Você está na página 1de 12

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

CAMPUS DE GOVERNADOR VALADARES


CURSO DE NUTRIÇÃO

PROCEDIMENTOS E TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

1. Cuidados gerais

Os equipamentos e as superfícies de trabalho deverão ser diariamente higienizados


com desinfetante (álcool 70%). Para o estetoscópio, passar algodão embebido com a solução
na área da campânula e na ponta das hastes em contato com os ouvidos (neste último caso
somente quando ocorrer troca de avaliador).
O colchonete, a balança plataforma, o prato das balanças e a maca deverão ser
forrados com toalha descartável antes do contato do paciente com os mesmos.
Durante o atendimento à população os alunos deverão utilizar jaleco, sapato fechado,
roupa branca e crachá (informando instituição, curso e nome).
Nas aulas práticas no laboratório, excluindo a situação anterior, o aluno deverá ir
com roupas e calçados que favoreçam a sua avaliação antropométrica. Para as aulas de
composição corporal levar bermuda e topper.
A higienização das mãos deverá ocorrer antes de cada atendimento utilizando
sabonete líquido e/ou solução de álcool 70º.
Defeitos de equipamentos ou quaisquer anormalidades devem ser imediatamente
anotados no livro de ocorrências e notificados ao professor ou ao monitor do laboratório.
As balanças devem ser calibradas antes de iniciar o atendimento (agulha da régua deve ficar
alinhada com o fiel). Devem ser mantidas travadas e com os cursores no ponto zero durante
todo o período em que não são utilizadas. É proibido subir na balança com calçados.
Falta consenso na literatura quanto ao lado a ser medido e quanto a algumas técnicas
de medição. Desta forma, os procedimentos descritos neste manual serão os aplicados no
Laboratório de Avaliação Nutricional. No caso do lado a ser medido, todas as medidas de
circunferência e dobras cutâneas deverão ser realizadas no lado direito, exceto a altura do
joelho.
2

2. Medidas e procedimentos

ESTATURA
Para esta medida utiliza-se o antropômetro. Para crianças menores de 2 anos
este equipamento é conhecido como antropômetro infantil, antropômetro horizontal ou
infantômetro. Para indivíduos maiores de 2 anos utiliza-se o estadiômetro/antropômetro
vertical. Na falta do equipamento pode-se utilizar uma fita métrica milimetrada inelástica
fixada em uma parede lisa, nivelada e sem rodapé.
Para medir as crianças menores de dois anos deve-se retirar as roupas, sapatos, toucas
e prendedores de cabelo da criança que possam interferir na tomada da medida. O mesmo
cuidado para crianças maiores, porém, ela poderá utilizar roupas.

Comprimento (Recém-nascido e crianças menores de 2 anos)

1º passo- Colocar a criança em decúbito dorsal e manter com a ajuda da mãe:


* a cabeça apoiada firmemente contra a parte fixa do equipamento, com o pescoço
reto e o queixo afastado do peito;
* os ombros totalmente em contato com a superfície de apoio do antropômetro;
* os braços estendidos ao longo do corpo;
* as nádegas e os calcanhares em pleno contato com a superfície que apóia o
antropômetro.
2º passo – Pressionar, cuidadosamente os joelhos da criança para baixo, com uma das mãos,
de modo que eles fiquem estendidos. Juntar os pés, fazendo um ângulo reto com as pernas.
Levar a parte móvel do equipamento até as plantas dos pés, com cuidado para que não se
mexam.
3º passo – realizar a leitura e anotação.

www.ebah.com.br
3

ALTURA (Crianças a partir de 2 anos, adolescentes, adultos e idosos)

1º passo Posicionar o indivíduo centralmente e de costas para o marcador. Ele deve estar
descalço e com a cabeça livre de adereços. Mantê-lo de pé, ereto, com os braços
estendidos ao longo do corpo, com a cabeça erguida, olhando para um ponto fixo na altura
dos olhos (plano horizontal de Frankfort). Deve ser retirado qualquer adorno utilizado na
cabeça.
2º passo – Encostar os calcanhares, ombros e nádegas em contato com o
antropômetro/parede. Unir os pés, fazendo um ângulo reto com as pernas.
3º passo – Abaixar a parte móvel do equipamento, fixando-a contra a cabeça,
comprimindo o cabelo.
4º passo – Travar, retirar o indivíduo e realizar a leitura.

