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RECONSTRUINDO A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Daiane Borba dos Santos


Danielle Santana Serafim
Débora Ramos dos Santos Alves
Dímitra Cristina B. Papanastassiou
Ivanize de Fátima Pereira Soares
Carmem Rodrigues da Costa (Orientadora)
carminhacalma@gmail.com
Trabalho apresentado na 7ª semana pedagógica 2010 – Entre a educação e a inclusão e I
Encontro de Psicologia e Educação: Implicações no processo de ensino aprendizagem
(realizado pelo departamento de Educação da Fafipar, Paranaguá). ISSN 2177-546X

RESUMO
O fracasso escolar emerge quando a maioria da população, formada pelas classes
trabalhadoras urbanas e rurais, tem acesso à escola pública e gratuita.
A escola pública é qual a sua raiz histórica. Antes de qualquer coisa, devemos entender que
ela é uma instituição típica da sociedade capitalista, um fenômeno da modernidade e que não é
algo isolado das demais relações sociais. Entendemos escola pública enquanto dever do
Estado, porém democrática, ou seja, aberta a todas as classes, os grupos e as etnias, como
aquela que oferece uma educação de qualidade, no sentido de formação humana, em todos
os aspectos, e uma formação do sujeito, tornando-o capaz de intervir na sociedade em que
vive, transformando-a, se necessário for, numa sociedade mais justa e igualitária. Após efetivar
mapeamento caracterizando a realidade educativa da Escola Municipal “Hugo Pereira Corrêa”,
aplicou-se fichas biográficas a fim de caracterizar as turmas de 2º ano\séries detectando-se
que a ausência da família no acompanhamento da escolarização do filho pode acarretar num
crescente fracasso do processo de alfabetização. E através dos resultados obtidos pelo IDEB
(Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) realizado em 2007, Paranaguá encontra-se
no ranking dos municípios na 4ª série do Ensino Fundamental com a nota 4,0 e com a nota 3,5
no ranking dos municípios referente a 8ª série do Ensino fundamental e a Escola Municipal
“Hugo Pereira Corrêa” com a nota 3,8. Ao apresentar algumas dificuldades que a escola, acima
citada, enfrenta para mediar o conhecimento ao preparar os alunos para a realidade social, e
apresentar um melhor resultado no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica),
realizado através da Prova Brasil e do Censo Escolar, onde baixos índices foram
apresentados e alcançar as metas para este ano e anos posteriores e uma maior participação
dos pais na escolarização de seus filhos, fez com que déssemos início a este Projeto.

