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FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DA
FCM – UNICAMP

CAMPINAS - SP
NOVEMBRO/2006
SUMÁRIO

I- INTRODUÇÃO......................................................................................................... 5

II - ARTICULAÇÃO ENTRE GRADUAÇÃO, PÓS-GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO


PERMANENTE ...................................................................................................... 12

III - INTEGRAÇÃO DOCENTE-ASSISTENCIAL.......................................................... 13

IV - PERFIL DO FORMANDO ...................................................................................... 15

V- OBJETIVOS GERAIS DA FORMAÇÃO ................................................................ 15

VI - OBJETIVOS ESPECÍFICOS.................................................................................. 16

VII - GRADE CURRICULAR.......................................................................................... 19

VIII - EMENTÁRIO.......................................................................................................... 27

IX - PROGRAMA DAS DISCIPLINAS .......................................................................... 37

X- CORPO DOCENTE ............................................................................................. 114

XI - INFRA-ESTRUTURA ........................................................................................... 122

XII - PERIÓDICOS ...................................................................................................... 128

XIII - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................... 138


I - INTRODUÇÃO

A qualificação das ações dirigidas a indivíduos e coletividades com vistas à


efetivação das diretrizes e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) é seguramente
um dos maiores desafios das instituições formadoras, da sociedade civil organizada, dos
gestores e dos profissionais de saúde. Nessa direção, as políticas e práticas que visem à
qualificação da força de trabalho, especialmente de formação e capacitação dos
trabalhadores do setor saúde, conformam o campo singular de intervenções das
instituições públicas de ensino.
O acontecimento formal preliminar à efetiva instalação do Curso de Graduação em
Enfermagem da Unicamp no ano de 1978 foi a Resolução nº 44 de 1966, do Conselho
Estadual de Educação do Estado de São Paulo (UNICAMP, 1977:7) que já previa a
implantação de uma Faculdade de Enfermagem na universidade.
O processo de instalação da Faculdade de Medicina de Campinas data de 1959 e
antecede a criação da própria Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), instituída
no ano de 1961 (MARTINS et al., 2001). Autorizada a funcionar somente em 1963, a
Faculdade de Ciências Médicas (FCM), denominação adotada a partir da Resolução nº
44, já previa a instalação de uma Faculdade de Enfermagem. Desde então, a FCM vem
preparando profissionais de saúde em seus próprios serviços ou em parcerias com
serviços de saúde de Campinas e municípios da região e contribuindo na formulação de
políticas, na qualificação de serviços e na prática de atenção à saúde de indivíduos e
coletividades.
A Unicamp, como entidade autárquica, foi legalmente instituída em dezembro de
1962, mas, efetivamente, instalada em 1966 quando incorporou a então Faculdade de
Medicina de Campinas. Esta, mediante acordo firmado, funcionou nas instalações da
Santa Casa de Misericórdia de Campinas até o ano de 1985, tendo em vista que a
construção do Hospital das Clínicas (HC) ocorreu no período de 1975 a 1986, muito
embora o atendimento ambulatorial já funcionasse nas novas instalações desde 1979
(MARTINS et al., 2001).
A inserção da FCM em redes municipais de serviços de saúde, que precede em
décadas a formalização do SUS, teve início no município de Campinas em 1966, através
de projeto de extensão docente-assistencial apresentado pelo Departamento de Medicina
Preventiva e Social. Tal projeto, inspirado nos princípios da Medicina Preventiva e
Integral, envolvia docentes e graduandos de medicina, dirigia-se às famílias de um bairro
da periferia de Campinas, englobando o desenvolvimento de diagnóstico sócio-sanitário,
atividades clínicas e de cunho preventivo, favorecendo as condições para a instalação de
uma unidade básica de saúde local (ZANOLLI e ANDRADE, 2004).
Em 1971, foi elaborado por alguns docentes da FCM um relatório que salientava os
compromissos institucionais com as condições de saúde da população, a inserção dos
graduandos de medicina nos serviços de saúde e a formação de outros profissionais de

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saúde. Tal compromisso materializou-se por meio de convênio entre a Secretaria de
Estado da Saúde e a prefeitura do município de Paulínia, para a criação do Centro de
Saúde Escola de Paulínia (CSEP), em 1972. A partir deste, estabeleceu-se um modelo
de atenção à saúde, baseado na extensão de cobertura de serviços médico-sanitários de
qualidade, inclusive de assistência às urgências ambulatoriais, efetuou-se a
reorganização das atividades extramurais e procedeu-se à implantação de postos de
saúde localizados na periferia do município. Neste modelo assegurou-se a participação e
contribuição dos diferentes profissionais da equipe de saúde na assistência e no ensino
de graduação em medicina, em enfermagem e residência médica em pediatria, clínica
médica, cirurgia e medicina preventiva e social (ZANOLLI e ANDRADE, 2004).
Na década de 70, alguns municípios, entre eles Campinas, deram início a
experiências de organização de serviços e de formulação de políticas locais de saúde,
visando estender a atenção à saúde à população total, em especial aos segmentos
situados nas periferias urbanas, baseados em modelos de organização de serviços de
atenção primária ou medicina comunitária.
De 1966 até 1978, em função de decreto do governador do Estado, a Unicamp foi
dirigida pelo professor Zeferino Vaz. Essa fase foi considerada como o período de
implantação da universidade. Os professores eram contratados por mérito, não havia
concurso, a carreira docente não estava definida e as decisões na universidade eram
tomadas caso a caso (ADUNICAMP, 2002).
Em 1978, quando se encerra o período previsto de sua implantação, a universidade
contava com cerca de 1000 docentes e 14 unidades de ensino (UNICAMP, 2001;
ADUNICAMP, 2002). Neste ano teve início o Curso de Graduação em Enfermagem.
Em agosto de 1976, o reitor Zeferino Vaz nomeou como Professor Colaborador na
FCM o Dr. Luiz Cietto que foi, na seqüência, designado pelo diretor da faculdade, Dr.
José Aristodemo Pinotti, presidente da Comissão de Implantação do Curso Superior de
Enfermagem. O projeto elaborado por essa comissão se compunha, exclusivamente, da
descrição do bloco de disciplinas do tronco básico do curso, em virtude da urgência
requerida de sua tramitação. Foi finalizado em apenas três meses e encaminhado ao
diretor da unidade em 17 de novembro do mesmo ano (UNICAMP, 1977).
O argumento central para a criação do curso de Graduação em Enfermagem da
Unicamp era a necessidade emergente de formação de mão-de-obra para o Hospital das
Clínicas da Unicamp, em fase de construção, e para a rede básica de saúde do município
de Campinas, em processo de implantação (UNICAMP, 1977:2-3).
Em 1978, o município de Campinas já contava com uma rede básica de saúde
composta por 20 Postos Comunitários de Saúde distribuídos em bairros periféricos, nos
quais já atuavam, predominantemente, médicos e auxiliares de saúde pública que eram
recrutados da própria comunidade local e recebiam treinamento em serviço. Nesse
mesmo ano, foram contratadas as primeiras enfermeiras com a função de desenvolver
ações de promoção e proteção à saúde, de diagnóstico e tratamento de agravos mais

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freqüentes, de organização de serviço, treinamento e supervisão dos auxiliares de saúde
pública (SILVA et al, 2000; NASCIMENTO, 2002).
O reconhecimento dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Enfermagem da
Unicamp ocorreu mediante Parecer nº 2038/81 do Conselho Estadual de Educação e
Portaria MEC nº 322, publicada em Diário Oficial da União em 20 de agosto de 1982
(UNICAMP, 1996).
No primeiro ano de funcionamento, apenas três profissionais se incumbiram da
organização e do ensino das primeiras disciplinas de enfermagem, tendo em vista a
inexistência de corpo docente específico para tal fim. A instalação posterior do
Departamento de Enfermagem trouxe como conseqüência a incorporação gradual de
enfermeiros, majoritariamente originários dos quadros assistenciais da instituição, para
atender às necessidades de cada nova disciplina de graduação que ia sendo oferecida. A
partir desse conjunto de profissionais, a criação oficial do Departamento de Enfermagem
na estrutura da FCM, com dez docentes, ocorreria somente no ano de 1981 (PEREIRA &
CERQUEIRA, 1993). Desde então, o Departamento de Enfermagem mantém-se
subordinado à FCM, como o único departamento de ensino, entre os 16 existentes,
exclusivamente composto por docentes não médicos.
A grade curricular adotada, em vigor até o ano de 1996, correspondia em termos
gerais aos preconizados pelo Currículo Mínimo para os cursos de graduação em
Enfermagem, instituído pelo Parecer nº 163/72 do Conselho Federal de Educação
(BRASIL, 1974:721-724).
As disciplinas do tronco básico do Curso de Graduação em Enfermagem,
concentradas no primeiro ano, foram ministradas, predominantemente, pelo Instituto de
Biologia e também por alguns departamentos da FCM. A partir de 1979, iniciou-se o
oferecimento do bloco de disciplinas específicas de enfermagem, então denominado de
tronco profissionalizante, com a participação de enfermeiros, provenientes em sua
maioria do quadro de pessoal do então Hospital das Clínicas e, entre eles, alguns foram
incorporados à carreira docente.
Tal currículo, coerente com o modelo assistencial hegemônico, promovia uma
formação compartimentalizada, por meio de disciplinas que reproduziam as
especialidades médicas que se voltavam, de modo predominante, às ações de caráter
curativo e individual, plenamente adequado ao modelo econômico excludente e
concentrador de rendas de então. Ou seja, incentivava a medicalização da saúde e a
tecnificação do ato médico e conseqüente expansão dos interesses capitalistas na saúde.
Privilegiava, assim, a assistência individual hospitalar dentro de um enfoque biomédico
em detrimento tanto das necessidades sociais de saúde quanto do processo de
redemocratização política vivido no país no final de 70 e década de 80, expresso, no
campo da saúde, pelo movimento sanitário que culminou na VIII Conferência Nacional da
Saúde e formalização do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir dos quais a saúde
passou a ser entendida e praticada como direito de cidadania e dever do Estado
(NOZAWA, 1997; ZULSKE, NOZAWA, 2004).

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Os conteúdos e cargas horárias eram distribuídos nas diferentes especialidades de
enfermagem (enfermagem fundamental, médica, cirúrgica, pediátrica, ginecológica,
obstétrica, psiquiátrica, em doenças transmissíveis, saúde pública, administração em
enfermagem) e cada uma delas era desenvolvida por meio de disciplinas acadêmicas
distintas, uma teórica e outra prática, com programas de ensino específicos. A junção de
algumas dessas especialidades organizava a subdivisão do corpo docente em quatro
distintas áreas de ensino: Enfermagem Fundamental, Enfermagem Médico-Cirúrgica,
Enfermagem Materno-Infantil, Administração em Enfermagem. A coordenação de
Graduação mais os representantes de cada uma das áreas de ensino compunham a
Comissão de Ensino de Graduação, órgão colegiado assessor ao Departamento de
Enfermagem para as questões relativas ao ensino de graduação (NOZAWA, 1997).
Até 1985, as primeiras sedes do Curso de Enfermagem, bem como as salas de
aula, alocavam-se em prédios alugados, próximos à Santa Casa de Misericórdia, onde se
dava parte expressiva do ensino prático do curso. Em 1986, com a inauguração das
instalações do HC no campus universitário, o Departamento de Enfermagem deslocou-se
junto com a FCM para Barão Geraldo e passa a ocupar meio andar do prédio do Centro
de Engenharia Biomédica (NOZAWA, 2003).
Cerca de 91% da carga horária do tronco profissional (UNICAMP, 1996) dirigia-se,
predominantemente, à assistência individual ao paciente dentro do complexo de serviços
hospitalares da universidade e os alunos tinham os conteúdos específicos de
enfermagem em saúde pública e de saúde mental somente no penúltimo semestre da
graduação mediante uma carga horária teórico-prática de 210 e 135 horas,
respectivamente.
O curso, sempre ofertado em período integral, era passível de integralização em
oito semestres, na modalidade bacharelado (245 créditos ou 3675 horas), ou em nove
semestres para abranger a licenciatura, implicando acréscimo de 36 créditos ou 540
horas. Até o ano de 1999, o curso disponibilizava 30 vagas anuais.
No ano de 1983, por iniciativa dos acadêmicos de enfermagem, a rede básica de
saúde do município de Campinas constituiu-se campo de estágio para as disciplinas de
Enfermagem de Saúde Pública. De 1984 a 1990 os programas de controle de
tuberculose e de hanseníase do Centro de Saúde I, da Secretaria de Estado da Saúde de
São Paulo, foram cenários de prática para os graduandos de enfermagem, em paralelo
com o Centro de Saúde Escola de Paulínia.
Em outubro de 1983 realizou-se, por iniciativa de alunos, o primeiro seminário de
avaliação curricular. Nessa ocasião, o Departamento de Enfermagem contava com 15
docentes, cinco deles admitidos naquele mesmo ano; entre os 15, apenas dois portavam
titulação acadêmica (um mestre e um livre docente) e um era mestrando. Assim, o grupo
de docentes compunha-se majoritariamente de graduados em Enfermagem, entre eles
alguns especialistas. A admissão de docentes específicos para a Enfermagem em Saúde
Pública ocorreu somente nesse ano. Outros dois seminários de avaliação foram
realizados nos anos de 1985 e 1991, organizados pela própria Comissão de Ensino de

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Graduação, sempre com a ativa participação estudantil, os quais trataram de identificar
problemas e propor medidas para aprimorar o ensino ministrado (NOZAWA, 1997).
Nos últimos anos da década de 80 e primeiros da década de 90, docentes de
algumas disciplinas que tradicionalmente desenvolviam o ensino prático em campos
hospitalares, tais como, fundamentos de enfermagem, enfermagem ginecológica e
obstétrica e enfermagem cirúrgica, tomaram a iniciativa de estender o ensino a unidades
de saúde da rede municipal de saúde de Campinas, da rede estadual e a outros
equipamentos sociais, tendo em vista a necessidade de desenvolver nos alunos
determinadas competências técnicas as quais dificilmente eram possíveis em unidades
de internação ou ambulatoriais de um hospital especializado em decorrência de suas
características e finalidade (NOZAWA, 1997).
A constatação dessa mudança não oficializada aliada à crítica da inadequação do
currículo, efetivada, principalmente, por docentes da área de enfermagem de saúde
pública e saúde mental, que já acumulavam anos de experiência prática de ensino em
serviços, direta ou indiretamente, vinculados à rede de saúde do município, reforçou a
necessidade de iniciar um processo de revisão e reforma curricular. De modo mais
organizado, no ano de 1993, por ocasião do evento comemorativo dos 15 anos do Curso
de Graduação, iniciou-se um movimento de avaliação curricular que se estendeu pelos
três anos subseqüentes e que resultou na proposta de um novo currículo para a
graduação, implantado em 1997 (NOZAWA, 1997).
Cabe ressaltar que o processo interno de revisão curricular na enfermagem da
Unicamp foi reiterado pelo movimento nacional de crítica ao currículo mínimo de
enfermagem, em vigor desde 1972, que se desenvolveu entre os anos de 1986 e 1991,
liderado pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn). Esse movimento culminou
com a proposição de um novo currículo mínimo de enfermagem em 1991 (ABEn, 1991),
que após inúmeras sanções, foi aprovado em dezembro de 1994, pela Portaria MEC nº
17211.
No plano das proposições, o novo currículo de Graduação em Enfermagem da
Unicamp, comparado ao anterior, previa uma inversão dos eixos norteadores do ensino,
com o aprendizado do processo saúde-doença partindo do enfoque coletivo em direção
ao individual, pelo reconhecimento das condições sociais, políticas, culturais e biológicas
de sua produção.
Em 1994, a Prefeitura de Paulínia rompeu o convênio com a Unicamp, o que
propiciou uma aproximação maior dos docentes da FCM com a rede municipal de
Campinas. Os 25 anos do projeto docente-assistencial de Paulínia permitiram,
seguramente, a construção de um trabalho inovador e um acúmulo de importantes
reflexões e experiências.
Em pesquisa realizada em 1997, verificou-se que entre os graduados da primeira à
13ª turma, 95,3% trabalhava em municípios do estado de São Paulo, quase 70% em

1
Diário Oficial da União de 16.12.1994, nº 238, Seção 1, página 19.801.

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serviços de saúde localizados em Campinas; cerca de 75% empregava-se em serviços
públicos de saúde, 20,8% em serviços privados; 53% em instituição hospitalar e quase
18% em serviços de redes básicas de saúde. Esses dados evidenciam a inquestionável
participação da Graduação em Enfermagem da Unicamp na formação de mão-de-obra
para os serviços públicos de saúde de municípios do estado de São Paulo (NOZAWA,
1997), atendendo e, em parte, superando as expectativas descritas no projeto de sua
criação.
As relações políticas do Departamento de Enfermagem no âmbito da FCM,
especialmente com sua equipe diretora, favoreceram a priorização de construção de uma
sede própria para o Departamento de Enfermagem e Curso de Graduação em
Enfermagem, inaugurada em outubro de 1997.
Em 1999, iniciou-se o programa de pós-graduação em enfermagem, nível mestrado,
na Unicamp, com repercussões altamente positivas no campo da produção científica
(Nozawa et al, 2003) e alto grau de integração com a formação em graduação.
Especialmente, na última década, com a implementação de novos currículos no
ensino de enfermagem (1997) e de medicina (2001), a reformulação dos programas de
residência médica e a criação dos cursos de Fonoaudiologia e de Farmácia, a
participação da FCM nos serviços da rede municipal de Campinas ampliou-se
substancialmente e incorporou também a rede municipal de saúde de Amparo, através do
programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade que teve início no ano
de 2001 (NOZAWA, 2004; ZEFERINO, 2004; ANDRADE, ZANOLLI, 2006).
No campo da atenção hospitalar, além do complexo de serviços próprios, que
assumem o papel de referências regionais e interestaduais, a FCM firmou parcerias de
gestão com o Hospital Estadual de Sumaré (em 2000) e de Hortolândia, mais
recentemente.
A FCM ratificou suas atividades de extensão de serviços, quando, em 1999,
formalizou a criação de Grupo de Trabalho de Saúde da Família, composto por
representantes de vários Departamentos da FCM. Esta iniciativa, entre outros projetos de
educação permanente, viabilizou o oferecimento da Residência em Medicina de Família e
Comunidade, iniciada em 2001, dos Cursos de Especialização Multiprofissional em
Saúde da Família e da Residência Multiprofissional em Saúde da Família, desenvolvida
no período de 2002 a 2004, ainda sob articulação do então Pólo de Saúde da Família
(CARVALHO, MELLO, 2006; NOZAWA, YOSHINO, CARVALHO e OLIVEIRA, 2006).
Em virtude da proposta de ampliação de 30 para 40 vagas na graduação, efetivada
a partir do ano 2000, a Comissão Central de Graduação da Unicamp priorizou um aporte
excepcional de recursos financeiros que viabilizou a ampliação em nossas instalações
físicas, finalizada em 2002, bem como a aquisição de mobiliário e acessórios para montar
quatro salas de aula em instalações próprias, novo laboratório de enfermagem e sala de
dinâmica de grupos (NOZAWA, 2003).
O processo de avaliação institucional da universidade, efetivado em 2004, chegou a
uma visão positiva sobre o modelo curricular e a formação realizada, considerando os

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eixos curriculares, a multiplicidade de cenários de formação e as opiniões de alunos que
foram entrevistados no processo. Chamou a atenção o baixo índice de evasão do curso,
o que não é habitual para cursos de Enfermagem no Brasil, sendo esse um indicador
importante da qualidade do curso e da motivação dos alunos.
Também durante os anos de 2003 a 2006, a graduação participou ativamente dos
debates e reformulações necessárias e desejadas no campo da formação de
professores, junto com a Faculdade de Educação e coordenações dos demais 19 cursos
de licenciatura da UNICAMP, com vistas a, além de atender o previsto nas Diretrizes
Curriculares Nacionais, contemplar uma formação integrada com o bacharelado, tanto
nas práticas educativas quanto nas atividades práticas e estágios da graduação.
Esta breve recuperação da memória institucional no campo da extensão de
serviços, articulada à formação profissional em saúde, oferece os elementos indicadores
das possibilidades históricas de constituição no Pólo de Educação Permanente para o
SUS (PEP) do Leste Paulista e da efetiva participação da FCM neste processo,
materializada, inclusive, pela coordenação que tem assumido desde sua constituição no
ano de 2004. Desde maio de 2006, o PEP é coordenado por docente do departamento de
Enfermagem da Unicamp. Ao mesmo tempo, favorece a compreensão da incidência de
influências externas no desencadeamento da revisão da política de formação de recursos
humanos da FCM e de sua relação com os diferentes cenários onde essa formação se
processa.
Nos 28 anos de existência, chegamos a compor um quadro de 33 docentes.
Tivemos, desde 1981, cerca de 55 admissões, 15 desligamentos e 15 aposentadorias
(NOZAWA, 2004).
Atualmente, o Departamento de Enfermagem é composto por 22 docentes, sendo
três professoras associadas e 19 professores doutores. Entre esses, seis são formados
pelo nosso curso. Também contamos com 14 enfermeiros da carreira assistencial que
compartilham conosco as atividades de ensino de graduação. Entre esses, dois doutores,
três doutorandos e oito mestres. Em termos de recursos humanos nosso quadro
demonstra ser deficitário já há alguns anos e encontra-se sob risco iminente de redução
drástica em virtude das freqüentes aposentadorias solicitadas, especialmente, como
decorrência da última reforma previdenciária (NOZAWA, 2004).
O corpo docente reduzido apresenta-se como o maior desafio a ser enfrentado na
busca de nossos projetos de aprimoramento e expansão da graduação, das atividades de
extensão e ao início do programa de doutorado.
Contudo, o reconhecimento da importância inequívoca e inovadora da FCM na
extensão e integração com serviços e sua articulação com a formação de profissionais de
saúde é reiterada pela concessão de apoio financeiro do Ministério da Saúde aos
processos de reformulação curricular dos cursos de Medicina e Enfermagem, iniciado
pelo programa Promed e reiterado na versão Pro-Saúde, cuja submissão e aprovação de
projetos ocorreu em final de 2005. A participação da Graduação em Enfermagem nesse
projeto, que visa a reorientação da formação em saúde, prevê um financiamento de R$

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1.200.000,00 do Ministério da Saúde e só foi possível em função do alto grau de
integração ensino-serviço, da integração entre ensino de graduação e de pós-graduação
e de uma inserção expressiva de nossos docentes em serviços de saúde do SUS. Por
outro lado, traz desafios inadiáveis, como as necessidades de aprofundar a integração já
existente e de refletir sobre o paradigma que tem nos guiado na formação de enfermeiros
ao longo de nossa existência como curso, em particular durante os últimos nove anos.

II - ARTICULAÇÃO ENTRE GRADUAÇÃO, PÓS-GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO


PERMANENTE

O Departamento de Enfermagem tem desempenhado função importante nas


iniciativas institucionais de educação permanente, desde 1983 com a inserção dos alunos
de Graduação em Enfermagem em serviços públicos de saúde da rede municipal de
Campinas e estadual de saúde. Essa tradição se manteve e se consolidou ao longo da
década de 90.
A instituição do Grupo de Trabalho em Saúde da Família contou com a
participação ativa do corpo docente e permitiu a construção dos projetos que viabilizaram
a oferta inicial da Residência Multiprofissional e do Curso de Especialização
Multiprofissional em Saúde da Família, com financiamento do Ministério da Saúde/Banco
Interamericano de Desenvolvimento.
Atualmente, prosseguimos com nossas colaborações no âmbito da Educação
Permanente a municípios vinculados a três Diretorias Regionais de Saúde do Estado de
São Paulo, por meio da constituição do Pólo de Educação Permanente do Leste Paulista.
Em relação ao mestrado acadêmico, podemos dizer que, desde seu início,
caracterizou-se por vincular o ensino de pós-graduação ao de graduação. Isso pode ser
evidenciado pelas seguintes observações:
a) dos 22 professores do curso de pós-graduação, apenas quatro não participam
do ensino de graduação (um deles é da carreira de pesquisador da
universidade e outros três são professores colaboradores voluntários que, em
seu plano de trabalho, optaram por desenvolver atividades exclusivamente na
pós-graduação);
b) as linhas de pesquisa da pós-graduação orientam toda a atividade de
pesquisa dos docentes, inclusive as desenvolvidas com alunos de graduação;
c) vários alunos que desenvolvem projetos de iniciação científica durante a
graduação tornam-se alunos de mestrado, no qual desenvolvem, com
freqüência, projetos da mesma linha.
Considerando a análise dos resumos das dissertações defendidas no período de
2001 a 2005, disponíveis no Sistema de Informação de Pesquisa e Extensão da
Unicamp, aproximadamente 86% têm o SUS como campo de pesquisa, de intervenção
e/ou objeto de estudo.

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As linhas de pesquisa que organizam a produção científica vinculada à graduação e
pós-graduação em Enfermagem, na Unicamp, são:

• Gerenciamento dos Serviços de Saúde e de Enfermagem. Teorias, princípios e


finalidades da administração e organização de serviços, gerenciamento da
estrutura, do processo e dos resultados do cuidar em saúde e de enfermagem
• Informação/Comunicação em Saúde e Enfermagem. Teorias, princípios,
finalidades e operacionalização de sistemas de informação e de processos de
comunicação em Saúde e Enfermagem.
• Trabalho, Saúde e Educação. Estudos relativos ao campo de trabalho, saúde e
educação; Produção, processo de trabalho em saúde e em enfermagem; Relação
entre trabalho e saúde.
• Processo de Cuidar em Saúde e Enfermagem. Processo sistematizado de
cuidar do ser humano sadio ou doente, no âmbito individual ou coletivo;
dimensões subjetiva ou objetiva de cuidar e de ser cuidado.

A produção em iniciação científica tem ocorrido ao longo dos últimos 15 anos,


aproximadamente. Uma análise dessa produção indica o predomínio do enfoque
biológico-individual, seguidos dos enfoques no processo saúde-doença em âmbito
coletivo, em âmbito individual e na articulação entre estes. Estes dois últimos grupos de
produção convergem com o direcionamento predominante do currículo de graduação,
bem como com os princípios e diretrizes do SUS.
Destacamos o volume significativo de financiamentos recebidos para as pesquisas
de iniciação científica que, ano a ano, embora tenha sofrido acréscimos, estão aquém
das demandas acadêmicas crescentes, fato que revela a forte tendência de integração da
pesquisa ao ensino em nossa graduação.

III - INTEGRAÇÃO DOCENTE-ASSISTENCIAL

Entendemos que nosso curso integra durante todo o processo de ensino-


aprendizagem a orientação teórica com a prática assistencial, com boa articulação entre
as atividades teórico-assistenciais em nível individual e coletivo.
Em nosso meio, as iniciativas formais de integração docente-assistencial datam de
1986 quando o Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas
participou, através de algumas de suas docentes, da organização e coordenação do
serviço de enfermagem do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher, hospital recém
inaugurado no campus da universidade. Ali, as docentes ocuparam cargos de chefia em
setores onde iriam trazer alunos para desenvolvimento prático.
Desde o ano de 1986, existe uma colaboração e integração entre enfermeiros
docentes e assistenciais na área de assistência à saúde da mulher e do recém-nascido,
vivenciada no Centro de Assistência Integral à Saúde da Mulher (CAISM-UNICAMP).

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No início a integração abrangia aspectos administrativos, assistenciais, de ensino e
de pesquisa em enfermagem. Esse processo buscava integrar a docente na assistência
de enfermagem à comunidade, à família e ao indivíduo; levar o aluno a vivenciar
experiências concretas e reais no campo profissional e ajudar os enfermeiros
assistenciais a se engajarem na docência e na pesquisa.
No período de 1986 a 1990 a direção da Enfermagem no CAISM foi exercida por
docentes das disciplinas de Enfermagem Obstétrica e Neonatal e Enfermagem
Ginecológica com acréscimo de vagas docentes preenchidas por enfermeiros da
assistência, totalizando 7 docentes.
O modelo adotado determinou que as docentes diretoras e supervisoras dos serviços
fossem responsáveis por toda implantação, normatização e organização da Divisão de
Enfermagem de um hospital de 146 leitos com cerca de 500 funcionários só na área de
enfermagem, o que gerou sobrecarga de atividades, considerando sua atuação como
professoras.
Em pouco tempo percebeu-se que não era possível desempenhar simultaneamente e
com competência as funções de administrador, docente e pesquisador e as falhas e
dificuldades começaram a surgir.
Após quatro anos de existência da Divisão de Enfermagem do CAISM foi realizado um
processo de avaliação da estrutura e desempenho da divisão e do Projeto de Integração
Docente-Assistencial (IDA). Esse processo resultou na adoção de um novo modelo de
IDA, adotado a partir de 1990. Ele foi centrado na inserção de professores no Programa
de Educação Continuada da Divisão de Enfermagem do CAISM. As atividades realizadas
incluem: pesquisa, cursos de treinamentos e reciclagem, coordenação das atividades de
estágio de alunos de enfermagem, promoção de eventos científicos, desenvolvimento de
material educativo, divulgação de informações atualizadas de interesse geral para a
enfermagem.
De 1990 a 1995, a direção da Divisão de Enfermagem do CAISM ainda permaneceu
ocupada por uma docente, substituída por uma enfermeira da área assistencial a partir da
gestão seguinte. O modelo de IDA discutido e adotado em 1990 continua em vigor,
contando com a participação de três docentes do Curso de Enfermagem.
Depois dessa iniciativa que se estendeu por quase dez anos, vários docentes do
curso passaram a desenvolver atividades nos serviços assistenciais, tanto nas unidades
básicas de saúde como no Hospital de Clínicas. Hoje, a maioria expressiva dos docentes
desenvolve atividades assistenciais cada um de acordo com seu foco de ensino aliado à
demanda dos serviços assistenciais.
A recente iniciativa de gestão admionistrativa do Hospital Estadual Sumaré pela
universidade abriu novo campo de atuação para o Curso de Graduação em Enfermagem.
Trata-se de um hospital geral secundário, o que complementa as características da rede
assistencial da universidade, que já contava com um hospital terciário (Hospital das
Clínicas) e um hospital especializado (Centro de Assistência Integral à Saúde da Mulher).
Em coerência com a atitude já assumida na relação com esses dois hospitais, já existe

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- 14 -
atividade de uma docente da graduação junto ao Serviço de Enfermagem do Hospital
Estadual Sumaré, visando a integração entre atividades de ensino e assistenciais. Essa
atividade se traduz em apoio a projetos do serviço, como cursos de capacitação, e resulta
em melhor integração e recepção do aluno pelo serviço, com conseqüentes reflexos
positivos na aprendizagem.

IV - PERFIL DO FORMANDO

Mesmo antes da elaboração das atuais Diretrizes Curriculares Nacionais,


promulgadas em 2001, nosso curso já assumia o compromisso com a formação de um
profissional com características muito semelhantes às atualmente propostas. Por este
motivo, não temos dificuldade em assumir nossa intenção de proporcionar ao aluno um
ensino de acordo com a proposta dessas diretrizes.
No curso de bacharelado, visamos formar o enfermeiro:
- com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva;
- qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e
intelectual e pautado em princípios éticos;
- capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença
mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região
de atuação, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus
determinantes;
- capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com
a cidadania;
- com capacidade de desenvolver e implementar a investigação científica como
meio de aprimorar sua compreensão sobre o homem e o meio em que vive e a
partir dessa compreensão, propor e implementar cuidado de enfermagem que
contribua para a melhoria das condições de saúde.

Quanto ao licenciado, o percurso de sua formação o qualifica para o trabalho em


instituições educativas, escolares e não-escolares, tanto no âmbito do ensino, como
professor da educação básica, quanto em outras dimensões do trabalho educacional. Faz
parte dessa formação profissional a experiência investigativa, bem como de reflexão,
acerca de aspectos políticos e culturais da ação educativa.

V - OBJETIVOS GERAIS DA FORMAÇÃO

Formar o profissional com competência para:


- desenvolver ações de enfermagem nos serviços de proteção, recuperação e
reabilitação da saúde, tendo como base a sistematização da assistência
(levantamento de dados, planejamento, intervenção e avaliação das ações

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- 15 -
pertinentes), tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde só
se encerra com a resolução do (s) problema (s) diagnosticado, tanto em nível
individual como coletivo, incluindo a atuação como educador em saúde;
- gerenciar serviços de enfermagem e de saúde, bem como atividades técnicas
e auxiliares em unidades de enfermagem e serviços de diferentes âmbitos
institucionais. Assumir a coordenação das equipes de enfermagem e
multiprofissional, com capacidade efetiva para liderança, tomada de decisões
e comunicação. Realizar auditoria e emitir parecer em questões de
enfermagem. Prestar assessoria e consultoria em assuntos de sua
especialidade;
- assumir responsabilidade e compromisso com a continuidade de sua própria
educação, consoante com o avanço científico e as transformações sociais
vigentes, bem como educação da equipe de trabalho e das futuras gerações
de profissionais na área da saúde.

VI - OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Formar o profissional com competência e habilidades específicas para:

1. respeitar os princípios éticos, legais e humanísticos da profissão;


2. reconhecer a saúde como direito a condições dignas de vida e atuar de forma a
garantir a integralidade e qualidade da assistência, entendida como conjunto
articulado e contínuo das ações de promoção, prevenção, proteção e
reabilitação da saúde em nível individual e coletivo;
3. desenvolver e responsabilizar-se por ações de enfermagem nos diferentes
níveis de atenção à saúde, levando-se em consideração as especificidades
regionais, bem como os determinantes biológicos e sociais do processo saúde-
doença;
4. atuar nas diferentes fases do ciclo biológico, entendendo-o como os diversos
aspectos do desenvolvimento do ser humano, contemplado desde a concepção
até a morte;
5. sistematizar as ações de enfermagem, isto é, que ele seja capaz de utilizar o
método científico como base para sua atuação, considerando como fases deste
método o levantamento de dados, o diagnóstico, o planejamento, a intervenção
e a avaliação das ações pertinentes a cada situação;
6. atuar no mercado de trabalho vigente, sem perder de vista as possibilidades de
um mercado de trabalho em transformação;
7. participar e intervir nas transformações sociais, reconhecendo a estrutura,
expressões e formas de organização social;
8. compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais,
reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações;

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- 16 -
9. ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se,
de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e
de enfrentar situações em constante mudança;
10. ter uma visão crítica do processo político-social do país e atuar como agente de
transformação nesse processo, no qual está incluído seu contexto profissional;
11. tomar decisões em todos os setores da sua atuação profissional,
correlacionando seus conhecimentos com a sua prática;
12. reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem;
13. planejar, implementar e participar dos programas de formação e qualificação
contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde, visando compatibilizar
as características dos profissionais às diferentes demandas dos usuários;
14. integrar as ações de enfermagem às ações multiprofissionais;
15. gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com resolutividade, tanto em
nível individual como coletivo em todos os âmbitos de atuação profissional;
16. interferir na dinâmica de trabalho institucional, por meio da participação na
composição das estruturas consultivas e deliberativas do sistema de saúde,
reconhecendo-se como agente desse processo;
17. assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde;
18. desenvolver continuamente formação técnico-científica que confira qualidade ao
exercício profissional e permita adaptar transformações científicas e
tecnológicas ao seu campo de atuação;
19. atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos;
20. planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde,
considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos
processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento;
21. desenvolver, participar e aplicar pesquisas e outras formas de produção de
conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional;
22. cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como cidadão e
como enfermeiro.

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- 17 -
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- 18 -
VII - GRADE CURRICULAR

GRADE CURRICULAR DA ENFERMAGEM – BACHARELADO E LICENCIATURA/2006

1º semestre – Bacharelado 1º semestre – Licenciatura

HORAS SEMANAIS HORAS SEMANAIS


CÓD. CH C PR CÓD. CH C PR
DISCIPLINA DISCIPLINA
T P L O T P L O
Anatomia Humana Anatomia Humana
BA133 90 2 4 0 0 6 Não há BA133 90 2 4 0 0 6 Não há
Básica II Básica II

BB123 Bioquímica Básica I 75 4 1 0 0 5 Não há BB123 Bioquímica Básica I 75 4 1 0 0 5 Não há

Fundamentos de Fundamentos de
BB125 30 2 0 0 0 2 Não há BB125 30 2 0 0 0 2 Não há
Biologia Molecular Biologia Molecular

BH125 Citologia e Histologia 60 2 0 2 0 4 Não há BH125 Citologia e Histologia 60 2 0 2 0 4 Não há

BH127 Embriologia 30 1 1 0 0 2 Não há BH127 Embriologia 30 1 1 0 0 2 Não há

Enfermagem em Saúde Enfermagem em Saúde


EN112 75 2 2 0 1 5 Não há EN112 75 2 2 0 1 5 Não há
Coletiva I * Coletiva I *
Exercício da Exercício da
EN280 30 2 0 0 0 2 Não há EN280 30 2 0 0 0 2 Não há
Enfermagem I Enfermagem I
Metodologia de Metodologia de
EN390 30 2 0 0 0 2 Não há EN390 30 2 0 0 0 2 Não há
Pesquisa I Pesquisa I

SUB TOTAL 420 17 8 2 1 28 SUB TOTAL 420 17 8 2 1 28

* 1 crédito de Prática Educativa * 1 crédito de Prática Educativa


2º semestre – Bacharelado 2º semestre – Licenciatura

HORAS SEMANAIS HORAS SEMANAIS


CÓD. CH C PR CÓD. CH C PR
DISCIPLINA DISCIPLINA
T P L O T P L O
Fisiologia e Biofísica BA133 Fisiologia e Biofísica BA133
BF284 105 3 0 4 0 7 BF284 105 3 0 4 0 7
Humana Básica BB123 Humana Básica BB123
BB123 BB123
BI214 Imunologia 45 2 0 1 0 3 BH125 BI214 Imunologia 45 2 0 1 0 3 BH125
BH127 BH127
BB123 BB123
BM215 Microbiologia 45 2 1 0 0 3 BH125 BM215 Microbiologia 45 2 1 0 0 3 BH125
BH127 BH127
Enfermagem em Saúde Enfermagem em Saúde
EN212 60 2 2 0 0 4 EN112 EN212 60 2 2 0 0 4 EN112
Coletiva II * Coletiva II *

XIV - Enfermage XV - Enfermage


EN230 m em 30 2 0 0 0 2 Não há EN230 m em 30 2 0 0 0 2 Não há
Saúde Saúde
Mental I Mental I
Alimentação e Alimentação e
EN242 30 2 0 0 0 2 Não há EN242 30 2 0 0 0 2 Não há
Qualidade de Vida Qualidade de Vida
Metodologia de Metodologia de
EN490 30 1 1 0 0 2 EN390 EN490 30 1 1 0 0 2 EN390
Pesquisa II Pesquisa II
Psicologia Geral e do Psicologia Geral e do
MD212 45 3 0 0 0 3 Não há MD212 45 3 0 0 0 3 Não há
Desenvolvimento Desenvolvimento
Genética para Genética para
MD311 30 2 0 0 0 2 Não há MD311 30 2 0 0 0 2 Não há
Enfermagem I Enfermagem I
Introdução à Estatística Introdução à Estatística
ME176 30 2 0 0 0 2 Não há ME176 30 2 0 0 0 2 Não há
Vital Vital
Práticas Educativas em
SUB TOTAL 450 21 4 5 0 30 EL206 45 1 1 0 1 3 Não há
Saúde
SUB TOTAL 495 22 5 5 1 33
* 1 crédito de Prática Educativa

* 1 crédito de Prática Educativa


3º semestre – Bacharelado 3º Semestre – Licenciatura

HORAS SEMANAIS HORAS SEMANAIS


CÓD. DISCIPLINA CH C PR CÓD. DISCIPLINA CH C PR
T P L O T P L O

BP323 Parasitologia Médica II 60 2 2 0 0 4 Não há BP323 Parasitologia Médica II 60 2 2 0 0 4 Não há


Enfermagem na Enfermagem na
EN312 Organização 90 2 4 0 0 6 Não há EN312 Organização 90 2 4 0 0 6 Não há
do Sistema de Saúde do Sistema de Saúde
Semiologia Aplicada Semiologia Aplicada
EN321 45 1 1 0 1 3 BF284 EN321 45 1 1 0 1 3 BF284
À Enfermagem I à Enfermagem I
Aspectos Aspectos
Fundamentais do BF284 Fundamentais do BF284
EN322 195 5 4 4 0 13 EN322 195 5 4 4 0 13
Processo de cuidar em BM215 Processo de cuidar em BM215
Enfermagem * Enfermagem *
MD215 Epidemiologia e Saúde 60 3 1 0 0 4 Não há MD215 Epidemiologia e Saúde 60 3 1 0 0 4 Não há
BH125
MD231 Patologia Geral 45 3 0 0 0 3 BH125 MD231 Patologia Geral 45 3 0 0 0 3 BH127
BB123 (PRP)
MD362 Farmacologia Básica 60 3 1 0 0 4 BB123
BF284 MD362 Farmacologia Básica 60 3 1 0 0 4
BF284
SUB-TOTAL 555 19 133 4 1 37
EL683 Escola e Cultura 90 2 2 0 2 6 Não há

* 1 crédito de Prática Educativa SUB-TOTAL 645 21 15 4 3 43

Até o término do curso, o aluno deverá cumprir 18 créditos de disciplinas eletivas, * 1 crédito de Prática Educativa
sendo:

ƒ 06 créditos dentre qualquer disciplina da Unicamp


ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EP / EL.
ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EN.
4º semestre – Bacharelado 4º semestre – Licenciatura

HORAS SEMANAIS HORAS SEMANAIS


CÓD. CH C PR CÓD. CH C PR
DISCIPLINA DISCIPLINA
T P L O T P L O
Enfermagem em Enfermagem em
EN412 60 1 3 0 0 4 Não há EN412 60 1 3 0 0 4 Não há
Saúde Coletiva III * Saúde Coletiva III *
Semiologia Aplicada EN321 Semiologia Aplicada EN321
EN421 45 1 1 0 1 3 EN421 45 1 1 0 1 3
À Enfermagem II MD231 à Enfermagem II MD231
Enfermagem em Saúde Enfermagem em Saúde
EN430 60 1 3 0 0 4 EN230 EN430 60 1 3 0 0 4 EN230
Mental II Mental II
Processo de Cuidado Processo de Cuidado
EN442 30 2 0 0 0 2 EN242 EN442 30 2 0 0 0 2 EN242
Nutricional Nutricional
Assistência de Assistência de
EN465 Enfermagem à 120 3 5 0 0 8 EN321 EN465 Enfermagem à 120 3 5 0 0 8 EN321
Saúde da Mulher ** Saúde da Mulher **
MD215 Epidemiologia e Saúde 60 3 1 0 0 4 Não há MD215 Epidemiologia e Saúde 60 3 1 0 0 4 Não há
Elementos de Ciências Elementos de Ciências
MD232 Sociais Aplicados à 30 2 0 0 0 2 Não há MD232 Sociais Aplicados à 30 2 0 0 0 2 Não há
Saúde Saúde
Psicologia Aplicada à Psicologia Aplicada à
MD430 30 2 0 0 0 2 Não há MD430 30 2 0 0 0 2 Não há
Saúde Saúde

MD462 Farmacologia Aplicada 30 2 0 0 0 2 M3262 MD462 Farmacologia Aplicada 30 2 0 0 0 2 M3262

SUB-TOTAL 465 17 13 0 1 31 EL511 Psicologia e Educação 90 2 2 0 2 6 Não há

* 1 crédito de Prática Educativa SUB-TOTAL 555 19 15 0 3 37


** 2 créditos de Prática Educativa

Até o término do curso, o aluno deverá cumprir 18 créditos de disciplinas eletivas, * 1 crédito de Prática Educativa
sendo: ** 2 créditos de Prática Educativa
ƒ 06 créditos dentre qualquer disciplina da Unicamp
ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EP / EL.
ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EN.
5º semestre – Bacharelado ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EP / EL.
ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EN.

