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Modelo Danos Morais Oi

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ____VARA CÍVEL DA COMARCA DE _________.

__________, brasileira, casada, maior, do lar, portadora da cédula de identidade sob nº 12R. _________--e da cédula de CPF sob nº____________, residente e domiciliado à Rua _____________________, por seu advogado fulano de tal, que esta subscreve (instrumento de mandato anexo, documento 01), informa endereço na Rua:_____________________, onde recebe intimações, conforme determinação do artigo 39, inciso I do Código de Processo Civil, vem, perante a Vossa Excelência, propor AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO c/c INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS c/c PEDIDO PARCIAL DOS EFEITOS DA TUTELA, com fundamento no artigo 12 e 186 do Código Civil, em face de________________________________________, em face das razões fáticas e fundamentos jurídicos doravante esposados:

I – DA CONCESSÃO DA ANTECIPAÇÃO PARCIAL DE TUTELA PARA DETERMINAR A EXCLUSÃO DO NOME E CPF DA AUTORA DOS BANCOS DE DADOS DE EMPRESAS CONTROLADORAS DE CREDIBILIDADE:

em virtude da existência de gravame contra o seu nome e CPF. precisando usar o crédito para realizar compras no comércio local. Ocorre que. verificou que não poderiam ser realizadas no crediário. a origem do registro é do SERASA. cuja declaração é ora acostada. consta da declaração que o registrante seria Brasil Telecom S/A. pois nos meses de setembro. foi confirmado pela consulta realizada junto ao CDL. até que a Autora revolveu cancelar o plano devido a todos esses transtornos. vide faturas acostadas. o que.Em 2010 a Autora filiou-se ao plano da operadora OI. É tão cristalina a má-fé da empresa Ré. cujo número identificável é “Nº Contrato Agrupador ____ . Como dito. todas DEVIDAMENTE PAGAS. constando o valor do débito em R$ 287. por ora JUNTADAS. a Ré emitia outra fatura retificando com o valor devido e. com os devidos descontos. outubro. O registro desabonador seria de ordem da empresa Brasil Telecom S/A. as faturas todos os meses eram emitidas com valores não verídicos. também abrangia internet turbo 400. esta tentou cobrar os valores não devidos nas faturas emitidas. Esta reconhecia o erro e emitia outra fatura retificando o valor devido. o vencimento da dívida seria de 14 de fevereiro de 2011 e o contrato em débito é o de número 000000. a Autora entrava em contato. . a Autora nada deve à empresa registrante e. assim por meses. A Ré emitia o valor não correspondente ao acordado.07 (duzentos e oitenta e sete reais e sete centavos). que além da linha telefônica. obrigando a Autora a entrar em contato com a Empresa Ré. no mês seguinte tentava cobrar a mais novamente. novembro e dezembro. Excelência.

07 (duzentos e oitenta e sete reais e sete centavos) que diz respeito ao valor de 283.98 (duzentos e oitenta e três reais e noventa e oito centavos). O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. – Rel.Cív. por parte da Autora. sendo de R$ 287. (3 fls) (TJRS – AGI 70000840066 – 18ª C. José Francisco Pellegrini – J. cujas faturas estão todas devidamente quitadas .05.2000) A antecipação dos efeitos da tutela deve. assim.Na fatura de janeiro de 2011 no valor emitido já não mais constava o pacote contratado. é de se requerer. assim decidiu: ANTECIPAÇÃO DE TUTELA – AÇÃO DE INDENIZAÇÃO – INSCRIÇÃO INDEVIDA NO SERASA – ESTANDO A AUTORA A DEMANDAR POR INDENIZAÇÃO EM RAZÃO DE INDEVIDA INSCRIÇÃO DE SEU NOME NO CADASTRO DE INADIMPLENTES. identificando o contrato de prestação de serviço de telefonia móvel. Diante da prova produzida e da desnecessidade da manutenção do gravame para o deslinde da ação. enfrentando a matéria em destaque. entretanto no mês de fevereiro foi emitida uma fatura somente com o valor que por diversas vezes foi tentado ser cobrado indevidamente. 1 . mais multa e atualizações de valores. 11. Por óbvio demonstra e comprova que o gravame não tem lastro na realidade e por consequência é absolutamente injustificável. A Autora faz prova da existência do registro desabonador. OS RECIBOS JUNTADOS AOS AUTOS REPRESENTAM PROVA CONVINCENTE DA VEROSSIMILHANÇA DA ALEGAÇÃO QUE IMPÕE A ANTECIPAÇÃO DE TUTELA PARA O CANCELAMENTO DAS INSCRIÇÕES. COM VISTAS A EVITAR LESÃO GRAVE E DE DIFÍCIL REPARAÇÃO – Agravo provido. o levantamento do registro referido e havido por conta do contrato de número 00000. ser concedida a fim de se evitar danos ainda maiores1 à imagem da Autora que. Des.

