NOTAS ACERCA DOS PRINCÍPIOS QUE REGEM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

Gisele Gonçalves Pinheiro Advogada OAB/AC 2991 Especialista em Direito Urbanístico PUC_MG Att. Licitação e Contratos PUC_MG

1. CONCETO

Segundo Hely Lopes, o Direito Administrativo Brasileiro é um conjunto harmônico de princípios jurídicos que regem os órgãos, os agentes e as atividades públicas tendentes a realizar concreta, direta e imediatamente os fins desejados pelo Estado. Para Sylvia Di Pietro, o Direito Administrativo é o ramo do Direito Público que tem por objeto os órgãos, os agentes e pessoas juridicamente administrativas, que integram a administração pública, a atividade jurídica não contenciosa que exerce os bens de que se utiliza, para a consecução de seus fins, de natureza pública.

1. 1. SISTEMA ADMINISTRATIVO BRASILEIRO: Regime Jurídico Administrativo É o regime adotado pelo Estado para a correção dos atos administrativos ilegais ou ilegítimos praticados pelo poder público em toda sua esfera de governo. O Brasil adotou o sistema de jurisdição única, ou seja, do controle administrativo pela justiça comum. Tal sistema é o da separação entre o executivo e o Judiciário, ou seja, entre o Administrador e o Juiz. Regime jurídico administrativo é o conjunto de regras envolvendo prerrogativas e obrigações que o ordenamento jurídico confere a administração, para que, através delas, preserve os interesses da coletividade. Ver: Art. 1o CFRB/88. 1. 2. Noções Preliminares IFunção: Têm-se uma função quando alguém exerce uma atividade representando interesse de terceiros. Toda vez que alguém atua uma função está exercitando interesse próprio e sim de terceiros. Função Administrativa: É toda atividade desenvolvida pelo poder público representando interesse de terceiros.

II-

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possuem personalidade jurídica e por força disso. 37 CFRB/88. Eficiência.OBS: Em nenhuma hipótese. Artigo 37. moralidade. encontramos pessoas. capacidade para está em juízo. logo. logo. Publicidade. Estadual. Moralidade. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. empresas públicas. Legalidade. o poder público pode atuar para representar a si próprio. Impessoalidade. “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. Ex: Esfera Federal: Ministérios Esfera Estadual e Municipal: Secretarias. não tem capacidade para está em juízo nem propondo. Ex. compõe a administração indireta. basicamente se encontram órgãos.: Metrô é sociedade de economia mista estadual. da Constituição da República Federativa do Brasil. Ex: Autarquias. ou para a exploração de atividade econômica. publicidade e eficiência”. E se não são dotados de personalidade jurídica. OBS: Destinatários dos princípios: Administração Direita e Indireta das esferas Federal. na 2 . que não possuem personalidade jurídica. OBS: Caro leitor. OBS: As pessoas são criadas para a execução de serviços públicos quando não competem com a iniciativa privada. O Banco do Brasil explora atividade econômica e está na administração indireta. PRINCÍPIOS Princípios Básicos-Art. sociedades de economia mista e associações. OBS: Na Administração Indireta. ou exame de ordem que te questionarem quais são os princípios gerais da administração pública. caso tu te depares com uma questão em um concurso público. Municipal e Distrital. nem sofrendo medida judicial. caput. prestando serviço público. OBS: Na Administração direita. dos Estados. IIIReflexos: Por força dos interesses que representa quando atua. OBS: Prerrogativas/Obrigações: Auto-executoriedade dos atos administrativos 2. OBS: A expressão interesse da coletividade e interesse público primário são sinônimos. impessoalidade. fundações. a administração recebe do ordenamento jurídico prerrogativas e obrigações que não se estendem aos particulares. quando competem com a iniciativa privada.

sob pena de praticar ato inválido ou expor-se a responsabilidade disciplinar. II-Impessoalidade O princípio da impessoalidade estabelece que o administrador público somente deverá praticar o seu ato para o fim legal. I-Legalidade É o principio básico de todo Direito Público. sujeito aos mandamentos da lei e às exigências do bem comum. “a administração pública não pode por simples ato administrativo. conforme o artigo 37. dela não podendo constar 3 .Moralidade. para tanto ela depende da lei”. como ensina Di Pietro. informativo ou de orientação social. civil e criminal. obras. conceder direitos de qualquer espécie. lembre-se: Legalidade. Esse princípio também deverá ser entendido para se excluir a promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos sobre suas realizações administrativas. O administrador não poderá atentar contra os mandamentos da lei e às exigências do bem comum. Por impessoalidade devemos também entender que há uma proibição da prática do ato administrativo para satisfazer interesse privado ou para favorecer determinada pessoa ou determinada situação.A legalidade significa que o administrador público está. “É o clássico princípio da finalidade” O fim legal é aquele que a lei estabelece. o administrador tem que fazer somente o que está autorizado por lei. Artigo 37. § 1o da Constituição da República Federativa do Brasil. em toda a sua atividade funcional. conforme o caso.Publicidade e Eficiência = LIMPE.ordem em que se apresentam na CFRB/88. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo. criar obrigações ou impor obrigações aos administrados. que é o interesse público. Impessoalidade. Observe que na Administração Pública não há liberdade ou vontade pessoal. tendo sempre um objetivo. programas. 1o da CRFB/88: “A publicação dos atos. Assim.