PESO
Utiliza-se balança do tipo mecânica ou eletrônica (digital) que deverá ser pediátrica
(para menores de 2 anos) ou plataforma (para maiores de 2 anos).
Certificar-se de que a balança está apoiada sobre uma superfície plana, lisa e firme.
Destravar a balança e verificar se está calibrada. Calibrar se necessário.
As crianças menores de 2 anos devem sempre ser pesadas completamente despidas.
Uma fralda molhada pode representar até 20% do peso de uma criança. As crianças maiores
de 2 anos devem ser pesadas descalças e somente com calcinha, short ou cueca. Os adultos
e adolescentes devem utilizar roupas leves, sem objetos nos bolsos ou no corpo que possam
interferir no peso. Sempre retirar os calçados.

andersonaraujoba.blogspot.com.br
4

Recém-nascidos e em crianças menores de 2 anos

blogdoadrianopapai.blogspot.com.br
A capacidade da balança é normalmente de 16kg e a divisão de 10g ou menos.
1º passo – Destravar a balança. Verificar se está calibrada (a agulha do braço e o fiel devem
estar na mesma linha horizontal). Se necessário, calibrá-la e em seguida travá-la.
2º passo – Colocar a criança despida na balança, deitada ou sentada, no centro do prato.
Orientar a mãe/responsável a manter-se próximo, sem tocar na criança e no equipamento.
Destravar a balança e efetuar a pesagem movendo o cursor maior sobre a escala numérica e
depois o cursor menor até que a agulha do braço e o fiel estejam alinhados.
3º passo - Travar a balança, retirar a criança, fazer a leitura e anotar a medida.

Crianças a partir de 2 anos, adolescentes, adultos e idosos

1º passo – Solicitar que o indivíduo suba na balança e permaneça de costas, ereto, com os
braços estendidos e com os pés juntos no centro da mesma.
2º passo - Destravar a balança e efetuar a medida. Travar a balança e fazer a leitura.

CIRCUNFERÊNCIA CEFÁLICA

A fita deve passar em torno da parte mais proeminente da cabeça, ou seja, sobre a
região frontal (circunferência occipito-frontal acima das sobrancelhas), e, posteriormente,
no nível da occipital, contornando a cabeça no mesmo nível, à direita e à esquerda de modo
a obter a maior medida. Tomar como referência a glabela como limite anterior e o polo
occipital como posterior, com o cuidado de não incluir parte do pavilhão auricular nessa
medida)

www.bebesymas.com
5

CIRCUNFERÊNCIA TORÁCICA

www.google.com.br/

Passar a fita em torno do tórax, formando um ângulo reto com a coluna vertebral, no
nível da base do apêndice xifóide e logo abaixo dos ângulos inferiores das omoplatas (ou
seja, no nível dos mamilos).
O perímetro cefálico e torácico pode ser avaliado em crianças com até 5 anos de
idade.

CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA OU ABDOMINAL

Medida na parte mais estreita do tronco (Callaway, 1988) ou,


quando este não for visível, tomar a medida no ponto médio entre o ponto
mais alto da crista ilíaca e a parte mais baixa do rebordo costal (OMS,
1995). Esta medida não deve ser realizada em cima da roupa (Heyward,
1996 citado por Matsudo, 2010). www.avaliacaofisica.com.br

1º passo – a pessoa dever estar em pé, ereta, abdômen relaxado, braços


afastados do corpo e os pés separados numa distância de 25-30 cm.
2º passo – o avaliador deve ficar de lado para a pessoa e passar a fita ao redor da cintura.
Deve-se verificar se a fita está no mesmo nível em todas as partes da cintura. Não deve
ficar larga, nem apertada.
3º passo – realizar a medida ao final de uma expiração normal (Rossi et al, 2008).
Obs: no caso desta medida ser realizada em crianças e adolescentes, verificar o protocolo
proposto pelo autor que publicou os valores de referência que você utilizará. No caso de
Taylor e cols., 2000, avalia-se a parte mais estreita do tronco (Vitolo, 2008)

CIRCUNFERÊNCIA DO QUADRIL

Deve ser medida na área de maior diâmetro do quadril.


