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Caderno 1

JURISDICIONAL E AD-
MINISTRATIVO

Presidente:
(a)
Tutmés Airan Albuquerque Melo

Ano XI • Edição 2383 • Maceió, segunda-feira, 15 de julho de 2019 https://www2.tjal.jus.br/cdje

TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Presidência

Classe: Exceção de Suspeição nº 0500038-60.2019.8.02.0000


Excipiente : Paulo Nicácio da Silva

Advogado : Carlos Roberto Rodrigues Hermenegildo da Silva (OAB: 11484/AL)

Excepto : Desembargador José Carlos Malta Marques

DECISÃO MONOCRÁTICA / MANDADO / OFÍCIO Nº ____/2019

EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO. ALEGAÇÃO DE PARCIALIDADE DO DESEMBARGADOR RELATOR SOB O FUNDAMENTO DE


EXCESSO DE PRAZO PARA JULGAMENTO DE HABEAS CORPUS. PROCESSO EM GRAU DE RECURSO ORDINÁRIO PARA O
SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. CESSADO O EXERCÍCIO JURISDICIONAL DO MAGISTRADO EXCEPTO. AUSÊNCIA DE
INTERESSE PROCESSUAL. CARACTERIZADA. EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO PREJUDICADA. EXTINÇÃO SEMRESOLUÇÃODO
MÉRITO.
1. Dentre os pressupostos de validade e existência da relação jurídico-processual, encontra-se o interesse de agir, lastreado
no binômio necessidade-utilidade. Esclarecendo esse binômio, a providência jurisdicional reputa-se útil na medida em que, por sua
natureza, verdadeiramente se revele sempre em tese apta a tutelar a situação jurídica do requerente, e necessária por ser a última
forma de solução de conflitos. Em outras palavras, o interesse de agir é a medida do benefício prático que a apreciação do feito pode
proporcionar à parte e a necessidade da via adotada.
2. Em consulta ao Sistema de Automação do Judiciário SAJ constata-se que o Habeas Corpus discutido foi registrado e enviado
eletronicamente ao Sistema Integrado da Atividade Judiciária do Superior Tribunal de Justiça, conforme certidão de fls. 387/388 daqueles
autos, encontrando-se atualmente em grau de recurso ordinário para a Corte Superior. Dessa maneira, cessado o exercício jurisdicional
do Magistrado excepto para o caso, dá-se a perda superveniente do interesse de agir relativo à suspeição, já que o feito não mais se
encontra na esfera de atuação judicante do Desembargador excepto, inexistindo qualquer proveito útil em pronunciamento em incidente
que busca o afastamento do julgador.
3. Incidente prejudicado.
1. Trata-se de incidente de exceção de suspeição suscitado por Paulo Nicácio da Silva em face do Desembargador José Carlos
Malta Marques, apontado como suspeito para funcionar no julgamento do Habeas Corpus n.º 0804475-76.2016.8.02.0000.
2. Narra o excipiente que teve o referido Habeas Corpus impetrado em seu favor no dia 04.11.2016, tendo sido protocolada no dia
15.05.2017, uma representação na Corregedoria Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas em razão do excepto ter,
supostamente, incorrido em excesso de prazo para julgamento do referido writ. Alega que, em resposta ao ofício oriundo da representação,
o excepto informou que o HC já havia sido julgado e que o prazo recursal transcorreu sem que o impetrante apresentasse insurgência.
3. Ocorre que, segundo sustenta na petição inicial do Habeas Corpus foi requerida a intimação do causídico para fins de realizar
sustentação oral durante a sessão de julgamento, pedido este que não foi atendido, ocasionando cerceamento de defesa. Alega, em
seguida, que o excepto retardou a apreciação da insurgência levantada em face do referido julgamento do Habeas Corpus, de forma que
estaria, segundo afirma, mais uma vez agindo em morosidade processual e com parcialidade.
4. Requer, diante desse contexto, o reconhecimento da suspeição do excepto, bem como que seja declarada a nulidade do julgamento
realizado, procedendo-se a uma nova deliberação, intimando-se previamente o advogado do impetrante para fins de sustentação oral.
5. Devidamente intimado, o Desembargador Relator excepto apresentou informações às fls. 31/35, oportunidade em que aduz
que embora o excipiente sustente que esse Magistrado, ora excepto, agiu de forma deliberada para retardar o julgamento do referido
Habeas Corpus, bem como para tolher-lhe o direito inviolável à ampla defesa, o que denotaria uma suposta ausência de imparcialidade,
observa-se que, na verdade, o que se buscou foi a adoção dos procedimentos legalmente cabíveis, para sanear o feito e prepará-lo para
julgamento, talvez não com a celeridade esperada pelo impetrante e pelo paciente, mas dentro das possibilidades deste Juízo (fls. 34).
6. Esclarece que o processo se encontra atualmente em fase de recurso, sujeito à deliberação do Superior Tribunal de Justiça, de
modo que a jurisdição deste Tribunal de Justiça e, consequentemente a do excepto, já se esgotou. Para além, reafirma que inexiste
de sua parte qualquer motivo de ordem pessoal ou profissional, que possa levar a um tratamento discriminatório ou que se desvie das
finalidades almejadas pelo exercício da judicatura. Diante do contexto declinado, conclui que não se verifica, no caso, nenhuma das
hipóteses de impedimento ou suspeição do art. 252 do CPC.
7. Em parecer às fls. 38/40, a Procuradoria Geral de Justiça opinou preliminarmente pelo não conhecimento da exceção e, em não
sendo esse o entendimento, pela improcedência do pedido.
É o relatório. Fundamento e decido.
8. Cuida-se de incidente de exceção de suspeição em que se busca o afastamento do Desembargador José Carlos Malta Marques
do julgamento do Habeas Corpus n.º 0804475-76.2016.8.02.0000, distribuído, inicialmente, à sua relatoria.
9. Inicialmente, é preciso realizar o juízo de admissibilidade da presente exceção de suspeição. Dentre os pressupostos de validade
e existência da relação jurídico-processual, encontra-se o interesse de agir, lastreado no binômio necessidade-utilidade. Sobre esse

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pressuposto de admissibilidade, ensina Cássio Scarpinella Bueno:

O interesse de agir [...] representa a necessidade de requerer, ao Estado-juiz, a prestação da tutela jurisdicional com vistas à obtenção
de uma posição de vantagem (a doutrina costuma se referir a esta vantagem como utilidade) que, de outro modo, não seria possível
alcançar. O interesse de agir, portanto, toma como base o binômio ‘necessidade’ e ‘utilidade’. Necessidade de atuação jurisdicional em
prol da obtenção de um dada utilidade.

10. Nessa perspectiva, esclarece Fredie Didier Jr que a providência jurisdicional reputa-se útil na medida em que, por sua natureza,
verdadeiramente se revele sempre em tese apta a tutelar a situação jurídica do requerente; e necessária por ser a última forma de
solução de conflitos. Em outras palavras, o interesse de agir é a medida do benefício prático que a apreciação do feito pode proporcionar
à parte e a necessidade da via adotada.
11. Em consulta ao Sistema de Automação do Judiciário SAJ verifica-se que o Habeas Corpus discutido foi registrado e enviado
eletronicamente ao Sistema Integrado da Atividade Judiciária do Superior Tribunal de Justiça, conforme certidão de fls. 387/388 daqueles
autos, encontrando-se atualmente em grau de recurso ordinário para a Corte Superior. Dessa maneira, cessado o exercício jurisdicional
do Magistrado excepto para o caso, dá-se a perda superveniente do interesse de agir relativo à suspeição, já que o feito não mais se
encontra na esfera de atuação judicante do Desembargador excepto, inexistindo qualquer proveito útil em pronunciamento em incidente
que busca o afastamento do julgador.
12. Corroborando o entendimento esposado, ressalvadas as devidas peculiaridades, cabe transcrever as ementas de julgados deste
e de outros Tribunais Pátrios, em que o raciocínio se assemelha ao presente, confira-se:

EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO. PERDA DO OBJETO. EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO. 1. Cessado o exercício da função
de Juiz Eleitoral, cuja suspeição foi argüida, perde esta o seu objeto fazendo desaparecer o interesse processual do excipiente. 2.
Processo extinto sem resolução de mérito. (TRE-ES - EXSULM: 15 ES, Relator: FÁBIO CLEM DE OLIVEIRA, Data de Julgamento:
30/07/2007, Data de Publicação: DOE - Diário Oficial do Estado, Data 14/08/2007, Página 1-anex)

EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO DE MAGISTRADA. SUSTENTADA A SUSPEITA DE PARCIALIDADE DO JULGADOR DE AÇÕES QUE


TRAMITAM NO PRIMEIRO GRAU. DURANTE O TRÂMITE DO PRESENTE FEITO SOBREVEIO A REMOÇÃO DA EXCEPTA. PERDA
SUPERVENIENTE DO OBJETO. AUSÊNCIA DE INTERESSE DAS PARTES NO PROSSEGUIMENTO DO FEITO. EXCEÇÃO DE
SUSPEIÇÃO PREJUDICADA. PARECER DA PGJ NESSA LINHA. FALTA DE INTERESSE DE AGIR. EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO
DO MÉRITO. DECISÃO POR MAIORIA (TJ-AL Exceção de Suspeição n. 0500140-24.2015.8.02.0000, Tribunal Pleno, Rel. Des. Pedro
Augusto Mendonça de Araújo, Jul. 17/05/2016

EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO CRIMINAL - REMOÇÃO DO MAGISTRADO EXCEPTO - PERDA DE OBJETO - EXCEÇÃO


PREJUDICADA. A remoção do magistrado suspeito acarreta a perda de objeto da exceção de suspeição arguida. (TJ-MG - CR:
10000160311478000 MG, Relator: Paulo Cézar Dias, Data de Julgamento: 11/10/2016, Câmaras Criminais / 3ª CÂMARA CRIMINAL,
Data de Publicação: 20/10/2016)

13. Assim, à razão de inexistir interesse processual, tenho que outro caminho não há, senão entender por prejudicada a presente
exceção de suspeição.
14. Diante do exposto, em vista da ausência de interesse de agir na presente exceção de suspeição, julgo EXTINTO, SEM
RESOLUÇÃO DO MÉRITO, o corrente incidente.

Intimem-se. Publique-se. Cumpra-se.

Maceió, 09 de julho de 2019.

Desembargador TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Vice-Presidência

Tribunal de Justiça
Gabinete Des. Sebastião Costa Filho

PUBLICAÇÃO DE DESPACHO E DECISÃO MONOCRÁTICA

Agravo de Instrumento n.º 0800196-13.2017.8.02.0000


Expurgos Inflacionários / Planos Econômicos
Vice-Presidência
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Revisor:
Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854/AL)
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132AA/L)
Advogado : Angello Ribeiro Angelo (OAB: 11929AA/L)
Advogado : Nelson Wilians Fratoni Rodrigues (OAB: 128341/SP)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp


Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)

Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0804163-66.2017.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança - Incpp Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito discute
matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas instituições
financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano Verão” e
os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis Moura,
determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...] Determino a
devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual adesão das
partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até o julgamento
final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se, ainda, que
o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando simples
cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo Civil,
determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 11 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas

Agravo de Instrumento n.º 0800710-29.2018.8.02.0000


Contratos Bancários
Vice-Presidência
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Revisor:
Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança e Previdência - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 12853AA/L)

Agravo em Recurso Especial nº 0803516-71.2017.8.02.0000/50000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogados : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG) e outro Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupanca e Previdencia Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito
discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas
instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil,determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 11 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas

Agravo n.º 0803987-87.2017.8.02.0000/50000


Efeito Suspensivo / Impugnação / Embargos à Execução
Vice-Presidência
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Revisor:
Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854/AL)


Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)

Agravo em Recurso Especial nº 0803521-93.2017.8.02.0000/50000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogados : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG) e outro Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupanca e Previdencia Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito
discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas
instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil,determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 11 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas

Maceió, 12 de julho de 2019

Tribunal de Justiça
Gabinete da Vice – Presidência

PUBLICAÇÃO DE DESPACHO, DECISÃO MONOCRÁTICA E ATO ORDINATÓRIO

Recurso Especial em Apelação nº 0000289-13.2013.8.02.0044 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente: Estado de Alagoas
Procurador: Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080B/AL) e outro Recorrido: Defensoria Pública do Estado de Alagoas
Representando: Michelle Correia de Oliveira e outros ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do
Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que
seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s),
observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem
os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-
Presidência
Agravo em Recurso Especial em Apelação nº 0000403-94.2014.8.02.0050 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante: José Roberto
Souza dos Santos Advogados: Hugo Felipe Carvalho Trauzola (OAB: 8865/AL) e outros Agravado: Ministério Público do Estado de
Alagoas ATO ORDINATÓRIO/MANDADO/OFÍCIO Nº /2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa
Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s),
querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo legal contido no art. 1.042, § 3º, do Código de
Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos, para os fins do art. 1.042, § 4º, também do CPC.
Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Agravo em Recurso Especial em Apelação nº 0075185-69.2007.8.02.0001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Tim Nordeste
Telecomunicações S/A Advogados : Humberto Graziani Valverde (OAB: 13908/BA) e outros Agravado : Sindicato dos Serventuários e
Funcionários da Justiça Estadual de Alagoas - SERJAL Advogados : Gustavo de Macedo Veras (OAB: 6035/AL) e outros DESPACHO
/ MANDADO / OFÍCIO Nº __________/2019 GVP 1. Levando-se em consideração que o Superior Tribunal de Justiça não conheceu do
agravo em recurso especial, consoante decisão de fls. 639/640, e que tal decisum transitou em julgado, de acordo com a informação
constante na certidão de fl. 643, adotem-se as providências de estilo para fins de devolver os autos ao Juízo de primeiro grau, uma vez
que resta esgotada a atuação jurisdicional deste Órgão que se limita apenas à apreciação da admissibilidade ou não do recurso, fase
esta superada com a decisão de fls. 633 dos autos. 2. Por outro lado, resta destacar, a pendência de requerimento de homologação de
acordo extrajudicial constante às fls. 645/647 dos autos, desta forma, DETERMINO a remessa dos presentes autos, em sua integralidade,
à Diretoria Adjunta Especial de Assuntos Judiciários DAAJUC, para que os envie ao juízo primevo a fim de que o mesmo o aprecie,
adotando-se as providências no que pertine ao requerimento suso aludido. 3. Após, promova o arquivamento dos autos com a devida

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 5

baixa no sistema. Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Maceió-AL, 05 de julho de 2019. Desembargador SEBASTIÃO COSTA FILHO
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Apelação nº 0700007-33.2018.8.02.0019 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante: Matheus
Rodrigues da Silva Defensor P: Ronivalda de Andrade (OAB: 22923/AL) Agravado: Ministério Público do Estado de Alagoas DESPACHO
/ MANDADO / OFÍCIO Nº __________/2019 GVP Considerando que os autos se encontram nesta Vice-Presidência em razão unicamente
da interposição de Recurso Especial manejado em face do acórdão prolatado pela Câmara Criminal desta Corte de Justiça, entendo que
a análise e decisão do pedido veiculado nas petições de fls. 277 e reiterado às fls. 290 na qual o agravante requer expedição da guia de
execução provisória de pena compete ao Desembargador Relator do julgado recorrido, eis que a competência desta Vice-Presidência se
limita à apreciação da admissibilidade ou não do recurso excepcional (e os incidentes que lhes são relacionados). Desta forma, face às
disposições contidas nos arts. 932, I c/c art. 1030 ambos do Código de Ritos c/c art. 54, caput, do RITJAL, DETERMINO a remessa dos
presentes autos, em sua integralidade, à Diretoria Adjunta Especial de Assuntos Judiciários DAAJUC, para que os envie ao (à) Eminente
ao(à) Desembargador(a)-Relator(a) do acórdão recorrido ou quem lhe sucedeu para que sejam apreciadas as petições de fls. 277 e
290, a fim de serem adotadas as providências necessárias quanto aos requerimentos suso aludidos. Após, retornem os autos para essa
Vice-Presidência. Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Maceió-AL, 13 de junho de 2019. Desembargador SEBASTIÃO COSTA FILHO
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Apelação nº 0700179-48.2016.8.02.0082 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Fernanda Marinela
de Souza Santos Advogados : Paulo Faria Almeida Neto (OAB: 8823/AL) e outro Recorrido : Saulo Lima Brito Advogado : Fernando
Antônio Jambo Muniz Falcão (OAB: 5589/AL) DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº __________/2019 GVP 1. Preliminarmente, urge
a necessidade de se fazer o juízo de admissibilidade do recurso especial interposto, de modo a aferir a presença de seus requisitos
necessários. 2. Com efeito, a doutrina pátria tem por bem adotar a classificação binária dos requisitos de admissibilidade recursais,
pondo-se de um lado os denominados requisitos intrínsecos, concernentes à própria existência do poder de recorrer, e do outro os
chamados requisitos extrínsecos, relativos ao modo de exercê-lo. 3. Tendo em vista que não vislumbrei nos autos o devido comprovante
de pagamento das custas recursais, faz-se necessário a intimação do recorrente para que proceda com a juntada dos comprovantes
devidamente quitados, para que possa ser verificado o seu adimplemento. Tudo isto em atendimento ao preceituado no art. 7º da Lei
n.º 11.636/2007. 4. Caso o pagamento das custas recursais tenha sido efetivado no dia do vencimento do boleto, ou em dia entre
a interposição do recurso e o vencimento do boleto, data esta que seria posterior ao protocolo do recurso especial, intimo desde já
a recorrente a fazer seu recolhimento em dobro, nos termos do art. 1.007, §4º do CPC, in verbis: Art. 1.007 No ato de interposição
do recurso, o recorrente comprovará, quando exigido pela legislação pertinente, o respectivo preparo, inclusive porte de remessa e
de retorno, sob pena de deserção. [...] § 4o O recorrente que não comprovar, no ato de interposição do recurso, o recolhimento do
preparo, inclusive porte de remessa e de retorno, será intimado, na pessoa de seu advogado, para realizar o recolhimento em dobro,
sob pena de deserção. (grifou-se). Fredie Didier Júnior e Leonardo Carneiro da Cunha, discorrem acerca do preparo, como requisito de
admissibilidade do recurso: Há três tipos de problemas que costumam surgir em relação a esse requisito de admissibilidade: a) falhas na
comprovação do preparo (equívocos no preenchimento da guia de custas ou defeito na cópia, p. Ex.); b) ausência de preparo; c) preparo
insuficiente. Em nenhum desses casos, autoriza-se a inadmissibilidade imediata do recurso. Em todos os casos, deve o relator intimar o
recorrente para que corrija o defeito nos termos da regra geral do art. 932, parágrafo único, CPC [...] No caso de recurso sem preparo,
o relator intimará o recorrente para que o realize em dobro, sob pena de deserção (art. 1.007, § 4º, CPC). Como não há prazo previsto,
vale a regra geral do prazo de cinco dias (art. 218, § 3º, CPC), salvo se outro for determinado pelo juiz. [...] (destaques no original)
Dessa forma, considerando o teor do mencionado dispositivo legal, DETERMINO a intimação da recorrente, na pessoa de seu patrono,
para que, no prazo de 5 (cinco) dias, cumpra com os seguintes comandos: I) junte aos autos o comprovante de pagamento das custas
recursais a fim de que possa ser comprovada sua quitação e visualizada a data de seu efetivo adimplemento; e, II) acaso o pagamento
tenha sido realizado no dia do vencimento, ou em outro dia entre a data da interposição do recurso (12.11.2018) e o vencimento do
boleto, nos termos do art. 1.007, §4º do CPC, promova o recorrente desde logo o recolhimento em dobro dos preparos, sob pena de ser
considerado deserto o recurso especial em vertente. Publique-se. Intimem-se. Maceió, 11 de julho de 2019. Desembargador SEBASTIÃO
COSTA FILHO Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Apelação nº 0700182-64.2014.8.02.0052 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Josefa Gonçalves da Silva
Advogada : Marcela Augusta Acioli do Carmo de Oliveira (OAB: 10408/AL) Recorrido : Município de São José da Laje Procurador : Hugo
Souza dos Reis Gomes (OAB: 10533/AL) ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo
Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s)
a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo
legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.
Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recurso Especial em Apelação nº 0700354-81.2017.8.02.0090 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : E. de A. Procurador :
Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080B/AL) Recorrido : P. S. G. B. (Representado(a) por sua Mãe) A. P. G. S. Defensor P :
Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL) e outro ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem
do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que
seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s),
observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem
os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-
Presidência
Recurso Extraordinário em Apelação nº 0700360-25.2016.8.02.0090 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : M. de M.
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673B/AL) Recorrido : R. M. F. S. (Representado(a) por sua Mãe) Z. G.
F. S. Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL) e outro ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019

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- GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas,
determino que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s)
interposto(s), observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de
praxe, retornem os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de
Gabinete da Vice-Presidência
Agravos em Recurso Especial e Extraordinário em Apelação nº 0700365-40.2016.8.02.0060 Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Agravantes : Antonio Francelino Neto e outros Advogados : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL) e outros Agravado : Município
de Lagoa da Canoa Procurador : Luciano Henrique Gonçalves Silva (OAB: 6015/AL) DECISÃO/MANDADO/OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1.
Tratam os autos de agravos em Recursos Especial e Extraordinário, interpostos por Antonio Francelino Neto e outros, com fulcro no art.
1.042 do Código de Processo Civil, em face da decisão de fls. 1.025-1.038 da Presidência deste Tribunal de Justiça, que inadmitiu os
Recursos Especial (fls. 722-761) e Extraordinário (fls. 928-969) anteriormente interpostos. Contende no polo passivo o Município de
Lagoa da Canoa. 2. As razões recursais dos agravos resumem-se à repetição daquelas utilizadas para interposição dos recursos
excepcionais de origem. 3. Desse modo, observa-se que, no âmbito do agravo em Recurso Extraordinário, o recorrente tornou a sustentar
que o acórdão vergastado, além de divergir da súmula n.º 443 e precedentes do eg. Supremo Tribunal Federal, violou os seguintes
dispositivos da Constituição: arts. 5º, II; 7º, VI; 37, caput e XV, art. 39, § 3º; art. 93, IX. 4. Já no âmbito do agravo em Recurso Especial,
reiterou-se que o acórdão vergastado divergiu de julgados de outros tribunais, ofendeu as Súmulas 443/STF e 85/STJ, e violou os
seguintes dispositivos da legislação federal: art. 25, da Lei n. 8.880/94; art. 489, § 1º, VI, CPC/15; art. 3º, do Decreto n. 20.910/1932. 5.
O Superior Tribunal de Justiça, ao receber o agravo em REsp, não conheceu do mesmo, conforme decisão de fls. 1.165-1.169, que
transitou em julgado, conforme certidão de fl. 1.173. 6. Remetidos os autos ao Supremo Tribunal Federal para julgamento do agravo em
RE, o Presidente da Suprema Corte determinou a devolução dos autos a este Sodalício, para observância do procedimento previsto no
art. 1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil, levando-se em conta os temas 5 e 913 daquela Corte, aplicáveis ao caso (fl. 1.175).
7. Notadamente, determinou o eminente Ministro Presidente do STF que, quanto ao Tema 5, seja negado seguimento ao Recurso
Extraordinário de origem ou que sejam os autos devolvidos ao relator do acórdão para retratação. Já quanto ao Tema 913, determinou
que seja negado seguimento ao Recurso Extraordinário, por ausência de repercussão geral. 8. Assim, vieram os autos conclusos, por
determinação do STF, com o fim exclusivo de que seja realizado o chamado Juízo de Conformidade (art. 1.030, incisos I e II, do CPC)
exclusivamente quanto ao Recurso Extraordinário, uma vez que a decisão de fls. 1.025-1.038 já transitou em julgado quanto ao Recurso
Especial. É o relatório. Fundamento e decido. 9. Em primeiro lugar, entendo ser importante esclarecer que a competência jurisdicional
desta Vice-Presidência, de acordo com o Código de Processo Civil, com o Regimento Interno do TJAL e com o Ato Normativo nº 02/2019,
da Presidência deste Sodalício, resume-se à realização do juízo de admissibilidade de recursos especiais e extraordinários e ao
processamento de incidentes relacionados a tais feitos, não se confundindo com a realização de juízo de mérito dos referidos recursos,
exceto naquilo em que autorizado pelo art. 1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil (juízo de conformidade). 10. Dito isso,
importante registrar que, de acordo com o art. 1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil, cabe ao Presidente ou Vice-Presidente
do Tribunal de origem realizar o chamado “Juízo de conformidade” do recurso, antes mesmo de realizar o seu “Juízo de admissibilidade”
(previsto no art. 1.030, inciso V, da mesma codificação). 11. O referido Juízo de conformidade se destina a evitar a tramitação desnecessária
de recursos cuja matéria em discussão já esteja pacificada nas Cortes Superiores, por meio dos regimes de recursos repetitivos ou de
repercussão geral. 12. Nesse sentido, por expressa determinação do Presidente da Suprema Corte, retorno ao status processual anterior
à decisão de admissibilidade do Recurso Extraordinário de fls. 1.025-1.038, para aplicar as disposições do art. 1.030, e incisos, do CPC
ao caso concreto, passando a tecer as seguintes considerações. 13. Nesse sentido, a pretensão recursal não merece prosperar. Isso
pode ser dito sem que ocorra usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal, tendo em vista que o pronunciamento dessa
natureza é autorizado pelo art. 1.030, I, “a”, CPC/15. 14. É que o acórdão recorrido encontra-se em consonância com o entendimento
firmado pelo Supremo Tribunal Federal, como se vê do Tema 5/STF. Ademais, parte da matéria discutida no bojo do Recurso Extraordinário
interposto é carente de repercussão geral, conforme Tema 913/STF. 15. Destaco que o Tema 5/STF emergiu do julgamento do RE-RG
nº 561.836/RN, pelo qual a Suprema Corte firmou tese jurídica precisa, nos seguintes termos: I_ Ao editar a Lei 8.880/1994, a União
legislou sobre o sistema monetário e exerceu a sua competência prevista no art. 22, VI, da Constituição de 1988. Assim, qualquer lei, seja
ela estadual ou municipal, que discipline a conversão da moeda Cruzeiro Real em URV no que tange à remuneração de seus servidores
de uma forma incompatível com a prevista na Lei nº 8.880/94 será inconstitucional, mormente quando acarretar redução de vencimentos;
II - O término da incorporação, na remuneração do servidor, do percentual devido em razão da ilegalidade na conversão de Cruzeiros
Reais em URV deve ocorrer no momento em que a carreira do servidor passa por uma restruturação remuneratória. (Grifo Nosso). 16.
No caso dos autos, observo que o acórdão proferido pela 3ª Câmara Cível deste Tribunal de Justiça bem observou a tese firmada pela
Suprema Corte, conforme se vê às fls. 699-718. 17. Assim, o que se vê é que, mediante cotejo entre a tese firmada pelo STF e os
fundamentos do acórdão objurgado, este último bem analisou os requisitos impostos pelo Tema 5/STF, ao entender que a carreira do
recorrente passou por reestruturação remuneratória, o que gerou o término da incorporação, na remuneração do mesmo, do percentual
supostamente devido em razão de eventual ilegalidade na conversão de Cruzeiros Reais em URV. 18. Outrossim, observo que, pelas
razões recursais, o recorrente buscou ainda controverter as matérias discutidas no bojo do Tema 913 do STF, originado do julgamento
do ARE 968.574/MT. O referido Tema possui a seguinte descrição: Recurso extraordinário em que se discute acerca da ocorrência, ou
não, de reestruturação remuneratória da carreira de servidores públicos para efeito de aplicação da orientação firmada no RE 561.836-
RG/RN (Tema 5). 19. O acórdão correlato ao referido Tema restou assim ementado: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
COM AGRAVO. SERVIDOR PÚBLICO. ÍNDICE RELATIVO À PERDA SALARIAL DECORRENTE DA CONVERSÃO DO CRUZEIRO
REAL EM UNIDADE REAL DE VALOR (URV). TERMO FINAL DA INCORPORAÇÃO. REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA DA
CARREIRA. VERIFICAÇÃO. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL. 1. Possui natureza
infraconstitucional a controvérsia relativa à ocorrência ou não de reestruturação remuneratória da carreira de servidor público, para fins
de estabelecimento do termo final da incorporação do percentual relativo à perda salarial decorrente da conversão do Cruzeiro Real em

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URV. 2. É cabível a atribuição dos efeitos da declaração de ausência de repercussão geral quando não há matéria constitucional a ser
apreciada ou quando eventual ofensa à Carta Magna ocorra de forma indireta ou reflexa (RE 584.608-RG, Rel. Min. ELLEN GRACIE,
DJe de 13/3/2009). 3. Ausência de repercussão geral da questão suscitada, nos termos do art. 1.035 do CPC/2015.(ARE 968574 RG,
Relator(a): Min. TEORI ZAVASCKI, julgado em 25/08/2016, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-194 DIVULG 09-09-2016 PUBLIC 12-09-
2016 ) 20. Assim, o que se observa é que a matéria discutida no referido Tema não possui repercussão geral. 21. Conclui-se, portanto,
que, quanto ao Tema 5/STF, deve ser negado seguimento ao Recurso Extraordinário interposto uma vez que o acórdão recorrido está
em conformidade com o entendimento firmado pelo eg. Supremo Tribunal Federal, sob o rito da repercussão geral, o que atrai a incidência
da norma estatuída na parte final do art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de Processo Civil. 22. Já quanto ao Tema 913/STF, deve
ser negado seguimento ao Recurso Extraordinário interposto uma vez que o Supremo Tribunal Federal reconheceu a ausência de
repercussão geral da matéria, o que atrai a incidência da norma estatuída na parte inicial do art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de
Processo Civil. 23. Assim, nego seguimento ao Recurso Extraordinário interposto, com fundamento no art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do
Código de Processo Civil, e nos Temas 5 e 913 do Supremo Tribunal Federal. 24. Transitada em julgado esta decisão, remetam-se os
autos ao Juízo de Origem para que sejam adotadas as providências cabíveis, considerando ainda que o Agravo em Recurso Especial
não foi conhecido pelo STJ, tendo a decisão respectiva transitado em julgado, conforme já explanado. 25. Publique-se. Intimem-se. 26.
Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019. Desembargador SEBASTIÃO COSTA FILHO Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de
Alagoas
Agravo em Recurso Extraordinário em Apelação / Reexame Necessário nº 0700454-36.2017.8.02.0090 Relator: Des. Sebastião Costa
Filho Agravante : M. de M. Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673-B/AL) Agravado : J. I. G. da S. B.
(Representado(a) por sua Mãe) G. S. dos S. Defensor P : Fabricio Leão Souto ATO ORDINATÓRIO/MANDADO/OFÍCIO Nº /2019 -
GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas,
determino a intimação da DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS para que se manifeste a respeito da petição de fl. 265
e seus anexos (fl. 268/269) - na qual se noticia o cumprimento integral da medida pleiteada de forma particular, requerendo, ao final, a
extinção do feito por perda do objeto, no prazo privilegiado de 10 (dez) dias. A seguir, voltem-me os autos conclusos. Cumpra-se, com
as cautelas de estilo. À DAAJUC. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recursos Especiais em Apelação nº 0700539-79.2016.8.02.0050 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente/recorrido: Maria Durce
Feitosa dos Santos Advogados: Fabiano Henrique Silva de Melo (OAB: 6276/AL) e outro Recorrido/recorrido: Município de Porto Calvo
Advogados: Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL) e outros DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº __________/2019 GVP 1. Tratam-
se de recursos especiais de fls. 354/372 e fls. 421/434, interpostos pelo Município de Porto Calvo e Maria Durce Feitosa dos Santos,
respectivamente, em face do acórdão de fls. 317/348, proferido pela 1ª Câmara Cível. 2. Analisando os autos em vertente, observo que à
fl. 457 a recorrente Maria Durce Feitosa dos Santos, atravessou petição requerendo a desistência de seu recurso. É o que importa relatar.
3. Tratando-se, o caso, de um recurso, o Código de Processo Civil é expresso ao prever a possibilidade de desistência a qualquer tempo
e sem anuência da parte recorrida, senão vejamos: “Art. 998. O recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou
dos litisconsortes, desistir do recurso”. 4. Por essa razão, homologo o pedido de desistência, referente ao recurso especial contido às fls.
421/434. 5. Por oportuno, determino, ainda, a intimação da parte recorrida para, querendo, oferecer contrarrazões ao recurso especial
contido às fls. 354/372 no prazo legal. 6. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. Utilize-se desta decisão como mandado/ofício. Maceió/AL,
12 de Julho de 2019. Desembargador SEBASTIÃO COSTA FILHO Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Extraordinário em Apelação / Reexame Necessário nº 0700578-53.2016.8.02.0090 Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Recorrente: M. de M. Procurador: Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673B/AL) Recorido: J. C. F. de R. (Representado(a)
por sua Mãe) A. R. F. Defensor P: Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL) e outro ATO ORDINATÓRIO / MANDADO /
OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de
Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões
ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as
formalidades de praxe, retornem os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro
Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recurso Especial em Apelação nº 0703950-54.2014.8.02.0001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente: Laelson Feliciano Leite
Advogado: Bruno Henrique Costa Correia (OAB: 6579/AL) Recorrido: Município de Maceió Procurador: Sandro Soares Lima (OAB: 5801/
AL) ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião
Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que
esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput,
do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL,
12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recurso Especial em Apelação nº 0704670-10.2015.8.02.0058 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente: José Nildo Alves da
Silva Procurador: Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L) e outro Recorrido: Estado de Alagoas Procurador: Teodomiro Andrade Neto
(OAB: 2297/SE) ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador
Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s)
para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo legal, nos termos do art.
1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se.
Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recursos Especial e Extraordinário em Apelação nº 0706602-33.2015.8.02.0058 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : José
Barbosa Silva Advogados : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184A/AL) e outro Recorrido : Estado de Alagoas Procurador : Francisco
Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL) ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo
Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 8

a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo
legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.
Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recursos Especial e Extraordinário em Apelação nº 0706648-22.2015.8.02.0058 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente: Egberto
Rodrigues da Silva Advogados: Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L) e outro Recorrido: Estado de Alagoas Procurador: Teodomiro
Andrade Neto (OAB: 2297/SE) ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor
Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s) a(s)
parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo legal, nos
termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos. Publique-
se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recurso Especial em Apelação nº 0706700-63.2013.8.02.0001 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Estado de Alagoas
Procurador : Walter Campos de Oliveira (OAB: 7724B/AL) e outro Recorrido : Vagner Rêgo de Melo Advogados : Fernando Antônio
Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL) e outro ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo
Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s)
a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo
legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.
Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Agravo em Recurso Especial e Extraordinário em Apelação nº 0708366-02.2013.8.02.0001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante:
Município de Maceió Procurador: Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673B/AL) e outro Agravado: Djalma dos Santos
Defensor P: Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL) e outros ATO ORDINATÓRIO/MANDADO/OFÍCIO Nº /2019 - GVP De
ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino
que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s),
observado o prazo legal contido no art. 1.042, § 3º, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os
autos conclusos, para os fins do art. 1.042, § 4º, também do CPC. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor
Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Recurso Extraordinário em Apelação nº 0712414-62.2017.8.02.0001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente: Marlene Caetano
da Silva Defensor Público: Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA) Recorridos: Adriana da Silva Morais e outro Advogada: Larissa Valente
de Lima Barroso Maia (OAB: 10773/AL) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. Tratam os autos em apreço de recurso
extraordinário interposto por Marlene Caetano da Silva, com fulcro no artigo 102, inciso III, alínea “a”, da Constituição Federal, contra
acórdão de fls. 141/147, proferido pela 3ª Câmara Cível deste Tribunal de Justiça. 2. A recorrente, em suas razões recursais, nas fls.
152/165, aduziu que o acórdão hostilizado teria violado o artigo 6º, da Constituição Federal. 3. Devidamente intimada, a parte recorrida
apresentou contrarrazões nas fls. 170/179. É o relatório. Fundamento e decido. 4. Cumpre notar, de início, o preenchimento dos requisitos
extrínsecos e intrínsecos dos recursos. 5. Ademais, a interposição dos recursos de natureza extraordinária pressupõe o esgotamento das
vias ordinárias, vale dizer, que já tenham sido enfrentados todos os meios ordinários de impugnação, restando, apenas, a via excepcional,
circunstância que está configurada no presente caso. 6. Somando-se os requisitos de admissibilidade recursal genéricos aos requisitos
genéricos de admissibilidade recursal específicos do recurso extraordinário, nos termos do art. 102, §3°, da Constituição Federal de
1988, e art. 327, §1°, do RISTF Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, com a redação dada pela Emenda Regimental n.º
21/2007, o recurso extraordinário possui um requisito peculiar, que é a preliminar formal de repercussão geral. Observe-se o que dispõe
o texto constitucional, in verbis: Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-
lhe: [...] §3° No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no
caso, nos termos da lei, a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso, somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois
terços de seus membros. (Sem grifos no original). 7. Nessa linha, claro está que é ônus do recorrente demonstrar que há repercussão
geral na matéria que pretende discutir em sede de recurso extraordinário, sendo necessário indicar que a discussão vai além dos
interesses individuais das partes. 8. Nesse sentido, é o posicionamento do próprio Supremo Tribunal Federal, a saber: PROCESSUAL
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DA PRELIMINAR DE
REPERCUSSÃO GERAL. ÔNUS DO RECORRENTE. INSUFICIÊNCIA DO RECURSO QUANTO AOS FUNDAMENTOS DO JULGADO.
SÚMULAS 283 E 284 DO STF. AGRAVO REGIMENTAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO. (STF - RE: 650918 DF, Segunda Turma, Relator:
Min. TEORI ZAVASCKI, Data de Julgamento: 19/08/2014 sem grifos no original). PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO
REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. PRELIMINAR DE REPERCUSSÃO GERAL. FUNDAMENTAÇÃO
DEFICIENTE. ÔNUS DO RECORRENTE. SERVIDOR PÚBLICO. LEI ESTADUAL 8.369/2006. NATUREZA DE REVISÃO GERAL ANUAL
DA REMUNERAÇÃO. ANÁLISE DE LEGISLAÇÃO LOCAL. INVIABILIDADE. SÚMULA 280/STF. AGRAVO REGIMENTAL A QUE SE
NEGA PROVIMENTO. (STF - ARE: 841197 MA, Segunda Turma, Relator: Min. TEORI ZAVASCKI, Data de Julgamento: 18/11/2014 sem
grifos no original). 9. Ocorre que não compete ao tribunal de origem a análise acerca da existência ou não de repercussão geral, sendo o
Supremo Tribunal Federal o único órgão competente para proferir juízo de valor nesse sentido, razão pela qual passo a apreciar os demais
requisitos de admissibilidade. 10. Havendo a parte recorrente interposto o recurso extraordinário com base na alínea “a” do permissivo
constitucional já referido, necessário se faz analisar o preenchimento dos requisitos imprescindíveis ao juízo de admissibilidade positivo.
11. A defesa da recorrente, nas razões recursais, sustentou a existência de violação ao artigo 6º, da Constituição Federal, pugnando
pela efetivação do direito de moradia, porquanto o acórdão vergastado entendeu que a recorrente exercia posse injusta sobre o imóvel
em litígio. 12. Contudo, analisar a existência de suposta ofensa ao artigo exposto, no caso concreto, importa, necessariamente, em
revolvimento de matéria fático-probatória, o que é expressamente vedado pela Súmula n° 279, do Supremo Tribunal Federal. Vejamos
o teor da referida Súmula, in verbis: Súmula 279 - Para simples reexame de prova não cabe recurso extraordinário. (Grifo aditado). 13.
Ante tais considerações, constato que os requisitos essenciais do art. 102, inciso III, alínea “a”, da Constituição Federal de 1988, não

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se encontram devidamente preenchidos. 14. Diante de todas as razões expostas, INADMITO o presente Recurso Extraordinário. 15.
Transitada em julgado a presente decisão, remetam-se os autos ao Juízo de Origem para que sejam adotadas as providências cabíveis.
16. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019. Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de
Justiça de Alagoas
Recurso Extraordinário em Apelação nº 0717050-37.2018.8.02.0001 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Município de
Maceió Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673B/AL) Recorrido : Daniel Almeida de Sena Defensor P :
Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL) e outros ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem
do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que
seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s),
observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem
os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-
Presidência
Recurso Especial em Apelação nº 0719740-39.2018.8.02.0001 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Banco Safra S/A
Advogado : Carlos Augusto Tortoro Júnior (OAB: 247319/SP) Recorrido : José Cicero Alves da Silva Advogado : Alberto Braga de Góes
(OAB: 1187/AL) ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador
Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s)
para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo legal, nos termos do art.
1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se.
Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-Presidência
Agravos em Recursos Especial e Extraordinário em Apelação nº 0720707-55.2016.8.02.0001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Agravante : Margares Marques da Luz Advogados : Arnaldo Carneiro da Silva Neto (OAB: 9611/AL) e outro Agravado : Estado de Alagoas
Procurador : Cristiane Souza Torres (OAB: 2669/SE) DECISÃO/MANDADO/OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. Tratam os autos de agravos em
Recursos Especial e Extraordinário, interpostos por Margares Marques da Luz, com fulcro no art. 1.042 do Código de Processo Civil, em
face da decisão de fls. 783-794 da Presidência deste Tribunal de Justiça, que inadmitiu os Recursos Especial (fls. 267-306) e Extraordinário
(fls. 474-516) anteriormente interpostos. Contende no polo passivo o Estado de Alagoas. 2. As razões recursais dos agravos resumem-se
à repetição daquelas utilizadas para interposição dos recursos excepcionais de origem. 3. Desse modo, observa-se que, no âmbito do
agravo em Recurso Extraordinário, o recorrente tornou a sustentar que o acórdão vergastado, além de divergir da súmula n.º 443 e
precedentes do eg. Supremo Tribunal Federal, violou os seguintes dispositivos da Constituição: arts. 5º, II; 7º, VI; 37, caput e XV, art. 39,
§ 3º; art. 93, IX. 4. Já no âmbito do agravo em Recurso Especial, reiterou-se que o acórdão vergastado divergiu de julgados de outros
tribunais, ofendeu as Súmulas 443/STF e 85/STJ, e violou os seguintes dispositivos da legislação federal: art. 25, da Lei n. 8.880/94; art.
489, § 1º, VI, CPC/15; art. 3º, do Decreto n. 20.910/1932. 5. O Superior Tribunal de Justiça, ao receber o agravo em REsp, não conheceu
do mesmo, conforme decisão de fls. 953-958, que transitou em julgado, conforme certidão de fl. 961. 6. Remetidos os autos ao Supremo
Tribunal Federal para julgamento do agravo em RE, o Presidente da Suprema Corte determinou a devolução dos autos a este Sodalício,
para observância do procedimento previsto no art. 1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil, levando-se em conta os temas 5 e
913 daquela Corte, aplicáveis ao caso (fl. 963). 7. Notadamente, determinou o eminente Ministro Presidente do STF que, quanto ao Tema
5, seja negado seguimento ao Recurso Extraordinário de origem ou que sejam os autos devolvidos ao relator do acórdão para retratação.
Já quanto ao Tema 913, determinou que seja negado seguimento ao Recurso Extraordinário, por ausência de repercussão geral. 8.
Assim, vieram os autos conclusos, por determinação do STF, com o fim exclusivo de que seja realizado o chamado Juízo de Conformidade
(art. 1.030, incisos I e II, do CPC) exclusivamente quanto ao Recurso Extraordinário, uma vez que a decisão de fls. 783-794 já transitou
em julgado quanto ao Recurso Especial. É o relatório. Fundamento e decido. 9. Em primeiro lugar, entendo ser importante esclarecer que
a competência jurisdicional desta Vice-Presidência, de acordo com o Código de Processo Civil, com o Regimento Interno do TJAL e com
o Ato Normativo nº 02/2019, da Presidência deste Sodalício, resume-se à realização do juízo de admissibilidade de recursos especiais e
extraordinários e ao processamento de incidentes relacionados a tais feitos, não se confundindo com a realização de juízo de mérito dos
referidos recursos, exceto naquilo em que autorizado pelo art. 1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil (juízo de conformidade).
10. Dito isso, importante registrar que, de acordo com o art. 1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil, cabe ao Presidente ou
Vice-Presidente do Tribunal de origem realizar o chamado “Juízo de conformidade” do recurso, antes mesmo de realizar o seu “Juízo de
admissibilidade” (previsto no art. 1.030, inciso V, da mesma codificação). 11. O referido Juízo de conformidade se destina a evitar a
tramitação desnecessária de recursos cuja matéria em discussão já esteja pacificada nas Cortes Superiores, por meio dos regimes de
recursos repetitivos ou de repercussão geral. 12. Nesse sentido, por expressa determinação do Presidente da Suprema Corte, retorno
ao status processual anterior à decisão de admissibilidade do Recurso Extraordinário de fls. 783-794, para aplicar as disposições do art.
1.030, e incisos, do CPC ao caso concreto, passando a tecer as seguintes considerações. 13. Nesse sentido, a pretensão recursal não
merece prosperar. Isso pode ser dito sem que ocorra usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal, tendo em vista que o
pronunciamento dessa natureza é autorizado pelo art. 1.030, I, “a”, CPC/15. 14. É que o acórdão recorrido encontra-se em consonância
com o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal, como se vê do Tema 5/STF. Ademais, parte da matéria discutida no bojo do
Recurso Extraordinário interposto é carente de repercussão geral, conforme Tema 913/STF. 15. Destaco que o Tema 5/STF emergiu do
julgamento do RE-RG nº 561.836/RN, pelo qual a Suprema Corte firmou tese jurídica precisa, nos seguintes termos: I_ Ao editar a Lei
8.880/1994, a União legislou sobre o sistema monetário e exerceu a sua competência prevista no art. 22, VI, da Constituição de 1988.
Assim, qualquer lei, seja ela estadual ou municipal, que discipline a conversão da moeda Cruzeiro Real em URV no que tange à
remuneração de seus servidores de uma forma incompatível com a prevista na Lei nº 8.880/94 será inconstitucional, mormente quando
acarretar redução de vencimentos; II - O término da incorporação, na remuneração do servidor, do percentual devido em razão da
ilegalidade na conversão de Cruzeiros Reais em URV deve ocorrer no momento em que a carreira do servidor passa por uma restruturação
remuneratória. (Grifo Nosso). 16. No caso dos autos, observo que o acórdão proferido pela 1ª Câmara Cível deste Tribunal de Justiça

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bem observou a tese firmada pela Suprema Corte, conforme se vê às fls. 256-264. 17. Assim, o que se vê é que, mediante cotejo entre
a tese firmada pelo STF e os fundamentos do acórdão objurgado, este último bem analisou os requisitos impostos pelo Tema 5/STF, ao
entender que a carreira do recorrente passou por reestruturação remuneratória, o que gerou o término da incorporação, na remuneração
do mesmo, do percentual supostamente devido em razão de eventual ilegalidade na conversão de Cruzeiros Reais em URV. 18.
Outrossim, observo que, pelas razões recursais, o recorrente buscou ainda controverter as matérias discutidas no bojo do Tema 913 do
STF, originado do julgamento do ARE 968.574/MT. O referido Tema possui a seguinte descrição: Recurso extraordinário em que se
discute acerca da ocorrência, ou não, de reestruturação remuneratória da carreira de servidores públicos para efeito de aplicação da
orientação firmada no RE 561.836-RG/RN (Tema 5). 19. O acórdão correlato ao referido Tema restou assim ementado: PROCESSUAL
CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. SERVIDOR PÚBLICO. ÍNDICE RELATIVO À PERDA SALARIAL DECORRENTE
DA CONVERSÃO DO CRUZEIRO REAL EM UNIDADE REAL DE VALOR (URV). TERMO FINAL DA INCORPORAÇÃO.
REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA DA CARREIRA. VERIFICAÇÃO. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE
REPERCUSSÃO GERAL. 1. Possui natureza infraconstitucional a controvérsia relativa à ocorrência ou não de reestruturação
remuneratória da carreira de servidor público, para fins de estabelecimento do termo final da incorporação do percentual relativo à perda
salarial decorrente da conversão do Cruzeiro Real em URV. 2. É cabível a atribuição dos efeitos da declaração de ausência de repercussão
geral quando não há matéria constitucional a ser apreciada ou quando eventual ofensa à Carta Magna ocorra de forma indireta ou reflexa
(RE 584.608-RG, Rel. Min. ELLEN GRACIE, DJe de 13/3/2009). 3. Ausência de repercussão geral da questão suscitada, nos termos do
art. 1.035 do CPC/2015.(ARE 968574 RG, Relator(a): Min. TEORI ZAVASCKI, julgado em 25/08/2016, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-
194 DIVULG 09-09-2016 PUBLIC 12-09-2016 ) 20. Assim, o que se observa é que a matéria discutida no referido Tema não possui
repercussão geral. 21. Conclui-se, portanto, que, quanto ao Tema 5/STF, deve ser negado seguimento ao Recurso Extraordinário
interposto uma vez que o acórdão recorrido está em conformidade com o entendimento firmado pelo eg. Supremo Tribunal Federal, sob
o rito da repercussão geral, o que atrai a incidência da norma estatuída na parte final do art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de
Processo Civil. 22. Já quanto ao Tema 913/STF, deve ser negado seguimento ao Recurso Extraordinário interposto uma vez que o
Supremo Tribunal Federal reconheceu a ausência de repercussão geral da matéria, o que atrai a incidência da norma estatuída na parte
inicial do art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de Processo Civil. 23. Assim, nego seguimento ao Recurso Extraordinário interposto,
com fundamento no art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de Processo Civil, e nos Temas 5 e 913 do Supremo Tribunal Federal. 24.
Transitada em julgado esta decisão, remetam-se os autos ao Juízo de Origem para que sejam adotadas as providências cabíveis,
considerando ainda que o Agravo em Recurso Especial não foi conhecido pelo STJ, tendo a decisão respectiva transitado em julgado,
conforme já explanado. 25. Publique-se. Intimem-se. 26. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019. Desembargador SEBASTIÃO
COSTA FILHO Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Apelação nº 0721885-78.2012.8.02.0001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante: Município de
Maceió Procurador: Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673B/AL) e outro Agravado: Lisanel dos Santos Oliveira Defensor
P: Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA) e outros ATO ORDINATÓRIO/MANDADO/OFÍCIO Nº /2019 - GVP De ordem do Excelentíssimo
Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino que seja(m) intimada(s)
a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s), observado o prazo legal
contido no art. 1.042, § 3º, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos, para os fins
do art. 1.042, § 4º, também do CPC. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de
Gabinete da Vice-Presidência
Agravos em recurso Especial e Extraordinário em Apelação nº 0723080-59.2016.8.02.0001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Agravantes : Cícero José dos Santos e outros Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL) Agravado : Estado de Alagoas
Procurador : Mário Henrique Menezes Calheiros (OAB: 6509B/AL) DECISÃO/MANDADO/OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. Tratam os autos de
agravos em Recursos Especial e Extraordinário, interpostos por Cícero José dos Santos e outros, com fulcro no art. 1.042 do Código de
Processo Civil, em face da decisão de fls. 809-820 da Presidência deste Tribunal de Justiça, que inadmitiu os Recursos Especial (fls.
532-571) e Extraordinário (fls. 490-531) anteriormente interpostos. Contende no polo passivo o Estado de Alagoas. 2. As razões recursais
dos agravos resumem-se à repetição daquelas utilizadas para interposição dos recursos excepcionais de origem. 3. Desse modo,
observa-se que, no âmbito do agravo em Recurso Extraordinário, o recorrente tornou a sustentar que o acórdão vergastado, além de
divergir da súmula n.º 443 e precedentes do eg. Supremo Tribunal Federal, violou os seguintes dispositivos da Constituição: arts. 5º, II;
7º, VI; 37, caput e XV, art. 39, § 3º; art. 93, IX. 4. Já no âmbito do agravo em Recurso Especial, reiterou-se que o acórdão vergastado
divergiu de julgados de outros tribunais, ofendeu as Súmulas 443/STF e 85/STJ, e violou os seguintes dispositivos da legislação federal:
art. 25, da Lei n. 8.880/94; art. 489, § 1º, VI, CPC/15; art. 3º, do Decreto n. 20.910/1932. 5. O Superior Tribunal de Justiça, ao receber o
agravo em REsp, negou-lhe provimento, conforme decisão de fls. 981-992, que transitou em julgado, conforme certidão de fl. 995. 6.
Remetidos os autos ao Supremo Tribunal Federal para julgamento do agravo em RE, o Presidente da Suprema Corte determinou a
devolução dos autos a este Sodalício, para observância do procedimento previsto no art. 1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil,
levando-se em conta os temas 5 e 913 daquela Corte, aplicáveis ao caso (fl. 997). 7. Notadamente, determinou o eminente Ministro
Presidente do STF que, quanto ao Tema 5, seja negado seguimento ao Recurso Extraordinário de origem ou que sejam os autos
devolvidos ao relator do acórdão para retratação. Já quanto ao Tema 913, determinou que seja negado seguimento ao Recurso
Extraordinário, por ausência de repercussão geral. 8. Assim, vieram os autos conclusos, por determinação do STF, com o fim exclusivo
de que seja realizado o chamado Juízo de Conformidade (art. 1.030, incisos I e II, do CPC) exclusivamente quanto ao Recurso
Extraordinário, uma vez que a decisão de fls. 809-820 já transitou em julgado quanto ao Recurso Especial. É o relatório. Fundamento e
decido. 9. Em primeiro lugar, entendo ser importante esclarecer que a competência jurisdicional desta Vice-Presidência, de acordo com
o Código de Processo Civil, com o Regimento Interno do TJAL e com o Ato Normativo nº 02/2019, da Presidência deste Sodalício,
resume-se à realização do juízo de admissibilidade de recursos especiais e extraordinários e ao processamento de incidentes relacionados
a tais feitos, não se confundindo com a realização de juízo de mérito dos referidos recursos, exceto naquilo em que autorizado pelo art.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 11

1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil (juízo de conformidade). 10. Dito isso, importante registrar que, de acordo com o art.
1.030, incisos I e II, do Código de Processo Civil, cabe ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal de origem realizar o chamado “Juízo
de conformidade” do recurso, antes mesmo de realizar o seu “Juízo de admissibilidade” (previsto no art. 1.030, inciso V, da mesma
codificação). 11. O referido Juízo de conformidade se destina a evitar a tramitação desnecessária de recursos cuja matéria em discussão
já esteja pacificada nas Cortes Superiores, por meio dos regimes de recursos repetitivos ou de repercussão geral. 12. Nesse sentido, por
expressa determinação do Presidente da Suprema Corte, retorno ao status processual anterior à decisão de admissibilidade do Recurso
Extraordinário de fls. 809-820, para aplicar as disposições do art. 1.030, e incisos, do CPC ao caso concreto, passando a tecer as
seguintes considerações. 13. Nesse sentido, a pretensão recursal não merece prosperar. Isso pode ser dito sem que ocorra usurpação
de competência do Supremo Tribunal Federal, tendo em vista que o pronunciamento dessa natureza é autorizado pelo art. 1.030, I, “a”,
CPC/15. 14. É que o acórdão recorrido encontra-se em consonância com o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal, como
se vê do Tema 5/STF. Ademais, parte da matéria discutida no bojo do Recurso Extraordinário interposto é carente de repercussão geral,
conforme Tema 913/STF. 15. Destaco que o Tema 5/STF emergiu do julgamento do RE-RG nº 561.836/RN, pelo qual a Suprema Corte
firmou tese jurídica precisa, nos seguintes termos: I_ Ao editar a Lei 8.880/1994, a União legislou sobre o sistema monetário e exerceu a
sua competência prevista no art. 22, VI, da Constituição de 1988. Assim, qualquer lei, seja ela estadual ou municipal, que discipline a
conversão da moeda Cruzeiro Real em URV no que tange à remuneração de seus servidores de uma forma incompatível com a prevista
na Lei nº 8.880/94 será inconstitucional, mormente quando acarretar redução de vencimentos; II - O término da incorporação, na
remuneração do servidor, do percentual devido em razão da ilegalidade na conversão de Cruzeiros Reais em URV deve ocorrer no
momento em que a carreira do servidor passa por uma restruturação remuneratória. (Grifo Nosso). 16. No caso dos autos, observo que
o acórdão proferido pela 1ª Câmara Cível deste Tribunal de Justiça bem observou a tese firmada pela Suprema Corte, conforme se vê
às fls. 479-487. 17. Assim, o que se vê é que, mediante cotejo entre a tese firmada pelo STF e os fundamentos do acórdão objurgado,
este último bem analisou os requisitos impostos pelo Tema 5/STF, ao entender que a carreira do recorrente passou por reestruturação
remuneratória, o que gerou o término da incorporação, na remuneração do mesmo, do percentual supostamente devido em razão de
eventual ilegalidade na conversão de Cruzeiros Reais em URV. 18. Outrossim, observo que, pelas razões recursais, o recorrente buscou
ainda controverter as matérias discutidas no bojo do Tema 913 do STF, originado do julgamento do ARE 968.574/MT. O referido Tema
possui a seguinte descrição: Recurso extraordinário em que se discute acerca da ocorrência, ou não, de reestruturação remuneratória da
carreira de servidores públicos para efeito de aplicação da orientação firmada no RE 561.836-RG/RN (Tema 5). 19. O acórdão correlato
ao referido Tema restou assim ementado: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. SERVIDOR PÚBLICO.
ÍNDICE RELATIVO À PERDA SALARIAL DECORRENTE DA CONVERSÃO DO CRUZEIRO REAL EM UNIDADE REAL DE VALOR
(URV). TERMO FINAL DA INCORPORAÇÃO. REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA DA CARREIRA. VERIFICAÇÃO. MATÉRIA
INFRACONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL. 1. Possui natureza infraconstitucional a controvérsia relativa à
ocorrência ou não de reestruturação remuneratória da carreira de servidor público, para fins de estabelecimento do termo final da
incorporação do percentual relativo à perda salarial decorrente da conversão do Cruzeiro Real em URV. 2. É cabível a atribuição dos
efeitos da declaração de ausência de repercussão geral quando não há matéria constitucional a ser apreciada ou quando eventual ofensa
à Carta Magna ocorra de forma indireta ou reflexa (RE 584.608-RG, Rel. Min. ELLEN GRACIE, DJe de 13/3/2009). 3. Ausência de
repercussão geral da questão suscitada, nos termos do art. 1.035 do CPC/2015.(ARE 968574 RG, Relator(a): Min. TEORI ZAVASCKI,
julgado em 25/08/2016, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-194 DIVULG 09-09-2016 PUBLIC 12-09-2016 ) 20. Assim, o que se observa é
que a matéria discutida no referido Tema não possui repercussão geral. 21. Conclui-se, portanto, que, quanto ao Tema 5/STF, deve ser
negado seguimento ao Recurso Extraordinário interposto uma vez que o acórdão recorrido está em conformidade com o entendimento
firmado pelo eg. Supremo Tribunal Federal, sob o rito da repercussão geral, o que atrai a incidência da norma estatuída na parte final do
art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de Processo Civil. 22. Já quanto ao Tema 913/STF, deve ser negado seguimento ao Recurso
Extraordinário interposto uma vez que o Supremo Tribunal Federal reconheceu a ausência de repercussão geral da matéria, o que atrai
a incidência da norma estatuída na parte inicial do art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de Processo Civil. 23. Assim, nego seguimento
ao Recurso Extraordinário interposto, com fundamento no art. 1.030, inciso I, alínea “a”, do Código de Processo Civil, e nos Temas 5 e
913 do Supremo Tribunal Federal. 24. Transitada em julgado esta decisão, remetam-se os autos ao Juízo de Origem para que sejam
adotadas as providências cabíveis, considerando ainda que o Agravo em Recurso Especial não foi conhecido pelo STJ, tendo a decisão
respectiva transitado em julgado, conforme já explanado. 25. Publique-se. Intimem-se. 26. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019.
Desembargador SEBASTIÃO COSTA FILHO Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial nº 0800200-50.2017.8.02.0000/50000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Banco do Brasil
S/A Advogados : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854/AL) e outro Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança - Incpp Advogados : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) e outros DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O
feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas
instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente

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do Tribunal de Justiça de Alagoas


Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0800809-96.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança - Incpp Advogado : Denys Blinder (OAB: 12853AA/L) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito discute
matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas instituições
financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano Verão” e
os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis Moura,
determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...] Determino a
devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual adesão das
partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até o julgamento
final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se, ainda, que
o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando simples
cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo Civil,
determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0800812-51.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança - Incpp Advogado : Denys Blinder (OAB: 12853AA/L) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito discute
matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas instituições
financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano Verão” e
os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis Moura,
determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...] Determino a
devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual adesão das
partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até o julgamento
final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se, ainda, que
o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando simples
cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo Civil,
determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0801882-06.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança - Incpp Advogados : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) e outros DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O
feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas
instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0802000-79.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Instituto
Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp Advogados : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL) e outros
Recorrido : Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) DESPACHO/ MANDADO / OFÍCIO Nº /2019
- GVP 1. O feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças
devidas pelas instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”,
o “Plano Verão” e os “Planos Collor I e II”. 2. No caso dos autos, está-se diante de discussão envolvendo expurgos inflacionários em
tese decorrentes do “Plano Verão”, em que consta como parte executada, na origem, o Banco do Brasil S/A. 3. Inicialmente entendo ser
essencial realizar esclarecimentos acerca da tramitação e dos recentes posicionamentos dos Tribunais Superiores (Superior Tribunal de
Justiça e Supremo Tribunal Federal) acerca das referidas matérias, que vêm influenciando diretamente as decisões deste e de outros
Tribunais locais pátrios. 4. Em primeiro lugar, cumpre trazer à lume que o Supremo Tribunal Federal por meio de decisões monocráticas
dos eminentes Ministros Gilmar Mendes em sede do RE 632.212/SP (Plano Collor II) e do RE 631.363/SP (Plano Collor I) e Dias Toffoli
em sede do RE 591.797/SP (Plano Collor I) - homologou acordos firmados entre as instituições financeiras pertinentes e entidades
associativas de representação nacional dos beneficiários de tais “expurgos inflacionários”, ocasião em que foi determinada a suspensão

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nacional da tramitação de todos os processos relativos aos Planos Collor I e II, fosse em qual fase ou instância estivessem tramitando,
pelo prazo de 02 (dois) anos, a contar do dia 05 de fevereiro de 2018, para estimular a adesão dos consumidores, individualmente, ao
acordo firmado e homologado. 5. No que concerne aos demais planos econômicos (Plano Bresser e Plano Verão), a mesma espécie de
acordo foi homologada, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, pelo Eminente Ministro Ricardo Lewandowski, em sede da Arguição
de Descumprimento de Preceito Fundamental 165/DF. Notadamente, foi homologado o acordo entre as partes no dia 15 de fevereiro de
2018. No entanto, o referido Ministro não determinou a suspensão nacional dos processos envolvendo tais planos econômicos. 6. Já no
âmbito do Superior Tribunal de Justiça, ocorreu o acolhimento de Questões de Ordem no REsp nº 1.610.789/MT e no REsp nº 1.361.869/
SP, oportunidade em que a Segunda Seção daquela Corte, por unanimidade, acolheu proposta do Eminente Ministro Raul Araújo,
Relator, para suspender todos os processos, individuais ou coletivos, seja na fase de conhecimento ou execução, que versassem sobre
a cobrança de diferenças de correção monetária em depósitos de poupança decorrentes de expurgos, pelo prazo de 24 meses a contar
de 5.2.2018, aguardando ainda o julgamento dos Recursos Extraordinários nºs 632.212, 631.363, 626.307 e 591.797, com repercussão
geral perante o Colendo Supremo Tribunal Federal. A referida decisão não especificou os expurgos inflacionários derivados de qualquer
plano econômico, pelo que se entende que o STJ estendeu a suspensão a todo e qualquer plano (Bresser, Verão e Collor I e II). 7. No
entanto, mais recente foi a decisão, publicada no DJE/STF do dia 11 de abril de 2019, em que o eminente Ministro Gilmar Mendes, nos
autos do Recurso Extraordinário nº 632.212/SP, retratou-se da sua anterior determinação de suspensão nacional dos feitos de expurgos
inflacionários decorrentes do “Plano Collor II”. Assim, quanto ao referido RE, deixou de subsistir razão para suspensão nacional dos
processos envolvendo o referido plano econômico. 8. Permanecem surtindo efeitos de suspensão nacional a decisão do mesmo Ministro
do STF nos autos do RE nº 631.363/SP (Plano Collor I), além da decisão do eminente Ministro Dias Toffoli, nos autos do RE nº 591.797/SP
(Plano Collor I), nos quais também foi determinada a suspensão nacional de tramitação dos processos que versem sobre os chamados
“expurgos inflacionários”, seja em que instância ou fase processual estiverem, até o dia 05 de fevereiro de 2020. 9. Por fim, ainda mais
recente foi o acolhimento de nova Questão de Ordem, suscitada pelo Eminente Ministro Paulo de Tarso Sanseverino, na Segunda Seção
do STJ, realizada no dia 24 de abril de 2019, em que se restabeleceu a antiga posição daquela Corte, no sentido de autorizar a tramitação
regular dos recursos admissíveis relacionados a expurgos inflacionários em fase de execução de sentença (individual ou coletiva), nos
quais a parte se manifeste expressamente pela não adesão ao acordo dos planos econômicos homologados pelo STF (Planos Bresser,
Verão e Collor I e II). 10. Assim, a conclusão a que se chega é a seguinte: - De acordo com as determinações do STF: A) devem
permanecer suspensos os processos que envolvam expurgos inflacionários, seja em qualquer fase ou instância, derivados do Plano
Collor I, até o dia 05 de fevereiro de 2020; B) Devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados
dos Planos Collor II, Bresser e Verão. - De acordo com as determinações do STJ: A) devem permanecer suspensos até o dia 05 de
fevereiro de 2020 os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico quando o feito estiver na
fase de conhecimento e/ou quando a parte ainda não tiver manifestado expressamente o desinteresse na adesão ao acordo homologado
pela Suprema Corte. B) devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano
econômico, desde que o feito esteja em fase de execução e que a parte expressamente manifeste desinteresse na adesão ao acordo
homologado na Suprema Corte; 11. No caso dos autos, está-se diante de processo que envolve expurgos inflacionários derivados do
Plano Verão, em fase de execução de sentença, em sede recursal. A parte ainda não manifestou interesse ou desinteresse na adesão
ao acordo coletivo. 12. Sendo assim, entendo por bem, considerando o posicionamento da Segunda Seção do STJ, no sentido de só dar
andamento aos feitos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, desde que o processo esteja em
fase de execução e que a parte tenha demonstrado desinteresse na adesão ao acordo, converter o julgamento acerca da admissibilidade
recursal em diligência e determinar o seguinte: A) Intime-se a parte ora recorrente para que, tomando ciência do conteúdo desta decisão,
informe, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, se possui interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF na ADPF 165/DF; A.1) Caso
declare interesse na adesão, a parte terá o prazo de mais 30 (trinta) dias úteis para aderir ao referido acordo, informando-o nos presentes
autos, com o fim de que se extinga o feito com resolução de mérito o que deverá ser feito pelo Desembargador relator do acórdão ora
recorrido tornando-se prejudicado o recurso excepcional interposto, com consequente baixa e arquivamento do processo; A.2) Caso
declare desinteresse na adesão, devolvam-se os autos conclusos, para os fins do art. 1.030, incisos I a V, do Código de Processo Civil
(decisão de admissibilidade de recurso excepcional). 13. Publique-se. Intimem-se. 14. Cumpra-se. Maceió/AL, 02 de julho de 2019
Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial nº 0802391-68.2017.8.02.0000/50000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogados : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG) e outro Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupanca e Previdencia Advogados : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) e outros DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP
1. O feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas
pelas instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o
“Plano Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que o eminente Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Luis Felipe Salomão, determinou o
sobrestamento do presente feito, conforme decisão de fls. 85-92, até o julgamento de mérito dos Recursos Extraordinários nºs 632.212,
631.363, 626.307 e 591.797. 3. Verifica-se, ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo
homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando simples cumprimento à ordem do eminente Ministro do STJ, nos termos do art. 1.030,
inciso III, do Código de Processo Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de
julgamento de mérito do Recursos Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino
o devido acompanhamento pelo NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador
Sebastião Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em nº 0802394-23.2017.8.02.0000/50000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Banco do Brasil
S/A Advogados : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854/AL) e outro Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em
Caderneta de Poupança Advogados : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) e outros DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O
feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 14

instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil,determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0803466-79.2016.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança e Previdência - Incpp Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O
feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas
instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0803482-33.2016.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança e Previdência - Incpp Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O
feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas
instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial nº 0803503-09.2016.8.02.0000/50001 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Banco do Brasil
S/A Advogados : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L) e outro Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de
Poupança - Incpp Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito discute
matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas instituições
financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano Verão” e
os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis Moura,
determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...] Determino a
devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual adesão das
partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até o julgamento
final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se, ainda, que
o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando simples
cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo Civil,
determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial nº 0803516-71.2017.8.02.0000/50000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogados : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG) e outro Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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Poupanca e Previdencia Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito discute
matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas instituições
financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano Verão” e os
“Planos Collor”. 2. Vê-se que o eminente Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Luis Felipe Salomão, determinou o sobrestamento
do presente feito, conforme decisão de fls. 86-93, até o julgamento de mérito dos Recursos Extraordinários nºs 632.212, 631.363,
626.307 e 591.797. 3. Verifica-se, ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado
pelo STF. 4. Desse modo, dando simples cumprimento à ordem do eminente Ministro do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do
Código de Processo Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento
de mérito do Recursos Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido
acompanhamento pelo NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião
Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0803546-43.2016.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132AA/L) Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta
de Poupança e Previdência - Incpp Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O
feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas
instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano
Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministra Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis
Moura, determinou o sobrestamento do presente feito, conforme decisão retro. Notadamente, determinou o seguinte, in verbis: [...]
Determino a devolução dos autos à origem, onde deverão ficar suspensos pelo prazo de 24 meses, a contar de 5.2.2018, para eventual
adesão das partes ao acordo homologado pelo STF. Por outro lado, inexistindo a autocomposição, o feito permanecerá sobrestado até
o julgamento final da repercussão geral reconhecida nos termas nº 264, 265, 284 e 285 do Supremo Tribunal Federal [...] 3. Verifica-se,
ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando
simples cumprimento à ordem da eminente Ministra Vice-Presidente do STJ, nos termos do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo
Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos
Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo
NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente
do Tribunal de Justiça de Alagoas
Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0803589-43.2017.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Agravante :
Banco do Brasil S/A Advogados : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG) e outro Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores
Em Caderneta de Poupanca e Previdencia, Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL) DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019
- GVP 1. O feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças
devidas pelas instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”,
o “Plano Verão” e os “Planos Collor”. 2. Vê-se que a eminente Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Antonio Carlos Ferreira determinou
o sobrestamento do presente feito, conforme decisão de fls. 813-815, até o julgamento de mérito dos Recursos Extraordinários nºs
632.212, 631.363, 626.307 e 591.797. 3. Verifica-se, ainda, que o INCPP declarou expressamente não possuir interesse na adesão
ao acordo homologado pelo STF. 4. Desse modo, dando simples cumprimento à ordem do eminente Ministro do STJ, nos termos
do art. 1.030, inciso III, do Código de Processo Civil, determino o sobrestamento do presente processo, até que haja a publicação
dos acórdãos de julgamento de mérito do Recursos Paradigmas do STF vinculados aos Temas 264, 265, 284 e 285, o que ocorrer
primeiro. 5. Determino o devido acompanhamento pelo NUGEP. 6. Publique-se. Intime-se. 7. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019
Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0803718-82.2016.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente: Edmundo
Guilherme de Almeida Gomes Advogados: Petrúcio Pereira Guedes (OAB: 3412/AL) e outros Recorrido: Teto Planejamento e
Incorporações Ltda Advogado: Hugo Melro Bentes (OAB: 8057/AL) ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019 - GVP De
ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, determino
que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s) interposto(s),
observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de praxe, retornem
os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de Gabinete da Vice-
Presidência
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0804150-33.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Banco do
Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132-A/AL) Recorrido : Claudete Cesar Pontes Advogados : Bruno Titara de
Andrade (OAB: 10386/AL) e outros DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. Tratam os autos em apreço de recurso especial,
interposto pelo Banco do Brasil S/A, com fulcro no artigo 105, inciso III, alínea “a”, da Constituição Federal, contra acórdão proferido pela
3ª Câmara Cível desta Corte de Justiça. 2. O recorrente verbera, em suas razões recursais (fls. 164-204), que o acórdão vergastado teria
violado os artigos 17, 85, 240, 332, § 1º, 485, inciso VI, e 1.035, todos do Código Processual Civil, arts. 95, 97 e 98 da Lei n.º 8.078/90 e
§ 2º, do art 1º da Lei 6.899/81. 3. Na sequência, o recorrido apresentou contrarrazões, nas fls. 211-233, oportunidade em que pugnou
pelo improvimento do recurso. 4. O recorrente, conforme petição de fl. 241, informou não ter interesse no acordo homologado pelo STF
na ADPF 165/DF, em cumprimento à decisão de fls. 235-239. Em seguida, vieram os autos conclusos para juízo de admissibilidade. É,
em síntese, o relatório. Fundamento e decido. 5. A princípio, importante registrar que os requisitos genéricos, objetivos e subjetivos, de
admissibilidade recursal estão presentes, porquanto comprovada sua tempestividade, cabimento, regularidade formal, legitimidade das
partes, interesse recursal, inexistência de fato impeditivo ou extintivo do poder de recorrer e preparo (comprovante de pagamento à fl.
206). 6. Outrossim, consoante é cediço, a interposição dos recursos excepcionais pressupõe o esgotamento das vias ordinárias. Sendo
assim, os recursos extraordinário e especial implicam na existência de um julgado contra o qual já foram esgotadas as possibilidades de