inobstante não ter inadimplido nenhuma fatura. sempre emitindo fatura com valores maiores do ajustado. o valor acordado entre as partes nunca foi respeitado pela Ré. desabonando indevidamente seu nome. Assim. em 14 de fevereiro de 2011. a Ré emitiu novamente fatura com valores que a Autora não devia. II – DOS FATOS A Autora adquiriu um plano para o telefone (49) ____ mais Internet turbo 400 da Ré. Ocorre que. a Autora todos os meses solicitava o desconto do valor abusivo e. conforme se faz prova nas faturas anexadas. evidenciando assim a má-fé da Ré em tentar cobrar valores que não eram contratuais. teve seu nome inscrito junto a órgãos de restrição de crédito de âmbito nacional. Não resta alternativa senão deflagrar a demanda requerendo o desabono em seu nome e o pagamento em danos morais devidos pela conduta ilícita da Ré. a Ré incluiu o nome da Autora nos registros de crédito. . emitindo faturas com a redução. ter que ligar solicitando a correção do problema. cansada de todos os meses o mesmo problema persistir e. Entretanto. em fevereiro de 2011. depois da Autora por diversas vezes comunicar que não era devida a cobrança.76 (treze reais e setenta e seis centavos) conforme documento de fatura anexo. a Ré reduzia os valores. a Autora em janeiro de 2011 solicitou o cancelamento do plano. Vale ressaltar que. vindo sua fatura com o valor de R$ 13. Ocorre que.

em especial esta debatida na exordial.) Art.. onde esclarece que a Autora na condição de consumidora adquiriu e utilizou o serviço final e a empresa Ré como fornecedora desenvolveu a prestação de serviço.. Portanto esta relação de consumo é amparada pelo Código de Defesa do Consumidor conforme dicção dos artigos 2º e 3º da referida Lei. pública ou privada. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. transformação. ora Ré (Brasil Telecom S/A). (. bem como sobre os riscos que apresentem.. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. VI e VII do Código de Defesa do Consumidor. Ainda. ora Autora. individuais... incisos III. garantindo a Autora seu direito como consumidora. . (grifo nosso). onde em um pólo da relação jurídica figura a consumidor. e do outro lado está a fornecedora de serviços de telecomunicações. inserto no artigo 6º. montagem.são direitos básicos do consumidor: (.) III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços. 6º . nacional ou estrangeira. composição qualidade e preço. que desenvolvem atividade de produção. características. importação. bem como os entes despersonalizados. vejamos: Art. vejamos: Art. criação. com especificação correta de quantidade. exportação. coletivos e difusos. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. construção.. resta clara a proteção ao abuso nas relações de consumo.III – DO DIREITO A relação descrita nessa exordial é uma típica relação de consumo. (.) VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais.

