Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distância
Variação da Língua Emakhua no Espaço e Seu Impacto
Rosema Sira Mália, código: 708181520
Curso: Língua Portuguesa
Disciplina: Estatística (1º
Ano)
Pemba, outubro, 2020
Pemba
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Categoria Pontuação Nota
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Capa 0.5
Índice 0.5
Introdução 0.5
Discussão 0.5
Estrutura Aspectos Conclusão 0.5
organizacionai Bibliografia 0.5
s
Contextualização 1.0
(Indicação clara do
problema
Descrição dos 1.0
Introdução objectivos
Metodologia adequada 2.0
ao objecto do trabalho
Articulação e domínio 2.0
do discurso académico
(expressão escrita
cuidada, coerência /
Conteúdo coesão textual)
Revisão bibliográfica 2.0
nacional e
Análise e internacionais
discussão. relevantes na área de
estudo.
Exploração dos dados. 2.0
Conclusão Contributos teóricos 2.0
práticos.
Aspectos Formatação Paginação, tipo e 1.0
gerais tamanho de letra,
parágrafo,
espaçamento entre
linhas
Referênci Normas APA Rigor e coerência das 4.0
as 6ª edição em citações/referências
Bibliográf citações e bibliográficas
icas bibliografia.
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Índice
Folha de Feedback.............................................................................................................1
Recomendações de melhoria:............................................................................................2
Capitulo I: Introdução........................................................................................................4
Capitulo II: Conceitos........................................................................................................5
2.1 Localização e número de falantes………………………..…………………………..5
2.1.1. Nampula..................................................................................................................5
2.1.2. Cabo-Delgado..........................................................................................................5
2.1.3. Niassa......................................................................................................................5
2.1.4. Zambézia.................................................................................................................6
2.2. Variante de referência.................................................................................................6
2.3. Impacto da variação da língua emakhua no espaço....................................................6
4. Conclusão....................................................................................................................10
5. Referências bibliográficas...........................................................................................11
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Capitulo I: Introdução
Em todas as sociedades, a língua é um instrumento de identidade, de transmissão da
cultura e dos valores sociais e culturais, mas também é “arma de luta” contra
desigualdades sociais, é expressão de sentimentos, de oportunidades em todos os níveis:
social, econômico, político e cultural. É importante referir que é com a língua que as
pessoas criam laços de irmandade ou mesmo de conflitos, que se discutem os vários
assuntos inerentes à vida em sociedade; enfim, sem a linguagem a comunicação, o
contato entre as pessoas seria difícil.
Como dizia Saussure (2006, p.17), a língua “é um produto social da faculdade de
linguagem e um conjunto de convenções necessárias, adotadas pelo corpo social para
permitir o exercício dessa faculdade nos indivíduos.” O Homem sempre precisou de se
comunicar em todas as esferas da sociedade, por isso, em todo o mundo, há pessoas que
lutam, para preservar a sua língua, para cuidar dela, pois pertence ao bem comum da
comunidade linguística
Outro aspecto que merece ser avançado nesta introdução é a situação de contato
linguístico, uma vez que o contato provoca interferências, variações e mudanças tanto
na Língua Portuguesa quanto nas Línguas Bantu. A dinâmica da vida das pessoas, os
interesses econômicos e políticos fazem com que, cada vez mais, os falantes de
diferentes línguas convivam no mesmo espaço usando a Língua Portuguesa,
principalmente nas cidades.
Como objetivo geral, a pesquisa visa contribuir para a valorização e o reconhecimento
das variedades da língua Emakhua em moçambique inclusive no meio escolar, na mídia
e na sociedade. Como objetivos específicos, pretende-se identificar e explicar os
processos de Variação da língua Emakhua no espaço moçambicano. Pretende-se ainda
explicar a sua origem e o impacto da variação da língua Emakhua.
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Capitulo II: Conceitos
De acordo a Wikepedia: A língua macua (Emakhuwa , Makhuwa) é uma família
de línguas bantu faladas na região norte de Moçambique, a maioria dos quais
são macuas, membros do grupo étnico mais numeroso deste país, cerca de 6,6 milhões
de pessoas.