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impugnação na instância ordinária, requisito este que se encontra preenchido no presente caso. 7. Seguindo com as exigências legais,
necessário se faz demonstrar uma das hipóteses constitucionais de cabimento autorizadoras de seu manejo. No caso, alegou o recorrente
que o presente recurso merece ser acolhido porque preenche os requisitos previstos no art. 105, inciso III, alínea “a”, da Constituição
Federal de 1988. 8. Pois bem. Ab initio, o recorrente sustentou, que o decisum guerreado teria violado o art. 485, inciso VI, do CPC, em
razão da ilegitimidade ativa da recorrida para figurar no polo ativo da demanda, uma vez que não comprovou o seu vínculo com o Instituto
Brasileiro de Defesa do Consumidor IDEC. 9. Entretanto, penso que tal alegação não merece prosperar, uma vez que o Superior Tribunal
de Justiça já possui entendimento firmado sob o regime dos recursos repetitivos, como se observa do Tema 724 do STJ, emergido do
julgamento do REsp nº 1.391.198/RS, cuja ementa é a seguinte: AÇÃO CIVIL PÚBLICA. RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DE
CONTROVÉRSIA. ART. 543-C DO CPC. SENTENÇA PROFERIDA PELO JUÍZO DA 12ª VARA CÍVEL DA CIRCUNSCRIÇÃO ESPECIAL
JUDICIÁRIA DE BRASÍLIA/DF NA AÇÃO CIVIL COLETIVA N. 1998.01.1.016798-9 (IDEC X BANCO DO BRASIL). EXPURGOS
INFLACIONÁRIOS OCORRIDOS EM JANEIRO DE 1989 (PLANO VERÃO). EXECUÇÃO/LIQUIDAÇÃO INDIVIDUAL. FORO
COMPETENTE E ALCANCE OBJETIVO E SUBJETIVO DOS EFEITOS DA SENTENÇA COLETIVA. OBSERVÂNCIA À COISA JULGADA.
1. Para fins do art. 543-C do Código de Processo Civil: a) a sentença proferida pelo Juízo da 12ª Vara Cível da Circunscrição Especial
Judiciária de Brasília/DF, na ação civil coletiva n. 1998.01.1.016798-9, que condenou o Banco do Brasil ao pagamento de diferenças
decorrentes de expurgos inflacionários sobre cadernetas de poupança ocorridos em janeiro de 1989 (Plano Verão), é aplicável, por força
da coisa julgada, indistintamente a todos os detentores de caderneta de poupança do Banco do Brasil, independentemente de sua
residência ou domicílio no Distrito Federal, reconhecendo-se ao beneficiário o direito de ajuizar o cumprimento individual da sentença
coletiva no Juízo de seu domicílio ou no Distrito Federal; b) os poupadores ou seus sucessores detêm legitimidade ativa - também por
força da coisa julgada -, independentemente de fazerem parte ou não dos quadros associativos do Idec, de ajuizarem o cumprimento
individual da sentença coletiva proferida na Ação Civil Pública n. 1998.01.1.016798-9, pelo Juízo da 12ª Vara Cível da Circunscrição
Especial Judiciária de Brasília/DF. 2. Recurso especial não provido.(REsp 1391198/RS, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, SEGUNDA
SEÇÃO, julgado em 13/08/2014, DJe 02/09/2014 - grifei). 10. Desse modo, mediante cotejo entre a tese firmada pelo STJ e os fundamentos
do acórdão objurgado, vê-se que o aresto recorrido, quanto à matéria de fundo, está em conformidade com a tese vinculante do Superior
Tribunal de Justiça, de modo que ao recurso especial, nesse aspecto, deve ser negado seguimento. 11. Já no que se refere aos artigos
17, 85, 240, 332, § 1º, e art. 1.035, todos do Código Processual Civil, aos arts. 95, 97 e 98 da Lei n.º 8.078/1990 e § 2º, do art 1º da Lei
6.899/1981, verifico que os respectivos temas não foram objeto de debate por esta Corte de Justiça, não tendo o recorrente sequer,
oposto embargos de declaração para fins de prequestionamento, razão pela qual torna-se impossível a admissão do recurso quanto a
estes pontos, nos termos da súmula nº 282 do Supremo Tribunal Federal que tem aplicação perante o STJ, vejamos: É inadmissível o
recurso extraordinário, quando não ventilada na decisão recorrida, a questão federal suscitada (Grifei) 12. Nesse sentido, transcrevo, por
oportuno, julgado do Superior Tribunal de Justiça, in verbis: TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. CONTRIBUIÇÃO INCIDENTE SOBRE
A COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS RURAIS. DISPOSITIVOS APONTADOS COMO VIOLADOS. AUSÊNCIA DE
PREQUESTIONAMENTO. SÚMULA 282 DO STF. ACÓRDÃO FUNDAMENTADO EM MATÉRIA CONSTITUCIONAL. INVIABILIDADE
DE ANÁLISE EM RECURSO ESPECIAL. REPRISTINAÇÃO. DE ATO NORMATIVO REVOGADO POR LEI DECLARADA
INCONSTITUCIONAL. POSSIBILIDADE. A controvérsia tem por objeto a contribuição da pessoa física empregador sobre a receita
oriunda da comercialização de produção rural, com base na redação dada ao art. 25 da Lei 8.212/1991 pela Lei 10.256/2001. 2. Não se
conhece de Recurso Especial quanto à matéria não especificamente enfrentada pelo Tribunal de origem, tendo em vista a ausência de
prequestionamento. Incidência, por analogia, da Súmula 282/STF. 3. A leitura do acórdão recorrido revela que a questão controvertida
trata de tema eminentemente constitucional, qual seja, “que a contribuição incidente sobre a receita bruta proveniente da comercialização
da produção rural de empregador pessoa física não pode ser validamente exigida, em face da declaração de inconstitucionalidade da
modificação do art. 25 da Lei nº 8.212/91 pelas Leis nº 8.540/92, 9.528/97 e 10.256/01” (fl. 274, e-STJ). 4. Ademais, percebe-se que a
Corte regional entendeu que, uma vez declarada a inconstitucionalidade das referidas leis, deve-se aplicar a redação originária da Lei
8.212/1992, que dispõe ser válida a tributação com base na folha de salários. Tal orientação espelha a jurisprudência do STJ, no sentido
de que a declaração de inconstitucionalidade acarreta a repristinação da norma revogada pela lei viciada. 5. Anote-se, por fim, que
consoante orientação desta Corte fica “prejudicada a análise da divergência jurisprudencial se a tese sustentada esbarra em óbice
sumular quando do exame do recurso especial pela alínea ‘a’ do permissivo constitucional”(EDcl nos EDcl no REsp 1.065.691/SP, Rel.
Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, DJe de 18.6.2015). 6. Recurso Especial não conhecido (REsp 1681681/PR, Rel. Ministro
HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 26/09/2017, DJe 10/10/2017 Grifei). 13. A par de tais considerações, nego
seguimento ao recurso especial, na parte relacionada ao art. 485, VI, do CPC, o que faço na forma do art. 1.030, I, “b”, CPC/15, com
respaldo na tese estabelecida no Tema 724 do STJ. 14. Já sobre os demais pontos, inadmito o recurso especial. 15. Publique-se.
Intimem-se. 16. Com o trânsito em julgado desta decisão, tomem-se as providências cabíveis para o retorno dos autos ao Juízo de
origem. 17. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça
de Alagoas
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0804214-43.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Banco do
Brasil S/A Advogados : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L) e outro Recorrido : Instituto Nacional dos Investidores Em
Caderneta de Poupança e Previdência- Incpp Advogados : Denys Blinder (OAB: 154237/SP) e outro DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº
/2019 - GVP 1. Tratam os autos em apreço de recurso especial, interposto pelo Banco do Brasil S.A., com fulcro no artigo 105, inciso III,
alínea “a”, contra acórdão proferido pela 1ª Câmara Cível desta Corte de Justiça. 2. De acordo com as razões recursais, o recorrente
defendeu ser o seu recurso tempestivo e que dos autos consta a comprovação de pagamento do respectivo preparo. Aponta também que
houve o devido prequestionamento de todas as matérias ventiladas. Ainda, defendeu ser o recurso cabível por violação à Lei Federal. No
entanto, fundamentou (tópico 3 fl. 717) tal alegação no art. 105, inciso III, alínea “c”, da Constituição Federal, que contém norma referente
ao cabimento de Recurso Especial com base em dissídio jurisprudencial. 3. No mesmo tópico, apresenta fundamentos totalmente
estranhos aos autos, aduzindo que, in verbis: “as partes indivisas que integram o edifício, por serem suscetíveis de uso por todos os

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condôminos, são administradas pelo condomínio na figura do síndico, cabendo, portanto, a este se insurgir, em Juízo, contra eventuais
irregularidades na construção das áreas comuns” fl. 717 entre outros fundamentos alheios aos fatos discutidos no processo. Ao fim do
tópico, aduz como deve ser comprovado o dissídio jurisprudencial, através de cotejo ana lítico entre acórdãos paradigma e recorrido, mas
não o realiza em parte alguma do processo. 4. Seguindo adiante, apontou violações a vários dispositivos de lei federal. 5. Na sequência,
o recorrido apresentou contrarrazões, nas fls. 778-802, oportunidade em que pugnou pela inadmissão ou, subsidiariamente, pelo
improvimento do recurso. Ainda, pugnou pela aplicação de multa por litigância de má-fé. 6. O recorrente, instado a se manifestar,
declarou não possuir interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF na ADPF 165/DF (fl. 906). Em seguida, vieram os autos
conclusos para juízo de admissibilidade. É, em síntese, o relatório. Fundamento e decido. 7. Compete a esta Vice-Presidência apenas a
realização do Juízo de admissibilidade recursal. Nesse sentido, passo à apreciação do recurso em tela a fim de verificar se o mesmo
cumpre todos os requisitos de admissibilidade genéricos (intrínsecos cabimento, interesse recursal, legitimidade das partes e ausência
de fato impeditivo ou extintivo do direito de recorrer - e extrínsecos - preparo, tempestividade e regularidade formal) e específicos
(rediscussão de matéria exclusivamente de direito, prequestionamento e que o decisum recorrido tenha sido proferido em única ou última
instância por Tribunal de Justiça estadual, distrital ou territorial ou por Tribunal Regional Federal). Ainda, cabe a este Juízo preliminar de
admissibilidade analisar se a pretensão recursal não esbarra em algum entendimento pacificado e vinculante dos Tribunais Superior, o
que pode levar à negação de seguimento ou inadmissão do recurso. É também necessário que se analise se ocorreu o esgotamento das
vias ordinárias. Isso porque os recursos extraordinário e especial implicam a existência de um julgado contra o qual já foram esgotadas
as possibilidades de impugnação na instância ordinária, requisito que se encontra preenchido no caso. 8. Assim, em primeiro lugar,
observo que a peça recursal é, em parte, confusa, pois, ao passo em que indica, no seu título, o art. 105, inciso III, alínea “a” como
fundamento de cabimento recursal, traz, no seu primeiro tópico de fundamentos recursais propriamente ditos (tópico 3 fl. 717),
fundamentação relacionada à alínea “c” do referido dispositivo constitucional, aduzindo a existência de dissídio jurisprudencial. A ausência
de indicação correta da alínea do art. 105, inciso III, da Constituição Federal, é, de acordo com a Súmula 284 do STF (plenamente
aplicável ao STJ) causa de inadmissão de recurso. Vejamos: “É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua
fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia”. No mesmo sentido: PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO.
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. AUSÊNCIA DE INDICAÇÃO DA ALÍNEA DO PERMISSIVO CONSTITUCIONAL. SÚMULA 284 DO
STF. ART. 335 DO CPC. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. SÚMULAS 282 E 356 DO STF. ÔNUS DA PROVA. REEXAME DE
MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. SÚMULA 7/STJ. LIVRE CONVENCIMENTO DO JUIZ. 1. O recorrente não indicou a alínea do
dispositivo constitucional em que se fundamenta o recurso especial, circunstância que impede o seu conhecimento, segundo o disposto
na Súmula 284/STF. Precedentes. 2. A configuração do prequestionamento pressupõe debate e decisão prévios pelo colegiado, ou seja,
emissão de juízo sobre o tema. Se o Tribunal de origem não adotou entendimento explícito a respeito do fato veiculado nas razões
recursais, inviabilizada fica a análise sobre a violação dos preceitos evocados pelo recorrente. 3. Verifica-se que o Tribunal de origem não
analisou, ainda que implicitamente, o art. 335 do Código de Processo Civil. Desse modo, impõe-se o não conhecimento do recurso
especial por ausência de prequestionamento, entendido como o indispensável exame da questão pela decisão atacada, apto a viabilizar
a pretensão recursal. 4. Aferir se as provas são suficientes ou se o recorrido desincumbiu-se de seu ônus probatório, para análise de
eventual violação do art. 333 do CPC, demandaria o reexame de todo o contexto fático-probatório dos autos, o que é defeso a esta Corte
ante o óbice da Súmula 7 do STJ. 5. No sistema de persuasão racional adotado pelos arts. 130 e 131 do CPC, cabe ao magistrado
determinar a conveniência e a necessidade da produção probatória, mormente quando, por outros meios, já esteja persuadido acerca da
verdade dos fatos. Agravo regimental improvido. (STJ - AgRg no AREsp: 647464 PR 2014/0338099-8, Relator: Ministro HUMBERTO
MARTINS, Data de Julgamento: 17/03/2015, T2 - SEGUNDA TURMA, Data de Publicação: DJe 23/03/2015)(Grifos destacados) PENAL
E PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. JÚRI. AUSÊNCIA DEINDICAÇÃO DO
PERMISSIVO CONSTITUCIONAL.MOTIVAÇÃO DEFICIENTE. SÚMULA 284/STF. DECISÃO DO CONSELHO DE SENTENÇA
CONTRÁRIA À PROVA DOSAUTOS. ALTERAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. INCIDÊNCIA DO VERBETE N. 7 DA SÚMULA DO STJ.
AGRAVO DESPROVIDO. - A ausência de indicação do permissivo constitucional que autoriza a interposição do recurso especial torna
sua fundamentação deficiente, a atrair a incidência do verbete nº 284 da Súmula do Supremo Tribunal Federal. (AgRg no AREsp 165.022/
SP, Rel. Ministro Marco Aurélio Bellizze, Quinta Turma, DJe 3/9/2013) (Grifos destacados) 10. Indo além, é imperioso reconhecer, quanto
ao mesmo tópico, que os fundamentos apontados pelo recorrente não guardam qualquer relação com os autos. Como dito no relatório
da presente decisão, o recorrente faz referências a litígio entre condôminos de edifício, entre outros temas estranhos ao processo. 11.
Como se vê, as razões do recurso apresentado, nessa parte, não impugnam, especificamente, os fundamentos da decisão recorrida, em
desrespeito ao inciso III do artigo 1.029 do CPC/2015, o que atrai a incidência do inciso III do artigo 932 do CPC/2015, in verbis: Art. 932.
Incumbe ao relator: [...] III - não conhecer de recurso inadmissível, prejudicado ou que não tenha impugnado especificamente os
fundamentos da decisão recorrida; [...] Art. 1.029. O recurso extraordinário e o recurso especial, nos casos previstos na Constituição
Federal, serão interpostos perante o presidente ou o vice-presidente do tribunal recorrido, em petições distintas que conterão: I - a
exposição do fato e do direito; II - a demonstração do cabimento do recurso interposto; III - as razões do pedido de reforma ou de
invalidação da decisão recorrida (Grifos aditados). 12. Com efeito, por ser o recurso uma extensão do direito de ação, as razões da
insurgência devem guardar similitude não só com o que foi decidido, mas também com os fatos e fundamentos empregados pela parte
em sua petição inicial. Isso porque a ausência de correlação entre o que foi pedido, o que foi decidido e as razões recursais é causa de
não conhecimento do recurso, ante à ausência de regularidade formal, consoante vem reiteradamente decidindo o Superior Tribunal de
Justiça. Vejamos: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA. ENUNCIADO ADMINISTRATIVO
3/STJ. DIREITO DE RECORRER. EXERCÍCIO DEFICIENTE. ARTICULADOS GENÉRICOS. FALTA DE IMPUGNAÇÃO À MOTIVAÇÃO
ADOTADA NO ACÓRDÃO. INOBSERVÂNCIA DO ÔNUS DA DIALETICIDADE. 1. Entre a motivação utilizada como fundamento do
julgamento e as razões do recurso que impugna tal decisão deve haver relação de congruência, de maneira a permitir que o órgão com
competência recursal possa examinar a juridicidade da “ratio decidendi”, pena de inobservância do ônus da dialeticidade. 2. Observa-se
na espécie que a demanda fundamenta-se desde o início em articulados eminentemente genéricos e desacompanhados de prova pré-

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constituída, culminando a atuação desidiosa da parte no exercício deficiente do direito de recorrer porquanto apresentadas razões que
se mostram apenas a reprodução de alegações evasivas. 3. Recurso ordinário em mandado de segurança não conhecido. (STJ, RMS
56.333/BA, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 01/03/2018, DJe 07/03/2018) AGRAVO
INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA AOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO
PROFERIDA PELO TRIBUNAL DE ORIGEM. PRINCIPIO DA DIALETICIDADE. ART. 932, III, DO CPC DE 2.015. INSUFICIÊNCIA DE
ALEGAÇÃO GENÉRICA. AGRAVO NÃO PROVIDO. 1. À luz do princípio da dialeticidade, que norteia os recursos, compete à parte
agravante, sob pena de não conhecimento do agravo em recurso especial, infirmar especificamente os fundamentos adotados pelo
Tribunal de origem para negar seguimento ao reclamo. 2. O agravo que objetiva conferir trânsito ao recurso especial obstado na origem
reclama, como requisito objetivo de admissibilidade, a impugnação específica aos fundamentos utilizados para a negativa de seguimento
do apelo extremo, consoante expressa previsão contida no art. 932, III, do CPC de 2.015 e art. 253, I, do RISTJ, ônus da qual não se
desincumbiu a parte insurgente, sendo insuficiente alegações genéricas de não aplicabilidade do óbice invocado. 3. Esta Corte, ao
interpretar o previsto no art. 932, parágrafo único, do CPC/2015 (o qual traz disposição similar ao § 3º do art. 1.029 do do mesmo Código
de Ritos), firmou o entendimento de que este dispositivo só se aplica para os casos de regularização de vício estritamente formal, não se
prestando para complementar a fundamentação de recurso já interposto. 4. Não conhecido o agravo, fica prejudicado o pedido de
sobrestamento recursal. 5. Agravo interno não provido. (STJ, AgInt no AREsp 1170544/MG, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO,
QUARTA TURMA, julgado em 06/02/2018, DJe 09/02/2018) PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO CONFLITO DE
COMPETÊNCIA. FALTA DE IMPUGNAÇÃO DOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO AGRAVADA. PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE
RECURSAL NÃO ATENDIDO. ART. 1.021, § 1º DO CPC/2015. INADMISSIBILIDADE. 1. O agravo interno, como espécie recursal que é,
reclama, em homenagem ao princípio da dialeticidade, a impugnação integral de cada um dos fundamentos autônomos da decisão
agravada, sob pena de inadmissão. Inteligência do art. 1.021, § 1º, do CPC/2015. 2. Acerca desse requisito legal, NELSON NERY
JUNIOR e ROSA MARIA DE ANDRADE NERY ensinam que, “Como deve ser em todo e qualquer recurso, o recorrente tem o ônus de
impugnar especificadamente os fundamentos da decisão agravada, sob pena de não conhecimento do agravo” (Comentários ao Código
de Processo Civil - Novo CPC - Lei 13.105/2015. São Paulo: RT, 2015, p. 2115). 3. No caso concreto, a parte agravante não atacou o
único fundamento da decisão ora recorrida, qual seja, o de que o autor da ação ordinária não se insurge contra ato disciplinar em si, mas
contra a instauração da investigação disciplinar, a qual se reveste de caráter eminentemente administrativo, atraindo a competência da
justiça comum estadual, consoante precedentes desta Corte Superior. 4. Agravo interno não conhecido. (STJ, AgInt no CC 154.443/RS,
Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 13/12/2017, DJe 18/12/2017) AGRAVO INTERNO NO RECURSO
ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL (CPC/73). EMBARGOS À EXECUÇÃO. APELAÇÃO CÍVEL. ALEGAÇÃO DE VIOLAÇÃO AO ARTIGO
514, INCISO II, DO CPC/73. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DA SENTENÇA. RAZÕES RECURSAIS DISSOCIADAS.
AUSÊNCIA DO REQUISITO DA REGULARIDADE FORMAL. [...] 2. As razões de apelação dissociadas do que decidido pela sentença,
equiparam-se à ausência de fundamentos de fato e de direito, evidenciando a falta de regularidade formal do apelo. 3. [...] 4. AGRAVO
INTERNO DESPROVIDO”. (AgInt no REsp 1364568/PR, Rel. Ministro PAULO DE TARSO SANSEVERINO, TERCEIRA TURMA, julgado
em 16/08/2016, DJe 22/08/2016) (grifei) PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NA AÇÃO RESCISÓRIA. INDEFERIMENTO
LIMINAR. PETIÇÃO INICIAL. PRETENSÃO. FUNDAMENTAÇÃO PLÚRIMA. RECURSO. IMPUGNAÇÃO PARCIAL. DESCUMPRIMENTO.
DEVER. 1. O exercício do direito de recorrer pressupõe do interessado o cumprimento da regularidade formal, em cujo espectro insere-se
o princípio da dialeticidade, de modo que lhe cumpre afrontar fundamentadamente a motivação utilizada no ato decisório para negar a
sua pretensão, sob pena de não conhecimento do recurso. [...] 3. Agravo regimental não conhecido”. (AgRg na AR 5.451/BA, Rel. Ministro
MAURO CAMPBELL MARQUES, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 08/10/2014, DJe 14/10/2014) (Grifos aditados em negrito). 13. Mas
não é só isso. Ainda quanto a este tópico, mesmo que se ignorasse a carência de fundamentação e a ausência de regularidade formal,
seria essencial destacar que a insurgência com base em divergência jurisprudencial encontraria obstáculo ante à ausência de indicação
(sequer por meio de simples cópia da ementa) de qual seria o julgado paradigma apto a denotar uma divergência de entendimentos entre
Cortes do país, em desrespeito ao art. 1.029, § 1º, do CPC e ao art. 255, § 1º, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça . 14.
Nesse passo, para que o recurso especial possa ser admitido com base em alegação de dissídio jurisprudencial entre decisões de
tribunais, além de ser imprescindível que o recorrente comprove a divergência de interpretação de dispositivo legal, faz-se necessário
que demonstre as “circunstâncias que identificam ou assemelham os casos confrontados, com indicação da similitude fática e jurídica
entre eles” (AgRg no AREsp 346.483/PB, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 07/11/2013, DJe
06/12/2013). 15. No caso em apreço, observo que o recorrente não se desincumbiu do seu ônus, qual seja, o de demonstrar a identidade
entre o acórdão recorrido e o paradigma, restando deficiente, desta forma, o cotejo analítico, não sendo possível identificar a similitude
fática entre os casos confrontados, motivo pelo qual o presente recurso não pode ser admitido neste ponto. 16. A esse respeito, trago a
lume recente precedente do Superior Tribunal de Justiça, in verbis: PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OFENSA AO
ART. 535 DO CPC NÃO CONFIGURADA. IMPORTAÇÃO POR ENCOMENDA. OCULTAÇÃO DO REAL ADQUIRENTE. MULTA PREVISTA
NO ART. 33 DA LEI 11.488/2007. ALEGAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE DOLO. NECESSIDADE DE REEXAME DE FATOS E PROVAS.
SÚMULA 7/STJ. ALÍNEA “C”. NÃO DEMONSTRAÇÃO DA DIVERGÊNCIA. 1. A solução integral da controvérsia, com fundamento
suficiente, não caracteriza ofensa ao art. 535 do CPC. 2. O Tribunal de origem concluiu: “Portanto, a decisão deixou assentada a
concretização da interposição fraudulenta de terceiro, em face da ocultação do verdadeiro comprador, o que implica dizer que houve dolo,
sim, e também houve fraude, elementos que são pressupostos à incidência da norma” (fl. 305, e-STJ - grifou-se). 3. Decidir de forma
contrária ao que ficou expressamente consignado no v. acórdão recorrido implica revolvimento do conjunto fático-probatório dos autos, o
que é vedado pela Súmula 7 do STJ. 4. A divergência jurisprudencial deve ser comprovada, cabendo a quem recorre demonstrar as
circunstâncias que identificam ou assemelham os casos confrontados, com indicação da similitude fática e jurídica entre eles. Indispensável
a transcrição de trechos do relatório e do voto dos acórdãos recorrido e paradigma, realizando-se o cotejo analítico entre ambos, com o
intuito de bem caracterizar a interpretação legal divergente. O desrespeito a esses requisitos legais e regimentais (art. 541, parágrafo
único, do CPC e art. 255 do RI/STJ) impede o conhecimento do Recurso Especial com base na alínea “c” do inciso III do art. 105 da

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Constituição Federal. 5. Ressalta-se ainda que o óbice da Súmula 7 do STJ é aplicável também ao Recurso Especial interposto com
fundamento na alínea “c” do inciso III do artigo 105 da Constituição da República.6. Agravo Interno não provido. (AgInt no REsp 1596392/
SC, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 07/02/2017, DJe 06/03/2017 - grifei). 17. Por tais razões, quanto
ao “tópico 3”, entendo que o recurso deve ser inadmitido, posto que, além de o recorrente não ter demonstrado o seu cabimento de forma
clara e escorreita, o mesmo fere o princípio da dialeticidade e não realiza o necessário cotejo analítico entre os acórdãos ditos divergentes,
descumprindo os requisitos de admissibilidade recursal de “cabimento” e “regularidade formal”. 18. Seguindo adiante, observo que os
demais tópicos de insurgência recursal preenchem os requisitos genéricos de admissibilidade recursal. 19. Já quanto aos requisitos
específicos e à existência de entendimentos pacíficos das Cortes Superiores que imponham a negação de seguimento ou a inadmissão
do recurso, passo a realizar a análise de cada um dos tópicos restantes. 20. Quanto às teses de ilegitimidade ativa e limitação subjetiva
da sentença coletiva aos associados do IDEC (suposta violação ao art. 485, inciso VI, do CPC), o feito não merece prosperar, uma vez
que esbarra na norma contida no art. 1.030, inciso I, alínea “b”, do CPC, de acordo com a qual deve ser negado seguimento a Recurso
Especial interposto em face de acórdão que esteja em consonância com o entendimento firmado pelo STJ na sistemática de julgamento
de recursos repetitivos. 21. Isso porque o Superior Tribunal de Justiça já possui entendimento, firmado sob o regime dos recursos
repetitivos, como se observa dos Temas 723 e 724, ambos do STJ, emergidos do julgamento do REsp nº 1.391.198/RS, cuja ementa é
a seguinte: AÇÃO CIVIL PÚBLICA. RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. ART. 543-C DO CPC. SENTENÇA
PROFERIDA PELO JUÍZO DA 12ª VARA CÍVEL DA CIRCUNSCRIÇÃO ESPECIAL JUDICIÁRIA DE BRASÍLIA/DF NA AÇÃO CIVIL
COLETIVA N. 1998.01.1.016798-9 (IDEC X BANCO DO BRASIL). EXPURGOS INFLACIONÁRIOS OCORRIDOS EM JANEIRO DE 1989
(PLANO VERÃO). EXECUÇÃO/LIQUIDAÇÃO INDIVIDUAL. FORO COMPETENTE E ALCANCE OBJETIVO E SUBJETIVO DOS
EFEITOS DA SENTENÇA COLETIVA. OBSERVÂNCIA À COISA JULGADA. 1. Para fins do art. 543-C do Código de Processo Civil: a) a
sentença proferida pelo Juízo da 12ª Vara Cível da Circunscrição Especial Judiciária de Brasília/DF, na ação civil coletiva n.
1998.01.1.016798-9, que condenou o Banco do Brasil ao pagamento de diferenças decorrentes de expurgos inflacionários sobre
cadernetas de poupança ocorridos em janeiro de 1989 (Plano Verão), é aplicável, por força da coisa julgada, indistintamente a todos os
detentores de caderneta de poupança do Banco do Brasil, independentemente de sua residência ou domicílio no Distrito Federal,
reconhecendo-se ao beneficiário o direito de ajuizar o cumprimento individual da sentença coletiva no Juízo de seu domicílio ou no
Distrito Federal; b) os poupadores ou seus sucessores detêm legitimidade ativa - também por força da coisa julgada -, independentemente
de fazerem parte ou não dos quadros associativos do Idec, de ajuizarem o cumprimento individual da sentença coletiva proferida na Ação
Civil Pública n. 1998.01.1.016798-9, pelo Juízo da 12ª Vara Cível da Circunscrição Especial Judiciária de Brasília/DF. 2. Recurso especial
não provido. (REsp 1391198/RS, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 13/08/2014, DJe 02/09/2014 -
grifei). 22. Desse modo, mediante cotejo entre a tese firmada pelo STJ e os fundamentos do acórdão objurgado, vê-se que o aresto
recorrido, quanto à matéria de fundo, está em conformidade com a tese vinculante do Superior Tribunal de Justiça, de modo que ao
recurso especial, nesse aspecto, deve ser negado seguimento. 23. Noutro giro, pautado no art. 1.036, §1º do CPC, requereu o recorrente
o sobrestamento do feito com base na decisão proferida no RESP n.º 1.438.263/SP. 24. Todavia, importante destacar que, muito embora
o Ministro Raul Araújo, relator originário do recurso especial, tenha admitido o REsp nº 1.438.263/SP como representativo de controvérsia
repetitiva, “a eg. Segunda Seção, na assentada do dia 27/09/2017, em Questão de Ordem, ao decidir desvincular o julgamento do
presente ao rito de formação de precedentes vinculantes”, determinou que o seu julgamento se dê no âmbito da eg. Quarta Turma,
“considerando que o tema da legitimidade ativa de não associado ‘já foi analisada por esta Corte em casos análogos, submetidos ao
regime dos repetitivos, bastando a sua aplicação ao caso dos autos’ (Ministro VILLAS BÔAS CUEVA, relator da Questão de Ordem”
(Grifei). 25. Dessa forma, tendo em vista que a decisão do Colendo Superior Tribunal de Justiça desafetou o Recurso Especial nº
1.438.263/SP, do rito dos recursos repetitivos e cancelou o tema 948, não se faz necessário o sobrestamento do feito. 26. Já no que se
refere aos artigos 54 e seguintes, 64, § 1º e 286, 487, inciso II, 783, 784 e 803, todos do Código de Processo Civil (relativos a suposta
ofensa ao princípio do Juiz natural dada a distribuição por dependência do feito de origem à 4ª Vara Cível de Maceió, a suposta
incompetência da 4ª Vara Cível de Maceió, uma vez que a parte recorrida seria residente na cidade de São Paulo/SP, a suposta
prescrição da exequibilidade de crédito e relativo à suposta iliquidez da sentença), verifico que os mesmos não foram objeto de debate
por esta Corte de Justiça, não tendo o recorrente sequer, oposto embargos de declaração para fins de prequestionamento, razão pela
qual torna-se impossível a admissão do recuso neste ponto, nos termos da súmula nº. 282 do Supremo Tribunal Federal que tem
aplicação perante o STJ, vejamos: “É inadmissível o recurso extraordinário, quando não ventilada na decisão recorrida, a questão federal
suscitada” 27. Nesse sentido, transcrevo, por oportuno, julgado do Superior Tribunal de Justiça, in verbis: TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL
CIVIL. CONTRIBUIÇÃO INCIDENTE SOBRE A COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS RURAIS. DISPOSITIVOS APONTADOS COMO
VIOLADOS. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. SÚMULA 282 DO STF. ACÓRDÃO FUNDAMENTADO EM MATÉRIA
CONSTITUCIONAL. INVIABILIDADE DE ANÁLISE EM RECURSO ESPECIAL. REPRISTINAÇÃO. DE ATO NORMATIVO REVOGADO
POR LEI DECLARADA INCONSTITUCIONAL. POSSIBILIDADE. 1. A controvérsia tem por objeto a contribuição da pessoa física
empregador sobre a receita oriunda da comercialização de produção rural, com base na redação dada ao art. 25 da Lei 8.212/1991 pela
Lei 10.256/2001. 2. Não se conhece de Recurso Especial quanto à matéria não especificamente enfrentada pelo Tribunal de origem,
tendo em vista a ausência de prequestionamento. Incidência, por analogia, da Súmula 282/STF. 3. A leitura do acórdão recorrido revela
que a questão controvertida trata de tema eminentemente constitucional, qual seja, “que a contribuição incidente sobre a receita bruta
proveniente da comercialização da produção rural de empregador pessoa física não pode ser validamente exigida, em face da declaração
de inconstitucionalidade da modificação do art. 25 da Lei nº 8.212/91 pelas Leis nº 8.540/92, 9.528/97 e 10.256/01” (fl. 274, e-STJ). 4.
Ademais, percebe-se que a Corte regional entendeu que, uma vez declarada a inconstitucionalidade das referidas leis, deve-se aplicar a
redação originária da Lei 8.212/1992, que dispõe ser válida a tributação com base na folha de salários. Tal orientação espelha a
jurisprudência do STJ, no sentido de que a declaração de inconstitucionalidade acarreta a repristinação da norma revogada pela lei
viciada. 5. Anote-se, por fim, que consoante orientação desta Corte fica “prejudicada a análise da divergência jurisprudencial se a tese
sustentada esbarra em óbice sumular quando do exame do recurso especial pela alínea ‘a’ do permissivo constitucional” (EDcl nos EDcl

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no REsp 1.065.691/SP, Rel. Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, DJe de 18.6.2015). 6. Recurso Especial não conhecido (REsp
1681681/PR, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 26/09/2017, DJe 10/10/2017 Grifei) 28. Outrossim, no
tocante à apreciação do art. 85 do CPC, o recorrente asseverou, em síntese, que o arbitramento dos honorários advocatícios estaria em
desconformidade com a legislação pátria. 29. Entretanto, apesar do tema encontrar-se devidamente prequestionado, tenho que tal
alegação não merece prosperar. Explico. 30. É que a Súmula n.° 83 do Superior Tribunal de Justiça estabelece o seguinte: Não se
conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida. (Sem
grifos no original). 31. Não obstante tal súmula trate de divergência jurisprudencial, a Corte Superior de Justiça possui entendimento
pacificado acerca de sua aplicação também para recurso especial fundado em violação à legislação federal, como exemplifica o excerto
de acórdão abaixo reproduzido: [...] 1. O Enunciado nº 83 da Súmula desta c. Corte também se aplica aos recursos interpostos sob o
fundamento do art. 105, III, alínea ‘a’, da Constituição Federal. 2. O entendimento adotado pelo e. Tribunal de origem encontra-se em
consonância com a jurisprudência firmada nesta Corte Superior de Justiça (...) (STJ, 4ª Turma, AgRg no Ag 1283352 / SC, Rel. Julgamento
27/04/10, DJe 18/05/2010). 32. Nessa linha de pensamento, o Tribunal de origem poderá inadmitir, de plano, o recurso especial no qual
o acórdão atacado esteja conforme a jurisprudência do colendo Superior Tribunal de Justiça. 33. No caso sub examine, em que pese as
razões expostas no bojo do recurso especial, estas esbarram na jurisprudência consolidada pelo Superior Tribunal de Justiça, a qual é
no sentido de que somente haverá ofensa ao art. 85 da Legislação Processual Civil e ocorrência de bis in idem, quando existir fixação de
nova verba honorária sobre aquela já estabelecida na fase de execução/cumprimento de sentença, porquanto indevida quando referente
à mesma fase processual, circunstância que não ocorreu in casu, uma vez que o arbitramento ocorreu em etapas distintas, quais sejam,
de conhecimento e liquidação de sentença. 34. A respeito, calha colacionar os julgados do Superior Tribunal de Justiça, in verbis:
PROCESSUAL CIVIL. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. EXECUÇÃO. COBRANÇA DE VERBA SUCUMBENCIAL ARBITRADA EM
FASE DE CONHECIMENTO. FIXAÇÃO. POSSIBILIDADE. 1. Não há óbice legal à fixação de honorários advocatícios em Execução
movida para cobrança de verba sucumbencial arbitrada em sentença. 2. “Eventual bis in idem somente ocorreria se a pretensão se
voltasse na exigência de fixar nova verba honorária sobre honorários estabelecidos na fase de execução/cumprimento de sentença,
porquanto indevida quando referente à mesma fase processual, evitando-se, assim, que o exequente utilize-se de diversas execuções
para promover ganho sucumbencial em cascata”(REsp 1.551.850/RS, Rel. Ministro Humberto Martins, Segunda Turma, DJe 15/10/2015).
3. Recurso Especial provido (REsp 1.639.033/RS, Rel. Min. Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe 06/03/2017). (sem grifos no original)
PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. EXECUÇÃO DE SENTENÇA. EMBARGOS À EXECUÇÃO.
IMPULSO DO CREDOR. HONORÁRIOS SOBRE HONORÁRIOS. FASES DIVERSAS. CABIMENTO. 1. ‘O STF considera devidos
honorários advocatícios pela Fazenda Pública, nas execuções de pequeno valor (RE 420.816/PR, interpretando a MP 2.180/2001 à luz
do art. 100, § 3º da CF/88)’ (REsp 1.097.727/RS, Rel. Ministra Eliana Calmon, Segunda Turma, DJe de 13.5.2009). 2. O acórdão recorrido
está em dissonância com o atual entendimento do Superior Tribunal de Justiça, quanto à possibilidade da fixação de honorários sobre
honorários, sem que isso implique bis in idem, porquanto referente a fase diversa (execução). 3. ‘Eventual bis in idem somente ocorreria
se a pretensão se voltasse na exigência de fixar nova verba honorária sobre honorários estabelecidos na fase de execução/cumprimento
de sentença, porquanto indevida quando referente à mesma fase processual, evitando-se, assim, que o exequente utilize-se de diversas
execuções para promover ganho sucumbencial em cascata’ (REsp 1.551.850/RS, Rel. Ministro Humberto Martins, Segunda Turma, DJe
de 15.10.2015). 4. Agravo Regimental não provido. (AgRg no REsp 1.493.474/RS, Rel. Min. HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA,
DJe de 24/05/2016). (sem grifos no original) 35. Assim, diante da jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, o pleito
recursal, neste ponto, deve ser inadmitido, nos termos da Súmula nº 83, do STJ. 36. A par de tais considerações, nego seguimento ao
recurso especial, na parte relacionada ao art. 485, VI, do CPC, o que faço na forma do art. 1.030, I, “b”, CPC/15, com respaldo nas teses
estabelecidas nos Temas 723 e 724, ambos do STJ. 37. Já sobre os demais pontos, inadmito o recurso especial. 38. Por fim, quanto ao
pleito de aplicação de multa por litigância de má-fé, apresentado pela parte recorrida, tenho por indeferi-lo, pois, a meu ver, o recorrente
busca apenas se utilizar dos meios legais e juridicamente previstos, ante à sua irresignação quanto ao acórdão de origem. Assim, não
observando elementos suficientes à caracterização do intuito manifestamente protelatório deste recurso, indefiro o pedido de multa
referido. 39. Publique-se. Intimem-se, utilizando-se desta decisão como mandado/ofício, caso necessário. 40. Com o trânsito em julgado
desta decisão, tomem-se as providências cabíveis para o retorno dos autos ao Juízo de origem. Maceió/AL, 12 de julho de 2019
Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0804534-93.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Banco do
Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Recorrido : José Palmeira Sobrinho Advogados : Reginaldo Alves de
Andrade (OAB: 8835A/AL) e outro DESPACHO/ MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito discute matérias relativas aos chamados
“expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas instituições financeiras à época da edição e
vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano Verão” e os “Planos Collor I e II”. 2. No caso
dos autos, está-se diante de discussão envolvendo expurgos inflacionários em tese decorrentes do “Plano Verão”, em que consta como
parte executada, na origem, o Banco do Brasil S/A. 3. Inicialmente entendo ser essencial realizar esclarecimentos acerca da tramitação e
dos recentes posicionamentos dos Tribunais Superiores (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal) acerca das referidas
matérias, que vêm influenciando diretamente as decisões deste e de outros Tribunais locais pátrios. 4. Em primeiro lugar, cumpre trazer
à lume que o Supremo Tribunal Federal por meio de decisões monocráticas dos eminentes Ministros Gilmar Mendes em sede do RE
632.212/SP (Plano Collor II) e do RE 631.363/SP (Plano Collor I) e Dias Toffoli em sede do RE 591.797/SP (Plano Collor I) - homologou
acordos firmados entre as instituições financeiras pertinentes e entidades associativas de representação nacional dos beneficiários de
tais “expurgos inflacionários”, ocasião em que foi determinada a suspensão nacional da tramitação de todos os processos relativos aos
Planos Collor I e II, fosse em qual fase ou instância estivessem tramitando, pelo prazo de 02 (dois) anos, a contar do dia 05 de fevereiro
de 2018, para estimular a adesão dos consumidores, individualmente, ao acordo firmado e homologado. 5. No que concerne aos demais
planos econômicos (Plano Bresser e Plano Verão), a mesma espécie de acordo foi homologada, no âmbito do Supremo Tribunal Federal,
pelo Eminente Ministro Ricardo Lewandowski, em sede da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 165/DF. Notadamente,

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foi homologado o acordo entre as partes no dia 15 de fevereiro de 2018. No entanto, o referido Ministro não determinou a suspensão
nacional dos processos envolvendo tais planos econômicos. 6. Já no âmbito do Superior Tribunal de Justiça, ocorreu o acolhimento de
Questões de Ordem no REsp nº 1.610.789/MT e no REsp nº 1.361.869/SP, oportunidade em que a Segunda Seção daquela Corte, por
unanimidade, acolheu proposta do Eminente Ministro Raul Araújo, Relator, para suspender todos os processos, individuais ou coletivos,
seja na fase de conhecimento ou execução, que versassem sobre a cobrança de diferenças de correção monetária em depósitos de
poupança decorrentes de expurgos, pelo prazo de 24 meses a contar de 5.2.2018, aguardando ainda o julgamento dos Recursos
Extraordinários nºs 632.212, 631.363, 626.307 e 591.797, com repercussão geral perante o Colendo Supremo Tribunal Federal. A
referida decisão não especificou os expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, pelo que se entende que o STJ
estendeu a suspensão a todo e qualquer plano (Bresser, Verão e Collor I e II). 7. No entanto, mais recente foi a decisão, publicada no
DJE/STF do dia 11 de abril de 2019, em que o eminente Ministro Gilmar Mendes, nos autos do Recurso Extraordinário nº 632.212/SP,
retratou-se da sua anterior determinação de suspensão nacional dos feitos de expurgos inflacionários decorrentes do “Plano Collor II”.
Assim, quanto ao referido RE, deixou de subsistir razão para suspensão nacional dos processos envolvendo o referido plano econômico.
8. Permanecem surtindo efeitos de suspensão nacional a decisão do mesmo Ministro do STF nos autos do RE nº 631.363/SP (Plano
Collor I), além da decisão do eminente Ministro Dias Toffoli, nos autos do RE nº 591.797/SP (Plano Collor I), nos quais também foi
determinada a suspensão nacional de tramitação dos processos que versem sobre os chamados “expurgos inflacionários”, seja em
que instância ou fase processual estiverem, até o dia 05 de fevereiro de 2020. 9. Por fim, ainda mais recente foi o acolhimento de nova
Questão de Ordem, suscitada pelo Eminente Ministro Paulo de Tarso Sanseverino, na Segunda Seção do STJ, realizada no dia 24
de abril de 2019, em que se restabeleceu a antiga posição daquela Corte, no sentido de autorizar a tramitação regular dos recursos
admissíveis relacionados a expurgos inflacionários em fase de execução de sentença (individual ou coletiva), nos quais a parte se
manifeste expressamente pela não adesão ao acordo dos planos econômicos homologados pelo STF (Planos Bresser, Verão e Collor I
e II). 10. Assim, a conclusão a que se chega é a seguinte: - De acordo com as determinações do STF: A) devem permanecer suspensos
os processos que envolvam expurgos inflacionários, seja em qualquer fase ou instância, derivados do Plano Collor I, até o dia 05 de
fevereiro de 2020; B) Devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados dos Planos Collor II,
Bresser e Verão. - De acordo com as determinações do STJ: A) devem permanecer suspensos até o dia 05 de fevereiro de 2020 os
processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico quando o feito estiver na fase de conhecimento
e/ou quando a parte ainda não tiver manifestado expressamente o desinteresse na adesão ao acordo homologado pela Suprema Corte.
B) devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, desde que
o feito esteja em fase de execução e que a parte expressamente manifeste desinteresse na adesão ao acordo homologado na Suprema
Corte; 11. No caso dos autos, está-se diante de processo que envolve expurgos inflacionários derivados do Plano Verão, em fase de
execução de sentença, em sede recursal. A parte ainda não manifestou interesse ou desinteresse na adesão ao acordo coletivo. 12.
Sendo assim, entendo por bem, considerando o posicionamento da Segunda Seção do STJ, no sentido de só dar andamento aos feitos
que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, desde que o processo esteja em fase de execução e que
a parte tenha demonstrado desinteresse na adesão ao acordo, converter o julgamento acerca da admissibilidade recursal em diligência
e determinar o seguinte: A) Intime-se a parte ora recorrida para que, tomando ciência do conteúdo desta decisão, informe, no prazo de
05 (cinco) dias úteis, se possui interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF na ADPF 165/DF; A.1) Caso declare interesse na
adesão, a parte terá o prazo de mais 30 (trinta) dias úteis para aderir ao referido acordo, informando-o nos presentes autos, com o fim de
que se extinga o feito com resolução de mérito o que deverá ser feito pelo Desembargador relator do acórdão ora recorrido tornando-se
prejudicado o recurso excepcional interposto, com consequente baixa e arquivamento do processo; A.2) Caso declare desinteresse na
adesão, devolvam-se os autos conclusos, para os fins do art. 1.030, incisos I a V, do Código de Processo Civil (decisão de admissibilidade
de recurso excepcional). 13. Publique-se. Intimem-se. 14. Cumpra-se. Maceió/AL, 02 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa
Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0805988-11.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Banco
do Brasil S/A Advogados : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L) e outro Recorridos : Vera Stella Oliveira Amorim e outros
Advogados : Antonio Carlos Ananias do Amaral (OAB: 285871/SP) e outros DESPACHO/ MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1.
O feito discute matérias relativas aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas
pelas instituições financeiras à época da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o
“Plano Verão” e os “Planos Collor I e II”. 2. No caso dos autos, está-se diante de discussão envolvendo expurgos inflacionários em tese
decorrentes do “Plano Verão”, em que consta como parte executada, na origem, o Banco do Brasil S/A. 3. Inicialmente entendo ser
essencial realizar esclarecimentos acerca da tramitação e dos recentes posicionamentos dos Tribunais Superiores (Superior Tribunal de
Justiça e Supremo Tribunal Federal) acerca das referidas matérias, que vêm influenciando diretamente as decisões deste e de outros
Tribunais locais pátrios. 4. Em primeiro lugar, cumpre trazer à lume que o Supremo Tribunal Federal por meio de decisões monocráticas
dos eminentes Ministros Gilmar Mendes em sede do RE 632.212/SP (Plano Collor II) e do RE 631.363/SP (Plano Collor I) e Dias Toffoli
em sede do RE 591.797/SP (Plano Collor I) - homologou acordos firmados entre as instituições financeiras pertinentes e entidades
associativas de representação nacional dos beneficiários de tais “expurgos inflacionários”, ocasião em que foi determinada a suspensão
nacional da tramitação de todos os processos relativos aos Planos Collor I e II, fosse em qual fase ou instância estivessem tramitando,
pelo prazo de 02 (dois) anos, a contar do dia 05 de fevereiro de 2018, para estimular a adesão dos consumidores, individualmente, ao
acordo firmado e homologado. 5. No que concerne aos demais planos econômicos (Plano Bresser e Plano Verão), a mesma espécie de
acordo foi homologada, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, pelo Eminente Ministro Ricardo Lewandowski, em sede da Arguição
de Descumprimento de Preceito Fundamental 165/DF. Notadamente, foi homologado o acordo entre as partes no dia 15 de fevereiro de
2018. No entanto, o referido Ministro não determinou a suspensão nacional dos processos envolvendo tais planos econômicos. 6. Já no
âmbito do Superior Tribunal de Justiça, ocorreu o acolhimento de Questões de Ordem no REsp nº 1.610.789/MT e no REsp nº 1.361.869/
SP, oportunidade em que a Segunda Seção daquela Corte, por unanimidade, acolheu proposta do Eminente Ministro Raul Araújo,

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Relator, para suspender todos os processos, individuais ou coletivos, seja na fase de conhecimento ou execução, que versassem sobre
a cobrança de diferenças de correção monetária em depósitos de poupança decorrentes de expurgos, pelo prazo de 24 meses a contar
de 5.2.2018, aguardando ainda o julgamento dos Recursos Extraordinários nºs 632.212, 631.363, 626.307 e 591.797, com repercussão
geral perante o Colendo Supremo Tribunal Federal. A referida decisão não especificou os expurgos inflacionários derivados de qualquer
plano econômico, pelo que se entende que o STJ estendeu a suspensão a todo e qualquer plano (Bresser, Verão e Collor I e II). 7. No
entanto, mais recente foi a decisão, publicada no DJE/STF do dia 11 de abril de 2019, em que o eminente Ministro Gilmar Mendes, nos
autos do Recurso Extraordinário nº 632.212/SP, retratou-se da sua anterior determinação de suspensão nacional dos feitos de expurgos
inflacionários decorrentes do “Plano Collor II”. Assim, quanto ao referido RE, deixou de subsistir razão para suspensão nacional dos
processos envolvendo o referido plano econômico. 8. Permanecem surtindo efeitos de suspensão nacional a decisão do mesmo Ministro
do STF nos autos do RE nº 631.363/SP (Plano Collor I), além da decisão do eminente Ministro Dias Toffoli, nos autos do RE nº 591.797/SP
(Plano Collor I), nos quais também foi determinada a suspensão nacional de tramitação dos processos que versem sobre os chamados
“expurgos inflacionários”, seja em que instância ou fase processual estiverem, até o dia 05 de fevereiro de 2020. 9. Por fim, ainda mais
recente foi o acolhimento de nova Questão de Ordem, suscitada pelo Eminente Ministro Paulo de Tarso Sanseverino, na Segunda Seção
do STJ, realizada no dia 24 de abril de 2019, em que se restabeleceu a antiga posição daquela Corte, no sentido de autorizar a tramitação
regular dos recursos admissíveis relacionados a expurgos inflacionários em fase de execução de sentença (individual ou coletiva), nos
quais a parte se manifeste expressamente pela não adesão ao acordo dos planos econômicos homologados pelo STF (Planos Bresser,
Verão e Collor I e II). 10. Assim, a conclusão a que se chega é a seguinte: - De acordo com as determinações do STF: A) devem
permanecer suspensos os processos que envolvam expurgos inflacionários, seja em qualquer fase ou instância, derivados do Plano
Collor I, até o dia 05 de fevereiro de 2020; B) Devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados
dos Planos Collor II, Bresser e Verão. - De acordo com as determinações do STJ: A) devem permanecer suspensos até o dia 05 de
fevereiro de 2020 os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico quando o feito estiver na
fase de conhecimento e/ou quando a parte ainda não tiver manifestado expressamente o desinteresse na adesão ao acordo homologado
pela Suprema Corte. B) devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano
econômico, desde que o feito esteja em fase de execução e que a parte expressamente manifeste desinteresse na adesão ao acordo
homologado na Suprema Corte; 11. No caso dos autos, está-se diante de processo que envolve expurgos inflacionários derivados do
Plano Verão, em fase de execução de sentença, em sede recursal. A parte ainda não manifestou interesse ou desinteresse na adesão
ao acordo coletivo. 12. Sendo assim, entendo por bem, considerando o posicionamento da Segunda Seção do STJ, no sentido de só dar
andamento aos feitos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, desde que o processo esteja em
fase de execução e que a parte tenha demonstrado desinteresse na adesão ao acordo, converter o julgamento acerca da admissibilidade
recursal em diligência e determinar o seguinte: A) Intime-se a parte ora recorrida para que, tomando ciência do conteúdo desta decisão,
informe, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, se possui interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF na ADPF 165/DF; A.1) Caso
declare interesse na adesão, a parte terá o prazo de mais 30 (trinta) dias úteis para aderir ao referido acordo, informando-o nos presentes
autos, com o fim de que se extinga o feito com resolução de mérito o que deverá ser feito pelo Desembargador relator do acórdão ora
recorrido tornando-se prejudicado o recurso excepcional interposto, com consequente baixa e arquivamento do processo; A.2) Caso
declare desinteresse na adesão, devolvam-se os autos conclusos, para os fins do art. 1.030, incisos I a V, do Código de Processo Civil
(decisão de admissibilidade de recurso excepcional). 13. Publique-se. Intimem-se. 14. Cumpra-se. Maceió/AL, 02 de julho de 2019
Desembargador Sebastião Costa Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0806161-35.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Banco do
Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL) Recorrida : Maria do Perpetuo Socorro Bastos de Souza Advogados :
Bruno Titara de Andrade (OAB: 10386/AL) e outros DESPACHO/ MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. O feito discute matérias relativas
aos chamados “expurgos inflacionários”, que dizem respeito ao pagamento de diferenças devidas pelas instituições financeiras à época
da edição e vigência de diferentes planos econômicos no país, tais quais o “Plano Bresser”, o “Plano Verão” e os “Planos Collor I e II”.
2. No caso dos autos, está-se diante de discussão envolvendo expurgos inflacionários em tese decorrentes do “Plano Verão”, em que
consta como parte executada, na origem, o Banco do Brasil S/A. 3. Inicialmente entendo ser essencial realizar esclarecimentos acerca da
tramitação e dos recentes posicionamentos dos Tribunais Superiores (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal) acerca
das referidas matérias, que vêm influenciando diretamente as decisões deste e de outros Tribunais locais pátrios. 4. Em primeiro lugar,
cumpre trazer à lume que o Supremo Tribunal Federal por meio de decisões monocráticas dos eminentes Ministros Gilmar Mendes
em sede do RE 632.212/SP (Plano Collor II) e do RE 631.363/SP (Plano Collor I) e Dias Toffoli em sede do RE 591.797/SP (Plano
Collor I) - homologou acordos firmados entre as instituições financeiras pertinentes e entidades associativas de representação nacional
dos beneficiários de tais “expurgos inflacionários”, ocasião em que foi determinada a suspensão nacional da tramitação de todos os
processos relativos aos Planos Collor I e II, fosse em qual fase ou instância estivessem tramitando, pelo prazo de 02 (dois) anos, a contar
do dia 05 de fevereiro de 2018, para estimular a adesão dos consumidores, individualmente, ao acordo firmado e homologado. 5. No
que concerne aos demais planos econômicos (Plano Bresser e Plano Verão), a mesma espécie de acordo foi homologada, no âmbito
do Supremo Tribunal Federal, pelo Eminente Ministro Ricardo Lewandowski, em sede da Arguição de Descumprimento de Preceito
Fundamental 165/DF. Notadamente, foi homologado o acordo entre as partes no dia 15 de fevereiro de 2018. No entanto, o referido
Ministro não determinou a suspensão nacional dos processos envolvendo tais planos econômicos. 6. Já no âmbito do Superior Tribunal
de Justiça, ocorreu o acolhimento de Questões de Ordem no REsp nº 1.610.789/MT e no REsp nº 1.361.869/SP, oportunidade em que
a Segunda Seção daquela Corte, por unanimidade, acolheu proposta do Eminente Ministro Raul Araújo, Relator, para suspender todos
os processos, individuais ou coletivos, seja na fase de conhecimento ou execução, que versassem sobre a cobrança de diferenças de
correção monetária em depósitos de poupança decorrentes de expurgos, pelo prazo de 24 meses a contar de 5.2.2018, aguardando
ainda o julgamento dos Recursos Extraordinários nºs 632.212, 631.363, 626.307 e 591.797, com repercussão geral perante o Colendo
Supremo Tribunal Federal. A referida decisão não especificou os expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, pelo

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que se entende que o STJ estendeu a suspensão a todo e qualquer plano (Bresser, Verão e Collor I e II). 7. No entanto, mais recente foi a
decisão, publicada no DJE/STF do dia 11 de abril de 2019, em que o eminente Ministro Gilmar Mendes, nos autos do Recurso Extraordinário
nº 632.212/SP, retratou-se da sua anterior determinação de suspensão nacional dos feitos de expurgos inflacionários decorrentes do
“Plano Collor II”. Assim, quanto ao referido RE, deixou de subsistir razão para suspensão nacional dos processos envolvendo o referido
plano econômico. 8. Permanecem surtindo efeitos de suspensão nacional a decisão do mesmo Ministro do STF nos autos do RE nº
631.363/SP (Plano Collor I), além da decisão do eminente Ministro Dias Toffoli, nos autos do RE nº 591.797/SP (Plano Collor I), nos quais
também foi determinada a suspensão nacional de tramitação dos processos que versem sobre os chamados “expurgos inflacionários”,
seja em que instância ou fase processual estiverem, até o dia 05 de fevereiro de 2020. 9. Por fim, ainda mais recente foi o acolhimento
de nova Questão de Ordem, suscitada pelo Eminente Ministro Paulo de Tarso Sanseverino, na Segunda Seção do STJ, realizada no dia
24 de abril de 2019, em que se restabeleceu a antiga posição daquela Corte, no sentido de autorizar a tramitação regular dos recursos
admissíveis relacionados a expurgos inflacionários em fase de execução de sentença (individual ou coletiva), nos quais a parte se
manifeste expressamente pela não adesão ao acordo dos planos econômicos homologados pelo STF (Planos Bresser, Verão e Collor I
e II). 10. Assim, a conclusão a que se chega é a seguinte: - De acordo com as determinações do STF: A) devem permanecer suspensos
os processos que envolvam expurgos inflacionários, seja em qualquer fase ou instância, derivados do Plano Collor I, até o dia 05 de
fevereiro de 2020; B) Devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados dos Planos Collor II,
Bresser e Verão. - De acordo com as determinações do STJ: A) devem permanecer suspensos até o dia 05 de fevereiro de 2020 os
processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico quando o feito estiver na fase de conhecimento
e/ou quando a parte ainda não tiver manifestado expressamente o desinteresse na adesão ao acordo homologado pela Suprema Corte.
B) devem tramitar normalmente os processos que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, desde que
o feito esteja em fase de execução e que a parte expressamente manifeste desinteresse na adesão ao acordo homologado na Suprema
Corte; 11. No caso dos autos, está-se diante de processo que envolve expurgos inflacionários derivados do Plano Verão, em fase de
execução de sentença, em sede recursal. A parte ainda não manifestou interesse ou desinteresse na adesão ao acordo coletivo. 12.
Sendo assim, entendo por bem, considerando o posicionamento da Segunda Seção do STJ, no sentido de só dar andamento aos feitos
que envolvam expurgos inflacionários derivados de qualquer plano econômico, desde que o processo esteja em fase de execução e que
a parte tenha demonstrado desinteresse na adesão ao acordo, converter o julgamento acerca da admissibilidade recursal em diligência
e determinar o seguinte: A) Intime-se a parte ora recorrida para que, tomando ciência do conteúdo desta decisão, informe, no prazo de
05 (cinco) dias úteis, se possui interesse na adesão ao acordo homologado pelo STF na ADPF 165/DF; A.1) Caso declare interesse na
adesão, a parte terá o prazo de mais 30 (trinta) dias úteis para aderir ao referido acordo, informando-o nos presentes autos, com o fim de
que se extinga o feito com resolução de mérito o que deverá ser feito pelo Desembargador relator do acórdão ora recorrido tornando-se
prejudicado o recurso excepcional interposto, com consequente baixa e arquivamento do processo; A.2) Caso declare desinteresse na
adesão, devolvam-se os autos conclusos, para os fins do art. 1.030, incisos I a V, do Código de Processo Civil (decisão de admissibilidade
de recurso excepcional). 13. Publique-se. Intimem-se. 14. Cumpra-se. Maceió/AL, 02 de julho de 2019 Desembargador Sebastião Costa
Filho Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0806698-31.2018.8.02.0000 Relator : Des. Sebastião Costa Filho Recorrido : Caixa
Economica Federal Advogados : Dioclécio Cavalcante de Melo Neto (OAB: 6983/AL) e outro Recorrente : Aeroturismo Agência de Viagens
- Epp e outro Advogados : Vicente Normande Vieira (OAB: 5598/AL) e outros ATO ORDINATÓRIO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2019
- GVP De ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador Sebastião Costa Filho, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas,
determino que seja(m) intimada(s) a(s) parte(s) recorrida(s) para que esta(s), querendo, apresente(m) contrarrazões ao(s) recurso(s)
interposto(s), observado o prazo legal, nos termos do art. 1.030, caput, do Código de Processo Civil. Cumpridas as formalidades de
praxe, retornem os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Maceió-AL, 12 de julho de 2019 Ana Leonor Monteiro Balbino Chefe de
Gabinete da Vice-Presidência
Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0806743-35.2018.8.02.0000 Relator: Des. Sebastião Costa Filho Recorrente : Banco do
Brasil S/A Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10142-A/AL) Recorrido : José Francisco da Costa Filho Advogados : Bruno Titara
de Andrade (OAB: 10386/AL) e outros DECISÃO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2019 - GVP 1. Tratam os autos em apreço de recurso
especial, interposto pelo Banco do Brasil S/A, com fulcro no artigo 105, inciso III, alínea “a”, da Constituição Federal, contra acórdão
proferido pela 2ª Câmara Cível desta Corte de Justiça. 2. O recorrente verbera, em suas razões recursais, que o acórdão vergastado teria
violado os artigos 17, 485, inciso VI, 1.035 e 1.036, todos do Código Processual Civil. 3. Na sequência, o recorrido apresentou
contrarrazões, oportunidade em que pugnou pela inadmissão do recurso ou, subsidiariamente, pelo seu improvimento. Pugnou ainda
pela aplicação de multa por litigância de má-fé. 4. Por fim, o recorrido, instado a se manifestar, declarou não possuir interesse na adesão
ao acordo nacional homologado pelo STF na ADPF 165/DF. Em seguida, vieram os autos conclusos para juízo de admissibilidade. É, em
síntese, o relatório. Fundamento e decido. 5. A princípio, importante registrar que os requisitos genéricos, objetivos e subjetivos, de
admissibilidade recursal estão presentes, porquanto comprovada sua tempestividade, cabimento, regularidade formal, legitimidade das
partes, interesse recursal, inexistência de fato impeditivo ou extintivo do poder de recorrer e preparo. 6. Outrossim, consoante é cediço,
a interposição dos recursos excepcionais pressupõe o esgotamento das vias ordinárias. Sendo assim, os recursos extraordinário e
especial implicam na existência de um julgado contra o qual já foram esgotadas as possibilidades de impugnação na instância ordinária,
requisito este que se encontra preenchido no presente caso. 7. Seguindo com as exigências legais, necessário se faz demonstrar uma
das hipóteses constitucionais de cabimento autorizadoras de seu manejo. No caso, alegou o recorrente que o presente recurso merece
ser acolhido porque preenche os requisitos previstos no art. 105, inciso III, alínea “a”, da Constituição Federal de 1988. 8. Pois bem. Ab
initio, o recorrente sustentou, que o decisum guerreado teria violado o art. 485, inciso VI, do CPC, em razão da ilegitimidade ativa da
recorrida para figurar no polo ativo da demanda, uma vez que não comprovou o seu vínculo com o Instituto Brasileiro de Defesa do
Consumidor IDEC. 9. Entretanto, penso que tal alegação não merece prosperar, uma vez que o Superior Tribunal de Justiça já possui
entendimento firmado sob o regime dos recursos repetitivos, como se observa do Tema 724 do STJ, emergido do julgamento do REsp nº

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1.391.198/RS, cuja ementa é a seguinte: AÇÃO CIVIL PÚBLICA. RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. ART.
543-C DO CPC. SENTENÇA PROFERIDA PELO JUÍZO DA 12ª VARA CÍVEL DA CIRCUNSCRIÇÃO ESPECIAL JUDICIÁRIA DE
BRASÍLIA/DF NA AÇÃO CIVIL COLETIVA N. 1998.01.1.016798-9 (IDEC X BANCO DO BRASIL). EXPURGOS INFLACIONÁRIOS
OCORRIDOS EM JANEIRO DE 1989 (PLANO VERÃO). EXECUÇÃO/LIQUIDAÇÃO INDIVIDUAL. FORO COMPETENTE E ALCANCE
OBJETIVO E SUBJETIVO DOS EFEITOS DA SENTENÇA COLETIVA. OBSERVÂNCIA À COISA JULGADA. 1. Para fins do art. 543-C
do Código de Processo Civil: a) a sentença proferida pelo Juízo da 12ª Vara Cível da Circunscrição Especial Judiciária de Brasília/DF, na
ação civil coletiva n. 1998.01.1.016798-9, que condenou o Banco do Brasil ao pagamento de diferenças decorrentes de expurgos
inflacionários sobre cadernetas de poupança ocorridos em janeiro de 1989 (Plano Verão), é aplicável, por força da coisa julgada,
indistintamente a todos os detentores de caderneta de poupança do Banco do Brasil, independentemente de sua residência ou domicílio
no Distrito Federal, reconhecendo-se ao beneficiário o direito de ajuizar o cumprimento individual da sentença coletiva no Juízo de seu
domicílio ou no Distrito Federal; b) os poupadores ou seus sucessores detêm legitimidade ativa - também por força da coisa julgada -,
independentemente de fazerem parte ou não dos quadros associativos do Idec, de ajuizarem o cumprimento individual da sentença
coletiva proferida na Ação Civil Pública n. 1998.01.1.016798-9, pelo Juízo da 12ª Vara Cível da Circunscrição Especial Judiciária de
Brasília/DF. 2. Recurso especial não provido.(REsp 1391198/RS, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em
13/08/2014, DJe 02/09/2014 - grifei). 10. Desse modo, mediante cotejo entre a tese firmada pelo STJ e os fundamentos do acórdão
objurgado, vê-se que o aresto recorrido, quanto à matéria de fundo, está em conformidade com a tese vinculante do Superior Tribunal de
Justiça, de modo que ao recurso especial, nesse aspecto, deve ser negado seguimento. 11. Já no que se refere aos artigos 17, 240 e
1.035, todos do Código Processual Civil, verifico que os respectivos temas não foram objeto de debate por esta Corte de Justiça, razão
pela qual torna-se impossível a admissão do recurso quanto a estes pontos, nos termos da súmula nº 282 do Supremo Tribunal Federal
que tem aplicação perante o STJ, vejamos: É inadmissível o recurso extraordinário, quando não ventilada na decisão recorrida, a questão
federal suscitada (Grifei) 12. Nesse sentido, transcrevo, por oportuno, julgado do Superior Tribunal de Justiça, in verbis: TRIBUTÁRIO E
PROCESSUAL CIVIL. CONTRIBUIÇÃO INCIDENTE SOBRE A COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS RURAIS. DISPOSITIVOS
APONTADOS COMO VIOLADOS. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. SÚMULA 282 DO STF. ACÓRDÃO FUNDAMENTADO EM
MATÉRIA CONSTITUCIONAL. INVIABILIDADE DE ANÁLISE EM RECURSO ESPECIAL. REPRISTINAÇÃO. DE ATO NORMATIVO
REVOGADO POR LEI DECLARADA INCONSTITUCIONAL. POSSIBILIDADE. A controvérsia tem por objeto a contribuição da pessoa
física empregador sobre a receita oriunda da comercialização de produção rural, com base na redação dada ao art. 25 da Lei 8.212/1991
pela Lei 10.256/2001. 2. Não se conhece de Recurso Especial quanto à matéria não especificamente enfrentada pelo Tribunal de origem,
tendo em vista a ausência de prequestionamento. Incidência, por analogia, da Súmula 282/STF. 3. A leitura do acórdão recorrido revela
que a questão controvertida trata de tema eminentemente constitucional, qual seja, “que a contribuição incidente sobre a receita bruta
proveniente da comercialização da produção rural de empregador pessoa física não pode ser validamente exigida, em face da declaração
de inconstitucionalidade da modificação do art. 25 da Lei nº 8.212/91 pelas Leis nº 8.540/92, 9.528/97 e 10.256/01” (fl. 274, e-STJ). 4.
Ademais, percebe-se que a Corte regional entendeu que, uma vez declarada a inconstitucionalidade das referidas leis, deve-se aplicar a
redação originária da Lei 8.212/1992, que dispõe ser válida a tributação com base na folha de salários. Tal orientação espelha a
jurisprudência do STJ, no sentido de que a declaração de inconstitucionalidade acarreta a repristinação da norma revogada pela lei
viciada. 5. Anote-se, por fim, que consoante orientação desta Corte fica “prejudicada a análise da divergência jurisprudencial se a tese
sustentada esbarra em óbice sumular quando do exame do recurso especial pela alínea ‘a’ do permissivo constitucional”(EDcl nos EDcl
no REsp 1.065.691/SP, Rel. Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, DJe de 18.6.2015). 6. Recurso Especial não conhecido (REsp
1681681/PR, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 26/09/2017, DJe 10/10/2017 Grifei). 13. A par de tais
considerações, nego seguimento ao recurso especial, na parte relacionada ao art. 485, VI, do CPC, o que faço na forma do art. 1.030, I,
“b”, CPC/15, com respaldo na tese estabelecida no Tema 724 do STJ. 14. Já sobre os demais pontos, inadmito o recurso especial. 15.
Por fim, quanto ao pleito de aplicação de multa por litigância de má-fé, apresentado pela parte recorrida, tenho por indeferi-lo, pois, a meu
ver, o recorrente busca apenas se utilizar dos meios legais e juridicamente previstos, ante à sua irresignação quanto ao acórdão de
origem. Assim, não observando elementos suficientes à caracterização do intuito manifestamente protelatório deste recurso, indefiro o
pedido de multa referido. 16. Publique-se. Intimem-se. 17. Com o trânsito em julgado desta decisão, tomem-se as providências cabíveis
para o retorno dos autos ao Juízo de origem. 18. Cumpra-se. Maceió/AL, 12 de julho de 2019. Desembargador Sebastião Costa Filho
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas
Maceió, 12 de julho de 2019

Diretoria de Precatório e RPV - Presidência

Tribunal de Justiça
Gabinete Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo

PUBLICAÇÃO DE DESPACHO E DECISÃO MONOCRÁTICA

Precatório Nº 0500270-29.2019.8.02.9003
Credora: Maria José Martins Santos
Advogado: Marcos Antonio da Silva Freire (OAB: 6841/SE)
Devedor: Município de São Sebastião
Procurador: Ricardo Jorge Pacheco Melo (OAB: 13535/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credora Maria José Martins Santos e, como devedor, o Município de São
Sebastião. O requisitório restou aprovado na análise jurídica da Diretoria de Precatórios (fls. 3/4), contudo, a análise contábil o reprovou

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Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 25

ante os seguintes aspectos: (fl.5). Validando-se da mesma análise realizada na RPP n. 2019/189, pode-se afirmar que os cálculos de fls.
193/200 apresentam anatocismo, visto que aplica juros e correção sobre o valor final anterior e não sobre o valor do débito. Percebe-se,
ainda, que não há planilha explicativa da atualização de do valor originário para aquele valor principal dos cálculos de fls. 193/200,
atentando-se, de igual forma, acerca da impossibilidade de aplicação de juros sobre o valor atualizado, que já possuía juros, junto à
atualização de juros anteriores, como fica claro no cálculo apresentado. Verifica-se que sentença de fls. 274/276 arbitrou o valor da
indenização em R$ 78.000,00 (setenta e oito mil reais), que seria, no caso, o valor originário. A planilha apresentada discrimina, de fato,
principal e juros, mas o faz de maneira equivocada, conforme abaixo descrito: 1. Principal Corrigido: R$ 113.262,39 2. Juros erroneamente
aplicados ao principal corrigido: R$ 13.034,12 3. Juros Separados: R$ 89.007,79 4. Total Geral: R$ 215.304,30 Não obstante, através do
despacho de página 6, visando garantir a celeridade na concretização do direito já reconhecido em sentença transitada em julgado,
entendeu-se que os eventuais vícios constantes no requisitório podem ser corrigidos durante a tramitação do precatório, sem a
necessidade de devolução da requisição de pagamento para a unidade judiciária de origem. Nesse ínterim, urge consignar ser possível
a correção de erro material evidenciado nos autos, não se sujeitando este aos institutos da preclusão e da coisa julgada, por constituir
matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo julgador, conforme jurisprudência firmada no STJ. Com mais razão ainda, não há
que se falar em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento executivo, posicionando-se a Corte Superior no
sentido de que, constado o erro, é possível a sua correção pelo Poder Judiciário. A propósito: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. JUROS MORATÓRIOS EM CONDENAÇÃO CONTRA A FAZENDA
PÚBLICA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. COGNOSCÍVEL DE OFÍCIO. NÃO SUBMISSÃO AOS INSTITUTOS DA PRECLUSÃO E DA
COISA JULGADA. PARÂMETROS DEFINIDOS PELA LEGISLAÇÃO VIGENTE. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT ACTUM. APLICAÇÃO
IMEDIATA AOS PROCESSOS EM CURSO DA LEI 11.960/90, EM RAZÃO DE SUA NATUREZA PROCESSUAL. AGRAVO REGIMENTAL
DESPROVIDO. 1. Se é certo que erro material não transita em julgado, com mais razão ainda não haverá falar em definitividade de
cálculos apresentados no correr do procedimento executivo. 2. Agravo Regimental desprovido. (AgRg no REsp 1427357/PR, Rel.
Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 16/06/2014, DJe 04/08/2014). AGRAVO REGIMENTAL NO
AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. SEGURO. EXECUÇÃO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL NOS CÁLCULOS HOMOLOGADOS
PELO JUÍZO. COISA JULGADA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. SÚMULA STJ/83. IMPROVIMENTO. 1.- A regra prescrita no art.
463, I, do CPC é clara em permitir a correção de inexatidões materiais ou retificação de erros de cálculo a qualquer tempo, sem implicar
ofensa à coisa julgada ou à preclusão. Precedentes. Aplicação da Súmula STJ/83. 2.- Agravo Regimental improvido. (AgRg no AREsp
402.188/RS, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/10/2013, DJe 14/11/2013) AGRAVO REGIMENTAL NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL. CÁLCULO DE JUROS
MORATÓRIOS E ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO ESPECIAL FUNDADO NA SUPOSTA
VIOLAÇÃO DOS ARTS. 475-J, § 1º, E 475-L, § 1º, DO CPC. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DO RECURSO. SÚMULA Nº 284/
STF. 1. Os dispositivos legais apontados como violados não apresentam conteúdo normativo suficiente para fundamentar a tese
desenvolvida no recurso especial, o que atrai, por analogia, a incidência da Súmula nº 284/STF. 2. Consoante a jurisprudência desta
Corte Superior, a correção de erro material não se sujeita aos institutos da preclusão e da coisa julgada por constituir matéria de ordem
pública cognoscível de ofício pelo julgador. 3. Agravo regimental não provido. (AgRg no Ag 1134104/SP, Rel. Ministro RICARDO VILLAS
BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA, julgado em 11/02/2014, DJe 27/02/2014) PROCESSUAL CIVIL. FGTS. EMBARGOS DE
DECLARAÇÃO. ART. 535, DO CPC. OMISSÃO. EXISTÊNCIA. ERRO MATERIAL. REVISÃO DOS CÁLCULOS EM LIQUIDAÇÃO DE
SENTENÇA. PRINCÍPIO DO CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. VIOLAÇÃO. INEXISTÊNCIA 1. A homologação dos cálculos não os
torna imunes de impugnação quando verificado erro material, pois é cediço nesta Corte que “o erro material não transita em julgado,
podendo ser corrigido a qualquer tempo pelo juiz ou Tribunal de onde se originou a decisão” (REsp 545292, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ
de 24/11/2003). 2. Carece de necessidade a intimação da parte contrária para se manifestar acerca dos valores dos cálculos apurados e
retificados pela perícia contábil da contadoria do juízo, que fixou o real montante devido, corrigindo erro material. 3. Embargos de
Declaração conhecidos, porém desprovidos. (EDcl no REsp 694.374/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em
14/03/2006, DJ 27/03/2006, p. 178) No caso dos autos, tendo verificado o juízo da execução que a decisão anterior havia ampliado o
título executivo, conferindo benefício nele não previsto é possível a correção do erro de ofício, por tratar-se de matéria de ordem pública,
não se sujeitando à preclusão e a coisa julgada. Analisando detidamente os autos, observo que não houve debate e pronunciamento
específico sobre os aspectos destacados pelo Setor Contábil da Diretoria de Precatórios para a definição do valor requisitado para
inscrição em precatório, não existindo, portanto, formação de coisa julgada sobre a matéria, conforme precedentes acima citados. Neste
contexto, determino que as partes sejam intimadas para, no prazo de 05 (cinco) dias, informarem se concordam com as observações
efetuadas pelo Setor de Cálculo da Diretoria de Precatórios. Havendo a concordância, o precatório será processado regularmente, de
acordo com os parâmetros informados pelo Setor Contábil desta Corte. De outro giro, caso seja oposta impugnação ao aludido,
considerando que o juízo da execução homologou os cálculos apresentados, mas não houve debate e pronunciamento específico sobre
os índices apontados pelo setor contábil desta Corte, para definição do valor requisitado para inscrição em precatório, bem como que a
atividade desenvolvida pela Presidência do Tribunal na expedição e pagamento de precatórios tem natureza administrativa, deve a
matéria ser devolvida ao órgão judiciário competente para dirimir a dúvida acerca do quantum devido, motivo pelo qual determino seja
oficiado ao Juízo da Execução, encaminhando cópia da presente decisão, dos índices destacados pela Contadoria da Diretoria de
Precatórios e da eventual impugnação, a fim de que haja pronunciamento acerca dos parâmetros utilizados para elaboração dos cálculos
e se o pagamento deve ser feito de acordo com o valor originariamente requisitado ou de acordo com os critérios apontados pelo setor
contábil desta Corte. Ressalto que, não havendo pronunciamento judicial sobre o questionamento ora suscitado até a disponibilidade de
recursos financeiros para pagamento do precatório, mais uma vez visando garantir a celeridade e o resguardar o patrimônio público,
será determinada a expedição de alvará para levantamento apenas da parte incontroversa, segundo cálculos apresentados pela Diretoria
de Precatórios, mantendo o restando do valor caucionado até a definição jurídica da situação para possibilitar o regular prosseguimento
do pagamento dos credores constantes na ordem cronológica prevista na Constituição Federal. Assim, diante do preenchimento dos
requisitos da Portaria de n° 1655, de 01 de setembro de 2011 e da Resolução n.º 01, de 29 de janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça,
e com base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de NATUREZA ALIMENTAR, nos
moldes e valores em que foram requisitados, com o objetivo de garantir celeridade no cumprimento de sentenças judiciais já transitadas
em julgados, devendo ser oficiado o representante legal do Município de São Sebastião, informando-o acerca da presente decisão,
procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento, observando-se ao que preceitua o
art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento conforme inscrição
na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, superados os impasses e chegando-se a vez de pagamento do presente precatório
e constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvará em favor de Maria José
Martins Santos (CPF n.º 802.543.224-68), devendo haver, quando do pagamento, a correção do valor devido procedendo-se aos
descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após o pagamento, determino o
arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente devedor sobre a efetivação do pagamento
e arquivamento destes autos. Intimem-se as partes e oficie-se ao Juízo de Origem como acima determinado.

