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AVALIAÇÃO FORMATIVA DA DISCIPLINA DE

EDUCAÇÃO ESPECIAL
LETRAS – 2020.2

Nome(s): Pablo Canovas, Lucas de Carvalho Gomes e Isabela Matioli Oliveira


Prof. Dr. José Eduardo Lanuti

Atividade 1 (Escolha uma das opções abaixo para realizar)


Joana é a nova professora de História do 1º ano do Ensino Médio de uma escola da rede estadual de
ensino. Em sua sala há 28 alunos e, dentre eles, dois têm deficiência visual e, outros dois, deficiência
intelectual. Ela não tem experiência profissional, este é o segundo
ano de sua carreira docente. Muito aplicada, Joana tem se dedicado a identificar quais são
os alunos diferentes para lhes oferecer um atendimento também diferente. Preocupa-se em identificar
semelhanças entre os alunos para formar grupos funcionais (aqueles nos quais os estudantes com
rendimento semelhante interagem para avançar). Ou seja, baseia-
se na diversidade de grupos de alunos da sua turma.

Qual a relação entre o modo que Joana encontrou para desenvolver o seu trabalho pedagógico e a
discussão sobre diversidade e diferença que realizamos em nossa primeira
aula?

A Filosofia da Diferença – distinção entre diversidade e diferença e suas implicações pedagógicas

Com base no que estudamos até o momento, responda às questões a seguir.

1. Verdadeiro ou falso?
(F) O pensamento do filósofo Gilles Deleuze foi dedicado à definição de uma identidade para o sujeito.
(V) Identidade e diversidade estão relacionadas, bem como a diferença e a deficiência.
(V) A deficiência diz respeito à consideração de determinadas características daqueles que,
historicamente, foram e são considerados “diferentes”.
(V) Pode-se afirmar que a exclusão escolar se dá a partir da desconsideração da diferença “de cada”
estudante e na consideração da “diferença entre” eles.

Assinale a alternativa correta nas questões 2 e 3.


2. A inclusão tem a ver com duas ideias importantes: a de diversidade e de diferença. A distinção
entre esses conceitos é:
a) A diversidade se refere às várias deficiências e a diferença ao nível (ou tipo) de cada uma delas.
b) A diversidade se refere às várias características físicas e intelectuais das pessoas, a partir de cada
deficiência. A diferença, por sua vez, está relacionada às pessoas sem deficiência.
X) A diversidade e a diferença são termos distintos, mas que expressam a mesma ideia: as variâncias
existentes entre cada pessoa, ou grupo de pessoas.
d) A diversidade se refere às características físicas e/ou mensuráveis; a diferença, na verdade, não tem
definição. Trata-se de um conceito aberto que se refere ao que cada pessoa é, interiormente.

3. A reversão do pensamento platônico se dá na medida em que:


a) Instituímos modelos que devem ser seguidos apenas por aqueles que possuem condições para tal.
b) Desconsideramos os modelos instituídos, historicamente, e entendemos que não devemos seguir regras,
normas de conduta, valores éticos, dentre outros.
X) Desconsideramos os modelos instituídos, historicamente, para abandonarmos a ideia de que a
aprendizagem ocorre, ou ao menos deveria ocorrer, de modo parecido entre os alunos.
d) Criamos o perfil preconcebido de aluno e, a partir dele, classificamos os demais em “com deficiência”,
“sem deficiência”, “atrasados”, “adiantados” dentre outros, para organizar melhor o andamento das aulas
e garantir o sucesso de uma aula.

Atividade 2 (Escolha uma das opções abaixo para realizar)

Estudamos as fases pelas quais a educação escolar passou no Brasil: segregação, integração e inclusão.
Escolha PELO MENOS cinco das onze questões que estão anexas OU crie um mapa mental/conceitual a
respeito desse assunto.