Para Ngunga e Faquir (2012) O macua fala-se na região centro-norte do país, nas
províncias de Nampula, Niassa, Cabo Delgado e Zambézia.
Localização e número de falantes
A língua Emakhuwa é falada nas seguintes províncias:
Nampula
Variantes:
a) Emakhuwa, falada na cidade-capital e seus arredores, nomeadamente, Mecubúri,
Muecate, Meconta, parte de Murrupula, Mogovolas, parte de Ribáwe e Lalawa;
b) Enahara, falada nos distritos de Mossuril, Ilha de Moçambique, Nacala-Porto,
Nacala-a-Velha e parte de Memba;
c) Esaaka, falada nos distritos de Eráti, Nacarôa e parte de Memba;
d) Esankaci, falada em algumas zonas do distrito de Angoche;
e) Emarevoni, falada em partes dos distritos de Moma e Mogincual;
f) Elomwe, falada nos distritos de Malema, parcialmente nos distritos de parte de
Ribáwè, Murrupula e Moma.
Cabo-Delgado
Variantes:
a) Emeetto falada nos distritos de Montepuez, Balama, Namuno, Pemba, Ancuabe,
Quissanga, parte dos distritos de Meluco, Macomia e Mocimboa da Praia;
b) Esaaka nos distritos de Chiúre e Mecúfi.
Niassa
Variantes:
a) Exirima, falada nos distritos Metarica e Cuamba;
b) Emakhuwa falada nos distritos de Mecanhelas, Cuamba, Maúa, Nipepe, Metarica e
parte do distrito de Mandimba;
c) Emeetto falada nos dsitritos de Marupa e Maúa.
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Zambézia
Variantes:
a) Emakhuwa falado em Pebane;
b) Elomwe falado em Gurue, Gilé, Alto Molócue e Ile;
c) Emarevoni falado numa parte de Pebane.
De acordo com INE (2010), o Emakhuwa é falado por cerca de 5.307.378 pessoas de
cinco anos de idade ou mais em Moçambique.
Variante de referência
Para efeitos do presente Trabalho, considerou-se a proposta dos membros do grupo de
trabalho que participaram no seminário para quem Emakhuwa, falado em Nampula,
deve ser tomada como referência na escrita da língua makhuwa.
Este facto, aliado, por um lado, à centralidade geográfica de Nampula no âmbito das
províncias em que se fala o Emakhuwa, e por outro à reconhecida inteligibilidade mútua
entre os falantes das diversas variantes, leva a que se tome a variante falada pelos
nativos da região tradicionalmente conhecida por Wamphula, como sendo a de
referência para efeitos de padronização da escrita.
Entretanto, nesta situação, há a referir que embora a sua escrita não faça parte deste
estudo, Ekoti é a segunda língua moçambicana mais falada em Nampula, com cerca de
70.000 falantes de cinco anos de idade ou mais ([Link]).
Impacto da variação da língua Emakhua no espaço
As Linguas Bantus não deveriam ser usadas nem faladas na escola porque:
podem fomentar o tribalismo (inimigo fundamental da unidade nacional); são
muitas e não haveria dinheiro para fazer muitos livros para tantas línguas; não
há conhecimento científico sobre elas, incluindo gramáticas, dicionários e
outros materiais didáticos (NGUNGA, 2002, p. 10).
Em Moçambique, de uns anos para cá, são identificáveis estudos de cunho linguístico
no que se refere à variação linguística porque já existe uma consciência desperta, de
facto, para os usos da língua oficial como documenta Gonçalves (2000:2): “A história
interna desta “variação, e mais particularmente a caracterização dos fenómenos
ocorridos nos primeiros tempos de formação desta variedade, não foram ainda objecto
de estudo sistematizado.” Esta investigadora acrescenta ainda que “Falar da Emakhua
em Moçambique significa, por conseguinte, descrever propriedades de uma variedade
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linguística em formação, que não apresenta… a (relativa) estabilidade das variedades
europeia e brasileira.” (Gonçalves, 1996:313).