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Maceió/AL, 11 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência

Precatório Nº 0500271-14.2019.8.02.9003
Credor: Roberto Lúcio Barbosa (Espólio)
Advogado: Roberto Lúcio Barbosa (OAB: 6484/AL)
Devedor: Município de São Sebastião
Procurador: Ricardo Jorge Pacheco Melo (OAB: 13535/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credor Roberto Lúcio Barbosa Espólio e, como devedor, o Município de São
Sebastião. O requisitório restou aprovado na análise jurídica da Diretoria de Precatórios (fls. 3/4), contudo, a análise contábil o reprovou
ante os seguintes aspectos: (fl.5). Validando-se da mesma análise realizada na RPP n. 2019/189 e RPP n. 2019/190, pode-se afirmar
que os cálculos de fls. 193/200 apresentam anatocismo, visto que aplica juros e correção sobre o valor final anterior e não sobre o valor
do débito. Percebe-se, ainda, que não há planilha explicativa da atualização de do valor originário para aquele valor principal dos
cálculos de fls. 193/200, atentando-se, de igual forma, acerca da impossibilidade de aplicação de juros sobre o valor atualizado, que já
possuía juros, junto à atualização de juros anteriores, como fica claro no cálculo apresentado. Verifica-se que sentença de fls. 274/276
arbitrou o valor da indenização em R$ 78.000,00 (setenta e oito mil reais), que seria, no caso, o valor originário. A planilha apresentada
discrimina, de fato, principal e juros, mas o faz de maneira equivocada, conforme abaixo descrito: 1. Principal Corrigido: R$ 113.262,39
2. Juros erroneamente aplicados ao principal corrigido: R$ 13.034,12 3. Juros Separados: R$ 89.007,79 4. Total Geral: R$ 215.304,30
Não obstante, através do despacho de página 6, visando garantir a celeridade na concretização do direito já reconhecido em sentença
transitada em julgado, entendeu-se que os eventuais vícios constantes no requisitório podem ser corrigidos durante a tramitação do
precatório, sem a necessidade de devolução da requisição de pagamento para a unidade judiciária de origem. Nesse ínterim, urge
consignar ser possível a correção de erro material evidenciado nos autos, não se sujeitando este aos institutos da preclusão e da coisa
julgada, por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo julgador, conforme jurisprudência firmada no STJ. Com mais
razão ainda, não há que se falar em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento executivo, posicionando-se a
Corte Superior no sentido de que, constado o erro, é possível a sua correção pelo Poder Judiciário. A propósito: ADMINISTRATIVO E
PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. JUROS MORATÓRIOS EM CONDENAÇÃO CONTRA A
FAZENDA PÚBLICA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. COGNOSCÍVEL DE OFÍCIO. NÃO SUBMISSÃO AOS INSTITUTOS DA
PRECLUSÃO E DA COISA JULGADA. PARÂMETROS DEFINIDOS PELA LEGISLAÇÃO VIGENTE. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT
ACTUM. APLICAÇÃO IMEDIATA AOS PROCESSOS EM CURSO DA LEI 11.960/90, EM RAZÃO DE SUA NATUREZA PROCESSUAL.
AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. 1. Se é certo que erro material não transita em julgado, com mais razão ainda não haverá falar
em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento executivo. 2. Agravo Regimental desprovido. (AgRg no REsp
1427357/PR, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 16/06/2014, DJe 04/08/2014). AGRAVO
REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. SEGURO. EXECUÇÃO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL NOS CÁLCULOS
HOMOLOGADOS PELO JUÍZO. COISA JULGADA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. SÚMULA STJ/83. IMPROVIMENTO. 1.- A
regra prescrita no art. 463, I, do CPC é clara em permitir a correção de inexatidões materiais ou retificação de erros de cálculo a qualquer
tempo, sem implicar ofensa à coisa julgada ou à preclusão. Precedentes. Aplicação da Súmula STJ/83. 2.- Agravo Regimental improvido.
(AgRg no AREsp 402.188/RS, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/10/2013, DJe 14/11/2013) AGRAVO
REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL.
CÁLCULO DE JUROS MORATÓRIOS E ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO ESPECIAL
FUNDADO NA SUPOSTA VIOLAÇÃO DOS ARTS. 475-J, § 1º, E 475-L, § 1º, DO CPC. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DO
RECURSO. SÚMULA Nº 284/STF. 1. Os dispositivos legais apontados como violados não apresentam conteúdo normativo suficiente
para fundamentar a tese desenvolvida no recurso especial, o que atrai, por analogia, a incidência da Súmula nº 284/STF. 2. Consoante
a jurisprudência desta Corte Superior, a correção de erro material não se sujeita aos institutos da preclusão e da coisa julgada por
constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo julgador. 3. Agravo regimental não provido. (AgRg no Ag 1134104/SP, Rel.
Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA, julgado em 11/02/2014, DJe 27/02/2014) PROCESSUAL CIVIL. FGTS.
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ART. 535, DO CPC. OMISSÃO. EXISTÊNCIA. ERRO MATERIAL. REVISÃO DOS CÁLCULOS EM
LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. PRINCÍPIO DO CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. VIOLAÇÃO. INEXISTÊNCIA 1. A homologação
dos cálculos não os torna imunes de impugnação quando verificado erro material, pois é cediço nesta Corte que “o erro material não
transita em julgado, podendo ser corrigido a qualquer tempo pelo juiz ou Tribunal de onde se originou a decisão” (REsp 545292, Rel.
Min. Eliana Calmon, DJ de 24/11/2003). 2. Carece de necessidade a intimação da parte contrária para se manifestar acerca dos valores
dos cálculos apurados e retificados pela perícia contábil da contadoria do juízo, que fixou o real montante devido, corrigindo erro material.
3. Embargos de Declaração conhecidos, porém desprovidos. (EDcl no REsp 694.374/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA,
julgado em 14/03/2006, DJ 27/03/2006, p. 178) No caso dos autos, tendo verificado o juízo da execução que a decisão anterior havia
ampliado o título executivo, conferindo benefício nele não previsto é possível a correção do erro de ofício, por tratar-se de matéria de
ordem pública, não se sujeitando à preclusão e a coisa julgada. Analisando detidamente os autos, observo que não houve debate e
pronunciamento específico sobre os aspectos destacados pelo Setor Contábil da Diretoria de Precatórios para a definição do valor
requisitado para inscrição em precatório, não existindo, portanto, formação de coisa julgada sobre a matéria, conforme precedentes
acima citados. Neste contexto, determino que as partes sejam intimadas para, no prazo de 05 (cinco) dias, informarem se concordam
com as observações efetuadas pelo Setor de Cálculo da Diretoria de Precatórios. Havendo a concordância, o precatório será processado
regularmente, de acordo com os parâmetros informados pelo Setor Contábil desta Corte. De outro giro, caso seja oposta impugnação ao
aludido, considerando que o juízo da execução homologou os cálculos apresentados, mas não houve debate e pronunciamento
específico sobre os índices apontados pelo setor contábil desta Corte, para definição do valor requisitado para inscrição em precatório,
bem como que a atividade desenvolvida pela Presidência do Tribunal na expedição e pagamento de precatórios tem natureza
administrativa, deve a matéria ser devolvida ao órgão judiciário competente para dirimir a dúvida acerca do quantum devido, motivo pelo
qual determino seja oficiado ao Juízo da Execução, encaminhando cópia da presente decisão, dos índices destacados pela Contadoria
da Diretoria de Precatórios e da eventual impugnação, a fim de que haja pronunciamento acerca dos parâmetros utilizados para
elaboração dos cálculos e se o pagamento deve ser feito de acordo com o valor originariamente requisitado ou de acordo com os
critérios apontados pelo setor contábil desta Corte. Ressalto que, não havendo pronunciamento judicial sobre o questionamento ora
suscitado até a disponibilidade de recursos financeiros para pagamento do precatório, mais uma vez visando garantir a celeridade e o
resguardar o patrimônio público, será determinada a expedição de alvará para levantamento apenas da parte incontroversa, segundo

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 27

cálculos apresentados pela Diretoria de Precatórios, mantendo o restando do valor caucionado até a definição jurídica da situação para
possibilitar o regular prosseguimento do pagamento dos credores constantes na ordem cronológica prevista na Constituição Federal. Na
espécie em tela, observa-se, ainda, que o credor originário Roberto Lúcio Barboza faleceu (conforme documentos de páginas 38/41),
contudo, não se infere nos presentes autos qualquer inventário, seja positivo ou negativo. Assim, diante do preenchimento dos requisitos
da Portaria de n° 1655, de 01 de setembro de 2011 e da Resolução n.º 01, de 29 de janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça, e com
base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de NATUREZA ALIMENTAR, nos moldes e
valores em que foram requisitados, com o objetivo de garantir celeridade no cumprimento de sentenças judiciais já transitadas em
julgados, devendo ser oficiado o representante legal do Município de São Sebastião, informando-o acerca da presente decisão,
procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento, observando-se ao que preceitua o
art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento conforme inscrição
na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, superados os impasses e chegando-se a vez de pagamento do presente precatório
e constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor dos herdeiros
de Roberto Lúcio Barboza (CPF n.º 230.483.957-68) - condicionados à apresentação do respectivo Inventário - devendo haver, quando
dos pagamentos, a correção dos valores devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os
respectivos comprovantes aos autos. Após os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-
se a Vara de origem e ao ente devedor sobre a efetivação dos pagamentos e arquivamento destes autos. Intimem-se as partes e oficie-
se ao Juízo de Origem como acima determinado.

Maceió/AL, 11 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência

Precatório Nº 0500272-96.2019.8.02.9003
Credor: Maria do Carmo dos Santos
Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)
Devedor: Município de São Sebastião
Procurador: Ricardo Jorge Pacheco Melo (OAB: 13535/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credora Maria do Carmo dos Santos e, como devedor, o Município de São
Sebastião. O requisitório restou aprovado na análise jurídica da Diretoria de Precatórios (fls. 3/4), contudo, a análise contábil o reprovou
ao argumento de que o cálculo incorre em anatocismo. Destaca, ainda, que no primeiro cálculo há a utilização do INPC para correção
monetária, cumulado com a taxa de juros de 1% (um por cento) a.m. e SELIC. Não obstante, através do despacho de página 6, visando
garantir a celeridade na concretização do direito já reconhecido em sentença transitada em julgado, entendeu-se que os eventuais vícios
constantes no requisitório podem ser corrigidos durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução da requisição de
pagamento para a unidade judiciária de origem. Nesse ínterim, urge consignar ser possível a correção de erro material evidenciado nos
autos, não se sujeitando este aos institutos da preclusão e da coisa julgada, por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício
pelo julgador, conforme jurisprudência firmada no STJ. Com mais razão ainda, não há que se falar em definitividade de cálculos
apresentados no correr do procedimento executivo, posicionando-se a Corte Superior no sentido de que, constado o erro, é possível a
sua correção pelo Poder Judiciário. A propósito: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO
ESPECIAL. JUROS MORATÓRIOS EM CONDENAÇÃO CONTRA A FAZENDA PÚBLICA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA.
COGNOSCÍVEL DE OFÍCIO. NÃO SUBMISSÃO AOS INSTITUTOS DA PRECLUSÃO E DA COISA JULGADA. PARÂMETROS
DEFINIDOS PELA LEGISLAÇÃO VIGENTE. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT ACTUM. APLICAÇÃO IMEDIATA AOS PROCESSOS EM
CURSO DA LEI 11.960/90, EM RAZÃO DE SUA NATUREZA PROCESSUAL. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. 1. Se é certo que
erro material não transita em julgado, com mais razão ainda não haverá falar em definitividade de cálculos apresentados no correr do
procedimento executivo. 2. Agravo Regimental desprovido. (AgRg no REsp 1427357/PR, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO,
PRIMEIRA TURMA, julgado em 16/06/2014, DJe 04/08/2014). AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.
SEGURO. EXECUÇÃO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL NOS CÁLCULOS HOMOLOGADOS PELO JUÍZO. COISA JULGADA.
PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. SÚMULA STJ/83. IMPROVIMENTO. 1.- A regra prescrita no art. 463, I, do CPC é clara em permitir
a correção de inexatidões materiais ou retificação de erros de cálculo a qualquer tempo, sem implicar ofensa à coisa julgada ou à
preclusão. Precedentes. Aplicação da Súmula STJ/83. 2.- Agravo Regimental improvido. (AgRg no AREsp 402.188/RS, Rel. Ministro
SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/10/2013, DJe 14/11/2013) AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE
INSTRUMENTO. PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL. CÁLCULO DE JUROS MORATÓRIOS E
ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO ESPECIAL FUNDADO NA SUPOSTA VIOLAÇÃO DOS
ARTS. 475-J, § 1º, E 475-L, § 1º, DO CPC. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DO RECURSO. SÚMULA Nº 284/STF. 1. Os
dispositivos legais apontados como violados não apresentam conteúdo normativo suficiente para fundamentar a tese desenvolvida no
recurso especial, o que atrai, por analogia, a incidência da Súmula nº 284/STF. 2. Consoante a jurisprudência desta Corte Superior, a
correção de erro material não se sujeita aos institutos da preclusão e da coisa julgada por constituir matéria de ordem pública cognoscível
de ofício pelo julgador. 3. Agravo regimental não provido. (AgRg no Ag 1134104/SP, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA,
TERCEIRA TURMA, julgado em 11/02/2014, DJe 27/02/2014) PROCESSUAL CIVIL. FGTS. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ART. 535,
DO CPC. OMISSÃO. EXISTÊNCIA. ERRO MATERIAL. REVISÃO DOS CÁLCULOS EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. PRINCÍPIO DO
CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. VIOLAÇÃO. INEXISTÊNCIA 1. A homologação dos cálculos não os torna imunes de impugnação
quando verificado erro material, pois é cediço nesta Corte que “o erro material não transita em julgado, podendo ser corrigido a qualquer
tempo pelo juiz ou Tribunal de onde se originou a decisão” (REsp 545292, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ de 24/11/2003). 2. Carece de
necessidade a intimação da parte contrária para se manifestar acerca dos valores dos cálculos apurados e retificados pela perícia
contábil da contadoria do juízo, que fixou o real montante devido, corrigindo erro material. 3. Embargos de Declaração conhecidos,
porém desprovidos. (EDcl no REsp 694.374/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 14/03/2006, DJ 27/03/2006, p.
178) No caso dos autos, tendo verificado o juízo da execução que a decisão anterior havia ampliado o título executivo, conferindo
benefício nele não previsto é possível a correção do erro de ofício, por tratar-se de matéria de ordem pública, não se sujeitando à
preclusão e a coisa julgada. Analisando detidamente os autos, observo que não houve debate e pronunciamento específico sobre os
aspectos destacados pelo Setor Contábil da Diretoria de Precatórios para a definição do valor requisitado para inscrição em precatório,
não existindo, portanto, formação de coisa julgada sobre a matéria, conforme precedentes acima citados. Neste contexto, determino que
as partes sejam intimadas para, no prazo de 05 (cinco) dias, informarem se concordam com as observações efetuadas pelo Setor de
Cálculo da Diretoria de Precatórios. Havendo a concordância, o precatório será processado regularmente, de acordo com os parâmetros

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 28

informados pelo Setor Contábil desta Corte. De outro giro, caso seja oposta impugnação ao aludido, considerando que o juízo da
execução homologou os cálculos apresentados, mas não houve debate e pronunciamento específico sobre os índices apontados pelo
setor contábil desta Corte, para definição do valor requisitado para inscrição em precatório, bem como que a atividade desenvolvida pela
Presidência do Tribunal na expedição e pagamento de precatórios tem natureza administrativa, deve a matéria ser devolvida ao órgão
judiciário competente para dirimir a dúvida acerca do quantum devido, motivo pelo qual determino seja oficiado ao Juízo da Execução,
encaminhando cópia da presente decisão, dos índices destacados pela Contadoria da Diretoria de Precatórios e da eventual impugnação,
a fim de que haja pronunciamento acerca dos parâmetros utilizados para elaboração dos cálculos e se o pagamento deve ser feito de
acordo com o valor originariamente requisitado ou de acordo com os critérios apontados pelo setor contábil desta Corte. Ressalto que,
não havendo pronunciamento judicial sobre o questionamento ora suscitado até a disponibilidade de recursos financeiros para pagamento
do precatório, mais uma vez visando garantir a celeridade e o resguardar o patrimônio público, será determinada a expedição de alvará
para levantamento apenas da parte incontroversa, segundo cálculos apresentados pela Diretoria de Precatórios, mantendo o restando
do valor caucionado até a definição jurídica da situação para possibilitar o regular prosseguimento do pagamento dos credores constantes
na ordem cronológica prevista na Constituição Federal. Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Portaria de n° 1655, de 01 de
setembro de 2011 e da Resolução n.º 01, de 29 de janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do
procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de NATUREZA ALIMENTAR, nos moldes e valores em que foram
requisitados, com o objetivo de garantir celeridade no cumprimento de sentenças judiciais já transitadas em julgados, devendo ser
oficiado o representante legal do Município de São Sebastião, informando-o acerca da presente decisão, procedendo-se à inclusão do
valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento, observando-se ao que preceitua o art. 100, da Constituição
Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento conforme inscrição na lista, bem como a
provisão de fundos. Outrossim, superados os impasses e chegando-se a vez de pagamento do presente precatório e constatada a
suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor de Maria do Carmo dos
Santos (CPF n.º 387.341.924-68), e em favor de Marcos Silveira Porto (CPF n.º 469.756.834-68), este a título de honorários contratuais,
devendo haver, quando dos pagamentos, a correção dos valores devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o
caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em
comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente devedor sobre a efetivação dos pagamentos e arquivamento destes autos.
Intimem-se as partes e oficie-se ao Juízo de Origem como acima determinado.

Maceió/AL, 11 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência

Precatório Nº 0500273-81.2019.8.02.9003
Credor: Valdirene Maria dos Santos
Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)
Devedor: Município de São Sebastião
Procurador: Ricardo Jorge Pacheco Melo (OAB: 13535/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credora Valdirene Maria dos Santos e, como devedor, o Município de São
Sebastião. O requisitório restou aprovado na análise jurídica da Diretoria de Precatórios (fls. 3/4), contudo, a análise contábil o reprovou
aos seguintes argumentos: Na petição de execução somente foi enviado o cálculo de Maria do Carmo dos Santos. Deve ser enviado o
demonstrativo de cálculo de Valdirene Maria dos Santos. Cálculo incorre em provável anatocismo, uma vez que se induz que o salário
devido para Valdirene é o mesmo que o de Maria do Carmo. Não obstante, através do despacho de página 6, visando garantir a
celeridade na concretização do direito já reconhecido em sentença transitada em julgado, entendeu-se que os eventuais vícios constantes
no requisitório podem ser corrigidos durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução da requisição de pagamento
para a unidade judiciária de origem. Nesse ínterim, urge consignar ser possível a correção de erro material evidenciado nos autos, não
se sujeitando este aos institutos da preclusão e da coisa julgada, por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo
julgador, conforme jurisprudência firmada no STJ. Com mais razão ainda, não há que se falar em definitividade de cálculos apresentados
no correr do procedimento executivo, posicionando-se a Corte Superior no sentido de que, constado o erro, é possível a sua correção
pelo Poder Judiciário. A propósito: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL.
JUROS MORATÓRIOS EM CONDENAÇÃO CONTRA A FAZENDA PÚBLICA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. COGNOSCÍVEL DE
OFÍCIO. NÃO SUBMISSÃO AOS INSTITUTOS DA PRECLUSÃO E DA COISA JULGADA. PARÂMETROS DEFINIDOS PELA
LEGISLAÇÃO VIGENTE. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT ACTUM. APLICAÇÃO IMEDIATA AOS PROCESSOS EM CURSO DA LEI
11.960/90, EM RAZÃO DE SUA NATUREZA PROCESSUAL. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. 1. Se é certo que erro material
não transita em julgado, com mais razão ainda não haverá falar em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento
executivo. 2. Agravo Regimental desprovido. (AgRg no REsp 1427357/PR, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA
TURMA, julgado em 16/06/2014, DJe 04/08/2014). AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. SEGURO.
EXECUÇÃO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL NOS CÁLCULOS HOMOLOGADOS PELO JUÍZO. COISA JULGADA. PRECLUSÃO.
NÃO OCORRÊNCIA. SÚMULA STJ/83. IMPROVIMENTO. 1.- A regra prescrita no art. 463, I, do CPC é clara em permitir a correção de
inexatidões materiais ou retificação de erros de cálculo a qualquer tempo, sem implicar ofensa à coisa julgada ou à preclusão.
Precedentes. Aplicação da Súmula STJ/83. 2.- Agravo Regimental improvido. (AgRg no AREsp 402.188/RS, Rel. Ministro SIDNEI
BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/10/2013, DJe 14/11/2013) AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO.
PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL. CÁLCULO DE JUROS MORATÓRIOS E ATUALIZAÇÃO
MONETÁRIA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO ESPECIAL FUNDADO NA SUPOSTA VIOLAÇÃO DOS ARTS. 475-J, §
1º, E 475-L, § 1º, DO CPC. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DO RECURSO. SÚMULA Nº 284/STF. 1. Os dispositivos legais
apontados como violados não apresentam conteúdo normativo suficiente para fundamentar a tese desenvolvida no recurso especial, o
que atrai, por analogia, a incidência da Súmula nº 284/STF. 2. Consoante a jurisprudência desta Corte Superior, a correção de erro
material não se sujeita aos institutos da preclusão e da coisa julgada por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo
julgador. 3. Agravo regimental não provido. (AgRg no Ag 1134104/SP, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA
TURMA, julgado em 11/02/2014, DJe 27/02/2014) PROCESSUAL CIVIL. FGTS. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ART. 535, DO CPC.
OMISSÃO. EXISTÊNCIA. ERRO MATERIAL. REVISÃO DOS CÁLCULOS EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. PRINCÍPIO DO
CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. VIOLAÇÃO. INEXISTÊNCIA 1. A homologação dos cálculos não os torna imunes de impugnação
quando verificado erro material, pois é cediço nesta Corte que “o erro material não transita em julgado, podendo ser corrigido a qualquer
tempo pelo juiz ou Tribunal de onde se originou a decisão” (REsp 545292, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ de 24/11/2003). 2. Carece de

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necessidade a intimação da parte contrária para se manifestar acerca dos valores dos cálculos apurados e retificados pela perícia
contábil da contadoria do juízo, que fixou o real montante devido, corrigindo erro material. 3. Embargos de Declaração conhecidos,
porém desprovidos. (EDcl no REsp 694.374/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 14/03/2006, DJ 27/03/2006, p.
178) No caso dos autos, tendo verificado o juízo da execução que a decisão anterior havia ampliado o título executivo, conferindo
benefício nele não previsto é possível a correção do erro de ofício, por tratar-se de matéria de ordem pública, não se sujeitando à
preclusão e a coisa julgada. Analisando detidamente os autos, observo que não houve debate e pronunciamento específico sobre os
aspectos destacados pelo Setor Contábil da Diretoria de Precatórios para a definição do valor requisitado para inscrição em precatório,
não existindo, portanto, formação de coisa julgada sobre a matéria, conforme precedentes acima citados. Neste contexto, determino que
as partes sejam intimadas para, no prazo de 05 (cinco) dias, informarem se concordam com as observações efetuadas pelo Setor de
Cálculo da Diretoria de Precatórios. Havendo a concordância, o precatório será processado regularmente, de acordo com os parâmetros
informados pelo Setor Contábil desta Corte. De outro giro, caso seja oposta impugnação ao aludido, considerando que o juízo da
execução homologou os cálculos apresentados, mas não houve debate e pronunciamento específico sobre os índices apontados pelo
setor contábil desta Corte, para definição do valor requisitado para inscrição em precatório, bem como que a atividade desenvolvida pela
Presidência do Tribunal na expedição e pagamento de precatórios tem natureza administrativa, deve a matéria ser devolvida ao órgão
judiciário competente para dirimir a dúvida acerca do quantum devido, motivo pelo qual determino seja oficiado ao Juízo da Execução,
encaminhando cópia da presente decisão, dos índices destacados pela Contadoria da Diretoria de Precatórios e da eventual impugnação,
a fim de que haja pronunciamento acerca dos parâmetros utilizados para elaboração dos cálculos e se o pagamento deve ser feito de
acordo com o valor originariamente requisitado ou de acordo com os critérios apontados pelo setor contábil desta Corte. Ressalto que,
não havendo pronunciamento judicial sobre o questionamento ora suscitado até a disponibilidade de recursos financeiros para pagamento
do precatório, mais uma vez visando garantir a celeridade e o resguardar o patrimônio público, será determinada a expedição de alvará
para levantamento apenas da parte incontroversa, segundo cálculos apresentados pela Diretoria de Precatórios, mantendo o restando
do valor caucionado até a definição jurídica da situação para possibilitar o regular prosseguimento do pagamento dos credores constantes
na ordem cronológica prevista na Constituição Federal. Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Portaria de n° 1655, de 01 de
setembro de 2011 e da Resolução n.º 01, de 29 de janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do
procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de NATUREZA ALIMENTAR, nos moldes e valores em que foram
requisitados, com o objetivo de garantir celeridade no cumprimento de sentenças judiciais já transitadas em julgados, devendo ser
oficiado o representante legal do Município de São Sebastião, informando-o acerca da presente decisão, procedendo-se à inclusão do
valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento, observando-se ao que preceitua o art. 100, da Constituição
Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento conforme inscrição na lista, bem como a
provisão de fundos. Outrossim, superados os impasses e chegando-se a vez de pagamento do presente precatório e constatada a
suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor de Valdirene Maria dos
Santos (CPF n.º 031.172.534-16), e em favor de Marcos Silveira Porto (CPF n.º 469.756.834-68), este a título de honorários contratuais,
devendo haver, quando dos pagamentos, a correção dos valores devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o
caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em
comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente devedor sobre a efetivação dos pagamentos e arquivamento destes autos.
Intimem-se as partes e oficie-se ao Juízo de Origem como acima determinado.

Maceió/AL, 12 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência

Precatório Nº 0500274-66.2019.8.02.9003
Credor: Espólio de José dos Santos
Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)
Devedor: Município de São Sebastião
Procurador: Ricardo Jorge Pacheco Melo (OAB: 13535/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credor o Espólio de José dos Santos e, como devedor o Município de São
Sebastião. O requisitório restou aprovado na análise jurídica da Diretoria de Precatórios (fls. 3/4), contudo, a análise contábil o reprovou
aos seguintes argumentos: Cálculo incorre em anatocismo. No primeiro cálculo há a utilização do INPC para correção monetária,
cumulado com taxa de juros de 1% a.m. e SELIC. O segundo cálculo atualiza o valor de R$ 35.573,40, porém, não há cálculo
demonstrando como foi encontrado tal valor. Não obstante, através do despacho de página 6, visando garantir a celeridade na
concretização do direito já reconhecido em sentença transitada em julgado, entendeu-se que os eventuais vícios constantes no
requisitório podem ser corrigidos durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução da requisição de pagamento para
a unidade judiciária de origem. Nesse ínterim, urge consignar ser possível a correção de erro material evidenciado nos autos, não se
sujeitando este aos institutos da preclusão e da coisa julgada, por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo julgador,
conforme jurisprudência firmada no STJ. Com mais razão ainda, não há que se falar em definitividade de cálculos apresentados no
correr do procedimento executivo, posicionando-se a Corte Superior no sentido de que, constado o erro, é possível a sua correção pelo
Poder Judiciário. A propósito: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. JUROS
MORATÓRIOS EM CONDENAÇÃO CONTRA A FAZENDA PÚBLICA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. COGNOSCÍVEL DE OFÍCIO.
NÃO SUBMISSÃO AOS INSTITUTOS DA PRECLUSÃO E DA COISA JULGADA. PARÂMETROS DEFINIDOS PELA LEGISLAÇÃO
VIGENTE. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT ACTUM. APLICAÇÃO IMEDIATA AOS PROCESSOS EM CURSO DA LEI 11.960/90, EM
RAZÃO DE SUA NATUREZA PROCESSUAL. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. 1. Se é certo que erro material não transita em
julgado, com mais razão ainda não haverá falar em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento executivo. 2.
Agravo Regimental desprovido. (AgRg no REsp 1427357/PR, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA TURMA,
julgado em 16/06/2014, DJe 04/08/2014). AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. SEGURO. EXECUÇÃO DE
SENTENÇA. ERRO MATERIAL NOS CÁLCULOS HOMOLOGADOS PELO JUÍZO. COISA JULGADA. PRECLUSÃO. NÃO
OCORRÊNCIA. SÚMULA STJ/83. IMPROVIMENTO. 1.- A regra prescrita no art. 463, I, do CPC é clara em permitir a correção de
inexatidões materiais ou retificação de erros de cálculo a qualquer tempo, sem implicar ofensa à coisa julgada ou à preclusão.
Precedentes. Aplicação da Súmula STJ/83. 2.- Agravo Regimental improvido. (AgRg no AREsp 402.188/RS, Rel. Ministro SIDNEI
BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/10/2013, DJe 14/11/2013) AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO.
PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL. CÁLCULO DE JUROS MORATÓRIOS E ATUALIZAÇÃO
MONETÁRIA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO ESPECIAL FUNDADO NA SUPOSTA VIOLAÇÃO DOS ARTS. 475-J, §

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 30

1º, E 475-L, § 1º, DO CPC. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DO RECURSO. SÚMULA Nº 284/STF. 1. Os dispositivos legais
apontados como violados não apresentam conteúdo normativo suficiente para fundamentar a tese desenvolvida no recurso especial, o
que atrai, por analogia, a incidência da Súmula nº 284/STF. 2. Consoante a jurisprudência desta Corte Superior, a correção de erro
material não se sujeita aos institutos da preclusão e da coisa julgada por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo
julgador. 3. Agravo regimental não provido. (AgRg no Ag 1134104/SP, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA
TURMA, julgado em 11/02/2014, DJe 27/02/2014) PROCESSUAL CIVIL. FGTS. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ART. 535, DO CPC.
OMISSÃO. EXISTÊNCIA. ERRO MATERIAL. REVISÃO DOS CÁLCULOS EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. PRINCÍPIO DO
CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. VIOLAÇÃO. INEXISTÊNCIA 1. A homologação dos cálculos não os torna imunes de impugnação
quando verificado erro material, pois é cediço nesta Corte que “o erro material não transita em julgado, podendo ser corrigido a qualquer
tempo pelo juiz ou Tribunal de onde se originou a decisão” (REsp 545292, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ de 24/11/2003). 2. Carece de
necessidade a intimação da parte contrária para se manifestar acerca dos valores dos cálculos apurados e retificados pela perícia
contábil da contadoria do juízo, que fixou o real montante devido, corrigindo erro material. 3. Embargos de Declaração conhecidos,
porém desprovidos. (EDcl no REsp 694.374/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 14/03/2006, DJ 27/03/2006, p.
178) No caso dos autos, tendo verificado o juízo da execução que a decisão anterior havia ampliado o título executivo, conferindo
benefício nele não previsto é possível a correção do erro de ofício, por tratar-se de matéria de ordem pública, não se sujeitando à
preclusão e a coisa julgada. Analisando detidamente os autos, observo que não houve debate e pronunciamento específico sobre os
aspectos destacados pelo Setor Contábil da Diretoria de Precatórios para a definição do valor requisitado para inscrição em precatório,
não existindo, portanto, formação de coisa julgada sobre a matéria, conforme precedentes acima citados. Neste contexto, determino que
as partes sejam intimadas para, no prazo de 05 (cinco) dias, informarem se concordam com as observações efetuadas pelo Setor de
Cálculo da Diretoria de Precatórios. Havendo a concordância, o precatório será processado regularmente, de acordo com os parâmetros
informados pelo Setor Contábil desta Corte. De outro giro, caso seja oposta impugnação ao aludido, considerando que o juízo da
execução homologou os cálculos apresentados, mas não houve debate e pronunciamento específico sobre os índices apontados pelo
setor contábil desta Corte, para definição do valor requisitado para inscrição em precatório, bem como que a atividade desenvolvida pela
Presidência do Tribunal na expedição e pagamento de precatórios tem natureza administrativa, deve a matéria ser devolvida ao órgão
judiciário competente para dirimir a dúvida acerca do quantum devido, motivo pelo qual determino seja oficiado ao Juízo da Execução,
encaminhando cópia da presente decisão, dos índices destacados pela Contadoria da Diretoria de Precatórios e da eventual impugnação,
a fim de que haja pronunciamento acerca dos parâmetros utilizados para elaboração dos cálculos e se o pagamento deve ser feito de
acordo com o valor originariamente requisitado ou de acordo com os critérios apontados pelo setor contábil desta Corte. Ressalto que,
não havendo pronunciamento judicial sobre o questionamento ora suscitado até a disponibilidade de recursos financeiros para pagamento
do precatório, mais uma vez visando garantir a celeridade e o resguardar o patrimônio público, será determinada a expedição de alvará
para levantamento apenas da parte incontroversa, segundo cálculos apresentados pela Diretoria de Precatórios, mantendo o restando
do valor caucionado até a definição jurídica da situação para possibilitar o regular prosseguimento do pagamento dos credores constantes
na ordem cronológica prevista na Constituição Federal. Destaque-se, ainda, que, apesar de o requisitório haver vindo em nome do
Espólio de José dos Santos, não se verifica nos autos qualquer inventário, seja positivo ou negativo. Assim, diante do preenchimento dos
requisitos da Portaria de n° 1655, de 01 de setembro de 2011 e da Resolução n.º 01, de 29 de janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça,
e com base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de NATUREZA ALIMENTAR, nos
moldes e valores em que foram requisitados, com o objetivo de garantir celeridade no cumprimento de sentenças judiciais já transitadas
em julgados, devendo ser oficiado o representante legal do Município de São Sebastião, informando-o acerca da presente decisão,
procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento, observando-se ao que preceitua o
art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento conforme inscrição
na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, superados os impasses e chegando-se a vez de pagamento do presente precatório
e constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor dos herdeiros
de José dos Santos (038.441.474-54) - condicionados à apresentação do respectivo inventário, e em favor de Marcos Silveira Porto
(CPF n.º 469.756.834-68), este a título de honorários contratuais, devendo haver, quando dos pagamentos, a correção dos valores
devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após
os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente devedor
sobre a efetivação dos pagamentos e arquivamento destes autos. Intimem-se as partes e oficie-se ao Juízo de Origem como acima
determinado.

Maceió/AL, 12 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência

Precatório Nº 0500275-51.2019.8.02.9003
Credora: Josefa Lima Sadoque
Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)
Devedor: Município de São Sebastião
Procurador: Ricardo Jorge Pacheco Melo (OAB: 13535/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credora Josefa Lima Sadoque e, como devedor o Município de São Sebastião.
O requisitório restou aprovado na análise jurídica da Diretoria de Precatórios (fls. 3/4), contudo, a análise contábil o reprovou aos
seguintes argumentos (fl. 5): Cálculo incorre em anatocismo. No primeiro cálculo há a utilização do INPC para correção monetária,
cumulado com taxa de juros de 1% a.m. e SELIC. O segundo cálculo atualiza o valor de R$ 62.101,46, com novos juros sobre os juros
já incidentes. Não obstante, através do despacho de página 6, visando garantir a celeridade na concretização do direito já reconhecido
em sentença transitada em julgado, entendeu-se que os eventuais vícios constantes no requisitório podem ser corrigidos durante a
tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução da requisição de pagamento para a unidade judiciária de origem. Nesse
ínterim, urge consignar ser possível a correção de erro material evidenciado nos autos, não se sujeitando este aos institutos da preclusão
e da coisa julgada, por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo julgador, conforme jurisprudência firmada no STJ.
Com mais razão ainda, não há que se falar em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento executivo, posicionando-
se a Corte Superior no sentido de que, constado o erro, é possível a sua correção pelo Poder Judiciário. A propósito: ADMINISTRATIVO
E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. JUROS MORATÓRIOS EM CONDENAÇÃO CONTRA A
FAZENDA PÚBLICA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. COGNOSCÍVEL DE OFÍCIO. NÃO SUBMISSÃO AOS INSTITUTOS DA
PRECLUSÃO E DA COISA JULGADA. PARÂMETROS DEFINIDOS PELA LEGISLAÇÃO VIGENTE. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 31

ACTUM. APLICAÇÃO IMEDIATA AOS PROCESSOS EM CURSO DA LEI 11.960/90, EM RAZÃO DE SUA NATUREZA PROCESSUAL.
AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. 1. Se é certo que erro material não transita em julgado, com mais razão ainda não haverá falar
em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento executivo. 2. Agravo Regimental desprovido. (AgRg no REsp
1427357/PR, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 16/06/2014, DJe 04/08/2014). AGRAVO
REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. SEGURO. EXECUÇÃO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL NOS CÁLCULOS
HOMOLOGADOS PELO JUÍZO. COISA JULGADA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. SÚMULA STJ/83. IMPROVIMENTO. 1.- A
regra prescrita no art. 463, I, do CPC é clara em permitir a correção de inexatidões materiais ou retificação de erros de cálculo a qualquer
tempo, sem implicar ofensa à coisa julgada ou à preclusão. Precedentes. Aplicação da Súmula STJ/83. 2.- Agravo Regimental improvido.
(AgRg no AREsp 402.188/RS, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/10/2013, DJe 14/11/2013) AGRAVO
REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL.
CÁLCULO DE JUROS MORATÓRIOS E ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO ESPECIAL
FUNDADO NA SUPOSTA VIOLAÇÃO DOS ARTS. 475-J, § 1º, E 475-L, § 1º, DO CPC. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DO
RECURSO. SÚMULA Nº 284/STF. 1. Os dispositivos legais apontados como violados não apresentam conteúdo normativo suficiente
para fundamentar a tese desenvolvida no recurso especial, o que atrai, por analogia, a incidência da Súmula nº 284/STF. 2. Consoante
a jurisprudência desta Corte Superior, a correção de erro material não se sujeita aos institutos da preclusão e da coisa julgada por
constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo julgador. 3. Agravo regimental não provido. (AgRg no Ag 1134104/SP, Rel.
Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA, julgado em 11/02/2014, DJe 27/02/2014) PROCESSUAL CIVIL. FGTS.
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ART. 535, DO CPC. OMISSÃO. EXISTÊNCIA. ERRO MATERIAL. REVISÃO DOS CÁLCULOS EM
LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. PRINCÍPIO DO CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. VIOLAÇÃO. INEXISTÊNCIA 1. A homologação
dos cálculos não os torna imunes de impugnação quando verificado erro material, pois é cediço nesta Corte que “o erro material não
transita em julgado, podendo ser corrigido a qualquer tempo pelo juiz ou Tribunal de onde se originou a decisão” (REsp 545292, Rel.
Min. Eliana Calmon, DJ de 24/11/2003). 2. Carece de necessidade a intimação da parte contrária para se manifestar acerca dos valores
dos cálculos apurados e retificados pela perícia contábil da contadoria do juízo, que fixou o real montante devido, corrigindo erro material.
3. Embargos de Declaração conhecidos, porém desprovidos. (EDcl no REsp 694.374/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA,
julgado em 14/03/2006, DJ 27/03/2006, p. 178) No caso dos autos, tendo verificado o juízo da execução que a decisão anterior havia
ampliado o título executivo, conferindo benefício nele não previsto é possível a correção do erro de ofício, por tratar-se de matéria de
ordem pública, não se sujeitando à preclusão e a coisa julgada. Analisando detidamente os autos, observo que não houve debate e
pronunciamento específico sobre os aspectos destacados pelo Setor Contábil da Diretoria de Precatórios para a definição do valor
requisitado para inscrição em precatório, não existindo, portanto, formação de coisa julgada sobre a matéria, conforme precedentes
acima citados. Neste contexto, determino que as partes sejam intimadas para, no prazo de 05 (cinco) dias, informarem se concordam
com as observações efetuadas pelo Setor de Cálculo da Diretoria de Precatórios. Havendo a concordância, o precatório será processado
regularmente, de acordo com os parâmetros informados pelo Setor Contábil desta Corte. De outro giro, caso seja oposta impugnação ao
aludido, considerando que o juízo da execução homologou os cálculos apresentados, mas não houve debate e pronunciamento
específico sobre os índices apontados pelo setor contábil desta Corte, para definição do valor requisitado para inscrição em precatório,
bem como que a atividade desenvolvida pela Presidência do Tribunal na expedição e pagamento de precatórios tem natureza
administrativa, deve a matéria ser devolvida ao órgão judiciário competente para dirimir a dúvida acerca do quantum devido, motivo pelo
qual determino seja oficiado ao Juízo da Execução, encaminhando cópia da presente decisão, dos índices destacados pela Contadoria
da Diretoria de Precatórios e da eventual impugnação, a fim de que haja pronunciamento acerca dos parâmetros utilizados para
elaboração dos cálculos e se o pagamento deve ser feito de acordo com o valor originariamente requisitado ou de acordo com os
critérios apontados pelo setor contábil desta Corte. Ressalto que, não havendo pronunciamento judicial sobre o questionamento ora
suscitado até a disponibilidade de recursos financeiros para pagamento do precatório, mais uma vez visando garantir a celeridade e o
resguardar o patrimônio público, será determinada a expedição de alvará para levantamento apenas da parte incontroversa, segundo
cálculos apresentados pela Diretoria de Precatórios, mantendo o restando do valor caucionado até a definição jurídica da situação para
possibilitar o regular prosseguimento do pagamento dos credores constantes na ordem cronológica prevista na Constituição Federal.
Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Portaria de n° 1655, de 01 de setembro de 2011 e da Resolução n.º 01, de 29 de
janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do
crédito de NATUREZA ALIMENTAR, nos moldes e valores em que foram requisitados, com o objetivo de garantir celeridade no
cumprimento de sentenças judiciais já transitadas em julgados, devendo ser oficiado o representante legal do Município de São
Sebastião, informando-o acerca da presente decisão, procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para
posterior pagamento, observando-se ao que preceitua o art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar
aguardando a sua vez de pagamento conforme inscrição na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, superados os impasses e
chegando-se a vez de pagamento do presente precatório e constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios
que proceda à confecção de alvarás em favor de Josefa Lima Sadoque (CPF n.º 643.077.944-00), e em favor de Marcos Silveira Porto
(CPF n.º 469.756.834-68), este a título de honorários contratuais, devendo haver, quando dos pagamentos, a correção dos valores
devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após
os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente devedor
sobre a efetivação dos pagamentos e arquivamento destes autos. Intimem-se as partes e oficie-se ao Juízo de Origem como acima
determinado.

Maceió/AL, 12 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência

Precatório nº 0500277-21.2019.8.02.9003
Credora: Josefa Maria da Conceição Costa
Advogado: José Gonçalves de Souza (OAB: 3712/AL)
Devedor: Município de Palmeira dos Índios
Procurador: Aldo de Sá Cardoso Neto (OAB: 7418/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credora Josefa Maria da Conceição Costa e, como devedor, o Município de
Palmeira dos Índios. O requisitório restou aprovado na análise jurídica da Diretoria de Precatórios (fls.3/4), entretanto, a análise contábil
o reprovou pelos seguintes motivos: Percebe-se que o demonstrativo de cálculo de págs. 107/119 não observou os ditames da sentença
de fls. 70/72, pois, depreende-se da decisão que o título judicial se refere apenas as parcelas salariais de setembro a dezembro/2000,

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 32

inclusive o 13º do referido ano, quinquênio, anuênio, PIS/PASEP, retroativos a partir de 13/09/2000. Em seguida, o demonstrativo de fl.
331 atualiza os valores do cálculo anterior, porém, não se compreende a origem do crédito de R$ 6.280,36 (terceiro valor do cálculo).
Ademais, o demonstrativo incorre em anatocismo. Por fim, observa-se que a sentença fixou os seguintes parâmetro para o cálculo: 1)
correção monetária desde o ajuizamento da ação, na forma da lei; 2) juros moratórios de 1% a.m., contados a partir da citação.
Demonstrativo se encontra em descompasso com o título judicial. Não obstante, através do despacho de página 6, visando garantir a
celeridade na concretização do direito já reconhecido em sentença transitada em julgado, entendeu-se que os eventuais vícios constantes
no requisitório podem ser corrigidos durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução da requisição de pagamento
para a unidade judiciária de origem. Nesse ínterim, urge consignar ser possível a correção de erro material evidenciado nos autos, não
se sujeitando este aos institutos da preclusão e da coisa julgada, por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo
julgador, conforme jurisprudência firmada no STJ. Com mais razão ainda, não há que se falar em definitividade de cálculos apresentados
no correr do procedimento executivo, posicionando-se a Corte Superior no sentido de que, constado o erro, é possível a sua correção
pelo Poder Judiciário. A propósito: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL.
JUROS MORATÓRIOS EM CONDENAÇÃO CONTRA A FAZENDA PÚBLICA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. COGNOSCÍVEL DE
OFÍCIO. NÃO SUBMISSÃO AOS INSTITUTOS DA PRECLUSÃO E DA COISA JULGADA. PARÂMETROS DEFINIDOS PELA
LEGISLAÇÃO VIGENTE. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT ACTUM. APLICAÇÃO IMEDIATA AOS PROCESSOS EM CURSO DA LEI
11.960/90, EM RAZÃO DE SUA NATUREZA PROCESSUAL. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. 1. Se é certo que erro material
não transita em julgado, com mais razão ainda não haverá falar em definitividade de cálculos apresentados no correr do procedimento
executivo. 2. Agravo Regimental desprovido. (AgRg no REsp 1427357/PR, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA
TURMA, julgado em 16/06/2014, DJe 04/08/2014). AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. SEGURO.
EXECUÇÃO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL NOS CÁLCULOS HOMOLOGADOS PELO JUÍZO. COISA JULGADA. PRECLUSÃO.
NÃO OCORRÊNCIA. SÚMULA STJ/83. IMPROVIMENTO. 1.- A regra prescrita no art. 463, I, do CPC é clara em permitir a correção de
inexatidões materiais ou retificação de erros de cálculo a qualquer tempo, sem implicar ofensa à coisa julgada ou à preclusão.
Precedentes. Aplicação da Súmula STJ/83. 2.- Agravo Regimental improvido. (AgRg no AREsp 402.188/RS, Rel. Ministro SIDNEI
BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 22/10/2013, DJe 14/11/2013) AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO.
PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. ERRO MATERIAL. CÁLCULO DE JUROS MORATÓRIOS E ATUALIZAÇÃO
MONETÁRIA. PRECLUSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO ESPECIAL FUNDADO NA SUPOSTA VIOLAÇÃO DOS ARTS. 475-J, §
1º, E 475-L, § 1º, DO CPC. DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO DO RECURSO. SÚMULA Nº 284/STF. 1. Os dispositivos legais
apontados como violados não apresentam conteúdo normativo suficiente para fundamentar a tese desenvolvida no recurso especial, o
que atrai, por analogia, a incidência da Súmula nº 284/STF. 2. Consoante a jurisprudência desta Corte Superior, a correção de erro
material não se sujeita aos institutos da preclusão e da coisa julgada por constituir matéria de ordem pública cognoscível de ofício pelo
julgador. 3. Agravo regimental não provido. (AgRg no Ag 1134104/SP, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA
TURMA, julgado em 11/02/2014, DJe 27/02/2014) PROCESSUAL CIVIL. FGTS. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ART. 535, DO CPC.
OMISSÃO. EXISTÊNCIA. ERRO MATERIAL. REVISÃO DOS CÁLCULOS EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. PRINCÍPIO DO
CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. VIOLAÇÃO. INEXISTÊNCIA 1. A homologação dos cálculos não os torna imunes de impugnação
quando verificado erro material, pois é cediço nesta Corte que “o erro material não transita em julgado, podendo ser corrigido a qualquer
tempo pelo juiz ou Tribunal de onde se originou a decisão” (REsp 545292, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ de 24/11/2003). 2. Carece de
necessidade a intimação da parte contrária para se manifestar acerca dos valores dos cálculos apurados e retificados pela perícia
contábil da contadoria do juízo, que fixou o real montante devido, corrigindo erro material. 3. Embargos de Declaração conhecidos,
porém desprovidos. (EDcl no REsp 694.374/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 14/03/2006, DJ 27/03/2006, p.
178) No caso dos autos, tendo verificado o juízo da execução que a decisão anterior havia ampliado o título executivo, conferindo
benefício nele não previsto é possível a correção do erro de ofício, por tratar-se de matéria de ordem pública, não se sujeitando à
preclusão e a coisa julgada. Analisando detidamente os autos, observo que não houve debate e pronunciamento específico sobre os
aspectos destacados pelo Setor Contábil da Diretoria de Precatórios para a definição do valor requisitado para inscrição em precatório,
não existindo, portanto, formação de coisa julgada sobre a matéria, conforme precedentes acima citados. Neste contexto, determino que
as partes sejam intimadas para, no prazo de 05 (cinco) dias, informarem se concordam com as observações efetuadas pelo Setor de
Cálculo da Diretoria de Precatórios. Havendo a concordância, o precatório será processado regularmente, de acordo com os parâmetros
informados pelo Setor Contábil desta Corte. De outro giro, caso seja oposta impugnação ao aludido, considerando que o juízo da
execução homologou os cálculos apresentados, mas não houve debate e pronunciamento específico sobre os índices apontados pelo
setor contábil desta Corte, para definição do valor requisitado para inscrição em precatório, bem como que a atividade desenvolvida pela
Presidência do Tribunal na expedição e pagamento de precatórios tem natureza administrativa, deve a matéria ser devolvida ao órgão
judiciário competente para dirimir a dúvida acerca do quantum devido, motivo pelo qual determino seja oficiado ao Juízo da Execução,
encaminhando cópia da presente decisão, dos índices destacados pela Contadoria da Diretoria de Precatórios e da eventual impugnação,
a fim de que haja pronunciamento acerca dos parâmetros utilizados para elaboração dos cálculos e se o pagamento deve ser feito de
acordo com o valor originariamente requisitado ou de acordo com os critérios apontados pelo setor contábil desta Corte. Ressalto que,
não havendo pronunciamento judicial sobre o questionamento ora suscitado até a disponibilidade de recursos financeiros para pagamento
do precatório, mais uma vez visando garantir a celeridade e o resguardar o patrimônio público, será determinada a expedição de alvará
para levantamento apenas da parte incontroversa, segundo cálculos apresentados pela Diretoria de Precatórios, mantendo o restando
do valor caucionado até a definição jurídica da situação para possibilitar o regular prosseguimento do pagamento dos credores constantes
na ordem cronológica prevista na Constituição Federal. Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Portaria de nº 1655, de 01 de
setembro de 2011 e da Resolução n.º 01/2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do procedimento de
precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de natureza alimentar e determino seja oficiado ao representante legal do Município de
Palmeira dos Índios, informando-o acerca da presente decisão. Importa destacar que o ente devedor é optante do Regime Especial de
Pagamento de Precatórios, desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento conforme inscrição na
lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, chegando-se a vez de pagamento do presente precatório e constatada a suficiência de
recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor de Josefa Maria da Conceição Costa (CPF
n.º 071.492.124-82), e em favor de José Gonçalves de Souza (CPF n.º 019.907.053-91), este a título de honorários contratuais, devendo
haver, quando dos pagamentos, a correção dos valores devidos, procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso,
juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento,
comunicando-se à Vara de origem e ao ente devedor sobre a efetivação do pagamento e arquivamento destes autos. Intimem-se as
partes e oficie-se ao Juízo de Origem como acima determinado.

Maceió/AL, 12 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 33

Juiz Auxiliar da Presidência

Precatório n.º 0500355-15.2019.8.02.9003


Credor: Antônio Natalício da Silva

Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)

Devedor: Município de Passo de Camaragibe

Procurador: Thiara de Vasconcellos Costa Melo (OAB: 11276/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credor Antônio Natalício da Silva e, como devedor, o Município de Passo de
Camaragibe. O requisitório restou aprovado na análise contábil da Diretoria de Precatórios (página 5), entretanto, a análise jurídica
(páginas 3/4) apontou que embora não tenha sido remetido o contrato de honorários contratuais, a decisão judicial de fl. 133 homologa
os valores e autoriza a retenção a título de honorário contratual. Não obstante o teor da análise técnica referenciada, dito vício pode
ser corrigido durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução ao juízo de origem, devendo, assim, dito contrato
de honorários contratuais ser juntado aos presentes autos. Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Resolução n.º 01, de 29
de janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento
do crédito de natureza alimentar e determino seja oficiado ao representante legal do Município de Passo de Camaragibe, informando-o
acerca da presente decisão, procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento,
observando-se ao que preceitua o art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez
de pagamento conforme inscrição na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, chegando-se a vez de pagamento do presente
precatório e constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor
de Antônio Natalício da Silva (CPF n.º 700.852.264-91), e em favor de Marcos Silveira Porto (CPF n.º 469.756.834-68), este a título de
honorários contratuais (condicionada a liberação do alvará à juntada do respectivo contrato) devendo haver, quando dos pagamentos,
a correção dos valores devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os respectivos
comprovantes aos autos. Após os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-se a Vara
de origem e ao ente devedor sobre a efetivação do pagamento e arquivamento destes autos. Publique-se, intime-se e cumpra-se.

Maceió/AL,11 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência/Coordenador de Precatórios

Precatório n.º 0500356-97.2019.8.02.9003


Credor: Eliel da Silva

Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)

Devedor: Município de Passo de Camaragibe

Procurador: Thiara de Vasconcellos Costa Melo (OAB: 11276/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credor Eliel da Silva e, como devedor, o Município de Passo de Camaragibe.
O requisitório restou aprovado na análise contábil da Diretoria de Precatórios (página 5), entretanto, a análise jurídica (páginas 3/4)
apontou que embora não tenha sido remetido o contrato de honorários contratuais, a decisão judicial de fl. 133 homologa os valores e
autoriza a retenção a título de honorário contratual. Não obstante o teor da análise técnica referenciada, dito vício pode ser corrigido
durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução ao juízo de origem, devendo, assim, dito contrato de honorários
contratuais ser juntado aos presentes autos. Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Resolução n.º 01, de 29 de janeiro de
2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de
natureza alimentar e determino seja oficiado ao representante legal do Município de Passo de Camaragibe, informando-o acerca da
presente decisão, procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento, observando-se
ao que preceitua o art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento
conforme inscrição na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, chegando-se a vez de pagamento do presente precatório e
constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor de Eliel da
Silva (CPF n.º 101.430.374-55), e em favor de Marcos Silveira Porto (CPF n.º 469.756.834-68), este a título de honorários contratuais
(condicionada a liberação do alvará à juntada do respectivo contrato) devendo haver, quando dos pagamentos, a correção dos valores
devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após
os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente devedor
sobre a efetivação do pagamento e arquivamento destes autos. Publique-se, intime-se e cumpra-se.

Maceió/AL,11 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência/Coordenador de Precatórios

Precatório n.º 0500357-82.2019.8.02.9003


Credor: Claudilene da Silva

Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)

Devedor: Município de Passo de Camaragibe

Procurador: Thiara de Vasconcellos Costa Melo (OAB: 11276/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 34

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credor Claudilene da Silva e, como devedor, o Município de Passo de
Camaragibe. O requisitório restou aprovado na análise contábil da Diretoria de Precatórios (página 5), entretanto, a análise jurídica
(páginas 3/4) apontou que embora não tenha sido remetido o contrato de honorários contratuais, a decisão judicial de fl. 133 homologa
os valores e autoriza a retenção a título de honorário contratual. Não obstante o teor da análise técnica referenciada, dito vício pode
ser corrigido durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução ao juízo de origem, devendo, assim, dito contrato
de honorários contratuais ser juntado aos presentes autos. Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Resolução n.º 01, de 29
de janeiro de 2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento
do crédito de natureza alimentar e determino seja oficiado ao representante legal do Município de Passo de Camaragibe, informando-o
acerca da presente decisão, procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento,
observando-se ao que preceitua o art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez
de pagamento conforme inscrição na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, chegando-se a vez de pagamento do presente
precatório e constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor de
Claudilene da Silva (CPF n.º 112.489.094-70), e em favor de Marcos Silveira Porto (CPF n.º 469.756.834-68), este a título de honorários
contratuais (condicionada a liberação do alvará à juntada do respectivo contrato) devendo haver, quando dos pagamentos, a correção
dos valores devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos
autos. Após os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente
devedor sobre a efetivação do pagamento e arquivamento destes autos. Publique-se, intime-se e cumpra-se.

Maceió/AL,11 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência/Coordenador de Precatórios

Precatório n.º 0500358-67.2019.8.02.9003


Credor: Edvania da Silva

Advogado: Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)

Devedor: Município de Passo de Camaragibe

Procurador: Thiara de Vasconcellos Costa Melo (OAB: 11276/AL)

DECISÃO Trata-se de precatório no qual figura como credor Edvania da Silva e, como devedor, o Município de Passo de Camaragibe.
O requisitório restou aprovado na análise contábil da Diretoria de Precatórios (página 5), entretanto, a análise jurídica (páginas 3/4)
apontou que embora não tenha sido remetido o contrato de honorários contratuais, a decisão judicial de fl. 133 homologa os valores e
autoriza a retenção a título de honorário contratual. Não obstante o teor da análise técnica referenciada, dito vício pode ser corrigido
durante a tramitação do precatório, sem a necessidade de devolução ao juízo de origem, devendo, assim, dito contrato de honorários
contratuais ser juntado aos presentes autos. Assim, diante do preenchimento dos requisitos da Resolução n.º 01, de 29 de janeiro de
2019, deste Tribunal de Justiça, e com base na legislação acerca do procedimento de precatórios, DEFIRO o pagamento do crédito de
natureza alimentar e determino seja oficiado ao representante legal do Município de Passo de Camaragibe, informando-o acerca da
presente decisão, procedendo-se à inclusão do valor do presente requisitório no orçamento para posterior pagamento, observando-se
ao que preceitua o art. 100, da Constituição Federal. Desse modo, deve o requisitório em tela ficar aguardando a sua vez de pagamento
conforme inscrição na lista, bem como a provisão de fundos. Outrossim, chegando-se a vez de pagamento do presente precatório e
constatada a suficiência de recursos, determino à Diretoria de Precatórios que proceda à confecção de alvarás em favor de Edvania da
Silva (CPF n.º 122.319.104-46), e em favor de Marcos Silveira Porto (CPF n.º 469.756.834-68), este a título de honorários contratuais
(condicionada a liberação do alvará à juntada do respectivo contrato) devendo haver, quando dos pagamentos, a correção dos valores
devidos procedendo-se aos descontos e recolhimentos legais, se for o caso, juntando-se os respectivos comprovantes aos autos. Após
os pagamentos, determino o arquivamento do procedimento em comento. Por fim, comunique-se a Vara de origem e ao ente devedor
sobre a efetivação do pagamento e arquivamento destes autos. Publique-se, intime-se e cumpra-se.

Maceió/AL,11 de julho de 2019

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência/Coordenador de Precatórios

Direção Geral

A Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, no uso de suas atribuições legais e regimentais, determinou a
composição das seguintes publicações:

DESPACHOS DA PRESIDENCIA

Processo Administrativo nº 2019/10503


Requerente: Thatiana Pimentel Magalhães Moraes
Objeto: Autorização de cumprimento das atividades por meio do teletrabalho

DECISÃO

Trata-se de processo administrativo inaugurado mediante requerimento apresentado pela servidora Thatiana Pimentel Magalhães

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 35

Moraes, ocupante do cargo de Analista Judiciário, a qual solicita autorização para exercer suas atividades profissionais em regime de
teletrabalho, com fundamento no art. 5º da Resolução 34/2018 deste Tribunal de Justiça.

A Comissão da Gestão de Teletrabalho emitiu parecer fundamentado exaurindo a matéria debatida e aduzindo que foram cumpridos
os requisitos previstos no regramento desta Corte.

Posto isso, autorizo a lotação 2ª Câmara Cível desta Corte e ACOLHO integralmente o parecer da Comissão da Gestão do
Teletrabalho, deferindo o pedido formulado nestes autos, nos termos do art. 9º da Resolução 34/2018.

Cumpre registrar que o gozo de licença sem vencimento da servidora restará suspenso no momento em que for iniciado o
regime do teletrabalho, por conseguinte, tão logo seja comunicado o retorno das atividades em referência, determino, desde já,
a reimplantação dos seus vencimentos.

Oficie-se ao gestor da unidade e o servidor requerente cientificando-os da presente decisão, bem como de que deverão
apresentar à Comissão de Gestão de Teletrabalho, após 6 (seis) meses, através de requerimento protocolado nestes autos, os
resultados atingidos, para fins de cumprimento do art. 20, inciso II, da Res. 34/2018.

Oficie-se ao DAGP para que realize a correspondente anotação na ficha funcional do servidor e insira a informação no portal
da transparência.

Oficie-se ao DIATI para ciência e, se for o caso, disponibilização dos mecanismos necessários ao acesso remoto aos
sistemas informatizados.

Publique-se e, em seguida, remeta-se a Comissão de Gestão de Teletrabalho para acompanhamento. Maceió, 12 de julho de
2019.

Subdireção Geral

SUBDIREÇÃO-GERAL

Processo Administrativo Virtual nº: 2019/601


Assunto: Termo de Ajuste de Contas

DESPACHO

Considerando a documentação constante nos Processos Administrativos em epígrafe, bem como a fundamentação constante do
Despacho GPAPJ n° 505/2019, AUTORIZO a celebração do Termo de Ajuste de Contas, para pagamento via indenização no importe
de R$ 23.623,00 (vinte e três mil e seiscentos e vinte e três reais) às Senhoras KERMA PADILHA REBELO e MARIA DO SOCORRO
PADILHA BRANDÃO VILELA, herdeiras da Sra. Nelma Torres Padilha e proprietárias do imóvel situado na Rua Porangaba, s/n, Centro,
Paulo Jacinto/AL, destinado ao funcionamento do Posto Avançado da Comarca de Quebrangulo, objeto do extinto Contrato nº 02/2018,
com base em sua Cláusula Oitava Das Obrigações das Partes, inciso I, e; observando-se ainda o disposto na Cláusula Segunda Da
vistoria do imóvel do Termo de Devolução do imóvel.
No ato da assinatura, é indispensável a apresentação das certidões negativas de débitos devidamente atualizadas, declaração que
comprove a inexistência de vínculo dos membros da contratada com este Tribunal, que evidencie a prática de nepotismo, vedadas pelas
Resoluções nº 156, de 08 de agosto de 2012 e nº 07, de 18 de outubro de 2005, com as alterações promovidas pela Resolução nº 229,
de 22 de junho de 2016, do Conselho Nacional de Justiça CNJ; declaração de inexistência de fato posterior que impeça de contratar
com a administração, conforme artigo 32, § 2º, da Lei nº 8.666/93, bem como declaração em que ateste cumprir com o prescrito no art.
27, V, da Lei n° 8.666/93.
À Subdireção Geral para as devidas providências.

Maceió, 10 de julho de 2019.

DES. TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO


PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS

SUBDIREÇÃO-GERAL

SÚMULA DO TERMO DE AJUSTE DE CONTAS DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 2019/601


PARTES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ALAGOAS E ÀS SENHORAS KERMA PADILHA REBELO e MARIA DO SOCORRO PADILHA
BRANDÃO VILELA.

DO OBJETO: O presente TERMO DE AJUSTE DE CONTAS tem por objeto o pagamento, mediante indenização às Senhoras KERMA
PADILHA REBELO e MARIA DO SOCORRO PADILHA BRANDÃO VILELA, em conformidade com o disposto na Cláusula Oitava, I, e,
do Contrato de Locação nº 02/2018, referente aos valores acordados a título de reparação do imóvel objeto do contrato, situado na Rua
Porangaba, s/n, Centro, Paulo Jacinto/AL, destinado ao funcionamento do Posto Avançado da Comarca de Quebrangulo, no valor total
de R$ 23.623,00 (vinte e três mil e seiscentos e vinte e três reais), conforme laudo de avaliação apresentado pelas locadoras

DO VALOR: Ficando o valor global do presente TERMO DE AJUSTE DE CONTAS em R$ 23.623,00 (vinte e três mil e seiscentos e
vinte e três reais)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 36

Parágrafo único. A presente despesa correrá por conta do seguinte Programa de Trabalho: 02.003.02.122.0003.2431.0001.210 -
MANUTENÇÃO DO ÓRGÃO DO PODER JUDICIARIO 1º GRAU, Fonte: 0100 RECURSOS ORDINÁRIOS; Elemento de Despesa:
3.3.90.93.00.00.00.00 - INDENIZACOES E RESTITUICOES.

