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Poder Judiciário

Justiça do Trabalho
Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região

Ação Trabalhista - Rito Sumaríssimo


ATSum 0000293-98.2019.5.06.0005
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Processo Judicial Eletrônico

Data da Autuação: 03/04/2019


Valor da causa: R$ 9.595,09

Partes:
AUTOR: RONALDO FERNANDES RAMOS
ADVOGADO: FELICIANA MARIA SILVA BILIO
ADVOGADO: Gabriel José de Brito Leite Nunes
RÉU: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.

ADVOGADO: DANIEL GUERRA DE ANDRADE SAMPAIO


ADVOGADO: DANIEL BATTIPAGLIA SGAI
RÉU: INSTITUTO TELEMAR

ADVOGADO: SÉRGIO ALENCAR DE AQUINO


ADVOGADO: EMILIANO FRANCISCO CARVALHO FEITOSA
PAGINA_CAPA_PROCESSO_PJE
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA VARA DO TRABALHO DE
RECIFE/PE.

RONALDO FERNANDES RAMOS, brasileiro, porteiro, casado, Cédula de Identidade nº


5.240109 SDS/PE, CPF nº 044.750.344-85, residente e domiciliada na Av. Malaco, 43, Casa Amarela,
Recife/PE, CEP: 52.070-251, por intermédio de seus procuradores com endereço constante no timbre,
vem respeitosamente a presença de V. Exa, propor RECLAMAÇÃO TRABALHISTA, com fulcro no
art. 787 da CLT , em face de ELFE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO S.A., pessoa jurídica de direito
privado inscrita no CNPJ/MF sob o nº 97.428.668/0001-76, com sede na Rua Pedro Hage Jahara, nº 400,
Área 1, Imboassica, Macaé/RJ, CEP: 27.932-353 e INSTITUTO TELEMAR - OI FUTURO, pessoa
jurídica de direito privado inscrita no CNPJ/MF sob o nº 04.256.109/0001-45, com sede na Rua Dois de
Dezembro, 6352, Rio De Janeiro - RJ, CEP: 22220-040, pelas questões de fato e de direito a seguir
expostas:

1) DA GRATUIDADE DA JUSTIÇA

O Reclamante é pobre na forma da lei, e através de declaração em anexo, requer os benefícios da


gratuidade da justiça em conformidade com a Lei 1.060/1950 e suas posteriores alterações.

2) DA RESPONSANBILIDADE SUBSIDIÁRIA DA 2ª RECLAMADA

O Reclamante por todo pacto, laborou pela 1ª reclamada a serviço da 2ª Reclamada nas
instalações da Escola Técnica Estadual Cícero Dias (NAVE RECIFE), que tem parceria técnico
educacional com o programa Oi Futuro.

Assim, a 2ª Reclamada deve ser responsabilizada subsidiariamente pela relação trabalhista


terceirizada em questão.
3) CATEGORAIA

A categoria do Reclamante é representada pelo sindicato STEALMOAIC, sendo as CCT´s


negociadas com o sindicato representante da categoria de seus empregadores na abrangência territorial.

4) DOS FATOS

Alega o Reclamante, que foi contratado em 01/04/2018 pela Reclamada para exercer a função de
porteiro, ocasião em que foi firmado contrato, recebendo a remuneração de R$ 1.027,80 (um mil, vinte
sete reais e oitenta centavos) por mês.

Em 05/12/2018, a empresa avisou previamente a rescisão contratual sem justa causa, tendo
como data de afastamento dia 03/01/2019, tendo como última remuneração a quantia de R$ 1.046,40 (um
mil, quarenta e seis reais e quarenta centavos), contudo, não foram pagas todas as verbas oriundas do
contato.

5) DA DIFERENÇA SALARIAL - PISO DA CATEGORIA

Conforme parágrafo segundo da clausula terceira da CCT 2018, desde 1º de fevereiro, ou seja
desde a contratação a remuneração do autor deveria ser R$ 1.046,40 (um mil, quarenta e seis reais e
quarenta centavos), valor este que só veio a ser pago em Setembro de 2018, perfazendo os demais meses
diferenças salariais, uma vez que foi pago a menor, na quantia de R$ 1.027,80 (um mil, vinte sete reais e
oitenta centavos), fazendo jus a referida diferença.

Aliás, deliberadamente, conforme se confirma na página "Alterações Salariais" da CTPS, foi


preenchido como alteração salarial para o piso da categoria, dia 01/09/2018 e depois houve uma rasura
para o mês 04. Ora Excelência, resta evidenciado, no contrato de trabalho e nos contracheques, que no
mês 04 (contratação) o salário contratado e pago até agosto de 2018 foi R$ 1.027,80, e não o piso da
categoria.

Assim, resta devida a diferença salarial e suas repercussões em gratificação natalina, férias + 1
/3, FGTS + 40%, além de servir como base para os demais pedidos, tais como Adicional Noturno, Horas
Extras, Intervalo Intrajornada e domingos e feriados em dobro.

6) DA JORNADA DE TRABALHO

Durante todo o período laboral o Reclamante perfazia uma jornada equivalente à 12x36 em
horário noturno, iniciando seu labor às 19h e finalizando às 7h do dia seguinte, sem contudo gozar de
intervalo intrajornada.
É importante salientar que em alguns momentos o Reclamante foi obrigado a assinar o ponto
contendo intervalo, contudo não era gozado de fato, o que desde já impugnam-se os pontos por ventura
apresentados, por esta razão e por serem britânicos.

7) DAS HORAS EXTRAS

Como evidenciado, a Reclamante perfazia uma jornada sem contudo ser recompensado por isto.
Observa-se que o Reclamante perfazia das 22h às 5h do dia seguinte, em horário noturno, sendo que o
horário noturno era prorrogado até o fim do expediente, ou seja até às 7h da manhã,, levando-se em
consideração ainda que o mesmo não gozava de intervalo intrajornada.

Assim, faz jus o Reclamante as horas extras diárias que ultrapassem às 12h , sendo considerado
o horário ficto prorrogado até as 7h e supressão do intervalo intrajornada, tendo como salário referência o
piso da categoria, bem como suas repercussões em gratificação natalina, férias + 1/3, Repouso Semanal
Remunerado, FGTS + 40%.

8) DAS HORAS NOTURNAS e MISTAS PRORROGADAS

Conforme demonstrado no item anterior, o Reclamante laborava em jornada noturna, perfazendo


a jornada noturna integralmente das 22h de um dia às 5h do dia seguinte, e estendendo o horário até às 7h
da manhã, Assim, as horas após às 22h da noite até às 05h da manhã do dia seguinte devem ser
remuneradas com 20% (vinte por cento) e redução da hora para 5''30', bem como devem ser consideradas
igualmente noturnas por prorrogação o horário das 05h às 07h da manhã, assim como as noturnas.

A empresa não realizou o pagamento integral destas verbas, por diversas situações, não foram
pagas de forma alguma em alguns meses, e em outros meses foram pagos a menor, sem considerar o piso
da categoria, a redução do horário para hora ficta, não considerou a supressão do intervalo intrajornada,
ou a prorrogação até as 07h da manhã.

Assim, faz jus o Reclamante as horas noturnas remuneradas em 20%, sendo considerado o
horário ficto prorrogado até as 7h e supressão do intervalo intrajornada, tendo como salário referência o
piso da categoria, bem como suas repercussões em gratificação natalina, férias + 1/3, Repouso Semanal
Remunerado, FGTS + 40%.

9) DO INTERVALO INTRAJORNADA

O Reclamante nunca gozou de intervalo intrajornada, conforme já mencionado, por esta razão
faz necessário o pagamento desta verba de forma indenizada. A OJ 355 da SDI-1 prescreve que:

O desrespeito ao intervalo mínimo interjornada previsto no art. 66 da CLT acarreta, por


analogia, os mesmos efeitos previstos no §4º do art. 71 da CLT e na Súmula 110 do TST, d
evendo-se pagar a integralidade das horas que foram subtraídas do intervalo, acrescidas
do respectivo adicional.destaque nosso
Assim, faz jus o Reclamante a indenização equivalente a 1h pela supressão do intervalo
intrajornada remuneradas em 50%, tendo como salário referência o piso da categoria, bem como suas
repercussões em gratificação natalina, férias + 1/3, Repouso Semanal Remunerado, FGTS + 40%.

10) DOMINGOS E FERIADOS

O reclamante trabalhava ao menos 3 domingos por mês e durante o período do pacto laborou
igualmente os seguintes feriados: Confraternização Universal (1º de janeiro, dia de Tiradentes, dia do
Trabalho, dia de São João, Independência do Brasil, N. S. Aparecida, dia de Finados, da Proclamação da
República, dia de N. S. da Conceição e dia de Natal de todos os anos de vigência do contrato de trabalho
sem que ocorressem os pagamentos das respectivas dobras salariais e adicional de 100% sobre as horas
extras laboradas em tais dias.

Dessarte, não observado o descanso semanal remunerado, impõe-se a ré o pagamento em dobro


dos dias destinados aos descansos, assim considerando que o Reclamante laborava um domingo e outro
não, o Reclamante laborou 20 domingos e a média de 5 feriados, e , sem prejuízo da remuneração
relativa ao repouso. Inteligência da Sumula 146, do c. TST, verbis:

"O trabalho prestado em domingos e feriados, não compensado, deve ser pago em dobro, sem
prejuízo da remuneração relativa ao repouso semanal."

Assim, faz jus o Reclamante a dobra da remuneração devida em domingos e feriados, tendo
como salário referência o piso da categoria, bem como suas repercussões em gratificação natalina, férias
+ 1/3, FGTS + 40%.

11) FGTS

Diante da falta de pagamento do piso da categoria, das horas extras, noturnas, intervalos
intrajornada e dobro de domingos e feriados, não ouve recolhimento sobre qualquer destas verbas a título
de FGTS, tão pouco o adicional de 40% em virtude da rescisão.

12) INSS

Diante da falta de pagamento do piso da categoria, das horas extras, noturnas, intervalos
intrajornada e dobro de domingos e feriados, não ouve recolhimento sobre qualquer destas verbas a título
de INSS (11%)

13) HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS


Por força do Art. 133 da CF/88, Art. 20. § 3 do CPC, dos Art. 389, 402 e 404 do CC, do
princípio da integral reparação, e considerando a hierarquia das normas e o disposto no art. 769 e art. 8º
parágrafo único da CLT, requer honorários no importe de 20% ou a critério do M. M juízo, sobre o valor
a ser pago ao autor, uma vez que preenchido os requisitos legais para sua concessão.

14) DO ROL DE PEDIDOS

Diante do que fora vastamente demonstrado nesta exordial, requer a concessão do benefício da
gratuidade da justiça, bem como a notificação da Reclamada para querendo, contestar, sob pena dos
efeitos da revelia, requer também o que segue:

1) Responsabilidade Subsidiária da 2ª Reclamada;

2) Pagamento da diferença salarial de acordo com o piso da categoria;

3) Reconhecimento da jornada de trabalho conforme item "6" desta exordial;

4) Condenação em horas extras diárias que ultrapassem às 12h , sendo considerado o horário
ficto prorrogado até as 7h e supressão do intervalo intrajornada, tendo como salário
referência o piso da categoria, bem como suas repercussões em gratificação natalina, férias +
1/3, Repouso Semanal Remunerado, FGTS + 40%.;

5) Condenação em horas noturnas remuneradas em 20%, sendo considerado o horário ficto


prorrogado até as 7h e supressão do intervalo intrajornada, tendo como salário referência o
piso da categoria, bem como suas repercussões em gratificação natalina, férias + 1/3,
Repouso Semanal Remunerado, FGTS + 40%.;

6) Condenação em indenização equivalente a 1h pela supressão do intervalo intrajornada


remuneradas em 50%, tendo como salário referência o piso da categoria, bem como suas
repercussões em gratificação natalina, férias + 1/3, Repouso Semanal Remunerado, FGTS +
40%.

7) Condenação em dobra da remuneração devida em domingos e feriados, tendo como salário


referência o piso da categoria, bem como suas repercussões em gratificação natalina, férias +
1/3, FGTS + 40%.

8) Condenação em FGTS+40% pela falta de pagamento da diferença salarial, das horas extras,
noturnas, intervalos intrajornada e dobro de domingos e feriados, não ouve recolhimento
sobre qualquer destas verbas a título de FGTS em 8%, tão pouco o adicional de 40% em
virtude da rescisão;

9) Condenação em INSS referente ao não pagamento das horas extras, noturnas, intervalos
intrajornada e dobro de domingos e feriados, não ouve recolhimento sobre qualquer destas
verbas a título de INSS;

10) Condenação ao pagamento de honorários advocatícios da espécie sucumbenciais em 20%


(vinte por cento);

11) Juntada dos cálculos do PJE Calc Cidadão em anexo para que integrem esta Reclamação.
Protesta provar o alegado por todos os meios admitidos em direito, dando à causa o valor de R$
9.595,09 (nove mil, quinhentos e noventa e cinco reais e nove centavos) para efeitos
meramente de alçada.

Nestes termos,

Pede deferimento.

Recife, 03 de abril de 2019.

GABRIEL JOSÉ DE BRITO LEITE NUNES

OAB/PE 29.096-D
Processo:
Cálculo: 65

PLANILHA DE CÁLCULO
Reclamante: RONALDO FERNANDES RAMOS
Reclamado: ELFE OPERAÇÕES E MANUTENÇÃO S.A.
Período do Cálculo: 01/04/2018 a 03/01/2019 Data Ajuizamento: 01/04/2019 Data Liquidação: 01/04/2019

Resumo do Cálculo
Descrição do Bruto Devido ao Reclamante Valor Corrigido Juros Total
ADICIONAL NOTURNO 20% 541,02 0,00 541,02
13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% 53,02 0,00 53,02
FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% 54,10 0,00 54,10
REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% 88,04 0,00 88,04
DIFERENÇA SALARIAL 91,80 0,00 91,80
13º SALÁRIO SOBRE DIFERENÇA SALARIAL 10,85 0,00 10,85
FÉRIAS + 1/3 SOBRE DIFERENÇA SALARIAL 14,47 0,00 14,47
DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO 1.813,76 0,00 1.813,76
13º SALÁRIO SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO 151,15 0,00 151,15
FÉRIAS +1/3 SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO 181,38 0,00 181,38
HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% 2.601,20 0,00 2.601,20
13º SALÁRIO SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% 226,17 0,00 226,17
FÉRIAS + 1/3 SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% 260,11 0,00 260,11
REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% 355,59 0,00 355,59
INTERVALO INTRAJORNADA 991,70 0,00 991,70
13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA 82,05 0,00 82,05
FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA 99,17 0,00 99,17
REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA 213,17 0,00 213,17
FGTS 8% 1.261,67 0,00 1.261,67
MULTA SOBRE FGTS 40% 504,67 0,00 504,67
Total 9.595,09 0,00 9.595,09
Percentual de Parcelas Remuneratórias e Tributáveis: 75,24%

Descrição de Créditos e Descontos do Reclamante Valor Descrição de Débitos do Reclamado por Credor Valor
VERBAS 7.828,75 LÍQUIDO DEVIDO AO RECLAMANTE 6.858,25
FGTS 1.766,34 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE SALÁRIOS DEVIDOS 2.550,36
Bruto Devido ao Reclamante 9.595,09 HONORÁRIOS LÍQUIDOS PARA GABRIEL JOSÉ DE BRITO LEITE NUNES 3.838,04

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 1 de 23


Descrição de Créditos e Descontos do Reclamante Valor Descrição de Débitos do Reclamado por Credor Valor
DEDUÇÃO DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (817,82) IRPF SOBRE HONORÁRIOS PARA GABRIEL JOSÉ DE BRITO LEITE NUNES 0,00
HONORÁRIOS CONTRATUAIS (1.919,02) IRPF DEVIDO PELO RECLAMANTE 0,00
IRPF DEVIDO PELO RECLAMANTE 0,00 Subtotal 13.246,65
Total de Descontos (2.736,84) CUSTAS JUDICIAIS DEVIDAS PELO RECLAMADO 264,93
Líquido Devido ao Reclamante 6.858,25 Total Devido pelo Reclamado 13.511,58

Critério de Cálculo e Fundamentação Legal

1. Valores corrigidos pelo índice 'TR', acumulado a partir do mês subsequente ao vencimento, conforme súmula nº 381 do TST.
2. Contribuições sociais sobre 'salários devidos' com acréscimos legais a partir do dia 2 do mês subsequente ao da 'liquidação da sentença (01/04/2019)', conforme Art.276, caput
do Decreto nº 3.048/99.
3. Imposto de renda apurado através da 'tabela progressiva acumulada', vigente no mês da liquidação, para ocorrências relativas a anos anteriores ao ano da liquidação (Art. 12-
A da Lei nº 7.713/1988) e através da 'tabela progressiva mensal', vigente no mês da liquidação, para ocorrências relativas ao ano da liquidação (Art. 12 da Lei nº 7.713/1988).
4. Juros simples de 1% a.m., pro rata dia (Art. 39 da Lei nº 8177/91).
5. Juros de mora sobre verbas apurados após a dedução da contribuição social devida pelo reclamante.

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Processo:
Cálculo: 65

PLANILHA DE CÁLCULO
Reclamante: RONALDO FERNANDES RAMOS
Reclamado: ELFE OPERAÇÕES E MANUTENÇÃO S.A.
Período do Cálculo: 01/04/2018 a 03/01/2019 Data Ajuizamento: 01/04/2019 Data Liquidação: 01/04/2019

Dados do Cálculo
Estado: PE Município: RECIFE Admissão: 01/04/2018 Demissão: 03/01/2019
Regime de Trabalho: Tempo Integral Aplicar Prescrição Quinquenal: Não Aplicar Prescrição Trintenária: Não
Maior Remuneração: Última Remuneração: 1.334,93 Limitar Avos ao Período de Cálculo: Não
Prazo de Aviso Prévio: Calculado Projetar Aviso Prévio Indenizado: Não Considerar Feriados Sim
Zerar Valor Negativo (Padrão): Não Considerar Feriados Estaduais: Sim
Carga Horária (Padrão): 220,00 Sábado como Dia Útil: Sim
PONTOS FACULTATIVOS
Nome Abrangência
CORPUS CHRISTI Nacional
SEXTA-FEIRA SANTA Nacional
CARNAVAL Nacional

Cartão de Ponto Diário


OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
01/04/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
02/04/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
03/04/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
04/04/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
05/04/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
06/04/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
07/04/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
08/04/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
09/04/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
10/04/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
11/04/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
12/04/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
13/04/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00

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OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
14/04/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
15/04/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
16/04/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
17/04/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
18/04/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
19/04/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
20/04/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
21/04/2018 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
22/04/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
23/04/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
24/04/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
25/04/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
26/04/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
27/04/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
28/04/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
29/04/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
30/04/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
01/05/2018 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
02/05/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
03/05/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
04/05/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
05/05/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
06/05/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
07/05/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
08/05/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
09/05/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
10/05/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
11/05/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
12/05/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
13/05/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
14/05/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
15/05/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
16/05/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
17/05/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
18/05/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
19/05/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
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OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
20/05/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
21/05/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
22/05/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
23/05/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
24/05/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
25/05/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
26/05/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
27/05/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
28/05/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
29/05/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
30/05/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
31/05/2018 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
01/06/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
02/06/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
03/06/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
04/06/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
05/06/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
06/06/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
07/06/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
08/06/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
09/06/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
10/06/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
11/06/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
12/06/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
13/06/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
14/06/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
15/06/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
16/06/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
17/06/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
18/06/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
19/06/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
20/06/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
21/06/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
22/06/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
23/06/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
24/06/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 5 de 23
OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
25/06/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
26/06/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
27/06/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
28/06/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
29/06/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
30/06/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
01/07/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
02/07/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
03/07/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
04/07/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
05/07/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
06/07/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
07/07/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
08/07/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
09/07/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
10/07/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
11/07/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
12/07/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
13/07/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
14/07/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
15/07/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
16/07/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
17/07/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
18/07/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
19/07/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
20/07/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
21/07/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
22/07/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
23/07/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
24/07/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
25/07/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
26/07/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
27/07/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
28/07/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
29/07/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
30/07/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 6 de 23
OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
31/07/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
01/08/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
02/08/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
03/08/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
04/08/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
05/08/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
06/08/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
07/08/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
08/08/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
09/08/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
10/08/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
11/08/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
12/08/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
13/08/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
14/08/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
15/08/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
16/08/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
17/08/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
18/08/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
19/08/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
20/08/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
21/08/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
22/08/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
23/08/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
24/08/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
25/08/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
26/08/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
27/08/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
28/08/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
29/08/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
30/08/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
31/08/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
01/09/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
02/09/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
03/09/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
04/09/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 7 de 23
OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
05/09/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
06/09/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
07/09/2018 Feriado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
08/09/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
09/09/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
10/09/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
11/09/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
12/09/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
13/09/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
14/09/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
15/09/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
16/09/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
17/09/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
18/09/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
19/09/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
20/09/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
21/09/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
22/09/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
23/09/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
24/09/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
25/09/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
26/09/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
27/09/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
28/09/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
29/09/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
30/09/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
01/10/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
02/10/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
03/10/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
04/10/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
05/10/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
06/10/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
07/10/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
08/10/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
09/10/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
10/10/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
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OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
11/10/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
12/10/2018 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
13/10/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
14/10/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
15/10/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
16/10/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
17/10/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
18/10/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
19/10/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
20/10/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
21/10/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
22/10/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
23/10/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
24/10/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
25/10/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
26/10/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
27/10/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
28/10/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
29/10/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
30/10/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
31/10/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
01/11/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
02/11/2018 Feriado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
03/11/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
04/11/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
05/11/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
06/11/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
07/11/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
08/11/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
09/11/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
10/11/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
11/11/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
12/11/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
13/11/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
14/11/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
15/11/2018 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
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OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
16/11/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
17/11/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
18/11/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
19/11/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
20/11/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
21/11/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
22/11/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
23/11/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
24/11/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
25/11/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
26/11/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
27/11/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
28/11/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
29/11/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
30/11/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
01/12/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
02/12/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
03/12/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
04/12/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
05/12/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
06/12/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
07/12/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
08/12/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
09/12/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
10/12/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
11/12/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
12/12/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
13/12/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
14/12/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
15/12/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
16/12/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
17/12/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
18/12/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
19/12/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
20/12/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
21/12/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 10 de 23
OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO
Primeiras Horas Extras
Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Intrajornadas
em Separado
22/12/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
23/12/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
24/12/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
25/12/2018 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00 1,00
26/12/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
27/12/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
28/12/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
29/12/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
30/12/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
31/12/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
01/01/2019 Feriado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
02/01/2019 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 1,29 4,00 1,00
03/01/2019 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cartão de Ponto Mensal


OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO MENSAL
Feriados e
Primeiras Horas Repousos Feriados
MÊS/ANO Horas Trabalhadas Horas Noturnas Horas Extras Horas Intrajornadas Repousos Dias Trabalhados
Extras em Separado Trabalhados Trabalhados
Trabalhados
04/2018 199,35 154,35 44,00 67,35 15,00 3,00 1,00 4,00 15,00
05/2018 212,64 164,64 48,00 68,64 16,00 2,00 2,00 4,00 16,00
06/2018 199,35 154,35 52,00 43,35 15,00 2,00 0,00 2,00 15,00
07/2018 199,35 154,35 52,00 43,35 15,00 2,00 0,00 2,00 15,00
08/2018 212,64 164,64 56,00 44,64 16,00 2,00 0,00 2,00 16,00
09/2018 199,35 154,35 48,00 55,35 15,00 3,00 0,00 3,00 15,00
10/2018 199,35 154,35 48,00 55,35 15,00 2,00 1,00 3,00 15,00
11/2018 199,35 154,35 48,00 55,35 15,00 2,00 1,00 3,00 15,00
12/2018 212,64 164,64 52,00 56,64 16,00 2,00 1,00 3,00 16,00
01/2019 13,29 10,29 4,00 1,29 1,00 0,00 0,00 0,00 1,00

Histórico Salarial
OCORRÊNCIAS DO HISTÓRICO SALARIAL
MÊS/ANO PISO PORTEIRO SALÁRIO BASE ÚLTIMA REMUNERAÇÃO
04/2018 1.046,40 1.027,80 1.334,93
05/2018 1.046,40 1.027,80 1.334,93
06/2018 1.046,40 1.027,80 1.334,93
07/2018 1.046,40 1.027,80 1.334,93

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 11 de 23


OCORRÊNCIAS DO HISTÓRICO SALARIAL
MÊS/ANO PISO PORTEIRO SALÁRIO BASE ÚLTIMA REMUNERAÇÃO
08/2018 1.046,40 1.027,80 1.334,93
09/2018 1.046,40 1.046,80 1.334,93
10/2018 1.046,40 1.046,80 1.334,93
11/2018 1.046,40 1.046,80 1.334,93
12/2018 1.046,40 1.046,40 1.334,93
01/2019 1.046,40 1.046,40 1.334,93

Demonstrativo de Verbas
Nome: ADICIONAL NOTURNO 20%
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((PISO PORTEIRO) / CARGA HORÁRIA) X 0,20000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,3500 Não 146,83 0,00 146,83 1,000000000 146,83
01 a 31/05/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 164,6400 Não 156,62 0,00 156,62 1,000000000 156,62
01 a 30/06/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,3500 Não 146,83 0,00 146,83 1,000000000 146,83
01 a 31/07/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,3500 Não 146,83 117,45 29,38 1,000000000 29,38
01 a 31/08/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 164,6400 Não 156,62 117,45 39,17 1,000000000 39,17
01 a 30/09/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,3500 Não 146,83 125,28 21,55 1,000000000 21,55
01 a 31/10/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,3500 Não 146,83 117,45 29,38 1,000000000 29,38
01 a 30/11/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,3500 Não 146,83 117,45 29,38 1,000000000 29,38
01 a 31/12/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 164,6400 Não 156,62 119,58 37,04 1,000000000 37,04
01 a 03/01/2019 1.046,40 220,0000 0,20000000 10,2900 Não 9,79 104,95 (95,16) 1,000000000 (95,16)
Total 541,02

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20%


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((ADICIONAL NOTURNO 20%) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
20 a 20/12/2018 70,69 12,0000 1,00000000 9,0000 Não 53,02 0,00 53,02 1,000000000 53,02
03 a 03/01/2019 0,00 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,000000000 0,00
Total 53,02

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 12 de 23


Nome: FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20%
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((ADICIONAL NOTURNO 20%) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
03 a 03/01/2019 54,10 12,0000 1,33333333 9,0000 Não 54,10 0,00 54,10 1,000000000 54,10
Total 54,10

Nome: REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20%


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((ADICIONAL NOTURNO 20%) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 146,83 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 36,71 0,00 36,71 1,000000000 36,71
01 a 31/05/2018 156,62 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 37,59 0,00 37,59 1,000000000 37,59
01 a 30/06/2018 146,83 26,0000 1,00000000 4,0000 Não 22,59 0,00 22,59 1,000000000 22,59
01 a 31/07/2018 29,38 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 5,65 0,00 5,65 1,000000000 5,65
01 a 31/08/2018 39,17 27,0000 1,00000000 4,0000 Não 5,80 0,00 5,80 1,000000000 5,80
01 a 30/09/2018 21,55 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 5,39 0,00 5,39 1,000000000 5,39
01 a 31/10/2018 29,38 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 5,65 0,00 5,65 1,000000000 5,65
01 a 30/11/2018 29,38 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 7,35 0,00 7,35 1,000000000 7,35
01 a 31/12/2018 37,04 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 8,89 0,00 8,89 1,000000000 8,89
01 a 03/01/2019 (95,16) 2,0000 1,00000000 1,0000 Não (47,58) 0,00 (47,58) 1,000000000 (47,58)
Total 88,04

Nome: DIFERENÇA SALARIAL


Período: 01/04/2018 a 30/11/2018 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((PISO PORTEIRO) / 1,0000) X 1,00000000) X 1,0000)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.027,80 18,60 1,000000000 18,60
01 a 31/05/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.027,80 18,60 1,000000000 18,60
01 a 30/06/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.027,80 18,60 1,000000000 18,60
01 a 31/07/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.027,80 18,60 1,000000000 18,60
01 a 31/08/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.027,80 18,60 1,000000000 18,60
01 a 30/09/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.046,80 (0,40) 1,000000000 (0,40)

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 13 de 23


((((PISO PORTEIRO) / 1,0000) X 1,00000000) X 1,0000)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 31/10/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.046,80 (0,40) 1,000000000 (0,40)
01 a 30/11/2018 1.046,40 1,0000 1,00000000 1,0000 Não 1.046,40 1.046,80 (0,40) 1,000000000 (0,40)
Total 91,80

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE DIFERENÇA SALARIAL


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((DIFERENÇA SALARIAL) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
20 a 20/12/2018 - - - - - 10,85 0,00 10,85 1,000000000 10,85
03 a 03/01/2019 0,00 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,000000000 0,00
Total 10,85

Nome: FÉRIAS + 1/3 SOBRE DIFERENÇA SALARIAL


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((DIFERENÇA SALARIAL) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
03 a 03/01/2019 - - - - - 14,47 0,00 14,47 1,000000000 14,47
Total 14,47

Nome: DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((PISO PORTEIRO) / 30,0000) X 2,00000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 4,0000 Não 279,04 0,00 279,04 1,000000000 279,04
01 a 31/05/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 4,0000 Não 279,04 0,00 279,04 1,000000000 279,04
01 a 30/06/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 2,0000 Não 139,52 0,00 139,52 1,000000000 139,52
01 a 31/07/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 2,0000 Não 139,52 0,00 139,52 1,000000000 139,52
01 a 31/08/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 2,0000 Não 139,52 0,00 139,52 1,000000000 139,52
01 a 30/09/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 3,0000 Não 209,28 0,00 209,28 1,000000000 209,28
01 a 31/10/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 3,0000 Não 209,28 0,00 209,28 1,000000000 209,28
01 a 30/11/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 3,0000 Não 209,28 0,00 209,28 1,000000000 209,28
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 14 de 23
((((PISO PORTEIRO) / 30,0000) X 2,00000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 31/12/2018 1.046,40 30,0000 2,00000000 3,0000 Não 209,28 0,00 209,28 1,000000000 209,28
01 a 03/01/2019 1.046,40 30,0000 2,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,000000000 0,00
Total 1.813,76

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
20 a 20/12/2018 201,53 12,0000 1,00000000 9,0000 Não 151,15 0,00 151,15 1,000000000 151,15
03 a 03/01/2019 0,00 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,000000000 0,00
Total 151,15

Nome: FÉRIAS +1/3 SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
03 a 03/01/2019 181,38 12,0000 1,33333333 9,0000 Não 181,38 0,00 181,38 1,000000000 181,38
Total 181,38

Nome: HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((PISO PORTEIRO) / CARGA HORÁRIA) X 1,50000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 67,3500 Não 480,51 0,00 480,51 1,000000000 480,51
01 a 31/05/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 68,6400 Não 489,72 0,00 489,72 1,000000000 489,72
01 a 30/06/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 43,3500 Não 309,28 0,00 309,28 1,000000000 309,28
01 a 31/07/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 43,3500 Não 309,28 128,48 180,80 1,000000000 180,80
01 a 31/08/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 44,6400 Não 318,49 128,48 190,01 1,000000000 190,01
01 a 30/09/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 55,3500 Não 394,90 137,28 257,62 1,000000000 257,62
01 a 31/10/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 55,3500 Não 394,90 128,48 266,42 1,000000000 266,42
01 a 30/11/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 55,3500 Não 394,90 128,48 266,42 1,000000000 266,42
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 15 de 23
((((PISO PORTEIRO) / CARGA HORÁRIA) X 1,50000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 31/12/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 56,6400 Não 404,10 130,80 273,30 1,000000000 273,30
01 a 03/01/2019 1.046,40 220,0000 1,50000000 1,2900 Não 9,20 122,08 (112,88) 1,000000000 (112,88)
Total 2.601,20

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
20 a 20/12/2018 301,56 12,0000 1,00000000 9,0000 Não 226,17 0,00 226,17 1,000000000 226,17
03 a 03/01/2019 0,00 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,000000000 0,00
Total 226,17

Nome: FÉRIAS + 1/3 SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
03 a 03/01/2019 260,11 12,0000 1,33333333 9,0000 Não 260,11 0,00 260,11 1,000000000 260,11
Total 260,11

Nome: REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 480,51 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 120,13 0,00 120,13 1,000000000 120,13
01 a 31/05/2018 489,72 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 117,53 0,00 117,53 1,000000000 117,53
01 a 30/06/2018 309,28 26,0000 1,00000000 4,0000 Não 47,58 0,00 47,58 1,000000000 47,58
01 a 31/07/2018 180,80 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 34,77 30,84 3,93 1,000000000 3,93
01 a 31/08/2018 190,01 27,0000 1,00000000 4,0000 Não 28,15 19,03 9,12 1,000000000 9,12
01 a 30/09/2018 257,62 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 64,41 34,26 30,15 1,000000000 30,15
01 a 31/10/2018 266,42 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 51,23 30,84 20,39 1,000000000 20,39
01 a 30/11/2018 266,42 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 66,60 30,84 35,76 1,000000000 35,76
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 16 de 23
((((HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50%) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 31/12/2018 273,30 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 65,59 38,15 27,44 1,000000000 27,44
01 a 03/01/2019 (112,88) 2,0000 1,00000000 1,0000 Não (56,44) 0,00 (56,44) 1,000000000 (56,44)
Total 355,59

Nome: INTERVALO INTRAJORNADA


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((PISO PORTEIRO) / CARGA HORÁRIA) X 1,50000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,000000000 107,02
01 a 31/05/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 16,0000 Não 114,15 0,00 114,15 1,000000000 114,15
01 a 30/06/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,000000000 107,02
01 a 31/07/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,000000000 107,02
01 a 31/08/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 16,0000 Não 114,15 0,00 114,15 1,000000000 114,15
01 a 30/09/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,000000000 107,02
01 a 31/10/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,000000000 107,02
01 a 30/11/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,000000000 107,02
01 a 31/12/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 16,0000 Não 114,15 0,00 114,15 1,000000000 114,15
01 a 03/01/2019 1.046,40 220,0000 1,50000000 1,0000 Não 7,13 0,00 7,13 1,000000000 7,13
Total 991,70

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((INTERVALO INTRAJORNADA) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
20 a 20/12/2018 109,40 12,0000 1,00000000 9,0000 Não 82,05 0,00 82,05 1,000000000 82,05
03 a 03/01/2019 7,13 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,000000000 0,00
Total 82,05

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 17 de 23


Nome: FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((INTERVALO INTRAJORNADA) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
03 a 03/01/2019 99,17 12,0000 1,33333333 9,0000 Não 99,17 0,00 99,17 1,000000000 99,17
Total 99,17

Nome: REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((INTERVALO INTRAJORNADA) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)
Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção Valor Corrigido
01 a 30/04/2018 107,02 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 26,76 0,00 26,76 1,000000000 26,76
01 a 31/05/2018 114,15 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 27,40 0,00 27,40 1,000000000 27,40
01 a 30/06/2018 107,02 26,0000 1,00000000 4,0000 Não 16,46 0,00 16,46 1,000000000 16,46
01 a 31/07/2018 107,02 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 20,58 0,00 20,58 1,000000000 20,58
01 a 31/08/2018 114,15 27,0000 1,00000000 4,0000 Não 16,91 0,00 16,91 1,000000000 16,91
01 a 30/09/2018 107,02 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 26,76 0,00 26,76 1,000000000 26,76
01 a 31/10/2018 107,02 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 20,58 0,00 20,58 1,000000000 20,58
01 a 30/11/2018 107,02 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 26,76 0,00 26,76 1,000000000 26,76
01 a 31/12/2018 114,15 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 27,40 0,00 27,40 1,000000000 27,40
01 a 03/01/2019 7,13 2,0000 1,00000000 1,0000 Não 3,56 0,00 3,56 1,000000000 3,56
Total 213,17

Demonstrativo de Juros sobre Verbas


Nome: JUROS SOBRE VERBAS
Ocorrência Data Inicial Total de Verbas Contribuição Social Previdência Privada Capital Taxa Juros
04/2018 01/04/2019 1.215,60 133,72 0,00 1.081,88 0,00 % 0,00
05/2018 01/04/2019 1.240,65 136,47 0,00 1.104,18 0,00 % 0,00
06/2018 01/04/2019 807,88 88,87 0,00 719,01 0,00 % 0,00
07/2018 01/04/2019 505,48 55,60 0,00 449,88 0,00 % 0,00
08/2018 01/04/2019 533,28 58,66 0,00 474,62 0,00 % 0,00
09/2018 01/04/2019 657,37 72,35 0,00 585,02 0,00 % 0,00
10/2018 01/04/2019 658,32 72,46 0,00 585,86 0,00 % 0,00
11/2018 01/04/2019 681,57 75,02 0,00 606,55 0,00 % 0,00

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 18 de 23


Nome: JUROS SOBRE VERBAS
Ocorrência Data Inicial Total de Verbas Contribuição Social Previdência Privada Capital Taxa Juros
12/2018 01/04/2019 1.220,74 123,81 0,00 1.096,93 0,00 % 0,00
01/2019 01/04/2019 307,86 0,86 0,00 307,00 0,00 % 0,00
Total 0,00

Demonstrativo de FGTS
Nome: FGTS 8%
Período: 04/2018 a 01/2019
Comentário: PAGAR AO RECLAMANTE
(PISO PORTEIRO + ADICIONAL NOTURNO 20% + DIFERENÇA SALARIAL + DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + INTERVALO INTRAJORNADA) X 8%
Ocorrência Base Alíquota Devido Recolhido Diferença Índice Correção Valor Corrigido Juros Total
04/2018 2.078,40 8% 166,27 0,00 166,27 1,000000000 166,27 0,00 166,27
05/2018 2.104,53 8% 168,36 0,00 168,36 1,000000000 168,36 0,00 168,36
06/2018 1.767,65 8% 141,41 0,00 141,41 1,000000000 141,41 0,00 141,41
07/2018 1.521,72 8% 121,74 0,00 121,74 1,000000000 121,74 0,00 121,74
08/2018 1.547,85 8% 123,83 0,00 123,83 1,000000000 123,83 0,00 123,83
09/2018 1.641,87 8% 131,35 0,00 131,35 1,000000000 131,35 0,00 131,35
10/2018 1.658,50 8% 132,68 0,00 132,68 1,000000000 132,68 0,00 132,68
11/2018 1.658,50 8% 132,68 0,00 132,68 1,000000000 132,68 0,00 132,68
12/2018 1.680,17 8% 134,41 0,00 134,41 1,000000000 134,41 0,00 134,41
01/2019 111,77 8% 8,94 0,00 8,94 1,000000000 8,94 0,00 8,94
Total 1.261,67 0,00 1.261,67

Nome: MULTA DE 40% SOBRE FGTS (DIFERENÇA)


Comentário: PAGAR AO RECLAMANTE
(FGTS (Diferença) x 40%)
Data Ocorrência Base Percentual Devido Índice Correção Valor Corrigido Juros Total
03/01/2019 1.261,67 40% 504,67 1,000000000 504,67 0,00 504,67

Demonstrativo de Contribuição Social


Contribuição Social sobre Salários Devidos - Período 01/04/2018 a 03/01/2019

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 19 de 23


Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SEGURADO (DESCONTAR DO PRINCIPAL)
Base(s) para Salário Pago: PISO PORTEIRO + ÚLTIMA REMUNERAÇÃO
Base(s) para Salário Devido: 13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + 13º SALÁRIO SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + 13º SALÁRIO SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + 13º SALÁRIO
SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + 13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + ADICIONAL NOTURNO 20% + DIFERENÇA SALARIAL + DOMINGOS E
FERIADOS EM DOBRO + FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + FÉRIAS + 1/3 SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H
DIÁRIA 50% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + FÉRIAS +1/3 SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% +
INTERVALO INTRAJORNADA + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE
HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA
Teto Segurado Contribuição Social Salário de Devido Segurado
Ocorrência Salário Pago (A) Alíquota (B) Salário Devido (E) Alíquota (F) Índice correção Valor corrigido
(C) Salário Pago (D) Contribuição (G)
04/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 1.215,60 3.596,93 11,00 % 133,72 1,000000000 133,72
05/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 1.240,65 3.621,98 11,00 % 136,47 1,000000000 136,47
06/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 807,88 3.189,21 11,00 % 88,87 1,000000000 88,87
07/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 505,48 2.886,81 11,00 % 55,60 1,000000000 55,60
08/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 533,28 2.914,61 11,00 % 58,66 1,000000000 58,66
09/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 657,77 3.039,10 11,00 % 72,35 1,000000000 72,35
10/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 658,72 3.040,05 11,00 % 72,46 1,000000000 72,46
11/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 681,97 3.063,30 11,00 % 75,02 1,000000000 75,02
12/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 697,50 3.078,83 11,00 % 76,72 1,000000000 76,72
12/2018 1.786,00 9,00 % 621,04 160,74 523,24 2.309,24 9,00 % 47,09 1,000000000 47,09
01/2019 238,13 8,00 % 642,34 19,05 10,69 248,82 8,00 % 0,86 1,000000000 0,86
01/2019 0,00 8,00 % 642,34 0,00 0,00 0,00 8,00 % 0,00 1,000000000 0,00
Observação: D = A x B limitado a C e G = menor valor entre (C - D) e (E x F) Total 817,82

Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SEGURADO (RECOLHER À PREVIDÊNCIA)


Base(s) para Salário Pago: PISO PORTEIRO + ÚLTIMA REMUNERAÇÃO
Base(s) para Salário Devido: 13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + 13º SALÁRIO SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + 13º SALÁRIO SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + 13º SALÁRIO
SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + 13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + ADICIONAL NOTURNO 20% + DIFERENÇA SALARIAL + DOMINGOS E
FERIADOS EM DOBRO + FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + FÉRIAS + 1/3 SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H
DIÁRIA 50% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + FÉRIAS +1/3 SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% +
INTERVALO INTRAJORNADA + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE
HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA
Salário Pago Teto Segurado Cont. Social Salário Devido Salário de Devido Valor
Ocorrência Alíquota (B) Alíquota (F) Índice correção Juros Multa Total
(A) (C) Sal. Pago (D) (E) Contribuição Segurado (G) corrigido
04/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 1.215,60 3.596,93 11,00 % 133,72 1,000000000 133,72 0,00 0,00 133,72
05/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 1.240,65 3.621,98 11,00 % 136,47 1,000000000 136,47 0,00 0,00 136,47
06/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 807,88 3.189,21 11,00 % 88,87 1,000000000 88,87 0,00 0,00 88,87
07/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 505,48 2.886,81 11,00 % 55,60 1,000000000 55,60 0,00 0,00 55,60
08/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 533,28 2.914,61 11,00 % 58,66 1,000000000 58,66 0,00 0,00 58,66
09/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 657,77 3.039,10 11,00 % 72,35 1,000000000 72,35 0,00 0,00 72,35
10/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 658,72 3.040,05 11,00 % 72,46 1,000000000 72,46 0,00 0,00 72,46
Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 20 de 23
Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SEGURADO (RECOLHER À PREVIDÊNCIA)
Base(s) para Salário Pago: PISO PORTEIRO + ÚLTIMA REMUNERAÇÃO
Base(s) para Salário Devido: 13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + 13º SALÁRIO SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + 13º SALÁRIO SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + 13º SALÁRIO
SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + 13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + ADICIONAL NOTURNO 20% + DIFERENÇA SALARIAL + DOMINGOS E
FERIADOS EM DOBRO + FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + FÉRIAS + 1/3 SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H
DIÁRIA 50% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + FÉRIAS +1/3 SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% +
INTERVALO INTRAJORNADA + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE
HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA
Salário Pago Teto Segurado Cont. Social Salário Devido Salário de Devido Valor
Ocorrência Alíquota (B) Alíquota (F) Índice correção Juros Multa Total
(A) (C) Sal. Pago (D) (E) Contribuição Segurado (G) corrigido
11/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 681,97 3.063,30 11,00 % 75,02 1,000000000 75,02 0,00 0,00 75,02
12/2018 2.381,33 9,00 % 621,04 214,32 697,50 3.078,83 11,00 % 76,72 1,000000000 76,72 0,00 0,00 76,72
12/2018 1.786,00 9,00 % 621,04 160,74 523,24 2.309,24 9,00 % 47,09 1,000000000 47,09 0,00 0,00 47,09
01/2019 238,13 8,00 % 642,34 19,05 10,69 248,82 8,00 % 0,86 1,000000000 0,86 0,00 0,00 0,86
01/2019 0,00 8,00 % 642,34 0,00 0,00 0,00 8,00 % 0,00 1,000000000 0,00 0,00 0,00 0,00
Observação: D = A x B limitado a C e G = menor valor entre (C - D) e (E x F) Total 817,82 0,00 0,00 817,82

Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL EMPRESA


Base(s) para Salário Devido: 13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + 13º SALÁRIO SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + 13º SALÁRIO SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + 13º SALÁRIO
SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + 13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + ADICIONAL NOTURNO 20% + DIFERENÇA SALARIAL + DOMINGOS E
FERIADOS EM DOBRO + FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + FÉRIAS + 1/3 SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H
DIÁRIA 50% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + FÉRIAS +1/3 SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% +
INTERVALO INTRAJORNADA + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE
HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA
Ocorrência Salário Devido (A) Alíquota (B) Devido Empresa (C) Índice correção Valor corrigido Juros Multa Total
04/2018 1.215,60 20,00 % 243,12 1,000000000 243,12 0,00 0,00 243,12
05/2018 1.240,65 20,00 % 248,13 1,000000000 248,13 0,00 0,00 248,13
06/2018 807,88 20,00 % 161,58 1,000000000 161,58 0,00 0,00 161,58
07/2018 505,48 20,00 % 101,10 1,000000000 101,10 0,00 0,00 101,10
08/2018 533,28 20,00 % 106,66 1,000000000 106,66 0,00 0,00 106,66
09/2018 657,77 20,00 % 131,55 1,000000000 131,55 0,00 0,00 131,55
10/2018 658,72 20,00 % 131,74 1,000000000 131,74 0,00 0,00 131,74
11/2018 681,97 20,00 % 136,39 1,000000000 136,39 0,00 0,00 136,39
12/2018 697,50 20,00 % 139,50 1,000000000 139,50 0,00 0,00 139,50
12/2018 523,24 20,00 % 104,65 1,000000000 104,65 0,00 0,00 104,65
01/2019 10,69 20,00 % 2,14 1,000000000 2,14 0,00 0,00 2,14
01/2019 0,00 20,00 % 0,00 1,000000000 0,00 0,00 0,00 0,00
Observação: C=AxB Total 1.506,56 0,00 0,00 1.506,56

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 21 de 23


Nome: SEGURO DE ACIDENTE DO TRABALHO (SAT)
Base(s) para Salário Devido: 13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + 13º SALÁRIO SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + 13º SALÁRIO SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + 13º SALÁRIO
SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + 13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + ADICIONAL NOTURNO 20% + DIFERENÇA SALARIAL + DOMINGOS E
FERIADOS EM DOBRO + FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE DIFERENÇA SALARIAL + FÉRIAS + 1/3 SOBRE HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H
DIÁRIA 50% + FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA + FÉRIAS +1/3 SOBRE DOMINGOS E FERIADOS EM DOBRO + HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% +
INTERVALO INTRAJORNADA + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE
HORAS EXTRAS APÓS A 13ª H DIÁRIA 50% + REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA
Ocorrência Salário Devido (A) Alíquota (B) Devido SAT (C) Índice correção Valor corrigido Juros Multa Total
04/2018 1.215,60 3,00 % 36,47 1,000000000 36,47 0,00 0,00 36,47
05/2018 1.240,65 3,00 % 37,22 1,000000000 37,22 0,00 0,00 37,22
06/2018 807,88 3,00 % 24,24 1,000000000 24,24 0,00 0,00 24,24
07/2018 505,48 3,00 % 15,16 1,000000000 15,16 0,00 0,00 15,16
08/2018 533,28 3,00 % 16,00 1,000000000 16,00 0,00 0,00 16,00
09/2018 657,77 3,00 % 19,73 1,000000000 19,73 0,00 0,00 19,73
10/2018 658,72 3,00 % 19,76 1,000000000 19,76 0,00 0,00 19,76
11/2018 681,97 3,00 % 20,46 1,000000000 20,46 0,00 0,00 20,46
12/2018 697,50 3,00 % 20,92 1,000000000 20,92 0,00 0,00 20,92
12/2018 523,24 3,00 % 15,70 1,000000000 15,70 0,00 0,00 15,70
01/2019 10,69 3,00 % 0,32 1,000000000 0,32 0,00 0,00 0,32
01/2019 0,00 3,00 % 0,00 1,000000000 0,00 0,00 0,00 0,00
Observação: C=AxB Total 225,98 0,00 0,00 225,98

Demonstrativo de Honorários
Nome: HONORÁRIOS DEVIDOS PELO RECLAMANTE
Valores Calculados C=(A x B)
Composição de Base: (Bruto) x 20,00%
Ocorrência Descrição Credor Base (A) Alíquota (B) Valor (C)
01/04/2019 HONORÁRIOS CONTRATUAIS GABRIEL JOSÉ DE BRITO LEITE NUNES 9.595,09 20,00 % 1.919,02
Total 1.919,02

Nome: HONORÁRIOS DEVIDOS PELO RECLAMADO


Valores Calculados C=(A x B)
Composição de Base: (Bruto) x 20,00%
Ocorrência Descrição Credor Base (A) Alíquota (B) Valor (C)
01/04/2019 HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA GABRIEL JOSÉ DE BRITO LEITE NUNES 9.595,09 20,00 % 1.919,02
Total 1.919,02

Demonstrativo de Imposto de Renda

Cálculo liquidado por offline em 03/04/2019 às 09:50:22. Pág. 22 de 23


Rendimentos Recebidos Acumuladamente Relativos a Anos-Calendário Anteriores ao do Recebimento - 01/04/2018 a 31/12/2018
Nome: TRIBUTAÇÃO EXCLUSIVA
Quant. de Contribuição Previdência Pensão Aposentado
Verbas Juros Honorários Dependentes Base Faixa Alíquota Dedução Devido
Meses Social Privada Alimentícia > 65 anos

0,00 à
7.520,89 - 10 816,96 0,00 0,00 1.504,18 - - 5.199,75 0,00 % 0,00 0,00
19.039,80

Rendimentos Recebidos Acumuladamente Relativos ao Ano-Calendário do Recebimento - 01/01/2019 a 03/01/2019


Nome: TRIBUTAÇÃO NORMAL
Contribuição Previdência Pensão Aposentado >
Verbas Juros Honorários Dependentes Base Faixa Alíquota Dedução Devido
Social Privada Alimentícia 65 anos

(301,37) - 0,86 0,00 0,00 (60,27) - - 0,00 0,00 à 1.903,98 0,00 % 0,00 0,00

Total Devido 0,00

Demonstrativo de Custas Judiciais


Custas pelo Reclamado

Nome: CUSTAS DE CONHECIMENTO E = [(A x B) submetido a C e D]


Composição de Base: Bruto Devido ao Reclamante + Outros Débitos do Reclamado
Ocorrência Base (A) Taxa (B) Piso (C) Teto (D) Total (E)
01/04/2019 13.246,65 2,00 % 10,64 23.357,80 264,93

DIFERENÇA DE CUSTAS DO RECLAMADO


Ocorrência Devido Recolhido Diferença
01/04/2019 264,93 0,00 264,93

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Mediador - Extrato Convenção Coletiva http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/Resumo/ResumoVisualizar?...

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2018/2018

NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PE000205/2018


DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/03/2018
NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR008933/2018
NÚMERO DO PROCESSO: 46213.003729/2018-71
DATA DO PROTOCOLO: 09/03/2018

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE MAO DE OBRA, ADM. DE IMOV., COND. DE EDIF.,RESID. E COM. DO EST. DE PERNAMBUCO, CNPJ n. 04.072.540/0001-31, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). ARTUR
FERNANDES ALVES DE LIMA;

SIND DOS EMP EM EMP PREST DE SERV, ASSEIO E CONSERVACAO NOS MUNICIPIOS DE JABOATAO, CABO DE SANTO AGOSTINHO, IPOJUCA E MORENO/PE - SINDPREST, CNPJ n. 05.140.881/0001-60, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a).
JEFFERSON SOARES DOS SANTOS;

SINDICATO INTER. EMPREG. EM EMP. ASSEIO E CONSERV. LIMPEZA URBANA, LOC.MAO DE OBRA, ADM. IMOVEIS, CONDOMINIOS DE EDIF.RES.COM.DA REG.S..EST.PERNAMBUCO, CNPJ n. 13.936.184/0001-48, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a).
JOAO SOARES GUIMARAES;

SIND EMP DE ASSEIO E CONSERVACAO ESTADO DE PERNAMBUCO, CNPJ n. 24.163.511/0001-92, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). AGOSTINHO ROCHA GOMES;

celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE

As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2018 e a data-base da categoria em 01º de janeiro.

CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) dos empregados em empresas de terceirização de serviços, asseio e conservação , com abrangência territorial em Abreu E Lima/PE, Afogados Da Ingazeira/PE, Afrânio/PE, Agrestina/PE, Água
Preta/PE, Águas Belas/PE, Alagoinha/PE, Aliança/PE, Altinho/PE, Amaraji/PE, Angelim/PE, Araçoiaba/PE, Araripina/PE, Arcoverde/PE, Barra De Guabiraba/PE, Barreiros/PE, Belém De Maria/PE, Belém Do São Francisco/PE, Belo Jardim/PE, Betânia/PE,
Bezerros/PE, Bodocó/PE, Bom Conselho/PE, Bom Jardim/PE, Bonito/PE, Brejão/PE, Brejinho/PE, Brejo Da Madre De Deus/PE, Buenos Aires/PE, Buíque/PE, Cabo De Santo Agostinho/PE, Cabrobó/PE, Cachoeirinha/PE, Caetés/PE, Calçado/PE, Calumbi/PE,
Camaragibe/PE, Camocim De São Félix/PE, Camutanga/PE, Canhotinho/PE, Capoeiras/PE, Carnaíba/PE, Carnaubeira Da Penha/PE, Carpina/PE, Caruaru/PE, Casinhas/PE, Catende/PE, Cedro/PE, Chã De Alegria/PE, Chã Grande/PE, Condado/PE, Correntes/PE,
Cortês/PE, Cumaru/PE, Cupira/PE, Custódia/PE, Dormentes/PE, Escada/PE, Exu/PE, Feira Nova/PE, Fernando De Noronha/PE, Ferreiros/PE, Flores/PE, Floresta/PE, Frei Miguelinho/PE, Gameleira/PE, Garanhuns/PE, Glória Do Goitá/PE, Goiana/PE, Granito/PE,
Gravatá/PE, Iati/PE, Ibimirim/PE, Ibirajuba/PE, Igarassu/PE, Iguaracy/PE, Ilha De Itamaracá/PE, Inajá/PE, Ingazeira/PE, Ipojuca/PE, Ipubi/PE, Itacuruba/PE, Itaíba/PE, Itambé/PE, Itapetim/PE, Itapissuma/PE, Itaquitinga/PE, Jaboatão Dos Guararapes/PE, Jaqueira/PE,
Jataúba/PE, Jatobá/PE, João Alfredo/PE, Joaquim Nabuco/PE, Jucati/PE, Jupi/PE, Jurema/PE, Lagoa De Itaenga/PE, Lagoa Do Carro/PE, Lagoa Do Ouro/PE, Lagoa Dos Gatos/PE, Lagoa Grande/PE, Lajedo/PE, Limoeiro/PE, Macaparana/PE, Machados/PE,
Manari/PE, Maraial/PE, Mirandiba/PE, Moreilândia/PE, Moreno/PE, Nazaré Da Mata/PE, Olinda/PE, Orobó/PE, Orocó/PE, Ouricuri/PE, Palmares/PE, Palmeirina/PE, Panelas/PE, Paranatama/PE, Parnamirim/PE, Passira/PE, Paudalho/PE, Paulista/PE, Pedra/PE,
Pesqueira/PE, Petrolândia/PE, Petrolina/PE, Poção/PE, Pombos/PE, Primavera/PE, Quipapá/PE, Quixaba/PE, Recife/PE, Riacho Das Almas/PE, Ribeirão/PE, Rio Formoso/PE, Sairé/PE, Salgadinho/PE, Salgueiro/PE, Saloá/PE, Sanharó/PE, Santa Cruz Da Baixa
Verde/PE, Santa Cruz Do Capibaribe/PE, Santa Cruz/PE, Santa Filomena/PE, Santa Maria Da Boa Vista/PE, Santa Maria Do Cambucá/PE, Santa Terezinha/PE, São Benedito Do Sul/PE, São Bento Do Una/PE, São Caitano/PE, São João/PE, São Joaquim Do
Monte/PE, São José Da Coroa Grande/PE, São José Do Belmonte/PE, São José Do Egito/PE, São Lourenço Da Mata/PE, São Vicente Ferrer/PE, Serra Talhada/PE, Serrita/PE, Sertânia/PE, Sirinhaém/PE, Solidão/PE, Surubim/PE, Tabira/PE, Tacaimbó/PE,
Tacaratu/PE, Tamandaré/PE, Taquaritinga Do Norte/PE, Terezinha/PE, Terra Nova/PE, Timbaúba/PE, Toritama/PE, Tracunhaém/PE, Trindade/PE, Triunfo/PE, Tupanatinga/PE, Tuparetama/PE, Venturosa/PE, Verdejante/PE, Vertente Do Lério/PE, Vertentes/PE,
Vicência/PE, Vitória De Santo Antão/PE e Xexéu/PE.

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO


PISO SALARIAL

CLÁUSULA TERCEIRA - DO PISO DA CATEGORIA

Convencionam as partes que a partir de 1° (primeiro) de fevereiro de 2018, o Piso da Categoria, será de R$ 975,92 (novecentos e setenta e cinco reais e noventa e dois centavos).

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Faram jus ao piso determinado no caput todos os empregados que exercem funções decorrentes de contratos terceirização de serviços, que laboram em empresas enquadradas na representação da categoria
econômica.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O piso salarial diferenciado para os empregados que exercem as funções de Porteiro e Recepcionista, a partir de 1º de fevereiro de 2018, será de 1.046,40 (um mil e quarenta e seis reais e quarenta centavos).

PARÁGRAFO TERCEIRO: Fica certo e acordado que independente da nomenclatura que seja adotada, como por exemplo, as de: auxiliar de portaria, recepcionista, atendente, bilheteiro ou qualquer outra que seja dada, desde que o
empregado exerça suas funções em portaria que objetive o controle de circulação de pessoas e/ou materiais, as empresas se obrigam a pagar o piso salarial dos porteiros.

PARÁGRAFO QUARTO: Fica certo e acordado que as funções do Porteiro/Vigia, além das descritas no parágrafo terceiro, consiste também em observar atentamente a área do posto de serviço, não confundido, contudo, com as atividades
exercidas pelos vigilantes, que são definidas pelo Art. 15, da Lei 7.102/83.

PARÁGRAFO QUINTO: Independente da nomenclatura utilizada integram a representação obreira, todas as funções existentes nas empresas enquadradas na representação patronal, desde que não sejam consideradas como categoria
diferenciada, a exemplo das funções que constam da relação anexa.

REAJUSTES/CORREÇÕES SALARIAIS

CLÁUSULA QUARTA - DOS REAJUSTES SALARIAIS

Fica concedido e/ou garantido aos empregados que percebem os pisos da categoria profissional, um reajuste salarial a partir de 1° (primeiro) de fevereiro de 2018, no percentual de1,81% (um vírgula oitenta e um por cento),aplicados aos
salários praticado no mês de janeiro de 2017.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica concedido e/ou garantido aos empregados que percebem salários superiores ao piso da categoria até o limite de 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), a exceção dos pisos salariais diferenciados, um reajuste
salarial a partir de 1° (primeiro) de fevereiro de 2018, no percentual de 1,81% (um vírgula oitenta e um por cento), aplicado sobre o salário praticado no mês de janeiro de 2017.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica garantido que em caso de modificação da política salarial do Governo ou perdas salariais, as partes convenentes poderão a qualquer tempo, voltarem a negociar objetivando a reposição dessas perdas.

PARÁGRAFO TERCEIRO:Ficam autorizadas as empresas que concederam antecipações salariais, descontarem os percentuais respectivamente concedidos no período de 01 de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2017.

PARÁGRAFO QUARTO: Nos reajustes acima estabelecidos, incluem-se as antecipações, perdas e outras demais correções salariais, decorrentes da legislação oficial e Acordos adotados no período de 1º de janeiro de 2017 a 31 de dezembro
de 2017.

PARÁGRAFO QUINTO: Os empregados que percebem salários iguais ou superiores a R$ 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), terão seus salários reajustados por negociação direta entre eles e os respectivos empregadores, não se aplicando
automaticamente, por conseguinte, os percentuais de reajustes acima concedidos.

PAGAMENTO DE SALÁRIO – FORMAS E PRAZOS

CLÁUSULA QUINTA - DO PAGAMENTO

As empresas fornecerão aos seus empregados comprovantes de pagamento salarial, discriminando títulos pagos e seus respectivos valores, bem como descontos efetuados, podendo tal fornecimento ocorrer de forma eletrônica, através de
site, e-mail e/ou qualquer outro meio de comunicação virtual.

PARÁGRAFO ÚNICO: Ficam autorizadas as empresas a procederem descontos de falta ao serviço e/ou os pagamentos das horas extras realizadas em um mês na folha do mês subsequente.

