Você está na página 1de 14

1

Abradji Agostinho Imérica Canivete


Anastacia Magombo
Titos Gabriel Mucocodo
Zita Luis Salgado

Nota de Trabalho 12

Processos básicos em psicologia comunitária


Curso de Licenciatura em Psicologia Educacional com Habilitações em Intervenção em
Desenvolvimento Humano e Aprendizagem

Universidade Rovuma
Extensão cabo Delgado
2020
2

Abradji Agostinho Imérica Canivete

Anastacia Magombo Retirar o negrito

Titos Gabriel Mucocodo

Zita Luis Salgado

Processos básicos em psicologia comunitária

Curso de Licenciatura em Psicologia Educacional com Habilitações em Intervenção em


Desenvolvimento Humano e Aprendizagem

Trabalho de carácter avaliativo, realizado no


âmbito da cadeira de Psicologia Comunitária,
lecionado no curso de psicologia educacional
4o ano, pelo docente:

MA. Machel Isac

Universidade Rovuma
Extensão cabo Delgado
2020
3

Índice

Introdução...................................................................................................................................................4

Processos básicos em psicologia comunitária..............................................................................................5

Sociedade....................................................................................................................................................5

Grupos.........................................................................................................................................................6

Tipos de grupos...........................................................................................................................................9

Como se forma a estrutura...........................................................................................................................9

Os componentes do grupo.........................................................................................................................10

A construção do grupo...............................................................................................................................11

Individuo...................................................................................................................................................11

Conclusão..................................................................................................................................................13

Referências Bibliografia................................................................................Erro! Marcador não definido.


4

Introdução

Ao desenvolver o trabalho com tema: Processos básicos em psicologia comunitária


contemplamos que o centro das sociedades são grandes redes por meio das quais as pessoas se
relacionam e, assim, estruturam o próprio modo de vida. As regras, leis e normas surgem dessa
vida em coletividade com intuito de orientar a conduta humana em favor do bem-estar de todos.
E dentro dele notamos que nós nos tornamos sociais quando nascemos, ou até mesmo antes,
devido nossas condições históricas.

Em todos os momentos da nossa vida, diante da nossa formação filogenética e


ontogenética, somos influenciados pelos meios sociais. Então, não se pode dizer que o homem é
um ser isolado. Somos seres individualizados e, ao mesmo tempo, coletivos, somos influenciados
pela sociedade a partir das relações culturais. Por isso, estudar o processo de socialização, os
agentes socializadores e a cultura e o conceito de identidade social é de fundamental importância
para se compreender os problemas sociais que ocorrem atualmente na nossa sociedade.

O trabalho tem como objetivo:

Geral

 Conhecer o conceito da sociedade.

Especifico

 Compreender os tipos de grupo.


 Analisar a interação entre a sociedade e o individuo.
 Descrever os componentes dos grupos.
5

Processos básicos em psicologia comunitária


Sociedade
As sociedades são grandes redes por meio das quais as pessoas se relacionam e, assim,
estruturam o próprio modo de vida. As regras, leis e normas surgem dessa vida em coletividade
com intuito de orientar a conduta humana em favor do bem-estar de todos.

Segundo o (Dicionário de Ciências Sociais 1987), cada agregado de seres humanos de


ambos os sexos e de todas as idades, unidos num grupo que se Auto perpetua e possui suas
próprias instituições e culturas distintas em maior ou menor grau, pode ser uma sociedade, e os
limites dessa sociedade baseiam-se em fronteiras política.

Em sentido geral, a sociedade é uma condição universal da vida humana. Esta


universalidade admite uma interpretação biológica ou instintual, e outra simbólica- moral, ou
institucional. Assim, a sociedade pode ser vista como um atributo básico, mas não exclusivo, da
natureza humana: somos geneticamente predispostos à vida social;

A ontogênese somática e comportamental dos humanos depende da interação com seus


conspecíficos; a filogénese de nossa espécie é paralela ao desenvolvimento da linguagem e do
trabalho (da técnica), capacidades sociais indispensáveis à satisfação das necessidades do
organismo.