DO FORO: As PARTES elegem neste ato como único competente para a solução de questões ou de interpretações divergentes com
base neste instrumento que, amigavelmente não poderem resolver, o Foro da Justiça Estadual, Comarca de Maceió/AL, com expressa
renúncia, por si e seus sucessores, de qualquer outro, por mais privilegiado que seja.

DATA: 10 de julho de 2019.

TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas
LOCATÁRIO

MARIA DO SOCORRO PADILHA BRANDÃO VILELA


LOCADORA

KERMA PADILHA REBELO


LOCADORA

SUBDIREÇÃO-GERAL

Processo Administrativo Virtual nº: 2019/6873


Assunto: Termo de Ajuste de Contas

DESPACHO

Considerando a documentação constante nos Processos Administrativos em epígrafe, bem como a fundamentação constante do
Despacho GPAPJ n° 518/2019, AUTORIZO a celebração do Termo de Ajuste de Contas, para pagamento via indenização no importe
de R$ 38.336,92 (trinta e oito mil, trezentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos) à empresa JCV ADMINISTRADORA DE
BENS LTDA, referente à locação do imóvel situado na Av. Deputada Ceci Cunha, 127, Alto do Cruzeiro, em Arapiraca/AL, destinado
ao funcionamento do 1º Juizado Especial Civil e Criminal de Arapiraca/AL, objeto do extinto Contrato nº 33/2014, com base em sua
Cláusula Oitava Das Obrigações das Partes, inciso I, c; observando-se ainda o disposto na Cláusula Segunda Da vistoria do imóvel do
Termo de Devolução do imóvel.
No ato da assinatura, é indispensável a apresentação das certidões negativas de débitos devidamente atualizadas, declaração que
comprove a inexistência de vínculo dos membros da contratada com este Tribunal, que evidencie a prática de nepotismo, vedadas pelas
Resoluções nº 156, de 08 de agosto de 2012 e nº 07, de 18 de outubro de 2005, com as alterações promovidas pela Resolução nº 229,
de 22 de junho de 2016, do Conselho Nacional de Justiça CNJ; declaração de inexistência de fato posterior que impeça de contratar
com a administração, conforme artigo 32, § 2º, da Lei nº 8.666/93, bem como declaração em que ateste cumprir com o prescrito no art.
27, V, da Lei n° 8.666/93.
À Subdireção Geral para as devidas providências.

Maceió, 11 de julho de 2019.

DES. TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO


PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS

SUBDIREÇÃO-GERAL

SÚMULA DO TERMO DE AJUSTE DE CONTAS DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 2019/601


PARTES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ALAGOAS E ÀS SENHORAS KERMA PADILHA REBELO e MARIA DO SOCORRO PADILHA
BRANDÃO VILELA.

DO OBJETO: O presente TERMO DE AJUSTE DE CONTAS tem por objeto o pagamento, mediante indenização, à empresa JCV
ADMINISTRADORA DE BENS LTDA, em conformidade com o disposto na Cláusula Oitava, I, c, do Contrato de Locação nº 33/2014,
referente aos valores acordados a título de reparação do imóvel objeto do contrato, situado na Av. Deputada Ceci Cunha, 127, Alto do
Cruzeiro, em Arapiraca/AL, destinado ao funcionamento do 1º Juizado Especial Civil e Criminal de Arapiraca/AL, no valor total de R$
38.336,92 (trinta e oito mil, trezentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos), conforme laudo de avaliação apresentado pela
locadora.

DO VALOR: Ficando o valor global do presente TERMO DE AJUSTE DE CONTAS em R$ 38.336,92 (trinta e oito mil, trezentos e
trinta e seis reais e noventa e dois centavos).
Parágrafo único. A presente despesa correrá por conta do seguinte Programa de Trabalho: 02.003.02.122.0003.2431.0001.210 -
MANUTENÇÃO DO ÓRGÃO DO PODER JUDICIARIO 1º GRAU, Fonte: 0100 RECURSOS ORDINÁRIOS; Elemento de Despesa:
3.3.90.93.00.00.00.00 - INDENIZACOES E RESTITUICOES.

DO FORO: As PARTES elegem neste ato como único competente para a solução de questões ou de interpretações divergentes com
base neste instrumento que, amigavelmente não poderem resolver, o Foro da Justiça Estadual, Comarca de Maceió/AL, com expressa
renúncia, por si e seus sucessores, de qualquer outro, por mais privilegiado que seja.

DATA: 11 de julho de 2019.

TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 37

LOCATÁRIO

JADELSON BARBOZA VITAL


JCV Administradora de Bens
PROCURADOR

CLEONICE ALVES DA SILVA VITAL


JCV Administradora de Bens
PROCURADORA

SUBDIREÇÃO-GERAL

Processo Administrativo nº 2019/8562

SÚMULA DO QUARTO TERMO DE APOSTILAMENTO DO CONTRATO Nº 024/2015

O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, devidamente inscrito no CNPJ sob o nº 12.473.062/0001-08, situado
na Praça Marechal Deodoro, nº 319, 5º Andar, Bairro Centro, Maceió Alagoas, CEP nº 57.000-000, representado neste ato pelo
Excelentíssimo Senhor Presidente Desembargador TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO, CONTRATANTE, resolve apostilar
o Contrato 024/2015, celebrado com o SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE, CONTRATADA, do município de UNIÃO
DOS PALMARES, em razão da necessidade de atualização do valor global do contrato, já que a quantia estabelecida de R$ 2.627,27
(dois mil, seiscentos e vinte e sete reais e vinte e sete centavos), fica muito aquém das necessidades da Administração, pois está
muito abaixo da média de consumo registrado no exercício de 2019, bem como pela instalação da Turma Recursal naquela comarca,
consoante consta no Processo Administrativo nº 2019/8562.
Resolve, igualmente, corrigir o 2º Ato de apostilamento ao Contrato 024/2015, que atualizou o valor da pactuação em 2018, em
razão de necessidade de corrigir o cabeçalho do Ato que constou como 2º Ato quando na verdade é o 3º Ato de apostilamento ao pacto
em testilha.
Assim, corrige-se o valor anual estimado do contrato, passando de R$ 2.627,27 (dois mil, seiscentos e vinte e sete reais e vinte e
sete centavos) para R$ 6.243,26 (seis mil, duzentos e quarenta e três reais e vinte e seis centavos), que é o correspondente ao consumo
estimado para esse ano, conforme é demonstrado no Processo Administrativo nº 2019/8562. Bem como corrige o cabeçalho do 2º Ato
de Apostilamento ao Contrato, pactuado em 2018, para constar como 3º Ato de Apostilamento.
Dessa forma, a Cláusula Sétima do Contrato nº 024/2015 passará a vigorar com a seguinte redação:
Os recursos orçamentários para a cobertura das despesas decorrentes deste Contrato têm seu valor anual estimado em R$ 6.243,26
(seis mil, duzentos e quarenta e três reais e vinte e seis centavos) (...)
Por sua vez, o cabeçalho do 2º Ato de Apostilamento, firmado em 08/03/2018, passará a vigorar com a seguinte redação:
3º Ato de apostilamento ao Contrato nº 024/2015

Permanecem inalteradas todas as demais cláusulas e condições do contrato inicialmente celebrado.


A presente Apostila de Retificação do referido termo ampara-se na Lei 8.666/93 e no que consta no Processo nº 2019/8562, entrando
em vigor na data de sua publicação.

Maceió, 11 de julho de 2019.

Des. TUTMÉS AIRAN DE A. MELO


Pres. do Tribunal de Justiça de Alagoas

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTOR E FISCAL Nº 097/2019.

Processo Administrativo nº. 2019/7659 Data: 12 de julho de 2019

CONTRATADO: JEFERSON APARECIDO FELISBERTO ME

Objeto: a aquisição de medalha para representar a COMENDA DO MÉRITO CÍVICO DESEMBARGADOR EDGAR VALENTE DE
LIMA, instituída, por iniciativa da Escola Superior da Magistratura do Estado de Alagoas.

CONTRATO Nº 45/2019

Gestor: Rafael Ribeiro de Albuquerque


Fiscal: Ana Valéria Moura Pitta

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Rafael Ribeiro de Albuquerque (Gestor) e Ana Valéria Moura Pitta (Fiscal) lotados no Escola Superior da
Magistratura do Estado de Alagoas - ESMAL, para a gestão e fiscalização do Contrato nº 45/2019, oriundo do Processo Administrativo
Virtual nº 2019/7659, devendo representar este Tribunal de Justiça perante a contratada e zelar pela boa execução do objeto pactuado,
cumprindo as atividades de gestão, fiscalização e controle relativas à Cláusula de Gestão indicadas no referido Contrato e de acordo
com o que preceitua o Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 38

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTOR E FISCAL Nº 098/2019.

Processo Administrativo nº. 2019/6941 Data: 12 de julho de 2019

CONTRATADO: WDB COMÉRCIO VAREJISTA DE LIVROS EIRELI

Objeto: a aquisição de 39 (trinta e nove) Kits Escolares, para atender as necessidades da Escola Superior da Magistratura, através
do Programa Cidadania e Justiça na Escola da Coordenação de Projetos Especiais da Escola Superior da Magistratura-ESMAL.

CONTRATO Nº 44/2019

Gestor: Rafael Ribeiro de Albuquerque


Fiscal: Ana Valéria Moura Pitta

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Rafael Ribeiro de Albuquerque (Gestor) e Ana Valéria Moura Pitta (Fiscal) lotados no Escola Superior da
Magistratura do Estado de Alagoas - ESMAL, para a gestão e fiscalização do Contrato nº 44/2019, oriundo do Processo Administrativo
Virtual nº 2019/6941, devendo representar este Tribunal de Justiça perante a contratada e zelar pela boa execução do objeto pactuado,
cumprindo as atividades de gestão, fiscalização e controle relativas à Cláusula de Gestão indicadas no referido Contrato e de acordo
com o que preceitua o Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE FISCAIS Nº 099/2019.

Processo Administrativo nº. 2018/11807 Data: 12 de julho de 2019

CONTRATADOS: JONATHAN DE ALBUQUERQUE REINO-ME e FOMENTO DISTRIBUIDORA LTDA-ME

Objeto: eventual e futura aquisição de café.

ARPs Nº 028/2019 e 029/2019

Fiscal: SANDRA MARIA MARTINS MACHAD O PRADO


Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores SANDRA MARIA MARTINS MACHADO PRADO (Fiscal) e EXPEDITO QUINTELA DA SILVA (Fiscal
Substituto), ambos lotados no Departamento Central de Material, Patrimônio e Serviços Gerais, para a gestão e fiscalização das Atas
oriundas do Processo Administrativo nº 2018/11807, devendo representar este Tribunal de Justiça perante as contratadas e zelar pela
boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e controle relativas à Cláusula de gestão e fiscalização indicadas
nas referidas Atas e ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

Corregedoria

Chefia de Gabinete

Processo nº 2017/9514
Requerentes: Magistrada Juliana Batistela Guimarães de Alencar
Objeto: Solicitação

DESPACHO

01. Trata-se de expediente encaminhado pela Magistrada Juliana Batistela Guimarães de Alencar, Substituta da 4ª Vara Criminal da
Comarca de São Miguel dos Campos, solicitando a intervenção desta Corregedoria perante o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas,
a fim de que sejam encaminhadas ao referido Juízo cópias do Processo Administrativo nº TC-3766/97 e anexos, a fim de viabilizar o
julgamento do Processo Judicial nº 0300080-56.2004.8.02.0053.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 39

02. Em Decisão de fls. 17/30 (ID 439480), o Corregedor-Geral da Justiça que me antecedeu, Desembargador Paulo Barros da Silva
Lima, determinou a expedição de Ofício à Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas à época, Conselheira Rosa Maria
Ribeiro de Albuquerque, solicitando-lhe o encaminhamento de cópias do citado processo administrativo.

03. Em resposta, o atual Presidente do TCE/AL, Conselheiro Otávio Lessa de Geraldo Santos, aduziu que determinou aos setores
competentes as buscas físicas do processo, a fim de localizá-lo e atender a determinação (fl. 28 – ID 669682).

04. À fl. 30 dos autos (ID 717049), consta certidão oriunda da Chefia de Gabinete desta Corregedoria, dando conta de que até a presente
data não foi colacionada a cópia do processo requerida.

05. Diante desse dado, DETERMINO que expeça-se, novamente, ofício ao Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas,
Conselheiro Otávio Lessa de Geraldo Santos, solicitando-lhe o encaminhamento a esta Corregedoria de cópia do Processo
Administrativo nº TC-3766/97 e seus anexos, a fim de viabilizar o julgamento do Processo Judicial nº 0300080-56.2004.8.02.0053, em
trâmite na 4ª Vara Criminal de São Miguel dos Campos, com a urgência que o caso requer.

06. Transcorrido o prazo ou prestadas as informações, retornem-me os autos conclusos.

07. Cumpra-se.

Maceió, 05 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

* Republicado por incorreção

Processo SISPROAD nº: 06814-7.2011.001


Interessado: FUNJURIS
Objeto: Recolhimento de Emolumentos

DECISÃO

01. Trata-se de processo administrativo instaurado a partir de decisão proferida por esta Corregedoria Geral da Justiça/AL no processo
de nº 01283-4.2011.002, o qual foi instaurado pelo não recolhimento de emolumentos por parte da Sra. Elza Ferreira de Queiroz Tenório,
na função de servidora responsável pelo Cartório do Único Ofício de Craíbas/AL.

02. Constatada a irregularidade, foi determinado pelo Presidente da Comissão Gestora do FUNJURIS, Dr. Jamil Amil Albuquerque
de Holanda Ferreira, a autuação do presente feito (fls. 123), destinado a cobrar o valor atualizado referente aos emolumentos não
repassados.

03. Atualizado o débito e diante da execução de R$ 1.088.530,43 (um milhão, oitenta e oito mil, quinhentos e trinta reais e quarenta e três
centavos), devido ao FUNJURIS, a título de emolumentos, a Sra. Elza Ferreira de Queiroz Tenório apresentou requerimento, pleiteando
a aplicação do art. 51 da Lei nº. 5.247/1991, para que seja descontado mensalmente, em folha de pagamento, o valo equivalente a 10%
(dez por cento) da remuneração.

04. Com isso, os autos vieram conclusos a esta CGJ/AL, oportunidade na qual a Juíza Auxiliar, Dra. Lorena Carla Santos Vasconcelos
Sotto-Mayor, emitiu parecer opinando pelo retorno dos autos ao FUNJURIS para apreciação da matéria, relativa ao pleito de parcelamento
da dívida decorrente do não recolhimento dos emolumentos.

05. É, em síntese, o relatório.

06. Pois bem, realmente, verifico que o pleito em análise, voltado ao parcelamento e desconto em folha de crédito pertencente ao
FUNJURIS, não tem por objeto a atividade correicional, que foi regularmente exercida e esgotada nos autos do processo nº 1283-
4.2011.002, no qual, tanto esta CGJ/AL quanto o Conselho Estadual da Magistratura julgaram em definitivo a conduta funcional da Sra.
Elza Ferreira de Queiroz, exaurindo os pronunciamentos deste Órgão.

07. Nesse sentido, como bem esclarecido pelo Juízo Auxiliar:

“(...) Este feito versa sobre valores a crédito do FUNJURIS, cabendo a este órgão, e tão somente a ele, aquilatar a melhor forma de
executá-los. Perceba-se que, nos presentes autos, o valor ora executado não decorre da condenação imposta no processo 1283-
4.2011.002. O que ocorre é justamente o contrário: o processo 1283-4.2011.002 é que foi inaugurado pela reconhecida omissão da

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 40

promovente em recolher os emolumentos referidos e perseguidos nestes autos.

08. Vê-se, assim, que a importância perseguida nestes autos constitui crédito do FUNJURIS, não em razão da atividade correicional
levada a efeito por parte desta CGJ/AL, mas sem virtude da cobrança de emolumentos não repassados ao mencionado Fundo, que
gerou, por parte de tal Departamento, a lavratura de auto de infração (fls. 196) e a adoção das demais medidas.

09. Pelo exposto, ACOLHO integralmente o parecer da Juíza Auxiliar desta CGJ/AL e, por não vislumbrar a matéria como inserida na
competência deste Órgão, para deliberar sobre o pleito de parcelamento de dívida decorrente do não recolhimento de emolumentos
formulado pela requerente, DETERMINO o retorno dos autos ao FUNJURIS para apreciação da questão.

10. Publique-se. Cumpra-se.

Maceió, 11 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 939, DE 12 DE JULHO DE 2019.


Designa o Juízo da Comarca de São Luis do Quitunde para atuar no processo nº 0000459-29.2011.8.02.0052.

O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais;

CONSIDERANDO o disposto na Emenda Regimental nº 03/2016, aprovada unanimemente pelo Pleno do Tribunal de Justiça, que
autoriza o Corregedor-Geral da Justiça do Estado de Alagoas a proceder com as designações excepcionais;
CONSIDERANDO o disciplinamento definido no ATO NORMATIVO nº 01, de 04 de janeiro de 2019, que delega ao Corregedor-Geral da
Justiça do Estado de Alagoas as designações para escolha e substituições dos Juízes de Direito de 1º Grau;
CONSIDERANDO que o magistrado José Alberto Ramos, titular da Comarca de São José da Laje, averbou-se suspeito para atuar nos
autos do Processo Judicial nº 0000459-29.2011.8.02.0052, e que o Juízo substituto é a Comarca de Colônia Leopoldina, que se encontra
vaga, tendo como designado o próprio Juiz José Alberto Ramos;
CONSIDERANDO que o magistrado da Comarca de São José da Laje, solicitou a esta Corregedoria Geral através do Processo SAI nº
2019/9747, a indicação de um magistrado para atuar nos autos do Processo nº 0000459-29.2011.8.02.0052;

CONSIDERANDO que, de acordo com a Resolução nº 10, de 24 de abril de 2018, anexo II, 5ª Circunscrição, Subgrupo III, o próximo
Juízo seria a Comarca de São Luis do Quitunde.

RESOLVE:

Art. 1º Designar o juízo da Comarca de São Luis do Quitunde, para atuar nos autos do Processo Judicial nº 0000459-
29.2011.8.02.0052.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 940, DE 12 DE JULHO DE 2019.


Designa o Juízo da Comarca de São Luis do Quitunde para atuar no processo nº 0000648-70.2012.8.02.0052.

O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais;

CONSIDERANDO o disposto na Emenda Regimental nº 03/2016, aprovada unanimemente pelo Pleno do Tribunal de Justiça, que
autoriza o Corregedor-Geral da Justiça do Estado de Alagoas a proceder com as designações excepcionais;
CONSIDERANDO o disciplinamento definido no ATO NORMATIVO nº 01, de 04 de janeiro de 2019, que delega ao Corregedor-Geral da
Justiça do Estado de Alagoas as designações para escolha e substituições dos Juízes de Direito de 1º Grau;
CONSIDERANDO que o magistrado José Alberto Ramos, titular da Comarca de São José da Laje, averbou-se suspeito para atuar nos
autos do Processo Judicial nº 0000648-70.2012.8.02.0052, e que o Juízo substituto é a Comarca de Colônia Leopoldina, que se encontra
vaga, tendo como designado o próprio Juiz José Alberto Ramos;
CONSIDERANDO que o magistrado da Comarca de São José da Laje, solicitou a esta Corregedoria Geral através do Processo SAI nº
2019/9828, a indicação de um magistrado para atuar nos autos do Processo nº 0000648-70.2012.8.02.0052;

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 41

CONSIDERANDO que, de acordo com a Resolução nº 10, de 24 de abril de 2018, anexo II, 5ª Circunscrição, Subgrupo III, o próximo
Juízo seria a Comarca de São Luis do Quitunde.

RESOLVE:

Art. 1º Designar o juízo da Comarca de São Luis do Quitunde, para atuar nos autos do Processo Judicial nº 0000648-
70.2012.8.02.0052.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 942, 12 DE JULHO DE 2019.

O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais;


CONSIDERANDO o disposto no art. 8º, § 1º, do Provimento nº 19/2013, acrescentado pelo Provimento nº 006/2019, a determinar que o
magistrado designado para o Plantão Criminal também ficará responsável cumulativamente pelo Plantão no Estádio Rei Pelé;
CONSIDERANDO o disciplinamento definido no art. 8º, § 2º, do suso mencionado Provimento, no sentido de que, ocorrendo o evento em
dia de expediente forense, ficará automaticamente designado para o plantão no Estádio Rei Pelé o magistrado designado para o plantão,
na esfera criminal, da semana subsequente ao evento;
RESOLVE designar o seguinte PLANTÃO JUDICIÁRIO, de acordo com a PORTARIA nº 655, de 07 de maio de 2019; a RESOLUÇÃO
nº 71/2009, do Conselho Nacional de Justiça; e, os PROVIMENTOS nºs 19/2013 e 06/2019, desta Corregedoria-Geral da Justiça, na
Comarca da CAPITAL para o mês de JULHO de 2019.

PLANTÃO CAPITAL

MÊS DIAS JUÍZES PLANTONISTAS

Cível – Dr. Ivan Vasconcelos Brito Júnior


Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Capital
27 e 28 Telefone: (82) 4009-3507/99111-7317
Av. Juca Sampaio, 206 – Barro Duro
vcivel1@tjal.jus.br

JULHO
23 (Plantão no Estádio Rei
Pelé) Criminal – Dr. Sérgio Roberto da Silva Carvalho
Juiz de Direito do 3º Juizado Especial Cível da Capital
Telefone: (82) 2126-9700/99119-1166
Rua Saldanha da Gama, 395 – Farol – CEP SEUNE
jecc3@tjal.jus.br
27 e 28

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça de Alagoas

Processo nº 2019/9745
Requerente: JUÍZO DE DIREITO DA VARA DO ÚNICO OFÍCIO DE GIRAU DO PONCIANO-AL
Objeto: SOLICITAÇÃO – REF. HABILITAÇÃO DE MAGISTRADO

DECISÃO

01. Trata-se de solicitação encaminhada à Corregedoria-Geral de Justiça do Estado de Alagoas, através da qual o Juízo de Direito da

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Vara do Único Ofício de Girau do Ponciano cientifica, para fins de designação de Magistrado, que o Juiz Titular dessa Vara averbou-se
suspeito no processo 0000162-22.2015.8.02.0039, tendo seu Substituto Legal declarado, de igual forma, sua suspeição.

02. O setor de Divisão de Juízes informou que “O juiz substituto da Comarca de Girau do Ponciano é o juiz da Comarca de Feira
Grande (que se encontra vaga), estando o Magistrado Elielson dos Santos Pereira designado para a aludida Comarca, que também se
averbou suspeito; conforme a Resolução n. 10, de 24 de abril de 2018, Anexo II, o próximo juiz é da Comarca de Taquarana. Porém, em
decorrência do juiz designado para a Comarca de Taquarana ser o juiz titular da Comarca de Girau do Ponciano, o próximo será o Juízo
da Comarca de Limoeiro de Anadia.”

03. Pois bem, a Resolução nº. 10/2018 do TJ/AL, que institui critério para as substituições dos Juízes de 1º Grau nas hipóteses de
impedimentos, suspeições, licenças, férias ou qualquer outra ausência legalmente autorizada e adota providências correlatas, prevê nos
artigos 3º e 4º:

Art. 3º As substituições dos Juízes ocorrerão na forma do Anexo I desta Resolução.

Art. 4º Na impossibilidade de aplicação do art. 3º desta Resolução, serão observadas a tabela constante do Anexo II e as seguintes
regras:

I – As substituições observarão a ordem descendente de como estão dispostas as Unidades Judiciárias; II – O Juiz da Unidade
imediatamente anterior substitui o da subsequente, enquanto que o ocupante da última posição no Subgrupo substituirá o primeiro,
e assim sucessivamente; III – Na inviabilidade da substituição prevista no inciso anterior, em virtude do disposto no artigo 2º desta
Resolução, será substituto o Juiz da Unidade imediatamente antecedente do mesmo Subgrupo, e assim sucessivamente.

§ 1º Caso o Magistrado que responda pela última Unidade Judiciária no Subgrupo não possa ser substituto da primeira, o responsável
pela penúltima Unidade Judiciária será o substituto, e assim sucessivamente.

§ 2º Esgotadas as substituições no Subgrupo, após a aplicação das regras previstas nos incisos do caput deste artigo, o substituto será
o primeiro Juiz do Subgrupo seguinte; e, no caso do último Subgrupo, o primeiro Juiz do Subgrupo I, da mesma Circunscrição, e assim
sucessivamente.

04. No caso em exame, a Divisão de Juízes informou que o Juízo Substituto Legal da Vara do Única Oficio da Comarca de Girau do
Ponciano é o Juízo da Comarca de Feira Grande, que a mesma se encontra vaga, tendo sido designado o Magistrado Elielson dos Santos
Pereira, que, também averbou-se suspeito para funcionar no feito em tela, que o próximo juiz seria o da Comarca de Taquarana, que
também encontra-se vaga e que o juiz designado para tal Comarca é o juiz titular da Comarca de Girau do Ponciano sendo necessário,
portanto, em observância às disposições normativas supracitadas, indicar o Magistrado apto a exercer as atividades judicantes na ação
tombada sob o nº. 0000162-22.2015.8.02.0039.

05. Compulsando a ordem de substituição elencada na Resolução nº. 10/2018 do TJ/AL denota-se que o Juízo de Limoeiro de Anadia
seria o substituto legal, uma vez que é o imediatamente anterior da lista do subgrupo que substitui a unidade subsequente, nos termos
do art. 4º da aludida resolução.

06. Deste modo, ACOLHO a informação exarada pela Divisão de Juízes desta CGJ/AL, DETERMINANDO a DESIGNAÇÃO do Juízo
da Comarca de Limoeiro de Anadia para que oficie nos autos do Processo Judicial nº. 0000162-22.2015.8.02.0039, originário do Juízo
de Direito da Vara do Único Ofício da Comarca de Girau do Ponciano, em face da suspeição do Juiz Titular e Substituto Legal desta
unidade judiciária.

07. Expeça-se a correspondente Portaria e comunique-se ao departamento competente.

08. Publique e cumpra-se. Em seguida, ARQUIVE-SE.

Maceió, 11 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor Geral da Justiça

Processo nº 2019/9769
Requerente: JUÍZO DE DIREITO DA VARA DO ÚNICO OFÍCIO DE GIRAU DO PONCIANO-AL
Objeto: SOLICITAÇÃO – REF. HABILITAÇÃO DE MAGISTRADO

DECISÃO

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01. Trata-se de solicitação encaminhada à Corregedoria-Geral de Justiça do Estado de Alagoas, através da qual o Juízo de Direito da
Vara do Único Ofício de Girau do Ponciano cientifica, para fins de designação de Magistrado, que o Juiz Titular dessa Vara averbou-se
suspeito no processo 070011-49.2014.8.02.0039, tendo seu Substituto Legal declarado, de igual forma, sua suspeição.

02. O setor de Divisão de Juízes informou que “O juiz substituto da Comarca de Girau do Ponciano é o juiz da Comarca de Feira Grande
(que se encontra vaga), estando o Magistrado Elielson dos Santos Pereira designado para a aludida Comarca, e que se averbou suspeito
no sobredito processo. Conforme a Resolução n. 10, de 24 de abril de 2018, Anexo II, o próximo juiz é da Comarca de Taquarana.
Porém, em decorrência do juiz designado para a Comarca de Taquarana ser o juiz titular da Comarca de Girau do Ponciano, ou seja, o
Magistrado Lucas Carvalho Tenório de Albuquerque, o próximo será o Juízo da Comarca de Limoeiro de Anadia.”

03. Pois bem, a Resolução nº. 10/2018 do TJ/AL, que institui critério para as substituições dos Juízes de 1º Grau nas hipóteses de
impedimentos, suspeições, licenças, férias ou qualquer outra ausência legalmente autorizada e adota providências correlatas, prevê nos
artigos 3º e 4º:

Art. 3º As substituições dos Juízes ocorrerão na forma do Anexo I desta Resolução.

Art. 4º Na impossibilidade de aplicação do art. 3º desta Resolução, serão observadas a tabela constante do Anexo II e as seguintes
regras:

I – As substituições observarão a ordem descendente de como estão dispostas as Unidades Judiciárias; II – O Juiz da Unidade
imediatamente anterior substitui o da subsequente, enquanto que o ocupante da última posição no Subgrupo substituirá o primeiro,
e assim sucessivamente; III – Na inviabilidade da substituição prevista no inciso anterior, em virtude do disposto no artigo 2º desta
Resolução, será substituto o Juiz da Unidade imediatamente antecedente do mesmo Subgrupo, e assim sucessivamente.

§ 1º Caso o Magistrado que responda pela última Unidade Judiciária no Subgrupo não possa ser substituto da primeira, o responsável
pela penúltima Unidade Judiciária será o substituto, e assim sucessivamente.

§ 2º Esgotadas as substituições no Subgrupo, após a aplicação das regras previstas nos incisos do caput deste artigo, o substituto será
o primeiro Juiz do Subgrupo seguinte; e, no caso do último Subgrupo, o primeiro Juiz do Subgrupo I, da mesma Circunscrição, e assim
sucessivamente.

04. No caso em exame, a Divisão de Juízes informou que o Juízo Substituto Legal da Vara do Única Oficio da Comarca de Girau do
Ponciano é o juízo da Comarca de Feira Grande, que tem como magistrado designado o Dr. Elielson dos Santos Pereira, que, também
averbou-se suspeito para funcionar no feito em tela, que o próximo juiz seria o da Comarca de Taquarana, que se encontra vaga e
que o juiz designado para tal Comarca é juiz titular da Comarca de Girau do Ponciano sendo necessário, portanto, em observância às
disposições normativas supracitadas, indicar o Magistrado apto a exercer as atividades judicantes na ação tombada sob o nº. 070011-
49.2014.8.02.0039.

05. Compulsando a ordem de substituição elencada na Resolução nº. 10/2018 do TJ/AL denota-se que o Juízo de Limoeiro de Anadia
seria o substituto legal, uma vez que é o imediatamente anterior da lista do subgrupo que substitui a unidade subsequente, nos termos
do art. 4º da aludida resolução.

06. Deste modo, ACOLHO a informação exarada pela Divisão de Juízes desta CGJ/AL, DETERMINANDO a DESIGNAÇÃO do Juízo
da Comarca de Limoeiro de Anadia para que oficie nos autos do Processo Judicial nº. 070011-49.2014.8.02.0039, originário da Juízo de
Direito da Vara do Único Ofício da Comarca de Girau do Ponciano, em face da suspeição do Juiz Titular e Substituto Legal desta unidade
judiciária.

07. Expeça-se a correspondente Portaria e comunique-se ao departamento competente.

08. Publique e cumpra-se. Em seguida, ARQUIVE-SE.

Maceió, 11 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor Geral da Justiça

Processo nº: 2019/9593


Requerente: Josemir Pereira de Souza - Magistrado
Objeto: Solicitação

DECISÃO

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01. Trata-se de expediente encaminhado pelo Magistrado Josemir Pereira de Souza, juiz de direito titular da 4ª Vara Criminal
da Capital, requerendo a lotação de 03 (três) servidores na respectiva unidade judiciária, posto que os “3 únicos servidores estarem
em situação prejudicial (de saída) a esta unidade. Senão vejamos: SERVIDORA SIMONE ARECIPPO - REMOVIDA PARA O SPU;
SERVIDOR DÊVIS KLINGER - DEVOLVIDO À DISPOSIÇÃO DESSA CORREGEDORIA SERVIDOR GERALDO (TÉCNICO JUDICIÁRIO
) LOGO PODE PEDIR REMOÇÃO PARA UM LUGAR MAIS PRÓXIMO DA SUA RESIDENCIA OU QUE TENHA HORÁRIO MATINAL. O
QUE MELHOR LHE CONVÉM. ELE VAI SER NOMEADO EM BREVE COMO ANALISTA JUDICIÁRIO.”

02. Instado a se pronunciar, o Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ, informou o quadro de servidores da supradita
Unidade Judiciária (ID 740200).

03. Em sequência, o s autos foram remetidos ao Juiz Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, que emitiu parecer (ID 742618),
opinando “pelo arquivamento dos presentes autos, com fulcro no art. 52 da Lei Estadual nº 6161/00, salientando que na oportunidade
das próximas lotações dos servidores serão observadas, criteriosamente, as carências devidamente comprovadas de todas as unidades
do Estado”.

04. É, em síntese, o relatório.

05. Como se pode verificar, no expediente encaminhado pelo magistrado Josemir Pereira de Souza, são 02 (duas) as providências que
o mesmo solicita, a saber, devolução do servidor Dêvis Klinger e solicitação de 03 (três) outros servidores.

Da Devolução do Servidor

06. Pois bem, no que concerne à disponibilização do servidor Dêvis Kliger à esta Corregedoria Geral da Justiça, entendo por acatar
referido pleito, sem, inclusive, adentrar nas razões pelas quais o magistrado assim pleiteou.

07. Acerca da situação e, visando não trazer maiores prejuízos à referida unidade com a saída do citado servidor, entendo pertinente
que o mesmo passe a exercer suas atividades junto à SPU, posto que, além de auxiliar a própria 4ª Vara Criminal da Capital, da mesma
forma, poderá contribuir para outras unidades.

Do Pedido de Novos Servidores

08. No tocante à lotação de outros 03 (três) servidores na referida unidade, entendo importante pontuar que, recentemente a 4ª Vara
Criminal da Capital foi contemplada com 02 (dois) Técnicos Judiciários, aprovados no último certame.

09. É verdade que, com a devolução do servidor Devis Klinger, realizada neste momento, e o fato de que 02 (dois) outros analistas
encontram-se na SPU, a unidade realmente encontra-se deficitária.

10. No entanto, neste instante, não é possível o atendimento do pleito, porém, tão logo a Presidência do Tribunal de Justiça, observando
os parâmetros e limites orçamentários do Poder Judiciário, possa proceder a nomeação de servidores públicos concursados, a situação
da 4ª Vara Criminal da Capital será levada em consideração por esta Corregedoria.

11. Não é demais pontuar que, malgrado a carência de servidores de tal unidade, aqui reconhecida, a mesma se encontra sendo
assessora pela Secretaria de Processamento Unificado – SPU, de modo que, a prestação de serviços cartorários não está de todo
prejudicada, pois que o cumprimento dos Despachos, Decisões e Sentenças também são realizadas pelos servidores ali lotados.

12. Diante do exposto, ACOLHO em parte o parecer emanado pelo Juiz Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, DEFERINDO
parcialmente o pleito requestado para determinar a lotação do servidor Dêvis Klinger da Silva Menezes, analista judiciário, na Secretaria
de Processamento Unificado – SPU.

13. Expeça-se a Portaria respectiva e adotem-se as providências necessárias.

14. Publique-se. Intimações necessárias.

15. Cumpra-se e após, arquive-se, com baixa no sistema.

Maceió, 11 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2019/6686


Requerente: Marcus Vinicius Vieira Guimarães

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 45

Objeto: Remoção de servidor

DECISÃO

01. Trata-se de requerimento (ID 712467) provido pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado de Alagoas – SINDOJUS
questionando a Decisão desta Corregedoria que deferiu a remoção do servidor Marcus Vinicius Vieira Guimarães (ID 700977) .

02. De acordo com o questionamento “mais precisamente item 05, traz a remoção na modalidade de ofício, quando, no entendimento
desta entidade, deveria ser a pedido (Art. 35, II), já que o Oficial de Justiça Marcus Vinicius Vieira Guimarães estava lotado em Olho
D´Agua das Flores, comarca esta pertencente a 2ª Circunscrição, e sua remoção foi determinada para a Central de Mandados da
Comarca de Arapiraca, pertencente a 3ª Circunscrição”.

03. Decisão de ID 713073, destacou um equívoco na Portaria emitida de ID 701157, posto que haveria a necessidade de constar
que a lotação do servidor requerente seria precária, sobretudo porque “a lotação de origem do solicitante só existe um oficial de justiça,
e no período de férias o mesmo deverá ser substituído pelo requerente”.

04. Portaria nº 659/2019 republicada por incorreição (ID 715976).

05. Manifestação da Magistrada da Comarca de Olho D´Agua das Flores, Dra. Larrissa Gabriella Lins Victor Lacerda, onde acende
a necessidade de designação de outro Oficial de Justiça, colocando que “no ano de 2018 o referido oficial cumpriu mais de mil mandados,
carga elevadíssima de trabalho que será adicionada ao oficial que permaneceu”.

06. Novo requerimento atravessado pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado de Alagoas – SINDOJUS/AL, em que reitera
o pleito formulado por meio do ID 712467.

07. É, em síntese, o relatório.

08. Inicialmente, há de se esclarecer que, até o momento não havia sido analisado o requerimento de ID 712467, posto que, antes
desta manifestação, um pleito do servidor Marcus Vinicius havia sido atravessado nos autos, o que fez com que fosse necessária a
manifestação desta Corregedoria a tal pleito e, em sequência, o cumprimento da determinação.

09. Pois bem, enfrentando o questionamento do SINDOJUS, observa-se que foi suscitada dúvida referente ao item 05 da Decisão
de ID 700977, uma vez que falaria de remoção de ofício, quando tal modalidade de remoção deveria ser promovida tão somente para a
mesma circunscrição e, no caso dos autos, o servidor teria sido removido para circunscrição diversa da qual ele fazia parte.

10. Vejamos o item 05 da Decisão questionada, in verbis:

“05. A remoção do servidor, que consiste no seu deslocamento, a pedido ou de ofício, nos órgãos que compõem o Poder Judiciário, com
ou sem mudança de sede, se encontra disciplinada na Lei Estadual nº 7.889/2017, que dispôs sobre a reestruturação das carreiras dos
servidores públicos do Poder Judiciário do Estado de Alagoas e ali estatuiu:
‘Art. 34. Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, nas unidades administrativas e jurisdicionais inerentes aos órgãos
do Poder Judiciário do Estado de Alagoas, com ou sem mudança de sede.
(...)
Art. 35. A remoção dar-se-á:
I – em virtude de processo seletivo promovido pela Presidência do Tribunal de Justiça, por intermédio da Diretoria Adjunta de Gestão de
Pessoas – DAGP ou outra unidade que venha a substituí-la, ouvida a Corregedoria Geral da Justiça;
II – a pedido, para outra localidade, independentemente do interesse da Administração e do disposto no art. 36 desta Lei, por motivo de
saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas expensas e que conste do seu assentamento funcional, ouvida
a junta médica oficial;
III – por permuta, a critério da Administração, desde que respeitados os requisitos estabelecidos nesta Lei; e
IV – de ofício, mediante decisão fundamentada, pelo prazo máximo de 1 (um) ano, podendo ser prorrogado por mais 1 (um) ano, neste
último caso, com a aceitação prévia e expressa do servidor removido, respeitados, em todas as hipóteses, o direito do servidor à nova
lotação dentro da circunscrição da Comarca e instância em que se encontrava lotado, como também ao pagamento da ajuda de custo
mencionada no art. 47, parágrafo único, desta Lei.’ (grifei)”

11. Observa-se, portanto, que no referido item, consta, tão somente, menção aos dispositivos de lei pertinente à espécie, não se
fazendo qualquer referência à modalidade de remoção a ser promovida.

12. Não é demais pontuar, que a remoção do servidor em tela, foi deferida de forma precária, sendo inclusive destacado que “na
lotação de origem do solicitante só existe um oficial de justiça, e no período de férias, o mesmo deverá ser substituído pelo requerente”.

13. Vale colocar que, em face de tal determinação, a Portaria republicada, ante o equívoco cometido inicialmente, foi retificada nos
seguintes termos:

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“Art. 1º Lotar, precariamente, o servidor Marcus Vinícius Vieira Guimarães, ocupante do cargo efetivo de Analista Judiciário: área
Oficial de Justiça Avaliador, na Central de Mandados de Arapiraca.
Art. 2º Nos períodos de férias do Oficial de Justiça Avaliador, Sebastião Antônio da Silva Kojak Júnior, o servidor requerente desenvolverá
suas atividades, excepcional e exclusivamente, na Comarca de Olho D’Água das Flores”.

14. Pois bem, realizando uma nova análise da situação e, em vista das ponderações feitas, confesso que fiquei surpreso com o
pleito do Sindicato, pois que não fui procurado pessoalmente para esclarecer os pontos de dúvidas suscitados.

15. Afora isso, da maneira como o questionamento foi realizado, dá a entender que esta Corregedoria estaria agindo de modo
a prejudicar os servidores ou mesmo indo de encontro ao que prescreve a legislação pertinente, quando, na verdade, estava tentando
solucionar um problema de um servidor.

16. Não é demais colocar que, antes de deferir o pleito, provoquei a magistrada que estava respondendo pela unidade, oportunidade
em que a mesma não se manifestou contrariamente à remoção requerida, tendo, tão somente destacado o número de mandados que
haviam sido distribuídos para o servidor em 2018, e ponderado que “tão logo seja possível o oficial removido seja substituído por outro
servidor”.

17. No entanto, após a remoção precária do servidor para a Comarca de Arapiraca, a Magistrada Larrissa Gabrriella Lins Victor
Lacerda revelou preocupação com a saída do Oficial de Justiça e a impossibilidade de recomposição do quadro funcional, dada a
crescente demanda de mandados a serem cumpridos na unidade.

18. Sendo assim, em face desses fatos, sobretudo em razão da novel manifestação da magistrada que responde pela Comarca,
entendo prudente rever minha posição inicial, retornando o servidor à Comarca de origem, no próximo mês de agosto.

19. Diante do exposto, sem maiores considerações, DETERMINO a revogação da Portaria nº 659/2019, devendo o servidor
Marcus Vinícius Vieira Guimarães retornar, no dia 01.08.2019 as suas atividades perante à Comarca de Olho D´Água das Flores.

20. Intime-se o SINDOJUS, a Dra. Larrissa Gabriella Lins Victor Lacerda e o servidor requerente.

21. Publique-se e cumpra-se, após arquive-se, com baixa no sistema.

Maceió, 12 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2018/12461


Requerente: Conselho Nacional de Justiça
Objeto: Pedido de Providências

DECISÃO

01. Trata-se do Pedido de Providências nº 0006802-14.2018.2.00.0000, onde o Conselho Nacional de Justiça determinou que fosse
efetuado o monitoramento do cumprimento da determinação nº 22 do Relatório de Inspeção nº 0002460-57.2018.2.00.0000, com vistas
a regularizar a atividade jurisdicional no Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca da Arapiraca.

02. Ao longo do trâmite do presente feito e também do Processo nº 2019/3319, cujas cópias foram acostadas ao presente feito, foram
adotadas div ersas medidas para sanar os problemas constatados, onde e m Decisão de fl. 422 dos autos (ID 650125), datada de 13
de março de 2019, determinei a expedição de Ofício a referida Unidade, a fim de que dê cumprimento às providências elencadas na
determinação nº 22.

03. O Magistrado Titular da Unidade, Dr. Alfredo dos Santos Mesquita, apresentou informações de fls. 426/427 (ID 705901), dando conta
das providências até então adotadas, aduzindo que “vem estudando medidas a serem adotadas no intuito de aumentar a eficiência na
prestação jurisdicional, ainda que observado o aumento gradativo e exponencial na entrada de processo nesta Unidade.”

04. Considerando as informações prestadas pelo Setor de Inspeções desta CGJ (fl. 527), referentes aos dados extraídos do Sistema
de Automação de Justiça – SAJ, o Juiz Auxiliar desta Corregedoria elaborou a seguinte tabela, referente a evolução nos números à
regularidade da prestação jurisdicional na Unidade:

MAIO/2018 MARÇO/2019
Processos paralisados há mais de 100 (cem) 774 761
dias
Processos conclusos (acervo do gabinete) 729 990

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Julgamento/decisão prioritário(a) dos 78 Integralmente cumprido


processos conclusos há mais de 100 (cem)
dias

05. Conforme bem consignado no parecer emanado, diante das providências adotadas por esta Corregedoria-Geral da Justiça, vê-se
que houve uma discreta evolução nos números apresentados pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Arapiraca. Em que pese isso, faz-se
necessária a continuidade do acompanhamento das medidas que estão sendo adotadas pela Unidade, a fim de regularizar a prestação
jurisdicional e a tramitação dos feitos.

06. Nesse passo, ACOLHO integralmente o parecer emanado, ao passo em que DETERMINO que seja expedido ofício ao Juízo da
5ª Vara Criminal da Comarca de Arapiraca determinando que apresente, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, plano de trabalho
visando a melhoria da prestação jurisdicional na respectiva Unidade, e que, no prazo máximo de 90 (noventa) dias, efetive e adote as
providências nesse sentido, informando quando do seu adimplemento, no prazo assinalado.

07. Encaminhe-se cópia integral do presente processo ao Conselho Nacional de Justiça, para ciência das providências até então adotadas
por esta Corregedoria, em relação a determinação posta no item 22 do Relatório de Inspeção nº 002460-57.2018.2.00.0000, pelo Juízo
da 5ª Vara Criminal da Comarca de Arapiraca.

08. Após apresentadas informações ou exaurido o prazo estabelecido, remetam-se os autos ao Setor de Inspeções desta CGJ, para
atualização dos dados apresentados pela referida Vara.

09. Ultrapassadas estas etapas, vão os autos à AEJA para emissão de parecer.

10. Publique-se. Cumpra-se.

Maceió, 10 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2018/15074


Requerente: Magistrado Helestron da Costa
Objeto: Encaminhamento de documentos

DECISÃO

01. Trata-se de expediente encaminhado pelo Magistrado Helestron da Costa, onde relata a esta Corregedoria que “de 26 de novembro
a 02 de dezembro de 2018, estive em atividade platonista de acordo com as diretrizes do Ato Normativo nº 97/2018, período no qual
identifiquei sérios problemas no sistema de plantão das audiências de custódia. Notadamente no que pertine à apresentação dos presos,
cadastros dos expedientes e efetividade no cumprimento de prazos”.

02. Em parecer de fl. 09 (ID 702397), o Juiz Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça opinou pela extinção do presente feito, uma vez
que a análise da matéria apresentada encontra-se prejudicada, pois o Ato Normativo discutido pelo requerente foi revogado.

03. De fato, o Magistrado em seu expediente questiona as diretrizes do Ato Normativo nº 97/2018 foi revogado pelo Ato Normativo nº
14/2019, que sistematiza a realização das audiências de custódia nas Comarcas do interior do Estado de Alagoas.

04. Assim, tem-se por prejudicada a continuidade na análise do presente processo, haja vista a perda superveniente do seu objeto, nos
moldes do art. 52 da Lei Estadual nº 6.616/2000, que regula o processo administrativo no âmbito da Justiça Estadual em geral e que
assim dispõe:

“Art. 52. O órgão competente poderá declarar extinto o processo quando exaurida sua finalidade ou o objeto da decisão se tornar
impossível, inútil ou prejudicado por fato superveniente.”

05. Diante do exposto, ACOLHO o parecer emanado, ao passo em que DECLARO EXTINTO o presente feito, com supedâneo no art. 52
da Lei Estadual nº 6.616/2000, ante a perda superveniente do objeto aqui discutido, pela caracterização da falta do interesse processual
de agir, em sua faceta utilidade, já que o Ato Normativo nº 97/2018 foi revogado pelo Ato Normativo nº 14/2019.

06. Publique-se. Intimações necessárias.

07. Cumpra-se e após o transcurso de prazo para insurgência, arquive-se, com baixa no sistema.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 48

Maceió, 10 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2019/8034


Requerente: Roodney Beserra
Objeto: Solicitação
DECISÃO

01. Trata-se de expediente encaminhado pelo Advogado Roodney Beserra, onde solicitou a esta Corregedoria “a inserção no novel
Código de Normas das Serventias Judiciais a gratuidade de custas processuais para cobranças e execuções de honorários advocatícios
pelas razões expostas, no Processo Administrativo OAB –AL 8774-2018, anexo 2”.

02. Destacou a importância da gratuidade das custas na execução dos honorários advocatícios em virtude do seu caráter alimentar, e que
no Estado do Rio Grande do Sul, por força da Lei Estadual nº 15.016/2017, a execução dos honorários é isenta de custas processuais.

03. Em parecer de fl. 79 (ID 729704), o Juiz Auxiliar desta Corregedoria opinou pelo retorno dos autos à Presidência deste Sodalício, a
fim de que adotasse as providências que entender cabíveis ao caso concreto, visto que a isenção de custas processuais em cobranças e
execuções de honorários advocatícios deve ser objeto de proposta de Projeto de Lei, sugerindo, ainda, que seja encaminhada cópia do
feito à comissão responsável pela elaboração do Código de Normas das Serventias Judiciais nesta CGJ, para que avalie a possibilidade
de atendimento da pretensão posta.

04. De fato, conforme bem consignado no parecer, o Código de Normas das Serventias Judiciais, que se encontra sob a égide
desta Corregedoria, cuja tramitação segue em fase avançada, possui natureza administrativa, porquanto consiste na compilação e
disciplinamento de Provimentos cujas matérias se referem ao trabalho dos servidores do Poder Judiciário alagoano, não possuindo,
portanto, força normativa para disciplinar o objeto em análise, acerca da isenção de custas processuais em cobranças e execuções de
honorários advocatícios, que deve ser objeto da proposta de Projeto de Lei, tal como feito pelo Estado do Rio Grande do Sul, conforme
destacado pelo próprio requerente.

05. Nesse passo, ACOLHO integralmente o parecer emanado, ao passo em que DETERMINO a remessa dos presentes autos à
Presidência deste Sodalício, a fim de dar prosseguimento à análise do expediente encaminhado, adotando as providências que entender
cabíveis à espécie.

06. Simultaneamente, remeta-se cópia dos presentes autos à Comissão responsável pela elaboração do Código de Normas das
Serventias Judiciais nesta CGJ, a fim de que avalie a possibilidade de atendimento do pleito formulado pelo requerente, considerando
que o fato de que o Código será proposto mediante Projeto de Lei.

07. Publique-se. Cumpra-se. Após, arquive-se.

Maceió, 10 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2019/367


Requerente: Maurício dos Santos Barboza
Objeto: Solicitação

DECISÃO

01. Trata-se de expediente encaminhado pelo servidor Maurício dos Santos Barboza, Chefe de Secretaria da 4ª Vara Criminal da
Comarca de Penedo, onde solicita a esta Corregedoria “estabelecer o malote digital como a forma de devolução de Cartas Precatórias
para Comarcas de Tribunais diversos, apenas no caso de ter havido interrogatório e/ou oitiva de testemunha nas Comarcas deste Estado,
de acordo com o procedimento contido no anexo, pois quando não houver oitiva a devolução ocorrerá normalmente, como já vem sendo
realizada”.

02. Destacou que o referido procedimento mediante malote digital “elimina a necessidade de postagens nos correios como também exclui
a necessidade de aquisição de DVD’s para gravação dos arquivos audiovisuais”.

03. Em parecer de fls. 04/05 (ID 742335), o Juiz Auxiliar desta Corregedoria opinou que seja encaminhada cópia do feito à comissão

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 49

responsável pela elaboração do Código de Custas nesta CGJ, para que avalie a possibilidade de inserção da pretensão posta pelo
requerente no aludido instrumento.

04. Conforme bem consignado no parecer, a Lei nº 11.419/2016, dispõe sobre a informatização do processo judicial, e a Resolução nº
100/2009 do Conselho Nacional de Justiça, que dispõe sobre a comunicação oficial, por meio eletrônico, no âmbito do Poder Judiciário,
visando a eficiência operacional e a celeridade na duração dos processos, por meio da utilização dos recursos disponíveis de tecnologia
da informação, como o malote digital, já localmente utilizada.

05. Sendo assim, mostra-se relevante a matéria ventilada no presente feito, de modo que entendo que deve ser levada ao conhecimento da
Comissão responsável pela elaboração do Código de Normas das Serventias Judiciais, que se encontra sob a égide desta Corregedoria,
cuja tramitação segue em fase avançada, que consiste na compilação e disciplinamento de Provimentos cujas matérias se referem ao
trabalho dos servidores do Poder Judiciário alagoano, para que avaliem a possibilidade de sua inserção no referido instrumento.

06. Nesse passo, ACOLHO o parecer emanado, ao passo em que DETERMINO a remessa dos presentes autos à Comissão responsável
pela elaboração do Código de Normas das Serventias Judiciais nesta CGJ, a fim de que avalie a possibilidade de atendimento do pleito
formulado pelo requerente.

07. Publique-se. Cumpra-se. Após, arquive-se.

Maceió, 10 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2018/5296


Requerente: Magistrado Antônio Rafael Wanderley Casado da Silva
Objeto: Solicitação

DECISÃO

01. Trata-se de solicitação encaminhada pelo Magistrado Antônio Rafael Wanderley Casado da Silva,
o qual questionou a possibilidade do pagamento das fianças criminais serem através de boletos vindos da
conta judicial vinculada à unidade judicial e não mais ficarem sob a gestão do FUNJURIS, como acontece.

02. Em Decisão de fls. 02/03 (ID 641173), determinei o encaminhamento dos autos e de ofícios, à Presidência desta Egrégia Corte, à
Procuradoria Administrativa do Poder Judiciário e ao Fundo Especial de Modernização do Poder Judiciário – FUNJURIS, para que sejam
emitidos pronunciamentos que versem sobre a temática desse processo administrativo.

03. Em resposta, tanto à Presidência deste Tribunal, à Procuradoria Administrativa do Poder Judiciário, quanto o Fundo Especial de
Modernização do poder Judiciário – FUNJURIS informaram que optam por manter o sistema de pagamento sob a gestão do FUNJURIS,
como vem sendo realizada.

04. Em novo parecer, o Juiz Auxiliar desta CGJ opinou pelo arquivamento do presente feito, uma vez que exaurida a sua finalidade.

05. Portanto, não há mais nenhuma providência a ser adotada por parte desta Corregedoria-Geral da Justiça no presente processo, visto
que a matéria posta restou esgotada.

06. Diante do exposto, DETERMINO o arquivamento dos presentes autos.

07. Cumpra-se e após o trânsito em julgado, arquive-se.

Maceió, 10 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2019/6641


Requerente: Banco Central do Brasil
Objeto: Encaminhamento de Documento

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 50

DECISÃO

01. Trata-se de documento oriundo do Banco Central do Brasil, por meio do qual encaminhou a esta Corregedoria-Geral da Justiça cópia
do Ofício nº 178/2019, da lavra do Juízo da Comarca de Colônia Leopoldina, em cumprimento ao disposto no art. 2º da Recomendação
nº 51, de 23 de março de 2015, do Conselho Nacional de Justiça.

02. A Recomendação nº 51/2015 do Conselho Nacional de Justiça, aduz que na transmissão de ordens judiciais pelos Magistrados ao
Banco Central do Brasil, Departamento Nacional de Trânsito e Receita Federal do Brasil sejam utilizados exclusivamente os sistemas
Bacenjud, Renajud e Infojud. Confira-se o seu teor:

“Art. 1º Recomendar a todos os magistrados que utilizem exclusivamente os sistemas Bacenjud, Renajud e Infojud para transmissão de
ordens judiciais ao Banco Central do Brasil, Departamento Nacional de Trânsito e Receita Federal do Brasil, respectivamente.

Parágrafo único. Estão excepcionados desta recomendação os juízos que eventualmente não disponham de acesso à internet, os quais
devem fazer essa observação de forma destacada no ofício de comunicação da ordem judicial.

Art. 2º Recomendar ao Banco Central do Brasil, ao Departamento Nacional de Trânsito e à Receita Federal do Brasil que reencaminhe
à Corregedoria do Tribunal ao qual está vinculado o juízo remetente os ofícios físicos (em papel) de comunicação de ordens judiciais
passíveis de envio pelos referidos sistemas.

Parágrafo único. O reenvio de que trata o caput poderá ser feito para o endereço de e-mail disponibilizado pelas respectivas
Corregedorias.

Art. 3° Recomendar às Corregedorias dos Tribunais que façam chegar o ofício de que trata o artigo anterior ao juízo remetente, para
que comande a ordem judicial diretamente nos sistemas Bacenjud, Renajud e Infojud ou, conforme o caso, adotem elas próprias tal
providência.”

03. De fato, o expediente encaminhado pelo Juízo da Comarca de Colônia Leopoldina ao Banco Central do Brasil não observou os
termos disposto na Recomendação, visto que não utilizou o meio eletrônico competente. Entretanto, como bem pontuado no parecer
emanado, por se tratar de uma Recomendação, entendo que não restou configurada falta funcional por parte daquele Juízo.

04. Assim, considerando a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador e fiscalizador, para apreciar
medidas que visam otimizar a atividade jurisdicional, e, ainda, ao já colacionado art. 3º da Recomendação nº 51/2015 do Conselho
Nacional de Justiça, entendo por oficiar ao Juízo da Comarca de Colônia Leopoldina, orientando-lhe que comande as ordens judiciais
diretamente nos sistemas eletrônicos correspondentes.

05. Nesse passo, ACOLHO integralmente o parecer do Juiz Auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, DETERMINANDO O
ARQUIVAMENTO do presente feito, bem como que seja expedido Ofício ao Juízo da Comarca de Colônia Leopoldina, orientando-lhe
que observe os termos dispostos na Recomendação nº 51/2015 do Conselho Nacional de Justiça.

06. Publique-se. Intimações necessárias.

07. Cumpra-se e após o transcurso do prazo para recurso, arquive-se, com baixa.

Maceió, 11 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2018/11535


Requerente: Conselho Nacional de Justiça
Objeto: Pedido de Providências

DECISÃO

01. Trata-se do Pedido de Providências nº 0006810-88.2018.2.00.0000, onde o Conselho Nacional de Justiça determinou que fosse
efetuado o monitoramento do cumprimento da determinação nº 30 do Relatório de Inspeção nº 0002460-57.2018.2.00.0000, com vistas

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 51

a regularizar a atividade jurisdicional no Juízo da 2ª Vara Cível da Capital.

02. Em Decisão de fls. 538/539 (ID 748325), determinei que fosse expedido ofício ao Juízo da 2ª Cível da Capital para que apresentasse,
no prazo máximo de 15 (quinze) dias, plano de trabalho visando a melhoria da prestação jurisdicional e que, no prazo máximo de 90
(noventa) dias, efetivasse e adotasse as providências nesse sentido, informando quando do seu adimplemento, no prazo assinalado.

03. O Magistrado Titular da referida Unidade, Dr. Pedro Ivens Simões de França, por meio do Ofício nº 299-103/2019 (fl. 547 – ID
758152), requereu a dilação do prazo para a apresentação do plano de trabalho, ante a impossibilidade da sua elaboração, sob o
fundamento de que está em gozo de suas férias regulamentares neste mês de julho do corrente ano, o que impossibilita o atendimento
imediato das determinações.

04. Considerando a plausabilidade dos argumentos apresentados pelo Eminente Magistrado, entendo por acolher o pleito formulado,
concedendo-lhe o prazo de 15 (quinze) dias para a apresentação do plano de trabalho, a partir do dia 31/07/2019, data em que retornará
ao exercício de suas atividades, após o término do seu período de férias.

05. Nesse passo, DETERMINO que seja expedido ofício ao Juízo da 2ª Cível da Capital determinando que apresente, até o dia
14/08/2019, plano de trabalho visando a melhoria da prestação jurisdicional da Unidade e que, no prazo máximo de 90 (noventa) dias,
efetive e adote as providências nesse sentido, informando quando do seu adimplemento, no prazo assinalado.

06. Após apresentadas informações ou exaurido o prazo estabelecido, remetam-se os autos ao Setor de Inspeções desta CGJ, para
atualização dos dados apresentados pela referida Vara.

07. Publique-se. Cumpra-se.

Maceió, 11 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2018/12486


Requerente: Conselho Nacional de Justiça
Objeto: Pedido de Providências

DECISÃO

01. Trata-se do Pedido de Providências nº 0006803-96.2018.2.00.0000, onde o Conselho Nacional de Justiça determinou que fosse
efetuado o monitoramento do cumprimento da determinação nº 23 do Relatório de Inspeção nº 0002460-57.2018.2.00.0000, com vistas
a regularizar a atividade jurisdicional no Juízo da 2ª Vara Cível da Comarca da Arapiraca.

02. Ao longo do trâmite do presente feito e também do Processo nº 2019/3701, foram adotadas div ersas medidas para sanar os
problemas constatados, onde e m Decisão de fl. 422 dos autos (ID 650119), datada de 13 de março de 2019, determinei a expedição de
Ofício a referida Unidade, a fim de que dê cumprimento às providências elencadas na determinação nº 23.

03. A Magistrada Titular da Unidade, Dr. Clarissa Oliveira Mascarenhas, apresentou informações de fl. 429 (ID 715171), onde esclareceu
que foi promovida para a Comarca no dia 06 de maio do ano corrente e que não houve tempo hábil para sanar todas as pendências
constatadas na Vara.

04. Considerando as informações prestadas pelo Setor de Inspeções desta CGJ (fls. 452/453 – ID 742702), referentes aos dados
extraídos do Sistema de Automação de Justiça – SAJ, o Juiz Auxiliar desta Corregedoria elaborou a seguinte tabela, referente a evolução
nos números à regularidade da prestação jurisdicional na Unidade:

MAIO/2018 JUNHO/2019
Processos paralisados há mais de 100 (cem) 1.241 119
dias
Processos conclusos (acervo do gabinete) 737 857
Julgamento mensal de um número de casos 857 processos distribuídos e 381 processos 327 processos distribuídos e 550 processos
superior ao de feitos distribuídos no mesmo julgados (período de seis meses anterior a julgados (período de março a junho de 2019)
período maio de 2018)
Cumprimento de cartas precatórias e 67 Cartas Precatórias pendentes de 17 Cartas Precatórias pendentes de
mandatos cumprimento e 45 mandados pendentes cumprimento. Não há mandados pendentes.
Julgamento/decisão prioritário(a) dos 183 processos conclusos há mais de 100 Todos que estavam para julgamento foram
processos conclusos há mais de 100 (cem) (cem) dias decididos, porém sem comprovação da
dias remessa de tais informações ao CNJ.

05. Conforme bem consignado no parecer emanado, diante das providências adotadas por esta Corregedoria-Geral da Justiça, vê-se

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Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 52

que houve uma evolução nos números apresentados pela 2ª Vara Cível da Comarca de Arapiraca. Em que pese isso, faz-se necessária
a continuidade do acompanhamento das medidas que estão sendo adotadas pela Unidade, a fim de regularizar a prestação jurisdicional
e a tramitação dos feitos.

06. Além disso, importante destacar que o Juiz Titular da referida Unidade na época da Inspeção realizada pelo CNJ, Dr. Ihering Silva de
Carvalho, aposentou-se em 30/01/2019, conforme Portaria nº 361/2019, permanecendo o Juízo sem titularidade pelo período de 03 (três)
meses, até a promoção da Magistrada Clarissa Oliveira Mascarenhas, através da Portaria nº 10033/2019, que assumiu a titularidade
somente em 06/05/2019 e, desde então, vem empreendendo esforços para o cumprimento das determinações contidas no Relatório de
Inspeção e, também, desta Corregedoria.

07. Nesse passo, ACOLHO integralmente o parecer emanado, ao passo em que DETERMINO que seja expedido ofício ao Juízo
da 2ª Vara Cível da Comarca de Arapiraca determinando que apresente, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, plano de trabalho
visando a melhoria da prestação jurisdicional na respectiva Unidade, e que, no prazo máximo de 90 (noventa) dias, efetive e adote as
providências nesse sentido, informando quando do seu adimplemento, no prazo assinalado.

08. Encaminhe-se cópia integral do presente processo ao Conselho Nacional de Justiça, para ciência das providências até então adotadas
por esta Corregedoria, em relação a determinação posta no item 23 do Relatório de Inspeção nº 002460-57.2018.2.00.0000, pelo Juízo
da 2ª Vara Cível da Comarca de Arapiraca.

09. Após apresentadas informações ou exaurido o prazo estabelecido, remetam-se os autos ao Setor de Inspeções desta CGJ, para
atualização dos dados apresentados pela referida Vara.

10. Ultrapassadas estas etapas, vão os autos à AEJA para emissão de parecer.

11. Publique-se. Cumpra-se.

Maceió, 10 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Autos n° 0000511-78.2019.8.02.0073
Ação: Pedido de Providências
Requerente: Djalma Tavares da Cunha Mello Neto – Interino do Serviço Notarial e Registral da Comarca de Passo de Camaragibe/
AL

DECISÃO

01. Trata-se de expediente formalizado por Djalma Tavares da Cunha Mello Neto, novo representante Interino do Serviço Notarial e
Registral da Comarca de Passo de Camaragibe/AL, em que requer a autorização para:

A) Contratar Guilherme Silva da Cunha Mello, CPF 047.273.584-50 e Marco Valério Melo Castro, CPF 020.265.554-78, ambos
indicados para ocuparem o cargo denominado de Auxiliar de Cartório;
B) Alugar o imóvel localizado na rua São Sebastião, n.º 65, naquele Município, para o funcionamento da respectiva Unidade – local que
apresenta melhores condições para a boa prestação do serviço e;
C) Suspensão dos trabalhos, por um prazo de 15 (quinze) dias, para regularização do serviço, ante as condições precárias encontrada
na antiga Serventia.

02. Tendo em vista que não encontro, neste primeiro momento, óbice para concessão do pleito, AUTORIZO a contratação dos funcionários
indicados, a locação do imóvel em espeque e a suspensão dos trabalhos, todavia em face da imperiosa necessidade da prestação do
serviço a população local, concedo o prazo máximo de 10 (dez) dias, que deve considerar, como marco inicial, o dia 15 de julho de
2019 (segunda-feira).

03. Por seu turno, DETERMINO a juntada dos documentos pessoais dos contratados citados na alínea “A” do primeiro parágrafo, bem
como a informação de qual o valor dos respectivas salários que irão receber e neste mesmo toar, que o requerente colacione nos autos
a minuta do contrato de locação do imóvel que pretende alugar, com as informações básicas inerentes a contrato desta natureza,
notadamente a quantia a ser paga por cada mensalidade, no prazo máximo de 10 (dez) dias.

04. Ressalte-se, que o descumprimento da determinação anterior pode levar a reversão do que aqui restou autorizado.

05. Transcorrido o prazo ou prestadas as informações requestadas, encaminhem-se os autos à AEJA.

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Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 53

06. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se.

Maceió/AL, 12 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 941, DE 12 DE JULHO DE 2019.

O Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza, Corregedor-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, no uso de suas atribuições
legais,

RESOLVE:

Art. 1º ALTERAR, em parte, a portaria nº 822/2019, para modificar em parte o plantão dos Oficiais de Justiça da Capital, referente aos
dias 13 e 14 de julho de 2019, em razão da substituição de Oficial de Justiça plantonista cível:

DATA OFICIAIS DE JUSTIÇA PLANTONISTAS


13 e 14/07/19 Cível: kátia Maria Rocha de Morais

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Publique-se. Registre-se. Cumpra-se.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 943, DE 12 DE JULHO DE 2019.

O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,


CONSIDERANDO o disposto no art. 41 da Lei Estadual nº 6.564/2005 – Código de Organização Judiciária de Alagoas, a disciplinar que
compete ao Corregedor-Geral da Justiça dirigir, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades da Corregedoria-Geral da Justiça, órgão
de orientação, fiscalização e disciplina das atividades jurisdicionais e auxiliares da justiça, com jurisdição abrangente de todo o território
estadual;
CONSIDERANDO o expediente encaminhado pelo Magistrado Josemir Pereira de Souza, Titular da 4ª Vara Criminal da Capital; e
CONSIDERANDO a decisão proferida no bojo do Processo Administrativo nº 2019/9593,
RESOLVE:
Art. 1º LOTAR o servidor Dêvis Klinger da Silva Menezes, ocupante do cargo efetivo de Analista Judiciário, na Secretaria de
Processamento Unificado de Feitos Judiciais – SPU.
Art. 2º Fica revogada a Portaria nº 293, de 17 de junho de 2015.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Publique-se. Registre-se. Cumpra-se.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 944, DE 12 DE JULHO DE 2019.


Designa o Juízo da Comarca de Limoeiro de Anadia para atuar no processo nº 070011-49.2014.8.02.0039.

O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais;

CONSIDERANDO o disposto na Emenda Regimental nº 03/2016, aprovada unanimemente pelo Pleno do Tribunal de Justiça, que
autoriza o Corregedor-Geral da Justiça do Estado de Alagoas a proceder com as designações excepcionais;
CONSIDERANDO o disciplinamento definido no ATO NORMATIVO nº 01, de 04 de janeiro de 2019, que delega ao Corregedor-Geral da
Justiça do Estado de Alagoas as designações para escolha e substituições dos Juízes de Direito de 1º Grau;
CONSIDERANDO que o Juízo da Comarca de Girau do Ponciano, solicitou a esta Corregedoria Geral através do Processo SAI nº
2019/9769, a indicação de um magistrado para atuar nos autos do Processo nº 070011-49.2014.8.02.0039;
CONSIDERANDO que o magistrado Lucas Carvalho Tenório de Albuquerque, titular da Comarca de Girau do Ponciano, averbou-se
suspeito para atuar nos autos do Processo Judicial supracitado, e que o Juízo substituto é a Comarca de Feira Grande, que se encontra

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 54

vaga, tendo como designado o Juiz Elielson dos Santos Pereira, que também averbou-se suspeito;

CONSIDERANDO que de acordo com a Resolução nº 10, de 24 de abril de 2018, anexo II, 2ª Circunscrição, Subgrupo V, o próximo Juízo
seria a Comarca de Taquarana, que se encontra vaga, tendo como Juiz designado o próprio Juiz Lucas Carvalho Tenório de Albuquerque,
titular da Comarca de Girau do Ponciano;

CONSIDERANDO o Art. 4º da Resolução nº 10, de 24 de abril de 2018, anexo II, o próximo Juízo seria a Comarca de Limoeiro de
Anadia.

RESOLVE:

Art. 1º Designar o juízo da Comarca de Limoeiro de Anadia, para atuar nos autos do Processo Judicial nº 070011-49.2014.8.02.0039.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 945, DE 12 DE JULHO DE 2019.


Designa o Juízo da Comarca de Limoeiro de Anadia para atuar no processo nº 0000162-22.2015.8.02.0039.

O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais;

CONSIDERANDO o disposto na Emenda Regimental nº 03/2016, aprovada unanimemente pelo Pleno do Tribunal de Justiça, que
autoriza o Corregedor-Geral da Justiça do Estado de Alagoas a proceder com as designações excepcionais;
CONSIDERANDO o disciplinamento definido no ATO NORMATIVO nº 01, de 04 de janeiro de 2019, que delega ao Corregedor-Geral da
Justiça do Estado de Alagoas as designações para escolha e substituições dos Juízes de Direito de 1º Grau;
CONSIDERANDO que o juízo da Comarca de Girau do Ponciano, solicitou a esta Corregedoria Geral através do Processo SAI nº
2019/9745, a indicação de um magistrado para atuar nos autos do Processo nº 0000162-22.2015.8.02.0039;
CONSIDERANDO que o magistrado Lucas Carvalho Tenório de Albuquerque, titular da Comarca de Girau do Ponciano, averbou-se
suspeito para atuar nos autos do Processo Judicial supracitado, e que o Juízo substituto é a Comarca de Feira Grande, que se encontra
vaga, tendo como designado o Juiz Elielson dos Santos Pereira, que também averbou-se suspeito;

CONSIDERANDO que de acordo com a Resolução nº 10, de 24 de abril de 2018, anexo II, 2ª Circunscrição, Subgrupo V, o próximo Juízo
seria a Comarca de Taquarana, que se encontra vaga, tendo como Juiz designado o próprio Juiz Lucas Carvalho Tenório de Albuquerque,
titular da Comarca de Girau do Ponciano;

CONSIDERANDO o Art. 4º da Resolução nº 10, de 24 de abril de 2018, anexo II, o próximo Juízo seria a Comarca de Limoeiro de
Anadia.

RESOLVE:

Art. 1º Designar o juízo da Comarca de Limoeiro de Anadia, para atuar nos autos do Processo Judicial nº 0000162-22.2015.8.02.0039.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 946, DE 12 DE JULHO DE 2019.

Implementa o Núcleo de Apoio e Inteligência dos Oficiais de Justiça da Capital – NIOJ, nos termos do art. 12, do Provimento CGJ/AL nº
45, de 10 de novembro de 2016.

