P. 1
Cromatografia de aminoácidos em papel

Cromatografia de aminoácidos em papel

5.0

|Views: 11.884|Likes:
Publicado porGesiane G. Ferreira
Os aminoácidos são unidades básicas que constituem as proteínas, que são constituídos por um grupo amina, um grupo carboxila e um grupo R (radical, ou grupo lateral), este faz com que os aminoácidos diferem se em suas estruturas, tamanhos, cargas e influenciam na solubilidade.
Os aminoácidos podem ser classificados em: Apolares ou Polares. Aminoácidos apolares são solúveis em soluções orgânicas, e os Polares em soluções polares. Os aminoácidos polares podem ser negativos ou positivos.
Os aminoácidos que possuem uma cadeia lateral aromática, tendem á insolubilidade em soluções polares, porém, devido ao acréscimo de hidroxilas ou amina, alguns têm caráter hidrófilo.
Tais fatores são importantes para a identificação dos aminoácidos na cromatografia em papel.


OBJETIVO
Identificar aminoácidos de um cromatograma, calculando seu RF.
Os aminoácidos são unidades básicas que constituem as proteínas, que são constituídos por um grupo amina, um grupo carboxila e um grupo R (radical, ou grupo lateral), este faz com que os aminoácidos diferem se em suas estruturas, tamanhos, cargas e influenciam na solubilidade.
Os aminoácidos podem ser classificados em: Apolares ou Polares. Aminoácidos apolares são solúveis em soluções orgânicas, e os Polares em soluções polares. Os aminoácidos polares podem ser negativos ou positivos.
Os aminoácidos que possuem uma cadeia lateral aromática, tendem á insolubilidade em soluções polares, porém, devido ao acréscimo de hidroxilas ou amina, alguns têm caráter hidrófilo.
Tais fatores são importantes para a identificação dos aminoácidos na cromatografia em papel.


OBJETIVO
Identificar aminoácidos de um cromatograma, calculando seu RF.

More info:

Published by: Gesiane G. Ferreira on May 09, 2009
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/20/2013

pdf

text

original

UNIVERCIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS-UNIPAC

RELATÓRIO DE BIOQUÍMICA Cromatografia de aminoácidos em papel

Ipatinga 2009

UNIVERCIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS-UNIPAC

RELATÓRIO DE BIOQUÍMICA Cromatografia de aminoácidos em papel

Relatório apresentado por Gesiane Ferreira. Finalidade: Adquirir conhecimentos sobre a cromatografia em papel.

Ipatinga 2009

1 INTRODUÇÂO Os aminoácidos são unidades básicas que constituem as proteínas, que são constituídos por um grupo amina, um grupo carboxila e um grupo R (radical, ou grupo lateral), este faz com que os aminoácidos diferem se em suas estruturas, tamanhos, cargas e influenciam na solubilidade. Os aminoácidos podem ser classificados em: Apolares ou Polares. Aminoácidos apolares são solúveis em soluções orgânicas, e os Polares em soluções polares. Os aminoácidos polares podem ser negativos ou positivos. Os aminoácidos que possuem uma cadeia lateral aromática, tendem á insolubilidade em soluções polares, porém, devido ao acréscimo de hidroxilas ou amina, alguns têm caráter hidrófilo. Tais fatores são importantes para a identificação dos aminoácidos na cromatografia em papel.

2 OBJETIVO Identificar aminoácidos de um cromatograma, calculando seu RF.

3.PRÁTICA 3.1.1 Materiais utilizados - 1 tudo de ensaio de 25 x 200 mm com uma rolha de cortiça com percevejo; - Papel de filtro Whatman n°1, em tiras de 17 x 170 mm; - Tubos capilares; - 1 forro de papel; - Lápis e régua; - Estufa a 90-100°C - 2 placas de Petri. 3.1.2 Reagentes utilizados - 3 soluções de aminoácidos identificados. - 1 solução de aminoácido desconhecido. Solvente: mistura de butanol – ácido cético – água (4:1:2) Revelador: solução de ninidrina 0,25 N em acetona.