Mas a sociedade também pode ser vista como dimensão constitutiva e exclusiva da
natureza humana, definindo-se por seu caráter normativo: o comportamento humano torna- se
agência social ao se fundar, não em regulações instintivas selecionadas pela evolução, mas em
regras de origem extra-somática historicamente sedimentadas.

Em sentido particular, (uma) sociedade é uma designação aplicável a um grupo ou


coletivo humano dotado de uma combinação mais ou menos densa de algumas das seguintes
propriedades: territorialidade; recrutamento principalmente por reprodução sexual de seus
membros; organização institucional relativamente auto-suficiente e capaz de persistir para além
do período de vida de um indivíduo; distintividade cultural.

De acordo Graziano & Mooney (1984).a noção pode ter como referentes principais o
componente populacional, o componente institucional-relacional, ou o componente cultural-
ideacional da realidade coletiva. No primeiro caso, o termo é usado como sinônimo de um povo,
6

visto como uma fração individualizada da humanidade. No segundo, em que é equivalente a


sistema ou organização social, ele destaca o quadro sociopolítico da coletividade: sua morfologia
composição, distribuição e relações dos subgrupos da sociedade enquanto grupo máximo, o
corpo de normas jurais noções de autoridade e cidadania, regulação do conflito, sistemas de
status e papéis, e as configurações características das relações sociais relações de poder, formas
de cooperação, modos de intercâmbio. No terceiro caso em que sociedade é frequentemente
substituída por cultura visam-se os conteúdos afectivos e cognitivos da vida do colectivo: o
conjunto de disposições e capacidades inculcadas em seus membros através de meios simbólicos
variados, bem como os conceitos e práticas que conferem ordem, significação e valor à
totalidade do existente.

Segundo (Geertz 1989), nos somos animais incompletos e inacabados que nos
completamos e acabamos por meio da cultura. Assim sendo, o ser humano se completa na
sociedade. A cultura é a verdadeira responsável pela nossa natureza, ela evidentemente não
substitui a forca dos factores biológicos na constituição da vida humana.

Grupos
Segundo (Adair, 1988). Citado por (Wiley 1992) O termo Grupo é de origem alemã e
significava cacho, molho, pilha, saco. Palavras que sugerem um conjunto de coisas ou de
pessoas, nada mais do que isso. Neste sentido, por exemplo, os passageiros de um avião seriam
considerados um grupo. Contudo, até a pesquisa mais superficial depressa revela que um grupo é
algo muito mais complexo do que um simples agrupamento de pessoas. Um grupo não se define
pela simples proximidade ou soma dos seus membros, mas como um conjunto de pessoas
interdependentes. É neste sentido que o grupo constitui um organismo e não um agregado ou
uma colecção de indivíduos. Como refere (Lewin 1951/1988)

O Grupo é um resultado da dialética entre a história do grupo movimento horizontal e a


história dos indivíduos com seus mundos intenros, suas projeções e transferências movimento
vertical no suceder da história da sociedade em que estão inseridos.

Segundo Johnson e (Johnson 1975) afirmam que os grupos têm uma importância incalculável na
vida de todos os seres humanos, precisando nós, em todas as alturas da nossa vida, de pertencer a
grupos,
7

De acordo com (Freire 2005:3), Neste sentido as pessoas vivem em grupos, trabalham em
grupos e divertem-se em grupos Na sua definição de grupo e da respectiva distinção de não
grupo, Moreno não inclui qualquer estrutura conjunto de todas as relações entre os indivíduos,
referindo que um grupo só existe se existirem reciprocidades positivas entre os seus membros, o
que transforma um grupo num sistema de relações, intencionalmente ordenadas, sendo que,
quando este cenário ocorre de forma aleatória sorte, não estamos na presença de um grupo. Para
Moreno, todos os grupos têm duas estruturas, a formal e a sociométrica, da qual, na maioria das
vezes, os elementos do grupo não estão conscientes.