Palavras-chave: Prática pedagógica; aprendizagem; IDEB

Prática Pedagógica e a aprendizagem

Buscar melhorias e soluções para o processo de alfabetização,


intensificar a relação entre escola e família; estabelecer responsabilidades pela
educação escolar entre escola e família; oportunizar processos de reflexões e
práticas que maximizem as interações no contexto escolar foram as intenções
estabelecidas no projeto referente à disciplina de Prática Pedagógica II, do
Departamento de Metodologia e Estágio Supervisionado do Curso de Pedagogia da
FAFIPAR- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá. Pretende-se
desenvolvê-lo de setembro de 2009 a outubro de 2011.
O mesmo está sendo efetivado na Escola Municipal “Hugo Pereira
Corrêa”, que oferta: Ensino Fundamental de 1º ao 4º ano a crianças em idade
escolar e a Classe Especial: atende alunos avaliados pela equipe
psicoeducacional da Secretaria Municipal de Educação e encaminhamento
para o ensino especial. Tem por finalidade: atender o disposto na Constituição
Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da
Criança e do Adolescente, ministrar o Ensino Fundamental, observadas as
legislações especificamente aplicáveis.
Ele tem como Filosofia educar em sentido amplo com espírito de luta
em busca de soluções tendo o ser humano como objetivo principal de todo o
trabalho, sendo assim a solidariedade, a compreensão, o respeito, a busca da
justiça, a dignidade, a cooperação e o comprometimento com a educação
sejam o nosso direito e o nosso dever.
Ao refletirmos sobre o nosso papel na escola e na sociedade, bem
como repensar também o papel do aluno na sala de aula, observamos que os
dias atuais trazem inovações a cada minuto. Hoje ainda temos professores
tradicionais, o educador e o pesquisador. Os educadores devem utilizar todos
os recursos que o século XXI lhes proporciona sem esquecer nunca, é claro,
da intenção do uso feito deles, principalmente o acesso das crianças à internet.
A respeito disso, Carlsson, Feilitzen (1999, p. 403) citam: “Uma forma de
descobrir mais sobre o uso que as crianças fazem da internet hoje é estudar o
conteúdo dos diferentes web sites para crianças. Ao fazê-lo, poderemos
aprender sobre os tipos de informações e atividades oferecidos aos jovens
usuários”.
Neste sentido de contribuirmos para uma nova aprendizagem, onde
situações em que o lúdico esteja presente em sala de aula, brincadeiras e
jogos tomando destaque na prática pedagógica e atividades elaboradas que
tenham sentido para os alunos. Demos início ao plano de ação em que o
trabalho pedagógico era a confecção de quebra-cabeças com as turmas da 2ª
série do Ensino Fundamental, em primeiro lugar informamos que éramos
acadêmicas do curso de Pedagogia da FAFIPAR à professora e aos alunos da
2ª série, turma D e E, encontravam-se todos na mesma sala, e que iríamos
confeccionar quebra-cabeças com os alunos. Foram dadas figuras para pintar
e revistas para recortar e colar, os alunos ficaram a vontade para escolher
como iriam montar o jogo, com o nosso auxílio teve início a confecção do
quebra-cabeça, ao colarem as figuras no papel cartão, os alunos começaram a
riscar atrás do papel cartão para recortar o quebra-cabeça, ao recortarem,
começaram a montar os quebra-cabeças e alguns trocavam uns com os outros,
após brincarem entregamos envelopes e pedimos para os alunos escreverem
seus nomes do lado de fora dos envelopes e guardarem as peças.
Com este trabalho realizado em sala de aula, concluímos que, ouve
um processo de interação e compartilhamento entre ambos, através de trocas
de figuras, revistas, colagem, recortes e também trocas de quebra-cabeças, foi
trabalhada a escrita, coordenação motora e formas geométricas. Pedimos aos
alunos que em casa chamassem os pais, irmãos, amigos ou responsáveis para
juntos, montarem o quebra-cabeça.
Santos (2000, p. 166), cita:

Educadores e pais necessitam ter clareza quanto aos brinquedos,


brincadeiras e/ou jogos que são necessários para as crianças,
sabendo que eles trazem enormes contribuições ao desenvolvimento
da habilidade de aprender e pensar. No jogo, ela está livre para
explorar, brincar e/ou jogar com seus próprios ritmos, para
autocontrolar suas atividades, muitas vezes é reforçada com
respostas imediatas de sucesso ou encorajada tentar novamente, se
da primeira alternativa não obteve o resultado esperado.

.
A brincadeira é uma experiência essencial para todas as crianças em
qualquer idade, pois, ao brincar, além de se desenvolverem, experimentam
situações diversificadas e vivenciam diversos sentidos e sentimentos que
contribuem para uma aprendizagem significativa.

O brincar e o jogar são atos indispensáveis à saúde física, emocional


e intelectual e sempre estiveram presentes em qualquer povo desde
os mais remotos tempos. Através deles, a criança desenvolve a
linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a auto-estima,
preparando-se para ser um cidadão capaz de enfrentar desafios e
participar na construção de um mundo melhor.
O jogo e a brincadeira são, por si só, uma situação de aprendizagem.
As regras e a imaginação favorecem a criança comportamento além
dos habituais. Ela reproduz muitas situações vividas em seu
cotidiano, que através do “faz-de-conta” são reelaboradas
criativamente, vislumbrando novas possibilidades e interpretações do
real. (PINHO, 2009).