3.2 PROCEDIMENTO 01. Em uma das extremidades da tira de papel de filtro, a uma distância que garanta não tocar a superfície do solvente, traçar uma transversal como referência para o ponto de origem. 02. Tocar com a ponta do tubo capilar, contendo a solução do aminoácido o meio da linha de ponto de origem, deixando escoar um pouco da solução, mas evitando que se espalhe por uma área de raio maior que 5 mm. Secar. 03. Repetir a operação duas vezes, tendo o cuidado de secar a solução antes do toque seguinte. Os três toques colocarão 5 a 10 μL de uma solução a ser cromatografada. 04. Fazer uma dobra na extremidade do papel de filtro contrária àquela onde foi feita a aplicação da amostra. Fixar a tira de papel na faze interior da rolha de cortiça por meio de um percevejo, de modo que a dobra se localize sobre o seu diâmetro. 05. Tampar o tubo de ensaio com a rolha fixada à tira de papel filtro, tendo o cuidado de não deixar que a tira permaneça em contato coma parede interna do tubo. 06. Mergulhar a tira de papel de filtro no solvente +ou- 5 cm, evitando que o ponto de aplicação das soluções entre em contato como solvente. 07. Esperar o tempo suficiente para a frente do solvente alcançar +ou- 1,5 cm da rolha ou até 10 a15 cm de altura do ponto de origem. 08. Retirar a tira de papel de filtro da rolha e tampar novamente tubo. 09. Marcar imediatamente a lápis o ponto atingido pela frente do solvente. 10. Secar a tira de papel de filtro na estufa a 90-100°C. 11. Revelar o cromatograma mergulhando rapidamente a tira de papel de filtro em uma placa de Petri contendo o revelador (ninidrina). 12. Secar na estufa. 13. Calcular os RF. (ver figura-1)

B

A

RF= A/B

Figura-1

14. Anotar os valores e compara-los com o rótulo das soluções identificadas.

4. RESULTADOS Ala Tir Val His N°1 RF= 0,29 RF= 0,38 RF= 0,54 RF= 0,18 RF= 0,29

5. DISCUSÂO A cromatografia permite a separação dos aminoácidos através do cálculo da distância de locomoção devido à reação de polaridade entre os aminoácidos e o solvente. De acordo com a ordem crescente de polaridade dos componentes do solvente segue-se: butanol, ácido acético e água. O soluto (com aminoácido) move-se na direção do fluxo do solvente a uma velocidade que dependerá de sua atração, seja pela faze aquosa estacionária (Polar) ou pela fase solvente em movimento (Apolar). A atração do soluto pela fase orgânica (Apolar) implica uma velocidade maior de migração, em outras palavras, uma maior distância percorrida. Após a revelação do cromatograma, medimos a distância percorrida por cada aminoácido (observar em: Métodos, ponto 13) e o RF será terá o resultado da divisão entre o espaço percorrido pelo aminoácido e o espaço do solvente. Em caso de valores muito próximos de RF, para uma melhor identificação do aminoácido levamos em consideração a intensidade da coloração, que

indica afinidade com o corante, também uma característica individual de cada aminoácido. A cromatografia em papel pode ser aplicada para a separação, identificação e até dosagem de misturas. Exemplos: glúcides, ácidos graxos, assim como todos os seus derivados ou polímeros. Existem fatores que influenciam na migração do soluto, tais como: seu peso molecular, tipo de suporte, temperatura ambiente, sistema de solventes, pH, polaridade, ação capilar, tempo de corrida, quantidade de soluto aplicado, etc.

6. CONCLUSÂO Conclui-se que, com a comparação dos resultados de RF e da reação com o colorante revelador, aminoácido desconhecido é a Alanina.

BIBLIOGRAFIA

Manual de cromatografia de aminoácidos em papel, fornecida pelo docente Leonardo de Araújo Lopes.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->