HORAS SEMANAIS
CÓD. CH C PR 5º semestre – Licenciatura
DISCIPLINA
T P L O
Antropologia Filosófica, HORAS SEMANAIS
EN433 Educação e 30 2 0 0 0 2 Não há CÓD. CH C PR
DISCIPLINA
Enfermagem T P L O
EN322 Antropologia Filosófica,
EN421 EN433 Educação e 30 2 0 0 0 2 Não há
Processo de Cuidar do EN430 Enfermagem
EN504 150 4 6 0 0 10
Adulto e Idoso * EN442 EN322
MD430 EN421
MD462 Processo de Cuidar do EN430
Processo de Cuidar em EN504 150 4 6 0 0 10
Adulto e Idoso * EN442
EN532 Enfermagem 105 3 4 0 0 7 EN430 MD430
Psiquiátrica * MD462
BP323 Processo de Cuidar em
Assistência de
MD430 EN532 Enfermagem 105 3 4 0 0 7 EN430
EN555 Enfermagem à Criança 120 3 5 0 0 8
EN212 Psiquiátrica *
e Adolescente I *
EN321 BP323
Administração em EN280 Assistência de
EN571 45 3 0 0 0 3 MD430
Enfermagem I EN322 EN555 Enfermagem à Criança 120 3 5 0 0 8
EN212
e Adolescente I *
EN321
MD636 Genética Humana II 30 2 0 0 0 2 MD311
Administração em EN280
EN571 45 3 0 0 0 3
Enfermagem I EN322
SUB-TOTAL 480 17 15 0 0 32
MD636 Genética Humana II 30 2 0 0 0 2 MD311

EL211 Política Educacional 90 2 2 0 2 6


* 1 crédito de Prática Educativa
SUB-TOTAL 570 19 17 0 2 38
Até o término do curso, o aluno deverá cumprir 18 créditos de disciplinas eletivas,
sendo:
• 1 crédito de Prática Educativa
ƒ 06 créditos dentre qualquer disciplina da Unicamp
6º semestre – Bacharelado 6º semestre – Licenciatura

HORAS SEMANAIS HORAS SEMANAIS


CÓD. CH C PR CÓD. CH C PR
DISCIPLINA DISCIPLINA
T P L O T P L O
EN322 EN322
Processo de Cuidar em Processo de Cuidar em
EN421 EN421
EN604 Enfermagem 120 3 5 0 0 8 EN604 Enfermagem 120 3 5 0 0 8
EN504 EN504
Perioperatória* Perioperatória*
MD462 MD462
Assistência de Assistência de
EN665 Enfermagem a Criança 120 3 5 0 0 8 EN555 EN665 Enfermagem a Criança 120 3 5 0 0 8 EN555
e Adolescente II * e Adolescente II *
Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado
de Administração em de Administração em
EN690 165 3 8 0 0 11 EN571 EN690 165 3 8 0 0 11 EN571
Enfermagem Enfermagem
Hospitalar** Hospitalar**
Processo de cuidar em Processo de cuidar em
EN704 Enfermagem do Adulto 60 1 2 1 0 4 EN504 EN704 Enfermagem do Adulto 60 1 2 1 0 4 EN504
e Idoso de Alto Risco e Idoso de Alto Risco
Exercício da Exercício da
EN780 30 2 0 0 0 2 Não há EN780 30 2 0 0 0 2 Não há
Enfermagem II Enfermagem II
SUB-TOTAL 495 12 20 1 0 33 SUB-TOTAL 495 12 20 1 0 33

* 1 crédito de Prática Educativa * 1 crédito de Prática Educativa


** 2 créditos de Prática Educativa ** 2 créditos de Prática Educativa

Até o término do curso, o aluno deverá cumprir 18 créditos de disciplinas eletivas,


sendo:

ƒ 06 créditos dentre qualquer disciplina da Unicamp


ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EP / EL.
ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EN.
7º semestre – Bacharelado 7º semestre – Licenciatura
HORAS SEMANAIS HORAS SEMANAIS
CÓD. CH C PR CÓD. CH C PR
DISCIPLINA DISCIPLINA
T P L O T P L O
Enfermagem Perinatal, Enfermagem Perinatal,
EN765 EN765
Ginecológica e 180 4 7 0 0 11 EN465 Ginecológica e 180 4 7 0 0 11 EN465
Oncológica * Oncológica *
Tópicos de Tópicos de
EN790 Administração em 30 2 0 0 0 2 EN690 EN790 Administração em 30 2 0 0 0 2 EN690
Enfermagem Enfermagem
Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado
EN791 315 0 2 0 19 21 AA200 EN791 300 0 2 0 18 20 AA200
I*** I ***
Trabalho de Conclusão Trabalho de Conclusão
EN792 15 1 0 0 0 1 AA200 EN792 15 1 0 0 0 1 AA200
de Curso I de Curso I
Estágio Supervisionado
SUB-TOTAL 540 7 9 0 19 35 EL706 90 0 2 0 4 6 AA200
para a Enfermagem
SUB-TOTAL 615 7 11 0 22 40
* 1 crédito de Prática Educativa
*** 3 créditos de Atividade Educativa
* 1 crédito de Prática Educativa
*** 3 créditos de Atividade Educativa
8º semestre – Bacharelado 8º semestre – Licenciatura
HORAS SEMANAIS HORAS SEMANAIS
CÓD. CH C PR CÓD. CH C PR
DISCIPLINA DISCIPLINA
T P L O T P L O
Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado
EN891 300 0 2 0 18 20 AA200 EN891 300 0 2 0 18 20 AA200
II *** II ***
Trabalho de Conclusão Trabalho de Conclusão
EN892 30 2 0 0 0 2 AA200 EN892 30 2 0 0 0 2 AA200
de Curso II de Curso II
Estágio Supervisionado EL683/
SUB-TOTAL 330 2 2 0 18 22 EL774 90 0 2 0 4 6
I AA200
Estágio Supervisionado EL683/
EL876 120 0 2 0 6 8
*** 3 créditos de Atividade Educativa II AA200
SUB-TOTAL 540 2 6 0 28 36
Até o término do curso, o aluno deverá cumprir 18 créditos de disciplinas eletivas,
sendo:
- 26 -

ƒ 06 créditos dentre qualquer disciplina da Unicamp *** 3 créditos de Atividade Educativa


ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EP / EL.
ƒ 06 créditos dentre as disciplinas EN.

MODALIDADE CARGA TOTAL DE Estágio Estágio


HORÁRIA CRÉDITOS Supervisionado Supervisionado
TOTAL
Carga Horária Créditos

BACHARELADO 3930h 262 615h 41

LICENCIATURA 4275h 285 900h 60


VIII - EMENTÁRIO

DISCIPLINAS OFERECIDAS PELA ENFERMAGEM

EN112 Enfermagem em Saúde Coletiva I

OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:01 D:00 E:00 HS:05 SL:04 C:05
Ementa: Integrar o estudante à vida universitária, à formação profissional e a prática de
enfermagem. Introdução ao estudo e aplicação de métodos de apreensão do processo saúde-
doença mediante a identificação, análise e discussão das condições sociais, políticas e culturais
de sua produção. Planejamento, desenvolvimento e avaliação de inquérito de saúde e construção
do perfil demográfico e epidemiológico de uma dada população. Segurança alimentar e nutricional:
aspectos quantitativos e qualitativos. Introdução às práticas educativas em saúde.

EN212 Enfermagem em Saúde Coletiva II

OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04
Pré-Req.: EN112
Ementa: Planejamento, desenvolvimento e avaliação de método de apreensão do processo
saúde-doença em instituições sociais. Estudo da estrutura e funcionamento das instituições e suas
relações com os serviços de saúde. Caracterização social, econômica e sanitária da população
abrangida. Proposição e participação na implementação de medidas de intervenção no campo de
saúde, em âmbito coletivo e individual, incluindo as práticas educativas.

EN230 Enfermagem em Saúde Mental I

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Estudo dos elementos teórico-metodológicos envolvidos na organização da prática da
assistência à saúde mental: o trabalho em equipe multidisciplinar nos serviços de saúde; e as
política públicas de saúde mental. As diferentes concepções de loucura e sua historicidade.

EN242 Alimentação e Qualidade de Vida

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Alimentação na promoção da saúde e prevenção das doenças. Influências sócio-
culturais sobre o comportamento alimentar. Aplicação dos conhecimentos de nutrição nas
intervenções sobre alimentação. Acesso à alimentação como direito humano que preenche
necessidades biológicas, psicológicas e sociais, garantindo qualidade de vida a indivíduos, grupos
e coletividade.

EN280 Exercício da Enfermagem I

OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Evolução da prática de enfermagem no contexto histórico, político e social. Lei do
exercício profissional. Fundamentos da ética e código de ética.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 27 -
EN312 Enfermagem na Organização do Sistema de Saúde

OF:S-1 T:02 P:04 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:06 SL:06 C:06
Ementa: Políticas e modelos de atenção à saúde. Diretrizes do Sistema Único de Saúde.
Vigilância e educação em saúde. Reconhecimento do perfil sócio-sanitário da população e do
território dos serviços básicos de saúde. Estrutura, gestão e processo. Trabalho de enfermagem.
Análise e intervenção em problemas de saúde pública.

EN321 Semiologia Aplicada à Enfermagem I

OF:S-1 T:01 P:01 L:00 O:01 D:00 E:00 HS:03 SL:02 C:03
Pré-Req.: BF284
Ementa: Instrumentalização do aluno para a sistematização da assistência de enfermagem.
Subsídios teóricos e práticos do exame físico geral da criança e adulto sadio.

EN322 Aspectos Fundamentais do Processo de Cuidar em Enfermagem

OF:S-1 T:05 P:04 L:04 O:00 D:00 E:00 HS:13 SL:13 C:13
Pré-Req.: BF284 BM215
Ementa: Ensino teórico-prático de aspectos e procedimentos fundamentais à assistência de
enfermagem ao usuário atendido em unidades básicas de saúde e unidades de internação.
Introdução à aplicação da sistematização da assistência com vistas ao planejamento e execução
de cuidados de enfermagem. Desenvolvimento de práticas educativas de enfermagem.

EN390 Metodologia de Pesquisa I

OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Apresenta caminhos metodológicos e científicos, na estruturação de um projeto de
pesquisa.

EN412 Enfermagem em Saúde Coletiva III

OF:S-2 T:01 P:03 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04
Ementa: Abordagem epidemiológica e assistencial nos serviços básicos de saúde. Vigilância
epidemiológica e sanitária. Programa de Imunização. Educação em saúde, planejamento,
execução e avaliação de ações de enfermagem em serviços de saúde. Desenvolvimento de
atividades práticas em serviços básicos de saúde.

EN421 Semiologia Aplicada à Enfermagem II

OF:S-2 T:01 P:01 L:00 O:01 D:00 E:00 HS:03 SL:02 C:03
Pré-Req.: EN321 MD231
Ementa: Instrumentalização do aluno para a sistematização da assistência de enfermagem.
Realização do exame físico (geral e específico) do adulto e idoso.

EN430 Enfermagem em Saúde Mental II

OF:S-2 T:01 P:03 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04
Pré-Req.: EN230
Ementa: A enfermagem em saúde mental como prática técnica e social e sua inserção em
serviços de saúde mental de referência. Os meios de aproximação do objeto de trabalho da
enfermagem em saúde mental e a participação do enfermeiro no tratamento e reabilitação
psicossocial das pessoas que experimentam sofrimento psíquico severo e persistente.
Desenvolvimento de atividades práticas em serviços de referência de atenção à saúde mental.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 28 -
EN433 Antropologia Filosófica, Educação e Enfermagem

OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Contribuições da antropologia para o campo da saúde, suas interfaces e temas
específicos. Abrangência e métodos de investigação da antropologia da saúde. Relação entre
crença e verdade. Eficácia óca na cura. Relação entre cultura, saúde, doença, cuidado, cura e
educação.

EN442 Processo de Cuidado Nutricional

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Pré-Req.: EN242
Ementa: Estudo da nutrição, dietética e dietoterapia aplicadas ao processo de cuidado nutricional
ao cliente em nível primário, secundário e terciário. Atuação em equipe multiprofissional.

EN465 Assistência de Enfermagem à Saúde da Mulher

OF:S-2 T:03 P:05 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:08 SL:08 C:08
Pré-Req.: EN322
Ementa: Estudo dos fatores que fundamentam a saúde da mulher contemplando aspectos sociais,
culturais, de gênero e sexualidade. Assistência de Enfermagem na saúde reprodutiva e na
menopausa. Identificação de vulnerabilidade às afecções ginecológicas mais freqüentes,
prevenção e detecção do câncer cérvico-uterino e mamário. Atenção pré-natal a gestantes de
baixo risco, preparo da cliente e família para o nascimento, incluindo amamentação.
Desenvolvimento de práticas educativas.

EN490 Metodologia de Pesquisa II

OF:S-2 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Pré-Req.: EN390
Ementa: Desenvolver as etapas de um projeto de pesquisa, apresentando relatório final.

EN504 Processo de Cuidar do Adulto e Idoso

OF:S-1 T:04 P:06 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:10 SL:10 C:10
Pré-Req.: EN322 EN421 EN430 EN442 MD430 MD462
Ementa: Cuidados de Enfermagem sistematizada a clientes adultos e idosos em seguimento
ambulatorial e internados em unidades clínicas e cirúrgicas de média complexidade. Assistência à
família e cuidadores. Prevenção de acidentes no hospital. Aspectos éticos na assistência ao
cliente adulto, idoso e família. Desenvolvimento de práticas educativas.

EN532 Processo de Cuidar em Enfermagem Psiquiátrica

OF:S-1 T:03 P:04 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:07 SL:07 C:07
Pré-Req.: EN430
Ementa: Aspectos emocionais apresentados por pessoas que evidenciam manifestações
psicossomáticas, assistidas em unidades de saúde. A Enfermagem psiquiátrica como prática
técnica e social e sua inserção em serviços de saúde mental de nível intermediário e terciário. O
objeto e os instrumentos de trabalho da enfermagem psiquiátrica e a participação do enfermeiro
no tratamento de pessoas que experimentam sofrimento mental severo e persistente. Processo de
cuidar em emergência psiquiátrica e desenvolvimento de atividades práticas e educativas em
serviços de saúde mental.

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- 29 -
EN555 Assistência de Enfermagem à Criança e Adolescente I

OF:S-1 T:03 P:05 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:08 SL:08 C:08
Pré-Req.: BP323 MD430 EN212 EN321 EN322 EN421
Ementa: Ensino teórico e prático da assistência de enfermagem à saúde da criança e adolescente
sadios, portadores de doenças de baixa e média complexidade atendidos na unidade familiar,
comunidades infantis, centros de saúde e ambulatórios. Desenvolvimento de atividades práticas
educativas.

EN590 Administração em Enfermagem

OF:S-1 T:03 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:03 SL:03 C:03
Pré-Req.: EN280 EN322 EN312
Ementa: Fundamentos teóricos para a administração de recursos humanos e do processo de
cuidar em enfermagem: modelo de organização do cuidado ao paciente, comunicação, tomada de
decisão, processo de trabalho, educação em serviço, política, dimensionamento, recrutamento e
seleção de pessoal. Teorias de enfermagem (auto-cuidado e alcance de objetivos).

EN604 Processo de Cuidar em Enfermagem Perioperatória

OF:S-2 T:03 P:05 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:08 SL:08 C:08
Pré-Req.: EN322 EN421 EN504 MD462
Ementa: Atuação em unidade de centro cirúrgico e central de material esterilizado.
Processamento e controle de qualidade de artigos médicos e hospitalares. Processo de cuidar em
enfermagem ao cliente adulto e idoso no período perioperatório. Preparo para alta. Aspectos
administrativos na unidade centro cirúrgico e central de material. Aspectos éticos na assistência ao
cliente cirúrgico e família. Desenvolvimento de práticas educativas.

EN665 Assistência de Enfermagem a Criança e Adolescente II

OF:S-2 T:03 P:05 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:08 SL:08 C:08
Pré-Req.: EN555
Ementa: Ensino teórico e prático da assistência de enfermagem à criança e adolescente
portadores de doenças de média e alta complexidade e as repercussões da doença e do
tratamento na vida da criança, adolescente e família. Desenvolvimento de práticas educativas.

EN690 Estágio Supervisionado de Administração em Enfermagem Hospitalar

OF:S-2 T:03 P:08 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:11 SL:03 C:11
Pré-Req.: EN590
Ementa: Ensino teórico-prático de aspectos fundamentais para a administração da unidade de
saúde: teoria geral de administração, planejamento, organização, direção, avaliação, modelos de
gestão e serviços de apoio. Atividades Educativas de Enfermagem. Estágio Supervisionado de
Administração em Enfermagem Hospitalar.
http://www.unicamp.br/prg/dac/catalogo2006/ementas/todasen.html - topo#topo

EN704 Processo de Cuidar em Enfermagem do Adulto e Idoso de Alto Risco

OF:S-2 T:01 P:02 L:01 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04
Pré-Req.: EN504
Ementa: Cuidado de enfermagem sistematizado ao cliente adulto e idoso internado em situações
de alto risco, urgência e emergência. Assistência à família. Prevenção de acidentes nas situações
de atuação prática. Aspectos éticos no processo de cuidar do cliente e família
http://www.unicamp.br/prg/dac/catalogo2006/ementas/todasen.html - topo#topo

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- 30 -
EN765 Enfermagem Perinatal, Ginecológica e Oncológica

OF:S-1 T:04 P:07 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:11 SL:11 C:11
Pré-Req.: EN465
Ementa: Assistência à mulher e seu filho nos processos de nascimento e puerpério (alojamento
conjunto). Cuidado ao recém-nascido de risco e à sua família em processo de alta. Intervenção
nas intercorrências mamárias, na manutenção da lactação e relactação. Assistência a mulheres
portadoras de cancêr ginecológico/mamário em atendimento especializado. Desenvolvimento de
práticas educativas.

EN780 Exercício da Enfermagem II

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Retomada e aprofundamento do conteúdo abordado na disciplina Exercício de
Enfermagem I, considerando as experiências vivenciadas pelo aluno no decorrer do curso.

EN790 Tópicos de Administração em Enfermagem

OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Pré-Req.: EN690
Ementa: Seminário sobre tópicos de administração em serviços de saúde e serviços de
enfermagem.

EN791 Estágio Supervisionado I

OF:S-1 T:00 P:02 L:00 O:19 D:00 E:00 HS:21 SL:02 C:21
Pré-Req.: AA200
Ementa: Estágio Supervisionado a ser cumprido no campo de atuação profissional do enfermeiro.
Atividades educativas de enfermagem.

EN792 Trabalho de Conclusão de Curso I

OF:S-1 T:01 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:01 SL:01 C:01
Ementa: Desenvolvimento de trabalho monográfico de final de curso.

EN891 Estágio Supervisionado II

OF:S-2 T:00 P:02 L:00 O:18 D:00 E:00 HS:20 SL:02 C:20
Pré-Req.: AA200
Ementa: Estágio Supervisionado a ser cumprido no campo de atuação profissional do enfermeiro.
Atividades educativas de enfermagem.

EN892 Trabalho de Conclusão de Curso II

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Pré-Req.: AA200
Ementa: Desenvolvimento de trabalho monográfico de final de curso.

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- 31 -
DISCIPLINAS OFERECIDAS PELO INSTITUTO DE BIOLOGIA

BA133 Anatomia Humana Básica II

OF:S-1 T:02 P:04 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:06 SL:06 C:06
Ementa: Métodos de estudo em Anatomia. Planos de construção do corpo humano. Leis gerais de
crescimento e fatores gerais de variação. Estudo dos sistemas tegumentar, ósseo, articular,
muscular, cardiovascular, respiratório, digestório, urinário, reprodutor masculino e feminino.
Sistema nervoso e orgãos dos sentidos.

BB123 Bioquímica Básica I

OF:S-1 T:04 P:01 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:05 SL:05 C:05
Ementa: Aminoácidos. Proteínas: estrutura e função. Sistemas tampão, transporte de gases e
equilíbrio ácido-base do sangue. Cinética enzimática. Metabolismo de carboidratos, lipídeos e
proteínas. Aspectos bioquímicos da ação hormonal. Integração metabólica.

BB125 Fundamentos de Biologia Molecular

OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Estrutura do DNA e replicação. Mutações e reparo do DNA. Estrutura do RNA e
transcrição. Síntese e endereçamento de proteínas. Regulação da expressão gênica. Uso de
técnicas recombinantes no diagnóstico e tratamento de saúde (sequenciamento de DNA,
southern/northern/western blotting, clonagem, PCR, e outros).

BH125 Citologia e Histologia

OF:S-1 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04
Ementa: Noções básicas sobre citologia e histologia geral e especial, compreendendo o estudo
histológico dos principais órgãos e sistemas.

BH127 Embriologia

OF:S-1 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Embriologia geral: introdução à embriologia, fecundação, implantação, gastrulação,
neurulação, dobramentos e fechamento do corpo do embrião, anexos fetais, período fetal e
malformações congênitas. Embriologia dos sistemas: digestivo, respiratório, urinário,
cardiovascular, cabeça e pescoço.

BI214 Imunologia

OF:S-2 T:02 P:00 L:01 O:00 D:00 E:00 HS:03 SL:03 C:03
Pré-Req.: BB123 BH125
Ementa: Mecanismos naturais de resistência. Fisiologia da resposta imune. Resposta humoral.
Resposta celular. Reações antígeno-anticorpo. Imunopatologia.

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- 32 -
BP323 Parasitologia Médica II

OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04
Ementa: Relação parasito-hospedeiro e ecologia parasitária. Estudo dos principais protozóarios e
helmintos de interesse médico. Classificação zoológica, biologia, patogenia, quadro clínico,
diagnóstico, epidemiologia e profilaxia. Estudo dos principais artrópodes transmissores e
veiculadores de doenças no homem. Acidentes por animais peçonhentos.

BF284 Fisiologia e Biofísica Humana Básica

OF:S-2 T:03 P:00 L:04 O:00 D:00 E:00 HS:07 SL:07 C:07
Pré-Req.: BA133 BB123
Ementa: Estudo do funcionamento do organismo humano. Fisiologia e biofísica dos sistemas
neurovascular e neurovegetativo; sistema nervoso central; órgãos dos sentidos; sangue e líquidos
corporais; sistema cardiovascular; aparelhos respiratório, digestivo e renal; temperatura e
metabolismo, glândulas endócrinas e reprodução.

BM215 Microbiologia

OF:S-2 T:02 P:01 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:03 SL:03 C:03
Pré-Req.: *BB123 *BH125
Ementa: Morfologia das bactérias, vírus e fungos. Fisiologia dos microrganismos. Genética
bacteriana. Métodos de controle dos microrganismos. Epidemiologia das doenças infecto-
contagiosas. Principais grupos de microrganismos causadores de doenças no homem.

DISCIPLINAS OFERECIDAS PELA MEDICINA

MD212 Psicologia Geral e do Desenvolvimento

OF:S-2 T:03 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:03 SL:03 C:03
Ementa: Desenvolvimento mental normal do ser humano, num contexto evolutivo e dinâmico.
Conceitos básicos do desenvolvimento mental em suas várias etapas desde a concepção até a
morte. A prática da enfermagem e sua relação com a psicologia. Conceitos fundamentais da
Psicologia geral (inteligência, memória, humor, afetividade, pensamento e orientação).

MD214 Epidemiologia, Enfermagem e Saúde

OF:S-2 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04
Ementa: Definição e usos da Epidemiologia. Conceitos básicos. População e saúde: noções de
demografia, crescimento populacional. Transição demográfica e epidemiológica. A medida das
condições de saúde: Fontes de informações. Principais indicadores de mortalidade. Letalidade.
Mortalidade infantil e principais componentes. Incidência. Prevalência. Diagnóstico descritivo em
Epidemiologia. Medidas de risco. A Epidemiologia e o controle das doenças. Epidemias e
endemias. Investigação epidemiológica. Vigilância epidemiológica. Validação de testes
diagnósticos. Desenhos epidemiológicos.

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- 33 -
MD231 Patologia Geral

OF:S-1 T:03 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:03 SL:03 C:03
Pré-Req.: BH125
Ementa: Introdução à patologia geral: métodos de estudos, finalidade, conceito de doença,
etiologia, patogenia. Alterações metabólicas e processsos regressivos. Alterações circulatórias.
Inflamações agudas e crônicas: inflamações específicas. Cicatrização. Alterações de crescimento
celular: conceito de neoplasia.

MD232 Elementos de Ciências Sociais Aplicados à Saúde

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: As relações entre saúde, sociedade e enfermagem: evolução histórica e o momento
atual, abordando cinco eixos temáticos: a relação entre o cuidar e o curar, a divisão do trabalho na
enfermagem, relação enfermeiro(a), paciente, ideais éticos e prática profissional, relação
enfermeiro(a) e outros profissionais.
http://www.unicamp.br/prg/dac/catalogo2006/ementas/todasmd.html - topo#topo

MD311 Genética para Enfermagem I

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: O material genético, constituição dos cromossomos, ação gênica e análise do DNA.
Estudo do cariótipo humano normal e das aberrações cromossômicas. Genética e câncer.
Padrões de herança clássicos e não clássicos. Determinação e diferenciação do sexo. Os genes
nas populações. Princípios de teratogênese e mutagênese.

MD362 Farmacologia Básica

OF:S-1 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:03 C:04
Pré-Req.: BB123 BF284
Ementa: Farmacologia geral (princípios que regem absorção, distribuição, metabolização e
eliminação de drogas). Noções de Farmacodinâmica. Farmacologia do Sistema Nervoso
Autônomo (agonistas colinérgicos e adrenérgicos e seus respectivos antagonistas:
anticolinesterásticos). Farmacologia do Sistema Cardiovascular (drogas anti-hipertensivas e
glicosídeos cardiotônicos). Farmacologia do processo inflamatório e drogas antiinflamatórias, tais
como glicocorticóides e antiinflamatórios não esteroidais.

MD430 Psicologia Aplicada à Saúde

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Ementa: Saúde e Relações mente/corpo. Concepção psicossomática do binômio saúde/doença.
O papel do enfermeiro no lidar com o doente e os mecanismos psicológicos subjacentes à doença.

MD462 Farmacologia Aplicada

OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Pré-Req.: MD362
Ementa: Farmacologia do Sistema Nervoso Central (sedativos e hipnóticos, hipnoanalgésicos,
antidepressivos, antipsicóticos e farmacodependência). Farmacologia do Aparelho Digestivo.
Farmacologia Endócrina. Farmacologia Clínica (reações adversas, uso racional de medicamentos,
interações entre drogas). Farmacologia de grupos especiais de pacientes (crianças, idosas e
gestantes).

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- 34 -
MD636 Genética para Enfermagem II

OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02
Pré-Req.: MD311
Ementa: Dismorfologia. Citogenética clínica. Etiologia ambiental dos defeitos congênitos.
Deficiência mental. Erros inatos do metabolismo. Erros da diferenciação sexual. Infertilidade.
Aconselhamento genético. Diagnóstico pré-natal.

DISCIPLINA OFERECIDA PELO INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA

ME176 Introdução à Estatística Vital

OF:S-2 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 E:02 HS:04 SL:02 C:02
Ementa: Levantamentos e apurações de dados. Introdução à medidas de epidemiologia.
Coeficiente e índices mais usados em saúde pública. População e amostra. Descrição de dados
amostrais: tabelas, gráficos, medidas de posição e dispersão.

DISCIPLINAS OFERECIDAS PELA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

EL206 Prática Educativas em Saúde

OF:S-5 T:01 P:01 L:00 O:01 D:00 E:00 HS:03 SL:01 C:03
Ementa: Discute e analisa as formas de organização do trabalho pedagógico em Enfermagem e o
impacto na formação do enfermeiro e na enfermagem. Fornece subsídios para a compreensão
das diferentes etapas do planejamento e seus vínculos com o projeto político pedagógico. Aborda
a avaliação como categoria central no desenvolvimento de práticas pedagógicas críticas, nos
diferentes níveis de ensino.

EL211 Política Educacional: Estrutura e Funcionamento da Educação Brasileira

OF:S-5 T:02 P:02 L:00 O:02 D:00 E:00 HS:06 SL:04 C:06
Ementa: Estudo analítico das políticas educacionais no Brasil com destaque para: a política
educacional no contexto das políticas públicas; organização dos sistemas de ensino considerando
as pecularidades nacionais e os contextos internacionais e legislação de ensino; estrutura e
funcionamento da educação básica e do ensino superior.

EL511 Psicologia e Educação

OF:S-5 T:02 P:02 L:00 O:02 D:00 E:00 HS:06 SL:04 C:06
Ementa: Contribuições da psicologia para o estudo e compreensão de questões relacionadas à
Educação, considerando as possibilidades de atuação dos estudantes em sua área de formação.

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- 35 -
EL683 Escola e Cultura

OF:S-5 T:02 P:02 L:00 O:02 D:00 E:00 HS:06 SL:04 C:06
Ementa: O objetivo deste curso é aproximar campos educacionais dispersos pelas práticas
culturais contemporânea e produzir significados para a escola. Tal aproximação dar-se-á de
maneira a possibilitar uma educação dos sentidos, capaz de fortalecer a imagem do professor
como pessoa, como intelectual ativo na elaboração de saberes singulares. Ao mesmo tempo, tal
educação dos sentidos propiciará a articulação entre sensibilidades e racionalidade, e a
recuperação da dimensão coletiva, plural, fortalecedora das pessoas “outras” envolvidas na
produção de saberes educacionais.

EL706 Estágio Supervisionado para a Enfermagem

OF:S-1 T:00 P:02 L:00 O:04 D:00 E:00 HS:06 SL:02 C:06
Pré-Req.: AA200 AA450
Ementa: Vivencia de forma co-participativa a aplicação dos conhecimentos teóricos-práticos na
organização, execução, avaliação e/ou proposição de mudanças no trabalho pedagógico
desenvolvido nos cursos de nível médio de Enfermagem e nas escolas de ensino fundamental e
médio. Desenvolve investigações, nestes níveis de ensino, colaborando na análise e nas
mudanças necessárias de elementos do processo pedagógico.

EL774 Estágio Supervisionado I

OF:S-5 T:00 P:02 L:00 O:04 D:00 E:00 HS:06 SL:02 C:06
Pré-Req.: AA450 EL211 EL511 EL683/ AA200 AA450
Ementa: Desenvolvimento de atividades de estágio, atividades de imersão no campo de trabalho,
que propiciem ao professor em formação o contato com experiências, práticas e conhecimentos
de natureza profissional.

EL876 Estágio Supervisionado II

OF:S-5 T:00 P:02 L:00 O:06 D:00 E:00 HS:08 SL:00 C:08
Pré-Req.: AA450 EL211 EL511 EL683/ AA200 AA450
Ementa: Desenvolvimento de atividades de estágio, atividades de imersão no campo de trabalho,
que propiciem ao professor em formação o contato com experiências, práticas e conhecimentos
de natureza profissional.

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- 36 -
IX - PROGRAMA DAS DISCIPLINAS

CÓDIGO: EN112
NOME: Enfermagem em Saúde Coletiva I
T:02 P:02 HS:04 C:04 S:01

PRÉ-REQUISITO: não há
EMENTA: Promover a integração do estudante à vida universitária, ao contexto particular de formação
profissional e à prática de enfermagem. Saúde-doença como expressão das condições
concretas de existência. Introdução ao estudo e aplicação de métodos de apreensão do
processo saúde-doença mediante a identificação, análise e discussão das condições
sociais, econômicas, políticas e culturais de sua produção. Planejamento, desenvolvimento
e avaliação de inquérito de saúde e construção do perfil demográfico e epidemiológico de
uma dada população.

I - OBJETIVOS

GERAIS
• Integrar-se à vida universitária, ao contexto de formação do enfermeiro e à prática de enfermagem.
• Entender o processo saúde-doença na perspectiva coletiva.
• Apreender noções introdutórias de investigação em saúde coletiva.

ESPECÍFICOS
• Conhecer e aprender a utilizar os recursos de informática da UNICAMP, FCM e do Departamento
de Enfermagem no processo de desenvolvimento da investigação.
• Participar no planejamento, desenvolvimento e avaliação de uma investigação em saúde coletiva:
• Realizar levantamento de dados demográficos, epidemiológicos e sociosanitários em serviços
locais, regionais e estaduais de saúde e outras instituições.
• Identificar as condições sociais, culturais, econômicas e políticas de produção do processo saúde-
doença.
• Explicar o perfil sociosanitário de uma dada população, relacionando-o com as condições de
produção de saúde-doença encontrados.
• Apresentar relatório científico da investigação realizada.
• Reconhecer as atividades realizadas dentro do contexto geral de formação e de prática de
enfermagem.
• Refletir sobre a responsabilidade em relação à qualidade de vida individual e coletiva

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. INTEGRAÇÃO DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM À PROFISSÃO


• A formação e a prática de enfermagem

2. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SAÚDE COLETIVA:


• Saúde individual e saúde coletiva
• Saúde coletiva: objeto, metodologia e estratégias de intervenção
• História da saúde pública

3. PROMOÇÃO À SAÚDE
• Promoção à saúde
• Políticas públicas: Sistema Único de Saúde – SUS, Política Nacional de Alimentação e Nutrição

4. INTRODUÇÃO À INVESTIGAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA:


• Delimitação do objeto de estudo
• Discussão de métodos de apreensão do objeto de estudo
• Fontes oficiais de dados demográficos e epidemiológicos da população
• Caracterização sociosanitária da população de um território delimitado de Unidades Básicas de
Saúde:

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- 37 -
- levantamento de informações Análise e discussão das condições sociais de produção de saúde-
doença.
• Análise e consolidação dos dados
• Apresentação da investigação realizada

III - METODOLOGIA
• Aulas dialogadas
• Estudo dirigido
• Ensino participativo
• Trabalho em grupo
• Pesquisa de campo

IV - AVALIAÇÃO
A avaliação final do aluno resultará de análise geral de indicadores individuais e coletivos de
desempenho, tais como:

• Participação individual nas diversas experiências de ensino mediante a análise de parâmetros de


assiduidade, pontualidade, compromisso e responsabilidade;
• Prova
• Avaliação do desempenho do grupo e de subgrupos nas várias etapas de desenvolvimento da
disciplina com base nos parâmetros acima relacionados.
• Auto-avaliação;
• Trabalhos em grupo;
• Relatório de investigação realizada.

O aluno que obtiver média inferior a 5,0 (cinco) deverá fazer o exame final. A nota do exame final
será somada à média do semestre. O total será dividido por 2 (dois) para obtenção da média final.

FREQUÊNCIA MÍNIMA DE 85% (até nove horas de falta)

V - CAMPO DE ATIVIDADE PRÁTICA


• Centro de Saúde de Barão Geraldo (Profa. Inês), CS Costa e Silva (Profa. Eliete), e CS São
Marcos (Enfa. Josely).

VI - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BRASIL. RELATÓRIO FINAL DA 8ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE. Brasília, 1986


2. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. 2. ed.
Brasília, 2003. www.saude.gov.br/alimentacao
3. BUSS, Paulo M. Saúde e qualidade de vida. In: COSTA, N.R.; RIBEIRO, J.M. (org.) Política de
saúde e inovação institucional: uma agenda para os anos 90. Rio de Janeiro: ENSP, p. 173-
188, 1997.
4. BUSS, Paulo Marchiori. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciência e Saúde Coletiva
2000, v. 5, n. 1, p. 163-177.
5. LUZ Madel T. Notas sobre as políticas de saúde no Brasil de “Transição democrática”: anos 80.
Physis – Revista de Saúde Coletiva, 1991, v. 1, n. 1, p. 77-96.
6. SCLIAR, Moacir. Do mágico ao social: a trajetória da saúde pública. São Paulo: SENAC, 2002.

Sites de interesse:
www.saude.gov.br, www.saude.gov.br/versus, www.ibge.org.br, www.campinas.sp.gob.br,
www.seade.gov.br

VII - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Estudo multicêntrico sobre consumo alimentar. Cadernos


de Debate. NEPA/UNICAMP, volume especial, 1997.
2. MONTEIRO, Carlos A. (org.) Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e
de suas doenças. 2.ed. São Paulo: HUCITEC, 2000.