O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,


CONSIDERANDO o disposto no art. 41 da Lei Estadual n. 6.564/2005 – Código de Organização Judiciária de Alagoas, a disciplinar que
compete ao Corregedor-Geral da Justiça dirigir, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades da Corregedoria-Geral da Justiça, órgão
de orientação, fiscalização e disciplina das atividades jurisdicionais e auxiliares da justiça, com jurisdição abrangente de todo o território
estadual; e
CONSIDERANDO a criação do Núcleo de Apoio e Inteligência dos Oficiais de Justiça da Capital – NIOJ, por meio do Provimento 45/2016
e sua regulamentação pela Portaria 662, de 08 de maio de 2019, ambos da Corregedoria-Geral de Justiça,

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 55

RESOLVE:
Art. 1º Designar os servidores que comporão o Núcleo de Apoio e Inteligência dos Oficiais de Justiça da Capital – NIOJ, conforme abaixo
discriminado:
I - o Oficial de Justiça MAURO FAIÃO RODRIGUES, que atuará como Coordenador;
II - o Oficial de Justiça GUSTAVO LUIZ FRANCISCO DE MACÊDO, na qualidade de membro e Coordenador Substituto;
III - a Oficiala de Justiça DANIELLE TORRES DE CARVALHO LISBOA, na qualidade de membro.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Publique-se. Registre-se. Cumpra-se.

Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Autos n° 0500595-22.2019.8.02.0073 - SAI nº 2017/8890


Ação: Pedido de Providências
Requerido: Maria Ester Fontan Cavalcanti Manso

DECISÃO

(...)
17. Diante dos fatos reportados, entendo por determinar o ARQUIVAMENTO do feito em desfavor da Magistrada Maria Ester Fontan
Cavalcanti Manso, não sem antes RECOMENDAR que a mesma atue com maior atenção quando da gestão da Unidade Judiciária e
dos processos sob sua jurisdição, principalmente seguindo e obedecendo as completas orientações e comandos judiciais das instâncias
superiores e todo o caderno processual das ações antes de proferir suas decisões, tanto interlocutórias, quanto definitivas.
18. Expeça-se expediente à referida Magistrada, com a recomendação expressa nos termos supracitados.

19. Em atenção ao disposto no art. 9º, 3º, da Resolução nº 135/2011, comunique-se ao Conselho Nacional de Justiça a não instauração
do procedimento administrativo disciplinar.

20. Publique-se. Registre-se. Cumpra-se.

21. Após o transcurso de prazo para irresignação, arquive-se com baixa na distribuição.

Maceió, 12 de julho de 2019.

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Processo n° 0000044-02.2019.8.02.0073 (SAI nº 2018/14500)


Requerido: Gustavo A. P. Duarte – Oficial de Justiça
Objeto: Reclamação

DESPACHO

(...)

06. Devidamente sanada a dúvida, e para fins de prosseguimento do feito, ACOLHO a Manifestação acima, DETERMINANDO que o
Juízo da Vara do Único Ofício de São Luiz do Quitunde promova a apuração do fatos narrados na reclamação, em desfavor do Oficial
de Justiça Gustavo A. P. Duarte, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, e caso conclua pela existência de infração administrativa, que
aplique a penalidade cabível, ou remeta os autos à Corregedoria-Geral da Justiça na hipótese de aplicação de penalidade mais grave,
comunicando a este Órgão correcional tão logo conclua a investigação e no prazo aqui estabelecido.

07. Ato contínuo, DETERMINO a suspensão do presente feito, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias, a fim de se aguarde a conclusão
do procedimento instaurado.

07. Transcorrido o prazo estabelecido ou prestadas as informações, encaminhem-se os autos a AEJA para manifestação nos autos.

08. Publique-se. Cumpra-se.

Maceió, 03 de julho de 2019.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 56

Des. Fernando Tourinho de Omena Souza


Corregedor-Geral da Justiça

Escola Superior da Magistratura - ESMAL

EDITAL Nº 171/2019

O Coordenador de Projetos Especiais da Escola Superior da Magistratura do Estado de Alagoas, Juiz Anderson Santos dos Passos,
no uso de suas atribuições legais, convoca os candidatos aprovados e requerentes do fim de lista no VII PROCESSO SELETIVO
SIMPLIFICADO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS, DESTINADO AOS ALUNOS DO CURSO DE DIREITO DAS INSTITUIÇÕES
DE ENSINO SUPERIOR REGULARIZADAS JUNTO AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, listados abaixa, para encaminharem a
documentação exigida no item 11.4 do Edital nº 111/2018.
A documentação deverá ser enviada através do sistema e-Stagium, entre os dias 15 e 19 de julho de 2019. Os estagiários
convocados devem acessar o site estagio.esmal.tjal.jus.br e no ícone convocação, enviar a documentação.

COMARCA DA CAPITAL (MACEIÓ) – MATUTINO – FIM DE LISTA

CLASSIFICAÇÃO NOME
41º
VANESSA DOS SANTOS CAHET

COMARCA DA CAPITAL (MACEIÓ) – VESPERTINO

CLASSIFICAÇÃO NOME
72º ANIELY KARLA LIMA ATAIDE

73º
MIGUEL NETO GOMES PEREIRA

Maceió, 12 de julho de 2019.


Dr. Anderson Santos Dos Passos
Juiz de Direito - Coordenador de Projetos Especiais

Câmaras Cíveis e Criminal

1ª Câmara Cível

1ª Câmara Cível

Conclusões de Acórdãos nos termos do art. 943, § 2º, do CPC.

11 Apelação nº 0702814-27.2011.8.02.0001 , de Maceió, 8ª Vara Cível da Capital


Apelado : ERALDO BENEDITO DA SILVA
Procurador : Vanessa Carnaúba Nobre Casado (OAB: 7291/AL)
Apelante : Bv Financeira S.a. Crédito, Financiamento e Investimento
Advogada : Cristiane Belinati Garcia Lopes (OAB: 19937/PR)
Advogado : Cristiane Belinati Garcia Lopes (OAB: 9957/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO PARA AQUISIÇÃO DE VEÍCULO.
RECURSO DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CONTRA LIMITAÇÃO DE JUROS REMUNERATÓRIOS E VEDAÇÃO DA COBRANÇA
DE ENCARGOS ADMINISTRATIVOS. PRELIMINAR DE JULGAMENTO ULTRA PETITA ACATADA. INEXISTÊNCIA DE PEDIDOS
ESPECÍFICOS RELATIVAMENTE A TARIFAS ADMINISTRATIVAS AFASTADAS NA SENTENÇA. RECURSO NÃO CONHECIDO NO
QUE TOCA À LIMITAÇÃO DOS JUROS REMUNERATÓRIOS. APELAÇÃO QUE NÃO ATACA OS FUNDAMENTOS DA SENTENÇA

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 57

NESTE PARTICULAR. APELAÇÃO CONHECIDA EM PARTE E PROVIDA NA PARTE CONHECIDA. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA
CARACTERIZADA.

57 Apelação nº 0723300-28.2014.8.02.0001 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Apelante : Crbs S/A -Cdd Maceió
Advogado : Bruno Henrique Gonçalves (OAB: 131351/SP)
Apelado : Aldo Pereira de Lima
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Ana Maria Barroso Rezende (OAB: 6082/SE)
Apelante : Aldo Pereira de Lima
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Ana Maria Barroso Rezende (OAB: 6082/SE)
Apelado : Crbs S/A -Cdd Maceió
Advogado : Bruno Henrique Gonçalves (OAB: 131351/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. CORPO ESTRANHO
(INSETO) ENCONTRADO NO INTERIOR DE GARRAFA DE CERVEJA. CDC. TEORIA FINALISTA MITIGADA. FATO PRESENCIADO
POR OUTROS CLIENTES. MÁCULA À HONRA OBJETIVA DA EMPRESA REVENDEDORA. DANO MORAL CARACTERIZADO.
ADEQUAÇÃO DOS TERMOS DE INCIDÊNCIA DOS JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. RECURSO CONHECIDO E NÃO
PROVIDO.

Secretaria do 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas.

Maceió, 12 de julho de 2019.

Belª. Margarida Maria Melo


Secretário(a) 1ª Câmara Cível

TRIBUNAL DE JUSTIÇA
1ª Câmara Cível

PAUTA DE JULGAMENTO

PAUTA DE JULGAMENTO DA SESSÃO ORDINÁRIA Nº 16

Torno público, para ciência dos interessados, que na 16ª Sessão Ordinária da 1ª Câmara Cível, a realizar-se no dia 24/07/2019 às 09:30,
no Auditório Antônio Nunes Araújo, serão julgados os seguintes processos, além daqueles trazidos em mesa:

OBS: Conforme alteração do Art. 156 do Regimento Interno deste Tribunal de Justiça, publicada em 02/04/2019, que desejando
proferir sustentação oral, os representantes das partes e o Ministério Público poderão requerê-la à 1ª Câmara Cível, via Sistema de
Agendamento do Advogado, http:// sadv.tjal.Jus.br/login http://sadv.tjal.jus.br/login, até dois dias úteis antecedentes da
16ª Sessão Ordinária do 1ª Câmara Cível.

1 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800156-60.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 10ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravada : Luciana Maria Aymar Estelita
Advogado : Vinícius de Faria Cerqueira (OAB: 9008/AL)
Advogado : Paulo César de Azevedo Pantaleão Junior (OAB: 13318/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

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2 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800191-20.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 12ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Marcel Leonardo de Amorim Monteiro
Advogado : Reginaldo Alves de Andrade (OAB: 8835A/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

3 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800893-63.2019.8.02.0000


Comarca: Palmeira dos Indios
Vara: 1ª Vara Palmeira dos Indios / Cível e Inf. e Juv.
Agravante : Rita Maria de Souza Feitoza
Advogado : Hugo Ernesto Prado Barbosa (OAB: 12169/AL)
Agravado : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Agravado : Banco Itaú Bmg S.a
Advogado : Eny Angé Soledade Bittencourt de Araújo (OAB: 16827AA/L)
Agravado : Banco Bmg S/A
Agravado : Banco Bradesco S/A
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

4 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0805949-14.2018.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 29ª Vara CÍvel da Capital- Conflitos Agrário
Agravante : Rubenice Nair dos Santos Farias
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Juliana Oliveira dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Aldaiza Nascimento dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Ana Alyce Oliveira dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Adriele de Oliveira Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Adair José dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Antônia Maria da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Antônio Matias da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Vandete Batista da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 59

Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)


Agravante : José Matias da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Aurino João Santos da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Silvania doss Santos Albuquerque
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Marielza Albuquerque de Oliveira
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Sandro Irochi Albuquerque dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Berto Acioli dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Cícera Niedja de Melo
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Nibson de Souza Peixoto Junior
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Tamires Jeronimo Peixoto
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Cicero Luiz da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Cosme Ferreira Moraes
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Cosme Joao da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Ana Paula Rodrigues
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Edval José da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Eliane Maria de Oliveira
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : José Gildo Maximino da Silva

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 60

Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)


Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Givanildo Albuquerque Bispo
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Jeferson dos Santos Melo
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Joel Januário Ramos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : José Cícero Germano
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : José Moreira da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Maria Cícera da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Maria Cícera dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Ivan dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : José Walysson Santos da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Maria José da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Maria José dos Santos Sabino
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Maria Roseane dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Valdomiro Rodrigues da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : José Alexandre dos Santos Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravante : Thiago Silva do Nascimento
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 61

Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)


Agravante : Josefa Maria da Conceição Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Fernando Rebouças de Oliveira (OAB: 9922/AL)
Agravado : Garantia Gestão Empresarial Ltda
Advogado : Samyra Lins Quintella Cavalcanti (OAB: 11035/AL)
Advogado : Sérgio Audálio Quintella Cavalcanti (OAB: 12320/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

5 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0806382-18.2018.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Agravado : Josué Luiz dos Santos
Advogado : Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL)
Advogado : Alfredo Luís de Barros Palmeira (OAB: 10625/AL)
Advogado : José Civaldo da Costa Silva Junior (OAB: 10924/AL)
Advogado : Lyvia Renata G. Fonseca (OAB: 16299/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

6 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0806778-92.2018.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 5ª Vara Cível da Capital
Agravante : Edilson Silva de Oliveira
Advogado : Hilton Lourenço de Lima Júnior (OAB: 13704/AL)
Agravado : Banco Rci Brasil S/A
Advogado : Sergio Schulze (OAB: 14858AA/L)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

7 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800233-69.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 7ª Vara Cível da Capital
Agravante : JOSÉ CICERO NARCISO
Advogado : David da Silva (OAB: 36072/SC)
Agravado : Banco Panamericano S/A
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

8 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800271-81.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Manuela Sampaio Sarmento e Silva (OAB: 18454/BA)
Agravada : Maria Aparecida de Oliveira Holanda
Advogado : Magna Vanda Amorim Abdias (OAB: 47717/AL)
Advogado : Alfredo Soares Braga Neto (OAB: 15998/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

9 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800304-71.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 5ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Manuela Sampaio Sarmento e Silva (OAB: 18454/BA)
Agravado : Antônio Souza da Silva
Advogado : Luiz Antônio Guedes de Lima (OAB: 8217/AL)
Advogado : Diogo dos Santos Ferreira (OAB: 11404/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 62

10 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800360-07.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 2ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Manuela Sampaio Sarmento e Silva (OAB: 18454/BA)
Agravada : Maria Lopes Bernardino de Vasconcelos
Advogado : Paulo Jorge Oliveira de Medeiros (OAB: 1784/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

11 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800374-88.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 10ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Agravado : José Leite
Advogada : Camila Neves Lima (OAB: 16124/AL)
Advogada : Ana Luisa Xavier Lins Camelo (OAB: 14642/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

12 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0800520-32.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 3ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Agravado : Fagner Antônio da Silva
Advogado : José Vicente Faria de Andrade (OAB: 12119/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

13 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0801074-64.2019.8.02.0000


Comarca: Arapiraca
Vara: 6ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Agravante : Cicero Raimundo da Silva Bezerra
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento S/A
Advogado : Rafael Pordeus Costa Lima Filho (OAB: 3432/CE)
Advogado : Rafael Pordeus Costa Lima Neto (OAB: 23599/CE)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

14 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0801326-67.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 13ª Vara Cível da Capital
Agravante : Daniel Mendes da Silva
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Bv Financeira S.a Credito Financiamento e Investimento
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

15 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0801723-29.2019.8.02.0000


Comarca: Arapiraca
Vara: 6ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Agravante : Josenilton Souza da Silva
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogada : Maria do Socorro Vaz Torres (OAB: 3788A/AL)
Advogado : Gilberto Villar Torres (OAB: 14226/AL)
Advogada : Selma Maria Mota de Almeida (OAB: 4290/AL)
Advogada : Mirtes Deina Torres Costa (OAB: 10136/AL)
Advogada : Andréa Cláudia Moraes de Castro Brasil (OAB: 11409/AL)

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Advogado : Paula Maria Alves Soares (OAB: 10951/AL)


Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

16 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0801724-14.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 2ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Itaucard S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736/AL)
Agravado : Ivanildo Santos da Silva
Advogado : Rogedson Rocha Ribeiro (OAB: 11317/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

17 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802160-70.2019.8.02.0000


Comarca: Arapiraca
Vara: 2ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Agravante : Cláudio Henrique Alves de Oliveira
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogada : Maria do Socorro Vaz Torres (OAB: 3788A/AL)
Advogado : Gilberto Villar Torres (OAB: 14226/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

18 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802180-61.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 12ª Vara Cível da Capital
Agravante : Inss - Instituto Nacional de Seguridade Social
Procurador : Samuel Marques de Lima (OAB: 3862/AL)
Agravado : Luciano Cézar Farias de Oliveira
Advogada : Ana Carolina Pineiro Neiva Pires (OAB: 7452/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

19 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802241-19.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 9ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Advogado : Urbano Vitalino Advogados (OAB: 313/PE)
Agravada : Norma Rodrigues de França
Advogado : Gabriel de França Ribeiro (OAB: 12660/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

20 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802275-91.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Agravante : Instituto de Assistência À Saúde dos Servidores do Estado de Alagoas - Ipaseal Saúde
Advogado : José Reinaldo Cavalcante Magalhães (OAB: 2443/AL)
Agravado : Alberto Pereira de Sena
Advogado : Wagner Veloso Martins (OAB: 37160/BA)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

21 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802298-37.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 9ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Advogado : Urbano Vitalino Advogados (OAB: 313/PE)
Agravada : Miriam Maria da Silva
Advogado : Luiz Antônio Guedes de Lima (OAB: 8217/AL)

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Advogado : Diogo dos Santos Ferreira (OAB: 11404/AL)


Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

22 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802305-29.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 2ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Agravada : Ana Cristina de Lima Oliveira
Advogado : Paulo César Matos da Silva (OAB: 4755/AL)
Advogado : Wolney Melo Lyra (OAB: 9107/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

23 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802318-28.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 2ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Advogado : Urbano Vitalino Advogados (OAB: 313/PE)
Agravada : Benedita Cândido de Miranda
Advogado : Magna Vanda Amorim Abdias (OAB: 47717/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

24 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802338-19.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 2ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Agravada : Maria Helena dos Santos Vieira
Advogada : Norma Sandra Duarte Braga (OAB: 4133/AL)
Advogado : Glênio Oliveira e Silva (OAB: 3082/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

25 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802360-77.2019.8.02.0000


Comarca: Arapiraca
Vara: 3ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Agravante : Banco do Brasil S A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Lourival Ferreira Silva
Advogado : Reginaldo Alves de Andrade (OAB: 5459/PE)
Advogado : Maria de Fatima Silva de Andrade (OAB: 4241A/AL)
Advogada : Lucia Amélia de Andrade e Silva Barreto (OAB: 9351A/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

26 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802381-53.2019.8.02.0000


Comarca: Santana do Ipanema
Vara: 2ª Vara Cível (Sucessões)
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Soc. Advogados : Urbano Vitalino Advogados (OAB: 313/PE)
Agravada : Tereza da Rocha Lopes
Advogado : Isaac Mascena Leandro (OAB: 11966/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

27 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802404-96.2019.8.02.0000

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Comarca: Maceió
Vara: 10ª Vara Cível da Capital
Agravante : Sociedade de Educação Tiradentes Ltda.
Advogado : Alexsandro Fraga Santana (OAB: 8310/SE)
Agravada : Izaura Vitória Sapucaia de Araújo
Advogado : Bruno Zeferino do Carmo Teixeira (OAB: 7617/AL)
Advogado : Diogo Zeferino do Carmo Teixeira (OAB: 9963/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

28 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802407-51.2019.8.02.0000


Comarca: Arapiraca
Vara: 3ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Agravante : Banco Volkswagen S/A
Advogada : Manuela Motta Moura da Fonte (OAB: 20397/PE)
Agravado : Gilvan Inácio dos Santos
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 11676/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

29 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802434-34.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 10ª Vara Cível da Capital
Agravante : Inss - Instituto Nacional de Seguridade Social
Procurador : Samuel Marques de Lima (OAB: 3862/AL)
Agravado : Carlos Eugênio da Costa Marques
Advogado : Edson de Carvalho Neto (OAB: 14371/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

30 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802474-16.2019.8.02.0000


Comarca: Arapiraca
Vara: 2ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Agravante : Cleeny Soares Dules Gonzaga
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Banco Panamericano S/A
Advogado : Cristiane Bellinati Garcia Lopes (OAB: 9957A/AL)
Advogado : Patrícia Pontaroli Jansen (OAB: 12419AA/L)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

31 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802495-89.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 3ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Itaucard S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736/AL)
Agravado : Carlos Eduardo da Rosa Calheiros
Advogada : Adriana Maria Marques Reis Costa (OAB: 4449/AL)
Advogado : Carmem Lucia Costa dos Santos (OAB: 10905/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

32 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802614-50.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 13ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Pan S/A
Advogado : Cristiane Bellinati Garcia Lopes (OAB: 9957A/AL)
Agravado : Wanderson Christofanne dos Santos Silva
Advogado : David da Silva (OAB: 11928AA/L)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

33 Classe do Processo: Reexame Necessário 0000567-55.2014.8.02.0019


Comarca: Maragogi

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Vara: Vara de Único Ofício do Maragogi


Remetente : Juízo
Parte 01 : Moizes Alves dos Santos
Advogado : Arthur de Araújo Cardoso Netto (OAB: 3901/AL)
Advogado : Larissa Melo Brandão Maia (OAB: 11873/AL)
Parte 02 : Município de Maragogi
Procurador : Arlindo Ramos Júnior (OAB: 3531/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

34 Classe do Processo: Reexame Necessário 0714925-33.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Remetente : Juízo
Parte 01 : Carlos Eugênio de Oliveira Cunha
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Parte 02 : Município de Maceió
Procurador : Carolina Francisca Cavalcante (OAB: 11646/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

35 Classe do Processo: Apelação 0716589-65.2018.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 20ª Vara Cível da Capital / Sucessões
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Guilherme Falcão Lopes (OAB: 27321/PE)
Apelada : Amalia da Silva Nascimento
Defensor P : André Monte Alegre Tavares (OAB: 7292B/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Apelado : Amélia Nascimento Soares
Defensor P : André Monte Alegre Tavares (OAB: 7292B/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Apelado : Arlete da Silva Nascimento
Defensor P : André Monte Alegre Tavares (OAB: 7292B/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

36 Classe do Processo: Apelação 0501138-06.2008.8.02.0010


Comarca: Colonia de Leopoldina
Vara: Vara do Único Ofício de Colônia Leopoldina
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Sérgio Guilherme Alves da Silva Filho (OAB: 6069B/AL)
Apelada : Maria Marluce de luna
Advogado : José Gilberto da Silva (OAB: 17370/PE)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

37 Classe do Processo: Apelação 0042655-07.2010.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas-Detran/AL
Procurador : Lúcia Maria Jacinto da Silva (OAB: 4276/AL)
Apelado : Hudson Marques Jatobá
Advogada : Virgínia de Andrade Garcia (OAB: 3995/AL)
Advogado : João Felipe Brandão Jatobá (OAB: 10191/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

38 Classe do Processo: Apelação 0080801-88.2008.8.02.0001

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 67

Comarca: Maceió
Vara: 2ª Vara Cível da Capital
Apelante : Banco Cruzeiro do Sul
Advogado : Nelson Wilians Fratoni Rodrigues (OAB: 128341/SP)
Apelado : Marco Antonio da Mota Tenorio
Advogado : Vitor Lopes de Albuquerque (OAB: 7294/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

39 Classe do Processo: Apelação 0000116-89.2013.8.02.0043


Comarca: Delmiro Gouveia
Vara: 2º Vara de Delmiro Gouveia / Entorpecentes
Apelante : Francisley Batista de Oliveira
Advogado : Gleifson Lopes Pires (OAB: 23573/PE)
Apelado : Cebola Veículos LTDA
Advogado : José Carlos de Araújo (OAB: 3098B/AL)
Advogado : Antônio Vieira Dantas (OAB: 1390/AL)
Reprtate : Cícero Antônio da Silva
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

40 Classe do Processo: Apelação 0700233-42.2016.8.02.0008


Comarca: Campo Alegre
Vara: Vara do Único Ofício de Campo Alegre
Apelante : Oi Móvel
Advogada : Valquíria de Moura Castro Ferreira (OAB: 6128/AL)
Apelada : Joelma Soares de França
Advogada : Rosicleia de Oliveira Amorim Pereira (OAB: 9734/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

41 Classe do Processo: Apelação 0000194-19.2014.8.02.0053


Comarca: São Miguel dos Campos
Vara: 1ª Vara Cível e da Inf. e Juv. de S. Miguel dos C.
Apelante : Genilza Vieira de Oliveira
Advogado : José Duarte Santana (OAB: 384A/RN)
Apelante : Monique Rafaelle Vieira de Oliveira
Advogado : José Duarte Santana (OAB: 384A/RN)
Apelante : Pamella Priscilla Vieira de Oliveira
Advogado : José Duarte Santana (OAB: 384A/RN)
Apelante : Viviane Marcos Vieira de Oliveira Ferreira
Advogado : José Duarte Santana (OAB: 384A/RN)
Apelante : Talvanis Marcos de Oliveira Segundo
Advogado : José Duarte Santana (OAB: 384A/RN)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Mário Henrique Menezes Calheiros (OAB: 6905/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

42 Classe do Processo: Apelação 0700071-38.2018.8.02.0053


Comarca: São Miguel dos Campos
Vara: 1ª Vara Cível e da Inf. e Juv. de S. Miguel dos C.
Apelante : José Carlos Nonato dos Santos Coelho
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Bruno Chinaglia Gomes Valente (OAB: /DP)
Apelante : Maria Betania Medeiros Coelho
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Bruno Chinaglia Gomes Valente (OAB: /DP)
Apelado : Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Alagoas - Der/al
Procurador : Helder Braga Arruda Júnior (OAB: 11935BA/L)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 68

43 Classe do Processo: Apelação 0012498-90.2006.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 13ª Vara Cível da Capital
Apelante : Transportadora Moura Ltda.
Advogado : Rogério Gusmão Moura (OAB: 12894/AL)
Apelado : Fernando Pedri
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445/AL)
Advogado : André Felipe Firmo Alves (OAB: 9228/AL)
Advogado : Marcus Lacet (OAB: 6200/AL)
Advogado : Marcus Lacet (OAB: 6200/AL)
Advogado : Fernando Guerra Filho (OAB: 7809/AL)
Advogada : Thaynã de Oliveira Silva (OAB: 15611/AL)
Apelada : Itaú Seguros de Auto e Residência S.a.
Advogada : Juliana Marques Modesto (OAB: 7794/AL)
Apelado : Carlos Eduardo Pedri
Advogado : Fernando Cesar Silva (OAB: 668A/PE)
Advogada : Juliana Marques Modesto (OAB: 7794/AL)
Advogado : Afrânio de Lima Soares Júnior (OAB: 6266/AL)
Advogada : Thaynã de Oliveira Silva (OAB: 15611/AL)
Apelado : Ivo Pedro Filho
Advogado : Fernando Cesar Silva (OAB: 668A/PE)
Advogada : Juliana Marques Modesto (OAB: 7794/AL)
Advogado : Afrânio de Lima Soares Júnior (OAB: 6266/AL)
Advogada : Thaynã de Oliveira Silva (OAB: 15611/AL)
Apelado : Marco Antônio Pedri
Advogado : Fernando Cesar Silva (OAB: 668A/PE)
Advogada : Juliana Marques Modesto (OAB: 7794/AL)
Advogado : Afrânio de Lima Soares Júnior (OAB: 6266/AL)
Advogada : Thaynã de Oliveira Silva (OAB: 15611/AL)
Apelado : Nelda Ana Selbach
Advogado : Fernando Cesar Silva (OAB: 668A/PE)
Advogada : Juliana Marques Modesto (OAB: 7794/AL)
Advogado : Afrânio de Lima Soares Júnior (OAB: 6266/AL)
Advogada : Thaynã de Oliveira Silva (OAB: 15611/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

44 Classe do Processo: Apelação 0733900-40.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Marcelo Texeira dos Santos
Advogado : Sergio Ludmer (OAB: 8910/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Walter Campos de Oliveira (OAB: 7724B/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

45 Classe do Processo: Apelação 0007118-02.2012.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 2ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Apelante : Denisson Luiz de Lima da Silva
Advogado : José Soares de Brito Neto (OAB: 2200/SE)
Apelado : Banco Volkswagen S/A
Advogada : Manuela Motta Moura da Fonte (OAB: 20397/PE)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

46 Classe do Processo: Apelação 0724288-78.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Apelante : Daniella Patricia Tenório de Albuquerque

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 69

Advogada : Lilian Crystiane da Silva Cirino (OAB: 12317/AL)


Advogada : Isabelle de Melo Nolasco (OAB: 11177/AL)
Advogado : Mariana Lopes Camelo (OAB: 12559/AL)
Apelante : Dirlene Lopes do Nascimento Gomes
Advogada : Lilian Crystiane da Silva Cirino (OAB: 12317/AL)
Advogada : Isabelle de Melo Nolasco (OAB: 11177/AL)
Advogado : Mariana Lopes Camelo (OAB: 12559/AL)
Apelante : Deliane Santos de Almeida
Advogada : Lilian Crystiane da Silva Cirino (OAB: 12317/AL)
Advogada : Isabelle de Melo Nolasco (OAB: 11177/AL)
Advogado : Mariana Lopes Camelo (OAB: 12559/AL)
Apelado : Município de Maceió
Advogado : Sandro Soares Lima (OAB: 5801/AL)
Apelado : Instituto de Previdência Municipal de Maceió - Iprev
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

47 Classe do Processo: Apelação 0034831-60.2011.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Marcos Vieira Savall (OAB: 12637BA/L)
Apelado : Alexandre Clementino da Silva
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogado : Márcio Costa Pereira (OAB: 9506/AL)
Advogada : Taianny Soares Aureliano (OAB: 15201/AL)
Apelada : Prisciliana Peixoto dos Santos Costa
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogada : Taianny Soares Aureliano (OAB: 15201/AL)
Apelado : Ivan Lima de Assunção
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogada : Taianny Soares Aureliano (OAB: 15201/AL)
Apelado : Valdomiro Silva de Oliveira
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogada : Taianny Soares Aureliano (OAB: 15201/AL)
Apelada : Monique Moreira Gomes Albuquerque de Melo
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogada : Taianny Soares Aureliano (OAB: 15201/AL)
Apelado : Walfran Lacet Fireman Lima
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogada : Taianny Soares Aureliano (OAB: 15201/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

48 Classe do Processo: Apelação 0731771-28.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Apelante : Antônio Gomes da Silva Filho
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445A/AL)
Advogada : Caroline Neiva Christofano Macedo (OAB: 15766/AL)
Apelado : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogado : Celso Marcon (OAB: 8210A/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

49 Classe do Processo: Apelação 0717029-37.2013.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Livia Moreira de Oliveira Silva (OAB: 25268/BA)
Apelante : Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (CESPE/UNB)
Procurador : Tatiana Cabral Xavier Accioly (OAB: 8898/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 70

Apelada : Dayse Emanuelle da Silva


Advogado : SEBASTIÃO CAVALCANTI (OAB: 6464A/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

50 Classe do Processo: Apelação 0700271-72.2018.8.02.0044


Comarca: Marechal Deodoro
Vara: 2ª Vara Cível e Criminal de Marechal Deodoro
Apelante : Jose Djalma dos Santos Junior
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Eraldo Silveira Filho (OAB: 10783/AL)
Apelado : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

51 Classe do Processo: Apelação 0725455-04.2014.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080B/AL)
Apelante : Al Previdência
Procurador : Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080B/AL)
Apelado : Marcelo Romeiro de Oliveira
Advogada : Milena Bezerra Feijó Nobre (OAB: 14924/AL)
Advogada : Vanessa Carnaúba Nobre Casado (OAB: 7291/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

52 Classe do Processo: Apelação 0700130-69.2017.8.02.0050


Comarca: Porto Calvo
Vara: 1ª Vara de Porto Calvo
Apelante : Município de Jacuípe
Procurador : Rommel Omena Prado (OAB: 9037/AL)
Apelada : Janaina da Silva Miranda
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Tamara Sibele da Silva Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Katiucha Morgana Rosendo Pedrosa Lins
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Wylka Jozielly da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Josilene Maria da Conceição
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Edilma Maria da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Hildêmia Regina da Silva Lins
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 71

Apelado : Darilson Bispo de Oliveira


Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Cristiane Amara dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Apelada : Angela Maria de Melo
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

53 Classe do Processo: Apelação 0727629-83.2014.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 10ª Vara Cível da Capital
Apelante : Edjerson Cruz Lins
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Advogado : Camila Maria da Silva Moreira (OAB: 11613/AL)
Apelante : Maria Aparecida Gonçalves Lima
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Advogado : Camila Maria da Silva Moreira (OAB: 11613/AL)
Apelante : Lucivaldo Vieira dos Santos
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Advogado : Camila Maria da Silva Moreira (OAB: 11613/AL)
Apelante : Valdinete Vieira da Rocha
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Advogado : Camila Maria da Silva Moreira (OAB: 11613/AL)
Apelante : Arnaldo Luiz da Silva
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Advogado : Camila Maria da Silva Moreira (OAB: 11613/AL)
Apelado : Oi S/A
Advogada : Ana Tereza Palhares Basilio (OAB: 74802/RJ)
Advogada : Valquíria de Moura Castro Ferreira (OAB: 6128/AL)
Advogado : Bruno Di Marino (OAB: 93384/RJ)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

54 Classe do Processo: Apelação 0715632-69.2015.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Apelante : Jose Marcos de Oliveira
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Apelada : Bv Financeira S.a. Crédito, Financiamento e Investimento
Advogado : Bruno Henrique de Olvieira Vanderlei (OAB: 21768/PE)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

55 Classe do Processo: Apelação 0706078-36.2015.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 3ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Apelante : Companhia Energética de Alagoas - CEAL (Eletrobras Distribuidora Alagoas)
Advogado : José Agostinho dos Santos Neto
Soc. Advogados : Julia Queiroz & Advogados Associados (OAB: 39614/AL)
Advogada : Júlia Lenita Gomes de Queiroz (OAB: 9667/AL)
Advogado : Gilmar Beserra da Silva (OAB: 13902/AL)
Advogado : Pedro Gomes Ribeiro Coutinho (OAB: 10945/AL)
Apelada : Andreza Leandro da Silva
Advogado : Leandro Cesar Lima Silva de Miranda (OAB: 12741/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 72

56 Classe do Processo: Apelação 0715460-64.2014.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 20ª Vara Cível da Capital / Sucessões
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Obadias Novaes Belo (OAB: 21636/AL)
Apelado : José Ribeiro Toledo Filho
Advogada : Maria Fernanda Quintela Brandão Vilela (OAB: 2679B/AL)
Advogada : Danielle Tenório Toledo Cavalcante (OAB: 6033/AL)
Apelada : Mirian Ribeiro Toledo
Advogada : Maria Fernanda Quintela Brandão Vilela (OAB: 2679B/AL)
Advogada : Danielle Tenório Toledo Cavalcante (OAB: 6033/AL)
Apelado : Diva Toledo
Advogada : Maria Fernanda Quintela Brandão Vilela (OAB: 2679B/AL)
Advogada : Danielle Tenório Toledo Cavalcante (OAB: 6033/AL)
Apelado : Fernando Ribeiro Toledo
Advogada : Maria Fernanda Quintela Brandão Vilela (OAB: 2679B/AL)
Advogada : Danielle Tenório Toledo Cavalcante (OAB: 6033/AL)
Apelado : Eustáquio Ribeiro Toledo
Advogada : Maria Fernanda Quintela Brandão Vilela (OAB: 2679B/AL)
Advogada : Danielle Tenório Toledo Cavalcante (OAB: 6033/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

57 Classe do Processo: Apelação 0700125-34.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 22ª Vara Cível da Capital / Família
Apelante : G. F. C.
Defensor P : Karine Gonçalves Novaes Fonseca (OAB: 102272/MG)
Apelado : G. F. dos S. L.
Defensor P : Marlina Léa Marques dos Anjos (OAB: 7774/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

58 Classe do Processo: Apelação 0700467-77.2016.8.02.0055


Comarca: Santana do Ipanema
Vara: 2ª Vara Cível (Sucessões)
Apelante : Município de Santana do Ipanema
Procurador : Rafael Tenório Melo (OAB: 11363/AL)
Apelada : Tainara Maria da Silva Santos
Representa : Zenaide Maria da Silva Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Carina de Oliveira Soares (OAB: 9617/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

59 Classe do Processo: Apelação 0018208-18.2011.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Apelante : Jose Crilton dos Santos
Advogado : Ulisses Lacerda Martins Tavares (OAB: 10227/AL)
Apelante : Viva Ambiental e Serviços S.A
Advogado : Gabriel Turiano Moraes Nunes (OAB: 20897/BA)
Advogado : André Bonelli Rebouças (OAB: 6190/BA)
Advogado : Tomás Miguel Moraes Nunes (OAB: 30979/BA)
Apelada : Valéria da Conceição Santos
Advogado : André Mendes Lima (OAB: 8160/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

60 Classe do Processo: Apelação 0700185-79.2015.8.02.0053


Comarca: São Miguel dos Campos

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 73

Vara: 1ª Vara Cível e da Inf. e Juv. de S. Miguel dos C.


Apelante : José Roberto dos Santos Moureira
Advogada : Débora Talita de Oliveira Matias (OAB: 11803/AL)
Advogada : Ana Cristina Barbosa de Almeida Melo (OAB: 11802/AL)
Apelado : Municipio de Sao Miguel dos Campos
Procurador : Rodrigo Fragoso Peixoto (OAB: 8820/AL)
Apelante : Municipio de São Miguel dos Campos
Procurador : Rodrigo Fragoso Peixoto (OAB: 8820/AL)
Apelado : José Roberto dos Santos Moureira
Advogada : Débora Talita de Oliveira Matias (OAB: 11803/AL)
Advogada : Ana Cristina Barbosa de Almeida Melo (OAB: 11802/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

61 Classe do Processo: Apelação 0700046-13.2018.8.02.0057


Comarca: Viçosa
Vara: Vara do Único Ofício de Viçosa
Apelante : José Alves
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Apelado : Município de Viçosa
Procurador : Edmundo Vasconcelos Souza de Almeida (OAB: 8121/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

62 Classe do Processo: Apelação 0719516-14.2012.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Apelante : Fiat Leasing S/A - Arrendamento Mercantil
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736/AL)
Apelada : Regilda Gomes de Sousa Freitas
Advogado : Rogério Aragão da Silva (OAB: 5284/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

63 Classe do Processo: Apelação 0701411-76.2016.8.02.0056


Comarca: União dos Palmares
Vara: 2ª Vara Cível de União dos Palmares
Apelante : Ana Leni Barros Aguiar
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Apelante : Bernadete da Silva Melo
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Cicera Maria Aniceto da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Cleonice Maria Bastos Pereira
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Damiana Maria da Silva Maciel
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 74

Apelante : Denilma Ferreira da Silva


Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Djanira Guilherme da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Edineide Maria Firmino dos Santos
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Flavia Alexandre dos Santos
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Gersiana Barros Aguiar
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Joana Nunes Bezerra
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Josefa Maria da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Laurecila Otaviano Costa
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Benedita de Lima
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Cicera da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Cicera Ferreira Araujo
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Cicera Melo da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Cicera Xavier da Costa
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 75

Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)


Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria das Neves Gomes
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria de Fátima Pires da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria de Lourdes Flaviane dos Santos
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria do Socorro de Souza
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Ferreira Reis Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Goreti da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Helena Melo Rebelo
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria José Ferreira de Souza
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Lira da Silva Carvalho
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Madalena Alves
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Madalena de Souza
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Pimentel Amaral
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 76

Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)


Apelante : Maria Silvana Miguel da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria Valderez Pimentel Amaral
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Marinete Marinho dos Santos
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Mauriceia Pereira da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Nadir Ferreira Barros
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Naide Correia de Amorim
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Rubenita Amaral da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Rubenita Moreira da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Rubineide Moreira da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Salus Manoel Pessoa da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Severina Antônio da Silva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Suely Fernandes V Siqueira
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Tereza Cristina Bezerra de Moraes

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 77

Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)


Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Maria do Socorro Lins de Albuquerque Pontes
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelante : Ana Maria da Silva de Paiva
Advogado : Gilvan Melo de Abreu (OAB: 2250/AL)
Advogado : Lindalvo Silva Costa (OAB: 2164/AL)
Advogado : Alberto Neves Macedo Silva (OAB: 7741/AL)
Advogado : Paulo Nassar de Lima (OAB: 8037/AL)
Apelado : Município de União dos Palmares
Advogada : Vanessa Carneiro Gonçalves (OAB: 9434/AL)
Advogado : Abel Souza Candido (OAB: 2284/AL)
Advogado : Aislan Diego Ferreira de Oliveira (OAB: 12919/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

64 Classe do Processo: Apelação 0705626-26.2015.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública
Apelante : Silvio Augusto Xavier
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Mareval Cesar Agra Cavalcante (OAB: 2384/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

65 Classe do Processo: Apelação 0714062-43.2018.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Apelante : Benigno Jorge Caetano da Silva
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445A/AL)
Advogada : Caroline Neiva Christofano Macedo (OAB: 15766/AL)
Apelado : Itaucard - Financeira S.a Crédito, Financiamento e Investimento
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

66 Classe do Processo: Apelação 0724997-16.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Carhp - Companhia Alagoana de Recursos Humanos e Patrimoniais
Advogada : Rosemary Francino Ferreira Freitas (OAB: 4713/AL)
Advogado : Diogo Barbosa Machado (OAB: 10474/AL)
Advogado : Marcella Beltrão Bentes (OAB: 13089/AL)
Apelado : José Maurício Mendonça de Almeida
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Welber Queiroz Barboza (OAB: 10819/ES)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

67 Classe do Processo: Apelação 0702399-34.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Apelante : Adriana Ramos Alves
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Apelante : Givaldo dos Santos Gomes

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 78

Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)


Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Marcilene Gomes da Silva
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Helena Angelo de França
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Norma Guedes de França
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Gerlane Honorato Borba
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Victor Oliveira Silva (OAB: 11637/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

68 Classe do Processo: Apelação 0702261-67.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Apelante : Abenita Cândido Maia
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Alessandro Ferreira Barbosa
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Alexsandra Silva dos Santos Moura
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Auda Lucia Lima dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Cristiane da Silva
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Cristiana Pereira Fernandes
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Ednaldo Correia da Silva
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Helena Silva de Araujo
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Ivana dos Santos Rêgo Alencar
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : José Ronaldo da Silva
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Jucicleide Gomes Acioli
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Jussara de Almeida Barbosa
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Madalena Maria da Silva
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria de Lourdes Oliveira Buarque de Holanda
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Patrícia Corrêa Feitoza Silva
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Renildo Lopes de Lira
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Rosilda Maria dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Sandra Helena Nascimento dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Sônia Maria da Silva
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Município de Maceió
Advogado : Vital Jorge Lins Cavalcanti de Freitas (OAB: 4545/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 79

Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

69 Classe do Processo: Apelação 0733650-07.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Francisca Verônica Castro de Mesquita
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogado : Diogo Hamul de Melo Marinho (OAB: 9635/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Sérgio Ricardo Freire de Sousa Pepeu (OAB: 6317BALAL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

70 Classe do Processo: Apelação 0703668-11.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Advogado : Sérgio Henrique Tenório de Sousa Bonfim
Advogado : Rodrigo Brandão Palácio (OAB: 6236B/AL)
Apelado : Defensoria Pública do Estado de Alagoas /Sucessões
Representando o : José Narciso Ferreira de Moraes
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Poliana de Andrade Souza (OAB: 3699/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

71 Classe do Processo: Apelação 0728707-44.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Apelante : Ana Liege de Melo Carvalho
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Ana Maria Fernandes de Lima
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Ana Paula Santos de Oliveira
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Cristiano Santos
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Ingrid Silva Ribeiro dos Santos
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Jadiane Cavalcante Maciel
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Jailson José de Souza Cardoso
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Jorge Cicero Cabral
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Juliane de Melo Lima
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Keila de Cassia de Oliveira Lima
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 80

Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)


Apelante : Maria Aparecida Castilho Balbino dos Santos
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Maria Claudinete Neto Alves
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Maria Izabel da Rocha Santiago
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Maria Lúcia Almeida Lucena Andrade
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Maria Salete de Lima Barbosa
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Rosangela Regia Fidelis Pereira
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Sandra Maria da Silva
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Silvana Cabral da Silva
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Taiza Andrea de Melo Firmino
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelante : Vania Maria Uchoa Sampaio e Mendes
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Fernando Antonio Reale Barreto (OAB: 12175AA/L)
Procurador : Laila Soares Cavalcante (OAB: 8539/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

72 Classe do Processo: Apelação 0717974-19.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Apelante : Adalberon Luciano da Silva
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Adriana Purificação da Silva Santos
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Algbertina Ferreira de Aquino
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Carlos Fernando Presta
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Cícera Maria dos Santos
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Dyrlei Izidio da Silva Patriota
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 81

Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)


Apelante : Edilene Verçosa da Silva
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Eleine Cristina Lira Lopes Barbosa
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Fernando Antonio Batista Cavalcante
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Jair Mario dos Santos
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Josefa Ferreira dos Santos
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria das Graças Duarte da Silva
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Lucia dos Santos
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Mary Luce Silva de Omena
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Milena Christine Torres Santos
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Robson Batista da Silva
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Tiago de Almeida Calado
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Vera Lucia de Araujo
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Viviane do Nascimento Lamenha
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Walter de Almeida Santos
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Dyego Coutinho Nunes (OAB: 10226AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

73 Classe do Processo: Apelação 0707256-20.2015.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública
Apelante : Uraquitan Cruz da Hora
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Luciana Frias dos Santos (OAB: 834769/SE)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

74 Classe do Processo: Apelação 0706748-74.2015.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 82

Apelante : Djalma André Nunes


Advogado : Ademyr César Franco (OAB: 14091/MT)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Mareval César Agra Cavalcante (OAB: 2382/AL)
Relator: Des. Paulo Barros da Silva Lima

75 Classe do Processo: Apelação 0707696-61.2013.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 6ª Vara Cível da Capital
Apelante : Banco Bradesco S/A
Advogada : Maria do Socorro Vaz Torres (OAB: 3788A/AL)
Advogado : Márcio Roberto Torres (OAB: 7223/AL)
Apelado : Paulo Aguinélio Gomes
Advogado : Cleverton da Fonseca Calazans (OAB: 8524/AL)
Apelado : Centro de Recuperação Hikary Ltda
Procurador : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

76 Classe do Processo: Apelação 0700060-92.2018.8.02.0090


Comarca: Maceió
Vara: 28º Vara Infância e Juventude da Capital
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelada : T. O. A. (Representado(a) por sua Mãe)
Representa : Zuleide Lourenço de Oliveira
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Taiana Grave Carvalho Melo (OAB: 16029/BA)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

77 Classe do Processo: Apelação 0700071-61.2018.8.02.0013


Comarca: Igaci
Vara: Vara do Único Ofício de Igaci
Apelante : Solange Lima Duarte da Silva
Advogado : João Victor Mota Brandão Silva (OAB: 15844/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Sérgio Ricardo Freire de Sousa Pepeu (OAB: 6317BALAL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

78 Classe do Processo: Apelação 0000813-04.2012.8.02.0025


Comarca: Olho D’Agua das Flores
Vara: Vara do Único Ofício de Olho DÁgua das Flores
Apelante : Município de Olho d´Água das Flores
Procurador : Rafael Gomes Alexandre
Procurador : Gustavo José Mendonça Quintiliano (OAB: 5135/AL)
Apelada : Terezinha Conceição Lopes Vieira
Advogado : Cristóvão de Souza Brito (OAB: 10583/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

79 Classe do Processo: Apelação 0713671-93.2015.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Girlene Oliveira Barros
Representa : Julia Ezequiel da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelada : Al Previdência

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 83

Advogado : Mário Henrique Menezes Calheiros (OAB: 6905/AL)


Apelado : Estado de Alagoas
Advogado : Mário Henrique Menezes Calheiros (OAB: 6905/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

80 Classe do Processo: Apelação 0707660-43.2018.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Maria Emilia da Cruz Mata
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 145571/RJ)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Sérgio Henrique Tenório de Sousa Bomfim (OAB: 5886/AL)
Procurador : Rodrigo Brandão Palácio (OAB: 6236B/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

81 Classe do Processo: Apelação 0717749-28.2018.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Ministério Público Estadual de Alagoas
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Nadja Maria Barbosa (OAB: 7169B/AL)
Terceiro I : Hugo Leonardo Carneiro Cavalcanti
Advogado : José Wellington Soares da Silva (OAB: 10512/AL)
Terceiro I : José Vanderlan da Silva Junior
Advogado : José Wellington Soares da Silva (OAB: 10512/AL)
Terceiro I : Késsia Karine Torres de Almeida
Advogado : José Wellington Soares da Silva (OAB: 10512/AL)
Terceiro I : Leandro Lima Casado dos Santos
Advogado : José Wellington Soares da Silva (OAB: 10512/AL)
Terceiro I : Max Macedo Cavalcante
Advogado : José Wellington Soares da Silva (OAB: 10512/AL)
Terceiro I : Wenderson Leone Kalile Alves
Advogado : José Wellington Soares da Silva (OAB: 10512/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

82 Classe do Processo: Apelação 0713655-71.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Apelante : Marcio Felipe Tenorio da Silva
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Apelada : Bv Financeira S.a. Crédito, Financiamento e Investimento
Advogado : Moisés Batista de Souza (OAB: 7190A/AL)
Advogado : Fernando Luz Pereira (OAB: 9343A/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

83 Classe do Processo: Apelação 0703477-63.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 8ª Vara Cível da Capital
Apelante : Ana Cristina de Moraes Albuquerque
Advogado : Diogo André da S. Nobre (OAB: 10074/AL)
Advogado : Danilo Antônio Barreto Accioly Neto (OAB: 13950/AL)
Advogado : Renata Valença Batista (OAB: 15272/AL)
Apelado : Antonio Flávio de Holanda Cavalcante
Advogado : Victor Lages Altavila Guerra (OAB: 12956/AL)
Apelada : Maria Ataide de Holanda Cavalcante
Advogado : Victor Lages Altavila Guerra (OAB: 12956/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 84

84 Classe do Processo: Apelação 0000009-17.2010.8.02.0054


Comarca: São Luiz do Quitunde
Vara: Vara do Único Ofício de São Luiz do Quitunde
Apelante : Eliane de Freitas Moisinho
Advogado : Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)
Apelado : Município de São Luiz do Quitunde
Procurador : Carlos Magno Brandão de Oliveira (OAB: 14689/AL)
Advogado : Eduardo Souza Vasconcelos (OAB: 11316/AL)
Apelante : Município de São Luiz do Quitunde
Procurador : Carlos Magno Brandão de Oliveira (OAB: 14689/AL)
Advogado : Eduardo Souza Vasconcelos (OAB: 11316/AL)
Apelada : Eliane de Freitas Moisinho
Advogado : Marcos Silveira Porto (OAB: 3260/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

85 Classe do Processo: Apelação 0703058-66.2017.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 2ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Apelante : Jurandir Ferreira de Lima
Advogado : Iury de Medeiros Alves (OAB: 15299/AL)
Advogado : André Henrique Ramos da Silva (OAB: 14191/AL)
Apelado : Gama Veículos Ltda
Advogada : Vanine de Moura Castro Ferreira (OAB: 9792/AL)
Advogado : Telmo Barros Calheiros Júnior (OAB: 5418/AL)
Advogado : Filipe Gomes Galvão (OAB: 8851/AL)
Advogado : Willian Teixeira Paulino (OAB: 15586/AL)
Advogado : Alberto Nonô de Carvalho Lima Filho (OAB: 6430/AL)
Advogado : Amanda Barros Barbosa (OAB: 8990/AL)
Advogado : Antonio Marcos da Silva (OAB: 15282/AL)
Advogado : Audir Marinho de Carvalho Neto (OAB: 14769/AL)
Advogado : Bruno Lins Cavalcante Alves (OAB: 12959/AL)
Advogado : Caiur Ribas Pessoa (OAB: 15157/AL)
Advogado : Fernando Carlos Araújo de Paiva (OAB: 2996/AL)
Advogado : Frederico Guilherme Gomes Galvão (OAB: 10388/AL)
Advogada : Jamylle Katalyne da Rocha Abs (OAB: 12737/AL)
Advogado : José Rubem Ângelo (OAB: 3303/AL)
Advogado : Joyce Karla Torres Braga Andrade (OAB: 11960/AL)
Advogado : Leila Vanessa Dias Bonfim Beserra (OAB: 11683/AL)
Advogado : Mariana de Paiva Teixeira Barros (OAB: 13805/AL)
Advogada : Thainá Renata Costa Viana (OAB: 14023/AL)
Advogada : Valeria da Silva Fidélis (OAB: 10078/AL)
Advogada : Valquíria de Moura Castro Ferreira (OAB: 6128/AL)
Advogado : Walmar Paes Peixoto (OAB: 3325/AL)
Advogado : Bruno Lins Cavalcante Alves (OAB: 4860E/AL)
Advogado : Frederico Guilherme Gomes Galvão (OAB: 4643E/AL)
Advogada : Valéria da Silva Fidélis (OAB: 4650E/AL)
Apelado : Gama Renault
Advogada : Vanine de Moura Castro Ferreira (OAB: 9792/AL)
Advogado : Telmo Barros Calheiros Júnior (OAB: 5418/AL)
Advogado : Filipe Gomes Galvão (OAB: 8851/AL)
Advogado : Willian Teixeira Paulino (OAB: 15586/AL)
Advogado : Alberto Nonô de Carvalho Lima Filho (OAB: 6430/AL)
Advogado : Amanda Barros Barbosa (OAB: 8990/AL)
Advogado : Antonio Marcos da Silva (OAB: 15282/AL)
Advogado : Audir Marinho de Carvalho Neto (OAB: 14769/AL)
Advogado : Bruno Lins Cavalcante Alves (OAB: 4860E/AL)
Advogado : Caiur Ribas Pessoa (OAB: 15157/AL)
Advogado : Fernando Carlos Araújo de Paiva (OAB: 2996/AL)
Advogado : Frederico Guilherme Gomes Galvão (OAB: 4643E/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 85

Advogada : Jamylle Katalyne da Rocha Abs (OAB: 12737/AL)


Advogado : José Rubem Ângelo (OAB: 3303/AL)
Advogado : Joyce Karla Torres Braga Andrade (OAB: 11960/AL)
Advogado : Leila Vanessa Dias Bonfim Beserra (OAB: 11683/AL)
Advogado : Mariana de Paiva Teixeira Barros (OAB: 13805/AL)
Advogada : Thainá Renata Costa Viana (OAB: 14023/AL)
Advogada : Valéria da Silva Fidélis (OAB: 4650E/AL)
Advogado : Walmar Paes Peixoto (OAB: 3325/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

86 Classe do Processo: Apelação 0700331-87.2018.8.02.0030


Comarca: Piranhas
Vara: Vara do Único Ofício de Piranhas
Apelante : Município de Piranhas
Advogado : Espedito Júlio da Silva (OAB: 2381/AL)
Apelado : Ednaldo dos Santos Rodrigues
Advogado : Edvânio José da Silva (OAB: 15323/AL)
Advogado : Jediael Pereira dos Santos (OAB: 14468/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

87 Classe do Processo: Apelação 0000101-72.2012.8.02.0038


Comarca: Teotonio Vilela
Vara: Vara do Único Ofício do Teotônio Vilela
Apelante : Edna Brandão Costa
Advogado : José Luiz Rodrigues da Costa (OAB: 3475/AL)
Representa : Eleide Brandão da Silva
Apelado : AL Previdência, Serviço Social Autônomo, Pessoa Jurídica de Direito Privado
Procurador : Renato Lima Correia (OAB: 4837/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Renato Lima Correia (OAB: 4837/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

88 Classe do Processo: Apelação 0709365-18.2014.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 6ª Vara Cível da Capital
Apelante : Antonio Nogueira da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Luciana Martins de Faro (OAB: 6804B/AL)
Apelante : Gessy Nogueira da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Luciana Martins de Faro (OAB: 6804B/AL)
Apelado : Antônio Pinto da Costa
Advogada : Daniella de Almeida Costa (OAB: 11849/AL)
Advogada : Rosana Policarpo Bastos (OAB: 11843/AL)
Apelada : Eliane de Almeida Costa
Advogada : Daniella de Almeida Costa (OAB: 11849/AL)
Advogada : Rosana Policarpo Bastos (OAB: 11843/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

89 Classe do Processo: Apelação 0713718-33.2016.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 7ª Vara Cível da Capital
Apelante : Banco Bmg S/A
Advogado : Fábio Frasato Caires (OAB: 14063AA/L)
Apelado : Flávio Ferreira da Silva
Advogado : Claudemir José da Silva (OAB: 16379/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

90 Classe do Processo: Apelação 0700258-38.2015.8.02.0025

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 86

Comarca: Olho D’Agua das Flores


Vara: Vara do Único Ofício de Olho DÁgua das Flores
Apelante : B Cirilo Albino & Cia Ltda
Advogado : Caio Lizard de Lima Diogo (OAB: 10982/PI)
Apelado : Tiago da Silva
Advogado : João Carlos Leão Gomes (OAB: 6922/AL)
Advogada : Lívia Tavares Barbosa
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

91 Classe do Processo: Apelação 0700580-12.2017.8.02.0050


Comarca: Porto Calvo
Vara: 1ª Vara de Porto Calvo
Apelante : Município de Porto Calvo
Advogado : Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL)
Advogado : Francisco Dâmaso Amorim Dantas (OAB: 10450/AL)
Apelado : Damião da Silva
Advogada : Adriana Maria Meneses de Mendonça (OAB: 3739/AL)
Advogado : Adriane Cristine de Mendonça Cunha (OAB: 13545/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

92 Classe do Processo: Apelação 0705617-64.2015.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 3ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Apelado : Patio Arapiraca Ltda
Advogado : Igor Góes Lobato (OAB: 307482/SP)
Advogado : Rafael Martinelli Leite (OAB: 313487/SP)
Advogado : Júlio de Carvalho Paula Lima (OAB: 34725AC/E)
Apelante : Luana Martins de Sousa Benjamin
Advogada : Luana Martins de Sousa Benjamin (OAB: 12323/PB)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

93 Classe do Processo: Apelação 0700237-56.2014.8.02.0006


Comarca: Cacimbinhas
Vara: Vara do Único Ofício de Cacimbinhas
Apelante : Joseilda Alves da Silva
Advogado : José Arthur Reis Ferro (OAB: 12897/AL)
Advogado : Kleber Rêgo Loureiro de Lima
Advogado : Ana Karoline Lessa Wanderley (OAB: 11735/AL)
Apelada : Tim Celular S/A
Advogado : Maurício da Silva Leahy (OAB: 13907/BA)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

94 Classe do Processo: Apelação 0700702-22.2017.8.02.0051


Comarca: Rio Largo
Vara: 2ª Vara de Rio Largo / Cível
Apelante : José Eduardo de Araujo Filho
Advogado : Petrúcio Alfredo do Livramento (OAB: 4401/AL)
Apelado : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

95 Classe do Processo: Apelação 0716780-13.2018.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 9ª Vara Cível da Capital
Apelante : Banco Pan S.a.
Advogado : Eduardo Chalfin (OAB: 13419AA/L)
Apelado : Nivaldo dos Santos
Advogado : Jadson Eduardo dos Santos (OAB: 12228/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 87

Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

96 Classe do Processo: Apelação 0701235-36.2016.8.02.0044


Comarca: Marechal Deodoro
Vara: 1ª Vara Cível e Criminal/Inf. e Juventude de Marechal Deodoro
Apelante : Companhia Energética de Alagoas (CEAL) - Eletrobrás
Advogada : Danielle Tenório Toledo Cavalcante (OAB: 6033/AL)
Advogado : Christiane Cabral Tenório (OAB: 7820/AL)
Soc. Advogados : Julia Queiroz & Advogados Associados (OAB: 39614/AL)
Advogado : Emerson de Mendonça Silva (OAB: 14374/AL)
Advogado : Leonel Quintella Jucá (OAB: 2997/AL)
Advogado : André Luiz Telles Uchôa (OAB: 4386/AL)
Advogada : Camilla Raphaella Almeida dos Santos (OAB: 12040/AL)
Advogado : Pérola Francini Luz Barbosa (OAB: 12578/AL)
Advogado : Caio Quintella Jucá Duarte (OAB: 13002/AL)
Advogado : Martina Braga Quintella Jucá (OAB: 13798/AL)
Advogado : Alexandre José Austregésilo de Athayde Breda (OAB: 5272/AL)
Apelado : Everaldo Caetano da Silva
Advogado : Ana Paula de Menezes Marinho (OAB: 13808/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

97 Classe do Processo: Apelação 0723029-77.2018.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 4ª Vara Cível da Capital
Apelante : Banco Bmg S/A
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Advogado : Luciana Buchmann Freire (OAB: 107343/SP)
Advogado : Evelyn de Souza Lima (OAB: 226823/SP)
Advogado : André Corsino dos Santos Junior (OAB: 273769/SP)
Advogado : Gabriela Roggiero (OAB: 299390/SP)
Advogada : Taisy Ribeiro Costa (OAB: 5941/AL)
Advogado : Paulo de Tarso de Siqueira Oliveira (OAB: 10555/AL)
Advogado : Ricardo Edmundo Neri Donato Moura (OAB: 15896/AL)
Advogado : Lucas Gabriel de Araújo (OAB: 14387/AL)
Apelada : Jacqueline Pitanga de Oliveira
Advogado : Alfredo Luís de Barros Palmeira (OAB: 10625/AL)
Advogado : Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL)
Apelante : Jacqueline Pitanga de Oliveira
Advogado : Alfredo Luís de Barros Palmeira (OAB: 10625/AL)
Advogado : Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL)
Apelado : Banco Bmg S/A
Advogado : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/GO)
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Advogado : Luciana Buchmann Freire (OAB: 107343/SP)
Advogado : Evelyn de Souza Lima (OAB: 226823/SP)
Advogado : André Corsino dos Santos Junior (OAB: 273769/SP)
Advogado : Gabriela Roggiero (OAB: 299390/SP)
Advogada : Taisy Ribeiro Costa (OAB: 5941/AL)
Advogado : Paulo de Tarso de Siqueira Oliveira (OAB: 10555/AL)
Advogado : Ricardo Edmundo Neri Donato Moura (OAB: 15896/AL)
Advogado : Lucas Gabriel de Araújo (OAB: 14387/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

98 Classe do Processo: Apelação 0704668-40.2015.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública
Apelante : Genival Gomes dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 88

Apelado : Estado de Alagoas


Procurador : Rejane Caiado Fleury Medeiros (OAB: 7055/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

99 Classe do Processo: Apelação 0723327-11.2014.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Nadja Maria Barbosa (OAB: 7169B/AL)
Apelada : Sônia Ferreira de Barros Matta
Advogado : João Sapucaia de Araújo Neto (OAB: 4658/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

100 Classe do Processo: Apelação 0034650-30.2009.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 3ª Vara Cível da Capital
Apelante : Hilton João Rocha Vieira
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Ana Maria Barroso Rezende (OAB: 6082/SE)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

101 Classe do Processo: Apelação 0705836-43.2016.8.02.0058


Comarca: Arapiraca
Vara: 3ª Vara de Arapiraca / Cível Residual
Apelante : Elza Maria Pereira
Advogado : Gabriel Lúcio Silva (OAB: 8343/AL)
Apelado : Banco Bmg S/A
Advogado : João Francisco Alves Rosa (OAB: 17023/BA)
Advogada : Manuela Sarmento (OAB: 14572AA/L)
Advogado : Fredie Souza Didier Júnior (OAB: 15484/BA)
Advogado : Eduardo Sodré (OAB: 16391/BA)
Advogado : Rafael Oliveira (OAB: 18676/BA)
Advogada : Flávia Smarcevscki (OAB: 19512/BA)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

102 Classe do Processo: Apelação 0700325-31.2017.8.02.0090


Comarca: Maceió
Vara: 28º Vara Infância e Juventude da Capital
Apelante : L. P. A. L. (Representado(a) por seu Pai) L. A. P.
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Taiana Grave Carvalho Melo (OAB: 16029/BA)
Apelado : E. de A.
Procurador : Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

103 Classe do Processo: Apelação 0712118-11.2015.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 10ª Vara Cível da Capital
Apelante : Companhia Energética de Alagoas - CEAL (Eletrobras Distribuidora Alagoas)
Advogada : Danielle Tenório Toledo Cavalcante (OAB: 6033/AL)
Soc. Advogados : Julia Queiroz & Advogados Associados (OAB: 39614/AL)
Advogado : Christiane Cabral Tenório (OAB: 7820/AL)
Advogada : Júlia Lenita Gomes de Queiroz (OAB: 9667/AL)
Apelado : Tv Massayo Ltda.
Advogado : Marcos de Albuquerque Cotrim Filho (OAB: 6576/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 89

104 Classe do Processo: Apelação 0700944-78.2017.8.02.0051


Comarca: Rio Largo
Vara: 1ª Vara de Rio Largo /Cível e da Infância e Juvent
Apelante : Município de Rio Largo
Procurador : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Procurador : Rafael Paiva de Almeida (OAB: 9717/AL)
Procurador : Bernardo Leopardi Gonçalves Barretto Bastos (OAB: 6920/AL)
Apelado : Fabio Alves dos Santos
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

105 Classe do Processo: Apelação 0712998-32.2017.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 2ª Vara Cível da Capital
Apelante : Banco Bmg S/A
Advogado : Rafael Good God Chelotti (OAB: 139387/MG)
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Advogado : Luciana Buchmann Freire (OAB: 107343/SP)
Advogado : Ricardo Andreassa (OAB: 195865/SP)
Advogado : Evelyn de Souza Lima (OAB: 226823/SP)
Advogado : André Corsino dos Santos Junior (OAB: 273769/SP)
Advogado : Gabriela Roggiero (OAB: 299390/SP)
Apelada : Maria Salete Leão Leite
Advogado : Virgínia Sthéfane Leão Leite (OAB: 15074/AL)
Advogada : Tailine Passos Delgado (OAB: 10749/AL)
Advogado : Bruno Lima Carnaúba (OAB: 11253/AL)
Advogado : Rayanna Rocha Cavalcanti (OAB: 10740/AL)
Advogado : Rosaly Monteiro Damião Siqueira (OAB: 12304/AL)
Advogado : Amanda Geraldes Cury (OAB: 14964/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

106 Classe do Processo: Apelação 0729016-36.2014.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Aluísio Lundgren Correa Régis (OAB: 18907/DF)
Apelada : Maria Leonora Coimbra Peixoto
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelada : Lucia de Fátima de Lima Maia
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelada : Maria do Carmo Pimentel Ramos
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelada : Maria das Graças Gomes de Almeida
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelada : Maria Ivete da Silva
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelada : Maria Severina Alves de Lima
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelada : Marlene Ferreira dos Santos
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelada : Katia Lins Spencer Neto
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelado : Antônio Silva
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Maria Leonora Coimbra Peixoto
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Lucia de Fátima de Lima Maia
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Maria do Carmo Pimentel Ramos
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 90

Apelante : Maria das Graças Gomes de Almeida


Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Maria Ivete da Silva
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Maria Severina Alves de Lima
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Marlene Ferreira dos Santos
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Katia Lins Spencer Neto
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelante : Antônio Silva
Advogada : Thaisa Kelly da Silva Nascimento Godoy (OAB: 8086/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Aluísio Lundgren Correa Régis (OAB: 18907/DF)
Apelado : Alagoas Previdência - Unidade Gestora Única do Regime Próprio de Previdência Social de Alagoas
Procurador : Kamyla Silva Gama (OAB: 10912/AL)
Procurador : Mauro Guilherme Alcântara Marques (OAB: 6465B/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

107 Classe do Processo: Apelação / Reexame Necessário 0721554-28.2014.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Apelante : Secretaria Executiva de Saude - SESAU
Apelado : MARCELO ANTONIO DA SILVA
Advogado : Wellington Lima dos Santos (OAB: 6834/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

108 Classe do Processo: Apelação / Reexame Necessário 0072951-12.2010.8.02.0001


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Marcos Vieira Savall (OAB: 12637BA/L)
Apelada : Anna Mary Omena Costa Santos
Advogado : Fábio Bezerra Cavalcanti (OAB: 8828/AL)
Apelada : Elizete dos Santos Silva
Advogado : Fábio Bezerra Cavalcanti (OAB: 8828/AL)
Apelada : Carmelita Vieira da Silva
Advogado : Fábio Bezerra Cavalcanti (OAB: 8828/AL)
Apelado : Cícero Félix da Silva
Advogado : Fábio Bezerra Cavalcanti (OAB: 8828/AL)
Apelado : Avanir Lima dos Santos
Advogado : Fábio Bezerra Cavalcanti (OAB: 8828/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

109 Classe do Processo: Apelação / Reexame Necessário 0701556-16.2017.8.02.0051


Comarca: Rio Largo
Vara: 2ª Vara de Rio Largo / Cível
Apelante : Pv Supermercado Ltda
Advogado : Hilton Agra de Albuquerque Netto (OAB: 9564/AL)
Advogado : Carlos Christian Reis Teixeira (OAB: 9316/AL)
Advogado : Marcos Antônio Vieira da Silva (OAB: 3005/AL)
Advogado : André Alves Pinto de Farias Costa (OAB: 8606/AL)
Advogado : Jefferson Germano Regueira Teixeira (OAB: 5309/AL)
Advogado : Hermann de Almeida Melo (OAB: 6043/AL)
Advogado : Everaldo Gomes de Lira Júnior (OAB: 7662/AL)
Advogado : Ricardo Lucas Albuquerque Rodrigues (OAB: 12929/AL)
Advogado : André Freitas Oliveira Silva (OAB: 6664/AL)
Apelado : Município de Rio Largo
Procurador : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 91

Apelado : Secretário Municipal de Infraestrutura do Município de Rio Largo


Procurador : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

110 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0803426-34.2015.8.02.0000/50000


Comarca: Maceió
Vara: 13ª Vara Cível da Capital
Embargante : Evaldo Luiz Fragoso de Araújo
Advogada : Flávia Padilha Barbosa Melo (OAB: 4832/AL)
Advogado : Regina Beatriz Tavares da Silva (OAB: 60415/SP)
Advogado : Luís Eduardo Tavares dos Santos (OAB: 299403/SP)
Embargada : Tamara Barros Fragoso de Araújo
Advogado : Telmo Barros Calheiros Júnior (OAB: 5418/AL)
Advogado : Filipe Gomes Galvão (OAB: 8851/AL)
Advogado : Renata Gonçalves Tenório de Albuquerque Lins (OAB: 10909/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

111 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0000740-20.2013.8.02.0050/50000


Comarca: Porto Calvo
Vara: 2ª Vara de Porto Calvo
Embargante : Daniel Ferreira da Silva
Advogada : Claudinete Silva Barreto Muniz (OAB: 1205/AL)
Advogado : Fabiano Henrique Silva de Melo (OAB: 6276/AL)
Embargante : José Adeilton da Silva Moura
Advogado : Fabiano Henrique Silva de Melo (OAB: 6276/AL)
Embargante : José Feitosa Filho
Advogado : Fabiano Henrique Silva de Melo (OAB: 6276/AL)
Embargante : José Adelmo da Silva Santos
Advogado : Fabiano Henrique Silva de Melo (OAB: 6276/AL)
Embargante : José Hailton da Silva
Advogado : Fabiano Henrique Silva de Melo (OAB: 6276/AL)
Embargado : Municpio de Porto Calvo
Advogada : Priscilla Lessa Cavalcante Cordeiro (OAB: 13040/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

112 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0001612-94.2011.8.02.0053/50000


Comarca: São Miguel dos Campos
Vara: 2ª Vara Cível de São Miguel dos Campos
Embargante : Eliane Andrade da Cruz
Advogado : Eduardo Fontes Lima de Abreu (OAB: 7601/AL)
Embargado : Marco Milano
Advogado : Aldo de Sá Cardoso Neto (OAB: 7418/AL)
Advogado : Victor Pontes de Maya Gomes (OAB: 7430/AL)
Embargado : ESTADO DE ALAGOAS
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

113 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0733385-05.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Aurea Regina Pereira Cintra
Advogado : Sérgio Ludmer (OAB: 8910A/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Sérgio Ricardo Freire de Sousa Pepeu (OAB: 6317BALAL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

114 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0728567-10.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 92

Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Embargante : Alexandre Oliveira de Andrade
Advogado : Sérgio Ludmer (OAB: 8910A/AL)
Advogado : Natália França Von Sohsten (OAB: 10271/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Nadja Maria Barbosa (OAB: 7169B/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

115 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0730387-64.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Valdomiro Silva de Oliveira
Advogado : Sérgio Ludmer (OAB: 8910A/AL)
Advogado : Natália França Von Sohsten (OAB: 10271/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Mário Henrique Menezes Calheiros (OAB: 6905/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

116 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0803542-69.2017.8.02.0000/50000


Comarca: Maceió
Vara: 6ª Vara Cível da Capital
Embargante : Unimed Maceió - Cooperativa de Trabalho Médico
Advogado : Lucas Gonzaga de Oliveira (OAB: 12923/AL)
Embargada : Dione Costa Neves
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : União dos Vereadores de Alagoas - Uveal
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : José Cícero de Souza Assis
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargada : Maria Paes da Silva
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargada : Sandra Braga Mesquita
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargada : Gilda Didi Romão da Silva
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : Marcos Vinícius Novaes Pimentel
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargada : Anilza Agra Plácido
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargada : Rosangela Maria Albuquerque
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 93

Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)


Embargada : Virgínia Goretti Aciolli do Carmo Fontan
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargada : Helenita A. Amaral Gurgel
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : Marcos Antônio Pessoa Braga
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : Ricardo Tenório Peixoto
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargada : Dileuze Pimentel Fialho Fernandes
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : José Carlos Ramos Gomes
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : Ivan Farias de Aguiar
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Embargado : Arnaldo Fontan Silva
Advogada : Simone da Rocha Cavalcanti (OAB: 2929/AL)
Advogado : Josefa Martins Malafaia (OAB: 2125/AL)
Advogado : Arthur Gomes dos Santos Silva (OAB: 9455/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

117 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0726709-41.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Maurêncio Silvestre de Oliveira
Advogado : Sérgio Ludmer (OAB: 8910A/AL)
Advogado : Natália França Von Sohsten (OAB: 10271/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Sérgio Ricardo Freire de Sousa Pepeu (OAB: 6317B/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

118 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0733875-27.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Wellington Moiséis da Silva
Advogado : Sérgio Ludmer (OAB: 8910A/AL)
Advogado : Natália França Von Sohsten (OAB: 10271/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Jose Alexandre Silva Lemos (OAB: 4712SEAL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

119 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0732075-61.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Maria José Remígio Buarque

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 94

Advogado : Sérgio Ludmer (OAB: 8910A/AL)


Advogado : Natália França Von Sohsten (OAB: 10271/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Mário Henrique Menezes Calheiros (OAB: 6905/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

120 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0717199-72.2014.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Jose Raimundo Lima Dias
Advogado : Emanoel Fay Mata da Fonseca (OAB: 704/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Cristiane Souza Torres (OAB: 2669/SE)
Embargada : Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas
Advogado : Diógenes Tenório de Albuquerque Júnior (OAB: 4262/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

121 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0723695-49.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Adriana Márcia Marinho da Silva
Advogado : Sérgio Ludmer (OAB: 8910A/AL)
Advogado : Natália França Von Sohsten (OAB: 10271/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Aluísio Lundgren Correia Regis (OAB: 6190A/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

122 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0715062-49.2016.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Agameron Rodrigues dos Santos
Advogado : Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB: 4690/AL)
Advogada : Renata de Andrade Melo (OAB: 11397/AL)
Advogada : Rafaela da Silva Correia Cavalcante Lins (OAB: 13226/AL)
Advogada : Amanda Melo Montenegro (OAB: 12804/AL)
Advogado : Everson Iury Santos Lima (OAB: 14375/AL)
Advogado : Danilo Pereira Alves (OAB: 10578/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Aluísio Lundgren Correia Regis (OAB: 6190A/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

123 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0704899-78.2014.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 6ª Vara Cível da Capital
Embargante : Unimed Maceió Cooperativa de Trabalho Médico Ltda. (Hospital Unimed).
Advogado : Andréa Lyra Maranhão (OAB: 5668/AL)
Advogado : Pedro Henrique Pedrosa Nogueira (OAB: 6406/AL)
Advogado : Carlos Pedrosa Mauricio da Rocha (OAB: 15049/AL)
Embargada : Maria Adelma Leite de Santana
Advogado : Aloísio de Melo Farias Júnior (OAB: 4058/AL)
Advogado : André de Melo Soares (OAB: 5009/AL)
Advogada : Thaysa Cláudia Soares Leão (OAB: 6313/AL)
Embargado : Newton Ribeiro de Melo
Advogado : André de Melo Soares (OAB: 5009/AL)
Advogada : Thaysa Cláudia Soares Leão (OAB: 6313/AL)
Advogado : Aloísio de Melo Farias Júnior (OAB: 4058/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 95

124 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0000080-13.2012.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 6ª Vara Cível da Capital
Embargante : Mapfre Vida S/A
Advogado : Carlos Antônio Harten Filho (OAB: 19357/PE)
Advogado : Thiago Pessoa Rocha (OAB: 29650/PE)
Advogado : Rafael Luiz Pimentel (OAB: 32496/PE)
Advogada : Amanda Melo Montenegro (OAB: 12804/AL)
Embargado : Caio Victor Calheiros da Costa Barros (Representado(a) por seu Pai) Marcos Paulo da Costa Barros
Advogado : Sávio Lúcio Azevedo Martins (OAB: 5074/AL)
Advogado : Gustavo Ferreira Gomes (OAB: 5865/AL)
Advogado : Fernando Antônio Jambo Muniz Falcão (OAB: 5589/AL)
Embargada : Anna Júlia Teixeira da Costa Barros (Representado(a) por seu Pai) Marcus Paulo da Costa Barros
Advogado : Sávio Lúcio Azevedo Martins (OAB: 5074/AL)
Advogado : Gustavo Ferreira Gomes (OAB: 5865/AL)
Advogado : Fernando Antônio Jambo Muniz Falcão (OAB: 5589/AL)
Embargada : Maria Eduarda Castro da Costa Barros (Representado(a) por seu Pai) Marcus Paulo da Costa Lins da
Costa Barros
Advogado : Gustavo Ferreira Gomes (OAB: 5865/AL)
Advogado : Fernando Antônio Jambo Muniz Falcão (OAB: 5589/AL)
Advogado : Sávio Lúcio Azevedo Martins (OAB: 5074/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

125 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0707386-84.2015.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 9ª Vara Cível da Capital
Embargante : Querino Mallmann
Advogado : Antônio de Pádua Almeida Cruz (OAB: 11615/AL)
Advogada : Andressa Carla dos Santos Aires (OAB: 13452/AL)
Embargado : Vincenzo Boselli
Advogado : Eliakim Medeiros Cerqueira (OAB: 9520/AL)
Advogada : Juliana Perrotti Santos de Campos Lopes (OAB: 6102/AL)
Advogado : Annelise Maria Mendonça de Andrade (OAB: 12393/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

126 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0710373-98.2012.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Shirley Santos da Silva
Advogada : Ivânia Luis da Silva (OAB: 6529/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Elder Soares Araujo (OAB: 11468/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

127 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0714819-13.2013.8.02.0001/50000


Comarca: Maceió
Vara: 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Embargante : SMTT - Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Maceió
Procurador : Diogo Silva Coutinho (OAB: 7489/AL)
Embargado : Ivanildo Cícero dos Santos Júnior
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

128 Classe do Processo: Embargos de Declaração 0703034-88.2012.8.02.0001/50001


Comarca: Maceió

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 96

Vara: 2ª Vara Cível da Capital


Embargante : Nivaldo Buarque Barbosa
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445/AL)
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Embargado : Banco Volkswagen S/A
Advogada : Manuela Motta Moura da Fonte (OAB: 20397/PE)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

129 Classe do Processo: Agravo de Instrumento 0802341-71.2019.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 1ª Vara Cível da Capital
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Agravada : Lucineide Pontes dos Santos
Advogado : Luciano Henrique Gonçalves Silva (OAB: 6015/AL)
Advogado : Hugo Napoleão Rêgo Almeida (OAB: 12011/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

130 Classe do Processo: Conflito de competência 0500434-42.2016.8.02.0000


Comarca: Rio Largo
Vara: 1ª Vara de Rio Largo /Cível e da Infância e Juvent
Suscitante : Juízo da 1ª Vara Cível da Infância e Juventude da Comarca de Rio Largo
Suscitado : Juízo da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Largo
Parte 1 : Josefa Maria de Jesus
Advogada : Beatriz Caroline Kunzler Alves (OAB: 1224/AL)
Parte 2 : Thaline Carla da Silva
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

131 Classe do Processo: Conflito de competência 0801834-81.2017.8.02.0000


Comarca: Maceió
Vara: 23ª Vara Cível da Capital / Família
Suscitante : J. C. L. L. (Representado(a) por sua Mãe) J. P. L. S.
Advogado : Alex Rodrigo Rosas Andrade Santana (OAB: 11589/AL)
Suscitado : J. da 2 V. de F. da C.
Suscitado : J. da 2 V. de F. da C.
Parte : F. J. L. L.
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

132 Classe do Processo: Conflito de competência 0500093-11.2019.8.02.0000


Comarca: Arapiraca
Vara: 7ª Vara de Arapiraca / Família e Sucessões
Suscitante : Juízo da 7ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Arapiraca
Suscitado : Juízo da 6ª Vara Cível Residual da Comarca de Arapiraca
Parte 01 : Silvânia Nunes Leite
Advogado : Jorcelino Mendes da Silva (OAB: 1526/AL)
Advogado : Thiago de Souza Mendes (OAB: 6300/AL)
Advogado : João Paulo Carvalho dos Santos (OAB: 6749/AL)
Advogado : André Mendes Lima (OAB: 8160/AL)
Parte 01 : Rita de Cássia Nunes Arruda
Advogado : Jorcelino Mendes da Silva (OAB: 1526/AL)
Advogado : Thiago de Souza Mendes (OAB: 6300/AL)
Advogado : João Paulo Carvalho dos Santos (OAB: 6749/AL)
Advogado : André Mendes Lima (OAB: 8160/AL)
Parte 02 : Espólio de José Severino da Silva
Invte : Berenice Araújo da Silva
Advogado : José César da Silva (OAB: 4299/AL)
Advogado : Fabrício Lúcio de Magalhães Miranda (OAB: 9334/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 97

Maceió, 12 de julho de 2019

Belª. Margarida Maria Melo


Secretário(a) 1ª Câmara Cível

3ª Câmara Cível

3ª Câmara Cível

Conclusões de Acórdãos nos termos do art. 943, § 2º, do CPC.