Sobre o texto “A Educação Especial no Brasil”

1. O que você pensa sobre as instituições que dão assistência às pessoas com deficiência?

2. Segundo o texto, “Contrariamente a outros países, os pais brasileiros, na sua maioria, ainda não
se posicionaram em favor da inclusão escolar de seus filhos”. Para você, por que a realidade
brasileira é diferente da realidade dos demais países?
3. Como as famílias poderiam contribuir para o processo de inclusão escolar das pessoas com
deficiência?

4. Segundo o texto: “As pessoas buscam afirmação e querem ser ouvidos, como outras vozes das
minorias, que precisam ser consideradas em uma sociedade democrática, como a que hoje vivemos
neste país”. O que, para você, é um país com que vive na democracia?
Resposta: A democracia, etimológicamente considerada, já demonstra sua natureza social: demos kratos, poder do
povo. Dessa forma, e democracia é a emanação da vontade coletiva, é o substrato superveniente ao fenômeno
social. Torna-se patente, por conseguinte, que é dever do povo demandar a democracia, e o povo não pode fazê-lo
senão todos estiverem em pé de igualdade. E essa igualdade claramente não é um estado de natureza, em que
nascemos em pura bonanza, senão que é mister a luta pela igualdade.
Sendo assim, viver em democracia é se esforçar para vivê-la. É reduzir as situações de desigualdade para a
igualdade, respeitando a diferença de cada um.

5. Pensando nas pessoas com deficiência, como seria uma sociedade democrática?
Resposta: É aquela sociedade em que há um esforço condigno dos participantes para que o estado de deficiência
em que se encontra o deficiente seja combatido até que, não mais haja esse status quo de deficiência, mas que tudo
ao seu redor seja plenamente adequado à ele e a todos, um verdadeiro estado de igualdade.
Esse dever, claro que cabe a escola como um todo e até mesmo ao pais, mas, de forma mais própria, é um dever
incumbido aos professores. É dever do professor dizimar toda a diferença e preconceito que ocorre na sala de aula,
de oferecer todas as condições onde todos os alunos serão apenas isso: alunos. Sem diferença, apenas igualdade,
que é a sintese da unidade na diversidade, é o respeito de toda diferença individual sob a égide de uma única
igualdade.

6. Educação especial é uma modalidade de ensino. O que isso quer dizer?


Resposta: Em geral, quer dizer que a LDB cria uma modalidade própria para atender a demanda de alunos em
estado de deficiência. Ela pode trazer coisas boas, como o assistente na sala de aula e a sala de recursos para o
aluno em condição de deficiência, entretanto, pode também trazer coisas más, como o impeto de separar
completamente o aluno especial da sala de aula comum.

Ainda sim, deve-se sempre ter em mente a necessidade de proteger os direitos daquele que está em
condição de deficiência e o dever de se esforçar ao máximo, logrando tirá-lo dessa condição por meio de
mudanças sociais. A educação especial deve então ser concomitante da educação comum, para não retirar
nenhum direito daqueles que estão em situação de deficiência.
7. Há uma pergunta no texto que podemos tentar responder. Vamos lá? A LDB destina o Capítulo
V inteiramente à educação especial, definindo-a no Artg. 58º como uma ... “modalidade de educação
escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos que apresentam
necessidades”. Este destaque seria de fato um avanço?

8. Quais as diferenças entre a integração e inclusão escolar?


Resposta: A integração é a mera presença, sem ação humanizadora da educação, um exemplo seria o caso de
negros que, muito embora estejam presentes na sala de aula, ainda são socialmente excluidos pelos colegas de
classe. Enquanto a inclusão é não só permitir o aluno a ter educação, mas ter a educação que todos tem, uma
verdadeira democratização.