O indivíduo deve estar de pé, ereto, com os braços afastados do
corpo, os pés juntos, com o mínimo de roupas possível, ou utilizando
roupas finas.
Esta medida pode ser utilizada para avaliar a relação circunferência
da cintura/circunferência do quadril (RCQ). Esta relação identifica o tipo
de distribuição de gordura e serve como indicativo de risco para
CIRCUNFERÊNCIA DO BRAÇO
desenvolvimento de doenças. www.avaliacaofisica.com.br
6

Esta medida representa a soma das áreas constituídas pelos tecidos ósseo, muscular
e gorduroso do braço. Assim, não avalia o tecido adiposo separadamente.
1º passo – Flexionar o braço direito (Rossi et al, 2008) em direção ao tórax, formando um
ângulo de 90º.
2º passo – Medir o ponto entre o acrômio da escápula e o olécrano da ulna.
3º passo – Marcar o ponto médio com uma caneta.
4º passo – Solicitar que o indivíduo abaixe o braço e relaxe-o .
5º passo – Passar a fita acima do ponto marcado de forma ajustada evitando compressão
da pele ou folga. Realizar a leitura.

www.concursoefisioterapia.com

CIRCUNFERÊNCIA DA PANTURRILHA

A medida deve ser aferida na máxima circunferência no plano


perpendicular à linha longitudinal da panturrilha. Pode ser feita na
posição ereta, sentado ou deitado em posição supina (com o joelho
flexicionado a um ângulo de 90º). Posicionar a trena antropométrica,
horizontalmente, na maior proeminência da musculatura da panturrilha
(Duarte, 2007).
7

CIRCUNFERÊNCIA DO PESCOÇO

Medida no nível da cartilagem cricotireoidiana e em homens


com proeminência, aferir abaixo da proeminência com o indivíduo
na posição de pé e a cabeça mantida ereta (Frizon e Boscaini, 2013).

CIRCUNFERÊNCIA DO PUNHO Processo estiloide

1º passo – Flexionar o braço do avaliado no cotovelo.


2º passo – Proceder a medida na região imediatamente Local da medida

após os processos estiloides do rádio e da ulna (duas


proeminências ósseas no pulso).

ALTURA DO JOELHO

Aferida com o indivíduo em posição supina, com a perna


direita formando um ângulo de noventa graus com o joelho e o
ASBRAN, 2015
tornozelo. Utiliza-se paquímetro constituído por uma parte fixa
que deve ser posicionada na superfície plantar do pé (calcanhar) e uma
parte móvel, que pressione sobre a cabeça da patela (rótula) (Chumlea
et al., 1988 citado por Melo et al., 2014).

https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php

ESTATURA RECUMBENTE

Indivíduo deve ser posicionado na maca/cama


totalmente plana. Usar uma prancheta ou triângulo
para estender linhas perpendiculares do topo da
cabeça e da parte inferior dos pés. Marcar o lençol em
cada uma das duas posições. Medir a distância entre
as duas marcas (Gray et al., 1985).
8

ENVERGADURA TOTAL
Medir a distância entre as extremidades dos dedos médios,
de ambas as mãos, com os braços estendidos, nivelando os ombros
(Barros et al., 2005).

ASBRAN, 2015
SEMI-ENVERGADURA
Medir a distância entre o ponto médio do esterno
e a falange distal do dedo médio direito, passando uma
fita métrica flexível e inelástica paralelamente à ASBRAN, 2015

clavícula (Mitchell e Lipschitz, 1982).