Estas estruturas podem convergir mas nunca se sobrepõem totalmente. Outros aspectos
estruturais do grupo abordados por Moreno são, a coesão que é maior quanto maiores forem as
reciprocidades positivas, o conflito originado pelas reciprocidades negativas e o papel que se
define como a mais pequena e importante unidade de uma cultura, constituindo o conjunto dos
diferentes aspectos ou dimensões em que se manifesta o EU ou a personalidade do indivíduo.

Também (Arrow, McGrath e Berdahl 2000) não acreditam que os grupos podem ser
adequadamente compreendidos como colecções de indivíduos que agem de forma independente.
Pelo contrário, focam a sua atenção nas relações entre as pessoas, instrumentos e tarefas,
activadas por uma combinação de objectivos individuais e colectivos, que mudam e evoluem ao
longo do tempo, à medida que o grupo interage. Ainda relacionado com a distinção entre grupo e
um simples agrupamento de pessoas, (Hare 1976, 1994, 2003) identifica quatro características de
um grupo que o distinguem de uma colecção de indivíduos (que podem ter características
semelhantes e/ou que podem partilhar um determinado espaço físico):

 Partilham um conjunto de valores que os ajudam a manter um modelo geral de


actividade;
 Adquirem ou desenvolvem, acumulando recursos e competências para serem utilizadas
na sua actividade;
 Aceitam um conjunto de normas que definem os papéis (diferenciadores) que serão
desempenhados na realização da actividade e que têm um nível suficiente de moral que
permite fornecer coesão e, finalmente;
8

 Têm um objectivo, ou conjunto de objectivos específicos, que desejam alcançar,


possuindo o necessário controlo liderança para a coordenação dos recursos e dos papéis
necessários ao alcance do objectivo ou objectivos.

Assim, (Hansen, Warner e Smith 1976:5), por exemplo, definem grupo como sendo mais
do que uma colecção de pessoas, onde os seus membros partilham atitudes e valores comuns,
aceitam-se uns aos outros e relacionam-se uns com os outros. Aceitam a pertença no grupo para
lidar com os problemas que têm em comum, assim como para satisfazer algumas necessidades
individuais.

Por seu lado, (Bowditch e Buono 1992) citado por (Nisbet, 1978:95) definem grupo
como duas ou mais pessoas que estão psicologicamente conscientes umas das outras e que
interagem de forma a atingir uma meta comum”. Na mesma lógica, (Ferreira, Neves, Abreu e
Caetano 1996:153) definem grupo como um “conjunto de pessoas que interagem partilhando
uma determinada finalidade e que em resultado disso desenvolvem um conjunto de normas e
valores partilhados que estruturam a sua acção colectiva e adquirem consciência de si próprios
como membros do grupo

Neste caso (Fachada 1998, p. 475) define grupo como um “conjunto limitado de pessoas,
unidas por objectivos e características comuns que desenvolvem múltiplas interacções entre si.
ACrescenta que o grupo humano tem uma estrutura, durabilidade no tempo, uma certa coesão e
um conjunto de normas. Por fim, e relembrando (Adair 1988:18), estaremos na presença de um
grupo de trabalho se:
 Existir uma caracterização bem definida como grupo, ou seja, existir um conjunto de
duas ou mais pessoas identificável pelo nome ou pelo tipo;
 Existir consciência de grupo, ou seja, os membros verem-se como um grupo, tendo uma
percepção colectiva de unidade, identificando-se conscientemente uns aos outros;
 Existir uma consciência de um propósito comum, ou seja, os membros compartilharem as
mesmas tarefas, metas ou interesses;
 Existir interdependência, ou seja, os membros precisarem da ajuda uns dos outros,
9

Tipos de grupos

Há dois tipos de grupos: A família é um grupo primário. Secundários são os grupos de


trabalho, estudo, instituições, etc. Em todos eles encontramos um lugar, um papel, uma forma de
estar, que por sua vez, constitui nossa maneira de ser. Nesse espaço desempenhamos nosso
papel, segundo nossa história e as marcas que trazemos conosco.