OUTRAS NORMAS REFERENTES A SALÁRIOS, REAJUSTES, PAGAMENTOS E CRITÉRIOS PARA CÁLCULO

CLÁUSULA SEXTA - DOS DEPÓSITOS BANCÁRIOS

As empresas que efetuam pagamento de verbas salariais por meio de depósito bancário, ficam isentas de colher a assinatura do empregado no respectivo recibo de pagamento, servindo como prova cabal e suficiente o comprovante de
depósito bancário, na conta do empregado, devendo sempre ser fornecida obrigatoriamente a discriminação.

PARÁGRAFO ÚNICO: No caso de pagamento de férias com 13º salário é obrigatória a assinatura do empregado no recibo.

GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS


ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

CLÁUSULA SÉTIMA - DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

Fica assegurado o pagamento do adicional de insalubridade nos percentuais estabelecidos na legislação em vigor, desde que apurada as condições de trabalho, por meio de laudos periciais, que poderão ser emitidos por Peritos contratados
pelo Sindicato Profissional, pela empresa ou pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, sendo apenas devido enquanto perdurarem as condições particulares de trabalho.

CLÁUSULA OITAVA - PERCENTUAL DE INSALUBRIDADE

Considerando as peculiaridades do exercício da função de Maqueiro nos hospitais da rede pública, fica estabelecido que o percentual devido a título de insalubridade a esses profissionais será de 40% (quarenta por cento), percentual esse que
será devido ao trabalhador a partir do efetivo pagamento pela contratante dos serviços.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O percentual de insalubridade estabelecido no caput será devido ao empregado, quando da efetiva concessão deste percentual pelo tomador dos serviços à Empresa contratada.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Em caso de não cumprimento da obrigação prevista no caput pelo contratante dos serviços, as respectivas representações se obrigam a fazer gestões perante os órgãos/entidades licitantes e contratantes no sentido
de atenderem a este dispositivo, inclusive impugnando os atos convocatórios que, porventura, não contemplem essa previsão, bem como tomando todas as medidas necessárias à preservação do respectivo direito.

PARÁGRAFO TERCEIRO: A Empresa se obriga a comunicar aos sindicatos convenentes a situação descrita no parágrafo segundo, bem como que oficiou ao contratante as obrigações descritas no presente, os quais promoverão as medidas
necessárias objetivando o cumprimento da obrigação descrita no caput.

PARÁGRAFO QUARTO – A empresa poderá reduzir o percentual do indicado no caput, sempre que o empregado deixe de exercer essa função, sem que isso seja considerado redução de direito, tendo em vista o Princípio da Preservação do

1 of 6 02/04/2019 13:25
Mediador - Extrato Convenção Coletiva http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/Resumo/ResumoVisualizar?...

Emprego, bem como em razão de que o adicional será apenas enquanto o trabalhador esteja sujeito as condições insalubres.

AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO

CLÁUSULA NONA - DO VALE REFEIÇÃO/ALIMENTAÇÃO

As empresas se obrigam a fornecer vale refeição ou alimentação no valor de R$ 7,08 (sete reais e oito centavos), por dia efetivamente trabalhado, para obreiros lotados em contratos privados e públicos, inclusive os contratos em regime
temporários.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica assegurado o direito aos empregados que, por liberalidade ou exigência contratual, percebem valores superiores ao estabelecido no caput, sem que isso seja considerado violação as regras do PAT.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O valor previsto no caput não integra o salário para qualquer fim de direito, não tendo natureza salarial conforme estabelecido na Lei nº. 6.321/76, que instituiu o Programa de Alimentação ao Trabalhador – PAT.

PARÁGRAFO TERCEIRO: As empresas poderão substituir o beneficio que trata o caput pela concessão de alimentação in natura, fornecida ou na própria empresa ou em estabelecimento conveniado ou pelo próprio tomador de serviço, não
podendo, contudo, esse beneficio ser substituído pelo café da manhã concedido por liberalidade do empregador.

PARÁGRAFO QUARTO: As empresas poderão reduzir o valor do vale refeição ou alimentação para o valor estabelecido no caput, no caso do empregado ser removido do contrato que paga valor superior a esse título, sem tal fato ser
considerado infração as regras do PAT, vez que o objetivo é a manutenção do emprego.

CLÁUSULA DÉCIMA - DO PAT

As empresas inscritas no Programa de Alimentação do Trabalhador e que forneçam alimentação aos seus trabalhadores, descontarão dos mesmos o percentual autorizado a título de participação no citado programa, independentemente do
valor de face estabelecido.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - CESTA BÁSICA

As empresas concederão cesta básica no valor de R$ 100,00 (cem reais) por mês, para obreiros que percebem até o valor correspondente ao piso salarial dos porteiros/recepcionista, lotados em contratos privados e públicos (inclusive os
contratos em regime temporários), que venham a ser firmados. Entretanto, facultativamente, as empresas poderão reduzir o valor para R$ 90,00, a fim de compensar o pagamento dos custos da implantação da cláusula que trata da concessão
do benefício previdenciário.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica assegurado o direito aos empregados lotados em contratos que já recebem esse benefício, quer por liberalidade, exigência contratual e/ou previsão normativa anterior, mesmo que em valores superiores, sem
que isso seja considerado violação as regras do PAT.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O valor previsto no caput não integra o salário para qualquer fim de direito, não tendo natureza salarial conforme estabelecido na Lei nº. 6.321/76, que instituiu o Programa de Alimentação ao Trabalhador – PAT.

PARÁGRAFO TERCEIRO: A cesta básica será devida ao empregado, quando da efetiva concessão deste benefício pelo tomador dos serviços à Empresa contratada.

PARÁGRAFO QUARTO: Em caso de não cumprimento da obrigação prevista no caput pelo contratante dos serviços, as respectivas representações se obrigam a fazer gestões perante os órgãos/entidades licitantes e contratantes no sentido de
atenderem a este dispositivo, inclusive impugnando os atos convocatórios que, porventura, não contemplem essa previsão, bem como tomando todas as medidas necessárias à preservação do respectivo direito.

PARÁGRAFO QUINTO: A Empresa se obriga a comunicar aos sindicatos convenentes a situação descrita no parágrafo terceiro, bem como que oficiou ao contratante as obrigações descritas no presente, os quais promoverão as medidas
necessárias objetivando o cumprimento da obrigação descrita no caput.

PARÁGRAFO SEXTO – A empresa poderá reduzir ou suprimir o valor da cesta básica conforme o caso, sempre que o empregado seja devolvido de contrato que forneça esse título, sem que isso seja considerado redução de direito, tendo em
vista o Princípio da Preservação do Emprego.

AUXÍLIO TRANSPORTE

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - VALE TRANSPORTE

Desde que, solicitado por escrito pelo interessado e satisfeitas as exigências prevista no art.7º do Decreto nº 95.247/87, que regulamenta a Lei nº 7.619/87 e as previstas na Lei nº 7.418/85, as empresas fornecerão vale-transporte a todos os
seus empregados, nos dias efetivamente trabalhados para deslocamentos residência – trabalho e vice-versa.

PARÁGRAFO
PARÁGRAFO PRIMEIRO – Para os empregados beneficiados com vale-transporte, será realizado o desconto de 6% (seis por cento), incidente sobre o salário base do trabalhador, na forma da lei.

PARÁGRAFO SEGUNDO – Nos períodos de afastamentos do empregado de suas atividades funcionais, por qualquer motivo, inclusive por atestado médico ou pelo INSS, este não fará jus ao recebimento do benefício do vale transporte, por
inexistência de deslocamentos do trabalhador no percurso residência/trabalho.

PARÁGRAFO TERCEIRO – Quando do lançamento dos créditos pelas empresas, caso constate que o empregado não tenha utilizado a totalidade dos valores creditados em seu cartão de recarga, fica autorizado às empresas realizarem
apenas a complementação dos valores necessários ao deslocamento do mês subsequente, haja vista a natureza jurídica do beneficio.

PARÁGRAFO QUARTO – No caso de extravio, perda e dano do cartão magnético de vale transporte, o empregado será responsabilizado pelas despesas com a substituição do mesmo.

PARÁGRAFO QUINTO – No caso de desligamento do empregado, o mesmo obriga-se a devolver os vales transporte proporcional aos dias de trabalho ao período, sob pena de desconto na rescisão do contrato.

PARÁGRAFO SEXTO – A declaração falsa ou uso indevido do vale - transportes constituem falta grave, sujeito à demissão por justa causa.

OUTROS AUXÍLIOS

CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - DOS DIREITOS AS COBERTURAS SOCIAIS

Os beneficiários da presente norma coletiva, independentemente da situação de adimplência ou não da empresa para com o sistema, terão asseguradas as coberturas sociais estabelecidas na presente norma, devendo observar as empresas
rigor no cumprimento das obrigações estabelecidas nos parágrafos seguintes, tudo na conformidade do ajuste firmado perante o Ministério Público do Trabalho da 6ª Região.
PARÁGRAFO PRIMEIRO: Sem ônus de quaisquer espécies para os representados da entidade profissional e a título de contribuição para o sistema, as empresas do segmento empresarial, inclusive aquelas que contratam por período
temporário, recolherão em favor da empresa gestora contratada para gerir esse benefício, a importância mensal de R$ 40,20 (quarenta reais e vinte centavos) por cada trabalhador, sendo essa a única e exclusiva obrigação financeira da
empresa para com a empresa gestora.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O Sindicato Obreiro e o Sindicato Patronal acompanharão os procedimentos realizados pela gestora contratada, que apresentará relatórios mensais de atendimentos médicos ambulatoriais, consultas por suas
especialidades e dos tratamentos de: Fonoaudiologia, Psicologia, bem como dos benefícios sociais e as providências necessárias para o atendimento dos eventos, por mês.

PARÁGRAFO TERCEIRO:A empresa gestora se responsabilizará pelos benefícios sociais e as providências necessárias para o atendimento dos laborantes, cujos serviços limitam-se aos atendimentos ambulatórias, por conseguinte, nesses
benefícios não estão incluídos os procedimentos hospitalares.

PARÁGRAFO QUARTO: A empresa gestora prestará assistência social diretamente ao beneficiário da presente norma e, na hipótese de falecimento, aos seus familiares, observando para essa situação o que determina a legislação
previdenciária, devidamente acompanhada pela representação obreira.

PARÁGRAFO QUINTO: Os sindicatos convenentes fiscalizarão a concessão dos benefícios concedidos aos trabalhadores, bem como as receitas previstas no parágrafo primeiro, se comprometendo, conjuntamente, a promover as ações
necessárias objetivando o repasse dos recursos por parte das empresas, não respondendo, contudo, em caso de eventuais falhas na prestação dos serviços e/ou descumprimento por obrigações financeiras eventualmente inadimplidas.

PARÁGRAFO SEXTO: Em caso de descumprimento dessa obrigação por parte das empresas, os sindicatos se comprometem a não fornecer Declaração de Regularidade Sindical e Convencional, além de que caracterizará ilícito de
apropriação indébita o não repasse do valor recebido do contratante.

PARÁGRAFO SÉTIMO: Os sindicatos comprometem-se a fazer gestões perante os entes públicos, no sentido de que constem de todas as planilhas de custos de editais de licitações a provisão financeira para cumprimento desta assistência
social e de saúde, a fim de que seja preservado o patrimônio jurídico dos trabalhadores em consonância com o artigo 444 da CLT.

PARÁGRAFO OITAVO: O presente serviço social não tem natureza salarial, por não se constituir em contraprestação de serviços, tendo caráter compulsório e ser eminentemente assistencial.

PARÁGRAFO NONO: Sempre que necessário à comprovação do cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho, o Sindicato obreiro poderá solicitar a comprovaçao do pagamento da obrigação estabelecida nessa cláusula.
PARÁGRAFO DÉCIMO: O sindicato obreiro obriga-se a denunciar aos tomadores de serviços, no prazo de até 10 (dez) dias, contados da data prevista para cumprimento da obrigação, o descumprimento da norma por parte da empresa
prestadora, bem como promover as ações necessárias ao recebimento do valor devido. No caso de descumprimento dessa regra, a representação dos trabalhadores responderá diretamente perante a empresa contratada pelos valores
inadimplidos pelas empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-PRIMEIRO: O sindicato obreiro promoverá ação de cumprimento, na hipótese de descumprimento da presente avença, ficando desde já acordado que, nesse caso, incidirá multa de 10% (dez por cento) sobre o
montante devido e incidência de juros de 1% (um por cento) ao mês e correção monetária, contados da data do inadimplemento, devendo a entidade laboral repassar esse valor no prazo de 72 (setenta e duas) horas à gestora do plano de
assistência. No mesmo prazo, a entidade obreira oficializará ao ente patronal dos valores e providências tomadas, ainda que na seara administrativa.

PARÁGRAFO DÉCIMO-SEGUNDO– Na hipótese de descumprimento do parágrafo primeiro da presente avença, a empresa gestora da prestação dos serviços estabelecidos no caput, adotará medidas de proteção ao crédito, ações cartoriais e
judiciais necessárias, independentemente das medidas judiciais ajuizadas pela representação laboral. Sendo certo que os convenentes não respondem perante a operadora, por nenhuma obrigação por ventura inadimplidas pelas empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-TERCEIRO – Em face ao estipulado no parágrafo décimo terceiro, a empresa contratada obriga-se a entregar mensalmente relatório das medidas tomadas e da prestação de serviços realizados, inclusive, comunicando
aos convenentes, no prazo de 10 (dez) dias do vencimento da obrigação, qualquer irregularidade no pagamento por parte das empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-QUARTO – A empresa gestora no prazo de 30 (trinta dias) emitirá e entregará a carteira de identificação aos beneficiários do sistema.

PARÁGRAFO DÉCIMO - QUINTO - Objetivando um melhor controle e estatística do absenteísmo, a empresa gestora fornecerá ao Ssndicato Patronal a relação, por empresa, de todos os atendimentos realizados e da concessão de atestado
médico com os respectivos dias de dispensa ao trabalho. A empresa, por sua vez, poderá solicitar ao sindicato patronal cópias dos documentos a ela relativos.

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PARÁGRAFO DÉCIMO - SEXTO - A gestora poderá suspender o atendimento dos empregados da empresa que esteja inadimplente para com o sistema, por prazo superior a 30 (trinta) dias contados da data estabelecida para
o cumprimento da obrigação prevista nessa cláusula. Fica garantido ao empregado o direito de buscar atendimento particular dos idênticos benefícios fornecido pelo sistema, arcando a empresa devedora com os pagamentos decorrentes
desses atendimentos, desde que preço esteja compatível com os praticados pelas clínicas populares, sem prejuízo das parcelas vencidas e vincendas devidas em favor da empresa gestora.

PARÁGRAFO DÉCIMO - SÉTIMO - O sindicato laboral promoverá ação de cumprimento, em caso de inadimplemento desta cláusula, independente das medidas administrativas e judiciais que venham a ser tomadas pela empresa gestora.

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - BENEFÍCIO DE COMPLEMENTAÇÃO SALARIAL/ ODONTOLÓGICO

As empresas recolherão em favor da empresa gestora conveniada a entidade laboral a importância de R$ 20,00 (vinte reais) mensais, sendo R$ 10,00 (dez) reais suportados pelos trabalhadores e R$ 10,00 pelas empresas.

Parágrafo Primeiro – Fica facultado o direito de oposição do trabalhador a qualquer tempo do período de vigência dessa norma coletiva, todavia o exercício desse direito não exonera a responsabilidade da empresa, que continuará pagando o valor supramencionado.

Parágrafo Segundo – Arrimará essa contribuição em atendimentos odontológicos, fisioterapêuticos, como também de complementação salarial, na hipótese de afastamento superior a 15 (quinze) dias comprovados pela Previdência Social, limitando-se esse benefício em 50% (cinquenta por cento) do
piso salarial da categoria e pelo período máximo de 03 (três) meses durante a vigência desta convenção.

Parágrafo Terceiro – A complementação salarial de 50 % (cinquenta por cento) do piso salarial da categoria, apenas será devida aos empregados que contribuírem com a importância de R$ 10,00 (dez) reais mensais, conforme estabelecido caput.

CONTRATO DE TRABALHO – ADMISSÃO, DEMISSÃO, MODALIDADES


NORMAS PARA ADMISSÃO/CONTRATAÇÃO

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Em face das dificuldades para contratação pessoas com deficiência, seja pela falta dessas pessoas no mercado de trabalho, seja pela dificuldade de locomoção, seja pela falta de formação profissional, valor dos salários, especificidades das
funções do setor de asseio e conservação (limpeza e circulação nos ambientes) além da necessidade de, em muitos casos, ter que operar equipamentos, bem como pelo fato das atividades de prestação de serviços serem executadas na sede
do contratante (tomador de serviço), impossibilitando assim, que a empresa prestadora propicie condições adequadas de trabalho para os portadores de deficiência, habilitada ou reabilitada, o parâmetro para incidência do percentual legal será
o dimensionamento em relação as atividades a administrativas.

Parágrafo Único – As empresas se comprometem a envidar esforços na realização da busca ativa, objetivando, alcançar a máxima contratação possível de pessoas portadoras de deficiência.

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - APRENDIZ

O percentual de aprendizagem de no mínimo 5%, previsto no art. 429 da CLT - que deve ser o aplicado em relação às funções que demandam formação profissional - no caso das empresas signatárias da presente norma coletiva serão
excluídas da base de cálculo as funções de auxiliar de serviços gerais, auxiliar de higiene (e assemelhados), porteiro, zelador, motoqueiro, servente, copeira, jardineiro, merendeira, recepcionista, almoxarife e demais funções que não careçam
de uma formação regular.

DESLIGAMENTO/DEMISSÃO

CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - DO PAGAMENTO DE RESCISÃO

O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado no prazo da lei vigente.

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - DA DISPENSA POR JUSTA CAUSA

As empresas se obrigam, em caso de dispensa por justa causa, fornecer aos empregados comunicação contendo os motivos ensejadores do afastamento, sob pena de não o fazendo, por presunção, ser caracterizada a dispensa imotivada.

CLÁUSULA DÉCIMA NONA - DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA

Em conformidade da Lei nº. 9.958/2000, poderá ser celebrada Convenção Coletiva de Trabalho, normatizando o funcionamento da Comissão de Conciliação Prévia Intersindical.

OUTROS GRUPOS ESPECÍFICOS

CLÁUSULA VIGÉSIMA - DA REVISTA

As empresas que adotarem o sistema de revista nos seus empregados, deverão fazê-la em local adequado e sem promover constrangimento aos mesmos, consoante as decisões do T.S.T.

CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - DA AUSÊNCIA PARA RECEBIMENTO DO PIS

As empresas que não possuem convênio com a Caixa Econômica Federal, para pagamento das contas do PIS, diretamente aos seus empregados, deverão propiciar aos mesmos, sem prejuízo algum, tempo necessário ao recebimento do
mesmo.

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - DOS ENCARGOS SOCIAIS, PREVIDENCIÁRIOS E TRABALHISTAS

Em decorrência de estudos realizados no segmento de Asseio e Conservação do Estado de Pernambuco, as empresas utilizarão na composição de preços de serviços de Asseio e Conservação encargos sociais e trabalhistas mínimo de
82,95% (oitenta e dois vírgula noventa e cinco por cento) para o posto de 12 x 36, calculado sobre o total da remuneração da mão-de-obra, conforme tabela de encargos anexo, objetivando com isso garantir o provisionamento mínimo das
verbas sociais, trabalhistas, previdenciárias e indenizatórias, evitando assim a sonegação de direito dos trabalhadores.

PARÁGRAFO ÚNICO: O percentual de encargos sociais e trabalhistas estabelecido no caput desta cláusula, tanto para os dos postos de 12x36, como também para os demais discriminados no Anexo, poderá ser majorado em função das
peculiaridades de cada serviço contratado.

RELAÇÕES DE TRABALHO – CONDIÇÕES DE TRABALHO, NORMAS DE PESSOAL E ESTABILIDADES


TRANSFERÊNCIA SETOR/EMPRESA

CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - DA TRANSFERÊNCIA

As empresas ficam obrigadas a comunicar a seus empregados com antecedência de 72 (setenta e duas) horas, as mudanças de local de trabalho do empregado, desde que implique em mudança do local de sua residência.

OUTRAS NORMAS REFERENTES A CONDIÇÕES PARA O EXERCÍCIO DO TRABALHO

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - DOS BENEFICIÁRIOS

São beneficiários deste negócio jurídico os empregados abrangidos nas representações sindicais, na base territorial dos Sindicatos dos Empregados, na conformidade do disposto no art. 611 da CLT, que trabalham para as Empresas cuja classe
econômica é representada pelo Sindicato Convenente Empregador, excetuados aqueles que, embora laborando para elas, pertencem a outras categorias profissionais diferenciadas (art. 511 da CLT), ou nelas exerçam ainda que como
empregados, atividades correspondente a profissão liberal (Lei n° 7.316/85).

OUTRAS NORMAS DE PESSOAL

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - DO CONVÊNIO/FARMÁCIA/ÓTICA/CLUBE DE CAMPO

Convencionam as partes, que o sindicato obreiro poderá firmar Convênio com Farmácia ou Ótica, ficando as empresas, mediante autorização prévia e expressa do empregado, obrigadas a efetuarem os descontos nos respectivos salários, sob
a rubrica de convênio/farmácia/ótica/clube de campo, desde que a empresa conveniada encaminhe, oficialmente, por protocolo, até 5 (cinco) dias úteis que antecede o fechamento da folha.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Os descontos previstos no caput, não poderão exceder mensalmente, em hipótese alguma, ao percentual de 20% (vinte por cento) do salário do empregado.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Obriga-se o Sindicato Profissional ao celebrar convênio com óticas, drogarias e/ou farmácias, observar aquelas que apresentarem melhores condições de preço e prazo.

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - DO FERIADO DO CONTRATANTE

O empregado ficará dispensado do cumprimento da jornada de trabalho, nos dias que for feriado para o tomador de serviço (contratante).

JORNADA DE TRABALHO – DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS


DURAÇÃO E HORÁRIO

CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - DA JORNADA DE TRABALHO

Para a fixação do horário de trabalho dos empregados atingidos pela presente norma, será observado o que estabelece o art. 7º, inciso XIII, da Constituição Federal, ficando desde já autorizado a celebração de Acordo Coletivo de Trabalho
com a representação profissional, objetivando a prorrogação e compensação de jornada, bem como utilização de escalas e Banco de Horas,sendo certo que as horas não compensadas serão pagas com o adicional de 50% (cinquenta por
cento).

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PARÁGRAFO PRIMEIRO: Na hipótese da inobservância do previsto no caput fica instituída multa por descumprimento da norma no percentual de 10% (dez por cento), por mês, ao ser calculado sobre o valor do piso salarial da categoria e
revertido em favor do empregado prejudicado.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Independentemente da escala de trabalho utilizada, a jornada de trabalho será de 192 horas mensais efetivamente trabalhadas, as quais adicionadas ao repouso semanal remunerado perfaz o total de 220
(duzentos e vinte) horas por mês.

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR


EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA - DO UNIFORME, FARDAMENTO E EQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS

As empresas asseguram o fornecimento gratuito de uniformes, fardamentos e equipamentos de proteção individual de trabalho, sempre que exigidos ou de uso obrigatório.

PARÁGRAFO ÚNICO: Na hipótese de mau uso ou extravio do uniforme, fardamentos e equipamentos, devidamente comprovado, antes de período estabelecido para as suas depreciações, a empresa fornecerá tais itens e promoverá o
desconto do valor correspondente no salário do empregado, o que desde logo fica autorizado.

ACEITAÇÃO DE ATESTADOS MÉDICOS

CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - DO ATESTADO MÉDICO

Obrigam-se as empresas em acatar os atestados médicos justificativos de ausência ao serviço, emitidos pelo INSS e seus conveniados, assim como pelos profissionais credenciados e/ou prestadores de serviços da empresa gestora contratada
para gerir as coberturas sociais, desde que devidamente apresentado, no prazo de 72 (setenta e duas) horas da sua emissão, ao Departamento Médico da empresa.

RELAÇÕES SINDICAIS
ACESSO DO SINDICATO AO LOCAL DE TRABALHO

CLÁUSULA TRIGÉSIMA - DO LIVRE ACESSO DO DIRIGENTE SINDICAL À EMPRESA

Assegura-se o livre acesso dos dirigentes sindicais, nos intervalos relativos ao descanso e alimentação, para desempenho de suas funções, vedada a divulgação de material Político-Partidária ou ofensiva a quem quer que seja.

CONTRIBUIÇÕES SINDICAIS

CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA

Com fundamento no art. 8° da Constituição Federal e na decisão emanada da Assembleia Geral Extraordinária, as empresas descontarão, mensalmente, a partir de janeiro de 2018, de todos os seus empregados, associados, inclusive aqueles
que exercem funções administrativas e operacionais, importância equivalente a 3% (três por cento), do piso salarial da categoria.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O recolhimento que trata o parágrafo retro, para sua validade, será realizado único exclusivamente, por meio de boleto bancário emitido pela entidade profissional.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica assegurado o direito do empregado em manifestar, a qualquer tempo, oposição ao desconto previsto no caput, desde que o faça de maneira individual e por escrito.

PARÁGRAFO TERCEIRO: O desconto efetuado em favor do Sindicato Profissional constará na folha de pagamento do empregado com denominação “DESCONTO ASSOCIATIVO”, sendo esse desconto, bem como as demais contribuições
destinada ao sindicato laboral previstas na presente norma, são de exclusiva responsabilidade da Assembleia do Sindicato Profissional, convocada para deliberar sobre celebração de Convenção e ou Acordo Coletivo, comprometendo-se a
representação dos trabalhadores a ressarcir as empresas em caso de demandas para fins de devolução de qualquer valor. .

PARÁGRAFO QUARTO: O prazo para recolhimento das importâncias previstas, por parte das empresas, não poderá exceder ao dia 10 (dez) do mês subsequente ao vencido.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PATRONAL

As empresas sindicalizadas recolherão para o Sindicato Patronal, a título de contribuição assistencial a importância equivalente a 3,5 (três vírgula cinco) pisos salariais da categoria.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O não pagamento da importância prevista no caput, no prazo de 30 (trinta) dias contados da data do registro da presente Convenção na SRTE/PE, ensejará a emissão de Duplicata de Serviços e respectivo protesto e,
ainda, o ajuizamento de Ação Executiva, conforme deliberação na Assembleia da categoria.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica garantido o direito de oposição aqueles que não concordarem com o aludido pagamento, desde que o faça no prazo de 10(dez) dias, contados da data do registro da presente norma na SRTE/PE.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA PATRONAL

Com fundamento no art. 8° da Constituição Federal e na decisão emanada da Assembleia Geral Extraordinária, as empresas filiadas ao Sindicato Patronal pagarão ao Sindicato Patronal título de contribuição associativa, mensalidade
correspondente a 02 (dois) pisos salariais da categoria.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL LABORAL

Nos termos estabelecidos na assembleia da categoria, as empresas descontarão de todos trabalhadores beneficiários desse instrumento o percentual de 1% (um por cento) mensal do valor referente ao piso salarial da categoria profissional, até
o dia 10 (dez) do mês subsequente, devendo esse valor ser recolhido, exclusivamente, por cobrança bancária

Parágrafo Primeiro: A presente contribuição poderá ser suspensa a qualquer tempo por oposição do trabalhador;

Parágrafo Segundo: Os empregados sindicalizados ficam desobrigados do pagamento dessa contribuição.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA PATRONAL

As empresas abrangidas pelo representação patronal recolherão a título de Contribuição Confederativa o valor correspondente a 1,0 % (um por cento) do valor do capital social da empresa, ficando esse valor limitado ao mínimo de R$ 1.000,00
(hum mil reais) e ao máximo de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). O valor da contribuição será recolhido por boleto bancário em duas parcelas iguais, nos meses de maio/2017 e Setembro/2017, tudo de acordo com o Art. 8º, Inciso IV, da
Constituição Federal e demais normas legais.

PARÁGRAFO ÚNICO- Os atrasos no prazo de recolhimento dessa contribuição, ensejará no pagamento de multa de 2% (dois por cento) e juros de 1% ( um por cento) ao mês, além da correção monetária.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEXTA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL PATRONAL

Considerando o previsto no art. 611-A da CLT, prevalecerão sobre a lei todos os pontos objetos de Acordo ou Convenção Coletiva, ressaltados as vedações previstas no art. 611-B;

Considerado que o art. 611-B não veda a estipulação de contribuição decorrente de Convenção Coletiva para toda a categoria econômica, diante disso prevalece o negociado sobre o legislado;

Assim por deliberação da Assembleia Geral do Sindicato patronal de acordo com o disposto no art. 8º, inciso III da Constituição Federal, todas as empresas que exercem atividades representadas pelo Sindicato das empresas de Asseio e
Conservação do Estado de Pernambuco, recolherão em favor do Sindicato Patronal, mediante guia a ser fornecida por este, a CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL, para a assistência a todos e não somente a associados, conforme estabelecido na
seguinte tabela.

1. Empresas até 100 empregados - 1 Piso da categoria;

2. Empresas até 200 empregados - 2 Pisos da categoria;

3. Empresas até 300 empregados - 3 Pisos da categoria;

4. Empresas até 400 empregados - 4 Pisos da categoria;

5. Empresas até 500 empregados - 5 Pisos da categoria;

6. Empresas acima de 501 - 10 Pisos da categoria;

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Os pagamentos relativos à Contribuição Negocial deverão ser efetuados até o dia 30 de julho do corrente ano.

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OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE RELAÇÃO ENTRE SINDICATO E EMPRESA

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SÉTIMA - DO QUADRO DE AVISOS

As empresas afixarão, em seu quadro de avisos, comunicações oficiais do Sindicato, que não versem sobre assuntos políticos ou tentem a empresa, seu funcionamento ou seus prepostos os quais serão encaminhados ao setor competente da
empresa, incumbindo-se esta da afixação em até 24 (vinte e quatro) horas de seu recebimento.

PARÁGRAFO ÚNICO: Os comunicados deverão ser efetuados em papel timbrado do Sindicato e assinado por seu Presidente, e os cartazes deverão vir acompanhados de ofício, solicitando sua fixação.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA OITAVA - DA DECLARAÇÃO DE REGULARIDADE SINDICAL

Obrigam-se os sindicatos convenentes, expedirem, em conjunto, desde que solicitados oficialmente, com antecedência de 72 (setenta e duas) horas, declarações para as empresas, que se encontra em situação regular para com as entidades,
onde farão constar a seguinte expressão: “ENCONTRA-SE NOS TERMOS DA ATUAL CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO-2018 E DA ANTERIOR, COM SUAS OBRIGAÇÕES SINDICAIS REGULARIZADAS”.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: A declaração prevista no caput só terá validade quando emitida e assinada conjuntamente pelos respectivos representantes dos sindicatos convenentes, devendo ser apresentada por ocasião das homologações dos
haveres rescisórios dos trabalhadores.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Na referida declaração os sindicatos farão constar à regularidade no cumprimento das obrigações de entregas das guias do INSS e FGTS, pagamento de salário, auxílio-alimentação e transporte, através de vale-
transporte, comprovante de Contribuição Patronal e Laboral e benefícios sociais, na forma prevista nesta Convenção Coletiva de Trabalho, fornecida pelos Sindicatos Patronal e laboral.

PARÁGRAFO TERCEIRO: Ficam os sindicatos expressamente proibidos de darem publicidade as quaisquer informações comerciais, contidas na GFIP, sob pena de responder por perdas e danos.

PARÁGRAFO QUARTO: A comprovação dos itens relacionados no caput desta cláusula será feita até o dia 10 do mês subsequente.

PARÁGRAFO QUINTO: Os sindicatos se comprometem a envidarem esforços no sentido de fazer constar à apresentação desse atestado em todos os certames licitatórios.

PARÁGRAFO SEXTO: A certidão terá validade de 30 dias.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA NONA - DA SUCESSÃO DO CONTRATO

As empresas, que por ventura, venham a assumir em decorrência de processo de licitação pública, contrato de prestação de serviço de uma outra empresa, obriga-se a contratar, pelo menos 70% (setenta por cento) dos efetivos lotados
naquele contrato, desde que esse efetivo haja sido colocado a sua disposição, por escrito, pela empresa remanescente, no prazo de 30 (trinta) dias anteriores ao início do novo contrato.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O percentual previsto no caput, poderá deixar de ser atendido nas seguintes hipóteses:

a) que não haja recusa do empregado em ser contratado pela nova empresa;

b) que as verbas rescisórias não estejam devidamente homologadas na forma da lei e que o empregado seja devidamente aprovado nos exames adimensionais.

PARÁGRAFO SEGUNDO: As empresas que absorverem trabalhadores, na conformidade do previsto no caput, não responderão por nenhuma obrigação trabalhista, administrativa ou judicial, decorrentes de acordos preexistentes e poderão
efetivar acordos coletivos de trabalho regulando o processo desta sucessão.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA - PROCEDIMENTOS EM CERTAMES LICITATÓRIOS

Deverão os sindicatos convenentes acompanhar os certames licitatórios, verificando se as empresas participantes apresentaram prova de quitação da contribuição sindical e do recolhimento da contribuição sindical descontada dos respectivos
empregados, uma vez que assim determina o art. 607 da CLT, sob pena de nulidade do certame.

OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE REPRESENTAÇÃO E ORGANIZAÇÃO

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA PRIMEIRA - DA LEGITIMIDADE DO SINDICATO PATRONAL

O sindicato dos trabalhadores reconhece o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Pernambuco, como a única, legítima e competente entidade sindical, que representa a classe patronal constituída pelas empresas do
segmento de Asseio, Conservação, locação de mão de obra e de limpeza pública, as quais são por ele representadas ativa e passivamente.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SEGUNDA - DA CONVENÇÃO COLETIVA NAS LICITAÇÕES PÚBLICAS OU ADMINISTRATIVAS

Em virtude dos processos licitatórios serem públicos, os Sindicatos Laboral e Patronal se comprometem a remeter representantes qualificados nas aberturas para entregar cópia da Convenção Coletiva de Trabalho, bem como, sugerir a
exigência da Regularidade Sindical dentro dos parâmetros do Art. 607 da C.L.T., que veda a formalização de contratos com empresas inadimplentes com seus sindicatos.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA TERCEIRA - DA REVOGAÇÃO

Na forma do art. 7º, XXVI, da Constituição Federal, todas as cláusulas previstas nos anteriores acordos coletivos de trabalho e convenções coletivas de trabalho existentes entre as partes ora acordantes devem consideradas revogadas, sendo
substituídas pelas presentes cláusulas deste instrumento coletivo em virtude da plena negociação delas o que resulta no estabelecimento de novas condições de trabalho aqui ajustadas por mútuo consenso.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA QUARTA - DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL

Os empregados vinculados nas empresas enquadradas na representação da categoria econômica, inclusive, coletores, agentes de limpeza urbana, ou qualquer outra denominação que venham a ser dadas as funções decorrentes de contratos
de terceirização de serviços, que não estejam expressamente enquadradas em outra representação sindical, farão jus aos benefícios estabelecidos na presente avença.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA QUINTA - COMISSÃO DE REPRESENTAÇÃO SINDICAL

As partes ajustam que na vigência desta convenção coletiva não será instituída a Comissão de Representantes dos Empregados nas Empresas, prevista nos artigos 510-A, 510-B, 510-C e 510-D e seus parágrafos, da Lei nº 13.467/2017,
ficando mantida a representação dos empregados pelo Sindicato Laboral, conforme autoriza o artigo 611-A, VII, do mesmo diploma legal.

Parágrafo Único: Caberá, portanto, ao Sindicato Laboral representar os empregados, tendo em vista que hoje já se encontra estruturado e executa as atividades atribuídas à Comissão de Representantes dos Empregados pela nova legislação.

DISPOSIÇÕES GERAIS
MECANISMOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SEXTA - DA PRORROGAÇÃO, REVISÃO, RENÚNCIA OU REVOGAÇÃO

O processo de prorrogação, revisão, renúncia ou revogação total ou parcial, da presente Convenção Coletiva de Trabalho, ficará subordinada as normas estabelecidas no art. 615 da CLT.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SÉTIMA - DOS ACORDOS COLETIVOS

Os Acordos Coletivos de Trabalho serão firmados com assistência das entidades convenentes, sob pena de nulidade.

DESCUMPRIMENTO DO INSTRUMENTO COLETIVO

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA OITAVA - DO JUÍZO COMPETENTE - CONTROVÉRSIAS

Compete a Justiça Especializada do Trabalho, com fundamento no art. 7°, inciso XXVI, e “caput” do art. 114, da Constituição da República Federativa do Brasil, dirimir quaisquer divergências surgidas na aplicação da presente Convenção
Coletiva de Trabalho, inclusive para julgamento das Ações de Cumprimento de correntes.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA NONA - DA MULTA

Fica estabelecido multa no valor do piso da categoria, na hipótese de descumprimento de quaisquer das cláusulas da presente avença.

OUTRAS DISPOSIÇÕES

CLÁUSULA QUINQUAGÉSIMA - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Esta Convenção Coletiva de Trabalho transmitida pelo Sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego, para fins de registro, como ordena o Parágrafo Único do art. 614 da CLT.

E por estarem assim justos e contratados, assinam o requerimento de registro os representantes legais das entidades Convenentes, para que produza os seus jurídicos e legais efeitos.

ARTUR FERNANDES ALVES DE LIMA


PRESIDENTE
SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE MAO DE OBRA, ADM. DE IMOV., COND. DE EDIF.,RESID. E COM. DO EST. DE PERNAMBUCO

JEFFERSON SOARES DOS SANTOS


PRESIDENTE
SIND DOS EMP EM EMP PREST DE SERV, ASSEIO E CONSERVACAO NOS MUNICIPIOS DE JABOATAO, CABO DE SANTO AGOSTINHO, IPOJUCA E MORENO/PE - SINDPREST

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Mediador - Extrato Convenção Coletiva http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/Resumo/ResumoVisualizar?...

JOAO SOARES GUIMARAES


PRESIDENTE
SINDICATO INTER. EMPREG. EM EMP. ASSEIO E CONSERV. LIMPEZA URBANA, LOC.MAO DE OBRA, ADM. IMOVEIS, CONDOMINIOS DE EDIF.RES.COM.DA REG.S..EST.PERNAMBUCO

AGOSTINHO ROCHA GOMES


PRESIDENTE
SIND EMP DE ASSEIO E CONSERVACAO ESTADO DE PERNAMBUCO

ANEXOS
ANEXO I - TABELA DE ENCARGOS

Anexo (PDF)

ANEXO II - ATAS DAS ASSEMBLEIAS

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

ANEXO III - RELAÇÃO DE FUNÇÕES

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministério do Trabalho e Emprego na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br.

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PODER JUDICIÁRIO
JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 6ª
REGIÃO
5ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE
AVENIDA MARECHAL MASCARENHAS DE MORAIS,
4631, IMBIRIBEIRA, RECIFE - PE - CEP: 51150-004
RTSum 0000293-98.2019.5.06.0005
AUTOR: RONALDO FERNANDES RAMOS
RÉU: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. ,
INSTITUTO TELEMAR

DESPACHO

Vistos etc.

Reporto-me ao Ato TRT-GP n. 306/2017; reporto-me à Resolução Administrativa TRT n. 25


/2017; reporto-me à Portaria TRT-GP n. 270/2017; reporto-me ao Ofício Administrativo desta Unidade
n. 02/2017.

Isto posto, determino:

Remetam-se os autos, eletronicamente, ao CEJUSC 1º. Grau - Recife, para fins de inclusão
em pauta de audiências para fins de tentativa de conciliação prévia entre as partes.

Havendo, entretanto, qualquer pendência que impeça a regular tramitação do feito, v.


certificados e conclusos para a devida e necessária análise por este Juízo.

A audiência designada para esta Unidade permanece, caso não haja conciliação.Somente após o
retorno dos autos, por uma questão de celeridade processual, e caso não haja conciliação, é que a
Triagem Inicial será realizada pela Secretaria.

Registro que as partes serão notificadas da data, local e horário, oportunamente, pela Secretaria
do CEJUSC, através do(s) meio(s) que o Exmo. Sr. Juiz Coordenador entenda cabíveis.

Cumpra-se.

O presente despacho segue assinado eletronicamente pelo Exmo (a). Sr (a). Juiz (a) do Trabalho abaixo identificado
(a).hjlc

RECIFE, 4 de Abril de 2019

NECY LAPENDA PESSOA DE ALBUQUERQUE DE AZEVEDO


Juiz(a) do Trabalho Substituto(a)
PODER JUDICIÁRIO
JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 6ª
REGIÃO
5ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE
AVENIDA MARECHAL MASCARENHAS DE MORAIS,
4631, IMBIRIBEIRA, RECIFE - PE - CEP: 51150-004
RTSum 0000293-98.2019.5.06.0005
AUTOR: RONALDO FERNANDES RAMOS
RÉU: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. ,
INSTITUTO TELEMAR

DESPACHO

Vistos etc.

Reporto-me ao Ato TRT-GP n. 306/2017; reporto-me à Resolução Administrativa TRT n. 25


/2017; reporto-me à Portaria TRT-GP n. 270/2017; reporto-me ao Ofício Administrativo desta Unidade
n. 02/2017.

Isto posto, determino:

Remetam-se os autos, eletronicamente, ao CEJUSC 1º. Grau - Recife, para fins de inclusão
em pauta de audiências para fins de tentativa de conciliação prévia entre as partes.

Havendo, entretanto, qualquer pendência que impeça a regular tramitação do feito, v.


certificados e conclusos para a devida e necessária análise por este Juízo.

A audiência designada para esta Unidade permanece, caso não haja conciliação.Somente após o
retorno dos autos, por uma questão de celeridade processual, e caso não haja conciliação, é que a
Triagem Inicial será realizada pela Secretaria.

Registro que as partes serão notificadas da data, local e horário, oportunamente, pela Secretaria
do CEJUSC, através do(s) meio(s) que o Exmo. Sr. Juiz Coordenador entenda cabíveis.

Cumpra-se.

O presente despacho segue assinado eletronicamente pelo Exmo (a). Sr (a). Juiz (a) do Trabalho abaixo identificado
(a).hjlc

RECIFE, 4 de Abril de 2019

NECY LAPENDA PESSOA DE ALBUQUERQUE DE AZEVEDO


Juiz(a) do Trabalho Substituto(a)
EDITAL DE NOTIFICAÇÃO INICIAL EM RITO SUMARÍSSIMO

O Exmo. Sr. Juiz do Trabalho Coordenador do Núcleo Permanente de Soluções Consensuais de Conflitos, Dr.
Eduardo Henrique Brennand Dornelas Câmara, no uso das atribuições que lhe confere a lei, torna público que, pelo
presente Edital, ficam NOTIFICADAS AS PARTES, por meio de seus advogados, a comparecerem
pessoalmente, perante o CEJUSC RECIFE 1º GRAU, situado na Av. Marechal Mascarenhas de Morais, nº
4.631, 1º andar, Imbiribeira, Recife-PE, CEP: 51.150-004, no dia 09/05/2019 09:34 , para AUDIÊNCIA DE
TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO, ficando ciente que, caso não obtendo êxito na audiência de
tentativa de conciliação, o processo segue o trâmite normal na data e hora designados pela vara de
origem. O presente Edital, que será publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho - DEJT e
assinado pelo Servidor abaixo indicado, de ordem do Juiz do Trabalho Coordenador do Núcleo de
Conciliações.
PODER JUDICIÁRIO FEDERAL
JUSTIÇA DO TRABALHO DA 6ª REGIÃO

CEJUSC RECIFE - 1º GRAU

Av. Marechal Mascarenhas de Morais, nº 4.631, 1º andar, Imbiribeira, Recife-PE

CEP: 51.150-004

PROCESSO Nº: 0000293-98.2019.5.06.0005 - AÇÃO TRABALHISTA - RITO


SUMARÍSSIMO (1125)

AUTOR: RONALDO FERNANDES RAMOS


RÉU: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. , INSTITUTO TELEMAR

DESTINATÁRIO:

ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.


27932-353 - RUA PEDRO HAGE JAHARA , 400 - Área 1 - IMBOASSICA - MACAE - RIO DE
JANEIRO

NOTIFICAÇÃO INICIAL - RITO SUMARÍSSIMO

DATA E HORA DA AUDIÊNCIA DE TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO NO CEJUSC:


09/05/2019 09:34

DATA E HORA DA AUDIÊNCIA UNA NA VARA DE ORIGEM(5ª VT RECIFE): 27/05/2019 09:


10

Nº do código de rastreamento (código postal):JU250450970BR

Através da presente, fica Vossa Senhoria NOTIFICADO(A) a comparecer ao CEJUSC - 1º


GRAU - RECIFE, no endereço acima referido, para audiência de TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO,
relativa à ação em epígrafe, na data e hora acima especificadas.
FICANDO CIENTE QUE, CASO NÃO OBTENDO ÊXITO NA AUDIÊNCIA DE
TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO, O PROCESSO SEGUE O TRÂMITE NORMAL NA DATA E
HORA ACIMA DESIGNADAS PELA VARA DE ORIGEM.

Na audiência da Vara de Origem deverá Vossa Senhoria apresentar as provas que julgar
necessárias, constantes de documentos e testemunhas, estas no máximo de 02 (duas). As pessoas físicas
(partes e testemunhas) presentes na audiência deverão apresentar seus documentos de identificação com
foto (carteiras profissionais, RG, CNH). As pessoas jurídicas deverão trazer os documentos necessários à
comprovação da inscrição no CNPJ ou CEI (INSS), bem como CPF dos sócios, comprovante de
inscrição no SIMPLES, caso seja optante e, ainda, cópia do contrato social, estatuto ou outro ato
constitutivo, com as alterações porventura ocorridas. Em se tratando de condomínio, este deverá juntar
cópia de ata de eleição do síndico.
O Réu que conte em seu quadro de pessoal com mais de dez trabalhadores deverá apresentar os
respectivos controles de horário em caso de controvérsia quanto à jornada de trabalho, sob pena de
presunção de veracidade da jornada alegada na inicial (Art. 74, § 2º da CLT).
Deverá o Réu apresentar sua(s) resposta(s) e os documentos que a(s) instruem, inclusive
procuração e carta de preposição, de forma eletrônica, nos termos do parágrafo único do artigo 847 da
Lei nº 13.467/2017. Para tanto, o Réu, valendo-se dos seus próprios meios ou dos equipamentos
disponibilizados no Fórum Trabalhista de RECIFE, em sistema de auto-atendimento, deverá acessar o
sistema PJE-JT, no sítio "http://pje.trt6.jus.br/primeirograu/login.seam", ou diretamente no sítio do TRT
da Sexta Região, "www.trt6.jus.br", donde consta link específico para o PJE-JT. É obrigatório o uso do
certificado digital por advogado habilitado e emitido por autoridade certificadora competente, devendo
ser utilizado o navegador mozilla Firefox a partir da versão 10.2 ou superior (para baixá-lo gratuitamente,
acesse o link "http://www.mozilla.org/pt-BR/firefox/fx/"). É possível ao Réu, ainda, a indicação do
caráter "sigiloso" da peça de defesa apresentada eletronicamente e documentos que a acompanham, a fim
de que sua visualização seja disponibilizada à parte contrária apenas no momento específico da audiência.
Todos os documentos deverão ser apresentados eletronicamente na forma do Ato n.º 443/2012 da
Presidência do TRT6, devendo ser agrupados para digitalização conforme sua natureza (ex:
contracheques, folhas de ponto, convenções coletivas, etc.), respeitado o limite de 3,0 MB (três
megabytes) para cada arquivo digital de documentos. Deverá a parte classificar e ordenar os
documentos juntados de forma a facilitar o exame dos autos eletrônicos, nos termos do art. 22 da
Resolução nº 136/2014, sendo facultado ao Magistrado determinar nova apresentação, e a
indisponibilidade dos anteriormente juntados, quando a forma de apresentação puder ensejar
prejuízo ao exercício do contraditório e da ampla defesa.
ATENÇÃO: É VEDADO O USO DO SISTEMA "E-DOC" PARA ENVIO DE PETIÇÕES
REFERENTES A PROCESSO ELETRÔNICO (SISTEMA PJe-JT).
A petição inicial e documentos do processo poderão ser acessados pelo sítio (http://pje.trt6.jus.br
/primeirograu/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam), digitando-se a(s) chave(s) abaixo
discriminadas, o que não elimina o dever da parte de acessar o processo mediante uso do certificado
digital por advogado habilitado:

Documentos associados ao processo

Título Tipo Chave de acesso**


Despacho Notificação 19040409054227500000036541938
Despacho Despacho 19040317590731300000036534067
CCT 2018 Manifestação 19040312592526300000036520718
TRCT Manifestação 19040312570773700000036520658
Planilha de Cálculos Planilha de Cálculos 19040312542178200000036520521
Procuração Procuração 19040312541719100000036520518
Declaração de Hipossuficiência Declaração de Hipossuficiência 19040312535164500000036520506
Carteira de Trabalho e Carteira de Trabalho e
Previdência Social (CTPS) Previdência Social (CTPS) 19040312534765300000036520504
Contracheque/Recibo de Salário Contracheque/Recibo de Salário 19040312532791600000036520485
Petição Inicial Petição Inicial 19040312522003200000036520462

Finalmente, a(s) resposta(s) do Réu não inserida(s) a tempo e modo no PJE-JT somente poderá
(ão) ser deduzida(s) em audiência de forma oral, nos termos da CLT, sendo vedada a utilização de
dispositivos de armazenamento removível (pen-drives, HDs externos, etc.) em quaisquer dos
computadores disponibilizados nas sedes das Varas do Trabalho.
O presente documento foi assinado eletronicamente pelo(a) Servidor(a) abaixo discriminado(a),
de ordem do(a) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Juiz(a) do Trabalho, Dr(a). EDUARDO HENRIQUE
BRENNAND DORNELAS CÂMARA, Coordenador do Núcleo Permanente de Soluções Consensuais
de Conflitos.

RECIFE-PE, 8 de Abril de 2019.


PODER JUDICIÁRIO FEDERAL
JUSTIÇA DO TRABALHO DA 6ª REGIÃO

CEJUSC RECIFE - 1º GRAU

Av. Marechal Mascarenhas de Morais, nº 4.631, 1º andar, Imbiribeira, Recife-PE

CEP: 51.150-004

PROCESSO Nº: 0000293-98.2019.5.06.0005 - AÇÃO TRABALHISTA - RITO


SUMARÍSSIMO (1125)

AUTOR: RONALDO FERNANDES RAMOS


RÉU: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. , INSTITUTO TELEMAR

DESTINATÁRIO:

INSTITUTO TELEMAR
22220-040 - RUA DOIS DE DEZEMBRO , 6352 - 2 andar - FLAMENGO - RIO DE JANEIRO -
RIO DE JANEIRO

NOTIFICAÇÃO INICIAL - RITO SUMARÍSSIMO

DATA E HORA DA AUDIÊNCIA DE TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO NO CEJUSC:


09/05/2019 09:34

DATA E HORA DA AUDIÊNCIA UNA NA VARA DE ORIGEM(5ª VT RECIFE): 27/05/2019 09:


10

Nº do código de rastreamento (código postal):JU250450983BR

Através da presente, fica Vossa Senhoria NOTIFICADO(A) a comparecer ao CEJUSC - 1º


GRAU - RECIFE, no endereço acima referido, para audiência de TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO,
relativa à ação em epígrafe, na data e hora acima especificadas.
FICANDO CIENTE QUE, CASO NÃO OBTENDO ÊXITO NA AUDIÊNCIA DE
TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO, O PROCESSO SEGUE O TRÂMITE NORMAL NA DATA E
HORA ACIMA DESIGNADAS PELA VARA DE ORIGEM.

Na audiência da Vara de Origem deverá Vossa Senhoria apresentar as provas que julgar
necessárias, constantes de documentos e testemunhas, estas no máximo de 02 (duas). As pessoas físicas
(partes e testemunhas) presentes na audiência deverão apresentar seus documentos de identificação com
foto (carteiras profissionais, RG, CNH). As pessoas jurídicas deverão trazer os documentos necessários à
comprovação da inscrição no CNPJ ou CEI (INSS), bem como CPF dos sócios, comprovante de
inscrição no SIMPLES, caso seja optante e, ainda, cópia do contrato social, estatuto ou outro ato
constitutivo, com as alterações porventura ocorridas. Em se tratando de condomínio, este deverá juntar
cópia de ata de eleição do síndico.
O Réu que conte em seu quadro de pessoal com mais de dez trabalhadores deverá apresentar os
respectivos controles de horário em caso de controvérsia quanto à jornada de trabalho, sob pena de
presunção de veracidade da jornada alegada na inicial (Art. 74, § 2º da CLT).
Deverá o Réu apresentar sua(s) resposta(s) e os documentos que a(s) instruem, inclusive
procuração e carta de preposição, de forma eletrônica, nos termos do parágrafo único do artigo 847 da
Lei nº 13.467/2017. Para tanto, o Réu, valendo-se dos seus próprios meios ou dos equipamentos
disponibilizados no Fórum Trabalhista de RECIFE, em sistema de auto-atendimento, deverá acessar o
sistema PJE-JT, no sítio "http://pje.trt6.jus.br/primeirograu/login.seam", ou diretamente no sítio do TRT
da Sexta Região, "www.trt6.jus.br", donde consta link específico para o PJE-JT. É obrigatório o uso do
certificado digital por advogado habilitado e emitido por autoridade certificadora competente, devendo
ser utilizado o navegador mozilla Firefox a partir da versão 10.2 ou superior (para baixá-lo gratuitamente,
acesse o link "http://www.mozilla.org/pt-BR/firefox/fx/"). É possível ao Réu, ainda, a indicação do
caráter "sigiloso" da peça de defesa apresentada eletronicamente e documentos que a acompanham, a fim
de que sua visualização seja disponibilizada à parte contrária apenas no momento específico da audiência.
Todos os documentos deverão ser apresentados eletronicamente na forma do Ato n.º 443/2012 da
Presidência do TRT6, devendo ser agrupados para digitalização conforme sua natureza (ex:
contracheques, folhas de ponto, convenções coletivas, etc.), respeitado o limite de 3,0 MB (três
megabytes) para cada arquivo digital de documentos. Deverá a parte classificar e ordenar os
documentos juntados de forma a facilitar o exame dos autos eletrônicos, nos termos do art. 22 da
Resolução nº 136/2014, sendo facultado ao Magistrado determinar nova apresentação, e a
indisponibilidade dos anteriormente juntados, quando a forma de apresentação puder ensejar
prejuízo ao exercício do contraditório e da ampla defesa.
ATENÇÃO: É VEDADO O USO DO SISTEMA "E-DOC" PARA ENVIO DE PETIÇÕES
REFERENTES A PROCESSO ELETRÔNICO (SISTEMA PJe-JT).
A petição inicial e documentos do processo poderão ser acessados pelo sítio (http://pje.trt6.jus.br
/primeirograu/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam), digitando-se a(s) chave(s) abaixo
discriminadas, o que não elimina o dever da parte de acessar o processo mediante uso do certificado
digital por advogado habilitado:

Documentos associados ao processo

Título Tipo Chave de acesso**


Despacho Notificação 19040409054227500000036541938
Despacho Despacho 19040317590731300000036534067
CCT 2018 Manifestação 19040312592526300000036520718
TRCT Manifestação 19040312570773700000036520658
Planilha de Cálculos Planilha de Cálculos 19040312542178200000036520521
Procuração Procuração 19040312541719100000036520518
Declaração de Hipossuficiência Declaração de Hipossuficiência 19040312535164500000036520506
Carteira de Trabalho e Carteira de Trabalho e
Previdência Social (CTPS) Previdência Social (CTPS) 19040312534765300000036520504
Contracheque/Recibo de Salário Contracheque/Recibo de Salário 19040312532791600000036520485
Petição Inicial Petição Inicial 19040312522003200000036520462

Finalmente, a(s) resposta(s) do Réu não inserida(s) a tempo e modo no PJE-JT somente poderá
(ão) ser deduzida(s) em audiência de forma oral, nos termos da CLT, sendo vedada a utilização de
dispositivos de armazenamento removível (pen-drives, HDs externos, etc.) em quaisquer dos
computadores disponibilizados nas sedes das Varas do Trabalho.
O presente documento foi assinado eletronicamente pelo(a) Servidor(a) abaixo discriminado(a),
de ordem do(a) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Juiz(a) do Trabalho, Dr(a). EDUARDO HENRIQUE
BRENNAND DORNELAS CÂMARA, Coordenador do Núcleo Permanente de Soluções Consensuais
de Conflitos.

RECIFE-PE, 8 de Abril de 2019.


EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DO TRABALHO DA 05ª VARA DO
TRABALHO DE RECIFE - PE - TRT 06ª REGIÃO

Processo nº 0000293-98.2019.5.06.0005

ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A., nos autos da


RECLAMAÇÃO TRABALHISTA que lhe promove RONALDO FERNANDES RAMOS, por seu
advogado que esta subscreve, vem, respeitosamente perante Vossa Excelência, expor e requerer o que
segue:

HABILITAÇÃO DO PATRONO

Requerer habilitação no PJe, para tanto reapresenta aos autos, atos


constitutivos e procuração, para que surtam seu efeito legal.

Vale ressaltar que, tendo em vista a juntada dos referidos documentos em


cópia simples, este procurador declara desde já a autenticidade do referido documento, para fins do
disposto no artigo 830 da CLT, responsabilizando-se pela veracidade do conteúdo do mesmo.

Por fim, reitera ainda, nos termos da súmula 427 do Colendo Tribunal
Superior do Trabalho, que toda e qualquer intimação e/ou notificação seja efetuada nos presentes autos
sejam exclusivamente endereçadas ao advogado DR. DANIEL BATTIPAGLIA SGAI, INSCRITO
NA OAB/SP SOB Nº 214.918, com escritório na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, Sala
132, Torre 2, Itaim Bibi, São Paulo - SP, CEP 04543-900, sob pena de nulidade.

Termos em que,

Pede Deferimento.

São Paulo, 18 de abril de 2019.


Daniel Battipaglia Sgai

OAB/SP 214.918
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Autenticação: 417C547A60DFA36FA5542CB234B3C545F11B6A57027BE8BD12CF48AE8168960A
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Empresa: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S A
NIRE: 333.0030474-6 Protocolo: 00-2018/077568-5 Data do protocolo: 18/04/2018
CERTIFICO O ARQUIVAMENTO em 25/04/2018 SOB O NÚMERO 00003185369 e demais constantes do termo de
autenticação.
Autenticação: 417C547A60DFA36FA5542CB234B3C545F11B6A57027BE8BD12CF48AE8168960A
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SUBSTABELECIMENTO

Substabeleço, COM RESERVAS de iguais poderes, na pessoa FELICIANA MARIA


SILVA BÍLIO, brasileira, advogada, portadora da OAB/PE nº 17.348 e inscrita no
CPF/MF sob o nº 793.753.834-15, os poderes a mim outorgados por RONALDO
FERNANDES RAMOS, perante o juízo do 5ª Vara do Trabalho do Recife/PE,
referente ao processo nº 0000293-98.2019.5.06.0005.

Recife/PE, 02 de maio de 2019.

Gabriel José de Brito Leite Nunes


OAB/PE 29.096

Valença & Associados Advocacia e Consultoria S/S


Rua Padre Valdevino, nº 2415, CEP 60.135-041
Bairro Aldeota – Fortaleza/CE – Brasil
Fone: + 55 (85) 3458-1562/3458-1908
Fax: + 55 (85) 3458-1038
CNPJ nº 07.218.136/0001-11
EM ANEXO
SUBSTABELECIMENTO

Substabeleço, COM RESERVAS de iguais poderes, na pessoa FELICIANA MARIA


SILVA BÍLIO, brasileira, advogada, portadora da OAB/PE nº 17.348 e inscrita no
CPF/MF sob o nº 793.753.834-15, os poderes a mim outorgados por RONALDO
FERNANDES RAMOS, perante o juízo do 5ª Vara do Trabalho do Recife/PE,
referente ao processo nº 0000293-98.2019.5.06.0005.

Recife/PE, 05 de maio de 2019.

Gabriel José de Brito Leite Nunes


OAB/PE 29.096

Valença & Associados Advocacia e Consultoria S/S


Rua Padre Valdevino, nº 2415, CEP 60.135-041
Bairro Aldeota – Fortaleza/CE – Brasil
Fone: + 55 (85) 3458-1562/3458-1908
Fax: + 55 (85) 3458-1038
CNPJ nº 07.218.136/0001-11
ATA DE AUDIÊNCIA

PROCESSO: 0000293-98.2019.5.06.0005
AUTOR(ES): RONALDO FERNANDES RAMOS - CPF:
RÉU(RÉ): ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. - CNPJ:

Em 09 de maio de 2019, na sala de sessões do CENTRO JUDICIÁRIO DE MÉTODOS


CONSENSUAIS DE SOLUÇÕES DE DISPUTAS NO 1º GRAU - TRT6, situado na Av. Marechal
Mascarenhas de Morais, nº 4631, 1º andar, Imbiribeira, Recife-PE, no exercício da substituição da
CEJUSC RECIFE/PE, sob a direção do Exmo(a). Juiz EDUARDO HENRIQUE BRENNAND
DORNELAS CAMARA, realizou-se audiência relativa ao processo identificado em epígrafe.

Às 09h50min, aberta a audiência, foram, de ordem do Exmo(a). Juiz do Trabalho, apregoadas as


partes.

Presente o reclamante, acompanhado do(a) advogado(a), Dr(a). FELICIANA MARIA SILVA


BILIO, OAB nº 17348/PE.

Presente o procurador do(a) reclamado(s) ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A., Sr


(a). DanIEL GUERRA DE ANDRADE SAMPAIO, CPF 050.470.224-63, acompanhado(a) do(a)
advogado(a), Dr(a). DANIEL GUERRA DE ANDRADE SAMPAIO, OAB nº 25717D/PE.