DOBRAS OU PREGAS CUTÂNEAS

Utiliza-se um equipamento conhecido como compasso de dobras cutâneas,


espessímetro, plicômetro ou adipômetro.Verificar se o equipamento se encontra calibrado.
Algumas marcas de adipômetros de alta qualidade e disponíveis no mercado:
Harpenden, Lange, Holtain, Lafayettef e Sanny. Adipômetros de plástico não possuem a
mesma confiabilidade e precisão dos demais.
A utilização de procedimentos padronizados garante a exatidão e a confiabilidade
das medidas.
Mensurar a dobra, sempre que possível, com o indivíduo em pé (posição ortostática)
para a maioria das medidas, com os braços relaxados e estendidos ao longo do corpo, com a
musculatura relaxada. O uso de cremes e óleos na pele pode dificultar ou alterar a medida.
A dobra deve ser marcada colocando o polegar e o dedo indicador da mão esquerda
(separados a aproximadamente 8 cm entre si e maior quanto mais espesso for a dobra), a 1
cm acima do local a ser medido. Segurar firmemente a dobra e medir no local marcado
(Rossi et al, 2008).
Separar somente a pele e o tecido adiposo, não incluindo na dobra tecido mucular.
utilizando a mão esquerda. O adipômetro deve ficar perpendicular à dobra e deve-se soltar
totalmente a pressão das hastes de forma lenta. Manter a dobra pressionada com os dedos
durante a aferição. Fazer a leitura entre 2 a 4 segundos após a pressão ter sido aplicada.
Abrir as hastes do equipamento para removê-lo do local da dobra, evitando “beliscar”
o avaliado, e fecha-lo lentamente para prevenir danos ou perda de calibagem
9

Medir, três vezes em cada local, preferencialmente de forma rotativa entre as dobras
a serem aferidas. Se os valores diferirem em 5% ou mais, realizar medições adicionais.
Deve-se calcular a média aritmética dos valores.
A avaliação em momentos diferentes no mesmo paciente deve ser realizada pelo
mesmo avaliador para evitar variações interavaliadores e pela mesma marca de adipômetro.
Recomenda-se não avaliar os indivíduos imediatamente após exercícios físicos, pois
ocorre deslocamento de fluidos corporais em direção a pele, o que pode aumentar a
espessura da dobra cutânea.
As dobras devem ser tomadas no hemicorpo direito, exceto se houver recomendação
específica para avaliar do outro lado (Rossi et al, 2008).

Dobra cutânea triciptal (DCT)


Marcar o ponto médio entre o acrômio e o olécrano com o
braço direito (Rossi et al, 2008) fexionado junto ao corpo,
formando o ângulo de 90º. A dobra deve ser avaliada na parte
média posterior do braço, estando este relaxado e estendido ao
longo do corpo.

Dobra cutânea biciptal (DCB)


Realizar a aferição no mesmo nível da triciptal, porém na parte
anterior do braço, na região de maior circunferência.

Dobra cutânea subescapular (DCSe)

Apalpar a escápula até localizar o ângulo inferior. Neste


ponto, a dobra deve ser destacada na diagonal. Medir 2 cm
abaixo do ângulo inferior da escápula (Tirapegui e Ribeiro,
2009).

a
10

Dobra cutânea supra-ilíaca (DCSi)

A dobra é aferida na direção oblíqua, sobre a linha axilar


anterior (no caso do protocolo de Petroski avaliar na linha axilar
média), no ponto em que esta se encontra 2 cm acima da crista
ilíaca. O avaliado dever afastar o braço direito levemente para
trás durante a medida (para o protocolo de Petroski, o braço
direito deverá ser posicionado ligeiramente abduzido e flexionado ao lado ou à frente do
corpo (Tirapegui e Ribeiro, 2009).

Dobra cutânea panturrilha medial ou perna medial

O indivíduo deve estar sentado e com os


joelhos flexionados a 90 graus. O pé direito deve ficar
apoiado em uma superfície plana (para o protocolo de
Petroski o pé não deve ter contato com o solo). Mede-
se no ponto interno da circunferencia máxima da
perna (Rossi et al, 2008; Tirapegui e Ribeiro, 2009).

Dobra cutânea abdominal

O indivíduo dever estar com a musculatura


abdominal relaxada, mantendo a respiração normal,
em pé, com o peso do corpo distribuído igualmente
entre as pernas (Rossi et al, 2008 e |Duarte, 2007).
Deve ser medida no sentido paralelo ao eixo
longitudinal do corpo, aproximadamente a 2 cm à
direita da borda lateral da cicatriz umbilical (Tirapegui e Ribeiro, 2009).
11

Dobra cutânea axilar média

Ponto de intersecção entre a linha imaginária, na


altura do processo xifóide (Rossi et al, 2008). A
medida é realizada obliquamente ao eixo longitudinal,
segundo Petroski (1995), e transversalmente segundo
Jackson & Pollock (1978), com o braço do avaliado
deslocado para trás, a fim de facilitar a obtenção da
medida.