A segunda fase do plano de ação foi a confecção do mural natalino,


cada acadêmica confeccionou uma árvore de natal e enfeitaram bolinhas, para
realizar a atividade na escola, ouve aplicação da mesma em três turmas da 2ª
série A, B e C e 2º Ano, turma F, a atividade era de que as crianças teriam que
escrever em bolinhas enfeitadas o nome de seus familiares, amigos ou
responsáveis e o que desejavam a eles no natal. Todos participaram com
entusiasmo e interagiram uns com os outros, foi uma dinâmica que fez com
que os alunos refletissem e pensassem coisas boas a respeito das pessoas em
que amavam, as acadêmicas e as professoras das turmas, também
participaram da atividade, mostrando o sentimento natalino, foi trabalhada a
escrita e a leitura, pois todos liam o que escreveram nas bolinhas e a dos seus
amigos também.
A educação deve visar sempre a construção de um cidadão crítico,
autônomo e seguro de seu espaço nesta sociedade, a fim de que possa
reivindicar os seus direitos com a responsabilidade de seus deveres.
O professor hoje é aquele que ensina o aluno a aprender e a ensinar o
que aprendeu. Porém, não se trata aqui daquele ensinar passivo, mas do
ensinar ativo, dinâmico no qual o aluno é sujeito da ação, e não sujeito-
paciente. Em última instância, é preciso ficar evidente que o professor agora é
o formador e como tal precisa ser autodidata, integrador, comunicador,
questionador, criativo, colaborador, eficiente, flexível, gerador de
conhecimento, difusor de informação e comprometido com as mudanças desta
nova era.

O papel do professor em todas as épocas é ser o arauto permanente


das inovações existentes. Ensinar é fazer conhecido o desconhecido.
Agente das inovações por excelência o professor aproxima o
aprendiz das novidades, descobertas, informações e notícias
orientadas para a efetivação da aprendizagem. (CASTRO;
CARVALHO, 2001, p. 103).
Para aqueles que defendem uma aprendizagem significativa, o agir é
um interagir consigo mesmo e com outras pessoas. Hoje temos consciência,
porque inúmeras experiências apontam neste sentido, que os alunos, tanto
crianças como adultos, são capazes de aprender.

Não estamos prevendo uma sociedade sem escolas. Estamos


falando de escolas que, de centros de ensino transformam-se em
centros de aprendizado, um ambiente que estimula a procura, a
criatividade e a busca de respostas para indagações pessoais.
Aprender e ensinar não são dois lados de uma mesma moeda, são
dois processos diferentes.
Aprender a aprender, por quê?
Porque sabemos que o aprendizado envolve três aspectos:
* Acúmulo de informações referenciais e de processamento e sua
armazenagem eficaz no cérebro (a memória dos computadores
significa uma extensão e tanto...)
* Resgate e uso dessas informações (= conhecimento) em reação a
algum estímulo.
* Sem motivação não há aprendizagem. (MORENO, 2001)

E qual é a causa do fracasso escolar? Não tem uma única causa, mas
um conjunto de fatores que concorrem para que tal situação ocorra. Tão
importante quanto resolver este problema é a conscientização de que é uma
situação real, atual e que desestrutura toda e qualquer política pública que
tenha conexão com o sistema educacional.
O aluno é um ser social com cultura, linguagem e valores específicos.
Quando apresenta dificuldades de aprendizagem deve ser levado em conta
sua individualidade, particularidade, ou seja, o professor precisa trabalhar com
a diferença, descobrir as potencialidades de cada aluno para então partir em
busca do desenvolvimento de sua aprendizagem, transformando-o em sujeitos
preparados para enfrentar o mundo.