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CÓDIGO: EN212
NOME: ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA II
T:02 P:02 L:00 SL:04 HS:04 C: 04 OF: 02

PRÉ-REQUISITO: EN112
EMENTA: Planejamento, desenvolvimento e avaliação de método de apreensão do processo saúde-
doença em instituições sociais. Estudo da estrutura e funcionamento das instituições e
suas relações com os serviços de saúde. Caracterização social, econômica e sanitária da
população abrangida. Proposição e participação na implementação de medidas de
intervenção no campo de saúde, em âmbito coletivo e individual.

I - OBJETIVOS
GERAIS
• Compreender o processo saúde-doença e as condições de sua produção no contexto em
instituições sociais;
• Estudar a população abrangida por uma destas instituições;
• Subsidiar a intervenção do enfermeiro junto a sujeitos sadios na comunidade.

ESPECÍFICOS
• Realizar levantamento das condições de saúde em uma determinada instituição social;
• Identificar as características sociais, econômicas e de saúde da clientela de uma instituição social;
• Reconhecer as relações entre a instituição alvo de estudo, o serviço local de saúde e outros
equipamentos sociais disponíveis no município.
• Elaborar propostas de intervenção coletiva e/ou individual em saúde.
• Participar da organização e implementação da Feira de Saúde como continuidade das atividades
desenvolvidas na disciplina EN112.

II – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

• Instituições e equipamentos sociais


- Aspectos gerais
- As instituições sociais e suas implicações no campo da saúde coletiva
• O processo saúde-doença nas instituições
- Aspectos epidemiológicos e assistenciais relativos ao trabalhador, criança, adolescente, idoso e
de gênero.
• Planejamento e implementação da Feira de Saúde
- Práticas educativas em saúde: delimitação da temática a partir do diagnóstico realizado na
disciplina EN112.

III - METODOLOGIA
• Aulas expositivas
• Ensino participativo
• Trabalho em grupo
• Seminários
• Pesquisa e atuação em campo

IV - AVALIAÇÃO

A avaliação final do aluno resultará de análise geral de indicadores individuais e coletivos de


desempenho, tais como:

• A freqüência mínima para aprovação na disciplina deverá ser de 85%.


• Participação individual nas diversas experiências de ensino mediante a análise de parâmetros de
assiduidade, pontualidade, compromisso e responsabilidade. Avaliação do desempenho do grupo
e subgrupos nas várias etapas de desenvolvimento da disciplina com base nos parâmetros acima
relacionados;
• Trabalhos em grupos / Relatórios de Atividades;
• Prova

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- 39 -
Obs: A nota final corresponderá a média das avaliações acima. A nota para aprovação na disciplina é
5,0 (cinco).

V - CAMPOS DE ATIVIDADE PRÁTICA


• Creche da Unicamp, Grupo de Atenção à Saúde do Idoso - GRASI – UNICAMP.
• Centro de Saúde da Comunidade – CECOM, Ambulatório Médico do CEASA, PCMA (V. Costa e
Silva) e COAS - DST.

VI – BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BAREMBLIT, G. Compêndio de análise institucional e outras correntes: teoria e prática.
3.ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1996. Cap. II, p. 27-40.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde e desenvolvimento da juventude brasileira.
Construindo uma agenda nacional. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.
3. COCCO, M. I. M. Práticas educativas em saúde e a construção do conhecimento
emancipatório. In: BAGNATO, M.H.S.; COCCO, M.I.M.; SORDI, M.R.L. (org.). Educação,
saúde e trabalho: antigos problemas, novos contextos, outros olhares. Campinas: Alínea,
1999.
4. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo:
Paz e Terra, 1997.
5. JACOB, FILHO, W. Envelhecimento e atendimento domiciliário. In: DUARTE, Y.A.D.; DIOGO,
M.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São Paulo: Atheneu, 2001. p. 19-
26.
6. NERY, A.L. Qualidade de vida na velhice e atendimento domiciliário. In: DUARTE, Y.A.D.;
DIOGO, M.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São Paulo: Atheneu,
2001. p. 33-48.
7. ROCHA, L.E; RIGOTTO, R.M.; BUSCHINELLI, J.T.P. (org.). Isto é trabalho de gente? Vida,
doença e trabalho no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1994. cap. 9, 10, 16, 19 e 23.
8. RODRIGUES, R.A.P.; DIOGO, M.J.D. (org.). Como cuidar dos idosos. Campinas: Papirus,
1996. p. 11-16.
9. SANTOS, M.L. O trabalho dos anjos de branco: um estudo em hospital público. Saúde em
Debate. n. 51, p. 69-74, 1996.
10. SECRETARIA DE SAÚDE DE CAMPINAS. Manual da criança. Campinas, 1996.

VI - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ROCHA, L.E; RIGOTTO, R.M.; BUSCHINELLI, J.T.P. (org.) Isto é trabalho de gente? Vida,
doença e trabalho no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1994. cap. 15
2. NEUMANN, N.A. et al. Desempenho da Pastoral da Criança na promoção de ações de
sobrevivência infantil e na educação em saúde em Criciúma, uma cidade do Sul do Brasil. Pan
Am J Public Health, v. 5, n. 6, 1999. p.400-410.

Periódicos de interesse

Cadernos de Saúde Pública, Revista de Saúde Pública, Revista Latino-americana de Enfermagem,


Revista da Escola de Enfermagem USP, Revista Brasileira de Enfermagem.

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CÓDIGO: EN230
NOME: Enfermagem em Saúde Mental I
OF:S-2 T: 02 P:00 HS:03 SL:03 C:02 L:00

PRÉ-REQUISITO: MD232 - Elementos de Ciências Sociais Aplicados à Saúde


EN112 - Enfermagem em Saúde Coletiva I

EMENTA: Estudo dos elementos teórico-metodológicos envolvidos na organização da prática da


assistência à saúde mental: o trabalho em equipe multidisciplinar nos serviços de saúde.
Assistência à saúde mental nos serviços básicos de saúde; a intervenção em crises
evolutivas e acidentais e as políticas públicas de saúde mental. As diferentes concepções
de loucura e da sua historicidade. Políticas de Saúde Mental.

I – OBJETIVOS

GERAL
Proporcionar ao estudante o contato inicial com conceitos, princípios e instrumentos básicos do
campo da saúde mental e da área de enfermagem em saúde mental, que subsidiem suas futuras
intervenções no campo da saúde mental e da saúde em geral, em âmbito individual e coletivo,
reconhecendo-as como ações teórica e eticamente fundamentadas e como expressão das relações
estabelecidas entre saúde mental, cultura e sociedade.

ESPECÍFICOS
• Estudar concepções de saúde/doença mental.
• Oferecer ao aluno conhecimentos sobre linguagem, comunicação e relações intersubjetivas.
• Discutir os aspectos constituintes da relação intersubjetiva enfermeiro-paciente e seus diferentes
momentos.
• Proporcionar ao aluno experiência de desenvolvimento de entrevistas preliminares
• Fornecer conhecimentos básicos sobre o campo da saúde mental e a atuação do enfermeiro
• Oferecer ao aluno conhecimentos sobre os elementos que constituem a relação intersubjetiva.
• Subsidiar reflexões sobre história da enfermagem psiquiátrica e políticas de saúde mental

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Estudo dos elementos teórico metodológicos envolvidos na organização da prática de assistência à
saúde mental:
• Definição do campo de saúde mental;
• Sociedade, cultura e saúde mental;
• Abordagem histórica da Saúde Mental e de suas instituições de assistência;
• Políticas de Saúde Mental;

2. Instrumentos básicos do trabalho em Saúde Mental:


• Comunicação
• Relações intersubjetivas
• Relação intersubjetiva enfermeira-paciente

III – METODOLOGIA
As unidades de ensino serão desenvolvidas por meio de atividades teórico-práticas, que permitirão
ao aluno problematizar as questões emergentes na disciplina, estabelecendo conexões entre estas e os
conteúdos ministrados nas aulas expositivas, e os conhecimentos adquiridos nas demais disciplinas
oferecidas anteriormente e concomitantemente a esta. Para tanto, serão empregadas como técnicas de
ensino:

• Aulas expositivas
• Filmes
• Entrevistas
• Leituras orientadas

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- 41 -
V – AVALIAÇÃO

O processo de aprendizado será compreendido nesta unidade como um processo dinâmico que
envolve aspectos subjetivos, éticos e intelectuais, o que implica em reconhecer a singularidade que
marca o percurso de produção do conhecimento de cada estudante ao longo das atividades teórico-
práticas desenvolvidas durante esta unidade. Portanto, a avaliação dar-se-á contínua e
permanentemente a partir de:
a) Relatório de entrevista
b) Prova escrita
• A nota final será a média das notas atribuídas ao item a (peso 1) e ao item b (peso 2)
• A média final para aprovação será igual ou maior que 5,0 (cinco).
• Frequência mínima obrigatória: 85 %.

V - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. AMARANTE, P. (ORG.) Psiquiatria social e reforma psiquiátrica. Rio de Janeiro: FIOCRUZ,


1994. 202 p.
2. BEZERRA Jr., B. Saúde mental ou psiquiatria. In: Encontro de pesquisadores em Saúde
Mental, 4; Encontro de Especialistas em Enfermagem Psiquiátrica, 3. 1995. Anais. Ribeirão
Preto - SP: Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto - USP,1995. p. 3 - 38.
3. CASTRO, E. M. Psicanálise e linguagem. São Paulo: Àtica, 1986, 79 p.
4. COSTA, N.R.; TUNDIS, S.A. Cidadania e loucura: políticas de saúde mental no Brasil.2.ed.
Petrópolis ; Vozes, 1990.
5. GUIMARÃES, R.; TAVARES, R. (ORG) Saúde e Sociedade no Brasil dos anos 80. Rio de
Janeiro: Relume-Dumará, 1994.
6. PEDUZZI, M. Equipe multiprofissional de saúde : a interface entre trabalho e interação. São
Paulo, 1998. (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo).
7. VASCONCELOS, E.M. Desinstitucionalização e interdisciplinaridade em saúde mental. In:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Instituto de Psiquiatria. Saúde mental e
desinstucionalização: reinventando serviços. Rio de Janeiro, 1997. ( Cadernos IPUB. v.1, n. 7).
8. ZIMMERMAN, D. Fundamentos básicos das grupoterapias. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
9. KIRSCHBAUM, D. I. R. O trabalho de enfermagem e o cuidado em saúde mental: novos
rumos? Cadernos IPUB, 19:13-36, 2000.

VI - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. FIGUEIREDO, A .C.; SILVA FILHO, J. F.(orgs.) Ética e saúde mental. Rio de Janeiro:
Topbooks, 1996. 126 p.
2. FRAYZE _____ . O que é loucura? São Paulo: Brasiliense, 1984.
3. IRVING, S. Enfermagem psiquiátrica básica. Rio de Janeiro: Interamericana, 1989
4. KYES, J.; HOFLING,C. Conceitos básicos em enfermagem psiquiátrica. 5.ed. Rio de Janeiro :
Guanabara, 1985.
5. LACAN, J. Função e campo da fala e da linguagem em psicanálise. In: LACAN, J. Escritos. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998b. p. 238-325. (Texto original de 1953).
6. LEITE, M. P. S. Psicanálise lacaniana: cinco seminários para analistas kleinianos. São Paulo:
Iluminuras, 2000. 269p.
7. MINISTÉRIO DA SAÚDE Legislação Brasileira em Saúde Mental [citado 17/07/2006].
Disponível na Word Wide Web: http://www.inverso.org.br/index.php/content/view/4.html.
8. MIRANDA, M.C.L. O parentesco imaginário . Rio de Janeiro: Vozes, UFRJ, 1994. 232 p.
9. OSÓRIO, L.C. (org.). Grupoterapia hoje. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. 358 p.
10. PESSOTTI, I. A loucura e as épocas. Rio de Janeiro: Ed.34, 1994. 208 p.
11. ROCHA, R.M. Enfermagem psiquiátrica: que papel é este? Rio de Janeiro: Relume-Dumará,
1994.
12. _________. Enfermagem em saúde mental. Rio de Janeiro: SENAC, 1995.
13. RODRIGUES, A .R.F.; MUNARI, D.B. Grupos. São Paulo, EDUSP, 1997.
14. RODRIGUES, R.F. Enfermagem Psiquiátrica: prevenção e intervenção. São Paulo; EDUSP,
1995.
15. SILVA, M.J.P. da. Comunicação tem remédio. a comunicação nas relações interpessoais em
saúde. São Paulo, Ed. Gente, 1996.
16. SAUSSURE, F. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 2000.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 42 -
17. VENANCIO, A .T.; LEAL, E.M.; DELGADO, P. G. (org.). O campo da atenção psicossocial:
anais do I Congresso de Saúde Mental do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1997. Rio
de Janeiro: Ed. Te Corá: Instituto franco Basaglia, 1997. 660 p.

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- 43 -
CÓDIGO: EN242
NOME: Alimentação e qualidade de vida
OF: S-2 T:02 P:00 L:00 HS:02 SL:02 C:02

EMENTA: Alimentação na promoção à saúde e prevenção de doenças. Influências sócio-culturais sobre


o comportamento alimentar. Aplicação dos conhecimentos de nutrição nas intervenções
sobre alimentação. Acesso à alimentação como direito humano que preenche
necessidades biológicas, psicológicas e sociais, garantindo qualidade de vida a indivíduos,
grupos e coletividades.

I - OBJETIVO
GERAL

• Desenvolver atitudes e práticas favoráveis a estilos de alimentação compatíveis com a promoção


da saúde, a sustentabilidade ambiental e a qualidade de vida.
• Desenvolver a capacidade de compreender e analisar criticamente informações, estudos e
pesquisas da área de consumo e comportamento alimentar de diferentes grupos ou populações.
• Oferecer subsídios teórico-metodológicos para o desenvolvimento de ações no campo da
nutrição que sejam tecnicamente corretas e respeitem os princípios básicos do direito à
alimentação.

II – MÉTODOS
• Aulas dialogadas
• Seminários
• Pesquisas de campo
• Discussão em grupo

III - AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada por intermédio de trabalhos, seminários, participação em aula e duas
prova. A nota final resultará das notas atribuídas aos diversos itens. Na situação do aluno não atingir a
média 5,0 (cinco), ele fará o exame final.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco).

- FREQUÊNCIA MÍNIMA OBRIGATÓRIA DE 75%.

IV – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. ANGELIS, R. de Importância de alimentos vegetais na proteção da saúde. São Paulo:


Atheneu, 2001.
2. BLEIL, S. O padrão alimentar ocidental: considerações sobre a mudança de hábitos no Brasil.
Cadernos de Debate 6:1-25, 1998.
3. Tabela de composição de alimentos. Campinas: NEPA/UNICAMP, 2006.

V – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ACCIOLY, E; SAUNDERS, C; LACERDA, EMA. Nutrição em obstetrícia e pediatria. Rio de


Janeiro: Cultura Médica, 2002.
2. DUTRA DE OLIVEIRA, J.E.; MARCHINI, J.S. Ciências nutricionais. São Paulo: Sarvier, 1998.
3. CTENAS, A; CTENAS, MLB; VITOLO, MR crescendo com saúde: o guia de crescimento da
criança. São Paulo: C2 Editora e consultoria em nutrição, 1999.
4. EUCLYDES, MP Nutrição do lactente: base científica para uma alimentação saudável. Viçosa:
Editora da UFV, 1997.
5. EVANGELISTA, J Alimentos: um estudo abrangente. Rio de Janeiro: Atheneu, 1994.
6. FRANK, AA; SOARES, EA Nutrição no envelhecer. São Paulo: Atheneu, 2002.
7. MONTEIRO, C. A. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e de suas
doenças. 2a. Paulo: HUCITEC, 2000.
8. PEÑA, M.; BACALLAU, J. La obesidad en la pobreza: un nuevo reto para la salud publica.
Washington: OPAS/OMS, 2000. Publicación Científica n. 576.
9. SAWAYA, A.L. (org) Desnutrição urbana no Brasil: em um período de transição. São Paulo:
Cortez, 1997.

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- 44 -
10. VITOLO, MR Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann e Autores
Editores, 2003.

Periódicos de interesse

American Journal of Clinical Nutrition, Cadernos de Debate, Journal of the American Dietetic
Association, Nutrição em Pauta, Nutrire, Revista de Nutrição.

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CÓDIGO: EN280
NOME: Exercício da Enfermagem I
OF:S-2 T:02 P:00 L:00 HS:02 SL:02 C:02
EMENTA: Evolução da prática de enfermagem no contexto histórico, político e social. Lei do
exercício profissional. Fundamentos da ética e código de ética.
I - OBJETIVOS
GERAL
A(o) aluna(o) deverá compreender o processo de trabalho em enfermagem enquanto prática
social contextualizando-a em suas dimensões histórica, ética e política.
ESPECÍFICOS

• Descrever as principais características da enfermagem no período pré-capitalista (anterior a


Florence Nightingale).
• Discutir a história da enfermagem moderna e a construção do saber em enfermagem a partir de
Florence Nightingale.
• Debater sobre o processo de trabalho em enfermagem através de uma leitura generificada desde
Florence Nightingale e a influência na enfermagem contemporânea.
• Discutir a construção do saber e da prática de enfermagem no Brasil.
• Conceituar ética, moral, valores, bioética e cidadania.
• Identificar os principais aspectos da regulamentação do exercício profissional.
• Identificar os assuntos abordados no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e o
conceito de Processo Ético de forma genérica.
• Discutir a dimensão histórica, ética e legal da problemática de enfermagem relacionada a:
autonomia na enfermagem, aborto, tecnologias reprodutivas, transplantes e doação de órgãos,
coleta e transfusão de sangue.
II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

• O período pré-capitalista da enfermagem ou período pré-Nightingaliano.


• A história da enfermagem moderna: uma leitura generificada desde Florence Nightingale.
• A Enfermagem Contemporânea e a Enfermagem Brasileira – a construção do saber.
• O processo de trabalho em enfermagem. A divisão social do trabalho em enfermagem. A
vocação versus escolha profissional. As questões de gênero e a construção do saber em
enfermagem. A autonomia na enfermagem.
• Ética e cidadania.
• Código de ética em enfermagem e Processo Ético.
• Regulamentação do Exercício Profissional: Lei no 7.498/86 e
• Decreto no 94.406/87
• Aspectos éticos e legais do aborto.
• Aspectos éticos e legais das tecnologias reprodutivas.
• Aspectos éticos e legais de transplantes e doação de órgãos.
• Aspectos éticos e legais da coleta e transfusão de sangue.

III – METODOLOGIA
• Aulas expositivas com discussão
• Discussão em grupo
• Filmes
• Oficinas/vivências
• Seminários
IV – AVALIAÇÃO

• Apresentação oral e escrita de seminário (em grupo) Peso = 2.


• Dissertação de tema após debate em grupo (individual) Peso = 2.
• Auto-avaliação Peso=1.

Obs.: para ser aprovado o aluno deverá apresentar freqüência mínima de 75% e nota final igual ou
superior a 5,0 (cinco). O aluno que não obtiver aprovação terá direito a exame, no qual deverá
obter nota mínima igual ou superior a 5,0.

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- 46 -
V – BIBLIOGRAFIA

1. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Código de Ética dos Profissionais de


Enfermagem, 1993.
2. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM. Principais Legislações para o Exercício da
Enfermagem. São Paulo, 1996.
3. FONSECA, R.M.G.S. DA. As opções mais comuns para quem deseja praticar a anticoncepção.
Rev.Esc. Enf. USP, v. 21, n.3, p.211-20, dez., 1987.
4. FONSECA, R.G.M.S. da. Mulheres e Enfermagem: uma construção generificada do saber. São
Paulo, 1996. 180 p. Tese (Livre Docência) Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo.
Cap. 2, p. 33-5: O gênero na enfermagem: generificando o olhar sobre o trabalho da
enfermagem.
5. ________. Os meios de comunicação de massa na difusão da ideologia sobre a reprodução
humana. Rev. Esc. Enf. USP, v. 26, n.2,p. 205-8, ago, 1992.
6. KÜBLER-ROSS-E. Morte: estágio final da evolução. 2ª ed. Rio de Janeiro. Record, 1996.
7. PESSINI, L.; Fundamentos da Bioética. São Paulo, Paulus, 1996.
8. SANCHES-VASQUEZ, Adolfo. Ética - 2ª ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1983.
9. SILVA, E.;M.; LIMA, R.A.G. de; MISHIMA, S.M. A arte de curar e a arte de cuidar:
medicalização do hospital e a institucionalização da enfermagem. Rev. Bras. Enf. Brasília,
v.46, n. 3-4, p. 301-8, jul/dez., 1993.
10. VIANNA, L.A.C. Epidemiologia do aborto. In: SCAVONE,L. Tecnologias reprodutivas: gênero e
saúde. São Paulo, UNESP, 1996, cap. 4, p. 129-34.
11. VILARDELL, F. Transplante – será que vale a pena? Rev. Vida e Saúde , CPB, v. 51, n. 10, p.
10-2, out., 1989.

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CÓDIGO: EN312
NOME: Enfermagem na Organização do Sistema de Saúde
OF: S-1 T:02 P:04 L:00 HS:06 SL:06 C:06

PRÉ-REQUISITO: EN212 – Enfermagem em Saúde Coletiva II

EMENTA: Políticas e modelos de atenção à saúde. Diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Vigilância e educação em saúde. Reconhecimento do perfil sócio-sanitário da população e
do território dos serviços básicos de saúde. Estrutura, gestão e processo de trabalho.
Trabalho de enfermagem. Análise e intervenção em problemas de saúde pública.

I – OBJETIVOS

GERAL
Promover a capacitação técnica e o senso crítico do aluno em relação à realidade de saúde e dos
serviços de saúde, estimulando sua participação efetiva na organização da assistência de enfermagem
e no planejamento de saúde, compatíveis com as necessidades de saúde da população.

ESPECÍFICOS
• Reconhecer a participação da enfermagem na organização dos serviços de saúde.
• Identificar o perfil sócio-sanitário da população da área de cobertura articulando-o com as
ações de planejamento.
• Desenvolver o senso crítico em relação aos modelos de atenção à saúde, relacionando-os com
as necessidades de saúde da população.
• Planejar e implementar intervenção em problema de saúde pública.
II - CONTEÚDOS

UNIDADE I
• MUNICIPALIZAÇÃO
- Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS)
- Descentralização, hierarquização, regionalização dos serviços de saúde, universalidade,
integralidade, equidade e participação social
- Perfil sócio-sanitário da população de cobertura
• SUS na atualidade
- Formas de gestão e financiamento
- O SUS Campinas
- Programa de Saúde da Família (PSF) e Programa de Agentes Comunitários da Saúde (PACS)

UNIDADE II
• MODELOS ASSISTENCIAIS
- Atenção Primária à Saúde (APS)
- Promoção à saúde

UNIDADE III
• POLÍTICAS DE SAÚDE
- História das políticas sociais e da saúde
- História da organização dos serviços de saúde no Brasil
• ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
- Estrutura e funcionamento das Unidades Básicas de Saúde e sua relação com os serviços de
referência.
- Introdução ao estudo e aplicação de metodologia de planejamento em saúde.

III – METODOLOGIA
• Aulas dialogadas
• Leituras Programadas e Estudo Dirigido
• Ensino participativo
• Trabalhos em grupo e individuais

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• Pesquisas de campo
• Apresentação e análise de vídeos

IV – AVALIAÇÃO

A avaliação final do aluno resultará da análise geral de indicadores individuais e coletivos de


desempenho, tais como:
• Participação individual nas diversas experiências de ensino mediante a análise de: assiduidade,
pontualidade (inclusive na entrega de relatórios), compromisso, responsabilidade, iniciativa,
criatividade, relação teoria-prática e senso crítico;
• Avaliação de desempenho individual e do grupo em campo de aprendizado prático nas várias
etapas de desenvolvimento da disciplina, com base nos parâmetros acima relacionados,
considerando a auto-avaliação.
• Relatórios individuais e apresentação oral de trabalho em grupo ao final da disciplina. Serão
considerados como indicadores de avaliação a organização, clareza, coerência e consistência da
apresentação e do conteúdo.
• Prova escrita individual.

Terá direito ao exame o aluno que obtiver pelo menos nota 5,0 (cinco), nas atividades práticas.
A média final dos alunos submetidos a Exame Final não será superior a 6,0 (seis).

Freqüência mínima: 85%

V – CAMPOS DE ESTÁGIO
• Centros de Saúde Barão Geraldo, Costa e Silva, São Marcos, Santa Mônica, Sousas, Boa
Vista e Taquaral da Secretaria Municipal de Saúde de Campinas.

VI – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. Andrade SM; Soares DA. Dados e informação em saúde: para que servem? In: Andrade SM;
Soares DA; Cordoni Júnior L (orgs.) Bases da saúde coletiva. Londrina: UEL:Abrasco, 2001.
p.161-183.
2. Barros E. Política de saúde: a complexa tarefa de enxergar a mudança onde tudo parece
permanência. 1º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais em Saúde, 1995 (07 a 10
novembro), Curitiba, PR. (mimeo)
3. Buss PM. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciência e Saúde Coletiva 2000; 5(1): 163-
177.
4. Carvalho BG; Martin G; Cordoni Junior L. A organização do sitema de saúde no Brasil. In:
Andrade SM; Soares DA; Cordoni Júnior L (orgs.) Bases da saúde coletiva. Londrina:
UEL:Abrasco, 2001. p. 27-59.
5. Carvalho BG.; Petris AJ.; Turini B. Controle social em saúde. In: Andrade SM; Soares DA;
Cordoni Júnior L (orgs.) Bases da saúde coletiva. Londrina: UEL: Abrasco, 2001. p. 93-110.
6. Luz MT. Notas sobre as políticas de saúde no Brasil de "transição democrática": anos 80.
Physis - Revista de Saúde Coletiva 1991; 1(1):77-96.
7. Merhy EE. Introdução à Saúde Pública. Campinas (SP): FCM-Unicamp; 1999. (mimeo). 25p.
8. Merhy EE; Cecílio LCO; Nogueira Filho RN Por um modelo tecno-assistencial de saúde em
defesa da vida: contribuição para as conferências de saúde. Saúde em Debate 1991
dezembro; (33): 83-89.
9. Ministério da Saúde (BR). Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. ABC do SUS: doutrinas
e princípios. Brasília, DF. 1990. 12p.
10. Rocha SMM; Almeida MCP. O processo de trabalho da enfermagem em saúde coletiva e a
interdisciplinaridade. Rev. latino-am. Enfermagem 2000 dezembro; 8(6): 96-101.
11. Rouquayrol MZ. Epidemiologia & Saúde. 4a ed. Rio de Janeiro (RJ): Medsi; 1994. Cap.
Imunização; p. 281-313.
12. Secretaria de Estado da Saúde. (SP) Informe técnico Campanha de Vacinação para o Idoso
2004. Centro de Vigilância Epidemiológica.
(ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/imuni/if_idoso04.pdf)
13. Secretaria de Estado da Saúde. (SP) Norma do programa de imunizações. São Paulo (SP):
Centro de Vigilância Epidemiológica, 2ª ed. 2000.
(www.cve.saude.sp.gov.br/htm/cve_manual.htm
14. Silva EM; Nozawa MR; Silva JC; Carmona SAMLD. Prática das enfermeiras e políticas de
saúde pública em Campinas, SP. Cadernos de Saúde Pública 2001 julho/agosto; 17(4): 989-
998.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 49 -
15. Silva AMR; Oliveira, MSM; Nunes, EFPA; Torres ZF. A unidade básica e seu território. In:
Andrade SM; Soares DA; Cordoni Júnior L (orgs.) Bases da saúde coletiva. Londrina:
UEL:Abrasco, 2001. p. 145-160.
16. Toniolo Neto J; França JDL; Halker E; Succi RCM. Vacinação do adulto e idoso. In: Farhat CK.
Fundamentos de imunização na prática clínica e pediatria. 4ª ed., São Paulo (SP): Atheneu;
2000. p. 219-227.

VII - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil (BR) 1988. Artigos 196 a 200 (Título VII,
Capítulo II – Da seguridade social, Seção II Da Saúde).
2. Brasil. Leis nº 8080 de 19 de setembro de 1990 e Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990.
3. Campos GWS. Subordinação da saúde pública à dinâmica da acumulação capitalista: ou breve
história do “ocaso” da saúde pública. In: Merhy EE. O capitalismo e a saúde pública: a
emergência das práticas sanitárias no Estado de São Paulo. 2ª ed. Campinas (SP): Papirus;
1987. p. 111-134.
4. Chaves MM. Complexidade e transdisciplinaridade: uma abordagem multidimensional do setor
saúde. Rev Bras Educ Méd 1998 jan.abr.; 4: 07-18.
5. Cordeiro H. O PSF como estratégia de mudança do modelo assistencial do SUS. Cad. Saúde
da Família. 1996 janeiro-junho; 1(1): p.10-15.
6. Kawamoto EE. (org.) Enfermagem comunitária. São Paulo(SP): EPU; 1995.
7. Merhy EE. A rede básica como uma construção da saúde pública e seus dilemas. In: Merhy EE,
Onocko R, organizadores. Agir em saúde: um desafio para o público. São Paulo (SP): Hucitec;
1997. p.197-228.
8. Merhy EE. Em busca da qualidade dos serviços de saúde. In: Cecílio LCO. Inventando a
mudança na saúde. São Paulo (SP): Hucitec; 1994. p.117-160.
9. Organização Mundial de Saúde. Carta de Ottawa para la promoción de la salud. 12-17
novembro 1986. Ottawa, Ontário, Canadá.
10. Organização Mundial de Saúde. Cuidados primários de saúde: relatório da Conferência
Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde. 6-12 setembro 1978. Alma Ata,
Cazaquistão, URSS. 6-12 Unicef. Brasil, 1979.
11. Paim JS. A reforma sanitária e a municipalização. Saúde e Sociedade 1992; 1(2):29-47.
12. Pimenta AL. Brevíssima história da implementação do SUS em Santos. In: Campos FCB,
Henriques CMP, organizadores. Contra a maré à beira-mar: a experiência do SUS em Santos.
2ª ed. São Paulo (SP): Hucitec; 1997. p. 29-40.
13. Rosen G. Uma história da saúde pública. São Paulo(SP): Hucitec; 1994. (trad. Marcos
Fernandes da S. Moreira)
14. Scliar, M. Do mágico ao social: a trajetória da saúde pública. São Paulo: SENAC, 2002.
15. Vaughan JP, Morrow RH. Epidemiologia para os municípios: manual para gerenciamento dos
distritos sanitários. 2ª ed. São Paulo (SP): Hucitec, 1997.

VII - RELATÓRIOS DE CAMPO:

• Conteúdo: descritivo-analítico, relacionando as atividades práticas, vivenciadas ou observadas,


com o conteúdo teórico abordado em sala de aula e complementado pelas leituras indicadas.
• Apresentação: digitado (fonte 12, espaço duplo) ou manuscrito (legível) com 2 paginas, no
máximo.
• Datas de entrega indicadas no cronograma
• Temas:
1) Princípios e diretrizes do SUS: universalidade, equidade, integralidade e hierarquização.
2) Conhecendo os atores: usuários, trabalhadores de enfermagem e equipe de saúde.
3) A organização do CS, controle social, projetos em disputa (poderes em jogo)

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- 50 -
CÓDIGO: EN321
NOME: SEMIOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM
OF:S-1 T:01 P:01 L:00 HS:02 SL:01 C:02

PRÉ-REQUISITOS: BF284 - Fisiologia e Biofísica Humana Básica


EMENTA: Metodologia da assistência de enfermagem. Subsídios teóricos e práticos do exame físico
geral da criança e adulto sadio.

I - OBJETIVOS
GERAL

Instrumentalizar o aluno para identificar dados que subsidiem a assistência de enfermagem, por meio
da implementação de técnicas de entrevista e exame físico.

ESPECÍFICOS
• Contextualizar o exame físico como parte da etapa de Levantamento de Dados da
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE);
• Instrumentalizar o aluno para a realização do exame físico geral na criança e no adulto;
• Identificar e descrever dados significativos para a assistência de enfermagem ao adulto, oriundos
da pele, mucosas, fâneros, olhos, ouvidos, linfonodos superficiais, cavidade bucal e abdome;
• Analisar e interpretar os dados obtidos pelo exame físico para subsidiar a identificação de
problemas passíveis de intervenções de enfermagem.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1ª UNIDADE: Sistematização da Assistência de Enfermagem
Š Levantamento de dados
- Entrevista
- Exame Físico
2ª UNIDADE: Introdução ao Exame Físico
Š Aspectos éticos
Š Posições do cliente e do examinador
Š Divisão da superfície corporal em regiões
Š Técnicas básicas do exame físico
- Inspeção
- Palpação
- Percussão
- Ausculta
3ª UNIDADE: Exame da pele, mucosas e fâneros
Š Inspeção e palpação da pele
- coloração
- integridade ou continuidade
- umidade
- textura
- espessura
- elasticidade e mobilidade
- turgor
- sensibilidade
- lesões elementares
Š Avaliação das mucosas
- coloração e umidade
Š Avaliação dos fâneros
- cabelos, pêlos e unhas
4ª UNIDADE: Avaliação postural
Š Histórico específico
Š Exame físico
♦Inspeção estática e exame postural
- alterações do alinhamento e das curvaturas da coluna vertebral
- alterações da cintura escapular
- alterações da cintura pélvica

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- 51 -
- alterações em membros inferiores
♦ Inspeção dinâmica
♦ Palpação
5ª UNIDADE: Exame dos linfonodos ou gânglios linfáticos
Š Aspectos conceituais do sistema linfático
Š Avaliação dos linfonodos superficiais
- grupo ganglionar da cabeça e do pescoço
- grupo ganglionar das axilas
- grupo ganglionar das virilhas
6ª UNIDADE: Exame da cavidade bucal e abdome
Š Exame da cavidade bucal
- mucosa oral
- língua
- gengivas e dentes
Š Exame do Abdome
- inspeção
- ausculta
- percussão
- palpação
7ª UNIDADE: Avaliação dos olhos e ouvidos
Š Exame oftalmológico
Š Avaliação do segmento ocular externo
8ª UNIDADE: Exame Físico geral da criança
Š Exame físico da criança no contexto da sistematização da assistência de enfermagem (SAE).
Š Considerações sobre o exame físico geral e exame físico pontual ou focal;
Š Crescimento pondero - estatural
Š Temperatura corporal
Š Pele e anexos
Š Cabeça
Š Pescoço
Š Sistema respiratório
Š Sistema cardio-respiratório
Š Abdome
Š Genitália
Š Sistema músculo esquelético
Š Sistema neurológico

III – MÉTODOS UTILIZADOS


Š Aulas expositivas;
Š Aulas práticas nas unidades de internação do Hospital de Clínicas Enfermaria Geral de Adultos,
Cardiologia, Pneumologia, Gastroclínica e Gastrocirurgia.

IV – AVALIAÇÃO

A avaliação obedecerá aos seguintes critérios:


Š Prova teórico-prática (peso 2);
Š Entrega e elaboração de relatórios parciais de atividades práticas que consistirá na descrição do
exame físico;
Š Desempenho e freqüência em atividades práticas (peso 2);
Š Relatório final de atividade prática (Peso 1).

O aluno que obtiver nota inferior a 5,0 (cinco) no item Desempenho e freqüência em atividades
práticas ficará reprovado.

O aluno que obtiver média inferior a 3,0 (três) ficará reprovado.


O aluno que obtiver media igual ou superior a 3,0 (três) e inferior a 5,0 (cinco) deverá fazer o
exame final. A nota do exame final será somada à média do semestre. O total será dividido por dois
para obtenção da média final.

Freqüência mínima exigida: 85%

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- 52 -
V- BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BARROS, A.L.B.L. et al. Anamnese e Exame Físico. Avaliação diagnóstica de enfermagem


no adulto. Porto Alegre, Artmed, 2003.
2. BICKLEY, L.S. Bates: Propedêutica Médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
3. BENSEÑOR, I.M.; ATTA, J.A.; MARTINS, M.A. Semiologia Clínica. São Paulo: Sarvier, 2002.
4. CIANCIARULLO, T I et al. Sistema de Assistência de Enfermagem: evolução e tendência.
São Paulo: Ícone, 2001.
5. JARVIS, C. Exame físico e avaliação da saúde, 3 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
6. JARVIS, C. Physical examination and health assessment. 4 ed., U.S.A., W.B. Saunders,
2003.
7. PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5 ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004

VI - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ALEXANDRE, N.M.C; MORAES, M. A. A. Modelo de avaliação físico-funcional da coluna


vertebral. Rev. Latino-am. Enfermagem, v.9, n.2, p.67-75, 2001.
2. CAMPEDELLI, M.C et al. Processo de enfermagem na prática clínica. São Paulo: Ática,
1989.
3. PERNETTA, C. Semiologia Pediátrica, 5ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1990.
4. SCHMITZ, E.M.R.; e cols. A Enfermagem em Pediatria e Puericultura, São Paulo, Atheneu,
1995.
5. SIGAUD, C.H.S.; VERÍSSIMO, M.D.L.R.: Enfermagem Pediátrica: O Cuidado de Enfermagem
à Criança e ao Adolescente, São Paulo; EPU, 1996.
6. SUCUPIRA, A.C.S.L; ZUCCOLOTTO, S.M.C. Semiologia da Criança Normal, In: Marcondes,
et.al. – Pediatria Básica, 9ª ed. São Paulo; Sarvier, 2003. Cap. 4, Séc. I pg. 148 – 170.
7. VASCONCELOS, J. de M.B. et al. Exame Físico na Criança: Um Guia para o Enfermeiro.
Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 52, nº 4, p. 529 – 538, 1999.
8. WHALEY, L.F.; WONG, D.L. Enfermagem Pediátrica: Elementos essenciais à Intervenção
Efetiva, 2ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1999.
9. WRIGHT, L.M.; LEAHEY, M. Enfermeiras e Famílias: Um Guia para Avaliação e Intervenção
na Família, 3ª ed., São Paulo, Roca, 2002.

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- 53 -
CÓDIGO: EN322
NOME: ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM

OF:S-1 T:05 P:04 L:04 HS:13 SL:13 C:13

PRÉ-REQUISITOS: BF284 - Fisiologia e Biofísica Humana Básica


BM215 - Microbiologia

EMENTA: Ensino teórico-prático de aspectos e procedimentos fundamentais à assistência de enfermagem


ao usuário atendido em unidades básicas de saúde e unidades de internação. Introdução à
aplicação da sistematização da assistência com vistas ao planejamento e execução de
cuidados de enfermagem.

I - OBJETIVOS

GERAL
Capacitar o aluno para o cuidado de clientes em diferentes instituições de saúde, por meio do
planejamento e implementação da sistematização da assistência de enfermagem (SAE).

