EDITAL:

2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS.

DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. @profleandroravyelle Página 55
DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. @profleandroravyelle Página 55
DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. @profleandroravyelle Página 55
DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS. @profleandroravyelle Página 55

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 53 TÓPICOS DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS

DICA 53

TÓPICOS DO EDITAL:

2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS.

As possíveis fontes de recursos para abertura de créditos adicionais são:

 

FONTE

DEDUÇÃO A SER FEITA NA FONTE

O

SUPERÁVIT

FINANCEIRO

OS SALDOS DOS CRÉDITOS ADICIONAIS TRANSFERIDOS E AS OPERAÇÕES DE CRÉDITO A ELES VINCULADAS

APURADO

EM

BALANÇO

PATRIMONIAL

DO

EXERCÍCIO

ANTERIOR

 

OS

PROVENIENTES DE EXCESSO DE

CONSIDERANDO-SE, AINDA, A TENDÊNCIA DO EXERCÍCIO E DEDUZIR- SE-Á A IMPORTÂNCIA DOS CRÉDITOS EXTRAORDINÁRIOS ABERTOS NO EXERCÍCIO.

ARRECADAÇÃO

 

OS RESULTANTES DE ANULAÇÃO PARCIAL OU TOTAL DE DOTAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS OU DE CRÉDITOS ADICIONAIS, AUTORIZADOS EM LEI

 

O

PRODUTO DE OPERAÇÕES DE

 

CRÉDITO AUTORIZADAS, EM FORMA QUE JURIDICAMENTE POSSIBILITE

AO

PODER EXECUTIVO REALIZÁ-LAS

RESERVA DE CONTINGÊNCIA

 

OS RECURSOS DECORRENTES DE VETO, EMENDA OU REJEIÇÃO DO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL

SOMENTE

PARA

CRÉDITOS

SUPLEMENTARES

E

ESPECIAIS,

MEDIANTE

PRÉVIA

AUTORIZAÇÃO

LEGISLATIVA

E ESPECIAIS, MEDIANTE PRÉVIA AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA @profleandroravyelle Página 56
E ESPECIAIS, MEDIANTE PRÉVIA AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA @profleandroravyelle Página 56

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 54 TÓPICOS DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS

DICA 54

TÓPICOS DO EDITAL:

2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS.

FONTES QUE IMPACTAM OU NÃO NA DOTAÇÃO GLOBAL INICIAL DA LOA Nem todas as fontes usadas para a abertura de créditos adicionais altera o valor inicial global contido na dotação da LOA. Os créditos adicionais NÃO PROVOCAM, NECESSARIAMENTE, UM ACRÉSCIMO DO VALOR GLOBAL DO ORÇAMENTO APROVADO, MAS PODEM AUMENTÁ-LO. O AUMENTO OCORRE QUANDO AS FONTES SÃO EXCESSO DE ARRECADAÇÃO, SUPERÁVIT FINANCEIRO DO BALANÇO PATRIMONIAL DO EXERCÍCIO ANTERIOR E OPERAÇÕES DE CRÉDITOS AUTORIZADAS PARA ESSE FIM. QUANDO O CRÉDITO ADVIER DAS FONTES ANULAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DE DOTAÇÃO, RESERVA DE CONTINGÊNCIA OU RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES, O MONTANTE FINAL DE RECEITAS E DESPESAS NÃO SERÁ ALTERADO, LOGO, O VALOR GLOBAL DA LOA PERMANECERÁ O MESMO. Vejamos a tabela abaixo, em que veremos quais fontes impactam e alteram na dotação global inicial:

FONTE

IMPACTO

ANULAÇÃO DE DOTAÇÕES

VALOR GLOBAL PERMANECE O MESMO

RESER VA DE CONTINGÊNCIA

VALOR GLOBAL PERMANECE O MESMO

OPERAÇÃO DE CRÉDITO

AUMENTA VALOR GLOBAL

EXCESO DE ARRECADAÇÃO

AUMENTA VALOR GLOBAL

SUPERÁVIT FINANCEIRO

AUMENTA VALOR GLOBAL

RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES

VALOR GLOBAL PERMANECE O MESMO LOA PUBLICADA EM DESEQUILÍBRIO

CORRESPONDENTES VALOR GLOBAL PERMANECE O MESMO LOA PUBLICADA EM DESEQUILÍBRIO @profleandroravyelle Página 57
CORRESPONDENTES VALOR GLOBAL PERMANECE O MESMO LOA PUBLICADA EM DESEQUILÍBRIO @profleandroravyelle Página 57