um dos basilares do Direito do Consumidor. III. já que ilegal. de 11/09/1990. for verossimilhança das alegação ou quando for ele hipossuficiente.DO DANO MORAL E MATERIAL Todo o histórico dos fatos já exaustivamente relatado gerou danos de ordem moral e patrimonial para a Autora. que autorizasse a ré a manter o nome do autor nos Serviços de Proteção ao Crédito por todo esse período. Juízo. Nenhuma irregularidade cometera a Autora. b . deve ser DATA MAXIMA VENIA... no processo civil. a seu favor. inclusive com a INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA.M. não há dúvidas de a legislação aplicável ao caso concreto é a Lei nº 8. Tal apontamento. (. 407: .)” (grifo nosso).VII . p. como visto. portanto.078. A reparação por danos patrimoniais e morais é. segundo as regras ordinárias de experiências. quando.a facilitação da defesa de seus direitos. Nas palavras do Professor Arnoldo Wald. conhecida como Código de Defesa do Consumidor. CANCELADO por este M. Assim. in Curso de Direito Civil Brasileiro.DA COBRANÇA INDEVIDA Os fatos documentados e provados nesta exordial demonstram claramente que se trata de uma COBRANÇA INDEVIDA por parte da Ré. a critério do juiz. São Paulo: Revista dos Tribunais. 1989.a . devendo ser aplicada sempre que houver dano patrimonial e/ou moral ao consumidor. III.

sendo possível à cumulação da responsabilidade pelo dano material e pelo dano moral”. fato ou ocorrência que abalasse SEUS MAIORES BENS E MAIS NOBRES PATRIMÔNIOS: SUA HONRA E SUA IMAGEM . assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. e reclamar perdas e danos. mantendo seu nome. a direito da personalidade. sócio-psicológica. (grifo nosso) Os fatos ora narrados. a vida privada. 12 – Pode-se exigir que cesse a ameaça. O Código Civil em seu artigo 12 traz o resguarde ao DIREITO DA PERSONALIDADE. não tendo havido em sua vida. pois. sua integridade e boa fama intactos. .“Dano é a lesão sofrida por uma pessoa no seu patrimônio ou na sua integridade física. CAUSARAM CONSTRANGIMENTO.. que pode ser material ou imaterial. moral. demonstrando o quão importante é a personalidade de cada indivíduo. 5º . declarando que: Art. O dano moral é o causado a alguém num dos seus direitos de personalidade. sem dúvida alguma. ou a lesão. a honra e a imagem das pessoas.) X – são invioláveis a intimidade... uma lesão causada a um bem jurídico. (. A Constituição Federal em seu artigo 5º inciso X. que sempre honrou com todas as suas obrigações de forma pontual . tutela esse direito. não só financeira como também social. constituindo... HUMILHAÇÃO E DESGASTE A AUTORA . sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. “in verbis”: Art.

se o foi alvo de aviltamento sem justa casa. a Autora vem ao judiciário requer a condenação da empresa Ré na reparação dos danos ocorridos. ou quase sempre. O crédito. como o SPC. e. para poder esclarecer o desabono que muito se III. Contudo. até mesmo diante do comerciário que lhe atende e noticia a restrição imposta. Enfim. A inscrição do nome do requerente na lista dos maus pagadores e a conseqüente e inevitável restrição de seu crédito atingem-lhe a dignidade e afetam a sua reputação social . SERASA e congêneres são eficientes cadastros interligados a todos os comerciantes para consulta diante da menor proposta de compra ou aquisição de serviços para pagamento a crédito ou cheque. inquestionavelmente. deve ser visto como um atributo de valor da personalidade humana e. c . Diante de tais fatos.DA RESPONSABILIDADE OBJETIVA DA RÉ . na medida em que sua credibilidade e honorabilidade vêem-se injustamente reduzidas perante seus concidadãos. como confirma a situação revelada nos autos. essa inclusão irregular. em uma sociedade capitalista. na medida em que restringe. não disponível. afeta o crédito do consumidor com grave repercussão no âmbito moral tentou por vias administrativas. impede a formalização de negócios comerciais e de atividade de consumo . ofende a dignidade e reputação da pessoa envolvida . ainda a Autora dispensa de recursos. restou clara que a relação de consumo entre a Autora e a Ré foi afetada e. assim.Os serviços de proteção ao crédito. resulta em prejuízos patrimoniais.