Dobra cutânea peitoral (DCP)

Determinada obliquamente ao eixo longitudinal


(Tirapegui e Ribeiro, 2009).

Mulher: primeiro terço da linha entre a axila anterior e


o mamilo.

Homens: ponto médio entre a linha axilar anterior e o


mamilo (Rossi et al, 2008).

Dobra cutânea da coxa

Em pé. Pé direito relaxado e flexionado. Medir no


sentido paralelo ao eixo longitudinal do corpo no ponto
médio entre a dobra inguinal e a borda superior da patela
(Rossi et al., 2008).

Bibliografia

BARROS D.C., SILVA J.P., FELIPE G.C., ZABOROWSKI E.L. Antropometria. In: Barros DC, editor.
SISVAN: Instrumento para o combate aos disturbios nutricionais na atenção a saude: A Antropometria. 20a
ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; p.51-58, 2005.

BRASIL. Ministério da Saúde. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN: Orientações básicas para a
coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Ministério da Saúde, 2004.

BRASIL. Ministério da Saúde/Fundação Oswaldo Cruz – Pesando e medindo em uma unidade de saúde. Rio
de Janeiro, FIOCRUZ/ENSP/CRAN, 1997.

CAMERON, N. The measurement of human growth. Editora Croom Helm, 1984, 182p.
12

CUPPARI, L. Nutrição Clínica no Adulto. 1ª edição. Editora Manole, São Paulo, 2002.

DUARTE, A.C.G. Avaliação Nutricional: Aspectos Clínicos e Laboratoriais. Editora, Atheneu, Rio de Janeiro,
2009.

EUCLYDES, m.p. Nutrição do Lactente. Base científica para uma alimentação adequada. Viçosa, 1997.

FRIZON V., BOSCAINI C. Circunferência do pescoço, fatores de risco para doenças cardiovasculares e
consumo alimentar. Revista Brasileira de Cardiologia. V. 26, n. 6, p. 426-34, 2013.

JELLIFFE, D.B. Evaluacion del estado de nutricion de la comunidad. Ginebra, Organizacion Mundial de La
Salud, 1968.

MAGNONI, D. Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica. 1ª edição. Editora Roca, 2001.

MATSUDO, S.M.M. Avaliação do idoso: clínica e funcional. 3ª edição. Santo André, 2010, 264p.

MELO A.P.F., SALLES R.K., VIEIRA F.G.K., FERREIRA M.G. Métodos de estimativa de peso corporal e
altura em adultos hospitalizados: uma análise comparativa. Revista Brasileira de Cineantropometria &
Desempenho Humano, v.16, n. 4, Florianópolis, 2014.

MITCHELL C.O., LIPSCHITZ D.A. Arm length measurement as an alternative to height in nutritional
assessment of the elderly. Journal of Parenteral and Enteral Nutrition, v. 6, n. 3, p. 226-9, 1982.

PAGOTTO V., SANTOS K.F., MALAQUIAS S.G., BACHION M.M., Silveira E.A. Circunferência da
panturrilha: validação clínica para avaliação de massa muscular em idosos. Revista Brasileira de
Enfermagem, v. 71, n. 2, p. 343-50, 2018.

ROSSI, L.; CARUSO, L.; GALANTE, A.P. Avaliação Nutricional: novas perspectivas. 1ª edição. Editora
Roca, São Paulo, 2008, 422p.

TIRAPEGUI, J.; RIBEIRO, S.M. Avaliação Nutricional: Teoria e Prática. 1ª edição. Editora Guanabara
Koogan, 2009, 326p.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Physical status: the use and interpretation of anthopometry. Geneva,
WHO, 1995 (Technical Report Series, 854).

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Management of the Child with a Serious Infectionor Severe
Malnutrition, 1999; Available from: http://whqlibdoc.who.int/hq/2000/WHO_FCH_CAH_00.1.pdf >.