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 55 TÓPICOS DO EDITAL: 2.8 CRÉDITOS

DICA 55

TÓPICOS DO EDITAL:

2.8 CRÉDITOS ORDINÁRIOS E ADICIONAIS. 3.4 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS.

O ato que abrir o crédito adicional, que pode ser um decreto, uma medida provisória ou uma lei, de acordo com sua classificação, deve indicar a importância, a espécie e a classificação da despesa até onde for possível. A fim de dar alguma flexibilidade ao gestor público, principalmente devido a esse lapso temporal entre a elaboração e a execução do orçamento anual, os créditos orçamentários iniciais podem sofrer alterações qualitativas e quantitativas por meio de créditos adicionais. As alterações qualitativas e quantitativas do orçamento viabilizam a realização anual dos programas mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias ou para a criação de novos programas, e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das unidades orçamentárias (UO). Além disso, atente à seguinte observação:

ENTENDE-SE QUE O REFORÇO DE UM CRÉDITO ESPECIAL OU DE UM CRÉDITO EXTRAORDINÁRIO DEVE DAR-SE, RESPECTIVAMENTE, PELA ABERTURA DE CRÉDITOS ESPECIAIS E EXTRAORDINÁRIOS. OU SEJA, NÃO SE PODE REFORÇAR UM CRÉDITO ESPECIAL OU EXTRAORDINÁRIO QUE SE MOSTROU INSUFICIENTE POR MEIO DE CRÉDITOS SUPLEMENTARES.

OU EXTRAORDINÁRIO QUE SE MOSTROU INSUFICIENTE POR MEIO DE CRÉDITOS SUPLEMENTARES. @profleandroravyelle Página 58
OU EXTRAORDINÁRIO QUE SE MOSTROU INSUFICIENTE POR MEIO DE CRÉDITOS SUPLEMENTARES. @profleandroravyelle Página 58
OU EXTRAORDINÁRIO QUE SE MOSTROU INSUFICIENTE POR MEIO DE CRÉDITOS SUPLEMENTARES. @profleandroravyelle Página 58

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 56 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS

DICA 56

TÓPICOS DO EDITAL:

5.3 RESTOS A PAGAR.

São Restos a Pagar todas as despesas regularmente empenhadas, do exercício atual ou anterior, mas não pagas ou canceladas até 31 de dezembro do exercício financeiro vigente. Distingue-se dois tipos de restos a pagar: os processados (despesas já liquidadas); e os não processados (despesas a liquidar ou em liquidação). A continuidade dos estágios de execução dessas despesas ocorrerá no próximo exercício, devendo ser controlados em contas de natureza de informação orçamentária específicas. Cuidado com os seguintes detalhes:

SEM A EMISSÃO DA NOTA DE EMPENHO JAMAIS UMA DESPESA PODERÁ SER CONSIDERADA RESTOS A PAGAR

NÃO CONFUNDIR RESTOS A PAGAR COM OBRIGAÇÕES A PAGAR. OBRIGAÇÕES A PAGAR É O GÊNERO: COMPREENDE OBRIGAÇÕES DE EXERCÍCIOS PASSADOS, ATUAIS E FUTUROS. RESTOS A PAGAR É ESPÉCIE: SÃO OBROGAÇÕES EMPENHADAS E NÃO PAGAS DE EXERCÍCIOS PASSADOS

A EXECUÇÃO DOS RAP ESTÁ CONDICIONADA AOS LIMITES LEGAIS DAS FONTES DE RECURSOS CORRESPONDENTES

QUANDO O VALOR A SER PAGO FOR SUPERIOR AO VALOR INSCRITO: A DIFERENÇA DEVERÁ SER PAGA COMO DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES

QUANDO O VALOR A PAGAR FOR INFERIOR AO VALOR INSCRITO: A DIFERENÇA DEVERÁ SER CANCELADA

Os restos a pagar constituem item específico da dívida flutuante no passivo financeiro. O serviço da dívida a pagar são os restos a pagar do juros e amortização da dívida.

