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Escopo: significado para o ciclo de vida do

projeto
 15/10/2017
 Robson Camargo

https://robsoncamargo.com.br/blog/Escopo-significado-para-o-ciclo-
de-vida-do-
projeto?utm_campaign=news__outubro_05_negociacao__canvas__es
copo&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

De acordo com o Business Dictionary, escopo, significado: a soma de


tudo que compõe um contrato, emprego, programa ou projeto.

Portanto, o escopo do projeto é parte do planejamento que envolve a


determinação e documentação de uma lista de objetivos específicos
do projeto, entregas, tarefas, custos e prazos. Achou complicado?
Pois bem, vamos explicar melhor!

Qual o significado da palavra escopo?

Significado de escopo: se refere aquilo que se pretende atingir. É um


substantivo masculino, com origem na palavra grega skopos que
significa 'aquele que vigia, que protege'. Escopo é a finalidade, o alvo,
ou o intento que foi estabelecido como meta final.

O escopo é o objetivo que se pretende atingir, é sinônimo de fim,


propósito ou desígnio. No caso de uma auditoria, o escopo é o
objetivo que se pretende alcançar com a auditoria.

“Escopo é um termo do gerenciamento de projetos para os objetivos


combinados e os requisitos necessários para completar um projeto.
Definir corretamente o alcance de um projeto permite que um gerente
estime os custos e o tempo necessário para finalizar o projeto.

O escopo de um projeto inclui todas as informações e entregas que


são esperadas à medida que o projeto avança em direção à
conclusão. Ele também descreve os limites do projeto, especificando o
que não está incluído no escopo do projeto e pode incluir informações
relativas ao orçamento do projeto ou aos recursos disponíveis”.
(Investopedia)

Entendeu agora o significado da palavra escopo?

Em projetos pode-se entender o significado do escopo também


como o limite de, ou o que vai atingir uma determinada operação e
dentro de qual recursos de sistema podem ser utilizados.

São as tarefas que devem ser cumpridas para que um serviço,


produto ou resultado, seja apresentado com as particularidades
determinadas previamente. O escopo de um projeto é essencial, e
quando ele é mal definido, podem ocorrer conflitos em relação ao
orçamento e cronograma.

Já o PMBOK® define o Escopo do Projeto como: “O trabalho que


precisa ser realizado para entregar um produto, serviço ou resultado
com os recursos e funções especificados“.

Assim, é no escopo que se define claramente o que está e o que não


está incluído no projeto.

Também é nele que se controla o que é adicionado ou removido ao


longo do caminho — estabelecendo ainda os mecanismos de controle
para tratar os fatores que podem resultar em mudanças não previstas.
Sem a definição do escopo, portanto, não se pode estimar o custo e o
tempo demandados pelo projeto.

Nesse sentido, gerir um escopo de forma eficaz exige uma boa e clara
comunicação, pois garante que os membros da equipe vão entender e
concordar com a forma como serão cumpridas as metas
preestabelecidas.

Às vezes, devido alguma falta de comunicação, o escopo pode


precisar ser modificado. Isso afeta diretamente o custo e perturba o
cronograma, causando perda de recursos financeiros e tempo, e até o
desgaste da motivação da equipe.

Por tudo isso, percebe-se a sua grande importância não só para a


equipe do projeto, mas também para os stakeholders, que atuam no
desenvolvimento estratégico dos negócios da empresa.

A elaboração de um escopo detalhado ainda é fundamental para a


satisfação do cliente, bem como para a eficiência do trabalho a ser
realizado.

É importante ressaltar, mais uma vez, a definição do escopo: o escopo


de um projeto descreve todos os seus produtos, os serviços
necessários para realizá-los e resultados finais esperados. Descreve
também o que é preciso fazer para que alcance seus objetivos com os
recursos e funções especificados desenvolvidas de uma declaração
do escopo detalhado do projeto, como a base para futuras decisões
do projeto. Os riscos existentes, as premissas de um projeto e
restrições são analisados para verificar a integridade do projeto, aonde
o riscos adicionais, premissas e restrições vão sendo adicionados
conforme há necessidade.
No entanto, nem mesmo o melhor gerente de projetos consegue
determinar com exatidão no seu planejamento tudo que vai ocorrer
durante a execução, especialmente quando o escopo é grande, a
complexidade alta ou a duração é longa.

Nesses casos, algo que pode ser feito é a avaliação dos riscos que
envolvem essa atividade e a preparação para as prováveis
consequências por meio do gerenciamento de riscos.

