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Aula de dúvidas – 3/12/2018

(não vamos ter aulas de Direito Internacional Privado esta semana)

Duração de 1 h30 min o teste – chegar um pouco antes, escrever nome dos cabeçalhos
2 hipóteses direcionadas.
IMPRIMIR
 Regulamento 1103/1004/ 2016 29 de janeiro de 2019
 Código Civil
 Contrato de agência
 …
DMV; fraude à lei estrnageira, posição tradicional que fraude à lei estrangeira só
sancionada quando lei estrangeria também o faz, p da harmonia de julgados.
Existem vários planos de regualçaõ do Direito Internacional Privado e soluções de
resposta nacionais, europeias e tratados internciaonl.
Norma de conflitos bilateral vs unilateral-> temos de saber

28º > anotar AC Garcia Avello, Michelleti, GrunkinPaul, ao lado, e DMV vs LP

Reconhcer:
 Qual o problema que está em causa
 Ver quais ordens jurídicas com os quais estão em contacto – dizer que há
situação privada internacional

Relação do Direito Internacional Privado com outras displicnas jurídicas.

Estauto que direito estrangeiro


 23 > 348º Código Civil prova, saber se Direito estrrangeiro é sujeito a prova ou
não e é de conhecimento oficioso

QUALIFICAÇÃO
 Faz sempre
o Qualificação mede boca do aspirador do nromas de conflitos e
idenficamos tipo aspirado
 Escolher a norma de conflitos portuguesa
 Norma estrangeira a palicar
 Subsumir uma à outra
o 52 ou 53º normas iferentes ou de regime matrimoniais ou relações entre
cônjuges em geral > substituição Re. 1103/2016

17 º pressuposto de aplicação  L1 -> L2 quando pelo 16º L2, no 17º aceitamos L2=Ln
nos aceitamos LN: LN.
O pressuposto é que L2: L4 L4:L4 > É O que aplicamos
Execeçao no nº2 > não funcioan nº1
Exceçõa nº 3 > não funciona nº2 e funciona nº 1 17

18’1.º > L2:L1

A devolução é matéria sacrificar elemento de cone~xao, fostava que rpoblma tratado


pela lei da nacionalidade, não eé qu rpeferie residência habitual. LP > em Ingralterra
nós fazemos o que fizem > LP é de fazem o que izemos aplicamos o elemento de
conexão feito inicialmente.

Normas de aplicação imediata portuguesas e 3.º estado


Conhecer fraude à lei
CLáuuslas de exceção

reserva de ordem pública internacional > se identificar fundamentar que resultado é


ofensivo direio portugues. Pode haver aplicação de dreito estrnageiro, o que releva é o
RESULTADO. Pode incluri a le´giitma, e culpa in contrahendo.

Caso 27

Nunca ir diretamente para o 4º, seja ROMA I seja ROMA II, tem de ser visto antes.
Sempre ir ao 3º, ver se escolha de lei
ATENÇÃO: interpretar um contrato,e soclha e lei pdoe ser expressa ou tácita. Sempre
3º e dizer que não hovue escolha nem indícios que escolheram lei.
3
5~
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7
8
Também há trabalho, seguros e transportes.
No ROMA II, também há 4º, há 14º > onde escolha de lei mas também 5º ss no ROMA
II MUITAS REGRAS EXCECIONAIS ANTES 4º
1.º 17º

Matéria: 1/1º (considerando 11 e 29 e 30) e 1/2/i) resp. extracontratual preenchida


Territorial : 1/4º
Temporal: 31º e 32º SEMPRE!
Espacial: 1/1.º ii 3 (NÃO) -> há conflito de leis