186 Embargos de Declaração nº 0000001-80.2014.8.02.0060/50000 , de Feira Grande, Vara do Único Ofício de Feira Grande
Embargante : Nivaldo de Oliveira dos Santos
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Advogada : Caroline Laurentino de Almeida Balbino (OAB: 7224/AL)
Embargante : Renata da Silva Champini
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Advogada : Caroline Laurentino de Almeida Balbino (OAB: 7224/AL)
Embargante : Simone de Albuquerque Santos
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Advogada : Caroline Laurentino de Almeida Balbino (OAB: 7224/AL)
Embargante : Sueli dos Santos
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Advogada : Caroline Laurentino de Almeida Balbino (OAB: 7224/AL)
Embargante : Valdirene Miguel Fernandes de Oliveira
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Advogada : Caroline Laurentino de Almeida Balbino (OAB: 7224/AL)
Embargante : Vera Lucia dos Santos
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Advogada : Caroline Laurentino de Almeida Balbino (OAB: 7224/AL)
Embargado : Município de Feira Grande/AL
Advogado : Gustavo Henrique de Barros Callado Macêdo (OAB: 9040/AL)
Advogado : José Eduardo do Nascimento Gama Albuquerque (OAB: 10296/AL)
Advogada : Maylla Barbosa Marinho (OAB: 10313/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA. ADICIONAL DE
INSALUBRIDADE, INCENTIVO DE CUSTEIO E INCENTIVO ADICIONAL. SUPOSTA CONTRADIÇÃO. INOCORRÊNCIA. AUSÊNCIA
DE LEI ESPECÍFICA QUE PREVEJA EXPRESSAMENTE A MUDANÇA DE REGIME DE CELETISTA DOS AGENTES COMUNITÁRIOS
PARA O REGIME ESTATUTÁRIO. PRECEDENTES. DECLARATÓRIOS CONHECIDOS E REJEITADOS. UNANIMIDADE DE VOTOS.

29 Apelação nº 0000042-51.2012.8.02.0049 , de Penedo, 1º Vara de Penedo /Cível e da Infância e Juventude


Apelante : Cooperativa de Serviços Médicos e Hospitalares de Maceió Ltda - MEDCOOP
Advogado : Lucas Gonzaga de Oliveira (OAB: 12923/AL)
Advogada : Caroline Blanca Maciel Marinho (OAB: 8257/AL)
Advogada : Flávia Cavalcante de Souza Leão (OAB: 8874/AL)
Advogado : Luciano Sotero Rosas (OAB: 6769/AL)
Advogada : Lívia Norma de Araújo (OAB: 8881/AL)
Advogado : Gustavo Uchôa Castro (OAB: 5773/AL)
Advogado : Esmeralda Soares de Oliveira (OAB: 9454/AL)
Advogada : Hannah K. Monteiro Santos (OAB: 10614/AL)
Advogado : Paulo Eduardo Omena Barbosa Silva (OAB: 12747/AL)
Advogada : Lais Albuquerque Barros (OAB: 11900/AL)
Advogado : Nathália de Carvalho Brilhante da Nóbrega (OAB: 11133/AL)
Advogado : Rodrigo Constante de Souza Ferraz Lima (OAB: 26495/BA)
Apelada : Lidiane Lins de Albuquerque Hora
Advogado : Marcos José Barbosa dos Santos (OAB: 8641/AL)
Apelado : Yanne Lins Lerner Hora (Representado(a) por sua Mãe) Lidiane Lins de Albuquerque Hora

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 98

Advogado : Marcos José Barbosa dos Santos (OAB: 8641/AL)


Apelado : Kevin Lins Lerner Hora (Representado(a) por sua Mãe) Lidiane Lins de Albuquerque Hora
Advogado : Marcos José Barbosa dos Santos (OAB: 8641/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS.
REVELIA. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA. CONSIDERAÇÃO DOS FATOS ALEGADOS NA INICIAL COMO VERDADEIROS.
INDEFERIMENTO DA PRODUÇÃO DE PROVAS REQUERIDAS PELO RÉU REVEL. RELATIVIZAÇÃO DOS EFEITOS DA REVELIA.
PRESUNÇÃO RELATIVA DOS FATOS NARRADOS NA INICIAL. AUSÊNCIA DE PROVAS QUE DEMONSTREM A RESPONSABILIDADE
DO HOSPITAL PELO AGRAVAMENTO DE SAÚDE DO AUTOR. CONFIGURAÇÃO DE CERCEAMENTO DE DEFESA. RÉU REVEL
PODE INTERVIR NO PROCESSO NO ESTADO QUE SE ENCONTRA. SENTENÇA ANULADA. AUSÊNCIA DE ANÁLISE DOS DEMAIS
PEDIDOS FORMULADOS, ANTE A ANULAÇÃO DA SENTENÇA DECORRENTE DE ERROR IN PROCEDENDO. VIOLAÇÃO À AMPLA
DEFESA E AO CONTRADITÓRIO. NECESSIDADE DE INSTRUÇÃO DO FEITO. SENTENÇA ANULADA. RECURSO CONHECIDO E
PROVIDO.

27 Apelação nº 0000084-57.2013.8.02.0052 , de São José da Laje, Vara do Único Ofício de São José da Laje
Apelante : Município de São José da Laje
Advogado : Hugo Souza dos Reis Gomes (OAB: 10533/AL)
Apelada : Beatriz de Melo Marinho
Advogada : Marcela Augusta Acioli do Carmo de Oliveira (OAB: 10408/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDORA PÚBLICA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DA LAJE. SALÁRIO NÃO
PAGO. ÔNUS DA PROVA DO FATO EXTINTIVO. INTELIGÊNCIA DO ART. 373, DO CPC. INCUMBÊNCIA DO RÉU. DIREITO AO
PERCEBIMENTO DO SALÁRIO ATRASADO DURANTE O PERÍODO LABORADO. VEDAÇÃO AO ENRIQUECIMENTO ILÍCITO.
MODIFICAÇÃO EX OFFICIO DOS TERMOS DE INCIDÊNCIA E DOS CRITÉRIOS DE JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA.
MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. MODIFICAÇÃO DOS TERMOS E MAJORAÇÃO NOS TERMOS DO
ART. 85, §3º, I E § 11, DO CPC. SENTENÇA MANTIDA EM RELAÇÃO ÀS DEMAIS MATÉRIAS. REMESSA DISPENSADA. RECURSO
CONHECIDO EM PARTE E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

21 Apelação nº 0000137-53.2013.8.02.0047 , de Pilar, Vara do Único Ofício de Pilar


Apelante : Ministério Público
Apelado : Antonio Braz dos Santos Neto
Advogado : Felipe de Pádua Cunha de Carvalho (OAB: 5206/AL)
Advogado : Luiz André Braga Grigório (OAB: 10741/AL)
Advogado : José Adalberto Petean Júnior (OAB: 7830/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL EM MANDADO DE SEGURANÇA. DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. CONTRATAÇÃO
DE SERVIDOR PÚBLICO APROVADO EM CONCURSO PÚBLICO. MUDANÇA NA GESTÃO DO MUNICÍPIO DE PILAR. DECRETO
MUNICIPAL QUE SUSPENSOU AS NOMEAÇÕES E POSSES REALIZADAS NOS ÚLTIMOS 180 DIAS DO ANO DE 2012. EXERCÍCIO
DA AUTOTUTELA ADMINISTRATIVA. AUSÊNCIA DE PRÉVIO PROCESSO ADMINISTRATIVO. VIOLAÇÃO AO CONTRADITÓRIO E
AMPLA DEFESA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

23 Apelação nº 0000494-03.2008.8.02.0049 , de Penedo, 2ª Vara Cível de Penedo


Apelante : Rubens Caetano dos Santos
Advogada : Manuela Barros Freire Vasconcelos (OAB: 10324/AL)
Advogado : José Américo Ribeiro Dias (OAB: 8314/AL)
Apelante : Manoel José dos Santos
Advogada : Manuela Barros Freire Vasconcelos (OAB: 10324/AL)
Advogado : José Américo Ribeiro Dias (OAB: 8314/AL)
Apelado : Flávio dos Santos
Advogado : Antônio Gustavo dos Santos (OAB: 4219/AL)
Advogado : Anderson Jesus Vignoli (OAB: 263792/SP)
Advogado : Luiz Alberto Fernandes (OAB: 1461/AL)
Apelado : Fredson dos Santos
Advogado : Antônio Gustavo dos Santos (OAB: 4219/AL)
Advogado : Anderson Jesus Vignoli (OAB: 263792/SP)
Advogado : Luiz Alberto Fernandes (OAB: 1461/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. ACIDENTE DE TRÂNSITO. AÇÃO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 99

INDENIZATÓRIA. RESPONSABILIDADE CIVIL SUBJETIVA. ALEGAÇÃO DE IRREGULARIDADE DE REPRESENTAÇÃO. VÍCIO


SANÁVEL. ARTS. 76, §2º E 932, PARÁGRAFO ÚNICO DO CPC. SANEAMENTO REALIZADO. REPRESENTAÇÃO VÁLIDA.
PROCURAÇÃO. REGRAS DE DISTRIBUIÇÃO DO ÔNUS DA PROVA. RÉUS QUE NÃO SE DESINCUMBIRAM DO ÔNUS DA PROVA DE
FATO IMPEDITIVO, EXTINTIVO OU MODIFICATIVO DO DIREITO QUE É ALEGADO PELOS AUTORES. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO
373, INCISO II, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. MANOBRA DE CONVERSÃO. PRESUNÇÃO JURIS TANTUM. CONTEXTO
PROBATÓRIO DOS AUTOS QUE NÃO AFASTA A PRESUNÇÃO DE CULPA DAQUELE QUE INVADE A CONTRAMÃO DE DIREÇÃO.
DANO MORAL. VERIFICADO NA ESPÉCIE. QUANTUM INDENIZATÓRIO MANTIDO. PROPORCIONALIDADE E RAZOABILIDADE.
CONSECTÁRIOS LEGAIS DA CONDENAÇÃO. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. RETIFICAÇÃO DE TERMOS INICIAIS E ÍNDICES.
DANO MATERIAL AFASTADO. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DO SUPOSTO PREJUÍZO. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. RECURSO
CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

17 Apelação nº 0001131-20.2014.8.02.0056 , de União dos Palmares, 1ª Vara Cível de União dos Palmares
Apelante : Sindicato dos Agentes de Saúde de Alagoas
Advogado : Geraldo Sampaio Galvão (OAB: 8149/AL)
Apelado : Município de União dos Palmares
Procurador : Alex Deywy Ferreira de Oliveira (OAB: 10520/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DECISÃO QUE ACOLHEU PRELIMINAR DE IMPUGNAÇÃO DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TESE
DE INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. AFASTADA. SENTENÇA PROFERIDA APÓS A EMENDA CONSTITUCIONAL 45/2004.
EXISTÊNCIA DE TRÂNSITO EM JULGADO. OBSERVÂNCIA DO ARTIGO 516, II, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. JUSTIÇA
COMUM QUE DECIDIU A CAUSA NO PRIMEIRO GRAU DE JURISDIÇÃO EM PROCESSO DE CONHECIMENTO. MANUTENÇÃO.
ENTENDIMENTO DO SUPERIOR TRIBUTAL DE JUSTIÇA. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO
A QUO, A FIM DE QUE SEJA DADO O REGULAR PROSSEGUIMENTO DO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA.

187 Embargos de Declaração nº 0002302-16.2008.8.02.0058/50000 , de Arapiraca, 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública
Embargante : Estado de Alagoas
Procurador : Cristiane Souza Torres Cruz (OAB: 834777/SE)
Embargado : Sindicato dos Trabalhadores Em Seguridade Social e Trabalho No Estado de Alagoas - Sindprev-al
Advogada : Maria Betânia Nunes Pereira (OAB: 4731/AL)
Advogado : Daniel Nunes Pereira (OAB: 6073/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA. ADICIONAL DE
INSALUBRIDADE. SUPOSTA OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. JULGADOR QUE NÃO ESTÁ OBRIGADO A SE MANIFESTAR SOBRE
TODAS AS ALEGAÇÕES TRAZIDAS PELAS PARTES. MANIFESTO INTERESSE DE REDISCUSSÃO DA MATÉRIA. CARACTERIZADO
MERO INCONFORMISMO DA PARTE EMBARGANTE. NÍTIDO INTUITO PROTELATÓRIO DO RECURSO. ART. 1.026, § 2º, DO CPC.
APLICAÇÃO DE MULTA POR APRECIAÇÃO EQUITATIVA. DECLARATÓRIOS CONHECIDOS E REJEITADOS. UNANIMIDADE DE
VOTOS.

35 Embargos de Declaração nº 0003328-39.2014.8.02.0058/50000 , de Arapiraca, 2ª Vara de Arapiraca / Cível Residual


Embargante : Banco Volkswagen S/A
Advogada : Manuela Motta Moura da Fonte (OAB: 20397/PE)
Embargado : Fábio Almeida Silva
Advogado : Alisson Santos Lopes Sampaio (OAB: 8288/AL)
Advogado : Manoel Leite dos Santos Neto (OAB: 4952/AL)
Advogada : Gessi Santos Leite (OAB: 4916/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. COMISSÃO DE
PERMANÊNCIA CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS. IMPOSSIBILIDADE. OMISSÃO INEXISTENTE. AUSÊNCIA DOS VÍCIOS
ELENCADOS NO ART. 1.022 DO CPC. PRÉ QUESTIONAMENTO FICTO. MULTA DO ART. 1.026, §2º, DO CPC APLICADA POR
EQUIDADE EM RAZÃO DA INSIGNIFICÂNCIA DAQUELA FIXADA EM LEI. ACLARATÓRIOS CONHECIDOS E REJEITADOS.

33 Apelação nº 0003963-88.2012.8.02.0058 , de Arapiraca, 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública


Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Mareval César Agra Cavalcante (OAB: 2382/AL)
Apelada : Eliane Bezerra da Silva
Advogada : Rubiane Kelly Silva Pessoa de Barros (OAB: 9197/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDORA PÚBLICA. EXTINÇÃO DA AÇÃO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO.
DECISUM QUE DEIXA DE CONDENAR O SUCUMBENTE NAS CUSTAS PROCESSUAIS E HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 100

SUCUMBENCIAIS. PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE. ART. 85, § 6º, DO CPC. CONCESSÃO DO BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA
DEFERIDA PELO MAGISTRADO A QUO EM FAVOR DA AUTORA DA DEMANDA. ARTIGO 98 E SEGUINTES DO CÓDIGO DE
PROCESSO CIVIL. POSSIBILIDADE DE CONDENAÇÃO SOB CONDIÇÃO SUSPENSIVA DE EXIGIBILIDADE. RECURSO CONHECIDO
E PROVIDO.

10 Apelação nº 0004451-09.2013.8.02.0058 , de Arapiraca, 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública


Apelante : Fazenda Pública Estadual
Procurador : Luciana Frias dos Santos (OAB: 834769/SE)
Apelado : Construtora e Incorporadora Líder Ltda - ME
Advogado : Ciro Varcelon Contin Silva (OAB: 8663/AL)
Advogado : Nivaldo Barbosa da Silva Júnior (OAB: 6411/AL)
Advogada : Jackeline Siqueira Formiga (OAB: 6378/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO ORDINÁRIA. DIREITO TRIBUTÁRIO. ICMS. OPERAÇÕES INTERESTADUAIS. DIFERENCIAL
DE ALÍQUOTA. EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DA CONSTRUÇÃO CIVIL. AQUISIÇÃO DE INSUMOS PARA EMPREGO EM SUAS
ATIVIDADES. MODIFICAÇÕES IMPOSTAS NO ART. 155 DA CF/88 POR MEIO DA EMENDA CONSTITUCIONAL N. 87/2015. AMPLIAÇÃO
DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA DOS ESTADOS. APLICAÇÃO DOS EFEITOS DA SÚMULA 432 DO STJ RESTRITA À DATA DE
PRODUÇÃO DOS EFEITOS DA EMENDA CONSTITUCIONAL. SENTENÇA PARCIALMENTE REFORMADA, para CONSIGNAR que
até a edição da Emenda Constitucional nº 87 de 2015, A EMPRESA AUTORA não se caracterizava como sujeito passivo da obrigação
tributária relativa ao diferencial de alíquota de ICMS nas operações de aquisição de bens oriundos de outros Estados da federação para
execução DE SUAS ATIVIDADES. Contudo, após o dia 01 de janeiro de 2016, submete-se À incidência, nos termos do artigo 155 da
Constituição Federal. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO, À UNANIMIDADE.

14 Apelação nº 0004951-80.2010.8.02.0058 , de Arapiraca, 7ª Vara de Arapiraca / Família e Sucessões


Apelante : Valquíria Gomes Oliveira Lima
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Ana Fernanda Alves Santos (OAB: 3952/SE)
Apelada : Rosimeire dos Santos Oliveira
Advogada : Felícia Leilane Vieira de Almeida (OAB: 12509/AL)
Apelada : Renilza dos Santos Oliveira
Advogada : Felícia Leilane Vieira de Almeida (OAB: 12509/AL)
Apelada : Thalita Santos Oliveira
Advogada : Felícia Leilane Vieira de Almeida (OAB: 12509/AL)
Apelado : José Fernando dos Santos Oliveira
Advogada : Felícia Leilane Vieira de Almeida (OAB: 12509/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :AÇÃO DE INVENTÁRIO PELO RITO ORDINÁRIO. SENTENÇA QUE CONDICIONOU A EXPEDIÇÃO DOS FORMAIS DE
PARTILHA AO PAGAMENTO DO ITCMD E AO RECOLHIMENTO DAS CUSTAS PROCESSUAIS. PARTE BENEFICIÁRIA DA JUSTIÇA
GRATUITA. ART. 98, §1º, I, DO CPC. AFASTADA A EXIGIBILIDADE DAS CUSTAS JUDICIAIS. POSSIBILIDADE DE ANÁLISE PELO
JUÍZO DO INVENTÁRIO DO PEDIDO DE ISENÇÃO DO IMPOSTO DE TRANSMISSÃO. PRECEDENTE DO STJ. REsp 1150356/SP.
ANÁLISE DO CASO EM CONCRETO, CONTUDO, QUE NÃO DEMONSTRA A IMPOSSIBILIDADE DOS HERDEIROS ARCAREM COM
O PAGAMENTO DO TRIBUTO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.

22 Apelação nº 0007746-54.2013.8.02.0058 , de Arapiraca, 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública


Recorrente : Estado de Alagoas
Procurador : Marcos Vieira Savall (OAB: 12637BA/L)
Procurador : Teodomiro Andrade Neto (OAB: 3793/AL)
Recorrido : César Barbosa da Silva
Defensor P : Gustavo Barbosa Giudicelli
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL INTERPOSTO PELO ESTADO DE ALAGOAS.
FIXAÇÃO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM FAVOR DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS. SÚMULA N. 421 DO
STJ. TEMA 433. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. SUPERVENIÊNCIA DE NORMAS CONSTITUCIONAIS QUE ASSEGURAM A AUTONOMIA
DA DEFENSORIA PÚBLICA ESTADUAL. SUPERAÇÃO DE NORMA JURÍDICA. PRECEDENTE RECENTE DO SUPREMO TRIBUNAL
FEDERAL. RECONHECIDA REPERCUSSÃO GERAL. JUÍZO DE RETRATAÇÃO NÃO REALIZADO.

36 Embargos de Declaração nº 0008934-82.2013.8.02.0058/50000 , de Arapiraca, 2ª Vara de Arapiraca / Cível Residual

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 101

Embargante : Trend Fairs & Congresses Oper de Viagens Profissionais Ltda.


Advogado : Ivan Luiz Castrese (OAB: 250138/SP)
Embargado : Rousseau Omena Domingos
Advogado : Rousseau Omena Domingos
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO E CONTRADIÇÃO QUANTO AO VALOR
DO DANO MATERIAL A SER RESTITUÍDO, DA EXISTÊNCIA DE RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA E DO DANO MORAL. ACOLHIDA
SOMENTE QUANTO AO ASPECTO CONCERNENTE AO DANO MATERIAL. CONTRADIÇÃO E OMISSÃO NÃO CONFIGURADAS
QUANTO AOS DEMAIS PLEITOS. ACÓRDÃO DEVIDAMENTE FUNDAMENTADO. INTUITO DE REDISCUSSÃO DA CAUSA.
IMPOSSIBILIDADE. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

30 Apelação nº 0021637-90.2011.8.02.0001 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital


Apelante : Banco Itaúcard S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736A/AL)
Apelado : Florisval de Souza Barros
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO. LIMITAÇÃO DOS JUROS MORATÓRIOS AO PATAMAR
DA TAXA SELIC MENSAL. SENTENÇA ULTRA PETITA. PRINCÍPIO DA CONGRUÊNCIA OU DA ADSTRIÇÃO. VIOLAÇÃO AO ART. 492
DO CPC. READEQUAÇÃO DOS JUROS MORATÓRIOS AO PATAMAR CONSOANTE PEDIDO AUTORAL. SENTENÇA REFORMADA.
RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

21 Apelação nº 0034996-10.2011.8.02.0001 , de Maceió, 7ª Vara Cível da Capital


Apelante : Golden Cross Assistência Internacional de Saúde Ltda
Advogado : João Kleber Moura dos Santos (OAB: 3755/AL)
Advogado : Bruno Nogueira Leahy Moura (OAB: 10787/AL)
Apelante : Santa Casa de Misericórdia de Maceió
Advogada : Maria Carolina Suruagy Motta Cavalcanti Ferraz (OAB: 7259/AL)
Advogado : Igor Cavalcante Passos (OAB: 10806/AL)
Advogado : Aldemar de Miranda Motta Júnior (OAB: 4458B/AL)
Advogado : Raphael Prado de M. Cunha Celestino (OAB: 9793/AL)
Advogado : Alline Porfírio Ferreira (OAB: 11027/AL)
Apelado : José Balbino de Melo
Advogado : Ricardo Lima Torres (OAB: 9104/AL)
Advogado : Thiago Albuquerque Montenegro Fernandes (OAB: 9747/AL)
Advogado : Fernanda Cristina Nogueira de Lima (OAB: 9961/AL)
Representa : Barbara Aleksandra Balbino de Melo Tenorio, representada por sua Mãe Mackciane Tenorio
Apelada : Santa Casa de Misericórdia de Maceió
Advogada : Maria Carolina Suruagy Motta Cavalcanti Ferraz (OAB: 7259/AL)
Advogado : Igor Cavalcante Passos (OAB: 10806/AL)
Advogado : Alline Porfírio Ferreira (OAB: 11027/AL)
Advogado : Raphael Prado de M. Cunha Celestino (OAB: 9793/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :PEDIDO DE HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO EM AÇÃO INDENIZATÓRIA. DANOS MORAIS. RESPONSABILIDADE
SOLIDÁRIA DAS RÉS. ACORDO ENTABULADO POR UMA DAS RÉS SEM A PARTICIPAÇÃO DA OUTRA. PEDIDO DE HOMOLOGAÇÃO
DEFERIDO. PEDIDO DE EXTENSÃO DOS EFEITOS À CORRÉ. IMPOSSIBILIDADE. INTELIGÊNCIA DO ART. 275, DO CÓDIGO
CIVIL. PRECEDENTES. EXTINÇÃO DO FEITO EXCLUSIVAMENTE SOMENTE EM RELAÇÃO À TRANSATORA. REGULAR
PROSSEGUIMENTO DO FEITO EM RELAÇÃO À CODEVEDORA QUE NÃO INTEGROU A TRANSAÇÃO. ACORDO HOMOLOGADO.

23 Apelação nº 0039263-59.2010.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal


Apelante : Município de Maceió
Procurador : Sandro Soares Lima (OAB: 5801/AL)
Procurador : Fernando Sérgio Tenório de Amorim (OAB: 4617/AL)
Apelada : Maria Odete Gomes (Representando seu filho (a))
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Sabrina da Silva Cerqueira Dattoli (OAB: 6898/AL)
Representa : Ivanilda Gomes da Silva
Apelante : Maria Odete Gomes

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 102

Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)


Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Sabrina da Silva Cerqueira Dattoli (OAB: 6898/AL)
Representa : Ivanilda Gomes da Silva
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Fernando Sérgio Tenório de Amorim (OAB: 4617/AL)
Procurador : Sandro Soares Lima (OAB: 5801/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÕES CÍVEIS. DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO COMINATÓRIA. SENTENÇA QUE
CONDENOU O MUNICÍPIO DE MACEIÓ A FORNECER OS MEDICAMENTOS PLEITEADOS E AO PAGAMENTO DE HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS SUCUMBENCIAIS EM FAVOR DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO. DIREITO FUNDAMENTAL À VIDA E À SAÚDE.
RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA PREVISTA NA CONSTITUIÇÃO. CHAMAMENTO AO PROCESSO DA UNIÃO E DO ESTADO DE
ALAGOAS. DESNECESSIDADE. SÚMULA N.01 TJ/AL. PREVALÊNCIA DO DIREITO À SAÚDE EM DETRIMENTO DAS LIMITAÇÕES
ORÇAMENTÁRIAS DO PODER PÚBLICO. SÚMULA N.02 TJ/A. RESERVA DO POSSÍVEL. OBRIGAÇÕES CONSTITUCIONAIS.
PROTEÇÃO À SAÚDE, COROLÁRIO DA DIGNIDADE HUMANA. PARÂMETROS PARA FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS CONSTANTES
NO ART. 20, §§ 3º E 4º, DO CPC/1973. PRESTÍGIO À IMPORTÂNCIA DA CAUSA E AO TRABALHO DESEMPENHADO PELA
DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS, MESMO EM SE TRATANDO DE DEMANDAS REPETITIVAS. VERBA FIXADA
EM R$ 475,00 (QUATROCENTOS E SETENTA E CINCO REAIS). RECURSO DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS
CONHECIDO E PROVIDO. RECURSO DO MUNICÍPIO DE MACEIÓ CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

27 Apelação nº 0050901-94.2007.8.02.0001 , de Maceió, 2ª Vara Cível da Capital


Apelante : Cristiano Amaral de Andrade
Advogado : Djalma Mendonça Maia Nobre (OAB: 2433/AL)
Advogado : Fernando José Ramos Macias (OAB: 2339/AL)
Apelada : Maria José da Silva
Advogado : Valter Soares da Silva (OAB: 1826/AL)
Advogada : Rafaella de Oliveira Soares (OAB: 10525/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. ACIDENTE DE TRÂNSITO. AÇÃO
INDENIZATÓRIA. RESPONSABILIDADE CIVIL SUBJETIVA. REGRAS DE DISTRIBUIÇÃO DO ÔNUS DA PROVA. RÉU QUE NÃO SE
DESINCUMBIU DO ÔNUS DA PROVA DE FATO IMPEDITIVO, EXTINTIVO OU MODIFICATIVO DO DIREITO QUE É ALEGADO PELA
AUTORA. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 373, INCISO II, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRESUNÇÃO JURIS TANTUM. CONTEXTO
PROBATÓRIO DOS AUTOS QUE NÃO AFASTA A PRESUNÇÃO DE CULPA DAQUELE QUE INVADE A CONTRAMÃO DE DIREÇÃO.
ALTA VELOCIDADE. DESRESPEITO À SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO DO LOCAL. DANO MORAL VERIFICADO NA ESPÉCIE.
QUANTUM INDENIZATÓRIO MANTIDO. PROPORCIONALIDADE E RAZOABILIDADE. CONSECTÁRIOS LEGAIS DA CONDENAÇÃO.
JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. RETIFICAÇÃO DE TERMOS INICIAIS E ÍNDICES. DANO MATERIAL AFASTADO. JÁ HOUVE
DISCUSSÃO SOBRE ESTE PONTO EM PROCESSO QUE TRAMITA EM JUIZADO CÍVEL. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. RECURSO
CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

32 Embargos de Declaração nº 0080792-63.2007.8.02.0001/50000 , de Maceió, 19ª Vara Cível da Capital/Execução Fiscal


Embargante : Climerio Sarmento de Andrade
Advogado : Andrei Giordane de Araujo Jacó (OAB: 4523-E/AL)
Advogado : Clênio Pacheco Franco Júnior (OAB: 4876/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. ALEGAÇÃO DE OBSCURIDADE. INOCORRÊNCIA. VÍCIOS DO
ART. 1022 CPC/15 NÃO VISLUMBRADOS. CLAREZA QUANTO AO ENTENDIMENTO EXPOSTO. PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO
DA MATÉRIA. IMPOSSIBILIDADE NESTA VIA RECURSAL. INTUITO PROTELATÓRIO CONSTATADO NA HIPÓTESE. APLICAÇÃO DE
MULTA NOS TERMOS DO ART. 1.026, § 2º DO CPC. ACLARATÓRIOS CONHECIDOS E NÃO ACOLHIDOS.

237 Embargos de Declaração nº 0313742-38.2005.8.02.0058/50001 , de Arapiraca, 3ª Vara de Arapiraca / Cível Residual


Embargante : Gotemburgo Veículos Ltda
Advogado : Ábdon Almeida Moreira (OAB: 5903/AL)
Advogado : Ludgero da Silva Almeida (OAB: 9029/BA)
Advogado : Humberto Costa Júnior (OAB: 16006/BA)
Advogada : Nathália de Araújo Oliveira de Oliveira Aguiar (OAB: 10728/AL)
Embargado : Clistenes Severino Lopes dos Santos
Advogado : Wesley Souza de Andrade (OAB: 5464/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 103

Embargado : Paulo José da Silva


Advogado : José Firmino de Oliveira (OAB: 6615/AL)
Advogada : Taciana Nunes de França Andrade (OAB: 6509/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ACÓRDÃO PROFERIDO EM SEDE DE AGRAVO INTERNO E QUE MANTEVE A DECISÃO
MONOCRÁTICA DE NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO DE APELAÇÃO POR DESERÇÃO. COMPROVANTE DE RECOLHIMENTO
DO PREPARO ILEGÍVEL. TESE DE AGRAVO DE QUE O DOCUMENTO ENCONTRA-SE ILEGÍVEL EM VIRTUDE DO EXTENSO
LAPSO TEMPORAL ENTRE A INTERPOSIÇÃO DO RECURSO E A ANÁLISE DESTE PELA CORTE ESTADUAL DE JUSTIÇA. PARTE
RECORRENTE QUE, POSTERIORMENTE, COMPROVOU O RECOLHIMENTO DO PREPARO. PRECEDENTES DO STJ. RECURSO
CONHECIDO E ACOLHIDO COM EFEITOS INFRINGENTES.

40 Conflito de competência nº 0500077-57.2019.8.02.0000 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital


Suscitante : Juízo da 10ª Vara Cível da Comarca da Capital
Suscitado : Juízo da 17ª Vara Cível da Comarca da Capital - Fazenda Estadual
Parte 01 : Carhp - Companhia Alagoana de Recursos Humanos e Patrimoniais
Advogado : Diogo Barbosa Machado (OAB: 10474/AL)
Advogada : Rosemary Francino Ferreira Freitas (OAB: 4713/AL)
Parte 02 : Maria Lúcia da Silva
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. AÇÃO DE RESCISÃO CONTRATUAL. COMPANHIA ALAGOANA DE RECURSOS
HUMANOS E PATRIMONIAIS – CARHP. SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA. ADMINISTRAÇÃO INDIRETA. DIREITO PRIVADO.
INEXISTÊNCIA DE INTERESSE DA FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL. COMPETÊNCIA DA 10ª VARA CÍVEL DA CAPITAL.

14 Apelação nº 0700020-90.2015.8.02.0066 , de Maceió, 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Paulo de Tarso Gonçalves Rodrigues (OAB: 7133B/AL)
Apelado : Convém Ipanema Motos Ltda.
Advogado : Pedro Duarte Pinto (OAB: 11382/AL)
Advogado : David de Araújo Padilha
Apelado : Convem Ipanema Motos Ltda - Filial
Advogado : David de Araújo Padilha
Advogado : Pedro Duarte Pinto (OAB: 11382/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. MANDADO DE SEGURANÇA. SENTENÇA QUE NÃO ANALISOU AS PRELIMINARES SUSCITADAS
EM CONTESTAÇÃO. DECISÃO CITRA PETITA. NULIDADE RECONHECIDA EX OFFICIO. APLICABILIDADE DO §3º, ART. 1.013,
CPC/15. TEORIA DA CAUSA MADURA. APRECIAÇÃO DAS PRELIMINARES EM SEDE DE RECURSO. MATÉRIA DE ORDEM
PÚBLICA. PRELIMINAR DE AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA A QUAL PERTENCE A AUTORIDADE COATORA.
DESNECESSIDADE. AUSÊNCIA DE PREJUDICIALIDADE. ESTADO REPRESENTADO PELA AUTORIDADE QUE LHE INTEGRA.
PRELIMINAR DE AUSÊNCIA DE PROVA PRÉ CONSTITUÍDA E DO DIREITO LÍQUIDO E CERTO. AFASTADA. AUSÊNCIA DE
CORRELAÇÃO COM O OBJETO DA AÇÃO. SANÇÃO APLICADA SEM PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO PRÉVIO. VIOLAÇÃO
AO CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. DIREITO LÍQUIDO E CERTO DEMONSTRADO. ADMINISTRAÇÃO QUE PRATICA ATOS
COERCITIVOS PARA COBRANÇA DE TRIBUTOS. IMPOSSIBILIDADE. PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA. CONDUTA
VEDADA PELO ART. 170 CF/88 E SÚMULAS 70 E 547, STF. SENTENÇA ANULADA. NOVO JULGAMENTO. PROCEDÊNCIA.
SEGURANÇA CONCEDIDA.

24 Apelação nº 0700032-43.2015.8.02.0054 , de São Luiz do Quitunde, Vara do Único Ofício de São Luiz do Quitunde
Apelante : A. M. de S. B.
Defensor P : Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto (OAB: 23432/PE)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Apelado : J. R. L. G.
Advogado : Klevisson Kennedy da Silva Siqueira (OAB: 12208/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO CIVIL. USUCAPIÃO FAMILIAR POR ABANDONO DO LAR. REQUISITOS LEGAIS PREVISTOS
EXPRESSAMENTE NO CÓDIGO CIVIL. ART. 1.240-A E SEU §1º. NÃO COMPROVAÇÃO NO CASO CONCRETO. DISTRIBUIÇÃO DO
ÔNUS DA PROVA. FATO IMPEDITIVO DO DIREITO DO AUTOR É ÔNUS DO RÉU. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO CONHECIDO
E NÃO PROVIDO.

20 Apelação nº 0700122-55.2018.8.02.0051 , de Rio Largo, 1ª Vara de Rio Largo /Cível e da Infância e Juvent

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 104

Apelante : Município de Rio Largo


Procurador : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Procurador : Rafael Paiva de Almeida (OAB: 9717/AL)
Procurador : Bernardo Leopardi Gonçalves Barretto Bastos (OAB: 6920/AL)
Apelado : Rosivaldo da Silva Junior
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. EXECUÇÃO FISCAL. EXTINÇÃO DO FEITO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO POR AUSÊNCIA DE
INTERESSE DE AGIR. VALOR IRRISÓRIO DO DÉBITO. LEI MUNICIPAL N. 1.775/2017. FUNDAMENTO NOVO. INOBSERVÂNCIA
AO PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO A NÃO SURPRESA. OFENSA AO CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. NULIDADE DA SENTENÇA
VERIFICADA. RETORNO DOS AUTOS A ORIGEM PARA O DEVIDO PROCESSO LEGAL. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

28 Apelação nº 0700144-34.2014.8.02.0058 , de Arapiraca, 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública


Apelante : Giselia Dantas Vieira
Advogado : Werley Diego da Silva (OAB: 11174/AL)
Advogado : Rafael Nobre da Silva (OAB: 9468/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Luciana Frias dos Santos (OAB: 834769/SE)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. DIREITO CIVIL E ADMINISTRATIVO.
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. ART. 37, §6º, DA CF/88. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. CAUSAS EXCLUDENTES.
POSSIBILIDADE. CULPA EXCLUSIVA DA VÍTIMA. ATUAÇÃO POLICIAL. REMESSA DE BOMBA DE EFEITO MORAL. TUMULTO.
FERIMENTO LEVE NA PERNA DA AUTORA. AUSÊNCIA DE EXCESSOS PELOS AGENTE PÚBLICOS. ATUAÇÃO DENTRO
DOS PADRÕES LEGAIS. AUSÊNCIA DE DANOS INDENIZÁVEIS. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS E CUSTAS PROCESSUAIS.
BENEFICIÁRIA DA GRATUIDADE DA JUSTIÇA. POSSIBILIDADE DE CONDENAÇÃO, PERMANECENDO SOB FEITO SUSPENSIVO
DE EXIGIBILIDADE. ART. 99, §3º, DO CPC. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

30 Apelação nº 0700177-02.2015.8.02.0054 , de São Luiz do Quitunde, Vara do Único Ofício de São Luiz do Quitunde
Apelante : Sindicato dos Agentes de Saúde de Alagoas - Sindas
Advogado : Daniel de Almeida Salvador (OAB: 8685/AL)
Advogado : Antônio José de Vasconcelos Sarmento (OAB: 4870/AL)
Advogado : Geraldo Sampaio Galvão (OAB: 8149/AL)
Advogado : Augusto de Oliveira Galvão Sobrinho (OAB: 1293/AL)
Apelado : Município de São Luiz do Quitunde
Procurador : Carlos Magno Brandão de Oliveira (OAB: 14689/AL)
Procurador : Eduardo Souza Vasconcelos (OAB: 11316/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO CONSTITUCIONAL. AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE SÃO LUIZ
DO QUITUNDE. PLEITO DE NULIDADE DA SENTENÇA. AFASTADO. PEDIDO DE RECEBIMENTO DE INCENTIVO ADICIONAL
PREVISTOS EM PORTARIAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE. NECESSIDADE DE PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA E DE LEI LOCAL PARA
EVENTUAL INCLUSÃO DE TAIS VERBAS NOS SALÁRIOS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE. PRECEDENTES. FIXAÇÃO
DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS SUCUMBENCIAIS SUBMETIDO À CONDIÇÃO SUSPENSIVA DE EXIGIBILIDADE. DEFERIMENTO
TÁCITO DO BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

25 Apelação nº 0700336-12.2018.8.02.0030 , de Piranhas, Vara do Único Ofício de Piranhas


Apelante : Município de Piranhas
Procurador : Espedito Júlio da Silva (OAB: 2381/AL)
Apelado : José Moraes Fontes Filho
Advogado : Edvânio José da Silva (OAB: 15323/AL)
Advogado : Jediael Pereira dos Santos (OAB: 14468/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. MUNICÍPIO DE PIRANHAS. LEI MUNICIPAL N. 60/2011 A
IMPLANTAÇÃO DO ADICIONAL NECESSITA DO RECONHECIMENTO DO GRAU DE EXPOSIÇÃO POR LAUDO TÉCNICO.
NECESSIDADE DE RETORNO DOS AUTOS À ORIGEM PARA PRODUÇÃO DE PROVA PERICIAL. IMPRESCINDIBILIDADE DE
ELABORAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO ESPECIFICANDO AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DO SERVIDOR, A FIM DE AFERIR O
EXERCÍCIO DE ATIVIDADE INSALUBRE E O GRAU DE EXPOSIÇÃO. ANULAÇÃO DA SENTENÇA. RECURSO CONHECIDO E
PROVIDO.

22 Apelação nº 0700348-26.2018.8.02.0030 , de Piranhas, Vara do Único Ofício de Piranhas


Apelante : Município de Piranhas

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 105

Advogado : Espedito Júlio da Silva (OAB: 2381/AL)


Advogado : Dalline Erika da Silva (OAB: 10933/AL)
Apelado : José Araújo Bezerra Júnior
Advogado : Edvânio José da Silva (OAB: 15323/AL)
Advogado : Jediael Pereira dos Santos (OAB: 14468/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. MUNICÍPIO DE PIRANHAS. LEI MUNICIPAL N. 60/2011 A
IMPLANTAÇÃO DO ADICIONAL NECESSITA DO RECONHECIMENTO DO GRAU DE EXPOSIÇÃO POR LAUDO TÉCNICO.
NECESSIDADE DE RETORNO DOS AUTOS À ORIGEM PARA PRODUÇÃO DE PROVA PERICIAL. IMPRESCINDIBILIDADE DE
ELABORAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO ESPECIFICANDO AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DO SERVIDOR, A FIM DE AFERIR O
EXERCÍCIO DE ATIVIDADE INSALUBRE E O GRAU DE EXPOSIÇÃO. ANULAÇÃO DA SENTENÇA. RECURSO CONHECIDO E
PROVIDO.

34 Embargos de Declaração nº 0700355-37.2015.8.02.0090/50000 , de Maceió, 28º Vara Infância e Juventude da Capital


Embargante : D. de L. S. R. dos S. (Representado(a) por seus Pais)
Advogado : Arthur Élio Cavalcante Porciúncula (OAB: 10585/AL)
Embargado : M. de M.
Procurador : Sheyla Suruagy Amaral Galvão (OAB: 11829BA/L)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. VÍCIO CONSTATADO. TESE LEVANTADA
EM CONTRARRAZÕES NÃO OBSERVADA NO ACÓRDÃO. NULIDADE DO ACÓRDÃO E REMESSA DOS AUTOS AO RELATOR PARA
O DEVIDO PROCESSAMENTO DO FEITO. SANEAMENTO REALIZADO. ACLARATÓRIOS CONHECIDOS E ACOLHIDOS.

35 Apelação nº 0700426-78.2016.8.02.0001 , de Maceió, 5ª Vara Cível da Capital


Apelante : Selma Barbosa
Advogada : Adriana de Oliveira Vieira (OAB: 12473/AL)
Apelante : Thiago Henrique Barbosa
Advogada : Adriana de Oliveira Vieira (OAB: 12473/AL)
Apelado : OI Móvel S/A , em Recuperação Judicial, sucessora da TNL PCS S/A
Advogada : Valquíria de Moura Castro Ferreira (OAB: 6128/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CIVIL. AÇÃO REVISIONAL DE ALUGUEL. DIREITO FUNDADO NO ART. 68, DA LEI N. 8.245/91. ALEGAÇÃO
DE DEFASAGEM DO VALOR FIXADO CONTRATUALMENTE. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA PELO IGP-M. PREVISÃO CONTRATUAL.
AÇÃO COM DILAÇÃO PROBATÓRIA RESTRITA. NECESSIDADE DE PROVA PRÉ-CONSTITUÍDA. LAUDOS DE AVALIAÇÃO POR
CORRETORES NÃO JUNTADOS AOS AUTOS. AUSÊNCIA DE PROVAS. ÔNUS DA AUTORA. DEFESA INSTRUÍDA DE AVALIAÇÕES
DE MERCADO APTAS A DEMONSTRAR QUE O VALOR PRETENDIDO PELA AUTORA ENCONTRA-SE FORA DOS PADRÕES DE
MERCADO. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

31 Apelação nº 0700493-34.2018.8.02.0046 , de Palmeira dos Indios, 2ª Vara de Palmeira dos Índios / Cível
Apelante : Industrias Reunidas Bona Sorte Ltda
Advogado : Diogo Zeferino do Carmo Teixeira (OAB: 9963/AL)
Advogado : Lucas Pinto Dantas (OAB: 15775/AL)
Apelado : Companhia de Abastecimento D´Água e Saneamento do Estado de Alagoas
Advogado : Alberto Nonô de Carvalho Lima Filho (OAB: 6430/AL)
Advogada : Valquíria de Moura Castro Ferreira (OAB: 6128/AL)
Advogada : Lais R. Moraes dos Santos (OAB: 16059/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. EMBARGOS MONITÓRIOS. FATURAS DECORRENTES DE CONSUMO DE ÁGUA. TÍTULOS HÁBEIS
PARA FUNDAMENTAR A AÇÃO MONITÓRIA. DESPROPORCIONALIDADE NOS VALORES DAS FATURAS. INCAPACIDADE
DE DESNATURAR O TÍTULO, SEM MÍNIMO DE PROVAS QUE DEMONSTREM POSSÍVEIS ERROS NA CONTABILIZAÇÃO DO
CONSUMO PELA APELADA. TERMO DE CONFISSÃO DE DÍVIDA NÃO ASSINADO. AUSÊNCIA DE FORÇA PROBATÓRIA PARA
COMPROVAÇÃO DA OBRIGAÇÃO DE PAGAR. AMORTIZAÇÃO DO VALOR COBRADO NA AÇÃO MONITÓRIA. EXCLUSÃO DO
NOME DOS CADASTROS DE INADIMPLENTES. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DA INSCRIÇÃO. RECURSO CONHECIDO E
PARCIALMENTE PROVIDO.

17 Apelação nº 0700594-70.2017.8.02.0090 , de Maceió, 28º Vara Infância e Juventude da Capital


Apelante : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelado : Luis Pedro Oliveira Rodrigues

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 106

Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)


Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Defensor P : Taiana Grave Carvalho Melo (OAB: 16029/BA)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO COMINATÓRIA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. POSSIBILIDADE DE
CONDENAÇÃO DO MUNICÍPIO EM HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS EM FAVOR DA DEFENSORIA PÚBLICA. EMENDA
CONSTITUCIONAL Nº 80/2014. HONORÁRIOS MAJORADOS. INTELIGÊNCIA DO §11 DO ART. 85 DO CPC. RECURSO CONHECIDO
E NÃO PROVIDO, À UNANIMIDADE.

18 Apelação nº 0700600-81.2018.8.02.0045 , de Murici, Vara do Único Ofício de Murici


Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Newton Vieira da Silva (OAB: 6166B/AL)
Procurador : Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080B/AL)
Apelado : José Cicero Bezerra da Silva
Advogado : Isaac Vinicius Costa Souto (OAB: 8923/RN)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO COMINATÓRIA COM PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA. POSSIBILIDADE DE
CONDENAÇÃO DO ESTADO DE ALAGOAS AO PAGAMENTO DE HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS EM FAVOR DA DEFENSORIA
PÚBLICA. AFASTAMENTO DA SÚMULA 421 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. TESE SUPERADA PELO SUPREMO TRIBUNAL
FEDERAL. EMENDAS CONSTITUCIONAIS N. 45/2004, 74/2013 E 80/2014. HONORÁRIOS MAJORADOS AO IMPORTE DE R$
475,00 (QUATROCENTOS E SETENTA E CINCO REAIS). INTELIGÊNCIA DO ART. 85, §11, DO CPC. RECURSO CONHECIDO E NÃO
PROVIDO, À UNANIMIDADE.

156 Embargos de Declaração nº 0700758-83.2016.8.02.0053/50000 , de São Miguel dos Campos, 1ª Vara Cível e da Inf. e Juv. de
S. Miguel dos C.
Embargante : Bradesco Seguros
Advogada : Karina de Almeida Batistuci (OAB: 178033/AL)
Embargado : José Fabiano Dantas Correia
Advogado : Demetrius Winicius da Silva Marques (OAB: 14556/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. SUPOSTA OMISSÃO. CANCELAMENTO DA APÓLICE PELA
EMBARGADA. NÃO ACOLHIDA. FATO SUPERVENIENTE. AUSÊNCIA DE PROVAS. EXCLUSÃO CONTRATUAL. NÃO ACOLHIDA.
AUSÊNCIA DE INFORMAÇÃO. CLÁUSULA NULA. ART. 51, IV E XV, DO CDC. SIMPLES PRETENSÃO DE REDISCUTIR A MATÉRIA.
MULTA DE 2% (DOIS POR CENTO). RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNANIMIDADE.

153 Apelação nº 0701208-38.2016.8.02.0049 , de Penedo, 2ª Vara Cível de Penedo


Apelante : Luciene Pereira Santos
Advogada : Natália Maria Cavalcante de Melo Gomes (OAB: 12754/AL)
Apelado : Município de Penedo
Procurador : Diego Leão da Fonseca (OAB: 8404/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. SERVIDOR PÚBLICO. MUNICÍPIO DE PENEDO. UNIDADE REAL DE VALOR (URV). REVISÃO
DOS CÁLCULOS DE CONVERSÃO DA REMUNERAÇÃO EM URV. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA. REESTRUTURAÇÃO
REMUNERATÓRIA DA CARREIRA POR LEI MUNICIPAL. MARCO INICIAL DA PRESCRIÇÃO. A REESTRUTURAÇÃO SERVE
DE LIMITAÇÃO TEMPORAL PARA A PERCEPÇÃO DE VALORES DECORRENTES DA CONVERSÃO DA MOEDA EM URV.
IMPOSSIBILIDADE DE PERCEPÇÃO DA VANTAGEM AD AETERNUM. AJUIZAMENTO DA DEMANDA APÓS O DECURSO DE CINCO
ANOS CONTADOS DO INÍCIO DA VIGÊNCIA DA LEI REESTRUTURANTE. RECONHECIMENTO DA PRESCRIÇÃO QUE ATINGE
O PRÓPRIO FUNDO DE DIREITO. IMPROCEDÊNCIA MANTIDA. ÔNUS DA SUCUMBÊNCIA. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA.
POSSIBILIDADE DE CONDENAÇÃO DO BENEFICIÁRIO DA JUSTIÇA GRATUITA. CUSTAS PROCESSUAIS. HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS. MAJORAÇÃO. ART. 85, § 11, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DOS ÔNUS DA
SUCUMBÊNCIA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

243 Embargos de Declaração nº 0701305-89.2017.8.02.0053/50000 , de São Miguel dos Campos, 1ª Vara Cível e da Inf. e Juv. de
S. Miguel dos C.
Embargante : Banco Bmg S/A
Advogado : Marina Bastos da Porciúncula Benghi (OAB: 10274AA/L)
Embargado : Jakson Eurycles Gomes Lessa
Advogado : Isaac Mascena Leandro
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 107

Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO NA MODALIDADE CARTÃO DE CRÉDITO. ALEGAÇÃO
DE OMISSÃO QUANTO AOS VALORES SUPOSTAMENTE SACADOS PELO CONSUMIDOR. VÍCIO RECONHECIDO. SANEAMENTO
QUE NÃO MODIFICA O RESULTADO DO JULGAMENTO. NÃO ACOLHIMENTO DO PEDIDO DE COMPENSAÇÃO. DOCUMENTOS
UNILATERAIS E SEM DATA QUE NÃO SE PRESTAM A COMPROVAR A EFETIVIDADE DA OPERAÇÃO BANCÁRIA. RECURSO
CONHECIDO E ACOLHIDO SEM EFEITOS INFRINGENTES.

241 Embargos de Declaração nº 0702635-88.2014.8.02.0001/50000 , de Maceió, 9ª Vara Cível da Capital


Embargante : Bruno Raphael Figueiredo Barros Ávila
Advogado : Sávio Lúcio Azevedo Martins (OAB: 5074/AL)
Advogada : Tatiana Simões Nobre Pires Araújo (OAB: 8344/AL)
Advogada : Larissa Moraes Duarte (OAB: 9955/AL)
Advogada : Marcela Augusta Acioli do Carmo de Oliveira (OAB: 10408/AL)
Advogada : Silvana Rodrigues da Conceição (OAB: 9322/AL)
Advogado : Deraldo Veloso de Souza (OAB: 8300/AL)
Advogado : Saulo Acioli Ribeiro Bezerra Leite (OAB: 10849/AL)
Advogado : Alexandre de Lima Ferreira (OAB: 8027/AL)
Advogado : Gustavo Ferreira Gomes (OAB: 5865/AL)
Advogado : Fernando Antônio Jambo Muniz Falcão (OAB: 5589/AL)
Advogada : Bárbara Nunes Silva (OAB: 14014/AL)
Embargado : José Adalberon Marques
Advogado : Sinval José Alves (OAB: 4124A/AL)
Advogada : Uiara Francine Tenório da Silva (OAB: 8506/AL)
Advogado : Rodrigo Alessandro Rocha Monteiro (OAB: 8320/AL)
Advogado : Carlos Humberto Cavalcante de Lima Junior (OAB: 6963B/AL)
Advogado : Agripino Celso Guerreiro Barbosa (OAB: 4360/AL)
Advogada : Sílvya Christine Renovato de Souza (OAB: 11791/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO E CONTRADIÇÃO DO JULGADO RECORRIDO. REFORMA DOS
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS DE OFÍCIO. POSSIBILIDADE. CONSECTÁRIO LÓGICO DA CONDENAÇÃO E MATÉRIA DE ORDEM
PÚBLICA. REFORMATIO IN PEJUS. NÃO OCORRÊNCIA. APLICAÇÃO DOS HONORÁRIOS RECURSAIS. NÃO PROVIMENTO DO
RECURSO. CONTRADIÇÃO. NÃO OCORRÊNCIA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

41 Embargos de Declaração nº 0702858-70.2016.8.02.0001/50000 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Embargante : Município de Maceió
Procurador : Fernando Sérgio Tenório de Amorim (OAB: 4617/AL)
Embargada : Maria de Lourdes Lima da Silva
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. VÍCIOS DO ART.
1022 CPC/15 NÃO VISLUMBRADOS. PRETENSÃO DE REDISCUTIR A MATÉRIA. IMPOSSIBILIDADE NESTA VIA RECURSAL.
INTUITO PROTELATÓRIO CONSTATADO NA HIPÓTESE. APLICAÇÃO DE MULTA POR EQUIDADE EM RAZÃO DA INSIGNIFICÂNCIA
DAQUELA FIXADA EM LEI. ACLARATÓRIOS CONHECIDOS E NÃO ACOLHIDOS.

15 Apelação nº 0702947-30.2015.8.02.0001 , de Maceió, 9ª Vara Cível da Capital


Apelante : Maria da Silva
Defensor P : Sabrina da Silva Cerqueira Dattoli (OAB: 6898/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Apelada : Ana Maria Valério do Nascimento
Advogado : Tales Azevêdo Ferreira (OAB: 6158/AL)
Apelado : Jurandir Anisio do Nascimento
Advogado : Tales Azevêdo Ferreira (OAB: 6158/AL)
Apelada : Ana Paula Valério dos Santos
Advogado : Tales Azevêdo Ferreira (OAB: 6158/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER C/C REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS. RESPONSABILIDADE
CIVIL. DIREITO DE VIZINHANÇA. ANTIGA DESAVENÇA ENTRE VIZINHOS. CONDUTA ILÍCITA NÃO DEMONSTRADA NOS AUTOS.
ÔNUS PROBATÓRIO DO QUAL NÃO SE DESINCUMBIU A PARTE AUTORA. CONTEXTO FÁTICO DO QUAL SE DESCORTINA A

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Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 108

OCORRÊNCIA DE ABORRECIMENTO DECORRENTE DA RELAÇÃO HÁ TEMPOS ESTREMECIDA ENTRE AS PARTES. AUSÊNCIA


DO DEVER DE INDENIZAR. FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS NO PERCENTUAL DE 12% (DOZE) POR CENTO SOBRE
O VALOR DA CAUSA, CUJA EXIGIBILIDADE DEVERÁ PERMANECER SUSPENSA, NOS TERMOS DO ART. 98, §3º, DO CPC. EM
RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

11 Apelação nº 0704266-96.2016.8.02.0001 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Apelante : Josenilton da Silva Siqueira
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Apelada : Bv Financeira S.a. Crédito, Financiamento e Investimento
Advogado : Moisés Batista de Souza (OAB: 7190/AL)
Advogado : Fernando Luz Pereira (OAB: 9343/AL)
Advogado : Bruno Henrique de Oliveira Vanderlei (OAB: 21678/PE)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. EXTINÇÃO DO FEITO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR
INÉPCIA DA INICIAL. AUSÊNCIA DE DEPÓSITO DOS VALORES INTEGRAIS DAS PARCELAS VENCIDAS E VINCENDAS QUE NÃO
CONSTITUI REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE DA DEMANDA. CUMPRIMENTO DAS EXIGÊNCIAS CONTIDAS NO ART. 330, §§2º E
3º DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. AUTOR QUANTIFICOU O VALOR INCONTROVERSO DO DÉBITO NA EXORDIAL. DESCABIDA
EXTINÇÃO DO FEITO. OBSERVÂNCIA AO PRINCÍPIO DO ACESSO À JUSTIÇA. SENTENÇA ANULADA. RETORNO DOS AUTOS À
ORIGEM. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

20 Apelação nº 0704964-62.2015.8.02.0058 , de Arapiraca, 4ª Vara Cível de Arapiraca / Fazenda Pública


Apelante : Josefa Teixeira de Souza
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Rejane Caiado Fleury Medeiros (OAB: 7055B/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO. SERVIDORES PÚBLICOS. UNIDADE DE VALOR – URV. LEI N° 8.880/94. PARIDADE ENTRE CRUZEIROS REAIS
E A URV. POSTERIOR REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA DA CARREIRA. EVENTUAIS DIFERENÇAS NA REMUNERAÇÃO
EM RAZÃO DA CONVERSÃO LIMITADAS NO TEMPO – QUANDO DA REESTRUTURAÇÃO DE CARREIRA. IMPLANTAÇÃO DE
REMUNERAÇÃO POR SUBSÍDIO. CARREIRA REORGANIZADA. EVENTUAL PRETENSÃO DEVE SER SUSCITADA NO LAPSO
TEMPORAL DE 05 (CINCO) ANOS APÓS A LEI REESTRUTURANTE. PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO. AÇÃO PROPOSTA
APÓS O REFERIDO PERÍODO. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. HONORÁRIOS MAJORADOS. RECURSO CONHECIDO E NÃO
PROVIDO.

34 Apelação nº 0705206-90.2018.8.02.0001 , de Maceió, 5ª Vara Cível da Capital


Apelante : Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil S.A. - PREVI
Advogado : Carlos Edgar Andrade Leite (OAB: 4800/SE)
Advogado : Carlos Augusto Monteiro Nascimento (OAB: 1600/SE)
Apelado : Vicente Correia Amorim Filho
Advogado : Tércio Filipe Macêdo de Albuquerque (OAB: 15029/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. DESCONTO EM FOLHA PREVIDENCIÁRIA. MARGEM
CONSIGNÁVEL. CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL - PREVI. NECESSIDADE DE OBSERVÂNCIA
DA MARGEM CONSIGNÁVEL- 30%, INTERPRETAÇÃO DO ART. 6º, §5º, DA LEI N. 10.820/03. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO
CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

37 Embargos de Declaração nº 0708671-49.2014.8.02.0001/50000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Embargante : Banco Itaúcard S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736/AL)
Embargado : Edson dos Santos Lima
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445/AL)
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. REVISIONAL DE CONTRATO. ALEGAÇÃO DE CONTRADIÇÃO
QUANTO À EXISTÊNCIA DE CONTRATO ASSINADO PELA PARTE EMBARGADA. AUSÊNCIA DE JUNTADA DA AVENÇA EM MOMENTO
INOPORTUNO. DEVER DE ANALISAR À LUZ DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO QUANTO À
VALIDADE DA CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. VÍCIOS INEXISTENTES. CARACTERIZADO INCONFORMISMO DO EMBARGANTE.
IMPOSSIBILIDADE DE REDISCUSSÃO DA MATÉRIA. RECURSO COM O INTUITO MANIFESTAMENTE PROTELATÓRIO. APLICAÇÃO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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DE MULTA DE R$ 200,00 (DUZENTOS REAIS). ART. 1.026, § 2º, DO CPC. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

39 Embargos de Declaração nº 0712212-90.2014.8.02.0001/50000 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital


Embargante : Altec Alagoas Tecnologia de Computadores Ltda
Advogado : Geraldo Sampaio Galvão
Advogado : Augusto de Oliveira Galvão Sobrinho (OAB: 1293/AL)
Advogado : Daniel de Almeida Salvador (OAB: 8685/AL)
Embargante : Robson Natário Silveira
Advogado : Augusto de Oliveira Galvão Sobrinho (OAB: 1293/AL)
Advogado : Daniel de Almeida Salvador (OAB: 8685/AL)
Advogado : Geraldo Sampaio Galvão (OAB: 8149/AL)
Embargante : Simone Natário Silveira
Advogado : Daniel de Almeida Salvador (OAB: 8685/AL)
Advogado : Geraldo Sampaio Galvão (OAB: 8149/AL)
Advogado : Augusto de Oliveira Galvão Sobrinho (OAB: 1293/AL)
Embargada : Claro S/A
Advogado : João Paulo Carvalho dos Santos (OAB: 6749/AL)
Advogado : Thiago de Souza Mendes (OAB: 6300/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS E MATERIAIS. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TELEFONIA. ERRO MATERIAL E OMISSÃO TOCANTE À
NÃO APRECIAÇÃO DAS CONTRARRAZÕES AO APELO OFERTADAS. VÍCIOS CONSTATADOS E SANEADOS. INEXISTÊNCIA DOS
DEMAIS VÍCIOS INDICADOS. ACLARATÓRIOS CONHECIDOS E ACOLHIDOS EM PARTE.

26 Apelação nº 0714131-17.2014.8.02.0001 , de Maceió, 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Walter Campos de Oliveira (OAB: 7724A/AL)
Apelado : Carlos Alberto Cavalcante Galindo
Advogada : Maires Fernanda P. dos S. Evaristo (OAB: 7627/AL)
Advogada : Caroline Laurentino de Almeida Balbino (OAB: 7224/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE.
CONSTITUCIONALIDADE. COMPATIBILIDADE DO RECEBIMENTO DO SUBSÍDIO COM OUTRAS ESPÉCIES REMUNERATÓRIAS,
DESDE QUE PREVISTO EM LEI ESPECÍFICA. BASE DE CÁLCULO PREVISTA EM LEI ESTADUAL. SUBSÍDIO MÍNIMO DA CATEGORIA
A QUE PERTENCE O SERVIDOR. AUSÊNCIA DE JULGAMENTO QUANTO AO PEDIDO DE INCIDÊNCIA EM FÉRIAS E DÉCIMO
TERCEIRO. SENTENÇA CITRA PETITA. PRINCÍPIO DA CONGRUÊNCIA OU DA ADSTRIÇÃO. INCIDÊNCIA DA TEORIA DA CAUSA
MADURA. QUESTÃO EXCLUSIVAMENTE DE DIREITO. POSSIBILIDADE DE JULGAMENTO IMEDIATO. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO
DE INCIDÊNCIA DO ADICIONAL EM FÉRIAS E DÉCIMO TERCEIRO. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. INCONSTITUCIONALIDADE
DO ART. 1º-F DA LEI N. 9.494/97. TERMO INICIAL. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. FIXAÇÃO POR EQUIDADE. CPC/1973.
CONSECTÁRIOS LEGAIS DA CONDENAÇÃO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

240 Embargos de Declaração nº 0714157-10.2017.8.02.0001/50001 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Embargante : Sthefane da Silva Sales
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445A/AL)
Embargado : Banco Honda S/A
Advogado : Marcelo Miguel Alvim Coelho (OAB: 156347/SP)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. AUSÊNCIA DO VÍCIO
APONTADO. INCONFORMISMO DA PARTE COM O RESULTADO DO JULGAMENTO. IMPOSSIBILIDADE DE REVISÃO DO MÉRITO
PELA VIA DOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS. INADEQUAÇÃO DA VIA RECURSAL ELEITA. RECURSO DE FUNDAMENTAÇÃO
VINCULADA. AUSÊNCIA DOS VÍCIOS PREVISTOS PELO ART. 1.022 DO NCPC. EMBARGOS MANIFESTAMENTE PROTELATÓRIOS.
APLICAÇÃO DA MULTA PREVISTA NO ART. 1.026, § 2º CPC/2015. RECURSO CONHECIDO E REJEITADO.