A importância da declaração do escopo

A declaração do escopo também fornece ao líder ou facilitador da


equipe do projeto diretrizes para tomar decisões sobre solicitações de
mudança durante o projeto. É natural que partes de um grande projeto
mudem ao longo do caminho, de modo que quanto melhor for o
“escopo” no início, melhor será a capacidade de gerenciar a mudança.

Ao documentar o alcance de um projeto, as partes interessadas


devem ser tão específicas quanto possível, a fim de evitar problema
no escopo, uma situação em que uma ou mais partes de um projeto
acabam exigindo mais trabalho, tempo ou esforço por causa do mau
planejamento ou falta de comunicação.

O gerenciamento efetivo do escopo exige uma boa comunicação para


garantir que todos na equipe entendam o escopo do projeto e
concordem com a forma com que os objetivos do projeto serão
atendidos.

Como parte da gestão do escopo do projeto, o líder da equipe deve


solicitar aprovações e assinaturas das várias partes interessadas à
medida que o projeto prossegue, garantindo que o projeto concluído,
conforme proposto, atenda às necessidades de todos.
Quais as etapas para definir o escopo de um
projeto?

Para definir um escopo do projeto, primeiro você deve identificar as


seguintes coisas:

- Objetivos do projeto

- Objetivos

- Subfases

- Tarefas

- Recursos

- Despesas

- Cronograma

Uma vez que você estabeleceu essas coisas, você precisará


esclarecer as limitações ou os parâmetros do projeto e identificar
claramente os aspectos que não devem ser inclusos. Ao especificar o
que será e não será incluso, o escopo do projeto deve deixar claro
para as partes interessadas, altos funcionários e membros da equipe
envolvidos, quais produto ou serviço serão entregues.

Além disso, o escopo do projeto deve ter um objetivo tangível para a


organização que está empreendendo o projeto. O objetivo é criar um
produto melhor para uma empresa vender, atualizar o software interno
de uma empresa para que eles possam oferecer um melhor
atendimento aos clientes ou criar um novo modelo de serviço para
uma organização. Essas coisas são fundamentais para definir o
escopo do projeto, porque eles irão desempenhar um papel na forma
como as metodologias do projeto são aplicadas ao projeto para
concluí-lo.

Como gerente de projeto, entender e poder definir o escopo do


projeto, você terá um foco e sentido de propósito ao executar o
projeto. Compreender o escopo fornece as bases para a gestão da
mudança de projeto e gerenciamento de riscos. Permite a definição de
metas e uma linha de tempo para trabalhar, bem como pontos-chave
para informar sobre o progresso do projeto para a alta administração e
outras partes interessadas.

Quais as 3 facetas do gerenciamento de escopo?

Três processos fazem parte do gerenciamento de escopo –


planejamento, controle e encerramento.

Planejamento

O processo de planejamento é quando uma tentativa é feita para


capturar e definir o trabalho que precisa de competição.

Controle

Os processos de controle e monitoramento estão preocupados com


documentação de rastreamento, escopo e aprovação de alterações de
projeto.

Encerramento

O processo final, o encerramento, inclui uma auditoria dos resultados


do projeto e uma avaliação dos resultados em relação ao plano
original.
Os desafios na definição do escopo do projeto

Agora, veremos alguns problemas que podem surgir durante a


definição e documentação do escopo do projeto, e como lidar com
eles. Confira:

1. Ambiguidade

Ao fazer a definição do escopo, pode haver confusão entre o conceito


de “tarefas” e de “produtos”.

As tarefas são ações e atividades que geram a conclusão de um


produto ou subproduto. Nesse caso, classificar uma tarefa como
produto e vice-versa retrata uma total falta de entendimento de como
deve ser feita a definição de um escopo.
Esse tipo de situação pode resultar também de interpretações
ambíguas sobre as informações, o que, muitas vezes, leva a um
trabalho desnecessário. Portanto, evite isso elaborando um escopo
preciso e claro, que vá direto ao ponto.

2. Definição incompleta

Um escopo é considerado incompleto quando o seu detalhamento


está insuficiente, o que prejudica o mapeamento eficaz de tarefas, de
custos e do tempo para a realização de cada atividade.

Geralmente, a falta de conhecimento técnico dos profissionais que


estão fazendo a definição do escopo do projeto é um fator que pode
implicar nessa falta de detalhamento de documentos e levantamentos
quantitativos.

Seja como for, escopos incompletos levam aos famosos


“deslizamentos” de agenda, que podem acarretar no aumento de
custos. Logo, garantir um escopo completo e preciso também evita
isso.

3. Transitoriedade

Atualmente, o tempo gasto para elaborar escopos tem diminuído em


decorrência de prazos mais apertado e da redução de custos. Com
isso, muitas vezes, são feitos escopos transitórios, o que tem
prejudicado o sucesso de projetos e a obtenção de lucro paras as
empresas.