9. O que ainda falta, na sua opinião, para que as escolas brasileiras se tornem, de fato, espaços
inclusivos?
10. O que você acredita que falta na formação de professores em relação às necessidades de uma
escola inclusiva?
Resposta: Em geral, estudo e experiência. O estudo traz a noção dos deveres do professores para com a
inclusão, e dos direitos dos alunos de estarem incluidos. A experiência traz consigo certa informação
sobre como lidar com as mais diversas situações, onde cada diferença do aluno em relação ao sistema
possa ser contornado de forma equalizadora e inclusiva. O professor também não pode cair no dogma de
que há certa fórmula universal de como tratar com desigualdades, mas cada desigualdade é única, pois a
diferença de cada indivíduo é insondável pela riqueza da essência humana.
11. Quais as características dos períodos segregacionista, integracionista e inclusivo?

Atividade 3

Respondam à questão que fiz a vocês ao final do vídeo, disponível no link: Como a concepção de
deficiência, baseada no modelo social, exige de você, mudanças na prática?

Resposta: Antes de mais nada, a concepção de deficiência é como que um sensor de nossa própria
ignorância. Pois, foram pelas aulas, que o grupo percebeu não saber nada de como lidar em situações
inesperadas e, além disso, não só lidar como lidar humanisticamente, compreensivamente e sem qualquer
preconceito. Essa ignorância, por sua vez, nos leva a necessidade de continuar estudando o assunto,
perseverar no progresso da humanização e da igualdade para, quando nos enfrentarmos com isso,
estivermos preparados, teoricamente e praticamente, e cabe a nós professores retirarmos a situação de
deficiência, fazendo a situações adequar-se ao problema, pois educar não é outra coisa senão evoluir.
https://youtu.be/8d6WYV14pWI

Atividade 4
A partir da aula sobre bilinguismo, respondam no mínimo uma das questões a seguir:

1) Quais modificações seriam necessárias na escola comum para que nela fosse desenvolvido um
bilinguismo concomitante?
Resposta: É necessário, antes de tudo, livrar-se de alguns dogmas sobre o bilinguismo. Não se deve acreditar que
a língua segunda só conhecida por meio da primeira, esta servindo como que lentes para aquela, gerando, na
prática, que a relação de uma palavra com um sinal é o suficiente para a aprendizagem da língua, o que não é o
caso.
Em um segundo momento, cabe ao professor planejar a aula em duas línguas (e não meramente traduzir),
vislumbrando as atividades como direcionadas ao todo, não ao particular nem ao individual, mas ao totus abstrato
que engloba a diferença de cada um.
Por fim, no momento da aula em si, o professor é sempre o responsável pelo ministério de sua docência, porém, o
professor de libras também deve se posicionar para que todos o vejam, e, assim, a sala inteira (não só o aluno em
estado de deficiência) aprende tanto o PT-BR como a libras, como instrumentos côngruos para uma mesma
atividade, sem reiterar o estado em que se encontra aquele diagnosticado como surdo, mas equalizando-no com o
resto da turma.

Antes de mais nada, a concepção de deficiência é como que um sensor de nossa própria ignorância. Pois,
foram pelas aulas, que o grupo percebeu não saber nada de como lidar em situações inesperadas e, além
disso, não só lidar como lidar humanisticamente, compreensivamente e sem qualquer preconceito. Essa
ignorância, por sua vez, nos leva a necessidade de continuar estudando o assunto, perseverar no progresso
da humanização e da igualdade para, quando nos enfrentarmos com isso, estivermos preparados,
teoricamente e praticamente, e cabe a nós professores retirarmos a situação de deficiência, fazendo a
situações adequar-se ao problema, pois educar não é outra coisa senão evoluir.
2) A LIBRAS é uma língua, não uma linguagem. Sua aquisição é fundamental para pessoas com e
sem surdez. O que você pensa a respeito dessa afirmação com base no conceito de bilinguismo?

3) Qual seria o papel do professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) no


desenvolvimento do bilinguismo concomitante em uma escola comum?