 

JUROS

 

RESTOS A PAGAR

AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA

SERVIÇOS

DA

DÍVIDA

A

PAGAR

RESTOS A PAGAR AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA SERVIÇOS DA DÍVIDA A PAGAR @profleandroravyelle Página 59
RESTOS A PAGAR AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA SERVIÇOS DA DÍVIDA A PAGAR @profleandroravyelle Página 59

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 57 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS

DICA 57

TÓPICOS DO EDITAL:

5.3 RESTOS A PAGAR.

PRESCRIÇÃO

Uma coisa é a vigência dos Restos a Pagar inscritos, quanto a ser ou não cancelados em 30 de junho do segundo ano após sua inscrição; e outra coisa é a prescrição do direito do fornecedor de bens ou serviços. A prescrição do direito do credor é matéria tratada pelo Direito administrativo de cunho financeiro, e também pelo Direito civil. Nas duas situações, a prescrição tem como referencial o fato gerador. O art. 70 do Decreto nº 93.872/1986 assim estabelecia: "prescreve em cinco anos a dívida passiva relativa aos Restos a Pagar.” (Revogado pelo ART. 6º, II, do Decreto nº 9.428, de 2018). Ou seja, o instituto da prescrição foi retirado do ordenamento jurídico pelo Decreto 9.428, de 28 de junho de 2018. No âmbito federal, assim, nenhuma despesa inscrita em restos a pagar prescreve e os restos a pagar processados e os restos a pagar não processados liquidados não são cancelados. Além disso, existem os restos a pagar não processados que mesmo não liquidados não são bloqueados (despesas relacionadas ao Ministério da Saúde; Decorrentes de emendas individuais impositivas discriminadas com identificador de resultado primário 6, cujos empenhos tenham sido emitidos a partir do exercício financeiro de 2016), ressalto que todas essas mudanças se deram conforme o Decreto nº 9.428/2018. Além disso, com o fim da prescrição, os restos a pagar processados ficam abertos até o efetivo pagamento. Cabe destacar que quando da inscrição dos restos a pagar processados, como se trata de uma despesa já liquidada que recebeu o ateste, não há necessidade de nenhuma confirmação do ordenador de despesas quanto à necessidade de inscrição.

Tivemos ainda o acréscimo do seguinte artigo no Decreto 93.872/86:

 

Art. 68-A. Os empenhos a serem inscritos e reinscritos em

restos a pagar a cada exercício financeiro poderão ter seus

limites estabelecidos

pelo

Ministério

da

Fazenda.

(Incluído pelo Decreto nº 9.428, de 2018)

pelo Ministério da Fazenda. (Incluído pelo Decreto nº 9.428, de 2018) @profleandroravyelle Página 60
pelo Ministério da Fazenda. (Incluído pelo Decreto nº 9.428, de 2018) @profleandroravyelle Página 60

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 58 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS

DICA 58

TÓPICOS DO EDITAL:

5.3 RESTOS A PAGAR.

RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

Nos casos dos restos a pagar não processados, o empenho de despesa não liquidada será considerado anulado em 31 de dezembro, para todos os fins, salvo quando:

VIGENTE

O

PRAZO

PARA

CUMPRIMENTO

DA

OBRIGAÇÃO

ASSUMIDA

PELO

CREDOR,

NELE

ESTABELECIDA

 

VENCIDO O PRAZO DE QUE TRATA O ITEM ANTERIOR, MAS ESTEJA EM CURSOS A LIQUIDAÇÃO DA DESPESA, OU SEJA DE INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO EXIGIR O CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO ASSUMIDA PELO CREDOR

SE DESTINAR A ATENDER TRANSFERÊNCIAS A INSTITUIÇÕES PÚBLICAS OU PRIVADAS

 

CORRESPONDER A COMPROMISSOS ASSUMIDOS NO EXTERIOR

 

SEJA DE INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO EXIGIR O CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO ASSUMIDA PELO CREDOR

O empenho é considerado insubsistente quando não atendeu a um dos critérios do quadro acima. Nestas situações os restos a pagar inscritos na condição de não processados e não liquidados posteriormente TERÃO VALIDADE ATÉ 30 DE JUNHO DO SEGUNDO ANO SUBSEQUENTE AO DE SUA INSCRIÇÃO. Mas temos aqui também mais exceções. Permanecem válidos, após a data estabelecida anteriormente (30 de junho do segundo ano subsequente ao de sua inscrição), os restos a pagar não processados que:

REFIRAM-SE ÀS DESPESAS EXECUTADAS DIRETAMENTE PELOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DO PODER EXECUTIVO FEDERAL OU MEDIANTE TRANSFERÊNCIA OU DESCENTRALIZAÇÃO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS, COM EXECUÇÃO INICIADA ATÉ 30 DE JUNHO DO SEGUNDO ANO SUBSEQUENTE AO DE SUA INSCRIÇÃO

 

PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO PAC

SEJAM RELATIVOS ÀS DESPESAS

MINISTÉRIO DA SAÚDE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FINANCIADAS COM RECURSOS DA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO.