Grosso modo, escopos transitórios tendem a sofrer aumentos


constantes, que são a principal causa de atrasos nas entregas e
projetos “sem fim”. Portanto, é fundamental que o documento seja
finalizado corretamente, e que permaneça inalterado durante todo o
cronograma.

Caso seja realmente necessário realizar mudanças no escopo,


recomenda-se que estas sejam documentadas e sujeitas à aprovação
do gerente de projetos, dos clientes e do time de colaboradores, além
de serem comunicadas a todos os envolvidos no projeto.

4. Falta de comunicação e colaboração

Como já comentamos, problemas de comunicação podem ocasionar


falhas de colaboração. Logo, é importante certificar-se de que a
mensagem que você passou para a sua equipe foi bem compreendida
por todos, e de que a comunicação entre os colaboradores está sendo
realizada de forma assertiva.

Um escopo que não é preparado de forma colaborativa pode provocar


interpretações erradas. Para que isso não aconteça, o documento
deve ser compartilhado com todas as partes interessadas em cada
etapa do processo de definição. E os ruídos básicos na comunicação
— como enviar um e-mail e tê-lo direcionado para a caixa de spam,
por exemplo — precisam ser erradicados.

5. Ignorar os riscos no escopo do projeto

Sem dúvida, saber gerenciar riscos é um dos principais segredos para


a realização de projetos bem-sucedidos. Ainda assim, algo muito
negligenciado na hora de fazer a definição do escopo do projeto é a
análise dos fatores que podem impactar negativamente o bom
andamento e execução das tarefas.

É muito importante que o gestor descubra quais são as possíveis


ameaças que podem ocorrer em cada etapa do projeto, para tomar
medidas preventivas e garantir a minimização e até mesmo a
eliminação desses riscos.

Dessa forma, portanto, para que o projeto a ser realizado seja bem-
sucedido, é imprescindível elaborar um plano de gerenciamento do
escopo do projeto para documentar como o escopo será definido,
validado e controlado.

Essa definição do escopo do projeto, como vimos até aqui, envolve


processos como elaborar o termo de abertura do projeto, fazer a
documentação de requisitos e identificar ativos de processos
organizacionais e fatores ambientais da empresa.

Por fim, alguns dos principais desafios que podem surgir durante a
definição e documentação do escopo do projeto são a ambiguidade e
a incompletude de informações, a elaboração de escopos transitórios,
a falta de colaboração e comunicação da equipe e não identificação
de possíveis riscos e ameaças ao projeto.

Conseguiu compreender a importância do escopo, significado e


aplicação? Qualquer dúvida entre em contato com a gente!

E agora, no vídeo abaixo, entenda a diferença entre escopo de projeto


e escopo de produto:

Sobre o autor:

Robson Camargo, PMP, MBA, GWCPM, ASF é professor nos cursos


de MBA das Principais Escolas de Negócio do País: FGV, Fundação
Dom Cabral e FIA/USP com Certificação PMP – Project Management
Professional emitida pelo PMI, MBA em Administração de Projetos
pela FEA/USP e Master Certificate pela George Washington. Robson
Camargo é autor do livro PM VISUAL e criador do Método PM
VISUAL. Sua equipe realiza treinamentos e consultorias em empresas
do Brasil e exterior. Robson Camargo está à frente da RC Robson
Camargo – Projetos e Negócios, há mais de 12 anos.

As marcas PMP, PMI, PMBOK e a logomarca “REP”


RegisteredEducationProvaider são marcas registradas do Project
Management Institute, Inc.

Canvas: como fazer e escolher o


melhor tipo para o seu projeto
 03/10/18

 Robson Camargo

 Gerenciamento de Projetos
Canvas: como fazer e escolher o melhor tipo
para o seu projeto
 3/10/2018
 Robson Camargo

O Canvas é um ótimo instrumento para a gestão de projetos. No


entanto, você tem algumas dúvidas sobre Canvas, como fazer e qual
é o mais indicado para obter os melhores resultados em seu projeto?

Pois bem, o modelo Canvasé uma ferramenta que ganhou


popularidade, inicialmente, entre os empreendedores, com raízes
profundas no mercado de alto impacto. No entanto, cada vez mais,
ganha espaço na área de projetos. Conheça um pouco mais
sobre como fazer um Canvas de projeto.

Como fazer Canvas?

O plano de negócios Canvas é uma representação visual de modelos


de negócios novos ou que já estão em progresso que fornece uma
visão holística e é especialmente útil para analisar e comparar o
impacto que um aumento no investimento pode ter sobre os mais
diversos setores da empresa.