333 Apelação / Reexame Necessário nº 0715526-44.2014.8.02.0001 , de Maceió, 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Al Previdência
Procurador : Walter Campos de Oliveira (OAB: 7724B/AL)
Apelado : Thiago Araújo de Albuquerque
Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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Apelada : Maria Liege Araújo de Albuquerque Viana


Defensor P : Fabrício Leão Souto (OAB: 24976/BA)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :RECURSO DE APELAÇÃO. DIREITO PREVIDENCIÁRIO. AÇÃO ORDINÁRIA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA
PROMOVIDA PELA VIÚVA DO PRÉ-MORTO SERVIDOR PÚBLICO OCUPANTE DO CARGO DE ASSESSOR DOS SERVIÇOS
LEGISLATIVOS DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE ALAGOAS. RECURSO DA ALAGOAS PREVIDÊNCIA OBJETIVANDO
DESCONSTITUIR A SENTENÇA PELA AUSÊNCIA DOS REQUISITOS LEGAIS PARA O REAJUSTAMENTO NOS MOLDES DOS
SERVIDORES ATIVOS. PENSÃO POR MORTE. TRANSPOSIÇÃO DO CARGO. DIREITO À PARIDADE. CORRIGIDA SENTENÇA
APENAS PARA SANAR OMISSÃO PARA LANÇAR OS CRITÉRIOS DE FIXAÇÃO DOS JUROS E DA CORREÇÃO MONETÁRIA,
OBJETIVANDO ATUALIZAÇÃO EM CONSONÂNCIA COM JULGADO RECENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (RECURSO
ESPECIAL N.º 1.492.221 PR), NO MAIS, SENTENÇA MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNANIMIDADE.

38 Apelação / Reexame Necessário nº 0719034-32.2013.8.02.0001 , de Maceió, 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Samuelson de Araújo Vasconcellos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 145571/RJ)
Apelado : Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas - DETRAN/AL
Procurador : Lúcia Maria Jacinto da Silva (OAB: 4276/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO CONSTITUCIONAL E CIVIL. SENTENÇA QUE DEIXOU DE CONDENAR O ESTADO DE
ALAGOAS AO PAGAMENTO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS SUCUMBENCIAIS EM FAVOR DA DEFENSORIA PÚBLICA DE
ALAGOAS. PLEITO DE CONDENAÇÃO. RECONHECIMENTO DO DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA À PERCEPÇÃO DESTA
VERBA DE SUCUMBÊNCIA. PREVISÃO CONSTANTE NO ART. 4º, XXI, DA LEI COMPLEMENTAR N. 80/94, QUE NÃO CONFLITA
COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA EMENDA CONSTITUCIONAL N. 80/2014. POSSIBILIDADE DE CONDENAÇÃO DO
ESTADO DE ALAGOAS AO PAGAMENTO DE VERBA SUCUMBENCIAL AINDA QUE SE TRATE DE ÓRGÃO INTEGRANTE DE SUA
ESTRUTURA. ENTENDIMENTO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. INAPLICABILIDADE DA SÚMULA N. 421 DO STJ. PARÂMETROS
PARA FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS CONSTANTES NO ART. 85, §2º E §8º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRESTÍGIO À
IMPORTÂNCIA DA CAUSA E AO TRABALHO DESEMPENHADO PELA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS, MESMO
EM SE TRATANDO DE DEMANDAS REPETITIVAS. VERBA FIXADA EM R$ 475,00 (QUATROCENTOS E SETENTA E CINCO REAIS).
RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

32 Apelação nº 0722056-64.2014.8.02.0001 , de Maceió, 20ª Vara Cível da Capital / Sucessões


Apelante : Fazenda Pública Estadual
Procurador : José Roberto Fernandes Teixeira (OAB: 6320B/AL)
Apelada : Layla Costa da Rocha Medeiros (Inventariante)
Advogado : Luana Paula de Moura Amaral (OAB: 6180/AL)
Apelada : Lysanne Costa da Rocha Medeiros ( Herdeiro(a))
Advogado : Luana Paula de Moura Amaral (OAB: 6180/AL)
Invdo : Eliel de Moura Medeiros020942-SSP/AL
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE ARROLAMENTO SUMÁRIO. SENTENÇA DE HOMOLOGAÇÃO
DE PARTILHA AMIGÁVEL. DETERMINAÇÃO DE EXPEDIÇÃO DE FORMAIS DE PARTILHA INDEPENDENTEMENTE DO PRÉVIO
RECOLHIMENTO DE ITCMD. INCIDÊNCIA DO ART. 659, §2º, DO CPC/2015. FAZENDA PÚBLICA QUE SUSCITA A INCOMPATIBILIDADE
DO DISPOSITIVO COM A DISPOSIÇÃO TRAZIDA PELO ART. 192, DO CTN. ARTIGOS QUE NÃO SE CONTRADIZEM E DEVEM SER
INTERPRETADOS DE FORMA CONJUNTA. VEDAÇÃO INSERTA NO CTN QUE NÃO ABRANGE O ITCMD. INCOMPATIBILIDADE
E INCONSTITUCIONALIDADE AFASTADAS. PRECEDENTES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DAS CÂMARAS CÍVEIS
DESTE TRIBUNAL. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

12 Apelação nº 0723085-23.2012.8.02.0001 , de Maceió, 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Renato Lima Correia (OAB: 4837/AL)
Apelado : Marcel Camboim Gonçalves
Advogado : Antônio Pachêco Moreira Neto (OAB: 12391/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO ORDINÁRIA. PENSÃO POR MORTE. SERVIDORA PÚBLICA ESTADUAL FALECIDA.
CASAMENTO COMPROVADO POR MEIO DE CERTIDÃO DE CASAMENTO. COABITAÇÃO ATÉ A DATA DO ÓBITO E DEPENDÊNCIA
ECONÔMICA EVIDENCIADOS PELA PRÓPRIA AUTARQUIA PREVIDENCIÁRIA, NOS TERMOS DOS RELATÓRIOS SOCIAIS
ELABORADOS. “TEMPUS REGIT ACTUM”. APLICAÇÃO DA LEI VIGENTE À ÉPOCA DO ÓBITO DA SEGURADA. SÚMULA 340

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 111

DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. LEI 4.517/84. REQUISITOS ATENDIDOS. DIREITO À PERCEPÇÃO DO BENEFÍCIO
PREVIDENCIÁRIO RECONHECIDO.

24 Apelação nº 0723099-31.2017.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal


Apelante : Gac Corretagem e Consultores Ltda
Advogado : Victor Lages Altavila Guerra (OAB: 12956/AL)
Advogado : Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho (OAB: 6941/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Bruno Kiefer Lelis (OAB: 12997BA/L)
Apelado : Churrascaria Beach Prime Ltda-me
Advogado : Denarcy Souza e Silva Júnior (OAB: 6000/AL)
Advogada : Camila Barros dos Santos (OAB: 13694/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PROCESSUAL E ADMINISTRATIVO. ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO DE ESTABELECIMENTO
COMERCIAL. (IN)OBSERVÂNCIA DAS REGRAS MUNICIPAIS. JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE. IMPROCEDÊNCIA DOS
PEDIDOS AUTORAIS POR AUSÊNCIA DE PROVAS. VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DO CONTRADITÓRIO, AMPLA DEFESA E NÃO
SURPRESA. ERROR IN PROCEDENDO. SENTENÇA ANULADA. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

19 Apelação nº 0728056-75.2017.8.02.0001 , de Maceió, 13ª Vara Cível da Capital


Apelante : Banco Bmg S/A
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/AL)
Advogado : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/GO)
Advogado : Luciana Buchmann Freire (OAB: 107343/SP)
Advogado : Evelyn de Souza Lima (OAB: 226823/SP)
Advogado : André Corsino dos Santos Junior (OAB: 273769/SP)
Advogado : Gabriela Roggiero (OAB: 299390/SP)
Apelado : Eduardo Calado Lima
Advogado : Isaac Mascena Leandro (OAB: 9484/AL)
Advogado : Carlos Eduardo Ayala Vieira Vaz (OAB: 11958/AL)
Advogada : Fernanda Tenorio Calaça (OAB: 12199/AL)
Advogado : Ítalo Gustavo Tavares Nicácio (OAB: 7620/AL)
Advogado : Claudio Vítor de Souza Martins Lôbo (OAB: 13778/AL)
Apelante : Eduardo Calado Lima
Advogado : Isaac Mascena Leandro (OAB: 11966/AL)
Advogado : Carlos Eduardo Ayala Vieira Vaz (OAB: 11958/AL)
Advogada : Fernanda Tenorio Calaça (OAB: 12199/AL)
Advogado : Ítalo Gustavo Tavares Nicácio (OAB: 7620/AL)
Advogado : Claudio Vítor de Souza Martins Lôbo (OAB: 13778/AL)
Apelado : Banco Bmg S/A
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/AL)
Advogado : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/GO)
Advogado : Luciana Buchmann Freire (OAB: 107343/SP)
Advogado : Evelyn de Souza Lima (OAB: 226823/SP)
Advogado : André Corsino dos Santos Junior (OAB: 273769/SP)
Advogado : Gabriela Roggiero (OAB: 299390/SP)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÕES CÍVEIS EM AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C DANO MATERIAL E MORAL. SENTENÇA
QUE DETERMINOU A REPARAÇÃO MORAL E RESTITUIÇÃO MATERIAL. APELO DO DEMANDADO. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO
NA MODALIDADE CARTÃO DE CRÉDITO. UTILIZAÇÃO DO CARTÃO PELO AUTOR. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE QUE ANUIU
EXPRESSAMENTE COM AS CONDIÇÕES DESSA MODALIDADE DE EMPRÉSTIMO. ONEROSIDADE EXCESSIVA AO CONSUMIDOR.
OFENSA À BOA FÉ CONTRATUAL E DEVER DE INFORMAÇÃO. DESCONTOS INDEVIDOS. DIMINUIÇÃO INJUSTA E REITERADA
DA RENDA DO DEMANDANTE. DANO MORAL CONFIGURADO. REPARAÇÃO ESTABELECIDA EM R$5.000,00 (CINCO MIL REAIS).
DANO MATERIAL CONSTATADO. RESTITUIÇÃO DEVIDA EM DOBRO. MÁ-FÉ QUE EXSURGE DA CONDUTA DA INSTITUIÇÃO
DEMANDADA. PLEITO DE COMPENSAÇÃO DOS VALORES RELATIVOS A SAQUES EFETUADOS PELO RECORRIDO. ACOLHIDO.
RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.APELO DA PARTE AUTORA. INCONFORMISMO COM O MONTANTE FIXADO.
QUANTUM QUE ATENDE AOS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE E RAZOABILIDADE. PRETENSÃO DE MAJORAÇÃO AO
PATAMAR DE R$8.000,00 (CINCO MIL REAIS) NÃO ACOLHIDA, MANTENDO-SE A ALUDIDA VERBA INDENIZATÓRIA EM R$5.000,00
(CINCO MIL REAIS) VALOR COMPATÍVEL COM A FINALIDADE COMPENSATÓRIA E PUNITIVA. RECURSO CONHECIDO E NÃO
PROVIDO. CONSECTÁRIOS LEGAIS EXAMINADOS EX OFFICIO: REPARAÇÃO MORAL COM JUROS DE 1% AO MÊS A PARTIR
DA CITAÇÃO ATÉ O ARBITRAMENTO, QUANDO COMEÇA A INCIDIR A CORREÇÃO MONETÁRIA, DEVENDO SER OBSERVADA

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APENAS A TAXA SELIC DESDE ENTÃO. REPARAÇÃO MATERIAL COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA SOBRE O QUANTUM
DESDE OS INDEVIDOS DESCONTOS. APLICAÇÃO UNICAMENTE DA TAXA SELIC ANTE A COINCIDÊNCIA DOS TERMOS.

37 Apelação / Reexame Necessário nº 0728219-94.2013.8.02.0001 , de Maceió, 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Apelante : Ministério Público do Estado de Alagoas
Apelada : Fernanda Aranda de Mello Morais
Advogado : Eduardo Henrique Monteiro Rêgo (OAB: 7576/AL)
Advogada : Paula Renata Silva Cabral (OAB: 15700/AL)
Advogado : Emanuell Levino Santos Oliveira (OAB: 11567/AL)
Advogado : Carlos Eduardo de Andrade Lopes Neves (OAB: 5445/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO POR ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. ACUSAÇÃO DE DESVIO DE REMUNERAÇÕES
PERCEBIDAS POR REEDUCANDOS DO ESTABELECIMENTO PRISIONAL RUBENS BRAGA QUINTELLA CAVALCANTE PELA
ENTÃO GERENTE GERAL. SENTENÇA QUE JULGOU A AÇÃO IMPROCEDENTE ANTE A AUSÊNCIA DE PROVAS SUFICIENTES.
CONFRONTO ENTRE AS DECLARAÇÕES DOS APENADOS E INTERROGATÓRIO DA RECORRIDA NOS AUTOS DO PROCESSO
ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. POSSE DE VALORES PERCEBIDOS POR CUSTODIADOS. RECONHECIMENTO. FATO
INCONTROVERSO. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE QUITAÇÃO DOS VALORES. ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DEMONSTRADO.
OFENSA AO PRINCÍPIO DA MORALIDADE. VIOLAÇÃO AOS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ARTS. 9º E 11 DA LEI
8.429/1992. INAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. SANÇÕES PREVISTAS NO ART. 12, INCISOS I E III DA
LEI Nº 8.429/92. GRADUAÇÃO. OBSERVÂNCIA AOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE. RECURSO
CONHECIDO E PROVIDO. UNANIMIDADE.

11 Reexame Necessário nº 0729254-16.2018.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal
Remetente : Juízo
Parte 01 : Jackson Pinto Silva
Advogado : Rita de Cássia Correia Lins (OAB: 15142/AL)
Advogado : Carlos Henrique Tenório Ribeiro (OAB: 2182/AL)
Parte 02 : Secretário Municipal de Gestão
Advogada : Carolina Francisca Cavalcante (OAB: 11646/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :REEXAME NECESSÁRIO. MANDADO DE SEGURANÇA. DIREITO ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL.
PROGRESSÃO FUNCIONAL AUTOMÁTICA. CONCLUSÃO DE CURSO DE MESTRADO. ART. 20, VII, DA LEI MUNICIPAL N.
4.974/2000. ATO ADMINISTRATIVO VINCULADO. OMISSÃO ILEGAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL. DIREITO LÍQUIDO
E CERTO CONFIGURADO. REMESSA NECESSÁRIA CONHECIDA PARA CONFIRMAR A SENTENÇA.

13 Apelação nº 0733890-93.2016.8.02.0001 , de Maceió, 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Apelante : Jose Roberto Andrade de Oliveira
Advogado : Sergio Ludmer (OAB: 8910/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Nadja Maria Barbosa (OAB: 7169B/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. SERVIDOR PÚBLICO. AGENTE PENITENCIÁRIO. GRATIFICAÇÃO DE AÇÃO POLICIAL. GAP.
EXCLUSÃO DA VERBA. LEI 6.682/06 DE EFEITO CONCRETO. INÍCIO DO PRAZO PRESCRICIONAL. AJUIZAMENTO DA AÇÃO EM
LAPSO TEMPORAL QUINQUENAL SUPERIOR. PRESCRIÇÃO DE FUNDO DE DIREITO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO DE PRIMEIRO
GRAU POR FUNDAMENTAÇÃO DIVERSA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

25 Apelação nº 0734255-50.2016.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal


Apelante : Município de Maceió
Procurador : Sandro Soares Lima (OAB: 5801/AL)
Apelado : Davi Freire de Carvalho Côrtes
Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)
Apelado : Anderson Lopes de Albuquerque
Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)
Apelada : Cibelle de Melo Bastos
Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)
Apelada : Emanuelle Costa Ferrari
Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)
Apelado : Fabio Neri de Araujo
Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)
Apelado : Paulo Magno de Athayde Lamenha

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Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 113

Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)


Apelado : Rodrigo de Lima Rocha
Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)
Apelada : Suzana Machado de Oliveira Melo
Advogado : Felipe Lopes de Amaral (OAB: 11299/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. CANDIDATOS APROVADOS
FORA DO NÚMERO DE VAGAS. LITISCONSÓRCIO PASSIVO NECESSÁRIO. NÃO CONFIGURADO. DIREITO SUBJETIVO À
NOMEAÇÃO E POSSE. TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA. ACORDO ADMINISTRATIVO CELEBRADO ENTRE O ENTE
PÚBLICO MUNICIPAL E O MINISTÉRIO PÚBLICO PARA ALCANÇAR 12 (DOZE) CANDIDATOS APROVADOS NA RESERVA TÉCNICA.
SENTENÇA QUE RECONHECE A CONVOLAÇÃO DA MERA EXPECTATIVA DE DIREITO EM DIREITO SUBJETIVO PARA CONDENAR
O ENTE POLÍTICO À NOMEAÇÃO DOS 12 (DOZE) CANDIDATOS. ULTRA PETITA. PEDIDO INICIAL QUE SE RESTRINGE AOS
AUTORES DA AÇÃO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

40 Embargos de Declaração nº 0800059-60.2019.8.02.0000/50000 , de Maceió, 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Estado de Alagoas
Procurador : Sérgio Guilherme Alves da Silva Filho (OAB: 6069B/AL)
Embargada : Andreia Lins dos Santos Nunes
Advogado : Pedro Jorge Mendonça de Barros (OAB: 10111/AL)
Advogado : THOMAS ANDERSON GONZAGA SANTOS (OAB: 13018/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. VÍCIOS DO ART.
1022 CPC/15 NÃO VISLUMBRADOS. PRETENSÃO DE REDISCUTIR A MATÉRIA. IMPOSSIBILIDADE NESTA VIA RECURSAL.
INTUITO PROTELATÓRIO CONSTATADO NA HIPÓTESE. APLICAÇÃO DE MULTA. §2º DO ART. 1.026 DO CPC. ACLARATÓRIOS
CONHECIDOS E NÃO ACOLHIDOS.

38 Agravo Regimental nº 0800955-06.2019.8.02.0000/50000 , de Olho D’Agua das Flores, Vara do Único Ofício de Olho DÁgua
das Flores
Agravante : N. G. B. dos S. (Representado(a) por sua Mãe) T. B. da S.
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Letícia Silveira Seerig (OAB: 89764/RS)
Agravado : J. dos S. B.
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO INTERNO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. INDEFERIMENTO DO PLEITO DE CONCESSÃO DE JUSTIÇA
GRATUITA. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DA HIPOSSUFICIÊNCIA EM ARCAR COM AS DESPESAS PROCESSUAIS. RECURSO
NÃO CONHECIDO. MULTA DE 1% SOBRE O VALOR ATUALIZADO DA CAUSA. ART. 1.021, § 4º, DO CPC. RECURSO CONHECIDO
E NÃO PROVIDO.

57 Agravo de Instrumento nº 0801232-22.2019.8.02.0000 , de São Sebastião, Vara do Único Ofício do São Sebastião
Agravante : Maria Eliete Correia da Silva
Advogado : Paulo Henrique da Silva Bomfim (OAB: 15369/AL)
Agravado : Agiplam Financeira S.a - Crédito, Financiamento e Investimento
Advogado : Wilson Sales Belchior (OAB: 11490AA/L)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO NÃO CONTRATADO. DECISÃO QUE INDEFERIU A TUTELA
DE URGÊNCIA POR AUSÊNCIA DE PROBABILIDADE DO DIREITO. FATO NEGATIVO. IMPOSSIBILIDADE DE COMPROVAÇÃO.
RASA COGNIÇÃO. JUÍZO PROBABILIDADE. COMPROVAÇÃO DOS DESCONTOS QUE SE FAZ SUFICIENTE. PERIGO E DANO E
REVERSIBILIDADE DA MEDIDA. DECISÃO REFORMADA PARA CONCEDER A TUTELA DE URGÊNCIA EM FAVOR DA AGRAVANTE.
MULTA POR DESCUMPRIMENTO. R$ 3.000,00 (TRÊS MIL REAIS) POR DESCONTO INDEVIDO. RECURSO CONHECIDO E
PROVIDO.

19 Agravo de Instrumento nº 0801293-77.2019.8.02.0000 , de Boca da Mata, Vara do Único Ofício de Boca da Mata
Agravante : Gleidson Cardoso de Oliveira
Advogado : Wagner Veloso Martins (OAB: 37160/BA)
Agravado : Banco Bradescard S.a. (Ibi - Banco Múltiplo S/a)
Agravado : C & A Modas Ltda.
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. DECLARAÇÃO DE POBREZA. PRESUNÇÃO

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RELATIVA DE VERACIDADE. RENDA MENSAL INFERIOR AO TETO DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL. INFERIOR
A 10 (DEZ) SALÁRIOS MÍNIMOS. AUSÊNCIA DE INFIRMAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE PRÓPRIO PUNHO. NECESSIDADE DE
CONCESSÃO DAS BENESSES DA GRATUIDADE JUDICIÁRIA. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

2 Agravo de Instrumento nº 0801437-51.2019.8.02.0000 , de São Miguel dos Campos, 1ª Vara Cível e da Inf. e Juv. de S. Miguel
dos C.
Agravante : Rafael Toledo Lyra
Advogado : Pablo Benamor de Araújo Jorge (OAB: 7845/AL)
Advogado : Rogério Melo Teixeira (OAB: 8906/AL)
Agravante : Jennifer Ann Smith Lyra
Advogado : Pablo Benamor de Araújo Jorge (OAB: 7845/AL)
Advogado : Rogério Melo Teixeira (OAB: 8906/AL)
Agravada : Vivendi Empreendimentos Ltda.
Advogado : Alberto Nonô de Carvalho Lima Filho (OAB: 6430/AL)
Advogado : Amanda Barros Barbosa (OAB: 8990/AL)
Advogado : Audir Marinho de Carvalho Neto (OAB: 14769/AL)
Advogado : Bruno Lins Cavalcante Alves (OAB: 12959/AL)
Advogado : Fernando Carlos Araújo de Paiva (OAB: 2996/AL)
Advogado : Filipe Gomes Galvão (OAB: 8851/AL)
Advogado : Frederico Guilherme Gomes Galvão (OAB: 10388/AL)
Advogada : Jamylle Katalyne da Rocha Abs (OAB: 12737/AL)
Advogado : José Rubens Ângelo (OAB: 3303/AL)
Advogado : Leila Vanessa Dias Bonfim Beserra (OAB: 11683/AL)
Advogado : Mariana de Paiva Teixeira Barros (OAB: 13805/AL)
Advogado : Telmo Barros Calheiros Júnior (OAB: 5418/AL)
Advogada : Valeria da Silva Fidélis (OAB: 10078/AL)
Advogada : Thainá Renata Costa Viana (OAB: 14023/AL)
Advogada : Valquíria de Moura Castro Ferreira (OAB: 6128/AL)
Advogada : Vanine de Moura Castro Ferreira (OAB: 9792/AL)
Advogado : Walmar Paes Peixoto (OAB: 3325/AL)
Advogado : Willian Teixeira Paulino (OAB: 15586/AL)
Agravado : Iloa Residence Empreendimentos Imobiliários Spe Ltda
Advogado : Alberto Nonô de Carvalho Lima Filho (OAB: 6430/AL)
Advogado : Amanda Barros Barbosa (OAB: 8990/AL)
Advogado : Audir Marinho de Carvalho Neto (OAB: 14769/AL)
Advogado : Bruno Lins Cavalcante Alves (OAB: 12959/AL)
Advogado : Fernando Carlos Araújo de Paiva (OAB: 2996/AL)
Advogado : Filipe Gomes Galvão (OAB: 8851/AL)
Advogado : Frederico Guilherme Gomes Galvão (OAB: 10388/AL)
Advogada : Jamylle Katalyne da Rocha Abs (OAB: 12737/AL)
Advogado : José Rubens Ângelo (OAB: 3303/AL)
Advogado : Leila Vanessa Dias Bonfim Beserra (OAB: 11683/AL)
Advogado : Mariana de Paiva Teixeira Barros (OAB: 13805/AL)
Advogado : Telmo Barros Calheiros Júnior (OAB: 5418/AL)
Advogada : Valeria da Silva Fidélis (OAB: 10078/AL)
Advogada : Thainá Renata Costa Viana (OAB: 14023/AL)
Advogada : Valquíria de Moura Castro Ferreira (OAB: 6128/AL)
Advogada : Vanine de Moura Castro Ferreira (OAB: 9792/AL)
Advogado : Walmar Paes Peixoto (OAB: 3325/AL)
Advogado : Willian Teixeira Paulino (OAB: 15586/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO QUE DETERMINOU A APURAÇÃO DO CRÉDITO E POSTERIOR SUBMISSÃO
AO JUÍZO FALIMENTAR. POSSIBILIDADE. FATO GERADOR DO CRÉDITO ANTERIOR AO DEFERIMENTO DA RECUPERAÇÃO
JUDICIAL. HABILITAÇÃO DEVIDA NO JUÍZO UNIVERSAL DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL. PRECEDENTES DO STJ. RECURSO
CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

50 Agravo de Instrumento nº 0801461-79.2019.8.02.0000 , de Maceió, 3ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Ana Tereza de Aguiar Valença (OAB: 33980/PE)
Agravada : Gilda Lourenço Feitosa
Advogada : Adriana de Oliveira Vieira (OAB: 12473/AL)

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Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 115

Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly


Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. RELAÇÃO DE CONSUMO. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO NA MODALIDADE CARTÃO DE
CRÉDITO. TUTELA DE URGÊNCIA. SUSPENSÃO DOS DESCONTOS EM FOLHA DE PAGAMENTO. INSURGÊNCIA RECURSAL
BASEADA NA LEGALIDADE DA CONTRATAÇÃO. ALEGAÇÃO DE NÃO CUMPRIMENTO, NA ORIGEM, DOS REQUISITOS IMPOSTOS
PELO ART. 300 DO CPC. PLEITO NÃO ACATADO. REQUERIMENTO DE DIRECIONAMENTO DE OFÍCIO À FONTE PAGADORA,
PARA QUE PROCEDA COM A SUSPENSÃO DOS DESCONTOS EM FOLHA. PLEITO NÃO ACATADO. PEDIDO DE EXCLUSÃO OU
REDUÇÃO DO QUANTUM ATRIBUÍDO ÀS ASTREINTES. PLEITO NÃO ACATADO. ALTERAÇÃO DA PERIODICIDADE DA MULTA
A FIM DE ADEQUÁ-LA AO DESCUMPRIMENTO DO COMANDO REFERENTE A CADA DESCONTO INDEVIDO. PRECEDENTES
DESTE ÓRGÃO JULGADOR. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

38 Agravo de Instrumento nº 0801577-85.2019.8.02.0000 , de Maceió, 9ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Agravada : Benedita Cândido de Miranda
Advogado : Magna Vanda Amorim Abdias (OAB: 47717/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. RELAÇÃO DE CONSUMO. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO NA MODALIDADE CARTÃO DE
CRÉDITO. TUTELA DE URGÊNCIA. SUSPENSÃO DOS DESCONTOS EM FOLHA DE PAGAMENTO. INSURGÊNCIA RECURSAL
BASEADA NA LEGALIDADE DA CONTRATAÇÃO. ALEGAÇÃO DE NÃO CUMPRIMENTO, NA ORIGEM, DOS REQUISITOS
IMPOSTOS PELO ART. 300 DO CPC. PLEITO NÃO ACATADO. PEDIDO DE EXCLUSÃO OU REDUÇÃO DO QUANTUM ATRIBUÍDO
ÀS ASTREINTES. PLEITO NÃO ACATADO. ACOLHIMENTO DO PEDIDO PARA MODIFICAÇÃO DA PERIODICIDADE FIXADA, ÀS
ASTREINTES, PELO MAGISTRADO DE ORIGEM. FIXAÇÃO DE MULTA NO IMPORTE DE R$ 3.000,00 (TRÊS MIL REAIS) POR CADA
DESCUMPRIMENTO, LIMITADA AO TETO FIXADO PELO MAGISTRADO PRIMEVO. PRECEDENTES DESTE ÓRGÃO JULGADOR.
RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. UNANIMIDADE.

44 Agravo de Instrumento nº 0801620-22.2019.8.02.0000 , de Maceió, 2ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Toyota do Brasil S/A
Advogado : Amandio Ferreira Tereso Junior (OAB: 10456/AL)
Advogada : Maria Lucília Gomes (OAB: 84206/SP)
Agravado : José Cícero dos Santos
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445/AL)
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CONTRATO. DETERMINAÇÃO PARA
DEPÓSITO DO VALOR INTEGRAL QUE SERIA APTO A AFASTAR OS EFEITOS DA MORA MANTIDA. SUSPENSÃO DE EVENTUAL
AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO AFASTADA ART. 5º, XXXV, CF. MANUTENÇÃO DA INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA. RECURSO
CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

3 Agravo de Instrumento nº 0801637-58.2019.8.02.0000 , de Maceió, 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Agravante : Arsal - Agência Reguladora dos Serviços Público do Estado de Alagoas
Procurador : Pedro José Costa Melo (OAB: 9797/AL)
Agravado : Sindicato dos Transportadores Complementares de Passageiros de Alagoas - SINTRANCOMP/AL
Advogada : Rosana Policarpo Bastos (OAB: 11843/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO EM MANDADO DE SEGURANÇA. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA QUE DEFERIU O PEDIDO
DE TUTELA DE URGÊNCIA FORMULADO NA ORIGEM. LEGITIMIDADE ATIVA “AD CAUSAM” DO IMPETRANTE RECONHECIDA.
MÉRITO. AUTORIZAÇÃO PROVISÓRIA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE OPERAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE PÚBLICO
INTERMUNICIPAL COMPLEMENTAR. RESOLUÇÃO Nº 15/2016 DA ARSAL. ILEGALIDADE. NECESSIDADE DE PRÉVIO PROCESSO
LICITATÓRIO. ANULAÇÃO DAS AUTORIZAÇÕES TEMPORÁRIAS QUE SE REVELA MEDIDA SATISFATIVA. PARALISAÇÃO DOS
VEÍCULOS NÃO LICITADOS E SUSPENSÃO DA EMISSÃO DE NOVAS AUTORIZAÇÕES. PROVIDÊNCIA ACERTADA. RECURSO
CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

45 Agravo de Instrumento nº 0801734-58.2019.8.02.0000 , de Penedo, 3ª Vara Cível de Penedo


Agravante : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736/AL)
Agravado : Antonio Moreira
Advogado : Franklin Alves Barbosa (OAB: 7779/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 116

Revisor:
EMENTA :DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO. PRAZO DE CINCO
DIAS ESTABELECIDO PELO DECRETO-LEI N.º 911 PARA PURGAÇÃO DA MORA. ADIMPLEMENTO REALIZADO EM MONTANTE
INFERIOR À INTEGRALIDADE DA DÍVIDA DETERMINADA PELO DL 911. DEVOLUÇÃO DO BEM AO AGRAVANTE. RECURSO
CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

40 Agravo de Instrumento nº 0801798-68.2019.8.02.0000 , de Maceió, 3ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogada : Maria do Socorro Vaz Torres (OAB: 788A/AL)
Advogado : Gilberto Villar Torres (OAB: 14226/AL)
Agravado : Francisco Lourenço dos Santos
Advogado : Esrom Batalha Santana (OAB: 8185/AL)
Advogado : José Roberto Badú da Silva (OAB: 4738E/AL)
Advogado : Kellper Jairo Alves de Lima (OAB: 4666E/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CONTRATO. MULTA DIÁRIA.
MANUTENÇÃO DE SUA COMINAÇÃO. REDUÇÃO DE SEU MONTANTE PARA R$ 250,00 (DUZENTOS E CINQUENTA REAIS).
RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

45 Agravo de Instrumento nº 0801862-78.2019.8.02.0000 , de Maceió, 3ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S . A.
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : Jose Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12855/AL)
Agravada : Jussara de Almeida Barbosa
Advogado : David da Silva (OAB: 11928AA/L)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CONTRATO. DEPÓSITO/
ADIMPLEMENTO DO VALOR INCONTROVERSO NÃO É APTO A AFASTAR AS CONSEQUÊNCIAS DA MORA. MULTA DIÁRIA
PARA INCENTIVAR O CUMPRIMENTO DA MEDIDA. REDUÇÃO PARA R$ 250,00 (DUZENTOS E CINQUENTA REAIS). RECURSO
CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

39 Agravo nº 0801915-59.2019.8.02.0000/50000 , de Maceió, 23ª Vara Cível da Capital / Família


Agravante : F. V. de S.
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : André Monte Alegre Tavares (OAB: 7292/AL)
Agravada : L. S. dos S. S. (Representado(a) por sua Mãe) L. A. A. dos S.
Advogado : Marco Aurélio de Lima Silva (OAB: 16617/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO INTERNO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE ALIMENTOS. PEDIDO DE JUSTIÇA GRATUITA
INDEFERIDO. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA. PRAZO PARA PAGAMENTO DO PREPARO. RECURSO
CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

4 Agravo de Instrumento nº 0801969-25.2019.8.02.0000 , de Maceió, 6ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Fábio Frasato Caires (OAB: 124809/SP)
Agravado : Maria José dos Santos
Advogado : Luiz Antônio Guedes de Lima (OAB: 8217/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DO NEGÓCIO JURÍDICO C/C INDENIZAÇÃO POR
DANOS MORAIS COM PEDIDO DE LIMINAR. CONSUMIDOR. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. DECISÃO QUE DETERMINOU A
SUSPENSÃO DOS DESCONTOS EM FOLHA, SOB PENA DE MULTA DE R$3.000,00 (TRÊS MIL REAIS), LIMITADA AO MONTANTE
DE R$ 36.000,00 (TRINTA E SEIS MIL REAIS) A CADA DESCONTO INDEVIDO. INCIDÊNCIA DO CDC. INDÍCIOS QUE DEMONSTRAM
POSSÍVEL CONDUTA IRREGULAR DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA RECORRENTE. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

41 Agravo de Instrumento nº 0801995-23.2019.8.02.0000 , de Maceió, 12ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S . A.
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravada : Grineide Fernandes Silva Cunha

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 117

Advogado : Bruno Titara de Andrade (OAB: 10386/AL)


Advogado : Hugo Brito Monteiro de Carvalho (OAB: 9654/AL)
Advogado : Leandro Ricardo Ferreira Gomes de Lima (OAB: 10488/AL)
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. NEGÓCIOS JURÍDICOS BANCÁRIOS. EXPURGOS INFLACIONÁRIOS DA CADERNETA
DE POUPANÇA. NECESSIDADE DE PRÉVIA LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. SENTENÇA PROFERIDA, POR SI SÓ, NÃO CONFERE
AO VENCIDO O ATRIBUTO DE DEVEDOR DE QUANTIA CERTA OU JÁ FIXADA EM LIQUIDAÇÃO. PRECEDENTES. RECURSO
CONHECIDO E PROVIDO.

6 Agravo de Instrumento nº 0802174-54.2019.8.02.0000 , de Arapiraca, 2ª Vara de Arapiraca / Cível Residual


Agravante : Seguradora Lider dos Consórcios Dpvat S/A
Advogada : Gabrielle Arcoverde Cunha (OAB: 8904/AL)
Agravado : Fábio de Souza Santos
Advogado : Cláudio José Ferreira de Lima Canuto (OAB: 5821/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO QUE FIXOU OS HONORÁRIOS PERICIAIS SEM OBSERVÂNCIA AO CONVÊNIO
48/2018 FIRMADO PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ALAGOAS E A SEGURADORA LÍDER DO CONSÓRCIO DO SEGURO DPVAT S/A.
AJUSTE DA QUANTIA AO MONTANTE ESTABELECIDO PELO REFERIDO CONVÊNIO, NA CLÁUSULA 2.1. RECURSO CONHECIDO
E PROVIDO.

8 Agravo de Instrumento nº 0802287-08.2019.8.02.0000 , de Maceió, 23ª Vara Cível da Capital / Família


Agravante : M. E. L.
Advogado : Luiz André Braga Grigório (OAB: 10741/AL)
Advogado : Felipe de Pádua Cunha de Carvalho (OAB: 5206/AL)
Advogado : José Adalberto Petean Júnior (OAB: 7830/AL)
Agravada : M. P. B. B.
Advogada : Daniela de Mendonça Brandão Maranhão (OAB: 5671/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. DIREITO CIVIL. INDISPONIBILIDADE DE BENS. MEDIDA
CAUTELAR ATÍPICA. BENS INDISPONÍVEIS QUE NÃO FIGURAM DA ESFERA PATRIMONIAL DO AGRAVADO. IMÓVEL DE
PROPRIEDADE DE TERCEIROS. BEM COM GRAVAME. ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA. NA ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA HÁ TRANSMISSÃO
DA PROPRIEDADE DE UM BEM AO CREDOR PARA GARANTIA DO CUMPRIMENTO DE UMA OBRIGAÇÃO DO DEVEDOR. DEVEDOR
PERMANECE APENAS NA POSSE DIRETA DO BEM, NA QUALIDADE DE DEPOSITÁRIO. CREDOR FIDUCIÁRIO DETÉM A POSSE
INDIRETA E PROPRIEDADE. INDISPONIBILIDADE QUE NÃO PODE RECAIR SOBRE BEM QUE INTEGRA A ESFERA PATRIMONIAL
DO CREDOR FIDUCIÁRIO. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

4 Agravo de Instrumento nº 0802366-84.2019.8.02.0000 , de Maceió, 12ª Vara Cível da Capital


Agravante : Robson Wyllame Coelho da Cunha
Advogada : Adriana de Oliveira Vieira (OAB: 12473/AL)
Agravado : Banco Agibank S.a
Advogado : Wilson Sales Belchior (OAB: 11490AA/L)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO REVISIONAL CONTRATUAL C/C DANOS
MORAIS. SUSPENSÃO DE DESCONTOS REALIZADOS NA CONTA DO AUTOR. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS DO ART. 300 PARA A
CONCESSÃO DE TUTELA DE URGÊNCIA. DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

9 Agravo de Instrumento nº 0802577-23.2019.8.02.0000 , de Maceió, 3ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : João Francisco Alves Rosa (OAB: 15443/AL)
Agravado : Luiniz Agustinho Lins
Advogado : Luiz Antônio Guedes de Lima (OAB: 8217/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE NEGÓCIO JURÍDICO C/C INDENIZAÇÃO POR
DANOS MORAIS COM PEDIDO LIMINAR. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE LEGITIMIDADE DOS DESCONTOS. PRESENÇA
DE FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA. FIXAÇÃO DE MULTA COMINATÓRIA. REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA
NESSE PONTO. ALTERAÇÃO DA PERIODICIDADE E DO VALOR ESTABELECIDO NA ORIGEM. DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU
PARCIALMENTE MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

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5 Agravo de Instrumento nº 0802624-94.2019.8.02.0000 , de Maceió, 5ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Advogado : Urbano Vitalino Advogados (OAB: 313/PE)
Agravado : Edmilson da Silva
Advogado : Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL)
Advogado : Alfredo Luís de Barros Palmeira (OAB: 10625/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS COM PEDIDO LIMINAR. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE LEGITIMIDADE DOS DESCONTOS. PRESENÇA DE FUMUS
BONI IURIS E PERICULUM IN MORA. FIXAÇÃO DE MULTA COMINATÓRIA. REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA NESSE PONTO.
ALTERAÇÃO DA PERIODICIDADE E DO VALOR ESTABELECIDO NA ORIGEM. DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU PARCIALMENTE
MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

6 Agravo de Instrumento nº 0802629-19.2019.8.02.0000 , de Maceió, 13ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Soc. Advogados : Urbano Vitalino Advogados (OAB: 313/PE)
Agravado : Waltson Lamenha de Magalhaes Mauricio
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445A/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO COM PEDIDO LIMINAR C/C
OBRIGAÇÃO DE FAZER E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. SUSPENSÃO DOS DESCONTOS REALIZADOS
NA FOLHA DE PAGAMENTO DA PARTE AGRAVADA. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE LEGITIMIDADE DOS DESCONTOS.
ABSTENÇÃO DE NEGATIVAÇÃO DO NOME DO RECORRIDO. PRESENÇA DE FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA.
FIXAÇÃO DE MULTA COMINATÓRIA. REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA NESSE PONTO. ALTERAÇÃO DA PERIODICIDADE E
DO QUANTUM ESTABELECIDO NA ORIGEM. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

7 Agravo de Instrumento nº 0802656-02.2019.8.02.0000 , de Delmiro Gouveia, 2º Vara de Delmiro Gouveia / Entorpecentes


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Antônio de Moraes Dourado Neto (OAB: 7529/AL)
Soc. Advogados : Urbano Vitalino Advogados (OAB: 313/PE)
Agravada : Sebastiana Maria da Conceição
Advogado : Gerd Nilton Baggenstoss Gomes (OAB: 10084/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS COM PEDIDO LIMINAR. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE LEGITIMIDADE DOS DESCONTOS. PRESENÇA DE FUMUS
BONI IURIS E PERICULUM IN MORA. FIXAÇÃO DE MULTA COMINATÓRIA. REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA NESSE PONTO.
ALTERAÇÃO DA PERIODICIDADE E DO VALOR ESTABELECIDO NA ORIGEM. DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU PARCIALMENTE
MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

8 Agravo de Instrumento nº 0802659-54.2019.8.02.0000 , de Maceió, 7ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Ana Tereza de Aguiar Valença (OAB: 33980/PE)
Agravado : José Lopes de Lima
Advogado : Luiz Antônio Guedes de Lima (OAB: 8217/AL)
Advogado : Diogo dos Santos Ferreira (OAB: 11404/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO COM PEDIDO LIMINAR C/C
OBRIGAÇÃO DE FAZER E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. SUSPENSÃO DOS DESCONTOS REALIZADOS
NA FOLHA DE PAGAMENTO DA PARTE AGRAVADA. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE LEGITIMIDADE DOS DESCONTOS.
ABSTENÇÃO DE NEGATIVAÇÃO DO NOME DO RECORRIDO. PRESENÇA DE FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA.
FIXAÇÃO DE MULTA COMINATÓRIA. REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA NESSE PONTO. ALTERAÇÃO DA PERIODICIDADE E
DO QUANTUM ESTABELECIDO NA ORIGEM. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

9 Agravo de Instrumento nº 0802728-86.2019.8.02.0000 , de Maceió, 13ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Ana Tereza de Aguiar Valença (OAB: 33980/PE)
Agravada : Poliana Fernandes Andrade

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Advogado : Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL)


Advogado : José Civaldo da Costa Silva Junior (OAB: 10924/AL)
Advogado : Alfredo Luís de Barros Palmeira (OAB: 10625/AL)
Advogado : Caio Alberto Wanderley de Almeida (OAB: 10036/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS COM PEDIDO LIMINAR. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE LEGITIMIDADE DOS DESCONTOS. PRESENÇA DE FUMUS
BONI IURIS E PERICULUM IN MORA. FIXAÇÃO DE MULTA COMINATÓRIA. REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA NESSE PONTO.
ALTERAÇÃO DA PERIODICIDADE E DO VALOR ESTABELECIDO NA ORIGEM. DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU PARCIALMENTE
MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

3 Agravo de Instrumento nº 0802758-24.2019.8.02.0000 , de Maceió, 9ª Vara Cível da Capital


Agravante : Norcon - Sociedade Nordestina de Construções S.a.
Advogado : Pedro Augusto Fatel da Silva Targino Granja (OAB: 9609/SE)
Advogado : Gilberto Sampaio Vila-Nova de Carvalho (OAB: 2829/SE)
Advogado : Marcio Macedo Conrado (OAB: 3806/SE)
Advogado : Marina Pereira Correia da Neves (OAB: 8494/AL)
Agravado : Jose Alberto Pereira
Advogado : Vinícius de Faria Cerqueira (OAB: 9008/AL)
Advogado : Paulo César de Azevedo Pantaleão Junior (OAB: 13318/AL)
Agravada : Simone Silva de Sousa Pereira
Advogado : Vinícius de Faria Cerqueira (OAB: 9008/AL)
Advogado : Paulo César de Azevedo Pantaleão Junior (OAB: 13318/AL)
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO EM AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA.
QUITAÇÃO INTEGRAL DO VALOR DO IMÓVEL. BAIXA DO GRAVAME HIPOTECÁRIO NÃO PROMOVIDA. IMÓVEL ADQUIRIDO POR
TERCEIRO DE BOA-FÉ. SÚMULA 308, DO STJ. OBRIGAÇÃO DE EXCLUSÃO DA HIPOTECA. CONFIRMADA. ASTREINTES FIXADAS
EM R$ 1.000,00 (MIL REAIS) POR CADA DIA DE DESCUMPRIMENTO LIMITADAS A R$20.000,00 (VINTE MIL REAIS). REDUÇÃO
DO VALOR PARA R$ 250,00(DUZENTOS E CINQUENTA REAIS) A CADA DIA DE DESCUMPRIMENTO. RECURSO CONHECIDO E
PARCIALMENTE PROVIDO.

10 Agravo de Instrumento nº 0803070-97.2019.8.02.0000 , de Maceió, 3ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S.A.
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Carlos Alexandre Mendes Bastos Júnior
Advogado : Vinícius de Faria Cerqueira (OAB: 9008/AL)
Advogado : Paulo César de Azevedo Pantaleão Junior (OAB: 13318/AL)
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. ALEGAÇÃO
DE QUE A MULTA APLICADA PELO MAGISTRADO A QUO SERIA EXTREMAMENTE EXCESSIVA. POSSIBILIDADE DE CAUSAR UM
ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA DA PARTE AGRAVADA. PRESENÇA DE FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA. FIXAÇÃO
DE MULTA COMINATÓRIA. REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA NESSE PONTO. ALTERAÇÃO DO QUANTUM ESTABELECIDO NA
ORIGEM. DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU PARCIALMENTE MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

Secretaria do 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas.

Maceió, 12 de julho de 2019.

Giulliane Ferreira Rodrigues Silva


Secretário(a) 3ª Câmara Cível

Câmara Criminal

Câmara Criminal

Conclusões de Acórdãos nos termos do art. 943, § 2º, do CPC.

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43 Apelação nº 0000015-31.2014.8.02.0071 , de Penedo, 4ª Vara Criminal de Penedo


Apelante : Rui Cezar Luz Rezende
Advogado : Dagoberto Costa Silva de Omena (OAB: 9013/AL)
Advogada : Karissa Mirelle Terêncio Costa (OAB: 13510/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ESTELIONATO PREVIDENCIÁRIO EM CONTINUIDADE DELITIVA (ART. 171, § 3º, C/C ART. 71 DO
CÓDIGO PENAL). PLEITO DE RECONHECIMENTO DE NULIDADE EM RAZÃO DA NÃO PROPOSIÇÃO DA SUSPENSÃO CONDICIONAL
DO PROCESSO PELA ACUSAÇÃO AO ACUSADO. NÃO ACOLHIMENTO. MARGEM PENAL INICIAL DO CRIME DE ESTELIONATO
QUE SOMADA À FRAÇÃO MÍNIMA DO CRIME CONTINUADO IMPOSSIBILITA O GOZO DO BENEFÍCIO REIVINDICADO PELO
APELANTE. PEDIDO DE ABSOLVIÇÃO. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE DOLO DO AGENTE. TESE NÃO ACOLHIDA. CONJUNTO DE
PROVAS QUE SUSTENTA A CONDENAÇÃO. AUSÊNCIA DE COMUNICAÇÃO DO ÓBITO À ENTIDADE PÚBLICA. MANUTENÇÃO DO
AL-PREVIDÊNCIA EM ERRO MEDIANTE ATITUDE SILENCIOSA. TIPICIDADE DA CONDUTA CONFIGURADA. PRECEDENTES DESTE
TRIBUNAL. PLEITO DE ABSOLVIÇÃO. TESE DE QUE O AGENTE TERIA INCORRIDO EM ERRO DE PROIBIÇÃO. EXCLUDENTE
DE CULPABILIDADE NÃO CONFIGURADA. POTENCIAL CONSCIÊNCIA DE ILICITUDE VERIFICADA NOS AUTOS. PRECEDENTES
DESTA CORTE. PELA MANUTENÇÃO INTEGRAL DA SENTENÇA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

50 Apelação nº 0000238-34.2015.8.02.0043 , de Delmiro Gouveia, 2º Vara de Delmiro Gouveia / Entorpecentes


Apelante : Francisco das Chagas Alves Machado
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Wagner de Almeida Pinto (OAB: 22843/BA)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS. PLEITO DE ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. ALEGAÇÃO
DE PORTE PARA CONSUMO PRÓPRIO. NÃO ACOLHIMENTO. ANÁLISE DOS FATOS NOS TERMOS DO § 2º DO ART. 28 DA LEI
DE DROGAS. CIRCUNSTÂNCIAS QUE DENOTAM A PRÁTICA DO DELITO PREVISTO NO ART. 33, CAPUT, DA LEI Nº 11.343/2006.
CONDENAÇÃO MANTIDA. DOSIMETRIA. PLEITO DE AFASTAMENTO DA AGRAVANTE DA REINCIDÊNCIA. ACOLHIDO. NÃO
COMPROVAÇÃO DE CONDENAÇÃO ANTERIOR TRANSITADA EM JULGADO. REQUERIDA A APLICAÇÃO DA CAUSA ESPECIAL
DE DIMINUIÇÃO DA PENA PREVISTA PELO ART. 33, § 4º, DA LEI 11.343/06. REJEIÇÃO. DEDICAÇÃO DO AGENTE À ATIVIDADE
CRIMINOSA. INQUÉRITOS POLICIAIS E AÇÕES PENAIS EM CURSO UTILIZADOS PARA AFASTAR A CAUSA ESPECIAL DE
DIMINUIÇÃO DE PENA DO TRÁFICO PRIVILEGIADO. POSSIBILIDADE. PRECEDENTE. PEDIDO DE CONCESSÃO DA GRATUIDADE
JUDICIÁRIA. INDEFERIMENTO. ART. 804 DO CPP. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE MISERABILIDADE QUE CABE AO JUÍZO DA
EXECUÇÃO. JURISPRUDÊNCIA DA CORTE SUPERIOR. APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. UNÂNIME.

27 Apelação nº 0000405-21.2015.8.02.0053 , de São Miguel dos Campos, 4ª Vara Criminal de São Miguel dos Campos
Apelante : G. A. dos S.
Advogado : Sandro Vieira da Silva (OAB: 7254/AL)
Apelante : K. A. da S.
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Bruno Chinaglia Gomes Valente (OAB: 248675/SP)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ESTUPRO DE VULNERÁVEL. ALEGAÇÃO DE INSUFICIÊNCIA DE PROVAS DE MATERIALIDADE
E AUTORIA. NÃO ACOLHIMENTO. RELATOS COERENTES E HARMÔNICOS DA MENOR. SINTONIA COM AS DEMAIS PROVAS
TESTEMUNHAIS E COM A CONFISSÃO DE UM DOS ACUSADOS. CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL. RELEVÂNCIA DA
PALAVRA DA VÍTIMA. PRECEDENTES DO STJ. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE NEXO CAUSAL ENTRE A ATUAÇÃO DA MÃE
DA MENOR E O RESULTADO. NÃO VERIFICAÇÃO. EXISTÊNCIA DE OMISSÃO JURIDICAMENTE RELEVANTE. DEVER DE
GUARDA, PROTEÇÃO E VIGILÂNCIA. INSTIGAÇÃO DA MENOR E DO CORRÉU. COMPRA DE LUBRIFICANTE ÍNTIMO. ATITUDES
OMISSIVAS E COMISSIVAS. NEXO CAUSAL VERIFICADO. PLEITOS DE RECONHECIMENTO DA COOPERAÇÃO DOLOSAMENTE
DISTINTA E DE DESCLASSIFICAÇÃO PARA O DELITO DE CORRUPÇÃO DE MENOR. IMPOSSIBILIDADE. EXTRAPOLAÇÃO DA
CONDUTA DESCRITA NO ART. 218 DO CP. PEDIDO DE RECONHECIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DE MENOR IMPORTÂNCIA. NÃO
ACOLHIMENTO. AÇÃO E OMISSÃO IMPRESCINDÍVEIS PARA A CONSUMAÇÃO DO CRIME. PEDIDO DE APLICAÇÃO DA CAUSA

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 121

DE REDUÇÃO RELATIVA AO ERRO DE PROIBIÇÃO INESCUSÁVEL. IMPOSSIBILIDADE. CIÊNCIA INEQUÍVOCA DA ILICITUDE


DA CONDUTA. SUPOSTO EQUÍVOCO NA EXASPERAÇÃO DA PENA-BASE. NÃO VERIFICAÇÃO. REPRIMENDA INAUGURAL
FIXADA NO MÍNIMO LEGAL. PLEITO DE CONCESSÃO DO DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE. INVIABILIDADE. PRISÃO
PROCESSUAL DEVIDAMENTE FUNDAMENTADA E MANTIDA NA SENTENÇA. APELO CONHECIDO E IMPROVIDO. UNÂNIME.

8 Recurso em Sentido Estrito nº 0000507-12.2011.8.02.0044 , de Marechal Deodoro, 1ª Vara Cível e Criminal/Inf. e Juventude de
Marechal Deodoro
Recorrente : Igor de Tacio da Silva Lins
Advogado : Thiago Henrique Silva Marques Luz (OAB: 9436/AL)
Recorrido : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :PENAL. PROCESSO PENAL. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. HOMICÍDIO QUALIFICADO POR EMPREGO DE
RECURSO QUE DIFICULTOU OU IMPOSSIBILITOU A DEFESA DA VÍTIMA (ART. 121, §2º, IV, DO CÓDIGO PENAL). ALEGAÇÃO
DE AUSÊNCIA DE INDÍCIOS SUFICIENTES DE AUTORIA. PLEITO DE DESPRONÚNCIA. NÃO ACOLHIMENTO. EXISTÊNCIA DE
PROVA QUE APONTA PARA A POSSÍVEL PARTICIPAÇÃO DO RECORRENTE NO DELITO. FASE PROCESSUAL EM QUE VIGORA
O PRINCÍPIO DO IN DUBIO PRO SOCIETATE. JUÍZO DE POSSIBILIDADE. DECOTE DA QUALIFICADORA. NÃO ACOLHIMENTO.
EXISTÊNCIA NOS AUTOS DE ELEMENTOS QUE POSSIBILITAM A INCIDÊNCIA DE TAIS CIRCUNSTÂNCIAS. COMPETÊNCIA DO
CONSELHO DE SENTENÇA PARA ANÁLISE DEFINITIVA. DECISÃO DE PRONÚNCIA MANTIDA INTEGRALMENTE. RECURSO
CONHECIDO E IMPROVIDO. UNÂNIME.

52 Apelação nº 0000654-85.2008.8.02.0030 , de Piranhas, Vara do Único Ofício de Piranhas


Apelante : Luiz Carlos Magno Tavares Gomes
Advogado : Manoel Ronildo Cordeiro Leite (OAB: 1709/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. POSSE IRREGULAR DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO (ART. 12 DA LEI Nº 10.826/2003).
SENTENÇA PENAL CONDENATÓRIA PROFERIDA PELO JUÍZO A QUO. PLEITO ABSOLUTÓRIO FORMULADO PELA DEFESA. TESE
DE NEGATIVA DE AUTORIA. ACOLHIMENTO. DEPOIMENTO VEROSSÍMIL DO ACUSADO. AUSÊNCIA DE PROVAS SUFICIENTES
PARA SUPERAR A VERSÃO DOS FATOS TRAZIDA PELO ACUSADO E CONDENÁ-LO PELO CRIME DENUNCIADO. APLICAÇÃO
DO PRINCÍPIO DO IN DUBIO PRO REO. INCIDÊNCIA DO ART. 386, INCISO VII, DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. RECURSO
CONHECIDO E PROVIDO. UNÂNIME.

33 Apelação nº 0000681-17.2011.8.02.0013 , de Igaci, Vara do Único Ofício de Igaci


Apelante : Ednaldo Paulo da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Fábio Ricardo Albuquerque de Lima (OAB: 18266/PB)
Apelante : Maciel de Lima Oliveira
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Fábio Ricardo Albuquerque de Lima (OAB: 18266/PB)
Apelante : José Carlos de Lima Oliveira
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Fábio Ricardo Albuquerque de Lima (OAB: 18266/PB)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. CRIME DE LESÃO CORPORAL DE NATUREZA GRAVE, PRATICADO EM CONCURSO DE
AGENTES ( ART. 129, § 1º, INCISOS I E II C/C ART. 29, DO CÓDIGO PENAL). PLEITO DE ABSOLVIÇÃO POR AUSÊNCIA DE PROVAS
SUSTENTADO EM FAVOR DOS 03 (TRÊS) RÉUS CONDENADOS NO JUÍZO A QUO. PARCIAL ACOLHIMENTO. CONJUNTO
PROBATÓRIO SUFICIENTE PARA MANTER A CONDENAÇÃO DOS APELANTES JOSÉ CARLOS DE LIMA OLIVEIRA E MACIEL
DE LIMA OLIVEIRA. RELATO DE DUAS TESTEMUNHAS QUE PRESENCIARAM A AGRESSÃO DOS AGENTES. MODIFICAÇÃO DA
SENTENÇA ORA RECORRIDA QUANTO À CONDENAÇÃO DO APELANTE EDNALDO PAULO DA SILVA. DUBIEDADE QUANTO À
AUTORIA DO CRIME. CONTRADIÇÃO ENTRE TESTEMUNHAS OUVIDAS EM JUÍZO. INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO DO IN DUBIO
PRO REO. INSUFICIÊNCIA DE PROVAS PARA MANTER A CONDENAÇÃO DO ACUSADO. PEDIDO SUBSIDIÁRIO DE REFORMA
DA PENA IMPOSTA AO RÉU JOSÉ CARLOS DE LIMA OLIVEIRA. ALEGAÇÃO DE FUNDAMENTAÇÃO INIDÔNEA PARA APLICAR A
AGRAVANTE DA REINCIDÊNCIA. VERIFICAÇÃO. PENA RESTABELECIDA EM SEU PATAMAR MÍNIMO. RECURSO CONHECIDO E

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PARCIALMENTE PROVIDO.

35 Apelação nº 0000799-92.2012.8.02.0001 , de Maceió, 7ª Vara Criminal da Capital / Tribunal do Júri


Apelante : Manoel Conceição da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ryldson Martins Ferreira (OAB: 6130/AL)
Apelante : José Wilson da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. HOMICÍDIO QUALIFICADO. ALEGAÇÃO DE DECISÃO CONTRÁRIA ÀS PROVAS DOS
AUTOS. SUPOSTA AUSÊNCIA DE LASTRO PROBATÓRIO DE AUTORIA. NÃO ACOLHIMENTO. EXISTÊNCIA DE ELEMENTOS
INFORMATIVOS RATIFICADOS EM JUÍZO. ACEITAÇÃO PELOS JURADOS DE UMA DAS VERSÕES APRESENTADAS EM
PLENÁRIO. IMPOSSIBILIDADE DE ANULAÇÃO DO JULGAMENTO. RESPEITO À SOBERANIA DOS VEREDICTOS. PRECEDENTES
DO STF, DO STJ E DESTA CÂMARA CRIMINAL. ALEGAÇÃO DE EQUÍVOCO NA DOSIMETRIA. PENA-BASE. CULPABILIDADE.
MOTIVAÇÃO IDÔNEA. NEGATIVAÇÃO MANTIDA. ANTECEDENTES, CONDUTA SOCIAL, CONSEQUÊNCIAS DO CRIME E
COMPORTAMENTO DA VÍTIMA. FUNDAMENTAÇÕES INIDÔNEAS. NEGATIVAÇÕES AFASTADAS. SEGUNDA FASE. ATENUANTES.
DESPROPORCIONALIDADE DA DIMINUIÇÃO APLICADA. VERIFICAÇÃO. PENAS PRIVATIVAS DE LIBERDADE REDIMENSIONADAS.
APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

19 Apelação nº 0001601-32.2008.8.02.0001 , de Maceió, 17° Vara Criminal da Capital


Apelante : José Edilson Alves Araújo
Advogado : Cícero Benício Gomes de Lima (OAB: 8079/AL)
Apelante : Willian Ricardo de Alcântara Experidião
Advogado : Welton Roberto (OAB: 5196A/AL)
Advogado : Bruno Vasconcelos Barros (OAB: 6420/AL)
Apelante : Fernando Frederico Kummer de Carvalho
Advogado : Welton Roberto (OAB: 5196A/AL)
Advogado : Bruno Vasconcelos Barros (OAB: 6420/AL)
Apelante : Dacildo de Souza Lima Sobrinho
Advogado : Marcos Alexandre Azevedo de Miranda (OAB: 5350/AL)
Apelante : Alberto José de Moraes Barros
Advogado : Raimundo Antônio Palmeira de Araújo (OAB: 1954/AL)
Apelante : Arlene Maria da Silva
Advogado : Gedir Medeiros Campos Júnior (OAB: 6001/AL)
Apelante : Edvaldo Nunes Ferro
Advogado : Lucas Guimarães Dória (OAB: 7961/AL)
Apelante : Silvano do Nascimento Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 7408B/AL)
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Apelante : Lucas Thadeu Rangel Paranhos
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 7408B/AL)
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Apelante : Carlos Eduardo Barros de Andrade
Advogada : Suellen da Encarnação Messias (OAB: 8253/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÕES CRIMINAIS. FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO PÚBLICO (ART. 297 DO CP), INSERÇÃO DE DADOS FALSOS
EM SISTEMA DE INFORMAÇÕES (ART. 313-A DO CP), CORRUPÇÃO ATIVA (ART. 333 DO CP), FALSIDADE IDEOLÓGICA (ART.
299 DO CP) E ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA (ART. 288 DO CP). ALEGAÇÃO DE ILEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA
CONDUZIR AS INVESTIGAÇÕES CRIMINAIS. NÃO ACOLHIDA. PODERES IMPLÍCITOS DO ÓRGÃO ACUSATÓRIO. PRECEDENTES.
ARGUIÇÃO DE NULIDADE PROCESSUAL POR OFENSA AO PRINCÍPIO DO PROMOTOR NATURAL E INCOMPETÊNCIA DA 17ª
VARA CRIMINAL DA CAPITAL. RECHAÇADAS. PRESENÇA DE SUPOSTA ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA QUE ATRAI A COMPETÊNCIA
DA REFERIDA UNIDADE JUDICIÁRIA E POR CONSEQUÊNCIA DA PROMOTORIA ATUANTE NAQUELA VARA. JURISPRUDÊNCIA
DESTA CÂMARA CRIMINAL. NULIDADE DOS ATOS DECISÓRIOS POR INCONSTITUCIONALIDADE DA 17ª VARA CRIMINAL DA
CAPITAL. AFASTADA. RECLAMAÇÃO Nº 18.555/AL VATICINOU QUE O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ALAGOAS NÃO DESCUMPRIU

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A DECISÃO EMITIDA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NA ADI Nº 4.414. EDIÇÃO DA LEI Nº 7.677/15, ADAPTANDO O
FUNCIONAMENTO DA UNIDADE JUDICIÁRIA ÀS DETERMINAÇÕES DO STF. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DO PREJUÍZO.
INCIDÊNCIA DO PAS DE NULLITÉ SANS GRIEF. CRIME DE FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO PÚBLICO. INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO
DA CONSUNÇÃO EM RELAÇÃO AO CRIME DE INSERÇÃO DE DADOS FALSOS. ABSORÇÃO DO CRIME MENOS GRAVE PELO
MAIS GRAVE. POSSIBILIDADE. PRECEDENTES DO STJ. INAPLICABILIDADE EM RELAÇÃO AO DELITO DE CORRUPÇÃO ATIVA.
DESÍGNIOS AUTÔNOMOS. DELITO DE ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA. PENAS CONCRETAS QUE NÃO SUPERAM O PATAMAR DE
02 (ANOS). DECURSO DE MAIS DE 04 (QUATRO) ANOS ENTRE A PUBLICAÇÃO DA SENTENÇA E A DATA ATUAL. ART. 107,
IV E ART. 110, § 1º C/C ART. 109, V, E ART. 119 DO CP. DECLARADA, DE OFÍCIO, A EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EM RAZÃO
DO RECONHECIMENTO DA PRESCRIÇÃO PUNITIVA SUPERVENIENTE. PEDIDO DE ABSOLVIÇÃO. NÃO ACOLHIMENTO.
ALEGADA INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. CONJUNTO PROBATÓRIO CONSTANTE NOS AUTOS QUE SUSTENTA O JUÍZO
CONDENATÓRIO, A EXCEÇÃO DO APELANTE CARLOS EDUARDO BARROS DE ANDRADE. PEDIDO DE REFORMA DA PENA.
PARCIALMENTE ACOLHIDO. CULPABILIDADE. FUNDAMENTAÇÃO INIDÔNEA. NEGATIVAÇÃO EXPURGADA. CIRCUNSTÂNCIAS
E CONSEQUÊNCIAS DO CRIME DEVIDAMENTE MOTIVADAS. PENAS-BASE REDIMENSIONADAS. RECONHECIMENTO DE BIS IN
IDEM QUANTO À CONDENAÇÃO DE EDVALDO NUNES FERRO. MANUTENÇÃO DA CONDENAÇÃO APENAS QUANTO AO CRIME
DE INSERÇÃO DE DADOS FALSOS. APELO CONHECIDO E PROVIDO QUANTO A CARLOS EDUARDO BARROS DE ANDRADE E
PARCIALMENTE QUANTO AOS DEMAIS. UNÂNIME.

7 Recurso em Sentido Estrito nº 0001829-86.2010.8.02.0049 , de Penedo, 4ª Vara Criminal de Penedo


Recorrente : José Lucas Batista
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Bernardo Salomão Eulálio de Souza (OAB: 148801/RJ)
Defensor P : Josicleia Lima Moreira (OAB: 11880/AL)
Recorrido : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :PENAL. PROCESSO PENAL. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. TENTATIVA DE HOMICÍDIO QUALIFICADO. PLEITO
DE AFASTAMENTO DA QUALIFICADORA. ACOLHIMENTO. SUPOSTO MOTIVO FÚTIL REVELADO NA INSTRUÇÃO. FATO NÃO
DESCRITO NA DENÚNCIA. ALEGAÇÕES FINAIS DA ACUSAÇÃO QUE PUGNOU PELA CONDENAÇÃO POR HOMICÍDIO SIMPLES.
IMPOSSIBILIDADE DE EMENDATIO LIBELLI NO CASO DOS AUTOS. OFENSA AO SISTEMA ACUSATÓRIO, PRINCÍPIO DA
CORRELAÇÃO ENTRE A DENÚNCIA E A PRONÚNCIA E À PLENITUDE DE DEFESA. QUALIFICADORA EXCLUÍDA DA PRONÚNCIA.
RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. UNÂNIME.

25 Apelação nº 0003458-68.2010.8.02.0058 , de Arapiraca, 8ª Vara Criminal de Arapiraca


Apelante : José Ricardo Torres Ramos
Advogada : Aline Alves da Silva (OAB: 16257/AL)
Advogado : Yago Vinicius Azevedo Silva (OAB: 14290/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS E PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO E PORTE
ILEGAL DE MUNIÇÃO DE USO RESTRITO. ART. 33, CAPUT, DA LEI Nº 11.343/2006 E ARTS. 14 E 16 DA LEI Nº 10.826/03. PLEITO
DE DESCLASSIFICAÇÃO DO CRIME DE TRÁFICO DE DROGAS PARA PORTE DE DROGAS PARA CONSUMO PESSOAL (ART.
28 DA LEI Nº 11.343/2006). NÃO ACOLHIMENTO. ANÁLISE DOS FATOS NOS TERMOS DO § 2º DO ART. 28 DA LEI DE DROGAS.
CIRCUNSTÂNCIAS QUE EVIDENCIAM A PRÁTICA DO DELITO PREVISTO NO ART. 33, CAPUT, DA LEI Nº 11.343/2006. CONDENAÇÃO
MANTIDA. DELITO DE PORTE ILEGAL MUNIÇÃO DE USO RESTRITO. ALEGAÇÃO DE IMPOSSIBILIDADE DE EMENDATIO LIBELLI.
ANÁLISE PREJUDICADA. DECLARAÇÃO, DE OFÍCIO, DA EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EM RAZÃO DO RECONHECIMENTO DA
PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA SUPERVENIENTE. PENA CONCRETA QUE NÃO SUPERA O PATAMAR DE 03 (ANOS).
MENORIDADE RELATIVA. DECURSO DE MAIS DE 04 (QUATRO) ANOS ENTRE A PUBLICAÇÃO DA SENTENÇA E A DATA ATUAL.
RECONHECIMENTO, EX OFFICIO, DA PRESCRIÇÃO RETROATIVA DO CRIME DE PORTE ILEGAL DE ARMA DE USO PERMITIDO.
REPRIMENDA APLICADA EM 02 (DOIS) ANOS. DECURSO DE MAIS DE DOIS ANOS ENTRE O RECEBIMENTO DA DENÚNCIA E A
PUBLICAÇÃO DA SENTENÇA. ART. 107, IV E ART. 110, § 1º C/C ART. 109, IV E V, ART. 115 E ART. 119 DO CP. APELO CONHECIDO
E NÃO PROVIDO. UNÂNIME.

24 Apelação nº 0008056-18.2005.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Criminal da Capital -Trânsito e Crime c/ Criança, Adolescente e
Idoso
Apelante : D. S. de M.
Advogado : Darlan Cicero Matias (OAB: 4151/AL)
Apelante : G. S. S.
Advogado : Darlan Cicero Matias (OAB: 4151/AL)
Apelado : M. P.

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Relator: Des. José Carlos Malta Marques


Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL. PROCESSO PENAL. APELAÇÃO INTERPOSTA PELA DEFESA. APELANTES CONDENADOS PELA PRÁTICA
DO CRIME DE MANUTENÇÃO DE CASA DE PROSTITUIÇÃO (ART. 229 DO CÓDIGO PENAL). PRELIMINAR DE ARBITRAMENTO
DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM FAVOR DA DEFENSORIA PÚBLICA. ACOLHIMENTO. DEFESA PRESTADA EM FAVOR DE
ACUSADOS QUE DETÉM CONDIÇÕES ECONÔMICAS PARAARCAR COM CUSTAS PROCESSUAIS E HONORÁRIOS DE ADVOGADO.
PLEITO DE ABSOLVIÇÃO. ALEGAÇÃO DE ATIPICIDADE DA CONDUTA EM RAZÃO DA INEXISTÊNCIA DE EXPLORAÇÃO SEXUAL
DA JOVEM QUE REALIZAVA PROGRAMAS SEXUAIS NA BOATE DOS APELANTES. IMPOSSIBILIDADE DE ANALISAR A TESE DE
MÉRITO EM RAZÃO DO RECONHECIMENTO DA QUESTÃO DE ORDEM SUSCITADA PELA PGJ. EXTRAPOLAÇÃO DO LAPSO
TEMPORAL DA PRESCRIÇÃO RETROATIVA DA PRETENSÃO PUNITIVA ESTATAL. RECURSO CONHECIDO PARA ACOLHER O
PEDIDO DA DEFENSORIA PÚBLICA E DECLARAR EXTINTA A PUNIBILIDADE DO AGENTE.

22 Apelação nº 0008348-57.1992.8.02.0001 , de Maceió, 8ª Vara Criminal da Capital / Tribunal do Júri


Apelante : José Carlos Anselmo da Silva
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. PENAL E PROCESSO PENAL. HOMICÍDIO SIMPLES. DOSIMETRIA. EXASPERAÇÃO DA PENA-
BASE. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. CIRCUNSTÂNCIAS DO CRIME. MODUS
OPERANDI EXCESSIVAMENTE VIOLENTO. VÍTIMA ATINGIDA POR, AO MENOS, 14 (QUATORZE) GOLPES DE ARMA BRANCA.
FUNDAMENTO IDÔNEO. NEGATIVAÇÃO MANTIDA. COMPORTAMENTO DA VÍTIMA. VETORIAL NÃO CONSIDERADA EM PREJUÍZO
DO APELANTE. PLEITO DE RECONHECIMENTO DA CONFISSÃO ESPONTÂNEA. CONFISSÃO QUALIFICADA. UTILIZAÇÃO
PELO MAGISTRADO NA SENTENÇA DE PRONÚNCIA. CONFISSÃO REAFIRMADA DURANTE INTERROGATÓRIO EM PLENÁRIO.
IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO APENAS EM PREJUÍZO DO RÉU. NECESSIDADE DE RECONHECIMENTO DA ATENUANTE.
INTELIGÊNCIA DA SÚMULA Nº 545 DO STJ. APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

26 Apelação nº 0022078-08.2010.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Criminal da Capital -Trânsito e Crime c/ Criança, Adolescente e
Idoso
Apelante : Wellington Ruy Amorim do Nascimento
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ricardo Anízio Ferreira de Sá (OAB: 7346B/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO (ART. 157, CAPUT, DO CÓDIGO PENAL). PEDIDO DE RECONHECIMENTO DO CRIME
NA SUA FORMA TENTADA. IMPOSSIBILIDADE. INVERSÃO DA POSSE DO BEM MEDIANTE. SÚMULA 582 DO STJ, TEORIA DO
APPREHENSIO. PLEITO PARA REFORMA A PENA DE MULTA. APLICAÇÃO ACIMA DO MÍNIMO LEGAL SEM JUSTIFICATIVA.
ACOLHIDO. MUDANÇA DO REGIME INICIAL DE CUMPRIMENTO DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE. VIABILIDADE. APLICAÇÃO
DO ART. 33, § 2º, C, DO CÓDIGO PENAL. RÉU NÃO REINCIDENTE. APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO
UNÂNIME.