Recuperar o autoconceito dos alunos de classes populares faz parte


de uma estratégia global de enfrentamento do fracasso escolar. Só é
bem sucedido na escola o aluno que, se vendo acreditado, acredita
em sua capacidade de aprender.
Dar voz ao mundo do aluno, porém, não significa calar-se. É de
confronto da realidade vivencial que o aluno traz, com a realidade
social mais ampla que o professor representa, que a escola cumprirá
o seu papel, ampliando a experiência imediata do aluno, ampliando e
aprofundando os conhecimentos que o aluno já possuía.
Partindo do conhecimento que o aluno traz, que é o resultado do
saber acumulado historicamente por seu grupo sócio – econômico -
cultural, confrontá-lo com o conhecimento que o professor tem, que é
o resultado do saber acumulado historicamente pela humanidade, e,
deste confronto, criar condições para a construção de novos
conhecimentos.(MAIA, GARCIA, 1995, p. 59-60)

Ao escolher a Escola “Hugo Pereira Correa” que obteve um baixo


índice 3,9 no IDEB de 2007 com o objetivo de analisar, através do perfil de
seus alunos, a relação entre esses resultados e os fatores que poderiam estar
contribuindo para o agravamento desse quadro, procuramos conhecer algumas
dessas crianças como: o nível da formação dos pais, a sua expectativa em
relação à escola, as condições estruturais do seu ambiente de estudo, a
participação dos pais no desenvolvimento educacional da criança, a satisfação
ou não do aluno referente à escola, a possibilidade de lazer em casa e na
escola, verificar o estado de saúde das crianças, o interesse pela leitura,
dificuldades na escrita e na matemática, alimentação, entre outros, a fim de
avaliar se tais condições podem ou não interferir na sua aprendizagem.
Resolvemos pesquisar a instituição acima citada, com o propósito de promover
reflexões aliadas à busca de soluções ou ações que minimizem esses dados
negativos na educação brasileira.
Através de dados levantados em pesquisas realizadas na escola em
que desenvolvemos este projeto, o principal fator foi: a importância da família
na escola. A participação da família na escola é essencial para que a criança
possa crescer de maneira adequada dentro da escola, isso vai ajudar para que
os pais possam guiá-lo pelo caminho certo. Assim eles também estarão cientes
sobre o desenvolvimento de seu filho e também provavelmente vão saber
como lidar com os problemas em que estão aparecendo.
O professor ou pedagogo podem orientá-los e informá-los sobre o que
está acontecendo com a criança, por isso não se pode deixar de ter contato
com os professores para saber a situação da criança na escola. Procurar
sempre olhar os cadernos, verificar se ele está fazendo as atividades em que
estão sendo passadas em sala de aula. Fazendo isso estará priorizando para
que ele tenha uma formação de boa qualidade.
Fontana (2002, p. 40) comenta:

Em termos educacionais, a importância da família não está restrita


apenas à garantia para a criança de um ambiente doméstico seguro.
Os pais também precisam demonstrar um interesse real pelas
atividades escolares do filho, uma vez que tal interesse está
positivamente associado ao progresso escolar da criança. Por meio
de seu interesse na educação do filho, os pais mostram à criança a
importância que dão a um bom progresso escolar e a ela como
pessoa.

