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Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga

Filosofia do direito na Grécia Antiga

Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
Filosofia do direito na Grécia Antiga
i.Filosofiai.Filosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga A filosofia do direito começa na Grécia
i.Filosofiai.Filosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga
A filosofia do direito
começa na Grécia
Os sofistas distinguiram
physis(natureza) e nomos (lei),
identificando o direito com a
última.
Platão e Aristóteles colocaram a
necessidade de que se
conciliasse nomos e physis por
meio da justiçajustiça: o direito justo
seria uma nomos que está de
acordo com a physis.

ii.Filosofiaii.Filosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga

dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga A filosofia do direito para os Sofistas i. A nomos é
A filosofia do direito para os Sofistas
A filosofia do direito
para os Sofistas
i. A nomos é sempre relativa; ii. A nomos muda constantemente com o passar do
i.
A
nomos é sempre relativa;
ii.
A nomos muda constantemente com o passar do tempo;
iii.
A
nomos é sempre substituída por outra posterior;
iv.
Assim como a nomos, a justiça também é sempre relativa, cíclica e
substituída por outra forma de justiça posterior;
v.
Cabe ao jurista, através da oratória e da argumentação, determinar
o
contexto do justo e distinguí-lo dos demais contextos;
vi.
O jurista pode e deve defender o justo em um determinado contexto
A e negá-lo em um determinado contexto B.

iii.Filosofiaiii.Filosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga

dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga A filosofia do direito para os Sofistas
A filosofia do direito para os Sofistas
A filosofia do direito
para os Sofistas
ProtágorasProtágoras (480 – 410 a.C.). O mais célebre advogado da relatividade de valores: - O
ProtágorasProtágoras (480 – 410 a.C.). O mais célebre advogado da relatividade
de valores:
- O que é justo para A pode ser injusto para B;
- O que é justo para A em certas circunstâncias pode ser injusto
para ele em outras;
- O que está na Lei é o que está dito pelo legislador. O legislador
pode dizer o que está na lei de modos diferentes e em diversos
contextos. Esse é o começo, o meio e o fim de toda justiça.

iv.iv. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga

dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga A filosofia do direito segundo Platão e Aristóteles Como
A filosofia do direito segundo Platão e Aristóteles
A filosofia do direito
segundo Platão e
Aristóteles
Como conciliar nomos e physis por meio da justiçajustiça prescindindo do relativismo? Como garantir que
Como conciliar nomos e physis por meio da justiçajustiça prescindindo
do relativismo?
Como garantir que o direitodireito justojusto é uma nomos que está sempre de
acordo com a physis?
v.v. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga Os filósofos gregos conceberam o único
v.v. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga
Os filósofos gregos conceberam o único modo de se garantir um
conceito não relativo de justiça e, assim,conciliar a physis e a
nomos, a partir do estabelecimento destas últimas em dois
domínios distintos da organização social.
physis
JustiçaJustiça
dikaiosyne
nomos
vi.vi. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga A concepção da filosofia do direito, a
vi.vi. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga
A concepção da filosofia do direito, a partir da organização social
em duas esferas distintas, é algo peculiar ao pensamento grego;
Os filósofos gregos conceberam o direito justo partindo da
distinção seminal entre os domínios público e privado.
physis
Domínio
privado
Direito
justo
Nomos
Domínio
Público

vii.vii. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga

dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga - Homens; - Coisas feitas pelo homem. - Vida humana na
- Homens; - Coisas feitas pelo homem. - Vida humana na medida em que está
- Homens;
- Coisas feitas pelo homem.
- Vida humana na medida
em que está ativamente
empenhada em fazer algo.
Caracterizada pelo que é
específico da atividade
humana.
R
E
C
I
P
R
O
C
I
D
A
D
E
viii.viii. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga Atividades humanas Animal laborans
viii.viii. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga
Atividades humanas
Animal laborans –
trabalho
Atividade necessária à
sobrevivência biológica do
indivíduo e à satisfação de
suas necessidades
fisiológicas. O homem
Homo faber – produção
Atividade técnica de produção de
objetos duráveis necessários à
subsistência, constituída a partir da
troca do saber de fabricação entre os
homens. Contudo, o homem poderia
fabricar sozinho, no sentido de um
demiurgo (deus) platônico.
Zōon politikon –
ação (praxis)
Atividade que
fundamentalmente caracteriza
a vida humana, dependendo
inteiramente da constante
presença de outros. Nem um
compartilha essa atividade
com os animais.
animal nem um deus é capaz
de ação.
ɸɸ GREGAGREGA
“zōon politikon“
ɸɸ MEDIEVALMEDIEVAL
“homo est politicus, id est, socialis”
ANIMAL POLÍTICO
O HOMEM É POLÍTICO, ISTO É, SOCIAL.

ix.ix. FilosofiaFilosofia dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga

dodo direitodireito nana GréciaGrécia AntigaAntiga DOMÍNIODOMÍNIO PÚBLICOPÚBLICO BIOBIO OIKOSOIKOS (vida

DOMÍNIODOMÍNIO PÚBLICOPÚBLICO

BIOBIO OIKOSOIKOS (vida privada) Associação natural cujo centro é a OIKIA : lar/casa. BIOBIO POLITIKOSPOLITIKOS
BIOBIO OIKOSOIKOS
(vida privada)
Associação natural cujo
centro é a
OIKIA : lar/casa.
BIOBIO POLITIKOSPOLITIKOS
(vida política)
Capacidade humana de
organização política na
PÓLIS
: cidade.
idion : Aquilo que é próprio
do indivíduo.
zzōōonon oikonoikon
kainon : Aquilo que é comum
aos/entre os indivíduos.
zzōōonon politikonpolitikon
Relacões
Relacões de
pautadas pela
subordinação
homo socialis
liberdade
senhor >mulher,
senhor > filhos,
senhor > escravos.
Cidadãos políticos
iguais.

medieval - Sempre constitui sociedade com um objetivo específico, o que na Grécia era um elemento do domínio privado.

i. Atividades que representam a condição humana fundamental e, assim, são consideradas políticas e constituem o bio politikos: a ação (praxis) e o discurso (lexis). ii. Atividade especificante humana de persuasão, realizada por um “ser vivo dotado de fala” (zōon logon ekhon). Tal atividade é oposta à força e à violência, atividades estas que caracterizam os destituídos de vida política (aneu logou).

DOMÍNIODOMÍNIO PRIVADOPRIVADO

i. Atividades que objetivam a satisfação das necessidades básicas do indivíduo:

manutenção do capital financeiro, alimentação, saúde, procriação. ii. Atividades realizadas com objetivos específicos ou previamente determinados:

dominação dos demais (douleia), associações com objetivos financeiros ou de subsistência (phratria e phylē).