Uma das vantagens dessa ferramenta é oferecer às pessoas uma


linguagem comum através da qual podem avaliar processos
tradicionais e encontrar espaço para inovar.

A ideia é ter um quadro em branco (canvas, em inglês) dividido em


seções que garantem que o empreendedor tenha considerado todos
os fatores importantes para determinar um modelo de negócios
apropriado.

O modelo ajuda o empreendedor a ter uma visualização ampla do


negócio, de maneira simples.

A ferramenta consiste em um quadro (ver imagem no post), que pode


ser impresso e colado num mural ou mesmo na parede. Ele apresenta
em blocos o que o idealizador considera os nove fatores-chave de um
empreendimento: parcerias-chave, atividades-chave, recursos-chave,
proposta de valor, relacionamento, canais, segmentos de clientes,
estrutura de custos e fontes de renda.
Há vários sites na internet que possibilitam a impressão do quadro
Canvas, como fazer para preenchê-lo, você verá a seguir.

O Canvas servirá como um guia que pode ser empregado para


registrar e colocar ideias em ação dentro do âmbito empresarial – e
você pode aprender a fazer Canvasfacilmente.

Outra vantagem que o modelo Canvas oferece é a facilidade para


fazer alterações, especialmente importante para startups que estão no
começo da empreitada – num plano de negócios tradicional, uma
pequena mudança já confere bastante trabalho.
Essa facilidade em adaptar o Canvas possibilitou um modelo de
Canvas para o gerenciamento de projetos, que pode ser usado nas
mais variadas fases de um projeto.

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Canvas de gestão de projetos

No Brasil, quem criou o Project Model Canvas, ou o Canvas de


projetos número 1 no do país foi José Finocchio. O Canvas de
projetos do PM Visual, desenvolvido por mim, é um pouco diferente do
Canvas de Projetos do Finocchio.

O Canvas de projetos do PM VISUAL tem como base inicial colocar


em uma lâmina, do tamanho A1, todas as informações que compõe
um Plano de Projeto em nível macro, que de certa forma pode ser
considerado o termo de abertura do projeto.

A elaboração do Canvas de Projetos do PM VISUAL (que é um


Modelo de Canvas, dentre tantos) é um trabalho que dura cerca de 2
horas e gera um nível de confiabilidade de 16% quanto às estimativas
de prazo e custos do projeto trabalhado.

Canvas: modelo de explosão de lâminas

Qual a melhor maneira de planejar um projeto? E o que é PM Visual?

O Project Model Visual, ou apenas PM Visual, propõe uma maneira de


planejar e gerenciar um projeto de forma rápida, colaborativa e eficaz,
utilizando conceitos de neurociência e design thinking.

Com 8 horas de dedicação, o planejamento consiste em usar o


Canvas como base, explorando seus elementos em outras sete telas
essenciais, compondo assim todos os aspectos fundamentais para a
elaboração de um projeto.

Isto é: no Canvas inicial do PM Visual, a lâmina original recebe uma


explosão em outras sete lâminas: Escopo, Prazo, Custo, Equipe
(Recursos Humanos), Comunicação, Riscos e Aquisições (compras
necessárias para o projeto), o que potencializa significativamente as
chances de sucesso do projeto, e por consequência, do negócio.
Para realizar o detalhamento destas outras lâminas (e por que não
dizer, desses outros Canvas?), serão necessárias mais 6 horas de
trabalho, totalizando oito horas, de forma colaborativa, junto com toda
a equipe do gerenciamento de projetos.

O objetivo é, por meio de um trabalho que envolve toda a equipe e


com uso de diversos recursos visuais, como post-it, tornar o
planejamento simples e prático, possibilitando a leigos e profissionais
experientes trabalharem as ideias de um projeto de maneira integrada,
gerando o alinhamento necessário entre todos
os stakeholders envolvidos.

Ou seja, um único dia de trabalho, que vai promover um aumento no


índice de confiabilidade dos resultados de projeto para 68%.
O que são as lâminas de Canvas do PM Visual?

No model Canvas Visual de Projetos ou modelo de Canvas do PM


Visual cada lâmina tem um objetivo e um modelo:

A primeira lâmina é a explosão dos entregáveis, que se refere ao


Escopo do projeto.
A segunda lâmina de Prazo, permite fazer um cronograma de 25
linhas, que fora do Brasil é chamada de Master Plan ou High Level
Plan, ou seja, um cronograma executivo.

A terceira lâmina é o Orçamento, na qual você monta o fluxo de


desembolso do projeto.