mesmo regular. segundo as exigências da instituição a que serve e a finalidade de sua ação. mas também à lei ética da própria instituição.nomes. III-Moralidade A moral administrativa significa o dever do administrador de não apenas cumprir a lei formalmente. precisa da publicação para produzir efeitos no mundo jurídico. símbolos ou imagens que caracterizam promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos”. 4 . é requisito de eficácia. o ato administrativo não terá que obedecer somente à lei jurídica. A publicidade não é elemento formativo do ato. Qualquer ato administrativo que não atender ao interesse público estará sujeito à anulação por desvio de finalidade. porque nem tudo que é legal é honesto. Observe que o desvio de finalidade por parte dos agentes públicos constitui modalidade de abuso de poder. deverá manter o elemento ético de sua conduta”. Por considerações de Direito e de Moral. mas vai além. ao atuar. A moralidade administrativa está ligada ao conceito do bom administrador. A moralidade é um pressuposto para a validade de todo e qualquer ato da Administração Pública. mas cumprir substancialmente. que é o bem comum da coletividade administrada. que é aquele que usa sua competência legal para atender os preceitos vigentes e a moral comum. É em decorrência deste princípio que temos o concurso e a licitação. Por este princípio o administrador não aplica apenas a lei. como já diziam os romanos. procurando sempre o melhor resultado para a administração. Um ato. “O administrador. IV-Publicidade É a divulgação oficial do ato para conhecimento público e início de seus efeitos externos. “non omne quod licet honestum est” A moral administrativa é imposta ao agente público para sua conduta interna.toda atuação do administrador é inspirada no interesse público. aplicando sua substância.

artigo 37. e sempre em busca de qualidade. Observe que qualquer documento público poderá ser examinado na repartição por qualquer interessado. televisão ou rádio”. como princípio da Administração Pública. através de meios constitucionais. direito de petição. entretanto. todos os atos administrativos tem que ser publicados. neutra. o agente estará indo contra o princípio da Impessoalidade. investigações policiais. por meio do exercício de suas competências de forma imparcial. eficaz. Alexandre de Moraes define o princípio da eficiência como sendo aquele que impõe a administração direta e indireta e aos seus agentes a persecução do bem comum. visa a propiciar seu conhecimento e controle pelos interessados diretos e pelo povo em geral. como. foram publicados. além de assegurar seus efeitos externos. transparente. 1o da CRFB.Observe que os atos irregulares não passam a ser regulares devido à publicação. poderá haver sigilo nos casos de segurança nacional. os pareceres dos órgãos técnicos e jurídicos. A publicidade não poderá caracterizar promoção pessoal do agente público. também. V-Eficiência Novo princípio instituído pela Emenda constitucional nº 19. como já vimos. que poderá obter certidão ou fotocópia autenticada para fins constitucionais. como ação popular. entretanto. propicia o conhecimento da conduta interna de seus agentes. mandado de segurança. ou interesse superior da Administração Pública a ser preservado em processo previamente declarado sigiloso. entretanto. habeas data. abrange toda a atuação estatal. os despachos intermediários e finais. A publicidade. O princípio da publicidade dos atos e contratos administrativos. “A publicação que produz efeitos é a do órgão oficial da Administração Pública. primando pela adoção dos 5 . prestações de despesas e a prestações de contas submetidas aos órgãos competentes. Esta publicidade abrange os atos em andamento. Por órgão oficial entende-se o Diário Oficial das entidades públicas e os jornais contratados para estas publicações oficiais. sem burocracia. se isto ocorrer. participativa. as atas de julgamentos das licitações e contratos com quaisquer interessados. simplesmente continuam a ser irregulares e passíveis de anulação. “Regra geral. não somente sob o aspecto de divulgação oficial dos seus atos. e não a divulgação pela imprensa particular. nos termos do Decreto federal 79099 / 77”.