12º Responsbailidade pré contratual > nº 1 e nº2


Nº 1 -> regra de responsabilidade pré contratual tendo havido ou não um contrato
efetivo. Naõ se concluiu um contrato.
O nº1 lei que seria aplcia´vel ao contrato  ROMA I
 Prenhcer âmbitos para contrato teórico
o Âmbito material > CV quadro
o Âmbito temporal > dpós 17 novembro de 2009
o Âmbito territorial >
o Âmbito espacial
 Presumri que contrato celebrado com o momento da prepositura da ação, o que
importa é que açõs propostas de 17 de dezembro de 2009 e´ROMA I que se
aplica Lei da prepositura da ação.
Podiamso resolver lei aplicável no 4/1/
Indicios de escolher lei diferente > naõ se aplica essa lei > portanto não doemos aplicar
nem 3º nem 4º ROMA I, 2º hipótese 12/1.º não funciona  12/2º A) e c) parecem
funcianr.
A alínea a) > lei do país onde ocorre o dano > A teve de pagar ao perito despesas de
deslocação, saiu de contas bancárias em Portugal > sofreu dano em Portugal (12/2/a)º).
A alínea b) > residência habitual no mesmo país > a alíena b) regra eral >r residência
habtiaul da víitma, quesofreu os danos, ou RHC de ambos.
A alínea c) é cláusual que se baseia em conexão mais estreita, a mairo vantgem é
argumentar se existe ou não.
Responde ser alíena c) do 12/2.º > lei inglesa e 25º ROMA II > era plurislegislativo
24º NÃO HÁ REENVIO
Não há relação suficiente com ordem pública portuguesa.

PREVALECE C) relativamente a B), relativamente a A) > ono 12º


O DANO é EMPROBECIMENTO -> A empobreceu em Portugal.

Exercício escrito de avaliação contínua - 16 de novembro de 2017

I António, português e cipriota, e Bento, português e angolano, ambos com residência


habitual em Angola, decidiram formar uma sociedade comercial com o objeto de prestar
serviços de tecnologias de informação em Angola e Portugal, designada Cupydo. Antes
do registo da sociedade, António e Bento celebraram, em nome da Cupydo, com a
empresa Dasus, com sede estatutária e sede principal e efetiva da administração em
Chipre, um contrato nos termos do qual esta última empresa se obrigava a prestar
diversos serviços relacionados com a criação do website e da plataforma de conteúdos
da Cupydo, mediante o pagamento de €60.000,00, o qual seria devido passados 12
meses sobre a data de início de atividade do website e da plataforma de conteúdos.
Ficou também convencionado que os tribunais portugueses teriam competência
exclusiva para dirimir qualquer litígio relacionado com o contrato. Um mês depois da
celebração do contrato de prestação de serviços, a sociedade Cupydo foi registada em
Chipre e estabeleceu sede principal e efetiva da administração em Angola. Passado o
prazo de 12 meses contratualmente estabelecido, e como não foi efetuado o pagamento,
a sociedade Dasus intentou ação, nos tribunais portugueses, contra a sociedade Cupydo,
pedindo a condenação da mesma no cumprimento ao abrigo da lei da sede estatutária
(lei cipriota), alegando que foi com os seus representantes e, portanto, com ela que
celebrou o contrato. Como o referido contrato de prestação de serviço não ficou
especificado no contrato de sociedade, a Cupydo recusa-se a pagar, alegando que, nos
termos da lei angolana – que é a lei da sede principal e efetiva da sua administração –,
não tem de assumir as obrigações constantes desse contrato. Admitindo os elementos
dados no texto e ainda que:
a) Os tribunais portugueses são internacionalmente competentes.
b) A matéria em causa releva do estatuto pessoal da sociedade.
c) O Direito de Conflitos angolano é nesta matéria idêntico ao Direito de Conflitos
português.
d) O Direito Internacional Privado cipriota submete as sociedades comerciais à lei da
constituição (que, no caso concreto, é a lei cipriota).
e) De acordo com os Direitos materiais português e angolano, a sociedade só estaria
legalmente obrigada a assumir os direitos e obrigações emergentes do contrato de
prestação de serviço celebrado antes do registo da sociedade e em seu nome, caso este
tivesse sido especificado no contrato de sociedade.
f) De acordo com o Direito material cipriota, todos os negócios jurídicos celebrados
pelos fundadores antes do registo da sociedade e em seu nome, são vinculativos para a
sociedade, independentemente de estarem ou não especificados no contrato de
sociedade.
g) No caso concreto, os Direitos cipriota e angolano não obstam ao estabelecimento da
sede principal e efetiva da sociedade em Angola.