Lembrem-se que os casos acima se referem a este período de transição, publicado pelo Decreto nº 9.428/2018, ou seja, regra válida até 31/12/2018, ou seja, é como se fosse uma regra de transição.

seja, regra válida até 31/12/2018, ou seja, é como se fosse uma regra de transição. @profleandroravyelle
seja, regra válida até 31/12/2018, ou seja, é como se fosse uma regra de transição. @profleandroravyelle

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 59 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS

DICA 59

TÓPICOS DO EDITAL:

5.3 RESTOS A PAGAR.

E COMO FICARÁ A REGRA APÓS 31.12.2018, PROFESSOR? VEJAMOS!

Segundo Giovanni Pacelli, no âmbito federal, caso os restos a pagar não processados não sejam liquidados até 30 de junho do segundo ano subsequente ao da inscrição, eles serão, em regra, bloqueados pela Secretaria do Secretaria do Tesouro Nacional. Nesses casos, só DEIXARÃO DE SER BLOQUEADOS (NÃO BLOQUEIO) nos seguintes casos: (art. 68 do Decreto 93.872/86)

DESPESAS EXECUTADAS DIRETAMENTE PELOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DA UNIÃO OU MEDIANTE TRANSFERÊNCIA OU DESCENTRALIZAÇÃO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS, COM EXECUÇÃO INICIADA ATÉ 30 DE JUNHO DO SEGUNDO ANO SUBSEQUENTE AO DE SUA INSCRIÇÃO

AS DESPESAS RELACIONADAS AO MINISTÉRIO DA SAÚDE.

DECORRENTES DE EMENDAS INDIVIDUAIS IMPOSITIVAS DISCRIMINADAS COM IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO 6, CUJOS EMPENHOS TENHAM SIDO EMITIDOS A PARTIR DO EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2016.

E mais importante: Os restos a pagar não processados liquidados se “equiparam” aos restos a pagar processados. Então levem isso para a prova, resíduos passivos consistem em despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro, que não tenham sido canceladas pelo processo de análise e depuração e que atendam aos requisitos previstos na Lei 4.320/1964, podendo ser inscritas como tal por constituírem encargos incorridos no exercício vigente.

ser inscritas como tal por constituírem encargos incorridos no exercício vigente. @profleandroravyelle Página 62
ser inscritas como tal por constituírem encargos incorridos no exercício vigente. @profleandroravyelle Página 62

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 60 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS

DICA 60

TÓPICOS DO EDITAL:

5.3 RESTOS A PAGAR.

RESUMO SOBRE AS ALTERAÇÕES OCORRIDAS

A prescrição foi retirada do ordenamento jurídico pelo Decreto 9.428, de 28 de junho de 2018. Logo, conclui-se no âmbito federal:

NENHUM

NENHUM OS RESTOS A PAGAR PRESCREVE PAGAR PROCESSADOS E NÃO SÃO CANCELADOS RESTOS A LIQUIDADOS EXISTEM

OS

RESTOS A PAGAR PRESCREVE

NENHUM OS RESTOS A PAGAR PRESCREVE PAGAR PROCESSADOS E NÃO SÃO CANCELADOS RESTOS A LIQUIDADOS EXISTEM

PAGAR PROCESSADOS

E

NÃO SÃO CANCELADOS

RESTOS A

LIQUIDADOS

PROCESSADOS E NÃO SÃO CANCELADOS RESTOS A LIQUIDADOS EXISTEM PROCESSADOS   LIQUIDADOS NÃO SÃO
PROCESSADOS E NÃO SÃO CANCELADOS RESTOS A LIQUIDADOS EXISTEM PROCESSADOS   LIQUIDADOS NÃO SÃO

EXISTEM

PROCESSADOS

 

LIQUIDADOS NÃO SÃO BLOQUEADOS

 
 