ESPECÍFICOS
• Descrever e utilizar os instrumentos básicos de enfermagem como facilitadores na identificação de
problemas dos pacientes e no relacionamento interpessoal;
• Coletar dados significativos para a SAE, por meio da entrevista e do exame físico;
• Identificar e descrever os problemas dos clientes atendidos em diferentes instituições de saúde;
• Desenvolver e aplicar o julgamento clínico para propor intervenções de enfermagem;
• Implementar e avaliar intervenções de enfermagem necessárias para o atendimento das
necessidades do cliente
• Registrar adequadamente os dados coletados, os cuidados realizados e seus resultados.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I – INSTRUMENTOS BÁSICOS DE ENFERMAGEM


• planejamento
• avaliação
• destreza manual
• método científico
• observação
• criatividade
• comunicação
• trabalho em equipe
UNIDADE II – ASSEPSIA MÉDICA E CIRÚRGICA
• precauções-padrão
• conceitos gerais da assepsia médica e cirúrgica
• técnica de lavagem e higienização das mãos
• manuseio do material esterilizado
UNIDADE III – O PROCESSO DE CONTROLE AMBIENTAL
• necessidades higiênicas do ambiente
• técnica da arrumação da cama
• fatores que afetam a segurança ambiental
• técnicas de restrição do cliente ao leito
UNIDADE IV – HIGIENE CORPORAL
• higiene oral e a saúde bucal
• princípios básicos da higiene corporal do cliente

UNIDADE V – AVALIAÇÃO DOS SINAIS VITAIS


• Pulso
• Temperatura
• Freqüência Respiratória

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- 54 -
• Pressão Arterial
UNIDADE VI – INTEGRIDADE CUTÂNEO-MUCOSA
• fisiologia do processo de cicatrização
• classificação e tratamento das feridas
• soluções anti-sépticas: indicação, contra-indicação e complicações
• aplicação de ataduras
• ablação de pontos
UNIDADE VII – FUNDAMENTAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM NA
ADMINISTRAÇÃO DE DROGAS E SOLUÇÕES
• princípios gerais no preparo e administração de drogas e soluções;
• administração de drogas e soluções por via oral, oftálmica, auricular, nasal e retal
• administração de drogas e soluções por via parenteral: intradérmica, subcutânea, intramuscular e
intravenosa;
• terapia intravenosa: indicações e contra-indicações
• principais acessórios e equipamentos utilizados na terapia intravenosa;
• detecção e prevenção das principais complicações da terapia intravenosa
• manutenção do acesso venoso: permeabilidade e prevenção de infecção
UNIDADE VIII – COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES LABORATORIAIS
• coleta de sangue com seringa e com sistema a vácuo
• glicemia capilar
• coleta de fezes
• coleta de urina
• bases para interpretação de exames laboratoriais
UNIDADE IX - SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM - SAE
• Levantamento de dados
• Identificação de problemas
• Prescrição de enfermagem
• Anotação de enfermagem
• Evolução de enfermagem
• Consulta de enfermagem
UNIDADE X – OXIGENOTERAPIA
• Conceitos em oxigenoterapia;
• Medidas empregadas para manutenção da permeabilidade das vias aéreas;
• Sistemas de fornecimento de oxigênio (O2);
• Acessórios para administração de O2: sistemas de baixo e alto fluxo;
• Eficácia dos acessórios de administração de O2;
• Abordagem do cliente submetido a oxigenoterapia hospitalar
UNIDADE XI - NUTRIÇÃO E HIDRATAÇÃO
• Conceitos básicos;
• Terminologia;
• Fatores que influenciam o apetite;
• Alimentação e hidratação por via oral;
• Sondagem nasogástrica;
• Lavagem gástrica;
• Sondagem nasoentérica;
• Intervenção de enfermagem no controle hídrico.
UNIDADE XII - ELIMINAÇÃO URINÁRIA
• Conceitos básicos;
• Terminologia;
• Avaliação da eliminação urinária;
• Retenção urinária;
• Incontinência urinária;
UNIDADE XIII - ELIMINAÇÃO INTESTINAL
• Conceitos básicos;
• Terminologia;
• Avaliação da eliminação fecal;

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- 55 -
• Constipação;
• Diarréia;
• Lavagem intestinal;
• Sondagem retal
UNIDADE XIV – MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE CLIENTES
• postura e mecânica corporal
• aspectos ergonômicos e posturais no trabalho da enfermagem
• movimentação e transferência
UNIDADE XV - NECESSIDADES ESPIRITUAIS
• Avaliação das necessidades espirituais;
• Fatores que afetam as necessidades espirituais.
• Medidas empregadas para o cuidado do corpo pós-morte
UNIDADE XVI - CONFORTO
• Natureza, definição e função da dor;
• Tipos de dor;
• Avaliação da dor;
• O papel do enfermeiro no controle da dor;
• Intervenções de enfermagem.

III – METODOLOGIA

• aulas expositivas;
• dinâmica de grupo;
• aulas práticas no Laboratório de Enfermagem
• aulas práticas em unidades de internação e instituições assistenciais
• grupos de discussão
IV – LOCAIS DE ATIVIDADES PRÁTICAS

• Enfermaria de Oncologia do CAISM: Enfa. Maria Clara E. do Amaral; Enfermaria de Clínica


Médica do Hospital Estadual de Sumaré: Prof. José Luiz ;Enfermaria Geral de Adultos – Posto
3 do HC: Profa. Maria Helena de Melo Lima;Centro de Saúde Taquaral: Enfa. Maria Silvia T.
G. Vergílio; Enfermaria de Pneumologia do HC: Enfermeira Juliana;Sala de Medicação do
Pronto Socorro do HC: Enfermeira Tânia;Enfermaria Geral de Adultos – Posto 1 do HC: :
Enfermeira Maria Inês
V – AVALIAÇÃO

• A avaliação obedecerá aos seguintes critérios:


• prova teórico - pratica
• prova escrita
• desempenho e freqüência em atividades práticas

A freqüência mínima exigida, considerando a carga horária total da disciplina, é de 85%. O aluno que
não obtiver nota mínima igual a 5,0 (cinco) e freqüência mínima de 85%, especificamente durante a atividade
prática, estará reprovado.

O aluno que obtiver média inferior a 3,0 (três) ficará reprovado. O aluno que obtiver media igual ou superior a
3,0 (três) e inferior a 5,0 (cinco) deverá fazer o exame final. A nota do exame final será somada à média do
semestre. O total será dividido por 2 (dois) para obtenção da média final.
VI – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. ALEXANDRE, N.M.C.; GUIRARDELLO, E. de B. (Coord). Procedimentos básicos de enfermagem.


São Paulo, Atheneu, 1995.
2. CARPENITO,L.J. Planos de cuidados de enfermagem e documentação-diagnósticos de
enfermagem e problemas colaborativos. Porto Alegre, Artmed, 2a ed., 2002. Unidade I, pág 23-60.
3. CASTELLANOS, B.P. Injeções: modos e métodos. São Paulo, Ática, 1987.
4. CIANCIARULLO, T.I. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade de
assistência. São Paulo, Atheneu, 1996.
5. CIANCIARULLO, T I et al. Sistema de Assistência de Enfermagem: evolução e tendência. São
Paulo: Ícone, 2001.
6. DEALEY, C. cuidando de feridas: um guia para as enfermeiras. São Paulo. Atheneu, 1996.

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- 56 -
7. HORTA , W A O processo de enfermagem. E.P.U., 1979.
8. TIMBY, B.K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. Porto Alegre,
Artmed, 6a ed.,2002.

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- 57 -
CÓDIGO: EN390
NOME: METODOLOGIA DE PESQUISA I
OF: S-1 T: 02 P:00 L:00 HS:02 SL:02 C:02

PRÉ - REQUISITOS: não há.

EMENTA: Apresentar caminhos metodológicos e científicos para a estruturação de um projeto de pesquisa.

I - OBJETIVOS

GERAL
Oferecer aos alunos de graduação em enfermagem instrumentos necessários de conhecimentos
operacionais metodológicos, para despertar o interesse pela investigação e elaboração de projetos de
pesquisa.

ESPECÍFICOS
Que ao final da disciplina os acadêmicos de enfermagem sejam capazes de:
• Conceituar método, metodologia, ciência, método científico;
• Catalogar e referir bibliografias;
• Discriminar os diferentes tipos de pesquisa e as influências das correntes filosóficas;
• Descrever as etapas de uma pesquisa.
• Analisar artigos científicos

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I - Conceitos e reflexões para iniciação à pesquisa
• Tema: pergunta inicial
• Introdução
• Objetivos.
• Revisão bibliográfica: fontes de dados
• Métodos e técnicas de pesquisa
• Organização de referências bibliográficas

UNIDADE II – Fundamentos teóricos e filosóficos da pesquisa científica


• Diferenças e complementariedade entre as metodologias quantitativas e qualitativas
• Influência das correntes filosóficas sobre o método e o tipo de conhecimento produzido

III - METODOLOGIA
• Aulas dialogadas;
• Discussões em grupo;
• Seminários;
• Leitura de textos.

Obs. Será utilizado o espaço “Ensino Aberto” para comunicação entre professores e alunos e entre os pares.

IV - AVALIAÇÃO

A avaliação será feita por meio de :


• trabalho em classe: 1 ponto
• trabalho sobre técnicas de pesquisa: 2 pontos
• seminário: 3 pontos
• prova: 4 pontos

A freqüência de acesso ao ensino aberto e participação nas discussões serão levadas em conta na
avaliação global do aluno.
A nota final será o resultado da soma das notas atribuídas em cada tópico. Na situação de não atingir a
média 5,0 (cinco) o aluno deverá fazer o exame final. A nota do exame final será somada à média de
semestre e dividida por 2 para obtenção da média final. Será considerado aprovado o aluno que obtiver
média final igual ou superior a cinco.

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- 58 -
- Freqüência mínima de 75%.

V – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. ANDRADE, N.M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 1999.
153p.
2. INTERNATIONAL COMMITTEE OF MEDICAL JOURNAL EDITORS. Requisitos uniformes para
manuscritos apresentados a periódicos biomédicos.Rev. Latino-Am.Enfermagem 2001;9(2):7-16.
3. MINAYO, C. Metodologia da pesquisa social. Rio de Janeiro; HUCITEC – ABRASCO, 1995.
4. MINAYO, MC de S; SANCHES, O. Quantitativo – Qualitativo: oposição ou complementariedade?
Cad. Saúde Publ. 9 (3) : 239 – 262 – jul/set, 1993
5. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 14ª ed. , São Paulo, Cortez, 1986.
6. TRIVINÕS, A. N. S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: pesquisa qualitativa em educação.
São Paulo, Ática, 1987.
7. LOBIONDO-WOOD, G; HABER, J. Pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação Crítica,
utilização. 4ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1998.
8. POLIT, D.F.; HUNGLER, B.P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. 3ª ed., Porto Alegre,
Artes Médicas, 1995.

VI – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ALVES, R. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. 21a ed., São Paulo, Brasiliense,
1995.
2. ARANHA, M.L.A.; MARTINS, M.H.P. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo, Moderna, 1993.
3. AZEVEDO, J. B. de. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalho
acadêmico. Piracicaba, UNIMEP, 1992.
4. BARROS, A. J. P. de ; LEHFELD, N. A. S. Um guia para a iniciação científica. São Paulo, Mc.
Graw - Hill, 1986.
5. ____________________. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 2a ed., Petropólis, vozes,
1991.
6. BUZZI, A R. Introdução ao pensar. 13ª ed., Petrópolis, Vozes, 1983.
7. DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo, Atlas, 1995.
8. ECO, H. Como se faz uma tese. 3a ed., São Paulo, Perspectiva, 1986.
9. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Atlas, 1993.
10. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 3ª ed., São Paulo, Atlas,
1995.
11. OLIVEIRA, P.S. Metodologia das ciências humanas. 2ª ed., São Paulo, HUCITEC-UNESP, 1998.
12. RUIZ, J. A. Guia para eficiência nos estudos. 4ª ed., São Paulo : Atlas , 1996.
13. TURATO, E.R. Tratado de metodologia da pesquisa clínico-qualitativa. 1a ed., Petrópolis, Vozes,
2003.

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- 59 -
CÓDIGO: EN412
NOME: ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA III

OF-S: 2 T: 01 P: 03 C:04 SL:04 HS: 04

EMENTA: Abordagem epidemiológica e assistencial nos Serviços Básicos de Saúde. Vigilância


epidemiológica e sanitária. Programa de Imunização. Educação em saúde, planejamento,
execução e avaliação de ações de enfermagem em serviços de saúde. Desenvolvimento
de atividades práticas em serviços básicos de saúde.

I - OBJETIVOS
GERAIS
Promover a capacitação técnica e senso crítico do aluno em relação à realidade de saúde e dos
serviços de saúde, estimulando sua participação efetiva na prestação de assistência de enfermagem e
no planejamento de saúde, compatíveis com as necessidades de saúde da população.

ESPECÍFICOS
• Aplicar os conhecimentos e experiências adquiridas em disciplinas anteriormente cursadas de
Enfermagem em Saúde Coletiva, bem como nas de Epidemiologia e Saúde, Elementos de
Ciências Sociais Aplicadas à Saúde, para subsidiar o desenvolvimento das atividades
programadas na disciplina atual.
• Apreender o objeto de trabalho da Saúde Pública e metodologias de ação nesse campo.
• Participar da implementação dos princípios básicos que fundamentam e sustentam o Sistema
Único de Saúde (SUS).
• Compreender as determinações históricas no processo de formulação das políticas de saúde e
da constituição e organização dos serviços de saúde no Brasil, bem como suas repercussões
nas ações de enfermagem.
• Participar da organização e funcionamento da rede básica de serviços no Município de
Campinas, especialmente nas unidades básicas de saúde.
• Apreender conceitos que dão sustentação à proposição de Vigilância à Saúde enquanto
instrumento teórico e metodológico para orientar o processo de organização da unidade básica
de saúde.
• Aplicar conhecimentos adquiridos em Enfermagem em Saúde Mental I, Alimentação e Qualidade
de Vida, Exercício da Enfermagem I, Aspectos Fundamentais do Processo de Cuidar em
Enfermagem I, Semiologia Aplicada à Enfermagem I, Metodologia de Pesquisa I e Enfermagem
na Organização do Sistema de Saúde, para subsidiar a compreensão da assistência de
enfermagem no contexto dos serviços básicos de saúde.

II – DESENVOLVIMENTO

Disciplina teórico-prática.

LOCAIS DE ATIVIDADES PRÁTICAS

• CS Boa Vista, CS Santa Mônica, CS Taquaral, CS Conceição, CS Sousas, CS Costa e Silva e


CS São Marcos.

III - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I
• Saúde Coletiva: aspectos conceituais e metodológicos.
• Histórico da saúde pública no Brasil: organização dos serviços de saúde e políticas de saúde,
com destaque para as ações de planejamento, educação em saúde e vigilância à saúde.
• Implicações conceituais e metodológicos da Saúde Coletiva para a prática de enfermagem
nesse campo

UNIDADE II

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 60 -
ƒ Prática de enfermagem em Saúde Pública:
- assistencial:
ƒ ações de vigilância individuais, familiares e coletivas
ƒ imunizações
ƒ visita domiciliar e sanitária

- administrativas:
ƒ planejamento e organização do serviço de enfermagem
ƒ sistema de informação em vigilância epidemiológica
ƒ treinamento em serviço, capacitação, atualização e supervisão

- educativas
ƒ educação em saúde: concepção de educação
ƒ estratégias de desenvolvimento

IV - METODOLOGIA
Tendo em vista que o conteúdo da disciplina é abrangente e diversificado e que parte dele já se
constituiu objeto de ensino em disciplinas anteriores, a metodologia a ser adotada corresponde a um
conjunto de estratégias de ensino tais como realização de trabalhos individuais e em grupo e aulas
expositivas, em consideração às particularidades e especificidades de cada tema a ser abordado.

Ressalta-se que o ensino prático, desenvolvido em serviços de saúde, tem um cunho


complementar e retro-alimentador do conteúdo teórico e, deverá, portando, ser desenvolvida de modo
articulado, consolidando as bases teóricas na aplicação prática das mesmas.

V - AVALIAÇÃO
Da mesma forma, os instrumentos de avaliação a serem empregados respeitarão a mesma
perspectiva da metodologia proposta e resultará da média ponderada das notas atribuídas a cada uma
das estratégias conforme discriminadas:

1. trabalho individual: relatórios analíticos articulando as aulas e estudos da bibliografia


pertinente com as atividades desenvolvidas nos Centros de Saúde, com clareza e síntese
(como parte de avaliação do desempenho do aluno em atividades práticas);
2. trabalho em grupo: preparação e apresentação de discussões em classe e trabalhos
desenvolvidos em Centros de Saúde, oral e por escrito; (como parte de avaliação do
desempenho do aluno em atividades teóricas e práticas);
3. prova de conhecimentos: instrumento opcional de avaliação individual, cujo emprego
dependerá diretamente do desempenho dos alunos nas atividades de ensino programadas;
4. frequência mínima de 85%;
5. desempenho do aluno em classe e em campo de aprendizado prático pela consideração dos
seguintes parâmetros:
a) assiduidade, pontualidade e apresentação pessoal: será considerada a pontualidade nos
horários e datas atividades em classe e em campo, as exceções deverão ser tratados com
os professores e responsáveis.
b) conhecimento teórico e habilidade técnica.
c) iniciativa, interesse, responsabilidade e compromisso com o aprendizado: o aluno deverá
cumprir as tarefas e atribuições de acordo com as regras combinadas e no tempo
destinado a elas; deverá participar integral e ativamente de todas as experiências de
ensino mediante a apresentação de dúvidas, encaminhando sugestões e colaborando na
implementação de medidas que visem ao aprimoramento do aprendizado; deverá,
espontaneamente, manifestar sua satisfação, insatisfação e críticas diante das condições
relativas ao processo de aprendizado com o intuito de contribuir para o melhor
aproveitamento, individual e grupal, na disciplina.
d) integração, comunicação, colaboração e cooperação com usuários, equipe de saúde,
colegas e professor.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 61 -
VI - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. EGRY, E.Y., FONSECA, R.M.G.S. A família, a visita domiciliária e a enfermagem: revisitando


o processo de trabalho da enfermagem em saúde coletiva. Rev. Esc Enf. USP, v.34, n.3,
p.233-9, set.2000.
2. L’ABBATE, Solange. Educação em saúde: uma nova abordagem. Cad. Saúde Pública, v.
10, n. 4, out/dez. 2004, p.
3. LESSA, Ines. Doenças crônicas não-transmissíveis no Brasil: um desafio para a complexa
tarefa da vigilância. Ciênc. saúde coletiva, out./dez. 2004, vol.9, no.4, p.931-943.
4. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fundação Nacional de Saúde. Boletim Epidemiológico. Ano III,
Brasília, 1999.
5. MAZZA, Márcia Maria Porto Rossetto. A visita domiciliária como instrumento de assistência de
saúde. Revista de Saúde Pública da USP. www. fsp.usp.br/MAZZA.HTM
6. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fundação Nacional de Saúde. Manual de normas de vacinação.
3a ed., Brasília, 2001.
7. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fundação Nacional de Saúde. Guia de vigilância epidemiológica.
5a ed., Brasília, 2002.
8. PAIVA, Nelsi Salete Tonini, ANSELMI, Maria Luiza e SANTOS, Claudia Benedita dos. Projeto
"Viver em Cascavel": análise do fluxo de informações. Rev. Latino-Am. Enfermagem, jul./ago.
2002, vol.10, no.4, p.537-543.
9. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & saúde. 4a ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1994.
10. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & saúde. 5a ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1999.
11. SÃO PAULO. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE. COMISSÃO PERMANENTE DE
ASSESSORAMENTO EM IMUNIZAÇÕES. Norma do programa de imunizações. 1994, p. 5-
22.
12. SILVA, Eliete Maria; NOZAWA, Marcia Regina; SILVA, José Carlos; CARMONA, Silvia
A.M.L.D. Práticas das enfermeiras e políticas de saúde pública em Campinas. São Paulo,
Brasil. Fundação Oswaldo Cruz. Cadernos de Saúde Pública, v. 17, n. 4, julho/agosto de
2001, p. 989-998.

VII - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ALMEIDA, M.C.P. & ROCHA, S.M.M. (orgs.) O trabalho de enfermagem. São Paulo: Cortez,
1997. Cap.1, p.15 a 26.
2. BUENO, Lais Graci dos Santos & TERUYA, Keiko Miyasaki. Aconselhamento em
amamentação e sua prática. Jornal de Pediatria, v. 80, supl. nov/dez 2004, p. S126-S130.
3. COSTA, J. Visitação domiciliária – base para o ensino de enfermagem na comunidade. Enf.
Novas Dimensões. v.3, n. 2, p.78-82, 1977.
4. EGRY, E.Y. Saúde Coletiva – construindo um novo método em enfermagem. São Paulo:
ícone, 1996.
5. GAZZINELLI, Maria Flávia, GAZZINELLI, Andréa, REIS, Dener Carlos dos et al. Educação em
saúde: conhecimentos, representações sociais e experiências da doença. Cad. Saúde
Pública, jan./fev. 2005, vol.21, no.1, p.200-206.
6. KAWAMOTO, E.E. (org.); SANTOS, M.C.H. & MATOS, T.M. Enfermagem comunitária. São
Paulo: EPU, 1995.
7. NERY, M.H.S.; VANZIN, A.S. Enfermagem em saúde pública: fundamentação para o
exercício do enfermeiro na comunidade. Porto Alegre, SAGRA, D.C. LUCATTO, 1994.
8. NOGUEIRA, M.J.C.; FONSECA, R.M.G.S. A visita domiciliária como método de assistência
de enfermagem à família. Rev. Esc Enf. USP, v.11, n.1, p.28-50, 1977.
9. QUEIROZ, V.M.; EGRY, E.Y. Modelo de plano de visita domiciliária. Rev. Esc Enf. USP,
v.17, n.3, p. 205-211, 1983.
10. SÃO PAULO. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE. Norma do programa de
imunizações. Resolução 55-175, 23/12/97 (D.O.E, 24/12/97)
11. VAUGHAN, J.P. & MORROW, R.H. Epidemiologia para os municípios - manual para
gerenciamento dos distritos sanitários. 2 ed., São Paulo: HUCITEC, 1997.
12. Observações: outros manuais técnicos do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da
Saúde de São Paulo e Secretaria Municipal de Saúde de Campinas, também poderão ser
indicados como materiais complementares no decorrer do curso.
13. artigos de revistas constantes na bibliografia podem ser encontrados nas homepages:
http://www.scielosp.org ou http://portal.revistas.bvs.br

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- 62 -
CÓDIGO: EN421
NOME: Semiologia Aplicada à Enfermagem II

OF: S-2 T:01 P:01 L:00 HS:02 SL:02 C:02

PRÉ-REQUISITO: EN321 - Semiologia Aplicada à Enfermagem I


MD231 - Patologia Geral

EMENTA: Instrumentalização do aluno para a sistematização da assistência de enfermagem.


Realização do exame físico (geral e específico) do adulto e idoso.

I - OBJETIVOS
GERAL

Instrumentalizar o aluno para o exame físico geral e específico do adulto e idoso.

ESPECÍFICOS
• Identificar e descrever dados significativos para a assistência de enfermagem decorrentes da
avaliação dos seguintes sistemas: neurológico, músculo-esquelético, respiratório,
cardiovascular, genital e urinário.
• Organizar, de forma sistematizada, os dados obtidos a partir do exame destes sistemas e
daqueles abordados na disciplina Semiologia Aplicada à Enfermagem I, visando obter a
avaliação global do cliente.
• Analisar e interpretar os dados obtidos, para subsidiar a identificação de problemas passíveis
de intervenções de enfermagem.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I - Sistema Neurológico


• Levantamento da história e sinais e sintomas específicos do sistema
• Nível de consciência e orientação
• Pares de nervos cranianos
• Aspecto sensorial e motor
• Avaliação do sistema nervoso periférico
• Implicações para a assistência de enfermagem

UNIDADE II - Sistema músculo-esquelético


• Levantamento da história e sinais e sintomas específicos do sistema
• Inspeção geral do sistema músculo-esquelético
• Exame das articulações: inspeção estática e dinâmica; palpação
• Avaliação muscular: tônus, volume e força
• Avaliação da marcha e do equilíbrio
• Implicações para a assistência de enfermagem

UNIDADE III - Sistema Respiratório


• Levantamento da história e sinais e sintomas específicos do sistema
• Inspeção de vias aéreas superiores
• Tórax: inspeção estática e dinâmica, palpação e percussão
• Ausculta da voz e dos sons pulmonares
• Implicações para a assistência de enfermagem
UNIDADE IV - Sistema Cardiovascular
• Levantamento da história e sinais e sintomas específicos do sistema
• Avaliação da Aorta: inspeção, palpação e ausculta
• Avaliação do sistema arterial: inspeção, palpação e ausculta
• Avaliação do sistema venoso: inspeção e palpação
• Avaliação do coração: inspeção e palpação do precórdio. Ausculta dos sons cardíacos
normais. Sopros cardíacos
• Implicações para a assistência de enfermagem

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- 63 -
UNIDADE V - Sistemas Genital e Urinário
• Levantamento da história e sinais e sintomas específicos do sistema
• Inspeção externa
• Palpação e percussão dos rins e bexiga
• Implicações para a assistência de enfermagem

III - MÉTODOS UTILIZADOS


• Aulas expositivas
• Aulas práticas
• Grupos de estudo
• Leitura independente
• Estudo dirigido
• Plantão de dúvidas

As aulas práticas serão realizadas nas unidades de internação do HC:


• Cardiologia/Pneumologia, Neuroclínica/Neurocirurgia, Ortopedia/Traumatologia, EGA,
Emergência Clínica e Cirurgia do Trauma

IV - AVALIAÇÃO
a) Avaliação do desempenho prático do aluno com observação do exame físico realizado, avaliação
da fundamentação da técnica empregada e dos dados encontrados, interesse, participação,
assiduidade, pontualidade, provisão e utilização de material adequado para as aulas teóricas e
práticas, e entrega de relatório a cada aula prática (Avaliação em campo - AC- Peso 1).

b) Avaliação teórico-prática (prova) ao final da disciplina (ATP-Peso 2).

c) Avaliação de trabalho escrito sobre descrição de exame físico de todos os sistemas estudados
(Avaliação de Relatório Final) - ARF-Peso 1,5.

Para a avaliação teórico-prática e para o Relatório Final, os alunos serão divididos em dois grupos,
sendo que o Grupo I realizará a prova no dia 01 de novembro e o Relatório Final no dia 08 de
novembro, e o Grupo II fará a prova no dia 08 de novembro e o Relatório Final no dia 01 de novembro.
O prazo para entrega do Relatório Final é o dia 13/11/2006, às 17 horas, na Secretaria de Graduação.

⇒ A nota final do semestre será calculada a partir da média ponderada entre as três avaliações
descritas anteriormente, da seguinte maneira:

Nota ACx1 + Nota ATx2 + Nota ARFx1,5


4,5

Freqüência mínima obrigatória: 85% - 26 horas


Rendimento mínimo para EN421: média 5,0 (cinco).

Se obtiver nota igual ou inferior a 3,0 (três) em qualquer uma das avaliações (AC, ATP ou ARF) o
aluno será reprovado e não terá direito a exame final.
Em caso de média igual ou superior a 3, 0 (três) e inferior a 5,0 (cinco), haverá EXAME FINAL.
Para aprovação, o aluno deverá obter média 5,0 (cinco) como resultado da nota do exame final,
somada à média da avaliação do semestre.
Resultado geral: média do semestre + nota do exame final dividido por 2 (dois).

V – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. JARVIS, C. Physiological examination and health assessment. 4 ed. USA, W.B. Saunders,
2003.
2. PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5 ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004.

VI – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BATES, B. Propedêutica Médica. Rio de Janeiro, Guanabara, 1990.

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- 64 -
2. BENSEÑOR, I.M.; ATTA, J.A. MARTINS, M. de A. Semiologia Clínica. São Paulo, Sarvier,
2002.
3. JARVIS, C. Exame Físico e Avaliação de Saúde. 3 ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,
2002.

OBS: Outros títulos de bibliografia complementar poderão ser indicados a cada aula teórica, de acordo
com o sistema abordado.

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CÓDIGO: EN430
NOME: ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL II

OF:S-2 T:01 P:03 L:00 HS:04 SL:04 C:04

PRÉ-REQUISITOS: EN230 - Enfermagem em Saúde Mental I

EMENTA: A enfermagem psiquiátrica como prática técnica e social e sua inserção em serviços de
saúde mental de referência. Os meios de aproximação do objeto de trabalho da
enfermagem em saúde mental e participação do enfermeiro no tratamento e na
reabilitação psicossocial das pessoas que experimentam transtorno mental severo e
persistente. Desenvolvimento de atividades práticas em serviços de referência de atenção
à saúde mental.

I - OBJETIVOS

GERAL
Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de:
Planejar, desenvolver e avaliar o processo de instalação da relação intersubjetiva enfermeiro-
paciente, voltado para a realização de cuidados de enfermagem em saúde mental, direcionados às
pessoas com transtornos mentais severos e persistentes.

ESPECÍFICOS
• Assinalar os fundamentos da metodologia de construção de caso clínico
• Realizar coleta de dados do cliente por meio de entrevistas preliminares e entrevista
psiquiátrica (anamnese e avaliação) do estado mental;
• Analisar os dados coletados para subsidiar o levantamento de problemas e a tomada de
decisão, visando a elaboração do plano de cuidados para a realização de atividades de vida
diária, prática, de reinserção social e profissional;
• Participar da implementação das atividades terapêuticas em âmbito individual ou grupal;

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Unidade I
• A abordagem às pessoas com transtornos mentais
• As diferentes abordagens dos transtornos mentais: Psiquiatria Biológica, Clínica,
Relacionamento Interpessoal (rogeriano), Concepção Sistemico, Comportamental,
Psicanalítica, Reabilitação Psicossocial e Psiquiatria Democrática Italiana.
Fase de Coleta de Dados:
1 - As Entrevistas Preliminares
a) metodologia de construção de caso clínico - constituição do sujeito
2- A entrevista psiquiátrica (anamnese)
a) História de Vida
b) Avaliação do Estado Mental (linguagem, pensamento, senso-percepção, atenção,
memória, orientação, inteligência, afeto e humor)
Unidade II
• As estruturas clínicas e sua relação com os transtornos mentais severos e persistentes
a) Neuroses
b) Psicoses
c) Perversão
d) Luto e melancolia
e) Toxicomanias

Unidade III
• Abordagens Terapêuticas individuais e grupais: entrevista de admissão, triagem, consulta de
enfermagem, visita ou atendimento domiciliar, acompanhamento terapêutico, ateliers,
assembléia, oficinas terapêuticas, grupos de sala de espera, de salão de beleza, de culinária,
de jornal, de leitura, de escrita, de medicação, de atividades corporais. Grupo de família
(terapêutico e de orientação).

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- 66 -
Unidade IV
• Aplicação dos conteúdos anteriores nas atividades teórico-práticas.

III – METODOLOGIA – ESTRATÉGIAS DE ENSINO


• Aulas expositivas dialogadas
• Seminários
• Atividades teórico-práticas
• Supervisão clínica
• Estudos em grupo
• Orientação de trabalhos monográficos – construção de caso clínico

Nas atividades práticas:

1. O número total de alunos será dividido em 7 subgrupos, cada um dos quais ficará sob a
supervisão de um professor.
2. Serão solicitados relatórios das atividades desenvolvidas, contemplando a evolução diária do
paciente.
3. Produção de trabalho monográfico individual, empregando a metodologia de construção de
caso clínico, que deverá ser entregue ao supervisor no dia 01/12/2006.

IV – LOCAIS DAS ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO:

O grupo será dividido em 7 campos, cada um sob a supervisão dos seguintes docentes:

• Ambulatório de Psiquiatria do HC/UNICAMP sob a supervisão da Profª Drª Débora I. R.


Kirschbaum. Endereço: 2º andar do HC. Tel. 3788.7514.
• Núcleo Oficinas Terapêuticas (NOT) do Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, sob a
supervisão do Enfº Claudinei José G. Campos. Endereço: Rua Conselheiro Antonio Prado, 430
– Sousas. Tel: 3758 8600.
• Centro de Atenção Psicossocial David Capistrano da Costa Filho da Secretaria Municipal de
Saúde, sob a supervisão da Enfª Ana Paula R. F. Garcia. Endereço: Rua Salomão Gebara, 136
- Jd. Vista Alegre. Tel. 3266.7878
• Centro de Convivência e Arte do Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, sob a supervisão da
Enfª Dalvani Marques. Endereço: Rua Conselheiro Antonio Prado, 430 – Sousas. Tel.
3758.8600
• Centro de Atenção Psicossocial Antônio Costa Santos (CAPS-Sul) do Serviço de Saúde Dr.
Cândido Ferreira, sob a supervisão da Enfª Joseli Rimoli. Endereço: Av. São José dos
Campos, s/nº - Parque Prado. Tel: 3271-3374.
• Centro de Atenção Psicossocial Integração, sob a supervisão da Enfª XXXX. Endereço: Rua
Francisco Xavier A. Nogueira, 476 - Jardim Garcia Tel: 3269-8915. a definir
• Centro de Atenção Psicossocial Novo Tempo da Secretaria Municipal de Saúde, sob a
supervisão da Enfª XXXX. Endereço: Rua Marrey Juniorr, 360 - Jd. Novo Campos Elíseos. Tel:
3223.1831. a definir

Observações:
1) nas Unidades pertencentes ao Serviço de Saúde Cândido Ferreira e à Secretaria Municipal de
Saúde não é necessário utilizar uniforme;
2) O horário de atividades práticas é de 8 às 12 horas.

V - AVALIAÇÃO
Será atribuída a nota de 0 a 10 nas atividades de:
1. Relatórios individuais.
2. Trabalho final de caráter monográfico denominado “Caso Clínico: construindo um cuidado de
enfermagem fundamentado na relação intersubjetiva”
3. Avaliação de desempenho nas atividades práticas

A nota final consistirá na média obtida nos itens 1, 2, 3.

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Se o aluno obtiver notas inferiores a 5 nos itens 1 e 3 não poderá submeter-se ao exame final,
sendo automaticamente reprovado.
Frequência mínima para aprovação é de 85% das atividades programadas.
Para aprovação a nota deverá ser igual ou superior a 5,0 (cinco).

VI - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. CORDIOLI, A.V.; cols. Psicofármacos: consulta rápida. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
544 p.
2. COSTA, C.M.; FIGUEIREDO, A.C. (Org) Oficinas terapêuticas em saúde mental: sujeito,
produção e cidadania. Rio de Janeiro: Edições IPUB, 2004.
3. DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto
Alegre: Art med, 2000.
4. FIGUEIREDO, A.C. A construção do caso clínico: uma contribuição da psicanálise à
psicopatologia e à Saúde Mental. Rev. Latinoam. Psicopat. Fund., VII(1):75-86, 2004.
5. FREUD, S. A dinâmica da transferência. In: FREUD, S. O caso Schereber, artigos sobre
técnica e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p.109-122, v.12. (Edição Standard
Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, 12, 1912).
6. FREUD, S. Análise de uma fobia em um menino de cinco anos. In: FREUD, S. Duas histórias
clínicas o “pequeno Hans” e o “Homem dos Ratos”. Rio de Janeiro: Imago, 1996, p.13-133,
v.10 (Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, 10, 1909).
7. FREUD, S. Fragmento da análise de um caso de histeria. In: FREUD, S. Um caso de histeria,
três ensaios sobre a sexualidade e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p15-108.
(Edição Standard Brasileira das Obras completas de Sigmund Freud, 7, 1905[1901]).
8. FREUD, S. História de uma neurose infantil. In: FREUD, S. Uma neurose infantil e outros
trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1996, p.15-129, v.17. (Edição Standard Brasileira das Obras
Completas de Sigmund Freud, 17, 1918[1914]).
9. FREUD, S. Notas Psicanalíticas sobre um relato autobiográfico de um caso de paranóia
(Dementia Paranoides). In: FREUD, S. O caso de Schereber, artigos sobre técnica e outros
trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p 15-90, v.12. (Edição Standard Brasileira das Obras
Completas de Sigmund Freud, 12, 1911).
10. FREUD, S. Notas sobre um caso de neurose obsessiva. In: FREUD, S. Duas histórias clínicas
o “pequeno Hans” e o “Homem dos Ratos”. Rio de Janeiro: Imago, 1996, p.137-217, v.10
(Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, 10, 1909).
11. FREUD, S. Observações sobre o amor transferencial (novas recomendações sobre a técnica
da psicanálise III). In: FREUD, S. O caso Schereber; artigos sobre técnica e outros trabalhos.
Rio de Janeiro: Imago, 1996. p.175-192, v.12. (Edição Standard Brasileira das Obras
Completas de Sigmund Freud, 12, 1915[1914]).
12. FREUD, S. Recomendações aos médicos que exercem a psicanálise. In: FREUD, S. O caso
Schereber; artigos sobre técnica e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p.123-136,
v.12 (Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, 12, 1912).
13. FREUD, S. Recordar, repetir e elaborar (novas recomendações sobre a técnica da psicanálise
II). In: FREUD, S. O caso Schereber; artigos sobre técnica e outros trabalhos. Rio de Janeiro:
Imago, 1996. p.161-174, v.12. (Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund
Freud, 12, 1914).
14. GARCIA, A.P.R.F. Apreendendo possibilidades de cuidar. Campinas, 2004. (Dissertação -
Mestrado – Unicamp).
15. KAPLAN, H.I.; SADOCK, B.J. Tratado de psiquiatria. Trad. Andrea Callefi et al. 6 ed. Porto
Alegre: Artmed, 1999, 3v.
16. KIRSCHBAUM, D.I.R O complexo e delicado desafio de cuidar do indivíduo em sofrimento
psíquico: redefinindo abordagens. VII Encontro de Pesquisadores em Saúde Mental, VI
Encontro de Especialistas em Enfermagem Psiquiátrica. Ribeirão Preto: 2002. p.47-60
17. KIRSCHBAUM, D.I.R. O trabalho de enfermagem e o cuidado em saúde mental. Cadernos do
IPUB, n. 19, 2000.
18. SARACENO, B. Libertando identidades. Rio de Janeiro: Te Corá, 1999.
19. SCHREBER, D.P. Memórias de um doente dos nervos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
20. ZIMERMAN, D. Fundamentos básicos das grupoterapias. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

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CÓDIGO: EN442
NOME: Nutrição e Dietética Aplicada ao Processo de Cuidado Nutricional
OF: S-2 T:02 P:00 L:00 HS:02 SL:02 C:02

PRÉ-REQUISITO: EN242

EMENTA: Estudo da nutrição, dietética e dietoterapia aplicada ao processo de cuidado nutricional, em


sua interface com a prestação de assistência de enfermagem ao cliente em nível hospitalar e
ambulatorial.

I - OBJETIVOS

GERAL

Oferecer subsídios para a abordagem de aspectos relacionados à alimentação em doenças


crônico-degenerativas, junto a usuários de serviços de saúde e junto a grupos institucionalizados.
Instrumentalizar o aluno para atuar no processo de cuidado nutricional ao paciente hospitalizado
interagindo em equipe multidisciplinar.

ESPECÍFICOS

• Preparar o aluno para uma abordagem dos aspectos nutricionais, numa perspectiva de trabalho
multidisciplinar;
• Oferecer subsídios relativos à conduta dietoterápica em doenças crônico-degenerativas
• Avaliar as dificuldades alimentares dos pacientes e buscar soluções para os problemas
encontrados;
• Identificar as medidas necessárias para prevenir a desnutrição hospitalar;
• Preparar o aluno para avaliar criticamente o cuidado nutricional prestado a indivíduos
institucionalizados.
• Criar estratégias para integrar o trabalho dos profissionais envolvidos na prestação de cuidado
nutricional;

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

a) Análise crítica do papel dos profissionais de saúde na abordagem de aspectos relativos à


alimentação junto a portadores de doenças crônico-degenerativas.
b) Comportamento alimentar e qualidade de vida. Possibilidades e limites de intervenção para
mudança de práticas alimentares.
c) Os fatores dietéticos na etiologia e controle das doenças crônico-degenerativas: obesidade,
diabetes, hipertensão, dislipidemias.
d) Controle de fatores dietéticos: carboidratos, sódio, gorduras saturadas e insaturadas,
colesterol, fibras, calorias.
e) Transtornos alimentares: comer compulsivo, anorexia, bulimia.
f) Processo de cuidado nutricional: dinâmica, papel dos membros da equipe, papel da
enfermagem, dimensionamento de pessoal segundo grau de risco nutricional.
g) Dietas progressivas ou de transição. Dietas especiais.
h) Prevenção da desnutrição hospitalar: avaliação de estado nutricional, registros de consumo de
alimentos na evolução de enfermagem, riscos da desnutrição hospitalar.
i) O serviço de nutrição e dietética: áreas físicas, organograma, áreas de atuação (produção e
clínica), integração com a enfermagem.
j) Cuidado nutricional – visão prática de nutricionistas que atuam em nutrição clínica: avaliação
nutricional, paciente crítico, pré e pós-operatório em cirurgias do aparelho digestivo, câncer,
patologias renais, doença hepática crônica e transplante, cardiopatias e AIDS.

III – MÉTODOS

• Aula dialogada; discussão em grupo e trabalho em grupo.

IV - AVALIAÇÃO

Os alunos serão avaliados por intermédio de provas, um trabalho escrito em grupo. A nota para
obtenção de média final deverá ser igual ou superior a 5,0 (cinco). Na situação do aluno não atingir a

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média cinco, ele fará o exame final. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou
superior a cinco

- FREQUÊNCIA MÍNIMA OBRIGATÓRIA DE 75%.

V – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. ANGELIS, R. Importância dos alimentos vegetais na proteção da saúde. São Paulo: Atheneu,
2001.
2. BODINSKI, L.H. Dietoterapia: Princípios e prática. São Paulo: Atheneu, 1998.
3. BOOG, M.C.F. Papel do enfermeiro no processo de cuidado nutricional Revista Campineira de
Enfermagem, v.2, n. 1, p.17 -22, 1999.
4. BOOG, M.C.F.; SILVA, J.B. Percepções de enfermeiras sobre o processo de cuidado
nutricional. Revista Brasileira de Nutrição Clínica, v. 16, n. 1 p.17 -22 , 2001.
5. CUPARI, L. Nutrição clínica do adulto. 2ª. São Paulo: Manole, 2005.
6. MAHAN, K.; ARLIN, M.T. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 8ª. São Paulo, Roca, 1995.
7. MELLO. E.D.; BEGHETTO, M.G. TEIXEIRA, L.B.; LUFT, V.C. A competência dos
profissionais em identificar a desnutrição hospitalar. Revista Brasileira de Nutrição Clínica, v.
18, n. 4173-177, 2003.
8. NUNES, MAA e cols. Transtornos alimentares e obesidade. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
9. WAITZBERG, D; CAIAFFA, WT; CORREIA, I Inquérito brasileiro de avaliação nutricional
hospitalar. Ver Brás Nutr Clin 1999; 14: 123-133.

V – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. AUGUSTO, A L.P. ET AL. Terapia nutricional. São Paulo, Atheneu, 1995.


2. NELSON, J.K. et al. Dietética y nutrición: manual de la clínica Mayo. 7ª ed., Madrid.
Mosby/Doyma Libros, 1997.
3. SHILLS, M.E. Modern nutrition in health and disease. Philadelphia: Lea & Fabiger, 1998.
4. REIS, NT e COPLE, CS. Nutrição clínica na hipertensão arterial. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
5. RODRIGUES, EM. Problematização do comportamento alimentar como estratégia de
educação nutricional: uma experiência com adolescentes obesos. Dissertação de Mestrado.
Departamento de Enfermagem. Unicamp, 2003
6. SOARES, F.P.T.P.; BOOG, MCF Abordagem de nutrição no curso de graduação de médicos
residentes de cirurgia: subsídios para o ensino. Revista Brasileira de Nutrição Clínica, v. 17, n.
3, p. 67-74, 2002.

Periódicos de interesse
Revista Brasileira de Nutrição Clínica; Revista de Nutrição; Nutrire; Nutrição em Pauta; American
Journal of Clinical Nutrition, Journal of the American Dietetic Association.

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CÓDIGO: EN465
NOME: Assistência de Enfermagem à Saúde da Mulher

T:03 P:05 L:00 HS:08 SL:08 C:08 OF:S-2

PRÉ-REQUISITOS:
EN321 – Semiologia Aplicada à Enfermagem I
EN322 – Aspectos Fund. do Proc. De Cuidar em Enfermagem
EMENTA: Estudo dos fatores que fundamentam a Saúde da Mulher contemplando aspectos sociais,
culturais, de gênero e sexualidade. Assistência de Enfermagem na saúde reprodutiva e na
menopausa. Identificação de vulnerabilidade às afecções ginecológicas mais freqüentes,
prevenção do câncer ginecológico/mamário e seu tratamento ambulatorial. Atenção no pré-
natal a gestante de baixo risco, preparo da cliente e família para o nascimento, incluindo
amamentação.

I - OBJETIVO
GERAL
Proporcionar ao aluno subsídios para compreender os fenômenos que circundam a vivência
feminina e para atuar prestando assistência de enfermagem integral à mulher na rede básica de
saúde.

ESPECÍFICOS
Ao término desta disciplina a(o) discente deverá ser capaz de:

1. Discutir: o processo histórico de construção da identidade feminina na sociedade brasileira; o


processo saúde-doença da mulher e o trabalho da enfermeira sob a perspectiva de gênero.
2. Desenvolver estratégias, atividades educacionais e assistenciais de enfermagem relacionadas à
promoção da saúde e incentivo ao autocuidado às mulheres, contemplando:
Š doenças sexualmente transmissíveis;
Š violência contra a mulher;
Š climatério e menopausa;
Š senescência;
Š afecções ginecológicas;
Š prevenção e detecção precoce do câncer de mama e ginecológico;
Š gestação;
Š aleitamento materno.
3. Desenvolver assistência de enfermagem à mulher utilizando o processo de enfermagem,
considerando aspectos familiares, sociais e culturais.
4. Desenvolver atividades assistenciais e educacionais de enfermagem relacionadas à sexualidade e
reprodução humanas.
5. Identificar e descrever os fatores de risco para o câncer de mama e cérvico-uterino e os principais
sinais e sintomas de problemas ginecológicos na população assistida.
6. Realizar consulta de enfermagem à mulher (incluindo o exame ginecológico e de mamas),
identificando problemas e implementando ações de enfermagem.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O aluno deve realizar uma revisão dos seguintes assuntos:


Š Anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino.
Š Fisiologia do ciclo menstrual.
Š Fecundação, nidação, placentação e desenvolvimento embrionário.
Š Exame físico geral.

1. Assistência de Enfermagem em Ginecologia: Política de Saúde no Brasil/Saúde da Mulher.


2. Construindo a identidade feminina na sociedade brasileira: “Mulher brasileira quem é você?”
3. Conceituando gênero – utilizando gênero enquanto categoria para buscar a compreensão dos
fenômenos sociais que cercam a vivência de mulheres e homens.
4. A sexualidade Feminina e Masculina. Mulher, cidadania e sexualidade – “A mulher exercendo
sua sexualidade”.

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5. A evolução biológica da mulher e suas implicações no processo saúde-doença:
Š Mamas
Embriologia, anomalias congênitas, características morfológicas, estrutura, artérias e veias,
nervos da região mamária, sistema linfático.
Š Genitais femininos
Estudo de pelve feminina, genitália externa e interna.
6. Saúde Reprodutiva: A Fertilidade e a Infertilidade.
* As implicações sobre a saúde da mulher frente aos métodos contraceptivos.
7. O cuidado de enfermagem à mulher que vivencia:
Š Doenças sexualmente transmissíveis;
Š Climatério e menopausa;
Š Senescência;
Š Violência contra a mulher;
Š Problemas ginecológicos.
8. O câncer cérvico-uterino e mamário: um problema de saúde coletiva.
Š Incidência, prevalência e mortalidade.
Š Determinantes e fatores de risco;
Š Carcinogênese;
Š Prevenção e detecção precoce: Consulta de Enfermagem Ginecológica.
9. Técnica de Colheita de material cérvico-vaginal para citologia oncótica.Pré-Natal.
Š Pré-Natal: Aspectos históricos, conceituação, objetivos, importância;
Š Considerações culturais, psicológicas e sociais;
Š Diagnóstico de gravidez. Terminologia obstétrica específica;
Š Alterações morfológicas e funcionais – repercussões sobre a saúde da mulher,
Š Exame físico obstétrico, anamnese e risco gestacional,
Š Exames laboratoriais de rotina, imunizações;
Š Avaliação do feto: crescimento e vitalidade.
Š Orientações de saúde durante a gravidez;
Š Preparação para o parto e a amamentação,
Š Doença Hipertensiva Específica da Gravidez (DHEG)
Š Diabetes na Gestação.
Š Cuidado à mulher e ao seu filho no domicílio.

III – METODOLOGIA
Baseia-se em um movimento ativo de busca de conhecimento, assim, as estratégias utilizadas para
a aprendizagem compreenderão: trabalhos em grupo, pesquisas de textos, aulas expositivas que
complementem a pesquisa do aluno, visitas, estudos dirigidos e seminários.
Utilização do ambiente virtual de aprendizagem (Teleduc) para dinamizar o processo ensino-
aprendizagem.
As estratégias poderão adequar-se às oportunidades de aprendizado e às necessidades dos alunos,
dentro do estabelecido no programa da disciplina.

IV – AVALIAÇÃO

Š Prova escrita.
Š Avaliação das atividades práticas, por meio de instrumento próprio, o qual será apresentado ao
aluno.
Š Atividade educativa.

Os parâmetros que serão considerados para avaliar o desempenho do aluno na disciplina são:

A - O seu grau de envolvimento e interesse – evidenciado por:


1. Freqüência assídua aos encontros teóricos, práticos e Ensino aberto(Teleduc).
2. Uniforme para hospital, material de bolso (acrescido de fita métrica inteira).
3. Pontualidade na entrega dos trabalhos solicitados
4. Participação nas atividades em grupo, nas discussões em classe, nas aulas.
5. Compartilhar e dividir com os colegas e professores as informações e experiências resultantes de
sua busca ativa (preferencialmente por meio do Ensino aberto).
6. Colaboração/integração com a equipe de enfermagem dos campos de atividade prática –
disponibilidade em ajudar, sugestões.

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7. Entrega de material bibliográfico que lhe tenha sido emprestado, a tempo de ser utilizado pelos
colegas.
8. Demonstrar iniciativas e atitudes que superem as expectativas, mais que fazer o mínimo
estabelecido/ proposto.

B - A nota final será a média aritmética entre as notas de cada campo de prática. O aluno que obtiver
nota menor que 6,0 (seis) e maior que 4,5 (quatro e meio) deverá ser avaliado novamente após
recuperação nos locais de prática onde o conjunto dos professores definir, desde que não tenha
tido falta. O aluno que obtiver nota menor ou igual a 4,5 (quatro e meio) estará automaticamente
reprovado.
C - Avaliação teórica (Prova escrita): Na avaliação teórica, o aluno que obtiver nota menor do que 7,0
(sete) fará o exame final em 05 de dezembro das 9 às 11 horas, quando deverá ter nota igual ou
maior que 5,0 (cinco).

A nota final que constará no boletim será a média entre as notas teórica e prática.

Quando o aluno for submetido a exame, a média final que constará no boletim de notas será: nota
de avaliação prática, somada com média entre as notas da avaliação teórica e o exame cujo resultado
será dividido por dois.

Nota de avaliação prática avaliação + exame


+
teórica final
2
2

OBS: A freqüência mínima obrigatória para aprovação é de 85% = 102horas

VI – LOCAIS DE ATIVIDADES PRÁTICAS

ƒ Centro de Saúde Santa Mônica, Centro de Saúde Centro, Centro de Saúde Faria Lima, Centro de
Atenção Integral à Saúde da Mulher/CAISM, Centro de Saúde Jardim Boa Vista, Centro de Saúde
São Quirino, Ambulatório de Reprodução Humana/CAISM e SOS – Ação Mulher.

Uniforme: Jaleco branco e material de bolso, incluindo uma fita métrica inteira (1,50m). Nas
atividades práticas desenvolvidas no CAISM os alunos deverão vestir-se com uniforme
branco.

VII - BIBLIOGRAFIA BÁSICA


1. AMARAL, MCE do. Percepção e significado da menstruação para as mulheres. Campinas,
2003. Mestrado (Dissertação). Faculdade de Ciências Médicas-Universidade Estadual de
Campinas.
2. Brasil. Coordenação Nacional de DST/Aids. Manual de Controle das Doenças Sexualmente
Transmissíveis. 3ª ed.,1999. Disponível em:
http://www.aids.gov.br/assistencia/mandst99/mandst99.htm
3. Barros, SMO; Marin, H de F; Abrão, ACFV. Enfermagem obstétrica e ginecológica: guia
para a prática assistencial. São Paulo: Roca, 2002.
4. Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Ações de enfermagem para o
controle do câncer. Rio de Janeiro, 2002. Disponível em: http://www.inca.gov.br
5. Centro Latino Americano de Perinatologia e Desenvolvimento Humano. OPS-OMS - Atenção
Pré-Natal e do Parto de Baixo Risco. Publicação Científica do CLAP nº 1321, 03-1996.
6. Chiesa, AM. Mulher, corpo e agravo à saúde: do ingênuo ao crítico através do conhecimento.
In: Fonseca RMGS. da (org.). Mulher e Cidadania na Nova Ordem Social. São Paulo:
NEMGE/USP, 1996. p. 129 - 50.
7. Clark, J.C.; McGee, R.F. Enfermagem oncológica: um currículo básico. 2ª ed. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1997.
8. D’Oliveira, AFPL; Luiz, O do C. Do outro lado do espéculo: as mulheres e o exame
ginecológico. In: Fonseca RMGS da (org.) Mulher e Cidadania na Nova Ordem social. São
Paulo: NEMGE/USP, 1996.

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- 73 -
9. Diaz, M; Goodson P. Manual do orientador em planejamento familiar. Campinas:
CEMICAMP, 1989.
10. Ferreira, SL. A mulher e os Serviços Públicos de Saúde. In: Almeida, MCP de; Rocha, SMM.
(org.) O Trabalho de Enfermagem. São Paulo: Cortez, 1997. Cap. 6, p. 175-227
11. Fonseca, RMGS da (org.) Mulher e Cidadania na Nova Ordem Social. São Paulo:
NEMGE/USP, 1996.
12. Lopes, RLM; Souza, IE. de O. A fenomenologia como abordagem metodológica:
compartilhando a experiência de mulheres que buscam a prevenção do câncer cérvico-uterino.
Rev. latino-am. Enf. v5 (3), p. 5-11, 1997.
13. Melo, NR; Pereira Filho, AS (ed.) Anticoncepção: manual de orientação. FEBRASCO, 1997.
14. Anticoncepção: manual de orientação. Disponível em: http://www.febrasgo.com.br/
15. Ministério da Saúde. Assistência Pré-Natal: Manual Técnico. 5a ed., Brasília, 2000.
16. Neme, B. Obstetrícia básica. São Paulo, Sarvier, 1995.
17. Programa de Saúde da Mulher (Secretaria Municipal de Saúde de Campinas). Projeto Mulher
Viva: educando para uma vida saudável. Campinas, 1999.
18. Rezende, J. Obstetrícia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
19. São Paulo (Estado). Secretaria de Estado da Saúde. Subprograma de Saúde da mulher.
Assistência ginecológica, v.4, 1986.
20. SAÚDE DA MULHER - HOSPITAL VIRTUAL BRASILEIRO
Revisão de Fisiologia do Aparelho Reprodutor Feminino. Disponível em:
http://www.hospvirt.org.br/enfermagem
21. Scavone L. Tecnologias reprodutivas: gênero e Ciência. São Paulo: UNESP, 1996
22. VALE, IN do. Risco para amamentação ineficaz: proposta de diagnóstico de enfermagem.
São Paulo, 1999. Doutorado (Tese). Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo.
23. Ziegel, EE; Cranley, MS. Enfermagem obstétrica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1985.

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CÓDIGO: EN490
NOME: METODOLOGIA DE PESQUISA II
OF: S-2 T: 01 P: 01 L: OO HS: 02 SL:02 C:02

PRÉ-REQUISITO: EN390 – Metodologia de Pesquisa I


EMENTA: Desenvolvimento das etapas de um projeto de pesquisa, apresentando relatório final.

I – OBJETIVOS

GERAIS
Oferecer aos acadêmicos subsídios necessários à elaboração de projetos de pesquisa.

ESPECÍFICOS

Que ao final da disciplina os acadêmicos sejam capazes de:


• Elaborar cada fase de um projeto de pesquisa.
• Demonstrar domínio teórico a respeito do preparo de um projeto de pesquisa

II – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Componentes de um projeto de pesquisa: introdução, objetivos, método, cronogramas e
referências bibliográficas;
• Elaboração de um projeto de pesquisa.

III – METODOLOGIA
1. Aulas dialogadas, leitura de textos, sessões de orientação. Serão utilizados os seguintes
recursos:
• textos
• exercícios
• transparências
• artigos científicos

2. Em conjunto com o aluno, identificar dúvidas presentes nos projetos, tais como metodologia
utilizada, delimitação das questões ou problemas, técnicas de pesquisa, redação do texto,
instrumento de coleta de dados, aspectos éticos e outras questões pertinentes.

IV – AVALIAÇÃO
• Participação individual e coletiva no processo de discussão dos trabalhos de pesquisa.
• Apresentação do projeto de pesquisa.
• O aluno deverá freqüentar no mínimo 85% das aulas.
• A nota de aprovação 5,0 (cinco)
• Não existe possibilidade de exame final, pois o aproveitamento do aluno será formalmente ao
longo da disciplina.

V - BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Barros AJP, Lehfeld NAS. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação
científica. 2a. ed., São Paulo, Makron Books, 2000.
2. Cervo AL, Bervian PA. Metodologia científica. 4a ed., São Paulo, Makron Books, 1996.
3. Demo P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo, Atlas, 2000.
4. Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed., São Paulo, Atlas, 2002.
5. International Committee of Medical Journal Editors. Requisitos Uniformes para manuscritos
apresentados a periódicos biomédicos. Rev Latino-Am Enfermagem 2001; 9(2):7-16
6. Lobiondo-Wood G, Haber J. Pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação Crítica, utilização.
4ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1998.
7. Malerbo MB, Pelá NTR. Apresentação escrita de trabalhos científicos. Ribeirão Preto, Holos,
2003.
8. Marconi MA, Lakatos EM. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa,
amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração e interpretação de dados. 3ª ed., São Paulo,
Atlas, 1996.
9. Minayo, MCS, Deslandes SF, Cruz Neto O, Gomes R. Pesquisa Social: teoria, método e
criatividade. 22a. ed., Petrópolis , Vozes, 2002.

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- 75 -
10. Polit DF, Hungler BP. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. 5ª ed., Porto Alegre,
Artemed, 2004.
11. Severino AJ. Metodologia do trabalho científico. 22ª ed., São Paulo, Cortez, 2002.
12. Triviños ANS. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: pesquisa qualitativa em educação.
São Paulo, Ática, 1987

VI - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. Alves R. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. 21a ed., São Paulo, Brasiliense,
1995.
2. Aranha MLA, Martins MHP. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo, Moderna, 1993.
3. Azevedo JB. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalho
acadêmico. Piracicaba, UNIMEP, 1992.
4. Barros AJP, Lehfeld NAS. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 2a ed., Petropólis,
Vozes, 1991.
5. Buzzi AR. Introdução ao pensar. 13ª ed., Petrópolis, Vozes, 1983.
6. Contandriopoulos AP, Champagne F, Potrin L, Denis JB, Boyle P. Saber preparar uma
pesquisa: definição, estrutura, financiamento. 3a ed., São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro:
Abrasco, 1999.
7. Demo P. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo, Atlas, 1995.
8. Eco H. Como se faz uma tese. 3a ed., São Paulo, Perspectiva, 1986.
9. Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos de metodologia científica. 3ª ed., São Paulo, Atlas,
1995.
10. Oliveira PS. Metodologia das ciências humanas. 2ª ed., São Paulo, HUCITEC-UNESP, 1998.
11. Ruiz JA. Guia para eficiência nos estudos. 4ª ed., São Paulo: Atlas, 1996.
12. Turato ER. Tratado de metodologia da pesquisa clínico-qualitativa. 1a ed., Petrópolis, Vozes,
2003.

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CÓDIGO: EN504
NOME: PROCESSO DE CUIDAR DO ADULTO E IDOSOI

OF: S-1 T:04 P:06 L:00 HS:10 SL:01 C:10

PRÉ-REQUISITOS: EN 322, EN 421, EN 430, EN 442, MD 430, MD 462


EMENTA: Assistência de enfermagem sistematizada a clientes adultos e idosos internados em
unidades de clínicas médicas e cirúrgicas especializadas, abrangendo pacientes com
afecções agudas e crônicas de média complexidade em diferentes áreas (especialidades),
com desenvolvimento de atividades práticas. Assistência à família e cuidadores.
Prevenção de acidentes no hospital. Aspectos éticos na assistência de enfermagem.

I – OBJETIVOS
GERAL

Proporcionar aos estudantes oportunidades para a construção de conhecimentos e o


desenvolvimento de atitudes e habilidades sobre a assistência integral a clientes adultos e idosos
hospitalizados, com alterações orgânicas, funcionais e emocionais.

ESPECÍFICOS
Proporcionar condições para o aluno:
• aplicar a assistência sistematizada de enfermagem ao cliente hospitalizado e sua família,
considerando os aspectos bio-psico-sócio-espirituais e econômicos;
• realizar atividades de educação em saúde para os clientes e seus familiares, no ambiente
hospitalar;
• identificar as ações de enfermagem necessárias para a promoção da saúde, prevenção e
reabilitação do cliente hospitalizado, visando o seu retorno ao convívio familiar e à
comunidade;
• respeitar os princípios éticos na assistência ao cliente sob seus cuidados e aos seus
familiares;
• respeitar princípios de prevenção de acidentes, relacionados ao cliente, seus familiares, a si
próprio e aos demais membros da equipe de saúde.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I - A TRÍADE CLIENTE - FAMÍLIA - ENFERMEIRO NO CONTEXTO HOSPITALAR


• Educação à saúde para o cliente hospitalizado e seus familiares.
• Relacionamento interpessoal.
• Alteração da capacidade para o desempenho de atividades da vida diária.
• Precauções com doenças infecciosas e microrganismos multirresistentes em hospitais.
• Prevenção de acidentes no hospital.

UNIDADE II - O CUIDAR SISTEMATIZADO EM ENFERMAGEM


• O processo de cuidar do cliente adulto e idoso hospitalizado e de seus familiares.
• Sistematização da assistência de enfermagem.

UNIDADE III - ALTERAÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossociais que fundamentam o cuidar sistematizado:
‚ do cliente com infecções respiratórias:
- pneumonia
- tuberculose
‚ do cliente com dificuldade/incapacidade para manter a ventilação espontânea:
- presença de traqueostomia
- presença de drenagem torácica
- edema agudo de pulmão
- ventilação mecânica

UNIDADE IV – ALTERAÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossociais que fundamentam o cuidar sistematizado:
‚ do cliente com disfunção do ritmo cardíaco
‚ do cliente submetido a monitorização da pressão venosa central
‚ do cliente com incapacidade de manter o débito cardíaco

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‚ do cliente com cardiopatias
‚ do cliente com trombose venosa profunda e embolia pulmonar
• Aspectos que fundamentam o suporte básico de vida ao cliente em falência circulatória.

UNIDADE V - ALTERAÇÕES DO SISTEMA RENAL E GÊNITO-URINÁRIO


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossociais que fundamentam o cuidar sistematizado:
‚do cliente com insuficiência renal: aguda e crônica.
‚do cliente submetido a procedimentos dialíticos
.da sexualidade do cliente internado

UNIDADE VI - ALTERAÇÕES DO SISTEMA DIGESTÓRIO


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossociais que fundamentam o cuidar sistematizado:
‚ do cliente nos períodos pré e pós-operatório mediatos de cirurgias digestórias
‚ do cliente com distúrbios hepáticos (hepatites infecciosas e cirrose hepática)
. do cliente com ostomias de eliminação

UNIDADE VII - TERAPIA NUTRICIONAL


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossosicais que fundamentam o cuidar sistematizado
do cliente em suporte nutricional enteral e parenteral
• Relações dos profissionais da saúde com as associações cientificas

UNIDADE VIII - ALTERAÇÕES DO SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossociais que fundamentam o cuidar sistematizado:
‚do cliente com alterações da mobilidade física:
- fraturas; uso de técnicas de imobilização.
-amputação de membros
‚do cliente nos períodos pré e pós-operatório mediatos de cirurgias ortopédicas

UNIDADE IX - ALTERAÇÕES DO SISTEMA IMUNOLÓGICO


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossociais que fundamentam o cuidar sistematizado:
‚do cliente com infecções:
-adquiridas na comunidade: síndrome da imunodeficiência adquirida
-hospitalares: microrganismos multirresistentes.

UNIDADE X - ALTERAÇÕES DO SISTEMA NEUROLÓGICO


• Aspectos clínicos, epidemiológicos e psicossociais que fundamentam o cuidar sistematizado:
‚ do cliente com distúrbios vasculares cerebrais (acidente vascular encefálico);
‚ do cliente com doenças que comprometem a bainha de mielina;
‚ do cliente com hipertensão intracraniana; derivação ventricular
. do cliente com trauma cranioencefálico

III - MÉTODOS UTILIZADOS

Aulas expositivas, investigação individual, estudo dirigido, pesquisa da literatura nos bancos de
dados, grupos de discussão, estudo e discussão clínica, laboratório (dramatização e demonstração de
procedimentos), aplicação dos procedimentos de enfermagem nos campos de estágio.

IV – AVALIAÇÃO

A freqüência mínima obrigatória para aprovação é 85% (128 horas). Recomenda-se equilíbrio entre
as faltas nas aulas teóricas e nas atividades práticas.
O aluno será aprovado se obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco) nos procedimentos de
avaliação teórica (duas provas escritas) e prática.
Os procedimentos de avaliação prática incluem:
• aplicação de instrumento específico, com o qual são avaliados conhecimentos, habilidades e
atitudes do aluno, nas situações de ensino prático.
A nota final será o resultado da média ponderada entre o valor obtido nos procedimentos de
avaliação prática (peso 1,5) e de avaliação teórica (peso 1,0):

Média final = (Média prática x 1,5) + (Média teórica x 1)


2,5

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Se o aluno obtiver nota inferior a 5,0 (cinco) nos procedimentos de avaliação prática será
reprovado. Se obtiver média entre 3,0 (três) e 5,0 (cinco) nos procedimentos de avaliação teórica, o
aluno terá direito a exame final. Se o aluno obtiver média inferior a 3,0 (três) nos procedimentos de
avaliação teórica, estará reprovado sem direito a exame final.

Para aprovação final, o aluno deverá obter média 5,0 (cinco) como resultado da nota do exame
final, somada à média de avaliação do semestre.

V – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BERGER, L.; MAILLOUX-POIRIER, D. Pessoas idosas: uma abordagem global. Lisboa,


Lusodidacta, 1995.
2. BRASIL, Leis etc. Lei n.10.241, de 17 de março de 1999. Dispõe sobre os direitos dos usuários
dos serviços e das ações de saúde no Estado e dá outras providências. Diário Oficial do
Estado, São Paulo, 18 mar. 1999. – Vol. 109, n. 51.
3. CARPENITO, L.J. Manual de Diagnósticos de Enfermagem. 8a ed. Porto Alegre: Artmed. 2001.
4. CECIL, R.L. Tratado de medicina interna. 22a ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
5. FREITAS, E.V. et al. Tratado de geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
6. LEWIS, S.M.; COLLIER, I.C.; HEITKEMPER, M.M. Medical–surgical nursing: assessment and
management of clinical problems. St. Louis, Mosby-Year Book, 1996.
7. PAPALÉO NETTO, M. Gerontologia. São Paulo, Atheneu, 1997.
8. PORTO, C. Exame clínico: bases para a prática médica Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,
2000.
9. SMELTZER, S.C.; BARE, B.G. (eds) Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 9ª ed. Rio de
Janeiro, Guanabara Koogan, 2002.

TEXTOS COMPLEMENTARES/ESPECÍFICOS:

1. AMATO NETTO, V.; BALDY, J. L. S. Doenças Transmissíveis. 3.ed., Rio de Janeiro,


Guanabara-Koogan, 1989.
2. BENENSON, A. S. (Ed) El control de las enfermedades transmisibles en el hombre. 15.ed.,
Washington, OPAS/OMS, 1993.
3. BOOG, M.C.F.; CEOLIM, M.F. (org.) Orientações para uma nova vida: guia para ostomizados.
Campinas: Editora da Unicamp. 1993.
4. BRAUNWALD, E. Tratado de medicina cardiovascular. 3ed. São Paulo: Roca, 1991.
5. CARPENITO, L.J. Planos de Cuidados de Enfermagem e Documentação. Porto Alegre:
Artmed. ,2ª ed., 2002
6. CINTRA, E.A.; NISHIDE, V.M.; NUNES, W.A. Assistência de Enfermagem ao Paciente Crítico.
São Paulo: Atheneu. 2000.
7. COLOMBRINI, M.C.R.; MUCKE, A.G.; FIGUEIREDO, R.M. (org). Enfermagem em Infectologia
- cuidados com paciente internado. São Paulo: Atheneu, 2000.
8. DANI, R.; CASTRO, L.P. Gastroenterologia Clínica. 2ed. Rio de Janeiro, Guanabara, 1988.
9. DIOGO, M.J.D'E. A problemática do idoso submetido à amputação de membros inferiores. São
Paulo, 1990. Dissertação (Mestrado) - Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo.
10. DUBIN, D. Interpretação rápida do ECG. 3ed. Rio de Janeiro, Publicações Científicas, 1986.
11. FARO, A.C.M.; HIGUCHI, C.M. Atuação de enfermagem em um Pronto-Socorro de Ortopedia
e Traumatologia. Rev.Esc.Enf.USP, São Paulo, v.21, n.2, p.161-70, 1987.
12. FLASKERUD, J.H. AIDS/Infecção pelo HIV. São Paulo, Medsi, 1992.
13. KOROLKOVAS, A; FRANÇA, F.F. de A.C. Dicionário Terapêutico Guanabara. 9ed. Rio de
Janeiro: Guanabara-Koogan, 2002.
14. NITRINI, R.; BACHESCHI, L.A. A Neurologia que todo médico deve saber. 2. ed. São Paulo,
Atheneu, 2003.
15. MAGALHÃES, A.F.N. Terapêutica em gastroenterologia: Gastrocentro - UNICAMP. 2a ed.,
São Paulo, Roca, 1993.
16. MUTARELLI, E.G. Propedêutica Neurológica: do sintoma ao diagnóstico. São Paulo, Sarvier,
2000.
17. PETROIANU, A..; PIMENTA, L.G. Cirurgia Geriátrica. Rio de Janeiro, Medsi, 1998.
18. WAITZBERG, D.L. Nutrição enteral e parenteral na prática clínica. 2ed. São Paulo, Atheneu,
1995.
19. WALDOW, V.R. Cuidado humano: O resgate necessário. Porto Alegre, Sagra Luzzatto. 1998.
20. WALDOW, V.R.; LOPES, M.J.M.; MEYER,D.E. Maneiras de cuidar. Maneiras de ensinar: A
enfermagem entre a escola e a prática profissional. Porto Alegre, Artes Médicas, 1995.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 79 -
21. RIELLA, M.C. Suporte Nutricional Parenteral e Enteral. 2.ed. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan, 1993.
22. VENTURA, M.F. et al. Enfermagem Ortopédica. São Paulo, Ícone, 1996.

Periódicos de interesse (disponíveis na Biblioteca da FCM).

• American Journal of Infection Control, American Journal of Nursing, Journal of Advanced Nursing,
Journal of Gerontological Nursing, Journal of Occupational and Environmental Medicine
Journal of Parenteral and Enteral, Nutrition Nursing Clinics of North America, Nursing Research,
Revista Brasileira de Cancerologia

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- 80 -
CÓDIGO: EN532
NOME: PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA
OF:S-1 T:03 P:04 L:00 HS:07 SL:07 C:07

PRÉ-REQUISITOS: EN430 - Enfermagem em Saúde Mental II


EMENTA: Aspectos emocionais apresentados por pessoas que evidenciam manifestações
psicossomáticas, assistidas em unidades de saúde. A Enfermagem psiquiátrica como
prática técnica e social e sua inserção em serviços de saúde mental de nível intermediário
e terciário. O objeto e os instrumentos de trabalho da enfermagem psiquiátrica e a
participação do enfermeiro no tratamento de pessoas que experimentam sofrimento mental
severo e persistente. Processo de cuidar em emergência psiquiátrica e desenvolvimento
de atividades práticas e educativas em serviços de saúde mental.

I - OBJETIVOS:

GERAL

Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de:

Desenvolver o processo de cuidar em Enfermagem Psiquiátrica com sujeitos que apresentam


sofrimento de origem psíquica compatível com classificações diagnósticas consagradas, assistidos em
serviços da saúde mental, fundamentando-se em princípios teórico-científicos e éticos.

ESPECÍFICOS

• Elaborar e desenvolver o processo de cuidar em enfermagem psiquiátrica baseado na


metodologia de Construção de Caso Clínico em psicanálise e saúde mental;
• Aplicar os conhecimentos adquiridos sobre entrevista psiquiátrica , avaliação psiquiátrica
(anamnese e exame do estado mental) e psicopatologia na Construção de Caso Clínico e na
realização dos diferentes momentos do processo de cuidar de pessoas com sofrimento psíquico;
• Conhecer e implementar terapias medicamentosas, psicoterapias e intervenções de natureza
psicossocial associadas ou compatíveis ás intervenções constituintes do processo de cuidar em
enfermagem psiquiátrica;
• Coordenar grupoterapias de natureza educativa e participar da implementação de grupoterapias
de natureza terapêutica em serviços de saúde mental.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Unidade I
• O processo de cuidar de sujeitos com estrutura neurótica : construção do caso clínico como
subsídio para o processo de cuidar
• O processo de cuidar de sujeitos com estrutura psicótica: construção do caso clínico como
subsídio para o processo de cuidar
• O processo de cuidar de sujeitos com estrutura perversa: construção do caso clínico como
subsídio para o processo de cuidar
• O processo de cuidar de sujeitos que apresentam depressão: construção do caso clínico
como subsídio para o processo de cuidar
• O processo de cuidar de sujeitos com toxicomanias: construção do caso clínico como subsídio
para o processo de cuidar

Unidade II
• Abordagens terapêuticas e psicoterapêuticas individuais: entrevista de admissão, triagem,
consulta de enfermagem, visita domiciliar, atendimento domiciliar em situações de crise,
acompanhamento terapêutico.

Unidade III
• Grupoterapias: ateliers, assembléia, oficinas terapêuticas, grupos de sala de espera, de salão
de beleza, de culinária, de jornal, de leitura, de escrita, de medicação, de atividades corporais.
Grupo de família (terapêutico e de orientação). Grupo operativo. Psicoterapia de grupo.

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Unidade IV

Š Aplicação dos conteúdos anteriores nas atividades práticas.

III – METODOLOGIA – ESTRATÉGIAS DE ENSINO

• Aulas expositivas dialogadas


• Filmes
• Estudos em grupo
• Seminários
• Discussão de textos de apoio
• Atividades teórico-práticas
• Supervisão clínica
• Orientação de trabalhos monográficos – construção de caso clínico

Nas atividades práticas:

1. O número total de alunos será dividido em 7 subgrupos, cada um dos quais ficará sob a
supervisão de um professor.
2. Serão solicitados relatórios das atividades desenvolvidas, cujo foco será a evolução diária do
paciente e as intervenções do aluno que embasarão o planejamento da atividade prática que
será realizada na semana seguinte.
3. Produção de Caso Clínico, trabalho final monográfico individual, embasado na Metodologia de
“Construção de caso clínico”, que deverá ser entregue no dia 28/06/2006.
4. A supervisão clínica e a orientação dos trabalhos finais será realizada no decorrer da disciplina
nos dias previstos para atividades teórico-práticas.

IV – LOCAIS DAS ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO:

O grupo será dividido em 7 campos, cada um sob a supervisão dos seguintes docentes:

ƒ Ambulatório de Psiquiatria, Enfermaria de Psiquiatria e Unidade de Emergência Referenciada


do HC/UNICAMP sob a supervisão da Profª Drª Débora I. R. Kirschbaum e colaboração da
Profª Drª Márcia Regina Nozawa. Endereço: 2º e 3º andar do HC. Tel. 3788.7514 e 3788-8841.
ƒ Centro de Atenção Psicossocial Antônio Costa Santos (CAPS-Sul) do Serviço de Saúde
Cândido Ferreira sob a supervisão da Enfª Joseli Rimoli. Endereço: rua José Soriano Souza
Filho, 695 – Jd. Santa Odila. Tel. 3271.3277
ƒ Centro de Atenção Psicossocial Integração sob a supervisão da Enfª. Dalvani Marques
Endereço: rua Francisco Xavier A. Nogueira, 476 – Jd. Garcia. Tel: 3269-8915
ƒ Centro de Atenção Psicossocial Esperança (CAPS-Leste) sob a supervisão Enfª Maria Inês
Ribeiro. Endereço: rua Padre Domingos Giovanini, 290 – Pq. Taquaral. Tel: 3243-7782
ƒ Núcleo de Atenção á Crise (NAC) sob a supervisão do Enfº Claudinei José G. Campos
Endereço: Serv. Saúde Cândido Ferreira Rua Conselheiro Antonio Prado, 430 – Sousas. Tel:
3758 8600
ƒ Caps Novo Tempo da Secretaria Municipal de Saúde sob a supervisão da Enfª Maria Silvia
Vergílio. Endereço: rua Marrey Jr., 360 - Jd. Novo Campos Elíseos. Tel. 3223.1831
ƒ Caps David Capistrano da Secretaria Municipal de Saúde sob a supervisão da Enfª Ana Paula
R.F.Garcia. Endereço: rua Salomão Gebara, 136 - Jd. Vista Alegre. Tel. 3266.7878

Observações:
1. nas Unidades pertencentes ao Hospital das Clínicas, ao Serviço de Saúde Cândido Ferreira e à
Secretaria Municipal de Saúde não é necessário utilizar uniforme, mas o aluno deverá portar
seu crachá;
2. O uso de avental ou jaleco é recomendável nas unidades do Hospital das Clínicas da
UNICAMP
3. O horário de atividades práticas é de 14 às 18 horas.

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- 82 -
V - AVALIAÇÃO

Será atribuída a nota de 0 a 10 nas atividades de:

1. Relatórios individuais (Anexo1).


2. Trabalho final de caráter monográfico denominado Caso Clínico (Anexo 2).
3. Avaliação de desempenho nas atividades práticas

Frequência mínima para aprovação é de 85% das atividades programadas.

Se o aluno obtiver notas inferiores a 5 nos itens 1 e 3 não poderá submeter-se ao exame final,
sendo automaticamente reprovado.
A nota final consistirá na média obtida nos itens 1, 2, 3.
Para aprovação a nota deverá ser igual ou superior a 5,0 (cinco).

VI - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. CORDIOLI, A.V.; cols. Psicofármacos: consulta rápida. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 544
p.
2. DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre,
Artmed, 2000. 271 p.
3. FREUD, S Fragmento da análise de um caso de histeria. In: _______.Um caso de histeria, três
ensaios sobre a sexualidade e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1969. P15-108: (Edição
Standard Brasileira das Obras completas de Sigmund Freud, 7, 1901- 1905).
4. FREUD, S. Luto e melancolia. In: FREUD, S. A história do movimento psicanalítico. Rio de
Janeiro: Imago, 1996. p.253-276: ( Edição Standard Brasileira das Obras completas de
Sigmund Freud, 16, 1914-1916).
5. FREUD, S. Notas Psicanalíticas sobre um relato autobiográfico de um caso de paranóia
(Dementia Paranoides). In: FREUD, S. O caso Schreber, artigos sobre técnica e outros
trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1969. P.77-108: ( Edição Standard Brasileira das Obras
completas de Sigmund Freud, 14, 1914- 1915).
6. FREUD, S.Fetichismo. In: FREUD, S. O futuro de uma ilusão. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
P.77-108: ( Edição Standard Brasileira das Obras completas de Sigmund Freud, 21, 1927).
7. GARCIA, Ana Paula Rigon Francischetti. Apreendendo possibilidades de cuidar. 2004. 239 f.
Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Estadual de Campinas.
8. KAPLAN, SADOCK. Manual de Psiquiatria. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
9. KIRSCHBAUM, D.I.R. O trabalho de enfermagem e o cuidado em saúde mental. Cadernos do
IPUB , nº 19, 2000.
10. KIRSCHBAUM, D.I.R.; CAMPOS, C.J.G.; GARCIA, A.P.R.F.; RIBEIRO;M.I.; VERGILIO, M.S.;
MARQUES, D.; Textos de Apoio. Campinas, UNICAMP, 2005. (mimeo)
11. KIRSCHBAUM, D.I.R.; GARCIA, A.P.R.F.; Textos de Apoio I. Campinas, UNICAMP, 2006.
(mimeo)
12. LEITE, M. Psicanálise lacaniana: cinco seminários para analistas kleinianos. São Paulo:
Iluminuras, 2000.
13. SANTIAGO, J. A droga do toxicômano: uma parceria cínica na era da ciência. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2001. 225 p.
14. SARACENO, B; ASIOLI, F.; TOGNONI, G.. Manual de saúde mental. São Paulo: HUCITEC,
1994. 83p.
15. SILVA, Teresa Cristina da. Vincent Van Gogh: um corpo entre o véu da beleza e o horror do
real: A função e o significado do corpo na psicose. 2002. 234 f. Dissertação (Mestrado em
Enfermagem) - Universidade Federal de Minas Gerais.
16. VIGANÒ, C. A construção do caso clínico em saúde mental. Coringa/Escola Brasileira de
Psicanálise, 13: 50-59, 1999.
17. ZIMERMAN, D. Fundamentos básicos das psicoterapias. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

VII - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BIRMAN, Joel. O lugar do Psíquico na Experiência da Loucura. Ciência hoje, v.1, n.6, 1983.
0.30-36.
2. CAMPOS, C.S.; SOARES,C.B. A produção de serviços de saúde mental: a concepção dos
trabalhadores. Ciênc. e saúde coletiva, 8 (2): 621-628, 2003.