Controle. Descentralização A Reforma Administrativa de 1967 no artigo 6o do Decreto-Lei 200 / 67. na forma de lei complementar.em virtude de sentença judicial transitada em julgado. Os artigos 37 a 41 da CRFB. O objetivo é que o servidor público tenha mais eficiência no serviço para que a Administração Pública possa alcançar seus objetivos mais rapidamente. Tenha por exemplo. Toda a atividade da Administração Federal deverá ajustar-se à programação aprovada pelo Presidente da República a ao orçamento-programa. controle. Eficiência é o melhor resultado com o uso racional dos meios. “O servidor público estável só perderá o cargo”: I . II . dada pela Emenda constitucional nº 19. e estabelece que o servidor público estará sujeito a avaliação periódica de seu desempenho. Princípios Fundamentais da Administração Pública Planejamento. de duração plurianual. deixa bem claro o princípio da eficiência. assegurada ampla defesa. estabeleceu os princípios fundamentais de planejamento. de programas globais.critérios legais e morais necessários para a melhor utilização possível dos recursos públicos. Coordenação O princípio da coordenação visa entrosar as atividades da Administração Pública. por ora. Delegação de Competência. devido ao princípio da eficiência. sofreram inúmeras modificações. Artigo 41.mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. através de um plano geral de governo.mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. §1o da Constituição da República Federativa do Brasil. de maneira a evitar desperdícios e garantir-se uma rentabilidade social. mesmo estável no serviço público. §1o. 6 . do orçamento-programa anual e da programação financeira de desembolso que são seus instrumentos básicos.” A redação do inciso III. o artigo 41. delegação de competência. como veremos a seguir. descentralização. Coordenação. III . setoriais e regionais. coordenação. Planejamento O planejamento é o estudo e estabelecimento de diretrizes e metas que deverão orientar a ação governamental.

especificamente. representado pela União. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. de observância de normas genéricas e de aplicação dos dinheiros públicos e guarda dos bens da União. a qual. as autoridades da Administração Pública transferem atribuições decisórias a seus subordinados. a coordenação impõe-se a todos os níveis da Administração Pública. As entidades do Estado são pessoas jurídicas únicas. que são indispensáveis ao exercício de suas funções e atividade típicas. 7 . Estes órgãos. investida nos necessários poderes de administração. Tenha como exemplo a supervisão ministerial a que estão sujeitos todos os órgãos da Administração Federal. significa atribuir a outrem poderes da Administração. Delegação de Competência Por delegação de competência. em sentido jurídico-administrativo. exercita atividade pública ou de utilidade pública. agem em nome do Estado. portanto. Descentralização A descentralização. através das chefias individuais. Desta forma. a existência de uma pessoa distinta da do Estado. pelos Estados. O detentor dos poderes da Administração Pública é o Estado no sentido de Poder Público. composta de vários órgãos. não agem em nome próprio.O objetivo é harmonizar todas as atividades da Administração Pública. de reuniões de que participem as chefias subordinadas e de comissões de coordenação em cada nível administrativo. portanto. os controles de execução e observância de norma específicas. Na administração direta prevêem-se. De aplicação permanente. A descentralização administrativa pressupõe. Controle O controle das atividades administrativas da Administração pública é um dos meios pelos quais se exercita o poder hierárquico. não possuem personalidade jurídica e. temos um órgão superior controlando um órgão inferior. submetendo-as ao que foi planejado.

devemos entender que o regime será celetista. Autárquica e Fundacional. Quando o regime jurídico é celetista o empregado público é regido pela CLT. Entretanto se o tema for o Regime Jurídico ADMINISTRATIVO. seja na Administração Direta ou na Administração Indireta. Há um limite entre o uso e o abuso do poder. Quando falamos em regime estatutário. Lei 8112/90. O administrador deverá agir de forma equilibrada. regime jurídico que poderá ser estatutário ou celetista. este rege toda a Administração e se fundamenta na supremacia do interesse público sobre o interesse privado. portanto este servidor será regido pelo estatuto federal. Autárquica e Fundacional. Este regime encontramos em toda a Administração Direta e Indireta.O ente ou entidade descentralizada. o servidor é regido por um estatuto. As competências administrativas somente poderão ser válidas. Quando a Lei Complementar não dispuser sobre o regime estatutário. Este princípio representa o Regime Jurídico Administrativo. Princípios Gerais 1) Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Interesse Privado. age por outorga ou por delegação. Por exemplo o estatuto federal é a Lei 8112/90 e se aplica a toda a Administração Direta. 2) Princípio da Razoabilidade. a Lei Complementar estabelece que a Carreira de Auditor Fiscal da Receita Federal é estatutária. Devemos entender que Regime Jurídico é o que rege pessoal na Administração Pública. Por exemplo. 3) Princípio da Proporcionalidade. se exercidas na extensão e intensidade proporcionais ao que está sendo demandado. O agente poderá agir com os seguintes poderes: 8 . Portanto devemos entender que Lei Complementar estabelecerá quais são as carreiras estatutárias e estas carreiras só encontramos na Administração Direta.