Nessa perspectiva, a escola e a família formam uma equipe. É


fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a
mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve
fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir
crianças a um futuro melhor.
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma
simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma
que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de
situações que surgem na sociedade, é essencial escola e família se encarem
responsavelmente como parceiras de caminhada, pois, ambas são
responsáveis pelo que produz, podendo reforçar ou contrariar a influência uma
da outra. Escola e família precisam criar, através da educação, uma força para
superar as suas dificuldades, construindo uma identidade própria e coletiva,
atuando juntas como agentes facilitadores do desenvolvimento pleno do
educando.
O projeto será desenvolvido com a finalidade de integrar a família na
escola, sendo assim os pais deverão acompanhar seus filhos, auxiliando-os
nas atividades. Não há escola, que realize seu trabalho de forma verdadeira, se
não contar com a real parceria dos pais. Não há família que consiga o
desenvolvimento integral e harmônico de seus filhos, se não depositar na
instituição confiança e der sua parcela de contribuição. E para que isso ocorra,
pais e professores deveriam inovar, criar um espaço único de troca, que
substituísse o pátio e a sala dos professores, batizando com um nome
especial, com reuniões agendadas de comum acordo, mas que criassem
vínculos, que tivessem como pauta assuntos escolhidos de acordo com a
necessidade. Poderia ser o começo de uma grande mudança, existir espaço
para novas idéias e soluções.
Sousa, Filho (2008) citam:
A família é o primeiro contexto na qual a criança desenvolve padrões
de socialização, deste modo, ela se relaciona com todo o
conhecimento adquirido durante sua experiência de vida primária que
vai refletir na sua vida escolar. Sendo assim, o sucesso da tarefa da
escola depende da colaboração familiar ativa.
É impossível colocar à parte escola, família e sociedade, pois, se o
indivíduo é aluno, filho e cidadão, ao mesmo tempo, a tarefa de
ensinar não compete apenas à escola, porque o aluno aprende
também através da família, dos amigos, das pessoas que ele
considera significativas, dos meios de comunicação, do cotidiano.
Sendo assim, é preciso que professores, família e comunidade
tenham claro que a escola precisa contar com o envolvimento de
todos.
É necessário que família e escola se encarem responsavelmente
como parceiras de caminhada, pois, ambas são responsáveis pelo
que produz, podendo reforçar ou contrariar a influência uma da outra.
Família e escola precisam criar, através da educação, uma força para
superar as suas dificuldades, construindo uma identidade própria e
coletiva, atuando juntas como agentes facilitadores do
desenvolvimento pleno do educando.

O projeto no ano de 2009 fez com que pudéssemos realmente


entender o que é o dia a dia de uma escola, deparamos com algumas
dificuldades, porém ficamos satisfeitas com o nosso desempenho em ajudar o
professor, na melhoria da aprendizagem do aluno, saber um pouco da
realidade da escola e do próprio aluno nos fez repensar nosso papel como
futuras pedagogas, através do projeto desenvolvemos estratégias para os
interesses e pré-ocupações dos alunos, tivemos a noção de como realmente é
a prática e a vivência de cada um, e como interagir com estas crianças. Nosso
trabalho atendeu algumas expectativas previstas, e acreditamos que ainda
podemos melhorar nos próximos anos, foi um projeto que nos marcou como
acadêmicas, pois, foi através dele que tivemos oportunidade de conhecer
Escola Municipal “Hugo Pereira Corrêa” e seus alunos, onde efetivaremos
nosso estágio e teremos condições de realizarmos uma prática pedagógica de
qualidade.

REFERÊNCIAS
CARLSSON, Ulla; FEILITZEN, Cecília V. CRIANÇA E A MÍDIA: imagem,
educação e participação. Brasília: Unesco Brasil, 1999

CASTRO, Amelia D.; CARVALHO, Anna M. P. O professor, agente das


inovações -ENSINAR A ENSINAR - Didática para Escola Fundamental e
Média. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thomsom Learning, 2001
FONTANA, David. Psicologia para Professores. 2. ed. São Paulo: Loyola,
2002.

MAIA. Eny M.; GARCIA, Regina L. uma orientação educacional nova para
uma nova escola. 7. ed. São Paulo: Loyola, 1995

MORENO, Luis C. Aprender a aprender, por quê? Disponível em <


http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Artigo/3198/aprender-a-aprender-por-
que.html Acesso em: 23 Set. 2001.

PINHO, R. O Lúdico no Processo de Aprendizagem. Disponível em


<http://www.webartigos.com/articles/21258/1/o-ldico-no-processo-de-
aprendizagem/
pagina1.html> Acesso em: 10 Jul. 2009

SANTOS, Santa M. P., Brinquedoteca: A criança, o adulto e o lúdico.


Petrópolis: Vozes, 2000. 

SOARES, Sandra; SCARDOVELLI, Eliane. Por dentro do IDEB O que é o


Índice de Desenvolvimento da Educação Básica? Disponível em
<http://educarparacrescer.abril.com.br/indicadores/ideb-299357.shtml> Acesso
em: 05 Ago. 2008.

SOUSA, Ana P.; FILHO, Mário J. A Importância da parceria entre família e


escola no desenvolvimento educacional. Disponível em <
http://www.rieoei.org/1821.htm> Acesso em: 10 Jan. 2008.