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- 83 -
3. CAMPOS, M. S. C.; BARROS, S. Reflexões sobre o processo de cuidar da enfermagem em
saúde mental. Rev Esc Enf USP. 34(3): 271-76, 2000.
4. D’AGORD, M.R. Um método para estudo e construção de caso em psicopatologia. Agora. 8
(1): 107-122, 2005.
5. DUTRA, M. C. B. As relações entre psicose e periculosidade: contribuições clínicas da
concepção psicanalítica da passagem ao ato. Belo Horizonte: Annablume, 2002.
6. FÉDIDA, P. A Construção do caso. In: FÉDIDA, P. Nome, figura e memória: a linguagem na
situação psicanalítica. Trad. Martha Gambini; Claudia Berliner. São Paulo: Escuta, 1991. p.
216-232.
7. FREUD, S. A dinâmica da transferência. In: FREUD, S. O caso Schereber, artigos sobre
técnica e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 133-148.
8. FREUD, S. Tipos de desencadeamento da neurose In: FREUD, S. O caso Schreber, artigos
sobre técnica e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p.291-306.: (Edição Standard
Brasileira das Obras completas de Sigmund Freud, 14, 1919- 1915).
9. FREUD, S. A questão da análise leiga. In: FREUD, S. Um estudo auto-biográfico Rio de
Janeiro: Imago, 1996. p.211-284. ( Edição Standard Brasileira das Obras completas de
Sigmund Freud, 20, 1925- 1927).
10. HARARI, A; VALENTINI, W ( orgs) A reforma psiquiátrica no cotidiano. São Paulo, HUCITEC,
2001.
11. KIRSCHBAUM, D.I.R. , PAULA, F. K. C. Contradições no discurso e na prática do trabalho de
enfermagem nos serviços-dia de saúde mental. Ver.Esc.Enf.USP, 36(2): 170-176, 2002.
12. KIRSCHBAUM, D.I.R.; MORELATI, T. R. Os trabalhadores de Enfermagem como
Acompanhantes Terapêuticos em um Centro de Atenção Psicossocial. Rev. Esc.Enf. USP.
2003. V. 37. N°1, p. 97-106.
13. KYES,J.; HOFLING, C. Conceitos básicos em Enfermagem psiquiátrica. 4 ed. Rio de Janeiro :
Guanabara, 1985.
14. LACAN, J. De uma questão preliminar a todo tratamento possível de psicose. In: LACAN, J.
Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998d. p. 537-590. (Texto original de 1959).
15. KIRSCHBAUM, D.I.R. Abordagem psicanalítica nas pesquisas em enfermagem. In: FELICE,N.,
TURATO, E.; CECATTI, G. Anais do Seminário de Pesquisa Qualitativa da FCM/UNICAMP,
2005.
16. LAPLANCHE, J.; PONTALIS, J. B. Vocabulário da Psicanálise. 4ª ed. São Paulo: Martins
Fontes. 2001. 552 p.
17. MACKINNON; MICHELS. A entrevista psiquiátrica na prática diária. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1990.
18. MALVEZZI, C. O uso de atividades no tratamento em Hospital-Dia. Campinas, 1992.
(Mimeografado)
19. MASAGÃO, A.C.B.M. “ Orifeu: a mulher com pênis”. A construção da significação sexual em
um caso de psicose. São Paulo, 2000. (Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo).
20. MAUER, S. RESNIZKI, S. Acompanhantes terapêuticos e pacientes psicóticos. Campinas,
Papirus, 1987.
21. MELMAN, J. Família e doença mental: repensando a relação entre profissionais de saúde e
familiares. São Paulo: Escrituras, 2002. 159 p.
22. MOTTA, J. M. Instituição, psicanálise e enfermagem em saúde mental: boas novas? Cadernos
IPUB 19: 11-14, 2000.
23. KIRSCHBAUM, D. I. R complexo e delicado desafio de cuidar do indivíduo em sofrimento
psíquico: redefinindo abordagens. VII Encontro de Pesquisadores em Saúde Mental, VI
Encontro de Especialistas em Enfermagem Psiquiátrica. Ribeirão Preto, pp.47-60, 2002.
24. NASIO, J.D. A histeria: teoria e clínica psicanalítica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
25. OLIVENSTEIN, C. A clínica do toxicômano. Porto Alegre: Artes Médicas,1991.
26. KOLB, L.. Psiquiatria clínica. Rio de Janeiro: Interamericana, 1977. 685 p.
27. PITTA, A.M.F. Reabilitação Psicossocial no Brasil. São Paulo : HUCITEC, 1996.
28. QUINET, A. A descoberta do inconsciente: do desejo ao sintoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2000.
29. QUINET, A. Teoria e clínica da psicose. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997. 238p.
30. ROCHA, R. M. Enfermagem psiquiátrica: que papel é este? Rio de Janeiro: Instituto Franco
Basaglia – TeCorá, 1994.
31. SANTIAGO, J. Notas sobre o fundamento clínico da apresentação de enfermos.
Coringa/Revista de Psicanálise, 14: 80-84, 2000.
32. MIRANDA, L. Narcisismo: o interjogo entre a morte e a vida: uma contribuição freudiana para o
tratamento da psicose nos equipamentos substitutivos de saúde mental. Artigo encaminhado à
Revista Latino-americana de enfermagem, 2005.
33. SANTOS, V. Buscando um referencial de cuidados integrativos, na era do marketing e
comunicação. Texto Contexto Enf. 2(2): 76-86, 1993.

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- 84 -
34. SARACENO, B. Libertando identidades. Rio de Janeiro, Te Corá, 1999.
35. SCHREBER, P.E. Memórias de um doente dos nervos. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992.
36. STOKWEL, F. The nursing process in psychiatric nursing. New York: Routledge,1985.
37. TEIXEIRA, M. Manual de enfermagem psiquiátrica São Paulo: Ed. Atheneu, 1997.
38. TRAVELBEE, J. Intervencion en enfermeria psiquiatrica. Cali : OPAS, 1979
39. VENANCIO M, A T.; E.M. O campo da atenção psicossocial. Anais do I Congresso de Saúde
Mental do Estado do Rio de Janeiro. Te Corá: Instituto Franco Basaglia, 1997, 660p. Cap III E
IV

OBS: A bibliografia básica e a complementar estão disponíveis nas bibliotecas da UNICAMP e as


marcadas com ** constarão da pasta da disciplina a ser deixada no xerox sob os cuidados do
representante da turma XXVII. As dissertações de mestrado estão disponíveis por meio
eletrônico.

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- 85 -
CÓDIGO: EN555
NOME: Assistência de Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente I

OF: S-1 T:03 P:05 L:00 HS:08 SL:08 C:08

PRÉ-REQUISITO: BP323, MD430, EN212, EN321, EN322, EN421

EMENTA: Ensino teórico e prático da assistência de enfermagem à saúde da criança e adolescente


sadios, portadores de doenças de baixa e média complexidade atendidas na unidade
familiar, comunidades infantis, centros de saúde e ambulatórios.

I - OBJETIVOS

Geral

Oferecer subsídios que norteiem o aluno no atendimento ao RN, lactente, pré-escolar, escolar e
adolescente, utilizando as políticas públicas de saúde, bem como aspectos preventivos e educativos,
tendo como referência o nível de atenção primária e secundária à saúde.

Específicos
• Acompanhar e intervir nos processos de crescimento e desenvolvimento;
• Utilizar o Programa Nacional de Imunização – PNI;
• Conhecer e implementar medidas de proteção à infância e à adolescência;
• Detectar problemas nutricionais e orientar alimentação adequada;
• Utilizar o brinquedo terapêutico como estratégia facilitadora da linguagem infantil, a fim de
compreender a criança considerando o processo saúde-doença;
• Proporcionar assistência integral à criança, ao adolescente e família no processo saúde-doença.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Assistência integral à criança e ao adolescente
• O impacto da hospitalização para a criança, o adolescente e sua família
• Exame Físico da Criança
• Crescimento e desenvolvimento
• Vigilância do crescimento e desenvolvimento – desnutrição e obesidade
• O brinquedo, o brinquedo terapêutico (BT), o jogo e a brinquedoteca
• Aspectos físicos e psicológicos da adolescência
• Imunização
• AIDPI – Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância e IRAs
• Alimentação da criança
• Febre, vômito, diarréia e desidratação
• Doenças imunopreviníveis
• Prevenção de acidentes na infância
• Verminoses e anemia ferropriva

III - METODOLOGIA DE ENSINO


• Elaboração de jogos educativos
• Leitura e discussão de textos
• Aula expositiva e dialogada
• Dinâmica de grupo com simulações de situações e jogos educativos
• Projeção de vídeos
• Aulas práticas

IV - AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho do aluno será através de:
• provas escritas (1ª prova 17/03/2006 e 2ª prova 27/04/2006)
• atividade educativa (AE) - (apresentação em 26/04/2006)

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- 86 -
• atuação na atividade prática que serão considerados apresentação pessoal, assiduidade e
pontualidade, relacionamento inter-pessoal, iniciativa e interesse, planejamento e execução
dos cuidados de enfermagem conforme os objetivos da disciplina.
Serão considerados aprovados os alunos com média da avaliação teórica e prática maior ou igual
a 5,0 (cinco). Porém, o aluno que obtiver nota inferior a 5,0 (cinco) na avaliação prática, será
automaticamente reprovado. No que se refere à nota da avaliação teórica, o aluno que não receber
média 5,0 (cinco) resultante das provas e seminário, será submetido ao exame final.

Nota final = AT + AP
2

AT = Prova (0-8,0) + Prova (0-8,0) + AE (0-4,0) ou AT = (Prova+ Prova + AE) + exame


2 3

AP = Notas de aula-prática – 4 campos


4

Critérios de reprovação:
• freqüência inferior a 85% da carga horária total
• nota inferior a 5,0 (cinco) na prática e/ou teoria
• média final inferior a 5,0 (cinco)

V - CAMPOS DE ATIVIDADES PRÁTICAS


As aulas-práticas serão desenvolvidas nos seguintes campos:
• Centro de Saúde São Marcos, Centro de Saúde Costa e Silva, Creche Mãe Luíza +
Educandário Eurípedes, Brinquedo Terapêutico + Atividade Educativa na Unidade Pediátrica
do Hospital das Clínicas, Unidade de Internação Pediátrica – Hospital Estadual Sumaré
(Atenção à criança acometida por patologias de baixa e média complexidade e seus
familiares).

VI - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. ABRANTES, M. M. et al. Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes


das regiões Sudeste e Nordeste. Jornal de Pediatria, v. 78, n. 4, 2002.
2. AQUINO, R. de C. de; PHILIPPI, S. T. Consumo infantil de alimentos industrializados e renda
familiar na cidade de São Paulo. Revista de Saúde Pública, v. 36, n. 6, p. 655-660, 2002.
3. BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, 1991.182p.
4. _______. Ministério da Saúde. Programa de Atenção à Saúde da Criança e do
Adolescente. Disponível em: http:// www.saude.gov.br Acesso em: 12 dez. 2002.
5. _______. COFEN. Resolução nº 295/2004. Dispõe sobre a utilização da técnica do
Brinquedo/Brinquedo Terapêutico pelo Enfermeiro na assistência à criança hospitalizada.
Disponível em : http://www.portalcofen.com.br
6. COLLET, N.; OLIVEIRA, B. R. G. de Enfermagem pediátrica. Goiânia: AB, 2002. 185p.
7. DEL PRIORE, M. História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999. 444p.
8. GIUGLIANI, E. R. J.; VICTORA, C. G. Alimentação complementar. Jornal de Pediatria, v. 76,
n. 3, p. 253-262, 2000.
9. HEINKEL, D. O brincar e a aprendizagem na infância. Ijuí: UNIJUÍ, 2000. 71p.
10. LIMA, A. Pediatria essencial. Rio de Janeiro: Atheneu, 1992.
11. MARCONDES, E. Pediatria básica. São Paulo: Sarvier, 1991.
12. MARTINS, M. R. et al. Protocolo de preparo da criança pré-escolar para a punção venosa, com
utilização do brinquedo terapêutico. Revista Latino-americana de Enfermagem, v. 9, n. 2, p.
76-85, 2001.
13. MELO, L. L.; VALLE, E. R. M. O brinquedo e o brincar no desenvolvimento infantil. Revista
Psicologia Argumento, Curitiba, v. 23, n. 40, p. 43 - 48, 2005.
14. MURAHOVSCH, J. Procedimentos, diagnóstico e tratamento. São Paulo: Sarvier, 1998.
15. PERNETTA, C. Semiologia pediátrica. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 1990.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 87 -
16. SABIA, R. V. Efeito da atividade física associada à orientação alimentar em adolescentes
obesos: comparação entre o exercício aeróbio e anaeróbio. 2003. 105p. Dissertação
(Mestrado) – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão
Preto.
17. SANTANA, J. C. et al. Semiologia pediátrica. Porto Alegre: Artmed, 2002. 262p.
18. SCHIMITZ, E.M. et al. A enfermagem em pediatria e puericultura. São Paulo: Atheneu,
1999.
19. SIGAUD, C.H.S.; VERÍSSIMO,M.de La O.R. (org) Enfermagem pediátrica: o cuidado de
enfermagem à criança e ao adolescente. São Paulo: EPU, 1996.
20. SPADA, P. V. Obesidade infantil: aspectos emocionais e vínculo mãe/filho. Rio de Janeiro:
Revinter, 2005.
21. SUPLICY, M. Sexo para adolescentes: amor, puberdade, masturbação, homossexualidade,
anticoncepção, DST/AIDS, drogas. São Paulo: Atualizada, FTD, 1998.
22. TIBA, I. Adolescência: o despertar do sexo – um guia para entender o desenvolvimento
sexual e afetivo nas novas gerações. São Paulo: Gente, 1994.
23. WHALEY, L.F.; WONG, D.L. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção
efetiva. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

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- 88 -
CÓDIGO: EN571
NOME: Administração em Enfermagem

OF: S-1 T:03 P:00 L:00 HS:03 SL:00 C:03

PRÉ-REQUISITOS: EN280 e EN322

EMENTA: Fundamentos teóricos para a administração de recursos humanos e do processo de cuidar


em enfermagem, modelo de organização do cuidado ao paciente, comunicação, tomada de decisão,
processo de trabalho, educação em serviço, política, dimensionamento, recrutamento e seleção de
pessoal. Teorias de enfermagem (auto cuidado e alcance de objetivos).

I - OBJETIVOS

Geral

Proporcionar aos discentes conhecimentos sobre a Administração da Assistência de Enfermagem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de:
∗ Relacionar as Teorias e Funções da Administração em Enfermagem.
∗ Descrever a aplicabilidade das teorias apresentadas na sistematização da assistência de
enfermagem
∗ Discutir os diferentes modelos de organização da assistência ao cliente.
∗ Descrever a importância dos instrumentos gerenciais na administração da assistência de
enfermagem.
∗ Elaborar o dimensionamento de recursos humanos em enfermagem;
∗ Identificar a importância das relações interpessoais na equipe de trabalho;
∗ Destacar o papel da educação continuada no desenvolvimento de pessoal.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I
∗ O trabalho gerencial
ƒ Construção histórica do trabalho gerencial
ƒ Teoria Geral de Administração (TGA)
ƒ Influência TGA no trabalho gerencial de enfermagem
ƒ Ética no contexto gerencial
ƒ Relações de poder na organização

UNIDADE II
∗ Administração da assistência de Enfermagem
ƒ Planejamento: processo de enfermagem com ênfase nas teorias de enfermagem
ƒ Ferramentas para o planejamento:
ƒ Modelos de organização do cuidado ao cliente
ƒ Tomada de decisão e resolução de problemas
ƒ Processo de trabalho
ƒ Trabalho em equipe;

UNIDADE III
∗ Administração de Pessoal
ƒ O papel da Educação Continuada: tendências atuais
ƒ Processo de planejamento dos programas de desenvolvimento de pessoal
ƒ Dimensionamento de pessoal

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- 89 -
ƒ Cálculo e escala de pessoal
ƒ Recrutamento e seleção de pessoal
ƒ Avaliação de desempenho

III - METODOLOGIA

∗ Aulas dialogadas
∗ Leitura de textos
∗ Visitas e entrevistas
∗ Vídeos

IV - AVALIAÇÃO

∗ Prova (Peso 2)
∗ Relatório do exercício prático: visita e entrevista com os gerentes de enfermagem (Peso 1)
A nota final será considerada a média ponderada entre os itens 1 e 2 da avaliação.
O aluno que obtiver média inferior a 5,0 (cinco) deverá fazer o exame final. A data do exame final será no
dia 11/07/06.
- FREQUÊNCIA MÍNIMA EXIGIDA: 75%.

V - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BERSUA, A.P.S.; RICCIO, G.M.G. Trabalho em equipe - instrumento básico de


enfermagem. In: CIANCIARULLO, T.I. Instrumentos básicos para o cuidar: um
desafio para a qualidade da assistência. São Paulo: Atheneu, 2a reimpressão, 2000,
p. 75-97.
2. Bork, A M.T. Enfermagem de excelência: da visão à ação. São Paulo, Guanabara
Koogan, 2003. (Cap. 9 e 10).
3. CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro:
Campos, 2000.
4. FOSTER, P.C.; JANSSENS, N.P. Dorothea E. Orem. In: GEORGE, J.B. Teorias de
enfermagem: os fundamentos para a prática de enfermagem. Porto Alegre: Artes
Médicas, 2000, p 90-106.
5. FURGULIN, F.M.; GAIDZINSKI, R.R; KURCGANT, P. Ausências previstas e não
previstas da equipe de enfermagem na unidade de internação do HU-USP. Rev.
Esc. Enf. USP, v. 37, n.4, p. 109-117, 2003.
6. GEORGE, J.B. Imogene M. King. In: GEORGE, J. B. Teorias de enfermagem: os
fundamentos para a prática de enfermagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000,
p.175-189.
7. GOMES, E. L. R.; ANSELMI, M. L.; MISHIMA, S. M.; VILLA, T. C. S.; PINTO, I.C.;
ALMEIDA, M. C. P. Dimensão histórica da gênese e incorporação do saber
administrativo na enfermagem. In: ALMEIDA, M. C. P; SEMIRAMIS, M.M.R. (Orgs.)
O trabalho de enfermagem. São Paulo: Cortez, 1997. Cap. 7, p. 229 a 250.
8. KURCGANT, P. Administração em Enfermagem. São Paulo, EPU, 1991 (Cap. 1,
7, 9 , 11e 12).
9. KURCGANT, P. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan, 2005 (Cap. 1, 2, 3, 9, 10 e 11)
10 MARQUIS, B. L.; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem:
teoria e aplicação, 2a ed., Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.Caps. 2 (p. 50-68); 9
(p.200-208); 13 (p.285-300); 19 (p. 410-429).
11 MELLEIRO, M. M. et. Al A evolução do sistema de assistência de enfermagem no
hospital universitário da universidade de São Paulo. In: CIANCIARULLO, T. I, et al
(eds). Sistema de assistência de enfermagem: evolução e tendências. São Paulo:
Ícone editora, 2001. p.109-130.
12 PERROCA, M.G. GAIDZINSKI, R.R. Sistema de classificação de pacientes:
construção e validação de um instrumento. Rev. Esc. Enf. USP, v. 32, n.2, p. 153-
168, 1998.
13 Resolução COFEN - n° 293/2004.

VI - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BOFF, L. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 90 -
Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
2. COMBLIN, J. O Neoliberalismo: ideologia dominante na virada do século.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.
3. Dal Ben, L. W.; Sousa, R. M. C. Sistema de pontuação de intervenções
terapêuticas. Nursing, p. 80-9, 2001.
4. Dal Ben, L. W.; Sousa, R. M. C. Adaptação de instrumento para dimensionar
horas diárias de assistência de enfermagem residencial. Rev. Esc. Enf. USP,
v. 38, n.1, p. 80-9, 2004.
5. KOMPLIN, J. Care delivery systems. In: YODER WISE; P.S. Leading and
managing in nursing. St. Louis: Mosby Year book, 1995, p.410-435.
6. LEOPARDI, M.T. Imogene King - teoria do alcance de objetivos. In:
LEOPARDI, M.T. Teorias em enfermagem: instrumentos para a prática.
Florianópolis: Papa Livros, 1999, p.90-94.
7. MOTTA, P.R. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Rio
de Janeiro: Record, 2001, cap. 1, p. 19-43.
8. OGUISSO, T. A educação continuada como fator de mudanças: visão
mundial. nursing. nº 20, ano 3, 2000.
9. RIBEIRO, L. F. Cuidar e tratar: formação em enfermagem e desenvolvimento
sócio-moral. Lisboa, EDUCA, 1995.
10. ROSSI, L.A.; CASAGRANDE, L.D.R. Processo de enfermagem: a ideologia
da rotina e a utopia do cuidado individualizado. In: CIANCIARULLO, T. I, et al
(eds). Sistema de assistência de enfermagem: evolução e tendências. São
Paulo: Ícone editora, 2001, p.41 - 62.
11. WELCH, R. A. Problem solving and decision making. In. In: YODER WISE;
P.S. Leading and managing in nursing. St. Louis, Mosby Year book, 1995,
p.109-128.

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- 91 -
CÓDIGO: EN665
NOME: Assistência de Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente II

OF:S-2 T:02 P:06 L:00 HS:08 SL:08 C:08

PRÉ-REQUISITO: EN555
EMENTA: Ensino teórico-prático da assistência de enfermagem à criança e adolescente portadores de
doenças de média e alta complexidade e as repercussões da doença e do tratamento na
vida da criança, adolescente e família.

I – OBJETIVOS

GERAL

Sistematizar a assistência de enfermagem à criança e ao adolescente com patologias de média e


alta complexidade fundamentada no cuidado centrado na criança e na família.

ESPECÍFICOS

• Conhecer, executar e implementar a sistematização da assistência de enfermagem utilizando a


taxonomia dos diagnósticos de enfermagem da North American Nursing Diagnoses Association
(NANDA) e a Classificação das Intervenções de Enfermagem (NIC);
• Avaliar e intervir nos processos de crescimento e desenvolvimento à criança e ao adolescente
com patologias de média e alta complexidade;
• Proporcionar assistência integral à criança, ao adolescente e família no processo saúde-
doença.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Instrumento de coleta de dados baseado nos domínios da NANDA;
• Manuseio da North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) e Classificação das
Intervenções de Enfermagem (NIC);
• Utilização do jogo educativo na assistência à criança e ao adolescente hospitalizados e sua
família;
• Assistência de enfermagem à criança/adolescente portadores de fibrose cística;
• Assistência de enfermagem à criança/adolescente politraumatizados;
• Assistência de enfermagem à criança/adolescente portadores de pneumopatias;
• Assistência de enfermagem à criança/adolescente portadores de patologias oncológicas e
hematológicas;
• Assistência de enfermagem à criança/adolescente portadores de patologias neurológicas;
• Assistência de enfermagem à criança/adolescente portadores de patologias gástricas;
• Assistência de enfermagem à criança/adolescente portadores de patologias cirúrgicas
congênitas;
• A problemática da doença crônica para criança, adolescente e família e a possibilidade de
morte;
• Violência contra a criança

III - METODOLOGIA DE ENSINO


• Aula expositiva e dialogada
• Leitura e discussão de textos
• Realização e apresentação do processo de enfermagem fundamentado na NANDA e NIC
• Aplicação do jogo educativo no contexto hospitalar
• Projeção de vídeos
• Aulas práticas

IV – AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho do aluno será através de:
• provas escritas
• apresentação oral e escrita do processo de enfermagem fundamentado na NANDA e NIC

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• aplicação do jogo educativo elaborado na disciplina EN555 na unidade de internação
pediátrica (AE – atividade educativa) e reestruturação das necessidades por escrito.
• atuação na atividade prática, onde serão considerados apresentação pessoal, assiduidade e
pontualidade, relacionamento interpessoal, iniciativa e interesse, implementação da
sistematização da assistência de enfermagem conforme os objetivos da disciplina.
• freqüência inferior a 100% nas aulas práticas, a cada ausência, será descontado 10% em
cima da média final.

Serão considerados aprovados os alunos com média da avaliação teórica e prática maior ou
igual a 5,0 (cinco). Porém, o aluno que obtiver nota inferior a 5,0 (cinco) na média das avaliações
práticas, será automaticamente reprovado.
No que se refere à nota da avaliação teórica, o aluno que não receber média 5,0 (cinco)
resultante das provas, estudo de caso clínico e da atividade educativa será submetido ao exame final.
As provas escritas terão peso 8,0 (oito), a Atividade Educativa terá peso 2,0 (dois) e o Estudo
de Caso Clínico terá peso 2,0 (dois) totalizando 20 pontos, que será divido por dois:

AT = Prova + Prova + (estudo clínico + atividade educativa)


2

AP = Notas de aulas-práticas (3 campos)


3
Nota final = AT + AP
2

• AT – Atividade Teórica
• AP – Atividade prática

Critérios de reprovação:
• freqüência inferior a 85% da carga horária total
• nota inferior a 5,0 (cinco) na prática e/ou teoria
• média final inferior a 5,0 (cinco)

V - CAMPOS DE AULAS PRÁTICAS


As aulas práticas serão desenvolvidas nos seguintes campos:
• Enfermaria de Pediatria – HC postos 02, 03 e 04), Enfermaria de Pediatria – Sumaré e Pronto
Socorro Pediátrico – HC.

VI - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BEHRMAN, R. E. et al. Nelson Tratado de Pediatria. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2002.


2. BOWDEN, V. R.; GREENBERG, C. S. Procedimentos de enfermagem pediátrica. Rio de
Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005.
3. COLLET, N.; OLIVEIRA, B. R. G. Enfermagem pediátrica. Goiânia:AB, 2002.
4. COLLET, N.; ROCHA, S. M. M. Transformações no ensino das técnicas em enfermagem
pediátrica. Goiânia: AB, 2001.
5. HOSPITAL DO CÂNCER. A criança com câncer: o que devemos saber ? São Paulo:
Comunique Editorial, 2003.
6. KISHIMOTO, T. M. (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e educação. São Paulo: Cortez, 1997.
7. LIMA, A. Pediatria essencial. Rio de Janeiro: Atheneu, 1992.
8. MARCONDES, E. Pediatria básica. São Paulo: Sarvier, 1991.
9. MASETTI, M. Soluções de palhaços: transformações na realidade hospitalar. São Paulo: Palas
Athena, 1998.
10. MASETTI, M. Boas misturas: a ética da alegria no contexto hospitalar. São Paulo: Palas
Athena, 2003.

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- 93 -
11. Mc CLOSKEY, J. C.; BULECHEK, G. M. Classificação das intervenções de enfermagem (NIC).
Porto Alegre: Artmed, 2004.
12. MURAHOVSCH, J. Procedimentos, diagnóstico e tratamento. São Paulo: Sarvier, 1998.
13. NANDA. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2003-2004. Porto
Alegre: Artmed, 2005.
14. PERNETTA, C. Semiologia pediátrica. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 1990.
15. RODRIGUES, Y.T.; RODRIGUES, P. P. B. Semiologia pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara-
koogan, 2003.
16. SANTANA, J. C. et al. Semiologia pediátrica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
17. SCHIMITZ, E.M. et al. A enfermagem em pediatria e puericultura. São Paulo: Atheneu, 1999.
18. SIGAUD, C.H.S.; VERÍSSIMO,M.de La O.R. (org) Enfermagem pediátrica: o cuidado de
enfermagem à criança e ao adolescente. São Paulo: EPU, 1996.
19. WHALEY, L.F.; WONG, D.L. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção
efetiva. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

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CÓDIGO: EN690
NOME: Estágio Supervisionado de Administração em Enfermagem Hospitalar
OF:S-2 T: 03 P: 08 L: 00 HS: 11 SL:04 C:11

PRÉ-REQUISITOS: EN571
EMENTA: Ensino teórico-prático de aspectos fundamentais para a administração da unidade de
saúde: teoria geral de administração, planejamento, organização, direção, avaliação,
modelos de gestão e serviços de apoio. Atividades Educativas de Enfermagem. Estágio
Supervisionado de Administração em Enfermagem Hospitalar.

I - OBJETIVOS
GERAL
Proporcionar aos discentes a oportunidade de adquirir conhecimentos sobre organização e
gerência das unidades de enfermagem de instituições hospitalares.

ESPECÍFICOS
Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de:
• Identificar a filosofia, missão e estrutura organizacional da instituição hospitalar e relacioná-
las às unidades estabelecidas como campo de atividade prática;
• Relacionar as teorias gerais da administração com os modelos gerenciais da enfermagem.
• Conhecer o perfil epidemiológico, bem como o nível de complexidade de cuidado da
clientela inserida nas unidades de enfermagem;
• Identificar as necessidades de cuidados de enfermagem da clientela e acompanhar/
implementar ações sistematizadas;
• Analisar os modelos de organização dos cuidados de enfermagem nos campos de
atividade prática;
• Identificar as necessidades quantitativas e qualitativas de Recursos Humanos e Materiais
nas unidades de enfermagem;
• Descrever a importância dos serviços de apoio para o gerenciamento da assistência de
enfermagem;
• Participar do planejamento, execução e avaliação dos projetos desenvolvidos pela direção
do serviço de enfermagem nas unidades de atividades práticas;
• Identificar as características de liderança ao longo das atividades práticas nos diferentes
níveis gerenciais.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Organização das instituições hospitalares:
• Estrutura formal e informal
• Planejamento Estratégico
• Gestão de Recursos materiais
• Gestão Financeira
• Modelos de Gestão

2. Direção:
• Supervisão
• Comunicação
• Liderança
• Negociação
• Avaliação
• Satisfação do cliente
• Ouvidoria
• Acreditação

III - METODOLOGIA
• Aulas expositivas
• Leitura de textos
• Seminários
• Vídeos

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IV - AVALIAÇÃO

1 - O aluno será avaliado por:


1.1. Prova escrita - peso 2;
1.2.Seminário: aplicação da teoria em uma situação prática - peso 1;
1.3.Relatório das atividades práticas - peso 1;
1.4.Avaliação individual das atividades práticas- peso 2.

2 - Os itens 1.1 e 1.2 correspondem á 30% e os itens 1.3 e 1.4 correspondem a 70 % da nota
final.
A nota final corresponderá a média ponderada dos quatros itens descritos acima.
3 - O aluno que obtiver, na avaliação escrita, nota inferior a 5,0 (cinco) obrigatoriamente fará o
exame final.
4 - O aluno que obtiver nota final inferior a 5,0 (cinco), deverá fazer o exame final.
5 - O professor responsável pelas atividades práticas avaliará o acadêmico por meio de
instrumento específico da disciplina
6 - Data do exame final: 14/12/06
7 - A nota final do aluno de exame será a média aritmética entre a nota do exame e a nota do
item 2 ou 3 conforme a situação do acadêmico.

FREQUÊNCIA MÍNIMA EXIGIDA: 85%

Obs: O aluno deverá ter 85% de freqüência tanto no bloco teórico (38h) quanto na parte prática da
disciplina (102h).

V – LOCAIS DE ATIVIDADES PRÁTICAS


• Hospital de Clínicas da UNICAMP; Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher.
Supervisora Responsável, Hospital Estadual de Sumaré.

VI - BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALMEIDA, M.C.P.; ROCHA, S.M.M. (ORG.) O trabalho de enfermagem. São Paulo: Cortez,
1997. (cap. 7)
2. BORK, A.M.T.; MINATEL V. F.(Org.) Enfermagem de Excelência: da visão à ação Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
3. CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações.
São Paulo: PioneiraThomson Learning, 2004. (cap. 4 e 11)
4. COSTA, E. A. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva. 2002.
5. KURCGANT, P. (Org) Gerenciamento em Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005. (Capítulos: 1, 4, 5, 7, 8,12 e13).
6. MARQUIS, B.L.; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem: teoria e
aplicação. Porto Alegre: Artmed, 1999. (Capítulos: 7, 15, 18 )
7. MOTTA, P.R. Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente, Rio de Janeiro:
Record, 2001. (capítulos 1, 2 e 8)
8. OLIVEIRA, A.M.L.; GUIRARDELLO, E. B. Satisfação do paciente com os cuidados de
enfermagem: comparação entre dois hospitais. Rev Esc Enferm. USP. 2006; 40(1): 71-77.
9. Organização nacional de acreditação hospitalar (ONA), disponível em: http:// ona.com.br

VII - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR


1. CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração, Rio de Janeiro: Campus, 2000.
2. JOHANSSON, P.; OLÉNI, M.; FRIDLUND, B. Patient satisfaction with nursing care in the
context of health care: a literature study. Scan J Caring Sci, 16 p. 337-344, 2002.
3. KURCGANT, P.(Org.) Administração em enfermagem, São Paulo: EPU, 1991
4. MEHRHY, E. E.; ONOCKO, R. (Orgs.) Agir em saúde: um desafio para o público. São Paulo,
Hucitec, 1997.
5. SILVA, E.M. Supervisão do trabalho de enfermagem em saúde pública no nível local.
Ribeirão Preto,1997.(Tese-Doutorado - Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo).
6. Série Saúde & Cidadania, livros 2, 3, 5, 9,10,11 e 12 disponível em:
7. http://dtr2004.saude.gov.br/dab/saude_cidadania/extras/notas.html
8. TANAKA, O. Y. Avaliação de Programas de saúde do adolescente: um modo de fazer. São
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2004.

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CÓDIGO: EN704
NOME: Processo de Cuidar em Enfermagem do Adulto e Idoso de Alto Risco

OF: S-2 T:01 P:02 L:01 HS:04 SL:04 C:04

PRÉ-REQUISITOS: EN504
EMENTA: Assistência de enfermagem sistematizada ao cliente adulto e idoso internado em situações
de alto risco, urgência e emergência. Assistência à família. Prevenção de acidentes nas
situações de atuação prática. Aspectos éticos no processo de cuidar do cliente e família.

I - OBJETIVOS

GERAL
Proporcionar aos estudantes oportunidades para a construção de conhecimentos, desenvolvimento
de raciocínio clínico, de atitudes e habilidades na assistência integral a clientes adultos e idosos
hospitalizados, em risco de morte, em situações de emergência e urgência.

ESPECÍFICOS:
Proporcionar condições para o aluno:
• aplicar a assistência sistematizada de enfermagem ao cliente adulto e idoso hospitalizado em
situações de risco de morte, bem como à sua família, considerando aspectos bio-psico-sócio-
espirituais e econômicos;
• utilizar o raciocínio clínico para planejar a assistência de enfermagem, estabelecendo
prioridades para sua atuação;
• realizar atividades de educação em saúde para os clientes e seus familiares;
• identificar as ações de enfermagem necessárias para a promoção da saúde, prevenção e
reabilitação do cliente hospitalizado, visando seu retorno ao convívio familiar e à comunidade;
• respeitar os princípios éticos na assistência ao cliente sob seus cuidados e seus familiares;
• respeitar princípios de prevenção de acidentes, relacionados ao cliente, seus familiares, a si
próprio e aos demais membros da equipe de saúde.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I - A TRÍADE CLIENTE-FAMÍLIA-ENFERMEIRO NO CONTEXTO HOSPITALAR


• Educação à saúde para o cliente hospitalizado e seus familiares.
• Relacionamento interpessoal.
• Aspectos peculiares da comunicação com o cliente de alto risco.
• Alteração da capacidade para o desempenho de atividades da vida diária.
• O significado da morte para a enfermagem, o paciente e seus familiares.
• Prevenção de acidentes no hospital.

UNIDADE II – O CUIDAR EM ENFERMAGEM


• O processo de cuidar do cliente adulto e idoso hospitalizado em situações de alto risco, e de
seus familiares.
• Sistematização da assistência de enfermagem.

UNIDADE III - ALTERAÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO


• Aspectos que fundamentam o cuidar:
‚do cliente com dificuldade / incapacidade para manter a ventilação espontânea:
- com cânula traqueal (tubo endotraqueal e traqueostomia);
- com ventilação mecânica
- avaliação do cliente: gases arteriais, oximetria
• Aspectos que fundamentam o cuidar:
‚do cliente submetido a monitorização hemodinâmica:
- cateter de Swan-Ganz;
- pressão arterial média.
‚do cliente em uso de suporte circulatório:
-fármacos vasoativos.
- balão intra-aórtico.
‚do cliente com síndromes isquêmicas.

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‚do cliente em edema agudo de pulmão.
‚do cliente em crise hipertensiva.

• Aspectos que fundamentam o suporte avançado de vida ao cliente em falência circulatória:


‚choque
‚parada cardiorrespiratória

UNIDADE V - ALTERAÇÕES DO SISTEMA NEUROLÓGICO


• Aspectos que fundamentam o cuidar do cliente com:
‚ trauma crânio-encefálico;
‚ morte encefálica;
‚ monitorização da pressão intracraniana;
‚ trauma raquimedular.

UNIDADE VI – EMERGÊNCIAS E URGÊNCIAS


• Aspectos que fundamentam o cuidar do cliente com:
‚ intoxicações ou envenenamentos;
‚ politrauma;

UNIDADE VII – ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO


• Aspectos que fundamentam o cuidar do cliente em pós-operatório de cirurgias de grande
porte.

III - MÉTODOS UTILIZADOS


Aulas expositivas, investigação individual, pesquisa da literatura nos bancos de dados, grupos de
discussão, estudo e discussão clínica, demonstração de procedimentos em laboratório, realização dos
procedimentos de enfermagem nos campos de prática, supervisão clínica e visitas técnicas.

IV - CAMPOS DE ATIVIDADES PRÁTICAS E LABORATÓRIO


• Unidades do HC/Unicamp: Unidade de Emergência Referenciada – Pronto Atendimento
(UER) e Unidade de Observação (UER-OBS), UTI (adulto), Unidade Coronariana (UCO),
Emergência Clínica e Cirurgia do Trauma, visita ao Serviço de Atendimento Municipal de
Urgência (SAMU) e visita ao Serviço de Resgate do Corpo de Bombeiros.

V – AVALIAÇÃO

A freqüência mínima obrigatória para aprovação é de 85% (51 horas) ou 9 horas de falta.
O aluno será aprovado se obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco) nos procedimentos de:
1) avaliação teórica, composta de uma prova escrita.
2) avaliação prática, cujos procedimentos incluem:
- aplicação de instrumento específico com o qual serão avaliados conhecimentos, habilidades e
atitudes do aluno, nas situações de ensino prático;

Média final = (avaliação prática x 1,5) + (avaliação teórica x 1,0)


2,5
Î O aluno será reprovado se obtiver nota inferior a 5,0 (cinco) nos procedimentos de avaliação prática;
a nota de avaliação prática, nesse caso, será a média final do aluno na disciplina. Se obtiver média
inferior a 5,0 (cinco) e igual ou superior a 3,0 (três) nos procedimentos de avaliação teórica, o aluno
terá direito a exame final. A média inferior a 3,0 (três) nos procedimentos de avaliação teórica
implicara em reprovação, sem direito a exame final.
Î O exame final será realizado em 14 de dezembro de 2006, às 14h.
Î Após o exame, para a aprovação final, o aluno deverá obter média 5,0 (cinco) como resultado da
média aritmética entre a nota do exame final e a média de avaliação do semestre. Se o aluno
obtiver média inferior a 5,0 (cinco) será reprovado, sendo esta a média final.