Presente o preposto do(a) reclamado(s) INSTITUTO TELEMAR, Sr(a). Cristiane REIS DE


ALMEIDA, CPF 027.100.174-74, acompanhado(a) do(a) acadêmica(a), Dr(a). MARIA CECILIA
CAVALCANTI RAMOS, OAB nº 13472/PE.

Com a palavra o advogado da primeira reclamada ofereceu uma proposta de acordo, no valor de
R$ 2.500,00, que foi recusada pelo reclamante.

Frustrada a tentativa de conciliação, retornem os autos à Vara de Origem e aguarde-se a


audiência anteriormente designada.

Audiência encerrada às 09h45

gr
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DO TRABALHO DA 05ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE
– PE – TRT 06ª REGIÃO

Processo nº. 0000293-98.2019.5.06.0005

ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. nos autos da Reclamação Trabalhista que


lhe move RONALDO FERNANDES RAMOS, vem, respeitosamente, à presença de Vossa
Excelência, requerer a juntada do substabelecimento e carta de preposição.

Por fim, reitera ainda, nos termos da súmula 427 do Colendo Tribunal Superior do
Trabalho, que toda e qualquer intimação e/ou notificação seja efetuada nos presentes autos
sejam exclusivamente endereçadas ao advogado DR. DANIEL BATTIPAGLIA SGAI, INSCRITO NA
OAB/SP SOB Nº 214.918, com escritório na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, Sala
132, Torre 2, Itaim Bibi, São Paulo – SP, CEP 04543-900, sob pena de nulidade.

Termos em que,
Pede deferimento.
São Paulo, 9 de maio de 2019.

Daniel Battipaglia Sgai


OAB/SP 214.918

São Paulo Belo Horizonte Rio De Janeiro


Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 Av. Aggeo Pio Sobrinho, 84, 3º andar Av. Treze de Maio, 41, 11º andar
Bloco 2 - Itaim Bibi – São Paulo SP Buritis – Belo Horizonte – CEP 30575-834 Rio de Janeiro CEP 20031-007
CEP 04543-900 Tel. 55 11 - 3879-2777 Tel. 55 31 – 2515-4745
SUBSTABELECIMENTO

DR. DANIEL BATTIPAGLIA SGAI, brasileiro, casado, regularmente inscrito na OAB/SP


214.918, SUBSTABELECE COM RESERVA DE IGUAIS PODERES, os poderes outorgados a mim por
ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A., nos autos da reclamação trabalhista n° 0000293-
98.2019.5.06.0005 ajuizada por RONALDO FERNANDES RAMOS em trâmite perante a 05ª VARA
DO TRABALHO DO RECIFE – PE, na pessoa do advogado Dr. DANIEL GUERRA DE ANDRADE
SAMPAIO, OAB nº 25717D/PE, na cláusula “ad judicia et extra”.

Daniel Battipaglia Sgai


OAB/SP 214.918
CARTA DE PREPOSIÇÃO

PROCESSO: 0000293-98.2019.5.06.0005
RECLAMANTE: RONALDO FERNANDES RAMOS
RECLAMADA: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.

ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. - inscrita no CNPJ 97.428.668/0001-76,


vem, pelo presente, designar: DANIEL GUERRA DE ANDRADE SAMPAIO, inscrito no C.P.F. sob o
n.º 050.470.224-63, para representá-lo na qualidade de preposto, nos moldes do art. 843, § 1°,
da CLT, outorgando à mesmos poderes para o fiel cumprimento desta distribuição.

Daniel Battipaglia Sgai


OAB/SP 214.918
habilitação
CONTESTAÇÃO que apresenta INSTITUTO TELEMAR, nos
autos do processo número 293-98.2019.5.06.0005, em
tramitação na 5ª Vara do Trabalho do Recife, no qual figura
como reclamante RONALDO FERNANDES RAMOS.

MM. JUÍZO:

Os pedidos formulados pela autora na petição inicial deverão ser julgados improcedentes, ante as
razões de fato e de direito a seguir aduzidas:

1. DA INEXISTÊNCIA DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ENTRE AS RECLAMADAS

Inicialmente, registra-se que não houve contrato algum entre o INSTITUTO TELEMAR e a suposta
empregadora da parte adversa, de modo a contestante nunca fomentou ou contratou pessoas físicas
ou jurídicas que lhe prestassem quaisquer espécie de serviços.

Aliás, a aqui defendente é uma entidade sem fins lucrativos que detém a certificação de Organização
da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Tem atuação nas mais variadas frentes na área de
responsabilidade social corporativa do Grupo Oi, promovendo, apoiando e desenvolvendo ações
inovadoras e colaborativas, em parcerias com entidades educacionais, culturais e esportivas. O
instituto acelera iniciativas que potencializam o desenvolvimento pessoal e coletivo e que fomentam
experimentações, soluções colaborativas e conexões entre organizações, ideias e pessoas.

Um dos programas incentivados pela ora defendente é o NAVE (Núcleo Avançado em Educação). Trata-
se de programa desenvolvido em duas escolas públicas, uma no Estado do Rio de Janeiro e outra no
Estado de Pernambuco. O programa oferece um modelo inovador de ensino profissionalizante
integrado ao ensino médio regular, através da oferta de cursos técnicos nas áreas de Programação de
Jogos Digitais, Multimídia e Roteiros para Mídias Digitais. Os programas, no entanto, são desenvolvidos
em parceria com as Secretarias de Educação de ambos os Estados.

Rua Othon Paraíso, 342, Campo Grande CEP 52031-435. Tel 55 81 3117 1911 Fax 55 81 3117 1904 – jairoaquino@jairoaquino.adv.br – www.jairoaquino.adv.br
A aqui defendente apenas funciona como parceira fornecendo patrocínio a eventos e fornecendo
suporte e conhecimento tecnológico para auxiliar na formação técnica dos estudantes. Ambas escolas
que participam do programa é que são as efetivas responsáveis pelas práticas pedagógicas e pela
respectiva contratação de eventuais profissionais que lhes prestam serviços. Aliás, o próprio
reclamante admite que se ativou na aludida instituição de ensino sendo esta defendente apenas
“parceria técnico educacional com o programa Oi Futuro”. É óbvio que não uma parceria técnica não
seria uma contratação de mão de obra em efetiva terceirização de serviços.

Portanto, a aqui defendente jamais terceirizou qualquer espécie de serviços à ELFE OPERAÇÃO E
MANUTENÇÃO S/A, nem contratou quaisquer funcionários de quaisquer outras empresas para
prestação ode serviços nas Escolas Técnicas abrangidas pelo programa NAVE. Se alguém o fez, foi a
própria entidade de ensino, através da Secretaria de Educação do Estado. Diante de sua natureza
jurídica, já que faz parte da administração pública direta do Estado, deveria haver a parte adversa
demandado em face do Estado de Pernambuco, ente de direito público responsável pela remuneração
e contratação dos profissionais que atuam naquela entidade.

Não houve contratação ou qualquer espécie de terceirização levada a efeito pela ora defendente, não
havendo que se cogitar em sua responsabilização subsidiária por quaisquer créditos decorrentes de
contratos que sequer seriam por ela firmados.

Diante disso, inconteste serem improcedentes todos os pleitos relacionados na exordial, ante a
completa ausência de contrato de prestação de serviços entre as reclamadas, bem como em face de
inexistência de uso da força laboral da parte adversa pela ora defendente, mesmo que de forma
indireta.

2. DA AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DA AUTORA PARA A CONTESTANTE – ÔNUS DA


PROVA DA PARTE POSTULANTE

Como já dito, registra-se, de forma absolutamente assertiva, que jamais existiu qualquer relação de
emprego ou mesmo de prestação de serviços direta ou indireta do autor em benefício do ora
defendente.

O autor não prestou serviço algum para o INSTITUTO TELEMAR. Fica aqui rechaçada a alegação da
petição inicial de que o obreiro “laborou pela 1º reclamada a serviço da 2º Reclamada”. Aliás, ele
mesmo admite que não se ativou nos hostes do ora defendente, mas “nas instalações da Escola
Técnica Estadual Cicero Dias”.

A fim de que não paire nenhuma espécie de dúvida, informa a ora defendente que NÃO MANTÉM OU
MANTEVE, EM QUALQUER MOMENTO, NENHUMA ESPÉCIE DE CONTRATO OU AJUSTE COM O
RECLAMANTE, TAMPOUCO COM O PRIMEIRO RECLAMADO INDICADO NA PETIÇÃO INICIAL.

Alega o demandante que fora contratado pelo primeiro demandado para atuar como porteiro,
alegando que prestava serviços na Escola Estadual Cícero Dias. Se assim o foi, o tomador dos serviços
seria o Estado de Pernambuco na pessoa da aludida escola. A ora contestante jamais participou da
seleção do reclamante para exercer qualquer espécie de atividades em seu benefício.

Evidencia-se, portanto, que, se não há má-fé objetiva, há incontestável ERRO MATERIAL NA PETIÇÃO
INICIAL ao indicar ser a ora defendente tomadora de serviços fornecido pelo primeiro reclamado e, em
especial, quanto ao labor executado pelo reclamante, pessoa absolutamente estranha e desconhecida
da ora defendente.

O ônus da prova da existência de prestação de serviços a ensejar a responsabilidade da pretensa


tomadora dos serviços é do empregado, ante a peremptória negativa da prestação de serviços pela
tomadora, assim como pela negativa de existência de relação negocial entre essa e a primeira
reclamada. Nesse sentido, transcrevem-se os seguintes julgados do Colendo Tribunal Superior do
Trabalho:

"AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO NA


VIGÊNCIA DA LEI Nº 13.015/2014. RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA.
NEGATIVA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. ÔNUS DA PROVA. Nos
termos do art. 818 da Consolidação das Leis do Trabalho, cabe à parte
comprovar as alegações que fizer no processo. Subsidiariamente, o art.
373, I, do Código de Processo Civil imputa ao autor o ônus processual
pela falta de prova do fato constitutivo do direito alegado. Nesse
aspecto, a propósito de atribuir a ente público supostamente tomador
de serviços a responsabilidade patrimonial pelos débitos trabalhistas
da real empregadora, é indispensável a comprovação do proveito dos
serviços do empregado, fato constitutivo do direito pretendido. 3.
Agravo de instrumento do Reclamante de que se conhece e a que se
nega provimento."
(TST-AIRR-1000356-48.2014.5.02.0602, 4ª Turma, Rel. Min. João Orestes Dalazen,
DEJT 19/08/2016 - g.n.)

................................................................................................................

"RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO PELA SEGUNDA RECLAMADA.


LEÃO ALIMENTOS E BEBIDAS LTDA. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. ÔNUS
DA PROVA. Na sistemática processual vigente, o ônus da prova
incumbe ao autor, quanto ao fato constitutivo de seu direito, e ao réu,
no tocante à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo
da pretensão autoral. In casu, o Regional concluiu que cabia à segunda
reclamada produzir prova de que, entre os empregados da primeira
reclamada que lhe prestaram serviços, a reclamante não estava
incluída. Ora, o ônus da prova da existência de prestação de serviços,
a ensejar a responsabilidade da tomadora dos serviços (Súmula nº 331,
IV, do TST), é da empregada, ante a negativa da prestação de serviços
pela segunda reclamada. Assim, e nos termos da jurisprudência desta
Corte Superior, o ônus da prova da prestação de serviços em favor da
apontada tomadora de serviços, quando negada a referida prestação,
é da empregada, por se tratar de fato constitutivo do direito ao
reconhecimento da responsabilidade subsidiária da tomadora.
Recurso de revista conhecido e provido."
(TST-RR-596-56.2013.5.05.0036, 8ª Turma, Rel.ª Min.ª Dora Maria da Costa, DEJT
12/02/2016).

................................................................................................................

"I - AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA -


RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO DE
SERVIÇOS. ÔNUS DA PROVA. Constatada violação do
artigo 818 da CLT, merece provimento o Agravo de Instrumento para
determinar o processamento do Recurso de Revista. Agravo de
Instrumento conhecido e provido. II - RECURSO DE REVISTA -
RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO DE
SERVIÇOS. ÔNUS DA PROVA. O ônus da prova da prestação de serviços,
quando negada na peça contestatória, é do empregado. Sem a prova
de que a empresa apontada como tomadora tenha se beneficiado dos
serviços do Reclamante, não se lhe pode imputar responsabilidade
subsidiária pelo inadimplemento das obrigações decorrentes do
contrato de trabalho. Recurso de Revista conhecido e provido".
(TST-RR-409-51.2012.5.05.0014, 8ª Turma, Rel. Min. Márcio Eurico Vitral Amaro,
DEJT 02/10/2015)

................................................................................................................

"(...) RECURSO DE REVISTA. ÔNUS DA PROVA. RESPONSABILIDADE


SUBSIDIÁRIA. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. O ônus de comprovar a
prestação de serviços à empresa tomadora é do autor, por se tratar de
fato constitutivo do direito ao reconhecimento da responsabilidade
subsidiária da real beneficiária dos serviços prestados. Não se mostra
razoável juridicamente exigir da tomadora dos serviços a prova da
ausência da prestação pessoal dos serviços, o que constituiria prova
negativa de fato. Prejudicado, por conseguinte, o exame da questão
relativa à responsabilidade subsidiária da segunda reclamada quanto
aos recolhimentos fiscais e previdenciários. Recurso de revista
conhecido e provido."
(TST-RR-359-56.2011.5.15.0022, 1ª Turma, Rel. Min. Lélio Bentes Corrêa, DEJT
20/02/2015)

Frise-se, novamente, que a Empresa ora contestante não possui nem nunca possuiu contrato de
prestação de serviços com ELFE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO S/A nem aquela empresa realiza qualquer
espécie de serviço que a esta terceirizado.

No caso vertente, nem o primeiro reclamado e nem o autor nunca tiveram qualquer relação jurídica
de emprego ou de prestação de serviços com a ora contestante.

Percebe-se, portanto, que são insinceras as alegações contrárias a estas aqui apresentadas, cabendo
à parte reclamante o ônus de comprovar as suas afirmações, a teor do que preconiza o artigo 818, I,
da Consolidação das Leis do Trabalho.
Sendo assim, verifica-se que o INSTITUTO TELEMMAR deve ser excluído de qualquer tipo de
condenação, ante a completa inexistência de vinculação, quer seja direta ou indireta, com o
reclamante. Diante do retro exposto, deverão ser julgados improcedentes, quanto à ora defendente
todos os pleitos formulados na exordial, notadamente aquele do item “1” da exordial.

3. DO LIMITE DA SUPOSTA RESPONSABILIZAÇÃO DA CONTESTANTE

Por cautela, em caso de eventual condenação do litisconsorte INSTITUTO TELEMAR, o que, data venia,
é inadmissível, deverá aquela ser limitada ao período no qual for comprovada a efetiva prestação de
serviços de forma exclusiva pela parte autora em benefício da ora contestante.

4. DO ALEGADO CONTRATO DE TRABALHO

De logo, cumpre ressaltar que NÃO há nos autos qualquer prova de que o reclamante tenha prestado
algum serviço para a primeira reclamada, muito menos como empregado, ficando rechaçada a tese
exordial, por zelo ao princípio da eventualidade.

Dessa forma, indica a ora reclamada que todos os pedidos relacionados na exordial sejam julgados
improcedentes, com relação à ora contestante, porquanto sejam obrigações personalíssimas
vinculadas ao suposto contrato de trabalho celebrado entre o reclamante e a primeira reclamada.

Repita-se, o INSTITUTO TELEMAR não participou em nenhum momento da contratação, supervisão,


remuneração e demissão da reclamante, tampouco se beneficiou da força de trabalho do postulante
mesmo que de forma indireta, sendo certa a total impossibilidade de responsabilização da contestante
no pagamento de valores adstritos ao alegado contrato de trabalho da obreira.

Em tempo, diante da negativa em sede de defesa, incumbe à parte autora o ônus da prova acerca da
presença dos requisitos do emprego, bem como quanto a uma suposta demissão sem justa causa.

Devem ser julgados improcedentes em face do aqui defendente o pleito do item “1” e os demais,
formulados nos itens “2”, “3”, “4”, “5”, “6”, “7”, “8”, “9”, “10” e “11”.

5. DAS DIFERENÇAS DE SALÁRIO PRETENDIDAS


Diz a parte adversa fazer jus ao pagamento de diferenças salariais, sob o fundamento de que
“Conforme parágrafo segundo da clausula terceira da CCT 2018, desde 1º de fevereiro, ou seja desde
a contratação a remuneração do autor deveria ser R$ 1.046,40 (um mil, quarenta e seis reais e
quarenta centavos), valor este que só veio a ser pago em Setembro de 2018, perfazendo os demais
meses diferenças salariais, uma vez que foi pago a menor, na quantia de R$ 1.027,80 (um mil, vinte
sete reais e oitenta centavos), fazendo jus a referida diferença.”

No entanto, o piso salarial previsto para a categoria está previsto no caput da mencionada cláusula,
equivalente a R$ 975,92 (novecentos e setenta e cinco reais e noventa e dois centavos). Para fazer jus
ao pagamento do valor mencionado no parágrafo segundo deverá comprovar o exercício da função de
porteiro, alegada na exordial, de conformidade com o que estabelece o artigo 818 da Consolidação
das Leis do Trabalho. Diga-se, desde já, que para tanto não se prestam os documentos de 57c17bb, já
que não contém qualquer elemento que lhes confira legitimidade quanto às informações neles
constantes, sendo, nesse particular, absolutamente unilateral.

6. DAS HORAS EXTRAORDINÁRIAS

Pelo que se verifica da própria exordial, o autor supostamente se ativava das 19h às 7h, sem intervalo
intrajornada, em escala de trabalho de 12x36 (doze horas de trabalho, por trinta e seis horas de folga).
Dita escala (12 x 36) conta com a devida autorização prevista no artigo 59-A da Consolidação das Leis
do Trabalho, com redação dada pela Lei 13.467/17. Se assim o era, mesmo que não haja usufruto de
intervalo intrajornada, não se teria qualquer hora extraordinária pendente de pagamento à parte
adversa.

Nesse particular, o disposto no artigo 59-A, parágrafo único da Consolidação das Leis do Trabalho que
estabelece que “A remuneração mensal pactuada pelo horário previsto no caput deste artigo abrange
os pagamentos devidos pelo descanso semanal remunerado e pelo descanso em feriados, e serão
considerados compensados os feriados e as prorrogações de trabalho noturno, quando houver, de que
tratam o art. 70 e o § 5º do art. 73 desta Consolidação”. Assim, a jornada de trabalho em escala 12x36
(doze horas de labor por trinta e seis horas de descanso) é incompatível com a redução ficta da hora
noturna por expressa imposição legal.

Com efeito, ainda que não se tenha por observado o intervalo intrajornada integral de 1h diária, numa
semana o empregado trabalhará 36 (trinta e três) horas e na semana seguinte 48 (quarenta e quatro)
horas efetivas de trabalho, perfazendo jornada semanal média de 42 (quarenta e duas) horas
semanais. Em média, portanto, ter-se-iam 44h (quarenta e quatro) horas semanais, não havendo que
se falar em paga alusiva a labor extraordinário:

RECURSO ORDINÁRIO DA RECLAMADA. ESCALA DE 12X36. DIVISOR


APLICÁVEL. O trabalho em escala de 12x36 abrange o período noturno,
portanto,considerada a duração ficta da hora noturna, a carga horária
semanal média não será de apenas 42 horas. A existência de
alternância da jornada semanal no regime de 12x36, na verdade,
evidencia a compensação da jornada normal de 44 horas semanais.
Aplica-se o divisor 220 no regime de trabalho 12X36 horas.
PRECEDENTES DO C. TST. NEGO PROVIMENTO AO RECURSO DA
RECLAMADA, NO ASPECTO.
(TRT-1 - RO: 01000112420185010076 RJ, Relator: JOSE NASCIMENTO ARAUJO NETO, Data de
Julgamento: 30/04/2019, Gabinete do Desembargador José Nascimento Araujo Netto, Data de
Publicação: 09/05/2019, extraído de https://trt-
1.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/707118812/recurso-ordinario-ro-1000112420185010076-
rj?ref=serp).

.................................................................................................................

REGIME 12 X 36 - DIVISOR APLICÁVEL DE "220" - SENTENÇA QUE SE


MANTÉM. Para uma jornada 12x36, em que se observa uma
alternância de 36 horas de trabalho em uma semana, para 48 horas na
semana seguinte, resulta evidente uma compensação semanal de 44
horas em razão da redução ficta noturna, o que perfaz um divisor
"220". Recurso autoral não provido.
(TRT-20 00007950620175200009, Relator: JORGE ANTONIO ANDRADE CARDOSO, Data de
Publicação: 07/12/2018, extraído de https://trt-
20.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/657106985/7950620175200009?ref=serp)

Com efeito, diante do próprio quadro fático delineado na peça de ingresso, não há qualquer hora extra
pendente de pagamento. Requer-se seja julgado improcedente o pedido de pagamento de horas
extras, pois dito sistema de compensação é incompatível com a redução do labor noturno, não
havendo que se falar em contraprestação de horário extraordinário ulterior à 12h diária.

7. DO ADICIONAL NOTURNO
Dos próprios contracheques juntados aos autos pela parte autora infere-se a contraprestação
pecuniária referente ao adicional noturno, inserido naqueles holerites sob o código “0578”, nominado
como “AD. NOTURNO 20%”. Improcedente, destarte a pretensão formulada no item “5” do rol
postulatório da peça de ingresso.

8. DO INTERVALO INTRAJORNADA

Fica rechaçada a alegação de supressão do intervalo intrajornada, cujo ônus da prova incumbiria à
parte autora, nos termos do artigo 818 da Consolidação das Leis do Trabalho.

Por excessivíssima cautela e zelo à eventualidade, observa a reclamada que a redação do artigo 71,
§4º, da Consolidação das Leis do Trabalho, que solapou qualquer interpretação em sentido diverso
sobre a natureza do instituto, determina o seguinte:

“§4º A não concessão ou a concessão parcial do intervalo intrajornada


mínimo, para repouso e alimentação, a empregados urbanos e rurais,
implica o pagamento, de natureza indenizatória, apenas do período
suprimido, com acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o valor
da remuneração da hora normal de trabalho. (Parágrafo acrescido pela
Lei nº 8.923, de 27/7/1994, com redação dada pela Lei nº 13.467, de
13/7/2017, publicada no DOU de 14/7/2017, em vigor 120 dias após a
publicação)”.

Efetivamente, o ordenamento jurídico positivou a interpretação que deveria ser aplicável ao


preceptivo legal em tela vigente à época do liame empregatício. Carente de agasalho jurídico o pleito
alusivo às pretendidas repercussões da hora intervalar em outros títulos.

Destaca-se ainda que, mesmo na hipótese de se entender que haveria labor nos horários de intervalo,
não se poderia considerar o mesmo período de tempo para apuração de horas extraordinárias e horas
de intervalo, sob pena de configuração de evidente bis in idem. É o que se requer seja observado.

Ante o exposto, deve ser julgado improcedente o pedido formulado no item “6” do rol petitório da
exordial.
9. DOS DOMINGOS E FERIADOS

Quanto ao labor em dias de feriados, invoca-se, novamente, o disposto no artigo 59-A, parágrafo único
da Consolidação das Leis do Trabalho. O mencionado dispositivo é claro ao estabelecer que “A
remuneração mensal pactuada pelo horário previsto no caput deste artigo abrange os pagamentos
devidos pelo descanso semanal remunerado e pelo descanso em feriados, e serão considerados
compensados os feriados e as prorrogações de trabalho noturno, quando houver, de que tratam o art.
70 e o § 5º do art. 73 desta Consolidação”.

Carente de agasalho legal, portanto, o requerimento de pagamento da dobra pretendida no item “7”
do rol petitório. Requer-se seja julgada improcedente a aludida pretensão.

7. DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO

O autor postula o pagamento de diferenças de salário, de horas extras, do adicional noturno, de horas
intervalares e de dobras de domingos e feriados nos itens “4”, “5”, “6” e “7”, indicando fazer jus a
incidências em outros títulos, dentre eles as verbas rescisórias e a própria verba fundiária,
devidamente acrescida da multa de 40%.

A despeito disso, no item “8”, persegue o pagamento de diferenças de “FGTS+40% pela falta de
pagamento da diferença salarial, das horas extras, noturnas, intervalos intrajornada e dobro de
domingos e feriados”.

Como se verifica, persegue o pagamento do título e as repercussões, para em outro requerimento,


como se tópico próprio fosse, requerer novamente o pagamento de diferenças de determinado título
em decorrência das mesmas incidências, em flagrante “bis in idem”. Trata-se de repercussão sobre
repercussão. Nada mais teratológico e afrontoso à legislação vigente. Requer-se, já por isso, seja
rejeitada a pretensão do item “8” do rol postulatório da exordial.

De todo modo, a obrigação de depositar o fundo de garantia do tempo de serviço decorre do contrato
de emprego, condição imprescindível à obrigatoriedade acessória. Logo, diante da ausência de
vinculação empregatícia da parte autora ou mesmo de qualquer prestação de serviços em benefícios
desta contestante, deve ser rejeitada a pretensão aqui combatida. É o que se requer seja observado.

8. DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS


No que tange ao pedido de item “9”, suscita a demanda a ilegitimidade ativa da autora, visto que
caberia a quem tem o interesse legítimo, no caso em tela a União Federal e o Instituto Nacional do
Seguro Social, à pretensão adversa, ou seja, o requerimento de pagamento de quaisquer contribuições
previdenciárias eventualmente devidas.

10. DA COMPENSAÇÃO/DEDUÇÃO

“Ad cautelam”, requer o reclamado pela DEDUÇÃO E COMPENSAÇÃO dos valores pagos a título das
parcelas pleiteadas pelo empregador do autor, na hipótese de alguma condenação, o que é admitido
apenas para argumentar.

11. DO PEDIDO DE GRATUIDADE JUDICIAL

Insurge-se a contestante quanto ao pedido de Justiça Gratuita, porquanto qualquer dos requisitos
elencados nos artigos 98 e seguintes, do Novo Código de Processo Civil não foram atendidos pela parte
adversa, ressaltando-se a ausência de requerimento do próprio litigante ou de alguma autoridade
competente para tanto.

Outrossim, o causídico subscritor da peça exordial, para postular dito benefício, deveria estar munido
de procuração que lhe outorgasse poderes especiais a tanto, o que não se constata no caso presente,
ferindo o disposto no artigo 105, do Código de Processo Civil.

12. DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

Ainda assim, mesmo que o MM. Juízo perfilhasse entendimento quanto à possiblidade de sucumbência
no presente feito, o que se admite por excessiva cautela processual, requer seja limitada a condenação
a 5% (cinco por cento), conforme disciplinado pelo artigo 791-A, da Consolidação das Leis do Trabalho.

Ainda assim, mantido esse entendimento, cabível é a sucumbência do autor quanto às parcelas
julgadas improcedentes, na forma do artigo 791-A, §3º, da Consolidação das Leis do Trabalho, as quais
deverão ser quitadas com base nos eventuais títulos de natureza econômica objeto de condenação, o
que se admite apenas para fins de argumentação, sendo o que se requer.

13. DAS CONSIDERAÇÕES CAUTELARES


Por excessivo rigorismo processual, acaso esse MM. Juízo entenda pela condenação ao pagamento de
horas extras, adicional noturno, horas intervalares ou horas de percurso, requer seja observada a
evolução salarial da parte adversa, nos termos da Súmula 347 do Colendo Tribunal Superior do
Trabalho, para fins de cálculo das verbas eventualmente deferidas.

Requer, ainda, a reclamada a exclusão, na hipótese inconsiderada de eventual condenação, os dias em


que não houve, efetivamente, prestação de serviços pelo reclamante, tais quais faltas, suspensões
contratuais, licenças, e afastamento previdenciário, para todos os fins de direito.

Por fim, requer seja estabelecido que os valores pretendidos na exordial sejam observados como
limites à quantificação dos pedidos, ante se constituir a petição inicial baliza máxima da atuação
jurisdicional, na forma dos artigos 141 e 492 do Código de Processo Civil.

14. DA IMPUGNAÇÃO AOS VALORES ARBITRADOS AOS PEDIDOS

A demandada impugna os valores atribuídos aos pedidos formulados na petição de ingresso. Observa-
se, inicialmente, que a ausência de indicação de demonstrativo impede contestação exauriente sobre
os valores atribuídos aos pedidos constantes da exordial.

De todo, já se identificou as seguintes irregularidades nos importes arbitrados, que culminam com a
mais completa invalidação dos valores:

1) Base de Cálculo – Não observou a evolução salarial do reclamante, elegendo o absurdo

valor aduzido na exordial para cálculo de todas as parcelas;


2) Exclusão dos dias não trabalhados – Não excluiu os dias em que o demandante não

compareceu ao labor;
3) O reclamante considerou labor em todos os feriados oficiais e domingos, não

considerando, por ilação, as folgas compensatórias quanto aos domingos eventualmente


trabalhados e nem a exclusão dos feriados não laborados, majorando, excessivamente, o
valor atribuído à parcela.
4) Honorários advocatícios – O reclamante não limitou a condenação ao teto de 15% (quinze

por cento), majorando indevidamente o montante pretendido;

15. DA CONCLUSÃO
Por todo o exposto, a ação deverá ser julgada improcedente. A reclamada protesta e requer, desde já,
por todas as provas em direito admitidas, especialmente depoimento pessoal do reclamante, sob pena
de confesso, juntada posterior de documentos e ouvida de testemunhas.

Requer, ainda, caso alguma verba venha a ser deferida ao reclamante, o que se admite apenas para
argumentar, se digne essa MM. Juízo determinar a incidência dos descontos atinentes à Previdência
Social e ao Imposto de Renda, conforme Provimento número 01/96, da Corregedoria Geral da Justiça
do Trabalho e Súmula 368 do Colendo Tribunal Superior do Trabalho, indicando a natureza jurídica das
mesmas, (artigo 832, §3º, da Consolidação das Leis do Trabalho).

Os subscritores da presente defesa declaram, ainda, serem reproduções autênticas aos originais os
documentos acostados aos autos, nos termos do artigo 830 da Consolidação das Leis do Trabalho.

Requer-se, por fim, que todas as notificações sejam expedidas em nome do patrono SÉRGIO ALENCAR
DE AQUINO (OAB/PE 9.447), nos termos da Súmula n.º 427 do Colendo Tribunal Superior do Trabalho,
sob pena de nulidade processual, para todos os fins de direito.

P. deferimento,
Recife, 27 de maio de 2019.

Advogados: Jairo Aquino OAB/PE 1.623

Sérgio Aquino OAB/PE 9.447

Emiliano Feitosa OAB/PE 25.210


EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA 05ª VARA DO TRABALHO DE RECIFE – PE
- TRT 06ª REGIÃO

Autos n.º: 0000293-98.2019.5.06.0005

ELFE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO S.A., devidamente qualificada nos autos da


Reclamação Trabalhista proposta por RONALDO FERNANDES RAMOS, vem, respeitosamente,
perante V. Exa., por seus procuradores ao final assinados, apresentar sua CONTESTAÇÃO, nos
termos seguintes:

Por fim, requer a reclamada para fins do disposto no artigo 39, I, do CPC, e com
arrimo na súmula 427 do Colendo TST, que as futuras notificações e intimações sejam remetidas
aos cuidados, exclusivamente, do DR. DANIEL BATTIPAGLIA SGAI, inscrito na OAB/SP sob nº
214.918, com escritório na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 - Torre 2 - 13º Andar -
Cj 132 - Itaim Bibi, São Paulo - SP, 04543-900.

SÍNTESE DA DEMANDA

Almeja o reclamante, por intermédio desta ação, o recebimento dos valores


descritos na petição inicial, alegando em apertada síntese, ter firmado contrato de trabalho com
a Reclamada em 01/04/18 na função de porteiro e demitido sem justa causa em 03/01/19.

Requer assim: diferença salarial pelo reajuste; horas extras; intervalo; domingos e
feriados; adicional noturno; diferenças de verbas rescisórias e fgts.

A presente reclamatória, nos moldes em que foi formulada, não reúne condições
mínimas que sejam capazes de guindá-la ao sucesso, estando fadada à total rejeição por parte
desse Meritíssimo Juízo.

São Paulo Belo Horizonte Rio De Janeiro


Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 Av. Aggeo Pio Sobrinho, 84, 3º andar Av. Treze de Maio, 41, 11º andar
Bloco 2 - Itaim Bibi – São Paulo SP Buritis – Belo Horizonte – CEP 30575-834 Rio de Janeiro CEP 20031-007
CEP 04543-900 Tel. 55 11 - 3879-2777 Tel. 55 31 – 2515-4745
PRELIMINARMENTE

VIGÊNCIA DA NORMA PROCESSUAL NO TEMPO

A Lei 13.467/17 da Reforma Trabalhista entrou em vigor no dia 11/11/2017


juntamente com diversos artigos que versam sobre direito processual do trabalho. Cite-se como
exemplo: obrigatoriedade de liquidação dos pedidos da inicial, gratuidade da justiça, revelia,
honorários sucumbenciais etc.

Com efeito, ao contrário do que ocorre com as normas de Direito material, as leis
processuais produzem efeitos imediatos e o novel regramento passa a ser aplicados nos
processos em andamento e não somente àqueles que se iniciarem a partir da vigência da nova
lei, isto por força da teoria de isolamento dos atos processuais.

Assim, a norma processual não retroagirá e será aplicável ao processo em curso


imediatamente. Ex vi legis Arts. 14 e 1.046, ambos do CPC. In verbis:

Art. 14.
A norma processual não retroagirá e será aplicável imediatamente aos processos
em curso, respeitados os atos processuais praticados e as situações jurídicas
consolidadas sob a vigência da norma revogada.

Art. 1.046.
Ao entrar em vigor este Código, suas disposições se aplicarão desde logo aos
processos pendentes, ficando revogada a Lei no 5.869, de 11 de janeiro de 1973.

No mesmo sentido, aliás, é a Súmula nº 509 do STF: A Lei nº 4.632, de


18.5.65, que alterou o art. 64 do Código de Processo Civil, aplica-se aos processos em
andamento, nas instâncias ordinárias.

Por estas razões, requer-se a aplicação imediata das normas processuais adiante
invocadas, as quais restam de logo prequestionadas para os devidos fins de direito.

DA AUTENTICIDADE DOS DOCUMENTOS QUE INSTRUEM A DEFESA

Os procuradores da primeira Ré declaram, sob as penas da lei, que os documentos


que instruem a presente defesa são cópias autênticas dos respectivos originais nos termos do
artigo 830 da CLT.
DOS LIMITES DA LIDE

Preliminarmente, a Reclamada invoca, ainda, o disposto nos artigos 329 e 342 do


CPC, que vedam o reclamante inovar ou modificar o pedido, a causa de pedir e alterar os limites
da lide, que se tornam imutáveis com a contestação.

Nenhuma nova alegação referente a fato anterior ao ajuizamento desta Ação


poderá ser aduzida pelo autor, também o objeto da prova na instrução não poderá ultrapassar
os limites da litiscontestação.

A inobservância dos referidos dispositivos implicará na violação do devido


processo legal e no direito ao contraditório e à ampla defesa, que o art. 5º, LIV e LV, asseguram
à Reclamada.

DO PEDIDO DE JUNTADA DE DOCUMENTOS

Não deverá ser acolhido o pedido formulado pelo reclamante de juntada dos
documentos, visto que claramente inepto, senão vejamos.

Existe procedimento próprio previsto na lei processual para solicitar a exibição


judicial de documentos, cumprindo observar os requisitos dos artigos 396 e seguintes do Novo
Código de Processo Civil, sob pena de se tornar inviável o acolhimento da pretensão.

Assim, não tendo o reclamante observado os requisitos aplicáveis ao


procedimento de exibição de documento, não merece apreciação o pleito respectivo.

Outrossim, incabível tal pretensão, pois a Reclamada não está obrigada a juntar
documentos tão somente solicitados pelo reclamante, vez que a direção do processo cabe ao
MM. Juiz e não às partes, nos termos do artigo 396 do Novo Código de Processo Civil.

Neste ato são anexados apenas os documentos que instruem a presente


defesa, não havendo que se cogitar de aplicação dos termos do artigo 400 do Novo Código de
Processo Civil.

Cabe à parte anexar aos autos os documentos que instruem suas peças, e não
atender aos requerimentos da parte contrária, nos termos dos artigos 320 e 434, ambos do Novo
Código de Processo Civil.

Ao Magistrado, na direção do processo, caberá determinar a exibição do que


entender devido, nos exatos termos do artigo 396 do mesmo diploma legal.
A ILEGITIMIDA PASSIVA DA TOMADORA

Cumpre-nos, primeiramente, suscitar pela ilegitimidade da 2ª Reclamada, de


figurar no polo passivo da presente ação, na medida em que, não há irregularidade tampouco
inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte da 1ª Reclamada, ora contestante. No
mais, não há qualquer vínculo empregatício entre o reclamante e a 2ª Reclamada, que autorizem
que esta responda por eventuais créditos trabalhistas pleiteados por meio da presente.

O próprio reclamante confessa que foi contratado pela 1ª Reclamada, certo que
dela era subordinado, treinado, assalariado, e fiscalizado, conforme se demonstrará, de certo
que a única responsável por seu contrato de trabalho é a 1ª Reclamada. Não há de se falar em
culpa in vigilando ou culpa in elegendo por parte da 2ª Reclamada, a fim de ensejar sua
condenação na responsabilidade subsidiária.

Ademais, é de se considerar que a 1ª Reclamada, ora Contestante é empresa


idônea, sempre cumpre regularmente seus devedores e obrigações trabalhistas.

Portanto, é inaplicável o teor da súmula 331 do C. TST, ao caso em comento. E


nesse sentido, já se posicionou a jurisprudência:

“Da Responsabilidade Subsidiária da 2ª Reclamada. A empresa que contrata


prestadora de serviços, seja ela pessoa jurídica de direito privado, ou público,
tem a obrigação de eleger bem e fiscalizar bem. É responsável por verificar se
a empresa prestadora dos serviços está cumprindo corretamente com a
legislação trabalhista, aquele que resguarda um dos mais básicos direitos do
homem, o direito de exercer um trabalho que garanta sua subsistência e o de
sua família.
Não havendo procedência quanto aos pedidos formulados em face da primeira
reclamada, não há de se falar em responsabilidade subsidiária da segunda ré.
Além do mais, na hipótese dos autos não se vislumbra a existência de
danos no decorrer da prestação de serviços, fazendo-se presumir que houve
a correta fiscalização acerca do cumprimento das obrigações contratuais por
parte da segunda reclamada, não havendo portanto que se falar em
responsabilização da mesma. Este é o entendimento do TST na Súmula 331,
VI, que adoto. Improcedente, pois, o pedido de responsabilização subsidiária
da 2ª reclamada, item “2” da peça incoativa.”. (TRT 1 – Des. Relatora DALVA
AMELIA DE OLIVEIRA; Danielly Rodrigues Messias x HOPE – Trade
Marketing Solutions. 0011177-37.2014.5.01.0027; publ. 29/04/16).

Desta feita, a exclusão da lide da 2ª reclamada, é medida que de imediato se


impõe, pois, não é parte legítima para responder pelo contrato de trabalho celebrado entre
reclamante e reclamada.

MÉRITO

DO CONTRATO DE TRABALHO

O reclamante foi contratado pela reclamada em 01/04/18, para exercer a função


de “porteiro” e demitido sem justa causa em 03/01/19.

Diante do exposto, e por tudo o mais que consta da documentação anexa a


presente defesa, restam impugnadas todas as assertivas divergentes lançadas pelo autor acerca
do contrato de trabalho, devendo o mesmo fazer prova de suas alegações nos moldes dos artigos
818 da CLT e 373, I do CPC.

Entretanto, passa a reclamada a tecer seus comentários sobre as alegações do


autor.

DAS DIFERENÇAS SALARIAIS


O reclamante pleiteia, em sua exordial, o pagamento de diferenças salariais,
alegando que a reclamada não realizou o reajuste previsto na Norma Coletiva da categoria
quando da contratação do Reclamante, vindo à realizar o reajuste tão somente em Setembro/18.

Contudo, tal pleito não pode prevalecer, tendo em vista que a reclamada sempre
respeitou o disposto nas Convenções Coletivas da Categoria, conforme verifica-se na ficha de
registro e holerites anexos.

Esta reclamada não infringiu nenhuma das Cláusulas das Convenções Coletivas de
Trabalho, uma vez que sempre atendeu a todas as normas coletivas aplicáveis ao caso em tela,
como pode ser observado nos documentos acostados a essa defesa, e neste sentido, não há que
se falar em pagamento de diferenças salariais, posto que não restou caracterizada a infração em
relação aos reajustes mencionados.

A reclamada sempre pagou todos os direitos decorrentes da norma coletiva da


categoria do reclamante, não fazendo jus a nenhuma diferença decorrente destas Convenções
Coletivas.

Veja-se, de toda forma, que cabia ao reclamante fazer prova das suas alegações,
na forma do art. 818 da CLT e 373, I do CPC.

Deste modo, não se sustenta a fundamentação do autor, posto que, conforme


comprovado nos autos, o reclamante jamais percebeu remuneração inferior ao determinado na
CCT de sua categoria.

Outrossim, para fazer jus às diferenças buscadas deveria o reclamante


desincumbir-se do encargo probatório de suas alegações, comprovando o embasamento
normativo dos pisos buscados, conforme termos do inciso I do artigo 373 do Código de Processo
Civil e artigo 818 da Consolidação das Leis do Trabalho, ônus do qual não se desincumbiu.
Desta feita, por qualquer ângulo que se analise a questão não há que se falar em
diferença salarial em decorrência da suposta inobservância ao reajuste salarial da categoria.

Jamais restou infringida ou violada qualquer das disposições constantes dos


acordos coletivos de trabalho aplicáveis a espécie, não havendo, portanto, nenhum fundamento
a embasar a pretensão obreira.

Improcede, assim, mais esse pedido. Não obstante, na remota hipótese de


condenação requer a Contestante que seja observado o valor correspondente ao salário
consignados nos documentos do Reclamante (ficha de registro e holerites) para apuração de
cálculos de eventuais diferenças.

DAS HORAS EXTRAS

Totalmente indevido o pagamento das horas extraordinárias, pleiteadas.

Em primeiro lugar, a reclamada, impugna o horário alegado na exordial, eis que


conforme comprovado pelos documentos anexos, o reclamante trabalhava em escala 12x36,
sempre das 19h às 7 horas, com 01:00 (uma) hora de intervalo para repouso e alimentação.

O reclamante sempre gozou de folga de 36 horas e não laborava aos domingos e


feriados.

Não obstante, certo é que a jornada cumprida pela obreira foi ajustada mediante
acordo ou convenção coletiva de trabalho, como determina a Súmula 444 do TST.

Verifica-se, pelos horários retro descritos, que o reclamante não cumpria jornada
extraordinária, visto que não trabalhava mais que 08:00 (oito) horas diárias ou 44:00 (quarenta e
quatro) horas semanais.

Os controles de jornada e demonstrativos de pagamento juntados, comprovam a


real jornada de trabalho, bem como as assertivas efetuadas.

Cabe ressaltar que tendo em vista o extravio dos cartões de pontos de alguns
períodos, a reclamada juntou apenas aqueles cartões que possuía, devendo ser considerada a
média de horas extras dos períodos contemplados nos cartões juntados, eis que a jornada
declinada na inicial é por demais fantasiosa, já que não contempla a realidade dos fatos.

Este é o entendimento dos nossos Tribunais:


HORAS EXTRAS. PERÍODO SEM CONTROLE DE JORNADA. O pagamento de horas
extras no período sem controle de jornada deve ser de acordo com a média
apurada nos controles de ponto, considerando que as partes não produziram
qualquer prova de que teria havido uma mudança substancial no horário de
trabalho após o registro da jornada. (TRT-1 - RO: 00012260220135010432 RJ,
Relator: Claudia Regina Vianna Marques Barrozo, Data de Julgamento:
30/03/2015, Sétima Turma, Data de Publicação: 05/05/2015)

CONTROLES DE FREQUÊNCIA. JUNTADA PARCIAL. NÃO COMPROVAÇÃO DA


JORNADA DURANTE TODO O VÍNCULO. MÉDIA DA JORNADA COMPROVADA
NOS CONTROLES. EXTENSÃO AO PERÍODO NÃO COMPROVADO. Caso tenham
sido juntados cartões de ponto referentes a apenas parte do vínculo empregatício,
as informações constantes dos mesmos poderão ser aplicadas também ao período
não comprovado, conforme Orientação Jurisprudencial nº 233 da SDI-1 do c. TST
("a decisão que defere horas extras com base em prova oral ou documental não
ficará limitada ao tempo por ela abrangido, desde que o julgador fique convencido
de que o procedimento questionado superou aquele período"). Este é o
entendimento majoritário da 3ª Turma deste c. Tribunal. (TRT-5 - RecOrd:
00011830220135050611 BA 0001183-02.2013.5.05.0611, Relator: LÉA NUNES, 3ª.
TURMA, Data de Publicação: DJ 16/05/2014.)

Ainda, importante registrar que a ausência de assinatura dos espelhos de ponto,


não os invalida, nem implica na inversão do ônus da prova, conforme recentes decisões do C. TST
e do TRT da 2ª Região:

“RECURSO DE REVISTA. HORAS EXTRAS. ÔNUS DA PROVA. CARTÕES DE PONTO


SEM ASSINATURA. Segundo o entendimento desta Corte, a falta de assinatura do
empregado nos cartões-de-ponto não enseja a conclusão de que esses são
inválidos nem que o ônus da prova deve ser invertido automaticamente, com a
consequente validação da jornada descrita na inicial, por ausência de amparo
legal. Nesse contexto, considerando que o TRT, no acórdão recorrido, entendeu
que declaração apócrifa não é documento válido e inverteu o ônus da prova,
concluindo que permaneceu com a empresa o ônus de provar a jornada por ela
alegada em sua defesa, a qual não se desincumbiu de seu mister, de modo a
condená-la ao pagamento de horas extras, houve violação dos artigos 333, I, do
CPC e do art. 818 da CLT. Recurso de revista a que se dá provimento.”
(Processo nº TST-RR-286-61.2012.5.05.0464 – Ministra Relatora Kátia Magalhães
Arruda - Publicado no D.O. do dia 20/06/2014)

“Cartões de ponto. Assinatura. Validade. A validade dos cartões de ponto não é


condicionada à assinatura do empregado. Exigência que não se encontra na lei
nem na Súmula 338 do Tribunal Superior do Trabalho. Apresentados os cartões e
impugnados os registros de horário, cabe ao empregado provar que era outra a
realidade da jornada de trabalho. Entendimento contrário afrontaria o princípio
da legalidade (art. 5º, II, da Constituição Federal). Recurso Ordinário dos réus a que
se dá provimento, nesse ponto.” (Processo TRT/SP Nº 0000218-87.2012.5.02.0014
– Relator Eduardo de Azevedo Silva - Publicado no D.O. do dia02/09/2014)

A jornada descrita pelo reclamante foge à RAZOABILIDADE, sendo impossível crer


que tivesse trabalhado ao longo de todos esses anos em tais condições.

Insta salientar, outrossim, que, conforme se verifica dos controles de jornada, o


reclamante jamais laborou em jornadas extensas, em desacordo com os limites legais.

Nenhuma razão assiste ao obreiro quanto à jornada de trabalho apresentada na


inicial, que resta impugnada, desde já, pela reclamada.

Em atenta análise dos espelhos de ponto e dos holerites, verifica-se que o


reclamante anotou corretamente as horas extraordinárias laboradas. Verifica-se também, que
houveram compensações (com entradas mais tarde, saídas antecipadas e algumas ausências
abonadas), bem como que, na impossibilidade de compensação, eventuais horas extras
prestadas foram devidamente pagas.
Tanto é que, o reclamante não aduz em sua exordial os dias e horários não
adimplidos, se restringindo a narrar uma infundada jornada laboral e a existência de diferenças
das horas extras. Ora, evidente que o reclamante deixa de mencionar quais são as diferenças das
horas extras, visto que estas inexistem.

Se não bastasse o todo exposto, é imprescindível consignar que o reclamante não


se desincumbiu do ônus probatório que lhe é inerente, no sentido de demonstrar que, de fato,
cumpria horas extras além daquelas lançadas nos inclusos cartões e espelhos de ponto, não
cumprindo o ônus que lhe cabia nos termos do que dispõem o art. 818 da CLT e o art. 373, I do
CPC. Ora, resta claro que a obreira não se desvencilhou do ônus que lhe cabia por um motivo
óbvio, qual seja, as assertivas que lançou na exordial acerca da jornada de trabalho não
correspondem à realidade.

No mais, como pode ser vislumbrado na exordial, a obreira pretende o pagamento


de horas extras com o adicional convencional. Neste ponto, insta destacar que o reclamante não
faz jus a horas extras, conforme restou demonstrado, e, por conseguinte, também não tem
direito a qualquer adicional sobre estas.

E mais, requer-se ainda seja declarado por este r. Juízo que qualquer adicional
relativo à horas extras superior a 50% (cinquenta por cento) deve ser considerado
inconstitucional, sendo, por conseguinte, indeferida sua aplicação, mesmo porque, em nada o
reclamante faz prova neste sentido, o que desde já fica requerido. Mesmo porque, o reclamante
não fez comprovar a não observância do adicional normativo pretendido, portanto, resta
veementemente impugnado.
Por conseguinte, considerando o todo ora declinado e cabalmente comprovado,
requer-se seja o pedido de condenação da Reclamada ao pagamento de horas extras e respectivo
adicional, julgado totalmente improcedente.

No entanto, se este não for o entendimento de Vossa Excelência, mister se faz


consignar, em atenção ao princípio da eventualidade e por amor ao debate que, ainda que se
considere o reclamante credor de horas extras, o que se admite hipoteticamente apenas, ainda
assim não lhe seria devido o valor integral das ditas horas, mas somente o respectivo adicional,
haja vista que este é o que determina a Súmula 85, inciso III, do C. Tribunal Superior do Trabalho,
a qual merece integral aplicação no vertente caso.

Neste diapasão, sobreleva ressaltar que referida Súmula estabelece que não
haverá a repetição do pagamento das horas extras, mas, apenas e tão somente, do respectivo
adicional, quando não atendidas as exigências legais atinentes à compensação de jornada, ou
seja, ainda que se admita que houve, no caso em apreço, qualquer descumprimento de preceito
legal no tocante ao sistema de compensação de horas por parte desta Reclamada, o que se afirma
hipoteticamente apenas, ainda assim, esta não estaria obrigada a pagar, novamente, o valor
relacionado às horas extras, mas somente o respectivo adicional, e por assim ser, referida Súmula
merece ser aplicada ao caso em testilha.

DO INTERVALO INTRAJORNADA

Durante toda a vigência do contrato de trabalho, o reclamante sempre usufruiu


regularmente do intervalo intrajornada, sendo totalmente inverídicas as assertivas lançadas
pela mesma em sua petição inicial quanto à matéria.

Deve ficar claro que esta Reclamada nunca impediu o reclamante de usufruir
01h00min de intervalo para refeição e descanso, o que equivale a dizer que, caso a mesma não
tenha gozado de tal período, o que se admite apenas em atenção ao princípio da eventualidade,
o fez de livre e espontânea vontade e sem a ciência desta empresa.

Ademais, o reclamante não demonstrou em sua inicial o fato constitutivo de seu


direito, o que ressalte-se, é sua responsabilidade, nos termos dos arts. 818 da CLT e 373, inciso I
do CPC.

Nesse passo, diante dos argumentos esposados alhures, requer-se seja declarado
por este r. Juízo que a obreira não faz jus a qualquer valor a título de intervalo intrajornada.

No mais, cabe ressaltar que o intervalo para refeição era pré-assinalado nos
cartões de ponto na forma prevista na Portaria nº 3.082/84.
A redação original do parágrafo 2.º do artigo 74 da CLT dispunha que “para os
estabelecimentos de mais de dez empregados, será obrigatória a anotação da hora de entrada e
saída, em registros mecânicos, ou não, devendo ser assinalados os intervalos para repouso”.

O referido parágrafo 2.º do artigo 74 da CLT tem a redação determinada pela Lei
n.º 7.855, de 24.10.1989: “Para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores será
obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou
eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho, devendo haver
pré-assinalação do período de repouso”.

Na redação do parágrafo 2º do artigo 74 da CLT, determinada pela Lei nº


7.855/89, há orientação da necessidade da pré-anotação do intervalo no cartão de ponto. O
parágrafo 2º do artigo 74 da CLT determina a pré-assinalação desse horário, isto é, a anotação
do horário que normalmente seria cumprido pelo empregado no seu intervalo.

O artigo 13 da Portaria MTPS nº 3.626/91 também permite a pré-assinalação do


intervalo, ficando dispensada do uso do quadro de horário.

Portanto, a redação atual do parágrafo 2º do artigo 74 da CLT determina a pré-


assinalação do período de repouso e não a assinalação do período de repouso, isto é, o intervalo
será assinalado antes mesmo de usufruído.

Este é o entendimento dos nossos Tribunais:

INTERVALO INTRAJORNADA. PRÉ-ASSINALAÇÃO. PRESUNÇÃO DE VERACIDADE.


ÔNUS DA PROVA. Quanto ao intervalo intrajornada, há permissivo legal para sua
pré-assinalação nos cartões (art. 74, §2º, CLT), os quais gozam de presunção
relativa de veracidade nesse ponto. No caso, consta expressamente nos controles
a sua jornada contratual, inclusive intervalo intrajornada das 11:00 às 12:00, o que
equivale a pré-assinalação do tempo intervalar. Assim, permanece com o autor o
ônus de demonstrar que não usufruía do intervalo, de modo a afastar a presunção
de validade das anotações existentes. Ônus do qual não se desvencilhou, já que
nenhuma prova foi produzida em relação à matéria. Sentença mantida. (TRT-PR-
17589-2015-002-09-00-3-ACO-07753-2018 - 6A. TURMA; Relator: SUELI GIL EL
RAFIHI; Publicado no DEJT em 08-05-2018)

INTERVALO INTRAJORNADA. PRÉ-ASSINALAÇÃO. Autoriza o artigo 74, § 2º, da


CLT, a pré-assinalação do período destinado à alimentação e repouso. Verificando-
se nos espelhos de ponto colacionados aos autos a pré-assinalação do aludido
período, está atendida a exigência legal, sendo do reclamante o ônus de provar
que não usufruiu do intervalo pré-assinalado. (PROCESSO nº 0010541-
35.2016.5.03.0063 (RO); 5ª TURMA; RELATOR: DANILO FARIA; Publicado no DEJT
em 22-03-2017)

INTERVALO INTRAJORNADA. PRÉ-ASSINALAÇÃO. A prática da pré-assinalação do


intervalo intrajornada nos registros de horário encontra amparo no art. 74, § 2º,
da CLT e no art. 13 da Portaria nº 3.626/91 do Ministério do Trabalho, de forma
que cabe ao reclamante provar que não usufruía da integralidade do intervalo pré-
assinalado. (PROCESSO nº 0021570-42.2015.5.04.0402 (RO); 8ª TURMA;
RELATOR: LUCIA EHRENBRINK; Publicado no DEJT em 01/05/2017)

Da mesma forma, o C. TST já se pronunciou:

HORAS EXTRAS. INTERVALO INTRAJORNADA. PERÍODO DE 24/8/2006 A


DEZEMBRO DE 2008. CARTÕES DE PONTO SEM ASSINATURA DO EMPREGADO.
INTERVALO PRÉ-ASSINALADO. ÔNUS DA PROVA
1. O reclamante postulou o pagamento dos intervalos intrajornada no período de
24/8/2006 a dezembro de 2008, dizendo que não eram regularmente usufruídos.
Nesse período, tinha seu intervalo fora da sede da empresa (locais das obras), os
cartões de ponto quanto aos intervalos eram pré-assinalados, e não continham
assinatura do trabalhador. O reclamante não apresentou prova quanto à incorreta
fruição do intervalo, mas impugnou os cartões de ponto por serem pré-assinalados
quanto ao intervalo, e por não conterem sua assinatura.
2. A lei não faz referência à necessidade de assinatura dos cartões de ponto pelo
empregado como condição de sua validade. De igual forma, a portaria n.º
3.626/91 do Ministério do Trabalho nada dispõe sobre a obrigatoriedade de haver
a assinatura do trabalhador nos registros de ponto. Nesse contexto, a mera
ausência de firma do reclamante nos registros de ponto não enseja a invalidade
dos documentos, nem a inversão do ônus probatório. Julgados.
3. Além disso, a pré-assinalação dos intervalos intrajornada nos cartões de ponto
também não os invalida, pois a lei assim autoriza expressamente, de modo que
nessa situação o ônus da prova continua com o reclamante. Julgados.
4. Recurso de revista de que se conhece e a que se dá provimento. (TST-RR-739-
05.2011.5.15.0079, Relatora: KÁTIA MAGALHÃES ARRUDA, 6ª Turma, Data de
Publicação: DEJT 16/09/2016)

Ad cautelam, na remota e improvável hipótese deste MM. Juízo entender que


houve concessão irregular do intervalo intrajornada, o que apenas admite em nome do princípio
da eventualidade, importante destacar as mudanças ocorridas na legislação trabalhista em face
da promulgação da nº. 13.467/2017 em 13/07/2017, denominada Reforma Trabalhista, que
preceitua novas regras para concessão parcial ou não do intervalo intrajornada mínimo.

Inicialmente, necessário demonstrar que as alterações na legislação trabalhista se


aplicam de imediato, ainda que o contrato tenha sido encerrado na vigência do regramento
anterior.

Assim, a presente regra tem aplicabilidade imediata, devendo o Julgador acolher


e aplicar a presente norma quando da prolação da sentença.

Visto isso, destaca-se a nova redação do art. 71, §4º, da CLT:

Art. 71 – omissis
§4º A não concessão ou a concessão parcial do intervalo intrajornada
mínimo, para repouso e alimentação, a empregados urbanos e rurais,
implica o pagamento, de natureza indenizatória, apenas do período
suprimido, com acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o valor da
remuneração da hora normal de trabalho.

Desta forma, entende o legislador, que nos casos da não concessão ou


concessão parcial do intervalo mínimo intrajornada, cumpre ao empregador o
pagamento da apenas do período suprimido de caráter indenizatório, ou seja, deixa de ser fato
gerador de hora extra, para ter um caráter indenizatório, afastando a possibilidade de as
verbas repercutirem em demais títulos.

O entendimento do legislador, veio suprir uma desigualdade adotada


anteriormente, o pagamento de forma integral do intervalo intrajornada suprimido.

Ora, não é condizente alguém que usufruí, por exemplo, de 40 (quarenta) minutos
de intervalo receber o mesmo daquele trabalhou todo o intervalo que seria de 1 (uma)
hora.
Desse modo, na remota hipótese desse MM. Juízo entender que não houve
concessão integral do intervalo intrajornada, requer que a condenação seja limitada ao
período suprimido e devidamente comprovado pela parte autora, considerando o intervalo
de uma hora, como demonstrado e comprovado.

No mais, resta inconteste que o pagamento de intervalo suprimido não possui


natureza salarial, mas sim indenizatória, razão pela qual, na remota hipótese de seu deferimento,
deverá a sentença expressar o caráter não salarial da referida verba, para todo o período
condenatório, indeferindo as repercussões pleiteadas.

DA INEXISTÊNCIA DE REFLEXOS DAS HORAS EXTRAS

Inexistente o principal, inexiste também o acessório, nos exatos termos do


disposto no artigo 92, do Código Civil de 2002, restando improcedentes os pleitos de reflexos das
horas extras sobre DSRs; férias, acrescidas do terço constitucional; 13º salário; depósitos do FGTS
e respectiva multa rescisória de 40%.

Assim, tendo em vista que as horas extraordinárias não eram praticadas com
habitualidade e, quando ocorreram foram devidamente remuneradas ou compensadas, não há
falar nos cogitados reflexos.

Por outro lado, também não há se falar em integrações nos DSRs, tendo em vista
o fato de que o reclamante recebia salário mensal, no qual já está incluído o pagamento dos
DSRs.

Por tais motivos, a improcedência dos pedidos de integrações e reflexos das horas
extras em remunerações, quais sejam, DSRs, aviso prévio, 13º salários, férias + 1/3 e FGTS + 40
%, feriados, bem como nulidade das anotações gerais na CTPS quanto a prestação de serviços
externos nos termos do artigo 62, inciso II, da CLT, é de rigor.

DOMINGOS E FERIADOS

No tocante aos domingos e feriados, ao contrário do alegado pelo autor, certo


é que nas poucas vezes em que laborou em domingos e feriados devido à sua escala, teve o
pagamento da hora extra com o devido adicional.

No mais, certo é que no regime de 12x36, os domingos e feriados laborados são


automaticamente compensados, já que o trabalhador tem 36h de descanso para cada 12h
trabalhadas.
Portanto, devem ser elididos os pleitos de condenação em labor extraordinário e
sua remuneração extraordinária, bem como sua dobra, pelo que a improcedência é medida que
se faz imperativa.

Assim, quanto ao suposto labor em domingos e feriados, e por consequência, suas


remunerações extraordinárias, resta evidente que esta Contestante não desrespeitou o
comando constitucional do artigo 7º, XIII, XV e XVI da Constituição da República, na medida em
que não atribui à Reclamante qualquer labor extraordinário em dias feriados ou em domingos
que representassem habitualidade, mas sim, das remotas e esporádicas vezes em que laborou
em tais dias, houve a devida contraprestação, nos termos legais, e sempre concedendo à
mesma o descanso semanal remunerado, também na forma da Lei, ou seja, preferencialmente
aos domingos, em observância aos supracitados preceitos constitucionais.