Responda, fundamentadamente e apreciando os argumentos invocados pelas partes, se o


tribunal português deve ou não condenar a sociedade Cupydo a cumprir o contrato e
pagar €60.000,00 à sociedade Dasus.

RESOLUÇÃO CORRETA

É situação privada internacional

Aplica-se ROMA I? NÃO > porque? Não preenchido ambiot material (1/2/e)º)

Norma de conflitos -> 3/1º CSC > especial em relação ao 33º Código Civil, que é norma
geral que não se aplica
O 3-~º ao contrário do 33º é norma francófona, na maior pate dos direitos somos
alemães, no CSC é muito influenciado pelos francesas.
Lei sede principal e efetiva> 3/1 I parte -> Angolana, suscitar discussão de possível
bilateralizaçao do mesmo artigo
Abrir a hipótese da bilaterização ou se aplicava a lei Angolana, com rejeição da
biliaterização.
Ferrer Correia > Admite bilaterlaizçaão
DMV e LP: tem de existir uma lacuna para posteriormente, redução teleol´gocia apra
percorrer aritog e bilateralizaça, DMV só admitiria se expectativa de aplicação de lei
estautária, vontade da lei estrangeira de se aplicada, e limitada à capacidade.
Entnedr qu não é mesmo âmbito do 33/1.º, se regra que não tem âmbito coincidente.
Qual âmbito de aplicação: 33/2.º
O 29º
28/2º > limites À exceção > não pode invocr a proteção
Se eu sei se sociedade com quem negoceio, 1º pate do 3/1º não psoso querer ser
protegido quando eu já sei. Lógica de aplicação analógica do 28º.
Questão de CONFIANÇA e é esse o argumento de bilaterizar sem limites, da
reciprocidade, se fazem ou não.
A grande questão é 1.º para responder a isto, o princípio dabiliaterzaliação é
IDENTIFCIAR LACUNA > há´princípio da tutela de confiança se quero rpoteer
confiança, protego para outras, preencher lacuna bilateralizando com sede estatutário.
LP> quase sem limites. DMV > com limite da reciprocidade
Harmonia jurídica internaiconl e confiança estão de mãos dadas > não confianaç de
aplicar essa lei, se Angola não houvesse isto, não À esper de paicação da lei anglolna,
como existe, lacuna portuguesa bilateralziar.
Resposta: Dasos tinha razão, e vinculava o Cupydo.

Qualificação > efetuada quando se escolhe o 3ºCSC


O 15º Código Civil aplicam-se sempre quando aplicamos rgras portuguesas não é
preciso 33º. Caso simultaneamente de 15º Código Civil e casod e referência material
16º.
E portanto 16º não preenchido nem 17º nem 18º Código Civil.

DÚVIDAS SINGULARES

Método das tentativas na qualficiação ou 67º, ou 62º ..


O RR não tem referência mateiral.
23º NÃO permite fazer bilateralizaço do 3º ~

Estado membro inclui espaço ecnómcio


Danos na hora > 4º
Isto é indeterminado

O 46º nõ é preciso o 20º, porque estar a estender o âmbito de aplicação do artigo cuja
letra não releva.
28º < RPOBLEMA de abuso de dieito se sei que sede é noutra, não é necessário ir para
o 28/2.º, insuficiente que causa problemas que abuso de direito não causaria.

Não é cnexão optativa > pessoa que negoceia com sociedade não escolhe