Média final após exame = média final do semestre + exame final


2

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- 98 -
VI – BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BLACK JM, MATASSARIN-JACOBS E. Medical surgical nursing: clinical management for
continuity of care. 15th ed., Toronto, Saunders Co., 1997.
2. CINTRA EA, NISHIDE VM, NUNES WA. Assistência de enfermagem ao paciente
gravemente enfermo. 2ª ed., São Paulo, Atheneu, 2003
3. JARVIS C. Physical examination and health assesment. 4th ed., Philadelphia, W.B.
Saunders Co., 2003.
4. KNOBEL E. Condutas no paciente grave. 2 ed. São Paulo, Atheneu, 1999.
5. PORTO CC. Exame clínico. 4ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2000.
6. NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Diagnósticos de enfermagem da
NANDA – 2003/2004. Porto Alegre: Artmed, 2005.
7. UNICAMP. Manual de Procedimentos do Hospital das Clínicas, 2005.
8. TERZI RGG, ARAÚJO S. Técnicas básicas em UTI. São Paulo, Manole, 2ªed, 1996.
9. ZUÑIGA QGP. Ventilação mecânica básica para enfermagem. São Paulo. Atheneu, 2003.

VII – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR


1. ANDRADE MTS. Guias práticos de enfermagem: Cuidados intensivos. Rio de Janeiro,
McGraw-Hilll, 1998.
2. ARAÚJO S, ARAÚJO IEM, CARIELLI MCM. Ressuscitação cardiorrespiratória - parte II. Rev
Bras Clin. Terap v.27, n.3, p. 125 - 135, 2001
3. BRASIL, Leis etc. Lei n.10.241, de 17 de março de 1999. Dispõe sobre os direitos dos usuários
dos serviços e das ações de saúde no Estado e dá outras providências. Diário Oficial do
Estado, São Paulo, 18 mar. 1999. – Vol. 109, n. 51.
4. BRAUNWALD E. Tratado de medicina cardiovascular. 5a ed., São Paulo, Roca, 1997.
5. CANELA HM et al. Fisiopatologia do Sistema Nervoso. São Paulo, Sarvier, 1983.
6. CARPENITO LJ. Planos de cuidados de enfermagem e documentação. Diagnósticos de
enfermagem e problemas colaborativos. Porto Alegre, Artes Médicas, 2002.
7. CASSORLA RA. A morte. Campinas, Papirus, 1987.
8. CECIL RL. Tratado de medicina interna. 21a ed., Rio de Janeiro, Interamericana, 2001.
9. CRUZ DALM, PIMENTA CAM. Avaliação do doente com dor crônica em consulta de
enfermagem: proposta de instrumento segundo diagnóstico de enfermagem. Rev Latino-Am
Enf v.7, n.3, p.49-62, 1999.
10. DORETTO D. Fisiopatologia clínica do sistema nervoso: fundamentos de semiologia. 2a
ed., Rio de Janeiro, Atheneu, 2001.
11. GILOTH, BE Patient education. USA: American Hospital Publishing, 1993.
12. GUIRARDELLO EB et al. A percepção do paciente sobre sua permanência na unidade de
terapia intensiva. Rev Esc Enf USP, v.33, n.2, p.123-9, 1999.
13. HUDAK CM, GALLO BM. Cuidados intensivos de enfermagem: uma abordagem holistica. 6a
ed, Rio Janeiro, Guanabara Koogan, 1997
14. KUBBER-ROSS E. Sobre a morte e o morrer. São Paulo, Ed. Martins Fontes, 1999.
15. LEWIS SM, COLLIER IC, HEITKEMPER MM. Medical–surgical nursing: assessment and
management of clinical problems. St. Louis, Mosby-Year Book, 1996.
16. NASI LA et al. Rotinas em pronto-socorro. 2a ed.,Porto Alegre, Artmed, 2005.
17. PAPALEO MN, Carvalho Filho ET. Geriatria – Fundamentos, Clínica e Terapêutica. São
Paulo, Atheneu, 2000.
18. PASINI D et al. Diagnósticos de enfermagem de pacientes em unidades de terapia intensiva.
Rev Esc Enf USP, v.30. ,n.3, p.501-18, 1996
19. RATTÓN JLA. Medicina Intensiva, 2.ed., São Paulo, Atheneu, 1997.
20. SOUSA OP, CARDOSO RM, KOIZUMI MS. Recuperação das vítimas de traumatismo crânio-
encefálico no período de um ano após o trauma. Rev Esc Enf USP, v.30. ,n.3, p.484-500,
1996.
21. TEE N, STRUTHERS C. It’s time to change visiting policies in critical care units. Can Nurs,
p.22-7, dez.1995.
22. TERZI RGG, ARAÚJO S. Monitorização hemodinâmica e suporte cardiocirculatório do
paciente crítico. São Paulo, Atheneu, 2004.
23. WALDOW VR, LOPES MJM, MEYER DE. Maneiras de cuidar. Maneiras de ensinar: A
enfermagem entre a escola e a prática profissional. Porto Alegre, Artes Médicas, 1995.

Periódicos de interesse (encontrados na Biblioteca da FCM).


American Journal of Nursing - Heart and Lung , Journal of Advanced Nursing, Journal of Emergency
Nursing, Journal of Gerontological Nursing, Journal of Occupational and Environmental Medicine,
Journal of Parenteral and Enteral Nutrition, Journal of Psychosocial Nursing and Mental Health Services,
Nursing Clinics of North America, Nursing Research.

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CÓDIGO: EN765
NOME: Enfermagem perinatal, ginecológica e oncológica

T:05 P:07 L:00 HS:12 SL:12 C:12 OF:S-1

PRÉ-REQUISITOS: EN465: Assistência de enfermagem à Saúde da Mulher


EMENTA: Assistência à mulher e seu filho nos processos de nascimento e puerpério (alojamento
conjunto). Cuidado ao recém-nascido de risco e à sua família em processo de alta.
Intervenção nas intercorrências mamárias, na manutenção da lactação e relactação.
Assistência a mulheres portadoras de câncer ginecológico/mamário em atendimento
especializado.

I – OBJETIVOS

GERAL
Proporcionar aos alunos oportunidade de refletir, de modo crítico e construtivo, sobre as diversas
facetas da assistência à saúde, particularmente sobre as que se referem à assistência de enfermagem
aos clientes e suas famílias. Os sujeitos dessa assistência são: as mulheres e os recém nascidos no
período perinatal e neonatal de baixo risco; mulheres vivenciando gestação, parto ou puerpério de risco;
recém-nascidos de risco em processo de alta, mulheres com afecções ginecológicas benignas e as que
experienciam a neoplasia maligna genital ou mamária nas diversas fases da doença e do tratamento.

ESPECÍFICOS
Ao término desta disciplina o aluno deverá ser capaz de:
• Realizar avaliação de enfermagem de mulheres no período perinatal, em atendimento
secundário e terciário em oncologia e ginecologia e ao recém-nascido no alojamento conjunto
e sob cuidados semi-intensivos. Desenvolver a abordagem da cliente e a busca sistematizada
de dados.
• Formular, com base nos dados levantados, problemas de enfermagem, identificando fatores
relacionados.
• Planejar, desenvolver, descrever e avaliar as atividades assistenciais e educacionais de
enfermagem relacionadas aos vários sujeitos da assistência previstos na disciplina,
considerando os dados levantados e os diagnósticos estabelecidos, incluindo aspectos de
cunho familiar, cultural e social.
• Reconhecer as manifestações fisiológicas e psico-emocionais do processo de parturição e
nascimento, bem como as alterações no processo gravídico e na adaptação do recém-nascido
à vida extra-uterina;
• Assistir / Executar o cuidado à mulher nos períodos do pré-parto, parto e puerpério de baixo
risco e de risco;
• Assistir o recém-nascido na sala de parto, no alojamento conjunto e bebês de risco internados
sob cuidados semi-intensivos;
• Acolher mães e familiares que têm bebês prematuros, malformados ou que perdem seus filhos;
• Acolher e assistir a mulher que vivencia câncer ginecológico e mamário, bem como seus
familiares;
• Acolher mulheres e famílias nos confrontos com a morte, a deformação, o luto.

III - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O aluno deve realizar uma revisão dos seguintes assuntos:


• Anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino.
• Fisiologia da lactação
• Fisiologia do ciclo menstrual.
• Fecundação, nidação, placentação e desenvolvimento embrionário.
• Exame físico geral.

1. Aspectos epidemiológicos da saúde da mulher e recém-nascido.


- A situação da assistência ao parto no Brasil, e suas implicações sobre os índices de morbi-
mortalidade perinatal e a saúde reprodutiva da mulher. Humanização do parto, iniciativas do
Governo Federal. O PAISM.

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2. Mulheres vivenciando afecções ginecológicas:
- Doenças genital e mamária benignas e seu tratamento – mioma, endometriose, ovário
policistico, alteração fibrocística benigna da mama, distopias genitais, incontinência urinária e
anal.
- Biologia do câncer
- Câncer de mama e Neoplasias ginecológicas – Processo de enfermagem no diagnóstico,
estadiamento, tratamentos (cirúrgico e clínico) e reabilitação.
- Cuidados paliativos: Aprendendo a interagir com a cliente e seus familiares no enfrentamento
de dificuldades no ambiente hospitalar, respeitando as diferenças; Aprendendo a conviver com
o ser morrendo; Luto e luto antecipatório; o cuidado do cuidador

3. O nascimento e o parto para a mulher, o recém-nascido e família


- Aspectos sócio-culturais e históricos da maternidade;
- Processo de parturição: relações útero-fetais, mecanismos e períodos clínicos do parto;
- Assistência de enfermagem à parturiente de baixo risco durante a admissão no centro
obstétrico e nos períodos clínicos do parto;
- Técnicas de relaxamento e respiração durante o trabalho de parto e parto;
- Puerpério: aspectos fisiológicos e sócio-culturais;
- Introdução à enfermagem neonatal. O nascer – a transição do feto ao recém-nascido;
- Assistência de enfermagem à mulher e seu filho na sala de parto, durante o puerpério imediato
(RPA) e no Alojamento Conjunto;
- Manejo da amamentação na sala de parto, pós parto e Alojamento Conjunto.
- Aspectos anatômicos e fisiológicos do recém-nascido*.

4. Alterações no processo gravídico e na adaptação à vida extra uterina


- Princípios fisiopatológicos do sofrimento fetal agudo e crônico
‚ Mecanismos de defesa do feto frente à hipóxia
‚ Métodos de avaliação da vitalidade fetal e da sua maturidade
- Estudo dos agravos mais prevalecentes nas gestantes, parturientes e puérperas, e suas
repercussões sobre a saúde da mulher e seu filho.
‚ Diabete mellitus: antes, durante e depois da gestação
‚ Hipertensão – crônica, e a resultante da gravidez
‚ Drogas na gestação – medicamentos, álcool, tabaco, maconha, cocaína.
‚ Trabalho de parto prematuro. Amniorrexe prematura
‚ Infecções – locais, sistêmicas, congênitas
Gestação prolongada e senescência placentária.
- Urgências obstétricas: Síndromes hemorrágicas na gravidez; prolapso de cordão, parto pélvico,
parto longe do hospital.
- Puerpério patológico: hemorragias, infecções, doenças trombo-embólicas
‚ Assistência a gestantes com Óbito fetal e Malformações*
- Assistência de enfermagem ao recém nascido de risco em processo de alta.
‚ Avaliação e assistência a recém-nascidos: prematuros; pequenos e grandes para a idade
gestacional;
‚ Dificuldades com a regulação térmica
‚ Nutrição: enteral e parenteral
‚ Hiperbilirrubinemia no recém-nascido – causas, repercussões, tratamento
‚ Dificuldades respiratórias.
- Separação mãe /recém-nascido e suas repercussões
‚ Manutenção da lactação / hipogalactia
‚ Preparo do RN internado para o aleitamento
‚ Relactação
‚ Risco para vínculo alterado entre mãe e RN*
- Cuidado à mulher e ao seu filho no domicílio.

Obs. Os conteúdos marcados com asterisco serão abordados nas aulas práticas

IV – METODOLOGIA

• Possibilitar ao aluno buscar, por si mesmo, fontes legítimas de informação que lhe permitam
compreender os problemas da população em estudo. Com base neste objetivo, as estratégias

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de aprendizagem compreenderão: trabalhos em grupo, resenhas de textos, aulas práticas,
aulas expositivas que subsidiem a pesquisa do aluno, visitas, estudos dirigidos e seminários.
• Utilização do ambiente virtual de aprendizagem (Teleduc) para dinamizar o processo ensino-
aprendizagem.
• Os aspectos da assistência de enfermagem que não puderem ser vividos na prática serão
complementados teoricamente.
• As estratégias poderão adequar-se às oportunidades de aprendizado e às necessidades dos
alunos, considerando o estabelecido no programa.

V – AVALIAÇÃO

Os parâmetros para avaliar o desempenho do aluno na disciplina serão:

A - O seu grau de envolvimento e interesse – evidenciado por:


• Freqüência assídua aos encontros teóricos, práticos e ensino aberto (Teleduc)
• Uniforme para hospital, material de bolso (acrescido de fita métrica inteira)
• Pontualidade na entrega dos trabalhos solicitados
• Participação nas atividades em grupo, nas discussões em classe, nas aulas.
• Compartilhar e dividir com os colegas e professores as informações e experiências resultantes
de sua busca ativa (preferencialmente por meio do ensino aberto).
• Colaboração/integração com a equipe de enfermagem dos campos de atividade prática –
disponibilidade em ajudar, sugestões.
• Entrega de material bibliográfico que lhe tenha sido emprestado, a tempo de ser utilizado
pelos colegas.
• Demonstrar iniciativas e atitudes que superem as expectativas, mais que fazer o mínimo
estabelecido/ proposto.

A nota final será a média aritmética entre as notas de cada campo de prática. O aluno que na
avaliação prática obtiver nota menor que 6,0 (seis) e maior que 4,5 (quatro e meio) deverá ser
avaliado novamente após recuperação nos locais de prática onde o conjunto dos professores definir,
desde que não tenha tido falta anteriormente. O aluno que obtiver nota menor ou igual a 4,5 (quatro e
meio) será automaticamente reprovado.

B - Estudo clínico individual, que será entregue por escrito para avaliação e nota (de 0 a 10). O
aluno terá a oportunidade de discutir o estudo com os professores durante sua elaboração,
antes da entrega do trabalho final. É a discussão que possibilitará sedimentar o aprendizado.
Os estudos clínicos valerão de zero a dez pontos. Os que obtiverem nota abaixo de 6 (seis)
deverão ser reapresentados no prazo máximo de 24h.
C – Avaliação teórica (Prova escrita): Na avaliação teórica, o aluno que obtiver nota menor do que
7,0 (sete) fará o exame final em 10 de julho de 2006 das 14 às 16 h, quando deverá ter nota
igual ou maior que 5,0 (cinco).
A nota final será a média entre as notas teórica, prática e estudo clínico. A freqüência mínima
obrigatória para aprovação é de 85% = 153 horas.

VI – LOCAIS DE ATIVIDADES PRÁTICAS

- Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher/CAISM: Alojamento Conjunto, Oncologia,


Neonatologia e Patologia Obstétrica / Amb. Obstetrícia.
- Hospital Estadual de Sumaré: Centro Obstétrico.

VII - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. Barros SMO; Marin, H de F; Abrão, ACFV. Enfermagem obstétrica e ginecológica: guia para a prática
assistencial. São Paulo: Roca, 2002.
2. Carpenito-Moyet, L.J. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à prática clínica.10.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
3. Carpenito-Moyet, L.J. Planos de cuidados de enfermagem e documentação: diagnósticos de
enfermagem e problemas colaborativos. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
4. Clark, J.C.; MCGEE, R.F. Enfermagem oncológica. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
5. Johnson, M; Maas, M; Moorhead, S. Classsificação dos resultados de enfermagem (NOC). 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2004.

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- 102 -
6. Lowdermilk DL, Perry SE, Bobak, IM. O cuidado em Enfermagem Materna. 5ed. Artmed Editora, Porto
Alegre, 2002.
7. McClskey JC, Bulechek GM. Classificação das intervenções de enfermagem (NIC). 3.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
8. MINISTÉRIO DA SAÚDE Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher Secret. Políticas
de Saúde, Área técnica Saúde da Mulher, Brasília, 2001
9. MINSTÉRIO DA SAÚDE Gestação de alto risco: manual técnico, 3ed. Secretaria de Políticas de Saúde,
Área técnica Saúde da Mulher, Brasília, 2000.
10. MINISTÉRIO DA SAÚDE Urgências e emergências maternas Secretaria de Políticas de
Saúde, Área técnica Saúde da Mulher, Brasília, 2003.
11. North American Nursing Diagnosis Association. Diagnóticos de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação 2003-4 Ed Artmed, Porto Alegre, 2005.
12. Neme, B. Obstetrícia básica. São Paulo, Sarvier, 1995.
13. Rezende J. Obstetrícia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
14. Rugolo LM SS. Manual de Neonatologia, 2ed Edit Revinter, Rio Janeiro, 2000.
15. São Paulo. Secr Estado da Saúde. Subprogr.Saúde da mulher. Assistência ginecológica, v.4, 1986.
16. VALE, IN do. Risco para amamentação ineficaz: proposta de diagnóstico de enfermagem. São Paulo,
1999. Doutorado (Tese). Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo.
17. ZIEGEL, EE; CRANLEY, MS. Enfermagem obstétrica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1985.

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- 103 -
CÓDIGO: EN780
NOME: Exercício da Enfermagem II
OF: S-2 T:02 P:00 L:00 HS:02 SL:02 C:02

EMENTA: Retomada e aprofundamento do conteúdo abordado na disciplina Exercício da Enfermagem


I, considerando as experiências vivenciadas pelo aluno no decorrer do curso.

I - OBJETIVOS
GERAL

Que os alunos sejam capazes de relacionar os conceitos da ética, da história e da política com o
exercício profissional da enfermagem.

ESPECÍFICOS
• Discorrer sobre os principais fundamentos da filosofia e da moral.
• Escrever sobre a origem do pensamento ético.
• Descrever as bases da bioética e os princípios da beneficência, autonomia, justiça e alteridade.
• Discutir questões que envolvem o fim da vida.
• Relacionar os aspectos éticos aplicados na enfermagem com a formação da identidade da
enfermagem brasileira.
• Discutir aspectos que envolvem a ética nas pesquisas em seres humanos.

II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DA MORAL.

1 - Conceito e Campos do Conhecimento:


• Ciência x Moral
• Leis da Ciência x Leis da Moral
• Moral x Ética
• Códigos Morais x Códigos Jurídicos
• Código de Ética Profissional

2 - Origens do pensamento ético:


• Desenvolvimento histórico.
• Teorias éticas.

3 - Bases da Bioética:
• Conceito e princípio da Beneficência, da Autonomia, da Justiça e da Alteridade.

4 - A vida e os seus limites:


• O início da vida.
• Conceitos do início da vida.
• A decisão de procriar.
• Transplantes de órgãos: intervivos, de tecidos, de órgãos duplos e de segmentos de órgãos.
• Inseminação artificial.
• Problemas do aborto

5 - A morte e algumas discussões:


• Morte Encefálica X Morte Cerebral.
• Interesses existentes.
• Problemas: Médicos/biológicos.
Éticos.
Jurídicos.
Mercantilista.
• Conceituação de morte.
• Diagnósticos.
• Paciente com doença terminal.
• Prolongamento da vida X Prolongamento do ato de morrer.
• Problemas da Eutanásia: Conceito.

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- 104 -
Origem do termo.
Eutanásia Voluntária ou involuntária.
Eutanásia Ativa ou Passiva.
Suicídio Assistido.

ASPECTOS ÉTICOS APLICADOS NA ENFERMAGEM.

1 - Considerações históricas e a formação da identidade da enfermagem brasileira.

2 - Os direitos e deveres do enfermeiro:


• Lei do Exercício Profissional.
• Código de Ética dos Profissionais da Saúde.
• Associações de Classe da Profissão.
• Aspectos da Legislação Envolvendo a prática da Enfermagem Contemporânea.
• Direitos do paciente: Privacidade e Confidência.
Aspectos Históricos do Sigilo.
Direito à Verdade: Revelação e Consentimento.
Direito da Escolha.
Vulnerabilidade do Paciente.
Direito à Saúde.

3 - Ética na Investigação Científica.


• Experimentos em Seres Humanos.
• Consentimento Pós - Informado.
• Portarias: 196/96 e 251/97.
• Comitês de Ética.

4 - Comissões de Ética de Enfermagem

III - METODOLOGIA
• Aulas expositivas
• Discussão em grupo
• Seminários

IV - AVALIAÇÃO
• Preparo de Seminário em Grupo: apresentação escrita e oral.
• 02 provas escritas.

O aluno que obtiver média aritmética inferior a 5,0 (cinco) deverá fazer o exame final. A nota do
exame final será somada à média do semestre. O total será dividido por dois para obtenção da média
final

Freqüência mínima obrigatória: 75%.

V - BIBLIOGRAFIA

1. ARIES PHILIPPE. História da morte no ocidente: da idade média aos nossos dias. Rio de
Janeiro, Francisco Alves, 1977.
2. BERLINGUER, G. Questões de vida: ética, ciência e saúde. São Paulo, Hucitec, 1991.
3. BERLINGUER, G. Bioética cotidiana. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 2004.
4. FONSECA, E.G. O mercado das crenças: filosofia econômica e mudança social. São Paulo,
companhia das Letras, 2003.
5. GERMANO, R.M. O ensino de ética na enfermagem do Brasil. Campinas, 1992. 245p. Tese
(Doutorado) - Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas.
6. GIOVANINI, T. et al. Histórias da enfermagem. Rio de Janeiro, Revinter, 1994.
7. SANCHEZ - VAZQUEZ, A. Ética. 2.ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1975.
8. SILVA, M.A.P.D. da As representações sociais e as dimensões éticas. Taubaté, Cabral, 1998.

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- 105 -
CÓDIGO: EN792
NOME: Trabalho de Conclusão de Curso I
OF: S-1 T:01 P:00 L:00 HS:02 SL:01 C:01

CÓDIGO: EN892
NOME: Trabalho de Conclusão de Curso II
OF: S-2 T:01 P:00 L:00 HS:01 SL:01 C:01

EMENTA: Desenvolvimento de trabalho monográfico de final de curso

1. Definição

“Documento que representa o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto


escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso,
programa e outros ministrados”. (ABNT, jul 2001)

O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser elaborado individualmente, sob orientação docente,
em formato de artigo científico, seguindo as normas da ABNT.

A justificativa deve explicitar, necessariamente, a articulação do tema a ser desenvolvido com as


competências gerais e específicas das Diretrizes Curriculares para a Graduação em Enfermagem.

2. Orientador

2.1. A orientação será de responsabilidade dos docentes (carreira MS) do Departamento de


Enfermagem com titulação mínima de doutor. Cada docente deverá orientar no mínimo um e
no máximo três alunos.

2.2. O orientador do Trabalho de Conclusão de Curso pode ser o mesmo do Estágio Supervisionado I
ou II – não há obrigatoriedade ou restrições.

2.3. O orientador do projeto de Iniciação Científica pode ser o orientador do TCC.

2.4. O aluno deverá escolher o orientador de acordo com a pesquisa a ser desenvolvida e com a área
de conhecimento da pesquisa do orientador.

2.5. Caso o projeto proposto não apresente relação com as áreas de pesquisa definidas, será
possível acordo entre alunos e professores, seja para adequação do projeto, seja para
ampliação da área de pesquisa. Esse acordo deverá sempre levar em conta as Diretrizes
Curriculares Nacionais.

2.6. De acordo com um cronograma estabelecido anualmente, o aluno entregará à Subcomissão de


Estágio Supervisionado (SES), por escrito: um tema e uma pergunta de pesquisa, bem como a
justificativa dessa escolha; e a indicação de dois orientadores por ordem de prioridade.

O docente indicado deverá selecionar o(s) aluno(s) que deseja orientar.


Os temas não selecionados serão encaminhados pela Subcomissão de Estágio ao segundo
docente indicado como orientador.
No caso de não haver acordo entre algum aluno e os dois orientadores indicados a Subcomissão
de Estágio intermediará a opção por um novo orientador.

2.7. O TCC deverá ser iniciado no penúltimo semestre do curso e concluído no último semestre
cursado pelo aluno.

Em todo o processo de decisão e escolha dos orientadores deverá ser levado em conta o que
consta do item 2.1. desta minuta.

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3. Área de Conhecimento

Pode abranger qualquer área de conhecimento, desde que vinculada à Enfermagem e que um
docente a tenha indicado em seu conjunto de temas.

4. Critérios

O TCC pode ter relação com as atividades propostas no plano de estágio supervisionado.

Pode seguir a mesma linha de pesquisa de projeto de Iniciação Científica desenvolvido durante a
Graduação, mas não pode ser o mesmo trabalho.

5. Avaliação

Ao término da primeira disciplina de TCC cursada pelo aluno, o projeto deverá ser entregue ao
orientador contendo, no mínimo, as seguintes etapas: Introdução e Objetivos; Revisão Bibliográfica;
Material e Métodos; Protocolo de envio ao Comitê de Ética em Pesquisa (se for o caso), Referências
Bibliográficas e Cronograma de Execução. O docente orientador será o responsável pela avaliação do
projeto e atribuição da nota da disciplina.

Ao término da segunda disciplina de TCC, o trabalho final será avaliado por uma Banca Examinadora
composta pelo orientador, um membro interno do Departamento de Enfermagem e um membro externo
ao Departamento do Departamento de Enfermagem, todos com título de Doutor, sem a necessidade de
apreciação prévia do ante-projeto.

Caberá à Subcomissão de Estágios a indicação do membro externo, ouvidos os orientadores, e ao


orientador a indicação do membro interno para compor a Banca Examinadora. Quando não for possível
compor a Banca incluindo um membro externo, será considerada a possibilidade de convite a membro
de outra área de conhecimento, interno ao Departamento.

O aluno será argüido pela banca. A apresentação será pública, em quatro dias, sendo dois dias em
cada semana, nas duas últimas semanas letivas. A apresentação será de até 20 minutos e a argüição
terá, no total, a mesma duração (10 minutos para cada membro). É prevista a apresentação de cinco
alunos por período (dez alunos por dia).

A Banca Examinadora atribuirá os conceitos aprovado ou reprovado. Para efeito de inserção de notas
na segunda disciplina TCC, o aluno aprovado receberá nota 10,0 e o aluno reprovado receberá nota
4,0.

O TCC (na forma final, com as alterações propostas pela Banca Examinadora) deverá ser entregue à
Secretaria do Curso de Graduação, gravado em disquete ou CD. A atribuição da nota será feita após a
entrega do trabalho corrigido. Deverá ser garantido prazo máximo de 15 dias para essa reformulação.

Caberá à Secretaria de Graduação compilar todos os trabalhos em um único CD para arquivo no


Curso.

Após a conclusão do processo de avaliação, será realizado um evento com exposição de todos os
trabalhos na forma de pôster, com convite aos Serviços que receberam os alunos.

O Cronograma de apresentação pública deverá ser organizado.

A Subcomissão de Estágio Supervisionado deve assumir mais esta atribuição (operacionalizar o


TCC), porém deverá formar um grupo de trabalho para operacionalizar o TCC.

Os casos omissos serão encaminhados à Subcomissão de Estágio Supervisionado para serem


julgados.

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- 107 -
CÓDIGO: EN791
NOME: Estágio Supervisionado I

CÓDIGO: EN891
NOME: Estágio Supervisionado II
Pré-Req.: AA200

EMENTA: Estágio Supervisionado a ser cumprido no campo de atuação profissional do enfermeiro.


Atividades educativas de enfermagem.

1. INTRODUÇÃO

Considerando que o ato de cuidar é um ato educativo, o enfermeiro desempenha importante papel
como educador junto ao indivíduo, família, comunidade e equipe de enfermagem. Neste sentido, é
proposta do nosso Curso que o aluno desenvolva ações educativas nos diferentes contextos de sua
prática profissional.
O programa de estágios de cada curso deverá ser proposto pela respectiva Comissão de
Graduação e aprovado pelas Congregações das unidades responsáveis pelo mesmo.

2. MARCO CONCEITUAL

REVER O PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO.

3. Definição

Segundo a Comissão Central de Graduação, trata-se de uma forma de aprendizagem (ou


procedimento didático) com supervisão tutorada e contínua que tem por finalidade colocar o aluno em
contato direto com a atividade profissional.
Tem por objetivo a aquisição de experiência, o desenvolvimento de conhecimentos e capacidades
sobre a prática profissional, a vivência com uma realidade já estudada teoricamente, o desenvolvimento
de atitudes favoráveis, a reflexão sobre a finalidade prática de seus estudos e o de favorecer a
formação de uma identidade profissional.
4. Objetivos

Capacitar o aluno a planejar, implementar e avaliar o cuidado/assistência de enfermagem em


âmbito individual e coletivo, por meio de atividades de natureza assistencial, administrativa, educativa e
investigativa, em conjunto com a equipe multiprofissional.

5. Termo de Compromisso

A realização de estágio deverá ser precedida de formalização de Termo de Compromisso individual


para cada estagiário, assinado por este e pela organização concedente com anuência da Coordenação
de Graduação e interveniência do representante da Unicamp. (GR Nº 38/03, Art.4º);
O Termo de Compromisso de estágio deve estar devidamente acompanhado da descrição das
atividades a serem realizadas no estágio (GR Nº 38/03, Art.5º, Inciso IV); conter o nome e cargo do
supervisor do estágio na organização concedente (GR Nº 38/03, Art.5º, Inciso VII); atender a outras
exigências adicionais estabelecidas no presente Programa de Estágios do curso (GR Nº 38/03, Art.5º,
Inciso VIII);
O Termo de Compromisso somente poderá ser renovado se houver aprovação dos instrumentos de
avaliação previstos na GR Nº 38/03, Art.6º.
6. Locais de Estágio

Os locais de estágio curricular devem estar relacionados às áreas abrangidas pelo campo
profissional previsto na proposta pedagógica deste curso, promovendo integração entre as instituições
de saúde e a universidade, possibilitando o intercâmbio de conhecimentos e experiências.
Atendendo ao parágrafo único do Artigo 7º da Resolução CNE/CES nº 03 de 07 de novembro de
2001, os estágios curriculares serão desenvolvidos em hospitais gerais e especializados, ambulatórios,
rede básica de serviços de saúde e comunidades nos dois últimos semestres do curso em graduação

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 108 -
em Enfermagem; e será assegurada efetiva participação dos enfermeiros da Unidade de Saúde onde
se desenvolve o referido estágio.
É imprescindível que as organizações concedentes de estágios tenham convênio estabelecido com
a Unicamp para essa finalidade específica (GR38/03, Art.3º).
A Comissão de Graduação ou, por sua delegação, pela Coordenação do Curso, deverá aprovar
previamente as condições de realização de estágio oferecidas pela organização concedente (GR Nº
38/03, Art.5º, Inciso IX);
Os estágios serão desenvolvidos em serviço hospitalar e de atenção básica, com rodízio de alunos
a cada semestre.
O aluno deverá escolher os campos dentre as possibilidades oferecidas pelo Curso em comum
acordo com as Instituições concedentes.
Os locais oferecidos pelo Curso de Graduação deverão possibilitar a realização das atividades
obrigatórias descritas no item 9.

AGENTES E ATRIBUIÇÕES

Comissão de Graduação em Enfermagem


Deverá referendar os nomes indicados como membros da Subcomissão de Estágios.
Aprovar o Plano de Estágio devidamente apreciado pela Subcomissão de Estágios, antes do início
das atividades.
O seguro contra acidentes pessoais a favor do estagiário que realize estágio em instituições
públicas está previsto e garantido pela Universidade. A gestão ocorre através do SAE. Trata-se de
exigência formal para submissão da proposta de estágio e posterior aprovação do Plano pela
Coordenação da Graduação.

Subcomissão de Estágio Curricular

Subordinada à Comissão de Graduação em Enfermagem


Composição: Coordenador da Comissão de Graduação ou, no seu impedimento, o Coordenador
Associado; representação docente por Área do Departamento; representação dos enfermeiros do
Departamento; representação dos alunos (dois titulares e dois suplentes, do terceiro e quarto anos).
Os membros da Subcomissão serão indicados por seus pares e seus nomes referendados pela
Comissão de Graduação. Havendo interessados em maior número do que representantes, haverá
eleição em lugar da indicação.
Deverá:
- analisar e aprovar o local de estágio proposto pelos orientadores;
- manter contato com os responsáveis pelo local de estágio proposto;
- apreciar o Plano de Estágios de cada aluno, emitindo parecer de aprovação ou sugestão de
adequação, antes do início das atividades;

Orientador
O orientador do estágio é o responsável acadêmico pelo aluno junto ao Curso de Graduação,
segundo o § 3o da Resolução GR n° 38/2003, de 30.05.2003.
Todos os docentes do Departamento de Enfermagem com formação em Enfermagem serão
orientadores e deverão participar em ambos os semestres.
A cada semestre, o orientador deverá acompanhar, no mínimo, um aluno.
O Estágio Curricular é caracterizado como Atividade O (Orientação), na qual o cômputo das
horas/aulas do docente será igual a 20% do número de créditos que compõem a disciplina.
São atribuições do Orientador:
- participar da elaboração do Plano de Estágio;
- acompanhar e avaliar o aluno nas atividades estabelecidas de acordo com o Plano de
Estágio;
- participar de reuniões periódicas com o aluno e supervisor para resolução de problemas
acadêmicos;

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- 109 -
- participar de reuniões periódicas com o supervisor para resolver questões operacionais do
Estágio Curricular.
Supervisor
Poderão ser supervisores todos os enfermeiros da instituição / serviço com tempo mínimo de um
ano de experiência na unidade selecionada, cujas atividades deverão estar de acordo com o parágrafo
4º, artigo 1º da Resolução GR n° 38/2003, de 30.05.2003.
Recomenda-se que a programação de férias, licenças e outras atividades previsíveis não
coincidam com o período de desenvolvimento da supervisão.
São atribuições do Supervisor:
- acompanhar a elaboração do Plano de Estágio;
- acompanhar, supervisionar e avaliar o aluno nas atividades estabelecidas de acordo com o Plano
de Estágio;
- participar de reuniões periódicas com o aluno e o orientador;
- participar dos módulos de capacitação oferecidos pela instituição formadora.

Aluno
Encontrar-se regularmente matriculado em disciplina de seu curso na data da assinatura do Termo
de Compromisso.
Elaborar o Plano de Estágio em conjunto com seu orientador e supervisor.
O aluno poderá, de acordo com seu orientador, dedicar parte da carga horária do Estágio Curricular
para colaborar em eventuais demandas da organização concedente de estágio, como por exemplo,
atividades de auditorias, campanhas de saúde / sociais.
São atribuições do Aluno:
- elaborar o Plano de Estágio;
- desenvolver as atividades estabelecidas de acordo com o Plano de Estágio;
- organizar reuniões periódicas com o orientador e supervisor para resolução das questões do
estágio;
- participar de reuniões periódicas com o orientador e/ou supervisor para resolver questões
operacionais e acadêmicas do Estágio Curricular.
8. Plano de Estágio

Será elaborado previamente ao sétimo e oitavo semestres do Curso, quando os Estágios deverão
ser desenvolvidos.
Deve ser sucinto, com até duas páginas.
Deverá conter: delimitação do local de estágio; atividades principais de acordo com as práticas do
enfermeiro da Unidade de Saúde e cronograma.
Verificar a possibilidade de atrelar a matrícula do aluno nas disciplinas de Estágio Curricular I e II
com a apresentação/entrega do Plano de Estágio.
O plano de estágio deve ser elaborado pelo aluno e ser entregue até o último mês do semestre
anterior ao início do estágio (final dos meses de novembro e junho), no SAE, para que seja permitida a
sua realização no semestre seguinte.

9. Desenvolvimento do Estágio

Os estágios iniciados nos meses de janeiro a abril terão vigência até 31 de julho.
Os estágios iniciados nos meses de agosto a outubro terão vigência até a data limite para
cumprimento da carga didática semestral, conforme calendário dos cursos de graduação da Unicamp.
(www.sae.unicamp.br/estagios).
A jornada diária será de, no máximo, 8 horas, respeitando, contudo, a jornada vigente na
organização concedente de estágio. A carga horária semanal será de, no máximo, 20 horas.
O horário e o número total de horas semanais deve ser compatível com a carga horária acadêmica
do aluno e com o horário das disciplinas em que o mesmo estiver matriculado.
O aluno deverá apresentar, no momento da solicitação do estágio, CP maior ou igual a 0,65.
As atividades válidas e obrigatórias para estágio são:

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- 110 -
1 - Assistência direta a pacientes internados, ambulatoriais ou usuários da rede básica de saúde;
2 - Gerência do cuidado de enfermagem, com elaboração da sistematização da assistência de
enfermagem e consulta de enfermagem;
3 - Participação na gerência da unidade;
4 - Desenvolvimento de atividades educativas.

As atividades válidas para estágio serão correspondentes ao perfil do enfermeiro na instituição


concedente de modo a integrar as quatro anteriormente citadas.

1- Relatório individual elaborado pelo aluno com anuência do supervisor do estágio na organização
concedente;
2- Questionário de avaliação do estagiário pelo supervisor, disponível no SAE;
3- Questionário de avaliação do estágio e da organização concedente pelo aluno, disponível no SAE.

O estágio será também avaliado por meio de discussões em reuniões semanais conjuntas entre o
orientador e aluno e quinzenais com o supervisor.
Os critérios para avaliação do aluno são atrelados aos objetivos e ao Plano de Estágio, e são os
seguintes:
- O aluno deverá cumprir 100% da carga horária dos Estágios Curriculares; poderá, mediante
justificativa, repor dias perdidos por faltas, licenças, atestados, desde que dentro do período
máximo de vigência do estágio curricular.
O resultado da avaliação do Estágio Curricular deverá ser discutido e aprovado pela Subcomissão de
Estágios e referendado pela Comissão de Graduação.
As atividades válidas para estágio serão correspondentes ao perfil do enfermeiro na instituição
concedente de modo a integrar as quatro anteriormente citadas.
Os critérios para elaboração do relatório de estágio são:

1) Síntese das atividades efetivamente desenvolvidas;


2) reflexão teórica – crítica do processo de desenvolvimento das atividades
3) avaliação dos resultados alcançados, com base nos objetivos propostos no Plano de Estágio;
4) Relato do aluno sobre a sua contribuição para a unidade, com justificativa;
5) Relato do aluno sobre a contribuição da unidade para a formação profissional, com
justificativa;
6) Sugestões para o incremento das atividades na unidade (quando pertinentes);
7) Auto-avaliação do aluno.

Os critérios para avaliação do relatório de estágio são:


1) Conteúdo e coerência entre objetivos propostas, resultados alcançados e justificativa;
2) Objetividade e clareza do relatório;
3) Cumprimento dos prazos acordados;
4) Cumprimento das normas da ABNT (NBR14724) para a elaboração do relatório. Total de 10
laudas, com espacejamento com 1,5 de entrelinhas.

10. Avaliação

O estágio será avaliado ao final de cada período letivo, de acordo com a Resolução GR Nº 38/03 (Art.
6º), por meio de:
1- Relatório individual elaborado pelo aluno com anuência do supervisor do estágio na organização
concedente;
2- Questionário de avaliação do estagiário pelo supervisor, disponível no SAE;
3- Questionário de avaliação do estágio e da organização concedente pelo aluno, disponível no SAE.

O estágio será também avaliado por meio de discussões em reuniões semanais conjuntas entre o
orientador e aluno e quinzenais com o supervisor.
Os critérios para avaliação do aluno são atrelados aos objetivos e ao Plano de Estágio, e são os
seguintes:

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- 111 -
- O aluno deverá cumprir 100% da carga horária dos Estágios Curriculares; poderá, mediante
justificativa, repor dias perdidos por faltas, licenças, atestados, desde que dentro do período
máximo de vigência do estágio curricular.