Ressalta a ora contestante, outrossim, que, mesmo que se cogitasse fazer jus o
reclamante ao pagamento “dobrado” dos domingos – tendo ela provado que foram laborados -
somente pode ser admitido quando provado pelo reclamante que não gozou de outro dia de
descanso em compensação, a teor da Súmula 146 do c. TST:

“SUM-146 TRABALHO EM DOMINGOS E FERIADOS, NÃO COMPENSADO


O trabalho prestado em domingos e feriados, não compensado, deve ser pago
em dobro, sem prejuízo da remuneração relativa ao repouso semanal”.

De fato, como já dito, a falta de concessão de folga compensatória constitui-se


ônus de prova do reclamante, na forma dos artigos 818 da CLT e 373, I do CPC. Cabe à Reclamante
comprovar a jornada de trabalho descrita na exordial, porém não se desincumbiu de tal ônus, ao
revés dos artigos 818 da CLT e 373, I do CPC, o que é óbvio, pois, reitere-se, suas alegações não
correspondem à verdade sobre os fatos.

Noutro passo, ainda que fosse considerada a remota hipótese de labor em dias
destinados às folgas, cabe ressaltar que se trata tão somente de penalidade e,
consequentemente, não gera reflexos.

Ademais, não há que se aplicar o pagamento em dobro durante o pacto laboral,


com reflexos nos DSR’s, feriados, FGTS, incidentes nas demais verbas.

É certo que entendimento diverso, implicaria ofensa ao princípio da legalidade,


previsto no inciso II, do artigo 5º, da Constituição Federal de 1988.

Portanto, sob todos os argumentos em que se analisa a questão, conclui-se pela


improcedência do pleito.
Improcedente o pleito principal, a mesma sorte seguem os acessórios, nos
termos do artigo 92 do CC.

DO ADICIONAL NOTURNO

O reclamante pretende a condenação da reclamada ao pagamento de adicional


noturno, considerando a redução da hora noturna, por supostamente não observar o pagamento
na forma prevista no artigo 73, da Consolidação das Leis do Trabalho.

Por oportuno, necessário ponderar que o reclamante não especifica os dias de


suposto labor noturno pago incorretamente. De todo modo, a Reclamada sempre que solicitou
trabalho em jornada noturna remunerou o Reclamante, inclusive em atenção à redução legal e
sua prorrogação, o que é comprovado pelos inclusos comprovantes de pagamento.

Diante do exposto, a reclamada ressalta que compete exclusivamente ao


reclamante o ônus de comprovar eventuais diferenças de horas extras noturnas e do adicional
noturno, conforme disposições dos artigos 818 da Consolidação das Leis do Trabalho e 373, I, do
Código de Processo Civil.

Ainda que assim não o fosse, convém destacar que o artigo 73 da Consolidação
das Leis do Trabalho preceitua que o trabalho noturno é aquele executado entre as 22 (vinte e
duas) horas de um dia e as 5 (cinco) horas do dia seguinte. Determina também que, no caso de
horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos, aplica-se às
horas de trabalho noturno o disposto neste artigo e seus parágrafos.
No caso de jornada de trabalho que se perfaz nos períodos noturno e diurno, a
hora reduzida deve ser observada somente em relação a este período, ou seja, de 22 (vinte e
duas) horas às 5 (cinco) horas do dia seguinte.

Resta ilógico o enquadramento de jornadas mistas como horário noturno, uma vez
que este é a própria jornada contratual dos funcionários, e não uma extensão desta.

É evidente, portanto, que o pleito do reclamante não prospera sob qualquer


fundamento, porquanto a reclamada observou regularmente o pagamento do adicional noturno,
assim como a hora noturna reduzida.

Com efeito, todas as horas extras eventualmente prestadas pelo reclamante, bem
como o adicional noturno - quando cabível, foram devidamente quitados pela reclamada,
conforme lançamento e pagamento nos contracheques, de modo que merece ser julgado
improcedente o pedido.

Sendo improcedente o pedido de diferenças de adicional noturno e hora noturna


reduzida, também são improcedentes os reflexos pretendidos, eis que estes são acessórios
daquelas, e inexistindo o principal o acessório segue sua sorte.

VERBAS RESCISÓRIAS

O reclamante afirma em sua exordial, que no ato da rescisão de seu contrato de


trabalho, supostamente não teria recebido as verbas rescisórias corretamente.

Contudo, mais uma vez não merece melhor sorte as alegações apresentadas em
exordial.

Primeiramente, cabe ressaltar que as diferenças pleiteadas advêm das verbas ora
pleiteadas, que são, como já demonstrado pela reclamada, indevidas.

Vejamos que os documentos acostados a esta defesa, comprovam que a rescisão


se deu em total conformidade com a legislação pátria, inclusive tendo sido pagas as verbas
rescisórias dentro do tempo determinado por lei.
Em assim sendo, resta-se devidamente impugnado o presente pedido, merecendo
ser totalmente improvido.

DAS DIFERENÇAS DE FGTS

O reclamante pleiteia a condenação da reclamada ao pagamento de diferenças de


fgts, alegando que a reclamada não considerou as verbas pleiteadas.

Razão não lhe assiste.


Primeiramente, cabe ressaltar que as diferenças pleiteadas advêm das verbas ora
pleiteadas, que são, como já demonstrado pela reclamada, indevidas.

Durante toda a vigência contratual, a reclamada depositou, correta e


tempestivamente os valores pertinentes ao FGTS, inclusive a multa de 40% (doc. anexo).
Portanto, não há falar em diferenças a favor do autor.

Cabe à reclamante a prova das diferenças, frise-se, indevidas, nos termos do art.
818 da CLT e art. 373, I, do CPC, ressaltando seu absoluto acesso à sua conta vinculada, o que lhe
permite a aferição das alegadas diferenças.

Cumpre esclarecer que a juntada das guias GRs e REs, não são mais necessárias
para a comprovação dos depósitos no FGTS, uma vez que o reclamante recebe pelo correio o
“cartão do trabalhador”, o que possibilita à reclamante, titular da conta, controle de seus
créditos.

Isto posto, deve ser julgado improcedente o pedido formulado pelo autor.

HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

A Lei 13.467/2017, a partir de sua vigência, alterou substancialmente a regra até


então vigente, instituindo no âmbito do Direito Processual do Trabalho os honorários
advocatícios de sucumbência, de maneira que a parte que sucumbir no objeto da lide será
condenada ao respectivo pagamento.

Consoante restou cabalmente demonstrado acima, a parte reclamante não faz jus
a quaisquer dos títulos ora postulados, sendo totalmente sucumbente, razão pela qual requer-
se seja condenada ao pagamento dos honorários advocatícios, no percentual de 15% (quinze por
cento), considerando todo o labor executado pelo patrono da reclamada e os demais requisitos
previstos no § 2º do artigo 791-A do Diploma Consolidado.

Na remota hipótese de ser deferido algum título à parte reclamante, o que se


admite apenas para efeito de argumentação, requer-se que seja fixada a sucumbência recíproca
na forma do § 3º do mencionado artigo 791-A da Consolidação da Leis do Trabalho, subtraindo
dos créditos da parte reclamante o valor relativo à verba honorária devida aos patronos da
reclamada ou, ainda, caso os créditos não sejam suficientes ao pagamento de tal verba, que seja
oficiado ao mencionado Setor de Distribuição, visando aos efeitos perseguidos no parágrafo
anterior.

Por fim, na improvável hipótese de não serem pagos os valores devidos ou


identificados créditos da parte reclamante em outros processos, desde já a reclamada se
resguarda ao direito de executar os valores devidos tão logo sejam identificados créditos em
favor da parte reclamante, conforme permite o já referido § 4º do artigo 791-A da CLT.

DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS – PRETENSÃO OBREIRA

Pretende o reclamante a condenação da reclamada no pagamento de honorários


advocatícios.

Primeiramente a reclamada destaca que a pretensão de honorários advocatícios


do reclamante não encontra nenhum respaldo legal.

É indevida qualquer verba a título de honorários advocatícios, uma vez que, o


reclamante não preencheu todos os requisitos legais para tanto, isto é, não atendidos os
pressupostos da Lei nº 5584/70, c/c Súmula n.º 219, do TST, ou seja: percebia na época salário
bem superior ao dobro do mínimo legal, não é beneficiário de justiça gratuita (Súmula 450 do
STF).

Para haver a condenação aos honorários advocatícios é necessário que sejam os


requisitos supra cumulativamente, consoante se extrai do entendimento consubstanciado na
Orientação Jurisprudencial 305 da SDI-I.

Além do mais, como não comprovou o reclamante a impossibilidade de demandar


sem prejuízo do sustento próprio ou de sua família, entende incabíveis, o Reclamado, os
respectivos honorários.

Outrossim, o artigo 133 da CF não instituiu o Princípio da Sucumbência na Justiça


do Trabalho, pois tal dispositivo legal não é auto – aplicável, tratando-se de norma de eficácia
contida, uma vez que o mesmo termina com a expressão ‘... nos limites da lei...”, indicando a
melhor exegese, que o mesmo depende de uma lei que o regulamente.

Ademais, o artigo nº 133, da Constituição Federal só veio ratificar o que já


dispunha a Lei nº 4215/63, no seu artigo 68, que existe há muito tempo, e que também
contempla o Princípio da Sucumbência na Justiça do Trabalho.

Nem se venha alegar, também, o pedido de aplicação dos referidos honorários


advocatícios em conformidade com o artigo 20 do CPC, face este não ser aplicado na Justiça do
Trabalho, no presente caso, pois que já possui a Lei própria retro mencionada. A aplicação do
CPC, na Justiça Trabalhista, é feita apenas subsidiariamente, e não quando esta já possui
legislação própria sobre a matéria, como é o caso sub judice.

Assim, a aplicação dos arts. 389, 404 e 927 do novo Código Civil, no sentido
buscado pelo Requerente, não seria viável diante do que rezam os arts. 8º e 769 da CLT, que
admitem a aplicação subsidiária do Direito Comum, Material ou Processual, apenas no caso de
omissão e de compatibilidade com os princípios e normas trabalhistas. O que não se verifica,
diante da regulamentação vigente (art. 791 da CLT e Lei 5584/70, Súmulas 219 e 329 do C. TST),
sendo totalmente improcedente o referido.

No entanto, caso seja outro entendimento deste MM. Juízo – o que só se alega a
título de argumentação – requer-se então seja observado o limite imposto pela Súmula 219 do
C. TST, que expressamente determina que o percentual máximo a título de honorários
advocatícios é de 15% sobre o valor da condenação.

Caso assim entenda V. Exa. – o que somente se admite para fins de argumentação
– suscita o Reclamado os termos da Súmula 445, do C. TST.

E ainda na remota hipótese de entender este MM. Juízo pela procedência do pleito
em questão – o que só se argumenta – requer-se que referidos honorários sejam arbitrados sobre
o valor líquido da condenação.

JUSTIÇA GRATUITA

Inicialmente requer está Reclamada que seja aplicada a Lei 13.467, de 13 de


julho de 2017, conforme artigo 790, §4º, devendo ser outorgado àqueles que perceberem
salário igual ou inferior a 40% (quarenta por cento) do limite máximo dos benefícios do
Regime Geral de Previdência Social (atualmente R$ 2.212,52), ou seja, para os trabalhadores
que se enquadrarem nessa faixa de renda há presunção legal de necessidade, devendo a
parte que pretender o benefício com provar a sua efetiva insuficiência de recursos.

É certo que a partir de 1º/01/18, o teto da Previdência Social foi fixado em R$


5.645,80. Calculando 40% sobre este valor, temos a quantia de R$ 2.258,32.

Neste universo, não basta mera alegação do reclamante de que não pode arcar
com os custos decorrentes da presente demanda ou, ainda, a juntada de Declaração de
Hipossuficiência. Havendo o interesse pela tutela dos benefícios da gratuidade ora impugnada
por esta contestante, caberá ao reclamante comprovar a sua renda atual, não perfazendo
montante igual ou superior a 40% do teto da Previdência Social, qual seja, o importe de R$
2.258,32, trazendo aos autos, para tanto, todos os documentos que possam fazer prova da
condição manifestada, tais como: Declaração de Imposto de Renda, faturas de cartão de
crédito, extratos bancários, dentre outros.

No entanto, da análise dos documentos juntados à exordial, bem como da


fundamentação nela contida, ausente qualquer comprovação das condições estabelecidas pelo
artigo 790, § 4º, da CLT, para que a obreira possa ser agraciado com o benefício da Justiça
Gratuita, restando infrutífera a Declaração de fls.. Assim, tal pedido deve ser indeferido.

O reclamante não faz jus à assistência judiciária gratuita, tendo em vista que
sua remuneração supera tal limite ), bem assim ter constituído advogado particular, não se
utilizando das entidades autorizadas pelos arts. 14 e 17 da Lei 5.584/70.

Assim, fica claro que deve ser afastada a possibilidade de deferimento da


justiça gratuita. A lei acima mencionada é taxativa ao dispor que, na Justiça do Trabalho,
a assistência judiciária deve ser prestada pelo sindicato da categoria profissional a que
pertencer o trabalhador e, somente na falta do sindicato, é que tal encargo poderá ser prestado
por promotores ou defensores públicos.

Aliás, outra não poderia ser a disposição da lei, uma vez que a assistência judiciária
gratuita tem por objetivo proteger o trabalhador pobre que não possui recursos para pagar um
advogado. Por esse motivo, os sindicatos estão legitimados a defenderem gratuitamente os
interesses dos trabalhadores.

O fato de o reclamante contratar serviços advocatícios já demonstra que não


há garantia alguma da pobreza alegada, até mesmo porque quem pode contratar um advogado,
pagando-lhe os correspondentes honorários, pode muito bem arcar com as despesas do seu
processo.
Ademais, seria difícil para o Estado fiscalizar os contratos firmados com os
profissionais liberais do Direito, no sentido de se proibir a cobrança de honorários advocatícios.
Destarte, agiu acertadamente a lei ao pacificar a matéria na forma acima descrita, ou seja,
limitar a prestação da assistência judiciária aos sindicatos.

Portanto, requer a esse Douto Juízo, seja indeferido a concessão dos benefícios da
Justiça Gratuita, determinando, ainda, que a parte obreira demonstre, efetivamente, não
possuir renda igual ou superior a R$ 2.258,32, em atenção ao disposto no artigo 790, § 4º da
CLT, por meio da juntada aos autos das 03 últimas Declarações de Imposto de Renda, faturas
de cartão (ões) de crédito e extratos bancários dos últimos 06 meses, dentre outros
documentos que este Magistrado entender pertinente, sob pena de ser condenada aos
respectivos pagamentos.
DO ÔNUS DA PROVA

Por todos os ângulos que se vislumbre, não há como prosperar a pretensão


obreira, haja vista não existir provas que amparem suas aleivosas assertivas.

DESCONTOS FISCAIS E PREVIDENCIÁRIOS

Na remota hipótese de condenação da reclamada em algum título, o recolhimento


das contribuições fiscais e previdenciárias deverá observar a legislação vigente, bem como a
Consolidação dos Provimentos do C. TST, descontando-se a cota-parte do autor nos
recolhimentos previdenciários e relativo ao Imposto de Renda, os quais, tendo em vista o
disposto em nossa legislação vigente, são de responsabilidade exclusiva daquele, conforme
pacificado pelo C. Tribunal Superior do Trabalho, verbis.

SÚMULA Nº 368 Descontos previdenciários e fiscais. Competência.


Responsabilidade pelo pagamento. Forma de cálculo.
I. A Justiça do Trabalho é competente para determinar o recolhimento das
contribuições previdenciárias e fiscais provenientes das sentenças que
proferir.
A competência da Justiça do Trabalho para execução das contribuições
previdenciárias alcança as parcelas integrantes do salário de
contribuição, pagas em virtude de contrato, ou de emprego reconhecido
em juízo, ou decorrentes de anotação da Carteira de Trabalho e
Previdência Social - CTPS, objeto de acordo homologado em juízo. (ex-OJ
nº 141 - Inserida em 27.11.1998)
II. É do empregador a responsabilidade pelo recolhimento das
contribuições previdenciárias e fiscais, resultante de crédito do
empregado oriundo de condenação judicial, devendo incidir, em relação
aos descontos fiscais, sobre o valor total da condenação, referente às
parcelas tributáveis, calculado ao final, nos termos da Lei nº 8.541/1992,
art. 46 e Provimento da CGJT nº 01/96. (ex-OJ nº 32 - Inserida em
14.03.1994 e OJ nº 228 - Inserida em 20.06.2001)
III. Em se tratando de descontos previdenciários, o critério de apuração
encontra-se disciplinado no art. 276, §4º, do Decreto n º 3.048/99 que
regulamentou a Lei nº 8.212/91 e determina que a contribuição do
empregado, no caso de ações trabalhistas, seja calculada mês a mês,
aplicando-se as alíquotas previstas no art. 198, observado o limite
máximo do salário de contribuição.

ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 363.


DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS E FISCAIS. CONDENAÇÃO DO
EMPREGADOR EM RAZÃO DO INADIMPLEMENTO DE VERBAS
REMUNERATÓRIAS.
RESPONSABILIDADE DO EMPREGADO PELO PAGAMENTO.
ABRANGÊNCIA. DJ 20, 21 e 23.05.2008

A responsabilidade pelo recolhimento das contribuições social e fiscal, resultante


de condenação judicial referente a verbas remuneratórias, é do empregador e incide sobre o
total da condenação.

Contudo, a culpa do empregador pelo inadimplemento das verbas


remuneratórias não exime a responsabilidade do empregado pelos pagamentos do imposto de
renda devido e da contribuição previdenciária que recaia sobre sua quota-parte, improcedendo
os pleitos exordiais neste sentido.

A contribuição previdenciária a cargo do autor deverá ocorrer mês a mês,


observando-se os limites do teto do salário de contribuição, sendo certo que o cálculo do Imposto
de Renda, verba de responsabilidade exclusiva do autor, deverá ser efetuado sobre o montante
total da condenação, incluindo-se os juros moratórios (fato gerador da incidência tributária) e
dele abatido. É o que se requer.

EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS

Para a comprovação de todas as alegações contidas na presente litiscontestatio,


apresenta a Reclamada os documentos necessários à comprovação de sua defesa, requerendo a
escorreita observância da regra contida no artigo 372, do Código de Processo Civil Brasileiro.

Assim, de antemão, fica afastada a aplicação do artigo 355 e a penalidade contida


pelo artigo 359, ambos do Código de Processo Civil.

DOS DESCONTOS E DA COMPENSAÇÃO

Ainda caso seja deferida alguma parcela ao autor, o que também é ora admitido
ad argumentandum tantum, pede a Defendente sejam efetuadas as compensações pertinentes
relativas às verbas pagas ao mesmo título, de modo a se evitar o bis in idem (CLT/767), inclusive
em relação aos valores lançados no TRCT.

Da mesma forma, por cautela, devem ser procedidos os descontos legais de INSS
e IR porventura devidos, mormente porque não existe qualquer embasamento legal para a
pretensão obreira de responsabilização exclusiva da Ré conforme fundamentação exposta.
Pelo princípio da eventualidade, alega a ré que se alguma parcela de cunho
indenizatório for deferido ao autor, não caberá incidência de encargos fiscais e previdenciários.

DOS JUROS E DA CORREÇÃO MONETÁRIA

Na oportunidade, e ainda admitindo-se por argumentar eventual condenação, ad


cautelam, requer a Reclamada que a correção monetária seja calculada da forma determinada
no artigo 39 da Lei 8.177/91 c/c o art. 459 da CLT, isto é, a partir do quinto dia útil do mês seguinte
ao vencido e os juros somente a partir do ingresso da Ação.

Contudo, se o entendimento deste Douto Juízo for diverso, o termo inicial para a
contagem dos juros de mora nas obrigações trabalhistas deverão ser calculados da data em que
fora ajuizada a reclamação, conforme regulamentação do art. 883 da CLT.

CONCLUSÃO

Primeiramente, requer o acolhimento da preliminar suscitada com a consequente


extinção do processo sem resolução do mérito nos termos dos artigos 330 III, 485 VI e 493 do
CPC.

Ad cautelam, na hipótese improvável de existir alguma condenação, conforme


entendimentos jurisprudenciais existentes, os coeficientes para atualização a serem lançados no
valor a ser homologado, deverão ser os do mês subsequente ao débito, a partir do 5º dia útil,
conforme determina o art. 39 da Lei 8.177/91 c/c o art. 459 da CLT.

Quanto à correção do FGTS, esta deverá ser efetuada através da tabela própria de
correção, conforme prevê a lei 8.036/90 que determina a aplicação dos coeficientes de JAM
publicado pela CEF.

Requer a Contestante, em virtude de alguma eventual condenação, sejam


autorizados todos OS DESCONTOS E RETENÇÕES LEGAIS, especialmente os PREVIDENCIÁRIOS e
IR.

Na remota hipótese de condenação da reclamada em algum título, o recolhimento


das contribuições fiscais e previdenciárias deverá observar a legislação vigente, bem como a
Consolidação dos Provimentos do C. TST, descontando-se a cota-parte do autor nos
recolhimentos previdenciários e relativo ao Imposto de Renda, os quais, tendo em vista o
disposto em nossa legislação vigente, são de responsabilidade exclusiva daquele, conforme
pacificado pelo C. Tribunal Superior do Trabalho, através da Súmula 368 do C. TST.

Ficam, portanto, impugnadas todas as alegações constantes da exordial,


obedecendo ao disposto no art. 302 do CPC, aplicável subsidiariamente à espécie, devendo ser
julgados improcedentes todas as pretensões.

Restam impugnados, ainda, os DOCUMENTOS JUNTADOS PELO AUTORA, porque


NENHUM DELES CONFIRMA AS SUAS ALEGAÇÕES, não autorizando, portanto, o deferimento de
qualquer um dos pedidos da peça exordial, já contestados, até mesmo porque os mesmos não
preenchem os requisitos do art. 830 da CLT.

A ora contestante, por sua vez, declara a autenticidade dos documentos carreados
com a presente contestação, como lhe faculta o art. 830 da CLT.

Assim, demonstrada a ausência de qualquer respaldo das razões apresentadas


para justificar a peça exordial, fica ao inteiro desamparo a presente reclamação.

POR TODO O EXPOSTO, confia a Reclamada em que, apreciando a espécie e,


certamente, trazendo à mesma doutos e jurídicos subsídios, este MM. Juízo acolherá a presente
defesa, julgando, a final, a reclamatória totalmente improcedente, com o que estará fazendo a
esperada JUSTIÇA.

Protesta e, desde já, requer provar o alegado por todos os meios de prova em
direito admitidos, tais como documentos, testemunhas e perícia.

Requer, também, o DEPOIMENTO PESSOAL do reclamante, na forma e sob as


penas da lei.

Nestes termos,
Pede deferimento.

São Paulo, 24 de maio de 2019.

DANIEL BATTIPAGLIA SGAI


OAB/SP 214.918

THIAGO MARTINS
OAB/SP 303.894
Página 1 de 1

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL


FGTS - Extrato Analítico do Trabalhador

Data da Solicitação : 02/05/2019 Hora da Solicitação : 15:14:08


Nome do Trabalhador : RONALDO FERNANDES RAMOS Num. Conta : 2742301
PIS/PASEP : 13388735459 Cart. Trab : 0002365-00048 Unid. Trab : Situação Cta. : OPTANTE
Admissão : 01/04/2018 Opção : 01/04/2018 Categoria : 01 Taxa : 3
Base da Conta : RJ Opção Retroat. : 00/00/0000 Afastamento : 03/01/2019 - I1 Matrícula : 14102158
Nome do Empregador : ELFE OPERACAO E MANUTENCAO SA Inscrição Empregador : 97428668000176
Cod. Empregador : 05709000060522 Valor Base para Fins Rescisórios : 0,00 *

Histórico dos Lançamentos

DATA Descrição Valor


SALDO ANTERIOR 0,00
25/05/2018 DEPOSITO EM ATRASO ABRIL/2018 82,22
10/06/2018 CREDITO DE JAM 0,002466 0,20
26/06/2018 DEPOSITO EM ATRASO MAIO/2018 82,22
10/07/2018 CREDITO DE JAM 0,002466 0,40
20/07/2018 DEPOSITO EM ATRASO JUNHO/2018 105,04
10/08/2018 CREDITO DE JAM 0,002466 0,66
23/08/2018 DEPOSITO EM ATRASO JULHO/2018 117,79
10/09/2018 CREDITO DE JAM 0,002466 0,95
21/09/2018 DEPOSITO EM ATRASO AGOSTO/2018 93,14
10/10/2018 CREDITO DE JAM 0,002466 1,19
23/10/2018 DEPOSITO EM ATRASO SETEMBRO/2018 94,98
10/11/2018 CREDITO DE JAM 0,002466 1,42
23/11/2018 DEPOSITO EM ATRASO OUTUBRO/2018 93,59
10/12/2018 CREDITO DE JAM 0,002466 1,66
12/12/2018 DEPOSITO EM ATRASO NOVEMBRO/2018 12,10
21/12/2018 DEPOSITO EM ATRASO NOVEMBRO/2018 127,19
09/01/2019 DEP RESCISOR01/2019 SBPC 10/01/2019 28,41
09/01/2019 DEP MULTA RE01/2019 SBPC 10/01/2019 354,08
07/01/2019 DEPOSITO DEZEMBRO/2018 137,92
10/01/2019 CREDITO DE JAM 0,002466 2,00
15/01/2019 SAQUE DEP - COD 01 AG 10402124/RJ 1.328,68
15/01/2019 SAQUE JAM - COD 01 AG 10402124/RJ 8,48

Saldo Atual

Depósito JAM Total


0,00 * 0,00 * 0,00 *

* Valor expresso em Reais

Data/Hora de Geração : 03/05/2019 01:47:17 015961

http://conectividade.caixa.gov.br/RMLWeb/index.html 03/05/2019
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PPRA NR 09
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS
AMBIENTAIS

DOCUMENTO BASE
EMPRESA:

ELFE OPERAÇÕES E MANUTENÇÃO S.A

TOMADOR:

[FCT]OI PORTARIA RECIFE_PE

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DATA: ABRIL - 2018 À MARÇO - 2019

ENDEREÇOS FIXO:

Endereço Cidade UF
Rua Joaquim Felipe, 168 – Boa Vista Recife PE

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SUMÁRIO

1 – INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 6

2 – OBJETIVO ......................................................................................................................... 6

3 – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ....................................................................................... 7


3.1 – CONTRATANTE ...................................................................................................................................................... 7

4 - DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS SETORES DE TRABALHO. (GHE) ....................... 8

5 - QUALIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS ........................................................................... 9

6 - DEFINIÇÕES DAS RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR ................................... 10

7 - INTEGRAÇÃO COM A CIPA ............................................................................................ 10

8 – DEFINIÇÕES ................................................................................................................... 10

9 - CLASSIFICAÇÃO DO GRAU DE RISCO ......................................................................... 12

10 - ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO .................................................. 13

11 - ESTRUTURA DO PPRA ................................................................................................. 14

12 - DESENVOLVIMENTO DO PPRA ................................................................................... 15

13 - ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS ... 16

14 - CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS ...................................................................... 19

15 - EXISTENCIA E APLICAÇÃO EFETIVA DE E.P.I. .......................................................... 21

16 - NÍVEL DE AÇÃO ............................................................................................................ 22

17 - PERIODICIDADE, FORMA DE AVALIAÇÃO E REVISÃO DO PPRA ............................ 23

18 - ESTABELECIMENTO DE PLANO DE AÇÃO COM METAS: ......................................... 24

19 - REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS REGISTRO.................... 26

20 – DISCUSSÃO DO PLANO E CONCLUSÕES FINAIS .................................................... 26

21 – BIBLIOGRAFIA .............................................................................................................. 27

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CONTROLE DE REVISÕES

DATA Nº DA REVISÃO MOTIVO DA REVISÃO

Abril / 2018 00 Documento Base

É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste documento, sendo esta cópia
CONTROLADA.

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DOCUMENTO BASE

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1 – INTRODUÇÃO
Em 29 de dezembro de 1994, a Portaria N.º 25, aprovou o texto da Norma Regulamentadora, NR-9
que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implantação, por parte de todos os empregadores
e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção dos Riscos
Ambientais – PPRA.

O PPRA do estabelecimento deve estar descrito no Documento Base que contém os aspectos
estruturais do programa, a estratégia e metodologia de ação, forma de registro, manutenção e
divulgação dos dados, a periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do programa e o
planejamento anual com o estabelecimento das metas a serem cumpridas com os prazos para a sua
implantação conforme cronograma anual.

Este programa constitui-se numa ferramenta de extrema importância para a segurança e saúde dos
empregados, proporcionando identificar as medidas de proteção ao trabalhador a serem
implementadas e também serve de base para a elaboração do Programa de Controle Médico e Saúde
Ocupacional – PCMSO, obrigatório pela NR-7.

2 – OBJETIVO
O PPRA tem como objetivo a preservação da saúde e a integridade física dos trabalhadores, através
do desenvolvimento das etapas de antecipação, reconhecimento, avaliação e consequentemente o
controle da ocorrência dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir nos locais de trabalho,
levando-se sempre em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas da empresa, no campo da


preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores, estando articulado com o disposto
nas demais Normas Regulamentadoras e Legislações Previdenciárias.

Tendo também por objetivo avaliar as atividades desenvolvidas pelos empregados no exercício de
todas as suas funções e ou atividades, determinando se os mesmos estiveram expostos a agentes
nocivos, com potencialidade de causar prejuízo à saúde ou a sua integridade física em conformidade
com os parâmetros estabelecidos na legislação previdenciária vigente.

A caracterização da exposição deve ser realizada em conformidade com os parâmetros estabelecidos


na legislação trabalhista e previdenciária vigente, e realizadas através de inspeção nos locais de
trabalho do empregado considerando os dados constantes nos diversos documentos apresentados
pela empresa. Tem ainda o objetivo de atender as obrigatoriedades legais, prevista nas normas
específicas.
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3 – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
CONTRATADA

Razão Social: ELFE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO S. A

Unidade: Imboassica

Endereço: Rua Pedro Hage, 400 CEP: 27.932-353

Bairro: Centro Cidade: Macaé Estado: RJ

C.N.P.J.: 974286680001-76

CNAE: 42.99-5-99 Grau de 03


Risco *
Atividade Principal: Outras obras de engenharia civil não especificadas anteriormente.

Data de Vistoria: Março/2018 Elaboração: Março/2018 Validade: 12 meses

Acompanhante: André Pinto Função: Gerente de Contrato

N. º Total de Colaboradores: 12 Homens: 11 Mulheres: 01

3.1 – CONTRATANTE
CONTRATANTE

Razão Social: TELEMAR NORTE LESTE S/A

Unidade: Sede

Endereço: Rua do Lavradio 71, 2° andar CEP: 202030.070

Bairro: Rio de Cidade: Rio de Janeiro Estado: RJ


Janeiro
C.N.P.J.: 33.000.118/0245-15

CNAE: 61.10-8-01 Grau de Risco 03

Atividade Principal: Serviço de telefonia fixa comutada

Gerente Operacional ANDRÉ PINTO


responsável pelo
contrato

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4 - DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS SETORES DE TRABALHO.

Quant
SETOR CARGOS DESCRIÇÃO ATIVIDADE
Func.
Recepcionar clientes e visitantes; Controlar o acesso de pessoas através
da identificação dos documentos pessoais e/ou crachá; Realizar
ligações para central de atendimento e solicitar liberação de acesso dos
técnicos da companhia e/ou outros, sendo liberado, preencher formulário
de permissão de acesso através dos documentos apresentados e colher
assinatura; Efetuar cadastro dos visitantes e promover seu acesso após
autorização da central de atendimento; Orientar e direcionar as pessoas
PORTARIA -
RECEPCIONISTA 01 as áreas do cliente; Conduzir o visitante nos primeiros acessos; Liberar
RECEPÇÃO
o acesso de veículos automotores autorizados através de abertura e
fechamento de portões por meio de controle remoto; Auxiliar no
monitoramento da central de alarme de combate a incêndio, alerta a
qualquer sinal de sinistro; Atender aos procedimentos para quando
acionado o sistema de alarmes de detecção de sinistro; Atender as
normas e procedimentos do cliente e empresa; O trabalho é realizado na
posição em pé e sentado.

Controlar o acesso de pessoas através da identificação dos documentos


pessoais e/ou crachá; Realizar ligações para central de atendimento e
solicitar liberação de acesso dos técnicos da companhia e/ou outros,
sendo liberado, preencher formulário de permissão de acesso através
dos documentos apresentados e colher assinatura; Efetuar cadastro dos
visitantes não liberados e promover seu acesso após autorização da
central de atendimento; Orientar e direcionar as pessoas as áreas do
cliente; Liberar o acesso de veículos automotores autorizados através
de abertura e fechamento de portões manuais; Monitorar câmera de 1
PORTARIA -
PORTEIRO 6 canal; Monitorar a central de alarme de combate a incêndio, alerta a
PORTEIRO
qualquer sinal de sinistro; Atender aos procedimentos para quando
acionado o sistema de alarmes de detecção de sinistro; Percorrer os
ambientes do cliente inspecionando qualquer anormalidade que possa
colocar o patrimônio em risco; Fiscalizar a guarda do perímetro
observando a sinais de perigo; Conduzir o profissional habilitado da
companhia de fornecimento de energia elétrica até a subestação para
medição de consumo, estando proibido adentrar a área energizada;
Atender as normas e procedimentos do cliente e empresa. O trabalho é
realizado na posição em pé e sentado.

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Coordenar os postos de trabalho do estado de Pernambuco, ,


identificando qualquer anormalidade tomar providências necessárias;
Fazer a escala de trabalho da equipe e controlar frequências e faltas,
garantindo que todos os postos sejam assistidos; Fazer cobertura de
postos quando necessário; Verificar se os colaboradores estão
devidamente uniformizados; Tomar ações preventivas e corretivas
mediante situações que deva intervir; Manter contato com o cliente
interagindo e conduzindo assuntos pertinentes ao bom desempenho das
atividades e qualidade no serviço; Realizar o cadastro dos técnicos da
PORTARIA - COORDENADOR
01 companhia através do sistema telefônico e/ou e-mail; Acompanhar os
SUPERVISÃO DE CONTRATO I
processos de admissão e demissão; Interagir com o DP quanto cartão
de ponto, horas extras, atestados, férias e benefícios; Atender as normas
e procedimentos do cliente e empresa;

Supervisiona as atividades de Portaria no Estado de Pernambuco


visando manter as condições adequadas de trabalhos, controlando as
SUPERVISOR JR 01
documentações dos colaboradores e documentações, treinamentos de
SMS.

Zelam pela guarda do patrimônio e exercem a vigilância, percorrendo-os


sistematicamente e inspecionando suas dependências, para evitar
PORTARIA - incêndios, roubos, entrada de pessoas estranhas e outras
VIGIA 04
VIGILANCIA anormalidades; controlam fluxo de pessoas, identificando, orientando e
encaminhando-as para os lugares desejados; escoltam pessoas e
mercadorias; fazem manutenções simples nos locais de trabalho.

5 - QUALIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS

Responsável pela elaboração do PPRA:

Julio Américo – Técnico em Segurança do Trabalho

Responsável pela implementação do PPRA:

Joelson Machado – Coordenador de Operação

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6 - DEFINIÇÕES DAS RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR

O empregador é o responsável por estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do


PPRA, como atividade permanente da empresa, bem como por informar aos trabalhadores
sobre os riscos ambientais e meios disponíveis de proteção.

DOS TRABALHADORES:

Os trabalhadores têm como responsabilidade colaborar e participar na implantação e


execução do PPRA.

Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA, e informar ao


seu superior hierárquico direto as ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar em
riscos à saúde dos trabalhadores.

7 - INTEGRAÇÃO COM A CIPA

O documento-base, suas alterações e complementações deverão ser apresentados e


discutidos na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, quando existente na
empresa, de acordo com a NR-5, sendo uma cópia anexada ao livro de ata dessa comissão.

A definição de obrigatoriedade em manter uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes–


CIPA está estabelecida em documento anexo.

8 – DEFINIÇÕES

HIGIENE OCUPACIONAL

É a ciência e a arte dedicadas à prevenção, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos


existentes ou originados nos locais de trabalho, os quais podem prejudicar a saúde e o bem-
estar das pessoas no trabalho, enquanto considera os possíveis impactos sobre o meio
ambiente em geral.

RISCOS AMBIENTAIS
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Para efeito da NR-9, item 9.1.5, que trata do PPRA, são considerados riscos ambientais os
agentes físicos, químicos e biológicos que, em função de sua natureza, concentração ou
intensidade e tempo de exposição, forem capazes de causar dano à saúde do trabalhador.

AGENTES FÍSICOS

São as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores.

Devem ser considerados durante as avaliações, os agentes físicos que se apresentam nas
seguintes formas de energia: ruído; vibração; pressões anormais; temperaturas extremas;
radiações ionizantes; radiação não ionizantes; infra-som e ultra-som.

AGENTES QUÍMICOS

São as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via
respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela
natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvido pelo organismo
através da pele ou por ingestão.

Para fins de desenvolvimento do PPRA, a avaliação deverá contemplar todas aquelas


substâncias existentes no processo produtivo, sendo que as avaliações quantitativas da
exposição dos trabalhadores deverão considerar os valores dos limites previstos na NR-15
ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela American
Conference of Governmental Industrial Higyenists - ACGIH, ou aqueles que venham a ser
estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os
critérios técnico-legais estabelecidos.

Para fins de caracterização como atividade especial, a exposição ocupacional a agentes


químicos e a poeiras minerais constantes do Anexo IV do RPS deverá considerar os limites
de tolerância definidos nos Anexos 11 e 12 da NR-15 do MTE, sendo avaliada segundo as
metodologias e procedimentos adotados pelas NHO-02, NHO-03, NHO-04, e NHO-07 da
FUNDACENTRO.

CODIFICAÇÃO: VIGÊNCIA REVISÃO PÁGINA:


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AGENTES BIOLÓGICOS

São os microrganismos e parasitas infecciosos vivos e suas toxinas, tais como: bactérias;
fungos; bacilos; parasitas; protozoários e vírus, entre outros.

No desenvolvimento do PPRA, serão consideradas como parâmetro na avaliação qualitativa


as atividades relacionadas no Anexo 14 da NR-15.

Para fins de reconhecimento como atividade especial, de acordo com o Anexo IV do RPS,
exclusivamente exposição aos agentes biológicos citados no mesmo, unicamente nas
atividades relacionadas, sendo a caracterização realizada através de avaliação qualitativa por
inspeção no local de trabalho.

ASSOCIAÇÃO DE AGENTES

O reconhecimento de atividade como especial, em razão de associação de agentes, será


determinado pela exposição aos agentes combinados exclusivamente nas tarefas
especificadas, devendo ser analisado considerando os itens dos Anexos dos Regulamentos
da Previdência Social, vigentes à época dos períodos laborados.

GRUPOS HOMOGÊNEOS DE EXPOSIÇÃO (GHE)

Para elaboração deste documento adotou-se a definição de Grupo Homogêneo de Exposição


(GHE), que corresponde a um grupo de trabalhadores que experimentam exposição
semelhante de forma que, o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer
trabalhador do grupo seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do
mesmo grupo.

9 - CLASSIFICAÇÃO DO GRAU DE RISCO

Para efeito deste trabalho, adotamos as seguintes definições para a categoria dos riscos, que
podem ser classificados em cinco níveis conforme sua categoria de acordo com orientações
da American Industrial Hygiene Association – AIHA.

CODIFICAÇÃO: VIGÊNCIA REVISÃO PÁGINA:


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CLASSIFICAÇÃO GRADUAÇÃO DOS EFEITOS A


CATEGORIA GRADUAÇÃO DO RISCO
DO RISCO SAÚDE
Efeitos reversíveis e pequenos que
Não exposição. Não contato com o se originam do desconhecimento ou
0 Desprezível
agente da suspeita dos efeitos adversos à
saúde

Eventual contato com o agente a baixa


1 Baixo Efeitos reversíveis a saúde
concentração ou intensidade.

Frequente contato com o agente a baixa


Concentração / intensidade e eventual
2 Moderado Efeitos severos reversíveis a Saúde
contato com o agente a alta
concentração/ intensidade

Frequente contato com o agente a alta


3 Alto ou Sério Efeitos irreversíveis à saúde
Concentração / intensidade

Muito Alto ou Frequente contato com o agente a muito Ameaça a vida, efeito incapacitante
4
Crítico alta concentração/ intensidade. ou doença.

10 - ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO

A estratégia e respectiva forma de atuação deverão ser desenvolvidas por meio de reuniões
de planejamento, confrontação de relatos e dos dados de avaliações ambientais.

Na metodologia de avaliação dos agentes ambientais, quando necessárias, deverão ser


utilizadas as normas da Fundacentro e da ABNT usadas em Higiene do Trabalho,
relacionadas no final deste documento.

A priorização de avaliações quantitativas para os contaminantes atmosféricos e agentes


físicos do ponto de vista do Programa de Prevenção de Risco Ambientais podem ser definidas
conforme a tabela abaixo, partindo-se sempre do nível do Grau de Risco identificado para a
definição da prioridade das avaliações quantitativas a serem realizadas.

CODIFICAÇÃO: VIGÊNCIA REVISÃO PÁGINA:


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PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS PARA O PPRA

GRAU DE
PRIORIDADE DESCRIÇÃO
RISCO
0e1 Baixa Não é necessária a realização de avaliações quantitativas das exposições

A avaliação quantitativa pode ser necessária, porém não é prioritária. Será


2 Média prioritária somente se for necessário para verificar a eficácia das medidas
de controle e demonstrar que os riscos estão controlados.

Alta Avaliação quantitativa prioritária para estimar as exposições e verificar


3 Alta
a necessidade ou não de melhorar ou implantar medidas de controle.

A avaliação quantitativa somente será prioritária para o grau de risco 4


4 Alta quando for relevante para planejamento das medidas de controle a serem
adotadas ou para registro da exposição.

11 - ESTRUTURA DO PPRA

O PPRA descrito nesse Documento Base contém os aspectos estruturais do programa, tais
como: O planejamento anual com o estabelecimento das metas a serem cumpridas e com os
prazos para a sua implantação; a estratégia e a metodologia de ação; a forma de registro;
manutenção e divulgação dos dados bem como a periodicidade e forma de avaliação do seu
desenvolvimento.

O PPRA é um planejamento de ações integradas, e considera os fatores de riscos físicos,


químicos e biológicos que, em função de sua natureza, concentração, ou intensidade, e tempo
de exposição, podem ocasionar danos à saúde dos trabalhadores (item 9.1.5, da NR 9).

▪ Consideram-se agentes físicos as diversas formas de energia a que possam estar


expostos os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais,
temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o
infra-som e o ultra-som (item 9.1.5.1, da NR 9).

▪ Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam


penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas,
neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam

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ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão (item
9.1.5.2, da NR 9).

▪ Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas,


protozoários, vírus, entre outros (item 9.1.5.3, da NR 9).

12 - DESENVOLVIMENTO DO PPRA

O PPRA foi elaborado com base no desenvolvimento das etapas que seguem um programa
de Higiene Ocupacional, que consiste em antecipação, reconhecimento, avaliação,
monitoramento e controle dos riscos ambientais existentes no ambiente de trabalho.

A amplitude e a complexidade do PPRA dependerão da identificação dos riscos ambientais


encontrados na fase da antecipação ou do reconhecimento. Caso não sejam identificados
riscos ambientais, o PPRA se resumirá a fase de antecipação dos riscos, registro e divulgação
dos dados encontrados.

12.1 Planejamento Anual

Este programa contém as seguintes etapas:

■ Antecipação (item 9.3.2, da NR 9) e reconhecimento dos riscos ambientais (item 9.3.3, da


NR 9).

A antecipação envolve a análise atual das instalações, métodos e processos de


trabalho focando os riscos potenciais existentes. O processo de reconhecimento avalia
qualitativamente os riscos ambientais.

■ Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores (item 9.3.4, da NR 9).

Realiza a avaliação qualitativa (com técnicas mais criteriosas) e quantitativa (quando


necessária) dos riscos ocupacionais existentes, com o intuito de dimensionar a exposição do
trabalhador. Essa etapa serve como subsídio para a indicação das medidas de controle.

■ Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle (item 9.3.5, da NR 9).

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As prioridades e metas de avaliação, além do controle dos riscos, são definidas para
um período de 12 meses de vigência.

■ Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia (item 9.3.5.2, a 9.3.5.6 da


NR 9).

São sugeridas medidas, a serem implantadas conforme o cronograma, que visam


eliminar ou reduzir os agentes prejudiciais à saúde dos trabalhadores.

■ Monitoramento da exposição aos riscos (item 9.3.7, da NR 9).

Avaliação sistemática da exposição dos trabalhadores a cada risco determinado, dentro


de um cronograma previamente estabelecido.

13 - ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS


AMBIENTAIS

Esta etapa envolve a análise de novos projetos, instalações, produtos, métodos ou processos
de trabalho ou de modificação já existentes.

O objetivo é a identificação dos riscos potenciais e a introdução das medidas de controle


necessárias, antecipando-se a exposição ao risco ambiental.

Esta etapa não foi desenvolvida na empresa, uma vez que, durante esta vistoria, não foi
identificada previsão para implantação de novas instalações, métodos ou processos de
trabalho, nem modificação dos já existentes.

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RECONHECIMENTO
Esta etapa envolve a identificação qualitativa e a explicitação, dos riscos existentes nos ambientes de trabalho.
O reconhecimento foi realizado mediante visitas ao campo e entrevistas com o próprio funcionário.
Classificaç Identificaçã Tipo/Tempo Medidas de Possíveis danos
o Meio de Causa/Fonte
Setor Cargos Expostos ão dos Frequência de Controles à saúde dos
Propagação Geradora
Riscos do Risco Exposição Existentes trabalhadores

PORTARIA -
RECEPCIONISTA 0e1 Ausência de Risco Ocupacional que exponha o trabalhador de acordo com a NR 15
RECEPÇÃO

Classificaç Identificaçã Tipo/Tempo Medidas de Possíveis danos


o Meio de Causa/Fonte
Setor Cargos Expostos ão dos Frequência de Controles à saúde dos
Propagação Geradora
Riscos do Risco Exposição Existentes trabalhadores

PORTARIA - PORTEIRO
0e1 Ausência de Risco Ocupacional que exponha o trabalhador de acordo com a NR 15
PORTEIRO VIGIA

Classificaç Identificaçã Tipo/Tempo Medidas de Possíveis danos


o Meio de Causa/Fonte
Setor Cargos Expostos ão dos Frequência de Controles à saúde dos
Propagação Geradora
Riscos do Risco Exposição Existentes trabalhadores

SUPERVISOR JR
PORTARIA -
0e1 Ausência de Risco Ocupacional que exponha o trabalhador de acordo com a NR 15
SUPERVISÃO COORDENADOR
DE CONTRATOS

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Outros Riscos identificados:

Durante o levantamento dos riscos, foram identificados outros agentes, os quais o PPRA não tem a obrigatoriedade de mencionar.

Porem, devido aos tipos de riscos, tempo de exposição, e gravidade de seus efeitos, os mesmos serão descritos abaixo:

Medidas de Medidas de
Identificação dos Metodologia Avaliação Limites de
Setor Cargos Expostos Controles Controles Eficaz
Riscos de Avaliação do Risco Tolerância
Existentes (Sim/Não/NA)

PORTARIA -
RECEPCIONISTA Ausência de Risco Ocupacional que exponha o trabalhador de acordo com a NR 15.
RECEPÇÃO

Medidas de Medidas de
Identificação dos Metodologia Avaliação do Limites de
Setor Cargos Expostos Controles Controles Eficaz
Riscos de Avaliação Risco Tolerância
Existentes (Sim/Não/NA)

Risco de acidente
(Torção,
PORTEIRO escorregamento, Uso do calçado
PORTARIA Visita Técnica 02 Moderato S
VIGIA queda no mesmo de Segurança
nível e Trabalho
Noturno)

Medidas de Medidas de
Identificação dos Metodologia Avaliação Limites de
Setor Cargos Expostos Controles Controles Eficaz
Riscos de Avaliação do Risco Tolerância
Existentes (Sim/Não/NA)

SUPERVISOR JR
PORTARIA -
COORDENADOR DE Ausência de Risco Ocupacional que exponha o trabalhador de acordo com a NR 15.
SUPERVISÃO
CONTRATOS

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14 - CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS


Envolve a adoção de medidas necessárias e suficientes para a eliminação ou redução dos
riscos ambientais.

As medidas preventivas serão obrigatórias sempre que for atingido o nível de ação, incluindo
o monitoramento periódico, informação aos trabalhadores e o controle médico.

O PPRA será de abrangência e profundidade gradual às características dos riscos e das


necessidades de controle, sendo que nos locais onde não sejam identificados riscos, se
limitará ao registro e divulgação dos dados coletados em campo.

Quando detectada alguma exposição à saúde dos empregados, será comunicado ao Médico
do Trabalho coordenador do PCMSO, para as devidas providências. Da mesma forma, toda
vez que houver suspeita médica com relação à exposição ambiental, o Médico do Trabalho
responsável pelo PCMSO, acionará o técnico responsável pelo PPRA, para as avaliações e
sugestões de controles necessários à eliminação, redução a níveis toleráveis de exposição
e/ou aplicação de medidas de proteção aos empregados.

Deverão, ainda, serem propostas medidas necessárias e suficientes para a eliminação,


minimização ou controle dos riscos ambientais sempre que for verificada uma ou mais das
seguintes situações:

- Riscos potenciais na fase de antecipação

- Quando forem constatados riscos evidentes a saúde na fase de reconhecimento,

- Quando os resultados das avaliações quantitativas forem superiores aos valores limites
previstos na NR- 15 ou na ACGIH (American Conference of Governmental Industrial
Hygienists).

- Quando, após a avaliação quantitativa dos agentes, for constatada exposição acima dos
Níveis de ação, quais sejam: para agentes químicos, metade dos Limites de Tolerância; para
ruído, a dose de 0,5.

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- Finalmente quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal
entre danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam
expostos.

As medidas de controle a serem implantadas obedecerão a seguinte ordem hierárquica:

1 - Medidas de controle coletivo;

2 - Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho; e

3 - Utilização de EPI.

As medidas de controle deverão ser previstas no Plano de Ação constante do PPRA, após
consenso com o responsável da instalação.

Seguem alguns exemplos de medidas de controle a serem consideradas:

-Substituição do agente agressivo;

-Mudança ou alteração do processo ou operação;

-Enclausuramento da fonte;

-Segregação do processo ou operação;

-Modificação de projetos;

-Limitação do tempo de exposição;

-Utilização de equipamento de proteção individual;

-Outras.

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15 - EXISTENCIA E APLICAÇÃO EFETIVA DE E.P.I.

A NR- 6 (Norma Regulamentadora de n.º 6) da Portaria de n.º 3214/78, que disciplina o


assunto, define EPI (Equipamento de Proteção Individual), como sendo todo o dispositivo, de
uso individual, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador e, determina
que as Empresas forneçam equipamentos de proteção individual a seus empregados sempre
que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem
completa proteção contra os riscos de acidentes de trabalho e/ou de doenças profissionais do
trabalho.

O equipamento de proteção individual, não deve, portanto, ser considerado uma medida de
proteção definitiva, principalmente por não eliminar o risco de exposição aos agentes
agressivos já que apenas torna as atividades exequíveis, e atua como complemento de
segurança às medidas de proteção coletiva quando estas se mostram ineficazes ou inexistem.

No entanto, é absolutamente indispensável, para que funcionem que:

- antes de usar o produto, o usuário, seja submetido a treinamento pelo empregador, de acordo
com os padrões de saúde e segurança pertinentes;

- que, sejam rigorosamente observados os procedimentos de inspeção frequente dos


equipamentos de proteção por pessoal especializado;

- que, sejam ministradas instruções de limpeza;

- que, sejam observadas instruções de armazenamento;

- que, seja procedida uma fiscalização constante de seu correto uso.

A empresa adota, fornece e contempla as demais exigências da Norma Regulamentadora nº


6 do Ministério do Trabalho e Emprego, referente aos EPI’s relacionados a seguir.

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15. 1 – PLANILHA DE EPI´S POR FUNÇÃO


EPI eficaz
Função Aprovado para: EPI
(Sim/Não/ NA)

Porteiro Proteção dos Pés Calçado de Segurança S

Vigia Proteção dos Pés Calçado de Segurança S

16 - NÍVEL DE AÇÃO

É o valor acima do qual deverão ser iniciadas as medidas preventivas de forma a minimizar
a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de
exposição tais como:
- Medições periódicas da exposição ocupacional;
- Treinamento dos trabalhadores;
- Acompanhamento médico com monitoramento biológico apropriados.
Os níveis adotados são aqueles previstos na NR – 9.
a) Agentes Químicos: Metade dos limites de exposição ocupacionais adotados.
b) Ruído: Dose de 0.5 (50% de dose) do limite de tolerância previsto para a jornada de
trabalho.

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PRIORIZAÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE

GRAU DE
PRIORIDADE DESCRIÇÃO
RISCO

A implantação da medida de controle não é necessária ou manter as medidas


0e1 Baixa
já existentes.

A implantação de medida de controle é necessária, porém a prioridade é baixa.


2 Média
Manter as medidas já existentes.

A implantação de medida de controle é necessária e a prioridade é média, ou a


3 Alta
melhoria das medidas já existe.

Medida de controle é necessária e a prioridade é alta. Devem ser adotadas


4 Muito Alta
medidas provisórias imediatamente.

Pode-se também usar a Categoria de Risco das Normas de Higiene Ocupacional – NHO’s da
FUNDACENTRO, conforme tabela abaixo:

CONSIDERAÇÕES TÉCNICA DA EXPOSIÇÃO SITUAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

Abaixo de 50% do L.T Aceitável

50% > L.T. < 100% De atenção

Acima de 100% do L.T Crítica

Muito acima do L.T ou IPVS De emergência

17 - PERIODICIDADE, FORMA DE AVALIAÇÃO E REVISÃO DO PPRA

O PPRA será revisado conforme cronograma ou sempre que necessário e pelo menos uma
vez ao ano com o objetivo de avaliar o seu desenvolvimento e realizar os ajustes necessários,
assim como o monitoramento ou reavaliação para verificação da eficácia das medidas de
controle implementadas.

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18 - ESTABELECIMENTO DE PLANO DE AÇÃO COM METAS:

PRIORIDADES E CRONOGRAMA

De acordo com o levantamento de campo, foi elaborado um plano de ação contemplando


atividades, metas e prioridades a serem implementadas de forma a eliminar, minimizar ou
controlar os riscos ambientais.

O objetivo destas recomendações é a minimização ou a eliminação da exposição dos


trabalhadores aos riscos ambientais.

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Cronograma do Plano de Ação


Ações do Programa 2018 2019

Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Març Realizado em:
1 Elaboração do PPRA X Abril/2018

2 Integração do PPRA com PCMSO X X

3 Revisão do PPRA X

4 Analise global X

Adequar as O.S – Ordem de Serviços conforme x


PPRA

Treinamento NR 01 - Ordem de serviços x

Adequar EPI’s de Acordo com PPRA e Book de x


EPI

Implantar ficha de controle de EPI x

Treinamento NR 06 - o uso, a guarda, a


higienização, a conservação, a manutenção e a x
reposição do EPI

Ordem de serviços x

X MÊS PROGRAMADO

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19 - REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS REGISTRO

O Documento–Base do PPRA deverá ser mantido arquivado no estabelecimento por um


período mínimo de 20 anos, bem como aqueles inerentes ao tema, tais como os Laudos
Técnicos de Avaliação de Riscos Ambientais, etc.

O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus
representantes e para as autoridades competentes.

DIVULGAÇÃO

A divulgação dos dados pode ser feita de diversas maneiras dependendo do porte do
estabelecimento, as mais comuns são:

- Treinamentos específicos;

- Reuniões setoriais;

- Via terminal de vídeo para consulta dos usuários;

- Boletins e jornais internos;

- Programa de integração de novos empregados;

- Palestras avulsas.

20 – DISCUSSÃO DO PLANO E CONCLUSÕES FINAIS

O Presente Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deve ser desenvolvido e


acompanhado pelos responsáveis do SESMT, servirá como base de apoio para a
implementação de ações preventivas para a garantia da integridade física e saúde dos
funcionários.

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21 – BIBLIOGRAFIA

- Foram feitas consultas diretas ao Ministério do Trabalho através do Site:

http://www.mte.gov.br/

Recife, 19 de Março de 2018.

Elaborado por:

______________________________________
Julio Americo de Souza Lima
Técnico de Segurança do Trabalho

Implementado por:

_____________________________________
Gerente do Contrato

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Banco Itaú - Comprovante de Transferência
de conta corrente para conta corrente
Identificação no extrato: SISPAG SALARIOS
Dados da conta debitada:
Nome da empresa: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S A
Agência: 6180 Conta corrente: 26456 - 3
Dados da conta creditada:
Nome: RONALDO FERNANDES RAMOS
Agência: 1594 Conta corrente: 40459 - 0
Valor: R$ 1.335,56
Informações fornecidas pelo
pagador:
Transferência efetuada em 09/01/2019 às 16:28:38 via Sispag, CTRL 637283427000032.
Autenticação:
BFACE8BCC45BF6FA181D46CC7233B93CC945F401

Dúvidas, sugestões e reclamações: na sua agência. Se preferir, ligue para o SAC Itaú: 0800 728 0728 (todos os dias, 24h) ou acesse o Fale Conosco no www.itau.com.br.
Se não ficar satisfeito com a solução apresentada, ligue para a Ouvidoria Corporativa Itaú: 0800 570 0011 (em dias úteis, das 9h às 18h) ou Caixa Postal 67.600, CEP
03162-971. Deficientes auditivos ou de fala: 0800 722 1722 (todos os dias, 24h). 1
Cartão Ponto - 01/Dezembro/2018 a 31/Dezembro/2018
Empregador: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. | CNPJ: 97.428.668/0010-67
Empregado: RONALDO FERNANDES RAMOS | PIS: 013388735459 | Matrícula: 14003753 |
Admissão: 01/Abril/2018
Relatório emitido em: 03/Janeiro/2019 13:18
Departamento: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. | Cargo: PORTEIRO

Algumas batidas podem ter sido obtidas por sistemas alternativos previstos na Portaria 373/11.