A quarta é a lâmina de Recursos Humanos, da equipe, onde você


monta uma matriz de responsabilidades e organograma do projeto.

A lâmina número 5 é a parte de Comunicação, onde você monta o


plano de comunicação, e combina as reuniões do projeto.

A lâmina número 6 é a análise qualitativa dos riscos, contendo a


probabilidade e o impacto de cada risco.

A lâmina número 7 é o mapa de aquisições, onde você lista tudo que


tem que comprar para o projeto.

Pra detalhar mais didaticamente cada parte do Canvas e cada lâmina,


uma fonte é o livro “PM Visual”, publicado pela Editora Saraiva.

Também é possível fazer download das lâminas no meu site na aba


“Materiais”. Acesse: robsoncamargo.com.br

Mas se você quer um conhecimento no assunto, temos um


treinamento sobre Canvas de Projeto e PM Visual aqui na Robson
Camargo Projetos e Negócios que tem por objetivo ensiná-lo a
planejar um projeto nestas 8 horas.

Durante 8 horas de treinamento, você vai entender a importância dos


projetos nas organizações, o que é projeto e suas características,
fatores de sucesso e muitos outros tópicos.
Além dessas maneiras de conhecer melhor o modelo do uso de vários
Canvas de projetos, outro meio são os cursos pelo sistema EAD
(Ensino à Distância), que podem ser adquiridos on-line e estão
disponíveis em vídeo, também disponível no site
robsoncamargo.com.br.

É preciso fazer todas as lâminas do plano de


projetos Canvas?

Depende do tamanho do projeto, ou seja, para muitos projetos


pequenos, o Canvas sozinho, isolado, vai ser o suficiente. Em alguns,
o Canvas inicial do PM VISUAL, mais o PBS-Product Breakdow
Structures (definição do escopo) e o Cronograma de 25 linhas.

Pra outros projetos um pouco maiores, você vai precisar detalhar um


pouco mais, então quer dizer, pelo menos fazer o PM Visual completo.

E para uma empreitada grande, por exemplo, uma Usina Hidrelétrica,


ou um projeto de TI imenso, é necessário fazer uma pasta mais
detalhada.

Importante é dizer que o detalhamento cada vez maior vai gerar


maiores índices de confiança nas estimativas de prazo e custo
gerando bons resultados.

Uma pasta detalhada, mais completa ainda, vai levar alguns dias ou
semanas pra fazer, porque o detalhamento de cada item é muito
maior, por exemplo, do escopo, cronograma, do orçamento. Mas neste
caso a confiabilidade das estimativas sobe para 84%.

Qual é o melhor tipo de Canvas para projetos?


Você deve estar se perguntando qual dos modelos de planejamento
apresentados é o mais indicado para o gerenciamento de projetos da
sua empresa. Para responder a essa pergunta, é importante analisar
quais são as suas métricas e o que é aplicável no momento.

Há muitos projetos que não possuem custos gerenciáveis ou que


precisam ser feitos e apresentados rapidamente. Nesse caso, um
plano de projeto pode não ser indicado, por sua complexidade e pelo
tempo maior de elaboração.

Independentemente de qual seja o modelo escolhido para aplicação


na sua empresa, é importante lembrar que tanto o plano de projeto
quanto o project model canvas não devem ser fixos, imutáveis.

Eles precisam estar em constante mutação, já que surgirão novas


informações, ameaças, incertezas e possibilidades durante o decorrer
da sua execução.

Ambos também precisam ser pautados dentro de um cenário factível,


que contemple todos os objetivos, restrições e recursos disponíveis;
caso contrário, a chance de fracasso será grande.

E você, já conhecia essas estratégias para o planejamento e


gerenciamento de projetos? Comente aqui!

E se você quer entender melhor, acesse esse vídeo no qual explico


como planejar projetos em um dia:

Sobre o autor
Robson Camargo, PMP, MBA, GWCPM, ASF é professor nos cursos
de MBA das Principais Escolas de Negócio do País: FGV, Fundação
Dom Cabral e FIA/USP com Certificação PMP – Project Management
Professional emitida pelo PMI, MBA em Administração de Projetos
pela FEA/USP e Master Certificate pela George Washington. Robson
Camargo é autor do livro PM VISUAL e criador do Método PM
VISUAL. Sua equipe realiza treinamentos e consultorias em empresas
do Brasil e exterior. Robson Camargo está à frente da RC Robson
Camargo – Projetos e Negócios, há mais de 11 anos.

As marcas PMP, PMI, PMBOK e a logomarca “REP”


RegisteredEducationProvaider são marcas registradas do Project
Management Institute, Inc.