No entanto, quando se fala de variação linguística de uma língua-alvo, faz-se a
associação do núcleo de características centrais dessa língua (fonéticas, fonológicas,
lexicais, sintácticas e semânticas) que fluem diferentemente em relação à norma tida
como referência. Contudo, tais características têm de apresentar alguma estabilidade ao
longo de um período de tempo dentro de uma mesma comunidade linguística.
Em relação aos estudos sobre as variações linguísticas, importa destacar o que Brito
(1999:334) constatou através de estudos de Labov: “a existência, numa dada sincronia,
de variantes no quadro de uma comunidade linguística constitui um indício de
mudanças em curso. Olhando para a variação linguística, a noção de conhecimento
linguístico dos sujeitos falantes deve ser associada a variação no espaço, a variação no
tempo e a aquisição da linguagem (ibidem:335).
É assim que professores e aprendentes da Língua Emakhua nas escolas moçambicanas
apesar de falarem a Língua Portuguesa, estes demonstram ser “portadores” de variantes
sociais ou regionais, mas que, na maior das possibilidades, não têm consciência desse
facto. E é justamente por esta razão que o PEA da Língua Portuguesa é marcado por
“erros”/ desvios inevitáveis quando o conhecimento explícito da prática lectiva é o
funcionamento da língua. Na verdade, temos de reconhecer o carácter mutável da
Língua Portuguesa uma vez que, segundo Faria (2003:33), esta é igual a qualquer língua
viva sujeita as condições de variação e de mudança linguística ao longo do tempo,
espaço da sua utilização e contextos sociais da sua utilização principalmente estando em
contacto de línguas. Na visão de Faria (2003:33), a existência de variantes e de
variedades de certa língua constitui “uma mais-valia para própria língua.” Tomando-as
mais evidente no léxico, com a introdução de palavras novas próprias de um contexto de
referência de determinada comunidade linguística. E nisso se define a mudança como
“qualquer modificação sofrida pela estrutura de uma língua (a nível fonético,
fonológico, morfológico, sintáctico ou semântico) ao longo do tempo” (Xavier e
Mateus, 1990:250- 251). Assim, somos levados a trazer para aqui a ideia que explicita
uma das características da língua em que as palavras e as línguas vão continuando a
nascer por força do variado e variável uma vez que os homens e a sua forma de vida
estão em constante evolução (Gomes e Cavacas, 2006:19). Pensamos que os professores
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de Lingua Portuguesa devem estar conscientes desse facto e olhar para o ensino da
língua tendo em conta as actualizações que os falantes vão fazendo na variante da
Língua Emakhua. Neste caso, o professor de Português deve estar atento às situações de
variação da Língua Emakhua e na constituição dos grupos sociais e da situação de
comunicação. Em síntese, podemos reconhecer que há mudança linguística quando
ocorre uma modificação na estrutura de uma língua a qualquer dos níveis (fonético,
fonológico, morfológico, sintáctico ou semântico) ao longo do tempo, da sua história e
da sua comunidade.
O poder das Línguas Bantu faladas em Moçambique é mais expressivo na instituição
tradicional moçambicana: ritos de iniciação, ritos de passagem, ritos de morte, ritos de
nascimento, etc. A tradição obriga que nessas cerimônias se usem exclusivamente as
Línguas Bantu predominantes naquela etnia ou naquele grupo linguístico. A “instituição
tradicional” também preserva as suas línguas, de forma oral, passando-as de geração a
geração.
A partir dos 10 ou 12 anos, a criança deixa de pertencer à família e passa a pertencer à
sociedade, sendo tarefa da sociedade educá-la e passar os valores sócio-culturais,
incluindo a língua. Por isso qualquer elemento da sociedade pode/deve ensinar as regras
de convivência em sociedade. Nos ritos de iniciação e de passagem, por exemplo, as
línguas do ensino são as diversas Línguas Bantus faladas naquele lugar e jamais o
português. Esse comportamento é inerente à política linguística no contexto da tradição
africana.
Uma vez que não existe uma língua incompleta gramaticalmente, todas as línguas bantu
moçambicanas poderiam ter o estatuto que foi atribuído à Língua Portuguesa, se
houvesse essa vontade política, pois
Toda língua é adequada à comunidade que a utiliza, é um sistema completo que
permite a um povo exprimir o mundo físico e simbólico em que vive. É
absolutamente impróprio dizer que há línguas pobres de vocabulário. Não
existem também sistemas gramaticais imperfeitos. (ALKMIM, 2001, p.41).