  LIQUIDADOS NÃO SÃO BLOQUEADOS     EXISTEM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS QUE SÃO BLOQUEADOS
  LIQUIDADOS NÃO SÃO BLOQUEADOS     EXISTEM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS QUE SÃO BLOQUEADOS

EXISTEM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS QUE SÃO BLOQUEADOS EM 30 DE JUNHO DO 2º ANO SUBSEQUENTE AO INSCRIÇÃO E POSTERIORMENTE DESBLOQUEADOS COM O COMPROMISSO DE SEREM LIQUIDADOS ATÉ 31 DE DEZEMBRO DO ANO SEGUINTE AO BLOQUEIO

LIQUIDADOS ATÉ 31 DE DEZEMBRO DO ANO SEGUINTE AO BLOQUEIO OS RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS
LIQUIDADOS ATÉ 31 DE DEZEMBRO DO ANO SEGUINTE AO BLOQUEIO OS RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

OS RESTOS

A

PAGAR

NÃO PROCESSADOS

DESPESAS RELACIONADAS AO MINISTÉRIO DA SAÚDE

DECORRENTES DE EMENDAS INDIVIDUAIS IMPOSITIVAS DISCRIMINADAS COM IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO 6, CUJOS EMPENHOS TENHAM SIDO EMITIDOS A PARTIR DO EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2016

DESPESAS EXECUTADAS DIRETAMENTE PELOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DA UNIÃO OU MEDIANTE TRANSFERÊNCIA OU DESCENTRALIZAÇÃO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS, COM EXECUÇÃO INICIADA ATÉ 30 DE JUNHO DO SEGUNDO ANO SUBSEQUENTE AO DE SUA INSCRIÇÃO);

DE JUNHO DO SEGUNDO ANO SUBSEQUENTE AO DE SUA INSCRIÇÃO); OS DEMAIS RESTOS A PAGAR NÃO
DE JUNHO DO SEGUNDO ANO SUBSEQUENTE AO DE SUA INSCRIÇÃO); OS DEMAIS RESTOS A PAGAR NÃO
DE JUNHO DO SEGUNDO ANO SUBSEQUENTE AO DE SUA INSCRIÇÃO); OS DEMAIS RESTOS A PAGAR NÃO

OS DEMAIS RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS SÃO BLOQUEADOS EM 30 DE JUNHO DO 2º ANO SUBSEQUENTE AO INSCRIÇÃO E SERÃO CANCELADOS PELA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL ATÉ 31 DE DEZEMBRO DO ANO DO BLOQUEIO, CASO NÃO SE ENQUADREM NAS SITUAÇÕES ANTERIORES.

31 DE DEZEMBRO DO ANO DO BLOQUEIO, CASO NÃO SE ENQUADREM NAS SITUAÇÕES ANTERIORES. @profleandroravyelle Página
31 DE DEZEMBRO DO ANO DO BLOQUEIO, CASO NÃO SE ENQUADREM NAS SITUAÇÕES ANTERIORES. @profleandroravyelle Página

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 61 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS

DICA 61

TÓPICOS DO EDITAL:

5.3 RESTOS A PAGAR.

DESPESA ORÇAMENTÁRIA X PAGAMENTO EXTRAORÇAMENTÁRIO

Diante do contido no art. 35 da Lei nº 4.320/1964 recém citado, basta que a despesa seja empenhada para pertencer ao exercício financeiro. É uma peculiaridade das despesas públicas: se empenhadas, serão incluídas na apuração do resultado do exercício em que ocorreu o empenho, independentemente do "implemento de condição" pelo fornecedor. Se forem despesas empenhadas e não pagas, então o pagamento ocorrerá no ano seguinte (ou nos anos seguintes); mas, de qualquer forma, em exercício diferente e posterior ao exercício de emissão da Nota de Empenho.

O art. 103, parágrafo único, da Lei no 4.320/1964 esclarece:

“Os Restos a Pagar do exercício serão computados na RECEITA EXTRAORÇAMENTÁRIA para COMPENSAR SUA INCLUSÃO NA DESPESA ORÇAMENTÁRIA.