Data Escala Batidas Motivos Resultados


Entrada Saida Hors. Ocor. Motivo

01/12 Sá 1642 - HE / HRA 50% / 18:57*


19:00 / 07:00
07:02*/ Sem
18:57Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:05
07:02 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
02/12 Dom 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
03/12 Seg 1642 - HE / HRA 50% / 18:59*
19:00 / 07:00
07:03*/ Sem
18:59Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:04
07:03 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
04/12 Ter 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
05/12 Qua 1642 - HE / HRA 50% / 18:57*
19:00 / 07:00
07:01*/ Sem
18:57Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:04
07:01 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
06/12 Qui 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
07/12 Sex 1642 - HE / HRA 50% / 18:55*
19:00 / 07:00
07:00*/ Sem
18:55Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:05
07:00 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
08/12 Sá 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
09/12 Dom 1642 - HE / HRA 50% / 18:59*
19:00 / 07:00
07:03*/ Sem
18:59Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:04
07:03 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
10/12 Seg 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
11/12 Ter 1642 - HE / HRA 50% / 18:58*
19:00 / 07:00
07:01*/ Sem
18:58Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:03
07:01 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
12/12 Qua 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
13/12 Qui 1642 - HE / HRA 50% / 18:57*
19:00 / 07:00
07:03*/ Sem
18:57Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:06
07:03 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
14/12 Sex 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
15/12 Sá 1642 - HE / HRA 50% / 18:59*
19:00 / 07:00
07:02*/ Sem
18:59Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:03
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HRA 50% - ELFE: 01:00
16/12 Dom 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
17/12 Seg 1642 - HE / HRA 50% / 18:58*
19:00 / 07:00
07:01*/ Sem
18:58Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:03
07:01 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
18/12 Ter 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
19/12 Qua 1642 - HE / HRA 50% / 18:56*
19:00 / 07:00
07:00*/ Sem
18:56Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:04
07:00 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
20/12 Qui 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
21/12 Sex 1642 - HE / HRA 50% / 18:58*
19:00 / 07:00
07:03*/ Sem
18:58Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:05
07:03 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
22/12 Sá 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
23/12 Dom 1642 - HE / HRA 50% / 18:59*
19:00 / 07:00
07:04*/ Sem
18:59Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:05
07:04 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
24/12 Seg 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
Data Escala Batidas Motivos Resultados
Entrada Saida Hors. Ocor. Motivo

25/12 Ter 1642 - HE / HRA 50% / 18:57*


19:00 / 07:00
07:01*/ Sem
18:57Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:04
07:01 | I | Adicional Noturno: 06:51
HRA 50% - ELFE: 01:00
Hora Extra 100% - ELFE (N.A.): 11:55
26/12 Qua 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
27/12 Qui 1642 - HE / HRA 50% / 18:56*
19:00 / 07:00
07:00*/ Sem
18:56Int
| I /| 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Horas
50% / ELFE
Trabalhadas:
/ HE 50%11:04
07:00 | I | Adicional Noturno: 01:08
HRA 50% - ELFE: 01:00
28/12 Sex 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
29/12 Sá 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Aviso
50% / Previo:
ELFE / 11:00
HE 50%
Aviso Previo (dias): 1
30/12 Dom 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/Folga / Noturna / ELFE / HE 50%
31/12 Seg 1642 - HE / HRA 50% / 19:00 / 07:00 / Sem Int / 12x36 / ELFE FCT/19:00 / 07:00 / HRA Aviso
50% / Previo:
ELFE / 04:00
HE 50%
ATRASO: -07:00

Estou de pleno acordo com o que demonstram as marcações, sendo que representam o ocorrido neste período
Totais de horas * Batida ajustada pelo empregador
Adicional Noturno 90:16
HRA 50% - ELFE 14:00
Hora Extra 100% - ELFE Assinatura
11:55
(N.A.)
Aviso Previo 15:00
Assinatura Gestor
Aviso Previo (dias) 1
ATRASO -07:00
Horas Trabalhadas 154:59
SALDO ATUAL 00:00

12201813388735459
ELFE OPERACAO E FICHA FINANCEIRA DO FUNCIONÁRIO 1
RUA MARIO FIGUEIREDO 85 COD.: 6.001 Data 02/05/2019 11:15:11
MACAE RM Labore 12.1.23.1 :Versão 12.1.23.1
97.428.668/0001-76
FUNCIONÁRIO: RONALDO FERNANDES RAMOS
==============================================================================================
CÓDIGO MES/ANO REF EVENTO PERÍODO VALOR CHAPA PAGTO
=============================================================================================
Abril-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.027,80 07/05/2018
0005 P 1 SALARIO FAMILIA 31,71 07/05/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 82,22 07/05/2018
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 61,67 07/05/2018
2406 D 20 Desconto de VRVA 33,98 07/05/2018
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 307,20 07/05/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 82,22 07/05/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.059,51 07/05/2018
4001 B 0 Total de Desconto 177,87 07/05/2018
4002 B 0 Total Liquido 881,64 07/05/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.027,80 07/05/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 82,22 07/05/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.027,80 07/05/2018
Maio-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.027,80 06/06/2018
0005 P 1 SALARIO FAMILIA 31,71 06/06/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 82,22 06/06/2018
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 61,67 06/06/2018
2406 D 20 Desconto de VRVA 21,24 06/06/2018
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 192,00 06/06/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 82,22 06/06/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.059,51 06/06/2018
4001 B 0 Total de Desconto 165,13 06/06/2018
4002 B 0 Total Liquido 894,38 06/06/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.027,80 06/06/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 82,22 06/06/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.027,80 06/06/2018
JUNHO-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.027,80 06/07/2018
0005 P 1 SALARIO FAMILIA 31,71 06/07/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 82,22 06/07/2018
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 61,68 06/07/2018
2406 D 20 Desconto de VRVA 21,24 06/07/2018
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 192,00 06/07/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 82,22 06/07/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.059,51 06/07/2018
4001 B 0 Total de Desconto 165,14 06/07/2018
4002 B 0 Total Liquido 894,37 06/07/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.313,09 06/07/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 105,05 06/07/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.313,09 06/07/2018
9 14003753
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 19,77 27/06/2018
0870 P 120 AD. NOTURNO 20% MES ANT 137,04 27/06/2018
2710 P 15 HRA 50% ANTERIOR 128,48 27/06/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 22,82 27/06/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 22,82 27/06/2018
ELFE OPERACAO E FICHA FINANCEIRA DO FUNCIONÁRIO 2
RUA MARIO FIGUEIREDO 85 COD.: 6.001 Data 02/05/2019 11:15:11
MACAE RM Labore 12.1.23.1 :Versão 12.1.23.1
97.428.668/0001-76
4002 B 0 Total Liquido 262,47 27/06/2018
2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.027,80 06/08/2018
0005 P 1 SALARIO FAMILIA 31,71 06/08/2018
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 30,84 06/08/2018
0578 P 102.85 AD. NOTURNO 20% 117,45 06/08/2018
2709 P 15 HRA 50% 128,48 06/08/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 94,08 06/08/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 94,08 06/08/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.336,28 06/08/2018
4001 B 0 Total de Desconto 94,08 06/08/2018
4002 B 0 Total Liquido 1.242,20 06/08/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.472,45 06/08/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 117,80 06/08/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.472,45 06/08/2018
JULHO-2018 6 14003753
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 30,84 16/07/2018
0870 P 120 AD. NOTURNO 20% MES ANT 137,04 16/07/2018
2710 P 15 HRA 50% ANTERIOR 128,48 16/07/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 23,71 16/07/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 23,71 16/07/2018
4002 B 0 Total Liquido 272,65 16/07/2018
AGOSTO-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.027,80 06/09/2018
0005 P 1 SALARIO FAMILIA 31,71 06/09/2018
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 19,03 06/09/2018
0578 P 102.85 AD. NOTURNO 20% 117,45 06/09/2018
2709 P 15 HRA 50% 128,48 06/09/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 93,14 06/09/2018
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 61,67 06/09/2018
2406 D 20 Desconto de VRVA 22,66 06/09/2018
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 204,80 06/09/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 93,14 06/09/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.324,47 06/09/2018
4001 B 0 Total de Desconto 177,47 06/09/2018
4002 B 0 Total Liquido 1.147,00 06/09/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.164,28 06/09/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 93,14 06/09/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.164,28 06/09/2018
SETEMBRO-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.027,80 05/10/2018
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 34,26 05/10/2018
0578 P 109.7 AD. NOTURNO 20% 125,28 05/10/2018
2709 P 16 HRA 50% 137,04 05/10/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 94,98 05/10/2018
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 61,67 05/10/2018
2406 D 20 Desconto de VRVA 28,32 05/10/2018
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 192,00 05/10/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 94,98 05/10/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.324,38 05/10/2018
4001 B 0 Total de Desconto 184,97 05/10/2018
ELFE OPERACAO E FICHA FINANCEIRA DO FUNCIONÁRIO 3
RUA MARIO FIGUEIREDO 85 COD.: 6.001 Data 02/05/2019 11:15:11
MACAE RM Labore 12.1.23.1 :Versão 12.1.23.1
97.428.668/0001-76
4002 B 0 Total Liquido 1.139,41 05/10/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.187,34 05/10/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 94,99 05/10/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.187,34 05/10/2018
OUTUBRO-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.027,80 07/11/2018
0005 P 1 SALARIO FAMILIA 31,71 07/11/2018
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 24,71 07/11/2018
0578 P 102.85 AD. NOTURNO 20% 117,45 07/11/2018
2709 P 15 HRA 50% 128,48 07/11/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 93,59 07/11/2018
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 61,67 07/11/2018
2406 D 20 Desconto de VRVA 22,66 07/11/2018
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 204,80 07/11/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 93,59 07/11/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.330,15 07/11/2018
4001 B 0 Total de Desconto 177,92 07/11/2018
4002 B 0 Total Liquido 1.152,23 07/11/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.169,96 07/11/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 93,60 07/11/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.169,96 07/11/2018
NOVEMBRO-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.046,40 06/12/2018
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 36,22 06/12/2018
0578 P 102.85 AD. NOTURNO 20% 119,58 06/12/2018
1126 P 0 DIF ADC NOTURNO 13,61 06/12/2018
2122 P 0 DIF. DSR 2,86 06/12/2018
2707 P 0 DIF HRA 14,08 06/12/2018
2709 P 15 HRA 50% 130,80 06/12/2018
3033 P 30 DIF. SALARIAL REF. DISSIDIO 130,20 06/12/2018
0003 D 8 I.N.S.S. 95,80 06/12/2018
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 62,78 06/12/2018
1542 D 8 I.N.S.S. DIF. SAL. REF. 12,11 06/12/2018
2406 D 20 Desconto de VRVA 21,24 06/12/2018
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 192,00 06/12/2018
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 95,80 06/12/2018
1543 B 0 TOTAL DE FGTS DE DIF. 151,31 06/12/2018
2224 B 0 ESTORNO BASE INSS 21,11 06/12/2018
4000 B 0 Total de Proventos 1.493,75 06/12/2018
4001 B 0 Total de Desconto 191,93 06/12/2018
4002 B 0 Total Liquido 1.301,82 06/12/2018
9090 B 0 REAJUSTE SALARIO 1.046,40 06/12/2018
9091 B 0 BASE FGTS FOLHA 1.348,87 06/12/2018
9092 B 0 BASE FGTS 13 SAL 392,40 06/12/2018
9093 B 0 DEPOSITO FGTS 139,30 06/12/2018
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 1.197,56 06/12/2018
NOVEMBRO-2018 13 14003753
0009 P 9 1a PARCELA 13o.SALARIO 392,40 30/11/2018
4002 B 0 Total Liquido 392,40 30/11/2018
DEZEMBRO-2018 2 14003753
0001 P 30 SALARIO 1.046,40 07/01/2019
ELFE OPERACAO E FICHA FINANCEIRA DO FUNCIONÁRIO 4
RUA MARIO FIGUEIREDO 85 COD.: 6.001 Data 02/05/2019 11:15:11
MACAE RM Labore 12.1.23.1 :Versão 12.1.23.1
97.428.668/0001-76
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 38,15 07/01/2019
0578 P 102.85 AD. NOTURNO 20% 119,58 07/01/2019
2709 P 15 HRA 50% 130,80 07/01/2019
0003 D 8 I.N.S.S. 96,33 07/01/2019
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 62,78 07/01/2019
2406 D 20 Desconto de VRVA 22,66 07/01/2019
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 204,80 07/01/2019
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 96,33 07/01/2019
4000 B 0 Total de Proventos 1.334,93 07/01/2019
4001 B 0 Total de Desconto 181,77 07/01/2019
4002 B 0 Total Liquido 1.153,16 07/01/2019
DEZEMBRO-2018 13 14003753
0049 P 9 13o SALARIO 784,80 20/12/2018
0125 P 9 MEDIA . 13o.SAL. 127,54 20/12/2018
0023 D 8 I.N.S.S. 2a PARC.13o.SAL. 72,98 20/12/2018
0035 D 0 ADIANTo. 13o. SALARIO 392,40 20/12/2018
0521 B 8 I.N.S.S. 13o. COM ALIQUOTA 72,98 20/12/2018
4002 B 0 Total Liquido 446,96 20/12/2018
9092 B 0 BASE FGTS 13 SAL 519,94 20/12/2018
9095 B 0 BASE INSS 13o SALARIO 912,34 20/12/2018
DEZEMBRO-2018 5 14003753
0002 P 3 DIAS TRABALHADOS 104,64 09/01/2019
0005 P 1 SALARIO FAMILIA 3,17 09/01/2019
0025 P 9 FERIAS PROPORCIONAIS 784,80 09/01/2019
0094 P 14 HORA EXTRA 50% 122,08 09/01/2019
0136 P 0 MEDIA FERIAS PROP RESC 127,54 09/01/2019
0201 P 0 D.S.R. S/ H.E. 23,48 09/01/2019
0578 P 90.27 AD. NOTURNO 20% 104,95 09/01/2019
F003 P 0 ADICIONAL 1/3 FERIAS 304,11 09/01/2019
0003 D 8 I.N.S.S. 28,41 09/01/2019
0006 D 0 VALE TRANSPORTE 6,28 09/01/2019
0490 D 0 LIQUIDO DA RESCISAO 1.335,56 09/01/2019
0757 D 0 V.TRANSP.NAO UTILIZADO - 89,60 09/01/2019
0758 D 4 V.TRANSP.NAO UTILIZADO - 51,20 09/01/2019
0761 D 9 V.REF.NAO UTILIZADO - MES 63,72 09/01/2019
0026 B 8 F.G.T.S QUITACAO 28,41 09/01/2019
0028 B 40 F.G.T.S ARTIGO 22 354,09 09/01/2019
0032 B 0 V.T.ENTREGUE/MES 89,60 09/01/2019
0033 B 0 SALDO FGTS NA C.E.F. 856,81 09/01/2019
0519 B 8 I.N.S.S. COM ALIQUOTA 28,41 09/01/2019
8000 B 0 GRRF - MULTA EMPREGADO 88,52 09/01/2019
8001 B 0 TOTAL GRFC 471,02 09/01/2019
9094 B 0 BASE INSS FOLHA 355,15 09/01/2019
C330 B 9 FÉRIAS PROPORCIONAIS SEM 912,34 09/01/2019
C65R B 9 FERIAS PROPORCIONAIS - 784,80 09/01/2019
2.007.001
EMISSAO 02/05/201
FICHA DE REGISTRO DE EMPREGADOS 1 PAGINA

EMPRESA ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. CNPJ 97.428.668/0010-67


ENDERECO PEDRO HAGE JAHARA NUMERO 400
BAIRRO IMBOASSICA CIDADE Macaé
CEP 27932353 ESTADO RJ AUTENTICACAO

NOME FUNCIONARIO RONALDO FERNANDES RAMOS


MATRICULA 14003753 No.ORDEM 1410135093

FILIACAO PAI JOAO REINALDO RAMOS


MAE SELMA FERNANDES RAMOS

CART.PROFISSIONAL 02365 SERIE 00048 PE EMISSAO 19/08/2010


CERT.RESERVISTA 210792153913 CATEGORIA REG. PROFISS.
TIT.ELEITOR 057173620817 ZONA 005 SECAO 0024
CPF 04475034485 PIS/PASEP 13388735459 CADAST.
CART.HABILITACAO CATEGORIA TELEFONE: 8185771865
IDENTIDADE 5240109 ÓRGÃO EMISSOR SSP - PE EMISSÃO 28/12/1999

ADMISSAO 01/04/2018 OPCAO FGTS 01/04/2018 FORMA PAGAMENTO Mensalista JORNADA 180:00
CARGO PORTEIRO SECAO [FCT] OI PORTARIA SALARIO 1.046,40 SAL. HORA 5,81

DATA REINTEGRAÇÃO DATA RETORNO EFETIVO

DATA NASCIMENTO 13/11/1978 ESTADO CIVIL SEXO M INSTRUCAO Ensino médio completo
NACIONALIDADE Brasileira NATURALIDADE Recife ESTADO NATAL PE

QUANDO ESTRANGEIRO
DATA CHEGADA CONJUGE BRASILEIRO Nu.CARTEIRA IDENT.
TIPO DE VISTO Nu.REGISTRO GERAL Nu.DECRETO
NATURALIZADO 0 VALID. CART.IDENTIDADE VALID.CART.TRABALHO
Nu.FILHOS 0

BENEFICIARIOS NOME DO DEPENDENTE NASCIMENTO EST.CIVIL PARENTESCO


JOAO REINALDO RAMOS C Pai
SELMA FERNANDES RAMOS C Mãe
DEBORA SEBASTIANA DE ALMEIDA FERNANDES 24/01/1983 C Cônjuge
NICOLLE ALMEIDA RAMOS 26/01/2009 S Filho(a) Válido

ENDERECO NÚMERO COMPLEM. BAIRRO CIDADE CEP


AVEN MALACA 43 A CASA Casa Amarela Recife 52070251
IDA
ENDERECO BAIRRO CIDADE CEP

FERIAS PERIODO AQUISITIVO PERIODO DE GOZO


01/04/2018 31/03/2019

ALTERACOES DE SALARIO DATA SALARIO MOTIVO


01/04/2018 1.027,80 Admissao
01/04/2018 1.046,40 Acordo Coletivo

CONTRIBUICAO SINDICAL DATA VALOR NOME


01/04/2018 0,00 STEALMOAIC

ALTERACOES DE CARGO DATA FUNCAO MOTIVO


01/04/2018 PORTEIRO Admissão

MUDANCAS DE SECAO DATA SECAO


01/04/2018 [FCT] OI PORTARIA NORTE/NORDESTE - PE

02/07/2018 [FCT] OI PORTARIA NORTE/NORDESTE - PE

MUDANÇAS DE HORÁRIOS DATA HORÁRIO


1137 01/03/2018 19:00 / 07:00- Int 1h - 12x36

1137 01/04/2018 19:00 / 07:00- Int 1h - 12x36

1013 01/05/2018 19:00 / 07:00 - int 1h - 12x36

ANOTACOES GERAIS DATA TEXTO


DATA DEMISSAO 03/01/2019 ASSINATURA DO EMPREGADOR ASSINATURA DO FUNCIONARIO
ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.
COD.AFASTAMENTO 1
Inic.Empregador sem justa causa
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2018/2018

NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PE000205/2018


DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/03/2018
NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR008933/2018
NÚMERO DO PROCESSO: 46213.003729/2018-71
DATA DO PROTOCOLO: 09/03/2018

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE MAO DE


OBRA, ADM. DE IMOV., COND. DE EDIF.,RESID. E COM. DO EST. DE PERNAMBUCO,
CNPJ n. 04.072.540/0001-31, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). ARTUR
FERNANDES ALVES DE LIMA;

SIND DOS EMP EM EMP PREST DE SERV, ASSEIO E CONSERVACAO NOS


MUNICIPIOS DE JABOATAO, CABO DE SANTO AGOSTINHO, IPOJUCA E
MORENO/PE - SINDPREST, CNPJ n. 05.140.881/0001-60, neste ato representado(a) por
seu Presidente, Sr(a). JEFFERSON SOARES DOS SANTOS;

SINDICATO INTER. EMPREG. EM EMP. ASSEIO E CONSERV. LIMPEZA URBANA,


LOC.MAO DE OBRA, ADM. IMOVEIS, CONDOMINIOS DE EDIF.RES.COM.DA
REG.S..EST.PERNAMBUCO, CNPJ n. 13.936.184/0001-48, neste ato representado(a) por
seu Presidente, Sr(a). JOAO SOARES GUIMARAES;

SIND EMP DE ASSEIO E CONSERVACAO ESTADO DE PERNAMBUCO, CNPJ n.


24.163.511/0001-92, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). AGOSTINHO
ROCHA GOMES;

celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições


de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE

As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º


de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2018 e a data-base da categoria em 01º de
janeiro.

CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) dos empregados


em empresas de terceirização de serviços, asseio e conservação , com abrangência
territorial em Abreu E Lima/PE, Afogados Da Ingazeira/PE, Afrânio/PE, Agrestina/PE,
Água Preta/PE, Águas Belas/PE, Alagoinha/PE, Aliança/PE, Altinho/PE, Amaraji/PE,
Angelim/PE, Araçoiaba/PE, Araripina/PE, Arcoverde/PE, Barra De Guabiraba/PE,
Barreiros/PE, Belém De Maria/PE, Belém Do São Francisco/PE, Belo Jardim/PE,
Betânia/PE, Bezerros/PE, Bodocó/PE, Bom Conselho/PE, Bom Jardim/PE, Bonito/PE,
Brejão/PE, Brejinho/PE, Brejo Da Madre De Deus/PE, Buenos Aires/PE, Buíque/PE,
Cabo De Santo Agostinho/PE, Cabrobó/PE, Cachoeirinha/PE, Caetés/PE,
Calçado/PE, Calumbi/PE, Camaragibe/PE, Camocim De São Félix/PE, Camutanga/PE,
Canhotinho/PE, Capoeiras/PE, Carnaíba/PE, Carnaubeira Da Penha/PE, Carpina/PE,
Caruaru/PE, Casinhas/PE, Catende/PE, Cedro/PE, Chã De Alegria/PE, Chã
Grande/PE, Condado/PE, Correntes/PE, Cortês/PE, Cumaru/PE, Cupira/PE,
Custódia/PE, Dormentes/PE, Escada/PE, Exu/PE, Feira Nova/PE, Fernando De
Noronha/PE, Ferreiros/PE, Flores/PE, Floresta/PE, Frei Miguelinho/PE, Gameleira/PE,
Garanhuns/PE, Glória Do Goitá/PE, Goiana/PE, Granito/PE, Gravatá/PE, Iati/PE,
Ibimirim/PE, Ibirajuba/PE, Igarassu/PE, Iguaracy/PE, Ilha De Itamaracá/PE, Inajá/PE,
Ingazeira/PE, Ipojuca/PE, Ipubi/PE, Itacuruba/PE, Itaíba/PE, Itambé/PE, Itapetim/PE,
Itapissuma/PE, Itaquitinga/PE, Jaboatão Dos Guararapes/PE, Jaqueira/PE,
Jataúba/PE, Jatobá/PE, João Alfredo/PE, Joaquim Nabuco/PE, Jucati/PE, Jupi/PE,
Jurema/PE, Lagoa De Itaenga/PE, Lagoa Do Carro/PE, Lagoa Do Ouro/PE, Lagoa Dos
Gatos/PE, Lagoa Grande/PE, Lajedo/PE, Limoeiro/PE, Macaparana/PE, Machados/PE,
Manari/PE, Maraial/PE, Mirandiba/PE, Moreilândia/PE, Moreno/PE, Nazaré Da
Mata/PE, Olinda/PE, Orobó/PE, Orocó/PE, Ouricuri/PE, Palmares/PE, Palmeirina/PE,
Panelas/PE, Paranatama/PE, Parnamirim/PE, Passira/PE, Paudalho/PE, Paulista/PE,
Pedra/PE, Pesqueira/PE, Petrolândia/PE, Petrolina/PE, Poção/PE, Pombos/PE,
Primavera/PE, Quipapá/PE, Quixaba/PE, Recife/PE, Riacho Das Almas/PE,
Ribeirão/PE, Rio Formoso/PE, Sairé/PE, Salgadinho/PE, Salgueiro/PE, Saloá/PE,
Sanharó/PE, Santa Cruz Da Baixa Verde/PE, Santa Cruz Do Capibaribe/PE, Santa
Cruz/PE, Santa Filomena/PE, Santa Maria Da Boa Vista/PE, Santa Maria Do
Cambucá/PE, Santa Terezinha/PE, São Benedito Do Sul/PE, São Bento Do Una/PE,
São Caitano/PE, São João/PE, São Joaquim Do Monte/PE, São José Da Coroa
Grande/PE, São José Do Belmonte/PE, São José Do Egito/PE, São Lourenço Da
Mata/PE, São Vicente Ferrer/PE, Serra Talhada/PE, Serrita/PE, Sertânia/PE,
Sirinhaém/PE, Solidão/PE, Surubim/PE, Tabira/PE, Tacaimbó/PE, Tacaratu/PE,
Tamandaré/PE, Taquaritinga Do Norte/PE, Terezinha/PE, Terra Nova/PE,
Timbaúba/PE, Toritama/PE, Tracunhaém/PE, Trindade/PE, Triunfo/PE,
Tupanatinga/PE, Tuparetama/PE, Venturosa/PE, Verdejante/PE, Vertente Do
Lério/PE, Vertentes/PE, Vicência/PE, Vitória De Santo Antão/PE e Xexéu/PE.

Salários, Reajustes e Pagamento

Piso Salarial

CLÁUSULA TERCEIRA - DO PISO DA CATEGORIA

Convencionam as partes que a partir de 1 (primeiro) de fevereiro de


2018, o Piso da Categoria, será de R$ 975,92 (novecentos e setenta e
cinco reais e noventa e dois centavos).

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Faram jus ao piso determinado no caput


todos os empregados que exercem funções decorrentes de contratos
terceirização de serviços, que laboram em empresas enquadradas na
representação da categoria econômica.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O piso salarial diferenciado para os


empregados que exercem as funções de Porteiro e Recepcionista, a
partir de 1º de fevereiro de 2018, será de 1.046,40 (um mil e quarenta
e seis reais e quarenta centavos).

PARÁGRAFO TERCEIRO: Fica certo e acordado que independente da


nomenclatura que seja adotada, como por exemplo, as de: auxiliar de
portaria, recepcionista, atendente, bilheteiro ou qualquer outra que seja
dada, desde que o empregado exerça suas funções em portaria que
objetive o controle de circulação de pessoas e/ou materiais, as
empresas se obrigam a pagar o piso salarial dos porteiros.

PARÁGRAFO QUARTO: Fica certo e acordado que as funções do


Porteiro/Vigia, além das descritas no parágrafo terceiro, consiste
também em observar atentamente a área do posto de serviço, não
confundido, contudo, com as atividades exercidas pelos vigilantes, que
são definidas pelo Art. 15, da Lei 7.102/83.

PARÁGRAFO QUINTO: Independente da nomenclatura utilizada


integram a representação obreira, todas as funções existentes nas
empresas enquadradas na representação patronal, desde que não
sejam consideradas como categoria diferenciada, a exemplo das
funções que constam da relação anexa.
Reajustes/Correções Salariais

CLÁUSULA QUARTA - DOS REAJUSTES SALARIAIS

Fica concedido e/ou garantido aos empregados que percebem os pisos


da categoria profissional, um reajuste salarial a partir de 1 (primeiro)
de fevereiro de 2018, no percentual de1,81% (um vírgula oitenta e
um por cento),aplicados aos salários praticado no mês de janeiro de
2017.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica concedido e/ou garantido aos


empregados que percebem salários superiores ao piso da categoria até
o limite de 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), a exceção dos pisos
salariais diferenciados, um reajuste salarial a partir de 1 (primeiro)
de fevereiro de 2018, no percentual de 1,81% (um vírgula oitenta e um
por cento), aplicado sobre o salário praticado no mês de janeiro de
2017.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica garantido que em caso de modificação


da política salarial do Governo ou perdas salariais, as partes
convenentes poderão a qualquer tempo, voltarem a negociar
objetivando a reposição dessas perdas.

PARÁGRAFO TERCEIRO:Ficam autorizadas as empresas que


concederam antecipações salariais, descontarem os percentuais
respectivamente concedidos no período de 01 de janeiro de 2017 a 31
de dezembro de 2017.

PARÁGRAFO QUARTO: Nos reajustes acima estabelecidos, incluem-se


as antecipações, perdas e outras demais correções salariais,
decorrentes da legislação oficial e Acordos adotados no período de 1º
de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2017.

PARÁGRAFO QUINTO: Os empregados que percebem salários iguais


ou superiores a R$ 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), terão seus
salários reajustados por negociação direta entre eles e os respectivos
empregadores, não se aplicando automaticamente, por conseguinte, os
percentuais de reajustes acima concedidos.
Pagamento de Salário – Formas e Prazos

CLÁUSULA QUINTA - DO PAGAMENTO

As empresas fornecerão aos seus empregados comprovantes de pagamento


salarial, discriminando títulos pagos e seus respectivos valores, bem
como descontos efetuados, podendo tal fornecimento ocorrer de forma
eletrônica, através de site, e-mail e/ou qualquer outro meio de
comunicação virtual.

PARÁGRAFO ÚNICO: Ficam autorizadas as empresas a


procederem descontos de falta ao serviço e/ou os pagamentos das horas extras
realizadas em um mês na folha do mês subsequente.

Outras normas referentes a salários, reajustes, pagamentos e critérios para cálculo

CLÁUSULA SEXTA - DOS DEPÓSITOS BANCÁRIOS

As empresas que efetuam pagamento de verbas salariais por meio de depósito


bancário, ficam isentas de colher a assinatura do empregado no respectivo
recibo de pagamento, servindo como prova cabal e suficiente o comprovante de
depósito bancário, na conta do empregado, devendo sempre ser fornecida
obrigatoriamente a discriminação.

PARÁGRAFO ÚNICO: No caso de pagamento de férias com 13º salário é


obrigatória a assinatura do empregado no recibo.

Gratificações, Adicionais, Auxílios e Outros


Adicional de Insalubridade

CLÁUSULA SÉTIMA - DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

Fica assegurado o pagamento do adicional de insalubridade nos percentuais


estabelecidos na legislação em vigor, desde que apurada as condições de
trabalho, por meio de laudos periciais, que poderão ser emitidos por Peritos
contratados pelo Sindicato Profissional, pela empresa ou pela Superintendência
Regional do Trabalho e Emprego, sendo apenas devido enquanto perdurarem
as condições particulares de trabalho.

CLÁUSULA OITAVA - PERCENTUAL DE INSALUBRIDADE

Considerando as peculiaridades do exercício da função de Maqueiro


nos hospitais da rede pública, fica estabelecido que o percentual devido
a título de insalubridade a esses profissionais será de 40% (quarenta
por cento), percentual esse que será devido ao trabalhador a partir do
efetivo pagamento pela contratante dos serviços.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O percentual de insalubridade estabelecido


no caput será devido ao empregado, quando da efetiva concessão
deste percentual pelo tomador dos serviços à Empresa contratada.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Em caso de não cumprimento da obrigação


prevista no caput pelo contratante dos serviços, as respectivas
representações se obrigam a fazer gestões perante os
órgãos/entidades licitantes e contratantes no sentido de atenderem a
este dispositivo, inclusive impugnando os atos convocatórios que,
porventura, não contemplem essa previsão, bem como tomando todas
as medidas necessárias à preservação do respectivo direito.

PARÁGRAFO TERCEIRO: A Empresa se obriga a comunicar aos


sindicatos convenentes a situação descrita no parágrafo segundo, bem
como que oficiou ao contratante as obrigações descritas no
presente, os quais promoverão as medidas necessárias objetivando o
cumprimento da obrigação descrita no caput.

PARÁGRAFO QUARTO – A empresa poderá reduzir o percentual do


indicado no caput, sempre que o empregado deixe de exercer essa
função, sem que isso seja considerado redução de direito, tendo em
vista o Princípio da Preservação do Emprego, bem como em razão de
que o adicional será apenas enquanto o trabalhador esteja sujeito as
condições insalubres.

Auxílio Alimentação

CLÁUSULA NONA - DO VALE REFEIÇÃO/ALIMENTAÇÃO

As empresas se obrigam a fornecer vale refeição ou alimentação no


valor de R$ 7,08 (sete reais e oito centavos), por dia efetivamente
trabalhado, para obreiros lotados em contratos privados e públicos,
inclusive os contratos em regime temporários.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica assegurado o direito aos empregados


que, por liberalidade ou exigência contratual, percebem valores
superiores ao estabelecido no caput, sem que isso seja considerado
violação as regras do PAT.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O valor previsto no caput não integra o


salário para qualquer fim de direito, não tendo natureza salarial
conforme estabelecido na Lei nº. 6.321/76, que instituiu o Programa de
Alimentação ao Trabalhador – PAT.

PARÁGRAFO TERCEIRO: As empresas poderão substituir o beneficio


que trata o caput pela concessão de alimentação in natura, fornecida
ou na própria empresa ou em estabelecimento conveniado ou pelo
próprio tomador de serviço, não podendo, contudo, esse beneficio ser
substituído pelo café da manhã concedido por liberalidade do
empregador.

PARÁGRAFO QUARTO: As empresas poderão reduzir o valor do vale


refeição ou alimentação para o valor estabelecido no caput, no caso do
empregado ser removido do contrato que paga valor superior a esse
título, sem tal fato ser considerado infração as regras do PAT, vez que
o objetivo é a manutenção do emprego.

CLÁUSULA DÉCIMA - DO PAT

As empresas inscritas no Programa de Alimentação do Trabalhador e que


forneçam alimentação aos seus trabalhadores, descontarão dos mesmos o
percentual autorizado a título de participação no citado programa,
independentemente do valor de face estabelecido.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - CESTA BÁSICA

As empresas concederão cesta básica no valor de R$ 100,00 (cem


reais) por mês, para obreiros que percebem até o valor correspondente
ao piso salarial dos porteiros/recepcionista, lotados em contratos
privados e públicos (inclusive os contratos em regime temporários), que
venham a ser firmados. Entretanto, facultativamente, as empresas
poderão reduzir o valor para R$ 90,00, a fim de compensar o
pagamento dos custos da implantação da cláusula que
trata da concessão do benefício previdenciário.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica assegurado o direito aos


empregados lotados em contratos que já recebem esse benefício, quer
por liberalidade, exigência contratual e/ou previsão normativa anterior,
mesmo que em valores superiores, sem que isso seja considerado
violação as regras do PAT.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O valor previsto no caput não integra o


salário para qualquer fim de direito, não tendo natureza salarial
conforme estabelecido na Lei nº. 6.321/76, que instituiu o Programa de
Alimentação ao Trabalhador – PAT.

PARÁGRAFO TERCEIRO: A cesta básica será devida ao empregado,


quando da efetiva concessão deste benefício pelo tomador dos serviços
à Empresa contratada.

PARÁGRAFO QUARTO: Em caso de não cumprimento da obrigação


prevista no caput pelo contratante dos serviços, as respectivas
representações se obrigam a fazer gestões perante os
órgãos/entidades licitantes e contratantes no sentido de atenderem a
este dispositivo, inclusive impugnando os atos convocatórios que,
porventura, não contemplem essa previsão, bem como tomando todas
as medidas necessárias à preservação do respectivo direito.

PARÁGRAFO QUINTO: A Empresa se obriga a comunicar aos


sindicatos convenentes a situação descrita no parágrafo terceiro, bem
como que oficiou ao contratante as obrigações descritas no
presente, os quais promoverão as medidas necessárias objetivando o
cumprimento da obrigação descrita no caput.

PARÁGRAFO SEXTO – A empresa poderá reduzir ou suprimir o valor


da cesta básica conforme o caso, sempre que o empregado seja
devolvido de contrato que forneça esse título, sem que isso seja
considerado redução de direito, tendo em vista o Princípio da
Preservação do Emprego.

Auxílio Transporte

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - VALE TRANSPORTE

Desde que, solicitado por escrito pelo interessado e satisfeitas as


exigências prevista no art.7º do Decreto nº 95.247/87, que regulamenta
a Lei nº 7.619/87 e as previstas na Lei nº 7.418/85, as empresas
fornecerão vale-transporte a todos os seus empregados, nos dias
efetivamente trabalhados para deslocamentos residência – trabalho e
vice-versa.

PARÁGRAFO PARÁGRAFO PRIMEIRO – Para os


empregados beneficiados com vale-transporte, será realizado o
desconto de 6% (seis por cento), incidente sobre o salário base do
trabalhador, na forma da lei.

PARÁGRAFO SEGUNDO – Nos períodos de afastamentos do


empregado de suas atividades funcionais, por qualquer motivo,
inclusive por atestado médico ou pelo INSS, este não fará jus ao
recebimento do benefício do vale transporte, por inexistência de
deslocamentos do trabalhador no percurso residência/trabalho.

PARÁGRAFO TERCEIRO – Quando do lançamento dos créditos pelas


empresas, caso constate que o empregado não tenha utilizado a
totalidade dos valores creditados em seu cartão de recarga, fica
autorizado às empresas realizarem apenas a complementação dos
valores necessários ao deslocamento do mês subsequente, haja vista
a natureza jurídica do beneficio.

PARÁGRAFO QUARTO – No caso de extravio, perda e dano do cartão


magnético de vale transporte, o empregado será responsabilizado pelas
despesas com a substituição do mesmo.

PARÁGRAFO QUINTO – No caso de desligamento do empregado, o


mesmo obriga-se a devolver os vales transporte proporcional aos dias
de trabalho ao período, sob pena de desconto na rescisão do contrato.
PARÁGRAFO SEXTO – A declaração falsa ou uso indevido do vale -
transportes constituem falta grave, sujeito à demissão por justa causa.

Outros Auxílios

CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - DOS DIREITOS AS COBERTURAS SOCIAIS

Os beneficiários da presente norma coletiva, independentemente da


situação de adimplência ou não da empresa para com o sistema, terão
asseguradas as coberturas sociais estabelecidas na presente norma,
devendo observar as empresas rigor no cumprimento das obrigações
estabelecidas nos parágrafos seguintes, tudo na conformidade
do ajuste firmado perante o Ministério Público do Trabalho da 6ª
Região.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Sem ônus de quaisquer espécies para os


representados da entidade profissional e a título de contribuição para o
sistema, as empresas do segmento empresarial, inclusive aquelas que
contratam por período temporário, recolherão em favor da empresa
gestora contratada para gerir esse benefício, a importância mensal de
R$ 40,20 (quarenta reais e vinte centavos) por cada trabalhador, sendo
essa a única e exclusiva obrigação financeira da empresa para com a
empresa gestora.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O Sindicato Obreiro e o Sindicato Patronal


acompanharão os procedimentos realizados pela gestora contratada,
que apresentará relatórios mensais de atendimentos médicos
ambulatoriais, consultas por suas especialidades e dos tratamentos de:
Fonoaudiologia, Psicologia, bem como dos benefícios sociais e as
providências necessárias para o atendimento dos eventos, por mês.

PARÁGRAFO TERCEIRO:A empresa gestora se responsabilizará


pelos benefícios sociais e as providências necessárias para o
atendimento dos laborantes, cujos serviços limitam-se aos
atendimentos ambulatórias, por conseguinte, nesses benefícios não
estão incluídos os procedimentos hospitalares.
PARÁGRAFO QUARTO: A empresa gestora prestará assistência
social diretamente ao beneficiário da presente norma e, na hipótese de
falecimento, aos seus familiares, observando para essa situação o que
determina a legislação previdenciária, devidamente acompanhada pela
representação obreira.

PARÁGRAFO QUINTO: Os sindicatos convenentes fiscalizarão a


concessão dos benefícios concedidos aos trabalhadores, bem como as
receitas previstas no parágrafo primeiro, se comprometendo,
conjuntamente, a promover as ações necessárias objetivando o
repasse dos recursos por parte das empresas, não respondendo,
contudo, em caso de eventuais falhas na prestação dos serviços e/ou
descumprimento por obrigações financeiras eventualmente
inadimplidas.

PARÁGRAFO SEXTO: Em caso de descumprimento dessa obrigação


por parte das empresas, os sindicatos se comprometem a não fornecer
Declaração de Regularidade Sindical e Convencional, além de que
caracterizará ilícito de apropriação indébita o não repasse do valor
recebido do contratante.

PARÁGRAFO SÉTIMO: Os sindicatos comprometem-se a fazer


gestões perante os entes públicos, no sentido de que constem de todas
as planilhas de custos de editais de licitações a provisão financeira para
cumprimento desta assistência social e de saúde, a fim de que seja
preservado o patrimônio jurídico dos trabalhadores em consonância
com o artigo 444 da CLT.

PARÁGRAFO OITAVO: O presente serviço social não tem natureza


salarial, por não se constituir em contraprestação de serviços, tendo
caráter compulsório e ser eminentemente assistencial.

PARÁGRAFO NONO: Sempre que necessário à comprovação do


cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho, o Sindicato obreiro
poderá solicitar a comprovaçao do pagamento da obrigação
estabelecida nessa cláusula.

PARÁGRAFO DÉCIMO: O sindicato obreiro obriga-se a denunciar aos


tomadores de serviços, no prazo de até 10 (dez) dias, contados da data
prevista para cumprimento da obrigação, o descumprimento da norma
por parte da empresa prestadora, bem como promover as ações
necessárias ao recebimento do valor devido. No caso de
descumprimento dessa regra, a representação dos trabalhadores
responderá diretamente perante a empresa contratada pelos valores
inadimplidos pelas empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-PRIMEIRO: O sindicato obreiro promoverá


ação de cumprimento, na hipótese de descumprimento da presente
avença, ficando desde já acordado que, nesse caso, incidirá multa de
10% (dez por cento) sobre o montante devido e incidência de juros de
1% (um por cento) ao mês e correção monetária, contados da data do
inadimplemento, devendo a entidade laboral repassar esse valor no
prazo de 72 (setenta e duas) horas à gestora do plano de assistência.
No mesmo prazo, a entidade obreira oficializará ao ente patronal dos
valores e providências tomadas, ainda que na seara administrativa.

PARÁGRAFO DÉCIMO-SEGUNDO– Na hipótese de descumprimento


do parágrafo primeiro da presente avença, a empresa gestora da
prestação dos serviços estabelecidos no caput, adotará medidas de
proteção ao crédito, ações cartoriais e judiciais necessárias,
independentemente das medidas judiciais ajuizadas pela
representação laboral. Sendo certo que os convenentes não
respondem perante a operadora, por nenhuma obrigação por ventura
inadimplidas pelas empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-TERCEIRO – Em face ao estipulado no


parágrafo décimo terceiro, a empresa contratada obriga-se a entregar
mensalmente relatório das medidas tomadas e da prestação de
serviços realizados, inclusive, comunicando aos convenentes, no prazo
de 10 (dez) dias do vencimento da obrigação, qualquer irregularidade
no pagamento por parte das empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-QUARTO – A empresa gestora no prazo de 30


(trinta dias) emitirá e entregará a carteira de identificação aos
beneficiários do sistema.

PARÁGRAFO DÉCIMO - QUINTO - Objetivando um melhor controle e


estatística do absenteísmo, a empresa gestora fornecerá ao Ssndicato
Patronal a relação, por empresa, de todos os atendimentos realizados
e da concessão de atestado médico com os respectivos dias de
dispensa ao trabalho. A empresa, por sua vez, poderá solicitar ao
sindicato patronal cópias dos documentos a ela relativos.

PARÁGRAFO DÉCIMO - SEXTO - A gestora poderá suspender o


atendimento dos empregados da empresa que esteja inadimplente para
com o sistema, por prazo superior a 30 (trinta) dias contados da data
estabelecida para o cumprimento da obrigação prevista nessa cláusula.
Fica garantido ao empregado o direito de buscar atendimento particular
dos idênticos benefícios fornecido pelo sistema, arcando a
empresa devedora com os pagamentos decorrentes desses
atendimentos, desde que preço esteja compatível com os
praticados pelas clínicas populares, sem prejuízo das parcelas
vencidas e vincendas devidas em favor da empresa gestora.

PARÁGRAFO DÉCIMO - SÉTIMO - O sindicato laboral promoverá


ação de cumprimento, em caso de inadimplemento desta cláusula,
independente das medidas administrativas e judiciais que venham a
ser tomadas pela empresa gestora.

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - BENEFÍCIO DE COMPLEMENTAÇÃO SALARIAL/


ODONTOLÓGICO

As empresas recolherão em favor da empresa gestora conveniada a entidade


laboral a importância de R$ 20,00 (vinte reais) mensais, sendo R$ 10,00 (dez)
reais suportados pelos trabalhadores e R$ 10,00 pelas empresas.

Parágrafo Primeiro – Fica facultado o direito de oposição do trabalhador a


qualquer tempo do período de vigência dessa norma coletiva, todavia o exercício
desse direito não exonera a responsabilidade da empresa, que continuará
pagando o valor supramencionado.

Parágrafo Segundo – Arrimará essa contribuição em atendimentos


odontológicos, fisioterapêuticos, como também de complementação salarial, na
hipótese de afastamento superior a 15 (quinze) dias comprovados pela
Previdência Social, limitando-se esse benefício em 50% (cinquenta por cento)
do piso salarial da categoria e pelo período máximo de 03 (três) meses durante
a vigência desta convenção.

Parágrafo Terceiro – A complementação salarial de 50 % (cinquenta por cento)


do piso salarial da categoria, apenas será devida aos empregados que
contribuírem com a importância de R$ 10,00 (dez) reais mensais, conforme
estabelecido caput.

Contrato de Trabalho – Admissão, Demissão, Modalidades

Normas para Admissão/Contratação

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - PESSOA COM DEFICIÊNCIA


Em face das dificuldades para contratação pessoas com deficiência,
seja pela falta dessas pessoas no mercado de trabalho, seja pela
dificuldade de locomoção, seja pela falta de formação profissional, valor
dos salários, especificidades das funções do setor de asseio e
conservação (limpeza e circulação nos ambientes) além da
necessidade de, em muitos casos, ter que operar equipamentos, bem
como pelo fato das atividades de prestação de serviços serem
executadas na sede do contratante (tomador de serviço),
impossibilitando assim, que a empresa prestadora propicie condições
adequadas de trabalho para os portadores de deficiência, habilitada ou
reabilitada, o parâmetro para incidência do percentual legal será o
dimensionamento em relação as atividades a administrativas.

Parágrafo Único – As empresas se comprometem a envidar esforços


na realização da busca ativa, objetivando, alcançar a máxima
contratação possível de pessoas portadoras de deficiência.

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - APRENDIZ

O percentual de aprendizagem de no mínimo 5%, previsto no art. 429


da CLT - que deve ser o aplicado em relação às funções que demandam
formação profissional - no caso das empresas signatárias da presente
norma coletiva serão excluídas da base de cálculo as funções de
auxiliar de serviços gerais, auxiliar de higiene (e assemelhados),
porteiro, zelador, motoqueiro, servente, copeira, jardineiro, merendeira,
recepcionista, almoxarife e demais funções que não careçam de uma
formação regular.

Desligamento/Demissão

CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - DO PAGAMENTO DE RESCISÃO

O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de


quitação deverá ser efetuado no prazo da lei vigente.

.
CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - DA DISPENSA POR JUSTA CAUSA

As empresas se obrigam, em caso de dispensa por justa causa, fornecer aos


empregados comunicação contendo os motivos ensejadores do afastamento,
sob pena de não o fazendo, por presunção, ser caracterizada a dispensa
imotivada.

CLÁUSULA DÉCIMA NONA - DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA

Em conformidade da Lei nº. 9.958/2000, poderá ser


celebrada Convenção Coletiva de Trabalho, normatizando o
funcionamento da Comissão de Conciliação Prévia Intersindical.

Outros grupos específicos

CLÁUSULA VIGÉSIMA - DA REVISTA

As empresas que adotarem o sistema de revista nos seus empregados, deverão


fazê-la em local adequado e sem promover constrangimento aos mesmos,
consoante as decisões do T.S.T.

CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - DA AUSÊNCIA PARA RECEBIMENTO DO PIS

As empresas que não possuem convênio com a Caixa Econômica Federal, para
pagamento das contas do PIS, diretamente aos seus empregados, deverão
propiciar aos mesmos, sem prejuízo algum, tempo necessário ao recebimento
do mesmo.

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - DOS ENCARGOS SOCIAIS, PREVIDENCIÁRIOS E


TRABALHISTAS

Em decorrência de estudos realizados no segmento de Asseio e


Conservação do Estado de Pernambuco, as empresas utilizarão na
composição de preços de serviços de Asseio e Conservação encargos
sociais e trabalhistas mínimo de 82,95% (oitenta e dois vírgula
noventa e cinco por cento) para o posto de 12 x 36, calculado sobre o
total da remuneração da mão-de-obra, conforme tabela de
encargos anexo, objetivando com isso garantir o provisionamento
mínimo das verbas sociais, trabalhistas, previdenciárias e
indenizatórias, evitando assim a sonegação de direito dos
trabalhadores.

PARÁGRAFO ÚNICO: O percentual de encargos sociais e trabalhistas


estabelecido no caput desta cláusula, tanto para os dos postos de
12x36, como também para os demais discriminados no Anexo, poderá
ser majorado em função das peculiaridades de cada serviço contratado.

Relações de Trabalho – Condições de Trabalho, Normas de Pessoal e Estabilidades

Transferência setor/empresa

CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - DA TRANSFERÊNCIA

As empresas ficam obrigadas a comunicar a seus empregados com


antecedência de 72 (setenta e duas) horas, as mudanças de local de trabalho do
empregado, desde que implique em mudança do local de sua residência.

Outras normas referentes a condições para o exercício do trabalho

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - DOS BENEFICIÁRIOS

São beneficiários deste negócio jurídico os empregados abrangidos nas


representações sindicais, na base territorial dos Sindicatos dos Empregados, na
conformidade do disposto no art. 611 da CLT, que trabalham para as Empresas
cuja classe econômica é representada pelo Sindicato Convenente Empregador,
excetuados aqueles que, embora laborando para elas, pertencem a outras
categorias profissionais diferenciadas (art. 511 da CLT), ou nelas exerçam ainda
que como empregados, atividades correspondente a profissão liberal (Lei n
7.316/85).

Outras normas de pessoal

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - DO CONVÊNIO/FARMÁCIA/ÓTICA/CLUBE DE


CAMPO

Convencionam as partes, que o sindicato obreiro poderá firmar Convênio com


Farmácia ou Ótica, ficando as empresas, mediante autorização prévia e
expressa do empregado, obrigadas a efetuarem os descontos nos respectivos
salários, sob a rubrica de convênio/farmácia/ótica/clube de campo, desde que a
empresa conveniada encaminhe, oficialmente, por protocolo, até 5 (cinco) dias
úteis que antecede o fechamento da folha.
PARÁGRAFO PRIMEIRO: Os descontos previstos no caput, não poderão
exceder mensalmente, em hipótese alguma, ao percentual de 20% (vinte por
cento) do salário do empregado.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Obriga-se o Sindicato Profissional ao celebrar


convênio com óticas, drogarias e/ou farmácias, observar aquelas que
apresentarem melhores condições de preço e prazo.

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - DO FERIADO DO CONTRATANTE

O empregado ficará dispensado do cumprimento da jornada de trabalho, nos


dias que for feriado para o tomador de serviço (contratante).

Jornada de Trabalho – Duração, Distribuição, Controle, Faltas

Duração e Horário

CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - DA JORNADA DE TRABALHO

Para a fixação do horário de trabalho dos empregados atingidos pela


presente norma, será observado o que estabelece o art. 7º, inciso XIII,
da Constituição Federal, ficando desde já autorizado a celebração de
Acordo Coletivo de Trabalho com a representação profissional,
objetivando a prorrogação e compensação de jornada, bem como
utilização de escalas e Banco de Horas,sendo certo que as horas não
compensadas serão pagas com o adicional de 50% (cinquenta por
cento).

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Na hipótese da inobservância do previsto


no caput fica instituída multa por descumprimento da norma no
percentual de 10% (dez por cento), por mês, ao ser calculado sobre o
valor do piso salarial da categoria e revertido em favor do empregado
prejudicado.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Independentemente da escala de trabalho


utilizada, a jornada de trabalho será de 192 horas mensais
efetivamente trabalhadas, as quais adicionadas ao repouso semanal
remunerado perfaz o total de 220 (duzentos e vinte) horas por mês.

Saúde e Segurança do Trabalhador

Equipamentos de Proteção Individual


CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA - DO UNIFORME, FARDAMENTO E EQUIPAMENTOS
INDIVIDUAIS

As empresas asseguram o fornecimento gratuito de uniformes, fardamentos e


equipamentos de proteção individual de trabalho, sempre que exigidos ou de uso
obrigatório.

PARÁGRAFO ÚNICO: Na hipótese de mau uso ou extravio do uniforme,


fardamentos e equipamentos, devidamente comprovado, antes de período
estabelecido para as suas depreciações, a empresa fornecerá tais itens e
promoverá o desconto do valor correspondente no salário do empregado, o que
desde logo fica autorizado.

Aceitação de Atestados Médicos

CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - DO ATESTADO MÉDICO

Obrigam-se as empresas em acatar os atestados médicos justificativos de


ausência ao serviço, emitidos pelo INSS e seus conveniados, assim como pelos
profissionais credenciados e/ou prestadores de serviços da empresa
gestora contratada para gerir as coberturas sociais, desde que devidamente
apresentado, no prazo de 72 (setenta e duas) horas da sua emissão, ao
Departamento Médico da empresa.

Relações Sindicais

Acesso do Sindicato ao Local de Trabalho

CLÁUSULA TRIGÉSIMA - DO LIVRE ACESSO DO DIRIGENTE SINDICAL À EMPRESA

Assegura-se o livre acesso dos dirigentes sindicais, nos intervalos relativos ao


descanso e alimentação, para desempenho de suas funções, vedada a
divulgação de material Político-Partidária ou ofensiva a quem quer que seja.

Contribuições Sindicais

CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA


Com fundamento no art. 8 da Constituição Federal e na decisão
emanada da Assembleia Geral Extraordinária, as empresas
descontarão, mensalmente, a partir de janeiro de 2018, de todos os
seus empregados, associados, inclusive aqueles que exercem funções
administrativas e operacionais, importância equivalente a 3% (três por
cento), do piso salarial da categoria.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O recolhimento que trata o parágrafo retro,


para sua validade, será realizado único exclusivamente, por meio de
boleto bancário emitido pela entidade profissional.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica assegurado o direito do empregado em


manifestar, a qualquer tempo, oposição ao desconto previsto no caput,
desde que o faça de maneira individual e por escrito.

PARÁGRAFO TERCEIRO: O desconto efetuado em favor do Sindicato


Profissional constará na folha de pagamento do empregado com
denominação “DESCONTO ASSOCIATIVO”, sendo esse desconto,
bem como as demais contribuições destinada ao sindicato laboral
previstas na presente norma, são de exclusiva responsabilidade da
Assembleia do Sindicato Profissional, convocada para deliberar sobre
celebração de Convenção e ou Acordo Coletivo, comprometendo-se a
representação dos trabalhadores a ressarcir as empresas em caso de
demandas para fins de devolução de qualquer valor. .

PARÁGRAFO QUARTO: O prazo para recolhimento das importâncias


previstas, por parte das empresas, não poderá exceder ao dia 10 (dez)
do mês subsequente ao vencido.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PATRONAL

As empresas sindicalizadas recolherão para o Sindicato Patronal, a título de


contribuição assistencial a importância equivalente a 3,5 (três vírgula cinco)
pisos salariais da categoria.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O não pagamento da importância prevista no caput,


no prazo de 30 (trinta) dias contados da data do registro da presente Convenção
na SRTE/PE, ensejará a emissão de Duplicata de Serviços e respectivo protesto
e, ainda, o ajuizamento de Ação Executiva, conforme deliberação na Assembleia
da categoria.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica garantido o direito de oposição aqueles que não


concordarem com o aludido pagamento, desde que o faça no prazo de 10(dez)
dias, contados da data do registro da presente norma na SRTE/PE.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA PATRONAL

Com fundamento no art. 8° da Constituição Federal e na decisão


emanada da Assembleia Geral Extraordinária, as empresas filiadas ao
Sindicato Patronal pagarão ao Sindicato Patronal título de contribuição
associativa, mensalidade correspondente a 02 (dois) pisos salariais da
categoria.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL LABORAL

Nos termos estabelecidos na assembleia da categoria, as empresas


descontarão de todos trabalhadores beneficiários desse instrumento o
percentual de 1% (um por cento) mensal do valor referente ao piso
salarial da categoria profissional, até o dia 10 (dez) do mês
subsequente, devendo esse valor ser recolhido, exclusivamente, por
cobrança bancária

Parágrafo Primeiro: A presente contribuição poderá ser suspensa a


qualquer tempo por oposição do trabalhador;

Parágrafo Segundo: Os empregados sindicalizados ficam desobrigados


do pagamento dessa contribuição.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA PATRONAL

As empresas abrangidas pelo representação patronal recolherão a


título de Contribuição Confederativa o valor correspondente a 1,0 %
(um por cento) do valor do capital social da empresa, ficando esse valor
limitado ao mínimo de R$ 1.000,00 (hum mil reais) e ao máximo de R$
15.000,00 (quinze mil reais). O valor da contribuição será recolhido
por boleto bancário em duas parcelas iguais, nos meses de maio/2017
e Setembro/2017, tudo de acordo com o Art. 8º, Inciso IV, da
Constituição Federal e demais normas legais.
PARÁGRAFO ÚNICO- Os atrasos no prazo de recolhimento dessa
contribuição, ensejará no pagamento de multa de 2% (dois por cento)
e juros de 1% ( um por cento) ao mês, além da correção monetária.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEXTA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL PATRONAL

Considerando o previsto no art. 611-A da CLT, prevalecerão sobre a lei


todos os pontos objetos de Acordo ou Convenção Coletiva, ressaltados
as vedações previstas no art. 611-B;

Considerado que o art. 611-B não veda a estipulação de contribuição


decorrente de Convenção Coletiva para toda a categoria econômica,
diante disso prevalece o negociado sobre o legislado;

Assim por deliberação da Assembleia Geral do Sindicato patronal de


acordo com o disposto no art. 8º, inciso III da Constituição Federal,
todas as empresas que exercem atividades representadas pelo
Sindicato das empresas de Asseio e Conservação do Estado de
Pernambuco, recolherão em favor do Sindicato Patronal, mediante
guia a ser fornecida por este, a CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL, para a
assistência a todos e não somente a associados, conforme
estabelecido na seguinte tabela.

1. Empresas até 100 empregados - 1 Piso da categoria;

2. Empresas até 200 empregados - 2 Pisos da categoria;

3. Empresas até 300 empregados - 3 Pisos da categoria;

4. Empresas até 400 empregados - 4 Pisos da categoria;

5. Empresas até 500 empregados - 5 Pisos da categoria;

6. Empresas acima de 501 - 10 Pisos da categoria;


PARÁGRAFO PRIMEIRO - Os pagamentos relativos à Contribuição
Negocial deverão ser efetuados até o dia 30 de julho do corrente ano.

Outras disposições sobre relação entre sindicato e empresa

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SÉTIMA - DO QUADRO DE AVISOS

As empresas afixarão, em seu quadro de avisos, comunicações oficiais do


Sindicato, que não versem sobre assuntos políticos ou tentem a empresa, seu
funcionamento ou seus prepostos os quais serão encaminhados ao setor
competente da empresa, incumbindo-se esta da afixação em até 24 (vinte e
quatro) horas de seu recebimento.

PARÁGRAFO ÚNICO: Os comunicados deverão ser efetuados em papel


timbrado do Sindicato e assinado por seu Presidente, e os cartazes deverão vir
acompanhados de ofício, solicitando sua fixação.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA OITAVA - DA DECLARAÇÃO DE REGULARIDADE SINDICAL

Obrigam-se os sindicatos convenentes, expedirem, em conjunto, desde


que solicitados oficialmente, com antecedência de 72 (setenta e duas)
horas, declarações para as empresas, que se encontra em situação
regular para com as entidades, onde farão constar a seguinte
expressão: “ENCONTRA-SE NOS TERMOS DA ATUAL
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO-2018 E DA ANTERIOR,
COM SUAS OBRIGAÇÕES SINDICAIS REGULARIZADAS”.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: A declaração prevista no caput só terá


validade quando emitida e assinada conjuntamente pelos respectivos
representantes dos sindicatos convenentes, devendo ser apresentada
por ocasião das homologações dos haveres rescisórios dos
trabalhadores.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Na referida declaração os sindicatos farão


constar à regularidade no cumprimento das obrigações de entregas das
guias do INSS e FGTS, pagamento de salário, auxílio-alimentação e
transporte, através de vale-transporte, comprovante de Contribuição
Patronal e Laboral e benefícios sociais, na forma prevista nesta
Convenção Coletiva de Trabalho, fornecida pelos Sindicatos Patronal e
laboral.
PARÁGRAFO TERCEIRO: Ficam os sindicatos expressamente
proibidos de darem publicidade as quaisquer informações comerciais,
contidas na GFIP, sob pena de responder por perdas e danos.

PARÁGRAFO QUARTO: A comprovação dos itens relacionados no


caput desta cláusula será feita até o dia 10 do mês subsequente.

PARÁGRAFO QUINTO: Os sindicatos se comprometem a envidarem


esforços no sentido de fazer constar à apresentação desse atestado em
todos os certames licitatórios.

PARÁGRAFO SEXTO: A certidão terá validade de 30 dias.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA NONA - DA SUCESSÃO DO CONTRATO

As empresas, que por ventura, venham a assumir em decorrência de processo


de licitação pública, contrato de prestação de serviço de uma outra empresa,
obriga-se a contratar, pelo menos 70% (setenta por cento) dos efetivos lotados
naquele contrato, desde que esse efetivo haja sido colocado a sua disposição,
por escrito, pela empresa remanescente, no prazo de 30 (trinta) dias anteriores
ao início do novo contrato.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O percentual previsto no caput, poderá deixar de ser


atendido nas seguintes hipóteses:

a) que não haja recusa do empregado em ser contratado pela nova empresa;

b) que as verbas rescisórias não estejam devidamente homologadas na forma


da lei e que o empregado seja devidamente aprovado nos exames
adimensionais.

PARÁGRAFO SEGUNDO: As empresas que absorverem trabalhadores, na


conformidade do previsto no caput, não responderão por nenhuma obrigação
trabalhista, administrativa ou judicial, decorrentes de acordos preexistentes e
poderão efetivar acordos coletivos de trabalho regulando o processo desta
sucessão.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA - PROCEDIMENTOS EM CERTAMES LICITATÓRIOS

Deverão os sindicatos convenentes acompanhar os certames


licitatórios, verificando se as empresas participantes apresentaram
prova de quitação da contribuição sindical e do recolhimento da
contribuição sindical descontada dos respectivos empregados, uma
vez que assim determina o art. 607 da CLT, sob pena de nulidade
do certame.

Outras disposições sobre representação e organização

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA PRIMEIRA - DA LEGITIMIDADE DO SINDICATO


PATRONAL

O sindicato dos trabalhadores reconhece o Sindicato das Empresas


de Asseio e Conservação do Estado de Pernambuco, como a única,
legítima e competente entidade sindical, que representa a classe
patronal constituída pelas empresas do segmento de Asseio,
Conservação, locação de mão de obra e de limpeza pública, as quais
são por ele representadas ativa e passivamente.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SEGUNDA - DA CONVENÇÃO COLETIVA NAS


LICITAÇÕES PÚBLICAS OU ADMINISTRATIVAS

Em virtude dos processos licitatórios serem públicos, os Sindicatos Laboral e


Patronal se comprometem a remeter representantes qualificados nas aberturas
para entregar cópia da Convenção Coletiva de Trabalho, bem como, sugerir a
exigência da Regularidade Sindical dentro dos parâmetros do Art. 607 da
C.L.T., que veda a formalização de contratos com empresas inadimplentes com
seus sindicatos.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA TERCEIRA - DA REVOGAÇÃO

Na forma do art. 7º, XXVI, da Constituição Federal, todas as cláusulas previstas


nos anteriores acordos coletivos de trabalho e convenções coletivas de trabalho
existentes entre as partes ora acordantes devem consideradas revogadas,
sendo substituídas pelas presentes cláusulas deste instrumento coletivo em
virtude da plena negociação delas o que resulta no estabelecimento de novas
condições de trabalho aqui ajustadas por mútuo consenso.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA QUARTA - DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL

Os empregados vinculados nas empresas enquadradas na


representação da categoria econômica, inclusive, coletores, agentes de
limpeza urbana, ou qualquer outra denominação que venham a ser
dadas as funções decorrentes de contratos de terceirização de
serviços, que não estejam expressamente enquadradas em outra
representação sindical, farão jus aos benefícios estabelecidos na
presente avença.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA QUINTA - COMISSÃO DE REPRESENTAÇÃO


SINDICAL

As partes ajustam que na vigência desta convenção coletiva não será


instituída a Comissão de Representantes dos Empregados nas
Empresas, prevista nos artigos 510-A, 510-B, 510-C e 510-D e seus
parágrafos, da Lei nº 13.467/2017, ficando mantida a representação dos
empregados pelo Sindicato Laboral, conforme autoriza o artigo 611-A,
VII, do mesmo diploma legal.

Parágrafo Único: Caberá, portanto, ao Sindicato Laboral representar


os empregados, tendo em vista que hoje já se encontra estruturado e
executa as atividades atribuídas à Comissão de Representantes dos
Empregados pela nova legislação.