HIERÁRQUICO. Neste caso o agente age com abuso de poder. quando delega ou avoca atribuições. quando cria normas. quando fiscaliza. quando age no uso da conveniência administrativa. Revogação Análise do mérito. da conveniência e oportunidade. quando aplica sanções. VI. Por exemplo. Uma pessoa não poderá ser privada da sua liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. DISCRICIONÁRIO. IV. DESVIO DE FINALIDADE. DISCIPLINAR. um fiscal da Receita que é obrigado a aplicar multa a contribuinte que não cumpriu com uma obrigação tributária. Aos litigantes em processo judicial ou administrativo são assegurados o contraditório e a ampla defesa. I. Há duas espécies do gênero abuso de poder.I. O Poder Judiciário poderá anular atos administrativos. VINCULADO. EXCESSO DE PODER. 6) Princípio do Controle Judicial dos Atos Administrativos. quando o agente alega interesse público visando fim particular 4) Princípio da Motivação. II. DE POLÍCIA. V. como por exemplo. Há entretanto um limite. servidores de uma comissão competente que podem prestar determinado serviço através de seu órgão ou delegar para um particular. quando age na forma da lei. REGULAMENTAR. um fiscal que tem competência para realizar uma auditoria e usa força física ou ameaças para conseguir mais rápido os resultados. Por exemplo. É o dever que a Administração tem de justificar seus atos. III. Se o agente extrapolar estes limites. do interesse público Atos Discricionários Anulação Análise da Legalidade Atos Vinculados e Discricionários 9 . 5) Princípio do Devido Processo Legal e Ampla Defesa. quando o agente extrapola a proporcionalidade.

poderá revogar. Observe que um ato válido está produzindo efeitos. A Administração não depende de provocação do interessado para anular um ato. É privativa da Administração Pública O ato que revoga será discricionário O efeito é EX NUNC. Uma empresa vence procedimento licitatório e passa a prestar um serviço de utilidade pública. um ato nulo pode ser transformado em válido. uma permissão de serviços públicos. não retroage. Por exemplo. que somente poderá revogar atos discricionários. Se o ato for discricionário e a Administração o achar inconveniente ou inoportuno. Por exemplo. se há alguma ilicitude. o agente que praticou o ato não tinha competência. Portanto. Considerações Efeito EX NUNC. A Administração ou o Poder Judiciário anula o ato por razões de ilegalidade Administração Pública e Poder Judiciário O ato que anula será vinculado O efeito é EX TUNC. a Administração revoga o ato. Entretanto. o ato nulo poderá ser convalidado. fazer com que o ato pare de produzir efeitos. Devemos entender que a revogação é privativa da própria Administração. A revogação será dos efeitos que o ato viria a produzir.A Administração Pública revoga por motivos de conveniência administrativa. O ato consumado. ou seja. que já produziu efeitos não será revogado. ou seja. seja o ato vinculado ou discricionário. Se não há mais interesse da Administração em que terceiros prestem este serviço. por motivo de conveniência. nessa qualidade. ou seja. retroage. linha de ônibus. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. à Administração ou ao Judiciário é dado anulá-lo. entretanto. Este ato poderá ser convalidado pelo agente competente. Observe que por motivos de boa fé. 10 . causarem a terceiros. 7) Princípio da Responsabilidade do Estado por Atos Administrativos. ou seja. As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. podemos afirmar que somente atos válidos poderão ser revogados. agiu de boa fé. quer dizer que não retroage. O Poder Judiciário depende de provocação do interessado para anular um ato.

está em perseguição automobilística. 11 . e não consegue evitar colisão com automóvel de cidadão que estava trafegando.Observe que se um policial. A Administração será responsável pelos danos materiais causados por seu agente. É o que chamamos de responsabilidade subjetiva do agente que somente será cobrado do dano material se agir com dolo ou culpa 8) Presunção de Legitimidade Os atos da Administração Pública presumem-se legítimos até que se prove o contrário. 10) Tutela É o controle feito pela Administração Pública Direta sobre as entidades da Administração Pública Indireta. É o que chamamos de responsabilidade objetiva da Administração e das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos. Ver a “exeptio non adimpleti contractus”. a Administração paga e move ação regressiva para cobrar do agente. 11) Autotutela É o poder da Administração pública de revogar ou anular seus próprios atos. Observe que se o agente agiu com dolo ou culpa. o policial foi imprudente. dirigindo com cautela. no exercício da sua função. 9) Especialidade Está associado à descentralização administrativa e à criação de entidades da administração indireta. por exemplo. 12) Continuação do Serviço Público O serviço público é essencial para a sociedade e não poderá parar.

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