Os países africanos (na sua maioria), ao invés de investir na codificação, padronização,
preservação, desenvolvimento e promoção das suas línguas, desprezam-nas, não dando
o valor que elas merecem na maioria dos casos.
Sabemos de antemão que:
O colonialismo português, ao proibir a utilização das línguas autóctones como
instrumento de comunicação social, não o fez por querer civilizar os povos
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africanos. Fê-lo para reprimir, evitar e retardar o aparecimento e o crescimento
da consciência nacional. A impossibilidade de obter instrução materna, a
degradação cultural e o esquecimento das tradições são sequelas do
colonialismo mental. O povo moçambicano não se sentirá completamente
reabilitado enquanto não recuperar a sua dignidade de um povo identificável,
com suas origens linguísticas e culturais próprias. (LOPES-MIGUEL, 2004,
p.231, grifo do autor).
O ilimitado e a dinamicidade da língua têm a ver com o ilimitado e a dinamicidade da
vida humana” (FARACO, 2012, p.42). E na variação leva sempre traços da língua
materna que é dominante em 89% da população moçambicana.
Outro aspeto importante a sublinhar é a alta taxa de analfabetismo que assola os
moçambicanos, bem como o prestígio que das Língua Bantu têm principalmente nas
zonas rurais. Esses aspectos ilustram que há um enfrentamento em relação ao português
e é essa a causa do crescimento lento do número de falantes de português. A maior parte
das pessoas que falam português são as escolarizadas e localizam-se geograficamente
nas zonas urbanas.
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Conclusão
O estudo da Variação da Língua Emakhua e Seu Impacto parece uma tarefa simples.
Mas exige um estudo e debate muito profundo. Por isso levamos mais tempo discutindo
aspectos teóricos, tentando criar bases para que os conceitos fiquem claros. Nesta
pesquisa mostramos que há diferença entre as variantes da língua Emakhua.
Houve necessidade de explicar essa diferença porque, embora todos os variantes façam
parte da matriz externa têm uma integração bem diferente. Sabemos também que o
estabelecimento da norma moçambicana culta do português é uma tarefa
particularmente complexa, uma vez que o discurso dos falantes de uma língua segunda
se distingue por uma maior variabilidade do que aquela que se verifica em falantes de
língua materna, isto é, os traços elegíveis para esta norma não se distribuem uniforme e
sistematicamente pelos falantes que podem ser classificados como instruídos.
(GONÇALVES, 2001a, p.988).
Há problemas na escrita de muitas variantes vindas das Línguas Bantu moçambicanas,
porque havia controvérsias sobre a escrita. Foi em 2008 que finalmente algumas LB
moçambicanas foram padronizadas. A adaptação à ortografia padronizada leva o seu
tempo, por isso até hoje há disparidades na grafia das variantes da língua Emakhua.
Sabemos que a “escola é uma instituição inculcadora, por excelência, dos valores
culturais que geralmente correspondem aos da classe dominante. Um desses valores é o
ensino de língua que se dá na forma de norma-padrão (CAMACHO, 2013, p.75). É por
isso que a escola moçambicana ainda é intolerante com relação à variedade
moçambicana e isso se reflete no aproveitamento pedagógico. Os professores ainda
insistem na gramática tradicional, gastando mais tempo trabalhando a gramática ao
invés de estudar a realidade sociolinguística que está presente na variedade
moçambicana. Os manuais (livros escolares) dos alunos não fazem alusão a questões de
variação, fato que mostra que a variação não é tolerada por causa da norma-padrão das
línguas vernaculas. Os professores de língua portuguesa poderiam tomar uma atitude
contrária a esta, pois esta atitude, para além de influenciar nas “reprovações em massa”,
cria timidez e falta de segurança nos alunos.
A pesquisa confirma a hipótese de que a língua Emakhua em Moçambique caminha de
forma acelerada para sua autoafirmação, embora sendo perturbada pelas políticas
linguísticas vigentes.
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