Durante nossa infância, em nosso grupo primário tivemos um espaço que ocupamos
como o único papel possível. Se examinarmos nosso grupo familiar, observaremos como cada
irmão tem seu papel dentro do grupo, e como nós também desempenhamos o nosso. (Lane,
1985). Há o que sempre aguenta as situações difíceis, outro que deixa levar pelas situações
emocionais, outro que ajuda a conter o ódio, outro que faz a mediação, outro que está sempre em
divergência, outro que prefere fazer que está ausente, que não lhe diz respeito, outro que assume
o denunciar permanentemente. Estes papéis se mantêm ao longo da vida. Quando não
suficientemente pensados, elaborados conscientemente, educados, cristalizam-se, assumindo
uma forma estereotipada, onde a repetição mecânica do mesmo papel acontece.
Como se forma a estrutura

Segundo Pichon-Rivière citado por (Freire 2005 7), a estrutura dos grupos se compõem
pela dinâmica dos 3D. O depositado, o depositário e o depositante.O depositado é algo que o
grupo, ou o indivíduo, não pode assumir no seu conjunto e o coloca em alguém, que por suas
características permite e aceita.Estes, que recebem nossos depósitos, são nossos depositários, nós
que nos desembaraçamos destes conteúdos, colocando-os para fora de nós, somos os
depositantes.

Podemos observar em qualquer grupo (secundário) de adultos como distribuem-se esses


papéis e tarefas implícitas.Há os que se encarregam sempre de romper esses silêncios
embaraçosos, os que com uma piada ou uma saída criativa desfazem uma tensão, os que sempre
estão contra ou se f azem de “advogado do diabo”, os que se encarregam de carregar a culpa e,
mesmo reclamando, aceitam o depósito de “bode expiatório”, os que chegam sistematicamente
atrasados, os que interrompem para sair, os que sempre discordam de algo, nunca estão de
acordo, ou aqueles a quem tudo lhes parece ótimo e encarregam-se das tarefas de que os demais
se omitem.
10

Este movimento de depósito começa na família, com o projeto inconsciente dos pais.
Estes marcam um lugar para cada um de seus filhos, segundo as necessidades que
imaginariamente o grupo primário pretende preencher com aquele que chega. Deste modo, o
filho ou filha já ocupará um lugar pré-estabelecido e adquirirá um papel determinado. Entre os
diversos papéis, são divididos aspectos ansiogênicos e dos quais a família não pode assumir em
conjunto. Depositando-os, assim, num de seus membros, o controle da situação é facilitado.
Os componentes do grupo

São cinco os papéis que constituem um grupo, segundo a denominação de Pichon-


Rivière citado por (Freire 2005):
Líder de mudança
Bode expiatório
Porta-voz
Líder de resistência

Representantes do silêncio

O líder de mudança é aquele que se encarrega de levar adiante as tarefas, enfrentando


conflitos, buscando soluções, arriscando-se sempre diante do novo. O contrário dele é o líder de
resistência, não podem existir um sem o outro.Os dois são necessários para o equilíbrio do grupo.
Esta é a visão de uma relação democrática, pois na relação autoritária e na espontaneísta os
encaminhamentos poderão ser outros.

Para cada maior acelerada do líder de mudança, maior freio, brecada, do líder de
resistência. Isto porque, muitas vezes, o líder de mudança radicaliza suas percepções,
encaminhamentos, na direção dos ideais do grupo, descuidando do princípio de realidade. Neste
momento o líder de resistência traz para o grupo uma excessiva crítica (princípio de realidade
exacerbado), provocando uma desidealização (desilusionamento), produzido assim um
contrapeso às propostas do outro.