Atividade 5
Com base no que estudamos sobre a alteração da PNEEPEI (2008), gostaria que vocês
respondessem a questão a seguir: Qual o seu posicionamento (ou o do seu grupo) em relação à
proposta de alteração da PNEEPEI, 2008? Quais pontos positivos ou negativos você vê? Utilize
argumentos que fundamentem o seu posicionamento.
Resposta: A nova proposta, cuja roupagem é enfeitada, cintilante, não passa disso: roupagem. Uma casca bela para
uma fruta morta. Mas, antes de prosseguir, é mister que se apresente a proposta e as arrogadas razões para tal,
afinal, o prudente empreendimento científico estabelece que o conhecer vem antes do criticar, razão pela qual a
ciência distingue-se da razão ordinária.
Por mais que a política de 2008 não seja perfeita, o que o novo projeto procura negando a política de 2008 é voltar
os alunos deficientes à vazia integração, separá-los dos supostos “normais”. Ademais, a razão que os defensores da
proposta atual enunciam como premissa fundadora o seguinte argumento: Essa separação trará benesses àqueles
que estão em estado de deficiência. Ora, uma pessoa “diferente” ao lado das “normais” concorre como sujeito de
chacotas, infere-se, portanto, a necessidade de tirar o aluno da sala de aula comum e criar uma sala especial que
cumpra as necessidades e os proteja.
Entretanto, por mais boa que seja a roupagem da proposta, nem sempre a aparência corresponde à natureza
subjacente, essa, que podemos afirmar que é má por essência. Não é necessário tanta erudição para perceber que a
separação entre os normais e os diferentes, independente do quão boa seja a intenção por de trás disso, é apenas
uma maneira de cristalizar o profundo repúdio ao irregular; é a implícita preguiça, pecado capital, de se esforçar
para a adaptação. Tal qual as tropas da GESTAPO retiravam os judeus de suas casas, os alunos em estado de
deficiência são retirados de sua sala para um tratamento que “lhes é próprio”.

É dever do acadêmico, portanto, lutar contra isso. Mas não a luta barbárica dos gritos e dos socos, mas a luta da
melhor razão, da dialética, da justaposição das contraposições.
Atividade 6
Com base em tudo o que estudamos sobre Tecnologia Assistiva, respondam no mínimo 3 das 5 questões
a seguir:

1. A Tecnologia Assistiva (TA) pode ser entendida como:


a) ( ) componente curricular, de natureza interdisciplinar, que refere-se a recursos e serviços específicos
para a pessoa com deficiência.
b) ( ) área do conhecimento, de natureza interdisciplinar, que refere-se a recursos e serviços específicos
para a pessoa com deficiência.
c) ( ) componente curricular, de natureza disciplinar, que refere-se a recursos e serviços
para pessoas com dificuldades de aprendizagem e deficiência.
d) (X) área do conhecimento, de natureza disciplinar, que refere-se a recursos e serviços
específicos para a pessoa com deficiência ou dificuldades de aprendizagem.

2. Professora Ana disse em uma reunião que o computador da sua sala era uma Tecnologia
Educacional para alguns alunos, mas que funcionava como uma TA para dois alunos com
deficiência visual. Comente essa situação.
Uma tecnologia é considerada assistiva na medida em que serve para fins assistivos, i.e., subordina-se
para a melhora da aprendizagem de alguém com dificuldades ou impedimentos físicos, psíquicos e
sociais, ou seja, é tudo aquilo que busca diminuir a situação de deficiência. Ainda sim, este mesmo
objeto assistivo, caso usado por alguém que não tem as necessidades que essa tecnologia busca suprir,
torna-se uma tecnologia comum, como o computador da professora Ana que ora era TA e ora era TE,
segundo as finalidades postas por seus usuários.

3. Dos 8 critérios para avaliação de uma TA, estudados na aula passada, quais você considera os
mais importantes? Justifique.

4. Imagine a situação: Você atua na coordenação pedagógica de uma escola e, portanto, é


responsável pela orientação dos professores da sala comum e do AEE. Seu objetivo é que ambos
desenvolvam um trabalho colaborativo, a partir das funções de cada um.
Quais orientações iniciais você daria à sua equipe nesse sentido?