ou o lesado. a título de danos morais. d . (. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. possui dois parâmetros: o caráter compensatório para a vítima do dano e o caráter punitivo. p. em decorrência de uma série de procedimentos inadequados e incorretos de seus empregados e/ou prepostos . Claríssimo é dever de indenizar da Ré. nos termos do artigo 14 do CDC: “ipsis verbis” Art. . TENDO SUA HONRA. 14. RJ nº 236. independentemente da existência de culpa.. jun/97. a Autora SOFREU GRAVÍSSIMOS DANOS MORAIS.DO VALOR DA INDENIZAÇÃO DO DANDO MORAL A indenização. de regra. independente de culpa do fornecedor.preventivo. 5: “Quando a lei. ou seja.. in Indenização do Dano Moral. pois seu nome esta sendo mantido restrito por mais de 02 ANOS. Manifesta-se neste sentido. O fornecedor de serviços responde. já que. expressamente. para punir o ofensor daquele ato ilícito praticado e evitar que venha a praticá-lo novamente. o professor ARAKEN DE ASSIS. III. e punir o ofensor”. INTEGRIDADE E IMAGEM IRREVERSIVELMENTE ABALADAS.) caberá o arbitramento. no qual se atenderá. à dupla finalidade: compensar a vítima.A responsabilidade da empresa Ré é OBJETIVA. não traçar diretrizes para a fixação do valor da indenização. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.

Excelência. DANO MORAL. PRESUNÇÃO. dada a atual situação econômica da vítima. de bom nome.” . Min. deve-se levar em conta a situação e o estado da Autora e. Em relação à situação e ao estado da Autora. pode-se. É indenizável por dano moral a simples circunstância de inscrição indevida em cadastro de inadimplentes. já que HOUVE UM DANO E EXISTE EM NOSSO ORDENAMENTO JURÍDICO PREVISÃO LEGAL PARA A REPARAÇÃO DE DANOS. Recurso especial provido em parte .Para fixar o quantum indenizatório. pois ela sofreu um grande dano moral causado pelo ato ilícito da Ré . cidadã. para que seja fixado o valor da indenização. Retorno dos autos à origem. Rel. 3. Mas. com uma condenação irrisória. pautando sua vida sempre pela observância de rígidos princípios éticos e morais. ou indevido. também a CAPACIDADE PATRIMONIAL DA RÉ. por um momento. sob pena de. após análise mais detalhada. DA JURISPRUDÊNCIA Já é mansa e pacífica a jurisprudência nacional em relação à indenização por danos morais quando o fornecedor insere indevidamente o nome de um consumidor em cadastros de inadimplentes: “CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. essa INDENIZAÇÃO É JUSTA E DEVIDA . verifica-se que HÁ CAUSA para essa embasá-la e essa causa é absolutamente LÍCITA.230/PE. ou sem causa.969/PE e 690. INSCRIÇÃO NO CADIN. Ainda que esse valor cause enriquecimento. cumpridor de seus direitos e obrigações. Precedentes da Turma (Recursos Especiais 639. estimular práticas similares e futuras pelas requeridas. pensar que uma indenização causaria enriquecimento ilícito. Eliana Calmon). para amenizar a dor da Autora requer-se a condenação da Ré para o pagamento de danos morais a serem justamente arbitrados por esse Juízo. A Autora é pessoa honrada.

2007. T2 Segunda Turma.SÚMULA 7/STJ . 10/04/2007. promovido indevidamente pela Ré em face da autora. Ministro Castro Filho.Terceira Turma. Ministro Castro Meira. situação que não ocorreu no caso concreto. no valor de R$ .DANOS MORAIS .RAZOABILIDADE REVISÃO PROBATÓRIA . os valores pretendidos pela Ré não são devidos. conforme já demonstrado.(REsp 915593 / RS . 251) (grifo nosso). é a presente para Requer a Vossa Excelência que: 1) Seja expressamente declarada NULA A COBRANÇA dos valores objeto do protesto discutido nesta lide. à luz do enunciado 7 da Súmula do Superior Tribunal de Justiça.05. A reapreciação das provas que nortearam o acórdão hostilizado é vedada nesta Corte. T3 . RECURSO ESPECIAL . A exigência de prova de dano moral se satisfaz com a demonstração da existência de inscrição indevida no cadastro da SERASA. p.04. DJ 15. p. . posto que. É possível a intervenção desta Corte para reduzir ou aumentar o valor indenizatório por dano moral apenas nos casos em que o quantum arbitrado pelo acórdão recorrido se mostre irrisório ou exagerado.INSCRIÇÃO INDEVIDA NA SERASA – QUANTUM INDENIZATÓRIO . (AgRg no REsp 762267 / RS .2006. 20/04/2006. 212) (grifo nosso). AgRg no REsp 2005/0105030-5. Agravo improvido. E ainda: “AGRAVO INTERNO. Entende o Tribunal de Santa Catarina: DOS PEDIDOS E REQUERIMENTOS Ante o exposto. Rel. Rel. Resp 2007/0005235-2. DJ 23.