O bode expiatório é quem assume as culpas do grupo. Serve-se de depositário a


essesconteúdos, livrando o grupo do que lhe provoca mal-estar, medo, ansiedade. Os silenciosos
são aqueles que assumem as dificuldades dos demais para estabelecercomunicação, fazendo com
que o resto do grupo se sinta obrigado a falar.
11

Num grupo falante, se queima quem menos pode sobreviver ao silêncio. Aqueles que
calam representam essa parte nossa que desejaria calar, mas não pode. Em algumas situações, os
silenciosos suscitam críticas por partes de elementos do grupo porque estes se permitem o
ocultamento. Ocultamento que poderá ser aparente, pois o uso da palavra pode, também, ocultar
um enorme silêncio. Em outras situações, este ocultamento é real, onde o produto é a omissão.

O Porta-voz é quem se responsabiliza em ser a chaminé por onde emergem as ansiedades


do grupo. Através da sensibilidade apurada do porta-voz, ele consegue expressar, verbalizar, dar
forma aos sentimentos, conflitos que muitas vezes estão latentes no discurso do grupo. O porta-
voz é como uma antena que capta de longe o queestá por vir.

Em muitas situações, o porta-voz pode coincidir com uma das expressões de lideranças.
Para detectar se realmente está desenvolvendo o papel de porta-voz do grupo, é necessário
observar como o conteúdo expressado chega, que ressonâncias provoca no grupo. Caso não
provoque nenhuma sintonia com o grupo, não será uma intervenção emergente do grupo
movimento de horizontalidade mas sim, um produto de sua história pessoal movimento de
verticalidade.

A construção do grupo

Um grupo se constrói através da constância da presença de seus elementos, na

Constância da rotina e de suas atividades.

Um grupo se constrói na organização sistematizada de encaminhamentos, intervenções


por parte do educador, para a sistematização do conteúdo em estudo.
Individuo

É uma pessoa indepedente em relacão aos demais, um ser autonomo definido por sua
capacidade racional e força de vontade. todo ser humano tem um nome e sobrenome a zelar que
exemplifica a existencia de qualquer ser humano , mas que tambem se refere a uma pessoa de
forma generica, ou seja, não se refere a uma pessoa em particular, Ramos (2003:238). A
sociedade mostra como diferente pessoas em termo individuais estabelecem relacoes entre si
criando grupos de individuo e grupo de amigos, o conceito individuo também mostra que cada
12

um tem seu próprio objetivo e personalidade, ou seja, às pessoas são dotadas de dignidade.
Latour, (2005).

O indivíduo tem, para si, claras as características que o diferencia dos demais, como seus
fatores biológicos, seu corpo físico, seus traços, sua psiquê que envolve emoções, sentimentos,
volições, temperamento. Todavia, o indivíduo, como objeto de estudo da psicologia social e da
sociologia, é considerado,
13

Conclusão

A pós o término do trabalho concluímos que o ser humano, na verdade, é fruto das relações
sociais. Ao mesmo tempo em que ele é individual, é também coletivo, pois vive em um processo
constante de transformação, desde o nascimento até sua morte, por meio de interações grupais
(família, vizinho, trabalho), sendo influenciados por padrões culturais.

Referências Bibliografia
14

1. .Dicionário de Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas; MEC, 1987.
2. Freire Madalena (2005) .o que é um grupo. ed 4 Rio de Janeiro
3. Graziano, A.M., & Mooney, K. C. (1984). Crianças e terapia comportamental. Nova York:
Aldine.
4. Greetz, C. (1989) Interpretação das culturas. Rio de janeiro: Guanabara koogan
5. Latour, B. (2005). Remontando o Social: Uma Introdução à Teoria. Oxford: Oxford
University Press.
6. . Lane, S. (1985). A psicologia social e uma nova concepção do homem para a psicologia.
Em Lane, W. (org.). Psicologia social: o homem em movimento 3a. ed. São Paulo.
7. Nisbet, R. (1978) Sociologia e Sociedade. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
8. Orford, J. (1992). Psicologia comunitária: Teoria e prática. Londres: John Wiley & Sons,
Ltd.
9. Ramos, Arthur. (2003). Introdução à psicologia social. 4. ed. Santa Catarina: UFSC

NOTA
O trabalho mostra pouca originalidade
Rever as normas apresentadas. Use as Regras Aspas
Procurem elaborar melhor a conclusao