5. Comente o que mais lhe chamou a atenção em relação à Tecnologia Assistiva.


É impressionante como o modelo de tecnologia assistiva segue o mesmo modelo de Tecnologia
Assistiva reflete toda a máxima da matéria, isto é, reflete que a educação é a inclusão das diferenças. A
educação é inclusiva, claro, mas não é ao modo de mera integração, criando amalgamas irreconhecíveis,
onde a individualidade e as diferenças essenciais são destruídas, muito pelo contrário, a inclusão respeita
a diferença de cada um, e ainda por cima, se erige sobre a diferença. Nesse sentido, a tecnologia assistiva
é uma maneira de, reconhecida a diferença de algum aluno, a escola tem que procurar minar a exclusão
educativa do sistema e da sociedade, tornando-o iguais aos outros perante os olhos da sociedade e da
educação.
Atividade 7
Sobre a live disponível no link abaixo, escreva em poucas linhas qual ponto mais lhe chamou a atenção no
que se refere:

- aos desafios para a construção de uma escola sociedade inclusiva OU

- à distinção entre a diversidade e a diferença OU

- à humanização da escola e da sociedade.

(Escolha apenas um assunto para discutir, ok?)

https://www.youtube.com/watch?v=f5-31nFk8SM&feature=youtu.be

Distinção entre a diversidade e a diferença

A diversidade é a pacífica união dos contrários, mas essa união carece do respeito da diferença que
cada um carrega em seu mais profundo âmago. Se se cair no ideal de que todos são iguais, cai-se também
na mera integração dos contrários, sem o esforço de torná-los iguais (afinal, segundo essa perspectiva, já o
são). Pelo contrário, caso se considere que cada pessoa tem sua diferença e seu estado de necessidade,
considera-se também o dever de torná-las iguais. Digamos, exempli gratia, que exista em uma certa sala
de aula alguém bom em gramática e alguém com dificuldade em gramática, logo, aquele que está em
dificuldade demonstra um estado de necessidade, e é dever do professor lidar com esse estado, para torná-
lo igual aos demais. Dessa forma, a verdadeira diversidade (e não ao amálgama monstruoso da integração)
só surge na consideração da diferença insondável que cada ser contém em relação ao proximo.

PRODUTO FINAL DA DISCIPLINA


Estrutura:
Título: (deve retratar exatamente o que o grupo / aluno fez)

INTRODUÇÃO
Este trabalho refere-se às atividades desenvolvidas durante o 1º semestre do ano de 2020, na
disciplina “Educação Especial”, ministrada pelo Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Evangelista Lanuti.
A introdução deve explicitar os motivos que levaram à escolha do tema, quais perguntas esse assunto
provocou em vocês e qual objetivo vocês pretendiam alcançar ao realizar esse trabalho.
MATERIAIS E MÉTODOS
O que vocês fizeram a partir do tema escolhido? Como fizeram (passo a passo)? Por que decidiram fazer de
tal modo? Quais recursos utilizaram?
PRODUTO E RESULTADOS OBTIDOS
Em relação ao objetivo que vocês tinham, alcançaram quais resultados? Se não alcançaram, justifique o
motivo. Analisar as razões que dificultaram o trabalho pode ser também muito bacana! Se vocês fizeram
entrevistas, planos de aula, diário de bordo, análise de casos, mapas conceituais/mentais... é nesse item que
vocês apresentarão. Se optaram por uma apresentarão em slides, podem dar prints das telas e colocar aqui
também. Se for um vídeo, coloquem aqui o link para acesso.
CONCLUSÕES
Depois de tudo isso que vocês vivenciaram, pesquisaram, a quais conclusões vocês chegaram? Como esse
conhecimento pode ajudar você (s) de alguma forma?
REFERÊNCIAS
Usaram algum texto para se basear? Escreva quais foram eles.

Essa estrutura de relatório está sendo proposta para que, depois, vocês possam utilizar esse material
em algum evento, para publicarem em uma revista etc. Alunos dos semestres passados transformaram
seus trabalhos em excelentes apresentações em eventos. Foi uma experiência muito bacana! 😊