O resultado da avaliação do Estágio Curricular deverá ser discutido e aprovado pela Subcomissão de
Estágios e referendado pela Comissão de Graduação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esta minuta será revista, anualmente, pela Subcomissão de Estágio Curricular para análise e
complementação dos casos não contidos na mesma.

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- 112 -
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- 113 -
X - CORPO DOCENTE

Pós-Graduação
Titulação
Em andamento Regime de
Professor Graduação Disciplinas
Trabalho
Doutorado e Pós-
Mestrado Especialização Doutorado
Doutorado
Enfermagem EN280 Enfermagem Enfermagem Hab. em S. Pública
ANA REGINA BORGES
USP EN465 EEUSP EEUSP USP RDIDP
SILVA
1981 EN765 2000 1997 1981
Enfermagem EN465 Enfermagem Enf. Fund. Habilitação em Obstetrícia
ANTONIETA RDIDP
USP EN765 USP USP USP
KEIKO KAKUDA SHIMO
1976 EN664 1995 1983 1976
- 114 -

Hab. em Enf. S. Pública


USP-RP
1974
Enfermagem EN430 Enfermagem Enf. Psiquiátrica Adm.Hosp. e de Sist. De
RTP
CLARICE TASQUETI USP EN532 USP-RP USP-RP Saúde
1974 1982 1980 Esc. Adm. Empresas de
S.P. FGV e Hosp. Clínicas
da FM-USP
1985
Enfermagem EN230 Saúde Mental Educação
DEBORA ISANE RATNER RDIDP
UFRGS EN430 UNICAMP UNICAMP
KIRSCHBAUM
1983 EN532 1994 1989
Hab. em Enf. Médico-
Enf. Médico- Cirúrgica
Enfermagem EN571
Enfermagem Cirúrgica PUCC
EDINÊIS DE BRITO Univ. Sagrado EN770 RDIDP
USP University of 1986
GUIRARDELLO Coração EN671
1999 Wisconsin-USA Adm. Hosp.
1982
1993 União Social Camiliana
1986
Pós-Graduação
Titulação
Em andamento Regime de
Professor Graduação Disciplinas
Trabalho
Doutorado e Pós-
Mestrado Especialização Doutorado
Doutorado
EN312
Enfermagem Enfermagem Enfermagem
EN412 Hab. Em Enf. S. Pública RDIDP
ELIETE MARIA SILVA USP USP USP
EN112 1984
1984 1997 1991
EN212
Enfermagem Enfermagem Enf. Fundamental
FERNANDA APARECIDA EN421 RDIDP
USP USP USP
CINTRA EN504
1978 1998 1987
Enfermagem EN390 Enf. Obstétrica e Enf. Obstétrica e Obstetrícia
Enfermagem
IANÊ NOGUEIRA DO PUCC-Paraná EN765 Neonatal Social RDIDP
USP
VALE 1976 EN490 USP EPM
1999
EN465 1989 1983
Neurologia
Enfermagem EN421 Farmacologia
- 115 -

IZILDA ESMENIA UNICAMP RDIDP


USP EN504 UNICAMP
MUGLIA ARAUJO 1997
1978 EN704 1992

EN390
Enfermagem EN321 Enfermagem Enfermagem
JOSÉ LUIZ TATAGIBA RDIDP
UNICAMP EN421 USP USP
LAMAS
1981 EN322 1999 1990
EN490
EN571
Administração
Enfermagem EN770 Ciênc. Bioméd.
Faculdade São RDIDP
KATIA STANCATO PUCC EN870 UNICAMP
Camilo
1979 EN571 1999
1990
EN671
Graduação em
Doutorado
Enfermagem e Psicologia
LUCIANA DE LIONE EN555 Interunidades RDIDP
Obstetrícia USP
MELO EN665 USP
USP 1999
2003
1994
Pós-Graduação
Titulação
Em andamento Regime de
Professor Graduação Disciplinas
Trabalho
Doutorado e Pós-
Mestrado Especialização Doutorado
Doutorado
EN312 Saúde Pública Saúde Pública Saúde Pública
Enfermagem
MARCIA REGINA EN412 Mat. Infantil Mat. Infantil USP (1982) RDIDP
Univ. Est. Londrina
NOZAWA EN532 USP USP Enf. Trabalho
1980
EN812 1997 1992 UNICAMP (1984)
Enfermagem
Enfermagem Fisiologia Enfermagem em Cardiologia
MARIA CECÍLIA BUENO Licenciatura EN421 RDIDP
USP UNICAMP - INCOR
JAYME GALLANI UNICAMP
2000 1995 HC-FM-USP (1989)
1989
EN242 Saúde Pública Saúde Pública
Nutrição Saúde Pública
MARIA CRISTINA FABER EN442 USP USP RDIDP
USP USP
BOOG EN390 1996 1982
1971 1975
EN490
- 116 -

Enfermagem EN421 Enfermagem Enfermagem


MARIA FILOMENA RDIDP
UNICAMP EN504 USP USP
CEOLIM
1984 EN704 1999 1993
Enfermagem Genética Genética Enf.Obst. e Obst. Social
MARIA HELENA BAENA EN465 RDIDP
UNICAMP UNICAMP UNICAMP UNIFESP (EPM)
DE MORAES LOPES EN765
1981 1994 1988 1982
Enfermagem e
Biologia Funcional
Obstetrícia EN321 Farmacoliga
MARIA HELENA DE e Molecular RDIDP
Faculdade Ermínio EN322 UNICAMP
MELO LIMA UNICAMP
Hometo EN412 1995
2000
1987
Pós-Graduação
Titulação
Em andamento Regime de
Professor Graduação Disciplinas
Trabalho
Doutorado e Pós-
Mestrado Especialização Doutorado
Doutorado
Licenciatura
PUCC
1979
Enf. do Trabalho
EN112 União Social Camiliana
Enfermagem Enfermagem Educação
EN212 1980 RDIDP
MARIA INÊS MONTEIRO PUCC USP UNICAMP
EN312 Adm. Hospitalar
1978 1997 1991
EN812 União Social Camiliana
1981
Saúde Pública
UNICAMP
1985
Hab. Enf. S. Pública
- 117 -

USP (1971)
Licenc. em Enf.S. Pública,
Obstetrícia, Médico-
Cirúrgica
MARIA ISABEL Enfermagem Enfermagem Enfermagem
EN421 Educ. na Área da Saúde
PEDREIRA DE FREITAS USP USP USP RDIDP
EN504 NUTES/UFRJ (1986)
CERIBELLI 1970 1992 1987
Nutrição Enteral e
Parenteral
Soc. Bras. de Nutr.
Parenteral e Enteral/COFEn
1991
Enfermagem EN421 Enfermagem Enfermagem Enf. Médico-Cirúrgica
MARIA JOSÉ D’ELBOUX
PUCC EN212 USP USP UNIFESP-EPM RDIDP
DIOGO
1980 EN504 1993 1990 1982
EN390 Habilitações:
Enfermagem EN780 Educação Educação Saúde Pública
MAURO ANTONIO PIRES
USP EN280 PUCC PUCC USP (1974) RDIDP
DIAS DA SILVA
1974 EN571 1995 1987 Lic. em Enfermagem
EN671 USP (1978)
Pós-Graduação
Titulação
Em andamento Regime de
Professor Graduação Disciplinas
Trabalho
Doutorado e Pós-
Mestrado Especialização Doutorado
Doutorado
EN320 Interunidades-
EN321 Enfermagem
Enfermagem Enfermagem Cardiologia
ROBERTA CUNHA EN420 USP
UNICAMP USP INCOR-USP RDIDP
RODRIGUES COLOMBO EN322 2000
1987 1995 1989
EN421

EN390 Fisiologia
Enfermagem Fisiologia Adm. Hospitalar
SILVANA DENOFRE EN555 UNICAMP
UNICAMP UNICAMP União Social Camiliana RDIDP
CARVALHO EN665 Ingresso
1983 1995 1987
1997
- 118 -
ENFERMEIROS COLABORADORES

Pós-Graduação
Titulação Regime de
Professor Graduação Disciplinas Em andamento
Trabalho
Doutorado Mestrado Especialização Doutorado Mestrado
EN230
EN312
ANA PAULA RIGON Enfermagem Enfermagem
EN412
FRANCISCHETTI UNICAMP UNICAMP C.L.T.
EN430
GARCIA 2001 2004
EN504
EN532
Enfermagem
Lic. em Enfermagem e
Universidade
Obstetrícia
Regional do EN504 Cuidar em
Universidade Regional
ANA RAQUEL Noroeste do EN555 Enfermagem
do Noroeste do Estado C.L.T.
MEDEIROS BECK Estado de Rio EN665 UNICAMP
de Rio Grande do Sul
Grande do Sul EN704 2002
- 119 -

(UNIJUÍ)
(UNIJUÍ)
1994
EN212
EN230
Enfermagem EN312 Ciên.Méd.
Enf.Psiquiátrica Enf.Psiquiátrica
CLAUDINEI JOSÉ Fac. Medicina de EN390 S.Mental
USP USP C.L.T.
GOMES CAMPOS Marília EN412 UNICAMP
1996 1986
1985 EN430 Ingresso 1997
EN532
EN490
Lic. em Enfermagem
Enfermagem
Faculdade Hermírio
PUCC
Hometo
1981 EN421
CLEUZA APARECIDA 1992
Pedagogia EN504 C.L.T.
VEDOVATO Esp. em Centro
Faculdade Maria EN704
Cirúrgico
Imaculada
SOBECC
1997
1997
Pós-Graduação
Titulação Regime de
Professor Graduação Disciplinas Em andamento
Trabalho
Doutorado Mestrado Especialização Doutorado Mestrado
EN312
Enfermagem EN322 Enfermagem Saúde Pública
DALVANI MARQUES UNICAMP EN412 UNICAMP UNICAMP C.L.T.
1994 EN430 2003 1999
EN532
EN321
Enfermagem EN504
ELENICE VALENTIM Enfermagem
UNICAMP EN465 C.L.T.
CARMONA UNICAMP
1998 EN704
EN765
Saúde Pública
EN112
UNICAMP Saúde
EN212
Enfermagem Saúde Coletiva 1988 Coletiva
EN312
JOSELI RIMOLY UNICAMP UNICAMP Psicodrama Pedagógico UNICAMP C.L.T.
- 120 -

EN412
1983 1999 Instituto de Psicodrama Ingresso
EN430
de Campinas 2000
EN532
1992
Saúde do Trabalhador.
Tópicos Especiais de
Pesquisa em Saúde
Mental
UNICAMP
2001
Seminário Avançado de
EN322
Enfermagem Pesquisa I
JULIANA BASTONI DA EN555
UNICAMP UNICAMP C.L.T.
SILVA EN665
1998 2002
EN704
Tópicos Avançados em
Enfermagem Psiquiátrica
e Saúde Mental.
Seminário Avançado de
Pesquisa II
UNICAMP
2003
Pós-Graduação
Titulação Regime de
Professor Graduação Disciplinas Em andamento
Trabalho
Doutorado Mestrado Especialização Doutorado Mestrado
Aprimoramento em
EN321
Enfermagem Enfermagem Enfermagem em
KEILA CRISTIANNE EN421
UNICAMP UNICAMP Cuidados Intensivos C.L.T.
TRINDADE DA CRUZ EN504
1997 2005 UNICAMP
EN704
2000
EN322 Hab. em Obstetrícia Tocogineco
MARIA CLARA Enfermagem
EN465 USP UNICAMP
ESTANISLAU DO USP C.L.T.
EN671 1980 Ingresso
AMARAL 1980
EN765 2000
Adm. Hospitalar
EN322
União Social Camiliana
EN532
Enfermagem 1985
MARIA SÍLVIA TEIXEIRA EN571
PUCC Psicologia e Psiquiatria C.L.E.
GIACOMASSO VERGÍLIO EN770
1981 da Adolescência
- 121 -

EN671
UNICAMP
1988
EN321 Práticas Educativas em
MARISA LOPES Enfermagem EN421 Saúde
CORREA GOMES DA UNICAMP EN504 UNICAMP C.L.T.
SILVA 1999 EN770 2003
EN704 (Estudante Especial)
SANDRA CRISTINA DE Enfermagem EN230
OLIVEIRA SANTOS PUCC EN430 C.L.T.
FERIAN 2003 EN421
EN321 Enferm.
Enfermagem EN322 UNICAMP
TÂNIA MARIA LEITE
UNICAMP EN412 Ingresso C.L.T.
COELHO
1987 EN555 2001
EN665 Al. Esp.
XI - INFRA-ESTRUTURA

Laboratórios do Instituto de Biologia

Sala MB01 - Capacidade: 65 alunos

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Microscópio 60
ƒ Estereomicroscópio (lupa) 14
ƒ Monitor (TV) 08
ƒ Vídeo 01
ƒ Sistema de Videomicroscopia 01

Sala MB02 - Capacidade: 65 alunos

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Microscópio (monocular) 47
ƒ Estereomicroscópio (lupa) 54
ƒ Monitor (TV) 01
ƒ Vídeo 01

Sala MB03 - Capacidade: 65 alunos

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Microscópio (monocular) 60
ƒ Estereomicroscópio (lupa) 21
ƒ Monitor (TV) 08
ƒ Vídeo 01

Sala MB04 - Capacidade: 40 alunos

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Microscópio (monocular) 25
ƒ Microscópio (binocular) 15
ƒ Lupa 10

Ante-salas MB01 e MB02 (considerar em MB01 ou MB02)

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Microscópios 08

Ante-salas MB0 e MB04

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Microscópios monocular 06
ƒ Microscópios binocular 04

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 122 -
Laboratório 01 - Capacidade: 60 alunos

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Balança de precisão 01
ƒ estufa bacteriológica 02
ƒ Phmetro 07
ƒ Espectrofotômetro 08
ƒ Bomba fervente 13
ƒ Banho maria 04
ƒ Banho Maria com agitação 01
ƒ Milli-q (sistema de água) 01
ƒ Freezer 01
ƒ Geladeira 01
ƒ Destilador de água 01

Laboratório 02 - Capacidade: 60 alunos

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Estufa 01
ƒ Phmetro 01
ƒ Forno Pasteur 01
ƒ Banho maria 04
ƒ Autoclave 01
ƒ Microondas 01
ƒ Freezer 01
ƒ Geladeira 02
ƒ Destilador de água 01

Laboratório 03 - Capacidade: 60 alunos

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Aparelho de metabolismo de Benedict-Roth 01
ƒ Cama hospitalar 01
ƒ Microscópios 04
ƒ Osmômetro 01
ƒ Estufa 01
ƒ Geladeira 01
ƒ Quimógrafo 11
ƒ Balança de torsão para pesagem de órgão 01
ƒ Balança comercial (2Kg) 04
ƒ Balança clínica 02
ƒ Lavador de pipetas 01
ƒ Banho de perfusão de órgão isolado 04
ƒ Eletrocardiógrafo 02
ƒ Desfribrilador 01
ƒ Estimulador elétrico didático 06

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 123 -
Laboratório de Enfermagem:

MATERIAL PERMANENTE QUANTIDADE


ƒ Máscaras 03
ƒ Fluxômetros 12
ƒ Nebulizadores 10
ƒ Ambu 01
ƒ Colar Cervical 02
ƒ Guedel Grande 02
ƒ Guedel Média 04
ƒ Guedel Pequena 02
ƒ Material para entubação (TOT) 04
ƒ Dextro 02
ƒ Esfigmomanômetro de Mercúrio 01
ƒ Esfigmomanômetros 24
ƒ Estetoscópios 37
ƒ Laringoscópio 02
ƒ Martelo de Buck 03
ƒ Otoscópio 05
ƒ Bacias 03
ƒ Balde 01
ƒ Bandeja curativo funda 10
ƒ Bandeja curativo rasa 04
ƒ Bandeja grande 05
ƒ Bandeja média 05
ƒ Bandeja pequena 03
ƒ Comadre 02
ƒ Cuba redonda 07
ƒ Cuba rim 12
ƒ Jarra 02
ƒ Papagaio 01
ƒ Pinça Kelly 22
ƒ Pinça Anatômica 14
ƒ Pinça Dente de rato 10
ƒ Pinça Cheron 03
ƒ Cabo de bisturi 01
ƒ Campo Pequeno 10
ƒ Campo Médio 05
ƒ Campo Grande 07
ƒ Fenestrado 06
ƒ Cama eletrônica 01
ƒ Cama de metal 02
ƒ Manequim Didático 03
ƒ Simulador EV - Braço 02

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 124 -
MATERIAL PERMANENTE QUANTIDADE
ƒ Macas (metal) 03
ƒ Colchão para cama 03
ƒ Colchão para maca 03
ƒ Cadeira de banho 01
ƒ Cadeira de rodas 02
ƒ Criado Mudo 02
ƒ Mesa auxiliar 01
ƒ Quadro branco 02
ƒ Dispensador de sabão liquido 04
ƒ Televisão 20’ 01
ƒ Videocassete 01
ƒ Suporte de Tv/Vídeo 01
ƒ Suporte de soro 04
ƒ Apoio para braço 01
ƒ Simulador IM – quadril 01
ƒ Retroprojetor 01
ƒ Ventilador de teto 06
ƒ Mesa de Mayo 01
ƒ Biombo 02
ƒ Cálice Graduado 03
ƒ Urodensímetro 02
ƒ Escada auxiliar 03
ƒ Mural de cortiça 01
ƒ Calças 04
ƒ Camisas 02
ƒ Camisolas 06
ƒ Cobertor 01
ƒ Colcha 03
ƒ Fronha 08
ƒ Impermeável 08
ƒ Lençol 20
ƒ Pano avulso 01
ƒ Toalha de banho 07
ƒ Toalha de rosto 06
ƒ Travesseiro 05
ƒ Apagador 02
ƒ Bolsa de gelo 01
ƒ Bolsa de água quente 01
ƒ Carimbo (almofada) 01
ƒ Clamp 01
ƒ Corda de nylon 01
ƒ Fita métrica 01

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 125 -
MATERIAL PERMANENTE QUANTIDADE
ƒ Garrote 15
ƒ Hamper 02
ƒ Látex 08
ƒ Nivelador 01
ƒ Paquímetro 01
ƒ Régua 01
ƒ Termômetro 03
ƒ Seringa de vidro 1 ml 02
ƒ Seringa de vidro 5 ml 65
ƒ Seringa de vidro 10ml 27
ƒ Seringa de vidro 20ml 17
ƒ Seringa de vidro 50ml 03
ƒ Seringa de vidro 100ml 02

Laboratórios PRG – Pró Reitoria de Graduação (Ciclo Básico II)

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ 06 Salas de aula com capacidade para 33 pessoas. Todas 33
equipadas com computadores.
ƒ 02 Salas de estudos com capacidade para 15 pessoas. 15
Ambas equipadas com computadores.
ƒ Data Show 01
ƒ Telão 01

Laboratórios da Faculdade de Educação – FE

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Laboratório de Ciências, Biologia, Física, Química e Saúde I 02
e II, equipados com TV, vídeo, computador com leitor de
DVD, projetor de multimídia, caixas de som e entrada para
microfone. (Capacidade para 50 alunos)
ƒ Laboratório de Magistérios e Ciências Sociais, equipado 01
com TV, vídeo, computador com leitor de DVD, projetor de
multimídia, caixas de som e entrada para microfone.
(Capacidade para 60 alunos)
ƒ Sala de Aula Teórica equipada com TV, vídeo, computador 01
com leitor de DVD, projetor de multimídia, caixas de som e
entrada para microfone. (Capacidade para 60 alunos)
ƒ Sala de Aula Teórica equipada com TV, DVD, vídeo, 01
computador com leitor de DVD, projetor de multimídia,
caixas de som e amplificador. (Capacidade para 60 alunos)
ƒ Sala de Atividades Corporais (Sem carteiras) equipadas com 01
aparelho de som, caixas de som, toca CD, TV, DVD, vídeo,
computador com leitor de DVD e projetor multimídia.
(Capacidade para 60 alunos)

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 126 -
MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Sala de Aula Teórica equipada com TV, vídeo, computador 03
com leitor de DVD, Projetor de Multimídia, 2 caixas de som e
entrada para microfone. (Capacidade para 60 alunos)
ƒ Sala de Aula Teórica equipada com TV, vídeo, computador 01
com leitor de DVD, Projetor de Multimídia, 2 caixas de som e
entrada para microfone. (Capacidade para 55 alunos)
ƒ Laboratório de Informática. (Capacidade para 60 alunos) 01
ƒ Sala de Aula Teórica equipada com TV, vídeo, computador 03
com leitor de DVD, projetor de multimídia e caixas de
som.(Capacidade para 45 alunos)

Laboratórios da Faculdade de Ciências Médicas – FCM

MATERIAL QUANTIDADE
ƒ Salas de Aula com capacidade para 40 pessoas 10
ƒ Anfiteatro I com capacidade para 120 pessoas 01
ƒ Anfiteatro II com capacidade para 80 pessoas 01
ƒ Anfiteatro III com capacidade para 60 pessoas 01

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 127 -
XII - PERIÓDICOS

FCM - 434 Título(s)


Abdominal Imaging
Acta Anaesthesiologica Scandinavica
Acta Fisiatrica
Acta Neurochirurgica = European Journal of Neurosurgery
Acta Neurologica Scandinavica
Acta Neuropathologica
Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica
Acta Oncologica
Acta Ophthalmologica Scandinavica
Acta Orthopaedica
Acta Oto-Laryngologica
Acta Paediatrica
Acta Psychiatrica Scandinavica
Acta Radiologica
Aesthetic Plastic Surgery
AIDS
Allergy : European Journal of Allergy and Clinical Immunology
American Annals of the Deaf
American Heart Journal : AHJ
American Journal of Cardiology
American Journal of Cardiology, The
American Journal of Clinical Nutrition, The
American Journal of Gastroenterology
American Journal of Hematology
American Journal of Human Genetics
American Journal of Infection Control
American Journal of Kidney Diseases
American Journal of Medical Genetics Part A
American Journal of Medical Genetics Part B: Neuropsychiatric Genetics
American Journal of Medical Genetics Part C: Seminars in Medical Genetics
American Journal of Medicine
American Journal of Medicine, The
American Journal of Nursing
American Journal of Obstetrics and Gynecology
American Journal of Ophthalmology
American Journal of Pathology
American Journal of Psychiatry
American Journal of Psychiatry, The
American Journal of Public Health
American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine
American Journal of Sports Medicine
American Journal of Sports Medicine, The
American Journal of Surgery
American Journal of Surgical Pathology
American Surgeon, The
Anaesthesia

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 128 -
FCM - 434 Título(s)
Anesthesia and Analgesia
Angiology: The Journal of Vascular Diseases
Annales de Chirurgie Plastique Esthétique
Annales de Dermatologie et de Venereologie
Annales Francaises d'Anesthésie et de Réanimation
Annales Médico Psychologiques: Revue Psychiatrique
Annals of Emergency Medicine
Annals of Hematology
Annals of Human Genetics
Annals of Internal Medicine
Annals of Neurology
Annals of Otology, Rhinology and Laryngology
Annals of Surgery
Annals of the Rheumatic Diseases
Annals of Thoracic Surgery
Annals of Vascular Surgery
Annual Review of Cell and Developmental Biology
Annual Review of Medicine
AORN Journal
APMIS : Acta Pathologica, Microbiologica et Immunologica Scandinavica
Archives de Pédiatrie
Archives des Maladies Professionnelles et de l'Environnement
Archives of Dermatology
Archives of Disease in Childhood
Archives of General Psychiatry
Archives of Gynecology and Obstetrics
Archives of Internal Medicine
Archives of Neurology
Archives of Ophthalmology
Archives of Orthopaedic and Trauma Surgery
Archives of Otolaryngology. Head and Neck Surgery
Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine
Archives of Physical Medicine and Rehabilitation
Archives of Surgery
Arteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology
Arthritis & Rheumatism
Arthritis and Rheumatism
Arts in Psychotherapy
Atherosclerosis
Australian and New Zealand Journal of Obstetrics and Gynaecology : ANZJOG
Behavior Genetics
Behaviour Research and Therapy
BioEssays
Biology of the Neonate
BJOG : An International Journal of Obstetrics and Gynaecology
BJU International
Blood
Blood Reviews

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 129 -
FCM - 434 Título(s)
Brain
Brain and Development
British Journal of Dermatology : BJD
British Journal of Ophthalmology
British Journal of Plastic Surgery
British Journal of Psychiatry
British Journal of Psychology
British Journal of Surgery
British Medical Bulletin
British Medical Journal : BMJ
British Medical Journal; International edition; BMJ
Calcified Tissue International
Canadian Journal of Anesthesia
Canadian Journal of Neurological Sciences
Canadian Journal of Public Health
Canadian Nurse
Cancer
Cancer Genetics and Cytogenetics
Cancer Immunology Immunotherapy
Cancer Research
Cancer Science
Cancer Treatment Reviews
Cardiology
CardioVascular and Interventional Radiology
Cardiovascular Research
Catheterization and Cardiovascular Interventions
Cellular Immunology
Chemotherapy
Chest: The Cardiopulmonary and Critical Care Journal
Child : Care, Health and Development
Child Development
Circulation
Circulation Journal
Circulation Research
Cleft Palate-Craniofacial Journal
Clinica Chimica Acta
Clinical and Experimental Allergy
Clinical Chemistry
Clinical Endocrinology
Clinical Genetics : An International Journal of Genetics and Molecular Medicine
Clinical Immunology
Clinical Microbiology Newsletter
Clinical Neurophysiology
Clinical Nuclear Medicine
Clinical Obstetrics and Gynecology
Clinical Orthopaedics and Related Research
Clinical Otolaryngology and Allied Sciences
Clinical Pediatrics

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 130 -
FCM - 434 Título(s)
Clinical Pharmacology and Therapeutics
Clinical Radiology
Cognitive and Behavioral Neurology
Community Mental Health Journal
Contraception
Cortex : A Journal Devoted to the Study of Nervous System and Behavior
Culture, Medicine and Psychiatry : An International Journal of Comparative Cross Cultural Research
Current Opinion in Infectious Diseases
Current Opinion in Neurology
Current Orthopaedics
Current Problems in Surgery
Dermatologic Surgery
Dermatology
Developmental Medicine and Child Neurology
Diabetes Care
Diagnostic Cytopathology
Diagnostic Microbiology and Infectious Disease
Digestive Diseases and Sciences
Disease a Month
Diseases of the Colon and Rectum
Drug and Alcohol Dependence
EMBO Journal The
Endocrine Reviews
Epilepsia
Epilepsy Research
European Heart Journal
European Journal of Anaesthesiology : EJA
European Journal of Cancer
European Journal of Cancer. Part B: Oral Oncology
European Journal of Clinical Microbiology and Infectious Diseases
European Journal of Haematology
European Journal of Nuclear Medicine and Molecular Imaging
European Journal of Obstetrics and Gynecology and Reproductive Biology
European Journal of Pediatrics
European Journal of Plastic Surgery
European Journal of Radiology
European Journal of Surgical Oncology
European Journal of Vascular and Endovascular Surgery
European Respiratory Journal
Évolution Psychiatrique
Exceptional Children
Experimental and Molecular Pathology
Experimental Brain Research
Experimental Lung Research
Fertility and Sterility
Gastroenterology
General Hospital Psychiatry
Genomics

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 131 -
FCM - 434 Título(s)
Geriatrics
Gut: An International Journal of Gastroenterology and Hepatology
Gynecologic Oncology
Head & Neck
Headache : Journal of Head and Face Pain
Heart
Heart and Lung: The Journal of Acute and Critical Care
Heart and Vessels
Hematological Oncology
Hepatology
Histopathology
History of Psychiatry
Human Heredity
Human Immunology
Human Pathology
Hypertension
Immunobiology
Immunogenetics
Immunological Reviews
Infection Control and Hospital Epidemiology
Injury
Intensive Care Medicine
International Archives of Allergy and Immunology
International Immunopharmacology
International Journal of Cancer
International Journal of Cardiology
International Journal of Dermatology
International Journal of Epidemiology
International Journal of Experimental Pathology
International Journal of Group Psychotherapy
International Journal of Gynecological Pathology
International Journal of Gynecology and Obstetrics
International Journal of Health Services
International Journal of Pediatric Otorhinolaryngology
International Journal of Social Psychiatry : IJSP
International Journal of Social Psychiatry, The
International Nursing Review
International Orthopaedics
International Urology and Nephrology
JAMA: The Journal of the American Medical Association
Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes : JAIDS
Journal of Adolescent Health
Journal of Advanced Nursing : JAN
Journal of Affective Disorders
Journal of Allergy and Clinical Immunology
Journal of Analytical Psychology
Journal of Analytical Toxicology
Journal of Biomechanics

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 132 -
FCM - 434 Título(s)
Journal of Biomedical Materials Research Part A
Journal of Biomedical Materials Research Part B: Applied Biomaterials
Journal of Bone and Joint Surgery (American Volume)
Journal of Bone and Joint Surgery (British Volume)
Journal of Cardiac Surgery
Journal of Cardiovascular Pharmacology
Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism
Journal of Clinical Epidemiology : JCE
Journal of Clinical Neurophysiology
Journal of Clinical Oncology
Journal of Clinical Pathology
Journal of Clinical Pharmacology
Journal of Clinical Psychiatry
Journal of Clinical Ultrasound
Journal of Computer Assisted Tomography
Journal of Continuing Education in Nursing
Journal of Cranio-Maxillofacial Surgery
Journal of Critical Care
Journal of Cutaneous Pathology
Journal of Electrocardiology
Journal of Emergency Medicine
Journal of Endovascular Therapy
Journal of Epidemiology & Community Health
Journal of Epidemiology and Community Health
Journal of Hand Surgery: Journal of the British Society for Surgery of the Hand
Journal of Hepatology
Journal of Immunological Methods
Journal of Infectious Diseases
Journal of Inherited Metabolic Disease
Journal of Intellectual Disability Research : JIDR
Journal of Intensive Care Medicine
Journal of Internal Medicine
Journal of Laboratory and Clinical Medicine
Journal of Laryngology and Otology
Journal of Learning Disabilities
Journal of Learning Disabilities (Austin)
Journal of Medical Genetics
Journal of Molecular and Cellular Cardiology
Journal of Molecular Histology
Journal of Music Therapy
Journal of Nervous and Mental Disease
Journal of Nervous and Mental Diseases
Journal of Neuro-Ophthalmology
Journal of Neurology
Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry
Journal of Neurosurgery
Journal of Nuclear Medicine
Journal of Nutrition, The

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 133 -
FCM - 434 Título(s)
Journal of Occupational and Environmental Medicine
Journal of Oral Pathology and Medicine
Journal of Orthopaedic Research
Journal of Pathology
Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition : JPGN
Journal of Pediatric Orthopaedics
Journal of Pediatric Surgery
Journal of Pediatrics
Journal of Pediatrics, The
Journal of Pharmacological and Toxicological Methods
Journal of Psychiatric Research
Journal of Psycholinguistic Research
Journal of Psychosomatic Research
Journal of Rehabilitation
Journal of Research in Personality
Journal of Rheumatology
Journal of Surgical Oncology
Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry
Journal of the American Academy of Dermatology
Journal of the American College of Cardiology : JACC
Journal of the American College of Surgeons
Journal of the Neurological Sciences
Journal of Thoracic and Cardiovascular Surgery
Journal of Tropical Pediatrics
Journal of Urology
Journal of Vascular Surgery
Journal of Visual Impairment and Blindness
Kidney International
Lancet
Lancet, The
Laryngoscope
Liver International
Liver Transplantation
Lupus
Mayo Clinic Proceedings
Medical Journal of Australia : MJA
Medical Physics
Medicine
Metabolism: Clinical and Experimental
Minerva Ginecologica
Minerva Medicolegale
Minerva Pediatrica
Molecular Pharmacology
Morbidity and Mortality Weekly Report : MMWR
Movement Disorders
Muscle & Nerve 1978-1995
Nation's Health, The
Naunyn Schmiedeberg's Archives of Pharmacology

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 134 -
FCM - 434 Título(s)
Nervenarzt
Neuro-chirurgie
Neurology
Neuropathology and Applied Neurobiology
Neuropsychiatrie de l'Enfance et de l'Adolescence
Neuropsychologia
Neuroradiology
Neuroscience Letters
Neurosurgery
Neurourology and Urodynamics
New England Journal of Medicine
New England Journal of Medicine, The
Nutrition
Obstetrical and Gynecological Survey
Obstetrics and Gynecology
Occupational and Environmental Medicine
Occupational Medicine
Oncology
Ophthalmologica
Ophthalmology
ORL : Journal for Oto - Rhino - Laryngology and Its Related Specialties
Pacing and Clinical Electrophysiology : PACE
Pathologica
Pathology
Pathology International
Pathology, Research and Practice
Pediatric Blood & Cancer
Pediatric Cardiology
Pediatric Infectious Disease Journal
Pediatric Nephrology
Pediatric Neurosurgery
Pediatric Pulmonology
Pediatric Radiology
Pediatric Surgery International
Pediatrics
Pharmacological Research
Pharmacological Reviews
Physics in Medicine and Biology
Placenta
Plastic and Reconstructive Surgery
Postgraduate Medical Journal
Preventive Medicine : PM
Progress in Cardiovascular Diseases
Promotion & Education
Psychoanalytic Review, The
Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice
Psychopharmacology
Psychosomatic Medicine

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 135 -
FCM - 434 Título(s)
Psychosomatics
Regional Anesthesia and Pain Medicine
Respiratory Medicine
Resuscitation
Revista Española de Enfermedades Digestivas
Revista Panamericana de Salud Pública = Pan American Journal of Public Health
Revue d'EpidÚmiologie et de SantÚ Publique
Revue de Chirurgie OrthopÚdique et RÚparatrice de l'Appareil Moteur
Revue des Maladies Respiratoires
Revue Neurologique
Scandinavian Cardiovascular Journal
Scandinavian Journal of Clinical and Laboratory Investigation
Scandinavian Journal of Gastroenterology
Scandinavian Journal of Immunology
Scandinavian Journal of Infectious Diseases
Scandinavian Journal of Plastic and Reconstructive Surgery and Hand Surgery
Scandinavian Journal of Rheumatology
Seminars in Arthritis and Rheumatism
Seminars in Hematology
Seminars in Liver Disease
Seminars in Nuclear Medicine
Seminars in Oncology
Seminars in Roentgenology
Seminars in Ultrasound, CT and MRI
Skeletal Radiology : A Journal of Radiology, Pathology and Orthopedics
Sleep
Social Science & Medicine
Social Science and Medicine
Stroke
Surgery
Survey of Anesthesiology
Survey of Ophthalmology
Systems Research and Behavioral Science
Therapeutic Drug Monitoring
Therapeutic Drug Monitoring: A Journal Devoted to Therapeutic Drug Monitoring and Clinical Drug
Toxicology
Thorax
Thrombosis Research
Thyroid
Toxicology and Applied Pharmacology
Transfusion
Transplantation Proceedings
Trends in Immunology
Trends in Pharmacological Sciences
Tuberculosis
Ultrastructural Pathology
Urology
Vascular Pharmacology
Virchows Archiv

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 136 -
FCM - 434 Título(s)
Volta Review
WHO Drug Information
World Journal of Surgery
Zeitschrift für Kardiologie

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 137 -
XIII - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDRADE, Maria da Graça Garcia; ZANOLLI, Maria de Lurdes A FCM e a formação de


profissionais para o SUS. Boletim da FCM. Faculdade de Ciências Médicas da
Universidade Estadual de Campinas. Campinas, vol.1, n.10, abr. 2006. p.2.

BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Serviços de Saúde Pública. Enfermagem –


legislação e assuntos correlatos. 3a ed. Rio de Janeiro: Artes Gráficas da FSESP,
1974. p.250-253.

ASSOCIAÇÃO DE DOCENTES DA UNICAMP. Adunicamp: 25 anos. Autonomia –


democracia – participação. Adunicamp: Campinas, 2002.

CARVALHO, Olga Maria Fernandes; MELLO, Guilherme Arantes. Residência em


medicina de família e comunidade. Boletim da FCM. Faculdade de Ciências Médicas da
Universidade Estadual de Campinas. Campinas, vol.2, n.1, jul. 2006.p. 3.

MARTINS, Neire do Rossio CARVALHO, Sônia Tilkian de; FORTI, Maria Aparecida;
Silveira, Márcia Aparecida Marques; BARBIERI, Cristina Correia Dias (orgs.) Unicamp 35
anos: ciência e tecnologia na imprensa. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2001.

MULLER NETO, J.S. Políticas de saúde no Brasil: a descentralização e seus atores.


Saúde em Debate. Londrina, 31:54-66, março, 1991.

NASCIMENTO, E.P.L. As enfermeiras e suas práticas na rede básica de saúde de


Campinas nas décadas de 70 e 80. Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.
Dissertação de Mestrado, 2002.

NOZAWA, MR. Discurso de comemoração dos 25 anos do Departamento de


Enfermagem, FCM, Unicamp, proferido em 13 de maio de 2003. Auditório da FCM,
Unicamp. 7p. (mimeo)

NOZAWA, MR. Perfil profissional, discurso e prática de enfermeiras graduadas na


Unicamp. Faculdade de Saúde Pública. Universidade de São Paulo. Tese de
Doutoramento. 1997. 226p.

NOZAWA, MR. Departamento e Curso de Enfermagem. In: COSTALLAT, Lílian Tereza


Lavras (org.). Livro de memórias da FCM/Unicamp. Campinas, SP: FCM/Unicamp,
2004. p. 24-29.

NOZAWA, Márcia Regina; YOSHINO, Nair Lumi; CARVALHO, Olga Maria Fernandes;
OLIVEIRA, Ana Maria Franklin de. A residência multiprofissional em saúde da família na
FCM. Boletim da FCM. Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de
Campinas. Campinas, vol.2, n.1, jul. 2006. p. 5.

NOZAWA, Marcia Regina; KIRSCHBAUM, Débora Isane Ratner; SILVA, Eliete Maria;
SILVA, Mauro Antônio Pires Dias da, Ensino de Graduação em Enfemagem da Unicamp:
políticas e práticas. Rev Bras Enferm. 56(6): 683-6, 2003.

PEREIRA, D.M.D.S. & CERQUEIRA, L.T. O Departamento de Enfermagem da FCM –


Unicamp. Rev. da FCM. Campinas, maio:27-8, 1993. Número especial.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 138 -
SILVA, E.M. et. al. Práticas da enfermeiras e políticas de saúde pública em Campinas,
São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 17(4):989-998, jul-ago, 2001.

ZANOLLI, Maria de Lurdes; ANDRADE, Maria da Graça Garcia. A experiência de


Paulínia. In: COSTALLAT, Lílian Tereza Lavras (org.). Livro de memórias da
FCM/Unicamp. Campinas, SP: FCM/Unicamp, 2004. p. 67- 72.

ZEFERINO, MARIA Angélica Bicudo. O ensino. In: COSTALLAT, Lílian Tereza Lavras
(org.). Livro de memórias da FCM/Unicamp. Campinas, SP: FCM/Unicamp, 2004. p.
74.

Zulske, DM; Nozawa, MR. A implantação do Curso de Graduação em Enfermagem da


Unicamp: uma versão desconhecida da história. Relatório de pesquisa do Programa
de Bolsa de Iniciação Científica CNPq/Unicamp, 2004. 38p.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Catálogo dos cursos de graduação.


Campinas: Unicamp, 1996. p.107-109.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Implantação do Curso de Graduação em


Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas. Processo Unicamp nº 312/77. 1977.
268p.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Implantação do Departamento de


Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas. Processo Unicamp nº 1099/80. 1980.
338p.

Projeto Político Pedagógico Curso de Graduação Em Enfermagem - FCM/Unicamp


- 139 -
Rua Tessália Vieira de Camargo, 126 - Cx. Postal: 6111
Distrito Barão Geraldo - Campinas - SP - CEP: 13083-887
Fone: (019) 3521.8824 - Fone/fax: 3521.8.8822
E-mail: gradenf@fcm.unicamp.br