56 Apelação nº 0027551-09.2009.8.02.0001 , de Maceió, 15ª Vara Criminal da Capital / Juiz. Entorpecentes


Apelante : Aline Nunes de Azevedo
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Bernardo Salomão Eulálio de Souza (OAB: 148801/RJ)
Defensor P : Welber Queiroz Barboza (OAB: 10819ES/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS (ART. 33, CAPUT, DA LEI Nº 11.343/2006). PLEITO DE ABSOLVIÇÃO
POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. NÃO VERIFICAÇÃO. ACERVO PROBATÓRIO ROBUSTO. ELEMENTOS INFORMATIVOS
EM SINTONIA COM AS PROVAS COLHIDAS NA ETAPA JUDICIAL. DEPOIMENTO DE POLICIAL. EFICÁCIA PROBATÓRIA
RECONHECIDA. CONDENAÇÃO MANTIDA. REVISÃO DA DOSIMETRIA. PEDIDO DE REAVALIAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS
JUDICIAIS. AFASTAMENTO DO VETOR REFERENTE ÀS CONSEQUÊNCIAS DO CRIME. NEGATIVAÇÃO FUNDAMENTADA NOS
EFEITOS NOCIVOS DA DROGA. AUSÊNCIA DE ALTERAÇÃO DA PENA-BASE. POSSIBILIDADE. VALORAÇÃO NEGATIVA DA
NATUREZA E QUANTIDADE DOS ENTORPECENTES PELO TRIBUNAL. VETOR A SER NECESSARIAMENTE CONSIDERADO NA
DOSIMETRIA. AUSÊNCIA DE REFORMATIO IN PEJUS. EFEITO DEVOLUTIVO DA APELAÇÃO. PENA FINAL NÃO EXASPERADA.

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REQUERIDA A APLICAÇÃO DA CAUSA ESPECIAL DE DIMINUIÇÃO DA PENA PREVISTA PELO ART. 33, §4º, DA LEI 11.343/06
(TRÁFICO PRIVILEGIADO). REJEIÇÃO. DEDICAÇÃO DA AGENTE À ATIVIDADE CRIMINOSA. INQUÉRITOS POLICIAIS E AÇÕES
PENAIS EM CURSO UTILIZADOS PARA AFASTAR A CAUSA ESPECIAL DE DIMINUIÇÃO. POSSIBILIDADE. REGIME INICIAL
FECHADO PARA O CUMPRIMENTO DA PENA COM BASE NA LEI DOS CRIMES HEDIONDOS. DECLARAÇÃO INCIDENTAL DE
INCONSTITUCIONALIDADE DO ART. 2º, § 1º, DA LEI N. 8.072/90. NECESSIDADE DE FUNDAMENTAÇÃO IDÔNEA. MANUTENÇÃO
DO REGIME MAIS GRAVOSO POR FUNDAMENTO DIVERSO. POSSIBILIDADE. EFEITO DEVOLUTIVO. CONTUMÁCIA DELITIVA
DA RECORRENTE. PENA-BASE FIXADA ACIMA DO MÍNIMO LEGAL. FUNDAMENTAÇÃO IDÔNEA A JUSTIFICAR A IMPOSIÇÃO DE
REGIME FECHADO. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNÂNIME.

39 Apelação nº 0031739-40.2012.8.02.0001 , de Maceió, 6ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Adriana Maria Salazar de Oliveira
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ricardo Anizio Ferreira de Sá (OAB: 7346/AL)
Apelante : Marcos José Balbino da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ricardo Anizio Ferreira de Sá (OAB: 7346/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. FURTO QUALIFICADO PELO ABUSO DE CONFIANÇA. DOIS RECORRENTES. RECURSO DA
PRIMEIRA APELANTE. PRETENSÃO DE DESCLASSIFICAÇÃO DO CRIME PARA MODALIDADE SIMPLES. NÃO ACOLHIMENTO.
QUALIFICADORA DEVIDAMENTE COMPROVADA NOS AUTOS. DOSIMETRIA. PEDIDO DE RECONHECIMENTO DA CONTINUIDADE
DELITIVA. PLEITO COMUM PARA AMBOS OS APELANTES. IMPOSSIBILIDADE. LAPSO TEMPORAL SUPERIOR DE 30 DIAS.
PRECEDENTE DO STJ. CRIME DE RECEPTAÇÃO EM CONCURSO MATERIAL. RECURSO DO SEGUNDO APELANTE. PEDIDO DE
ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA PROBATÓRIA. NÃO ACOLHIMENTO. PRESENÇA DO DOLO EVENTUAL. MATERIALIDADE E
AUTORIA COMPROVADAS. CONDENAÇÃO MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO.

47 Apelação nº 0063126-44.2010.8.02.0001 , de Maceió, 4ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Paulo Adolfo Ferreira
Advogado : Filipe Diego de Melo Mascarenhas (OAB: 14043/AL)
Advogado : André Santos da Silva Ribeiro (OAB: 13369/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO INTERPOSTA PELA DEFESA. SENTENÇA PENAL CONDENATÓRIA PROFERIDA EM RAZÃO DA PRÁTICA
DE CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA (ART. 1º, INCISO III, DA LEI Nº 8.137/90). PLEITO DE ABSOLVIÇÃO. TESE DE
INEXISTÊNCIA DE PROVAS PARA CONDENAR O ACUSADO. ALEGAÇÃO DE IMPOSSIBILIDADE DE IMPUTAR AO SÓCIO DA
EMPRESA A RESPONSABILIDADE POR FRAUDES NO RECOLHIMENTO DE ICMS PRATICADAS POR SEUS FUNCIONÁRIOS. NÃO
ACOLHIMENTO. SÓCIO QUE ASSUMIA A GESTÃO DA EMPRESA. POSSIBILIDADE DE EXIGIR-LHE A RESPONSABILIDADE PELOS
ILÍCITOS PENAIS TRIBUTÁRIOS REFERENTES À SOCIEDADE EMPRESÁRIA. PRECEDENTES DO STJ. RECURSO CONHECIDO
E NÃO PROVIDO.

34 Apelação nº 0069019-16.2010.8.02.0001 , de Maceió, 15ª Vara Criminal da Capital / Juiz. Entorpecentes


Apelante : Ministério Público
Apelada : Maria Cícera Alves da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)
Apelada : Rita de Cássia Ramos Gomes
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS E ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO.
RECURSO INTERPOSTO PELA ACUSAÇÃO. ALEGAÇÃO DE QUE OS ELEMENTOS PROBATÓRIOS SÃO SUFICIENTES PARA
FUNDAMENTAR A CONDENAÇÃO DAS APELADAS PELOS DELITOS IMPUTADOS NA DENÚNCIA. PLEITO DE CONDENAÇÃO DA
RÉ MARIA CÍCERA PELO CRIME DE TRÁFICO. IMPOSSIBILIDADE. AUTORIA DELITIVA NÃO DEMONSTRADA QUANTO A ESTA

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 126

APELADA. DESCLASSIFICAÇÃO PARA O ART. 28 DO CP PELO JUÍZO A QUO. MANUTENÇÃO. PLEITO DE CONDENAÇÃO DAS
APELADAS PELO DELITO DE ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO. NÃO COMPROVAÇÃO DA ESTABILIDADE E PERMANÊNCIA.
DOSIMETRIA. PLEITO DE NÃO APLICAÇÃO DO REDUTOR PREVISTO NO ART. 33, § 4º, DA LEI Nº 11.343/2006. IMPOSSIBILIDADE.
RÉ QUE PREENCHEU OS REQUISITOS PARA INCIDÊNCIA DO BENEFÍCIO. SENTENÇA DEVIDAMENTE FUNDAMENTADA. PLEITO
DE NÃO SUBSTITUIÇÃO DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE POR RESTRITIVAS DE DIREITO. IMPOSSIBILIDADE. RÉ QUE
PREENCHEU OS REQUISITOS DO ART. 44, DO CÓDIGO PENAL. APELO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNÂNIME.

28 Apelação nº 0700009-87.2017.8.02.0067 , de Maceió, 6ª Vara Criminal da Capital


Autor : Jamesson Silva Santos
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ricardo Anízio Ferreira de Sá (OAB: 7346B/AL)
Apelante : Alain de Freitas Alves
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ricardo Anízio Ferreira de Sá (OAB: 7346B/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO. ROUBO MAJORADO (ART. 157, § 2º, INCISOS I e II, DO CÓDIGO PENAL). PLEITO DE ABSOLVIÇÃO POR
AUSÊNCIA DE PROVAS. CONJUNTO PROBÁTORIO BASEADO NA PROVA DE RECONHECIMENTO DE PESSOAS. REALIZAÇÃO
SEM OBSERVÂNCIA DOS DITAMES LEGAIS DOS ARTIGOS 226 A 288 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. NÃO VERIFICAÇÃO.
MERAS RECOMENDAÇÕES LEGAIS. PRECEDENTES DO STJ. INDICIOS COLHIDOS NO INQUÉRITO POLICIAL RATIFICADOS
NA INSTRUÇÃO CRIMINAL. PROVAS PRODUZIDAS NA PERSECUÇÃO CRIMINAL. SUFICIÊNCIA PARA A MANUTENÇÃO DA
CONDENAÇÃO DOS RECORRENTES. APELAÇÃO CONHECIDA E NÃO PROVIDA.

58 Apelação nº 0700031-48.2017.8.02.0067 , de Maceió, 5ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Leandro Araujo Alves
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Bernardo Salomão Eulálio de Souza (OAB: 148801/RJ)
Defensor P : João Maurício da Rocha de Mendonça (OAB: 10085/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS (ART. 33 DA LEI Nº 11.343/06). PLEITO DE DESCLASSIFICAÇÃO PARA
O CRIME DE PORTE DE DROGAS PARA CONSUMO PESSOAL. INVIABILIDADE. QUANTIDADE E DIVERSIDADE DE DROGAS.
DEPOIMENTO DOS POLICIAIS QUE REALIZARAM O FLAGRANTE. CIRCUNSTÂNCIAS QUE DENOTAM A PRÁTICA DO DELITO DE
TRÁFICO. PEDIDO DE REVISÃO DA DOSIMETRIA. INCONFORMISMO COM A PENA-BASE. REAVALIAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS
JUDICIAIS. AFASTAMENTO DOS VETORES REFERENTES À CONDUTA SOCIAL, AOS ANTECEDENTES E ÀS CONSEQUÊNCIAS
DO CRIME. ACOLHIMENTO. VALORAÇÃO NEGATIVA DA NATUREZA DOS ENTORPECENTES. VETOR A SER CONSIDERADO
NA DOSIMETRIA. AUSÊNCIA DE REFORMATIO IN PEJUS. EFEITO DEVOLUTIVO DA APELAÇÃO. POSSIBILIDADE DE NOVA
PONDERAÇÃO DOS FATOS E CIRCUNSTÂNCIAS EM QUE OCORREU O DELITO. PLEITO PARA REALIZAÇÃO DA DETRAÇÃO DA
PENA. INVIABILIDADE. DETRAÇÃO A SER REALIZADA PELO JUÍZO DA EXECUÇÃO PENAL. APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE
PROVIDO. UNÂNIME.

31 Apelação nº 0700106-09.2016.8.02.0072 , de União dos Palmares, 3ª Vara Criminal de União dos Palmares
Apelante : Ademilton Maciel de Oliveira Filho
Defensor P : Nicolle Januzi de Almeida Rocha (OAB: 11832/AL)
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS E ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO (ART. 33, CAPUT, E 35 DA LEI Nº
11.343/2006). PLEITO DE ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. NÃO VERIFICAÇÃO QUANTO AO CRIME DE TRÁFICO
DE ENTORPECENTES. ACERVO PROBATÓRIO ROBUSTO. ELEMENTOS INFORMATIVOS EM SINTONIA COM AS PROVAS
COLHIDAS NA ETAPA JUDICIAL. DEPOIMENTO DE POLICIAL. EFICÁCIA PROBATÓRIA RECONHECIDA. CONDENAÇÃO MANTIDA.
ABSOLVIÇÃO EM RELAÇÃO AO DELITO DE ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO. NÃO COMPROVAÇÃO DA ESTABILIDADE E
PERMANÊNCIA. REVISÃO DA DOSIMETRIA. INCONFORMISMO COM A PENA-BASE. REAVALIAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS
JUDICIAIS. AFASTAMENTO DO VETOR REFERENTE À CULPABILIDADE. MOTIVAÇÃO EQUIVOCADA. PENA REDIMENSIONADA.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 127

CIRCUNSTÂNCIAS DO CRIME. EXASPERAÇÃO COM FUNDAMENTO NA QUANTIDADE DA SUBSTÂNCIA APREENDIDA.


POSSIBILIDADE. ART. 42 DA LEI Nº 11.343/2006. PLEITO DE APLICAÇÃO DA CAUSA ESPECIAL DE DIMINUIÇÃO DA PENA
PREVISTA NO ART. 33, §4º, DA LEI 11.343/06 (TRÁFICO PRIVILEGIADO). REJEIÇÃO. DEDICAÇÃO DO AGENTE À ATIVIDADE
CRIMINOSA. INQUÉRITOS POLICIAIS E AÇÕES PENAIS EM CURSO UTILIZADOS PARA AFASTAR A CAUSA ESPECIAL DE
DIMINUIÇÃO. ALTERAÇÃO DO REGIME INICIAL DE CUMPRIMENTO DE PENA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE
PROVIDO. UNÂNIME.

55 Apelação nº 0700133-21.2018.8.02.0072 , de União dos Palmares, 1ª Vara Cível de União dos Palmares
Apelante : A. A. da S.
Defensor P : Bernardo Salomão Eulálio de Souza (OAB: 148801/RJ)
Defensor P : Fabiana Kelly de Medeiros Padua (OAB: 36351/PE)
Apelado : M. P.
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO. ECA. ATO INFRACIONAL ANÁLOGO AO CRIME DE ROUBO MAJORADO. PLEITO DE REFORMA DA
SENTENÇA QUE IMPÔS MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE INTERNAÇÃO. MODIFICAÇÃO PARA MEDIDA MENOS GRAVOSA. NÃO
ACOLHIMENTO. SENTENÇA FUNDAMENTADA SUFICIENTEMENTE. ATO INFRACIONAL PRATICADO MEDIANTE GRAVE AMEAÇA
À PESSOA. MEDIDA DE INTERNAÇÃO. ADEQUAÇÃO À GRAVIDADE DO ATO INFRACIONAL E AS CARACTERÍSTICAS PESSOAIS
DO ADOLESCENTE. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

6 Recurso em Sentido Estrito nº 0700178-80.2015.8.02.0023 , de Matriz de Camaragibe, Vara do Único Ofício de Matriz de
Camaragibe
Recorrente : Ministério Público
Recorrido : Isaias Marques da Silva Filho
Advogado : José Álvaro Costa Filho (OAB: 6566/AL)
Advogado : Bruno Gustavo Araújo Loureiro (OAB: 11379/AL)
Advogado : Natália Araújo Loureiro (OAB: 10105/AL)
Recorrente : Isaias Marques da Silva Filho
Advogado : José Álvaro Costa Filho (OAB: 6566/AL)
Advogado : Bruno Gustavo Araújo Loureiro (OAB: 11379/AL)
Advogado : Natália Araújo Loureiro (OAB: 10105/AL)
Recorrido : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. HOMICÍDIO QUALIFICADO (ARTIGO 121, § 2º, IV, DO CÓDIGO PENAL). RECORRENTE
ISAÍAS MARQUES SILVA FILHO. PLEITO DE DESPRONÚNCIA. IMPOSSIBILIDADE. PRESENTES INDÍCIOS DE AUTORIA E
COMPROVADA MATERIALIDADE DO CRIME. INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO DO IN DUBIO PRO SOCIETATE RECORRENTE
MINISTÉRIO PÚBLICO. REDECRETAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA. INVIABILIDADE. AUSÊNCIA DE MOTIVOS NOVOS PARA A
CONSTRIÇÃO CAUTELAR. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO.

49 Apelação nº 0700216-22.2017.8.02.0056 , de União dos Palmares, 3ª Vara Criminal de União dos Palmares
Apelante : Maria Nadine de Barros Silva
Advogado : Thiago Henrique B. Laurentino (OAB: 10431/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS (ART. 33, CAPUT, DA LEI Nº 11.343/2006).
ABSOLVIÇÃO. PLEITO GENÉRICO E SEM FUNDAMENTOS. INVIABILIDADE. CONTEÚDO PROBATÓRIO QUE COMPROVA A
TRAFICÂNCIA. QUANTIDADE E NATUREZA DAS DROGAS APREENDIDAS QUE EVIDENCIAM A DESTINAÇÃO PARA O TRÁFICO.
APREENSÃO DE UTENSÍLIOS INDICATIVOS DE TRAFICÂNCIA. DOSIMETRIA. PLEITO DE APLICAÇÃO DA PENA NO MÍNIMO
LEGAL. IMPOSSIBILIDADE. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS VALORADAS EM DESFAVOR DA RÉ. AFASTADA A VALORAÇÃO
NEGATIVA DA CULPABILIDADE E CONDUTA SOCIAL. MANUTENÇÃO DO VETOR RELATIVO AS CIRCUNSTÂNCIAS DO DELITO.
REDUÇÃO DA PENA-BASE. IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DA CAUSA DE DIMINUIÇÃO DA PENA PREVISTA NO ART. 33,
§ 4º DA LEI Nº 11.343/2006. ENTORPECENTES DESTINADOS À MERCANCIA ILÍCITA. QUANTIDADE DE DROGAS. DEDICAÇÃO
À ATIVIDADE CRIMINOSA. PACIENTE QUE POSSUI OUTRA AÇÃO PENAL EM CURSO. ERESP 1.431.091/SP. FUNDAMENTOS
IDÔNEOS A AFASTAR O BENEFÍCIO. REDUÇÃO DA PENA DE MULTA. VERIFICAÇÃO. PENA PECUNIÁRIA DIMINUÍDA EM
PROPORCIONALIDADE A NOVA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE. MODIFICAÇÃO DO REGIME INICIAL DE CUMPRIMENTO DE
PENA. POSSIBILIDADE. ALTERAÇÃO PARA O REGIME SEMIABERTO. SUBSTITUIÇÃO DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE
EM RESTRITIVAS DE DIREITO. IMPOSSIBILIDADE. NÃO PREENCHIMENTO DOS REQUISITOS. PEDIDO DE REVOGAÇÃO DA
CUSTÓDIA PREVENTIVA PREJUDICADO. PLEITO PELA CONCESSÃO DA GRATUIDADE JUDICIÁRIA. INDEFERIMENTO. ART. 804

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DO CPP. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE MISERABILIDADE QUE CABE AO JUÍZO DA EXECUÇÃO. JURISPRUDÊNCIA DA CORTE
SUPERIOR. APELO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE. UNÂNIME.

37 Apelação nº 0700265-56.2016.8.02.0005 , de Boca da Mata, Vara do Único Ofício de Boca da Mata


Apelante : Marco Suel dos Santos
Advogado : Gustavo Alves de Andrade (OAB: 8448/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. TRÁFICO DE DROGAS E POSSE IRREGULAR DE ARMA DE FOGO. PLEITO DE REDUÇÃO
DA PENA-BASE. IMPOSSIBILIDADE. PENA INICIAL JÁ FIXADA NO MÍNIMO LEGAL, PARA AMBOS OS DELITOS. CRITÉRIO
TRIFÁSICO DEVIDAMENTE APLICADO. PLEITO DEFENSIVO GENÉRICO E SEM FUNDAMENTOS. PEDIDO DE CONCESSÃO DA
GRATUIDADE JUDICIÁRIA. INDEFERIMENTO. ART. 804 DO CPP. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE MISERABILIDADE QUE CABE AO
JUÍZO DA EXECUÇÃO. JURISPRUDÊNCIA DA CORTE SUPERIOR. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNÂNIME.

21 Apelação nº 0700278-96.2016.8.02.0056 , de União dos Palmares, 3ª Vara Criminal de União dos Palmares
Apelante : Lúcio Flávio Nunes da Silva
Advogado : Leonardo José Dantas Carneiro (OAB: 8584/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. PENAL E PROCESSO PENAL. ROUBO MAJORADO. DOSIMETRIA. PLEITO DE REDUÇÃO DA
PENA-BASE. ACOLHIMENTO. AFASTADA A VALORAÇÃO NEGATIVA DA CIRCUNSTÂNCIA JUDICIAL REFERENTE A CONDUTA
SOCIAL. ENVOLVIMENTO DO RÉU EM DIVERSOS ASSALTOS. MOTIVAÇÃO INIDÔNEA. PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE
REDIMENSIONADA. REGIME INICIAL MODIFICADO. PENA DE MULTA CONSEQUENTEMENTE REDUZIDA. APELO CONHECIDO
E PROVIDO. UNÂNIME.

54 Apelação nº 0700334-95.2017.8.02.0056 , de União dos Palmares, 3ª Vara Criminal de União dos Palmares
Apelante : Jozué Bento da Silva
Advogado : Jorge Agostinho de Farias (OAB: 6818/AL)
Advogado : Antônio Pimentel Cavalcante (OAB: 8821/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS. PLEITO DE REFORMA DA DOSIMETRIA. CONSIDERAÇÃO DA VETORIAL
CONDUTA SOCIAL COMO FAVORÁVEL AO RECORRENTE. NÃO ACOLHIMENTO. INFORMAÇÕES QUE NÃO SÃO CAPAZES DE
VALORAR SOBREMANEIRA A MODULADORA A PONTO DE REDUZIR A PENA-BASE. IMPOSSIBILIDADE DE COMPENSAÇÃO
ENTRE CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS. PRECEDENTES DO STJ. AFASTAMENTO DA AGRAVANTE RELATIVA À REINCIDÊNCIA.
ARGUMENTO DE DECURSO DO PRAZO DEPURADOR. NÃO VERIFICAÇÃO. RÉU QUE POSSUI CONDENAÇÃO COM TRÂNSITO
EM JULGADO OCORRIDO EM 2015. CONSULTA PROCESSUAL EXTRAÍDA DO SAJ. VALIDADE. REPRIMENDA MANTIDA. PEDIDO
DE CONCESSÃO DE ALVARÁ DE SOLTURA PARA RECORRER EM LIBERDADE. INDEFERIDO. REVOGAÇÃO DA PRISÃO
PREVENTIVA NEGADA NA SENTENÇA. FUNDAMENTAÇÃO IDÔNEA. PERICULOSIDADE DO AGENTE. REITERAÇÃO DELITIVA.
NECESSIDADE DE GARANTIR A ORDEM PÚBLICA. RÉU QUE PERMANECEU PRESO DURANTE A INSTRUÇÃO DO PROCESSO.
MEDIDAS CAUTELARES ALTERNATIVAS. INSUFICIÊNCIA. APELO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNÂNIME.

57 Apelação nº 0700342-51.2018.8.02.0084 , de Maceió, 1º Vara Infância e Juventude da Capital


Apelante : E. da C.
Defensor P : Bernardo Salomão Eulálio de Souza (OAB: 148801/RJ)
Defensor P : Fábio Passos de Abreu (OAB: 7191B/AL)
Apelado : M. P.
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :APELAÇÃO. ECA. ATO INFRACIONAL ANÁLOGO AO CRIME DE ROUBO MAJORADO PELO EMPREGO DE ARMA DE
FOGO E CONCURSO DE PESSOAS, EM CONCURSO MATERIAL. PEDIDO DE ABSOLVIÇÃO. ALEGAÇÃO DE INSUFICIÊNCIA
PROBATÓRIA. NÃO ACOLHIMENTO. MATERIALIDADE E AUTORIA DEVIDAMENTE COMPROVADAS. PLEITO SUBSIDIÁRIO DE
APLICAÇÃO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA MAIS BRANDA. IMPOSSIBILIDADE. MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE INTERNAÇÃO
DEVIDAMENTE JUSTIFICADA. ATO PRATICADO MEDIANTE GRAVE AMEAÇA À PESSOA. INTELIGÊNCIA DO ART. 122, I, DO ECA.
RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNÂNIME.

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36 Apelação nº 0700411-42.2015.8.02.0067 , de Maceió, 12ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Josenildo de Lima Coutinho
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Luciana de Almeida Melo (OAB: 21605/PE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO INTERPOSTA PELA DEFESA. SENTENÇA PENAL CONDENATÓRIA PROFERIDA EM RAZÃO DA PRÁTICA
DO CRIME DE FALSIDADE IDEOLÓGICA (ART. 299 DO CÓDIGO PENAL). PLEITO DE ABSOLVIÇÃO. ALEGAÇÃO DE ATIPICIDADE
DA CONDUTA. NÃO ACOLHIMENTO. INSERÇÃO DE ENDEREÇO FALSO EM INSTRUMENTO CONTRATUAL. FATO CRIMINOSO
CONFIGURADO. PLEITO DE REFORMA DA PENA. EQUÍVOCO NA VALORAÇÃO NEGATIVA DA PERSONALIDADE DO AGENTE.
VERIFICAÇÃO. A NOTÍCIA DE ENVOLVIMENTO DO AGENTE NO MUNDO DO CRIME NÃO É SUFICIENTE PARA VALORAR SUA
PERSONALIDADE. CIRCUNSTÂNCIA QUE EXIGE CONHECIMENTO TÉCNICO ESPECÍFICO PARA SER AVALIADA. PRECEDENTES
DO STJ E DESTA CORTE. PLEITO DE COMPENSAÇÃO ENTRE A REINCIDÊNCIA E A CONFISSÃO ESPONTÂNEA. POSSIBILIDADE.
AGRAVANTE E ATENUANTE DE IGUAL RELEVÂNCIA. ENTENDIMENTO PACÍFICO DO STJ. PLEITO DE REFORMA DA PENA DE
MULTA. TESE ACOLHIDA. SANÇÃO PECUNIÁRIA FIXADA DE MANEIRA PROPORCIONAL À PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE
IMPOSTA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

38 Apelação nº 0700618-41.2015.8.02.0067 , de Maceió, 10ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Carlos Bruno Mendes da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : André Chalub Lima (OAB: 7405B/AL)
Defensor P : João Maurício da Rocha de Mendonça (OAB: 10085/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO SIMPLES (ART. 157, CAPUT, DO CP). DOSIMETRIA. PLEITO
DE INCIDÊNCIA DAS ATENUANTES DA CONFISSÃO ESPONTÂNEA E MENORIDADE. CAUSAS GENÉRICAS DE DIMINUIÇÃO JÁ
RECONHECIDAS NA ORIGEM. IMPOSSIBILIDADE DE REDUÇÃO DA PENA ABAIXO DO MÍNIMO LEGAL. VEDAÇÃO ESTABELECIDA
PELA SÚMULA 231 DO STJ. ÉDITO CONDENATÓRIO ESCORREITO. APELO CONHECIDO E IMPROVIDO. UNÂNIME.

32 Apelação nº 0700751-83.2015.8.02.0067 , de Maceió, 15ª Vara Criminal da Capital / Juiz. Entorpecentes


Apelante : Josenildo Nunes da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)
Apelado : Ministério Público
Apelante : Ministério Público
Apelado : Josenildo Nunes da Silva
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÕES CRIMINAIS. TRÁFICO DE DROGAS E POSSE IRREGULAR DE MUNIÇÃO DE USO PERMITIDO.
CONDENAÇÃO APENAS PELO PRIMEIRO CRIME. APLICAÇÃO DA CAUSA ESPECIAL DE AUMENTO PREVISTA NO ART. 40, IV,
DA LEI Nº 11.343/2006. RECURSO DA DEFESA: PLEITO DE ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. INVIABILIDADE.
IDONEIDADE DOS DEPOIMENTOS DOS POLICIAIS QUE REALIZARAM O FLAGRANTE EM CONSONÂNCIA COM AS DEMAIS
PROVAS COLHIDAS. CONDENAÇÃO MANTIDA. RECURSO DO MINISTÉRIO PUBLICO: PEDIDO DE RECONHECIMENTO DA
AUTONOMIA DO CRIME DE POSSE IRREGULAR DE MUNIÇÃO EM RELAÇÃO AO DELITO DE TRÁFICO DE DROGAS. CONCURSO
MATERIAL. DESÍGNIOS AUTÔNOMOS DAS CONDUTAS APURADAS. VERIFICAÇÃO. CRIME DE PERIGO ABSTRATO. ATIPICIDADE
MATERIAL DA CONDUTA EVIDENCIADA. POUCAS MUNIÇÕES APREENDIDAS. AUSÊNCIA DE DISPOSITIVO DE DISPARO.
INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. PRECEDENTES. RECURSOS CONHECIDOS E NÃO PROVIDOS. UNÂNIME.

1 Embargos de Declaração nº 0700808-38.2014.8.02.0067/50000 , de Maceió, 4ª Vara Criminal da Capital


Embargante : Carlos Alberto de Lima Sampaio
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Luciana de Almeida Melo (OAB: 21605/PE)
Embargado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 130

Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa


EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO EM ACÓRDÃO PROLATADO POR ESTA CÂMARA CRIMINAL.
ACÓRDÃO QUE TERIA DEIXADO DE DECLARAR EXTINTA A PUNIBILIDADE DIANTE DA OCORRÊNCIA DA PRESCRIÇÃO
SUPERVENIENTE. NÃO VERIFICAÇÃO. EMBARGOS CONHECIDOS E REJEITADOS.

9 Recurso em Sentido Estrito nº 0700862-03.2017.8.02.0001 , de Maceió, 8ª Vara Criminal da Capital / Tribunal do Júri
Recorrente : Michele Catarina Fernandes
Advogado : José Alan dos Santos Silva (OAB: 13080/AL)
Recorrido : M. P.
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. HOMICÍDIO QUALIFICADO PELO EMPREGO DE RECURSO QUE IMPOSSIBILITOU A
DEFESA DA VÍTIMA. PLEITO DE ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA. ALEGAÇÃO DE LEGÍTIMA DEFESA. NÃO VERIFICAÇÃO. INEXISTÊNCIA
DE PROVA IRREFUTÁVEL DA TESE SUSCITADA. FASE PROCESSUAL EM QUE VIGORA O PRINCÍPIO DO IN DUBIO PRO
SOCIETATE. PEDIDO DE AFASTAMENTO DA QUALIFICADORA. NÃO ACOLHIMENTO. PRESENÇA NOS AUTOS DE ELEMENTOS
QUE POSSIBILITAM A INCIDÊNCIA DA CIRCUNSTÂNCIA. JUÍZO DE POSSIBILIDADE. COMPETÊNCIA DO CONSELHO DE
SENTENÇA PARA ANÁLISE DEFINITIVA. PEDIDO DE RECONHECIMENTO DA CAUSA DE DIMINUIÇÃO RELATIVA AO HOMICÍDIO
PRIVILEGIADO. IMPOSSIBILIDADE. TESE QUE NÃO SE APRESENTA COMO INCONTROVERSA. COMPETÊNCIA DO CONSELHO
DE SENTENÇA PARA ANÁLISE DEFINITIVA. INTELIGÊNCIA DO ART. 483, IV, DO CÓDIGO PENAL. DECISÃO DE PRONÚNCIA
MANTIDA INTEGRALMENTE. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. UNÂNIME.

42 Apelação nº 0703376-60.2016.8.02.0001 , de Maceió, 10ª Vara Criminal da Capital


Apelante : José Élcio Martins Sarmento
Advogado : Thiago Henrique Silva Marques Luz (OAB: 9436/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO (ART. 14 DA LEI Nº 10.826/2003).
PEDIDO DE ABSOLVIÇÃO. ALEGAÇÃO DE INSUFICIÊNCIA PROBATÓRIA PARA AMPARAR O JUÍZO CONDENATÓRIO. TESE DE
QUE O JUIZ INCORREU EM ERRO AO ABSOLVER UM DOS RÉUS E CONDENAR O OUTRO ACUSADO ENVOLVIDO NO MESMO
CONTEXTO FÁTICO. PLEITO NÃO ACOLHIDO. ACUSADOS QUE RESPONDEM POR CONDUTAS DISTINTAS. POSSIBILIDADE
DE CONDENAR APENAS AQUELE CUJA AUTORIA FOI COMPROVADA. ALEGADA IMPOSSIBILIDADE DE CONDENAR O ORA
RECORRENTE APENAS COM BASE EM SUA CONFISSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. CONJUNTO DE PROVAS SUFICIENTES PARA
CONDENAR O AGENTE. DEPOIMENTO DAS TESTEMUNHAS EM COMUNHÃO COM SUA CONFISSÃO. TESE NÃO ACOLHIDA.
JUÍZO CONDENATÓRIO MANTIDO. PLEITO SUBSIDIÁRIO DE REFORMA DA PENA. ALEGAÇÃO DE BIS IN IDEM NA VALORAÇÃO
NEGATIVA DA CULPABILIDADE DO AGENTE. ACOLHIMENTO. USO DE ELEMENTOS NORMATIVOS DO TIPO PENAL PARA
AUMENTAR A PENA NA PRIMEIRA ETAPA DA DOSIMETRIA. RETIFICAÇÃO PROCEDIDA. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM
PARTE.

46 Apelação nº 0704464-07.2014.8.02.0001 , de Maceió, 4ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Denyse de Souza Oliveira
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Luciana de Almeida Melo (OAB: 21605/PE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. CRIME DE ESTELIONATO (ART. 171, CAPUT, DO CÓDIGO PENAL) E USO DE
DOCUMENTO FALSO (ART. 304, DO CÓDIGO PENAL). PLEITO DE REFORMA DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE. ALEGAÇÃO DE
EQUÍVOCO NA VALORAÇÃO NEGATIVA DAS CIRCUNSTÂNCIAS DO CRIME. NÃO OCORRÊNCIA. DELITO COMETIDO DE FORMA
ARTICULADA, SOFISTICADA E GRANDE OUSADIA. PEDIDO DE MODIFICAÇÃO DO REGIME DE CUMPRIMENTO DE PENA.
ALEGAÇÃO DE IMPOSIÇÃO DE REGIME MAIS GRAVOSO DO QUE O PREVISTO EM LEI. TESE NÃO ACOLHIDA. POSSIBILIDADE
DE FIXAR REGIME MAIS RIGOROSO COM BASE NA VALORAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAS DO ART. 59 DO CÓDIGO
PENAL. PRECEDENTES DO STJ. PLEITO DE REFORMA DA PENA DE MULTA. ALEGAÇÃO DE FIXAÇÃO DA SANÇÃO PECUNIÁRIA
DE FORMA ARBITRÁRIA. PENA DE MULTA REFORMADA COM BASE NO PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE. SANÇÃO
PECUNIÁRIA ENCONTRADA ACIMA DAQUELA FIXADA PELO JUIZ. PENA MANTIDA INCÓLUME COM BASE NO PRINCÍPIO DA
VEDAÇÃO À REFORMATIO IN PEJUS. INCIDÊNCIA DO ART. 617 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. RECURSO CONHECIDO E
NÃO PROVIDO.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 131

41 Apelação nº 0704750-48.2015.8.02.0001 , de Maceió, 3ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Ministério Público
Apelada : Cícera Alves dos Santos
Advogado : Thiago Henrique Silva Marques Luz (OAB: 9436/AL)
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ESTELIONATO PREVIDENCIÁRIO (ART. 171, § 3º, DO CÓDIGO PENAL). SENTENÇA
ABSOLUTÓRIA PROFERIDA PELO MAGISTRADO A QUO. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA EM RAZÃO DO ÍNFIMO
VALOR MATERIAL DA LESÃO PRATICADA. RECURSO INTERPOSTO PELA ACUSAÇÃO. PRETENSÃO DE REFORMAR O JUÍZO
ABSOLUTÓRIO. ALEGAÇÃO DE EFETIVO COMETIMENTO DE FATO CRIMINOSO. ACOLHIMENTO DA TESE MINISTERIAL. FILHA
QUE DEIXOU DE COMUNICAR À ENTIDADE PREVIDENCIÁRIA O ÓBITO DE SUA MÃE. DIVERSOS SAQUES EFETUADOS PELA
ORA APELADA DE MANEIRA INDEVIDA. MANUTENÇÃO DA ENTIDADE PREVIDENCIÁRIA EM ERRO. TIPICIDADE DA CONDUTA
CONFIGURADA. IMPOSSIBILIDADE DE APLICAR O PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. INAPLICABILIDADE NA ESFERA PÚBLICA.
INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 599 DO STJ. PRECEDENTES DAS CORTES SUPERIORES. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

40 Apelação nº 0708181-27.2014.8.02.0001 , de Maceió, 4ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Thiago Carvalho Malta Lacet
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Luciana de Almeida Melo (OAB: 21605/PE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL. PROCESSO PENAL. APELAÇÃO INTERPOSTA PELA DEFESA. CRIME DE ESTELIONATO (ART. 171 DO CÓDIGO
PENAL). PLEITO DE ABSOLVIÇÃO. ALEGAÇÃO DE INSUFICIÊNCIA DE PROVAS PARA AMPARAR O JUÍZO CONDENATÓRIO. NÃO
ACOLHIMENTO. RELATO DA VÍTIMA PRESTADO NA FASE INQUISITORIAL QUE FOI CONFIRMADO POR TESTEMUNHA OUVIDA
PERANTE AS AUTORIDADES POLICIAL E JUDICIÁRIA. PEDIDO DE REFORMA DA PENA. ALEGAÇÃO DE EQUÍVOCO NA VALORAÇÃO
DA CONDUTA SOCIAL. TESE ACOLHIDA. MENÇÃO AO FATO DE O AGENTE RESPONDER A OUTRO PROCESSO CRIMINAL AINDA
NÃO TRANSITADO EM JULGADO PARA AUMENTAR A PENA. CONFUSÃO ENTRE A CONDUTA SOCIAL E OS ANTECEDENTES
DO AGENTE. VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 444 DO STJ. PLEITO DE
AFASTAMENTO DA OBRIGAÇÃO DE REPARAR OS DANOS MATERIAIS SOFRIDOS PELA VÍTIMA. ACOLHIMENTO. AUSÊNCIA DE
PEDIDO EXPRESSO DA ACUSAÇÃO. INEXISTÊNCIA DE CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA QUANTO À PRETENSÃO DE VER O
DANO MATERIAL SOFRIDO PELA VÍTIMA REPARADO. PRECEDENTE DESTA CORTE. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE
PROVIDO.

23 Apelação nº 0708481-18.2016.8.02.0001 , de Maceió, 2ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Anderson Dantas de Oliveira
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ronivalda de Andrade (OAB: 22923/PE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO (ART. 157, CAPUT, DO CÓDIGO PENAL). PLEITO PARA REFORMAR A PENA-BASE.
PROCEDENTE. VETOR REFERENTE AO COMPORTAMENTO DA VÍTIMA. REAVALIAÇÃO. ENTENDIMENTO DO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PEDIDO PARA COMPENSAÇÃO DA ATENUANTE DA CONFISSÃO ESPONTÂNEA COM A AGRAVANTE DA
REINCIDÊNCIA. ACOLHIMENTO. ENTENDIMENTO PACIFICADO NO STJ. EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ DE SOLTURA. CONCESSÃO.
ALTERAÇÃO PARA REGIME SEMIABERTO. REINCIDÊNCIA RECONHECIDA. REFORMA NA PENA DE MULTA. VIABILIDADE.
PROPORCIONALIDADE À PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE APLICADA. APELO CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

59 Apelação nº 0710095-87.2018.8.02.0001 , de Maceió, 4ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Genecir Amâncio da Silva Filho
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Bernardo Salomão Eulálio de Souza (OAB: 148801/RJ)
Defensor P : Luciana de Almeida Melo (OAB: 21605/PE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL. PROCESSO PENAL. APELAÇÃO. ROUBO MAJORADO. PLEITO DE AFASTAMENTO DA CAUSA ESPECIAL
DE AUMENTO REFERENTE A ARMA DE FOGO. POSSIBILIDADE. ARMA DESMUNICIADA. LAUDO PERICIAL COMPROVANDO.

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PRECEDENTES DO STJ . MAJORANTE DE AUMENTO EM UM TERÇO PELO CONCURSO DE AGENTES. REDUÇÃO PROPORCIONAL
DA PENA DE MULTA E FIXAÇÃO DO REGIME INICIAL DO CUMPRIMENTO DA PENA. APELAÇÃO CONHECIDA E PROVIDA.
UNÂNIME.

45 Apelação nº 0713556-38.2016.8.02.0001 , de Maceió, 4ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Marcelo José Firmino da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Luciana de Almeida Melo (OAB: 21605/PE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO MAJORADO (ART. 157, §2º, I DO CÓDIGO PENAL). PLEITO PARA DESQUALIFICAR
O CRIME PARA ROUBO SIMPLES. VERIFICAÇÃO. DEPOIMENTOS TESTEMUNHAIS QUE CONTRADIZEM O DEPOIMENTO DA
VÍTIMA. NOVA DOSIMETRIA DA PENA. PLEITO PARA REFORMAR A PENA DE MULTA CALCULADA EM EXCESSO. ACOLHIDO.
APELO CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

48 Apelação nº 0714387-91.2013.8.02.0001 , de Maceió, 5ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Alisson Rodrigo Barros
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Rômulo Santa Rosa Alves (OAB: 3208/SE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS (ART. 33, CAPUT, DA LEI Nº 11.343/2006).
PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO (ART. 14 DA LEI 10.826/2003). ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA
DE PROVAS. INVIABILIDADE. CONTEÚDO PROBATÓRIO QUE COMPROVA A TRAFICÂNCIA. QUANTIDADE E NATUREZA DAS
DROGAS APREENDIDAS QUE EVIDENCIAM A DESTINAÇÃO PARA O TRÁFICO. APREENSÃO DE UTENSÍLIOS INDICATIVOS DE
TRAFICÂNCIA. DOSIMETRIA. PLEITO DE APLICAÇÃO DA PENA-BASE NO MÍNIMO LEGAL. IMPOSSIBILIDADE. CIRCUNSTÂNCIAS
JUDICIAIS VALORADAS EM DESFAVOR DO RÉU. NATUREZA DA DROGA E CONSEQUÊNCIAS DO CRIME. MANTIDA A
NEGATIVAÇÃO. DECOTE DO VETOR RELATIVO AS CIRCUNSTANCIAS DO DELITO. FUNDAMENTAÇÃO INERENTE AO TIPO PENAL.
REDUÇÃO DA PENA-BASE. PLEITO DE RECONHECIMENTO DA CONFISSÃO QUALIFICADA. INVIÁVEL. RECONHECIMENTO DA
PROPRIEDADE DA DROGA APENAS PARA USO PRÓPRIO. IMPOSSIBILIDADE. PRECEDENTES DO STJ. APLICAÇÃO DA CAUSA DE
DIMINUIÇÃO DA PENA PREVISTA NO ART. 33, § 4º DA LEI Nº 11.343/2006. ENTORPECENTES DESTINADOS À MERCANCIA ILÍCITA.
QUANTIDADE DE DROGAS. DEDICAÇÃO À ATIVIDADE CRIMINOSA. PACIENTE QUE POSSUI OUTRA AÇÃO PENAL EM CURSO.
ERESP 1.431.091/SP. FUNDAMENTOS IDÔNEOS A AFASTAR O BENEFÍCIO. ISENÇÃO DA PENA DE MULTA. IMPOSSIBILIDADE.
HIPOSSUFICIÊNCIA ECONÔMICA DA PARTE NÃO TEM O CONDÃO DE IMPOR O AFASTAMENTO DA REFERIDA PENALIDADE.
PREVISTA DE FORMA CUMULATIVA. APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. UNÂNIME.

44 Apelação nº 0716720-16.2013.8.02.0001 , de Maceió, 3ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Sandrio Alexandre dos Santos Barros Júnior
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO SIMPLES (ART. 157, CAPUT, DO CÓDIGO PENAL). PLEITO PARA REFORMAR A
DOSIMETRIA DEVIDO AO ERRO NO CÁLCULO DA PENA. AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO IDÔNEA NAS VETORIAIS DA
CULPABILIDADE E CIRCUNSTÂNCIAS DO CRIME. PROVIMENTO. PEDIDO PARA REFORMAR A PENA DE MULTA CALCULADA EM
EXCESSO. ACOLHIMENTO. APELO CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

53 Apelação nº 0716870-55.2017.8.02.0001 , de Maceió, 15ª Vara Criminal da Capital / Juiz. Entorpecentes


Apelante : André Vitor da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)
Apelado : Ministério Público

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Relator: Des. José Carlos Malta Marques


Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS (ART. 33, DA LEI 11.343/06). PLEITO DE DESCLASSIFICAÇÃO PARA O
CRIME DE PORTE DE DROGAS PARA CONSUMO PESSOAL. INVIABILIDADE. IDONEIDADE DOS DEPOIMENTOS DOS POLICIAIS
QUE REALIZARAM O FLAGRANTE. CIRCUNSTÂNCIAS QUE DENOTAM A PRÁTICA DA TRAFICÂNCIA. CONDENAÇÃO MANTIDA.
DOSIMETRIA. PLEITO DE APLICAÇÃO DA PENA-BASE NO MÍNIMO LEGAL. IMPOSSIBILIDADE. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS
VALORADAS EM DESFAVOR DO RÉU. NATUREZA E QUANTIDADE DAS DROGAS. PLEITO DE RECONHECIMENTO DA CONFISSÃO
QUALIFICADA. INVIÁVEL. RECONHECIMENTO DA PROPRIEDADE DA DROGA APENAS PARA USO PRÓPRIO. IMPOSSIBILIDADE.
PRECEDENTES DO STJ. APLICAÇÃO DA CAUSA DE DIMINUIÇÃO DA PENA PREVISTA NO ART. 33, § 4º DA LEI Nº 11.343/2006.
ENTORPECENTES DESTINADOS À MERCANCIA ILÍCITA. DEDICAÇÃO À ATIVIDADE CRIMINOSA. PACIENTE QUE POSSUI OUTRA
AÇÃO PENAL EM CURSO. ERESP 1.431.091/SP. FUNDAMENTOS IDÔNEOS A AFASTAR O BENEFÍCIO. NÃO PREENCHIMENTO
DOS REQUISITOS. CONVERSÃO DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE EM RESTRITIVAS DE DIREITO. IMPOSSIBILIDADE. NÃO
PREENCHIMENTO DOS REQUISITOS. APELO CONHECIDO E IMPROVIDO. UNÂNIME.

29 Apelação nº 0722014-44.2016.8.02.0001 , de Maceió, 3ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Ministério Público
Apelado : Dnaldo Silva do Nascimento
Advogado : Diego Luiz de Araujo Cavalcanti Duca (OAB: 10115/AL)
Advogado : Emanuelle de Araujo Cavalcanti Duca (OAB: 13917/AL)
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :APELAÇÃO CRIMINAL. ESTELIONATO PREVIDENCIÁRIO (ART. 171, § 3º, DO CÓDIGO PENAL). SENTENÇA
ABSOLUTÓRIA PROFERIDA PELO MAGISTRADO A QUO. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA EM RAZÃO DO
ÍNFIMO VALOR MATERIAL DA LESÃO PRATICADA. RECURSO INTERPOSTO PELA ACUSAÇÃO. PRETENSÃO DE REFORMAR O
JUÍZO ABSOLUTÓRIO. ALEGAÇÃO DE EFETIVO COMETIMENTO DE FATO CRIMINOSO. ACOLHIMENTO DA TESE MINISTERIAL.
FILHO QUE DEIXOU DE COMUNICAR À ENTIDADE PREVIDENCIÁRIA O ÓBITO DE SUA MÃE. MONTANTE LEVANTADO PELO
ORA APELADO DE MANEIRA INDEVIDA. MANUTENÇÃO DA ENTIDADE PREVIDENCIÁRIA EM ERRO. TIPICIDADE DA CONDUTA
CONFIGURADA. INAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA NA ESFERA PÚBLICA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº
599 DO STJ. PRECEDENTES DO STF E DO STJ. ALEGAÇÃO DE QUE O ORA RECORRIDO DESCONHECERIA O CARÁTER
ILÍCITO DE SUA CONDUTA. POSSIBILIDADE DE EXTRAIR A POTENCIAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE COM BASE NAS PROVAS
CONSTANTES NOS AUTOS. TESE DE INEXISTÊNCIA DE DOLO NA CONDUTA DO ORA RECORRIDO. ACORDO FIRMADO COM
A ENTIDADE PREVIDENCIÁRIA PARA DEVOLVER OS VALORES RECEBIDOS INDEVIDAMENTE. FATO QUE NÃO AFASTA O
CARÁTER DELITUOSO DA CONDUTA. POSSIBILIDADE DE ABRANDAR A SANÇÃO FUTURAMENTE NA DOSIMETRIA DA PENA.
RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

51 Apelação nº 0729925-10.2016.8.02.0001 , de Maceió, 6ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Rosanair Rodrigues da Silva
Advogada : Fernanda Costa Noronha Albuquerque (OAB: 13791AA/L)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL. PROCESSO PENAL. APELAÇÃO INTERPOSTA PELA DEFESA. FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO PÚBLICO
EM CONCURSO FORMAL PRÓPRIO DE CRIMES ( ART. 297, CAPUT, C/C ART. 71, AMBOS DO CÓDIGO PENAL). PLEITO DE
REFORMA DA DOSIMETRIA DA PENA-BASE. QUANTUM DE PENA EXCESSIVO ATRIBUÍDO À CIRCUNSTÂNCIA JUDICIAL
VALORADA NEGATIVAMENTE. NÃO ACOLHIMENTO. INEXISTÊNCIA DE IMPOSIÇÃO LEGAL QUANTO AO MONTANTE PRECISO
E EQUIVALENTE A CADA CIRCUNSTÂNCIA JUDICIAL DO ART. 59 DO CÓDIGO PENAL. DISCRICIONARIEDADE DO JULGADOR.
ENTENDIMENTO PACÍFICO DO STJ. PENA-BASE FIXADA DE MANEIRA PROPORCIONAL AO DELITO COMETIDO. PLEITO DE
ISENÇÃO DA PENA DE MULTA EM RAZÃO DA IMPOSSIBILIDADE FINANCEIRA DA APELANTE. NÃO ACOLHIMENTO. PRINCÍPIO
DA LEGALIDADE. REPRIMENDA FIXADA DE MODO MAIS BENÉFICO ÀQUELA QUE PODERIA SER IMPOSTA À APELANTE.
INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO À REFORMATIO IN PEJUS. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

2 Embargos de Declaração nº 0735141-49.2016.8.02.0001/50000 , de Maceió, 10ª Vara Criminal da Capital


Embargado : Ministério Público
Embargante : Josenildo Santos da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ronivalda de Andrade (OAB: 22923/PE)
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO (ART. 157, CAPUT,

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DO CÓDIGO PENAL). ALEGAÇÃO DE OMISSÃO QUANTO À POSSIBILIDADE DO RÉU SER CONDENADO APENAS COM
BASE EM ELEMENTOS INQUISITORIAIS. NÃO OCORRÊNCIA. ACÓRDÃO EMBARGADO CONSIGNOU QUE A CONDENAÇÃO
BASEOU-SE EM ACERVO PROBATÓRIO SUFICIENTE. PROVA TESTEMUNHAL COLHIDA EM JUÍZO. DECLARAÇÕES DA VÍTIMA
PRESTADAS SOMENTE NA FASE POLICIAL EM SINTONIA COM VERSÃO APRESENTADA PELA TESTEMUNHA SOB O CRIVO DO
CONTRADITÓRIO. MEIOS DE PROVA IDÔNEOS. PRINCÍPIO DO LIVRE CONVENCIMENTO. PRETENDIDA DESCLASSIFICAÇÃO
PARA O CRIME DE FURTO. INVIÁVEL. EMPREGO DA VIOLÊNCIA SUFICIENTEMENTE PROVADA. EMBARGOS CONHECIDOS E
REJEITADOS. UNÂNIME.

30 Apelação nº 0736161-75.2016.8.02.0001 , de Maceió, 10ª Vara Criminal da Capital


Apelante : Daniel da Silva Barbosa
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ronivalda de Andrade (OAB: 22923/PE)
Apelado : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa
EMENTA :PENAL E PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. ROUBO MAJORADO (ART. 157, § 2, II, DO CP). DOSIMETRIA.
CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS. ALEGAÇÃO DE FUNDAMENTAÇÃO INIDÔNEA PARA A VALORAÇÃO DESFAVORÁVEL DOS
MOTIVOS CRIME, CIRCUNSTÂNCIAS DO DELITO E COMPORTAMENTO DA VÍTIMA. MOTIVOS DO CRIME. LUCRO FÁCIL É
ELEMENTAR INERENTE AO TIPO PENAL. VALORAÇÃO NEGATIVA AFASTADA. PRECEDENTES DO STJ. CIRCUNSTÂNCIAS DO
CRIME. DELITO PRATICADO EM PLENA LUZ DO DIA E EM VIA PÚBLICA. EXASPERAÇÃO CORRETA. COMPORTAMENTO DA
VÍTIMA. NÃO CONTRIBUIÇÃO PARA O DELITO. IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO PARA AUMENTAR A PENA-BASE. VETOR
NEUTRALIZADO. JURISPRUDÊNCIA PACÍFICA DO STJ. PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE REDIMENSIONADA. SANÇÃO DE
MULTA. PATAMAR FIXADO NO MÍNIMO LEGAL. INALTERADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

6 Habeas Corpus nº 0800103-39.2019.8.02.9002 , de Maceió, 4°Juizado de Viol. Dom. e Familiar contra a mulher
Impetrante : Paulo George Moreira dos Santos
Paciente : Jorge Segundo Olea Rossi
Impetrado : Juiz de Direito do 4º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Maceió
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. PENAL. PROCESSO PENAL. LEI MARIA DA PENHA. AMEAÇA EM CONTEXTO DE VIOLÊNCIA
DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER. PRISÃO PREVENTIVA. SUSCITADA A EXISTÊNCIA DE EXCESSO DE PRAZO
PARA OFERECIMENTO DE DENÚNCIA, BEM COMO QUESTIONADA A PRESENÇA DOS REQUISITOS AUTORIZADORES DO
CÁRCERE CAUTELAR. MEDIDA RELAXADA PELA PRÓPRIA AUTORIDADE COATORA. PERDA DO OBJETO. ART. 659 DO CPP.
ORDEM PREJUDICADA.I - Habeas corpus prejudicado, nos termos do art. 659 do Código de Processo Penal, uma vez que houve
perda superveniente do objeto, em razão do relaxamento, pelo magistrado de origem, da prisão preventiva do paciente, contra a qual se
insurgia a presente impetração.

13 Habeas Corpus nº 0801611-60.2019.8.02.0000 , de Maceió, 17° Vara Criminal da Capital


Impetrante : Pedro Augusto Souza Bastos de Almeida
Paciente : Tiago da Silva Duarte
Impetrado : Juízes de Direito da 17ª Vara Criminal da Comarca da Capital
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :PENAL. PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. PRISÃO PREVENTIVA. ALEGAÇÃO DE FUNDAMENTAÇÃO INIDÔNEA.
WRIT IMPETRADO E JULGADO ANTERIORMENTE. IDENTIDADE. LITISPENDÊNCIA. CONFIGURADA. DUPLO EXERCÍCIO
DO MESMO DIREITO DE AÇÃO. FALTA DE CONDIÇÃO PARA O REGULAR EXERCÍCIO DO DIREITO DE AÇÃO. EXTINÇÃO DO
PROCESSO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO.

14 Habeas Corpus nº 0801750-12.2019.8.02.0000 , de Anadia, Vara do Único Ofício de Anadia


Impetrante/Def : João Fiorillo de Souza
Impetrante/Def : Bernardo Salomão Eulálio de Souza
Impetrante/Def : Eraldo Silveira Filho
Paciente : Eronílson Antônio de Castro Gomes
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Oficio de Anadia
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. PACIENTE QUE TEVE NEGADO SEGUIMENTO AO RECURSO DE APELAÇÃO. IMPETRAÇÃO DO

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WRIT COMO SUBSTITUTIVO DO RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. DEMORA DE UM DIA. NÃO OFENSA AO PRINCÍPIO DA
RAZOABILIDADE, LEALDADE PROCESSUAL E SEGURANÇA JURÍDICA. WRIT NÃO CONHECIDO. ORDEM CONCEDIDA DE OFÍCIO
PARA RECONHECER A TEMPESTIVIDADE DO RECURSO DE APELAÇÃO. RAZÕES FORA DO PRAZO. MERA IRREGULARIDADE.
PRECEDENTES DOS TRIBUNAIS SUPERIORES. CONCESSÃO DO ALVARÁ DE SOLTURA COM A APLICAÇÃO DE MEDIDAS
CAUTELARES DIVERSAS DA PRISÃO. ORDEM CONHECIDA PARCIALMENTE CONCEDIDA.

15 Habeas Corpus nº 0801857-56.2019.8.02.0000 , de Maceió, 16ª Vara Criminal da Capital / Execuções Penais
Impetrante : Rafael Amazonas de Miranda Avelar de Freitas
Paciente : Marcos André da Silva Cândido
Impetrado : Juiz de Direito da 16ª Vara Criminal da Capital/ Execuções Penais’
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS. PLEITO DE RECONHECIMENTO PARA EXTINGUIR A PUNIBILIDADE
PELA PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO EXECUTÓRIA. NÃO VERIFICAÇÃO. PRAZO DE ACORDO COM A PENA RESTANTE A SER
CUMPRIDA APÓS A SUA RECAPTURA. NÃO ULTRAPASSAGEM DO LAPSO TEMPORAL DE DOZE ANOS. CONSTRANGIMENTO
ILEGAL NÃO CONFIGURADO. ORDEM CONHECIDA E DENEGADA.

16 Habeas Corpus nº 0802020-36.2019.8.02.0000 , de Marechal Deodoro, 1ª Vara Cível e Criminal/Inf. e Juventude de Marechal
Deodoro
Impetrante : Augusto Jorge Granjeiro Costa Carnaúba
Impetrante : Maria do Rosário Vasconcelos Carnaúba
Impetrado : Juiz de Direito da 1ª Vara da Comarca de Marechal Deodoro
Paciente : Alexsandro Vieira Lima
Paciente : Genílson de Santana
Paciente : Heleno Batista Araújo
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. ROUBO MAJORADO. ALEGADA AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO PARA PRISÃO PREVENTIVA.
SUPERVENIÊNCIA DE DECISÃO LIBERATÓRIA. EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ DE SOLTURA EM NOME DOS PACIENTES. WRIT
PREJUDICADO. ORDEM CONHECIDA E JULGADA PREJUDICADA.

8 Habeas Corpus nº 0802048-04.2019.8.02.0000 , de Cajueiro, Vara do Único Ofício de Cajueiro


Impetrante : Luis Fernando da Silva
Impetrante : Diógenes Atanásio da Silva
Paciente : Vinícius Virgulino de Arruda
Impetrado : Juíz de Direito Vara de Único Ofício de Cajueiro
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. PENAL. PROCESSO PENAL. ESTUPRO E AMEAÇA. PRISÃO PREVENTIVA CONVERTIDA EM
INTERNAÇÃO PROVISÓRIA. SUSCITADA A EXISTÊNCIA DE EXCESSO DE PRAZO PARA SUBMISSÃO DO PACIENTE A EXAME
DE SANIDADE MENTAL, E PARA O SEU ENCAMINHAMENTO AO MANICÔMIO JUDICIÁRIO. NÃO CONSTATAÇÃO. AUSÊNCIA
DE DESÍDIA ESTATAL. MAGISTRADO IMPETRADO DILIGENTE E RESPEITOSO COM A CRONOLOGIA PROCESSUAL. PERÍCIA
DETERMINADA NA IMINÊNCIA DE SER CONCLUÍDA, ESTANDO O RESPECTIVO LAUDO PREVISTO PARA SER ENCAMINHADO
AO JUÍZO DE ORIGEM AINDA NESTE MÊS DE JULHO. PROPORCIONALIDADE DA CONSTRIÇÃO CAUTELAR COM OS FATOS
DELITIVOS IMPUTADOS. CONSTRANGIMENTO ILEGAL INVOCADO INEXISTENTE. ORDEM CONHECIDA E DENEGADA.I - A
perícia médica a que submetido o paciente (sanidade mental do acusado) já está em vias de conclusão, sendo que o respectivo laudo
está na iminência de ser remetido ao juízo processante – previsão para o presente mês de julho, consoante informou o impetrado.
II - A conduta delitiva imputada ao paciente é de gravidade acentuada, eis que ele teria perseguido, incessantemente, a vítima, dela
abusando sexualmente num local em obras, onde não havia testemunhas oculares. Após o fato, ele teria ainda ido atrás da ofendida,
intimidando-a e a ameaçando de causar-lhe algum mal. Para além, recaem sobre o paciente indicativos de reiteração delitiva, porquanto
ele já responde a outro feito criminal, em que é acusado da prática do crime de furto qualificado.III - Daí se extrai aparente periculosidade
no suposto modo de agir do paciente, o que reclama, ao menos num primeiro momento, o acautelamento provisório da sua liberdade,
não havendo que se falar, por ora, em medida cautelar diversa do cárcere para a hipótese em testilha, mesmo porque o juízo processante
já determinara a colocação do paciente nos rigores do regime de internação provisória.IV - Nesse ponto, convém ressaltar que, embora
não se tenha notícia acerca da efetiva colocação do paciente nos rigores do regime de internação provisória, tal providência pressupõe,
ao menos em tese, a prévia conclusão dos peritos no sentido da inimputabilidade ou da semi-imputabilidade do acusado, o que, por
ora, não ocorreu. De qualquer sorte, vale destacar, o impetrado vem se mostrando atento e respeitoso com a cronologia processual,
tendo envidado notáveis esforços no sentido de conferir celeridade ao andamento do feito, tanto que cobrara, por diversas vezes, não
só a conclusão do exame pericial requisitado, como o encaminhamento do acusado ao manicômio judiciárioV - É assente nesta Câmara
Criminal, na esteira do posicionamento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça, que as condições subjetivas favoráveis ostentadas pelo

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acusado não obstam a manutenção da segregação cautelar, quando presentes os seus requisitos legais, como acontece na hipótese
em apreço. VI - Atente-se, por fim, que o paciente permanece com a sua liberdade restringida desde 12.12.2018, ou seja, há cerca de
7 (sete) meses, lapso temporal este compatível e proporcional com eventual reprimenda privativa de liberdade que vier a ser cominada
em caso de condenação – na hipótese, logicamente, de a perícia médica concluir pela imputabilidade penal do acusado.VII – Habeas
Corpus conhecido e denegado.

22 Habeas Corpus nº 0802232-57.2019.8.02.0000 , de Boca da Mata, Vara do Único Ofício de Boca da Mata
Impetrante : Euclides Antonio Rodrigues Bezerra
Impetrante : Henrique da Graça Vieira
Paciente : José Ivanildo Ferreira
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Ofício da Comarca de Boca da Mata
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. ESTUPRO (ART. 213, COM REDAÇÃO ANTERIOR À LEI Nº 12.015/2009, C/C ART. 29, AMBOS DO
CÓDIGO PENAL). WRIT IMPETRADO COM O INTUITO DE COMBATER EQUÍVOCOS CONSTANTES NA SENTENÇA PENAL
CONDENATÓRIA PROFERIDA NO PRIMEIRO GRAU. ALEGAÇÃO DE EQUÍVOCO DO JUIZ AO APLICAR EQUIVOCADAMENTE
UMA NOVATIO LEGIS IN PEJUS E O INSTITUTO DA EMENDATIO LIBELI. IMPOSSIBILIDADE DE CONHECER PARTE DAS TESES
SUSCITADAS PELOS IMPETRANTES. RECURSO DE APELAÇÃO INTERPOSTO PELOS ADVOGADOS DO ORA PACIENTE COM O
OBJETIVO DE ATACAR A SENTENÇA PROLATADA NA PRIMEIRA INSTÂNCIA. ANÁLISE DO WRIT QUE REPRESENTA SUPRESSÃO
DE INSTÂNCIA. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE DE JUSTIÇA. NÃO CONHECIMENTO. PLEITO DE SOLTURA DO
PACIENTE. ALEGAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE FUNDAMENTOS VÁLIDOS PARA AMPARAR O DECRETO DE PRISÃO PREVENTIVA.
TESE DE QUE NÃO ESTÁ CONFIGURADA SITUAÇÃO DE FUGA DO ACUSADO. NÃO ACOLHIMENTO. PACIENTE QUE FOI CITADO
E NÃO ENCONTRADO NO ENDEREÇO CONSTANTE NOS AUTOS. RÉU QUE PASSOU MUITO TEMPO FORAGIDO DO DISTRITO
DA CULPA. PRISÃO PREVENTIVA VALIDAMENTE DECRETADA PARA GARANTIR A APLICAÇÃO DA LEI PENAL, A ORDEM PÚBLICA
E A INSTRUÇÃO CRIMINAL. PRECEDENTE DESTE TRIBUNAL. IMPOSSIBILIDADE DE FIXAR MEDIDAS CAUTELARES DIVERSAS
DA PRISÃO. WRIT PARCIALMENTE CONHECIDO E DENEGADO.

23 Habeas Corpus nº 0802282-83.2019.8.02.0000 , de Maceió, 8ª Vara Criminal da Capital / Tribunal do Júri


Impetrante : Alan David das Neves Holanda
Paciente : Fernando Silva Bastos
Impetrado : Juiz de Direito da 8ª Vara Criminal da Capital / Tribunal do Júri
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. HOMICÍDIO QUALIFICADO EM SUA FORMA TENTADA (Arts. 121, § 2º, I e IV c/c 14, II do Código
Penal, c/c art. 1º, I da Lei nº 8.930/94). PLEITO DE RELAXAMENTO PRISÃO PREVENTIVA DECRETADA NO PRIMEIRO GRAU.
ALEGAÇÃO DE CONSTRANGIMENTO ILEGAL POR EXCESSO DE PRAZO E VÍCIO NA FUNDAMENTAÇÃO DA DECISÃO JUDICIAL
QUE AMPARA A SEGREGAÇÃO CAUTELAR DO PACIENTE. IMPOSSIBILIDADE DE CONHECER A TESE REFERENTE AO VÍCIO
DE FUNDAMENTAÇÃO NO ATO DECISÓRIO FUSTIGADO. MATÉRIA abordada pelo impetrante e apreciada por esta corte EM
HABEAS CORPUS ANTERIOR. INEXISTÊNCIA DE CONFIGURAÇÃO DE EXCESSO DE PRAZO. PROCESSO QUE TRAMITA COM
REGULARIDADE. AUSÊNCIA DE DESÍDIA DO MAGISTRADO NA CONDUÇÃO DO FEITO. Designação de audiência para data próxima.
Rito avançado. WRIT CONHECIDO EM PARTE E DENEGADO.

17 Habeas Corpus nº 0802443-93.2019.8.02.0000 , de Maceió, 17° Vara Criminal da Capital


Impetrante : Alberto Jorge Ferreira dos Santos
Impetrante : Alberto Anderson Romão dos Santos
Paciente : Danilo Gomes da Silva
Impetrado : Juízes de Direito da 17ª Vara Criminal da Comarca da Capital
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. ALEGAÇÃO DE EXISTÊNCIA DE CONTRAMANDADO DE PRISÃO. INEXISTÊNCIA. PRISÃO
POSTERIORMENTE MANTIDA. DESCONHECIMENTO DAAÇÃO PENAL. IRRELEVÂNCIA. TESE DE AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO
PARA A DECRETAÇÃO DA PRISÃO. INOCORRÊNCIA. REQUISITOS DE ADMISSIBILIDADE (ART. 313, CPP) E PRESSUPOSTOS
(ART. 312, CPP) DEMONSTRADOS CONCRETAMENTE. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA RESGUARDADA COM A SEGREGAÇÃO
CAUTELAR. MATERIALIDADE DO CRIME COMPROVADA. INDÍCIOS DE AUTORIA RECAEM SOBRE O PACIENTE. ALEGAÇÃO
DE EXCESSO DE PRAZO. NÃO CONFIGURADO. INSTRUÇÃO CRIMINAL ATENDE AO PRINCÍPIO DA DURAÇÃO RAZOÁVEL DO
PROCESSO. MEDIDAS CAUTELARES DIVERSAS DA PRISÃO INSUFICIENTES. PRISÃO PREVENTIVA NECESSÁRIA E A ÚNICA
CAUTELAR ADEQUADA PARA O CASO CONCRETO. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO CONFIGURADO AÇÃO CONHECIDA.
ORDEM DENEGADA.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 15 de julho de 2019 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano XI - Edição 2383 137

24 Habeas Corpus nº 0802501-96.2019.8.02.0000 , de Igaci, Vara do Único Ofício de Igaci


Impetrante : Franklyn Alves Oliveira Lima
Paciente : Allan Pitter Gonçalves de Alvarenga
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Ofício de Igaci
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. FURTO QUALIFICADO. ALEGAÇÃO DE EXCESSO DE PRAZO DA INSTRUÇÃO CRIMINAL. POSTERIOR
PROLAÇÃO DE SENTENÇA ABSOLUTÓRIA. PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO. INTELIGÊNCIA DO ART. 659 DO CPP. AÇÃO
CONHECIDA. ORDEM PREJUDICADA.

18 Habeas Corpus nº 0802712-35.2019.8.02.0000 , de Maceió, 11ª Vara Criminal da Capital


Paciente : Alexsandro Avelino dos Santos
Impetrado : Juiz de Direito da 11ª Vara Criminal de Maceió
Impetrante/Def : João Fiorillo de Souza
Impetrante/Def : Marcelo Barbosa Arantes
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS. SUPOSTA AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO PARA DECRETAÇÃO DA
SEGREGAÇÃO CAUTELAR. NÃO VERIFICAÇÃO. ELEMENTOS QUE INDICAM A NECESSIDADE DA MEDIDA EXTREMA. GARANTIA
DA ORDEM PÚBLICA. PACIENTE QUE RESPONDE A OUTRAS AÇÕES PENAIS PELAS SUPOSTAS PRÁTICAS DO MESMO CRIME.
CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO EVIDENCIADO. MANUTENÇÃO DA MEDIDA RESTRITIVA DE LIBERDADE. ORDEM CONHECIDA
E DENEGADA. UNÂNIME.

19 Habeas Corpus nº 0802737-48.2019.8.02.0000 , de Maceió, 15ª Vara Criminal da Capital / Juiz. Entorpecentes
Impetrante/Def : João Fiorillo de Souza
Impetrante/Def : Mariana Soares Braga
Impetrado : Juiz de Direito da 15ª Vara Criminal da Capital - Entorpecentes
Paciente : Girlene Leão Peixoto
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS. ALEGADA ILEGALIDADE DA CONSTRIÇÃO CAUTELAR EM VIRTUDE
DA AUSÊNCIA DE REALIZAÇÃO DA AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA. MERA IRREGULARIDADE PROCESSUAL. INEXISTÊNCIA DE
CONSTRANGIMENTO ILEGAL QUE AUTORIZE A CONCESSÃO DA ORDEM. ALEGADA AUSÊNCIA DE REQUISITOS LEGAIS E
DE FUNDAMENTAÇÃO PARA A PRISÃO PREVENTIVA. NECESSIDADE DE ASSEGURAR A APLICAÇÃO DA LEI PENAL. ORDEM
CONHECIDA E DENEGADA.UNÂNIME.

20 Habeas Corpus nº 0802768-68.2019.8.02.0000 , de Delmiro Gouveia, 2º Vara de Delmiro Gouveia / Entorpecentes


Paciente : Renato Anacleto de Azevedo
Impetrante : Ronaldo dos Santos
Impetrado : Juiz de Direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Delmiro Gouveia
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor:
EMENTA :HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS (ART. 33, DA LEI 11.343/06). CORRUPÇÃO DE MENORES (ART. 244-B,
ECA). ARGUMENTAÇÃO DE ILEGALIDADE POR EXCESSO DE PRAZO PARA REALIZAÇÃO DA AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA. MERA
IRREGULARIDADE. QUESTÃO SUPERADA PELA DECRETAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA. AUDIÊNCIA DEVIDAMENTE REALIZADA,
AINDA QUE FORA DO PRAZO. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO EVIDENCIADO. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE REQUISITOS E
DE FUNDAMENTAÇÃO PARA A PRISÃO PREVENTIVA. NECESSIDADE DE GARANTIR A ORDEM PÚBLICA. RISCO CONCRETO DE
REITERAÇÃO DELITIVIVA. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO EVIDENCIADO. IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DE MEDIDAS
CAUTELARES DIVERSAS DA PRISÃO. MANUTENÇÃO DA MEDIDA RESTRITIVA DE LIBERDADE. ORDEM DENEGADA.UNÂNIME.

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