Disposições Gerais

Mecanismos de Solução de Conflitos

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SEXTA - DA PRORROGAÇÃO, REVISÃO, RENÚNCIA


OU REVOGAÇÃO

O processo de prorrogação, revisão, renúncia ou revogação total ou parcial, da


presente Convenção Coletiva de Trabalho, ficará subordinada as normas
estabelecidas no art. 615 da CLT.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SÉTIMA - DOS ACORDOS COLETIVOS

Os Acordos Coletivos de Trabalho serão firmados com assistência


das entidades convenentes, sob pena de nulidade.
Descumprimento do Instrumento Coletivo

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA OITAVA - DO JUÍZO COMPETENTE -


CONTROVÉRSIAS
Compete a Justiça Especializada do Trabalho, com fundamento no art.
7, inciso XXVI, e “caput” do art. 114, da Constituição da República
Federativa do Brasil, dirimir quaisquer divergências surgidas na
aplicação da presente Convenção Coletiva de Trabalho, inclusive para
julgamento das Ações de Cumprimento de correntes.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA NONA - DA MULTA

Fica estabelecido multa no valor do piso da categoria, na hipótese de


descumprimento de quaisquer das cláusulas da presente avença.
Outras Disposições

CLÁUSULA QUINQUAGÉSIMA - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Esta Convenção Coletiva de Trabalho transmitida pelo Sistema Mediador do


Ministério do Trabalho e Emprego, para fins de registro, como ordena o
Parágrafo Único do art. 614 da CLT.

E por estarem assim justos e contratados, assinam o requerimento de registro


os representantes legais das entidades Convenentes, para que produza os seus
jurídicos e legais efeitos.

ARTUR FERNANDES ALVES DE LIMA


Presidente
SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE
MAO DE OBRA, ADM. DE IMOV., COND. DE EDIF.,RESID. E COM. DO EST. DE
PERNAMBUCO

JEFFERSON SOARES DOS SANTOS


Presidente
SIND DOS EMP EM EMP PREST DE SERV, ASSEIO E CONSERVACAO NOS
MUNICIPIOS DE JABOATAO, CABO DE SANTO AGOSTINHO, IPOJUCA E
MORENO/PE - SINDPREST

JOAO SOARES GUIMARAES


Presidente
SINDICATO INTER. EMPREG. EM EMP. ASSEIO E CONSERV. LIMPEZA
URBANA, LOC.MAO DE OBRA, ADM. IMOVEIS, CONDOMINIOS DE
EDIF.RES.COM.DA REG.S..EST.PERNAMBUCO

AGOSTINHO ROCHA GOMES


Presidente
SIND EMP DE ASSEIO E CONSERVACAO ESTADO DE PERNAMBUCO

ANEXOS
ANEXO I - TABELA DE ENCARGOS

Anexo (PDF)

ANEXO II - ATAS DAS ASSEMBLEIAS

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

ANEXO III - RELAÇÃO DE FUNÇÕES

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministério do


Trabalho e Emprego na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DO TRABALHO DA 05ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE
– PE – TRT 06ª REGIÃO

Processo nº. 0000293-98.2019.5.06.0005

ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. nos autos da Reclamação Trabalhista que


lhe move RONALDO FERNANDES RAMOS, vem, respeitosamente, à presença de Vossa
Excelência, requerer a juntada complementar dos documentos da contestação id. 0cd129d.

Por fim, reitera ainda, nos termos da súmula 427 do Colendo Tribunal Superior do
Trabalho, que toda e qualquer intimação e/ou notificação seja efetuada nos presentes autos
sejam exclusivamente endereçadas ao advogado DR. DANIEL BATTIPAGLIA SGAI, INSCRITO NA
OAB/SP SOB Nº 214.918, com escritório na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, Sala
132, Torre 2, Itaim Bibi, São Paulo – SP, CEP 04543-900, sob pena de nulidade.

Termos em que,
Pede deferimento.
São Paulo, 24 de maio de 2019.

Daniel Battipaglia Sgai


OAB/SP 214.918

São Paulo Belo Horizonte Rio De Janeiro


Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 Av. Aggeo Pio Sobrinho, 84, 3º andar Av. Treze de Maio, 41, 11º andar
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14/02/2017 Mediador ­ Extrato Convenção Coletiva

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2017/2017 
 
NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PE000208/2017
DATA DE REGISTRO NO MTE: 09/02/2017
NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR001795/2017
NÚMERO DO PROCESSO: 46213.002696/2017­61
DATA DO PROTOCOLO: 09/02/2017
 

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

 
SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE MAO DE OBRA, ADM. DE
IMOV.,  COND.  DE  EDIF.,RESID.  E  COM.  DO  EST.  DE  PERNAMBUCO,  CNPJ  n.  04.072.540/0001­31,
neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). ARTUR FERNANDES ALVES DE LIMA;
 

 
SIND  EMP  DE  ASSEIO  E  CONSERVACAO  ESTADO  DE  PERNAMBUCO,  CNPJ  n.  24.163.511/0001­92,
neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). AGOSTINHO ROCHA GOMES;
 
celebram  a  presente  CONVENÇÃO  COLETIVA  DE  TRABALHO,  estipulando  as  condições  de  trabalho
previstas nas cláusulas seguintes: 
 
CLÁUSULA PRIMEIRA ­ VIGÊNCIA E DATA­BASE 
 
As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de janeiro de
2017 a 31 de dezembro de 2017 e a data­base da categoria em 01º de janeiro. 
 
 
CLÁUSULA SEGUNDA ­ ABRANGÊNCIA 
 
A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) dos empregados em empresas
de  terceirização  de  serviços,  asseio  e  conservação  ,  com  abrangência  territorial  em  Abreu  E
Lima/PE,  Agrestina/PE,  Água  Preta/PE,  Águas  Belas/PE,  Alagoinha/PE,  Aliança/PE,  Altinho/PE,
Amaraji/PE,  Angelim/PE,  Araçoiaba/PE,  Arcoverde/PE,  Barra  De  Guabiraba/PE,  Barreiros/PE,  Belém
De  Maria/PE,  Belo  Jardim/PE,  Bezerros/PE,  Bom  Conselho/PE,  Bom  Jardim/PE,  Bonito/PE,
Brejão/PE, Brejo Da Madre De Deus/PE, Buenos Aires/PE, Buíque/PE, Cachoeirinha/PE, Caetés/PE,
Calçado/PE,  Camaragibe/PE,  Camocim  De  São  Félix/PE,  Camutanga/PE,  Canhotinho/PE,
Capoeiras/PE,  Carpina/PE,  Caruaru/PE,  Casinhas/PE,  Catende/PE,  Chã  De  Alegria/PE,  Chã
Grande/PE, Condado/PE, Correntes/PE, Cortês/PE, Cumaru/PE, Cupira/PE, Custódia/PE, Escada/PE,
Feira  Nova/PE,  Fernando  De  Noronha/PE,  Ferreiros/PE,  Frei  Miguelinho/PE,  Gameleira/PE,
Garanhuns/PE,  Glória  Do  Goitá/PE,  Goiana/PE,  Gravatá/PE,  Iati/PE,  Ibirajuba/PE,  Igarassu/PE,  Ilha
De  Itamaracá/PE,  Itaíba/PE,  Itambé/PE,  Itapissuma/PE,  Itaquitinga/PE,  Jaqueira/PE,  Jataúba/PE,
João Alfredo/PE, Joaquim Nabuco/PE, Jucati/PE, Jupi/PE, Jurema/PE, Lagoa De Itaenga/PE, Lagoa
Do  Carro/PE,  Lagoa  Do  Ouro/PE,  Lagoa  Dos  Gatos/PE,  Lajedo/PE,  Limoeiro/PE,  Macaparana/PE,
Machados/PE,  Maraial/PE,  Nazaré  Da  Mata/PE,  Olinda/PE,  Orobó/PE,  Palmares/PE,  Palmeirina/PE,
Panelas/PE,  Paranatama/PE,  Passira/PE,  Paudalho/PE,  Paulista/PE,  Pedra/PE,  Pesqueira/PE,
Poção/PE,  Pombos/PE,  Primavera/PE,  Quipapá/PE,  Recife/PE,  Riacho  Das  Almas/PE,  Ribeirão/PE,
Rio  Formoso/PE,  Sairé/PE,  Salgadinho/PE,  Saloá/PE,  Sanharó/PE,  Santa  Cruz  Do  Capibaribe/PE,
Santa Maria Do Cambucá/PE, São Benedito Do Sul/PE, São Bento Do Una/PE, São Caitano/PE, São
João/PE,  São  Joaquim  Do  Monte/PE,  São  José  Da  Coroa  Grande/PE,  São  Lourenço  Da  Mata/PE,
São  Vicente  Ferrer/PE,  Sirinhaém/PE,  Surubim/PE,  Tacaimbó/PE,  Tamandaré/PE,  Taquaritinga  Do
Norte/PE,  Terezinha/PE,  Timbaúba/PE,  Toritama/PE,  Tracunhaém/PE,  Tupanatinga/PE,
Venturosa/PE,  Vertente  Do  Lério/PE,  Vertentes/PE,  Vicência/PE,  Vitória  De  Santo  Antão/PE  e
Xexéu/PE. 
 
 
SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO 
PISO SALARIAL 
 
CLÁUSULA TERCEIRA ­ DO PISO DA CATEGORIA 
 

Convencionam as partes que a partir de 1° (primeiro) de janeiro de 2017, o Piso da Categoria,
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Convencionam as partes que a partir de 1° (primeiro) de janeiro de 2017, o Piso da Categoria,
será de R$ 958,37 (novecentos e cinquenta e oito reais e trinta e sete centavos).
 
PARÁGRAFO PRIMEIRO: Faram jus ao piso determinado no caput todos os empregados que
exercem  funções  decorrentes  de  contratos  terceirização  de  serviços,  que  laboram  em
empresas  enquadradas na representação da categoria econômica.
 
 PARÁGRAFO SEGUNDO: O piso salarial diferenciado para os empregados que exercem as
funções de Porteiro e Recepcionista, a partir de 1º de janeiro de 2017, será de 1.027,80 (um
mil e vinte e sete reais e oitenta centavos). 
 
PARÁGRAFO  TERCEIRO:  Fica  certo  e  acordado  que  independente  da  nomenclatura  que
seja  adotada,  como  por  exemplo,  as  de:  auxiliar  de  portaria,  recepcionista,  atendente,
bilheteiro ou qualquer outra que seja dada, desde que o empregado exerça suas funções em
portaria  que  objetive  o  controle  de  circulação  de  pessoas  e/ou  materiais,  as  empresas  se
obrigam a pagar o piso salarial dos porteiros.

 
PARÁGRAFO  QUARTO:  Fica  certo  e  acordado  que  as  funções  do  Porteiro/Vigia,  além  das
descritas no parágrafo terceiro, consiste também em observar atentamente a área do posto de
serviço,  não  confundido,  contudo,  com  as  atividades  exercidas  pelos  vigilantes,  que  são
definidas pelo Art. 15, da Lei 7.102/83.
 
 
PARÁGRAFO  QUINTO:  Independente  da  nomenclatura  utilizada  integram  a  representação
obreira,  todas  as  funções  existentes  nas  empresas  enquadradas  na  representação  patronal,
desde que não sejam consideradas como categoria diferenciada, a exemplo das funções que
constam da relação anexa. 
 
REAJUSTES/CORREÇÕES SALARIAIS 
 
CLÁUSULA QUARTA ­ DOS REAJUSTES SALARIAIS 
 
Fica  concedido  e/ou  garantido  aos  empregados  que  percebem  os  pisos  da  categoria
profissional, um reajuste salarial a partir de 1 (primeiro) de janeiro de 2017, no percentual de
6,48 % (seis quarenta e oito por cento), aplicados aos salários praticado no mês de janeiro de
2016.
 
PARÁGRAFO  PRIMEIRO:  Fica  concedido  e/ou  garantido  aos  empregados  que  percebem
salários superiores ao piso da categoria até o limite de 3.200,00 (três mil e duzentos reais), a
exceção  dos  pisos  salariais  diferenciados,  um  reajuste  salarial  a  partir  de  1  (primeiro)  de
janeiro  de  2017,  no  percentual  de  6,58%  (seis  vírgula  cinquenta  e  oito  por  cento),  aplicado
sobre o salário praticado no mês de janeiro de 2016.
 
PARÁGRAFO SEGUNDO:  Fica  garantido  que  em  caso  de  modificação  da  política  salarial  do
Governo  ou  perdas  salariais,  as  partes  convenentes  poderão  a  qualquer  tempo,  voltarem  a
negociar objetivando a reposição dessas perdas.
 
PARÁGRAFO  TERCEIRO:Ficam  autorizadas  as  empresas  que  concederam  antecipações
salariais,  descontarem  os  percentuais  respectivamente  concedidos  no  período  de  01  de
janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2016.
 
PARÁGRAFO  QUARTO:  Nos  reajustes  acima  estabelecidos,  incluem­se  as  antecipações,
perdas  e  outras  demais  correções  salariais,  decorrentes  da  legislação  oficial  e  Acordos
adotados no período de 1º de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2016.
 
PARÁGRAFO  QUINTO:  Os  empregados  que  percebem  salários  iguais  ou  superiores  a  R$
3.200,00  (três  reais),  terão  seus  salários  reajustados  por  negociação  direta  entre  eles  e  os

respectivos  empregadores,  não  se  aplicando  automaticamente,  por  conseguinte,  os


percentuais de reajustes acima concedidos.
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percentuais de reajustes acima concedidos.
 
PAGAMENTO DE SALÁRIO – FORMAS E PRAZOS 
 
CLÁUSULA QUINTA ­ DO PAGAMENTO 
 
As  empresas  fornecerão  aos  seus  empregados  envelopes  ou  comprovantes  de  pagamento
salarial,  discriminando  títulos  pagos  e  seus  respectivos  valores,  bem  como  descontos
efetuados.
 
PARÁGRAFO ÚNICO: Ficam  autorizadas  as  empresas  a  procederem  descontos  de  falta  ao
serviço  e/ou  os  pagamentos  das  horas  extras  realizadas  em  um  mês  na  folha  do  mês
subsequente.
 
OUTRAS NORMAS REFERENTES A SALÁRIOS, REAJUSTES, PAGAMENTOS E
CRITÉRIOS PARA CÁLCULO 
 
CLÁUSULA SEXTA ­ DOS DEPÓSITOS BANCÁRIOS 
 
As empresas que efetuam pagamento de verbas salariais por meio de depósito bancário, em
condições que atendam os dispositivos da Portaria nº 3.281, de 07/12/84, (revogada a Portaria
3.245, de 28/07/71), ficam isentas de colher a assinatura do empregado no respectivo recibo
de  pagamento,  servindo  como  prova  cabal  e  suficiente  o  comprovante  de  depósito  bancário,
na conta do empregado, devendo sempre ser fornecida obrigatoriamente a discriminação.
 
PARÁGRAFO  ÚNICO:  No  caso  de  pagamento  de  férias  com  13º  salário  é  obrigatória  a
assinatura do empregado no recibo.
 
 
GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS 
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE 
 
CLÁUSULA SÉTIMA ­ DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE 
 
Fica assegurado o pagamento do adicional de insalubridade nos percentuais estabelecidos na
legislação  em  vigor,  desde  que  apurada  as  condições  de  trabalho,  por  meio  de  laudos
periciais,  que  poderão  emitidos  por  Peritos  contratados  pelo  Sindicato  Profissional,  pela
empresa  ou  pela  Superintendência  Regional  do  Trabalho  e  Emprego,  sendo  apenas  devido
enquanto perdurarem as condições particulares de trabalho.
 
 
CLÁUSULA OITAVA ­ PERCENTUAL DE INSALUBRIDADADE 
 

Considerando  as  peculiaridades  do  exercício  da  função  de  Maqueiro  nos  hospitais  da  rede
pública,  fica  estabelecido  que  o  percentual  devido  a  título  de  insalubridade  a  esses
profissionais  será  de  40%  (quarenta)  por  cento,  percentual  esse  que  será  devido  ao
trabalhador a partir do efetivo pagamento pela contratante dos serviços.

PARÁGRAFO  PRIMEIRO:  O  percentual  de  insalubridade  estabelecido  no  caput    será


devido    ao  empregado,  quando  da  efetiva  concessão  deste  percentual  pelo  tomador  dos
serviços à Empresa contratada.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Em caso de não cumprimento da obrigação prevista no caput pelo
contratante  dos  serviços,  as  respectivas  representações  se  obrigam  a  fazer  gestões  perante
os  órgãos/entidades  licitantes  e  contratantes  no  sentido  de  atenderem  a  este  dispositivo,
inclusive impugnando os atos convocatórios que, porventura, não contemplem essa previsão,
bem como tomando todas as medidas necessárias à preservação do respectivo direito.

PARÁGRAFO TERCEIRO:  A  Empresa  se  obriga  a  comunicar  aos  sindicatos  convenentes  a


situação  descrita  no  parágrafo  terceiro,  bem  como  que  oficiou  ao  contratante  as  obrigações
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descritas  no  presente,  os  quais  promoverão  as  medidas  necessárias  objetivando  o
cumprimento da obrigação descrita no caput.

PARÁGRAFO  QUARTO  –  A  empresa  poderá  reduzir  o  percentual  do  indicado  no  caput,
sempre  que  o  empregado  deixe  de  exercer  essa  função,  sem  que  isso  seja  considerado
redução  de  direito,  tendo  em  vista  o  Princípio  da  Preservação  do  Emprego,  bem  como  em
razão  de  que  o  adicional  será  apenas  enquanto  o  trabalhador  esteja  sujeito  as  condições
insalubres.
 
AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO 
 
CLÁUSULA NONA ­ DO VALE REFEIÇÃO/ALIMENTAÇÃO 
 
As  empresas  se  obrigam  a  fornecer  vale  refeição  ou  alimentação  no  valor  de  R$  7,08
(sete  reais  e  oito  centavos),  por  dia  efetivamente  trabalhado,  para  obreiros  lotados  em
contratos privados e públicos, inclusive os contratos em regime temporários. 
 
PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica assegurado o direito aos empregados que, por liberalidade ou
exigência  contratual,  percebem  valores  superiores  ao  estabelecido  no  caput,  sem  que  isso
seja considerado violação as regras do PAT.
 
PARÁGRAFO  SEGUNDO:  O  valor  previsto  no  caput  não  integra  o  salário  para  qualquer  fim
de  direito,  não  tendo  natureza  salarial  conforme  estabelecido  na  Lei  nº.  6.321/76,  que
instituiu o Programa de Alimentação ao Trabalhador – PAT.
 
PARÁGRAFO TERCEIRO: As empresas poderão substituir o beneficio que trata o caput pela
concessão de alimentação in natura, fornecida ou na própria empresa ou em estabelecimento
conveniado ou pelo próprio tomador de serviço.
 
PARÁGRAFO  QUARTO:  As  empresas  poderão  reduzir  o  valor  do  vale  refeição  ou
alimentação  para  o  valor  estabelecido  no  caput,  no  caso  do  empregado  ser  removido  do
contrato que paga valor superior a esse título, sem tal fato ser considerado infração as regras
do PAT, vez que o objetivo é a manutenção do emprego.
 
 
 
CLÁUSULA DÉCIMA ­ DO PAT 
 
As  empresas  inscritas  no  Programa  de  Alimentação  do  Trabalhador  e  que  forneçam
alimentação  aos  seus  trabalhadores,  descontarão  dos  mesmos  o  percentual  autorizado  a
título de participação no citado programa, independentemente do valor de face estabelecido.
 
 
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA ­ CESTA BÁSICA 
 

As  empresas  concederão  cesta  básica  no  valor  de  R$  100,00  (cem  reais)  por  mês,  para
obreiros  que  percebem  até  o  valor  correspondente  ao  piso  salarial  dos
porteiros/recepcionista,  lotados  em  contratos  privados  e  públicos  (inclusive  os  contratos  em
regime temporários), que venham a ser firmados. 
PARÁGRAFO  PRIMEIRO:  Fica  assegurado  o  direito  aos  empregados  lotados  em  contratos
que  já  recebem  esse  benefício,  quer  por  liberalidade,  exigência  contratual  e/ou  previsão
normativa  anterior,  mesmo  que  em  valores  superiores,  sem  que  isso  seja  considerado
violação as regras do PAT.

PARÁGRAFO SEGUNDO:  O  valor  previsto  no  caput  não  integra  o  salário  para  qualquer  fim
de  direito,  não  tendo  natureza  salarial  conforme  estabelecido  na  Lei  nº.  6.321/76,  que
instituiu o Programa de Alimentação ao Trabalhador – PAT.
PARÁGRAFO  TERCEIRO:  A  cesta  básica  será  devida  ao  empregado,  quando  da  efetiva
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PARÁGRAFO  TERCEIRO:  A  cesta  básica  será  devida  ao  empregado,  quando  da  efetiva
concessão deste benefício pelo tomador dos serviços à Empresa contratada.
PARÁGRAFO QUARTO:  Em  caso  de  não  cumprimento  da  obrigação  prevista  no  caput  pelo
contratante  dos  serviços,  as  respectivas  representações  se  obrigam  a  fazer  gestões  perante
os  órgãos/entidades  licitantes  e  contratantes  no  sentido  de  atenderem  a  este  dispositivo,
inclusive impugnando os atos convocatórios que, porventura, não contemplem essa previsão,
bem como tomando todas as medidas necessárias à preservação do respectivo direito.

PARÁGRAFO  QUINTO:  A  Empresa  se  obriga  a  comunicar  aos  sindicatos  convenentes  a


situação  descrita  no  parágrafo  terceiro,  bem  como  que  oficiou  ao  contratante  as  obrigações
descritas  no  presente,  os  quais  promoverão  as  medidas  necessárias  objetivando  o
cumprimento da obrigação descrita no caput.
PARÁGRAFO  SEXTO  –  A  empresa  poderá  reduzir  ou  suprimir  o  valor  da  cesta  básica
conforme o caso, sempre que o empregado seja devolvido de contrato que forneça esse título,
sem que isso seja considerado redução de direito, tendo em vista o Princípio da Preservação
do Emprego.
 
OUTROS AUXÍLIOS 
 
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA ­ DOS DIREITOS AS COBERTURAS SOCIAIS 
 
 

Os beneficiários da presente norma coletiva, independentemente da situação de adimplência
ou  não  da  empresa  para  com  o  sistema,  terão  asseguradas  as  coberturas  sociais
estabelecidas  na  presente  norma,  devendo  observar  as  empresas  rigor  no  cumprimento  das
obrigações  estabelecidas  nos  parágrafos  seguintes,  tudo  na  conformidade  do  ajuste  firmado
perante o Ministério Público do Trabalho da 6ª Região.

Os  beneficiários  da  presente  norma  coletiva,  terão  asseguradas  as  coberturas  sociais
estabelecidas  na  presente  norma,  devendo  observar  as  empresas  rigor  no  cumprimento  das
obrigações  estabelecidas  nos  parágrafos  seguintes,  tudo  na  conformidade  do  ajuste  firmado
perante o Ministério Público do Trabalho da 6ª Região.
 

PARÁGRAFO  PRIMEIRO:  Sem  ônus  de  quaisquer  espécies  para  os  representados  da
entidade  profissional  e  a  título  de  contribuição  para  o  sistema,  as  empresas  do  segmento
empresarial, inclusive aquelas que contratam por período temporário, recolherão em favor da
empresa  gestora  contratada  para  gerir  esse  benefício,  a  importância  mensal  de  R$  40,20
(quarenta  reais  e  vinte  centavos)  por  cada  trabalhador,  sendo  essa  a  única  e  exclusiva
obrigação financeira da empresa para com a empresa gestora. 
 

PARÁGRAFO  SEGUNDO:  O  Sindicato  Obreiro  e  o  Sindicato  Patronal  acompanharão  os


procedimentos  realizados  pela  gestora  contratada,  que  apresentará  relatórios  mensais  de
atendimentos médicos ambulatoriais, consultas por suas especialidades e dos tratamentos de:
Odontologia,  Fisioterapia,  Fonoaudiologia,  Psicologia,  bem  como  dos  benefícios  sociais  e  as
providências necessárias para o atendimento dos eventos, por mês.
 PARÁGRAFO TERCEIRO: A empresa gestora se responsabilizará pelos benefícios sociais e
as providências necessárias para o atendimento dos laborantes, cujos serviços limitam­se aos
atendimentos  ambulatórias,  por  conseguinte,  nesses  benefícios  não  estão  incluídos  os
procedimentos hospitalares.
 

PARÁGRAFO  QUARTO:  A  empresa  gestora  prestará  assistência  social  diretamente  ao


beneficiário da presente norma e, na hipótese de falecimento, aos seus familiares, observando
para  essa  situação  o  que  determina  a  legislação  previdenciária,  devidamente  acompanhada
pela representação obreira.
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14/02/2017 Mediador ­ Extrato Convenção Coletiva
pela representação obreira.

PARÁGRAFO  QUINTO:  Os  sindicatos  convenentes  fiscalizarão  a  concessão  dos  benefícios


concedidos  aos  trabalhadores,  bem  como  as  receitas  previstas  no  parágrafo  primeiro,  se
comprometendo, conjuntamente, a promover as ações necessárias objetivando o repasse dos
recursos por parte das empresas, não respondendo, contudo, em caso de eventuais falhas na
prestação  dos  serviços  e/ou  descumprimento  por  obrigações  financeiras  eventualmente
inadimplidas.

PARÁGRAFO  SEXTO:  Em  caso  de  descumprimento  dessa  obrigação  por  parte  das
empresas,  os  sindicatos  se  comprometem  a  não  fornecer  Declaração  de  Regularidade
Sindical  e  Convencional,  além  de  que  caracterizará  ilícito  de  apropriação  indébita  o  não
repasse do valor recebido do contratante.
  PARÁGRAFO  SÉTIMO:  Os  sindicatos  comprometem­se  a  fazer  gestões  perante  os  entes
públicos, no sentido de que constem de todas as planilhas de custos de editais de licitações a
provisão financeira para cumprimento desta assistência social e de saúde, a fim de que seja
preservado  o  patrimônio  jurídico  dos  trabalhadores  em  consonância  com  o  artigo  444  da
CLT.     
 

PARÁGRAFO  OITAVO:  O  presente  serviço  social  não  tem  natureza  salarial,  por  não  se
constituir  em  contraprestação  de  serviços,  tendo  caráter  compulsório  e  ser  eminentemente
assistencial.
PARÁGRAFO NONO: Sempre que necessário à comprovação do cumprimento da Convenção
Coletiva  de  Trabalho  e  nas  homologações  trabalhistas  deverá  ser  apresentado  as  guias  de
recolhimento  quitadas,  devendo  o  Sindicato  Obreiro  fazer  ressalva  no  TRCT  ressaltando  o
descumprimento da norma.
 

PARÁGRAFO DÉCIMO: O sindicato obreiro obriga­se a denunciar aos tomadores de serviços,
no  prazo  de  até  10  (dez)  dias,  contados  da  data  prevista  para  cumprimento  da  obrigação,  o
descumprimento  da  norma  por  parte  da  empresa  prestadora,  bem  como  promover  as  ações
necessárias  ao  recebimento  do  valor  devido.  No  caso  de  descumprimento  dessa  regra,  a
representação dos trabalhadores responderá diretamente perante a empresa contratada pelos
valores inadimplidos pelas empresas.
PARÁGRAFO DÉCIMO­PRIMEIRO: O sindicato obreiro promoverá ação de cumprimento, na
hipótese de descumprimento da presente avença, ficando desde já acordado que, nesse caso,
incidirá  multa  de  10%  (dez  por  cento)  sobre  o  montante  devido  e  incidência  de  juros  de  1%
(um por cento) ao mês e correção monetária, contados da data do inadimplemento, devendo a
entidade laboral repassar esse valor no prazo de 72 (setenta e duas) horas à gestora do plano
de assistência. No mesmo prazo, a entidade obreira oficializará ao ente patronal dos valores e
providências tomadas, ainda que na seara administrativa.
PARÁGRAFO  DÉCIMO­SEGUNDO–  Na  hipótese  de  descumprimento  do  parágrafo  primeiro
da  presente  avença,  a  empresa  gestora  da  prestação  dos  serviços  estabelecidos  no  caput,
adotará  medidas  de  proteção  ao  crédito,  ações  cartoriais  e  judiciais  necessárias,
independentemente  das  medidas  judiciais  ajuizadas  pela  representação  laboral.  Sendo  certo
que os convenentes não respondem perante a operadora, por nenhuma obrigação por ventura
inadimplidas pelas empresas. 

PARÁGRAFO DÉCIMO­TERCEIRO – Em face ao estipulado no parágrafo décimo terceiro, a
empresa  contratada  obriga­se  a  entregar  mensalmente  relatório  das  medidas  tomadas  e  da
prestação  de  serviços  realizados,  inclusive,  comunicando  aos  convenentes,  no  prazo  de  10

(dez)  dias  do  vencimento  da  obrigação,  qualquer  irregularidade  no  pagamento  por  parte  das
empresas. 
 
PARÁGRAFO DÉCIMO­QUARTO – A empresa gestora no prazo de 30 (trinta dias) emitirá e
entregará a carteira de identificação aos beneficiários do sistema.   
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entregará a carteira de identificação aos beneficiários do sistema.   
 
PARÁGRAFO  DÉCIMO  ­  QUINTO  ­  Objetivando  um  melhor  controle  e  estatística  do
absenteísmo, a empresa gestora fornecerá ao Sindicato Patronal a relação, por empresa, de
todos  os  atendimentos  realizados  e  da  concessão  de  atestado  médico  com  os
respectivos dias de dispensa ao trabalho.
 
PARÁGRAFO  DÉCIMO  ­  SEXTO  ­  A  gestora  poderá  suspender  o  atendimento
dos empregados da empresa que esteja inadimplente para com o sistema, por prazo superior
a  30  (trinta)  dias  contados  da  data  estabelecida  para  o  cumprimento  da  obrigação
prevista  nessa  cláusula.  Fica  garantido  ao  empregado  o  direito  de  buscar  atendimento
particular dos idênticos benefícios fornecido pelo sistema, arcando a empresa devedora com
os pagamentos decorrentes desses atendimentos, desde que preço esteja compatível com os
praticados pelas clínicas populares, sem prejuízo das parcelas vencidas e vincendas devidas
em favor da empresa gestora.
 
PARÁGRAFO DÉCIMO ­ SÉTIMO ­  O sindicato laboral promoverá ação de cumprimento, em
caso de inadimplemento desta cláusula, independente das medidas administrativas e judiciais 
que venham a ser tomadas pela empresa gestora.
 
 
CONTRATO DE TRABALHO – ADMISSÃO, DEMISSÃO, MODALIDADES 
DESLIGAMENTO/DEMISSÃO 
 
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA ­ DO PAGAMENTO DE RESCISÃO 
 
O  pagamento  das  parcelas  constantes  do  instrumento  de  rescisão  ou  recibo  de  quitação
deverá ser efetuado nos seguintes prazos:
 
a) até o primeiro dia útil, imediato ao término do Aviso Prévio;
 
b) até o 10 (décimo) dia, contado da data da notificação da demissão quando da ausência do
aviso prévio indenizado ou dispensa do seu cumprimento.
 
 
CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA ­ DA DISPENSA POR JUSTA CAUSA 
 
As  empresas  se  obrigam,  em  caso  de  dispensa  por  justa  causa,  fornecer  aos  empregados
comunicação contendo os motivos ensejadores do afastamento, sob pena de não o fazendo,
por presunção, ser caracterizada a dispensa imotivada.
 
 
CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA ­ DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA 
 
 

Em  conformidade  da  Lei  nº.  9.958/2000,  poderá  ser  celebrada  Convenção  Coletiva  de
Trabalho, normatizando o funcionamento da Comissão de Conciliação Prévia Intersindical.
 
 
OUTROS GRUPOS ESPECÍFICOS 
 
CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA ­ DA REVISTA 
 
As empresas  que adotarem o sistema de revista nos seus empregados, deverão fazê­la em
local  adequado  e  sem  promover  constrangimento  aos  mesmos,  consoante  as  decisões  do
T.S.T.
 
 
CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA ­ DA AUSÊNCIA PARA RECEBIMENTO DO PIS 
 
As  empresas  que  não  possuem  convênio  com  a  Caixa  Econômica  Federal,  para  pagamento
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As  empresas  que  não  possuem  convênio  com  a  Caixa  Econômica  Federal,  para  pagamento
das  contas  do  PIS,  diretamente  aos  seus  empregados,  deverão  propiciar  aos  mesmos,  sem
prejuízo algum, tempo necessário ao recebimento do mesmo.
 
 
CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA ­ DOS ENCARGOS SOCIAIS, PREVIDENCIÁRIOS E TRABALHISTAS 
 
Em  decorrência  de  estudos  realizados  no  segmento  de  Asseio  e  Conservação  do  Estado  de
Pernambuco,  as  empresas  utilizarão  na  composição  de  preços  de  serviços  de  Asseio  e
Conservação  encargos  sociais  e  trabalhistas  mínimo  de    82,95%  (oitenta  e  dois  vírgula
noventa e cinco por cento) para o posto de 12 x 36, calculado sobre o total da remuneração da
mão­de­obra,  conforme  tabela  de  encargos  anexo,  objetivando  com  isso  garantir  o
provisionamento  mínimo  das  verbas  sociais,  trabalhistas,  previdenciárias  e  indenizatórias,
evitando assim a sonegação de direito dos trabalhadores.
 
PARÁGRAFO ÚNICO: O percentual de encargos sociais e trabalhistas estabelecido no caput
desta  cláusula,  tanto  para  os  dos  postos  de  12x36,  como  também  para  os  demais
discriminados no Anexo,  poderá ser majorado em função das peculiaridades de cada serviço
contratado.
 
 
RELAÇÕES DE TRABALHO – CONDIÇÕES DE TRABALHO, NORMAS DE
PESSOAL E ESTABILIDADES 
TRANSFERÊNCIA SETOR/EMPRESA 
 
CLÁUSULA DÉCIMA NONA ­ DA TRANSFERÊNCIA 
 
As  empresas  ficam  obrigadas  a  comunicar  a  seus  empregados  com  antecedência  de  72
(setenta e duas) horas, as mudanças de local de trabalho do empregado, desde que implique
em mudança do local de sua residência.
 
OUTRAS NORMAS REFERENTES A CONDIÇÕES PARA O EXERCÍCIO DO TRABALHO 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA ­ DOS BENEFICIÁRIOS 
 
São  beneficiários  deste  negócio  jurídico  os  empregados  abrangidos  nas  representações
sindicais,  na  base  territorial  do  Sindicato  dos  Empregados,  na  conformidade  do  disposto  no
art. 611 da CLT, que trabalham para as Empresas cuja classe econômica é representada pelo
Sindicato  Convenente  Empregador,  excetuados  aqueles  que,  embora  laborando  para  elas,
pertencem a outras categorias profissionais diferenciadas (art. 511 da CLT), ou nelas exerçam
ainda que como empregados, atividades correspondente a profissão liberal (Lei n 7.316/85).
 
OUTRAS NORMAS DE PESSOAL 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA ­ DO CONVÊNIO/FARMÁCIA/ÓTICA/CLUBE DE CAMPO 
 
Convencionam  as  partes,  que  o  sindicato  obreiro  poderá  firmar  Convênio  com  Farmácia  ou
Ótica,  ficando  as  empresas,  mediante  autorização  expressa  do  empregado,  obrigadas  a
efetuarem  os  descontos  nos  respectivos  salários,  sob  a  rubrica  de  convênio/farmácia/
ótica/clube  de  campo,  desde  que  a  empresa  conveniada  encaminhe,  oficialmente,  por
protocolo, até 5 (cinco) dias úteis que antecede o fechamento da folha.
 
PARÁGRAFO  PRIMEIRO:  Os  descontos  previstos  no  caput,  não  poderão  exceder
mensalmente,  em  hipótese  alguma,  ao  percentual  de  20%  (vinte  por  cento)  do  salário  do
empregado.
 
PARÁGRAFO SEGUNDO: Obriga­se o Sindicato Profissional ao celebrar convênio com óticas,
drogarias e/ou farmácias, observar aquelas que apresentarem melhores condições de preço e
prazo.
 
 
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CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA ­ DO FERIADO DO CONTRATANTE 
 
O  empregado  ficará  dispensado  do  cumprimento  da  jornada  de  trabalho,  nos  dias  que  for
feriado para o tomador de serviço (contratante).
 
 
JORNADA DE TRABALHO – DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS 
DURAÇÃO E HORÁRIO 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA ­ DA JORNADA DE TRABALHO 
 
Para  a  fixação  do  horário  de  trabalho  dos  empregados  atingidos  pela  presente  norma,  será
observado  o  que  estabelece  o  art.  7º,  inciso  XIII,  da  Constituição  Federal,  ficando  desde  já
autorizado  a  celebração  de  Acordo  Coletivo  de  Trabalho  com  a  representação  profissional,
objetivando  a  prorrogação  e  compensação  de  jornada,  bem  como  utilização  de  escalas  e
Banco de Horas.
 
PARÁGRAFO PRIMEIRO: Na hipótese da inobservância do previsto no caput fica  instituída
multa por descumprimento da norma no percentual de 10% (dez por cento), por mês, ao ser
calculado  sobre  o  valor  do  piso  salarial  da  categoria  e  revertido  em  favor  do  empregado
prejudicado.
 
PARÁGRAFO SEGUNDO: Independentemente da escala de trabalho utilizada, a jornada de
trabalho  será  de  192  horas  mensais  efetivamente  trabalhadas,  as  quais  adicionadas  ao
repouso semanal remunerado perfaz  o total de 220 (duzentos e vinte) horas por mês.
 
 
SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA ­ DO UNIFORME, FARDAMENTO E EQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS 
 
 
As  empresas  asseguram  o  fornecimento  gratuito  de  uniformes,  fardamentos  e  equipamentos
de proteção individual de trabalho, sempre que exigidos ou de uso obrigatório.
 
PARAGÁFO  ÚNICO:  Na  hipótese  de  mau  uso  ou  extravio  do  uniforme,  fardamentos  e
equipamentos,  devidamente  comprovado,  antes  de  período  estabelecido  para  as  suas
depreciações, a empresa fornecerá tais itens e promoverá o desconto do valor correspondente
no salário do empregado, o que desde logo fica autorizado.
 
 
ACEITAÇÃO DE ATESTADOS MÉDICOS 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA ­ DO ATESTADO MÉDICO 
 
Obrigam­se  as  empresas  em  acatar  os  atestados  médicos  justificativos  de  ausência  ao
serviço, emitidos pelo INSS e seus conveniados, assim como pelos profissionais credenciados
e/ou prestadores de serviços da empresa gestora contratada para gerir as coberturas sociais,
desde que devidamente apresentado, no prazo de 72 (setenta e duas) horas da sua emissão,
ao Departamento Médico da empresa.
 
 
RELAÇÕES SINDICAIS 
ACESSO DO SINDICATO AO LOCAL DE TRABALHO 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA ­ DO LIVRE ACESSO DO DIRIGENTE SINDICAL À EMPRESA 
 
Assegura­se  o  livre  acesso  dos  dirigentes  sindicais,  nos  intervalos  relativos  ao  descanso  e
alimentação,  para  desempenho  de  suas  funções,  vedada  a  divulgação  de  material  Político­
Partidária ou ofensiva a quem quer que seja.
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14/02/2017 Mediador ­ Extrato Convenção Coletiva
Partidária ou ofensiva a quem quer que seja.
 
 
CONTRIBUIÇÕES SINDICAIS 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA ­ DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA 
 
Com  fundamento  no  art.  8°  da  Constituição  Federal  e  na  decisão  emanada  da  Assembleia
Geral Extraordinária, as empresas descontarão, mensalmente, a partir de janeiro de 2017, de
todos  os  seus  empregados,  associados,  inclusive  aqueles  que  exercem  funções
administrativas e operacionais, importância equivalente a 3% (três por cento), do piso salarial
da categoria.
 
PARÁGRAFO PRIMEIRO: O recolhimento que trata o parágrafo retro, para sua validade, será
realizado  único  exclusivamente,  por  meio  de  boleto  bancário  emitido  pela  entidade
profissional.
 
PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica assegurado o direito do empregado em manifestar, a qualquer
tempo, oposição ao desconto previsto no caput, desde que o faça de maneira individual e por
escrito.
 
PARÁGRAFO TERCEIRO:  O  desconto  efetuado  em  favor  do  Sindicato  Profissional  constará
na  folha  de  pagamento  do  empregado  com  denominação  “DESCONTO  SINDICAL”,  sendo
esse desconto, bem como as demais contribuições laborais, de exclusiva responsabilidade da
Assembleia  do  Sindicato  Profissional,  convocada  para  deliberar  sobre  celebração  de
Convenção e ou Acordo Coletivo.
 
PARÁGRAFO QUARTO: O prazo para recolhimento das importâncias previstas, por parte das
empresas, não poderá exceder ao dia 10 (dez) do mês subsequente ao vencido.
 
 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA ­ DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PATRONAL 
 
As  empresas  sindicalizadas  recolherão  para  o  Sindicato  Patronal,  a  título  de  contribuição
assistencial a importância equivalente a 3,5 (três vírgula cinco) pisos salariais da categoria.
 
PARÁGRAFO PRIMEIRO: O não pagamento da importância prevista no caput, no prazo de 30
(trinta)  dias  contados  da  data  do    registro  da  presente  Convenção  na  SRTE/PE,  ensejará  a
emissão  de  Duplicata  de  Serviços  e  respectivo  protesto  e,  ainda,  o  ajuizamento  de  Ação
Executiva, conforme deliberação na Assembleia da categoria.
 
PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica garantido o direito de oposição aqueles que não concordarem
com o aludido pagamento, desde que o faça no prazo de 10(dez) dias, contados da data do
registro da presente norma na SRTE/PE.     
 
 
 
CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA ­ DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA PATRONAL 
 

Com  fundamento  no  art.  8°  da  Constituição  Federal  e  na  decisão  emanada  da  Assembleia
Geral  Extraordinária,  as  empresas  filiadas  ao  Sindicato  Patronal  pagarão  ao  Sindicato

Patronal  título  de  contribuição  associativa,  mensalidade  correspondente  a  02  (dois)  pisos
salariais da categoria.
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA ­ CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL LABORAL 
 
Nos  termos  estabelecidos  na  assembleia  da  categoria,  as  empresas  descontarão  dos  seus
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14/02/2017 Mediador ­ Extrato Convenção Coletiva
Nos  termos  estabelecidos  na  assembleia  da  categoria,  as  empresas  descontarão  dos  seus
trabalhadores sindicalizados o percentual de 1% (um por cento) por mês, ao sindicato laboral
até o dia 10 (dez) do mês subsequente,  devendo esse valor ser recolhido exclusivamento por
cobrança bancária 
 
 
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA ­ CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA PATRONAL 
 
As  empresas  abrangidas  pelo  representação  patronal  recolherão  a  título  de  Contribuição
Confederativa    o  valor  correspondente  a  1,0  %  (um  por  cento)  do  valor  do  capital  social  da
empresa, ficando esse valor limitado ao mínimo de R$ 1.000,00 (hum mil reais) e ao máximo
de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). O valor da contribuição será recolhido por boleto bancário
em  duas  parcelas  iguais,  nos  meses  de  maio/2017  e  Setembro/2017,  tudo  de  acordo  com  o
Art. 8º, Inciso IV, da Constituição Federal e demais normas legais.
 
PARÁGRAFO ÚNICO­ Os atrasos no prazo de recolhimento dessa contribuição, ensejará no
pagamento de multa de 2% (dois por cento) e juros de 1% ( um por cento) ao mês, além da
correção monetária.
 
OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE RELAÇÃO ENTRE SINDICATO E EMPRESA 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA ­ DO QUADRO DE AVISOS 
 
As empresas afixarão, em seu quadro de avisos, comunicações oficiais do Sindicato, que não
versem sobre assuntos políticos ou tentem a empresa, seu funcionamento ou seus prepostos
os  quais  serão  encaminhados  ao  setor  competente  da  empresa,  incumbindo­se  esta  da
afixação em até 24 (vinte e quatro) horas de seu recebimento.
 
PARÁGRAFO ÚNICO: Os comunicados deverão ser efetuados em papel timbrado do Sindicato
e assinado por seu Presidente, e os cartazes deverão vir acompanhados de ofício, solicitando
sua fixação.
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA ­ DA DECLARAÇÃO DE REGULARIDADE SINDICAL 
 
Obrigam­se  os  sindicatos  convenentes,  expedirem,  em  conjunto,  desde  que  solicitados
oficialmente, com antecedência de 72 (setenta e duas) horas, declarações para as empresas,
que  se  encontra  em  situação  regular  para  com  as  entidades,  onde  farão  constar  a  seguinte
expressão:  “ENCONTRA­SE  NOS  TERMOS  DA  ATUAL  CONVENÇÃO  COLETIVA  DE
TRABALHO­2017  E  DA  ANTERIOR,  COM  SUAS  OBRIGAÇÕES  SINDICAIS
REGULARIZADAS”.
 
PARÁGRAFO PRIMEIRO: A declaração prevista no caput só terá validade quando  emitida  e
assinada  conjuntamente  pelos  respectivos  representantes  dos  sindicatos  convenentes,
devendo  ser  apresentada  por  ocasião  das  homologações  dos  haveres  rescisórios  dos
trabalhadores.
 
PARÁGRAFO SEGUNDO: Na referida declaração os sindicatos farão constar à regularidade
no  cumprimento  das  obrigações  de  entregas  das  guias  do  INSS  e  FGTS,  pagamento  de
salário,  auxílio­alimentação  e  transporte,  através  de  vale­transporte,  comprovante  de
Contribuição  Patronal  e  Laboral  e  benefícios  sociais,  na  forma  prevista  nesta  Convenção
Coletiva de Trabalho, fornecida pelos Sindicatos Patronal e laboral.
 
PARÁGRAFO  TERCEIRO:  Ficam  os  sindicatos  expressamente  proibidos  de  darem
publicidade  as  quaisquer  informações  comerciais,  contidas  na  GFIP,  sob  pena  de  responder
por perdas e danos.
 
PARÁGRAFO QUARTO: A comprovação dos itens relacionados no caput desta cláusula será
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14/02/2017 Mediador ­ Extrato Convenção Coletiva
PARÁGRAFO QUARTO: A comprovação dos itens relacionados no caput desta cláusula será
feita até o dia 10 do mês subsequente.
 
PARÁGRAFO QUINTO: Os sindicatos se comprometem a envidarem esforços no sentido de
fazer constar à apresentação desse atestado em todos os certames licitatórios.
 
PARÁGRAFO SEXTO: A certidão terá validade de 30 dias.
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA ­ DA SUCESSÃO DO CONTRATO 
 
As  empresas,  que  por  ventura,  venham  a  assumir  em  decorrência  de  processo  de  licitação
pública, contrato de prestação de serviço de uma outra empresa, obriga­se a contratar, pelo
menos  70%  (setenta  por  cento)  dos  efetivos  lotados  naquele  contrato,  desde  que  esse
efetivo  haja  sido  colocado  a  sua  disposição,  por  escrito,  pela  empresa  remanescente,  no
prazo de 30 (trinta) dias anteriores ao início do novo contrato.
 
PARÁGRAFO PRIMEIRO: O percentual previsto no caput, poderá deixar de ser atendido nas
seguintes hipóteses:
 
a)      que não haja recusa do empregado em ser contratado pela nova empresa;
 
 
b)      que as verbas rescisórias não estejam devidamente homologadas na forma da lei e que o
empregado seja devidamente aprovado nos exames adimensionais.
 
PARÁGRAFO SEGUNDO: As  empresas  que  absorverem  trabalhadores,  na  conformidade  do
previsto  no  caput,  não  responderão  por  nenhuma  obrigação  trabalhista,  administrativa  ou
judicial, decorrentes de acordos preexistentes.
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA ­ PROCEDIMENTOS EM CERTAMES LICITATÓRIOS 
 

Deverão  os  sindicatos  convenentes  acompanhar  os  certames  licitatórios,  verificando  se  as
empresas  participantes  apresentaram  prova  de  quitação  da  contribuição  sindical  e  do
recolhimento da contribuição sindical descontada dos respectivos empregados,  uma vez  que
assim determina o art. 607 da CLT, sob pena de nulidade do  certame.
 
OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE REPRESENTAÇÃO E ORGANIZAÇÃO 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEXTA ­ DA LEGITIMIDADE DO SINDICATO PATRONAL 
 
O sindicato dos trabalhadores reconhece o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação
do  Estado  de  Pernambuco,  como  a  única,  legítima  e  competente  entidade  sindical,  que
representa a classe patronal constituída pela empresas do segmento de Asseio, Conservação,
locação  de  mão  de  obra  e  de  limpeza  pública,  as  quais  são  por  ele  representadas  ativa  e
passivamente.
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SÉTIMA ­ DA CONVENÇÃO COLETIVA NAS LICITAÇÕES PÚBLICAS OU
ADMINISTRATIVAS 
 
Em  virtude  dos  processos  licitatórios  serem  públicos,  os  Sindicatos  Laboral  e  Patronal  se
comprometem  a  remeter  representantes  qualificados  nas  aberturas  para  entregar  cópia  da
Convenção  Coletiva  de  Trabalho,  bem  como,  sugerir  a  exigência  da  Regularidade  Sindical
dentro  dos  parâmetros  do  Art.  607  da  C.L.T.,  que  veda  a  formalização  de  contratos  com
empresas inadimplentes com seus sindicatos.
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA OITAVA ­ DA REVOGAÇÃO 
 
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14/02/2017 Mediador ­ Extrato Convenção Coletiva
 
Na forma do art. 7º, XXVI, da Constituição Federal, todas as cláusulas previstas nos anteriores
acordos  coletivos  de  trabalho  e  convenções  coletivas  de  trabalho  existentes  entre  as  partes
ora acordantes devem consideradas revogadas, sendo substituídas pelas presentes cláusulas
deste  instrumento  coletivo  em  virtude  da  plena  negociação  delas  o  que  resulta  no
estabelecimento de novas condições de trabalho aqui ajustadas por mútuo consenso.
 
 
CLÁUSULA TRIGÉSIMA NONA ­ DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL 
 

Os  empregados  vinculados  nas  empresas    enquadradas  na  representação  da  categoria
econômica,  inclusive,  coletores,  agentes  de  limpeza  urbana,  ou  qualquer  outra  denominação
que  venham  a  ser  dadas  as  funções  decorrentes  de  contratos  de  terceirização  de  serviços,
que não estejam expressamente enquadradas em outra representação sindical, farão jus aos
benefícios estabelecidos na presente avença.
 
 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
MECANISMOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS 
 
CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA ­ DA PRORROGAÇÃO, REVISÃO, RENÚNCIA OU REVOGAÇÃO 
 
O  processo  de  prorrogação,  revisão,  renúncia  ou  revogação  total  ou  parcial,  da  presente
Convenção Coletiva de Trabalho, ficará subordinada as normas estabelecidas no art. 615 da
CLT.
 
 
CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA PRIMEIRA ­ DA PREVALÊNCIA CONVENCIONAL 
 
As condições estabelecidas na presente Convenção Coletiva de Trabalho, prevalecerão sobre
as  estipuladas  em  acordo,  na  forma  do  Art.  620  da  CLT,  ficando,  por  conseguinte,  revogado
todos acordos celebrados.
 
DESCUMPRIMENTO DO INSTRUMENTO COLETIVO 
 
CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SEGUNDA ­ DO JUÍZO COMPETENTE ­ CONTROVÉRSIAS 
 
Compete  a  Justiça  Especializada  do  Trabalho,  com  fundamento  no  art.  7,  inciso  XXVI,  e
“caput”  do  art.  114,  da  Constituição  da  República  Federativa  do  Brasil,  dirimir  quaisquer
divergências  surgidas  na  aplicação  da  presente  Convenção  Coletiva  de  Trabalho,  inclusive
para julgamento das Ações de Cumprimento de correntes.
 
 
CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA TERCEIRA ­ DA MULTA 
 
Fica estabelecido multa no valor do piso da categoria, na hipótese de descumprimento de
quaisquer das cláusulas da presente avença.
 
OUTRAS DISPOSIÇÕES 
 
CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA QUARTA ­ DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 
 
Esta  Convenção  Coletiva  de  Trabalho  transmitida  pelo  Sistema  Mediador  do  Ministério  do
Trabalho  e  Emprego,    para  fins  de  registro,  como  ordena  o  Parágrafo  Único  do  art.  614  da
CLT.
 
E  por  estarem  assim  justos  e  contratados,  assinam  o  requerimento  de  registro  os
representantes legais das entidades Convenentes, para que produza os seus jurídicos e legais
efeitos.
 
 
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14/02/2017 Mediador ­ Extrato Convenção Coletiva
 
 
 
ARTUR FERNANDES ALVES DE LIMA 
PRESIDENTE 
SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE MAO DE OBRA, ADM. DE IMOV., COND.
DE EDIF.,RESID. E COM. DO EST. DE PERNAMBUCO 
 
 
 
AGOSTINHO ROCHA GOMES 
PRESIDENTE 
SIND EMP DE ASSEIO E CONSERVACAO ESTADO DE PERNAMBUCO 
 
 
ANEXOS
ANEXO I ­ TABELA DE ENCARGOS
 

Anexo (PDF)

 
ANEXO II ­ ATA DA AGE
 

Anexo (PDF)

 
ANEXO III ­ RELAÇÃO DE FUNÇÕES
 

Anexo (PDF)

 
    A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministério do Trabalho e
Emprego na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br. 

http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/Resumo/ResumoVisualizar?NrSolicitacao=MR001795/2017 14/14
15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva

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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2018/2018

NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PE000205/2018


DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/03/2018
NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR008933/2018
NÚMERO DO PROCESSO: 46213.003729/2018-71
DATA DO PROTOCOLO: 09/03/2018

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE MAO DE OBRA, ADM. DE IMOV., COND. DE EDIF.,RESID. E COM. DO EST. DE PE
FERNANDES ALVES DE LIMA;

SIND DOS EMP EM EMP PREST DE SERV, ASSEIO E CONSERVACAO NOS MUNICIPIOS DE JABOATAO, CABO DE SANTO AGOSTINHO, IPOJUCA E MOREN
JEFFERSON SOARES DOS SANTOS;

SINDICATO INTER. EMPREG. EM EMP. ASSEIO E CONSERV. LIMPEZA URBANA, LOC.MAO DE OBRA, ADM. IMOVEIS, CONDOMINIOS DE EDIF.RES.COM.DA R
Sr(a). JOAO SOARES GUIMARAES;

SIND EMP DE ASSEIO E CONSERVACAO ESTADO DE PERNAMBUCO, CNPJ n. 24.163.511/0001-92, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). AGOSTINHO

celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE

As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2018 e a data-base da categoria em 01

CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) dos empregados em empresas de terceirização de serviços, asseio e conservação , com ab
Preta/PE, Águas Belas/PE, Alagoinha/PE, Aliança/PE, Altinho/PE, Amaraji/PE, Angelim/PE, Araçoiaba/PE, Araripina/PE, Arcoverde/PE, Barra De Guabiraba/
Bezerros/PE, Bodocó/PE, Bom Conselho/PE, Bom Jardim/PE, Bonito/PE, Brejão/PE, Brejinho/PE, Brejo Da Madre De Deus/PE, Buenos Aires/PE, Buíque/PE,
Camaragibe/PE, Camocim De São Félix/PE, Camutanga/PE, Canhotinho/PE, Capoeiras/PE, Carnaíba/PE, Carnaubeira Da Penha/PE, Carpina/PE, Caruaru/PE, C
Cortês/PE, Cumaru/PE, Cupira/PE, Custódia/PE, Dormentes/PE, Escada/PE, Exu/PE, Feira Nova/PE, Fernando De Noronha/PE, Ferreiros/PE, Flores/PE, Florest
Gravatá/PE, Iati/PE, Ibimirim/PE, Ibirajuba/PE, Igarassu/PE, Iguaracy/PE, Ilha De Itamaracá/PE, Inajá/PE, Ingazeira/PE, Ipojuca/PE, Ipubi/PE, Itacuruba/PE
Jaqueira/PE, Jataúba/PE, Jatobá/PE, João Alfredo/PE, Joaquim Nabuco/PE, Jucati/PE, Jupi/PE, Jurema/PE, Lagoa De Itaenga/PE, Lagoa Do Carro/PE, Lago
Machados/PE, Manari/PE, Maraial/PE, Mirandiba/PE, Moreilândia/PE, Moreno/PE, Nazaré Da Mata/PE, Olinda/PE, Orobó/PE, Orocó/PE, Ouricuri/PE, Palmares/PE
Pedra/PE, Pesqueira/PE, Petrolândia/PE, Petrolina/PE, Poção/PE, Pombos/PE, Primavera/PE, Quipapá/PE, Quixaba/PE, Recife/PE, Riacho Das Almas/PE, Ribeirã
Baixa Verde/PE, Santa Cruz Do Capibaribe/PE, Santa Cruz/PE, Santa Filomena/PE, Santa Maria Da Boa Vista/PE, Santa Maria Do Cambucá/PE, Santa Terezinha/
Monte/PE, São José Da Coroa Grande/PE, São José Do Belmonte/PE, São José Do Egito/PE, São Lourenço Da Mata/PE, São Vicente Ferrer/PE, Serra Tal
Tacaratu/PE, Tamandaré/PE, Taquaritinga Do Norte/PE, Terezinha/PE, Terra Nova/PE, Timbaúba/PE, Toritama/PE, Tracunhaém/PE, Trindade/PE, Triunfo/PE, T
Vicência/PE, Vitória De Santo Antão/PE e Xexéu/PE.

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO


PISO SALARIAL

CLÁUSULA TERCEIRA - DO PISO DA CATEGORIA

Convencionam as partes que a partir de 1° (primeiro) de fevereiro de 2018, o Piso da Categoria, será de R$ 975,92 (novecentos e setenta e cinco rea

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Faram jus ao piso determinado no caput todos os empregados que exercem funções decorrentes de contratos terceiriz
econômica.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O piso salarial diferenciado para os empregados que exercem as funções de Porteiro e Recepcionista, a partir de 1º de

PARÁGRAFO TERCEIRO: Fica certo e acordado que independente da nomenclatura que seja adotada, como por exemplo, as de: auxiliar de p
empregado exerça suas funções em portaria que objetive o controle de circulação de pessoas e/ou materiais, as empresas se obrigam a pagar o piso

PARÁGRAFO QUARTO: Fica certo e acordado que as funções do Porteiro/Vigia, além das descritas no parágrafo terceiro, consiste também em ob
exercidas pelos vigilantes, que são definidas pelo Art. 15, da Lei 7.102/83.

PARÁGRAFO QUINTO: Independente da nomenclatura utilizada integram a representação obreira, todas as funções existentes nas empresas en
diferenciada, a exemplo das funções que constam da relação anexa.

REAJUSTES/CORREÇÕES SALARIAIS

CLÁUSULA QUARTA - DOS REAJUSTES SALARIAIS

Fica concedido e/ou garantido aos empregados que percebem os pisos da categoria profissional, um reajuste salarial a partir de 1° (primeiro) de f
salários praticado no mês de janeiro de 2017.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica concedido e/ou garantido aos empregados que percebem salários superiores ao piso da categoria até o limite de 3.
salarial a partir de 1° (primeiro) de fevereiro de 2018, no percentual de 1,81% (um vírgula oitenta e um por cento), aplicado sobre o salário praticado n

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica garantido que em caso de modificação da política salarial do Governo ou perdas salariais, as partes convenentes pode

PARÁGRAFO TERCEIRO:Ficam autorizadas as empresas que concederam antecipações salariais, descontarem os percentuais respectivamente conc

PARÁGRAFO QUARTO: Nos reajustes acima estabelecidos, incluem-se as antecipações, perdas e outras demais correções salariais, decorrentes da
de 2017.

Á
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15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva
PARÁGRAFO QUINTO: Os empregados que percebem salários iguais ou superiores a R$ 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), terão seus salários re
automaticamente, por conseguinte, os percentuais de reajustes acima concedidos.

PAGAMENTO DE SALÁRIO – FORMAS E PRAZOS

CLÁUSULA QUINTA - DO PAGAMENTO

As empresas fornecerão aos seus empregados comprovantes de pagamento salarial, discriminando títulos pagos e seus respectivos valores, bem c
site, e-mail e/ou qualquer outro meio de comunicação virtual.

PARÁGRAFO ÚNICO: Ficam autorizadas as empresas a procederem descontos de falta ao serviço e/ou os pagamentos das horas extras realizadas e

OUTRAS NORMAS REFERENTES A SALÁRIOS, REAJUSTES, PAGAMENTOS E C

CLÁUSULA SEXTA - DOS DEPÓSITOS BANCÁRIOS

As empresas que efetuam pagamento de verbas salariais por meio de depósito bancário, ficam isentas de colher a assinatura do empregado no
depósito bancário, na conta do empregado, devendo sempre ser fornecida obrigatoriamente a discriminação.

PARÁGRAFO ÚNICO: No caso de pagamento de férias com 13º salário é obrigatória a assinatura do empregado no recibo.

GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTR


ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

CLÁUSULA SÉTIMA - DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

Fica assegurado o pagamento do adicional de insalubridade nos percentuais estabelecidos na legislação em vigor, desde que apurada as condiçõe
pelo Sindicato Profissional, pela empresa ou pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, sendo apenas devido enquanto perdurarem as

CLÁUSULA OITAVA - PERCENTUAL DE INSALUBRIDADE

Considerando as peculiaridades do exercício da função de Maqueiro nos hospitais da rede pública, fica estabelecido que o percentual devido a título
será devido ao trabalhador a partir do efetivo pagamento pela contratante dos serviços.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O percentual de insalubridade estabelecido no caput será devido ao empregado, quando da efetiva concessão deste perc
PARÁGRAFO SEGUNDO: Em caso de não cumprimento da obrigação prevista no caput pelo contratante dos serviços, as respectivas representaçõe
de atenderem a este dispositivo, inclusive impugnando os atos convocatórios que, porventura, não contemplem essa previsão, bem como tomando tod

PARÁGRAFO TERCEIRO: A Empresa se obriga a comunicar aos sindicatos convenentes a situação descrita no parágrafo segundo, bem como que
necessárias objetivando o cumprimento da obrigação descrita no caput.
PARÁGRAFO QUARTO – A empresa poderá reduzir o percentual do indicado no caput, sempre que o empregado deixe de exercer essa função, sem
Emprego, bem como em razão de que o adicional será apenas enquanto o trabalhador esteja sujeito as condições insalubres.

AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO

CLÁUSULA NONA - DO VALE REFEIÇÃO/ALIMENTAÇÃO

As empresas se obrigam a fornecer vale refeição ou alimentação no valor de R$ 7,08 (sete reais e oito centavos), por dia efetivamente trabalhad
temporários.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica assegurado o direito aos empregados que, por liberalidade ou exigência contratual, percebem valores superiores ao e

PARÁGRAFO SEGUNDO: O valor previsto no caput não integra o salário para qualquer fim de direito, não tendo natureza salarial conforme estabelec

PARÁGRAFO TERCEIRO: As empresas poderão substituir o beneficio que trata o caput pela concessão de alimentação in natura, fornecida ou na
podendo, contudo, esse beneficio ser substituído pelo café da manhã concedido por liberalidade do empregador.

PARÁGRAFO QUARTO: As empresas poderão reduzir o valor do vale refeição ou alimentação para o valor estabelecido no caput, no caso do e
considerado infração as regras do PAT, vez que o objetivo é a manutenção do emprego.

CLÁUSULA DÉCIMA - DO PAT

As empresas inscritas no Programa de Alimentação do Trabalhador e que forneçam alimentação aos seus trabalhadores, descontarão dos mesmos
valor de face estabelecido.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - CESTA BÁSICA

As empresas concederão cesta básica no valor de R$ 100,00 (cem reais) por mês, para obreiros que percebem até o valor correspondente ao pis
contratos em regime temporários), que venham a ser firmados. Entretanto, facultativamente, as empresas poderão reduzir o valor para R$ 90,00, a fi
do benefício previdenciário.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica assegurado o direito aos empregados lotados em contratos que já recebem esse benefício, quer por liberalidade, e
que isso seja considerado violação as regras do PAT.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O valor previsto no caput não integra o salário para qualquer fim de direito, não tendo natureza salarial conforme estabelec

PARÁGRAFO TERCEIRO: A cesta básica será devida ao empregado, quando da efetiva concessão deste benefício pelo tomador dos serviços à Emp
PARÁGRAFO QUARTO: Em caso de não cumprimento da obrigação prevista no caput pelo contratante dos serviços, as respectivas representações
de atenderem a este dispositivo, inclusive impugnando os atos convocatórios que, porventura, não contemplem essa previsão, bem como tomando tod

Á
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15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva
PARÁGRAFO QUINTO: A Empresa se obriga a comunicar aos sindicatos convenentes a situação descrita no parágrafo terceiro, bem como que o
necessárias objetivando o cumprimento da obrigação descrita no caput.

PARÁGRAFO SEXTO – A empresa poderá reduzir ou suprimir o valor da cesta básica conforme o caso, sempre que o empregado seja devolvido de
vista o Princípio da Preservação do Emprego.

AUXÍLIO TRANSPORTE

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - VALE TRANSPORTE

Desde que, solicitado por escrito pelo interessado e satisfeitas as exigências prevista no art.7º do Decreto nº 95.247/87, que regulamenta a Lei nº 7
seus empregados, nos dias efetivamente trabalhados para deslocamentos residência – trabalho e vice-versa.

PARÁGRAFO PRIMEIRO – Para os empregados beneficiados com vale-transporte, será realizado o desconto de 6% (seis por cento), incidente sobre

PARÁGRAFO SEGUNDO – Nos períodos de afastamentos do empregado de suas atividades funcionais, por qualquer motivo, inclusive por atestado
inexistência de deslocamentos do trabalhador no percurso residência/trabalho.

PARÁGRAFO TERCEIRO – Quando do lançamento dos créditos pelas empresas, caso constate que o empregado não tenha utilizado a totalidad
apenas a complementação dos valores necessários ao deslocamento do mês subsequente, haja vista a natureza jurídica do beneficio.

PARÁGRAFO QUARTO – No caso de extravio, perda e dano do cartão magnético de vale transporte, o empregado será responsabilizado pelas despe
PARÁGRAFO QUINTO – No caso de desligamento do empregado, o mesmo obriga-se a devolver os vales transporte proporcional aos dias de trabalh

PARÁGRAFO SEXTO – A declaração falsa ou uso indevido do vale - transportes constituem falta grave, sujeito à demissão por justa causa.

OUTROS AUXÍLIOS

CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - DOS DIREITOS AS COBERTURAS SOCIAIS

Os beneficiários da presente norma coletiva, independentemente da situação de adimplência ou não da empresa para com o sistema, terão assegur
rigor no cumprimento das obrigações estabelecidas nos parágrafos seguintes, tudo na conformidade do ajuste firmado perante o Ministério Público do

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Sem ônus de quaisquer espécies para os representados da entidade profissional e a título de contribuição para o sis
temporário, recolherão em favor da empresa gestora contratada para gerir esse benefício, a importância mensal de R$ 40,20 (quarenta reais e vi
empresa para com a empresa gestora.

PARÁGRAFO SEGUNDO: O Sindicato Obreiro e o Sindicato Patronal acompanharão os procedimentos realizados pela gestora contratada, que
especialidades e dos tratamentos de: Fonoaudiologia, Psicologia, bem como dos benefícios sociais e as providências necessárias para o atendimento

PARÁGRAFO TERCEIRO:A empresa gestora se responsabilizará pelos benefícios sociais e as providências necessárias para o atendimento dos la
benefícios não estão incluídos os procedimentos hospitalares.

PARÁGRAFO QUARTO: A empresa gestora prestará assistência social diretamente ao beneficiário da presente norma e, na hipótese de falec
previdenciária, devidamente acompanhada pela representação obreira.

PARÁGRAFO QUINTO: Os sindicatos convenentes fiscalizarão a concessão dos benefícios concedidos aos trabalhadores, bem como as receitas
necessárias objetivando o repasse dos recursos por parte das empresas, não respondendo, contudo, em caso de eventuais falhas na prestação dos s
PARÁGRAFO SEXTO: Em caso de descumprimento dessa obrigação por parte das empresas, os sindicatos se comprometem a não fornecer
apropriação indébita o não repasse do valor recebido do contratante.
PARÁGRAFO SÉTIMO: Os sindicatos comprometem-se a fazer gestões perante os entes públicos, no sentido de que constem de todas as planilha
social e de saúde, a fim de que seja preservado o patrimônio jurídico dos trabalhadores em consonância com o artigo 444 da CLT.

PARÁGRAFO OITAVO: O presente serviço social não tem natureza salarial, por não se constituir em contraprestação de serviços, tendo caráter comp

PARÁGRAFO NONO: Sempre que necessário à comprovação do cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho, o Sindicato obreiro poderá solicit

PARÁGRAFO DÉCIMO: O sindicato obreiro obriga-se a denunciar aos tomadores de serviços, no prazo de até 10 (dez) dias, contados da data p
prestadora, bem como promover as ações necessárias ao recebimento do valor devido. No caso de descumprimento dessa regra, a representaç
inadimplidos pelas empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-PRIMEIRO: O sindicato obreiro promoverá ação de cumprimento, na hipótese de descumprimento da presente avença, f
montante devido e incidência de juros de 1% (um por cento) ao mês e correção monetária, contados da data do inadimplemento, devendo a entida
assistência. No mesmo prazo, a entidade obreira oficializará ao ente patronal dos valores e providências tomadas, ainda que na seara administrativa.

PARÁGRAFO DÉCIMO-SEGUNDO– Na hipótese de descumprimento do parágrafo primeiro da presente avença, a empresa gestora da prestação do
judiciais necessárias, independentemente das medidas judiciais ajuizadas pela representação laboral. Sendo certo que os convenentes não responde
PARÁGRAFO DÉCIMO-TERCEIRO – Em face ao estipulado no parágrafo décimo terceiro, a empresa contratada obriga-se a entregar mensalmente
aos convenentes, no prazo de 10 (dez) dias do vencimento da obrigação, qualquer irregularidade no pagamento por parte das empresas.

PARÁGRAFO DÉCIMO-QUARTO – A empresa gestora no prazo de 30 (trinta dias) emitirá e entregará a carteira de identificação aos beneficiários do

PARÁGRAFO DÉCIMO - QUINTO - Objetivando um melhor controle e estatística do absenteísmo, a empresa gestora fornecerá ao Ssndicato Patron
médico com os respectivos dias de dispensa ao trabalho. A empresa, por sua vez, poderá solicitar ao sindicato patronal cópias dos documentos a ela

Á É
http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/Resumo/ResumoVisualizar?NrSolicitacao=MR008933/2018 3/8
15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva
PARÁGRAFO DÉCIMO - SEXTO - A gestora poderá suspender o atendimento dos empregados da empresa que esteja inadimplente para c
o cumprimento da obrigação prevista nessa cláusula. Fica garantido ao empregado o direito de buscar atendimento particular dos idênticos benef
desses atendimentos, desde que preço esteja compatível com os praticados pelas clínicas populares, sem prejuízo das parcelas vencidas e vincendas

PARÁGRAFO DÉCIMO - SÉTIMO - O sindicato laboral promoverá ação de cumprimento, em caso de inadimplemento desta cláusula, independente d

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - BENEFÍCIO DE COMPLEMENTAÇÃO SALARIAL/ ODONTOLÓGICO

As empresas recolherão em favor da empresa gestora conveniada a entidade laboral a importância de R$ 20,00 (vinte reais) mensais, sendo R$ 10,00 (dez) reais suportados pelos trab

Parágrafo Primeiro – Fica facultado o direito de oposição do trabalhador a qualquer tempo do período de vigência dessa norma coletiva, todavia o exercício desse direito não exonera a

Parágrafo Segundo – Arrimará essa contribuição em atendimentos odontológicos, fisioterapêuticos, como também de complementação salarial, na hipótese de afastamento superior a 1
piso salarial da categoria e pelo período máximo de 03 (três) meses durante a vigência desta convenção.

Parágrafo Terceiro – A complementação salarial de 50 % (cinquenta por cento) do piso salarial da categoria, apenas será devida aos empregados que contribuírem com a importância d

CONTRATO DE TRABALHO – ADMISSÃO, DEMISSÃO, MOD


NORMAS PARA ADMISSÃO/CONTRATAÇÃO

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Em face das dificuldades para contratação pessoas com deficiência, seja pela falta dessas pessoas no mercado de trabalho, seja pela dificuldade d
funções do setor de asseio e conservação (limpeza e circulação nos ambientes) além da necessidade de, em muitos casos, ter que operar equipame
do contratante (tomador de serviço), impossibilitando assim, que a empresa prestadora propicie condições adequadas de trabalho para os portadores
o dimensionamento em relação as atividades a administrativas.

Parágrafo Único – As empresas se comprometem a envidar esforços na realização da busca ativa, objetivando, alcançar a máxima contratação possív

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - APRENDIZ

O percentual de aprendizagem de no mínimo 5%, previsto no art. 429 da CLT - que deve ser o aplicado em relação às funções que demandam
excluídas da base de cálculo as funções de auxiliar de serviços gerais, auxiliar de higiene (e assemelhados), porteiro, zelador, motoqueiro, servente,
de uma formação regular.

DESLIGAMENTO/DEMISSÃO

CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - DO PAGAMENTO DE RESCISÃO

O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado no prazo da lei vigente.

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - DA DISPENSA POR JUSTA CAUSA

As empresas se obrigam, em caso de dispensa por justa causa, fornecer aos empregados comunicação contendo os motivos ensejadores do afastam

CLÁUSULA DÉCIMA NONA - DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA

Em conformidade da Lei nº. 9.958/2000, poderá ser celebrada Convenção Coletiva de Trabalho, normatizando o funcionamento da Comissão de Conc

OUTROS GRUPOS ESPECÍFICOS

CLÁUSULA VIGÉSIMA - DA REVISTA

As empresas que adotarem o sistema de revista nos seus empregados, deverão fazê-la em local adequado e sem promover constrangimento aos me

CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - DA AUSÊNCIA PARA RECEBIMENTO DO PIS

As empresas que não possuem convênio com a Caixa Econômica Federal, para pagamento das contas do PIS, diretamente aos seus empregados
mesmo.

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - DOS ENCARGOS SOCIAIS, PREVIDENCIÁRIOS E TRABALHISTAS

Em decorrência de estudos realizados no segmento de Asseio e Conservação do Estado de Pernambuco, as empresas utilizarão na composição d
82,95% (oitenta e dois vírgula noventa e cinco por cento) para o posto de 12 x 36, calculado sobre o total da remuneração da mão-de-obra, confo
verbas sociais, trabalhistas, previdenciárias e indenizatórias, evitando assim a sonegação de direito dos trabalhadores.

PARÁGRAFO ÚNICO: O percentual de encargos sociais e trabalhistas estabelecido no caput desta cláusula, tanto para os dos postos de 12x36, c
peculiaridades de cada serviço contratado.
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15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva

RELAÇÕES DE TRABALHO – CONDIÇÕES DE TRABALHO, NORMAS DE P


TRANSFERÊNCIA SETOR/EMPRESA

CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - DA TRANSFERÊNCIA

As empresas ficam obrigadas a comunicar a seus empregados com antecedência de 72 (setenta e duas) horas, as mudanças de local de trabalho do

OUTRAS NORMAS REFERENTES A CONDIÇÕES PARA O EXERCÍCIO

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - DOS BENEFICIÁRIOS

São beneficiários deste negócio jurídico os empregados abrangidos nas representações sindicais, na base territorial dos Sindicatos dos Empregados,
econômica é representada pelo Sindicato Convenente Empregador, excetuados aqueles que, embora laborando para elas, pertencem a outras c
empregados, atividades correspondente a profissão liberal (Lei n° 7.316/85).

OUTRAS NORMAS DE PESSOAL

CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - DO CONVÊNIO/FARMÁCIA/ÓTICA/CLUBE DE CAMPO

Convencionam as partes, que o sindicato obreiro poderá firmar Convênio com Farmácia ou Ótica, ficando as empresas, mediante autorização prévia
a rubrica de convênio/farmácia/ótica/clube de campo, desde que a empresa conveniada encaminhe, oficialmente, por protocolo, até 5 (cinco) dias útei

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Os descontos previstos no caput, não poderão exceder mensalmente, em hipótese alguma, ao percentual de 20% (vinte po

PARÁGRAFO SEGUNDO: Obriga-se o Sindicato Profissional ao celebrar convênio com óticas, drogarias e/ou farmácias, observar aquelas que apresen

CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - DO FERIADO DO CONTRATANTE

O empregado ficará dispensado do cumprimento da jornada de trabalho, nos dias que for feriado para o tomador de serviço (contratante).

JORNADA DE TRABALHO – DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONT


DURAÇÃO E HORÁRIO

CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - DA JORNADA DE TRABALHO

Para a fixação do horário de trabalho dos empregados atingidos pela presente norma, será observado o que estabelece o art. 7º, inciso XIII, da Con
com a representação profissional, objetivando a prorrogação e compensação de jornada, bem como utilização de escalas e Banco de Horas,sendo
cento).

PARÁGRAFO PRIMEIRO: Na hipótese da inobservância do previsto no caput fica instituída multa por descumprimento da norma no percentual de 1
revertido em favor do empregado prejudicado.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Independentemente da escala de trabalho utilizada, a jornada de trabalho será de 192 horas mensais efetivamente t
(duzentos e vinte) horas por mês.

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR


EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA - DO UNIFORME, FARDAMENTO E EQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS

As empresas asseguram o fornecimento gratuito de uniformes, fardamentos e equipamentos de proteção individual de trabalho, sempre que exigidos

PARÁGRAFO ÚNICO: Na hipótese de mau uso ou extravio do uniforme, fardamentos e equipamentos, devidamente comprovado, antes de perío
desconto do valor correspondente no salário do empregado, o que desde logo fica autorizado.

ACEITAÇÃO DE ATESTADOS MÉDICOS

CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - DO ATESTADO MÉDICO

Obrigam-se as empresas em acatar os atestados médicos justificativos de ausência ao serviço, emitidos pelo INSS e seus conveniados, assim como
para gerir as coberturas sociais, desde que devidamente apresentado, no prazo de 72 (setenta e duas) horas da sua emissão, ao Departamento Médi

RELAÇÕES SINDICAIS
ACESSO DO SINDICATO AO LOCAL DE TRABALHO

CLÁUSULA TRIGÉSIMA - DO LIVRE ACESSO DO DIRIGENTE SINDICAL À EMPRESA

Assegura-se o livre acesso dos dirigentes sindicais, nos intervalos relativos ao descanso e alimentação, para desempenho de suas funções, vedada a

CONTRIBUIÇÕES SINDICAIS

CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA

Com fundamento no art. 8° da Constituição Federal e na decisão emanada da Assembleia Geral Extraordinária, as empresas descontarão, mensalme
que exercem funções administrativas e operacionais, importância equivalente a 3% (três por cento), do piso salarial da categoria.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O recolhimento que trata o parágrafo retro, para sua validade, será realizado único exclusivamente, por meio de boleto ban

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica assegurado o direito do empregado em manifestar, a qualquer tempo, oposição ao desconto previsto no caput, desde

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15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva

PARÁGRAFO TERCEIRO: O desconto efetuado em favor do Sindicato Profissional constará na folha de pagamento do empregado com denominaç
destinada ao sindicato laboral previstas na presente norma, são de exclusiva responsabilidade da Assembleia do Sindicato Profissional, convocada
representação dos trabalhadores a ressarcir as empresas em caso de demandas para fins de devolução de qualquer valor. .

PARÁGRAFO QUARTO: O prazo para recolhimento das importâncias previstas, por parte das empresas, não poderá exceder ao dia 10 (dez) do mês

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PATRONAL

As empresas sindicalizadas recolherão para o Sindicato Patronal, a título de contribuição assistencial a importância equivalente a 3,5 (três vírgula cinc

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O não pagamento da importância prevista no caput, no prazo de 30 (trinta) dias contados da data do registro da presente
e, ainda, o ajuizamento de Ação Executiva, conforme deliberação na Assembleia da categoria.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica garantido o direito de oposição aqueles que não concordarem com o aludido pagamento, desde que o faça no prazo de

CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA - DA CONTRIBUIÇÃO ASSOCIATIVA PATRONAL

Com fundamento no art. 8° da Constituição Federal e na decisão emanada da Assembleia Geral Extraordinária, as empresas filiadas ao Sindic
correspondente a 02 (dois) pisos salariais da categoria.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL LABORAL

Nos termos estabelecidos na assembleia da categoria, as empresas descontarão de todos trabalhadores beneficiários desse instrumento o percentu
até o dia 10 (dez) do mês subsequente, devendo esse valor ser recolhido, exclusivamente, por cobrança bancária
Parágrafo Primeiro: A presente contribuição poderá ser suspensa a qualquer tempo por oposição do trabalhador;

Parágrafo Segundo: Os empregados sindicalizados ficam desobrigados do pagamento dessa contribuição.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA PATRONAL

As empresas abrangidas pelo representação patronal recolherão a título de Contribuição Confederativa o valor correspondente a 1,0 % (um por cento
(hum mil reais) e ao máximo de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). O valor da contribuição será recolhido por boleto bancário em duas parcelas igu
Constituição Federal e demais normas legais.

PARÁGRAFO ÚNICO- Os atrasos no prazo de recolhimento dessa contribuição, ensejará no pagamento de multa de 2% (dois por cento) e juros de 1

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEXTA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL PATRONAL

Considerando o previsto no art. 611-A da CLT, prevalecerão sobre a lei todos os pontos objetos de Acordo ou Convenção Coletiva, ressaltados as ved

Considerado que o art. 611-B não veda a estipulação de contribuição decorrente de Convenção Coletiva para toda a categoria econômica, diante diss
Assim por deliberação da Assembleia Geral do Sindicato patronal de acordo com o disposto no art. 8º, inciso III da Constituição Federal, todas as
Conservação do Estado de Pernambuco, recolherão em favor do Sindicato Patronal, mediante guia a ser fornecida por este, a CONTRIBUIÇÃO NE
seguinte tabela.

1. Empresas até 100 empregados - 1 Piso da categoria;

2. Empresas até 200 empregados - 2 Pisos da categoria;

3. Empresas até 300 empregados - 3 Pisos da categoria;

4. Empresas até 400 empregados - 4 Pisos da categoria;

5. Empresas até 500 empregados - 5 Pisos da categoria;

6. Empresas acima de 501 - 10 Pisos da categoria;

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Os pagamentos relativos à Contribuição Negocial deverão ser efetuados até o dia 30 de julho do corrente ano.

OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE RELAÇÃO ENTRE SINDICATO E

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15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva

CLÁUSULA TRIGÉSIMA SÉTIMA - DO QUADRO DE AVISOS

As empresas afixarão, em seu quadro de avisos, comunicações oficiais do Sindicato, que não versem sobre assuntos políticos ou tentem a empresa,
empresa, incumbindo-se esta da afixação em até 24 (vinte e quatro) horas de seu recebimento.

PARÁGRAFO ÚNICO: Os comunicados deverão ser efetuados em papel timbrado do Sindicato e assinado por seu Presidente, e os cartazes deverão

CLÁUSULA TRIGÉSIMA OITAVA - DA DECLARAÇÃO DE REGULARIDADE SINDICAL

Obrigam-se os sindicatos convenentes, expedirem, em conjunto, desde que solicitados oficialmente, com antecedência de 72 (setenta e duas) horas
onde farão constar a seguinte expressão: “ENCONTRA-SE NOS TERMOS DA ATUAL CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO-2018 E DA ANTE

PARÁGRAFO PRIMEIRO: A declaração prevista no caput só terá validade quando emitida e assinada conjuntamente pelos respectivos representant
haveres rescisórios dos trabalhadores.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Na referida declaração os sindicatos farão constar à regularidade no cumprimento das obrigações de entregas das guia
transporte, comprovante de Contribuição Patronal e Laboral e benefícios sociais, na forma prevista nesta Convenção Coletiva de Trabalho, fornecida p

PARÁGRAFO TERCEIRO: Ficam os sindicatos expressamente proibidos de darem publicidade as quaisquer informações comerciais, contidas na GF

PARÁGRAFO QUARTO: A comprovação dos itens relacionados no caput desta cláusula será feita até o dia 10 do mês subsequente.

PARÁGRAFO QUINTO: Os sindicatos se comprometem a envidarem esforços no sentido de fazer constar à apresentação desse atestado em todos o

PARÁGRAFO SEXTO: A certidão terá validade de 30 dias.

CLÁUSULA TRIGÉSIMA NONA - DA SUCESSÃO DO CONTRATO

As empresas, que por ventura, venham a assumir em decorrência de processo de licitação pública, contrato de prestação de serviço de uma outra
naquele contrato, desde que esse efetivo haja sido colocado a sua disposição, por escrito, pela empresa remanescente, no prazo de 30 (trinta) dias an

PARÁGRAFO PRIMEIRO: O percentual previsto no caput, poderá deixar de ser atendido nas seguintes hipóteses:

a) que não haja recusa do empregado em ser contratado pela nova empresa;

b) que as verbas rescisórias não estejam devidamente homologadas na forma da lei e que o empregado seja devidamente aprovado nos exames ad

PARÁGRAFO SEGUNDO: As empresas que absorverem trabalhadores, na conformidade do previsto no caput, não responderão por nenhuma obrig
efetivar acordos coletivos de trabalho regulando o processo desta sucessão.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA - PROCEDIMENTOS EM CERTAMES LICITATÓRIOS

Deverão os sindicatos convenentes acompanhar os certames licitatórios, verificando se as empresas participantes apresentaram prova de quitação d
empregados, uma vez que assim determina o art. 607 da CLT, sob pena de nulidade do certame.

OUTRAS DISPOSIÇÕES SOBRE REPRESENTAÇÃO E ORGAN

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA PRIMEIRA - DA LEGITIMIDADE DO SINDICATO PATRONAL

O sindicato dos trabalhadores reconhece o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Pernambuco, como a única, legítima e c
segmento de Asseio, Conservação, locação de mão de obra e de limpeza pública, as quais são por ele representadas ativa e passivamente.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SEGUNDA - DA CONVENÇÃO COLETIVA NAS LICITAÇÕES PÚBLICAS OU ADMINISTRATIVAS

Em virtude dos processos licitatórios serem públicos, os Sindicatos Laboral e Patronal se comprometem a remeter representantes qualificados na
exigência da Regularidade Sindical dentro dos parâmetros do Art. 607 da C.L.T., que veda a formalização de contratos com empresas inadimplentes c

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA TERCEIRA - DA REVOGAÇÃO

Na forma do art. 7º, XXVI, da Constituição Federal, todas as cláusulas previstas nos anteriores acordos coletivos de trabalho e convenções coletivas
substituídas pelas presentes cláusulas deste instrumento coletivo em virtude da plena negociação delas o que resulta no estabelecimento de novas co

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA QUARTA - DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL

Os empregados vinculados nas empresas enquadradas na representação da categoria econômica, inclusive, coletores, agentes de limpeza urbana, o
de terceirização de serviços, que não estejam expressamente enquadradas em outra representação sindical, farão jus aos benefícios estabelecidos na

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA QUINTA - COMISSÃO DE REPRESENTAÇÃO SINDICAL

As partes ajustam que na vigência desta convenção coletiva não será instituída a Comissão de Representantes dos Empregados nas Empresas, p
ficando mantida a representação dos empregados pelo Sindicato Laboral, conforme autoriza o artigo 611-A, VII, do mesmo diploma legal.
Parágrafo Único: Caberá, portanto, ao Sindicato Laboral representar os empregados, tendo em vista que hoje já se encontra estruturado e executa a

DISPOSIÇÕES GERAIS
MECANISMOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS

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15/03/2018 Mediador - Extrato Convenção Coletiva

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SEXTA - DA PRORROGAÇÃO, REVISÃO, RENÚNCIA OU REVOGAÇÃO

O processo de prorrogação, revisão, renúncia ou revogação total ou parcial, da presente Convenção Coletiva de Trabalho, ficará subordinada as norm

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA SÉTIMA - DOS ACORDOS COLETIVOS

Os Acordos Coletivos de Trabalho serão firmados com assistência das entidades convenentes, sob pena de nulidade.

DESCUMPRIMENTO DO INSTRUMENTO COLETIVO

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA OITAVA - DO JUÍZO COMPETENTE - CONTROVÉRSIAS

Compete a Justiça Especializada do Trabalho, com fundamento no art. 7°, inciso XXVI, e “caput” do art. 114, da Constituição da República Feder
Coletiva de Trabalho, inclusive para julgamento das Ações de Cumprimento de correntes.

CLÁUSULA QUADRAGÉSIMA NONA - DA MULTA

Fica estabelecido multa no valor do piso da categoria, na hipótese de descumprimento de quaisquer das cláusulas da presente avença.

OUTRAS DISPOSIÇÕES

CLÁUSULA QUINQUAGÉSIMA - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Esta Convenção Coletiva de Trabalho transmitida pelo Sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego, para fins de registro, como ordena o P

E por estarem assim justos e contratados, assinam o requerimento de registro os representantes legais das entidades Convenentes, para que produza

ARTUR FERNANDES ALVES DE LIMA


PRESIDENTE
SINDICATO DOS TRAB. NAS EMP. DE ASSEIO E CONS.,LIMP. URB.,LOC. DE MAO DE OBRA, ADM. DE IMOV., COND. DE

JEFFERSON SOARES DOS SANTOS


PRESIDENTE
SIND DOS EMP EM EMP PREST DE SERV, ASSEIO E CONSERVACAO NOS MUNICIPIOS DE JABOATAO, CABO DE SANTO

JOAO SOARES GUIMARAES


PRESIDENTE
SINDICATO INTER. EMPREG. EM EMP. ASSEIO E CONSERV. LIMPEZA URBANA, LOC.MAO DE OBRA, ADM. IMOVEIS, CONDOM

AGOSTINHO ROCHA GOMES


PRESIDENTE
SIND EMP DE ASSEIO E CONSERVACAO ESTADO DE PERNAMBUCO

ANEXOS
ANEXO I - TABELA DE ENCARGOS

Anexo (PDF)

ANEXO II - ATAS DAS ASSEMBLEIAS

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

ANEXO III - RELAÇÃO DE FUNÇÕES

Anexo (PDF)

Anexo (PDF)

A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministério do Trabalho e Emprego na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br.

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5ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE

TERMO DE AUDIÊNCIA RELATIVO AO PROCESSO 0000293-98.2019.5.06.0005

Em 27 de maio de 2019, na sala de sessões da 5ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE/PE,


sob a direção da Exmo(a). Juíza NECY LAPENDA PESSOA DE ALBUQUERQUE DE AZEVEDO,
realizou-se audiência relativa a AÇÃO TRABALHISTA - RITO SUMARÍSSIMO número 0000293-
98.2019.5.06.0005 ajuizada por RONALDO FERNANDES RAMOS em face de ELFE OPERACAO E
MANUTENCAO S.A..

Às 09h21min, aberta a audiência, foram, de ordem da Exmo(a). Juíza do Trabalho,


apregoadas as partes.

Presente o reclamante, acompanhado do(a) advogado(a), Dr(a). FELICIANA MARIA


SILVA BILIO, OAB nº 17348/PE.

Presente o preposto do(a) reclamado(s) ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A., Sr


(a). Luciano Jose Ferreira, CPF 822.495.804-30, acompanhado(a) do(a) advogado(a), Dr(a).
FELIPE LOPES LINS BARBOSA, OAB nº 45054/PE.

Presente o preposto do(a) reclamado(s) INSTITUTO TELEMAR, Sr(a). ISABELA DE


FATIMA DA SILVA JANUARIO, acompanhado(a) do(a) advogado(a), Dr(a). BRUNA MARIA
AMORIM DE AQUINO, OAB nº 35656/PE.

Instalada a audiência, não houve acordo entre as partes presentes.

Ratifica a parte reclamante o pedido de Justiça Gratuita, declarando ser pobre na forma da lei,
e que está desempregado.

Com base no artigo 99, §2º do NCPC, de aplicação subsidiária, fica a parte autora ciente de
que deverá comprovar os requisitos para concessão do benefício da Justiça Gratuita, conforme artigo 790,
§4º da CLT, caso não o tenha feito, no prazo de 1(um) dia.

Requerido e deferido o prazo de 1(um) dia para juntada de cartas de preposição pelas
reclamadas.

Retirado o sigilo das defesas das reclamadas.

A parte reclamada ratificou os termos de sua(s) defesa(s) constante(s) dos autos, assim como
da documentação com ela(s) acostada(s), o que foi analisado pelo(a) advogado(a) da parte reclamante nos
seguintes termos: "Com relação às fichas financeiras, restam impugnadas por serem documentos
confeccionados unilateralmente, sem participação do autos, assinatura ou visualização prévia. Além do
que não trazem o pagamento das verbas pleiteadas em Juízo, e ainda não constam verbas reconhecidas no
cartão de ponto. Ressalte-se ainda que não é documento hábil de comprovação de pagamento e serve
unicamente para controle interno da empresa, nunca para comprovar o pagamento de verbas aos
funcionários. Para tal, existem os contracheques ou meros recibos de salários. Isto porque os funcionários
podem conferir e dar seu aceite nas verbas recebidas. De mais a mais, observe-se a ausência de verbas
pleiteadas pelo autor nesta demanda, inclusive reconhecidas nos cartões de ponto. Por isso, restam
impugnados. Quanto aos cartões de ponto, são apontamentos, que apesar de terem sido assinados pelo
autor não condizem com a realidade, sendo o mesmo obrigado a assinar os respectivos pontos
prefabricados sob pena de represália. Apenar de apontar que o reclamante tinha uma hora de intervalo,
inexistia tal intervalo. Até porque era impossível gozar tal intervalo, uma vez que inexistia pessoa para
rendê-lo no período da noite. Por essa razão, restam impugnados tais controles de jornada. Por fim, e
diante dos argumentos acima, restam todos os documentos de cunho financeiro impugnados,
principalmente relacionados ao FGTS e verbas rescisórias. Pede deferimento.”.

A parte reclamada manifestou-se sobre a documentação trazida com a inicial nos termos de
suas defesas.

Alçada fixada na inicial.

DEPOIMENTO DO(A) RECLAMANTE: "que não dispunha de nenhum momento para


refeição; que prestava serviços para a Oi, na Escola Cícero Dias, apenas; que a Oi possui um convênio
com a referida escola; que trabalhava junto com um vigilante da BBC; que não havia rendeiro para o
intervalo; que todos os dias trabalhados eram corretamente registrados no ponto, inclusive entrada e
saída; que os serviços prestados para a Oi na Escola eram de ligar e desligar os ar-condicionados e
tomava conta de um setor da Oi dentro da escola." Nada mais disse.

O autor dispensou o depoimento dos prepostos das empresas

INTERROGATÓRIO DA 1ª TESTEMUNHA DO(A) RECLAMANTE: Sr(a).


SIMPLÍCIO ANDRÉ COUTINHO DE ABREU; brasileiro(a); casado; vigilante; CPF nº.442.679.164-20;
residente e domiciliado(a) na Rua Dr. Armando Tavares, 380, Mustardinha, Recife/PE.

Aos costumes nada disse. Testemunha advertida e compromissada na forma da Lei, inclusive
quanto ao artigo 793-D, da CLT. Às perguntas respondeu: "que é empregado da BBC, prestando serviços
de vigilante na Escola Cícero Dias desde abril de 2017; que é uma Escola Técnica do Estado de PE; que
o depoente sempre trabalhou à noite, das 18h às 06h, em escala 12x36, no mesmo plantão que o
reclamante; que o reclamante trabalhou sempre à noite das 19h às 07h; que o depoente ficava numa
guarita e o reclamante em outra guarida, distando cerca de 100m, mas conseguia vera guarita do
reclamante; que não havia rendeiro para o reclamante; que ele depoente não tinha rendeiro e por isso
recebia da BBC o pagamento do intervalo intrajornada; que confirma que durante todo o contrato do
reclamante, ele, o autor, sempre trabalhou à noite." Nada mais disse.

A parte reclamante encerrou a prova testemunhal.

A parte reclamada não produziu prova testemunhal.

Como nada mais foi requerido, encerrou-se a instrução processual, tendo as partes arrazoado
em seguida mantendo os termos das suas peças e, mais uma vez, não conciliaram.

As partes serão intimadas da sentença.

NECY LAPENDA PESSOA DE ALBUQUERQUE DE AZEVEDO

Juíza do Trabalho

Ata redigida por RAFAELA DUQUE, Secretário(a) de Audiência.


Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz da 5ª Vara do Trabalho da Comarca do Recife/PE

RONALDO FERNANDES RAMOS, já devidamente qualificado nos autos do processo em referência,


por sua advogada, perante V.Exa, para em atendimento a determinação contida em ata de audiência,
requerer a juntada da CTPS em anexo.

Nestes termos,

Pede Deferimento.

Recife, 27 de maio de 2019

FELICIANA MARIA SILVA BILIO

OAB/PE 17.348
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EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ TITULAR DA 5ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE.

INSTITUTO TELEMAR, nos autos do processo 0000293-98.2019.5.06.0005, no qual contende com RONALDO
FERNANDES RAMOS, vem, por seus advogadosinfra-assinados, requerer a juntada aos autos da Carta de Preposição em anexo,
para os devidos fins de direito.

P. deferimento,

Recife, 27 de maio de 2019.

Advogados: Jairo Aquino OAB/PE - 1.623

Sérgio Aquino OAB/PE - 9.447

Emiliano Feitosa OAB/PE - 25.210

Júlia Araújo OAB/PE - 47.779


EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DO TRABALHO DA 05ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE
– PE – TRT 06ª REGIÃO

Processo nº. 0000293-98.2019.5.06.0005

ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. nos autos da Reclamação Trabalhista que


lhe move RONALDO FERNANDES RAMOS, vem, respeitosamente, à presença de Vossa
Excelência, requerer a juntada do substabelecimento e carta de preposição.

Por fim, reitera ainda, nos termos da súmula 427 do Colendo Tribunal Superior do
Trabalho, que toda e qualquer intimação e/ou notificação seja efetuada nos presentes autos
sejam exclusivamente endereçadas ao advogado DR. DANIEL BATTIPAGLIA SGAI, INSCRITO NA
OAB/SP SOB Nº 214.918, com escritório na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, Sala
132, Torre 2, Itaim Bibi, São Paulo – SP, CEP 04543-900, sob pena de nulidade.

Termos em que,
Pede deferimento.
São Paulo, 27 de maio de 2019.

Daniel Battipaglia Sgai


OAB/SP 214.918

São Paulo Belo Horizonte Rio De Janeiro


Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 Av. Aggeo Pio Sobrinho, 84, 3º andar Av. Treze de Maio, 41, 11º andar
Bloco 2 - Itaim Bibi – São Paulo SP Buritis – Belo Horizonte – CEP 30575-834 Rio de Janeiro CEP 20031-007
CEP 04543-900 Tel. 55 11 - 3879-2777 Tel. 55 31 – 2515-4745
SUBSTABELECIMENTO

DR. DANIEL BATTIPAGLIA SGAI, brasileiro, casado, regularmente inscrito na OAB/SP


214.918, SUBSTABELECE COM RESERVA DE IGUAIS PODERES, os poderes outorgados a mim por
ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A., nos autos da reclamação trabalhista n° 0000293-
98.2019.5.06.0005 ajuizada por RONALDO FERNANDES RAMOS em trâmite perante a 05ª VARA
DO TRABALHO DO RECIFE – PE, na pessoa do advogado Dr. FELIPE LOPES LINS BARBOSA, OAB
nº 45054/PE, na cláusula “ad judicia et extra”.

Daniel Battipaglia Sgai


OAB/SP 214.918
CARTA DE PREPOSIÇÃO

PROCESSO: 0000293-98.2019.5.06.0005
RECLAMANTE: RONALDO FERNANDES RAMOS
RECLAMADA: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.

ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. - inscrita no CNPJ 97.428.668/0001-76,


vem, pelo presente, designar: LUCIANO JOSE FERREIRA, inscrito no C.P.F. sob o n.º 822.495.804-
30, para representá-lo na qualidade de preposto, nos moldes do art. 843, § 1°, da CLT,
outorgando à mesmos poderes para o fiel cumprimento desta distribuição.

Daniel Battipaglia Sgai


OAB/SP 214.918
PODER JUDICIÁRIO
JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 6ª
REGIÃO
5ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE
AVENIDA MARECHAL MASCARENHAS DE MORAIS,
4631, IMBIRIBEIRA, RECIFE - PE - CEP: 51150-004
RTSum 0000293-98.2019.5.06.0005
AUTOR: RONALDO FERNANDES RAMOS
RÉU: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. ,
INSTITUTO TELEMAR

Processo nº 0000293-98.2019.5.06.0005

Reclamante: RONALDO FERNANDES RAMOS

Reclamados: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.E INSTITUTO TELEMAR

Destaco que o sistema de identificação das peças processuais utiliza a página com a abertura do
PDF em ordem crescente e não o código de identificação (Id).

I - DO RELATÓRIO:

Dispensado, conforme determina o art. 852, I da CLT.

II - DA FUNDAMENTAÇÃO:

Da exclusividade das notificações

Curvo-me ao entendimento sedimentado na Súmula Nº 427 do TST e no art. 272, § 5º do NCPC. Assim,
defiro o pedido de notificação exclusiva, formulado pelas partes. À atenção da Secretaria.

Da preliminar de ilegitimidade passiva ad causam

De acordo com a mais abalizada doutrina processualística, a legitimidade ad causam traduz-se na


pertinência subjetiva da ação.

Desta feita, a sua análise, deve ser feita in abstrato, ou seja, à luz dos elementos narrados na peça
vestibular.

Constata-se, pois, que a controvérsia acerca da existência ou não de responsabilização é matéria de cunho
meritório, demandando, pois, análise do conjunto probatório e não por meio de um exame de cognição
sumária quanto ao nível de profundidade das condições da ação, como recomenda a doutrina processual
(Teoria Abstrata). REJEITO.
Dos pedidos

Do contrato de trabalho

Restou incontroverso que o reclamante trabalhou para a primeira ré no período de 01.04.2018 a


03.01.2019, quando foi despedido sem justa causa, com aviso prévio trabalhado (TRCT de fl. 232).

Em relação à remuneração, deve ser observada, para todos os fins, a remuneração que emerge dos
demonstrativos e fichas financeiras acostadas aos autos, uma vez que não existe controvérsia acerca da
conclusão no sentido de que os valores ali indicados correspondem aos efetivamente auferidos no
decorrer do pacto.

De fato, o art. 464 da CLT dispõe que o pagamento do salário deverá ser efetuado contra recibo, assinado
pelo empregado. Entretanto, tal dispositivo deve ser interpretado de acordo com a conjuntura,
notadamente a evolução tecnológica.

Atualmente, nas médias e grandes empresas não se utiliza mais os arcaicos contracheques, em que se
exigia a assinatura individualizada, mas sim efetuam os pagamentos por intermédio de bancos e
diretamente em conta corrente de seus empregados.

Assim sendo, as fichas financeiras das empresas, em que pese sua unilateralidade e ausência de
assinaturas, tem valor probatório equivalente ao recibo de pagamento, demandando prova consistente de
que o pagamento ali indicado não foi realizado, o que inocorreu no caso a trato. Aplicação do art. 818 da
CLT.

Eventuais diferenças serão objeto de análise no curso da fundamentação do julgado. Feitas essas
considerações, passo a apreciar a postulação formulada pelo demandante.

Da diferença salarial

Alega o autor que conforme disposição no parágrafo segundo da cláusula terceira da CCT de 2018 desde
01.02.2018 deveria receber R$ 1.046,40, valor que apenas foi pago a partir de setembro de 2018, eis que
recebia R$ 1.027,80, fazendo jus a diferença.

A primeira ré sustenta que sempre respeitou as normas coletivas.

Pois bem.

Com efeito, a CCT de fls. 46 e seguintes estipulou em sua cláusula 3ª que o piso da categoria a partir de
1º de fevereiro de 2018 será de R$ 975,92 e, em seu parágrafo segundo, previu o piso de r$ 1.046,40 para
aqueles que exercem as funções de porteiro e recepcionista, também partir daquela mesma data.

Ocorre que, em análise às fichas financeiras, verifica-se que no mês de novembro-2018 (fl. 245), a
empregadora efetuou o pagamento da diferença pretendida (R$ 18,60 x 7 = R$ 130,20), sob a rubrica
"DIF. SALARIAL REF. DISSIDIO".

Assim, IMPROCEDE o pedido de pagamento da diferença salarial, bem como os seus reflexos no FGTS
+ 40%.

Dos pedidos vinculados à jornada laboral


O autor alegou que trabalhava das 19h às 07h, em escala 12 x 36, não usufruindo intervalo intrajornada.
Busca o pagamento das horas intervalares, do adicional noturno equivalente à prorrogação da jornada das
05h às 07h, além da dobra dos domingos e feriados.

Não cabe o pagamento de trabalho realizado aos domingos, tendo em vista que o autor estava submetido
a jornada 12 x 36. Ora, os empregados que trabalham em regime de revezamento 12 x 36 não fazem jus
ao pagamento relativo à prestação de serviços nos dias de repouso semanal e feriados, porque estes se
acham embutidos nas 36 horas de descanso, não devendo, por isso mesmo, ser pagos de forma dobrada.
Desta feita, o trabalho naqueles dias é compensado nos outros dias da semana com as folgas desfrutadas
em dias alternados, existindo, portanto, a devida compensação.

Entretanto, no que tange ao labor em feriados, curvo-me ao disposto na Súmula 444 do C. TST, segundo
a qual:

"É valida, em caráter excepcional, a jornada de doze horas de trabalho por trinta e seis de descanso,
prevista em lei ou ajustada exclusivamente mediante acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva
de trabalho, assegurada a remuneração em dobro dos feriados trabalhados. O empregado não tem
direito ao pagamento de adicional referente ao labor prestado na décima primeira e décima segunda
horas."

Os feriados civis ou nacionais são declarados pela Lei Federal n° 10.607/2002. Os de âmbito estadual
correspondentes às datas magnas dos Estados devem ser pesquisados na lei estadual. Os de âmbito
municipal (religiosos e os dias do início e do término do ano do centenário de fundação do município)
constam de lei municipal, a qual deve ser verificada segundo a tradição local (Leis n°s 9.093/1995 e 9.335
/1996).

Os feriados civis ou nacionais de acordo com a lei acima indicada são:

"Art. 1o São feriados nacionais os dias 1o de janeiro, 21 de abril, 1o de maio, 7 de setembro, 2 de


novembro, 15 de novembro e 25 de dezembro." (NR)

DIAS DO MÊS

LEI FEDERAL N°

1° de Janeiro (Confraternização Universal)

662, de 06.04.1949

21 de Abril (Tiradentes)

662, de 06.04.1949, com redação dada pela Lei n° 10.607, de 19.12.2002

1° de Maio (Dia do Trabalho)

662, de 06.04.1949

07 de Setembro (Independência do Brasil)

662, de 06.04.1949

02 de Novembro (Finados)

662, de 06.04.1949, com redação dada pela Lei n° 10.607, de 19.12.2002


15 de Novembro (Proclamação da República)

662, de 06.04.1949

25 de Dezembro (Natal)

662,de 06.04.1949

Lembra-se que os feriados civis ou nacionais, atualmente 8 ao todo, são os declarados em lei federal.
Assim, considerando-se que a segunda e terça-feira de carnaval não são feriados nacionais e os feriados
locais devem ser declarados em lei municipal, de acordo com a tradição local, conforme a legislação
citada anteriormente, conclui-se que esses dias somente serão considerados feriados nos municípios em
que houver tal determinação por meio da respectiva lei municipal.

Tratando-se de direito municipal ou estadual cabe à parte fazer prova. Assim, deve-se considerar, apenas,
os feriados previstos em lei federal acima descritos.

Em relação ao intervalo intrajornada, tenho que as normas sobre duração da jornada de trabalho são de
cunho tutelar. Por meio delas, pretendeu o legislador assegurar melhores condições ao trabalhador, no
exercício das atividades. Não há dúvidas de que a extensa e contínua execução de tarefas, muitas vezes
repetitivas, gera a diminuição da atenção, aumentando o risco de acidentes. O descanso integra o estudo
da higiene do trabalhador. Por ser meio de contenção da fadiga e estresse, tem natural função preventiva
de disfunções. Tem o intervalo intrajornada, portanto, dupla função: se por um lado destina-se à
alimentação do empregado, por outro preza pela preservação de sua saúde, física e mental, por meio do
descanso. Não por acaso, a duração do trabalho é capítulo constante do Titulo II, da CLT, ao lado de
matérias como salário mínimo e férias anuais. O artigo 71, § 2º, da CLT, assim, deve ser interpretado
sistematicamente, considerando as demais disposições do artigo, além das regras de proteção à saúde do
trabalhador. O art. 71, § 4º, da CLT, chancela o entendimento de que é devida a remuneração, como
extra, do período correspondente ao intervalo intrajornada concedido a menor: § 4º. Quando o intervalo
para repouso e alimentação, previsto neste artigo, não for concedido pelo empregador, este ficará
obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo cinqüenta por cento
sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. O caput do mesmo artigo dispõe que será
obrigatória a concessão de um intervalo mínimo de uma hora, quando a jornada for superior a seis. Dessa
forma, apenas quando assegurado o período mínimo destinado ao descanso e alimentação do empregado,
desincumbe-se o empregador da obrigação legal. No presente caso, a prova dos autos foi no sentido de
que o intervalo intrajornada não era concedido, assim a condenação ao pagamento equivalente, de forma
integral, acrescido do adicional extraordinário, é medida que se impõe.Em assim sendo, resulta imperioso
o pagamento do período integral correspondente, conforme Súmula 437 do TST, verbis: SÚM-437
INTERVALO INTRAJORNADA PARA REPOUSO E ALIMENTA-ÇÃO. APLICAÇÃO DO ART. 71 DA
CLT (conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 307, 342, 354, 380 e 381 da SBDI-1) - Res. 185
/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012 I - Após a edição da Lei nº 8.923/94, a não concessão ou
a concessão parcial do intervalo intrajornada mínimo, para repouso e alimentação, a empregados
urbanos e rurais, implica o pagamento total do período correspondente, e não apenas daquele
suprimido, com acréscimo de, no mínimo, 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de
trabalho (art. 71 da CLT), sem prejuízo do cômputo da efetiva jornada de labor para efeito de
remuneração. II - É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a
supressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene, saúde e
segurança do trabalho, garantido por norma de ordem pública (art. 71 da CLT e art. 7º, XXII, da CF
/1988), infenso à negociação coletiva. III - Possui natureza salarial a parcela prevista no art. 71, § 4º,
da CLT, com redação introduzida pela Lei nº 8.923, de 27 de julho de 1994, quando não concedido ou
reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação, repercutindo,
assim, no cálculo de outras parcelas salariais. IV - Ultrapassada habitualmente a jornada de seis horas
de trabalho, é devido o gozo do intervalo intrajornada mínimo de uma hora, obrigando o empregador a
remunerar o período para descanso e alimentação não usufruído como extra, acrescido do respectivo
adicional, na forma prevista no art. 71, caput e § 4º da CLT. Defiro, por conseguinte, 1 hora extra, por
cada dia trabalhado, diante da inobservância do intervalo de 1 hora. Reformulando entendimento
anteriormente adotado, curvo-me ao disposto na Orientação Jurisprudencial nº 388 da SDI1 do C. TST,
motivo pelo qual PROCEDE o pedido de prorrogação da jornada noturna para as horas trabalhadas após
as 05h.PROCEDEM os pedidos de hora extra (referente ao intervalo intrajornada, sendo 1 por dia,
considerada a jornada 12x36), adicional noturno e de dobra dos feriados.

Ante a habitualidade, cabíveis os reflexos em: férias + 1/3, RSR, 13º salário e FGTS + 40%, conforme
postulado.

Natureza salarial: adicionais noturnos, horas extras, dobras de feriados e reflexos nos 13ºs salários.

Devem ser utilizados os seguintes parâmetros:

Horário pelos cartões de ponto e na ausência 12x36, das 19h às 07h, sem intervalo; Divisor 220;
Adicional de 50% para horas extras e 20% para adicional noturno ou o convencional, se for o caso;
Feriados acima indicados calculados de acordo com os registros de ponto; Exclusão dos dias em que
comprovadamente não houve labor (férias e ausências justificadas) e Cômputo de acordo com a evolução
salarial.

Da responsabilidade das rés

Restou demonstrado na ficha de registro à fl. 247 que o reclamante apenas prestou serviços para a OI
PORTARIA NORTE/NORDESTE - PE, fato corroborado pelos cartões de ponto de fls. 368/382.

Evidenciado, no entanto, que o descumprimento das obrigações, por parte do contratado, decorreu
igualmente de seu comportamento omisso ou irregular em não fiscalizá-lo, em típica culpa in vigilando,
inaceitável que não possa pelo menos responder subsidiariamente pelas consequências do contrato que
atinge a esfera jurídica de terceiro, no caso, o empregado.

Assim, a responsabilidade subsidiária do tomador de serviços é de natureza objetiva, porquanto


beneficiário direto da força de trabalho do empregado da prestadora de serviços, daí com maior razão que
se faça uma boa escolha na contratação, bem como que se proceda à fiscalização quanto ao cumprimento
das obrigações trabalhistas. Caracteriza-se, neste caso, a culpa in eligendo e in vigilandodo segundo
reclamado, impondo-se, assim, a sua responsabilização pelas obrigações trabalhistas impagas pela
empresa prestadora de serviços. Inteligência da Súmula 331, IV e VI, do C. TST, condeno o segundo
reclamado ao pagamento dos créditos trabalhistas, porém de forma subsidiária.

Dos benefícios da justiça gratuita

Presentes os requisitos dos §§ 3º e 4º do art. 790, da CLT, conforme declaração na ata de fl. 383 e
comprovação, concedo à parte autora o benefício da justiça gratuita.

Dos honorários advocatícios

Diante da sucumbência parcial da parte autora nos pleitos formulados, condeno-a ao pagamento de
honorários advocatícios (5%) calculados sobre o proveito econômico da parte ré, na forma prevista no
art. 791-A da CLT.

Entende-se por proveito econômico a diferença entre o que fora postulado e o que fora deferido à parte
autora.

O percentual dos honorários deverá ser distribuído em partes iguais para cada litisconsorte (art. 87, §1º
do NCPC).

Já a reclamada deverá arcar com (5%) do valor da condenação.


Para fixação do percentual acima foi observado o grau de zelo do profissional, a natureza e a importância
da causa, o trabalho realizado pelo advogado e tempo despendido nas suas atribuições (art. 791-A, § 2º
da CLT).

III - DO DISPOSITIVO:

Ante o exposto e considerando o mais que dos autos consta, decido:

1. REJEITAR a preliminar de ilegitimidade passiva ad causam e


2. Julgar PROCEDENTES EM PARTE os pedidos formulados na reclamação trabalhista ajuizada
por RONALDO FERNANDES RAMOS em face da ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.
A.INSTITUTO TELEMAR para condenar a primeira ré e subsidiariamente a segunda a pagar
ao autor os títulos deferidos na fundamentação supra:
Hora extra (referente ao intervalo intrajornada, sendo 1 por dia, considerada a jornada
12x36), adicional noturno e de dobra dos feriados e os reflexos em: férias + 1/3, RSR, 13º
salário e FGTS + 40%.

Custas, pelas reclamadas, no valor de R$ 60,58, conforme planilha em anexo que faz parte
integrante desta sentença como se nela estivesse transcrita.

Trata-se de processo submetido ao procedimento sumaríssimo, segundo o qual, nos termos


do disposto no art. 852-B, I, da CLT, com redação da dada pela Lei nº 9957/2000, o pedido
indicará o valor correspondente. Dessa forma, os valores indicados pelo reclamante na atrial
devem ser observados na conta de liquidação como limite da condenação, sob pena de
violação ao 492, do NCPC, de aplicação supletiva ao Processo do Trabalho (art. 769, CLT),
sendo cabível, na hipótese, tão-somente, a incidência sobre os mesmos apenas dos acessórios
legais, quais sejam, juros de mora e correção monetária.

O Supremo Tribunal Federal, em 05/12/2017, julgou improcedente a Reclamação n. 22.012


/RS ajuizada em face da decisão proferida em agosto de 2015 pelo Tribunal Pleno do TST
(processo nº TST-ArgInc-479-60.2011.5.04.0231), que se encontrava suspensa por liminar.
Entendendo o Pretório Excelso que a decisão do C. TST não desrespeitava o julgamento
lavrado nas ADIs 4.357 e 4.425, por ausência de identidade material entre os fundamentos
do ato reclamado e o que foi efetivamente decidido nas referidas ações apontadas como
paradigma, e seguindo jurisprudência consagrada naquela Corte, o julgamento acabou por
permitir o retorno da discussão acerca da adoção do critério adequado para correção dos
débitos trabalhistas.

Revendo posicionamento anteriormente adotado, e na esteira da fundamentação do voto-


condutor do processo nº TST-ArgInc-479-60.2011.5.04.0231, DECLARO a
inconstitucionalidade do § 7º do art. 879 da CLT, ao partilhar o entendimento de que "a
atualização monetária incidente sobre obrigações expressas em pecúnia constitui direito
subjetivo do credor e deve refletir a exata recomposição do poder aquisitivo decorrente da
inflação do período em que apurado, sob pena de violar o direito fundamental de
propriedade do credor, protegido no artigo 5o, XXII, a coisa julgada (artigo 5o, XXXVI), a
isonomia (artigo 5º, caput), o princípio da separação dos Poderes (artigo 2o) e o postulado
da proporcionalidade, além da eficácia e efetividade do título judicial e provoca o
enriquecimento ilícito do devedor".

Acompanhando a modulação dos efeitos da referida decisão do C. TST, determino que,


quando da atualização monetária dos débitos trabalhistas datados a partir de 25.03.2015, seja
observado o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-Especial (IPCA-E).
Para a correção monetária dos débitos trabalhistas datados até 24.03.2015, deverá ser
utilizado o índice básico da caderneta de poupança (TR), observando-se os índices oficiais
fixados nas tabelas elaboradas pela Corregedoria Regional.

Eis a jurisprudência deste Regional sobre a matéria:

AGRAVO DE PETIÇÃO. APLICAÇÃO DO IPCA-E COMO ÍNDICE DE CORREÇÃO


MONETÁRIA. OBSERVÂNCIA DO JULGAMENTO FINAL PROFERIDO PELO STF NA
RECLAMAÇÃO RCL 22012. MUDANÇA DE POSICIONAMENTO. MODULAÇÃO DE
EFEITOS. De acordo com o julgamento final pelo STF da Reclamação RCL 22012, foi
confirmado decisório do TST exarado no processo nº 479-60.2011.5.04.0231, em que se
declarou a inconstitucionalidade de adoção da TRD como índice de correção monetária
aplicável à Justiça do Trabalho, concluindo que, em seu lugar, devido o IPCA-e a partir de
25/03/2015. O julgamento emanado do STF no curso da execução autorizaria a retificação
de cálculos perseguida pelo autor, o que não atentaria à coisa julgada (art. 5º, XXXVI, da
CF), uma vez que a sentença liquidanda se manifestara genericamente acerca dos
parâmetros de atualização monetária, sem prefixar a TRD no caso em análise. Contudo,
dada a aplicação da modulação de efeitos estabelecida pelo C. TST e o período de vigência
do contrato de emprego em análise, conclui-se pela adoção da TRD. Agravo de petição
desprovido. (Processo: AP - 0010197-82.2014.5.06.0211, Redator: Eduardo Pugliesi, Data
de julgamento: 29/08/2018, Primeira Turma, Data da assinatura: 05/09/2018)

Para apuração dos cálculos deverá ser observada a tabela de atualização deste Regional, pois,
malgrado a redação do art. 459, parágrafo único, da CLT faculte o pagamento de salários até
o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido, o referido dispositivo legal não se aplica ao
caso concreto, posto que, aqui, não se está diante de pagamento de salários, mas sim, de
crédito exequendo, apurado através de ação judicial a ser constituído em título executivo.

Os descontos previdenciários são deferidos por força do que dispõem os arts. 43, parágrafo
único e 44 da Lei nº 8.212/91, com redação dada pela Lei nº 8620/93. Já os descontos fiscais
são cabíveis com base no art. 46 da Lei nº 8541/92 e nos Provimentos nºs 01/96 da CGJT.
Assim, devem ser deduzidas as contribuições previdenciárias e fiscais do crédito do
reclamante, após comprovação de seus recolhimentos pela empresa reclamada em 15 dias.
Em caso de omissão, caberá a Secretaria desta Vara fazê-lo, mercê do que dispõe o art. 28 da
Lei n.º 10.883/2003. No tocante aos recolhimentos previdenciários, a execução deve ser
processada de ofício ex vi do parágrafo único do art. 876 consolidado. Observe-se a Súmula
nº 368 do C. TST.

De acordo com a recente OJ 400 da SBDI-1 do TST, independentemente da natureza jurídica


da obrigação inadimplida, os juros de mora não se incluem na base de cálculo dos descontos
fiscais, ante o cunho indenizatório conferido pelo art. 404 do Código Civil.

As deduções do imposto de renda devem ser apuradas mês a mês, observando-se as tabelas e
alíquotas das épocas próprias a que se referem os rendimentos, porquanto a omissão do
responsável pela retenção e recolhimento da verba na época oportuna não autoriza a
transferência do ônus ao contribuinte tendo em vista a alteração na Lei nº 7.713/1988
(ocorrida com a Lei nº 12.350/2010).

No tocante aos juros e multa da contribuição previdenciária, observe-se a Súmula nº 368


/TST.

Intime-se a União, nos termos do art. 832, § 4°, da CLT.

Intimem-se as partes.

Encerrou-se a audiência.
E, para constar foi lavrada a presente ata devidamente assinada na forma da lei.

Necy Lapenda Pessoa de Albuquerque de Azevedo

Juíza do Trabalho Substituta

RECIFE, 29 de Maio de 2019

NECY LAPENDA PESSOA DE ALBUQUERQUE DE AZEVEDO


Juiz(a) do Trabalho Substituto(a)
PODER JUDICIÁRIO
JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 6ª
REGIÃO
5ª VARA DO TRABALHO DO RECIFE
AVENIDA MARECHAL MASCARENHAS DE MORAIS,
4631, IMBIRIBEIRA, RECIFE - PE - CEP: 51150-004
RTSum 0000293-98.2019.5.06.0005
AUTOR: RONALDO FERNANDES RAMOS
RÉU: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A. ,
INSTITUTO TELEMAR

Processo nº 0000293-98.2019.5.06.0005

Reclamante: RONALDO FERNANDES RAMOS

Reclamados: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.E INSTITUTO TELEMAR

Destaco que o sistema de identificação das peças processuais utiliza a página com a abertura do
PDF em ordem crescente e não o código de identificação (Id).

I - DO RELATÓRIO:

Dispensado, conforme determina o art. 852, I da CLT.

II - DA FUNDAMENTAÇÃO:

Da exclusividade das notificações

Curvo-me ao entendimento sedimentado na Súmula Nº 427 do TST e no art. 272, § 5º do NCPC. Assim,
defiro o pedido de notificação exclusiva, formulado pelas partes. À atenção da Secretaria.