correção monetária. bem como as condições financeiras da empresa Ré. ou se entender Vossa Excelência ser cabível. da retirada no nome do requerente dos cadastros de maus pagadores. III) A condenação da requerida no pagamento das CUSTAS E DEMAIS DESPESAS PROCESSUAIS . tais determinar que a requerida proceda na IMEDIATA RETIRADA do NOME DO cadastro devedores em que como SERASA e SPC. querendo. venha responder a presente ação no prazo legal. leve-se em consideração o caráter punitivo e pedagógico da indenização. inclusive honorários advocatícios sobre o valor atualizado da causa.707. todos atualizados na forma da lei. já qualificada. DATA MAXIMA VENIA.00 (vinte e oito mil setecentos e sete centavos). 6) REQUERENTE do A concessão de de TUTELA ANTECIPADA para foi inserido. acrescidas de juros de mora sobre o capital corrigido. sob pena de revelia. que digne-se em determinar a remessa de Ofícios aos Sistemas de Proteção ao Crédito para o fim da imediata retirada do nome do autor do cadastro de devedores. para que. na pessoa de seus representantes legais. . totalizando o valor de R$ 28. e honorários advocatícios de sucumbência. de acordo com artigo 20 do CPC. em forma de INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. Para que se cumpra os pedidos acima formulados. apresentando sua defesa. com a declaração de nulidade da cobrança questionada. REQUER: I) A CITAÇÃO DA RÉ.2) A CONDENAÇÃO da Ré ao pagamento para o requerente. da quantia equivalente a 100 (cem) vezes o valor da inserção indevida nos órgãos de restrição ao crédito. desde que. e a consequente condenação da requerida ao pagamento da quantia referida. ou em outro valor a ser arbitrado por Vossa Excelência. II) Sejam julgados totalmente PROCEDENTES os pedidos. sob pena de multa diária (astreintes).

em razão do artigo 6º. 67. oitiva de testemunhas. dando-lhe conhecimento dos fatos desta demanda. inciso VIII do CDC. VII) Para tanto. nas pessoas de seus representantes legais. VIII) Diante de que a requerida é órgão controlado pelo Governo Federal. tendo em vista que o requerente não possui condições financeiras de arcar com despesas processuais e demais cominações de lei sem prejuízo do seu próprio sustento e dos seus dependentes. nos termos da Lei nº 1. pelo depoimento pessoal da Autora.IV) Sejam concedidos os benefícios da JUSTIÇA GRATUITA. requer-se seja oficiado o mui digno representante do Ministério Público. juntada de novos documentos que se fizerem necessários e demais provas que ao interesse da causa possam convir. para apuração de possível prática de crimes previstas nos artigo 66. realização de perícias. seja OFICIADA A AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES (ANATEL). para eventual aplicação de multa à RÉ. nos termos do artigo 82. Dá-se à causa o valor de R$ Nesses termos Pede Deferimento. V) Seja decretada a INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA. sob pena de confissão. . do Código de Defesa do Consumidor. em especial. VI) A produção de todas as PROVAS em direito admitidas. na forma da lei. inciso I. como faz prova Declaração a esta anexada. e 73 do Código de Defesa do Consumidor.060/50.

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