Assim, chega-se à seguinte conclusão: no momento da inscrição do empenho em Restos a Pagar a despesa é orçamentária visto que utilizou orçamento do exercício e, no momento do pagamento da despesa inscrita, é despesa extraorçamentária, pois o orçamento da despesa é o do exercício anterior.

despesa extraorçamentária, pois o orçamento da despesa é o do exercício anterior. @profleandroravyelle Página 64
despesa extraorçamentária, pois o orçamento da despesa é o do exercício anterior. @profleandroravyelle Página 64
despesa extraorçamentária, pois o orçamento da despesa é o do exercício anterior. @profleandroravyelle Página 64

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 62 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS

DICA 62 TÓPICOS DO EDITAL:

5.3 RESTOS A PAGAR.

O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 62 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS A PAGAR. @profleandroravyelle Página
O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 62 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS A PAGAR. @profleandroravyelle Página
O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 62 TÓPICOS DO EDITAL: 5.3 RESTOS A PAGAR. @profleandroravyelle Página

DEA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 63 TÓPICOS DO EDITAL: 5 .4

DICA 63 TÓPICOS DO EDITAL:

5.4 DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES.

São despesas cujos fatos geradores ocorreram em exercícios anteriores àquele em que deva ocorrer o pagamento. O art. 37 da Lei nº 4.320/1964 dispõe que as despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os restos a pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente, poderão ser pagos à conta de dotação específica consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica. Para fins de identificação como despesas de exercícios anteriores, considera-se:

DESPESAS QUE NÃO SE TENHAM PROCESSADO NA ÉPOCA PRÓPRIA, COMO AQUELAS CUJO EMPENHO TENHA SIDO CONSIDERADO INSUBSISTENTE E ANULADO NO ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO CORRESPONDENTE, MAS QUE, DENTRO DO PRAZO ESTABELECIDO, O CREDOR TENHA CUMPRIDO SUA OBRIGAÇÃO

RESTOS A PAGAR COM PRESCRIÇÃO INTERROMPIDA, A DESPESA CUJA INSCRIÇÃO COMO RESTOS A PAGAR TENHA SIDO CANCELADA, MAS AINDA VIGENTE O DIREITO DO CREDOR

COMPROMISSOS RECONHECIDOS APÓS O ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO, A OBRIGAÇÃO DE PAGAMENTO CRIADA EM VIRTUDE DE LEI, MAS SOMENTE RECONHECIDO O DIREITO DO RECLAMANTE APÓS O ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO CORRESPONDENTE

RECONHECIDO O DIREITO DO RECLAMANTE APÓS O ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO CORRESPONDENTE @profleandroravyelle Página 66
RECONHECIDO O DIREITO DO RECLAMANTE APÓS O ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO CORRESPONDENTE @profleandroravyelle Página 66

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE

AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 64 TÓPICOS DO EDITAL: 5 .4

DICA 64 TÓPICOS DO EDITAL:

5.4 DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES.

O reconhecimento da obrigação de pagamento das despesas com exercícios anteriores cabe à autoridade competente para empenhar a despesa. Despesas de Exercícios Anteriores, embora se refiram a exercícios passados, são despesas orçamentárias, haja vista que a emissão da Nota de Empenho ocorre com dotação do exercício vigente. Contabilmente essas despesas são identificadas através do elemento de despesa “92” (natureza da despesa 3390.92.00), e devem ser excluídas do montante de recursos utilizados pelo ente público quando em comparação a exercícios passados ou na projeção de exercícios futuros, pois não fazem parte das despesas anuais continuadas.

de exercícios futuros, pois não fazem parte das despesas anuais continuadas. @profleandroravyelle Página 67
de exercícios futuros, pois não fazem parte das despesas anuais continuadas. @profleandroravyelle Página 67
de exercícios futuros, pois não fazem parte das despesas anuais continuadas. @profleandroravyelle Página 67

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 65 TÓPICOS DO EDITAL: 5 .4

DICA 65 TÓPICOS DO EDITAL:

5.4 DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES.

Devemos ter sempre presente a distinção entre despesas de exercícios anteriores e restos a pagar não processados. No primeiro caso, pelo regime de competência que informa as despesas públicas, o gasto diz respeito a um exercício financeiro pretérito, mas seu empenho e liquidação ocorrem no ano em que a despesa é reconhecida. Portanto, será necessária a existência de dotação disponível no orçamento do ano de reconhecimento da despesa para sua realização. Diferentemente, nos restos a pagar não processados, o empenho deu-se em ano anterior, apenas a liquidação e o pagamento são efetivados posteriormente. No exercício em que se fará o pagamento dos restos a pagar, o orçamento não será sensibilizado, não existindo a necessidade de dotação disponível para esse fim.