Da preliminar de ilegitimidade passiva ad causam

De acordo com a mais abalizada doutrina processualística, a legitimidade ad causam traduz-se na


pertinência subjetiva da ação.

Desta feita, a sua análise, deve ser feita in abstrato, ou seja, à luz dos elementos narrados na peça
vestibular.

Constata-se, pois, que a controvérsia acerca da existência ou não de responsabilização é matéria de cunho
meritório, demandando, pois, análise do conjunto probatório e não por meio de um exame de cognição
sumária quanto ao nível de profundidade das condições da ação, como recomenda a doutrina processual
(Teoria Abstrata). REJEITO.
Dos pedidos

Do contrato de trabalho

Restou incontroverso que o reclamante trabalhou para a primeira ré no período de 01.04.2018 a


03.01.2019, quando foi despedido sem justa causa, com aviso prévio trabalhado (TRCT de fl. 232).

Em relação à remuneração, deve ser observada, para todos os fins, a remuneração que emerge dos
demonstrativos e fichas financeiras acostadas aos autos, uma vez que não existe controvérsia acerca da
conclusão no sentido de que os valores ali indicados correspondem aos efetivamente auferidos no
decorrer do pacto.

De fato, o art. 464 da CLT dispõe que o pagamento do salário deverá ser efetuado contra recibo, assinado
pelo empregado. Entretanto, tal dispositivo deve ser interpretado de acordo com a conjuntura,
notadamente a evolução tecnológica.

Atualmente, nas médias e grandes empresas não se utiliza mais os arcaicos contracheques, em que se
exigia a assinatura individualizada, mas sim efetuam os pagamentos por intermédio de bancos e
diretamente em conta corrente de seus empregados.

Assim sendo, as fichas financeiras das empresas, em que pese sua unilateralidade e ausência de
assinaturas, tem valor probatório equivalente ao recibo de pagamento, demandando prova consistente de
que o pagamento ali indicado não foi realizado, o que inocorreu no caso a trato. Aplicação do art. 818 da
CLT.

Eventuais diferenças serão objeto de análise no curso da fundamentação do julgado. Feitas essas
considerações, passo a apreciar a postulação formulada pelo demandante.

Da diferença salarial

Alega o autor que conforme disposição no parágrafo segundo da cláusula terceira da CCT de 2018 desde
01.02.2018 deveria receber R$ 1.046,40, valor que apenas foi pago a partir de setembro de 2018, eis que
recebia R$ 1.027,80, fazendo jus a diferença.

A primeira ré sustenta que sempre respeitou as normas coletivas.

Pois bem.

Com efeito, a CCT de fls. 46 e seguintes estipulou em sua cláusula 3ª que o piso da categoria a partir de
1º de fevereiro de 2018 será de R$ 975,92 e, em seu parágrafo segundo, previu o piso de r$ 1.046,40 para
aqueles que exercem as funções de porteiro e recepcionista, também partir daquela mesma data.

Ocorre que, em análise às fichas financeiras, verifica-se que no mês de novembro-2018 (fl. 245), a
empregadora efetuou o pagamento da diferença pretendida (R$ 18,60 x 7 = R$ 130,20), sob a rubrica
"DIF. SALARIAL REF. DISSIDIO".

Assim, IMPROCEDE o pedido de pagamento da diferença salarial, bem como os seus reflexos no FGTS
+ 40%.

Dos pedidos vinculados à jornada laboral


O autor alegou que trabalhava das 19h às 07h, em escala 12 x 36, não usufruindo intervalo intrajornada.
Busca o pagamento das horas intervalares, do adicional noturno equivalente à prorrogação da jornada das
05h às 07h, além da dobra dos domingos e feriados.

Não cabe o pagamento de trabalho realizado aos domingos, tendo em vista que o autor estava submetido
a jornada 12 x 36. Ora, os empregados que trabalham em regime de revezamento 12 x 36 não fazem jus
ao pagamento relativo à prestação de serviços nos dias de repouso semanal e feriados, porque estes se
acham embutidos nas 36 horas de descanso, não devendo, por isso mesmo, ser pagos de forma dobrada.
Desta feita, o trabalho naqueles dias é compensado nos outros dias da semana com as folgas desfrutadas
em dias alternados, existindo, portanto, a devida compensação.

Entretanto, no que tange ao labor em feriados, curvo-me ao disposto na Súmula 444 do C. TST, segundo
a qual:

"É valida, em caráter excepcional, a jornada de doze horas de trabalho por trinta e seis de descanso,
prevista em lei ou ajustada exclusivamente mediante acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva
de trabalho, assegurada a remuneração em dobro dos feriados trabalhados. O empregado não tem
direito ao pagamento de adicional referente ao labor prestado na décima primeira e décima segunda
horas."

Os feriados civis ou nacionais são declarados pela Lei Federal n° 10.607/2002. Os de âmbito estadual
correspondentes às datas magnas dos Estados devem ser pesquisados na lei estadual. Os de âmbito
municipal (religiosos e os dias do início e do término do ano do centenário de fundação do município)
constam de lei municipal, a qual deve ser verificada segundo a tradição local (Leis n°s 9.093/1995 e 9.335
/1996).

Os feriados civis ou nacionais de acordo com a lei acima indicada são:

"Art. 1o São feriados nacionais os dias 1o de janeiro, 21 de abril, 1o de maio, 7 de setembro, 2 de


novembro, 15 de novembro e 25 de dezembro." (NR)

DIAS DO MÊS

LEI FEDERAL N°

1° de Janeiro (Confraternização Universal)

662, de 06.04.1949

21 de Abril (Tiradentes)

662, de 06.04.1949, com redação dada pela Lei n° 10.607, de 19.12.2002

1° de Maio (Dia do Trabalho)

662, de 06.04.1949

07 de Setembro (Independência do Brasil)

662, de 06.04.1949

02 de Novembro (Finados)

662, de 06.04.1949, com redação dada pela Lei n° 10.607, de 19.12.2002


15 de Novembro (Proclamação da República)

662, de 06.04.1949

25 de Dezembro (Natal)

662,de 06.04.1949

Lembra-se que os feriados civis ou nacionais, atualmente 8 ao todo, são os declarados em lei federal.
Assim, considerando-se que a segunda e terça-feira de carnaval não são feriados nacionais e os feriados
locais devem ser declarados em lei municipal, de acordo com a tradição local, conforme a legislação
citada anteriormente, conclui-se que esses dias somente serão considerados feriados nos municípios em
que houver tal determinação por meio da respectiva lei municipal.

Tratando-se de direito municipal ou estadual cabe à parte fazer prova. Assim, deve-se considerar, apenas,
os feriados previstos em lei federal acima descritos.

Em relação ao intervalo intrajornada, tenho que as normas sobre duração da jornada de trabalho são de
cunho tutelar. Por meio delas, pretendeu o legislador assegurar melhores condições ao trabalhador, no
exercício das atividades. Não há dúvidas de que a extensa e contínua execução de tarefas, muitas vezes
repetitivas, gera a diminuição da atenção, aumentando o risco de acidentes. O descanso integra o estudo
da higiene do trabalhador. Por ser meio de contenção da fadiga e estresse, tem natural função preventiva
de disfunções. Tem o intervalo intrajornada, portanto, dupla função: se por um lado destina-se à
alimentação do empregado, por outro preza pela preservação de sua saúde, física e mental, por meio do
descanso. Não por acaso, a duração do trabalho é capítulo constante do Titulo II, da CLT, ao lado de
matérias como salário mínimo e férias anuais. O artigo 71, § 2º, da CLT, assim, deve ser interpretado
sistematicamente, considerando as demais disposições do artigo, além das regras de proteção à saúde do
trabalhador. O art. 71, § 4º, da CLT, chancela o entendimento de que é devida a remuneração, como
extra, do período correspondente ao intervalo intrajornada concedido a menor: § 4º. Quando o intervalo
para repouso e alimentação, previsto neste artigo, não for concedido pelo empregador, este ficará
obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo cinqüenta por cento
sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. O caput do mesmo artigo dispõe que será
obrigatória a concessão de um intervalo mínimo de uma hora, quando a jornada for superior a seis. Dessa
forma, apenas quando assegurado o período mínimo destinado ao descanso e alimentação do empregado,
desincumbe-se o empregador da obrigação legal. No presente caso, a prova dos autos foi no sentido de
que o intervalo intrajornada não era concedido, assim a condenação ao pagamento equivalente, de forma
integral, acrescido do adicional extraordinário, é medida que se impõe.Em assim sendo, resulta imperioso
o pagamento do período integral correspondente, conforme Súmula 437 do TST, verbis: SÚM-437
INTERVALO INTRAJORNADA PARA REPOUSO E ALIMENTA-ÇÃO. APLICAÇÃO DO ART. 71 DA
CLT (conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 307, 342, 354, 380 e 381 da SBDI-1) - Res. 185
/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012 I - Após a edição da Lei nº 8.923/94, a não concessão ou
a concessão parcial do intervalo intrajornada mínimo, para repouso e alimentação, a empregados
urbanos e rurais, implica o pagamento total do período correspondente, e não apenas daquele
suprimido, com acréscimo de, no mínimo, 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de
trabalho (art. 71 da CLT), sem prejuízo do cômputo da efetiva jornada de labor para efeito de
remuneração. II - É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a
supressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene, saúde e
segurança do trabalho, garantido por norma de ordem pública (art. 71 da CLT e art. 7º, XXII, da CF
/1988), infenso à negociação coletiva. III - Possui natureza salarial a parcela prevista no art. 71, § 4º,
da CLT, com redação introduzida pela Lei nº 8.923, de 27 de julho de 1994, quando não concedido ou
reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação, repercutindo,
assim, no cálculo de outras parcelas salariais. IV - Ultrapassada habitualmente a jornada de seis horas
de trabalho, é devido o gozo do intervalo intrajornada mínimo de uma hora, obrigando o empregador a
remunerar o período para descanso e alimentação não usufruído como extra, acrescido do respectivo
adicional, na forma prevista no art. 71, caput e § 4º da CLT. Defiro, por conseguinte, 1 hora extra, por
cada dia trabalhado, diante da inobservância do intervalo de 1 hora. Reformulando entendimento
anteriormente adotado, curvo-me ao disposto na Orientação Jurisprudencial nº 388 da SDI1 do C. TST,
motivo pelo qual PROCEDE o pedido de prorrogação da jornada noturna para as horas trabalhadas após
as 05h.PROCEDEM os pedidos de hora extra (referente ao intervalo intrajornada, sendo 1 por dia,
considerada a jornada 12x36), adicional noturno e de dobra dos feriados.

Ante a habitualidade, cabíveis os reflexos em: férias + 1/3, RSR, 13º salário e FGTS + 40%, conforme
postulado.

Natureza salarial: adicionais noturnos, horas extras, dobras de feriados e reflexos nos 13ºs salários.

Devem ser utilizados os seguintes parâmetros:

Horário pelos cartões de ponto e na ausência 12x36, das 19h às 07h, sem intervalo; Divisor 220;
Adicional de 50% para horas extras e 20% para adicional noturno ou o convencional, se for o caso;
Feriados acima indicados calculados de acordo com os registros de ponto; Exclusão dos dias em que
comprovadamente não houve labor (férias e ausências justificadas) e Cômputo de acordo com a evolução
salarial.

Da responsabilidade das rés

Restou demonstrado na ficha de registro à fl. 247 que o reclamante apenas prestou serviços para a OI
PORTARIA NORTE/NORDESTE - PE, fato corroborado pelos cartões de ponto de fls. 368/382.

Evidenciado, no entanto, que o descumprimento das obrigações, por parte do contratado, decorreu
igualmente de seu comportamento omisso ou irregular em não fiscalizá-lo, em típica culpa in vigilando,
inaceitável que não possa pelo menos responder subsidiariamente pelas consequências do contrato que
atinge a esfera jurídica de terceiro, no caso, o empregado.

Assim, a responsabilidade subsidiária do tomador de serviços é de natureza objetiva, porquanto


beneficiário direto da força de trabalho do empregado da prestadora de serviços, daí com maior razão que
se faça uma boa escolha na contratação, bem como que se proceda à fiscalização quanto ao cumprimento
das obrigações trabalhistas. Caracteriza-se, neste caso, a culpa in eligendo e in vigilandodo segundo
reclamado, impondo-se, assim, a sua responsabilização pelas obrigações trabalhistas impagas pela
empresa prestadora de serviços. Inteligência da Súmula 331, IV e VI, do C. TST, condeno o segundo
reclamado ao pagamento dos créditos trabalhistas, porém de forma subsidiária.

Dos benefícios da justiça gratuita

Presentes os requisitos dos §§ 3º e 4º do art. 790, da CLT, conforme declaração na ata de fl. 383 e
comprovação, concedo à parte autora o benefício da justiça gratuita.

Dos honorários advocatícios

Diante da sucumbência parcial da parte autora nos pleitos formulados, condeno-a ao pagamento de
honorários advocatícios (5%) calculados sobre o proveito econômico da parte ré, na forma prevista no
art. 791-A da CLT.

Entende-se por proveito econômico a diferença entre o que fora postulado e o que fora deferido à parte
autora.

O percentual dos honorários deverá ser distribuído em partes iguais para cada litisconsorte (art. 87, §1º
do NCPC).

Já a reclamada deverá arcar com (5%) do valor da condenação.


Para fixação do percentual acima foi observado o grau de zelo do profissional, a natureza e a importância
da causa, o trabalho realizado pelo advogado e tempo despendido nas suas atribuições (art. 791-A, § 2º
da CLT).

III - DO DISPOSITIVO:

Ante o exposto e considerando o mais que dos autos consta, decido:

1. REJEITAR a preliminar de ilegitimidade passiva ad causam e


2. Julgar PROCEDENTES EM PARTE os pedidos formulados na reclamação trabalhista ajuizada
por RONALDO FERNANDES RAMOS em face da ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.
A.INSTITUTO TELEMAR para condenar a primeira ré e subsidiariamente a segunda a pagar
ao autor os títulos deferidos na fundamentação supra:
Hora extra (referente ao intervalo intrajornada, sendo 1 por dia, considerada a jornada
12x36), adicional noturno e de dobra dos feriados e os reflexos em: férias + 1/3, RSR, 13º
salário e FGTS + 40%.

Custas, pelas reclamadas, no valor de R$ 60,58, conforme planilha em anexo que faz parte
integrante desta sentença como se nela estivesse transcrita.

Trata-se de processo submetido ao procedimento sumaríssimo, segundo o qual, nos termos


do disposto no art. 852-B, I, da CLT, com redação da dada pela Lei nº 9957/2000, o pedido
indicará o valor correspondente. Dessa forma, os valores indicados pelo reclamante na atrial
devem ser observados na conta de liquidação como limite da condenação, sob pena de
violação ao 492, do NCPC, de aplicação supletiva ao Processo do Trabalho (art. 769, CLT),
sendo cabível, na hipótese, tão-somente, a incidência sobre os mesmos apenas dos acessórios
legais, quais sejam, juros de mora e correção monetária.

O Supremo Tribunal Federal, em 05/12/2017, julgou improcedente a Reclamação n. 22.012


/RS ajuizada em face da decisão proferida em agosto de 2015 pelo Tribunal Pleno do TST
(processo nº TST-ArgInc-479-60.2011.5.04.0231), que se encontrava suspensa por liminar.
Entendendo o Pretório Excelso que a decisão do C. TST não desrespeitava o julgamento
lavrado nas ADIs 4.357 e 4.425, por ausência de identidade material entre os fundamentos
do ato reclamado e o que foi efetivamente decidido nas referidas ações apontadas como
paradigma, e seguindo jurisprudência consagrada naquela Corte, o julgamento acabou por
permitir o retorno da discussão acerca da adoção do critério adequado para correção dos
débitos trabalhistas.

Revendo posicionamento anteriormente adotado, e na esteira da fundamentação do voto-


condutor do processo nº TST-ArgInc-479-60.2011.5.04.0231, DECLARO a
inconstitucionalidade do § 7º do art. 879 da CLT, ao partilhar o entendimento de que "a
atualização monetária incidente sobre obrigações expressas em pecúnia constitui direito
subjetivo do credor e deve refletir a exata recomposição do poder aquisitivo decorrente da
inflação do período em que apurado, sob pena de violar o direito fundamental de
propriedade do credor, protegido no artigo 5o, XXII, a coisa julgada (artigo 5o, XXXVI), a
isonomia (artigo 5º, caput), o princípio da separação dos Poderes (artigo 2o) e o postulado
da proporcionalidade, além da eficácia e efetividade do título judicial e provoca o
enriquecimento ilícito do devedor".

Acompanhando a modulação dos efeitos da referida decisão do C. TST, determino que,


quando da atualização monetária dos débitos trabalhistas datados a partir de 25.03.2015, seja
observado o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-Especial (IPCA-E).
Para a correção monetária dos débitos trabalhistas datados até 24.03.2015, deverá ser
utilizado o índice básico da caderneta de poupança (TR), observando-se os índices oficiais
fixados nas tabelas elaboradas pela Corregedoria Regional.

Eis a jurisprudência deste Regional sobre a matéria:

AGRAVO DE PETIÇÃO. APLICAÇÃO DO IPCA-E COMO ÍNDICE DE CORREÇÃO


MONETÁRIA. OBSERVÂNCIA DO JULGAMENTO FINAL PROFERIDO PELO STF NA
RECLAMAÇÃO RCL 22012. MUDANÇA DE POSICIONAMENTO. MODULAÇÃO DE
EFEITOS. De acordo com o julgamento final pelo STF da Reclamação RCL 22012, foi
confirmado decisório do TST exarado no processo nº 479-60.2011.5.04.0231, em que se
declarou a inconstitucionalidade de adoção da TRD como índice de correção monetária
aplicável à Justiça do Trabalho, concluindo que, em seu lugar, devido o IPCA-e a partir de
25/03/2015. O julgamento emanado do STF no curso da execução autorizaria a retificação
de cálculos perseguida pelo autor, o que não atentaria à coisa julgada (art. 5º, XXXVI, da
CF), uma vez que a sentença liquidanda se manifestara genericamente acerca dos
parâmetros de atualização monetária, sem prefixar a TRD no caso em análise. Contudo,
dada a aplicação da modulação de efeitos estabelecida pelo C. TST e o período de vigência
do contrato de emprego em análise, conclui-se pela adoção da TRD. Agravo de petição
desprovido. (Processo: AP - 0010197-82.2014.5.06.0211, Redator: Eduardo Pugliesi, Data
de julgamento: 29/08/2018, Primeira Turma, Data da assinatura: 05/09/2018)

Para apuração dos cálculos deverá ser observada a tabela de atualização deste Regional, pois,
malgrado a redação do art. 459, parágrafo único, da CLT faculte o pagamento de salários até
o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido, o referido dispositivo legal não se aplica ao
caso concreto, posto que, aqui, não se está diante de pagamento de salários, mas sim, de
crédito exequendo, apurado através de ação judicial a ser constituído em título executivo.

Os descontos previdenciários são deferidos por força do que dispõem os arts. 43, parágrafo
único e 44 da Lei nº 8.212/91, com redação dada pela Lei nº 8620/93. Já os descontos fiscais
são cabíveis com base no art. 46 da Lei nº 8541/92 e nos Provimentos nºs 01/96 da CGJT.
Assim, devem ser deduzidas as contribuições previdenciárias e fiscais do crédito do
reclamante, após comprovação de seus recolhimentos pela empresa reclamada em 15 dias.
Em caso de omissão, caberá a Secretaria desta Vara fazê-lo, mercê do que dispõe o art. 28 da
Lei n.º 10.883/2003. No tocante aos recolhimentos previdenciários, a execução deve ser
processada de ofício ex vi do parágrafo único do art. 876 consolidado. Observe-se a Súmula
nº 368 do C. TST.

De acordo com a recente OJ 400 da SBDI-1 do TST, independentemente da natureza jurídica


da obrigação inadimplida, os juros de mora não se incluem na base de cálculo dos descontos
fiscais, ante o cunho indenizatório conferido pelo art. 404 do Código Civil.

As deduções do imposto de renda devem ser apuradas mês a mês, observando-se as tabelas e
alíquotas das épocas próprias a que se referem os rendimentos, porquanto a omissão do
responsável pela retenção e recolhimento da verba na época oportuna não autoriza a
transferência do ônus ao contribuinte tendo em vista a alteração na Lei nº 7.713/1988
(ocorrida com a Lei nº 12.350/2010).

No tocante aos juros e multa da contribuição previdenciária, observe-se a Súmula nº 368


/TST.

Intime-se a União, nos termos do art. 832, § 4°, da CLT.

Intimem-se as partes.

Encerrou-se a audiência.
E, para constar foi lavrada a presente ata devidamente assinada na forma da lei.

Necy Lapenda Pessoa de Albuquerque de Azevedo

Juíza do Trabalho Substituta

RECIFE, 29 de Maio de 2019

NECY LAPENDA PESSOA DE ALBUQUERQUE DE AZEVEDO


Juiz(a) do Trabalho Substituto(a)
CÁLCULO DOS HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS DEVIDOS PELO AUTOR

PERCENTUAL 5%

VERBAS Pedido Deferido Diferença Proveito Econômico Crédito do Autor


TOTAL DAS VERBAS 9.595,09 2.400,50 7.194,59 7.194,59 2.400,50
9.595,09 2.400,50 7.194,59 2.400,50

Honorários Sucumbenciais Devidos pelo Autor 359,73 179,86


PJe-Calc Processo:
Sistema de Cálculos Trabalhistas Cálculo:
PLANILHA DE CÁLCULO
Reclamante: RONALDO FERNANDES RAMOS
Reclamado: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.
Período do Cálculo: Data Ajuizamento: 03/04 Data Liquidação:
/2019
Resumo do Cálculo
Valor
Descrição do Bruto Devido ao Reclamante Juros
Corrigido

ADICIONAL NOTURNO 20% 392,01 6,86

FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% 38,53 0,73

REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% 91,90 1,60

13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20% 30,54 0,53

DOBRA DE FERIADOS 179,47 3,14

FÉRIAS + 1/3 SOBRE DOBRA DE FERIADOS 17,94 0,34

REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE DOBRA DE FERIADOS 51,27 0,90

13º SALÁRIO SOBRE DOBRA DE FERIADOS 11,84 0,21

INTERVALO INTRAJORNADA 1.013,23 17,71

FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA 100,04 1,90

REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA 213,82 3,75

13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA 82,41 1,43

FGTS 8% 126,79 2,41

MULTA SOBRE FGTS 40% 50,71 0,96

Total 2.400,50 42,47

Percentual de Parcelas Remunera


Descrição de Créditos e Descontos do Reclamante Valor Descrição de Débitos do Reclamado por Credor

VERBAS 2.262,10 LÍQUIDO DEVIDO AO RECLAMANTE

FGTS 180,87 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE SALÁRIOS DEVIDOS

Bruto Devido ao Reclamante 2.442,97 HONORÁRIOS LÍQUIDOS PARA FELICIANA MARIA SILVA BILIO

DEDUÇÃO DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (165,31) IRPF SOBRE HONORÁRIOS PARA FELICIANA MARIA SILVA BILIO

IRPF DEVIDO PELO RECLAMANTE 0,00 IRPF DEVIDO PELO RECLAMANTE

Total de Descontos (165,31) Subtotal

Líquido Devido ao Reclamante 2.277,66 CUSTAS JUDICIAIS DEVIDAS PELO RECLAMADO

Total Devido pelo Reclamado

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Descrição de Débitos do Reclamante

HONORÁRIOS LÍQUIDOS PARA DANIEL BATTIPAGLIA SGAI

IRPF SOBRE HONORÁRIOS PARA DANIEL BATTIPAGLIA SGAI

HONORÁRIOS LÍQUIDOS PARA SÉRGIO ALENCAR DE AQUINO

IRPF SOBRE HONORÁRIOS PARA SÉRGIO ALENCAR DE AQUINO

Total Devido pelo Reclamante 359,72

Critério de Cálculo e Fundamentação Legal


1. Valores corrigidos pelo índice 'IPCA-E', acumulado a partir do mês subsequente ao vencimento, conforme súmula nº 381 do TST.
2. Contribuições sociais sobre 'salários devidos vencidos antes de 05/03/2009' sem acréscimo de juros e multa, conforme Art. 276, ca
/99. Contribuições sociais sobre 'salários devidos vencidos a partir de 05/03/2009' com acréscimo de juros desde a prestação do se
de multa.
3. Imposto de renda apurado através da 'tabela progressiva acumulada', vigente no mês da liquidação, para ocorrências relativas a an
liquidação (Art. 12-A da Lei nº 7.713/1988) e através da 'tabela progressiva mensal', vigente no mês da liquidação, para ocorrênc
liquidação (Art. 12 da Lei nº 7.713/1988).
4. Juros simples de 1% a.m., pro rata dia (Art. 39 da Lei nº 8177/91).
5. Juros de mora sobre verbas apurados após a dedução da contribuição social devida pelo reclamante.
Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE

ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Processo:
Cálculo:
PLANILHA DE CÁLCULO
Reclamante: RONALDO FERNANDES RAMOS
Reclamado: ELFE OPERACAO E MANUTENCAO S.A.
Período do Cálculo: Data Ajuizamento: 03/04/2019 Data Liquidação:
Dados do Cálculo
Estado: PE Município: RECIFE Admissão: 01/04/2018 Demissão:
Regime de Trabalho: Tempo Integral Aplicar Prescrição Quinquenal: Não Aplicar Prescrição Trintenária:
Maior Remuneração: Última Remuneração: Limitar Avos ao Período de Cálculo:
Prazo de Aviso Prévio: Calculado Projetar Aviso Prévio Indenizado: Não Considerar Feriados
Zerar Valor Negativo (Padrão): Não Considerar Feriados Estaduais: Não
Carga Horária (Padrão): 220,00 Sábado como Dia Útil: Sim
Cartão de Ponto Diário
OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanai

01/04/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29

02/04/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00

03/04/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

04/04/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00

05/04/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

06/04/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00

07/04/2018 Sábado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

08/04/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00

09/04/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

10/04/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00

11/04/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

12/04/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00

13/04/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

14/04/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00

15/04/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29

16/04/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00

17/04/2018 Terça 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

18/04/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanais

19/04/2018 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29 0,00

20/04/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

21/04/2018 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00

22/04/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

23/04/2018 Segunda 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29 0,00

24/04/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

25/04/2018 Quarta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29 0,00

26/04/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

27/04/2018 Sexta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29 0,00

28/04/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

29/04/2018 Domingo 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29 0,00

30/04/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00


01/05/2018 Feriado 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 13,35 0,00

02/05/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

03/05/2018 Quinta 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

04/05/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

05/05/2018 Sábado 18:56-07:02 13,39 3,07 10,32 5,39 0,00

06/05/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

07/05/2018 Segunda 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

08/05/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

09/05/2018 Quarta 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00

10/05/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

11/05/2018 Sexta 18:56-07:04 13,43 3,07 10,36 5,43 0,00

12/05/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

13/05/2018 Domingo 18:59-07:02 13,34 3,02 10,32 13,34 0,00

14/05/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

15/05/2018 Terça 18:55-07:01 13,39 3,08 10,31 5,39 0,00

16/05/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

17/05/2018 Quinta 18:58-07:03 13,38 3,03 10,35 5,38 0,00

18/05/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

19/05/2018 Sábado 18:56-07:05 13,45 3,07 10,38 5,45 0,00

20/05/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

21/05/2018 Segunda 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

22/05/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

23/05/2018 Quarta 18:59-07:01 13,32 3,02 10,30 5,32 0,00

24/05/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanais

25/05/2018 Sexta 18:58-07:04 13,40 3,03 10,37 5,40 0,00

26/05/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

27/05/2018 Domingo 18:55-07:03 13,43 3,08 10,35 13,43 0,00

28/05/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

29/05/2018 Terça 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

30/05/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

31/05/2018 Quinta 18:59-07:01 13,32 3,02 10,30 5,32 0,00

01/06/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

02/06/2018 Sábado 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00

03/06/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

04/06/2018 Segunda 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

05/06/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

06/06/2018 Quarta 18:55-07:04 13,45 3,08 10,37 5,45 0,00

07/06/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

08/06/2018 Sexta 18:56-07:02 13,39 3,07 10,32 5,39 0,00

09/06/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

10/06/2018 Domingo 18:58-07:03 13,38 3,03 10,35 13,38 0,00

11/06/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

12/06/2018 Terça 18:59-07:01 13,32 3,02 10,30 5,32 0,00

13/06/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

14/06/2018 Quinta 18:57-07:05 13,43 3,05 10,38 5,43 0,00

15/06/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

16/06/2018 Sábado 18:56-07:02 13,39 3,07 10,32 5,39 0,00

17/06/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

18/06/2018 Segunda 18:58-07:04 13,40 3,03 10,37 5,40 0,00


19/06/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

20/06/2018 Quarta 18:55-07:01 13,39 3,08 10,31 5,39 0,00

21/06/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

22/06/2018 Sexta 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

23/06/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

24/06/2018 Domingo 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 13,37 0,00

25/06/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

26/06/2018 Terça 18:56-07:05 13,45 3,07 10,38 5,45 0,00

27/06/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

28/06/2018 Quinta 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

29/06/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanais

30/06/2018 Sábado 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

01/07/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

02/07/2018 Segunda 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00

03/07/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

04/07/2018 Quarta 18:55-07:03 13,43 3,08 10,35 5,43 0,00

05/07/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

06/07/2018 Sexta 18:58-07:02 13,36 3,03 10,33 5,36 0,00

07/07/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

08/07/2018 Domingo 18:56-07:04 13,43 3,07 10,36 13,43 0,00

09/07/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

10/07/2018 Terça 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00

11/07/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

12/07/2018 Quinta 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

13/07/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

14/07/2018 Sábado 18:58-07:02 13,36 3,03 10,33 5,36 0,00

15/07/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

16/07/2018 Segunda 18:55-07:05 13,46 3,08 10,38 5,46 0,00

17/07/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

18/07/2018 Quarta 18:56-07:04 13,43 3,07 10,36 5,43 0,00

19/07/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

20/07/2018 Sexta 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00

21/07/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

22/07/2018 Domingo 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 13,36 0,00

23/07/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

24/07/2018 Terça 18:58-07:02 13,36 3,03 10,33 5,36 0,00

25/07/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

26/07/2018 Quinta 18:55-07:05 13,46 3,08 10,38 5,46 0,00

27/07/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

28/07/2018 Sábado 18:56-07:04 13,43 3,07 10,36 5,43 0,00

29/07/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

30/07/2018 Segunda 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00

31/07/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

01/08/2018 Quarta 18:56-07:01 13,37 3,07 10,30 5,37 0,00

02/08/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

03/08/2018 Sexta 18:58-07:03 13,38 3,03 10,35 5,38 0,00

04/08/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.


OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanais

05/08/2018 Domingo 18:57-07:05 13,43 3,05 10,38 13,43 0,00

06/08/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

07/08/2018 Terça 18:59-07:02 13,34 3,02 10,32 5,34 0,00

08/08/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

09/08/2018 Quinta 18:55-07:04 13,45 3,08 10,37 5,45 0,00

10/08/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

11/08/2018 Sábado 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

12/08/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

13/08/2018 Segunda 18:56-07:03 13,41 3,07 10,34 5,41 0,00

14/08/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

15/08/2018 Quarta 18:59-07:02 13,34 3,02 10,32 5,34 0,00

16/08/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

17/08/2018 Sexta 18:57-07:05 13,43 3,05 10,38 5,43 0,00

18/08/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

19/08/2018 Domingo 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 13,34 0,00

20/08/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

21/08/2018 Terça 18:56-07:03 13,41 3,07 10,34 5,41 0,00

22/08/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

23/08/2018 Quinta 18:59-07:02 13,34 3,02 10,32 5,34 0,00

24/08/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

25/08/2018 Sábado 18:57-07:04 13,41 3,05 10,36 5,41 0,00

26/08/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

27/08/2018 Segunda 18:58-07:05 13,41 3,03 10,38 5,41 0,00

28/08/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

29/08/2018 Quarta 18:55-07:01 13,39 3,08 10,31 5,39 0,00

30/08/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

31/08/2018 Sexta 18:56-07:03 13,41 3,07 10,34 5,41 0,00

01/09/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

02/09/2018 Domingo 18:55-06:59 13,35 3,08 10,27 13,35 0,00

03/09/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

04/09/2018 Terça 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

05/09/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

06/09/2018 Quinta 18:56-07:03 13,41 3,07 10,34 5,41 0,00

07/09/2018 Feriado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

08/09/2018 Sábado 18:59-07:01 13,32 3,02 10,30 5,32 0,00

09/09/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanais

10/09/2018 Segunda 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

11/09/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

12/09/2018 Quarta 18:56-07:04 13,43 3,07 10,36 5,43 0,00

13/09/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

14/09/2018 Sexta 18:58-07:05 13,41 3,03 10,38 5,41 0,00

15/09/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

16/09/2018 Domingo 18:55-07:03 13,43 3,08 10,35 13,43 0,00

17/09/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

18/09/2018 Terça 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00


19/09/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

20/09/2018 Quinta 18:59-07:02 13,34 3,02 10,32 5,34 0,00

21/09/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

22/09/2018 Sábado 18:58-07:04 13,40 3,03 10,37 5,40 0,00

23/09/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

24/09/2018 Segunda 18:56-07:05 13,45 3,07 10,38 5,45 0,00

25/09/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

26/09/2018 Quarta 18:55-07:01 13,39 3,08 10,31 5,39 0,00

27/09/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

28/09/2018 Sexta 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

29/09/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

30/09/2018 Domingo 18:58-07:03 13,38 3,03 10,35 13,38 0,00

01/10/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

02/10/2018 Terça 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

03/10/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

04/10/2018 Quinta 18:59-07:04 13,38 3,02 10,36 5,38 0,00

05/10/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

06/10/2018 Sábado 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

07/10/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

08/10/2018 Segunda 18:57-07:03 13,39 3,05 10,34 5,39 0,00

09/10/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

10/10/2018 Quarta 18:56-07:01 13,37 3,07 10,30 5,37 0,00

11/10/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

12/10/2018 Feriado 18:58-07:02 13,36 3,03 10,33 13,36 0,00

13/10/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

14/10/2018 Domingo 18:59-07:04 13,38 3,02 10,36 13,38 0,00

15/10/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanais

16/10/2018 Terça 18:57-07:05 13,43 3,05 10,38 5,43 0,00

17/10/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

18/10/2018 Quinta 18:58-07:03 13,38 3,03 10,35 5,38 0,00

19/10/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

20/10/2018 Sábado 18:56-07:01 13,37 3,07 10,30 5,37 0,00

21/10/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

22/10/2018 Segunda 18:59-07:04 13,38 3,02 10,36 5,38 0,00

23/10/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

24/10/2018 Quarta 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

25/10/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

26/10/2018 Sexta 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

27/10/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

28/10/2018 Domingo 18:56-07:00 13,35 3,07 10,28 13,35 0,00

29/10/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

30/10/2018 Terça 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

31/10/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

01/11/2018 Quinta 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

02/11/2018 Feriado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

03/11/2018 Sábado 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

04/11/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

05/11/2018 Segunda 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

06/11/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00


07/11/2018 Quarta 18:56-07:00 13,35 3,07 10,28 5,35 0,00

08/11/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

09/11/2018 Sexta 18:58-07:04 13,40 3,03 10,37 5,40 0,00

10/11/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

11/11/2018 Domingo 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 13,37 0,00

12/11/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

13/11/2018 Terça 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

14/11/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

15/11/2018 Feriado 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 13,34 0,00

16/11/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

17/11/2018 Sábado 18:56-07:00 13,35 3,07 10,28 5,35 0,00

18/11/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

19/11/2018 Segunda 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

20/11/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semanais

21/11/2018 Quarta 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

22/11/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

23/11/2018 Sexta 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

24/11/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

25/11/2018 Domingo 18:56-07:00 13,35 3,07 10,28 13,35 0,00

26/11/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

27/11/2018 Terça 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

28/11/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

29/11/2018 Quinta 18:59-07:04 13,38 3,02 10,36 5,38 0,00

30/11/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

01/12/2018 Sábado 18:57-07:02 13,37 3,05 10,32 5,37 0,00

02/12/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

03/12/2018 Segunda 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 5,36 0,00

04/12/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

05/12/2018 Quarta 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 5,35 0,00

06/12/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

07/12/2018 Sexta 18:55-07:00 13,37 3,08 10,29 5,37 0,00

08/12/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

09/12/2018 Domingo 18:59-07:03 13,36 3,02 10,34 13,36 0,00

10/12/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

11/12/2018 Terça 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

12/12/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

13/12/2018 Quinta 18:57-07:03 13,39 3,05 10,34 5,39 0,00

14/12/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

15/12/2018 Sábado 18:59-07:02 13,34 3,02 10,32 5,34 0,00

16/12/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

17/12/2018 Segunda 18:58-07:01 13,34 3,03 10,31 5,34 0,00

18/12/2018 Terça - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

19/12/2018 Quarta 18:56-07:00 13,35 3,07 10,28 5,35 0,00

20/12/2018 Quinta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

21/12/2018 Sexta 18:58-07:03 13,38 3,03 10,35 5,38 0,00

22/12/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

23/12/2018 Domingo 18:59-07:04 13,38 3,02 10,36 13,38 0,00

24/12/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

25/12/2018 Feriado 18:57-07:01 13,35 3,05 10,30 13,35 0,00


26/12/2018 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO DIARIO

Data Dia Frequência Horas Trabalhadas Horas Diurnas Horas Noturnas Horas Extras Diárias Horas Extras Semana

27/12/2018 Quinta 18:56-07:00 13,35 3,07 10,28 5,35

28/12/2018 Sexta - 0,00 0,00 0,00 0,00

29/12/2018 Sábado - 0,00 0,00 0,00 0,00

30/12/2018 Domingo - 0,00 0,00 0,00 0,00

31/12/2018 Segunda - 0,00 0,00 0,00 0,00

01/01/2019 Feriado 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 13,29

02/01/2019 Quarta - 0,00 0,00 0,00 0,00

03/01/2019 Quinta 19:00-07:00 13,29 3,00 10,29 5,29

Cartão de Ponto Mensal


OCORRÊNCIAS DO CARTÃO DE PONTO MENSAL

MÊS/ANO Horas Trabalhadas Horas Noturnas Horas Extras Horas Intrajornadas Feriados Trabalhados

04/2018 199,35 154,35 111,35 15,00 1,00

05/2018 214,01 165,28 110,01 16,00 1,00

06/2018 200,75 155,03 96,75 15,00 0,00

07/2018 200,84 155,06 96,84 15,00 0,00

08/2018 214,20 165,43 102,20 16,00 0,00

09/2018 200,74 154,98 104,74 15,00 0,00

10/2018 200,57 154,96 104,57 15,00 1,00

11/2018 200,41 154,80 104,41 15,00 1,00

12/2018 187,03 144,44 99,03 14,00 1,00

01/2019 26,58 20,58 18,58 2,00 1,00

Histórico Salarial
OCORRÊNCIAS DO HISTÓRICO SALARIAL

MÊS/ANO SALÁRIO DEVIDO SALÁRIO PAGO

04/2018 1.046,40 1.046,40

05/2018 1.046,40 1.046,40

06/2018 1.046,40 1.046,40

07/2018 1.046,40 1.046,40

08/2018 1.046,40 1.046,40

09/2018 1.046,40 1.046,40

10/2018 1.046,40 1.046,40

11/2018 1.046,40 1.046,40

12/2018 1.046,40 1.046,40

01/2019 1.046,40 1.046,40

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Demonstrativo de Verbas
Nome: ADICIONAL NOTURNO 20%
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social / IR
Comentário: OBSERVADA A PRORROGAÇÃO DO HORÁRIO NOTURNO E DEDUÇÃO DO VALOR PAGO.
((((SALÁRIO PAGO) / CARGA HORÁRIA) X 0,20000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

01 a 30/04/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,3500 Não 146,83 0,00 146,83 1,047122373

01 a 31/05/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 165,2800 Não 157,23 137,04 20,19 1,045658451

01 a 30/06/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 155,0300 Não 147,48 117,45 30,03 1,034179064

01 a 31/07/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 155,0600 Não 147,50 137,04 10,46 1,027602408

01 a 31/08/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 165,4300 Não 157,37 117,45 39,92 1,026268259
01 a 30/09/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,9800 Não 147,43 125,28 22,15 1,025345449

01 a 31/10/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,9600 Não 147,41 117,45 29,96 1,019432739

01 a 30/11/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 154,8000 Não 147,26 119,58 27,68 1,017499490

01 a 31/12/2018 1.046,40 220,0000 0,20000000 144,4400 Não 137,40 104,95 32,45 1,019130098

01 a 03/01/2019 1.046,40 220,0000 0,20000000 20,5800 Não 19,58 0,00 19,58 1,016081852

Nome: FÉRIAS + 1/3 SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20%


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((ADICIONAL NOTURNO 20%) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

03 a 03/01/2019 37,92 12,0000 1,33333333 9,0000 Não 37,92 0,00 37,92 1,016081852

Nome: REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20%


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((ADICIONAL NOTURNO 20%) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

01 a 30/04/2018 146,83 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 36,71 0,00 36,71 1,047122373

01 a 31/05/2018 20,19 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 3,88 0,00 3,88 1,045658451

01 a 30/06/2018 30,03 26,0000 1,00000000 4,0000 Não 4,62 0,00 4,62 1,034179064

01 a 31/07/2018 10,46 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 2,01 0,00 2,01 1,027602408

01 a 31/08/2018 39,92 27,0000 1,00000000 4,0000 Não 5,91 0,00 5,91 1,026268259

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

((((ADICIONAL NOTURNO 20%) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

01 a 30/09/2018 22,15 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 5,54 0,00 5,54 1,025345449

01 a 31/10/2018 29,96 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 5,76 0,00 5,76 1,019432739

01 a 30/11/2018 27,68 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 6,92 0,00 6,92 1,017499490

01 a 31/12/2018 32,45 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 7,79 0,00 7,79 1,019130098

01 a 03/01/2019 19,58 2,0000 1,00000000 1,0000 Não 9,79 0,00 9,79 1,016081852

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE ADICIONAL NOTURNO 20%


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((ADICIONAL NOTURNO 20%) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

20 a 20/12/2018 39,96 12,0000 1,00000000 9,0000 Não 29,97 0,00 29,97 1,019130098

03 a 03/01/2019 19,58 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,016081852

Nome: DOBRA DE FERIADOS


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social /
Comentário: -
((((SALÁRIO PAGO) / 30,0000) X 1,00000000) X QUANTIDADE)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

01 a 30/04/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 1,0000 Não 34,88 0,00 34,88 1,047122373

01 a 31/05/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 1,0000 Não 34,88 0,00 34,88 1,045658451

01 a 30/06/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,034179064

01 a 31/07/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,027602408

01 a 31/08/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,026268259

01 a 30/09/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,025345449

01 a 31/10/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,019432739

01 a 30/11/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 1,0000 Não 34,88 0,00 34,88 1,017499490
01 a 31/12/2018 1.046,40 30,0000 1,00000000 1,0000 Não 34,88 0,00 34,88 1,019130098

01 a 03/01/2019 1.046,40 30,0000 1,00000000 1,0000 Não 34,88 0,00 34,88 1,016081852

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Nome: FÉRIAS + 1/3 SOBRE DOBRA DE FERIADOS


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((DOBRA DE FERIADOS) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

03 a 03/01/2019 17,66 12,0000 1,33333333 9,0000 Não 17,66 0,00 17,66 1,016081852

Nome: REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE DOBRA DE FERIADOS


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((DOBRA DE FERIADOS) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

01 a 30/04/2018 34,88 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 8,72 0,00 8,72 1,047122373

01 a 31/05/2018 34,88 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 6,71 0,00 6,71 1,045658451

01 a 30/06/2018 0,00 26,0000 1,00000000 4,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,034179064

01 a 31/07/2018 0,00 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,027602408

01 a 31/08/2018 0,00 27,0000 1,00000000 4,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,026268259

01 a 30/09/2018 0,00 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,025345449

01 a 31/10/2018 0,00 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,019432739

01 a 30/11/2018 34,88 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 8,72 0,00 8,72 1,017499490

01 a 31/12/2018 34,88 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 8,37 0,00 8,37 1,019130098

01 a 03/01/2019 34,88 2,0000 1,00000000 1,0000 Não 17,44 0,00 17,44 1,016081852

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE DOBRA DE FERIADOS


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((DOBRA DE FERIADOS) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

20 a 20/12/2018 15,50 12,0000 1,00000000 9,0000 Não 11,62 0,00 11,62 1,019130098

03 a 03/01/2019 34,88 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00 1,016081852

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Nome: INTERVALO INTRAJORNADA


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): FGTS / Contribuição Social /
Comentário: -
((((SALÁRIO PAGO) / CARGA HORÁRIA) X 1,50000000) X IMPORTADA DO CARTÃO DE PONTO)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

01 a 30/04/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,047122373

01 a 31/05/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 16,0000 Não 114,15 0,00 114,15 1,045658451

01 a 30/06/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,034179064

01 a 31/07/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,027602408

01 a 31/08/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 16,0000 Não 114,15 0,00 114,15 1,026268259

01 a 30/09/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,025345449

01 a 31/10/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,019432739

01 a 30/11/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 15,0000 Não 107,02 0,00 107,02 1,017499490

01 a 31/12/2018 1.046,40 220,0000 1,50000000 14,0000 Não 99,88 0,00 99,88 1,019130098

01 a 03/01/2019 1.046,40 220,0000 1,50000000 2,0000 Não 14,27 0,00 14,27 1,016081852
Nome: FÉRIAS + 1/3 SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA
Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((INTERVALO INTRAJORNADA) / 12,0000) X 1,33333333) X AVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

03 a 03/01/2019 98,46 12,0000 1,33333333 9,0000 Não 98,46 0,00 98,46 1,016081852

Nome: REPOUSO SEMANAL REMUNERADO E FERIADO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((INTERVALO INTRAJORNADA) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença Índice Correção

01 a 30/04/2018 107,02 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 26,76 0,00 26,76 1,047122373

01 a 31/05/2018 114,15 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 21,95 0,00 21,95 1,045658451

01 a 30/06/2018 107,02 26,0000 1,00000000 4,0000 Não 16,46 0,00 16,46 1,034179064

01 a 31/07/2018 107,02 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 20,58 0,00 20,58 1,027602408

01 a 31/08/2018 114,15 27,0000 1,00000000 4,0000 Não 16,91 0,00 16,91 1,026268259

01 a 30/09/2018 107,02 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 26,76 0,00 26,76 1,025345449

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

((((INTERVALO INTRAJORNADA) / DIAS ÚTEIS) X 1,00000000) X REPOUSOS E FERIADOS/PONTOS FACULTATIVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença

01 a 31/10/2018 107,02 26,0000 1,00000000 5,0000 Não 20,58 0,00 20,58

01 a 30/11/2018 107,02 24,0000 1,00000000 6,0000 Não 26,76 0,00 26,76

01 a 31/12/2018 99,88 25,0000 1,00000000 6,0000 Não 23,97 0,00 23,97

01 a 03/01/2019 14,27 2,0000 1,00000000 1,0000 Não 7,14 0,00 7,14

Nome: 13º SALÁRIO SOBRE INTERVALO INTRAJORNADA


Período: 01/04/2018 a 03/01/2019 Incidência(s): Contribuição Social / IRPF
Comentário: -
((((INTERVALO INTRAJORNADA) / 12,0000) X 1,00000000) X AVOS)

Período Mensal Base Divisor Multiplicador Quantidade Dobra Devido Pago Diferença

20 a 20/12/2018 107,81 12,0000 1,00000000 9,0000 Não 80,86 0,00 80,86

03 a 03/01/2019 14,27 12,0000 1,00000000 0,0000 Não 0,00 0,00 0,00

Demonstrativo de Juros sobre Verbas


Nome: JUROS SOBRE VERBAS
Ocorrência Data Inicial Total de Verbas Contribuição Social Previdência Privada Capital

04/2018 03/04/2019 377,92 30,23 0,00 347,69

05/2018 03/04/2019 210,97 16,88 0,00 194,09

06/2018 03/04/2019 163,54 13,08 0,00 150,46

07/2018 03/04/2019 143,94 11,51 0,00 132,43

08/2018 03/04/2019 181,54 14,52 0,00 167,02

09/2018 03/04/2019 165,56 13,25 0,00 152,31

10/2018 03/04/2019 166,49 13,32 0,00 153,17

11/2018 03/04/2019 215,68 17,26 0,00 198,42

12/2018 03/04/2019 336,10 26,88 0,00 309,22

01/2019 03/04/2019 261,26 8,38 0,00 252,88

Demonstrativo de FGTS
Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.
Nome: FGTS 8%
Período: 04/2018 a 01/2019
Comentário: PAGAR AO RECLAMANTE
(ADICIONAL NOTURNO 20% + DOBRA DE FERIADOS + INTERVALO INTRAJORNADA) X 8%

Ocorrência Base Alíquota Devido Recolhido Diferença Índice Correção Valor Corrigido

04/2018 288,73 8% 23,10 0,00 23,10 1,047122373

05/2018 169,22 8% 13,54 0,00 13,54 1,045658451

06/2018 137,05 8% 10,96 0,00 10,96 1,034179064

07/2018 117,48 8% 9,40 0,00 9,40 1,027602408

08/2018 154,07 8% 12,33 0,00 12,33 1,026268259

09/2018 129,17 8% 10,33 0,00 10,33 1,025345449

10/2018 136,98 8% 10,96 0,00 10,96 1,019432739

11/2018 169,58 8% 13,57 0,00 13,57 1,017499490

12/2018 167,21 8% 13,38 0,00 13,38 1,019130098

01/2019 68,73 8% 5,50 0,00 5,50 1,016081852

Total 126,79

Nome: MULTA DE 40% SOBRE FGTS (DEVIDO)


Comentário: PAGAR AO RECLAMANTE
(FGTS (Total Devido) x 40%)

Data Ocorrência Base Percentual Devido Índice Correção Valor Corrigido

03/01/2019 124,77 40% 49,91 1,016081852 50,71

Demonstrativo de Contribuição Social


Contribuição Social sobre Salários Devidos - Período 01/04/2018 a 03/01/2019
Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SEGURADO (DESCONTAR DO PRINCIPAL)
Base(s) para Salário Pago:

Base(s) para Salário Devido:

Alíquota Teto Segurado Contribuição Social Salário Pago Salário Devido Salário de
Ocorrência Salário Pago (A) Alíquota (F) Devido Segurado (G)
(B) (C) (D) (E) Contribuição

04/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 360,92 360,92 8,00 % 28,87

05/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 201,76 201,76 8,00 % 16,14

06/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 158,13 158,13 8,00 % 12,65

07/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 140,07 140,07 8,00 % 11,21

08/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 176,89 176,89 8,00 % 14,15

09/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 161,47 161,47 8,00 % 12,92

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SEGURADO (DESCONTAR DO PRINCIPAL)


Base(s) para Salário Pago:

Base(s) para Salário Devido:

Salário Pago Contribuição Social Salário


Ocorrência Alíquota (B) Teto Segurado (C) Salário Devido (E) Salário de Contribuição Alíquota (F)
(A) Pago (D)

10/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 163,32 163,32 8,00 %

11/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 211,98 211,98 8,00 %

12/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 207,34 207,34 8,00 %

12/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 122,45 122,45 8,00 %

01/2019 0,00 8,00 % 642,34 0,00 103,10 103,10 8,00 %

01/2019 0,00 8,00 % 642,34 0,00 0,00 0,00 8,00 %

D = A x B limitado a C e G = menor valor entre (C - D) e (E x F)

Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SEGURADO (RECOLHER À PREVIDÊNCIA)


Base(s) para Salário Pago:

Base(s) para Salário Devido:

Alíquota Cont. Social Sal. Salário Índice


Ocorrência Salário Pago (A) (B) Teto Segurado (C) Pago (D) Devido (E) Salário de Contribuição Alíquota (F) Devido Segurado (G) correção

04/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 360,92 360,92 8,00 % 28,87 1,000000000 28,87

05/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 201,76 201,76 8,00 % 16,14 1,000000000 16,14

06/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 158,13 158,13 8,00 % 12,65 1,000000000 12,65

07/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 140,07 140,07 8,00 % 11,21 1,000000000 11,21

08/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 176,89 176,89 8,00 % 14,15 1,000000000 14,15

09/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 161,47 161,47 8,00 % 12,92 1,000000000 12,92

10/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 163,32 163,32 8,00 % 13,07 1,000000000 13,07

11/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 211,98 211,98 8,00 % 16,96 1,000000000 16,96

12/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 207,34 207,34 8,00 % 16,59 1,000000000 16,59

12/2018 0,00 8,00 % 621,04 0,00 122,45 122,45 8,00 % 9,80 1,000000000 9,80

01/2019 0,00 8,00 % 642,34 0,00 103,10 103,10 8,00 % 8,25 1,000000000 8,25

01/2019 0,00 8,00 % 642,34 0,00 0,00 0,00 8,00 % 0,00 1,000000000 0,00

Total 160,61 7,12 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Nome: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL EMPRESA


Base(s) para Salário Devido:

Ocorrência Salário Devido (A) Alíquota (B) Devido Empresa (C) Índice correção Valor corrigido

04/2018 360,92 20,00 % 72,18 1,000000000 72,18 4,79

05/2018 201,76 20,00 % 40,35 1,000000000 40,35 2,46

06/2018 158,13 20,00 % 31,63 1,000000000 31,63 1,76

07/2018 140,07 20,00 % 28,01 1,000000000 28,01 1,40

08/2018 176,89 20,00 % 35,38 1,000000000 35,38 1,60

09/2018 161,47 20,00 % 32,29 1,000000000 32,29 1,29

10/2018 163,32 20,00 % 32,66 1,000000000 32,66 1,14

11/2018 211,98 20,00 % 42,40 1,000000000 42,40 1,28

12/2018 207,34 20,00 % 41,47 1,000000000 41,47 1,02

12/2018 122,45 20,00 % 24,49 1,000000000 24,49 0,73

01/2019 103,10 20,00 % 20,62 1,000000000 20,62 0,41

01/2019 0,00 20,00 % 0,00 1,000000000 0,00 0,00

Total 401,48 17,88 0,00

Nome: SEGURO DE ACIDENTE DO TRABALHO (SAT)


Base(s) para Salário Devido:

Ocorrência Salário Devido (A) Alíquota (B) Devido SAT (C) Índice correção Valor corrigido Juros

04/2018 360,92 2,00 % 7,22 1,000000000 7,22 0,47

05/2018 201,76 2,00 % 4,04 1,000000000 4,04 0,24

06/2018 158,13 2,00 % 3,16 1,000000000 3,16 0,17

07/2018 140,07 2,00 % 2,80 1,000000000 2,80 0,14

08/2018 176,89 2,00 % 3,54 1,000000000 3,54 0,16

09/2018 161,47 2,00 % 3,23 1,000000000 3,23 0,12

10/2018 163,32 2,00 % 3,27 1,000000000 3,27 0,11

11/2018 211,98 2,00 % 4,24 1,000000000 4,24 0,12

12/2018 207,34 2,00 % 4,15 1,000000000 4,15 0,10

12/2018 122,45 2,00 % 2,45 1,000000000 2,45 0,07

01/2019 103,10 2,00 % 2,06 1,000000000 2,06 0,04

01/2019 0,00 2,00 % 0,00 1,000000000 0,00 0,00

Observação:

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Demonstrativo de Honorários
Nome: HONORÁRIOS DEVIDOS PELO RECLAMANTE
Índice correção
Ocorrência Descrição Credor Valor (A)
(B)

28/05/2019 HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS DANIEL BATTIPAGLIA SGAI 179,86 1,000000000

28/05/2019 HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS SÉRGIO ALENCAR DE AQUINO 179,86 1,000000000

Nome: HONORÁRIOS DEVIDOS PELO RECLAMADO

Composição de Base: (Bruto) x 5,00%

Ocorrência Descrição Credor Base (A) Alíquota (B)

31/05/2019 HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FELICIANA MARIA SILVA BILIO 2.442,97

Demonstrativo de Imposto de Renda


Rendimentos Recebidos Acumuladamente Relativos a Anos-Calendário Anteriores ao do Recebimento - 01/04/2018 a 31/12/2
Nome: TRIBUTAÇÃO EXCLUSIVA
Previdência Aposentado
Verbas Juros Quant. de Meses Contribuição Social Pensão Alimentícia Honorários Dependentes Base
Privada > 65 anos

1.961,74 - 10 156,93 0,00 0,00 288,86 - - 1.515,95

Rendimentos Recebidos Acumuladamente Relativos ao Ano-Calendário do Recebimento - 01/01/2019 a 03/01/2019


Nome: TRIBUTAÇÃO NORMAL
Pensão
Verbas Juros Contribuição Social Previdência Privada Honorários Dependentes Aposentado > 65 anos Base Faixa
Alimentícia

0,00 à
104,75 - 8,38 0,00 0,00 15,42 - - 80,95
1.903,98

Demonstrativo de Custas Judiciais


Custas pelo Reclamado
Nome: CUSTAS DE CONHECIMENTO
Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.

Composição de Base: Bruto Devido ao Reclamante + Outros Débitos do Reclamado

Ocorrência Base (A) Taxa (B) Piso (C)

31/05/2019 3.028,80 2,00 % 10,64

DIFERENÇA DE CUSTAS DO RECLAMADO


Ocorrência Devido Recolhido

31/05/2019 60,58 0,00

Cálculo liquidado por ROBERTO GONCALVES DE ALBUQUERQUE em 28/05/2019 às 09:42:20.


Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz da 5º Vara do Trabalho da Comarca do Recife/PE.

Ref: Proc. 0000293.98.2019.5.06.0005

RONALDO FERENANDES RAMOS,


já devidamente qualificado nos autos do processo em referência, por intermédio de sua
advogada adiante assinada, vem à presença de V.Exa. para, no resguardo do prazo legal,
antecipando-se a ele, e com fundamento no artigo 897-A da Consolidação das Leis do
Trabalho - C.L.T., opor os presentes

EMBARGOS DE
DECLARAÇÃO

por vislumbrar na respeitável sentença, data maxima venia, OMISSÃO e certa


OBSCURIDADE de pontos cruciais à sua tese de defesa em futuras razões recursais,
conforme ali demonstrados, em face da necessidade de questionamento em torno dos
mesmos ainda nessa fase ordinária, como passa a demonstrar:

É certo que na medida de embargabilidade ora utilizada não é dado à parte o


direito de discutir ou questionar justiça ou injustiça da decisão, em face dos estreitos
caminhos oferecidos pelo artigo 797-A da CLT, e muito menos é esta a intenção do ora
embargante, conforme se verá.
Da leitura da inicial, observa-se que o reclamante em relação a jornada de
trabalho afirma que:

6) DA JORNADA DE TRABALHO

Durante todo o período laboral o Reclamante perfazia uma jornada equivalente à 12x36 em
horário noturno, iniciando seu labor às 19h e finalizando às 7h do dia seguinte, sem,
contudo, gozar de intervalo intrajornada. É importante salientar que em alguns momentos o
Reclamante foi obrigado a assinar o ponto contendo intervalo, contudo não era gozado de
fato, o que desde já impugnam-se os pontos por ventura apresentados, por esta razão e por
serem britânicos.

7) DAS HORAS EXTRAS

Como evidenciado, a Reclamante perfazia uma jornada sem, contudo, ser recompensado por
isto. Observa-se que o Reclamante perfazia das 22h às 5hdo dia seguinte, em horário
noturno, sendo que o horário noturno era prorrogado até o fim do expediente, ou seja, até às
7h da manhã, levando-se em consideração ainda que o mesmo não gozava de intervalo
intrajornada. Assim, faz jus o Reclamante as horas extras diárias que ultrapassem às 12h,
sendo considerado o horário ficto prorrogado até as 7h e supressão do intervalo
intrajornada, tendo como salário referência o piso da categoria, bem como suas
repercussões em gratificação natalina, férias + 1/3, Repouso Semanal Remunerado, FGTS +
40%.

8) DAS HORAS NOTURNAS e MISTAS PRORROGADAS

Conforme demonstrado no item anterior, o Reclamante laborava em jornada noturna,


perfazendo a jornada noturna integralmente das 22h de um dia às 5h do dia seguinte, e
estendendo o horário até às 7h da manhã. Assim, as horas após às 22h da noite até às 05h da
manhã do dia seguinte devem ser remuneradas com 20% (vinte por cento) e redução da hora
para 5''30', bem como devem ser consideradas igualmente noturnas por prorrogação o
horário das 05h às 07h da manhã, assim como as noturnas.

A empresa não realizou o pagamento integral destas verbas, por diversas situações, não
foram pagas de forma alguma em alguns meses, e em outros meses foram pagos a menor,
sem considerar o piso da categoria, a redução do horário para hora ficta, não considerou a
supressão do intervalo intrajornada, oua prorrogação até as 07h da manhã. Assim, faz jus o
Reclamante as horas noturnas remuneradas em 20%, sendo considerado o horário ficto
prorrogado até as 7h e supressão do intervalo intrajornada, tendo como salário referência o
piso da categoria, bem como suas repercussões em gratificação natalina, férias + 1/3,
Repouso Semanal Remunerado, FGTS + 40%.

9) DO INTERVALO INTRAJORNADA

O Reclamante nunca gozou de intervalo intrajornada, conforme já mencionado, por esta


razão faz necessário o pagamento desta verba de forma indenizada. A OJ 355 da SDI-1
prescreve que: O desrespeito ao intervalo mínimo interjornada previsto no art. 66 da CLT
acarreta, por analogia, os mesmos efeitos previstos no §4º do art. 71 da CLT e na Súmula
110 do TST, devendo-se pagar a integralidade das horas que foram subtraídas do intervalo,
ac