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Filosofia - Escritores da Liberdade (Freedom Writers)

Filosofia - Escritores da Liberdade (Freedom Writers)

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Análise do filme "Escritores da Liberdade"
Ênfase em Preconceito e Discriminação...
Análise do filme "Escritores da Liberdade"
Ênfase em Preconceito e Discriminação...

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Categories:Types, School Work
Published by: Hugo Felipe on Sep 10, 2010
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Ministério da Educação e Cultura – MEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Belo Jardim

– PE Curso Concomitante em Informática Aluno: Hugo Felipe Bezerra da Silva

Filosofia

Belo Jardim Agosto/2010

Escritores da Liberdade - Freedom Writers

No filme “escritores da liberdade” são apresentados um forte acervo de preconceito e discriminação. Professora – Escola Logo de cara, você pode perceber a discriminação que os próprios professores da instituição têm uns com os outros. Um exemplo disso é a própria professora “G”, que por ser novata, não tem os mesmos “direitos” as mesmas “autoridades” que os professores mais antigos têm, tendo capacidade para isso ou não. Professora – Pai Também se pode perceber preconceito por parte do pai da professora contra o trabalho dela. Ele tem uma idéia má formulada sobre os alunos e sobre onde ela trabalha, acha que ela, devido ao investimento que ele supostamente aplicou nela, deveria ter um trabalho mais “digno”, sem dar importância a opinião da filha. Professora – Marido A relação “professora – marido” é um pouco complicada, pois ela estava se dedicando muito mais ao seu trabalho e seus alunos do que ao marido. Isso gerava nele certa “insegurança” e fazia com que ele não tivesse uma idéia muito boa dos alunos, afinal de contas ele tava sendo “substituído”. Ele também não mostra muito respeito ao potencial dos alunos, fazendo com que ele ter a mesma idéia que o pai da professora. Professora – Turma Todos ou quase todos os alunos da professora “G”, de cara tiveram muito preconceito com ela, mesmo ela sendo uma dos poucos professores que não se importavam com a cor ou a raça. Uma professora branca ensinando para uma turma de diversas raças causava neles certo “medo” dela, e a imagem que eles já tinham de “homem branco” ajudou na criação desse conceito para todos eles. Mas com o passar do tempo, ela faz com que a sala de aula, onde existiam vários grupinhos, se tornar uma sala unida, apenas um grupo... uma família. Turma – Turma A relação da turma com ela mesma era um pouco turbulenta. Isso por que em uma só classe, existiam pessoas de diversos tipos, com seus jeitos e costumes, incluindo suas “gangues”. Essas gangues se juntavam e só se relacionavam com membros das mesmas. Com a chegada da professora G isso muda. Ela tenta fazer com que eles percebam que são todos diferentes e iguais. Isso causa uma relação muito forte entre eles, fazendo com que eles se tornem um único grupo, uma única “gangue”.

Pai – Turma O pai, como tinha um preconceito com o trabalho da filha, tinha certo preconceito com o “objeto de trabalho” da filha, os alunos. Mas com o passar do tempo, ele entende que a filha esta realmente se dedicando a eles, e percebe o quanto a filha é bem sucedida no trabalho. Então, ele começa de uma forma tímida, a ajudar sua filha. Levando os alunos para jantar, para passeios, conhecer pessoas, foi uma forma que o pai conseguiu para ajudar a filha. E logo no começo dessa relação, mostra a “preocupação” do pai com os alunos, quando ele manda um aluno colocar o sinto de segurança. Marido – Turma O marido e a turma não têm uma relação muito direta, até porque na maior parte do filme o marido está trabalhando. Mas da pra perceber o certo preconceito que ele tem com o potencial de cada aluno e da própria esposa em ensiná-los. Escola – Turma No filme fica claro que a escola tem um preconceito e uma discriminação com os alunos. Ela não da o apoio necessário para os alunos, seja com livros ou viagens técnicas. A escola acha que os alunos só estão ali por que foram obrigados, e gastar dinheiro com eles seria perda de tempo e dinheiro.

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