APROFUNDANDO

DECRETO No 62.115, DE 15 DE JANEIRO DE 1968 Regulamenta o artigo 37 da Lei nº 4.320 de 17 de março de 1964.

) (

DECRETA:

Art. 1º. Poderão ser pagas por dotação para "despesas de exercícios anteriores", constantes dos quadros discriminativos de

despesas das unidades orçamentárias, as dívidas de exercícios encerrados devidamente reconhecidas pela autoridade competente. Parágrafo único. As dívidas de que trata este artigo compreendem as seguintes categorias:

I - despesas de exercícios encerrados, para as quais o

orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente

para atendê-las que não se tenham processado na época própria.

II - despesas de "Restos a Pagar" com prescrição interrompida,

desde que o crédito respectivo tenha sido convertido em renda; III - COMPROMISSOS RECONHECIDOS PELA AUTORIDADE

 

COMPETENTE, AINDA QUE NÃO TENHA SIDO PREVISTA A DOTAÇÃO

ORÇAMENTÁRIA PRÓPRIA OU NÃO TENHA ESTA DEIXADO SALDO

 

NO EXERCÍCIO RESPECTIVO, MAS QUE PUDESSEM SER ATENDIDOS

EM FACE DA LEGISLAÇÃO VIGENTE.

) (

RESPECTIVO, MAS QUE PUDESSEM SER ATENDIDOS EM FACE DA LEGISLAÇÃO VIGENTE. ) ( @profleandroravyelle Página 68
RESPECTIVO, MAS QUE PUDESSEM SER ATENDIDOS EM FACE DA LEGISLAÇÃO VIGENTE. ) ( @profleandroravyelle Página 68

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AFO DICAS FINAIS PARA O MPE-PI PROFESSOR LEANDRO RAVYELLE DICA 66 TÓPICOS DO EDITAL: 5.6 Suprimento

DICA 66 TÓPICOS DO EDITAL:

5.6 Suprimento de fundos.

O suprimento de fundos é caracterizado por ser um adiantamento de valores a um servidor para futura prestação de contas. Esse adiantamento constitui despesa orçamentária, ou seja, para conceder o recurso ao suprido é necessário percorrer os três estágios da despesa orçamentária: empenho, liquidação e pagamento. Apesar disso, não representa uma despesa pelo enfoque patrimonial, pois, no momento da concessão, não ocorre redução no patrimônio líquido. Na liquidação da despesa orçamentária, ao mesmo tempo em que ocorre o registro de um passivo, há também a incorporação de um ativo, que representa o direito de receber um bem ou serviço, objeto do gasto a ser efetuado pelo suprido, ou a devolução do numerário adiantado. CADA ENTE DA FEDERAÇÃO DEVE REGULAMENTAR O SEU REGIME DE ADIANTAMENTO, observando as peculiaridades de seu sistema de controle interno, de forma a garantir a correta aplicação do dinheiro público. Destacam-se algumas regras estabelecidas para esse regime. O suprimento de fundos deve ser utilizado nos seguintes casos:

 

CASOS PERMITIDOS

 

VEDADA A CONCESSÃO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS

 

PARA ATENDER A DESPESAS EVENTUAIS, INCLUSIVE EM VIAGEM E COM SERVIÇOS ESPECIAIS, QUE EXIJAM PRONTO PAGAMENTO

A QUEM NÃO SEJA SERVIDOR

 

QUANDO A DESPESA DEVA SER FEITA EM CARÁTER SIGILOSO, CONFORME SE CLASSIFICAR EM REGULAMENTO

A SERVIDOR RESPONSÁVEL POR DOIS SUPRIMENTOS

 

PARA ATENDER A DESPESAS DE PEQUENO VULTO, ASSIM ENTENDIDAS AQUELAS CUJO VALOR, EM CADA CASO, NÃO ULTRAPASSAR LIMITE ESTABELECIDO EM ATO NORMATIVO PRÓPRIO

A SERVIDOR QUE TENHA A SEU CARGO A GUARDA OU UTILIZAÇÃO DO

MATERIAL A ADQUIRIR, SALVO QUANDO NÃO HOUVER NA REPARTIÇÃO OUTRO SERVIDOR

PARA DESPESA QUE NÃO POSSA SUBORDINAR-SE AO PROCESSO NORMA